Cleber Rosa leva humor caipira e histórias de vida ao The Noite com Danilo Gentili desta quinta (2)

Foto: Lourival Ribeiro/SBT

Nesta quinta, 2 de abril de 2026, o “The Noite com Danilo Gentili” recebe um convidado que mistura simplicidade e inteligência no humor: Cleber Rosa, o humorista mineiro que conquistou milhões de seguidores nas redes sociais e ganhou espaço na televisão com o icônico personagem Chico da Tiana. O encontro promete muitas risadas, lembranças de bastidores e a chance de conhecer o homem por trás do caipira ácido que virou referência no humor brasileiro.

Logo ao chegar no programa, Cleber não se contém: antes mesmo de se apresentar como criador, incorpora Chico da Tiana, dando o tom da entrevista. Entre risadas, ele conta como tudo começou e relembra o convite para o programa: “No final de 2025, em uma das poucas quintas-feiras livres na minha agenda, recebi um telefonema dizendo que estavam falando muito de mim e fui convidado. Vim em novembro, e o Carlos Alberto gostou muito.” A naturalidade com que compartilha suas experiências já deixa claro por que conquistou tanta gente: Cleber fala com a sinceridade de quem ama o que faz e entende o valor de cada história contada.

O personagem, criado em 2018, surgiu inspirado em uma figura real de sua cidade natal, Pouso Alegre, em Minas Gerais. Mas antes disso, Cleber já se experimentava em várias linguagens do humor: fazia stand-up, produzia vídeos para redes sociais e testava formatos novos, sempre em busca de encontrar sua própria voz cômica. “Fiz, editei e não gostei. Mandei para minha esposa — ela é meu termômetro, porque não acha graça em nada — e ela disse que foi, de longe, o melhor vídeo que já gravei. Aí falei: ‘Então vou publicar’. Desde então, o Chico da Tiana se transformou em um caipira um pouco mais ácido”, conta, aos risos.

O personagem logo ganhou vida própria, com uma mistura de simplicidade do interior e críticas bem-humoradas que conquistaram o público. Cleber Rosa conseguiu equilibrar a comicidade popular com observações perspicazes sobre o cotidiano, criando um estilo que cativa pessoas de todas as idades e regiões. Não é à toa que Chico da Tiana se tornou presença constante em programas de televisão, sendo destaque em “A Praça é Nossa”, e virou marca registrada do humor caipira moderno.

A trajetória digital de Cleber também é marcada por momentos emblemáticos. Durante a Copa do Mundo de 2018, seus comentários bem-humorados sobre os jogos viralizaram, aproximando o público de seu jeito direto e engraçado. Mas foi uma crítica divertida ao filme “50 Tons de Cinza” que marcou sua virada de chave na internet, mostrando que seu talento ia além do improviso: ele sabia provocar risadas e reflexões ao mesmo tempo.

A pandemia de Covid-19 trouxe desafios inesperados, principalmente para quem dependia do palco para se apresentar. Cleber, no entanto, transformou o momento em oportunidade. “Na pandemia, como não podia fazer shows, tripliquei a criação de conteúdo. Aí teve o ‘Caminhão Cata-Véio’, que foi o ápice e acabou chegando a todos os lugares. Teve até um cara em Goiânia que pegou um carro de som, colocou o ‘Caminhão Cata-Véio’ e saiu pela rua”, lembra, lembrando de como o humor pode atravessar fronteiras e conectar pessoas mesmo em tempos difíceis.

Além das redes sociais, Cleber mantém uma carreira sólida nos palcos com shows como “Caipiramente Falando” e “Cê Falô, Tá Falido!”, que lotam teatros pelo Brasil. Neles, ele mistura contos, improviso e observações do cotidiano, sempre com a essência do caipira que virou sua marca registrada. Cada apresentação é uma oportunidade de criar empatia e arrancar gargalhadas, mostrando que o humor é uma ponte entre gerações e realidades diferentes.

Leviticus | Terror aclamado pela crítica ganha novas imagens oficiais e estreia marcada para junho nos cinemas

O aclamado terror “Leviticus” acaba de divulgar novas imagens oficiais pelo site EW e confirmou sua estreia para o dia 19 de junho nos cinemas norte-americanos. O longa já conquistou impressionantes 95% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, gerando grande expectativa entre fãs de suspense e horror. A produção promete unir terror sobrenatural a questões de identidade e liberdade, dentro de uma narrativa intensa e carregada de emoção.

