Paulistar deste sábado (09/08) destaca a história da Calçada do Samba e o legado da família Mina no Jardim Almanara

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No próximo sábado, 9 de agosto de 2025, o programa Paulistar convida o público para mergulhar em uma das histórias mais inspiradoras da Zona Norte de São Paulo: a da Calçada do Samba, no Jardim Almanara, Brasilândia. Em uma edição carregada de emoção, música e afeto, a apresentadora Valéria conduz uma verdadeira viagem pelo coração cultural e comunitário da região, revelando como a família Mina transformou sua casa e calçada em um ponto de encontro onde o samba é mais que música — é resistência, identidade e cura coletiva.

O samba que nasceu da porta de casa

A abertura do programa já dá o tom do episódio. Ao som de “Alguém Me Avisou”, de Dona Ivone Lara, interpretada por Luiz Mina, o espectador é transportado para o clima caloroso da Brasilândia. As imagens mostram crianças brincando na rua, vizinhos conversando nas calçadas e tambores sendo afinados, enquanto a voz de Luiz embala memórias e sentimentos.

No centro dessa história estão Dona Ivani e Seu Luiz, casados há 68 anos, protagonistas de um amor que atravessou décadas e crises, sempre com o samba como pano de fundo. Entre sorrisos e olhares cúmplices, eles relembram como chegaram ao bairro e como, pouco a pouco, sua casa se tornou um farol de cultura e convivência.

— “O samba sempre esteve com a gente. Não é só música, é como a gente aprendeu a resistir e a se alegrar, mesmo nas dificuldades”, diz Dona Ivani, com a voz embargada.

Seus cinco filhos cresceram embalados por rodas de samba improvisadas na sala, no quintal e, mais tarde, na própria calçada. Assim nasceu, há dez anos, a Calçada do Samba, um movimento espontâneo que hoje é patrimônio afetivo da comunidade.

Do quintal para o bairro: a força da união

O Jardim Almanara, como muitos bairros da periferia paulistana, é feito de histórias de superação. O programa mostra como a família Mina soube transformar a simplicidade da vida cotidiana em um legado cultural. A cada encontro na Calçada do Samba, vizinhos e amigos encontram não só música, mas também um espaço seguro para compartilhar, rir e lembrar.

O episódio traz depoimentos emocionantes de moradores que viram no samba uma forma de superar perdas, enfrentar crises e celebrar conquistas. Há relatos de quem conheceu o espaço em um momento difícil e encontrou ali acolhimento e incentivo para seguir.

— “Eu vinha aqui só para ouvir, depois comecei a cantar. Foi assim que voltei a acreditar em mim”, conta uma moradora, com lágrimas nos olhos.

A força empreendedora do bairro

O Paulistar também abre espaço para mostrar como o espírito comunitário do Jardim Almanara vai além da música. Valéria visita um restaurante que se tornou referência local, comandado por Flávio, morador e empreendedor nascido e criado na região. Ele relembra as ruas da infância e revela como decidiu investir no próprio bairro, transformando memórias em oportunidade.

— “Aqui é minha raiz. Quis criar um negócio que valorizasse o que temos de melhor e que trouxesse movimento para a nossa comunidade”, afirma Flávio. Seus planos de expansão prometem gerar empregos e fomentar ainda mais a economia local.

A Igreja de Zinco e a fé que une

Outro ponto de destaque no episódio é a Igreja Santo Apóstolos, carinhosamente apelidada de Igreja de Zinco. Sua arquitetura chama atenção: o teto em formato de Bíblia é símbolo da persistência e da criatividade dos moradores.

Carlos e Vânia, dois dos filhos de Dona Ivani e Seu Luiz, contam histórias vividas no templo e refletem sobre como a diversidade religiosa sempre foi respeitada na família. Católicos, evangélicos e umbandistas convivem lado a lado, reforçando a ideia de que, no Jardim Almanara, a fé é mais ponte do que muro.

— “A gente aprendeu cedo que respeito é a base de tudo. Aqui, ninguém precisa deixar de ser quem é para fazer parte da roda”, diz Vânia.

Cultura viva na Casa de Cultura da Brasilândia

O roteiro do programa também passa pela Casa de Cultura da Brasilândia, espaço que ganhou nova vida após reformas e hoje pulsa com atividades culturais. Valéria participa de aulas de samba rock e cavaquinho, e conhece o trabalho das trancistas locais, que transformam cada penteado em uma afirmação de identidade e orgulho da beleza negra.

