“Alerta Apocalipse” estreia nos cinemas e reúne Joe Keery, Georgina Campbell e Liam Neeson em noite especial de lançamento em Nova York

Já em cartaz nos cinemas brasileiros, “Alerta Apocalipse” chega ao público com a promessa de unir suspense, ação e um humor afiado em uma história de ameaça global. Para marcar a estreia do longa, o elenco principal participou de uma sessão especial em Nova York, na última quinta-feira, dia 29, celebrando o lançamento internacional da produção ao lado do roteirista David Koepp.

A exibição reuniu Joe Keery, conhecido mundialmente como Steve Harrington da série Stranger Things, Georgina Campbell, vencedora do BAFTA por Assassino sem Rastro e vista recentemente em Noite Passada em Soho, e o veterano Liam Neeson, astro de sucessos como Busca Implacável, A Lista de Schindler e A Perseguição. Após uma breve conversa com o público, o trio acompanhou a sessão ao lado de convidados e fãs.

Enquanto isso, no Brasil, o filme também ganhou destaque com uma pré-estreia exclusiva, realizada na quarta-feira, dia 28, reunindo influenciadores, formadores de opinião e admiradores do elenco, reforçando a expectativa em torno do lançamento.

A trama de “Alerta Apocalipse” gira em torno de um incidente que sai completamente do controle. Travis, personagem de Joe Keery, e Naomi, vivida por Georgina Campbell, trabalham em uma empresa de armazenamento e levam uma vida aparentemente comum. Tudo muda quando um fungo altamente perigoso escapa de uma antiga instalação militar, colocando cidades inteiras em risco.

Para tentar conter a catástrofe, entra em cena Robert Quinn, interpretado por Liam Neeson, um ex-agente de bioterrorismo que acreditava ter deixado o passado para trás. Forçado a retornar à ação, ele se junta aos dois jovens em uma missão que exige decisões rápidas, coragem e sangue-frio diante de uma ameaça que não pode ser vista a olho nu.

O filme constrói sua tensão a partir do choque entre personalidades muito diferentes. Travis é impulsivo, emocionalmente instável e tenta reconstruir a própria vida, enquanto Naomi é pragmática, inteligente e determinada, dividindo-se entre trabalho, estudos e maternidade. A convivência forçada dos dois ganha novas camadas com a presença de Quinn, um homem experiente, cínico e marcado por anos lidando com o pior da humanidade.

Essa dinâmica dá ao longa um ritmo envolvente, alternando momentos de tensão extrema com diálogos carregados de ironia e humanidade, sem perder o senso de urgência.

O roteiro é assinado por David Koepp, um dos nomes mais respeitados de Hollywood, responsável por filmes como Jurassic Park, Homem-Aranha (2002), Missão: Impossível e Contágio. Autor também do romance que inspirou o longa, Koepp comentou durante o evento em Nova York sobre a longa trajetória da história.

Segundo ele, a ideia amadureceu ao longo de anos e carrega o desejo de provocar inquietação no espectador, explorando o medo coletivo diante de ameaças biológicas e o impacto disso nas relações humanas.

Além dos protagonistas, “Alerta Apocalipse” conta com participações de destaque, como Vanessa Redgrave, vencedora do Oscar por Julia, Lesley Manville, indicada ao Oscar por Trama Fantasma, Sosie Bacon, conhecida por Sorria e Mare of Easttown, e o ator irlandês Aaron Heffernan, que reforça o clima internacional da produção.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado, 31 de janeiro, na Record TV

O Cine Aventura deste sábado, 31 de janeiro de 2026, aposta em um personagem que já conquistou gerações para animar a programação da Record TV. O canal exibe “Gato de Botas”, animação da DreamWorks Animation que coloca em evidência um dos heróis mais carismáticos do universo de Shrek, em uma história repleta de ação, humor e emoção.

Lançado em 2011, o filme nasceu como uma forma de explorar o passado do felino espadachim antes de sua entrada triunfal na franquia Shrek. Mesmo inspirado em um conto de fadas europeu do século XVII, o longa ganha identidade própria ao misturar aventura clássica com uma narrativa moderna e cheia de personalidade.

A trama acompanha o Gato de Botas em um momento decisivo de sua vida. Considerado um fora da lei na cidade de São Ricardo, ele carrega a culpa por um crime do passado que destruiu sua reputação. Sempre confiante e elegante, o herói agora precisa conviver com a fama de vilão, enquanto sonha com uma chance de provar que não é quem todos pensam.

Essa oportunidade surge quando ele descobre a existência dos lendários feijões mágicos, capazes de levar até o castelo do gigante onde vive a famosa Gansa dos Ovos de Ouro. Para o Gato, roubar os feijões não é apenas uma aventura, mas a possibilidade real de limpar seu nome e recuperar sua honra.

