No capítulo de A Viagem que vai ao ar nesta quarta-feira, 24 de setembro, Diná vai até a casa de Ismael acompanhada de Mauro e um segurança e tenta convencê-lo a desistir de levar Bia para a Europa. Ela ameaça revelar um dossiê que guarda contra ele, mas Ismael fica furioso e promete vingança. Sem saber se deve intervir, Bia escuta toda a conversa, enquanto Diná passa mal devido ao estresse.
Bia lê o dossiê, liga para Tato e decide fugir de casa. Diná garante a Estela que a filha não viajará com o pai, mas o psiquiatra recomenda que Hélio ainda não conheça Téo. Bia mostra as informações a Tato, que ri, revelando que já sabia de tudo, e depois vai embora, deixando a garota sozinha. Alexandre tenta entrar em contato com Bia, mas sem sucesso. Diná, então, se despede da mãe e da filha antes de viajar, enquanto Raul vai ao aeroporto se despedir delas. Mais tarde, Andrezza comunica a Raul que Diná passou mal e foi levada ao hospital.
No hospital, Estela pressente que algo grave ocorreu. Raul, tomado pela culpa, desabafa com Andrezza. Maroca visita Diná, que sonha com Otávio e pede que ele venha buscá-la. Enquanto isso, Bia chega a uma praia e quase é atacada por um homem, sendo salva por Igor, que a leva para sua casa. Diná informa a Maroca que, assim que fizer os exames, voltará para casa.
No meio da confusão, Ismael e Regina precisam se esconder em Itatiaia, e os moradores da vila hostilizam Carmem por causa do Mascarado. Estela culpa Raul pelo ocorrido com a irmã e ameaça não perdoá-lo caso algo aconteça com Diná. Enquanto isso, Igor observa Bia arrumar sua casa, e Lisa percebe a influência de Alexandre sobre Téo no hospital.
Estela e Alberto registram o desaparecimento de Bia na delegacia, enquanto Queiroz informa que Ismael está sendo procurado pela polícia. Diná finalmente volta para casa e se irrita com Maroca por ter jogado a orquídea no lixo, mas uma borboleta enviada por Otávio pousa sobre a flor, simbolizando que ele continua presente em sua vida. Diná deixa claro que não sofreria menos se parasse de receber as orquídeas de Otávio.
Téo recebe alta e volta para a casa de Diná, reafirmando que seu lugar é ao lado da esposa e da filha. Os jovens da vila se revoltam contra Carmem por causa do Mascarado, e Lisa acaba dormindo na casa dele após tomar um calmante. Mais tarde, Diná consente que Téo more com ela, mas ressalta que é apenas por ser pai de sua filha.
Entre intrigas e revelações, Carmem descobre que o Mascarado é Adonay. Após ver o jornal com sua história e ouvir suas explicações, ela desconfia do amor dele, e o Mascarado, sem máscaras, se revela por completo, deixando Carmem assustada e confusa diante da verdade.
O que vai rolar nos próximos capítulos de A Viagem?
Alberto conta a Tato sobre o desaparecimento de Bia, mas ele se mantém afastado do caso. Dudu visita Diná no hospital, enquanto Zeca revela a Agenor que vai se separar de Sofia. Tibério e Cininha procuram Carmem, e Andrezza afirma a Guiomar que Raul tinha razão: a mãe está prejudicando sua vida.
Estela e Alberto registram o sumiço de Bia na delegacia, e a jovem é procurada pelas ruas próximas à vila, sem sucesso. Diná retorna para casa e se irrita ao descobrir que Maroca jogou a orquídea no lixo, mas uma borboleta enviada por Otávio pousa sobre a flor, lembrando-lhe que continuará recebendo as flores do amado.
Andrezza pede conselhos a Diná para salvar seu casamento, e ela sugere que a cunhada procure um terapeuta. Téo recebe alta e volta para a casa de Diná, reafirmando que seu lugar é ao lado da esposa e da filha. Enquanto isso, os jovens da vila se revoltam contra Carmem por causa do Mascarado.
Lisa conversa com o Mascarado, recebe um calmante e acaba dormindo em sua casa. O pessoal da vila organiza uma festa em homenagem ao Mascarado, e Bárbara revela a Mauro que o ex-noivo de Carmem é o mascarado misterioso. Josefa pede a Diná que aceite Téo de volta, e a matriarca concorda, deixando claro que a decisão é apenas por ele ser pai da filha dela.
Estela continua procurando Bia no colégio, sem encontrá-la. Igor compartilha com Bia sua busca pela “essência da vida”, enquanto Ismael humilha Regina, escondidos no cassino da casa. Lisa decide recomeçar sozinha, compra roupas novas e confirma que terminou o namoro com Téo, que retorna para a casa de Diná.
Diná organiza que Téo durma no quarto de Patty, enquanto Tibério anuncia que ajudará crianças de rua com o apoio de Adonay. A vila se movimenta com as mudanças: Téo está de volta, Otávio se preocupa e decide vir à Terra, e Tibério se prepara para morar com o Mascarado e as crianças de rua, transformando a rotina de todos.
A terceira temporada de Euphoria, criada por Sam Levinson, segue firme na proposta de elevar o nível de intensidade emocional e deixar os personagens cada vez mais encurralados pelas próprias escolhas. Exibida pela HBO e lançada simultaneamente na HBO Max desde abril de 2026, a série continua no formato semanal, mantendo o público preso a cada novo capítulo.
Quando o episódio 5 estreia na HBO Max?
O episódio 5 da 3ª temporada de Euphoria chega no domingo, 10 de maio de 2026. A exibição acontece primeiro na HBO, às 21h no horário da costa leste dos Estados Unidos, e logo depois fica disponível na HBO Max no Brasil às 22h (horário de Brasília).
Como está organizado o calendário da temporada?
Episódio
Título
Data de estreia
Episódio 1
Ándale
Já disponível
Episódio 2
América, Meu Sonho
Já disponível
Episódio 3
A Balada do Paladino
Já disponível
Episódio 4
Kitty gosta de dançar
3 de maio
Episódio 5
This Little Piggy
10 de maio
Episódio 6
Fique parado e veja
17 de maio
Episódio 7
Faça chuva ou faça sol
24 de maio
Episódio 8
Confiamos em Deus
31 de maio
O que essa temporada está tentando mostrar?
A nova fase de Euphoria aposta ainda mais nas consequências das escolhas dos personagens. Tudo parece mais pesado, mais direto e com menos espaço para fuga. A série continua explorando temas como dependência emocional, identidade, relações quebradas e os efeitos de uma juventude marcada por excessos e fragilidades.
Essa temporada também teve um caminho longo até chegar ao público. As gravações começaram em 2023, mas o cronograma foi alterado algumas vezes, o que empurrou a estreia para 2026 e fez com que o desenvolvimento fosse mais fragmentado do que nas temporadas anteriores.
Por que essa temporada demorou tanto para chegar?
