Sessão da Tarde exibe Esposa de Mentirinha nesta quarta (1º) – Comédia romântica com Adam Sandler e Jennifer Aniston é destaque na Globo

Se a ideia é desacelerar no meio da semana com uma história leve e cheia de reviravoltas amorosas, a Globo tem a escolha certa. A Sessão da Tarde desta quarta, 1º de abril de 2026, exibe o filme Esposa de Mentirinha, uma comédia romântica que conquistou o público com seu humor despretensioso e situações pra lá de inusitadas.

A história gira em torno de Danny Maccabee, um cirurgião plástico que decidiu fugir de relacionamentos sérios depois de uma experiência frustrante no passado. Para evitar envolvimentos, ele cria um truque curioso: finge ser casado sempre que conhece alguém, usando isso como desculpa para manter tudo superficial.

Durante muito tempo, a estratégia funciona bem. Até que Danny conhece Palmer, personagem de Brooklyn Decker, e tudo muda. Pela primeira vez em muito tempo, ele se apaixona de verdade e decide investir em algo mais sério. O problema é que, ao tentar explicar sua situação, acaba se enrolando ainda mais e diz que está em processo de divórcio.

É aí que entra Katherine, vivida por Jennifer Aniston, sua melhor amiga e confidente. Para ajudar Danny, ela aceita fingir ser sua ex-esposa. O que parecia apenas um favor inocente logo vira uma grande confusão, especialmente quando todos embarcam em uma viagem para o Havaí e precisam sustentar a mentira diante de novas situações e personagens.

Química e situações absurdas na medida certa

Grande parte do charme do filme está justamente na dinâmica entre os protagonistas. Adam Sandler traz seu estilo clássico de humor, enquanto Jennifer Aniston equilibra a trama com carisma e leveza. Juntos, eles constroem uma parceria divertida e cheia de momentos espontâneos.

O elenco de apoio também contribui bastante para o ritmo da história. Nick Swardson aparece como o amigo excêntrico de Danny, garantindo boas doses de humor, enquanto Nicole Kidman surge em uma participação especial que foge completamente do esperado.

Já as crianças interpretadas por Bailee Madison e Griffin Gluck ajudam a dar ainda mais vida à trama, criando momentos leves e divertidos que funcionam muito bem dentro da proposta do filme.

Uma história com raízes clássicas

Apesar da cara moderna, Esposa de Mentirinha tem uma origem bem mais antiga. O filme é inspirado em Cactus Flower, que nasceu a partir de uma peça teatral de sucesso. Ao longo dos anos, essa mesma história foi reinterpretada em diferentes formatos, até chegar à versão estrelada por Adam Sandler.

Essa base mais clássica ajuda a explicar por que a trama funciona tão bem. Mesmo com atualizações, ela mantém elementos universais como amor, insegurança e segundas chances.

Cenário de sonho e curiosidades que poucos percebem

Um dos pontos altos do filme é o visual. As cenas gravadas no Havaí dão um charme especial à narrativa, transformando a viagem dos personagens em um verdadeiro cartão-postal. O cenário paradisíaco não só embeleza a história, como também contribui para o clima leve e descontraído.

Nos bastidores, há detalhes curiosos que muitos não percebem. Em uma das cenas, por exemplo, familiares de Adam Sandler fazem participações discretas. Além disso, o tenista Andy Roddick aparece em uma sequência ao lado de Brooklyn Decker, o que se torna ainda mais interessante ao saber que os dois são casados na vida real.

Sucesso com o público, mesmo com críticas negativas

Quando foi lançado, em 2011, o filme dividiu opiniões. Enquanto a crítica especializada não foi muito generosa, o público abraçou a proposta. O resultado disso foi um desempenho expressivo nas bilheterias, com mais de 200 milhões de dólares arrecadados mundialmente.