Durante a missão, o felino encontra Kitty Pata-Mansa, uma ladra habilidosa, inteligente e tão charmosa quanto perigosa. Entre desconfianças, provocações e olhares cúmplices, os dois acabam formando uma parceria cheia de tensão e química, que se torna um dos grandes destaques do filme.

O caminho também leva ao reencontro com Humpty Dumpty, um antigo amigo que guarda mágoas profundas e sonhos ambiciosos. Juntos, eles elaboram um plano arriscado que envolve traições, segredos e escolhas difíceis, colocando à prova o valor da amizade e o verdadeiro significado de lealdade.

Mais do que perseguições e cenas de ação, “Gato de Botas” se destaca por seu lado emocional. A história fala sobre erros do passado, segundas chances e o desejo de pertencer. O herói, sempre confiante por fora, revela fragilidades que o tornam ainda mais próximo do público.

Dublado por Antonio Banderas, conhecido por A Máscara do Zorro e Dor e Glória, o personagem ganha uma voz marcante que combina perfeitamente com sua personalidade sedutora e corajosa. Salma Hayek, vista em Frida e Eternos, empresta força e carisma à Kitty, enquanto Zach Galifianakis, de Se Beber, Não Case!, adiciona humor e emoção ao imprevisível Humpty Dumpty.

Com visual vibrante, trilha sonora envolvente e um roteiro que equilibra humor e sentimento, “Gato de Botas” é daqueles filmes que funcionam tanto para crianças quanto para adultos. Cada cena carrega leveza, mas também mensagens sobre responsabilidade, amizade e redenção.

Remake de Possessão ganha forma em 2026 e revela elenco de peso para revisitar um dos filmes mais perturbadores do terror psicológico

Anunciado oficialmente em 2024, o remake de Possessão, clássico absoluto do terror psicológico, finalmente começa a sair do campo das especulações e ganhar contornos concretos. No início de 2026, surgiram as primeiras informações relevantes sobre o projeto, incluindo os nomes que devem liderar o elenco. Segundo fontes do site Nexus Point News, Callum Turner e Margaret Qualley estão cotados para estrelar a nova versão do longa, que promete revisitar uma das obras mais inquietantes e debatidas da história do cinema.

O filme terá roteiro e direção assinados por Parker Finn, cineasta conhecido por explorar o terror a partir de conflitos emocionais e psicológicos profundos. Além de dirigir, Finn também assume a função de produtor, ao lado de Robert Pattinson, o que reforça o caráter autoral e ambicioso do projeto. Embora detalhes como início das filmagens e previsão de estreia ainda não tenham sido divulgados, o anúncio do elenco já foi suficiente para reacender discussões entre fãs e críticos.

Lançado originalmente em 1981, Possessão foi dirigido pelo polonês Andrzej Żuławski, que escreveu o roteiro em parceria com Frederic Tuten. Ambientado na Berlim Ocidental ainda dividida pelo Muro, o filme acompanha a história de um espião que retorna para casa após uma missão e encontra sua esposa completamente transformada. O comportamento perturbador da personagem, somado ao pedido inesperado de divórcio, desencadeia uma espiral de paranoia, obsessão e colapso emocional.

Os papéis principais foram interpretados por Sam Neill e Isabelle Adjani, em atuações que se tornaram lendárias. Em especial, Adjani entregou uma performance extrema, física e emocionalmente exaustiva, que lhe rendeu o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes. Até hoje, seu trabalho no filme é citado como um dos mais intensos da história do cinema, sendo referência obrigatória em estudos sobre atuação e terror psicológico.

Desde sua estreia, Possessão desafia qualquer tentativa simples de classificação. O filme já foi descrito como drama psicológico, horror psicológico e até horror sobrenatural, mas nenhuma dessas definições consegue abarcar completamente sua proposta. Críticos frequentemente traçam paralelos com obras como Repulsion, de Roman Polanski, e The Brood, de David Cronenberg, especialmente pela maneira como o sofrimento mental dos personagens se manifesta de forma física e perturbadora.

Um dos elementos mais discutidos da obra é a ambiguidade em torno da criatura que surge ao longo da narrativa. Muitos críticos questionam se ela realmente existe no plano físico ou se é apenas uma projeção da mente fragmentada da protagonista. Há quem interprete a entidade como um reflexo da psicose de Anna, outros como uma manifestação da incapacidade do marido de lidar com a traição e o fim do relacionamento. Também existe a leitura de que o filme funciona como uma catarse pessoal de Żuławski, que vivia um divórcio traumático no período em que escreveu e dirigiu o longa.

Outro tema central em Possessão é o motivo do duplo. Ao longo da história, marido e esposa acabam sendo substituídos por versões idealizadas um do outro. Anna cria um duplo de seu companheiro a partir da criatura, enquanto o protagonista encontra uma espécie de cópia ideal da esposa em outra mulher, mais gentil, compreensiva e emocionalmente estável. Essa duplicidade reforça a crítica do filme às expectativas irreais impostas aos relacionamentos e à busca por parceiros perfeitos.