O intervalo maior entre as temporadas não aconteceu por acaso. A produção enfrentou pausas, reorganização de cronograma e ajustes internos que afetaram o ritmo das gravações. Em alguns momentos, parte do elenco chegou até a ser liberada para outros projetos enquanto a série estava parada. Mesmo assim, a HBO manteve a produção viva e garantiu que a história continuasse, ainda que em um ritmo mais lento e com mudanças no planejamento original.
O que aconteceu na temporada até agora?
Depois de terminar o ensino médio, Rue tenta levar uma vida mais discreta trabalhando em um pequeno comércio, mas a estabilidade dura pouco. Ela acaba sendo puxada de volta para o mundo das drogas quando Laurie entra em sua vida e transforma sua rotina em uma relação de dívida e dependência, onde cada escolha parece piorar ainda mais sua situação.
Com o tempo, Rue deixa de ser apenas uma usuária e passa a circular dentro da estrutura do tráfico. A convivência com figuras do crime faz com que sua realidade se torne cada vez mais perigosa, e o que antes era um problema pessoal começa a ganhar proporções muito maiores, colocando sua segurança em risco constante.
O que aconteceu com os outros personagens depois da escola?
Enquanto Rue afunda nesse cenário, seus antigos colegas seguem caminhos bem diferentes. Cassie e Nate vivem uma relação intensa e instável, tentando sustentar a ideia de um futuro juntos, mesmo cercados por problemas financeiros e segredos que ameaçam vir à tona a qualquer momento.
Maddy tenta se adaptar a uma nova fase da vida trabalhando com gestão de talentos e redes sociais, mas encontra obstáculos para se firmar profissionalmente. Lexi, por sua vez, começa a explorar o universo artístico e se aproxima do meio audiovisual. Já Jules vive uma fase de mudanças em Nova York, tentando equilibrar independência, relações pessoais e escolhas nem sempre seguras.
Como Rue acabou entrando em um ambiente ainda mais perigoso?
A situação de Rue se complica ainda mais quando ela passa a atuar diretamente para uma figura do crime chamada Alamo, ligada a casas noturnas. Durante uma das entregas que faz para ele, ocorre um incidente grave envolvendo drogas adulteradas, que resulta na morte de uma dançarina.
Esse evento coloca Rue em uma posição extremamente vulnerável dentro da organização, já que ela passa a ser vista como responsável pelo ocorrido. A partir daí, sua sobrevivência depende de decisões rápidas e de uma constante tentativa de escapar das consequências que parecem inevitáveis.
Como o crime interfere na vida pessoal dos personagens?
A temporada mostra como o ambiente criminoso começa a invadir todas as áreas da vida dos personagens. Rue se vê cada vez mais presa em situações fora de controle, enquanto disputas entre figuras como Laurie e Alamo criam um clima de tensão constante.
Esse cenário acaba afetando também as relações pessoais, já que qualquer ligação emocional passa a ser atravessada por interesses, medo e sobrevivência. O resultado é uma rede de conflitos que se espalha e atinge praticamente todos ao redor.
O que aconteceu com Cassie, Nate e Maddy nesse período?
Cassie e Nate seguem tentando manter um relacionamento que parece cada vez mais frágil. Mesmo com planos de casamento, os dois enfrentam pressões externas e problemas internos que vão corroendo a relação aos poucos, especialmente quando verdades escondidas começam a aparecer.
Maddy tenta encontrar estabilidade em um novo tipo de trabalho ligado à imagem e influência digital, mas lida com desafios constantes em um ambiente competitivo e instável. Sua trajetória reflete a dificuldade de reconstruir a vida após o fim da fase escolar.
O que aconteceu no casamento que mudou tudo?
O casamento de Cassie e Nate, que deveria ser um momento de celebração, acaba se transformando em um ponto de ruptura. Durante a cerimônia, problemas antigos ligados às dívidas e aos negócios de Nate aparecem de forma inesperada, mudando completamente o clima do evento.
A situação foge do controle quando pessoas envolvidas nesses conflitos surgem no local, expondo publicamente a fragilidade da vida que o casal tentava construir. Cassie, que acreditava estar vivendo um sonho, se vê diante de uma realidade completamente diferente.
A Globo exibe nesta segunda, 11 de maio, o filme Mais Que VencedoresnaSessão da Tarde, trazendo para a programação da tarde uma história que mistura esporte, drama e uma forte mensagem de superação pessoal. Lançado originalmente em 2019 com o título Overcomer, o longa faz parte do cinema cristão norte-americano e aposta em uma narrativa mais emocional, centrada em escolhas, identidade e persistência diante das dificuldades.
O filme acompanha John Harrison, interpretado por Alex Kendrick, um treinador de basquete que vê sua vida mudar quando a escola onde trabalha começa a perder alunos e famílias deixam a cidade por conta de problemas econômicos. Sem opções, ele acaba sendo direcionado a uma nova função inesperada: treinar corrida de longa distância. É nesse cenário que ele conhece Hannah Scott, vivida por Aryn Wright-Thompson, uma adolescente com asma que, apesar das limitações físicas, tenta encontrar seu espaço no esporte e na própria vida.
A relação entre os dois se desenvolve de forma gradual, indo muito além do ambiente esportivo. O que começa como um desafio técnico dentro das pistas de corrida acaba se tornando uma jornada de autoconhecimento, onde tanto treinador quanto atleta passam a lidar com suas próprias inseguranças e questionamentos. O filme aposta justamente nessa conexão humana para construir sua narrativa, sem depender de grandes reviravoltas ou ação intensa.
O elenco ainda conta com Shari Rigby, Priscilla Shirer, Cameron Arnett e Jack Sterner, que ajudam a reforçar o lado familiar e comunitário da história, um dos elementos mais presentes na produção. Cada personagem contribui de alguma forma para o desenvolvimento emocional dos protagonistas, criando um ambiente mais intimista e focado em relações humanas.
Dirigido por Alex Kendrick, o filme foi produzido com orçamento de aproximadamente US$ 5 milhões e conseguiu uma arrecadação em torno de US$ 38 milhões, resultado considerado positivo dentro do circuito de cinema cristão. A produção se destaca por apostar em uma abordagem simples, mas direta, focada em valores como fé, resiliência e propósito.
Na terça, 11 de maio, o filme A Redenção a coloca os espectadores dentro de uma grande emergência industrial, quando um acidente em uma refinaria desencadeia uma sequência de explosões e incêndios que se espalham rapidamente e colocam uma cidade inteira em risco.
Originalmente lançado como Lie Huo Ying Xiong (The Bravest), o filme é uma produção chinesa de 2019 dirigida por Tony Chan e baseada no livro de não ficção Zuishen De Shui Shi Leishui, do autor Bao’erji Yuanye. A história tem como ponto de partida o vazamento de óleo no porto de Xingang, evento real que inspirou a construção de um drama sobre coragem, perdas e decisões tomadas sob extrema pressão.