A visita evidencia como a arte, a moda e a música se entrelaçam na preservação da memória e no fortalecimento da autoestima comunitária.

A grande roda: 10 anos de Calçada do Samba

O clímax do episódio chega com a roda de samba especial em homenagem aos dez anos da Calçada. O encontro reúne gerações da família Mina, vizinhos e amigos, todos unidos em um círculo onde a música dita o compasso do afeto.

Carlos abre cantando “Foram Me Chamar”, enquanto olhares e aplausos aquecem a noite. Em seguida, Vânia faz um discurso emocionado, relembrando momentos em que o samba foi cura para tristezas profundas.

O encerramento fica por conta de uma convidada especial: Eliana de Lima, que interpreta seu clássico “Desejo de Amar”. Sua presença sela a importância da Calçada como símbolo da força cultural periférica, reconhecida além dos limites do bairro.

— “A periferia é um celeiro de talento, e espaços como este são fundamentais para manter nossa história viva”, declara Eliana.

Resumo da novela História de Amor de hoje (28) – Rafaela revela a gravidez de Paula

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No capítulo da novela História de Amor de hoje, quinta, 27 de agosto, Bruno surpreende Joyce ao convidá-la para viajar com ele, deixando-a dividida entre o entusiasmo e a dúvida sobre aceitar o convite. Enquanto isso, Valkíria revela a Helena e Marta que viveu um envolvimento com Assunção, causando espanto e abrindo espaço para novas tensões no grupo.

Em um acesso de fúria, Mariana se vinga de Neusa e corta seu vestido de noiva com uma tesoura, sem medir as consequências de sua atitude. Pouco depois, a passadeira chega para finalizar o trabalho no vestido e encontra a peça destruída. No hospital, Rafaela liga para Daniel, mas a ligação é ouvida por Tânia. Ao perceber a presença de Carlos na recepção da clínica, Tânia desliga o telefone às pressas e, em seguida, avisa Sheila sobre o que escutou.

Daniel, preocupado, aconselha Rafaela a não contar a Carlos que Paula está grávida, temendo as repercussões da revelação. Sheila, intrigada, encontra Helena e comenta que Paula está doente, mas a reação da médica é de desconfiança, como se houvesse algo a mais por trás da situação. Enquanto todos lidam com suas intrigas, Neusa entra em choque ao ver seu vestido de noiva completamente rasgado. A emoção é tanta que ela desmaia diante de todos, transformando o momento em um verdadeiro escândalo.

Vem aí nos próximos capítulos de História de Amor

Paula e Helena têm um confronto tenso no apartamento de Carlos. Determinada, Paula não se intimida e insiste em entrar, mesmo diante da resistência de Helena. Entre provocações e alfinetadas, Paula deixa escapar que ligou para a casa de Helena e que Joyce afirmou que a mãe não morava mais lá. Diante de Carlos, Paula revela o que vinha guardando: está grávida. O impacto é imediato. Ele não acredita nas palavras da jovem e, abalado, decide procurar Daniel para confirmar a notícia.

Enquanto isso, Joyce passa por um drama íntimo: ao amamentar Alice, percebe que seu leite secou. Desesperada, pede ajuda a Lu, que se prontifica a apoiá-la nesse momento delicado. Sentindo-se derrotada, Helena procura Sheila. Com o coração em pedaços, admite que Sheila tinha razão: sua história de amor com Carlos acabou. A médica, manipuladora e calculista, aproveita a fragilidade da amiga, lhe oferece um calmante e, em seguida, parte atrás de Paula.

No estacionamento de um shopping, uma perseguição alucinada tem início. Paula é encurralada, e em meio ao caos, acaba atropelada por um carro. O destino de mãe e filho fica subitamente em risco. Após o atropelamento, Sheila é a primeira a agir. Chama uma ambulância e liga para Carlos, informando sobre o acidente de Paula. A notícia cai como uma bomba. Enquanto isso, a amizade entre Zuleika e Lu começa a florescer. As duas se aproximam e compartilham planos que podem mudar o rumo de suas vidas. Roseli, revoltada, conta a Assunção e Valkíria o que Joyce fez com Helena, expondo as atitudes da jovem.

