A Globo exibe nesta segunda, 18 de maio, o longa-metragem Robin Hood – A Origem, releitura que abandona o estilo clássico das antigas adaptações para apostar em ação intensa, ritmo acelerado e visual inspirado em produções modernas. Em vez do herói tradicional cercado por aventuras leves e romances, o longa apresenta um protagonista marcado pela guerra e mergulhado em um cenário dominado por corrupção e violência.
Dirigido por Otto Bathurst, o filme reconstrói a origem do famoso arqueiro usando uma linguagem visual próxima de thrillers e franquias de ação contemporâneas. As batalhas são rápidas, os confrontos têm clima de revolta política e Sherwood surge como um território tomado pelo caos.
Como o filme muda a história de Robin Hood?
A trama acompanha o retorno de Robin após as Cruzadas. O personagem volta transformado pelos horrores da guerra e encontra Nottingham controlada por autoridades corruptas que exploram a população através de impostos abusivos e violência.
Ao perceber que a cidade está destruída pelo abuso de poder, Robin passa a agir ao lado de John, guerreiro mouro que também carrega marcas do conflito. A dupla organiza ataques contra o sistema que domina a região, criando uma versão mais agressiva e política da famosa lenda inglesa.
O filme troca o tom aventureiro tradicional por perseguições, explosões e cenas de combate filmadas de maneira frenética. As sequências com arco e flecha são construídas quase como cenas de filmes de espionagem, aproximando a produção do estilo usado em blockbusters atuais.
Quem está no elenco?
Taron Egerton, de Kingsman: Serviço Secreto e Kingsman: O Círculo Dourado, interpreta Robin Hood em uma versão mais impulsiva e explosiva do personagem. Ao seu lado está Jamie Foxx, vencedor do Oscar por Ray e conhecido também por Django Livre. O ator vive Little John como um mentor estratégico e responsável pelo treinamento de Robin.
O vilão da história é interpretado por Ben Mendelsohn, de Rogue One: Uma História Star Wars e Jogador Nº 1. Seu Xerife de Nottingham surge como uma figura manipuladora que usa o poder para controlar a cidade. Já Marian é vivida por Eve Hewson, conhecida por The Knick e Bad Sisters. Nesta adaptação, a personagem participa diretamente dos conflitos políticos e das ações contra o governo local.O elenco ainda conta com Jamie Dornan, de Cinquenta Tons de Cinza e The Tourist, além de Tim Minchin.
Por que o filme dividiu opiniões?
O longa chamou atenção por abandonar quase totalmente o estilo medieval tradicional. Figurinos, cenas de ação e até a montagem seguem uma linha muito mais próxima de produções atuais do que de filmes históricos.
A produção teve orçamento estimado em 100 milhões de dólares, mas arrecadou menos que o esperado nos cinemas. Parte da crítica apontou exagero visual e excesso de influência de franquias modernas.
Mesmo assim, o filme conquistou espectadores interessados em versões mais agressivas e estilizadas de personagens clássicos. Com o passar dos anos, Robin Hood passou a ganhar espaço entre fãs de filmes de ação que preferem ritmo acelerado e grandes cenas de combate.
O novo trailer de Lanternas, divulgado pela HBO, muda o tom da conversa em torno da série e deixa claro que a produção não está interessada em repetir fórmulas já conhecidas do gênero de super-heróis. Em vez disso, a prévia aposta pesado em suspense, investigação e uma atmosfera mais densa, quase sufocante, que se aproxima de um thriller policial com elementos sci-fi.
O vídeo também confirma a entrada de Laura Linney no elenco, ampliando ainda mais o peso dramático da produção. A atriz surge como parte central dessa nova fase da história, reforçando que a série está mirando em atuações mais complexas e menos óbvias dentro do universo da DC.
Quem sustenta a história dentro da série?
No centro da narrativa estão dois Lanternas com perfis bem diferentes, mas obrigados a trabalhar lado a lado. Kyle Chandler (Friday Night Lights, Bloodline, Carol) assume o papel de Hal Jordan, um veterano marcado por experiências anteriores, enquanto Aaron Pierre (A Ferrovia Subterrânea, Rebel Ridge, Old) interpreta John Stewart, que chega como um recruta ainda tentando entender a dimensão do que está enfrentando.
A dinâmica entre os dois sustenta a espinha dorsal da trama, que abandona o formato tradicional de aventuras espaciais para mergulhar em uma investigação criminal na Terra. O elenco ainda inclui Kelly Macdonald (Trainspotting, Boardwalk Empire, Onde os Fracos Não Têm Vez), que reforça o lado emocional da narrativa, além de nomes como Garret Dillahunt (Deadwood, Raising Hope, Fear the Walking Dead), Poorna Jagannathan (Eu Nunca…, The Night Of, Delhi Belly), Jason Ritter (Parenthood, Gravity Falls, The Event), Ulrich Thomsen (The Blacklist, Counterpart, Banshee), Nathan Fillion (Firefly, Castle, The Rookie), J. Alphonse Nicholson (P-Valley, Eles o Clonaram, Tyrone) e Jasmine Cephas Jones (Hamilton, Blindspotting, #FreeRayshawn).
Qual é o caso que coloca tudo em movimento?
A história começa quando Hal Jordan e John Stewart são enviados à Terra para investigar um assassinato ocorrido em território norte-americano. O que parecia um caso isolado rapidamente ganha outra dimensão, com pistas que apontam para algo muito maior do que uma simples ocorrência criminal.
A série constrói esse caminho sem pressa, apostando em pistas fragmentadas, tensão crescente e uma sensação constante de que cada resposta abre espaço para novas perguntas. O foco não está na ação em larga escala, mas na reconstrução do que realmente aconteceu por trás do crime investigado.
Como Lanternas se encaixa no novo DCU?
A série faz parte da nova estrutura criativa liderada por James Gunn e Peter Safran, dentro da fase inicial do chamado “Capítulo Um: Deuses e Monstros”. A série não funciona isolada: ela se conecta diretamente ao desenvolvimento do novo universo compartilhado da DC.
A proposta coloca Hal Jordan e John Stewart como peças centrais desse novo tabuleiro narrativo, servindo tanto para fãs antigos quanto para quem está chegando agora nesse universo reformulado.
