Mantis | Netflix lança trailer do suspense estrelado por Im Si-wan, astro de Round 6

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A Netflix agendou para 26 de setembro o lançamento de Mantis, um filme que promete conquistar os fãs de ação e suspense com uma narrativa intensa e cheia de reviravoltas. Spin-off do sucesso Kill Boksoon (2023), o longa acompanha um assassino de aluguel que retorna ao ofício após um período afastado e encontra um mundo que mudou de forma inesperada. Com sequências de ação cuidadosamente coreografadas e dilemas morais que exploram a complexidade humana, o longa se consolida como um thriller envolvente e emocionante. Abaixo, confira o trailer divulgado pela plataforma de streaming:

O protagonista é interpretado por Im Si-wan, conhecido internacionalmente pelo papel de Myung-gi na série de sucesso mundial Round 6 (2021). No novo longa, o ator retorna a personagens que exigem equilíbrio entre intensidade física e profundidade emocional, dando vida a um assassino habilidoso, mas marcado por conflitos internos e escolhas difíceis. Esse retorno representa um momento importante na carreira de Si-wan, que consegue transmitir vulnerabilidade e força ao mesmo tempo.

No enredo, Mantis precisa lidar com um mundo de perigos renovados. Sua ausência não apagou as ameaças nem as mudanças que ocorreram durante o hiato. Ao reencontrar antigos aliados e enfrentar novas rivalidades, ele se vê confrontado por traições, lembranças do passado e decisões que podem colocar sua própria vida em risco.

Entenda os personagens e as relações que dão peso à narrativa

A trama de ação e suspense é um estudo sobre pessoas e relações complexas. Jae-yi, interpretado por Park Gyuyoung, é um jovem estagiário que acompanha o protagonista e aprende os códigos desse universo implacável. A dinâmica entre eles vai além do mentor e aprendiz: há momentos de tensão, lealdade e dilemas éticos que adicionam profundidade emocional à trama.

Outro personagem central é Dok-go, vivido por Jo Woo-jin. Antigo assassino que agora lidera a organização, ele representa a experiência e o passado do protagonista. Dok-go é ambíguo: mentor, aliado e, ao mesmo tempo, possível obstáculo. Sua presença reforça a sensação de imprevisibilidade, mostrando que em Mantis alianças e traições caminham lado a lado.

Quem está por trás dos bastidores?

O filme é dirigido por Lee Tae-sung, que assina o roteiro ao lado de Byun Sung-hyun. A dupla constrói uma narrativa que mescla ação intensa e desenvolvimento emocional profundo. As sequências de combate são elaboradas com precisão, enquanto os diálogos e conflitos internos conferem densidade à história.

Lee Tae-sung utiliza a câmera e a iluminação para criar tensão, aumentando a sensação de perigo e urgência. Byun Sung-hyun, por sua vez, dá complexidade a cada personagem, garantindo que suas escolhas e dilemas não sejam apenas superficiais. O resultado é uma experiência cinematográfica que vai muito além da ação típica de um thriller.

Ação e suspense em cada cena

As cenas de ação do longa-metragem são eletrizantes: lutas corpo a corpo, perseguições de tirar o fôlego e tiroteios cuidadosamente planejados mostram tanto habilidade técnica quanto pressão psicológica. O suspense se mantém constante, com inimigos inesperados, dilemas éticos e situações que testam a experiência e os limites do protagonista. Cada decisão carrega consequências, conduzindo o público por uma trama cheia de tensão e adrenalina. O filme aborda a necessidade de adaptação diante de mudanças. O retorno de Mantis a um mundo transformado reflete dilemas universais: confrontar o passado, enfrentar novas realidades e aceitar que o tempo não espera por ninguém.

O elenco é formado por quais atores?

O filme reúne um elenco que combina experiência e talento em personagens complexos. Im Si-wan (Round 6, 2021; The King of Tears, Lee Bang-won, 2021) lidera como o assassino de aluguel Mantis, transmitindo tensão e vulnerabilidade. Park Gyuyoung (Extracurricular, 2020; Adamas, 2022) interpreta Jae-yi, o jovem aprendiz que desafia e complementa o protagonista. Jo Woo-jin (The Outlaws, 2017; Escape from Mogadishu, 2021) vive Dok-go, mentor e antagonista em potencial, acrescentando camadas de ambiguidade à história. Juntos, eles formam um trio que equilibra ação, suspense e emoção, tornando Mantis uma experiência cinematográfica intensa e memorável.


Netflix divulga trailer eletrizante de Good News, novo suspense sul-coreano

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O universo cinematográfico sul-coreano continua a se consolidar como referência mundial em suspense e ação, e o lançamento do trailer de Good News, divulgado pela Netflix no domingo, 7 de setembro, prova exatamente isso. A prévia, que você pode conferir logo abaixo, deixou os fãs em clima de tensão, mostrando que o filme promete ser uma experiência eletrizante, combinando drama, ação e suspense político ambientado nos anos 1970.

Dirigido e coescrito por Byun Sung-hyun, responsável pelo sucesso Kill Boksoon, o filme mergulha em um sequestro aéreo que desafia não apenas a habilidade dos personagens, mas também a diplomacia internacional da época. A produção traz um elenco estrelado, com Sul Kyung-gu (Memórias de um Assassino, Doce de Menta), Hong Kyung (Classe dos Heróis Fracos) e Ryu Seung-beom (Novo Mundo, Mau Negócio), que prometem performances intensas e carregadas de emoção.

Um sequestro que desafia a história

O enredo se passa em 1970, quando um avião sul-coreano, pouco depois de decolar do Aeroporto de Haneda, em Tóquio, com destino a Itazuke, é tomado por sequestradores ligados à Facção do Exército Vermelho. Armados e determinados, os invasores exigem que a aeronave siga para Pyongyang. A situação, no entanto, rapidamente se complica, pois os países envolvidos não estavam preparados para lidar com uma emergência desse tipo.

É nesse cenário crítico que entra Nobody (Ninguém), uma figura misteriosa que atua nos bastidores, mas cujas decisões têm impacto direto sobre a operação de resgate. Ele recruta Seo Go-myung, um jovem e habilidoso tenente da Força Aérea, para ajudá-lo a negociar e agir em meio a uma situação de risco extremo. A tensão cresce a cada cena, com o público sendo levado a acompanhar cada decisão estratégica, cada negociação e cada risco enfrentado pelos personagens.

Elenco de destaque

Sul Kyung-gu, como Nobody, assume um papel central, interpretando um personagem que combina discrição e eficiência, quase invisível, mas decisivo em todos os momentos (Memórias de um Assassino, Doce de Menta). Hong Kyung, por sua vez, traz energia e sensibilidade ao papel do tenente Seo Go-myung, mostrando tanto sua habilidade estratégica quanto seu lado humano diante do perigo (Classe dos Heróis Fracos).

