Paulistar deste sábado (21) percorre a Vila Carrão e mostra como tradição japonesa molda a vida comunitária na Zona Leste de São Paulo

O Paulistar deste sábado, 21 de março, leva o público a um dos bairros mais tradicionais da Zona Leste de São Paulo, em um passeio que mistura memória, cultura e cotidiano. A Vila Carrão, marcada pela forte presença de descendentes de imigrantes japoneses, especialmente da ilha de Okinawa, é o cenário da vez para uma narrativa que valoriza histórias de vida e o senso de comunidade.

Guiada pela jornalista Valéria Almeida e pela moradora Joyce, a reportagem revela um bairro que cresceu a partir de antigas chácaras do século XIX e se transformou ao longo das décadas, sem perder o vínculo entre seus moradores. Hoje, com cerca de 75 mil habitantes, a Vila Carrão se destaca por preservar tradições e fortalecer laços comunitários em meio à dinâmica de uma das maiores cidades do país.

O passeio começa em um dos espaços mais simbólicos da região: o Centro Esportivo Vicente Ítalo Feola, conhecido pelos moradores como Clube Vila Manchester. Mais do que um equipamento público, o local funciona como ponto de encontro para diferentes gerações. Entre atividades físicas, aulas coletivas e conversas informais, o clube traduz o espírito de convivência que caracteriza o bairro. Histórias como a de moradores antigos ajudam a dar dimensão do quanto aquele espaço faz parte da vida cotidiana de quem cresceu ali.

Ao longo do trajeto, a reportagem resgata a origem do nome Vila Carrão, ligado a uma figura política do século XIX, e destaca como o bairro foi sendo moldado por diferentes ondas migratórias. Entre elas, a chegada de japoneses ao longo do século XX teve impacto decisivo na formação cultural da região.

Essa influência ganha forma concreta em espaços como a Associação Okinawa, fundada por imigrantes e ainda hoje ativa. Mais do que preservar tradições, o local se tornou um ponto de encontro aberto à comunidade, onde práticas culturais e esportivas ajudam a manter viva a identidade de origem. Durante a visita, o programa acompanha atividades como o gateball, esporte tradicional japonês, além de apresentações de taikô e da dança do leão, manifestações que carregam significados ligados à celebração e proteção.

O que chama atenção é a forma como essas tradições se mantêm presentes no cotidiano, não como algo distante, mas integrado à vida dos moradores. Crianças, jovens e idosos dividem o mesmo espaço, aprendendo e ensinando costumes que atravessaram gerações e se adaptaram ao contexto brasileiro.

A diversidade cultural da Vila Carrão também se revela em detalhes inesperados. Entre eles, a presença da dança hula, que, embora tenha origem havaiana, encontrou espaço na associação e passou a fazer parte das atividades oferecidas. A prática, além de artística, se transforma em um momento de convivência e troca, reunindo pessoas de diferentes idades em torno de uma mesma experiência.

A gastronomia é outro elemento que ajuda a contar a história do bairro. Restaurantes administrados por descendentes de japoneses mantêm receitas inspiradas na culinária de Okinawa, ao mesmo tempo em que incorporam adaptações que dialogam com o gosto brasileiro. Pratos como o hot roll, por exemplo, ilustram essa fusão cultural. Já nos izakayas, pequenos bares típicos japoneses, o hábito de compartilhar porções reforça o espírito coletivo que marca a região.

Matrix 5 | Diretor evita confirmar retorno de Keanu Reeves e mantém detalhes sob sigilo

O desenvolvimento de Matrix 5 segue envolto em discrição e poucas confirmações oficiais. Em entrevista recente, o roteirista e diretor Drew Goddard comentou pela primeira vez sobre o novo capítulo da franquia, mas adotou cautela ao abordar pontos centrais do projeto, incluindo a possível volta de Keanu Reeves e de outros nomes associados à saga original.

Ao ser questionado sobre o elenco, Goddard evitou qualquer confirmação. “Não posso falar sobre isso”, afirmou, sem indicar se há negociações em curso. A resposta reforça a estratégia de confidencialidade adotada nesta fase inicial, comum em produções de grande porte que ainda estão em desenvolvimento criativo.

O diretor também preferiu não detalhar o enredo ou o estágio avançado do roteiro. Segundo ele, o projeto ainda se encontra em fase de escrita, o que exige liberdade para construção narrativa. “Preciso de espaço para encontrar a melhor história”, explicou. Apesar da ausência de informações concretas, Goddard destacou que pretende preservar os elementos que consolidaram a identidade da franquia, partindo de uma conexão pessoal com o material original.