Quem conduz a produção e qual direção a série segue?
O desenvolvimento passou por diferentes fases até chegar ao formato atual. O projeto original, idealizado por Greg Berlanti, acabou sendo reestruturado para se alinhar ao novo planejamento da DC Studios, que decidiu priorizar uma abordagem mais concentrada na Terra e menos dependente do espaço cósmico.
A condução criativa ficou sob responsabilidade de Chris Mundy, com participação de Damon Lindelof e Tom King. Essa combinação ajuda a sustentar o tom mais investigativo e estruturado da produção.
A direção dos dois primeiros episódios ficou nas mãos de James Hawes, responsável por definir a identidade visual inicial da série. As filmagens ocorreram ao longo de 2025, consolidando o projeto como uma das produções mais cuidadas do catálogo recente da HBO.
Mortal Kombat 2 abandona qualquer tentativa de conter sua própria natureza e assume, de vez, o que sempre deveria ter sido: um universo guiado por violência estilizada, disputas sobrenaturais e lutas que falam mais alto do que qualquer explicação narrativa. O resultado é uma continuação que troca a contenção pelo exagero e transforma o excesso em linguagem principal do filme.
O que muda quando o filme deixa o realismo de lado?
Diferente do capítulo anterior, que ainda tentava equilibrar drama humano com elementos fantásticos, a sequência opta por cortar esse caminho intermediário. Aqui, o mundo de Mortal Kombat deixa de pedir desculpas pela própria lógica e passa a funcionar como uma arena aberta, onde regras são ditadas pelo espetáculo.
Essa mudança impacta diretamente o ritmo da produção. As cenas deixam de ser interrompidas por explicações longas e passam a avançar de forma mais fluida, quase como se cada sequência estivesse conectada a outra por pura energia de combate. O universo ganha uma estética mais assumida, menos preocupada em parecer plausível e mais interessada em ser marcante.
As lutas finalmente entregam o que os fãs esperavam?
Um dos maiores saltos do filme está justamente na forma como as batalhas são construídas. A direção abandona cortes excessivos e aposta em coreografias mais abertas, permitindo que cada golpe tenha peso e visibilidade. Isso cria uma sensação mais próxima da experiência dos jogos, onde o impacto visual é parte essencial da identidade.
As fatalities, que sempre foram um símbolo da franquia, surgem com mais espaço e menos suavização. Em vez de serem tratadas como um choque isolado, elas passam a integrar o fluxo natural das lutas, reforçando o tom brutal que define esse universo. O resultado é um conjunto de cenas mais direto, mais agressivo e, principalmente, mais coerente com a proposta da saga.
Quem assume o protagonismo dentro do caos?
O filme não depende de um único eixo central, mas alguns personagens acabam ganhando mais destaque conforme a trama avança. A chegada de Johnny Cage, vivido por Karl Urban, injeta uma dose de ironia e leveza em meio ao cenário de destruição constante. Ele funciona como um contraponto ao tom sombrio que domina a maior parte da narrativa.
Já figuras clássicas como Liu Kang e Kung Lao continuam sendo peças fundamentais dentro do torneio, embora ainda fiquem limitadas por uma estrutura que prioriza ação em vez de desenvolvimento emocional. Mesmo assim, suas presenças ajudam a sustentar o peso simbólico do conflito entre os reinos.
Do lado antagonista, Shao Kahn se consolida como a força dominante da história, ampliando a sensação de ameaça constante. Sua construção não depende de grandes discursos, mas sim da forma como ele se impõe em cena, sempre como uma presença difícil de ser contida.
Como o filme organiza seu grande confronto final?
O terceiro ato é dividido em múltiplas frentes simultâneas, reforçando a ideia de que o conflito ultrapassa um único espaço ou batalha. Enquanto o torneio principal se intensifica, outras disputas paralelas acontecem em diferentes dimensões, criando uma sensação de colapso generalizado entre os reinos.
No centro desse caos, Shao Kahn avança como força imparável e acaba enfrentando diretamente Liu Kang e Sonya Blade. O combate não é apenas físico, mas simbólico, representando a tentativa de controle absoluto sobre o equilíbrio entre mundos.
Ao mesmo tempo, outras narrativas se cruzam em paralelo. Bi-Han retorna sob uma nova identidade, mais sombria e instável, assumindo a forma de Noob Saibot. Esse arco abre espaço para um conflito interno que se mistura com antigas rivalidades, especialmente em confrontos que se estendem até o Submundo.
O desfecho realmente encerra a história?
A resposta é simples: não. O encerramento de Mortal Kombat 2 foi construído claramente como uma transição, não como uma conclusão. Em vez de amarrar todas as pontas, o filme opta por expandir o universo e deixar conflitos em aberto.
Durante os momentos finais, as batalhas atingem seu ponto mais caótico. Personagens mudam de lado, poderes são despertados sob pressão extrema e artefatos místicos se tornam peças decisivas no equilíbrio da guerra. Johnny Cage, por exemplo, alcança um novo nível de poder em um momento crítico, alterando o rumo de um dos eventos centrais da trama.
Enquanto isso, Liu Kang passa por uma transformação após um desfecho brutal, sugerindo que sua trajetória ainda não terminou — apenas mudou de forma. Essa escolha reforça a ideia de continuidade e prepara terreno para uma possível evolução do personagem em futuras histórias.
O filme prioriza narrativa ou espetáculo?
A escolha da produção é evidente: o foco está no impacto visual e na energia das lutas. A narrativa existe, mas funciona mais como estrutura de suporte do que como eixo principal. O que realmente conduz o filme é a sequência de confrontos, que dita o ritmo e sustenta a experiência do início ao fim.
Isso não significa ausência total de história, mas sim uma mudança de prioridade. Em vez de construir um drama complexo, o longa aposta em um universo vivo, onde cada batalha empurra o enredo para frente. Essa decisão torna o filme mais direto, embora menos profundo em termos de desenvolvimento dramático.
Vale a pena encarar essa nova fase da franquia?
O longa-metragem funciona melhor para quem entende exatamente o tipo de experiência que a franquia propõe. Não se trata de uma narrativa fechada ou emocionalmente sofisticada, mas de um espetáculo contínuo de combate, poder e caos controlado.