Ryu Seung-beom interpreta Park Sang-hyeon, diretor da inteligência coreana, um personagem complexo que atua como elo entre a ação militar e a inteligência secreta, adicionando camadas de tensão à narrativa (Novo Mundo, Mau Negócio). O elenco conta ainda com atores japoneses renomados, como Yamada Takayuki e Shiina Kippei, e com o veterano Kim Seung-o, reforçando o caráter internacional da trama e destacando a colaboração entre países que tentam evitar um desastre maior.

Direção e narrativa

Byun Sung-hyun não é apenas diretor, mas também roteirista de Good News. Ele é conhecido por construir narrativas intensas, com personagens complexos e dilemas morais profundos. No filme, ele mantém o equilíbrio entre ação, suspense e drama humano, mostrando que o risco não afeta apenas a vida dos passageiros, mas também a consciência e as escolhas daqueles que tentam salvá-los.

Ambientar a história nos anos 1970 permite que o diretor explore não só os desafios técnicos de um sequestro aéreo, mas também a tensão política entre Coreia do Sul, Japão e Coreia do Norte. A abordagem histórica enriquece a narrativa, mostrando como decisões estratégicas e negociações podem ter consequências imprevisíveis em nível internacional.

Produção e cenários

A produção do filme começou em setembro de 2024 e se estendeu até fevereiro de 2025. Locações e cenários foram cuidadosamente planejados para garantir autenticidade histórica. O Aeroporto Internacional de Gimpo, em Seul, foi transformado para se parecer com o Aeroporto Internacional de Pyongyang, criando um ambiente realista para as cenas de tensão envolvendo a aeronave.

A direção de fotografia aposta em cores sóbrias e iluminação dramática, reforçando a atmosfera de perigo e urgência. A edição e o design de som intensificam o suspense: o ruído constante de aviões, comunicações militares e alarmes mantém o espectador imerso na ação, aumentando a sensação de que cada decisão pode ser decisiva para a sobrevivência dos personagens.

Inspirado em fatos reais

Embora seja uma obra de ficção, Good News se inspira em um sequestro aéreo real ocorrido em março de 1970, envolvendo um avião de passageiros japonês. Ao dramatizar o episódio histórico, o filme consegue equilibrar fidelidade aos fatos com elementos cinematográficos que aumentam a tensão e o impacto emocional. A narrativa explora o que estava em jogo: vidas humanas, estabilidade política e decisões éticas sob pressão extrema.

Essa abordagem permite que o público não apenas acompanhe um thriller de ação, mas também compreenda a complexidade das relações internacionais da época e os dilemas morais enfrentados por agentes, militares e civis em situações de risco.

Estreia e exibição

O longa-metragem teve sua estreia mundial na seção Apresentações Especiais do Festival Internacional de Cinema de Toronto, em 5 de setembro de 2025. O filme recebeu elogios da crítica por sua tensão crescente, atuações consistentes e fidelidade histórica, além de ter sido destacado como uma produção de suspense envolvente e internacionalmente relevante.

O lançamento global na Netflix está marcado para 17 de outubro de 2025, permitindo que espectadores de todos os cantos do mundo acompanhem a história simultaneamente. A plataforma tem sido fundamental na difusão do cinema sul-coreano, oferecendo visibilidade para produções que, de outra forma, poderiam ter circulação limitada.

Hamnet: A Vida Antes de Hamlet lança trailer emocionante e já é apontato como favorito ao Oscar 2026

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O aguardado trailer de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet foi lançado nesta semana e rapidamente incendiou as redes sociais e os portais especializados em cinema. O vídeo antecipa a força dramática e a beleza visual do longa dirigido por Chloé Zhao, trazendo Jessie Buckley e Paul Mescal em interpretações intensas que prometem marcar a temporada. Baseado no romance de Maggie O’Farrell, o filme revisita a vida de William Shakespeare e sua família, tendo como ponto de partida a morte precoce de seu filho Hamnet, de apenas 11 anos. Abaixo, confira o vídeo:

Ainda antes da estreia oficial, a produção já é considerada por parte da imprensa americana como o grande favorito ao Oscar 2026, ocupando o mesmo espaço de reverência que Zhao conquistou com “Nomadland”, vencedor da estatueta de Melhor Filme e Melhor Direção em 2021.

Após explorar a vulnerabilidade dos nômades modernos em “Nomadland” e se arriscar no universo dos super-heróis com “Eternos”, Chloé Zhao retorna ao território que melhor domina: a contemplação da dor humana e a beleza escondida no cotidiano. Em “Hamnet”, a diretora se une à própria Maggie O’Farrell para adaptar o romance vencedor do Women’s Prize for Fiction, oferecendo ao público não uma cinebiografia tradicional de Shakespeare, mas um retrato íntimo de uma família abalada pela perda e de uma mulher, Agnes, que sustenta o lar diante da tragédia. Com imagens poéticas do diretor de fotografia Łukasz Żal (“Ida”, “Cold War”) e produção de Steven Spielberg, Zhao constrói uma narrativa que é ao mesmo tempo grandiosa e profundamente pessoal.

A trama acompanha William Shakespeare (Paul Mescal) e Agnes (Jessie Buckley) na Inglaterra do século XVI, mergulhando em sua vida doméstica e nos dilemas do casal após a morte do pequeno Hamnet (Jacobi Jupe). Longe de se fixar apenas no dramaturgo, o filme mostra o homem dividido entre a criação artística e o luto, enquanto Agnes emerge como protagonista silenciosa, guiando os filhos e tentando ressignificar a dor. Poucos anos depois da perda, Shakespeare escreveria “Hamlet”, peça que muitos acreditam carregar os ecos dessa tragédia. O longa, portanto, funciona como uma investigação emocional de como o sofrimento se transforma em arte eterna.

O filme reúne um elenco de primeira linha, capaz de equilibrar experiência e juventude. Jessie Buckley (The Lost Daughter, Men, Wild Rose) assume o papel de Agnes com intensidade visceral, descrita pela crítica como a alma do filme, enquanto Paul Mescal (Aftersun, Normal People, Gladiator II) encarna Shakespeare de forma humana e vulnerável.

Jacobi Jupe (A Quiet Place, Honeyboy) vive o filho Hamnet, cuja ausência se torna presença constante na narrativa. Ao lado deles, nomes como Emily Watson (Breaking the Waves, Chernobyl), Joe Alwyn (The Favourite, Conversations with Friends), Olivia Lynes (Matilda the Musical), Bodhi Rae Breathnach (This Is Going to Hurt) e Freya Hannan-Mills (Matilda the Musical) ampliam o núcleo familiar e dão corpo às tensões dramáticas. O elenco secundário ainda inclui David Wilmot (Intermission, The Guard), Elliot Baxter (The Spanish Princess), Dainton Anderson (The Last Kingdom) e Jack Shalloo (Kick-Ass 2), completando uma produção que já se destaca pela coesão e pela força das atuações.

Após sua première mundial no Festival de Telluride, onde foi ovacionado, “Hamnet” chega aos cinemas dos Estados Unidos em lançamento limitado em 27 de novembro de 2025, expandindo para todo o país em 12 de dezembro. No Brasil, o longa tem estreia confirmada para 29 de janeiro de 2026, com distribuição da Universal Pictures. A expectativa é alta: além das credenciais artísticas, o filme já aparece nas apostas de premiação como candidato forte nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Atriz (Buckley) e Melhor Ator (Mescal).