No hospital, Sheila tenta se mostrar solícita, mas seus gestos levantam suspeitas. Ela deixa um bilhete para Helena, dizendo que saiu para “resolver o problema das duas”. Mais tarde, comunica a Carlos que Paula perdeu o bebê. Chocado, ele pede à moça que prometa não revelar nada a Olga, temendo que a avó não suporte a dor dessa notícia. Daniel, ao lado de Carlos, começa a ligar os pontos: há algo estranho na forma como tudo aconteceu. Ambos percebem que Sheila pode estar diretamente envolvida no acidente. Carlos vai atrás dela na sala de espera, mas Sheila já não está mais lá.

Enquanto todos tentam lidar com a tragédia, Helena decide caminhar sozinha pela praia, sem avisar a ninguém, em busca de silêncio para sua dor. Na casa de Helena, Joyce volta a humilhar Ritinha. Marta, cansada das ofensas, explode. Em um momento de coragem, dá uma bofetada em Joyce e revela a verdade cruel: ela não é filha de Helena. O choque toma conta da jovem, que vê seu mundo desmoronar diante da revelação que pode mudar para sempre sua identidade.

Homem-Aranha 4 – Um Novo Dia | Foto dos bastidores do filme reúne Tom Holland, Jacob Batalon e Zendaya

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Poucos heróis dos quadrinhos alcançaram tamanha conexão emocional com o público quanto o Homem-Aranha. Desde sua criação por Stan Lee e Steve Ditko, em 1962, Peter Parker tornou-se um espelho das fragilidades humanas, representando aquele jovem que precisa equilibrar problemas cotidianos com a responsabilidade de salvar o mundo. Essa essência se mantém viva nas telas, e cada nova produção do herói reacende a paixão de milhões de fãs. Agora, o aguardado quarto filme da franquia estrelada por Tom Holland começou a ganhar vida, e uma simples foto do set já foi suficiente para movimentar a internet.

Na imagem, que podemos ver logo acima, vemos Tom Holland ao lado de Zendaya e Jacob Batalon, os intérpretes de MJ e Ned Leeds, respectivamente. A presença do trio, que conquistou plateias em De Volta ao Lar (2017), Longe de Casa (2019) e Sem Volta Para Casa (2021), confirma que, mesmo após os eventos dramáticos que redefiniram suas trajetórias, o elo entre eles segue sendo um dos pilares narrativos da franquia. O detalhe mais comentado foi a camiseta do MIT usada por Ned, lembrando o momento em que Peter, no filme anterior, abriu mão de tudo para garantir que os amigos pudessem realizar o sonho de estudar na prestigiada universidade.

Reencontros aguardados e reforços de peso

Zendaya retorna como MJ, papel que a consolidou como uma das intérpretes mais versáteis de sua geração, com trabalhos marcantes em Euphoria, Duna e Malcolm & Marie. Sua química com Tom Holland continua evidente, mas agora enfrenta um novo desafio: interpretar uma personagem que perdeu suas memórias afetivas mais profundas. O reencontro com Peter promete ser carregado de sentimentos contraditórios, adicionando camadas emocionais intensas ao filme.

Jacob Batalon também retorna como Ned Leeds, em uma versão renovada do personagem. Estudando no MIT, Ned explorará novas facetas de inteligência e ambição, abrindo espaço para caminhos narrativos diferentes. Nos quadrinhos, o personagem chega a assumir a identidade do Duende Macabro, e fãs especulam se o MCU poderá introduzir elementos dessa trajetória no futuro.

Entre os reforços do elenco, Jon Bernthal retorna como o Justiceiro. Depois de conquistar fãs com sua interpretação intensa em Demolidor e O Justiceiro (séries da Netflix), Bernthal traz agora a tensão entre o idealismo de Peter Parker e a violência extrema de Frank Castle, criando dinâmicas dramáticas únicas.

O elenco ainda inclui Sadie Sink (Stranger Things), interpretando uma personagem inédita e misteriosa, Liza Colón-Zayas (The Bear) e Tramell Tillman (Severance), além do retorno de Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk, oferecendo um contraponto mais experiente ao jovem herói. E, embora já esteja confirmado o núcleo principal, os fãs continuam atentos aos rumores sobre a possível volta de Charlie Cox como Matt Murdock/Demolidor, que se encaixaria perfeitamente na proposta urbana do filme.