Durante a entrevista, o cineasta ressaltou a influência das criadoras da saga, Lana Wachowski e Lilly Wachowski. Responsáveis pela concepção e direção dos primeiros filmes, as irmãs estabeleceram um padrão narrativo e estético que redefiniu o gênero da ficção científica no cinema. Goddard afirmou que o impacto dessas obras foi determinante em sua formação criativa e que encara o novo projeto como uma responsabilidade significativa.

O diretor também comentou a recepção de Matrix Resurrections, quarto longa da franquia. Lançado em um contexto marcado pela pandemia de COVID-19, o filme apresentou desempenho abaixo do esperado nas bilheterias e dividiu a crítica. Na avaliação de Goddard, fatores externos contribuíram diretamente para esse resultado, incluindo o modelo de lançamento simultâneo adotado pela Warner Bros., que disponibilizou o título nos cinemas e no streaming ao mesmo tempo.

Apesar da recepção mista, o diretor defendeu o longa e destacou seu caráter mais introspectivo. Para ele, a produção se diferencia dos demais capítulos ao investir em uma abordagem emocional, com foco nos personagens e em suas relações. Essa leitura reforça a diversidade de tons que a franquia assumiu ao longo dos anos.

Até o momento, não há definição oficial sobre o formato de Matrix 5. O projeto pode seguir como continuação direta dos eventos anteriores, explorar histórias paralelas dentro do mesmo universo ou até propor uma reinterpretação da narrativa original. A ausência de detalhes mantém o interesse do público e da indústria, especialmente diante da relevância histórica da franquia.

Lançado em 1999, Matrix se tornou um marco ao combinar ação estilizada, conceitos filosóficos e efeitos visuais inovadores. O filme influenciou gerações de cineastas e consolidou uma base de fãs global, dando origem a sequências que expandiram o universo narrativo, ainda que com recepção irregular ao longo do tempo.

Após Matrix Revolutions (2003), considerado o encerramento inicial da trilogia, a franquia permaneceu em hiato por quase duas décadas. Durante esse período, as próprias Wachowski demonstraram resistência à ideia de novas continuações, criticando a tendência da indústria em investir em reboots e sequências. Ainda assim, o interesse do estúdio em expandir a marca se manteve ativo.

Em 2017, surgiram as primeiras movimentações concretas para um novo projeto, com o roteirista Zak Penn envolvido em propostas que exploravam histórias paralelas dentro do universo já estabelecido. Entre as ideias discutidas estavam narrativas centradas em personagens conhecidos, como Morpheus, além da possibilidade de um universo expandido. Essas iniciativas indicavam o interesse da Warner Bros. em manter a franquia relevante para novas gerações.

O retorno efetivo aconteceu com Matrix Resurrections, lançado em 2021 com direção de Lana Wachowski e o retorno de nomes como Keanu Reeves e Carrie-Anne Moss. O filme buscou revisitar os personagens clássicos sob uma nova perspectiva, abordando temas como memória, identidade e reinvenção. Apesar das críticas divididas, a produção reacendeu o debate sobre o futuro da franquia.

Agora, com Matrix 5 em desenvolvimento, o desafio será equilibrar legado e inovação. As declarações de Drew Goddard indicam um processo cuidadoso, focado na construção de uma narrativa que respeite a essência da saga ao mesmo tempo em que apresente novos caminhos.

Peaky Blinders: O Homem Imortal vai ter continuação? História encerra Tommy Shelby e define o futuro da franquia

Após seis temporadas de sucesso, Peaky Blinders ganha um desfecho definitivo para seu protagonista com Peaky Blinders: O Homem Imortal. Dirigido por Tom Harper e com roteiro supervisionado por Steven Knight, o longa dá continuidade direta aos acontecimentos da série e foi concebido como o capítulo final da trajetória de Tommy Shelby, interpretado por Cillian Murphy.

A narrativa apresenta um personagem mais introspectivo, afastado da vida criminosa e vivendo no campo, mas ainda marcado por traumas e perdas acumuladas ao longo dos anos. O filme aposta em um tom mais reflexivo, focando nas consequências de suas escolhas e encerrando seu arco de forma definitiva dentro da franquia.

O filme terá continuação direta?

Apesar de encerrar a história de Tommy Shelby, “O Homem Imortal” não terá uma continuação direta. A proposta do longa é justamente concluir a jornada do personagem, sem deixar ganchos claros para uma sequência imediata centrada nele.