Nesta segunda, 18 de maio, a faixa de filmes da TV Globo, a Sessão da Tarde, apresenta ao público o longa Robin Hood: A Origem, releitura contemporânea da clássica lenda do arqueiro que desafia a elite e rouba dos poderosos para redistribuir riquezas ao povo. Lançado originalmente em 2018, o filme chega à televisão aberta como uma opção de ação com ritmo acelerado e uma estética que se afasta das versões mais tradicionais do personagem.
Dirigido por Otto Bathurst e produzido pela Lionsgate, o filme aposta em uma abordagem que mistura ambientação medieval com linguagem visual inspirada em produções de ação modernas. A narrativa parte do retorno de Robin das Cruzadas, quando ele encontra Sherwood mergulhada em corrupção, violência institucional e desigualdade extrema. A partir desse cenário, a história transforma o protagonista em uma figura de resistência direta contra o sistema, em uma construção que privilegia confrontos rápidos, estratégias de impacto e uma dinâmica quase revolucionária entre os personagens.
O elenco reforça essa proposta mais intensa. Taron Egerton interpreta um Robin mais impulsivo e físico, distante da imagem clássica do herói estrategista e sereno. Ao seu lado, Jamie Foxx assume o papel de John, personagem que ganha relevância central na formação do protagonista e funciona como um contraponto emocional e tático dentro da trama. A construção da relação entre os dois sustenta parte do desenvolvimento da história, principalmente na transformação de Robin em símbolo de rebelião.
No outro extremo do conflito, Ben Mendelsohn interpreta o Xerife de Nottingham em uma versão menos caricata e mais voltada à manipulação política, representando um sistema de poder estruturado em vez de apenas um vilão de ação. A presença de Eve Hewson como Marian amplia o protagonismo feminino dentro da narrativa, enquanto Jamie Dornan surge como Will Scarlet, inserido em uma rede de aliados que reforça a ideia de organização coletiva em oposição ao domínio do Estado local.
Quando chegou aos cinemas em 2018, Robin Hood: A Origem teve recepção dividida e desempenho abaixo do esperado. Com orçamento estimado em cerca de 100 milhões de dólares, o longa arrecadou aproximadamente 24 milhões mundialmente, resultado que refletiu a dificuldade da produção em conquistar tanto a crítica quanto o público. As principais observações negativas apontavam para a tentativa de modernização excessiva e para escolhas narrativas que priorizavam estilo visual em detrimento de aprofundamento dramático.
Com o passar do tempo, no entanto, o filme encontrou novo espaço em exibições televisivas e plataformas digitais, onde passou a ser revisitado por espectadores interessados em versões mais estilizadas de histórias clássicas. Nesse contexto, a exibição na Sessão da Tarde funciona como uma oportunidade de reavaliar a produção fora do ambiente competitivo dos cinemas, especialmente em um formato que privilegia o consumo casual.
Mesmo longe do status das adaptações mais tradicionais de Robin Hood, esta versão se mantém relevante pela tentativa de reinterpretar o mito sob uma lógica contemporânea. O foco em ação constante, estética acelerada e conflitos diretos aproxima o longa de uma linguagem mais próxima do público atual, especialmente aquele acostumado com filmes de ritmo intenso e narrativas de impacto visual imediato.
A Tela Quente exibe o longa-metragem O Esquadrão Suicida, produção da DC que reinventa a equipe de condenados em uma missão suicida marcada por violência gráfica e cenas de ação em ritmo acelerado. Lançado em 2021, o longa dirigido por James Gunn abandona qualquer tentativa de continuação direta do filme de 2016 e reconstrói a Força-Tarefa X com nova abordagem estética e narrativa.
A história acompanha prisioneiros perigosos recrutados pelo governo dos Estados Unidos para missões de alto risco em troca de redução de pena, enviados desta vez para a ilha fictícia de Corto Maltese, onde precisam destruir o laboratório Jötunheim e eliminar evidências de experimentos militares envolvendo uma ameaça alienígena.
O elenco reúne nomes de grande destaque em Hollywood. Margot Robbie retorna como Harley Quinn em uma versão ainda mais imprevisível da personagem. Idris Elba interpreta Bloodsport, figura central na missão e responsável por liderar parte das ações do grupo em campo. Já John Cena vive Peacemaker, personagem que leva ao extremo a lógica distorcida de “paz a qualquer custo”, enquanto Viola Davis reprisa Amanda Waller, responsável por controlar e manipular toda a operação a partir do governo.
Entre os retornos e novas adições, Joel Kinnaman volta como Rick Flag, reforçando o lado militar da equipe, enquanto Sylvester Stallone dá voz ao personagem Tubarão-Rei, que se destaca pela mistura de brutalidade e comportamento ingênuo, criando um contraste constante dentro das cenas.
A origem da produção passou por mudanças importantes antes de chegar à versão final. Após a recepção dividida do filme de 2016, a Warner Bros. reformulou o projeto até convidar James Gunn, que trouxe referências de filmes de guerra e dos quadrinhos clássicos da equipe nos anos 1980. A proposta foi trabalhar com personagens menos previsíveis e ampliar o lado caótico do grupo, mantendo a ideia central de missões suicidas controladas por uma agência governamental.
As filmagens ocorreram principalmente em Atlanta, nos Estados Unidos, com passagem também pelo Panamá, além de cenas registradas em Portugal. A produção combinou efeitos práticos e digitais para reforçar a violência estilizada e dar mais peso físico às cenas de combate, escolha que se tornou uma das marcas visuais do longa.
Quando chegou aos cinemas, O Esquadrão Suicida recebeu avaliações positivas da crítica, que destacou a direção de James Gunn, o humor mais agressivo e a construção mais livre dos personagens em comparação à versão anterior. Apesar disso, o desempenho nas bilheterias foi afetado pelo lançamento simultâneo em streaming e salas de cinema durante o período de pandemia.
O impacto do filme ainda gerou desdobramentos dentro do universo da DC, principalmente com a série Peacemaker, que aprofunda a história de John Cena e expande o núcleo apresentado no longa.