A Europa como palco da Nova York de Peter

O início das filmagens em Glasgow transformou pontos icônicos da cidade escocesa em ruas movimentadas de Nova York. Locais como Merchant City, George Square e Trongate receberam placas, letreiros e veículos que recriaram a atmosfera da Big Apple com perfeição. Essa escolha não é inédita: a arquitetura de Glasgow já foi utilizada em outras produções para simular cenários americanos, oferecendo autenticidade com mais controle logístico.

Enquanto isso, o Pinewood Studios, em Buckinghamshire, Inglaterra, abriga as cenas gravadas em soundstage, incluindo sequências complexas que dependem fortemente de efeitos visuais. Essa alternância entre locações reais e tecnologia de ponta reforça o cuidado da equipe em entregar uma obra que seja tanto grandiosa quanto fiel à essência do herói.

Entenda o significado do título filme

O título oficial, Um Novo Dia, carrega um simbolismo poderoso. Ele sugere renovação, mas também solidão e desafios. Depois do feitiço que apagou a identidade de Peter da mente de todos em Sem Volta Para Casa, o herói se encontra em um recomeço doloroso.

Para muitos fãs, o nome remete à polêmica saga dos quadrinhos One More Day, na qual Peter faz um pacto para salvar a vida de Tia May, em troca de apagar seu casamento com Mary Jane da realidade. Embora o filme não deva seguir esse arco literalmente, a referência está clara: trata-se de um novo início, mas construído sobre o sacrifício de laços profundos.

Ao invés de enfrentar ameaças cósmicas, como nas últimas fases do MCU, o Homem-Aranha retorna às suas raízes urbanas. A proposta é mostrar um Peter Parker solitário, reconstruindo sua vida em Nova York, equilibrando trabalho, estudos e a proteção da cidade. É o retorno ao espírito original do personagem: um jovem comum enfrentando problemas extraordinários.

Vale a pena assistir Mantis, da Netflix? O spin-off coreano que redefine o universo dos assassinos

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O cinema sul-coreano continua a se destacar no cenário mundial por sua habilidade em combinar ação, suspense e complexidade psicológica. Mantis (Samagwi), recém-lançado na Netflix, é um exemplo perfeito dessa tendência. Funcionando como spin-off de Kill Boksoon (2023), o filme dirigido e co-escrito por Lee Tae-sung aprofunda o universo dos assassinos profissionais, explorando rivalidades, lealdade e ambição em um submundo marcado pela violência e pela intriga.

Mantis se passa após a morte de Cha Min-kyo, líder da MK Entertainment e personagem central de Kill Boksoon. Com a queda da organização, abre-se um vácuo de poder que muda completamente o equilíbrio do mundo dos assassinos de elite. É nesse contexto que surge Han-ul (Im Si-wan), um matador de alto nível que retorna de férias acreditando que sua reputação será suficiente para garantir sua posição. Logo, ele descobre que rivalidade, alianças instáveis e figuras experientes, como Dok-go (Jo Woo-jin), ainda dominam o submundo. A trama acompanha Han-ul enquanto ele navega por um cenário imprevisível, onde cada decisão pode significar vida ou morte.

O ponto mais notável de Mantis é a forma como a ação se entrelaça com a narrativa. As cenas de combate são elaboradas com uma precisão impressionante: desde lutas corpo a corpo em espaços apertados até embates estratégicos em ambientes abertos. Cada golpe e cada perseguição não serve apenas para gerar adrenalina; eles revelam detalhes sobre os personagens, suas habilidades, limites e dilemas internos. Essa abordagem transforma a ação em uma extensão da história, tornando cada sequência crucial para o desenvolvimento da trama.

Han-ul não é apenas um assassino habilidoso: ele enfrenta dilemas morais e questiona suas próprias escolhas, tornando-se um protagonista multidimensional. O filme constrói uma dinâmica tensa entre ele, seu antigo parceiro e rival Jae-yi (Park Gyu-young), e Dok-go, que representa experiência e segredos do passado. Essa tríade cria uma rede de relações marcada por rivalidade, lealdade e ambição, garantindo que cada interação tenha profundidade emocional.