Essa decisão reforça o caráter de encerramento da produção, diferenciando o filme de outras franquias que mantêm finais abertos para futuras continuações. Aqui, a ideia é fechar um ciclo narrativo iniciado ainda na série.

A franquia vai continuar mesmo assim?

Sim. Mesmo sem uma sequência direta do filme, o universo de “Peaky Blinders” seguirá em expansão. A Netflix, em parceria com a BBC, já desenvolve uma nova série ambientada após os eventos do longa.

Criada novamente por Steven Knight, a produção acompanhará a próxima geração da família Shelby, explorando um novo momento histórico e novas disputas pelo poder. A proposta é expandir o universo sem depender diretamente do protagonista original.

Quando se passa a nova série?

A nova produção será ambientada em 1953, alguns anos após os acontecimentos de “O Homem Imortal”. O cenário será uma Birmingham em reconstrução após a guerra, mas ainda marcada por conflitos e disputas violentas.

Esse recorte temporal permite que a história avance, apresente novos personagens e explore mudanças sociais e políticas do período, mantendo a identidade da franquia, mas com novos focos narrativos.

Quando estreia a continuação da franquia?

As gravações da nova série começaram em março de 2026, mas ainda não há uma data oficial de estreia definida. O projeto prevê duas temporadas, com seis episódios cada, indicando um planejamento já estruturado para a continuidade da história.

Enquanto isso, Peaky Blinders: O Homem Imortal segue disponível no catálogo da Netflix, funcionando como o encerramento oficial de uma das séries mais populares dos últimos anos.

Vale a pena assistir o filme?

Para quem acompanhou a trajetória de Tommy Shelby, o filme funciona como um desfecho necessário e coerente. A abordagem mais introspectiva pode surpreender parte do público, mas reforça a proposta de encerrar a história com foco nas consequências e no legado do personagem.

A Empregada 2 amplia elenco com Kirsten Dunst e avança para início das filmagens

A sequência de A Empregada segue avançando em sua fase de desenvolvimento e começa a ganhar forma com novas definições de elenco e produção. De acordo com informações divulgadas pelo Deadline, o novo longa contará com a entrada de Kirsten Dunst no elenco, reforçando a aposta do projeto em nomes consolidados da indústria.

A atriz se junta a um time que já inclui Sydney Sweeney, que retorna ao papel principal, e Michele Morrone, também confirmado na continuação. A movimentação indica uma estratégia de continuidade, ao mesmo tempo em que amplia o alcance do filme com a adição de novos nomes de destaque.

Sob direção de Paul Feig, a produção já conta com o roteiro finalizado. Segundo o próprio diretor, o texto foi concluído e entregue, permitindo que o projeto avance para a próxima etapa. A previsão é que as filmagens tenham início no outono do hemisfério norte, período que se estende de setembro a dezembro.

O novo filme dará continuidade à história apresentada no primeiro longa, lançado em 2025, e será baseado em O Segredo da Empregada, segundo livro da escritora Freida McFadden. A escolha reforça o compromisso da produção em seguir a linha narrativa estabelecida na obra literária, que serviu de base para o sucesso inicial.

Na trama, a personagem Millie volta a trabalhar como empregada doméstica, agora em um ambiente ainda mais enigmático. Contratada por uma mulher que nunca aparece, ela passa a conviver com regras incomuns e uma atmosfera de constante tensão. O mistério se intensifica quando a protagonista decide investigar o que está escondido atrás de uma porta trancada, desencadeando uma série de eventos que ampliam o suspense da narrativa.

O primeiro filme apresentou uma história centrada em segredos, manipulação e reviravoltas, elementos que devem ser aprofundados na sequência. A expectativa é que o novo longa explore camadas mais complexas dos personagens e amplie o universo construído anteriormente.

Além de Sydney, o elenco original contou com Amanda Seyfried e Brandon Sklenar, compondo um núcleo que contribuiu para o tom psicológico da produção. A inclusão de Kirsten Dunst na sequência indica uma tentativa de elevar ainda mais o nível dramático e atrair diferentes públicos.

A produção faz parte de um movimento recente da indústria que busca adaptar obras literárias de suspense psicológico para o cinema, apostando em histórias com forte apelo comercial e narrativas centradas em mistério e tensão. Nesse contexto, “A Empregada” se destacou ao conquistar audiência e gerar expectativa para uma continuação.