A narrativa acompanha uma equipe de bombeiros que é acionada após a explosão de um oleoduto na cidade de Dalian, na China. O que começa como uma ocorrência grave rapidamente se transforma em uma crise de grandes proporções, com incêndios se espalhando pela região e explosões que dificultam qualquer tentativa de controle imediato. No centro da história estão profissionais que precisam agir em condições extremas, enquanto o tempo se torna o maior inimigo.
O elenco conta com Huang Xiaoming, Yang Zi, Jiang Du e Zhuo Tan, que interpretam bombeiros e personagens diretamente envolvidos na tragédia. A direção de Tony Chan aposta em uma abordagem mais intensa, focada na tensão constante e no impacto humano por trás das operações de resgate.
Além do aspecto dramático, o filme também se destacou na China como um dos títulos lançados durante as comemorações do 70º aniversário da República Popular da China. Lançado em 2019, ele teve forte desempenho nas bilheteiras, arrecadando mais de 1,7 bilhão de yuans, cerca de 244 milhões de dólares, o que reforça seu alcance no mercado local.
A Sessão da Tarde de quarta, 13 de maio, o filme Estrelas Além do Tempo, uma produção baseada em fatos reais que resgata um capítulo importante, e por muito tempo pouco falado, da corrida espacial. O longa mostra como três matemáticas negras tiveram papel decisivo em projetos da NASA, mesmo enfrentando um ambiente marcado por racismo e desigualdade de gênero.
Lançado originalmente como Hidden Figures, o filme é um drama biográfico de 2016 dirigido por Theodore Melfi e inspirado no livro de Margot Lee Shetterly. A história acompanha Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, três mulheres que ajudaram a calcular trajetórias fundamentais para missões espaciais dos Estados Unidos, em um período em que a presença feminina e negra em áreas científicas era constantemente subestimada.
A trama se desenvolve no auge da corrida espacial, quando a NASA intensificava seus esforços para competir com a União Soviética. É nesse cenário que as protagonistas, interpretadas por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe, precisam provar diariamente sua competência em um ambiente hostil, onde talento muitas vezes não era suficiente para garantir reconhecimento.
O elenco também conta com Kevin Costner como o diretor da Space Task Group, Kirsten Dunst como uma das supervisoras da NASA e Mahershala Ali em um dos papéis ligados à vida pessoal de Katherine Johnson. A combinação de nomes reforça o equilíbrio entre o drama humano e o contexto histórico da produção.
O filme destaca não apenas a importância científica do trabalho dessas mulheres, mas também os obstáculos sociais que elas enfrentavam dentro da própria instituição. Situações de segregação racial, barreiras profissionais e a constante necessidade de provar capacidade fazem parte do cotidiano retratado na narrativa, que avança com forte carga emocional sem perder o foco na trajetória de superação.
Dirigido por Theodore Melfi, Estrelas Além do Tempo teve orçamento estimado em US$ 25 milhões e arrecadou mais de US$ 230 milhões mundialmente, se tornando um dos dramas biográficos de maior sucesso da década. O impacto do filme também foi ampliado pelo reconhecimento do público e da crítica, especialmente pela forma como humaniza figuras históricas muitas vezes esquecidas nos registros oficiais.
A Globo exibe nesta quinta, 14 de maio, o filme Amigos Para Sempre na Sessão da Tarde, trazendo uma história sensível que mistura drama familiar, lembranças do passado e a relação especial entre um homem e um animal. A produção aposta em uma narrativa leve, mas emocional, centrada em memórias que ajudam a reconstruir a própria identidade.
O filme acompanha Michael Kingley, um ex-empresário bem-sucedido que agora vive a aposentadoria e se dedica à família, especialmente à neta. Em determinado momento, ele começa a revisitar lembranças marcantes da infância e decide compartilhar com a menina uma história que mudou sua vida para sempre.
Nesse mergulho no passado, Michael relembra quando ainda era criança e viveu em uma região costeira isolada do sul da Austrália. Lá, ele resgata um pelicano órfão chamado Sr. Percival, dando início a uma amizade improvável que acaba marcando toda a sua trajetória. A convivência entre os dois se transforma em uma experiência de aprendizado sobre cuidado, liberdade e conexão com a natureza.
A história é baseada no romance Storm Boy, de Colin Thiele, publicado originalmente em 1964 e já adaptado anteriormente para o cinema em 1976. Nesta versão mais recente, dirigida por Shawn Seet, o filme busca atualizar a narrativa sem perder o tom clássico e contemplativo da obra original.
O elenco conta com Geoffrey Rush, que interpreta a versão mais velha de Michael Kingley, e Jai Courtney, que também participa da produção em um dos papéis ligados ao passado do protagonista. A atuação foca menos na ação e mais na construção emocional do personagem ao longo dos anos.
As filmagens foram realizadas na região do Coorong e em Adelaide, na Austrália, reforçando o cenário natural que é essencial para a atmosfera do filme. O ambiente isolado da costa ajuda a construir o tom introspectivo da história, que depende muito da relação entre o homem e a natureza para funcionar.
A emissora exibe nesta sexta, 15 de maio, o filme Minha Vida em Marte, uma comédia romântica brasileira que mistura humor, situações do cotidiano e reflexões sobre relacionamentos de longa duração. A trama acompanha uma mulher em meio a uma fase de desgaste no casamento e às mudanças emocionais que surgem quando a rotina começa a pesar mais do que o amor.
O filme mostra a vida de Fernanda, interpretada por Mônica Martelli, que é casada com Tom, vivido por Marcos Palmeira, e mãe da pequena Joana. Depois de anos juntos, o relacionamento começa a enfrentar uma crise marcada por desgastes, discussões e a sensação de que a convivência virou mais difícil do que leve. É nesse cenário que Fernanda passa a questionar se ainda faz sentido continuar no casamento ou seguir um novo caminho.
Durante esse processo, ela encontra apoio em Aníbal, seu sócio e melhor amigo, interpretado por Paulo Gustavo, que se torna peça fundamental nessa fase de dúvidas e decisões. A relação entre os dois traz leveza para a história, ao mesmo tempo em que ajuda a personagem principal a encarar questões pessoais com mais clareza, mesmo em meio ao caos emocional.
O elenco também conta com Fiorella Mattheis e outros nomes que ajudam a compor o universo ao redor da protagonista, reforçando o tom leve e cotidiano da narrativa. A direção é de Susana Garcia, que conduz a história com foco no equilíbrio entre humor e drama, explorando situações que fazem parte da vida adulta de forma mais direta e próxima do público.
Minha Vida em Marte é uma continuação de Os Homens São de Marte… e É pra lá que Eu Vou, sucesso anterior protagonizado por Mônica Martelli. Assim como o primeiro filme, a sequência também nasceu de uma peça de teatro escrita pela própria atriz, o que ajuda a manter o tom mais pessoal e confessional da narrativa.
Lançado em 2018, o filme teve uma recepção mista da crítica, mas foi um grande sucesso de público nos cinemas brasileiros. Com mais de 5 milhões de espectadores, a produção ultrapassou a marca de R$ 80 milhões em bilheteria, se consolidando como um dos filmes nacionais mais vistos do período recente.