Além disso, Mantis explora o conceito de sucessão dentro do submundo dos assassinos. Habilidade e reputação sozinhas não garantem segurança; inteligência estratégica e compreensão da hierarquia são essenciais para sobreviver. Esse olhar quase político sobre o submundo adiciona camadas à narrativa, mostrando que traições silenciosas e alianças instáveis são tão importantes quanto a ação física.

O elenco se destaca pela química e autenticidade. Im Si-wan equilibra frieza e humanidade, enquanto Park Gyu-young e Jo Woo-jin entregam performances que misturam tensão emocional e credibilidade física. A participação de Sul Kyung-gu reforça a continuidade com Kill Boksoon, oferecendo um elo narrativo que enriquece a experiência para o público familiarizado com o universo original.

Visualmente, Mantis é impecável. Lee Tae-sung alterna entre planos amplos, que destacam a ação estratégica, e enquadramentos fechados, que aumentam a tensão. A trilha sonora contribui de forma significativa para a atmosfera, intensificando os momentos de suspense e introspecção. A edição ágil mantém o ritmo, sem sacrificar a clareza narrativa, garantindo que o espectador esteja constantemente envolvido.

Além da ação, o filme aborda questões profundas sobre legado, reputação e o custo pessoal de viver no submundo. Han-ul e seus colegas enfrentam dilemas sobre lealdade versus ambição, respeito conquistado versus necessidade de adaptação. Esses temas conferem densidade ao roteiro, transformando Mantis em mais do que um simples filme de ação: é uma reflexão sobre poder, ética e sobrevivência.

Pontos críticos

Apesar de suas qualidades, o longa-metragem não é perfeito. Algumas subtramas poderiam ter sido mais exploradas, e certos desfechos podem parecer previsíveis para quem acompanha regularmente thrillers de assassinos profissionais. No entanto, essas pequenas falhas não comprometem a experiência geral, que equilibra ação, suspense e drama emocional com eficácia.

Então, realmente vale a penaassistir?

A resposta é sim. O filme consegue combinar ação coreografada, tensão constante e desenvolvimento psicológico de personagens de forma equilibrada e envolvente. Lee Tae-sung entrega uma direção segura, o elenco performa com intensidade, e a narrativa mantém o público engajado do início ao fim. Mesmo com algumas previsibilidades, o filme se firma como um spin-off de qualidade, capaz de enriquecer o universo de Kill Boksoon e conquistar novos espectadores.

Para fãs de ação coreana, thrillers psicológicos e narrativas de assassinos de elite, o filme é mais do que recomendado: é uma experiência cinematográfica que combina entretenimento, profundidade e inovação narrativa.

Be My Player Two | Novo BL com MaxkyBas aposta em química, games e amor inesperado

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo dos dramas BL tailandeses acaba de ganhar mais um título promissor. Be My Player Two, novo projeto dirigido por Siwaj Sawatmaneekul, reúne o carisma e a sintonia de Maxky Ratchata Pichetshote e Bas Hatsanant Pinyawat, conhecidos pelos fãs por suas atuações intensas e pela naturalidade com que retratam histórias de amor repletas de emoção. Desta vez, o romance nasce no cenário vibrante dos jogos online, misturando rivalidade, humor e descobertas pessoais. A série está prevista para estrear em 2026.

A trama acompanha Thee (Maxky Ratchata), um jogador popular que decide convidar seu rival, Soh (Bas Hatsanant), para formar dupla em um torneio de e-sports. A parceria tem um objetivo claro: ganhar uma boa quantia em dinheiro. No entanto, conforme passam mais tempo juntos, os dois começam a se conhecer de verdade — e o que antes era competição se transforma em cumplicidade.

O roteiro brinca com as tensões típicas das relações entre rivais: provocações, desafios e o inevitável surgimento de sentimentos inesperados. Thee, acostumado a ser o centro das atenções, encontra em Soh alguém capaz de questionar seu ego e revelar seu lado mais vulnerável. Já Soh, reservado e determinado, precisa lidar com o novo tipo de conexão que surge entre eles — um elo que vai muito além das telas.

Em paralelo, o drama apresenta uma streamer espirituosa e uma gamer iniciante, personagens que trazem leveza e toques de humor à narrativa. Suas interações ampliam o universo do enredo e aproximam o público do ambiente dos jogos, explorando a cultura gamer com autenticidade e dinamismo.