A história acompanha Naim, um adolescente que se muda com a mãe para uma comunidade religiosa isolada, onde enfrenta rígidas regras de conduta. Lá, ele se apaixona por Ryan, seu colega de escola, mas acaba submetido a um ritual de “cura” extrema que desperta uma entidade violenta capaz de assumir a forma da pessoa que ele mais deseja. O enredo segue os dois jovens tentando escapar da presença sobrenatural enquanto lidam com conflitos internos, repressão e sentimentos proibidos, transformando o romance juvenil em uma verdadeira luta pela sobrevivência.

O elenco do filme conta com nomes de destaque. Stacy Clausen (Destemida, Sombras da Alma) integra a produção, acrescentando profundidade ao papel de mentora e figura de autoridade dentro da comunidade religiosa. Mia Wasikowska (Alice no País das Maravilhas, Jane Eyre, Stoker) traz sua experiência em dramas psicológicos, conferindo nuances de vulnerabilidade e coragem à protagonista. Jeremy Blewitt (Sombras da Mente, O Último Sussurro) e Ewen Leslie (O Estranho que Nós Amamos, Top of the Lake) ajudam a construir a atmosfera tensa e perturbadora, enquanto Davida McKenzie (Amor Sob Pressão, Segredos de Família) completa o elenco, oferecendo elementos essenciais para a trama de suspense e terror psicológico.

A direção e o roteiro ficam a cargo de Adrian Chiarella, que combina elementos de horror clássico com suspense psicológico, criando uma experiência intensa e envolvente para o público. As novas imagens oficiais destacam momentos de tensão, incluindo cenas em que a entidade assume formas humanas, reforçando o clima de perigo constante e a sensação de ameaça que permeia toda a história.

A produção explora temas universais como desejo, fé e coragem para enfrentar o medo, oferecendo ao público não apenas sustos, mas também uma narrativa emocionalmente impactante. Com uma combinação de direção precisa e trama envolvente, a produção se prepara para transformar o público em testemunha de uma experiência de horror única e provocadora.

Resenha – Crimes Ilustrados para Pequenos Detetives aposta em interatividade e desafia o raciocínio infantil com mistérios visuais

A proposta de transformar a leitura em uma investigação ativa ganha força em “Crimes ilustrados para pequenos detetives“, uma obra que aposta na curiosidade natural das crianças para construir uma experiência lúdica e, ao mesmo tempo, desafiadora. Mais do que um livro tradicional, o título se posiciona como um convite direto à participação: aqui, o leitor não apenas acompanha histórias, mas assume o papel de protagonista na resolução de mistérios.

A narrativa é estruturada em sete casos independentes, cada um com uma situação aparentemente simples, mas repleta de pistas visuais e elementos escondidos. Desde um quadro-negro pichado até o desaparecimento de um lanche, os enigmas são apresentados de forma acessível, mas exigem atenção aos detalhes. Essa dinâmica reforça uma tendência crescente no mercado editorial infantil: obras que estimulam o pensamento crítico e a observação, fugindo da leitura passiva.

O grande destaque do livro está em sua construção visual. As ilustrações não funcionam apenas como complemento do texto, mas como peça central da narrativa. Cada cena é cuidadosamente elaborada para esconder pistas, suspeitos e contradições, exigindo que o leitor examine cada detalhe antes de tirar conclusões. Esse formato aproxima a experiência de jogos de investigação e atividades de “caça aos erros”, o que pode ampliar o engajamento, especialmente em um público acostumado a estímulos visuais rápidos.

Do ponto de vista pedagógico, a obra também apresenta méritos relevantes. Ao incentivar a análise de informações, a comparação de evidências e a formulação de hipóteses, o livro contribui para o desenvolvimento de habilidades cognitivas importantes, como raciocínio lógico e interpretação. Além disso, a proposta de resolver os casos em grupo — seja com amigos ou familiares — adiciona uma camada social à experiência, estimulando o diálogo e a construção coletiva de soluções.

No entanto, é justamente essa interatividade que pode representar um desafio para alguns leitores. Crianças que ainda não desenvolveram plenamente a capacidade de concentração podem se sentir sobrecarregadas diante da quantidade de informações visuais. Por outro lado, esse aspecto pode ser facilmente contornado com mediação de adultos, transformando a leitura em um momento compartilhado e orientado.

Outro ponto positivo é o tom leve e acessível da linguagem. Mesmo tratando de “crimes”, o livro mantém uma abordagem adequada ao público infantil, sem recorrer a elementos que possam causar desconforto. O suspense é trabalhado de forma suave, priorizando o mistério e a diversão em vez de tensão ou medo, o que amplia seu alcance entre diferentes faixas etárias.