Neste aguardado dia de sexta-feira, 29/12/2023, os entusiastas de emoções fortes e enredos cheios de suspense serão presenteados com uma oportunidade verdadeiramente empolgante: a exibição exclusiva do filme “O Motorista” (The Driver – Tailândia/2019) na eletrizante programação da Tela de Sucessos. Proveniente dos prestigiados estúdios Lionsgate, esta produção promete transportar os espectadores para um cenário apocalíptico, onde zumbis ágeis e letais desafiam a tenacidade da sobrevivência humana.
Nesse mundo pós-apocalíptico, onde zumbis ameaçadores vagueiam implacáveis, o protagonista Tony e sua família enfrentam uma luta inclemente pela sobrevivência em meio ao caos. A perda brutal da esposa de Tony para essas criaturas aterrorizantes desencadeia uma corrida frenética contra o tempo para garantir a proteção de sua filha. Sua missão imperativa é escoltá-la até um santuário lendário, um abrigo que supostamente oferece segurança contra a ameaça iminente dos zumbis. Contudo, uma sombra de incerteza paira: será que esse refúgio é real ou apenas uma fantasia?
Além da habilidosa atuação de Mark Dacascos, que domina tanto as cenas de ação quanto as nuances emocionais ao dar vida a Tony, o elenco é enriquecido por Julie Condra no papel da esposa de Tony. A participação de Noelani Dacascos adiciona uma dimensão peculiar de familiaridade à trama, interpretando a filha de Tony. A dinâmica entre esses membros da família, em meio ao tumulto zumbi, promete intensificar as emoções e profundidades do filme.
Sob a direção perspicaz de Wych Kaosayananda, cineasta tailandês especializado em filmes de ação e suspense, o enredo de “O Motorista” é habilmente tecido. Seu olhar aguçado para cenas de ação e sua maestria na criação de atmosferas carregadas de tensão transparecem no desenrolar da trama. Kaosayananda não apenas captura com destreza o cenário apocalíptico, mas também constrói sequências marcantes que mantêm o público à beira de seus assentos, ansioso pelo próximo desdobramento.
Esteja preparado para mergulhar em uma experiência cinematográfica singular, saturada de adrenalina e suspense, à medida que “O Motorista” se desenrola na telinha da Tela de Sucessos. Vale ressaltar que a classificação etária é de 16 anos, assegurando um conteúdo vibrante e fascinante para a audiência adulta.
Curiosidades do filme “O Motorista” “The Driver”, filme lançado em 1978 e dirigido por Walter Hill, é uma obra cinematográfica notável por diversos aspectos que contribuíram para sua singularidade e impacto duradouro no mundo do cinema. Abaixo estão algumas curiosidades e características marcantes que definem esse filme:
Estilo Visual e Influências Cinematográficas: “The Driver” é conhecido por seu estilo visual distinto, influenciado principalmente pelo trabalho do cineasta francês Jean-Pierre Melville, notadamente em seu filme “Le Samouraï”. A estética minimalista e as composições cuidadosamente elaboradas contribuem para a atmosfera única do filme.
Diálogos Minimalistas e Personagens Sem Nomes: O filme é notável pela escassez de diálogos, especialmente no caso do protagonista, conhecido apenas como “The Driver”. Essa escolha reflete a abordagem minimalista de Walter Hill, criando personagens arquetípicos cuja identidade é muitas vezes definida por seus papéis, como “The Detective” e “The Player”.
Cenas de Perseguição de Carros: Uma das características mais marcantes de “The Driver” são suas cenas de perseguição de carros. Estas são coreografadas com precisão, exibindo realismo e tensão. Essas sequências influenciaram diretamente produções posteriores, sendo frequentemente citadas como referência em filmes contemporâneos, como “Drive” (2011).
Trilha Sonora de Michael Small: A trilha sonora composta por Michael Small desempenha um papel fundamental na criação da atmosfera tensa do filme. A música contribui para a narrativa, complementando a estética visual e acentuando os momentos de suspense.
Recepção Crítica e Status Cult: Embora “The Driver” tenha recebido críticas mistas à época do lançamento, ao longo do tempo conquistou um status cult devido à sua abordagem única e à influência que exerceu em filmes subsequentes. Sua apreciação cresceu, destacando-se como uma obra precursora em termos de estilo e narrativa.
Influência em “Drive” (2011): A conexão entre “The Driver” e “Drive” é notável. O filme de 2011, dirigido por Nicolas Winding Refn e estrelado por Ryan Gosling, presta homenagem à obra de Walter Hill, reconhecendo sua influência na estilização visual, na abordagem dos personagens e nas cenas de perseguição de carros.
Horário de exibição da Tela de Sucessos Quanto ao horário de exibição, ajuste seus planos para sintonizar na Tela de Sucessos no dia 25 de agosto de 2023, a partir das 23h45, imediatamente após o programa do Ratinho, no SBT. Esta é uma oportunidade imperdível para imergir em um mundo repleto de ação, suspense e enigmas, enquanto a luta pela sobrevivência diante do apocalipse zumbi se desenrola diante dos seus olhos, proporcionando uma experiência eletrizante que ecoará muito além dos créditos finais.
Poucas histórias de vida mostram com tanta clareza que os caminhos da fama e do sucesso podem ser transformados pelo poder da fé, da coragem e do amor como a de Yudi Tamashiro e Mila. Eles, que se tornaram nomes conhecidos da televisão e da música brasileiras, vivem hoje um capítulo que foge dos holofotes tradicionais para abraçar um propósito maior: uma missão evangelística no Japão, país que une suas origens e sonhos. No programa The Noite com Danilo Gentili que será exibido nesta segunda-feira, 11 de agosto, o casal abrirá o coração para falar sobre essa nova fase, a chegada do primeiro filho, Davi Yudi, o lançamento do DVD Trono e o plano audacioso de largar tudo para recomeçar do zero em terras nipônicas. Mais do que um anúncio, a conversa será um convite para refletir sobre recomeços, superação e o poder de encontrar um significado maior na vida.
Yudi nasceu em 4 de agosto de 1992 em Santos, litoral de São Paulo, mas passou quatro anos da infância no Japão, terra de seus ancestrais. Foi nessa mistura cultural que se moldou o menino que, aos 9 anos, foi descoberto no programa Raul Gil e que rapidamente conquistou espaço na televisão brasileira, tornando-se apresentador do infantil Bom Dia & Cia ao lado de Priscilla Alcântara. Na música, Yudi também fez sua marca, transitando do hip hop ao sertanejo, lançando álbuns, vídeos e colecionando prêmios como o “Troféu Super Cap de Ouro” e o “Prêmio Jovem Brasileiro”. Apesar do sucesso e da fama, a vida não foi apenas um conto de glamour: momentos de dor, vícios e perdas testaram sua força e fizeram com que ele buscasse algo além do que o brilho das câmeras poderia oferecer. Foi na fé que encontrou esse caminho, um reencontro com ele mesmo e com Mila, a mulher que viria a ser sua companheira e parceira de vida.