Dirigido por Siwaj Sawatmaneekul, o mesmo cineasta por trás de sucessos como My School President e My Romance Scammer, o projeto promete manter o equilíbrio entre romance e comédia, com o olhar característico do diretor para os detalhes emocionais. Conhecido por criar histórias que valorizam as relações humanas e a naturalidade das emoções, Sawatmaneekul deve novamente entregar um drama sensível, divertido e envolvente.

O elenco também conta com Jeng Chotipat Suthadsanasoung como Laem, Significa Wichayaporn Jiravechsoontornkul como Praew e Artilheiro Natsakan Chairote como Jack. Cada personagem complementa o núcleo principal, ajudando a construir a atmosfera descontraída do drama e destacando os laços de amizade e apoio que se formam em torno dos protagonistas.

Domingo Maior 16/02: Globo apresenta o suspense Ameaça Profunda

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Neste domingo, 16 de fevereiro de 2025, o Domingo Maior da TV Globo vai te levar a uma viagem sem volta às profundezas do oceano com Ameaça Profunda (Underwater). Imagina só: um laboratório subaquático, criaturas misteriosas e um grupo de sobreviventes tentando escapar de um verdadeiro pesadelo a 11 mil metros de profundidade. Isso é o que nos espera em um dos filmes mais tensos e emocionantes dos últimos tempos.

O que Acontece Quando o Mar Se Torna Seu Maior Inimigo?

A trama começa com um desastre no fundo do mar. Algo vai muito, muito errado, e os sobreviventes precisam caminhar nas profundezas para tentar sair de lá vivos. Só tem um problema: o oxigênio está acabando e, para piorar, algo estranho está rondando a estação, colocando todos em risco. O suspense vai crescendo conforme o filme avança, e é impossível não ficar com aquela sensação de “eu não queria estar lá”!

E quem lidera essa luta pela sobrevivência é Kristen Stewart, que está incrível no papel da Norah, uma personagem forte que faz de tudo para proteger os outros. Mas não é só ela! Temos também John Gallagher Jr., Mamoudou Athie, T.J. Miller (que dá um alívio cômico no meio do caos) e Vincent Cassel para compor esse time de sobreviventes.

A Direção que Vai Te Deixar de Cabelo Arrepiado

O diretor William Eubank manda muito bem ao criar uma atmosfera de tensão. Ele usa e abusa do cenário claustrofóbico e da escuridão do mar para deixar a gente tenso do começo ao fim. Imagina a pressão de andar a mais de 10 mil metros de profundidade, sem saber se o próximo passo vai ser o último? Essa sensação de medo é palpável, e a cada cena, você se sente mais imerso nesse universo subaquático.

Um Toque de Ação, Mistério e Pânico

Underwater mistura vários elementos que deixam qualquer fã de ação e suspense grudado na tela. Com uma trama rápida, que não perde tempo com enrolação, o filme traz uma ação intensa, misturada com uma boa dose de mistério. Além disso, o mar, com suas criaturas monstruosas, é um vilão à parte, sempre criando tensão para os personagens e para quem está assistindo. A cada minuto, você pensa “será que eles vão conseguir sair dessa?”

Dublagem para Não Deixar Ninguém de Fora

E se você prefere ver o filme dublado, a TV Globo também tem uma versão incrível para você. Com um time de dubladores de peso, como Charles Emmanuel, Flávia Saddy, Hélio Ribeiro e mais, a experiência fica ainda mais imersiva. É aquele tipo de filme que vai fazer você grudar no sofá!

Onde Assistir Além da TV Globo?

Ficou interessado, mas não pode ver no Domingo Maior? Não tem problema! Ameaça Profunda está disponível no Disney+, e você pode maratonar esse suspense a qualquer momento. Que tal aproveitar para reviver essa jornada eletrizante nas profundezas do oceano quando quiser?

O que Esperar?

Se você curte ação, mistério e um toque de terror, Ameaça Profunda é uma ótima pedida para o seu domingo. O clima de tensão é garantido, e a adrenalina não dá trégua. Já dá para imaginar o que é estar a mais de 10 mil metros no fundo do mar, não é? Então, prepare-se para uma tarde de suspense com o Domingo Maior!