Em termos editoriais, a obra se destaca por acompanhar uma tendência internacional de livros interativos, que competem diretamente com o universo digital ao oferecer experiências imersivas no papel. Nesse sentido, “Crimes ilustrados para pequenos detetives” demonstra que o livro físico ainda pode ser altamente atrativo quando aposta em formatos inovadores e participativos.

Crítica – Cães de Caça (2ª temporada) explora os limites emocionais e eleva o impacto das lutas

A segunda temporada de Cães de Caça chega com uma abordagem mais madura e intensa, consolidando a identidade da produção como um drama que vai além do universo esportivo. Mantendo a continuidade direta dos acontecimentos anteriores, a nova leva de episódios amplia os conflitos, aprofunda personagens e apresenta cenas de ação mais elaboradas, resultando em uma experiência envolvente do início ao fim.

A trama volta a acompanhar a trajetória de Kim Gun-woo, interpretado por Woo Do-hwan, e sua relação com Hong Woo-jin, vivido por Lee Sang-yi. O sonho de ambos de se destacarem no boxe continua sendo um dos pilares da narrativa, mas agora ganha novos contornos. Gun-woo passa a ter um objetivo mais concreto e ambicioso: representar a Coreia no esporte. Essa mudança não apenas aumenta o peso de suas decisões, como também transforma cada luta em um momento decisivo para seu futuro.

A construção do protagonista é um dos pontos mais fortes da temporada. Gun-woo evolui de maneira evidente, demonstrando não apenas força física, mas também maturidade emocional e controle psicológico. A série trabalha bem essa transformação ao mostrar que o crescimento no esporte está diretamente ligado à capacidade de suportar pressão, dor e até mesmo humilhações. Esse aspecto fica claro logo no início, quando o personagem enfrenta o adversário Adik Belov.

Antes mesmo de subir ao ringue, um momento marcante define o tom do confronto. Ao receber um tapa público de Adik durante um evento, Gun-woo opta por não reagir. A escolha de conter o impulso imediato revela um lutador mais estratégico e consciente, disposto a canalizar suas emoções para o momento certo. Esse tipo de construção narrativa fortalece o personagem e cria uma expectativa maior para o embate que se segue.

Dentro do ringue, a série demonstra uma evolução técnica significativa. As coreografias de luta estão mais refinadas, com uma direção que valoriza tanto o impacto físico quanto a progressão dramática dos combates. A luta contra Adik é um exemplo claro desse avanço. O domínio inicial do adversário cria tensão e sensação de desvantagem, enquanto a reação gradual de Gun-woo, baseada em adaptação e leitura do oponente, conduz o espectador a um clímax envolvente. Quando o protagonista consegue virar o jogo, o momento se torna não apenas satisfatório, mas também coerente com sua evolução.

A relação entre Gun-woo e Woo-jin continua sendo o centro emocional da narrativa, embora apresente mudanças importantes. Enquanto Gun-woo segue em ascensão, Woo-jin aparece mais fragilizado, reflexo direto de sua aposentadoria e das experiências que o marcaram. Essa diferença de trajetória adiciona profundidade à história, mostrando que o crescimento não ocorre de forma uniforme para todos. A série acerta ao retratar essa vulnerabilidade sem exageros, mantendo um tom realista e humano.

Os antagonistas também merecem destaque nesta nova temporada. Mais bem desenvolvidos, eles deixam de ser apenas figuras de oposição e passam a ter presença marcante e motivações consistentes. Isso contribui para elevar a tensão da narrativa e criar conflitos mais interessantes. A sensação de ameaça constante é reforçada por personagens que atuam de forma imprevisível, aumentando o envolvimento do público.

Paralelamente ao universo do boxe, a série continua explorando o submundo dos empréstimos ilegais, agora inserido no contexto da pandemia de COVID-19. Esse elemento amplia o alcance da narrativa, trazendo questões sociais relevantes e mostrando o impacto da crise na vida de pessoas comuns. A presença do Sr. Choi, que retorna com uma proposta de ajudar os necessitados sem cobrar juros, adiciona novas camadas ao enredo. No entanto, sua atuação também gera conflitos, colocando os protagonistas em situações de risco e dilemas morais.

Um dos momentos mais comentados da temporada envolve a reviravolta de um personagem que muitos acreditavam estar morto. A decisão de retomar essa figura surpreende e reforça o clima de tensão, além de abrir caminhos para novos desdobramentos. Apesar de ainda carecer de explicações mais detalhadas, o recurso funciona como um gancho eficiente para o futuro da série.

Do ponto de vista técnico, a produção apresenta avanços evidentes. A direção aposta em enquadramentos mais dinâmicos nas cenas de luta, enquanto a trilha sonora intensifica o impacto emocional. A fotografia também contribui para a ambientação, contrastando o brilho dos ringues com a dureza do ambiente externo. Esses elementos ajudam a construir uma identidade visual consistente e alinhada ao tom da narrativa.