Ainda sem data oficial de estreia, “A Empregada 2” segue em estágio de pré-produção, com cronograma definido e equipe principal confirmada.

Naquela Noite | Será que teremos segunda temporada da minissérie de suspense da Netflix?

A minissérie espanhola Naquela Noite rapidamente conquistou o Top 10 da Netflix, tornando-se um dos assuntos mais comentados entre os assinantes. Com uma trama que mistura suspense psicológico, drama familiar e dilemas morais intensos, a produção criada por Jason George (Grey’s Anatomy, Estação 19, Eve) acompanha as irmãs Arbizu enquanto lidam com as consequências de um acidente que transforma suas vidas para sempre.

A história começa quando Elena, a mais nova das três irmãs, atropela e mata um homem durante a noite. Em pânico, ela recorre à ajuda de Paula e Cris para encobrir o crime. A partir desse momento, o segredo que carregam passa a moldar cada decisão, revelando tensões, ressentimentos e laços de afeto que se mostram tão fortes quanto perigosos.

A narrativa não linear de Naquela Noite transporta o público para diferentes momentos, mostrando antes, durante e depois do acidente, e utiliza narrações em off para mergulhar na mente das protagonistas. A abordagem permite entender não apenas os fatos, mas também os conflitos internos de cada uma, tornando o suspense mais psicológico do que puramente investigativo.

Minissérie ou primeira temporada de uma saga?

Embora a trama tenha sido apresentada como minissérie, o final aberto despertou debates sobre uma possível continuação. Inspirada no romance That Night, da britânica Gillian McAllister (2021), a adaptação altera nomes e cenários — levando a trama da Inglaterra para a Espanha — mas mantém o núcleo central: um acidente fatal e suas consequências devastadoras.

A ambiguidade do desfecho, que não revela o futuro das protagonistas, deixa espaço para especulações. Elena, que passa décadas presa, recebe perdão judicial no final, mas o reencontro com sua filha Ane Arbizu ainda não se concretiza completamente. Ane, agora adulta, passou anos tentando provar a inocência da mãe, mas a relação entre as duas permanece marcada por dúvidas, ressentimentos e segredos não resolvidos.

O que poderia acontecer na continuação?

Caso a Netflix decida produzir novos episódios, especialistas indicam que a segunda temporada poderia se concentrar nas consequências do crime e nos dilemas familiares das protagonistas. A relação entre mãe e filha, os impactos emocionais do passado e os desafios da vida de Elena fora da prisão poderiam formar o núcleo da narrativa, aprofundando os conflitos apresentados na primeira temporada.

O formato não linear e a complexidade psicológica das personagens permitem que a história seja expandida sem perder o ritmo, mantendo o suspense e as reviravoltas que prenderam o público. Uma segunda temporada também poderia explorar o peso das escolhas feitas naquela noite fatídica, mostrando que decisões desesperadas reverberam muito além do momento em que são tomadas.

Por que os fãs querem mais

O sucesso da série mostra o interesse do público por produções internacionais que exploram o suspense psicológico aliado ao drama humano. A série não depende apenas de acontecimentos chocantes, mas do desenvolvimento profundo das personagens e de dilemas morais que refletem sobre a família, a culpa e o amor.

Os fãs já começaram a especular teorias sobre o futuro das irmãs Arbizu, discutindo possíveis desfechos e novos perigos que podem surgir. A narrativa aberta, o elenco convincente e a construção intensa do suspense tornam a série um terreno fértil para uma continuação.

Eles Vão Te Matar | Entenda o final e a estratégia sobrenatural que garante a sobrevivência das irmãs Asia e Maria

Foto: Reprodução/ Internet

O longa-metragem americano de comédia e terror Eles Vão Te Matar, dirigido por Kirill Sokolov (Quem Vai Ficar com Masha? e Por Que Você Não Morre?), e com roteiro coescrito por Alex Litvak (Freaky – No Corpo de um Assassino, Disturbia), entregou um final intenso que mistura horror sobrenatural com reviravoltas estratégicas.

Estrelado por Zazie Beetz (Deadpool 2, Jungle Cruise), Myha’la (She Said, The Underground Railroad), Paterson Joseph (Peaky Blinders, Doctor Who), Tom Felton (Harry Potter, Origin), Heather Graham (Boogie Nights, The Hangover) e Patricia Arquette (Medium, Boyhood), o longa acompanha a trajetória de Asia Reaves, uma ex-presidiária, que se envolve em um conflito mortal dentro de um prédio de luxo em Nova York conhecido como The Virgil, um local marcado por desaparecimentos e segredos obscuros.