Esse contraste mostra que, muitas vezes, o que realmente importa é a conexão com quem está assistindo. E nesse ponto, Esposa de Mentirinha cumpre bem o seu papel.

Onde assistir?

A Sessão da Tarde começa a partir das 15h25, logo após a Edição Especial da novela Terra Nostra, na programação da Globo. Para quem não conseguir acompanhar pela TV ou quiser rever depois, o filme também está disponível em plataformas digitais, podendo ser assistido por assinatura no HBO Max ou alugado sob demanda no Prime Video, ampliando as opções para o público curtir a comédia a qualquer momento.

My Hero Academia | Anime divulga pôster de episódio inédito que revela o futuro de Deku após salto temporal

Durante as comemorações pelos 10 anos da adaptação em anime de My Hero Academia (também conhecido como Boku no Hero Academia), os fãs foram surpreendidos com a divulgação do pôster oficial de um episódio especial totalmente inédito. A novidade, que rapidamente movimentou a comunidade otaku, marca mais um capítulo importante na trajetória de uma das franquias mais populares da última década. As informações são do OVicio.

Intitulado “Mais”, o episódio extra adapta um capítulo bônus lançado no volume final do mangá criado por Kōhei Horikoshi. A produção já tem data confirmada para chegar ao público: o lançamento global acontecerá no dia 2 de maio, com distribuição pela plataforma Crunchyroll. A expectativa é alta, especialmente por se tratar de uma história que expande diretamente o desfecho da obra original.

A narrativa do episódio se passa após o salto temporal apresentado no epílogo do mangá, avançando cerca de oito anos no futuro. Nesse novo contexto, os espectadores poderão acompanhar versões adultas de personagens icônicos, incluindo o protagonista Izuku Midoriya, conhecido como Deku, além de seus antigos colegas da U.A. A proposta promete mostrar como esses jovens evoluíram após os eventos que marcaram a conclusão da história principal, oferecendo uma perspectiva mais madura sobre seus destinos.

Criado em 2014, o mangá de My Hero Academia foi serializado na revista Weekly Shōnen Jump até agosto de 2024, totalizando 42 volumes publicados pela editora Shueisha. A obra também conquistou espaço internacional, sendo publicada no Brasil pela editora JBC e em Portugal pela Devir, ampliando seu alcance e consolidando uma base de fãs global.

A história acompanha Izuku Midoriya, um garoto que nasceu sem poderes em um mundo onde cerca de 80% da população possui habilidades especiais conhecidas como “individualidades”. Mesmo diante dessa desvantagem, ele nunca abandona o sonho de se tornar um herói. Sua vida muda drasticamente após um encontro com All Might, o maior herói do mundo, que reconhece seu potencial e decide transmitir a ele o lendário poder conhecido como One For All.

A partir desse momento, Midoriya ingressa na U.A., uma prestigiada escola voltada para a formação de futuros heróis. Lá, ele passa a conviver com outros estudantes talentosos, como Katsuki Bakugo, seu rival de infância, e diversos aliados que se tornariam fundamentais ao longo de sua jornada. A narrativa combina ação, desenvolvimento emocional e críticas sociais, explorando temas como meritocracia, sacrifício e responsabilidade.

O sucesso do mangá impulsionou sua adaptação para anime, produzida pelo estúdio Bones. A primeira temporada estreou em abril de 2016, dando início a uma sequência de temporadas que consolidaram a obra como um fenômeno global. Ao longo dos anos, a série expandiu seu universo com novos arcos narrativos, personagens complexos e batalhas memoráveis, mantendo o interesse do público em constante crescimento.

Além da série televisiva, a franquia também investiu no cinema. Um dos destaques foi o longa My Hero Academia: Two Heroes, lançado originalmente em 2018 e situado cronologicamente entre a segunda e a terceira temporada do anime. O filme teve boa recepção nas bilheteiras e ajudou a fortalecer ainda mais a presença da marca no mercado internacional, incluindo exibições no Brasil.