Apesar de hoje ser tratado como um clássico cult, Possessão teve um caminho difícil até o reconhecimento. Após sua estreia no Festival de Cannes, o filme enfrentou problemas de distribuição e censura. No Reino Unido, acabou sendo banido durante o período conhecido como o dos “vídeos desagradáveis”. Nos Estados Unidos, foi lançado em 1983 em uma versão fortemente editada, com mais de um terço do material original removido. Essa edição distorcida eliminou grande parte do drama conjugal e transformou o longa em algo próximo de um horror corporal excêntrico, sendo duramente criticada e ignorada pelo público.

A reavaliação da obra começou anos depois, impulsionada por estudos acadêmicos e pelo interesse de cineastas contemporâneos. Esse processo ganhou força definitiva com a restauração em 4K realizada pela Metrograph, que estreou em 2021 e permitiu que o filme fosse redescoberto em sua forma mais próxima da visão original de Żuławski. A partir daí, Possessão passou a ocupar um lugar definitivo entre os filmes mais perturbadores e influentes do cinema moderno.

Universal Studios Hollywood confirma nova montanha-russa de Velozes e Furiosos e promete uma das experiências mais radicais do parque

O Universal Studios Hollywood acaba de oficializar uma novidade que já vinha sendo aguardada com ansiedade por fãs de parques temáticos e da cultura pop. A montanha-russa “Fast & Furious: Hollywood Drift” será inaugurada no verão norte-americano e promete elevar o nível de adrenalina do parque com uma experiência inédita, ao ar livre e em alta velocidade. Trata-se da primeira montanha-russa externa desse tipo no complexo e também de um dos projetos mais ambiciosos já anunciados pela Universal na Califórnia.

O anúncio veio acompanhado de uma grande campanha de mídia, pensada para alcançar públicos de diferentes perfis. Um vídeo promocional de 30 segundos, narrado por Vin Diesel, produtor e principal estrela da franquia Velozes e Furiosos, marca o tom da atração. A escolha do ator reforça a ligação direta entre o parque e o universo cinematográfico da saga, além de ativar o lado emocional dos fãs que acompanham a série há mais de duas décadas. O comercial está programado para ir ao ar durante transmissões de eventos esportivos de grande audiência, como as Olimpíadas de Inverno, o Super Bowl LX e o NBA All-Star Game, todos exibidos pela NBC e pela plataforma Peacock.

O material promocional já dá uma amostra do que o público pode esperar. A proposta da nova montanha-russa é transportar os visitantes para dentro da ação típica de Velozes e Furiosos, explorando velocidade, derrapagens e movimentos inspirados em corridas ilegais e perseguições cinematográficas. O objetivo é criar uma sensação de imersão total, como se o visitante estivesse dentro de um dos carros da franquia, vivendo uma sequência de ação em tempo real.

“Fast & Furious: Hollywood Drift” será instalada no lote superior do Universal Studios Hollywood, dentro de uma grande estrutura de tijolos vermelhos que remete visualmente a uma garagem. A ambientação faz parte da experiência e dialoga diretamente com o universo urbano da saga. O grande diferencial da atração está na tecnologia de rotação de 360 graus, desenvolvida para simular a sensação de carros deslizando e fazendo curvas extremas. Durante o percurso, os visitantes atingirão velocidades de até 116 km/h, enquanto percorrem aproximadamente 1.250 metros de trilhos aéreos, o equivalente a quase 12 campos de futebol.

O trajeto da montanha-russa foi projetado para atravessar áreas estratégicas do parque, criando um espetáculo visual tanto para quem está a bordo quanto para quem observa do chão. Um dos momentos mais marcantes será a passagem pela famosa escada rolante Starway, que conecta os lotes superior e inferior do parque, reforçando a escala grandiosa da atração e integrando a nova montanha-russa à paisagem já conhecida do Universal Studios Hollywood.

O lançamento da atração acontece em um momento simbólico para a franquia Velozes e Furiosos. A inauguração coincide com as comemorações de 25 anos da saga nos cinemas e antecede o lançamento de “Velozes e Furiosos: Para Sempre”, previsto para chegar às telas em março de 2028. Dessa forma, a montanha-russa funciona não apenas como uma nova opção de entretenimento, mas também como uma celebração do legado da franquia e de sua importância para a Universal Pictures.

A Universal Destinations & Experiences aposta na experiência acumulada ao longo de décadas para entregar uma atração que vá além do impacto visual. A empresa tem histórico de inovação no desenvolvimento de montanhas-russas e atrações imersivas em seus parques ao redor do mundo, e “Hollywood Drift” surge como mais um passo nessa trajetória de reinvenção. A promessa é unir tecnologia de ponta, narrativa cinematográfica e engenharia de alta performance em uma experiência única.