Asia Reaves, interpretada por Zazie Beetz, responde a um anúncio de emprego para governanta no Virgil, sem saber que está entrando em um prédio ocupado por uma comunidade marcada por cultos satânicos e eventos sobrenaturais. Ao chegar, ela descobre que sua irmã distante, Maria Reaves (Myha’la), trabalha ali como empregada, vivendo sob regras estranhas e sem poder deixar o local livremente.

O prédio, aparentemente luxuoso, esconde um culto que conquistou a imortalidade por meio de sacrifícios humanos, comandado por Lilith Woodhouse e seus seguidores, incluindo Kevin (Tom Felton) e outros membros mascarados. Ray Woodhouse (Paterson Joseph), marido de Lilith, ajuda Asia a entender a lógica sobrenatural do Virgil e os perigos que cercam o prédio.

Além do elenco talentoso — Zazie Beetz em sua performance como protagonista resiliente, Myha’la como Maria, e Tom Felton como antagonista sinistro —, o filme se destaca pelo uso inteligente de elementos sobrenaturais, como a cabeça do porco que controla a imortalidade, e pelo ritmo acelerado das sequências de ação.

Afinal, como Asia e Maria sobrevivem?

A sobrevivência das irmãs é o ponto central do clímax. Durante o confronto final, os cultistas forçam Maria a sacrificar Asia para ganhar a imortalidade. Porém, Maria inverte a situação, escrevendo o nome de Asia na pele da cabeça de porco demoníaca que mantém os cultistas imortais, e se suicida. Essa cabeça funciona como um artefato sobrenatural: qualquer pessoa cujo nome esteja gravado nela se torna imortal.

Asia então remove o próprio nome da cabeça e escreve o de Maria, transferindo a imortalidade para sua irmã. É essa ação que permite que Maria, que parecia morta, ressuscite no banco de trás do carro, garantindo que ambas possam escapar vivas. Em seguida, Asia destrói a cabeça do porco, eliminando todos os cultistas sobreviventes e encerrando o poder do culto de forma definitiva.

John Hannah revive humor icônico em “A Múmia 4” e resgata espírito do sucesso de 1999

Foto: Reprodução/ Internet

A franquia A Múmia prepara mais um capítulo para os cinemas e já começa a movimentar o público com a confirmação de John Hannah no elenco do quarto filme. A informação, divulgada pelo The Hollywood Reporter, marca o retorno de um dos rostos mais associados à fase moderna da saga e reforça a estratégia de reconectar o novo filme com o sucesso dos anos 1990 e 2000.

Conhecido por interpretar o carismático Jonathan Carnahan nas produções estreladas por Brendan Fraser, Hannah se destacou como o alívio cômico das aventuras arqueológicas que misturavam ação, fantasia e elementos sobrenaturais. Sua presença foi um dos pilares do tom leve adotado pelo reboot de 1999, dirigido por Stephen Sommers, que transformou a franquia em um fenômeno global de bilheteria.

A confirmação do ator sugere que o novo longa pode apostar na nostalgia como um de seus principais trunfos. Em um momento em que Hollywood revisita propriedades consagradas, trazer de volta personagens e intérpretes conhecidos tem se mostrado uma estratégia eficaz para atrair tanto antigos fãs quanto novas audiências. Ainda não foram divulgados detalhes sobre a trama ou sobre o tamanho do papel de Hannah, mas sua participação já é suficiente para reacender discussões sobre os rumos da franquia.

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A trajetória de John ajuda a entender o peso desse retorno. Nascido em East Kilbride, o ator construiu uma carreira sólida ao longo das últimas décadas, transitando entre cinema, televisão e teatro. Além de A Múmia, ele também ganhou destaque ao interpretar Lêntulo Batiato na série Spartacus: Blood and Sand, papel que evidenciou sua capacidade de interpretar personagens complexos e moralmente ambíguos.

No entanto, é impossível dissociar seu nome da franquia que ajudou a redefinir o gênero de aventura no final dos anos 1990. O filme lançado em 1999 não apenas atualizou a história original como também mudou o tom da narrativa. Diferente da abordagem predominantemente sombria do clássico A Múmia, a nova versão apostou em sequências de ação grandiosas, efeitos visuais inovadores para a época e um humor acessível, ampliando o alcance do público.