Agora, com o anúncio do episódio especial “Mais”, My Hero Academia reforça sua relevância mesmo após o encerramento oficial do mangá. A decisão de adaptar um conteúdo bônus e expandir o epílogo demonstra o interesse em oferecer aos fãs uma conclusão mais completa e emocionalmente satisfatória, explorando o futuro dos personagens que conquistaram o público ao longo de uma década.

A escolha de ambientar a nova história anos após os eventos principais também abre espaço para abordar temas mais maduros, como carreira, legado e os desafios da vida adulta. Para muitos fãs, essa é uma oportunidade única de revisitar personagens queridos sob uma nova perspectiva, entendendo como suas experiências moldaram quem eles se tornaram.

Super Tela deste sábado (04/04) exibe “Até o Último Homem” – A história real de coragem e fé de Desmond Doss

Neste sábado, 4 de abril de 2026, a Super Tela apresenta o filme Até o Último Homem, dirigido por Mel Gibson em 2016, que narra a história real de Desmond Doss, um médico de combate americano que se recusou a portar armas durante a Segunda Guerra Mundial. A exibição está prevista para acontecer a partir das 22h30, após o Campeonato Brasileiro 2026 – Coritiba x Fluminense, na Record TV.

Baseado no documentário The Conscientious Objector de 2004, o longa acompanha a trajetória de Doss desde sua infância na zona rural da Virgínia, nos anos 1920, quando quase feriu o irmão mais novo durante uma brincadeira, passando por sua formação como cristão da Igreja Adventista do Sétimo Dia até se tornar o primeiro objetor de consciência a receber a Medalha de Honra do Exército dos Estados Unidos. Andrew Garfield interpreta Doss, ao lado de Sam Worthington, Luke Bracey, Teresa Palmer, Hugo Weaving, Rachel Griffiths e Vince Vaughn, compondo um elenco que equilibra intensidade dramática e realismo histórico.

O filme mostra como a educação religiosa e o episódio da infância moldaram a convicção de Doss de que a vida deve ser preservada, levando-o a se recusar a portar fuzis mesmo quando se alistou para servir como médico de combate após o ataque a Pearl Harbor. Seu pai, veterano da Primeira Guerra Mundial, se opõe à decisão, mas Doss mantém sua postura.

Antes de partir para o treinamento, ele se casa com Dorothy Schutte, a enfermeira que conheceu durante seu trabalho médico, consolidando um relacionamento que permaneceria sólido mesmo durante os horrores do front. Durante o treinamento militar, Doss enfrenta humilhações e agressões de seus colegas e superiores, incluindo o sargento Howell e o capitão Glover, que tentam afastá-lo do serviço alegando questões psiquiátricas. O soldado resiste, defendendo suas crenças e demonstrando força moral diante do desprezo e da violência.

Quando sua unidade é enviada para Okinawa, Doss se destaca ao salvar dezenas de soldados feridos sob intenso fogo inimigo, carregando-os até a beira da escarpa de Maeda e descendo-os com cordas enquanto ora para conseguir salvar mais vidas. As cenas de combate são intensas e realistas, mas o foco do filme não está na violência e sim na coragem e na compaixão que definem o herói. Doss enfrenta emboscadas e ataques inimigos, supera ferimentos e mantém sua fé inabalável. Ao longo da narrativa, o público conhece os motivos pessoais que fortalecem sua recusa em usar armas, como a lembrança de uma ameaça do pai quando criança, revelando a dimensão íntima e emocional de sua determinação.

O filme retrata também a transformação das relações dentro do pelotão. Inicialmente alvo de zombarias, Doss conquista o respeito de seus companheiros, inclusive de Howell, e consegue demonstrar que liderança e bravura podem existir sem recorrer à violência. Após a batalha, ele é condecorado com a Medalha de Honra pelo presidente Harry S. Truman por salvar 75 soldados, um feito que confirma sua coragem e dedicação. Fotografias de arquivo e vídeos reais ao final da produção mostram o reconhecimento oficial de Doss, seu casamento duradouro com Dorothy até a morte dela em 1991 e seu falecimento em 2006 aos 87 anos.