Com a chegada da nova montanha-russa, o Universal Studios Hollywood reforça seu portfólio de atrações de peso. O parque já abriga áreas altamente imersivas e populares, como a SUPER NINTENDO WORLD, que conta com a premiada atração Mario Kart: Bowser’s Challenge; The Wizarding World of Harry Potter, com a vila de Hogsmeade e atrações consagradas; Jurassic World The Ride; atrações da Illumination como The Secret Life of Pets: Off the Leash e Despicable Me Minion Mayhem; além de Springfield, U.S.A., Transformers: The Ride 3D, Revenge of the Mummy e o clássico Studio Tour, um dos ícones do parque.

A escolha de Velozes e Furiosos como tema para essa nova atração reforça a força da franquia dentro do portfólio da Universal. Ao longo de onze filmes, a saga arrecadou mais de 7 bilhões de dólares nas bilheterias mundiais e se consolidou como a franquia mais lucrativa e duradoura do estúdio. Além do sucesso nos cinemas, Velozes e Furiosos expandiu seu alcance para brinquedos, videogames, séries animadas e produções derivadas, como o spin-off Hobbs & Shaw. O impacto nas redes sociais também é expressivo, com uma base de fãs engajada que acompanha de perto cada novo anúncio.

Virgin River entra para a história da Netflix com trailer da 7ª temporada e consolida seu lugar como a série mais longeva da plataforma

Nem toda série nasce como um fenômeno imediato. Algumas chegam discretas, conquistam espaço aos poucos e, quando percebemos, já fazem parte da nossa rotina emocional. Virgin River é exatamente assim. Com a divulgação do trailer da sétima temporada, a Netflix não apenas anuncia novos episódios, marcados para estrear em 12 de março, como também celebra uma trajetória rara no universo do streaming: a de uma produção que cresceu com o tempo, com o público e com seus personagens.

Ao confirmar que a série já está renovada para a oitava temporada, a plataforma crava um feito histórico. A série se torna oficialmente a série roteirizada mais longa da Netflix, superando produções queridas como Orange Is the New Black, Grace and Frankie e Elite. São 84 episódios, um número expressivo em um mercado onde histórias são constantemente interrompidas antes de amadurecerem. Mas talvez o mais interessante desse recorde seja o fato de ele não ter sido construído com barulho, polêmicas ou grandes reviravoltas. Virgin River chegou onde chegou porque escolheu falar de sentimentos reais, no tempo certo, sem pressa.

Uma série que entende que cura não acontece da noite para o dia

Desde a estreia, em dezembro de 2019, Virgin River deixa claro que seu foco não está em choques narrativos, mas em processos emocionais. A história acompanha Melinda Monroe, uma enfermeira e parteira que aceita trabalhar em uma pequena cidade da Califórnia como forma de tentar reconstruir a própria vida após perdas profundas.

O que Mel encontra em Virgin River não é uma solução mágica para sua dor. Pelo contrário. A cidade, apesar de acolhedora, a obriga a encarar sentimentos que ela ainda não sabe nomear. E talvez seja justamente isso que torne a série tão próxima de quem assiste. Não existe fuga fácil do sofrimento, nem atalhos para o recomeço.

A jornada de Mel é feita de avanços pequenos, recaídas emocionais e momentos de silêncio. Ela aprende, assim como o público, que recomeçar não significa apagar o passado, mas aprender a conviver com ele.

Virgin River é sobre pessoas, não apenas histórias

Com o passar das temporadas, fica evidente que a série nunca foi apenas sobre sua protagonista. A série é uma cidade viva, habitada por pessoas comuns, cheias de falhas, medos e esperanças. Cada personagem carrega sua própria bagagem emocional, e a série dedica tempo para que essas histórias sejam contadas com cuidado.

É uma narrativa que respeita o espectador. Não subestima sua sensibilidade nem tenta acelerar conflitos apenas para manter atenção. Aqui, o drama nasce das relações, das escolhas difíceis e das consequências que elas trazem. Esse olhar humano transforma a série em algo maior do que entretenimento. Para muitos espectadores, a série virou um espaço de conforto, quase um refúgio emocional. Um lugar para voltar quando o mundo real parece barulhento demais.

Uma relação construída com o público ao longo dos anos

O crescimento da série foi constante e sólido. Logo após a estreia da primeira temporada, a Netflix renovou Virgin River para um segundo ano, lançado em novembro de 2020. O carinho do público garantiu a terceira temporada, que chegou em julho de 2021, e pouco depois vieram as confirmações da quarta e da quinta temporadas.

A quarta temporada estreou em julho de 2022, consolidando a série como uma das produções mais estáveis do catálogo. Diferente de muitos títulos que sofrem quedas bruscas de audiência, a trama manteve sua base fiel justamente por nunca trair sua essência.

Agora, ao alcançar a sétima temporada com uma oitava já confirmada, a série prova que ainda existe espaço para histórias que crescem devagar, mas permanecem.