O longa foi produzido pela Universal Pictures, responsável por transformar seus “monstros clássicos” em uma das bases do cinema de terror. A história original girava em torno de um sacerdote egípcio ressuscitado que traz consigo uma maldição devastadora, sendo enfrentado por heróis que tentam impedir o caos. Essa estrutura narrativa simples, mas eficiente, permitiu inúmeras releituras ao longo das décadas.

Desde sua estreia em 1932, a franquia passou por diferentes fases. Nos anos seguintes ao filme original, a Universal lançou uma série de produções que consolidaram o personagem como um ícone do terror, com atores como Boris Karloff eternizando a figura de Imhotep. Com o passar do tempo, no entanto, o interesse pelo gênero sofreu oscilações, abrindo espaço para reinvenções mais ousadas.

Uma dessas tentativas veio a ser idealizada por Clive Barker, cuja visão para um novo filme da franquia era descrita como mais sombria, violenta e carregada de simbolismo. Embora o projeto nunca tenha sido concretizado, ele ilustra o potencial da história para diferentes interpretações criativas.

O verdadeiro renascimento da saga aconteceu com o filme de 1999, que deu origem a sequências, produtos derivados e até adaptações para outras mídias, como jogos eletrônicos e animações. Esse sucesso consolidou A Múmia como uma marca global, capaz de atravessar gerações e se adaptar às mudanças do mercado audiovisual.

Agora, com A Múmia 4, o desafio é equilibrar esse legado com as expectativas contemporâneas. O público atual, mais exigente e acostumado a grandes produções, espera não apenas espetáculo visual, mas também narrativas envolventes e personagens bem desenvolvidos. Nesse sentido, o retorno de John Hannah pode funcionar como um elo entre passado e presente, trazendo familiaridade sem impedir a introdução de novos elementos.

Exposição inédita comemora os 150 anos de Joaquín Torres García no CCBB Brasília e propõe um novo olhar sobre a arte latino-americana

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O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília recebe, a partir do dia 31 de março, uma das exposições mais ambiciosas já realizadas no país sobre a obra de Joaquín Torres García. Intitulada Joaquín Torres García – 150 anos, a mostra chega como um convite à redescoberta de um dos nomes mais influentes da arte do século XX, reunindo um amplo acervo que atravessa diferentes fases de sua produção e estabelece diálogos com artistas de diversas gerações e origens.

Com entrada gratuita e classificação indicativa livre, a exposição segue em cartaz até 21 de junho e se destaca não apenas pela quantidade de obras apresentadas, mas pela proposta curatorial que busca reposicionar o legado do artista dentro de um contexto mais amplo e contemporâneo. Ao invés de se limitar a uma retrospectiva tradicional, o projeto aposta em conexões que ampliam o entendimento sobre sua contribuição para a consolidação de uma linguagem artística latino-americana com projeção internacional.

Sob a curadoria de Saulo di Tarso, a mostra propõe uma leitura renovada do conceito de Universalismo Construtivo, formulado por Torres García como uma tentativa de unir referências universais a uma identidade própria do continente. A exposição percorre esse pensamento a partir de diferentes núcleos, colocando sua obra em diálogo com produções brasileiras, influências das vanguardas europeias e elementos das culturas africanas e indo-americanas.

A realização do projeto contou com a colaboração institucional de Alejandro Díaz, diretor do Museo Torres García, cuja participação foi essencial para trazer ao Brasil materiais raros, como manuscritos e desenhos inéditos. Esse conjunto amplia significativamente a compreensão sobre o processo criativo do artista e permite ao público acessar aspectos menos conhecidos de sua trajetória.

Entre os destaques da exposição está a presença de “América invertida”, obra emblemática que raramente deixa o acervo do museu em Montevidéu. Mais do que um ícone visual, a peça simboliza uma inversão de perspectiva que questiona as hierarquias culturais tradicionais, colocando a América Latina como centro de produção de conhecimento e não apenas como receptora de influências externas.

A mostra também se destaca pela diversidade de acervos reunidos. Obras provenientes de instituições internacionais como o Museu de Arte Contemporânea de Barcelona, o Instituto Valenciano de Arte Moderno, a Colección Telefónica e o Museo de la Solidaridad Salvador Allende dialogam com peças de importantes coleções brasileiras, como o Museu de Arte de São Paulo e a Pinacoteca de São Paulo. Esse encontro de diferentes origens reforça o caráter internacional da obra de Torres García e evidencia sua capacidade de transitar entre contextos culturais distintos.