Até o Último Homem teve orçamento de quarenta milhões de dólares e arrecadou mais de cento e setenta e cinco milhões mundialmente. O desempenho de Andrew Garfield e a direção de Mel Gibson receberam elogios da crítica, e o filme conquistou seis indicações ao Oscar, incluindo melhor filme, melhor diretor e melhor ator, vencendo nas categorias de melhor mixagem de som e melhor edição. A obra também foi premiada em doze categorias pela AACTA e reconhecida pelo American Film Institute como um dos dez melhores filmes do ano. A combinação de narrativa histórica, ação intensa e exploração profunda da moralidade e da fé transforma o filme em uma experiência cinematográfica memorável.

One Piece | Netflix revela teaser da 3ª temporada do live action com épica batalha em Alabasta

A Netflix divulgou nesta terça, 7 de abril, o primeiro teaser da terceira temporada do live-action de One Piece, confirmando que a nova fase da série de aventura e fantasia chega ao streaming em 2027. O vídeo antecipado mostra o Bando do Chapéu de Palha enfrentando novos desafios na icônica terra de Alabasta, onde a princesa Vivi luta para proteger seu reino de uma guerra devastadora. Abaixo, confira o teaser:

Desenvolvida por Matt Owens (Agents of S.H.I.E.L.D.) e Steven Maeda (Lost), a série mantém Eiichiro Oda, criador do mangá homônimo, como consultor criativo, garantindo que a essência da obra seja preservada. Produzida pela Kaji Productions, Tomorrow Studios e Shueisha, que também publica o mangá, a adaptação live-action conta com um elenco diversificado: Iñaki Godoy (Monkey D. Luffy – Blue Demon), Mackenyu (Roronoa Zoro – One Piece: Red, filme de anime), Emily Rudd (Nami – Fear Street: Parte 2) Jacob Gibson (Usopp – Sweet Tooth), Taz Skylar (Sanji – Villain), Mikaela Hoover (Nico Robin – The Suicide Squad), Morgan Davies (Tony Tony Chopper – The End of the F*ing World), Vincent Regan (300, Troy) e Jeff Ward (The Umbrella Academy).

A primeira temporada estreou em 31 de agosto de 2023 e rapidamente se destacou como uma das melhores adaptações de mangá ou anime já produzidas em live-action. Críticos e fãs elogiaram as atuações, o roteiro estruturado, os efeitos visuais impressionantes e, especialmente, a fidelidade à narrativa original de Eiichiro Oda. O sucesso refletiu-se nos números: One Piece se tornou a série mais assistida da Netflix no segundo semestre de 2023, superando produções de grande apelo global.

O êxito garantiu à produção uma renovação imediata para a segunda temporada, que começou a ser filmada em junho de 2024 e tem estreia programada para 2026. Antes mesmo da segunda temporada ir ao ar, a Netflix confirmou a terceira temporada em agosto de 2025, demonstrando confiança no engajamento e na força da série.

O teaser recém-divulgado revela que a trama central desta temporada será a guerra em Alabasta. O reino, ameaçado por conflitos internos e pela organização criminosa Baroque Works, encontra em Luffy e seu grupo a esperança de retomar a paz. A princesa Vivi, que já conquistou o público na animação original, aparece como peça-chave para mobilizar aliados e liderar a resistência contra os invasores. O vídeo antecipa batalhas intensas, estratégias para proteger o reino e momentos de tensão dramática, mantendo o equilíbrio entre ação, humor e aventura.