Um cenário que conversa com o emocional da história

Embora ambientada na Califórnia, a série é gravada no Canadá, principalmente na região de Vancouver, na Colúmbia Britânica. Desde o início das filmagens, em 2018, a produção utiliza locações naturais que ajudam a construir a identidade visual da série.

As paisagens amplas, silenciosas e muitas vezes melancólicas funcionam como um espelho do estado emocional dos personagens. A natureza não está ali apenas como pano de fundo, mas como parte da narrativa. Ela acolhe, isola, conforta e, em alguns momentos, também confronta.

Crítica – “Alerta Apocalipse” transforma o medo invisível em espetáculo de tensão e paranoia

Alerta Apocalipse parte de uma premissa conhecida — um vírus perigoso encoberto pelas autoridades —, mas consegue transformar essa base em uma experiência tensa, inquietante e, em alguns momentos, genuinamente perturbadora. O filme entende que o verdadeiro terror não está apenas na criatura ou na doença em si, mas no silêncio institucional que tenta varrer o problema para debaixo do tapete.

Logo nos primeiros minutos, somos apresentados à descoberta do vírus e à decisão estratégica de forças policiais, cientistas e militares de esconder o caso para evitar o caos social. A justificativa é “proteger a população”, mas o que vemos é uma sucessão de decisões baseadas no medo da repercussão, não no compromisso com a verdade. Esse início é eficiente porque não apela para o susto fácil. Ele constrói um clima de conspiração, quase burocrático, que torna tudo mais real.

Anos depois, a antiga base militar vira apenas um galpão esquecido. A escolha narrativa de avançar no tempo é inteligente, pois cria a falsa sensação de que o perigo ficou no passado. É nesse cenário que jovens funcionários começam a notar ruídos estranhos, áreas isoladas e estruturas escondidas sob a fachada comum do prédio. A curiosidade deles funciona como o gatilho da tragédia.

A descoberta da sala contaminada é uma das sequências mais impactantes do longa. O ambiente transmite abandono, mas também algo pulsante, quase vivo. Animais infectados se mutilando diante da câmera reforçam o horror físico e psicológico. É nesse ponto que o filme deixa claro que não estamos diante de um vírus comum. A infecção não transforma apenas — ela distorce, leva ao limite e culmina em algo ainda mais macabro.

O grande diferencial da narrativa está justamente na forma como o vírus se espalha. Em vez da tradicional mordida zumbi, a contaminação ocorre por explosão do hospedeiro. Humanos e animais infectados se detonam, lançando fragmentos contaminados que atingem novas vítimas. A cena do gato infectado é especialmente simbólica: frágil, ferido, aparentemente inofensivo, ele se transforma em um vetor ambulante de destruição. Ao subir em uma antena e explodir, o filme entrega uma imagem chocante e original, que marca o espectador.

É nesse caos crescente que entram os protagonistas. Travis Meacham, vivido por Joe Keery, representa o olhar inquieto e questionador diante do absurdo. Ao seu lado está Robert Quinn, interpretado por Liam Neeson, cuja presença traz peso dramático e autoridade moral à trama. Já Naomi Williams, papel de Georgina Campbell, equilibra emoção e racionalidade, funcionando como a ponte entre impulso e estratégia.

A dinâmica entre os três eleva o filme a outro nível. Quando percebem que o Exército jamais admitirá o erro ou permitirá uma ação oficial, eles decidem agir por conta própria. A ideia de implodir o local com uma bomba subterrânea adiciona urgência à narrativa. Não se trata apenas de destruir um prédio, mas de eliminar um erro histórico antes que ele se torne irreversível.

A sequência final é carregada de tensão. Cada passo no plano parece poder dar errado. O espectador sente que o vírus, invisível e imprevisível, pode escapar a qualquer momento. Quando a explosão finalmente acontece, há um misto de alívio e dúvida. Eles sobrevivem, quase ilesos, mas o silêncio que vem depois não transmite vitória absoluta — transmite incerteza.

A decisão de expor as provas à mídia acrescenta uma camada política poderosa. O filme deixa claro que o maior erro não foi apenas criar ou armazenar o vírus, mas escolher escondê-lo. A crítica à manipulação institucional ecoa de forma atual e incômoda.

E então vem a última cena. Um detalhe quase discreto: um animal aparentemente infectado. Não há explicações, apenas sugestão. O vírus pode ter sobrevivido. Pode estar à espreita. Pode já estar se espalhando novamente.

Batalha de Sabores | Nissin Foods do Brasil coloca Galinha Caipira no centro de disputa entre seus clássicos

A Nissin Foods do Brasil decidiu transformar um dos sabores mais amados do país em protagonista de uma grande competição digital. A nova campanha “Batalha de Sabores” coloca frente a frente três versões Galinha Caipira que já fazem parte da rotina dos brasileiros, convidando o público a escolher qual delas merece o topo do pódio.