Outro eixo importante da exposição é sua dimensão pedagógica. Torres García via na infância um espaço fundamental para a construção do pensamento artístico, defendendo uma abordagem baseada na experimentação e na criação de símbolos. Essa visão se manifesta tanto em suas pinturas quanto em projetos educativos, como os brinquedos de madeira desenvolvidos por ele, que buscavam estimular a percepção e a organização do mundo a partir de formas simples.

O diálogo com a produção brasileira ocupa um espaço central na mostra. Cerca de 40 artistas nacionais estão presentes, organizados em torno de reflexões que envolvem memória e identidade. Um dos pontos de partida é o incêndio do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1978, evento que marcou profundamente a história cultural do país. Outro eixo propõe revisitar as divisões simbólicas herdadas do Tratado de Tordesilhas, questionando seus impactos nas relações culturais da América do Sul.

Entre os nomes reunidos estão Cecília Meireles, Cildo Meireles, Hélio Oiticica, Ernesto Neto, Rubens Gerchman e Rosana Paulino, além de outros artistas que ajudam a construir um panorama diverso e representativo. Também integram a exposição nomes como Alfredo Volpi, Mira Schendel e Lina Bo Bardi, reconhecidos por sua influência decisiva na arte brasileira.

A abertura da exposição contará com uma visita mediada exclusiva para a imprensa, conduzida pelo curador Saulo di Tarso, oferecendo uma leitura aprofundada dos eixos que estruturam a mostra. Em Brasília, o projeto ganha ainda um recorte específico ao dialogar com obras da Coleção Banco do Brasil, incluindo artistas como Athos Bulcão, Maria Bonomi e Rubem Valentim, ampliando a relação entre arte, arquitetura e espaço urbano.

Quando as Luzes se Apagam terá sequência após faturar quase US$ 150 milhões e se tornar fenômeno do terror

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Um dos maiores fenômenos recentes do terror, Quando as Luzes se Apagam, está prestes a voltar aos holofotes. Lançado em 2016 com um orçamento modesto, o longa conquistou público e crítica ao transformar um medo simples e universal em uma experiência cinematográfica intensa. Agora, quase dez anos depois, a história ganhará uma continuação, que já está em desenvolvimento.

A informação foi divulgada pelo The Hollywood Reporter, indicando que o projeto começa a sair do papel com uma nova equipe criativa, mas mantendo nomes importantes ligados ao filme original. O roteiro ficará por conta de Connor Osborn McIntyre, enquanto David F. Sandberg (Annabelle 2: A Criação do Mal, Shazam!) e Eric Heisserer (A Chegada, Bird Box) retornam como produtores. O produtor Lawrence Grey (Jexi: Um Celular Sem Filtro, Lights Out) também está confirmado no novo longa.

O primeiro filme se destacou por um feito cada vez mais raro em Hollywood. Com apenas US$ 5 milhões de orçamento, arrecadou cerca de US$ 149 milhões em todo o mundo, tornando-se um exemplo de sucesso no gênero de terror. Mais do que os números, a produção chamou atenção pela criatividade ao explorar o medo do escuro de forma direta e eficaz.

A história acompanha Rebecca, interpretada por Teresa Palmer (Hallowed Ground, Hacksaw Ridge), que desde a infância convive com lembranças perturbadoras envolvendo uma presença misteriosa que surge quando as luzes se apagam. Anos depois, seu irmão mais novo, vivido por Gabriel Bateman (Annabelle 2: A Criação do Mal, Lights Out), começa a enfrentar o mesmo terror. O que parecia um trauma isolado se revela uma ameaça real, ligada ao passado da mãe dos dois, personagem de Maria Bello (Um Sonho Possível, Prisoners).

O diferencial do longa está justamente na forma como constrói sua tensão. Em vez de apostar apenas em sustos repentinos, o filme utiliza o silêncio, a escuridão e a sugestão para provocar desconforto constante. A entidade, que só pode existir na ausência de luz, se tornou um dos elementos mais marcantes do terror moderno, justamente por explorar um medo comum a praticamente todas as pessoas.

A origem do projeto também contribui para seu impacto. Antes de chegar aos cinemas, a história nasceu como um curta-metragem criado por Sandberg, que viralizou na internet e chamou a atenção da indústria. O sucesso foi tão grande que rapidamente se transformou em um longa, com apoio de nomes influentes como James Wan, conhecido por impulsionar produções de terror de grande alcance.