O elenco segue sendo um dos destaques da produção. Iñaki Godoy retorna como Luffy, trazendo o mesmo carisma e energia que conquistaram os fãs na primeira temporada. Mackenyu, em seu papel de Zoro, promete cenas de combate ainda mais elaboradas, enquanto Emily Rudd consolida Nami como a estrategista habilidosa da tripulação. Jacob Gibson, Taz Skylar e Mikaela Hoover continuam a dar vida a Usopp, Sanji e Robin, respectivamente, complementando o núcleo jovem do Bando do Chapéu de Palha. Morgan Davies mantém a interpretação de Chopper, e os veteranos Vincent Regan e Jeff Ward reforçam o elenco adulto, trazendo credibilidade e intensidade às cenas de confronto político e bélico.

O sucesso da série também se deve à qualidade técnica e à atenção aos detalhes. Cenários, figurinos e efeitos especiais foram cuidadosamente elaborados para recriar o universo do mangá e do anime, desde as ilhas visitadas até os navios piratas. As lutas, muitas vezes baseadas nos poderes das Frutas do Diabo, combinam coreografias físicas com efeitos visuais, criando sequências dinâmicas que não perdem a sensação de “anime vivo”.

Além da ação, a terceira temporada promete aprofundar a construção de personagens. A jornada de Vivi em Alabasta, marcada pela responsabilidade de liderar um povo em guerra, contrasta com os objetivos pessoais de cada integrante do Bando do Chapéu de Palha, que continuam em busca do lendário tesouro One Piece, deixado pelo Rei dos Piratas, Gol D. Roger. O equilíbrio entre drama, humor e aventura é apontado por críticos como o principal trunfo da adaptação, tornando-a referência para futuras séries baseadas em animes.

Especialistas ressaltam que a produção da Netflix se destaca por respeitar a complexidade do material original sem comprometer o ritmo narrativo. Ao contrário de outras adaptações, One Piece consegue traduzir para live-action elementos fantásticos e histórias densas de maneira acessível, mantendo o espírito da obra e o envolvimento do público.

Todo Mundo em Pânico 6 | Novo teaser mostra sátira do Coachella com personagens clássicos e novos

O primeiro teaser de Todo Mundo em Pânico 6 chegou nesta quarta-feira (8) e já deixou os fãs animados. Com poucos segundos, a prévia mostra personagens clássicos da franquia interagindo com novos rostos e fazendo piadas sobre o uso de drogas no Coachella, que acontece a partir do dia 10 de abril. Mesmo rápido, o vídeo consegue dar uma amostra do humor irreverente e absurdo que consagrou a série.

O vídeo também mostra que a produção quer se conectar com o público jovem e antenado, trazendo referências atuais à cultura pop e eventos como o Coachella. Anna Faris comentou sobre a diversão de voltar a interpretar Cindy Campbell e brincar com os clichês do terror moderno, enquanto Regina Hall destacou que o filme mistura nostalgia com novas situações inesperadas. Confira:

Depois de 17 anos fora da franquia, os irmãos Wayans estão de volta. Marlon Wayans retorna como Shorty Meeks e Shawn Wayans como Ray Wilkins, papéis que eles interpretaram nos dois primeiros filmes da série, Scary Movie (2000) e Scary Movie 2 (2001). Além deles, Anna Faris e Regina Hall reprisam seus personagens icônicos, Cindy Campbell e Brenda Meeks, trazendo aquele toque de nostalgia que os fãs tanto gostam.

O longa também reúne veteranos como Cheri Oteri (Tommy Boy, Liar Liar), Chris Elliott (Cabin Boy, Groundhog Day), Dave Sheridan (Joe Dirt, The Faculty), Lochlyn Munro (Freddy vs. Jason, Riverdale), Jon Abrahams (House of Wax, Meet the Parents) e Anthony Anderson (Black-ish, Transformers), e apresenta novos nomes que prometem dar frescor à franquia, incluindo Damon Wayans Jr., Kim Wayans, Heidi Gardner, Olivia Rose Keegan, Savannah Lee Nassif, Cameron Scott Roberts, Sydney Park, Gregg Wayans, Ruby Snowber e Benny Zielke. Alguns atores voltam aos papéis originais, como Jon Abrahams (House of Wax, Meet the Parents), Lochlyn Munro (Freddy vs. Jason, Riverdale) e Dave Sheridan (Joe Dirt, The Faculty), mantendo a ligação com os filmes anteriores.