Depois de transformar o gênero de super-heróis em uma mistura caótica de violência extrema e puro desconforto, The Boysfinalmente chega ao seu último capítulo. E pelo caminho que a temporada construiu até aqui, tudo indica que o encerramento será menos uma “grande batalha final” e mais um colapso completo daquele universo. A série criada por Eric Kripke abandonou qualquer freio nos episódios recentes e colocou seus personagens em um cenário onde praticamente não existe mais esperança de retorno.
O clima da reta final deixa claro que a história entrou em um território sem volta. Depois de receber o V1, a versão original do Composto V, Capitão Pátria ultrapassou o estágio de vilão narcisista e passou a agir como uma figura quase divina. O personagem vivido por Antony Starr já não demonstra interesse em manipular opinião pública, preservar a imagem dos Sete ou manter qualquer aparência de equilíbrio. Agora, sua obsessão gira em torno de poder absoluto.
A transformação do personagem muda completamente a atmosfera da série. O homem que antes escondia sua crueldade atrás de discursos patrióticos agora governa através do medo, do fanatismo e da violência aberta. A dissolução dos Sete representa exatamente isso: Capitão Pátria não quer mais dividir espaço com ninguém. Nem aliados, nem símbolos, nem heróis. Apenas seguidores.
Nos episódios da temporada final, a produção levou ao extremo a ideia de culto político que sempre esteve presente na narrativa. A chamada Igreja Democrática da América deixa de funcionar apenas como propaganda e passa a operar como uma estrutura autoritária comandada diretamente pelo próprio Homelander. Quem demonstra qualquer sinal de dúvida é tratado como inimigo.
O que aconteceu antes do episódio final?
A reta final da temporada praticamente mergulhou os Estados Unidos em um estado de guerra silenciosa. Após assumir o controle político do país, Capitão Pátria passa a agir sem qualquer limite institucional, eliminando adversários, incentivando perseguições públicas e transformando seus apoiadores em soldados fanáticos.
O discurso messiânico do personagem cresce a cada episódio. Em vez de tentar convencer a população, ele simplesmente exige devoção total. Cidades ligadas à Luz-Estrela passam a ser tratadas como territórios hostis, enquanto operações violentas são autorizadas em nome da “purificação” nacional.
O terror, porém, não atinge apenas inimigos. Os próprios seguidores de Capitão Pátria começam a perceber que ninguém está realmente protegido dentro do novo regime. O episódio mais recente mostrou dissidentes sendo executados brutalmente após caírem em uma armadilha organizada por “Ó Pai”, personagem interpretado por Daveed Diggs. A sequência inteira reforça a sensação de paranoia que domina aquele universo.
Enquanto isso, os Boys tentam montar uma última ofensiva contra a Vought. Billy Bruto, Hughie, Luz-Estrela e M.M. invadem os estúdios da empresa em busca de sobreviventes e informações capazes de enfraquecer Capitão Pátria. A missão rapidamente sai do controle, culminando na captura de Hughie e Butcher durante a operação.
Mesmo em meio ao desastre, a série continua apontando para um possível elemento decisivo: o vírus criado por Butcher. A substância permanece sendo a única arma capaz de exterminar Supers em larga escala. O problema é que a utilização do vírus pode desencadear consequências impossíveis de controlar.
A morte de Frenchie mudou completamente o tom da série?
Se os episódios anteriores ainda equilibravam humor ácido com violência absurda, o sétimo capítulo praticamente enterrou qualquer sensação de leveza. A morte de Frenchie se tornou um divisor emocional na temporada e mudou totalmente a dinâmica do grupo.
Interpretado por Tomer Capone, o personagem sempre funcionou como um dos raros pontos de humanidade dentro do caos constante da série. Sua relação com Kimiko ajudava a criar pequenos momentos de vulnerabilidade em meio ao massacre generalizado que define o universo de The Boys.
A despedida do personagem nos braços de Kimiko transformou o episódio em algo muito mais melancólico do que explosivo. Pela primeira vez em muito tempo, a série parece menos interessada em choque visual e mais focada nas consequências emocionais da violência acumulada ao longo das temporadas.
Kimiko deve carregar boa parte desse peso no episódio final. Depois de passar anos tentando escapar do próprio passado e recuperar parte de sua humanidade, a personagem perde justamente a pessoa que representava sua chance de reconstruir a própria vida. O resultado é uma sensação constante de que ela pode ultrapassar qualquer limite daqui para frente.
Ao mesmo tempo, Billy Butcher parece caminhar para sua versão mais destrutiva. Consumido por obsessão desde o início da série, o personagem agora aparenta estar disposto a sacrificar literalmente tudo para impedir Capitão Pátria, incluindo a própria sobrevivência.
O que esperar do confronto entre Butcher e Capitão Pátria?
Desde a primeira temporada, a série construiu a rivalidade entre Butcher e Capitão Pátria como o verdadeiro centro emocional da narrativa. E tudo indica que o episódio final transformará esse conflito em algo muito maior do que apenas uma luta física.
De um lado está Butcher, carregando um vírus capaz de exterminar Supers em massa. Do outro, Capitão Pátria alcança o auge de seu poder após utilizar o V1, tornando-se praticamente impossível de conter. A combinação cria um cenário onde qualquer decisão pode significar destruição total.
Existe ainda a questão envolvendo Ryan, personagem que continua funcionando como a última conexão emocional capaz de afetar Homelander de alguma forma. A série vem construindo há temporadas o peso desse relacionamento, posicionando o garoto entre duas figuras consumidas por trauma, violência e obsessão.
A produção também reforça constantemente os paralelos entre Butcher e seu maior inimigo. Ambos acreditam estar salvando o mundo à sua própria maneira. Ambos atravessam limites morais sem hesitação. E ambos estão dispostos a destruir tudo ao redor para alcançar seus objetivos.
O episódio final provavelmente deve explorar justamente isso: até onde alguém pode ir antes de se transformar exatamente naquilo que jurava combater.
O final ainda pode trazer mais mortes?
Considerando o histórico brutal de The Boys, imaginar um encerramento sem novas perdas parece praticamente impossível. A temporada inteira foi construída com uma sensação constante de fatalidade, como se nenhum personagem realmente tivesse garantia de sobrevivência.