A disputa reúne o tradicional Nissin Lámen, o prático Cup Noodles e o marcante Nissin Yakissoba U.F.O.. Embora compartilhem o mesmo sabor, cada um aposta em características próprias para conquistar votos e reforçar sua identidade dentro do portfólio da marca.

O Nissin Lámen Galinha Caipira entra na competição destacando sua versatilidade. É aquele clássico que combina com diferentes ingredientes, pode ganhar incrementos e se adapta a várias ocasiões. Já o Cup Noodles Galinha Caipira foca na praticidade, reforçando o preparo rápido apenas com água quente, ideal para quem precisa de agilidade no dia a dia. Enquanto isso, o Nissin Yakissoba U.F.O. Galinha Caipira Original aposta em uma experiência mais intensa, com textura e sabor que prometem marcar presença.

A partir de 23 de fevereiro, os perfis oficiais @nissinbrasil e @cupnoodlesbrasil entram em clima de competição. A comunicação adota um tom divertido e provocativo, colocando os personagens das marcas para interagir e “disputar” a preferência do público. A ideia é gerar conversa, engajamento e identificação, transformando seguidores em participantes ativos da campanha.

Além das redes sociais, a estratégia inclui parcerias com influenciadores digitais, ampliando o alcance da ação e aproximando os produtos de diferentes comunidades online. A campanha segue até 15 de março e marca presença em plataformas como Facebook, Instagram, TikTok, YouTube, Twitch e Kwai.

Para a empresa, a iniciativa é uma forma de valorizar um sabor que já é queridinho no Brasil e, ao mesmo tempo, mostrar que cada produto entrega uma experiência distinta dentro do universo dos macarrões instantâneos. Em vez de competir entre si no ponto de venda, as marcas passam a dividir os holofotes em uma narrativa leve e interativa.

Com criação da Dentsu Creative, a campanha aposta em linguagem dinâmica e no cruzamento de formatos para tornar a disputa tão envolvente quanto saborosa.

Brothersong chega ao Brasil e encerra a saga Green Creek com desfecho emocionante do bando Bennett

Os leitores brasileiros finalmente poderão acompanhar o capítulo final de uma das séries mais queridas da fantasia contemporânea. A Editora Morro Branco lança no país Brothersong, quarto e último volume da série Green Creek, escrita por TJ Klune. A obra encerra a trajetória da família Bennett e marca o fim de uma jornada iniciada em 2016 com Wolfsong, livro responsável por consolidar o autor como um dos grandes nomes best-sellers da fantasia com protagonismo LGBTQIAPN+.

Misturando elementos sobrenaturais, drama familiar e romance, a série conquistou leitores ao construir uma mitologia própria centrada em lobos, laços emocionais e a força da família escolhida. Em Brothersong, Klune conduz a narrativa para um desfecho que equilibra ação, emoção e reflexão, aprofundando temas que atravessaram todos os volumes anteriores.

Carter Bennett no centro da história

Desta vez, o foco recai sobre Carter Bennett. Conhecido ao longo da série como o irmão leal, espirituoso e frequentemente responsável por aliviar as tensões com humor, Carter assume o protagonismo em uma jornada mais sombria e introspectiva. Após a morte do pai e a fragmentação da matilha, ele se vê diante de um vazio que o obriga a confrontar não apenas as ameaças externas, mas também seus próprios conflitos internos.

O isolamento passa a ser parte central da narrativa. Longe da proteção do bando, Carter parte em busca daquele que abalou as estruturas da família e despertou nele sentimentos tão intensos quanto perigosos. A travessia física se transforma, pouco a pouco, em uma jornada emocional marcada por amadurecimento, dor e autodescoberta.

Gavin Livingstone e o peso do legado

No coração dessa história está Gavin Livingstone, filho do principal antagonista da série. Herdeiro de uma linhagem associada historicamente à violência e ao controle, Gavin carrega cicatrizes profundas e vive dividido entre o peso do sangue e a possibilidade de escolher um caminho diferente.

A relação entre Carter e Gavin é o eixo emocional do romance. Mais do que um romance proibido ou improvável, o vínculo entre os dois assume contornos simbólicos e políticos. Ao aproximar personagens que pertencem a lados historicamente opostos, Klune tensiona a ideia de herança e destino, propondo uma reflexão sobre a possibilidade de romper ciclos de ódio e reescrever narrativas familiares.

É a partir dessa conexão que Brothersong amplia o conceito de “laço”, elemento central da mitologia de Green Creek. Na série, o laço é o vínculo que mantém os lobos ancorados em sua humanidade, impedindo que se percam na fúria ou na violência. Neste volume final, o conceito atinge seu ápice, colocando à prova a força do amor, da lealdade e do pertencimento.