O teaser também dá pistas do tipo de paródia que os fãs podem esperar. Entre as cenas mais comentadas está uma sequência com Art the Clown explodindo um shopping cheio de crianças. A cena foi inicialmente cortada, mas voltou em uma versão reduzida, mostrando que o longa vai equilibrar momentos chocantes e muito humor. O filme pretende brincar tanto com lançamentos recentes de terror, como Get Out (2017), Nope (2022), Longlegs (2024), Heretic (2024) e Sinners (2025), quanto com clássicos como Scream e I Know What You Did Last Summer, mantendo a tradição da franquia.

As gravações aconteceram entre 1º de outubro e 24 de novembro de 2025, nos Tyler Perry Studios, em Atlanta. A produção foi totalmente financiada pela Miramax, com Neal H. Moritz, da Original Film, como produtor, e será distribuída pela Paramount Pictures. A estreia está marcada para 5 de junho de 2026 nos Estados Unidos e 4 de junho no Brasil.

Netflix divulga trailer de “Se Desejos Matassem…” e confirma estreia do k-drama de terror psicológico em 24 de abril

A Netflix divulgou o trailer oficial de “Se Desejos Matassem…”, novo k-drama de terror psicológico que chega ao catálogo da plataforma no dia 24 de abril. A produção sul-coreana apresenta uma narrativa centrada em estudantes de uma escola de uma pequena cidade que passam a lidar com um aplicativo misterioso capaz de realizar desejos em troca de consequências graves.

As cenas divulgadas indicam que a série trabalha com a escalada de eventos dentro do ambiente escolar, mostrando como o aplicativo se espalha entre os alunos e altera a dinâmica entre eles. A produção utiliza esse cenário para desenvolver conflitos progressivos, com foco nas consequências diretas de cada escolha feita pelos personagens. Abaixo, veja o vídeo:

Na história, o aplicativo chamado Girigo se espalha entre os alunos como uma novidade digital. Inicialmente utilizado por curiosidade, o sistema rapidamente passa a interferir na rotina dos personagens ao atender pedidos que, à primeira vista, parecem vantajosos. Com o avanço dos episódios, cada desejo concretizado desencadeia efeitos diretos na vida dos envolvidos, alterando relações pessoais, rotina escolar e equilíbrio emocional do grupo.

O material promocional divulgado pela plataforma destaca o impacto progressivo do uso da ferramenta entre os estudantes. À medida que os pedidos aumentam, surgem situações de conflito, desconfiança e isolamento dentro da escola. O enredo se estrutura a partir da relação entre decisão e consequência, com foco nas escolhas individuais que afetam o coletivo.

A direção é assinada pelo mesmo cineasta de “Em Movimento” (2023), produção anterior também sul-coreana. O trabalho indica continuidade na abordagem voltada para narrativas de tensão psicológica e construção de conflitos a partir de situações cotidianas.

O elenco reúne Baek Sun-ho (Entre ele e ela, Kick Kick Kick Kick), Hyun Woo-seok (A Home from Home, Time to Be Strong), Jeon So-yeon, Kang Mi-na (Amor Enrolado, Twelve, Moonshine, Hotel Del Luna) e Lee Hyo-je (Vanishing Time: A Boy Who Returned, Good Person). Os personagens interpretados pelo grupo de atores fazem parte do núcleo central da história e estão diretamente envolvidos com o uso do aplicativo. A trama acompanha como cada um reage diante da possibilidade de ter seus desejos atendidos, além das consequências que surgem a partir dessas decisões.