RoboCop ganha nova vida no streaming! Prime Video confirma série ambiciosa baseada no clássico sci-fi

O clássico RoboCop – O Policial do Futuro está prestes a retornar ao centro das atenções com uma nova adaptação para a televisão. O Prime Video avançou no desenvolvimento de uma série inspirada na icônica franquia, reacendendo o interesse por uma das histórias mais marcantes da ficção científica dos anos 1980. As informações são do The Ankler.

O projeto, que havia sido anunciado ainda em 2024, finalmente recebeu sinal verde para seguir adiante, indicando uma movimentação estratégica da Amazon MGM Studios em expandir seu catálogo com propriedades já consolidadas no imaginário popular. A proposta é revisitar o universo distópico da obra original sob uma perspectiva contemporânea, conectando os temas clássicos a debates atuais sobre tecnologia e segurança.

Para conduzir a narrativa, o nome escolhido foi Peter Ocko, conhecido por trabalhos como “Pushing Daisies”. Ele assume a função de showrunner, sendo responsável por liderar a criação e o desenvolvimento da série. Nos bastidores, a produção também conta com o envolvimento de James Wan, diretor de sucessos como “Invocação do Mal” e “Aquaman”, que participa como produtor executivo por meio de sua produtora Atomic Monster.

A nova série deve manter o conceito central que tornou RoboCop um fenômeno cultural: a fusão entre homem e máquina em um cenário urbano dominado pela violência. Na trama, um poderoso conglomerado tecnológico se une às forças policiais para implementar um agente híbrido altamente avançado, projetado para conter o crescimento da criminalidade. No entanto, por trás da eficiência da máquina, surgem conflitos ligados à memória, identidade e autonomia — elementos que sempre estiveram no coração da franquia.

Outros nomes também integram a equipe de produção, como Michael Clear e Rob Hackett, enquanto Danielle Bozzone acompanha o desenvolvimento do projeto. A iniciativa reforça a intenção do estúdio em transformar RoboCop em uma propriedade relevante para o público atual, explorando novas camadas narrativas sem abandonar a essência original.

Lançado em 1987 e dirigido por Paul Verhoeven, o filme original apresentou ao público a trajetória de Alex Murphy, um policial morto em serviço que é transformado em um ciborgue pela corporação responsável pela segurança da cidade. Interpretado por Peter Weller, o personagem se tornou símbolo de uma crítica contundente à privatização, à violência urbana e ao avanço descontrolado da tecnologia.

Com o passar dos anos, RoboCop ultrapassou o cinema e se consolidou como uma franquia multimídia, com continuações, séries televisivas, animações e adaptações para os videogames. Mesmo décadas após sua estreia, a obra continua sendo referência quando o assunto é ficção científica com viés político e social.

O Diabo Veste Prada 2 ganha trailer inédito e reúne elenco original em nova fase do clássico fashion

A sequência de O Diabo Veste Prada acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial, divulgado nesta semana, aumentando a expectativa em torno de um dos retornos mais aguardados do cinema recente. Intitulado “O Diabo Veste Prada 2”, o longa resgata personagens icônicos e busca atualizar o universo da moda para uma nova era, sem perder a essência que conquistou o público há quase duas décadas.

Dirigido por David Frankel (Marley & Eu), com roteiro de Aline Brosh McKenna (Cruella, 27 Vestidos), o filme é inspirado no livro A Vingança Veste Prada, de Lauren Weisberger (Quando a Vida Acontece), que dá continuidade à história iniciada no romance original. A nova produção busca expandir o universo da franquia, abordando as transformações da indústria editorial e da moda nos dias atuais.

Quem faz parte do elenco?

Um dos grandes destaques da sequência é o retorno do elenco original, algo que durante anos foi considerado improvável. Meryl Streep (A Dama de Ferro, Mamma Mia!) reprisa seu papel como Miranda Priestly, a poderosa e temida editora-chefe da revista Runway. Já Anne Hathaway (Interestelar, Os Miseráveis) volta como Andrea “Andy” Sachs, agora em uma fase mais madura de sua carreira.

Também retornam Emily Blunt (Um Lugar Silencioso, Sicario) como Emily Charlton e Stanley Tucci (Jogos Vorazes, Spotlight) como Nigel Kipling, dois personagens que se tornaram favoritos do público desde o primeiro filme. Completando o núcleo original, Tracie Thoms (Rent, Cold Case) e Tibor Feldman (O Lobo de Wall Street, Damages) também estão de volta.