Resumo semanal da novela Caras e Bocas 09/04/2025 a 12/04/2025

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Capítulo 033 – Quarta-feira, 9 de abril
Dafne, determinada a retomar as rédeas da empresa, ameaça tomar o controle das mãos de Judith, que reage com frieza e cinismo. No ateliê, Simone tenta convencer Gabriel a ir embora, mas ele prefere esperar para confrontar Dafne. Em um momento de sinceridade, Dafne revela que aceitará se casar apenas para garantir sua herança. Nicholas escuta e oferece apoio incondicional.

Enquanto isso, Denis convence Socorro a preparar uma refeição especial para Xico, na tentativa de agradar o misterioso artista. Bianca, por sua vez, vai à joalheria com um único propósito: trocar o anel de noivado da mãe, demonstrando sua desaprovação quanto ao casamento arranjado. Na pensão, Anita chega de surpresa e flagra Anselmo e Ada conversando com Josefa, que imediatamente tenta disfarçar, negando a presença do garçom.

Na galeria, Gabriel confronta Dafne, e ela, sem rodeios, revela que seu noivado com Vicente é uma mera formalidade. A declaração o abala profundamente. Nicholas busca Léa no hospital e confirma o jantar de aniversário de Pelópidas, reforçando os laços familiares.

Milena conta à mãe que conhecerá a família de seu namorado e se mostra animada. Na galeria, Vicente chega justamente no meio da discussão entre Dafne e Gabriel, testemunhando o clima tenso. Bianca, em uma tentativa frustrada de se reaproximar do pai, acaba sendo rejeitada. Rebeca conta a Hannah que Tatiana está interessada em Benjamin, e incentiva a sobrinha a manter-se vigilante.

Frederico anuncia sua intenção de se casar com Léa, deixando Vicente chocado. Fabiano, após uma sequência de conflitos, decide demitir Adenor. Nicholas, por outro lado, leva Milena para sua casa enquanto todos esperam por ele no restaurante, criando mais desconfianças. Xico se delicia com os quitutes de Socorro, e Felipe tenta aproximar Bianca do pai novamente.

No entanto, Gabriel é surpreendido com uma intimação de despejo. Recusa-se a assinar, e, para protegê-lo, Socorro engole o documento, temendo que o filho seja preso.


Capítulo 034 – Quinta-feira, 10 de abril
Laís toma uma atitude inesperada e ordena que seu pai suspenda a ação de despejo contra Gabriel, o que o deixa surpreso. Nicholas, cada vez mais envolvido com Milena, promete se casar com ela, o que deixa Léa preocupada. Já Vicente, ao saber da intenção de Frederico em se casar com sua mãe, reage com indignação.

Irritados, Ernani e Zoraide repreendem Laís, mas ela se mostra satisfeita com sua decisão de ajudar Gabriel. Ivonete força Fabiano a devolver o dinheiro que havia confiscado de Adenor, revertendo o prejuízo causado pelo cunhado. Dafne começa a desconfiar das verdadeiras intenções de Léa com Frederico.

Enquanto isso, Dirce e Nelson demonstram apreensão com os passos de Milena. Bianca questiona Dafne sobre seus sentimentos por Gabriel, e a mãe se irrita com a insistência da filha. Gabriel, tocado pelo gesto de Laís, decide perdoá-la, deixando-a radiante.

Simone pede a Edgar que avalie as finanças da galeria, mas Dafne não gosta da interferência. Xico para de pintar, e Espeto percebe que o motivo pode ser a fome – talvez ele só crie bem quando está bem alimentado.

Em uma tentativa de reaproximação, Bianca pede desculpas a Gabriel e os dois se abraçam. Dafne vai provar o vestido de noiva, mas Simone nota seu desânimo evidente. Na galeria, Rebeca aparece com Hannah e provoca Tatiana, criando um novo confronto. Benjamin promete à prima que se afastará de Tatiana, o que deixa Hannah aliviada.

Vicente informa a Dafne que marcou a data do casamento, e ela se assusta com a proximidade. Nicholas, astuto, convence Vicente a sair para comemorar, e coloca uma substância em sua bebida sem que ele perceba. Todos aguardam ansiosamente o início da cerimônia.

Gabriel aparece na igreja e Bianca se anima. Felipe, no entanto, percebe que algo está errado, mas não consegue alertar Bianca. Quando Dafne entra na igreja, se depara com o altar vazio: Vicente não está lá.


Capítulo 035 – Sexta-feira, 11 de abril
Tomada pela raiva e frustração, Dafne acusa Gabriel de ter armado o sumiço de Vicente. Enquanto isso, Vicente acorda desorientado em uma praia distante, na Guiana Francesa, sem saber como foi parar lá. Judith e Nicholas assistem de longe à confusão e se divertem com o plano bem-sucedido.

A confusão na igreja só aumenta quando um grupo de dez noivas invade o local com seus convidados. Apesar da bagunça, Dafne insiste em permanecer, mas Gabriel a tira da igreja nos ombros, numa cena que mistura romance e caos.

Nicholas impede Milena de se aproximar de sua família, temendo que sua imagem perfeita seja manchada. Tentando esquecer Dafne, Gabriel decide esconder o quadro que ela lhe deu. Anita começa a desconfiar da estranha obsessão de Espeto com comida.

Dafne, desesperada para manter sua herança, afirma que precisa de um novo noivo o quanto antes. Simone, por sua vez, é vista comendo torta com as mãos, de forma voraz, deixando todos à sua volta intrigados com seu comportamento.

Judith exige que Nicholas encerre seu relacionamento com Milena para manter o plano em andamento. Gabriel desconfia dos passos de Anita e pede a Jandir que a siga. Cássio, solidário, tenta ajudar Josefa a se reconciliar com a filha.

Jandir, no entanto, esconde de Gabriel que viu Anita e Anselmo juntos. Em outro embate, Judith volta a ameaçar Dafne, que responde com firmeza: encontrará outro homem para salvá-la da ruína. Socorro tenta entender qual a ligação entre Gabriel e Frederico.

Tatiana vai até a joalheria e exige uma conversa com Benjamin. Já Gabriel decide convidar Laís para sair, e ela se encanta com a atenção. Para surpresa de todos, Vicente bate à porta da casa de Dafne.


Capítulo 036 – Sábado, 12 de abril
Vicente tenta se explicar, mas Dafne não acredita em uma só palavra e o expulsa de casa. A situação deixa Bianca surpresa, especialmente quando a mãe anuncia que irá procurar Gabriel. De volta ao lar, Vicente trata Léa com frieza, o que enfurece Frederico.

Léa, percebendo que algo está fora do lugar, avisa Judith sobre o retorno de Vicente. A vilã, então, exige que Nicholas conte uma versão convincente dos fatos. Enquanto isso, Socorro e Piedade acham estranho o súbito interesse de Denis em aprender a fazer coxinhas. Simone sente vontade de comer banana split, e Cássio estranha o comportamento da amiga.