Resumo da novela Reis de sexta, 25/04/2025 (Record TV)

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Foto: Reprodução/ Internet

No capítulo 105 da novela Reis de sexta-feira, 25 de abril de 2025, consumido pela inveja e pela crescente insegurança, Saul tem mais um de seus surtos de fúria ao testemunhar o prestígio que Davi continua a conquistar entre os soldados e o povo. A admiração generalizada pelo jovem guerreiro se torna uma ferida aberta para o rei, que vê seu trono ameaçado por aquele que outrora fora apenas um servo leal.

Davi, por sua vez, se mostra profundamente abalado com a hostilidade cada vez mais evidente de Saul. O peso da rejeição, vindo de alguém a quem ele sempre respeitou, o deixa vulnerável. Mas é nesse momento que a amizade verdadeira se revela: Jônatas, filho do rei e aliado fiel, mais uma vez estende a mão ao amigo. Em um momento de rara intimidade e confiança, Jônatas reafirma seu apoio incondicional e seu amor fraterno por Davi, deixando claro que acredita no destino grandioso que o aguarda. A cena, marcada pela emoção e pela força desse laço, reforça a cumplicidade entre os dois, mesmo diante do caos que se instala no palácio.

Paralelamente, outro vínculo surpreendente começa a florescer. Zeruia, até então reservada, decide dar voz aos sentimentos que vinha guardando. Em um gesto de coragem e vulnerabilidade, ela se declara para Jéter, revelando a intensidade de sua paixão. A sinceridade de suas palavras pega o guerreiro de surpresa, abrindo espaço para uma nova e inesperada conexão emocional.

Mesmo com as tensões latentes dentro da corte, Saul convoca Davi para uma missão estratégica e de alto risco: liderar um ataque contra as forças filisteias. Encarando o desafio com bravura, Davi parte à frente de seus homens, demonstrando não apenas habilidades táticas, mas também a liderança natural que o torna cada vez mais admirado. A operação, conduzida com audácia e precisão, não apenas garante uma importante vitória para Israel, como também consolida ainda mais o nome de Davi como um herói entre os hebreus — o que, inevitavelmente, inflama ainda mais o ciúme e o medo de Saul.

Crítica – A Mulher no Jardim é uma beleza visual desperdiçada por um roteiro sem alma

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Ainda que A Mulher no Jardim não possa ser rotulado como um desastre completo, há uma sensação persistente de déjà vu ao longo de toda a experiência. A trama parece seguir caminhos já trilhados inúmeras vezes, e o roteiro — frágil em sua construção — não oferece novidades nem profundidade emocional suficientes para sustentar as ambições temáticas do longa.

A direção de Jaume Collet-Serra, por outro lado, é a grande força motriz da produção. Com domínio técnico e um olhar apurado para atmosferas densas, o cineasta constrói sequências visualmente impactantes, reforçadas por uma cinematografia elegante e por sustos eficazes, que remetem ao melhor do terror psicológico contemporâneo. Infelizmente, esse brilho técnico contrasta com o vazio narrativo que se impõe cada vez mais à medida que o filme avança.

Há uma tentativa clara de abordar o luto e a insatisfação com os papéis familiares — especialmente o da maternidade — como formas sutis, porém poderosas, de opressão emocional. Contudo, o resultado é confuso e até desconfortável. Ao transformar a doença mental em uma entidade antagonista, ligada diretamente à frustração de uma mulher que quer mais da vida do que apenas cuidar dos filhos, o filme cai em armadilhas narrativas perigosas. Em vez de explorar com empatia os conflitos internos da protagonista Ramona, a obra opta por uma personificação cruel e distorcida do sofrimento psíquico.

Os filhos da personagem principal pouco contribuem para a narrativa além de servirem como catalisadores de sua decadência emocional, sem jamais se desenvolverem como figuras com vida própria. Isso empobrece a dimensão dramática da história e compromete o peso emocional que o roteiro tenta, sem muito sucesso, sustentar.

No fim das contas, A Mulher no Jardim é um filme que impressiona pela forma, mas decepciona pelo conteúdo. Suas intenções são nobres, mas mal executadas; sua estética é refinada, mas aplicada a uma estrutura narrativa previsível, arrastada e emocionalmente desorientada. Não chega a ser uma total perda de tempo, mas tampouco é uma experiência que se recomende com entusiasmo.

Resumo da novela Garota do Momento de sábado, 17/05

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Abaixo, confira o resumo da novela Garota do Momento – Capítulo 168, exibido no sábado, 17 de maio de 2025 –

O capítulo de sábado de Garota do Momento promete abalar o coração dos fãs com revelações bombásticas, decisões difíceis e até momentos de ação dignos de filme.