Mila, que também teve sua trajetória marcada pela música e pelo entretenimento, lembra com carinho e emoção os tempos de infância, quando o destino ainda não havia os unido definitivamente. Anos depois, foi em um evento evangelístico que seus caminhos se cruzaram novamente, desta vez para nunca mais se separarem. “Eu reencontrei o Yudi e vi um homem transformado. O Yudi daquela época eu não voltaria nem ferrando”, contou ela com sinceridade. As palavras refletem uma transformação profunda, fruto da busca por sentido e do enfrentamento de desafios que todos, de alguma forma, enfrentamos em nossas vidas.
Foto: Reprodução/ Internet
Hoje, o casal celebra a chegada do primeiro filho, Davi Yudi, um presente que simboliza a renovação, o amor e a continuidade da missão que escolheram abraçar juntos. Mais do que isso, anunciam o lançamento do DVD gospel Trono, um projeto que expressa seu compromisso com a música de fé e com o desejo de levar uma mensagem de esperança a quem precisa. Mas talvez o anúncio mais impactante seja o plano de se mudarem para o Japão, a terra natal de Yudi, para iniciar uma missão evangelística em um país onde o evangelho ainda é pouco falado, porém muito verdadeiro quando encontrado.
O desafio de recomeçar do zero no Japão
“Poucas pessoas sabem, mas nós vamos largar tudo aqui e morar no Japão, começar do zero. Queremos evangelizar lá, um país em que o evangelho é pouco falado, mas, onde existe, é muito verdadeiro. Estamos tirando o visto agora e o nosso plano é ir a partir de novembro, se der tudo certo”, revela Yudi, mostrando uma coragem que muitos apenas sonham em ter. Mila reforça o sonho antigo que agora ganha forma: “Meu sonho sempre foi ir para lá viver e criar o meu filho. Essa era uma das coisas que eu tinha no meu coração e agora vou realizar.”
A decisão de começar do zero, longe dos confortos conhecidos, é um ato de fé e uma demonstração clara de que o verdadeiro valor da vida está no propósito, e não nas posses ou no reconhecimento social. Para o casal, o Japão representa mais que uma mudança geográfica; é o símbolo da união entre passado e futuro, cultura e espiritualidade, desafio e esperança. Eles sabem que não será uma tarefa fácil. O país tem uma cultura única, tradicional, com uma espiritualidade própria que, embora não amplamente aberta ao evangelho cristão, tem uma sinceridade que o casal admira e quer respeitar.
Superação e fé
A trajetória de Yudi é marcada por altos e baixos, sucessos e quedas, mas sobretudo por uma luta constante pela própria redenção. Depois de perder o pai, um dos momentos mais difíceis de sua vida, ele também enfrentou vícios e o esvaziamento das falsas amizades e aplausos superficiais. “Foi na dificuldade que eu me agarrei em Deus e comecei a me desprender das falsas amizades e falsos aplausos. Fui tratando dentro de mim a ponto de me sentir seguro e encontrar uma missão na minha vida. É isso o que eu faço hoje. Prego a palavra de Deus para as pessoas que também estão perdidas, querem encontrar um rumo na vida e se sentirem amadas”, revela ele.
Foto: Reprodução/ Internet
Construindo uma família com propósito
Para Mila, a caminhada ao lado de Yudi é uma continuação do reencontro espiritual e emocional que os uniu. O casal vive uma rotina de trabalho focada em levar mensagens de fé e esperança por meio da música e da evangelização, criando um ambiente sólido para a chegada e crescimento de Davi. “Criar o nosso filho num lugar diferente, com uma cultura diferente, mas com o mesmo fundamento de amor e fé, é o que nos move”, diz Mila com um sorriso que revela orgulho e serenidade.
Música que toca o coração e transforma vidas
O lançamento do DVD Trono é um marco simbólico e real desse momento. Com músicas que falam de superação, amor divino e transformação, o projeto mostra um lado artístico renovado e comprometido com a missão espiritual do casal. A música, que sempre foi uma paixão e uma profissão para ambos, agora se torna um canal para levar conforto, esperança e renovação a quem ouve.
O futuro no Japão
O recomeço no Japão simboliza também uma oportunidade de testemunhar de perto a pluralidade cultural e espiritual do mundo, uma chance de aprender, compartilhar e crescer. O país, conhecido pela tecnologia avançada e pelas tradições milenares, oferece um campo fértil para o casal plantar sementes de fé, respeitando e dialogando com a realidade local.
Yudi e Mila, com toda a sua história, mostram que não importa quantas vezes você precise recomeçar, o fundamental é ter um propósito claro e um coração aberto para as mudanças. Eles se tornam um exemplo de que a vida é feita de ciclos, e que a verdadeira vitória está na capacidade de se reinventar, de encontrar forças na fé e no amor, e de caminhar com coragem rumo ao desconhecido.
O Superman voltou ao topo. O longa de James Gunn já ultrapassou a marca dos US$ 600 milhões em bilheteria mundial, sendo US$ 315 milhões apenas nos Estados Unidos, consolidando-se como um dos maiores sucessos recentes da DC. É o primeiro filme do estúdio a alcançar tal feito desde The Batman (2022), mostrando que, mesmo em um cenário de saturação do gênero de super-heróis, o público ainda tem fome de histórias bem construídas e personagens icônicos.
O desempenho do filme não é apenas um triunfo financeiro. Ele representa uma superação histórica em comparação com outras encarnações do Superman. A versão de Henry Cavill, em O Homem de Aço (2013), arrecadou US$ 291 milhões nos EUA, enquanto Liga da Justiça (2017) somou US$ 229 milhões. Gunn não apenas ultrapassou essas marcas, mas também elevou o padrão de estreia do personagem, consolidando uma bilheteria doméstica que se mostra promissora para toda a fase inicial do Universo DC (DCU).
Recordes e pré-estreias
O filme estreou com US$ 122 milhões nos Estados Unidos, configurando a maior estreia solo de Superman no país. O recorde anterior pertencia a O Homem de Aço, com US$ 116 milhões, e agora fica para trás diante do sucesso da nova produção. Além disso, nas pré-estreias, o longa se tornou o maior lançamento da carreira de James Gunn, um dado que reforça a força do cineasta ao trazer um herói clássico de volta à relevância moderna.
O impacto internacional também é notável. No Brasil, o filme arrecadou cerca de US$ 2 milhões apenas nas pré-estreias, mostrando que o público nacional continua entre os mais engajados com o personagem. As sessões lotadas em capitais, combinadas com ações de marketing, eventos com influenciadores e a tradição de fãs de quadrinhos, ajudaram a consolidar o sucesso do filme no país e reforçam a posição de Superman como ícone global.
Uma nova visão para o herói
Mais do que números, o filme busca renovar a narrativa do herói. Clark Kent, interpretado por David Corenswet, é mostrado como um jovem repórter em Metrópolis, ainda em início de carreira como Superman. Essa abordagem humaniza o personagem, mostrando-o vulnerável diante de dilemas éticos e da opinião pública, especialmente após ser manipulado por Lex Luthor e seu clone, Ultraman, durante um conflito internacional.