Benjamin marca um encontro com Tatiana para esclarecer tudo. Vicente sofre ao perceber que Nicholas e Pelópidas não acreditam nele na empresa. Gabriel, decepcionado ao ver que Dafne continua obcecada pela herança, devolve o anel de noivado.

Xico rejeita as receitas de Denis, enquanto Cléo despeja seu ressentimento em Josefa, que tenta se reaproximar da filha. Adenor, após várias tentativas frustradas, consegue um novo emprego como ajudante de cabeleireiro.

Judith vibra ao descobrir que Edgar, namorado de Simone, é desonesto, enxergando aí uma nova vantagem. Josefa tenta alertar Milena sobre as intenções de Nicholas, mas a jovem ignora o aviso. Anselmo convida Anita para uma corrida no parque, onde ela se declara para ele.

Bianca surpreende ao sugerir que Dafne se case com Cássio, o que deixa a mãe indignada. Laís se alia a Tadeu e Ísis para montar um plano que a deixe a sós com Gabriel. Enquanto Dafne e Simone visitam Denis e observam as obras de arte, Xico, escondido na cozinha, se prepara silenciosamente para escapar pela janela.

Domingo Legal de hoje (13): Naldo Benny disputa com Moranguinho no Passa ou Repassa, De Quem é Essa Mansão? e Quem Arrisca Ganha Mais

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Foto: Reprodução/ Internet

Se o seu domingo anda meio sem graça, Celso Portiolli tem a receita certa: misture umas boas risadas, adicione famosos prontos pra levar torta na cara, salpique uns desafios malucos valendo uma bolada e finalize com uma pitada de invasão a mansões luxuosas. Resultado? Um Domingo Legal daqueles que viram assunto até na segunda-feira.

E já anota aí: é neste domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT.

🍰 Passa ou Repassa – torta, grito e pagode

Celso solta o grito de guerra e o jogo começa pegando fogo. De um lado, o time azul com a influenciadora Moranguinho e os sertanejos Danilo & Davi, que prometem não só encarar o quiz, mas também levantar a plateia com seus hits.

Do outro, o time amarelo vem afiado com o cantor Naldo Benny, a atriz Carol Bresolin e o influenciador Marcelo Mesquita. Eles vêm com tudo — e com sede de… torta na cara alheia. Porque no Passa ou Repassa, o conhecimento importa, mas o reflexo salva.

🏰 De Quem é Essa Mansão? – luxo, mistério e zoeira com GPS

Esqueça o “Lar Doce Lar”. Aqui, o trio formado por Celso, Pedro Manso (Fala Silva) e Marlei Cevada (Mileide) entra nas casas mais chiques do Brasil como quem invade o camarim do Oscar: com câmera na mão, bom humor na bagagem e aquele jeitinho maroto de tirar o mistério do ar.

A missão é simples (mentira, não é): descobrir quem é o dono da mansão. A graça? Está em tudo: nos palpites errados, nos detalhes extravagantes e nas reações hilárias do trio mais intrometido (e amado) da televisão.

💰 Quem Arrisca Ganha Mais – vale tudo (menos desistir)

Tem gente que joga pra ganhar e tem gente que joga pra mudar de vida. No Quem Arrisca Ganha Mais, duas duplas encaram provas tensas e decisões que fazem suar as mãos — tudo por um prêmio que pode chegar a 100 mil reais.

Vale apostar alto? Vale. Mas também vale respirar fundo, pensar rápido e torcer pra sorte estar de bom humor.

💥 Até Onde Você Chega? – coragem vale ouro (ou melhor, milhão)

Esse é o quadro que separa os ousados dos muito ousados. Com provas que parecem ter saído de um reality show radical e prêmios que piscam os olhos de qualquer um, os participantes enfrentam o desafio da vida por um lugar ao sol — e até 1 milhão de reais no bolso.

Aqui, não tem roteiro: cada passo pode ser o último… ou o primeiro de uma nova vida.

🌟 Domingo com cara de festa, programa com alma de auditório

O Domingo Legal deste dia 13 não entrega só entretenimento — entrega uma tarde inteira de barulho bom: aquele que mistura família rindo no sofá, torcida gritando com a TV e a clássica pergunta: “será que essa casa é do Neymar?”

Com Celso Portiolli no comando, é certeza: você vai rir, torcer, se surpreender e, quem sabe, se inspirar. Afinal, num programa em que qualquer um pode virar milionário, tudo pode acontecer.

Globo pode reprisar “Salve Jorge” no “Vale a Pena Ver de Novo” — novela polêmica pode voltar às tardes

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Foto: Reprodução/ Internet

A guerra de Morena pode estar prestes a recomeçar — e não nas ruas do Complexo do Alemão ou nos becos de Istambul, mas nas tardes nostálgicas da TV Globo. Longe de ser apenas uma reprise, a possível volta de Salve Jorge no Vale a Pena Ver de Novo representa a ressurreição de um grito abafado que, em 2012, ecoou mais alto do que muitos esperavam: o grito contra o tráfico internacional de mulheres. As informações são do Portal F5, da Folha de São Paulo.

E o que era para ser “só mais uma novela das nove” se tornou, com o tempo, um marco da teledramaturgia brasileira. Com seus altos e baixos, seus excessos e acertos, Salve Jorge sobreviveu às críticas iniciais e se transformou numa produção que pulsa com urgência até hoje.

Uma trama com DNA de denúncia

O mérito não é pequeno: a trama da TV Globo ousou dramatizar uma das formas mais cruéis de violação dos direitos humanos, ainda pouco explorada pela ficção brasileira até então. Ao colocar Morena — mulher, jovem, mãe solo, moradora de favela — como protagonista de uma rede de tráfico humano, Glória Perez não só deu rosto a um drama silenciado, como também desafiou o horário nobre a se olhar no espelho.

A novela é ficção, mas a realidade que a inspirou é mais crua do que qualquer capítulo. A personagem Jéssica, por exemplo, interpretada por Carolina Dieckmann, foi baseada em histórias reais como a de Fernanda Kelly Martins, assassinada na Europa após ser traficada. Outro caso emblemático citado pela autora foi o de Ana Lúcia Furtado, sobrevivente da mesma rede. A linha entre novela e denúncia social se embaralhou — e essa era justamente a intenção.

Morena: a protagonista que nasceu do povo

Quando Nanda Costa foi escalada para viver Morena, muitos torceram o nariz. Acostumados com rostos mais “glamourizados”, parte do público e da crítica não enxergou, de imediato, o que a atriz poderia entregar. Mas foi com entrega, suor, feridas expostas e olhos em brasa que Nanda transformou Morena em uma das protagonistas mais viscerais da década.

Filha de Lucimar (Dira Paes), mulher de fibra e coração, Morena surge como uma representação da juventude periférica brasileira: sonhadora, resiliente, vulnerável às armadilhas de um mundo que promete, mas cobra caro. A proposta de trabalhar na Turquia — vendida como um sonho — se revela um pesadelo que não é apenas dela, mas de milhares de mulheres brasileiras que desaparecem todos os anos em redes de tráfico.