“Se Desejos Matassem…” integra o catálogo de produções sul-coreanas da Netflix, que seguem em expansão no serviço de streaming. A série chega ao público em um momento de crescimento da demanda por conteúdos do país dentro da plataforma, especialmente em gêneros voltados ao suspense e ao terror psicológico.

Colony | Novo filme do diretor de Invasão Zumbi ganha trailer e mostra começo angustiante de um apocalipse

O diretor sul-coreano Yeon Sang-ho (Invasão Zumbi, Peninsula, Hellbound) está de volta ao gênero que o consagrou, mas com uma proposta que parece ainda mais sufocante. O primeiro trailer de Colony foi divulgado e já deixa claro que o filme não pretende apenas repetir fórmulas, mas explorar o início do caos de forma mais direta e intensa.

Diferente de muitas histórias de zumbis que começam quando tudo já está perdido, aqui o foco está justamente no começo. A narrativa acompanha o momento em que um vírus desconhecido começa a se espalhar, transformando um ambiente comum em um espaço de desespero crescente. A sensação é de que tudo sai do controle rápido demais, sem tempo para reação.

Qual é a história de Colony?

No centro da trama está Jun Ji-hyun (Polaris: Conspiração Política, My Love from the Star, Kingdom: Ashin of the North), que interpreta uma professora de biotecnologia. Ela está participando de uma conferência quando o evento é interrompido por um surto misterioso que começa dentro do próprio prédio.

O que parecia um espaço seguro se transforma em uma armadilha. As autoridades isolam o local rapidamente, criando uma zona de quarentena que prende todos lá dentro. A partir daí, o filme mergulha em uma dinâmica de sobrevivência onde o perigo não está apenas nos infectados, mas também no comportamento das pessoas diante do medo.

O vírus, ao que tudo indica, não segue um padrão comum. Os infectados sofrem mutações rápidas, o que torna cada situação imprevisível. Isso aumenta a tensão e impede qualquer sensação de controle, já que ninguém sabe exatamente o que esperar a seguir.

Quem faz parte do elenco?

Além de Jun Ji-hyun, o elenco reúne nomes conhecidos que ajudam a dar peso emocional à história. Ji Chang-wook (O Manipulado, Healer, The K2), Koo Kyo-hwan (D.P.: Dog Day, Escape from Mogadishu, Peninsula) e Shin Hyun-been (Hospital Playlist, Reflection of You, Confession) estão entre os sobreviventes presos no local.

O time ainda conta com Kim Shin-rok (Gostinho de Amor, Hellbound, Reborn Rich) e Go Soo (Oficial da Condicional Lee, The Front Line, Missing: The Other Side), formando um grupo que deve explorar diferentes reações humanas diante da crise.

A proposta parece ir além da ação. O filme busca trabalhar as relações entre os personagens, mostrando como o medo, a desconfiança e o instinto de sobrevivência podem transformar qualquer convivência em algo instável.

Bastidores e produção

Produzido pela Showbox, Colony foi filmado entre março e junho de 2025, em locações na região de Dangjin, na Coreia do Sul. A escolha por ambientes mais fechados reforça o tom claustrofóbico que o trailer já indica.

Outro ponto interessante está na construção dos infectados. A equipe de coreografia, que já trabalhou com Yeon Sang-ho em projetos anteriores, buscou criar movimentos menos previsíveis e mais desconfortáveis de assistir. A ideia é fugir daquele padrão mais “mecânico” dos zumbis tradicionais e trazer algo que cause estranhamento constante.

O que esperar do filme?

Depois do impacto de Invasão Zumbi, Yeon Sang-ho parece interessado em explorar um outro tipo de tensão. Em vez de grandes deslocamentos e cenários abertos, Colony aposta no confinamento, no medo constante e na sensação de que não existe saída fácil.