O roteiro de Gunn equilibra sequências de ação grandiosas — incluindo confrontos com Ultraman e a intervenção da Liga da Justiça — com momentos intimistas, como reflexões na Fortaleza da Solidão e interações com sua família adotiva na fazenda dos Kent. Essa alternância entre espetáculo e introspecção permite que o público compreenda não apenas o poder de Superman, mas também seus conflitos internos, reforçando a ideia de que um herói não é definido apenas por suas capacidades físicas, mas também por suas escolhas e valores.
Inspirado na HQ All-Star Superman, o filme mantém elementos clássicos, como a relação entre Clark e Lois Lane, enquanto introduz novos personagens e situações que pavimentam o futuro do DCU. Essa renovação cria espaço para histórias futuras com Supergirl, Lanterna Verde, Mulher-Maravilha e outros integrantes da Liga da Justiça, garantindo coerência narrativa e continuidade.
Elenco e atuações
O desempenho do elenco contribuiu significativamente para o sucesso crítico e de público. David Corenswet apresenta uma interpretação equilibrada, capaz de transmitir tanto a vulnerabilidade quanto a força de Superman, sem depender exclusivamente de efeitos visuais ou de nostalgia. Ao seu lado, Rachel Brosnahan entrega uma Lois Lane independente, espirituosa e essencial para a narrativa, enquanto Nicholas Hoult constrói um Lex Luthor sofisticado, calculista e ameaçador, capaz de atuar tanto nos bastidores políticos quanto como antagonista direto.
A química entre Corenswet e Brosnahan é frequentemente apontada como o coração emocional do filme. Já Hoult impressiona pela intensidade, mostrando que um vilão bem construído pode tornar a história mais crível e engajante, sem perder o caráter grandioso que um antagonista de Superman deve ter.
Recepção crítica e popular
A estreia no TCL Chinese Theater, em Los Angeles, marcou uma recepção calorosa da crítica e do público. Especialistas descreveram o filme como “divertido, enérgico e emocional”, e muitos apontam que esta é a melhor versão cinematográfica do herói desde os filmes de Richard Donner, nos anos 1970. NoRotten Tomatoes, o longa ultrapassa 83% de aprovação, enquanto no CinemaScore recebeu nota A, evidenciando a aceitação sólida dos espectadores.
Superman como pilar do novo DCU
Além do sucesso financeiro e de público, Superman estabelece as bases de um universo compartilhado. O filme inaugura oficialmente o Capítulo 1: Deuses e Monstros, uma fase planejada para expandir a presença de heróis como Supergirl, Lanterna Verde e Mulher-Maravilha. Para a Warner e a DC, o desempenho da obra é decisivo: após anos de resultados instáveis e adaptações criticadas, a produção oferece a oportunidade de reconstruir a confiança do público, mostrando que personagens icônicos podem ser revisitados com qualidade e fidelidade à sua essência.
Ao mesmo tempo, a narrativa de Gunn demonstra que o gênero de super-heróis ainda possui espaço para histórias que combinam emoção, ação e reflexão. Superman não é apenas um símbolo de força, mas também de esperança, idealismo e resiliência — valores universais que continuam a atrair o público independentemente das décadas que se passam.
A Netflix já definiu quando o público poderá assistir a um dos lançamentos mais aguardados do mês. O filme Peaky Blinders: O Homem Imortal, que dá continuidade direta à consagrada série britânica, estreia nesta sexta-feira, 20 de março, a partir das 4h da manhã no horário de Brasília. O horário segue o padrão global da plataforma, que libera seus conteúdos simultaneamente em diversos países.
A produção marca o retorno do universo de Peaky Blinders, exibida entre 2013 e 2022 e considerada um dos maiores sucessos da televisão britânica contemporânea. Ao longo de seis temporadas, a série construiu uma narrativa centrada na ascensão de Thomas Shelby, líder de uma organização criminosa em Birmingham, e se destacou pela combinação de drama histórico, política e conflitos familiares.
Agora, o filme assume a missão de expandir essa trajetória, levando o protagonista para um novo momento de sua vida e inserindo a história em um contexto ainda mais amplo. Thomas Shelby, novamente interpretado por Cillian Murphy, aparece em uma fase mais introspectiva, afastado das operações criminosas e vivendo isolado no campo. No entanto, esse distanciamento não significa tranquilidade.
A narrativa se desenvolve em meio aos acontecimentos da Segunda Guerra Mundial, introduzindo uma trama que envolve uma operação da Alemanha nazista para desestabilizar a economia britânica por meio da produção de moeda falsa. Esse pano de fundo histórico amplia o alcance da história e posiciona Shelby diante de uma ameaça que ultrapassa os limites do crime organizado, conectando sua trajetória a conflitos de escala global.
Mesmo longe da vida que o tornou conhecido, o personagem continua lidando com os traumas acumulados ao longo dos anos. A perda de sua filha Ruby permanece como uma presença constante, reforçando o tom melancólico que marca essa nova fase. Esse elemento emocional se soma à necessidade de enfrentar novos desafios, criando um contraste entre o passado violento e a tentativa de reconstrução pessoal.
A direção do longa fica por conta de Tom Harper, que já havia trabalhado na série original, enquanto o roteiro é assinado por Steven Knight, criador do universo Peaky Blinders. A continuidade criativa garante que o filme mantenha a identidade narrativa estabelecida ao longo dos anos, ao mesmo tempo em que busca renovar a proposta com novos conflitos e personagens.
O elenco também combina rostos conhecidos e novas adições. Retornam à trama nomes como Sophie Rundle, Stephen Graham e Ned Dennehy, reforçando a conexão com a série original. Ao mesmo tempo, a produção incorpora atores como Rebecca Ferguson, Tim Roth e Barry Keoghan, ampliando o universo narrativo e trazendo novas dinâmicas para a história.
Antes de chegar ao catálogo da Netflix, o filme teve uma estreia especial em Birmingham, cidade que serve como cenário central da trama, além de exibições limitadas nos cinemas. Esse lançamento híbrido reforça a estratégia da plataforma de valorizar grandes produções com eventos presenciais, ao mesmo tempo em que mantém o foco na distribuição global via streaming.
A expectativa em torno do filme é alta, especialmente entre os fãs que acompanharam a trajetória de Thomas Shelby ao longo dos anos. Mais do que uma simples continuação, O Homem Imortal se apresenta como uma evolução da narrativa, ao explorar novas camadas do personagem e ampliar o contexto histórico em que ele está inserido.
Ao levar a história para o período da guerra, o longa também se aproxima de temas mais amplos, como poder, sobrevivência e as consequências de decisões passadas. A proposta é manter o tom sombrio e sofisticado que marcou a série, mas com uma abordagem mais expansiva, capaz de dialogar com um público ainda maior.
Homem em Chamas, nova produção da Netflix, chegou ao catálogo trazendo uma mistura de ação, drama psicológico e conspiração internacional. A série apresenta John Creasy, um ex-mercenário das Forças Especiais marcado por traumas profundos, que tenta sobreviver aos próprios demônios enquanto é arrastado de volta para um mundo de violência.