Hughie, Kimiko, Luz-Estrela, M.M. e até Soldier Boy aparecem cercados por ameaças o tempo inteiro. A série parece determinada a encerrar sua trajetória mantendo intacto o mesmo tom cruel, imprevisível e desconfortável que transformou a produção em um fenômeno.
Além disso, o colapso do universo político da série já parece irreversível. A Vought deixou de funcionar como simples empresa bilionária e passou a operar como uma máquina ideológica completamente dominada por Capitão Pátria. Isso faz com que o episódio final não seja apenas sobre derrotar um vilão, mas sobre descobrir se ainda existe alguma chance de reconstrução para aquele mundo.
Quando estreia o episódio final?
O último episódio da temporada final de The Boys estreia nesta quarta-feira, 20 de maio, no Prime Video. O capítulo encerra oficialmente uma das séries mais violentas, controversas e populares da era do streaming, prometendo uma despedida marcada por caos, tragédia e confrontos definitivos.
Durante anos, a ideia de uma continuação para O Diabo Veste Prada parecia improvável. O primeiro filme havia se tornado um clássico absoluto dos anos 2000, daqueles que sobrevivem ao tempo através de memes, cenas compartilhadas nas redes sociais e frases que continuam sendo repetidas quase vinte anos depois. Mesmo assim, pouca gente imaginava que a franquia conseguiria voltar aos cinemas com tanta força. Mas bastaram algumas semanas em cartaz para a sequência provar que Miranda Priestly ainda tem espaço e poder dentro da indústria.
A nova produção da 20th Century Studios já ultrapassou US$ 544 milhões em arrecadação mundial e entrou oficialmente para a lista dos maiores sucessos recentes do estúdio. Mais do que uma sequência nostálgica, o longa acabou se transformando em um dos assuntos mais comentados do ano, movimentando redes sociais, dominando discussões sobre cultura pop e atraindo diferentes gerações para as salas de cinema.
O curioso é que o filme chega em um momento completamente diferente daquele em que o original foi lançado. Em 2006, o universo da moda ainda carregava uma imagem quase inalcançável, cercada por revistas impressas, desfiles exclusivos e figuras tratadas como lendas da indústria. Agora, quase tudo gira em torno de algoritmos, vídeos curtos, influenciadores e tendências que nascem e desaparecem em poucos dias. E é justamente esse choque entre passado e presente que impulsiona a nova história.
O que mudou no universo da Runway?
A sequência reencontra Andrea “Andy” Sachs em uma fase muito distante daquela jovem perdida entre cafés, saltos altos e ordens impossíveis de Miranda Priestly. Depois de abandonar a Runway anos atrás, Andy construiu uma carreira sólida como jornalista investigativa e finalmente conquistou o reconhecimento profissional que sempre buscou.
Mas a estabilidade dura pouco. Em uma das primeiras cenas do filme, Andy descobre que ela e toda a equipe do jornal onde trabalha foram demitidas através de uma mensagem enviada para os celulares dos funcionários. O episódio rapidamente viraliza depois que a personagem faz um discurso espontâneo criticando a forma como grandes empresas tratam profissionais da comunicação na era digital.
Enquanto isso, do outro lado da cidade, Miranda Priestly enfrenta um problema igualmente ameaçador. A Runway já não domina a indústria como antes. O público migrou para plataformas digitais, o mercado editorial perdeu força e a revista começa a sofrer pressão pesada após um escândalo envolvendo uma marca de fast-fashion ligada a denúncias trabalhistas.
Pela primeira vez, Miranda aparece em um cenário onde sua autoridade parece não intimidar tanto quanto antigamente. O mundo mudou rápido demais, e até alguém como ela precisa lidar com um mercado que valoriza números, engajamento e tendências instantâneas acima de criatividade ou prestígio.
Quem retorna para a sequência?
Grande parte da força do novo filme está justamente no reencontro entre personagens que marcaram uma geração inteira. Meryl Streep retorna ao papel de Miranda Priestly mantendo intacta a presença que transformou a personagem em um ícone do cinema moderno. Mesmo em meio ao caos da indústria atual, Miranda continua sendo capaz de controlar uma sala inteira apenas com um olhar.
Já Anne Hathaway entrega uma versão mais madura de Andy Sachs. A personagem agora parece muito mais segura profissionalmente, mas continua presa em conflitos ligados à ambição, reconhecimento e identidade pessoal.
Outro retorno importante é o de Emily Blunt como Emily Charlton. Se no primeiro filme ela vivia à sombra de Miranda, agora Emily surge ocupando uma posição influente dentro da indústria da moda e protagoniza alguns dos momentos mais tensos da narrativa.
Stanley Tucci também volta como Nigel, funcionando novamente como uma espécie de coração emocional da história. Em meio às disputas corporativas e aos jogos de poder, o personagem segue sendo um dos poucos capazes de enxergar humanidade dentro daquele ambiente competitivo.
A continuação ainda adiciona novos nomes ao elenco, incluindo Justin Theroux e Kenneth Branagh, ampliando os conflitos ligados ao futuro da moda, da mídia e das grandes empresas de entretenimento.
Por que o filme virou um fenômeno tão rápido?
Muito do sucesso passa pela força que O Diabo Veste Prada construiu ao longo dos anos. O longa original deixou de ser apenas uma comédia dramática ambientada no mundo fashion e virou uma referência cultural gigantesca. A estética do filme continua influenciando tendências, enquanto cenas clássicas seguem viralizando constantemente na internet.
Mas a sequência encontrou seu espaço justamente por não depender apenas da nostalgia. Em vez de repetir a mesma fórmula, o roteiro tenta entender como a indústria da moda e o próprio consumo de informação mudaram radicalmente nos últimos anos.
O novo filme conversa diretamente com temas extremamente atuais, como o impacto das redes sociais, a superficialidade do conteúdo digital e a maneira como grandes empresas passaram a tratar criatividade como produto descartável. Existe até espaço para discussões sobre inteligência artificial e automação dentro do mercado editorial, algo que aproxima ainda mais a trama da realidade contemporânea.
Outro fator importante foi a capacidade da produção de dialogar com públicos diferentes. Quem acompanhou o filme original encontrou referências, reencontros e momentos nostálgicos. Já o público mais jovem descobriu uma história sobre pressão profissional, sobrevivência em ambientes tóxicos e a necessidade constante de reinventar a própria carreira.