Com o anúncio da sequência, surgem também as expectativas sobre o que vem pela frente. Ainda não há detalhes sobre a trama ou confirmação do retorno do elenco original, mas a proposta deve expandir o universo apresentado no primeiro filme. A mitologia da entidade, apenas sugerida anteriormente, pode ganhar novos contornos, aprofundando ainda mais o terror psicológico que marcou o longa inicial.

A escolha de um roteirista novato também indica uma tentativa de renovar a abordagem, trazendo novas ideias sem abandonar a essência que fez o filme original se destacar. Ao mesmo tempo, a presença de Sandberg e Heisserer na produção sugere que a identidade da franquia será preservada.

The Noite com Danilo Gentili desta terça (31/03) entrevista Joyce Pascowitch sobre sua trajetória no jornalismo

O talk show The Noite com Danilo Gentili recebe nesta terça, 31 de março de 2026, uma convidada que carrega décadas de experiência, influência e olhar apurado sobre comportamento e sociedade. A jornalista Joyce Pascowitch participa do programa comandado por Danilo Gentili para uma conversa que promete ir além do entretenimento e mergulhar em temas que atravessam cultura, política e estilo de vida.

Reconhecida por sua escrita elegante e observadora, Joyce construiu uma carreira sólida no jornalismo brasileiro, tornando-se referência quando o assunto é análise social com um toque de crônica. Durante a entrevista, ela compartilha momentos marcantes de sua trajetória, além de refletir sobre as transformações no comportamento da sociedade ao longo das últimas décadas.

Filha de Bernardo Leão Pascowitch e Dora Burd Pascowitch, Joyce cresceu em um ambiente que valorizava a educação e o pensamento crítico. Sua formação no tradicional Colégio Rio Branco ajudou a moldar o olhar atento que mais tarde se tornaria uma de suas principais marcas no jornalismo. Desde o fim dos anos 1980, ela atua no mercado editorial, acompanhando e analisando mudanças profundas na forma como as pessoas se relacionam com informação, moda e cultura.

Ao longo da carreira, passou por alguns dos veículos mais importantes do país. Durante 14 anos, assinou a coluna social da Folha de S.Paulo, onde se destacou por um estilo que ia além da superficialidade comum ao gênero. Suas publicações traziam uma leitura mais refinada sobre comportamento, revelando nuances da sociedade brasileira que muitas vezes passavam despercebidas.

Na Editora Globo, também deixou sua marca. Foi colunista da revista Época e diretora de redação da Quem, cargos que consolidaram sua influência dentro do jornalismo de revista. Além disso, atuou como comentarista na GloboNews por oito anos, ampliando sua presença também na televisão e reforçando seu papel como analista de comportamento e política.

Sua relação com a TV, no entanto, não se limita a participações pontuais. Joyce já teve um programa no próprio SBT, onde comentava a vida política com uma abordagem irônica e inteligente. Essa experiência ajudou a consolidar sua habilidade de dialogar com diferentes públicos, sempre mantendo um tom crítico, mas acessível.

Outro marco importante de sua trajetória é a criação do portal Glamurama, lançado no início dos anos 2000. Voltado para moda, lifestyle, gastronomia, cultura e tendências, o site rapidamente se tornou referência para um público interessado em conteúdos sofisticados. Com sede em São Paulo, o projeto evoluiu e deu origem a um grupo que também publica revistas mensais, como Joyce Pascowitch e Poder, voltadas para um segmento de alto padrão.

Além do trabalho no jornalismo e na comunicação, Joyce também se destacou como autora. Ao longo dos anos, lançou livros que reúnem suas crônicas e reflexões, como Fotossíntese: 13 anos de coluna, Avental, De alma leve: sutilezas do cotidiano e Poder, Estilo e Ócio. Nessas obras, mantém o mesmo olhar sensível e atento que a consagrou, abordando desde situações cotidianas até questões mais profundas sobre comportamento humano.

O reconhecimento por sua contribuição ao jornalismo veio em forma de prêmios importantes. Em 2014, foi eleita Winning Woman pela EY, destacando sua atuação no mercado. Já em 2017, recebeu o prêmio especial na categoria “Contribuição ao Jornalismo” no Troféu Mulher IMPRENSA, reforçando sua relevância e legado na área.

Durante sua participação no programa, Joyce também deve comentar sobre o atual cenário da comunicação e o papel das redes sociais na construção de narrativas. Em um momento em que a informação circula de forma cada vez mais rápida, sua visão crítica se torna ainda mais necessária para compreender os impactos dessas mudanças.

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