A sequência ainda amplia seu elenco com novos nomes de peso. Entre eles estão Kenneth Branagh (Assassinato no Expresso do Oriente, Tenet), Lucy Liu (As Panteras, Kill Bill), Justin Theroux (The Leftovers, Psicopata Americano) e Simone Ashley (Bridgerton, Sex Education). A produção também contará com participações especiais de destaque, como Lady Gaga (Nasce Uma Estrela, Casa Gucci) e Sydney Sweeney (Euphoria, The White Lotus), indicando uma tentativa de conectar a narrativa com uma nova geração.

Qual é a proposta da sequência?

Embora detalhes completos da trama estejam sendo mantidos sob sigilo, o filme deve acompanhar uma nova fase na vida dos personagens principais. A proposta é explorar como o mundo da moda e do jornalismo evoluiu desde os eventos do primeiro longa, trazendo questões contemporâneas como influência digital, mudanças no consumo de informação e novos desafios profissionais.

A relação entre Miranda Priestly e Andy Sachs deve continuar sendo um dos pilares da narrativa, mas agora sob uma perspectiva diferente, refletindo o crescimento pessoal e profissional das duas personagens. Ao mesmo tempo, a presença de novos rostos sugere que a história também abrirá espaço para conflitos inéditos e dinâmicas renovadas.

Como foi a produção do filme?

A produção de “O Diabo Veste Prada 2” começou oficialmente em 2025, após anos de especulações sobre uma possível continuação. Durante muito tempo, tanto Meryl Streep (A Escolha de Sofia) quanto Anne Hathaway (O Diário da Princesa) demonstraram pouco interesse em retornar à franquia sem uma proposta realmente inovadora.

O cenário mudou em 2024, quando a The Walt Disney Company, por meio da 20th Century Studios, decidiu investir no projeto. Com o retorno da roteirista original e a aprovação do elenco principal, o filme rapidamente avançou para a fase de produção.

As filmagens começaram em junho de 2025 e ocorreram em locações estratégicas como Nova York, principal cenário do primeiro filme, e Milão, um dos centros globais da moda. Um dos momentos mais marcantes das gravações foi a participação da equipe na Semana de Moda de Milão, incluindo cenas captadas durante o desfile da Dolce & Gabbana.

A produção também contou com a presença de figuras importantes da indústria fashion, como Donatella Versace, que participa do filme. Esse cuidado reforça a proposta de aproximar a ficção da realidade contemporânea do setor.

Quando o filme chega aos cinemas?

O longa-metragem tem estreia marcada para o dia 1º de maio de 2026 nos Estados Unidos. No Brasil, o lançamento está previsto para 30 de abril de 2026, um dia antes da estreia norte-americana. A distribuição será feita pela Walt Disney Studios Motion Pictures.

A escolha da data indica uma aposta em um período estratégico, tradicionalmente associado a grandes lançamentos de estúdio e ao início da temporada de blockbusters.

O que esperar do novo filme?

A expectativa é que o filme dialogue tanto com os fãs do original quanto com um público mais jovem, interessado no universo fashion e nas transformações do mercado criativo. Ao revisitar personagens icônicos em um novo contexto, “O Diabo Veste Prada 2” se posiciona como uma continuação que pretende ir além da repetição, oferecendo uma evolução natural da história.

Euphoria | Criador comenta sobre chances de uma quarta temporada e revela planos para o encerramento

Neste domingo (12), a HBO Max estreia a tão aguardada terceira temporada de Euphoria, trazendo de volta Rue Bennett e todo o universo intenso que conquistou fãs ao redor do mundo desde 2019. Criada por Sam Levinson e estrelada por Zendaya, a série rapidamente se consolidou como um retrato cru e honesto da adolescência contemporânea, explorando com profundidade temas como vício, sexualidade, saúde mental, bullying e relações familiares complexas. Com essa nova temporada, surge naturalmente a pergunta: Euphoria terá continuação após este ciclo?

Em entrevista à Variety, Levinson comentou sobre os planos da série e deu pistas sobre seu encerramento. “Eu escrevo cada temporada como se fosse a última. No momento, não há planos de continuar após esta terceira temporada”, afirmou. O criador enfatizou que está completamente dedicado a entregar uma temporada final que faça justiça à narrativa construída até agora, cuidando de cada detalhe para proporcionar uma experiência completa aos espectadores.

Zendaya, que interpreta Rue, também indicou que essa temporada pode representar o fim da jornada de sua personagem. Vencedora do Emmy e do Satellite Award, a atriz traduz com sensibilidade a complexidade de uma jovem lidando com traumas emocionais e dependência química. Ao lado dela, um elenco sólido — incluindo Maude Apatow, Hunter Schafer, Jacob Elordi, Alexa Demie e Sydney Sweeney — fortalece a trama, aprofundando os dramas individuais e coletivos e mantendo a intensidade que tornou a série uma referência.