Foto: Reprodução/ Internet

Lívia Marini: o rosto frio do horror

Toda heroína precisa de um antagonista à altura. E Lívia Marini, vivida com precisão cirúrgica por Cláudia Raia, entrou para o hall das vilãs inesquecíveis. Nada nela gritava “vilania”: elegante, bem-vestida, articulada, ela transitava por festas e bastidores de shows como se fosse uma executiva moderna. Mas por trás do batom vermelho e dos vestidos sofisticados, escondia-se uma mulher capaz de matar com um beijo.

A cena em que Lívia assassina Jéssica com uma seringa foi um dos momentos mais chocantes da novela — e permanece até hoje como símbolo da perversidade silenciosa que ronda esse crime. Ao lado dela, outros nomes como Wanda (Totia Meireles), Irina (Vera Fischer) e Russo (Adriano Garib) completavam a engrenagem do mal. Um sistema sem rosto definido — e, por isso mesmo, ainda mais assustador.

Helô: a delegada que virou fenômeno

Do outro lado da lei, a delegada Helô (Giovanna Antonelli) chegou como furacão. Não bastasse sua inteligência e tenacidade, ela também ditava moda. Seus brincos, bolsas, batons e vestidos renderam recordes de ligações para a Central de Atendimento da Globo. Mas o apelo da personagem ia além da estética.

Helô era a figura feminina no poder. Uma mulher que enfrentava quadrilhas internacionais, enquanto lidava com traições, maternidade e dilemas pessoais. Ao humanizar a autoridade, Glória Perez criou mais do que uma investigadora — criou um ícone. Tanto que, anos depois, a autora a reutilizou em Travessia, provando que alguns personagens não pertencem a uma só história.

Da favela à Capadócia: um enredo em contraste

A geografia de Salve Jorge também conta história. A novela alternava entre a realidade intensa e pulsante do Complexo do Alemão e a estética onírica das paisagens turcas. A Capadócia, com seus vales e balões, e a vibrante Istambul, se tornaram personagens coadjuvantes que ajudavam a contar os contrastes da trama.

Essa decisão estética reforçava a sensação de que Morena, ao sair do Brasil, mergulhava em um universo aparentemente mágico, mas profundamente hostil. A fotografia da novela, com tons quentes e contrastes fortes, acompanhava esse deslocamento físico e emocional.

Uma novela que virou utilidade pública

Salve Jorge pode não ter estourado de audiência no começo — ainda mais ao ser exibida na esteira de Avenida Brasil, um fenômeno sem precedentes. Mas recuperou fôlego. Ganhou o público aos poucos. E quando chegou ao fim, já havia cumprido um papel que ia além da televisão.

Casos como o da mãe que salvou a filha do tráfico ao reconhecer sinais exibidos na novela não são mitos urbanos: foram noticiados pela imprensa, discutidos em ONGs e reconhecidos por órgãos públicos. Salve Jorge entrou no Congresso, em debates sobre tráfico de pessoas. Entrou em salas de aula, em palestras. Saiu da tela para tocar o mundo real.

Reencontro com o público: por que agora?

A possível reapresentação da trama no Vale a Pena Ver de Novo não vem por acaso. O GloboPlay já vinha indicando um apetite crescente do público por tramas com fundo social. O streaming trouxe nova vida à novela, que aparece com frequência entre os títulos mais buscados da plataforma.

Além disso, a Globo aposta em reprises que vão além da nostalgia. A emissora reconhece que há espaço para reapresentar histórias que ainda têm algo a dizer — especialmente em tempos de retrocessos nos direitos das mulheres e aumento de casos de tráfico humano.

Uma obra imperfeita, mas necessária

Sim, a novela teve seus tropeços. A superpopulação de personagens, os núcleos paralelos que nem sempre se conectavam à trama principal e a caricatura em certos momentos foram alvo de crítica. Mas poucos duvidam da coragem da autora em colocar um tema tão espinhoso no horário nobre.

Glória Perez, ela mesma marcada por uma tragédia pessoal — o assassinato da filha, Daniella Perez, em 1992 —, sempre usou suas obras para ressignificar a dor e dar voz às vítimas. Em O Clone, abordou drogas. Em Caminho das Índias, a esquizofrenia e o sistema de castas. Em Salve Jorge, transformou a dor coletiva do tráfico de mulheres em uma saga de superação.

Homem-Aranha: Um Novo Dia ganha teaser destacando o uniforme do herói interpretado por Tom Holland

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Foto: Reprodução/ Internet

Nenhuma palavra. Nenhum rosto. Nenhuma explosão. Só detalhes do seu novo uniforme. Num ambiente totalmente escuro. O primeiro teaser de Homem-Aranha: Um Novo Dia, quarto filme do herói interpretado por Tom Holland, já está entre nós — e, mesmo sem mostrar praticamente nada, mostrou tudo o que precisava.

Lançado oficialmente pela Marvel Studios e Sony Pictures nesta sexta, 1º de agosto, o vídeo tem poucos segundos, mas carrega toneladas de simbolismo. Em vez de efeitos especiais ou cenas eletrizantes, o teaser aposta em algo mais minimalista. O uniforme vermelho e azul está de volta — agora com um visual mais artesanal, realista e sombrio. Não há vozes. Não há ação. Só escuridão, silêncio e um traje pendurado, como se esperasse pelo retorno de seu dono. A estreia do novo filme está marcada para 31 de julho de 2026, e o teaser chegou justamente para avisar: o herói pode ter sido esquecido por todos, mas ainda está aqui. Pronto para recomeçar.

Um uniforme novo — e velhas feridas

É impressionante o quanto um simples traje pode carregar significado. No caso do teaser, o uniforme não é apenas uma peça de figurino: é o símbolo do novo momento de Peter Parker. Mais contido, menos tecnológico, sem as marcas da era Stark, o traje remete diretamente às raízes do personagem nos quadrinhos clássicos — quando tudo o que ele tinha era sua coragem e sua agulha.

A ausência de elementos tecnológicos sugere que este novo Peter está mais próximo do chão, das ruas, da vida real. O que antes era impulsionado por inteligência artificial, sensores e nanotecnologia agora é apenas tecido costurado à mão. E essa escolha estética tem muito a dizer.

Se o traje mudou, é porque Peter também mudou. O teaser não precisa mostrar seu rosto para deixar claro: este é um herói em transição, lidando com as consequências de decisões devastadoras — e tentando, talvez, se reencontrar.

Um novo título, uma nova fase

O nome do filme, Um Novo Dia, já entrega muito da proposta. Em inglês, “A Brand New Day” é também o nome de um arco clássico dos quadrinhos da Marvel, lançado entre 2008 e 2009, em que Peter recomeça a vida após ter seu casamento com MJ desfeito por forças místicas. Sozinho, anônimo, ele volta a ser o “amigo da vizinhança”, enfrentando os problemas do cotidiano com o peso da solidão. A conexão com os quadrinhos é sutil, mas poderosa. O uniforme mostrado no teaser reforça esse paralelo: ele não brilha. Ele não voa. Ele sobrevive.