Como a sequência saiu do papel?
Durante muito tempo, Hollywood acreditou que reunir novamente o elenco principal seria praticamente impossível. Tanto Meryl Streep quanto Anne Hathaway demonstraram resistência à ideia de revisitar os personagens após tantos anos.
A situação começou a mudar em 2024, quando a Walt Disney Studios iniciou oficialmente o desenvolvimento da continuação ao lado da 20th Century Studios. O retorno do diretor David Frankel e da roteirista Aline Brosh McKenna foi decisivo para convencer o elenco de que o projeto poderia oferecer algo além de uma simples reciclagem do original.
As gravações aconteceram entre Nova York, Milão e Newark ao longo de 2025. A produção apostou em locações luxuosas, eventos grandiosos e um figurino ainda mais sofisticado que o primeiro filme. Ao mesmo tempo, a narrativa tenta mostrar um universo da moda menos fantasioso e mais conectado com os bastidores agressivos da indústria atual.
O universo de The Walking Dead: Dead City já tem data para retornar ao público com sua terceira temporada oficialmente confirmada. A AMC anunciou que os novos episódios estreiam em 26 de julho, com lançamento simultâneo no canal e na plataforma de streaming AMC, o AMC+.
A confirmação reforça a continuidade de uma das produções mais importantes do catálogo atual da emissora, que segue investindo fortemente no universo derivado de The Walking Dead. Para os fãs, a novidade não representa apenas a chegada de novos episódios, mas também a consolidação de uma história que ainda encontra espaço para se reinventar dentro do gênero pós-apocalíptico.
No Brasil, a série mantém sua estratégia de distribuição multiplataforma, com exibição também pelo Prime Video. Essa presença em diferentes serviços amplia o alcance da produção e mantém a franquia acessível a um público cada vez mais globalizado, que acompanha a saga de Maggie e Negan em diferentes formatos.
Por que Dead City se destaca dentro do universo da série original?
Entre os diversos derivados da franquia, Dead City se diferencia por apostar em um recorte mais fechado e urbano. Em vez de explorar grandes territórios ou múltiplos grupos dispersos, a série concentra sua narrativa em uma Nova York devastada, transformada em um ambiente caótico onde a sobrevivência depende de alianças instáveis.
Criada por Eli Jorné, a produção utiliza Manhattan como um personagem vivo dentro da trama. A cidade, agora isolada e fragmentada, se tornou um espaço onde diferentes facções disputam recursos, poder e influência, enquanto os mortos-vivos apenas ampliam o clima constante de ameaça.
Quem conduz a história nesta nova etapa?
No centro da narrativa seguem Maggie Rhee, interpretada por Lauren Cohan, e Negan, vivido por Jeffrey Dean Morgan. A relação entre os dois continua sendo o eixo emocional da série, marcada por memórias traumáticas e uma convivência forçada que desafia constantemente seus limites morais.
Maggie segue movida por perdas profundas e pela responsabilidade de proteger seu filho Hershel, o que a coloca em situações em que cada escolha pode ter consequências irreversíveis. Já Negan tenta lidar com o peso de sua própria história, buscando algum tipo de redenção em um mundo que não parece disposto a perdoar.
O elenco ainda inclui Gaius Charles como Perlie Armstrong, figura ligada à Nova Babilônia, além de Željko Ivanek e Mahina Napoleon, que ajudam a expandir a complexidade política e social desse novo mundo dominado pelo caos.
Como os eventos anteriores moldam a nova temporada?
A história de Dead City sempre se apoiou em conflitos acumulados e feridas que nunca se fecham completamente. As temporadas anteriores aprofundaram disputas envolvendo sequestros, facções rivais e o crescimento de poderes paralelos em Manhattan, transformando a cidade em um território altamente instável.
A segunda temporada, em especial, ampliou o peso político da narrativa ao apresentar novas alianças e rivalidades, além de consolidar grupos como os Burazi como peças centrais nesse tabuleiro de sobrevivência. O resultado foi uma escalada de tensão que colocou Maggie e Negan em posições cada vez mais delicadas.
Qual deve ser o tom da nova temporada?
Embora a AMC ainda mantenha segredo sobre detalhes específicos da trama, a expectativa é de uma continuação ainda mais centrada em dilemas morais e conflitos internos. A relação entre Maggie e Negan deve seguir como o principal motor da história, agora em um ponto onde convivência e confronto caminham lado a lado.
Outro elemento importante é a própria evolução de Manhattan dentro da narrativa. A cidade deixou de ser apenas um cenário hostil e passou a funcionar como um sistema vivo, com regras próprias, lideranças fragmentadas e disputas que se assemelham a guerras de território.
Essa construção abre espaço para que a nova temporada explore ainda mais o impacto psicológico do isolamento, além de expandir o alcance das ameaças que cercam os protagonistas.
Por que Dead City continua relevante no universo da franquia?
Mesmo anos após o fim da série original, o universo de The Walking Dead continua se reinventando por meio de novas histórias e abordagens. Dead City se destaca justamente por não tentar repetir o passado, mas por reorganizá-lo em um contexto mais urbano e emocionalmente carregado.
A dinâmica entre Maggie e Negan permanece como um dos elementos mais fortes da franquia, funcionando como um estudo constante sobre culpa, sobrevivência e as consequências de escolhas extremas. Ambos representam lados opostos de uma mesma tragédia, forçados a coexistir em um mundo que não oferece espaço para esquecimentos fáceis.
Esse equilíbrio entre tensão emocional e ação constante mantém a série relevante e garante que cada nova temporada não seja apenas continuação, mas também uma reinterpretação do próprio universo que a originou.
ODomingo Maior exibe na TV Globo o eletrizante filme sul-coreano Força Bruta, conhecido internacionalmente como The Roundup. A produção de ação e crime acompanha uma investigação intensa que atravessa fronteiras e coloca um detetive implacável no centro de uma caçada brutal contra um assassino em série.
A trama se destaca por seu ritmo acelerado, cenas de combate físico e uma narrativa que mistura investigação policial com ação direta, característica marcante do cinema sul-coreano contemporâneo. O filme é uma sequência direta de The Outlaws e faz parte de uma franquia que conquistou grande popularidade nos cinemas asiáticos e internacionais.