Desde seu surgimento, a série se destacou por sua estética cinematográfica sofisticada, trilha sonora envolvente e narrativa direta. Inspirada na minissérie israelense de 2012, criada por Ron Leshem, Daphna Levin e Tmira Yardeni, a produção aborda questões delicadas sem rodeios, provocando discussões sobre conteúdo adulto, nudez, sexo explícito e automutilação. Críticas conservadoras, como as do Parents Television and Media Council, classificaram a série como “sombria e depravada”. Levinson, no entanto, defende que o real valor de Euphoria está em abrir diálogos importantes sobre os desafios enfrentados pelos jovens hoje.

“É natural que alguns pais fiquem preocupados, mas a série pode ser um ponto de partida para conversas sobre a realidade da adolescência contemporânea”, explicou Levinson. Augustine Frizzell, diretora do episódio piloto, acrescenta que tratar de temas sensíveis com responsabilidade ajuda a criar empatia, oferecendo ao público uma visão autêntica da vida jovem sem glamourizar problemas.

O impacto da série vai além das discussões: os números comprovam seu alcance. A primeira temporada estreou com 577 mil espectadores, atingindo 1 milhão com reprises e streaming. A segunda temporada alcançou 2,4 milhões em todas as plataformas da HBO, consolidando Euphoria como fenômeno global. No Brasil e em Portugal, a série mantém fãs engajados, com debates frequentes nas redes sociais sobre personagens, conflitos e decisões que refletem dilemas reais da juventude.

Além do sucesso de público, a produção conquistou prestígio crítico, com indicações ao British Academy Television Award de Melhor Programa Internacional e ao TCA Award de Melhor Série Notável. Esses reconhecimentos reforçam a relevância cultural de Euphoria, que consegue provocar reflexões sobre experiências universais da adolescência, mesmo diante de críticas sobre seu conteúdo mais adulto.

O Diabo Veste Prada 2 ganha projeção forte de estreia e pode ultrapassar US$ 66 milhões nos cinemas

Quase vinte anos depois de se tornar um fenômeno da cultura pop e redefinir o imaginário sobre o universo da moda no cinema, “O Diabo Veste Prada” retorna aos holofotes com uma sequência que já desperta grandes expectativas da indústria e do público. “O Diabo Veste Prada 2”, produção da 20th Century Studios, tem estreia prevista para o fim de abril de 2026 e chega oficialmente aos cinemas norte-americanos em 1º de maio do mesmo ano, cercado por projeções que indicam uma abertura bastante expressiva nas bilheterias.

Segundo estimativas iniciais do mercado, o longa pode arrecadar mais de 66 milhões de dólares apenas em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos. O número chama atenção não apenas pelo potencial comercial, mas também pelo contexto em que ele surge. Estamos falando de uma sequência lançada quase duas décadas após o filme original, algo que reforça o peso da nostalgia e a força contínua da obra no imaginário popular.

Em um cenário atual dominado por grandes franquias e universos cinematográficos consolidados, o retorno dessa história evidencia como certos títulos conseguem atravessar gerações. O interesse em torno do novo filme não se limita à curiosidade, mas também ao vínculo afetivo que o público criou com os personagens e com o universo apresentado no longa de 2006.

Esse movimento já aparece nas pré-vendas. Desde a abertura da venda de ingressos em 12 de março, a procura tem sido intensa e constante. Em muitos mercados, os números já superam o desempenho de lançamentos recentes no mesmo período de pré-lançamento, o que indica uma demanda acumulada significativa. Mais do que um simples retorno, o filme surge como um reencontro esperado por uma base de fãs que manteve viva a memória da produção ao longo dos anos.

O retorno do elenco reforça a força da sequência

Grande parte da expectativa em torno da continuação está diretamente ligada ao retorno do elenco original. Meryl Streep volta ao papel de Miranda Priestly, a icônica editora-chefe da revista Runway, cuja presença se tornou uma das interpretações mais marcantes de sua carreira. A personagem segue sendo lembrada como um símbolo de poder, rigor e influência no universo da moda.

Anne Hathaway também retorna como Andrea Sachs, agora em um novo momento de vida, o que abre espaço para uma abordagem diferente da personagem apresentada no primeiro filme. A trajetória de Andy, que começou como uma jovem jornalista em busca de oportunidades, deve ganhar novas camadas após os acontecimentos da obra original.