O que já foi confirmado — e o que ainda é mistério

Até o momento, poucas informações oficiais sobre a trama foram divulgadas. Sabe-se que Tom Holland retorna como Peter Parker, e que o filme está sendo dirigido por Destin Daniel Cretton, conhecido por Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis. O roteiro continua nas mãos da dupla Chris McKenna e Erik Sommers, que assinou os três filmes anteriores da franquia.

Zendaya (MJ) e Jacob Batalon (Ned) também estão confirmados no elenco. Mas, conforme o teaser mostra, o foco inicial da campanha de divulgação não está nesses reencontros, e sim no estado emocional do protagonista. Isso indica que o longa deve explorar o impacto da solidão em Peter, seu processo de reconstrução e a difícil escolha entre tentar reatar os laços do passado ou seguir adiante com uma nova vida.

O que esperar daqui pra frente?

Com o primeiro teaser divulgado, é provável que os próximos materiais promocionais revelem mais detalhes da trama. Mas, até lá, o que temos é uma ideia poderosa: o herói está quebrado, mas não derrotado. Esse pode ser o filme em que veremos o Peter mais introspectivo e humano do cinema. Um jovem adulto que precisa lidar com a ausência de tudo o que o definia — e que talvez precise descobrir quem é, pela primeira vez, longe de todos os espelhos e vínculos que o cercavam.

A Marvel está amadurecendo?

Se antes os filmes do MCU eram marcados por piadas rápidas, grandes batalhas e conexões incessantes com outras franquias, Homem-Aranha: Um Novo Dia parece seguir outro caminho. O teaser não vende espetáculo — vende melancolia. E isso pode indicar uma virada de tom.

Quarteto Fantástico e Vingadores: Doomsday inauguram a Fase 6

Ambos os longas marcam pontos-chave em uma nova era do MCU, introduzindo e reunindo personagens icônicos em tramas de escala cósmica — e profundamente pessoais. Enquanto o Quarteto é finalmente integrado ao universo principal da Marvel Studios, os Vingadores enfrentam sua maior ameaça desde Thanos: o Doutor Destino, interpretado por ninguém menos que Robert Downey Jr.

Lançado em julho de 2025, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos estabelece um universo retrofuturista singular, ambientado na Terra-828 de 1964. Dirigido por Matt Shakman, o filme apresenta a equipe formada por Reed Richards (Pedro Pascal), Sue Storm (Vanessa Kirby), Johnny Storm (Joseph Quinn) e Ben Grimm (Ebon Moss-Bachrach), já consolidados como celebridades e heróis mundiais.

O retorno de Robert Downey Jr. como vilão redefine o MCU

Marcado para 18 de dezembro de 2026, Vingadores: Doomsday será o clímax de uma década de narrativas e mundos que se entrelaçaram ao longo das fases do MCU. Dirigido pelos Irmãos Russo, o filme reúne uma escala de personagens inédita, de múltiplas franquias e linhas do tempo — incluindo os Vingadores atuais, os Wakandanos, os Novos Vingadores, os X-Men originais e o próprio Quarteto Fantástico.

O grande destaque da trama é a ascensão de Victor Von Doom, vivido por Robert Downey Jr., agora reimaginado como o novo antagonista central do multiverso. A troca de lados do ator mais emblemático do MCU, famoso por dar vida a Tony Stark, redefine as apostas e simboliza uma ruptura definitiva com a era anterior dos Vingadores.

Com roteiro de Michael Waldron e Stephen McFeely, Doomsday promete unir os sobreviventes da Saga do Multiverso contra uma ameaça única — não apenas pela força, mas pela inteligência estratégica e o poder místico de Destino. E se a aparição final em Quarteto Fantástico já sugeria sua conexão com Franklin Richards, é esperado que a criança tenha papel-chave na resolução — ou ampliação — da crise.

Fantástico deste domingo (03/08) recebe Junior, Whindersson Nunes e Fábio Assunção

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, 3 de agosto de 2025, o Fantástico vai ao ar com um trio de convidados que trazem, cada um à sua maneira, histórias que tocam fundo. O cantor Junior Lima, o humorista e artista multifacetado Whindersson Nunes e o ator Fábio Assunção se encontram no programa para dividir experiências de vida, redescobertas pessoais e novas fases profissionais que prometem mexer com o público. As informações são da TV Globo.

Junior: entre o vinil e a cura, um novo capítulo pessoal e musical

Junior Lima retorna aos holofotes com o projeto Solo – Vol. 2, e reserva um momento especial no Fantástico para falar não só de música, mas também da vida fora dos palcos. Durante a entrevista com Poliana Abritta, ele abre o coração sobre a fase delicada que viveu ao lado da esposa, Monica Benini, ao descobrir que a filha Lara, de apenas três anos, foi diagnosticada com síndrome nefrótica.

O relato é carregado de emoção e revela a fragilidade que nem o brilho artístico consegue blindar. “Foi um susto. A gente foi entendendo o que era junto com o diagnóstico, porque no início havia um desconhecimento que nos deixou muito aflitos”, conta Junior. Hoje, com o tratamento à base de corticoide surtindo efeito e Lara assintomática, o casal escolheu compartilhar a história para que outras famílias se sintam menos sozinhas em momentos parecidos.

No palco, Junior também canta. Ele traz ao programa faixas do novo álbum, como “Seus Planos”, “Cai a Chuva” e “Paraquedas”, além de relembrar um clássico nostálgico: “Enrosca”, que dividiu com a irmã Sandy ainda na juventude. “Sinto como se estivesse começando de novo. É difícil, claro, mas tem um gosto de descoberta, como se tudo fosse novidade outra vez”, revela o artista, que guarda em casa mais de 400 discos de vinil — uma paixão antiga que reflete sua conexão afetiva com a música.

Whindersson: o silêncio que virou entendimento

Também neste domingo, o programa exibe uma conversa franca entre a repórter Ana Carolina Raimundi e Whindersson Nunes. O humorista, que sempre usou o riso para tocar temas sérios, agora compartilha algo íntimo: o diagnóstico recente de superdotação — ou altas habilidades.

Para muitos, o termo pode soar como um rótulo de vantagem. Mas para Whindersson, foi uma chave que abriu portas internas. “Fez sentido. Algumas coisas que eu vivia na infância, a forma como eu criava, como eu absorvia o mundo, agora têm nome”, revela. E completa: “Minha busca hoje não é mais por aplauso. É por compreensão. Eu quero saber de onde vem a minha arte”.

O tom da conversa é reflexivo. Whindersson fala com maturidade sobre a relação entre genialidade e dor, produtividade e exaustão, fama e identidade. O riso continua lá, mas agora temperado por uma vontade real de entender a si mesmo — e ajudar outros a fazerem o mesmo.

Fábio Assunção: perguntas difíceis, respostas verdadeiras

No quadro Pode Perguntar, Fábio Assunção encara algo mais desafiador que qualquer papel da TV: um grupo de entrevistadores com transtorno do espectro autista, que o confronta com perguntas sinceras, diretas e cheias de afeto.