👮‍♂️ Começando com o delegado, que não vai deixar barato a tal carta anônima misteriosa. Intrigado com o que leu, ele decide investigar o conteúdo a fundo e vai atrás de Arlete, querendo entender quem está por trás disso tudo — e o que exatamente está sendo escondido.

💔 Enquanto isso, Ronaldo vai colocar um ponto final (pelo menos por enquanto) na história com Bia. Ele rejeita a jovem, que não esconde o abalo… mas, conhecendo Bia, é melhor ficar de olho: ela nunca entrega o jogo tão fácil. E, como se não bastasse, Beto resolve contar toda a verdade sobre ela para Ronaldo. Imagina o climão!

🤰 Já Lígia vive uma montanha-russa emocional: primeiro, comemora por descobrir que não está grávida… mas logo depois vem o baque — ela está entrando na menopausa. A revelação a pega de surpresa e deve mexer bastante com os rumos da personagem.

🔫 E se você gosta de cenas tensas, prepara o coração: Alfredo vai ser assaltado! Mas quem aparece pra salvá-lo é ninguém menos que Nelson, seu antigo rival. Sim, você leu certo! Esse gesto inesperado vai dar uma sacudida na relação entre os dois e, por isso, Alfredo e Guto vão tentar convencer Anita a acolher Nelson por um tempo.

✈️ Já Ronaldo fica dividido: embarcar num novo recomeço ao lado de Camila ou ceder à pressão emocional de Bia? Essa dúvida vai deixá-lo paralisado, e a decisão dele pode mudar tudo!

🔍 E pra fechar o capítulo com chave de ouro: os policiais seguem uma dica de Geraldo e encontram um cordão de Valéria no lugar exato que ele indicou. Será que o mistério do desaparecimento dela finalmente começa a ser desvendado?

Crítica – M3GAN 2.0 é insana, hilária e melhor do que o original — um terror que sabe rir de si mesmo

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Foto: Reprodução/ Internet

No segundo capítulo da franquia, M3GAN 2.0 mostra que não foi só a androide assassina que precisou evoluir — o próprio terror aqui passa por uma reinvenção. O filme abandona o susto fácil dos jump scares para investir em algo mais instigante: o medo moderno, existencial, profundamente humano diante do avanço descontrolado da tecnologia.

Mas que fique claro: M3GAN 2.0 não tenta ser um tratado sério sobre inteligência artificial. Pelo contrário. Ele se diverte com o próprio exagero, assume sua veia cômica e entrega uma comédia de terror deliciosamente absurda, que ri de si mesma e do mundo ao redor.

Um espetáculo de horror, risos e absurdo

Fazia tempo que o cinema de terror não se permitia rir tanto — e com tanto estilo. M3GAN 2.0 é hilário, levemente surreal, assumidamente tolo e, por isso mesmo, surpreendentemente inteligente. É raro ver uma continuação que supera seu original em praticamente todos os aspectos, mas aqui o feito é alcançado com coragem e muita personalidade.

A sequência de maior destaque talvez seja a mais improvável: um grupo de M3GANs executando uma performance sincera de “This Woman’s Work”, de Kate Bush. O choque entre a música e o contexto é tão inusitado, tão incrivelmente bem coreografado, que o momento beira o sublime. É cinema trash em sua forma mais sofisticada e autoconsciente — um delírio audiovisual que arranca risos pela ousadia, não pela paródia.

Elenco afiado, roteiro esperto e comentários sociais pontuais

O elenco brilha, com atuações precisas que equilibram bem o tom entre o nonsense e o drama. Alison Williams, em especial, entrega uma performance fria, quase robótica, que encaixa perfeitamente com o clima do filme. Sua personagem é o eixo de tensão e equilíbrio entre o absurdo e a crítica — e ela domina a tela com segurança do começo ao fim.

Apesar de o roteiro apoiar-se em clichês previsíveis, isso não compromete a experiência. Pelo contrário: os lugares-comuns são usados com ironia e timing cômico impecável. E os comentários sobre regulamentação de inteligência artificial surgem aqui e ali de forma inesperadamente pertinente — quase como provocações sutis em meio ao caos cênico. É um filme que ri, mas também pensa.

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