Licantropia como metáfora de identidade

Ao longo dos quatro livros, TJ Klune construiu uma fantasia urbana em que a licantropia funciona como metáfora para identidade, diferença e aceitação. Em Green Creek, transformar-se em lobo não é apenas um elemento sobrenatural, mas também um símbolo de comunidade e reconhecimento mútuo.

Em Brothersong, essa metáfora se torna ainda mais potente. Ao deslocar Carter para fora do núcleo familiar, o autor questiona o que acontece quando o pertencimento é ameaçado. A ideia de found family — família escolhida —, tão central na obra, é colocada sob tensão. O que sustenta alguém quando os laços parecem rompidos? Até que ponto é possível reconstruir aquilo que foi fragmentado?

Klune responde a essas perguntas revisitando eventos marcantes da série, ressignificando perdas e sacrifícios acumulados ao longo da trajetória dos Bennett. O passado retorna não como nostalgia, mas como parte essencial do processo de cura.

Um encerramento à altura da saga

Considerada a obra mais conhecida do autor, a série Green Creek se tornou referência dentro da fantasia urbana contemporânea por unir narrativa envolvente, personagens complexos e representatividade LGBTQIAPN+. Ao longo dos livros, Klune explorou temas como trauma, lealdade, responsabilidade e amor em suas múltiplas formas.

Com Brothersong, o autor entrega um desfecho que honra essa construção. O romance não apenas encerra o arco narrativo do bando Bennett, mas também reafirma a mensagem que atravessa toda a saga: a família não é definida apenas por sangue, mas pelas escolhas que fazemos e pelos laços que cultivamos.

Na Sessão de Sábado, TV Globo exibe “Plano B”, com Jennifer Lopez, neste 28 de fevereiro

A tarde deste sábado, 28 de fevereiro de 2026, promete ser leve e romântica na TV Globo. A emissora exibe na faixa Sessão de Sábado o filme Plano B, produção estrelada por Jennifer Lopez e Alex O’Loughlin. Lançado originalmente nos cinemas como The Back-Up Plan, o longa aposta em uma premissa simples, mas carregada de identificação, ao contar a história de uma mulher que decide não esperar mais pelo amor ideal para realizar o sonho de ser mãe.

Na trama, Zoe é uma mulher independente, bem resolvida profissionalmente e cercada de amigos. Apesar de ter uma vida estável, ela sente que o tempo está passando e que o desejo de construir uma família não pode mais ficar em segundo plano. Depois de muitos relacionamentos frustrados e encontros que não deram em nada, ela toma uma decisão corajosa. Resolve fazer inseminação artificial e assumir sozinha a maternidade. (Via AdoroCinema)

A escolha representa autonomia e força, mas também revela uma certa decepção com a busca por um parceiro que nunca pareceu chegar na hora certa. No mesmo dia em que realiza o procedimento, o destino resolve brincar com seus planos. Zoe conhece Stan, um homem charismático, gentil e diferente dos outros com quem já se envolveu. A conexão entre os dois acontece de maneira espontânea e cheia de química, como nos clássicos romances de cinema.

O início do relacionamento é marcado por entusiasmo e descobertas. Stan demonstra interesse genuíno, conquista Zoe com seu jeito simples e se mostra disposto a investir na relação. O problema surge quando ela precisa contar que já está grávida. A revelação muda completamente o rumo da história, porque o romance que estava apenas começando passa a lidar com uma responsabilidade enorme.

O filme explora com leveza as inseguranças que surgem quando duas pessoas ainda estão se conhecendo e, de repente, precisam discutir futuro, filhos e compromisso. Zoe teme que Stan se afaste ao descobrir que ela já está esperando um bebê. Stan, por sua vez, precisa refletir se está preparado para assumir um papel tão importante na vida de alguém que acabou de conhecer.

A narrativa encontra humor justamente nessas situações delicadas. As consultas médicas, os grupos de gestantes e os preparativos para o parto rendem momentos divertidos e constrangedores. A presença de coadjuvantes como Melissa McCarthy ajuda a dar ainda mais ritmo às cenas, trazendo comentários afiados e situações inusitadas que equilibram emoção e comédia.

Sob a direção de Alan Poul, o longa mantém o tom leve característico das comédias românticas da década de 2010. O roteiro aposta em conflitos previsíveis, mas eficientes, que dialogam com um público que gosta de histórias sobre segundas chances e recomeços inesperados. Jennifer Lopez conduz a trama com carisma e entrega uma personagem vulnerável e determinada ao mesmo tempo. Sua atuação foi um dos pontos mais elogiados na época do lançamento, mesmo com a recepção crítica dividida em relação ao roteiro.

Nos cinemas, o filme teve desempenho comercial sólido. Produzido com orçamento estimado em 35 milhões de dólares, arrecadou cerca de 77,5 milhões mundialmente, garantindo retorno financeiro satisfatório e consolidando seu espaço entre as comédias românticas populares daquele período. O público abraçou a proposta, principalmente por enxergar na protagonista uma mulher moderna que decide assumir o controle da própria história.