Em meio às perguntas, Fábio revisita escolhas da vida pessoal e profissional. Ele fala, por exemplo, sobre as ausências que marcaram a relação com os filhos. “Abdiquei de muita coisa. Ficava 15 dias com meus filhos, depois dois meses longe. Hoje isso está melhor resolvido, mas é algo que me doeu”, confessa.

O ator também reconhece as conquistas: os papéis marcantes, os reencontros com ele mesmo, o carinho do público. “Abri mão de muito, mas ganhei também. A gente não pode ter tudo. E tudo bem.”

O momento é delicado, honesto e sem filtros. Ao final, a conversa deixa no ar não uma lição, mas um convite à empatia — e ao olhar atento para o outro.

Crítica | Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda traz de volta o charme do clássico em sequência divertida e nostálgica

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Foto: Reprodução/ Internet

Duas décadas após conquistarem o público com a comédia adolescente Sexta-Feira Muito Louca (2003), Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan estão de volta em Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda, a sequência que resgata não apenas os personagens icônicos Tess e Anna, mas também a magia da fórmula corpo-trocado com uma nova roupagem emocional, atualizada e surpreendentemente madura. Dirigido por Nisha Ganatra e escrito por Jordan Weiss, o filme entrega uma comédia sensível e espirituosa, que respeita o legado do original sem deixar de se reinventar.

Na nova trama, reencontramos Anna Coleman (Lohan), agora adulta, mãe de uma pré-adolescente e prestes a se tornar madrasta. Tess (Curtis), por sua vez, vive uma fase consagrada: avó dedicada, vencedora do Oscar e com a mesma energia controladora de sempre. Quando as engrenagens da vida — e uma nova onda sobrenatural — as colocam de volta no corpo uma da outra, mãe e filha precisam, mais uma vez, se reconectar e repensar suas trajetórias. Só que agora há mais em jogo: duas famílias, gerações diferentes, responsabilidades complexas e um mundo que também mudou.

Ganatra, que tem experiência em projetos sensíveis com apelo cômico (The High Note, Late Night), acerta ao equilibrar o humor característico do primeiro filme com o peso emocional de duas mulheres que se amam profundamente, mas vivem em tempos e papéis distintos. A nova troca de corpos não é apenas um recurso narrativo repetido, mas um espelho para refletir sobre envelhecer, maternar, amar de novo e (re)aprender com o outro.

O carisma que atravessa o tempo

O maior trunfo do filme é, sem dúvida, a química intacta entre Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan. Se, em 2003, ambas entregaram performances hilárias e inesperadamente comoventes, em 2025 elas exibem um entrosamento ainda mais afiado, agora temperado com a bagagem da maturidade — delas enquanto atrizes e das personagens enquanto mulheres.

Curtis continua dominando com facilidade cada nuance cômica, e se diverte ao interpretar uma avó no corpo da filha adulta, enquanto Lohan, em um de seus retornos mais celebrados ao cinema, exibe uma delicadeza que não anula sua veia cômica. Seu timing permanece afiado, e há um brilho nostálgico em vê-la retornar ao papel que ajudou a eternizá-la como uma estrela da geração millennial.

Julia Butters, a jovem atriz revelada em “Era Uma Vez em… Hollywood”, também brilha como a filha de Anna. Ela oferece o contraponto de uma nova geração que assiste ao caos intergeracional com perplexidade, sarcasmo e, claro, uma dose de sabedoria precoce.

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Humor com coração

O roteiro de Jordan Weiss — criadora da série Dollface — opta por não reinventar completamente a roda. A estrutura segue familiar: as protagonistas trocam de corpos, enfrentam situações inusitadas no cotidiano da outra, criam embaraços públicos e finalmente descobrem, através dessa experiência, algo profundo sobre si mesmas. No entanto, o charme do filme está em como essa estrutura é revestida por novos temas.

Questões como envelhecimento, maternidade, luto, reconstrução familiar e até menopausa ganham espaço em meio ao riso fácil. Ao tratar dessas pautas sem perder o humor leve, o filme respeita sua audiência mais velha — aquela que cresceu com o original — ao mesmo tempo que oferece uma porta de entrada acolhedora para o público jovem.

Há cenas memoráveis: um jantar de noivado que descamba em caos corporal e emocional; um momento constrangedor (e hilário) de Tess, no corpo de Anna, tentando usar redes sociais; e uma tocante conversa entre as duas personagens num quarto de hotel, que remete diretamente ao clímax emocional do primeiro filme.

Nostalgia sem ser refém

A nostalgia é um ingrediente inevitável, mas felizmente Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda não se rende ao fan service fácil. As referências ao primeiro longa existem — uma menção ao show de rock adolescente, um flashback discreto, uma piadinha interna sobre a banda Pink Slip — mas funcionam como camadas adicionais e não como muletas narrativas.

Há, inclusive, um mérito na maneira como o filme se posiciona no universo da Disney sem precisar se tornar uma sequência “infantilizada”. Ele é mais maduro, mais introspectivo em certos momentos, e mais emocionalmente ambicioso do que se esperaria de uma comédia familiar padrão. Ainda assim, continua acessível, engraçado e encantador.

O peso da continuidade

Ganatra também acerta ao construir um universo visual que espelha o crescimento das personagens. A casa de Tess é agora mais elegante, mas ainda tem resquícios de sua personalidade controladora. Anna vive em um espaço mais orgânico e desorganizado, refletindo sua nova identidade como mãe e profissional. As escolhas estéticas — desde o figurino até a direção de arte — ajudam a contar a história com riqueza de detalhes, mesmo nos momentos mais caricatos.

A trilha sonora mistura canções atuais com músicas que evocam os anos 2000, criando uma ponte afetiva com o passado, mas sem parecer datada. A montagem tem ritmo ágil e preciso, fazendo com que mesmo os momentos mais absurdos pareçam verossímeis dentro da lógica do filme.

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Uma comédia com identidade própria

Ao final, o longa-metragem entrega exatamente o que promete — e mais um pouco. É um filme sobre família, sobre crescer e reaprender, sobre ceder espaço e retomar a escuta. Faz rir com sinceridade, emociona com suavidade e, principalmente, reafirma o poder do cinema de ser um reencontro: entre mãe e filha, entre gerações, entre atores e suas plateias.

Jamie Lee Curtis e Lindsay Lohan provam, mais uma vez, que carisma não tem prazo de validade. E que, sim, às vezes o raio cai duas vezes no mesmo lugar — e quando isso acontece com talento, empatia e propósito, só nos resta agradecer.

Saiba qual filme vai passar no Cine Aventura deste sábado (09/08)

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Neste sábado, 9 de agosto de 2025, o Cine Aventura da Record TV leva ao ar um dos thrillers de ficção científica mais comentados dos últimos anos: 57 Segundos, longa norte-americano de 2023 que combina ação, suspense e questionamentos éticos profundos sobre até onde o ser humano pode — ou deve — ir para alterar seu próprio destino.