Qual é a história de Força Bruta?
A história acompanha a Unidade de Crimes Graves da polícia de Geumcheon, responsável por repatriar um criminoso que se entrega espontaneamente na embaixada sul-coreana no Vietnã. No entanto, a aparente facilidade do caso rapidamente levanta suspeitas entre os policiais, especialmente o experiente detetive Ma Seok-do, vivido por Ma Dong-seok.
Ao lado do capitão Jeon Il-man, interpretado por Choi Gwi-hwa, ele percebe que há algo muito mais complexo por trás da decisão do suspeito. A missão, que inicialmente parecia simples, se transforma em uma investigação perigosa em território estrangeiro, onde as regras mudam completamente.
Quem é o vilão da história?
Durante a investigação, os policiais acabam entrando em rota de colisão com Kang Hae-sang, interpretado por Son Suk-ku, um assassino frio e altamente violento que atua há anos atacando turistas coreanos no exterior.
A presença do criminoso muda completamente o rumo da missão, transformando a operação de extradição em uma caçada internacional cheia de riscos. Sem jurisdição clara e com recursos limitados, os agentes precisam improvisar para tentar capturá-lo antes que novas vítimas apareçam.
Como a investigação se desenrola no Vietnã?
A ação se intensifica quando os policiais viajam até Ho Chi Minh, no Vietnã, onde o caso toma proporções ainda maiores. Lá, eles descobrem novos assassinatos ligados ao suspeito inicial e passam a investigar uma rede de crimes mais complexa do que imaginavam.
Mesmo enfrentando limitações legais e a falta de apoio total das autoridades locais, o detetive Ma segue seu instinto e avança na investigação de forma direta e agressiva, característica que define sua personalidade dentro da franquia.
O que torna o protagonista tão diferente?
O personagem Ma Seok-do, interpretado por Ma Dong-seok, é um dos grandes destaques do filme. Diferente de detetives tradicionais, ele resolve conflitos com uma abordagem física e direta, priorizando a ação em vez de longas investigações burocráticas.
Essa característica ajuda a construir o tom único de Força Bruta, que mistura investigação policial com sequências de luta intensas e realistas, reforçando o estilo mais visceral da produção.
Como o filme se encaixa na franquia?
Força Bruta é a sequência de The Outlaws e faz parte de uma série de filmes que acompanha as investigações do detetive Ma Seok-do. A franquia se destaca por apresentar histórias independentes conectadas pelo mesmo protagonista, ampliando seu universo a cada novo capítulo.
Lançado em 2022, o filme também marcou um dos maiores sucessos do cinema sul-coreano recente, alcançando grande bilheteria mundial e consolidando a força da produção fora da Coreia do Sul.
Quem está no elenco e direção?
O filme é dirigido por Lee Sang-yong e conta com Ma Dong-seok no papel principal, ao lado de Son Suk-ku, Choi Gwi-hwa e Park Ji-hwan. O elenco reforça a dinâmica entre ação e investigação, com personagens que se complementam dentro da narrativa.
A produção mantém o foco em cenas de impacto físico e perseguições intensas, apostando em uma estética mais crua e realista dentro do gênero policial.
Por que Força Bruta fez tanto sucesso?
O sucesso do filme pode ser atribuído à combinação de ação direta, ritmo acelerado e um protagonista carismático que foge do padrão tradicional de heróis investigativos. Além disso, a história internacional e o cenário fora da Coreia do Sul ajudam a ampliar o apelo global da produção.
Com mais de US$ 100 milhões em bilheteria mundial, o longa se tornou um dos maiores destaques do cinema coreano recente, abrindo caminho para continuações e fortalecendo a franquia.
A nova fase cinematográfica de Mortal Kombat começou com impacto. Em menos de duas semanas em cartaz, a sequência já alcançou a marca de US$ 101,2 milhões em arrecadação mundial, consolidando um desempenho acima do esperado e reforçando o apelo da franquia entre fãs de longa data e novos espectadores. O ritmo acelerado nas bilheterias indica que o interesse pelo universo inspirado nos games segue forte após o reboot de 2021.
O resultado coloca o longa em posição de destaque dentro do mercado atual de blockbusters, especialmente considerando seu estilo voltado à ação intensa, fantasia e referências diretas ao universo dos jogos. Mais do que um bom início, o filme já demonstra estabilidade e potencial de crescimento nas próximas semanas.
Como o filme se saiu nos Estados Unidos e no exterior?
Nos Estados Unidos, o novo Mortal Kombat arrecadou cerca de US$ 62,2 milhões, mantendo um desempenho consistente e alinhado às expectativas para uma produção do gênero. O resultado reforça a base de fãs que acompanha a franquia desde o reboot e continua apoiando a expansão da história nos cinemas.
No mercado internacional, o desempenho foi ainda mais expressivo, somando aproximadamente US$ 39 milhões. Regiões como Reino Unido, México, Austrália, Brasil e China tiveram papel importante nesse crescimento, mostrando que a marca mantém apelo global e forte reconhecimento fora do circuito norte-americano.
A soma desses números reforça a capacidade da franquia de se sustentar em diferentes mercados ao mesmo tempo, algo fundamental para produções de grande escala no cenário atual.
Quem comanda a nova fase de Mortal Kombat no cinema?
A sequência continua sob a direção de Simon McQuoid, que retorna após comandar o filme anterior. Ele mantém a proposta de expandir o universo dos jogos com uma abordagem mais intensa, apostando em cenas de ação estilizadas e construção narrativa mais ampla.
O roteiro fica novamente por conta de Jeremy Slater, responsável por aprofundar o conflito entre reinos e dar mais espaço ao desenvolvimento dos personagens. A produção segue sob o selo da Warner Bros. Pictures, que aposta na franquia como uma de suas principais adaptações de videogame.
Quem faz parte do elenco?