Interpretado por Yahya Abdul-Mateen II, Creasy vive com Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e tenta reconstruir a vida após perdas pessoais devastadoras. Mas quando um amigo próximo é morto, ele entra em rota de vingança e passa a proteger a filha do companheiro, iniciando uma jornada que o coloca no centro de uma conspiração muito maior do que imaginava.
Qual é a história da série?
A trama acompanha John Creasy em um momento de fragilidade emocional e instabilidade psicológica. Depois de anos no campo de batalha, ele tenta encontrar algum tipo de recomeço longe da violência. No entanto, ao aceitar um trabalho de segurança no Brasil, acaba mergulhado novamente em um universo de crimes, corrupção e interesses ocultos.
O que parecia uma tentativa de reconstrução pessoal rapidamente se transforma em uma guerra particular. Creasy descobre que está envolvido em uma rede de conspiração que atravessa diferentes camadas sociais e políticas, sendo forçado a voltar ao uso da força como única forma de sobrevivência.
Quem faz parte do elenco?
O elenco reúne nomes de destaque do cinema e da televisão, com uma composição que reforça o tom intenso da produção. A série é estrelada por Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman, Watchmen), e conta ainda com Billie Boullet (The Worst Witch) e Bobby Cannavale (Boardwalk Empire, Ant-Man), formando o trio central que sustenta os principais conflitos da narrativa.
Como o Rio de Janeiro é retratado na série?
Um dos destaques da série é o uso do Rio de Janeiro como cenário central da história. A cidade não funciona apenas como pano de fundo, mas como elemento ativo da narrativa, influenciando o clima de tensão constante.
A produção explora contrastes sociais e urbanos, passando por diferentes regiões da cidade, incluindo o bairro do Leblon, que aparece como símbolo de luxo cercado por perigo e instabilidade.
As gravações também ocorreram parcialmente na Cidade do México, ampliando a escala da produção. Entre os momentos mais impactantes, está uma sequência de grande destruição em área urbana, reforçando o tom de thriller intenso da série.
Final da 1ª temporada: História encerrada ou começo de algo maior?
O desfecho da primeira temporada não entrega uma conclusão definitiva. Em vez disso, a série resolve apenas parte dos conflitos principais e deixa diversas pontas abertas, especialmente em relação ao destino de John Creasy e ao real alcance da conspiração.
Essa escolha narrativa sugere que o universo da produção ainda pode ser expandido, caso haja continuidade. O final funciona mais como um ponto de transição do que como um encerramento completo.
Homem em Chamas vai ganhar 2ª temporada?
Até o momento, a Netflix não confirmou oficialmente uma segunda temporada de Homem em Chamas. A decisão depende de fatores como audiência global, desempenho nas primeiras semanas e engajamento do público.
Mesmo sem confirmação, o formato da série e o final em aberto indicam que há espaço claro para continuação. O passado de Creasy, somado às consequências da conspiração apresentada, abre caminho para novos desdobramentos narrativos.
O suspense O Jogo do Predador não perde tempo tentando construir um universo complexo. A proposta é direta e, justamente por isso, funciona com precisão: colocar uma personagem fragilizada emocionalmente dentro de um cenário onde cada decisão pode significar vida ou morte. Estrelado por Charlize Theron, o filme constrói sua força ao explorar o desgaste físico e psicológico de uma mulher que já começa a história carregando um trauma difícil de superar.
Antes mesmo da perseguição começar, o roteiro estabelece um ponto crucial. Sasha não está fugindo de alguém, mas de si mesma. Após perder o companheiro em um acidente durante uma escalada, ela se isola em uma região remota tentando lidar com a culpa. A morte dele não foi apenas um acidente. Em um momento limite, ela precisou soltar a corda que os mantinha presos para não cair junto. Sobreviveu, mas ficou marcada por essa escolha.
É esse detalhe que transforma toda a experiência do filme. Quando a ameaça surge, ela não está apenas lutando para viver. Está confrontando uma decisão que nunca conseguiu processar.
Como a perseguição começa?
O encontro com o personagem de Taron Egerton acontece de forma quase banal, em um posto de gasolina isolado. Ele se apresenta como alguém comum, prestativo, até simpático. Indica um caminho alternativo, sugere uma trilha pouco conhecida. Nada parece fora do lugar naquele primeiro contato.
O problema é que o filme trabalha justamente com essa quebra de expectativa. No dia seguinte, todo o equipamento de Sasha desaparece. O cenário muda de forma abrupta. O homem que parecia inofensivo revela sua verdadeira intenção e estabelece as regras de um jogo perverso. Ela terá alguns minutos para correr antes de ser caçada.
A partir daí, o filme abandona qualquer construção mais lenta e mergulha em uma perseguição contínua. Não há tempo para planejamento, nem espaço para erro. O ambiente natural passa a funcionar como extensão do perigo, com rios violentos, terrenos instáveis e áreas onde qualquer distração pode ser fatal.
O que torna o vilão tão perturbador?
O antagonista não se limita à figura de um caçador. Ao longo da narrativa, o filme revela uma camada ainda mais inquietante. Ele não apenas mata, mas consome suas vítimas. A descoberta acontece quando Sasha é capturada e levada para uma caverna subterrânea, onde encontra corpos preservados e sinais claros do que realmente está acontecendo.
Esse momento altera completamente o tom da história. A perseguição deixa de ser apenas física e ganha um peso psicológico muito mais intenso. A protagonista percebe que não está diante de um criminoso comum, mas de alguém que transforma a violência em ritual.
Ainda assim, o filme evita longas explicações. O passado do personagem permanece em segundo plano. O foco está na ameaça imediata e na forma como ela afeta Sasha.
Sasha morre ou sobrevive?
Sasha sobrevive, mas não sem atravessar um dos momentos mais extremos da narrativa. A fuga da caverna acontece de maneira improvisada. Sem alternativas, ela se joga em um rio subterrâneo, sendo arrastada pela correnteza até uma cachoeira.
A sequência marca uma virada importante. O impacto da queda fere o perseguidor, que perde parte de sua mobilidade. Pela primeira vez, o equilíbrio da situação muda. Ele ainda representa perigo, mas já não possui o mesmo controle absoluto.
Presos em um desfiladeiro, os dois se veem obrigados a cooperar para sair dali. Amarrados pela mesma corda, precisam escalar juntos. A tensão dessa sequência não está apenas no risco de queda, mas na imprevisibilidade da relação entre eles. Qualquer movimento pode ser interpretado como traição.
Como acontece o desfecho?
A resolução acontece de forma silenciosa, quase calculada. Perto do topo, Sasha encontra um ponto onde consegue agir sem ser vista. Em vez de atacar diretamente, ela altera a posição da corda, prendendo-a em uma estrutura instável.
O gesto exige precisão. Não há espaço para hesitação. Quando o antagonista percebe o que está acontecendo, já é tarde. Ao tentar se apoiar, ele perde o equilíbrio e cai do penhasco.