Emily Blunt reprisa o papel de Emily Charlton, personagem que conquistou o público com sua ambição, ironia e momentos de humor ácido. Já Stanley Tucci retorna como Nigel Kipling, uma das figuras mais queridas do bastidor editorial retratado na história.

O elenco ainda conta com o retorno de Tracie Thoms e Tibor Feldman, reforçando a continuidade do universo original. Entre as novidades estão nomes de destaque como Kenneth Branagh, que interpreta o marido de Miranda, além de Lucy Liu, Justin Theroux, Simone Ashley, Patrick Brammall e Caleb Hearon, ampliando o alcance da narrativa e introduzindo novas dinâmicas à trama.

Um projeto que levou anos para acontecer

Apesar do entusiasmo atual, a sequência não foi um projeto simples de ser concretizado. Durante anos, a possibilidade de uma continuação foi tratada com cautela pelos próprios envolvidos. Meryl Streep, em diferentes momentos, demonstrou resistência à ideia de revisitar a personagem, enquanto Anne Hathaway já declarou anteriormente que só retornaria caso houvesse uma história realmente relevante para justificar a continuação.

A mudança de cenário aconteceu em julho de 2024, quando a Walt Disney Studios iniciou o desenvolvimento oficial do projeto por meio da 20th Century Studios. A partir desse momento, o retorno de nomes fundamentais foi decisivo para dar forma à produção, incluindo a roteirista Aline Brosh McKenna e o diretor David Frankel, ambos ligados ao filme original.

O roteiro tem como base o livro “A Vingança Veste Prada”, lançado em 2013 por Lauren Weisberger. A obra amplia o universo das personagens e apresenta novos conflitos em um cenário completamente transformado pelo tempo e pelas mudanças da indústria da moda.

Super Mario Galaxy: O Filme dispara nas bilheterias e confirma fase dominante das animações nos cinemas dos EUA

O fim de semana foi de vitória esmagadora para Super Mario Galaxy: O Filme nos cinemas norte-americanos. A produção abriu com impressionantes US$ 69 milhões, garantindo o primeiro lugar com ampla vantagem e reforçando um cenário que vem se consolidando em 2026: o domínio das animações nas telonas. O resultado não apenas confirma o apelo contínuo do personagem, como também evidencia a força da estratégia da Nintendo em expandir suas franquias para além dos consoles.

Atrás do fenômeno, a disputa ficou distante. “Devoradores de Estrelas” arrecadou US$ 24,5 milhões, enquanto “O Drama” somou US$ 8,7 milhões. Já “Eu & Você na Toscana” registrou US$ 8 milhões. O ranking ainda conta com Cara de um, Focinho de Outro, que segue em cartaz com US$ 4,1 milhões, além de outros títulos com desempenho mais modesto.

O desempenho reforça uma tendência já observada com produções como Zootopia 2, que também conquistaram grande público recentemente. A combinação entre personagens conhecidos, narrativa acessível e forte apelo visual tem sido determinante para atrair diferentes gerações.

Uma aventura espacial com cara de videogame

Inspirado no clássico jogo lançado em 2007, o filme leva Mario para uma jornada fora do tradicional Reino dos Cogumelos. Desta vez, a história se expande para o espaço, apresentando galáxias coloridas, novos planetas e desafios que exigem mais do que coragem.

Na trama, Mario e seus aliados enfrentam uma ameaça ainda maior liderada por Bowser, que busca dominar diferentes mundos ao mesmo tempo. A narrativa aposta em ação constante, humor leve e referências diretas ao universo gamer, criando uma experiência que conversa tanto com fãs antigos quanto com novos espectadores.

Assim como em Super Mario Bros. O Filme, a história equilibra aventura e comédia, mas amplia o escopo com cenários mais grandiosos e sequências visuais mais ambiciosas.

Quem dá voz aos personagens?

Um dos grandes trunfos da produção está no elenco de dublagem, que retorna praticamente completo. Chris Pratt volta como Mario, trazendo novamente sua interpretação moderna do personagem. Ao seu lado, Anya Taylor-Joy reprisa o papel da Princesa Peach, agora com participação ainda mais ativa na ação.

Charlie Day retorna como Luigi, enquanto Jack Black volta a dar voz a Bowser, um dos destaques do filme anterior. Keegan-Michael Key também retorna como Toad, mantendo o tom carismático do personagem.

O elenco reforça a proposta de continuidade e mantém a identidade que ajudou a consolidar o sucesso do primeiro longa.

Produção, direção e bastidores

A animação é dirigida por Aaron Horvath e Michael Jelenic, que retornam após o sucesso do filme de 2023. O roteiro é assinado por Matthew Fogel, responsável por expandir o universo com novos elementos e situações.