Mais do que falar sobre maternidade, Plano B discute expectativas. Muitas pessoas crescem acreditando que existe uma ordem ideal para a vida acontecer, primeiro o namoro estável, depois o casamento, em seguida os filhos. Zoe rompe com essa sequência tradicional ao escolher ser mãe antes de encontrar o parceiro definitivo. A chegada de Stan coloca em xeque essa decisão e mostra que nem sempre o amor surge no momento mais organizado ou planejado.

Ao longo da trama, o casal aprende que relacionamentos exigem diálogo e disposição para enfrentar medos. A proximidade do nascimento do bebê intensifica emoções, provoca discussões e revela diferenças de personalidade. Ainda assim, também fortalece o vínculo entre os dois, que começam a construir algo mais sólido do que uma paixão inicial.

Sessão da Tarde: Globo exibe o musical “Annie” nesta quinta-feira (5), estrelado por Jamie Foxx e Cameron Diaz

A programação da Sessão da Tarde desta quinta-feira, 5 de março de 2026, aposta em uma história emocionante, cheia de música, humor e esperança. O filme escolhido pela TV Globo é Annie, releitura moderna de um dos musicais mais conhecidos da cultura pop.

Lançado em 2014, o longa traz uma versão contemporânea da clássica história da pequena órfã que acredita que dias melhores estão por vir. Com direção de Will Gluck, o filme mistura comédia, drama e números musicais para contar uma história sobre família, amizade e esperança.

O elenco reúne nomes conhecidos de Hollywood, como Jamie Foxx, Cameron Diaz, Bobby Cannavale, David Zayas e a jovem estrela Quvenzhané Wallis, que interpreta a protagonista.

Uma história clássica reinventada

A trama acompanha Annie Bennett, uma garota órfã cheia de energia e otimismo que vive em um orfanato administrado pela rígida e pouco carinhosa Srta. Hannigan. Apesar das dificuldades do dia a dia, Annie mantém o espírito positivo e acredita que seus pais voltarão algum dia para buscá-la.

A vida da menina muda completamente quando ela cruza o caminho de Will Stacks, um empresário bilionário que decide entrar para a política e concorrer ao cargo de prefeito da cidade. Durante um incidente nas ruas, ele acaba salvando Annie de um acidente, gesto que chama a atenção da mídia.

Percebendo o potencial da situação para sua campanha eleitoral, Stacks decide levar Annie para passar alguns dias em sua luxuosa mansão. O que começa como uma estratégia de marketing político acaba se transformando em algo muito maior.

Ao chegar à casa do milionário, Annie passa a conviver com funcionários que rapidamente se afeiçoam a ela. Sua personalidade carismática e seu olhar otimista começam a transformar o ambiente — inclusive a forma como Will Stacks enxerga a própria vida.

Música, humor e emoção

Por se tratar de uma adaptação de um musical clássico, “Annie” traz diversas canções que ajudam a contar a história e reforçam o clima leve da produção. As músicas acompanham os momentos mais marcantes da jornada da protagonista, desde as dificuldades no orfanato até as descobertas em sua nova realidade.

O filme é inspirado no musical da Broadway de 1977, que por sua vez foi baseado na famosa história em quadrinhos Little Orphan Annie, criada por Harold Gray em 1924.

Essa versão de 2014 atualiza a narrativa para os tempos modernos e também trouxe mudanças importantes na representação dos personagens principais. Na nova adaptação, Annie e Will Stacks são interpretados por atores afro-americanos, reforçando a diversidade e oferecendo uma nova leitura da história para as novas gerações.

Produção e bastidores

A produção do filme contou com nomes de peso da indústria do entretenimento. Entre os produtores estão o rapper e empresário Jay-Z e o ator Will Smith, que ajudaram a trazer uma abordagem contemporânea para o projeto.

Com orçamento estimado em cerca de 65 milhões de dólares, “Annie” arrecadou mais de 130 milhões mundialmente, mostrando que a história ainda tem grande apelo junto ao público.

Nos cinemas da América do Norte, o longa chegou às telas em dezembro de 2014 e disputou espaço nas bilheterias com grandes produções da época, como O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos e Uma Noite no Museu 3.

Mesmo com a forte concorrência, o filme conseguiu conquistar seu público, especialmente entre famílias e fãs de musicais.

Um filme sobre esperança

No centro da narrativa está a ideia de que pequenos gestos podem transformar vidas. Annie representa o olhar inocente e otimista de quem acredita que sempre existe uma chance de recomeçar.

Ao mesmo tempo, o filme mostra a transformação de Will Stacks, que começa a história focado apenas em sua carreira política e termina descobrindo que existem coisas muito mais importantes do que fama e poder.

Essa combinação de humor, emoção e música faz de “Annie” um filme leve e inspirador — perfeito para a proposta da Sessão da Tarde, conhecida por exibir produções voltadas para toda a família.

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