A morte não é apenas o fim da perseguição. Ela carrega um significado muito maior dentro da história.
Por que esse final é tão importante?
O filme constrói um espelhamento claro entre o início e o fim. No acidente que matou seu companheiro, Sasha precisou soltar a corda para sobreviver. Aquela decisão, tomada em desespero, se transformou em culpa constante.
No confronto final, a situação se repete, mas com outro peso. Dessa vez, ela escolhe soltar a corda de forma consciente, não para fugir, mas para interromper a ameaça. O gesto deixa de ser um erro inevitável e passa a ser uma ação deliberada.
Essa inversão dá sentido ao arco da personagem. Não se trata apenas de escapar com vida, mas de ressignificar o próprio passado.
O que acontece depois da sobrevivência?
Após a queda, Sasha consegue deixar o local e é resgatada. O filme sugere que ela colabora com as autoridades, ajudando a localizar vítimas e esclarecer os crimes. Ainda assim, não existe um encerramento confortável.
O trauma permanece. A perda continua presente. O que muda é a forma como ela lida com isso. A experiência vivida não apaga o passado, mas altera sua relação com ele.
Vale a pena assistir até o final?
O Jogo do Predador sustenta sua proposta ao evitar excessos narrativos. A história segue um caminho direto, sem subtramas desnecessárias ou soluções artificiais. Cada escolha feita pela protagonista impacta imediatamente o rumo da narrativa.
O final entrega exatamente o que o filme constrói desde o início: uma luta constante entre vulnerabilidade e reação. Sasha não se transforma em uma figura invencível. Ela continua errando, sentindo medo e sendo empurrada ao limite.
A TV Globo exibe na Tela Quente desta segunda, 11 de maio, um resumo especial da série Matlock: Uma Advogada Improvável, produção que virou uma das grandes surpresas recentes da televisão americana ao reinventar um clássico dos anos 1980 com uma proposta totalmente diferente, mais dramática e carregada de suspense.
A trama acompanha Madeline “Matty” Matlock, personagem vivida por Kathy Bates, que aparentemente retorna ao mercado de trabalho depois de décadas afastada da advocacia. Em um primeiro olhar, ela parece apenas uma senhora tentando reconstruir a vida após dificuldades financeiras e perdas familiares. Mas a realidade por trás da personagem é muito mais sombria.
Na verdade, Madeline esconde uma identidade secreta. Rica, experiente e extremamente inteligente, ela se infiltra em um poderoso escritório de advocacia de Nova York com um único objetivo: descobrir quem ajudou a encobrir documentos ligados à crise dos opioides, tragédia responsável pela morte de sua filha Ellie.
Qual é a verdadeira história por trás de Matty?
O grande diferencial de Matlock: Uma Advogada Improvável está justamente no fato de a produção ir muito além do formato tradicional de casos jurídicos da semana. Embora cada episódio apresente julgamentos, investigações e disputas nos tribunais, existe uma narrativa maior sendo construída lentamente nos bastidores.
Madeline assume a identidade de uma viúva sem dinheiro para conseguir emprego na influente firma Jacobson Moore. A intenção dela é usar sua inteligência e experiência para investigar quem dentro da empresa ocultou provas que poderiam ter evitado milhares de mortes causadas por medicamentos opioides.
Enquanto resolve processos complexos e conquista a confiança dos colegas, Matty também manipula situações, invade arquivos, planta escutas e coleta informações escondidas dentro do próprio escritório. Isso transforma a série em uma mistura interessante de drama jurídico, suspense investigativo e thriller psicológico.
Ao longo da primeira temporada, a personagem vai descobrindo que o caso envolvendo sua filha é muito maior do que imaginava e que praticamente todos dentro da empresa podem esconder algum segredo importante.
Quem está no elenco da série?
Além de Kathy Bates liderando a produção, a série reúne um elenco bastante forte. Skye P. Marshall interpreta Olympia Lawrence, uma das advogadas mais respeitadas da Jacobson Moore e chefe direta de Matty. Inicialmente desconfiada da nova funcionária, ela acaba criando uma relação complexa de amizade e rivalidade com a protagonista.
Jason Ritter vive Julian Markston, advogado influente do escritório e um dos principais suspeitos no caso investigado por Madeline. Já Leah Lewis interpreta Sarah Franklin, jovem associada que aos poucos percebe que Matty talvez esconda muito mais do que aparenta.
A produção ainda conta com nomes conhecidos da televisão americana, como Beau Bridges, Justina Machado e Gina Rodriguez, que aparece na segunda temporada como uma agente especial do Departamento de Justiça.
A série tem ligação com o Matlock clássico?
Sim, mas de uma maneira diferente do que muita gente imagina. A nova versão é inspirada na clássica série Matlock, estrelada originalmente por Andy Griffith, mas funciona praticamente como uma releitura moderna.
Na nova produção, a série antiga existe dentro do próprio universo da história. O nome “Matlock” é adotado por Madeline justamente porque sua filha era fã da versão clássica protagonizada por Andy Griffith.
Apesar da homenagem, a trama atual aposta em um tom muito mais sério, emocional e investigativo. Em vez de focar apenas em julgamentos, a narrativa explora temas como corrupção corporativa, dependência química, luto familiar e manipulação dentro do sistema judicial.
Por que a série chamou tanta atenção nos Estados Unidos?
Desde sua estreia na CBS, em setembro de 2024, Matlock rapidamente virou um dos maiores sucessos da emissora. A combinação entre mistério contínuo, drama familiar e casos jurídicos ajudou a produção a conquistar altos índices de audiência.
A atuação de Kathy Bates também virou um dos pontos mais elogiados da série. A atriz consegue equilibrar momentos de humor ácido, fragilidade emocional e manipulação estratégica sem deixar a personagem caricata. Em muitos episódios, Matty parece uma senhora simpática e inofensiva. Em outros, ela surge quase como uma investigadora obcecada, disposta a ultrapassar limites para descobrir a verdade.
Outro fator que ajudou no sucesso foi justamente o formato da narrativa. Diferente de séries jurídicas mais tradicionais, Matlock constrói um mistério central que evolui ao longo dos episódios, mantendo o público constantemente tentando descobrir quem está mentindo dentro da Jacobson Moore.
Quantas temporadas a série já tem?
A produção estreou oficialmente em outubro de 2024 e rapidamente garantiu renovação para novos anos. A segunda temporada chegou em outubro de 2025 e expandiu ainda mais a investigação envolvendo os documentos escondidos pela empresa farmacêutica WellBrexa.
Os episódios mais recentes aprofundaram os conflitos entre Matty, Olympia e Julian, revelando segredos importantes ligados ao encobrimento do caso dos opioides. A reta final da primeira temporada, inclusive, entregou algumas das maiores reviravoltas da série até agora, colocando alianças em xeque e mudando completamente a percepção do público sobre determinados personagens.
O sucesso acabou sendo suficiente para garantir também uma terceira temporada, anunciada oficialmente em janeiro de 2026.