A produção é uma parceria entre a Illumination e a Nintendo, com distribuição da Universal Pictures. A colaboração entre as empresas tem se mostrado estratégica, combinando conhecimento técnico em animação com fidelidade ao material original dos jogos.

O desenvolvimento do projeto começou a ganhar força após o sucesso estrondoso do primeiro filme. Ainda em 2021, o presidente da Nintendo, Shuntaro Furukawa, já havia indicado interesse em novas adaptações. A confirmação veio em 2024, com participação direta do criador da franquia, Shigeru Miyamoto.

O momento das animações no cinema

O sucesso de Super Mario Galaxy: O Filme não é um caso isolado. O mercado tem demonstrado um interesse crescente por animações que conseguem unir entretenimento familiar com grandes produções visuais.

Esses filmes têm ocupado um espaço importante nas bilheterias, especialmente em períodos de grande concorrência. A força das marcas, aliada a narrativas acessíveis e campanhas de marketing robustas, tem garantido resultados consistentes.

No caso de Mario, existe ainda o fator nostalgia, que conecta diferentes gerações. Ao mesmo tempo, o filme se apresenta como uma porta de entrada para novos públicos, ampliando ainda mais seu alcance.

Policial em Apuros 3 começa a sair do papel e dá primeiros passos na Universal

Foto: Reprodução/ Internet

A Universal Pictures começou a movimentar novamente os bastidores de Policial em Apuros 3, projeto que estava há anos parado e agora voltou a ganhar forma dentro do estúdio. Segundo informações do Deadline, o roteiro ficará nas mãos de Daniel Gold, que foi contratado para desenvolver uma nova história capaz de reunir novamente Ice Cube e Kevin Hart.

As conversas também envolvem o retorno do diretor Tim Story e do produtor Will Packer, além dos dois protagonistas. Nenhum deles está oficialmente confirmado neste momento, mas todos participam de negociações iniciais após anos de tentativas frustradas de chegar a um consenso sobre o terceiro filme.

O que fez o terceiro filme finalmente avançar?

De acordo com informações apontadas pelo Deadline, o ponto de virada foi a proposta apresentada por Daniel Gold. A ideia teria conseguido algo que até então não havia acontecido: alinhar as expectativas de todos os envolvidos.

Ice Cube, Kevin Hart, Tim Story e Will Packer já demonstraram publicamente em outras ocasiões o interesse em voltar para a franquia, mas divergências criativas sobre o rumo da história sempre travaram o desenvolvimento. Agora, a nova versão do roteiro teria resolvido parte dessas diferenças e reaberto a porta para a continuação.

Os detalhes da trama seguem em sigilo e ainda não há qualquer indicação oficial sobre o enredo, mas o projeto já é tratado internamente como uma prioridade em fase de reorganização.

Como começou a franquia?

O primeiro filme da série chegou aos cinemas em 2014, dirigido por Tim Story. A história apresentava James Peyton (Ice Cube), um policial experiente e rígido de Atlanta, que se vê obrigado a lidar com o cunhado Ben Barber (Kevin Hart), um segurança que tenta provar que é digno de se casar com Angela, irmã de James.

A proposta do longa girava em torno de uma patrulha de 24 horas, em que os dois personagens acabam presos em uma sequência de situações fora de controle, misturando ação policial com humor baseado no contraste entre as personalidades dos protagonistas.

O elenco também contou com Tika Sumpter, John Leguizamo e Bryan Callen. O filme teve orçamento em torno de US$ 25 milhões e fechou sua passagem pelos cinemas com mais de US$ 153 milhões arrecadados, resultado que rapidamente colocou uma sequência em discussão dentro do estúdio.

O impacto da dupla Ice Cube e Kevin Hart

Um dos principais fatores para o sucesso da franquia foi a dinâmica entre os dois protagonistas. Ice Cube constrói um personagem mais contido e direto, enquanto Kevin Hart interpreta alguém falante, impulsivo e constantemente envolvido em situações embaraçosas.

Essa combinação virou o centro da franquia e foi mantida em Ride Along 2, lançado posteriormente, que expandiu o universo dos personagens sem perder a estrutura original da dupla em conflito constante.

Mesmo após o segundo filme, o interesse em um terceiro capítulo continuou vivo, mas sem avanço real até agora.

O que muda com Policial em Apuros 3?

Neste novo momento, o projeto volta a ser tratado como uma tentativa de reorganizar a franquia ao redor de uma história que funcione para todos os envolvidos. A entrada de Daniel Gold no roteiro é vista como o primeiro passo concreto depois de anos de indefinição.

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