O elenco da sequência mantém boa parte dos atores do filme de 2021, reforçando a continuidade da história. Retornam nomes como Jessica McNamee (A Mentira, The Little Death), Josh Lawson (Superstore, House of Lies), Ludi Lin (Aquaman), Mehcad Brooks (Supergirl), Lewis Tan (Deadpool 2, Into the Badlands), Damon Herriman (Once Upon a Time in Hollywood), Chin Han (Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis), Tadanobu Asano (Thor: Ragnarok), Joe Taslim (Velozes & Furiosos 6, The Raid) e Hiroyuki Sanada (John Wick: Chapter 4, Westworld), todos essenciais para a base narrativa já estabelecida.
Ao mesmo tempo, o novo capítulo amplia seu universo com a chegada de novos personagens interpretados por Karl Urban (The Boys, Dredd), Adeline Rudolph (Resident Evil, Chilling Adventures of Sabrina) e Tati Gabrielle (You, Uncharted), que assumem papéis importantes na evolução da trama.
Shao Kahn assume o centro da ameaça no novo filme
A história gira em torno da ascensão de Shao Kahn, que surge como uma força dominante capaz de colocar em risco tanto os campeões da Terra quanto o equilíbrio entre os reinos.
O personagem intensifica o clima de tensão e força os protagonistas a enfrentarem desafios ainda mais complexos, incluindo alianças instáveis e conflitos internos. Isso eleva o nível dramático da narrativa e amplia a escala do confronto.
Produção enfrentou desafios até chegar aos cinemas
As filmagens começaram em junho de 2023 na Austrália, mas foram interrompidas em julho devido à greve da SAG-AFTRA, que impactou diversas produções em Hollywood. A retomada aconteceu apenas em novembro, com conclusão no início de 2024.
Apesar das pausas, a equipe conseguiu manter a unidade do projeto, garantindo que o resultado final chegasse aos cinemas com consistência visual e narrativa. O período de produção mais longo também ajudou a aumentar a expectativa do público.
Franquia pode estar entrando em uma nova expansão no cinema?
O desempenho positivo reforça a possibilidade de expansão do universo de Mortal Kombat nos cinemas. Há anos, o estúdio avalia a construção de uma franquia mais ampla, com possíveis derivados e histórias focadas em personagens específicos.
A estrutura atual da narrativa já aponta nessa direção, com o segundo filme aprofundando o torneio e suas consequências diretas no equilíbrio entre mundos. Caso o desempenho continue sólido, novos projetos podem ganhar luz verde.
O que esperar daqui para frente?
Com forte desempenho inicial, Mortal Kombat 2 se consolida como uma das principais adaptações de videogame dos últimos anos. O resultado mostra que a franquia ainda tem grande força junto ao público e espaço para crescer no cinema.
A nova fase de Euphoria continua apertando o cerco emocional em cima dos personagens, e o clima da 3ª temporada já deixou claro que nada está realmente estável. Depois de eventos que reorganizaram completamente as relações dentro da trama, a série segue explorando escolhas ruins, recaídas e tentativas frágeis de recomeço, sempre com consequências que demoram, mas chegam.
Entre os momentos já vistos, o impacto da prisão de Cal muda o equilíbrio da história, enquanto Nate tenta lidar com uma vida que começa a desmoronar em silêncio. Rue, após um período tentando se manter limpa, até ensaia uma rotina mais simples, mas percebe rapidamente que o passado não costuma aceitar portas fechadas. Já Ash enfrenta um cenário ainda mais pesado, lidando com perda, medo e a constante sensação de estar cercado.
Quando estreia o episódio 7?
O episódio 7 da 3ª temporada de Euphoria estreia no próximo domingo, 24 de maio, às 22h (horário de Brasília). O capítulo será lançado simultaneamente na HBO e no catálogo da HBO Max, mantendo o formato semanal que vem guiando o ritmo da temporada e deixando cada episódio respirar antes do próximo impacto.
O que está realmente acontecendo com Rue?
A história de Rue continua sendo o centro mais instável da temporada. Depois de tentar se afastar das drogas e até buscar uma rotina mais “normal”, ela acaba sendo puxada novamente para situações que pareciam superadas. O retorno de cobranças antigas e dívidas mal resolvidas faz com que ela entre em ambientes cada vez mais perigosos, onde não existe margem para erro.
Nesse caminho, Rue passa a circular em estruturas criminosas mais organizadas, assumindo funções que a colocam no meio de operações arriscadas. O que começa como sobrevivência vai se transformando em dependência de um sistema que a prende aos poucos, enquanto o controle sobre a própria vida vai escapando.
Um dos pontos mais pesados da temporada até aqui envolve um incidente ligado ao uso de substâncias adulteradas, que termina em morte e aumenta ainda mais a tensão ao redor de todos que estão próximos dessa rede. A partir daí, o clima da série fica ainda mais sufocante.
Cassie, Nate e os outros caminhos que começam a quebrar
Enquanto Rue afunda em um cenário cada vez mais perigoso, Cassie e Nate tentam sustentar uma relação que parece mais construída para fora do que para dentro. A pressão financeira, somada a decisões impulsivas, começa a desgastar a imagem de controle que os dois tentam manter.
Nate, em especial, passa a lidar com problemas que vão além da vida pessoal, enfrentando dívidas e cobranças que afetam diretamente sua estabilidade emocional. Cassie, por outro lado, tenta manter uma presença forte nas redes e no cotidiano, mas a sensação de fragilidade cresce a cada episódio.
Já Maddy começa a se reposicionar profissionalmente no universo do entretenimento digital, buscando transformar sua vivência em algo mais estruturado, enquanto Lexi entra em um ambiente criativo onde tenta encontrar espaço em meio à competitividade. Jules, vivendo em Nova York, aparece mais distante da dinâmica principal, mas ainda carregando as marcas das relações que ficaram para trás.
O que a temporada já deixou claro até aqui?
A 3ª temporada de Euphoria vem construindo uma narrativa onde tudo parece conectado, mesmo quando os personagens estão fisicamente separados. Cada escolha cria uma reação em cadeia que volta, direta ou indiretamente, para alguém do grupo.
Até aqui, o ponto mais marcante é justamente a forma como Rue volta a ser puxada para situações de risco, agora em um nível mais estruturado e perigoso do que antes. Em paralelo, os conflitos de Cassie e Nate mostram como relações baseadas em aparência e pressão externa acabam se tornando instáveis rapidamente, enquanto os demais personagens tentam encontrar algum tipo de direção em meio ao caos emocional.