Dirigido por Rusty Cundieff e baseado no conto Fallen Angel, do escritor britânico E.C. Tubb, o filme é estrelado por Josh Hutcherson (Jogos Vorazes, O Círculo) e pelo lendário Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Invictus). Com uma narrativa que une alta tecnologia, vingança pessoal e dilemas morais, a produção se destaca não apenas pelo ritmo acelerado, mas também pela reflexão que provoca no público.

Uma história que começa com perda e vingança

A trama acompanha Franklin Fausti (Hutcherson), um blogueiro de tecnologia movido por uma dor pessoal. Sua irmã gêmea, Natalie, morreu após desenvolver dependência de um poderoso analgésico chamado Zonastin, fabricado por uma das maiores farmacêuticas do mundo. O responsável por esse império é o inescrupuloso Sig Thorensen (Greg Germann), homem de negócios que não mede esforços para proteger seus lucros — mesmo que isso signifique esconder os efeitos devastadores de seus produtos.

Determinando a expor a verdade, Franklin investe seu tempo em investigar os bastidores da indústria farmacêutica, publicando matérias afiadas em seu blog. Sua chance de ouro surge quando consegue uma entrevista exclusiva com o magnata da tecnologia Anton Burrell (Morgan Freeman), conhecido por suas invenções revolucionárias e seu carisma no mundo corporativo.

O encontro que muda tudo

Durante a entrevista, Burrell se prepara para apresentar ao mundo sua mais nova criação: o Tri-Band 5, um dispositivo de saúde vestível capaz de ajudar no tratamento de doenças como diabetes, hipertensão e vícios sem o uso de medicamentos tradicionais. É um salto tecnológico que poderia transformar milhões de vidas.

Mas antes que a revelação seja concluída, um homem armado invade o evento. Franklin, agindo por instinto, intervém e salva Burrell. Na confusão, ele encontra um anel misterioso deixado para trás — aparentemente sem valor, mas que guarda um segredo impressionante: quem o usa pode voltar exatamente 57 segundos no tempo.

O poder e a tentação

No início, Franklin vê no anel uma oportunidade de resolver pequenos problemas: corrigir erros triviais, ganhar dinheiro em jogos de azar, conquistar a atenção de Jala (Lovie Simone), colega por quem sente atração. Mas a euforia inicial logo dá lugar a uma ambição maior: usar o poder para derrubar Thorensen e expor seus crimes.

O protagonista mergulha então em um jogo perigoso. Ele se infiltra na empresa de Thorensen, coletando provas de que o executivo sabia dos efeitos letais do Zonastin e tentou acobertar a morte de uma funcionária, Susan Miller, que denunciava as práticas ilegais.

Com a ajuda de seu amigo Andy, Franklin divulga as informações para a imprensa, provocando um terremoto no mundo corporativo.

A escalada da tensão

A vitória de Franklin, no entanto, é breve. Ciente de que está encurralado, Thorensen parte para o contra-ataque. Ele sequestra Franklin e tenta fugir de avião, mas a intervenção da polícia provoca uma pane na aeronave. O acidente é inevitável. Franklin sobrevive, mas o vilão encontra seu fim.

No desfecho, Burrell oferece a Franklin um lugar em sua equipe de pesquisa para desenvolver a tecnologia do anel. É uma proposta tentadora, mas ele recusa. O peso ético e o risco de abuso são grandes demais. Em um gesto definitivo, Franklin destrói o anel, convencido de que poder manipular o tempo é algo que ninguém deveria ter.

Entretenimento com reflexão

Embora o longa tenha todas as marcas de um blockbuster — perseguições, ação, efeitos visuais e reviravoltas —, ele também funciona como uma parábola sobre ambição, responsabilidade e limites morais. A premissa da viagem no tempo não é usada apenas como um recurso narrativo, mas como uma metáfora sobre segundas chances e sobre a tendência humana de querer controlar o destino.

A performance de Hutcherson é intensa, transmitindo bem o conflito entre desejo e prudência. Já Morgan Freeman, com seu carisma habitual, entrega um Burrell enigmático: não se sabe ao certo se ele é um benfeitor ou alguém que tem seus próprios interesses ocultos.

Os bastidores da produção

As filmagens do filme começaram em abril de 2022, em Lafayette, Louisiana. Antes disso, Freeman foi visto na cidade explorando locações e, segundo reportagens locais, chegou a contribuir com ideias para partes do roteiro.

Dirigido por Rusty Cundieff — conhecido por trabalhos que mesclam crítica social e entretenimento —, o longa também tem no roteiro Macon Blair, que ajuda a equilibrar a tensão com momentos de humor e humanidade.

O lançamento e a recepção

O filme estreou nos cinemas e no formato digital em 29 de setembro de 2023, distribuído pela The Avenue. A crítica especializada se dividiu: alguns elogiaram o ritmo e a originalidade da premissa, enquanto outros acharam que o roteiro poderia explorar mais as implicações filosóficas da viagem no tempo.

Ainda assim, o público que gosta de thrillers com toques de ficção científica encontrou em 57 Segundos uma opção vibrante e instigante.

Onde assistir além da TV

SeAlém da exibição na Record TV, o filme também pode ser encontrado em diferentes plataformas para quem prefere escolher o melhor horário para assistir. O filme está disponível no Telecine e no Adrenalina Pura, acessível para assinantes, garantindo qualidade de imagem e som de cinema. Já no Prime Video, é possível adquirir a produção em HD, com compra a partir de R$ 29,90, ideal para quem deseja ter o título sempre à disposição na biblioteca digital.

A ética da viagem no tempo: e se fosse você?

Um dos elementos mais interessantes da produção é a provocação que ele lança ao público: o que você faria se pudesse voltar menos de um minuto no tempo?.

Poderia parecer pouco, mas imagine as possibilidades: evitar um acidente, mudar uma frase mal colocada, impedir uma perda financeira. Por outro lado, como mostra o filme, cada interferência abre espaço para manipulação, abuso de poder e até vício.

Esse debate sobre o uso responsável da tecnologia ecoa temas atuais, como inteligência artificial e manipulação genética: até onde devemos ir? E quem decide quando é “longe demais”?

As atuações que sustentam o filme

Além da dupla protagonista, o elenco conta com Greg Germann no papel de um vilão calculista e frio, Lovie Simone como Jala, o interesse amoroso que representa para Franklin uma espécie de âncora emocional, e Bevin Bru e Sammi Rotibi em papéis de apoio que ajudam a construir a rede de aliados e adversários do protagonista.

Morgan Freeman, com sua presença inconfundível, dá peso à narrativa, criando um Burrell que transita entre a figura de mentor e a de enigma moral. Já Hutcherson prova que consegue carregar um papel principal com energia e vulnerabilidade.

Um thriller que conversa com o presente

Embora seja ambientado em um cenário fictício, 57 Segundos dialoga com preocupações muito reais: a ganância corporativa, a manipulação de informações e a relação entre tecnologia e saúde.

A escolha de colocar como antagonista uma indústria farmacêutica não é aleatória. O filme ressoa com debates contemporâneos sobre transparência, ética médica e o impacto de medicamentos no bem-estar da população.

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