A combinação entre um vírus imprevisível, personagens presos em um único espaço e relações sendo colocadas à prova cria um terreno perfeito para uma narrativa mais intensa e emocional. Não se trata apenas de sobreviver, mas de lidar com tudo o que vem junto com essa luta.

Tremembé | Giovanna Antonelli viverá a estelionatária Dominique Scharf na nova fase da série do Prime Video

O Prime Video prepara uma nova fase da série Tremembé com uma adição que já vem chamando atenção do público. A atriz Giovanna Antonelli foi escalada para interpretar Dominique Scharf, personagem inspirada em uma figura conhecida por uma extensa trajetória de crimes ligados a estelionato e fraudes no Brasil.

Na nova temporada, Dominique surge como uma das presas que passaram a integrar o presídio de Tremembé após longos anos de condenação. Segundo a construção narrativa da série, ela acumulou uma pena superior a cinco décadas, tendo permanecido mais de 30 anos em regime fechado antes de migrar para o regime aberto. Sua trajetória dentro da história é marcada por crimes como falsificação de documentos, uso de identidade falsa, estelionato e outros delitos financeiros, compondo um perfil de alta complexidade dentro do enredo.

Quem é Dominique Scharf dentro da série?

Na trama, Dominique Scharf representa um tipo de criminoso que não atua pela violência direta, mas pela manipulação e pelo engano. Sua presença adiciona uma nova camada à narrativa, já que o foco da série não se limita apenas a crimes brutais, mas também aos impactos de fraudes e esquemas que atravessam diferentes esferas da sociedade.

A personagem é inserida no contexto do presídio de Tremembé, conhecido no Brasil por abrigar detentos de grande repercussão nacional. Dentro desse ambiente, a convivência entre criminosos de diferentes perfis cria um cenário de tensão constante, onde relações de poder, alianças estratégicas e disputas internas se tornam parte da rotina.

Uma série baseada em casos reais

A série é baseada em obras do jornalista Ulisses Campbell e em registros judiciais de casos reais que marcaram o noticiário brasileiro. A produção adapta histórias conhecidas do público e reconstrói acontecimentos ligados a figuras que ganharam grande repercussão nacional.

Entre os nomes retratados na série estão personagens inspirados em Suzane von Richthofen, Elize Matsunaga, Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni, além de outros envolvidos em casos criminais amplamente divulgados. A proposta da produção é justamente mostrar como essas pessoas convivem dentro do sistema prisional e como suas histórias se cruzam em um mesmo ambiente.

Elenco e ambientação do presídio

O elenco da série reúne nomes de grande destaque na televisão e no cinema brasileiro. Além de Giovanna Antonelli, a produção conta com Marina Ruy Barbosa, Carol Garcia, Letícia Rodrigues, Bianca Comparato, Felipe Simas, Kelner Macêdo e Lucas Oradovschi.

A ambientação dentro do presídio de Tremembé é um dos elementos centrais da série. O espaço funciona quase como um microcosmo social, onde diferentes histórias criminais se encontram e se chocam. A convivência forçada entre personagens com passado midiático intenso cria situações de conflito, tensão e alianças inesperadas.

O impacto da nova fase da série

Desde sua estreia, Tremembé se destacou no catálogo do Prime Video, alcançando rapidamente posições de destaque entre as produções mais assistidas no Brasil. O interesse do público pelo gênero true crime contribuiu para esse desempenho, especialmente por se tratar de histórias baseadas em casos reais já conhecidos da população.

A nova temporada, com a chegada de Giovanna Antonelli ao elenco, deve ampliar ainda mais esse alcance. A atriz assume um papel que foge de personagens tradicionais da televisão e mergulha em uma figura complexa, marcada por crimes não violentos, mas de grande impacto social e financeiro.

Ted Lasso | Apple TV+ apresenta trailer da 4ª temporada e confirma estreia em agosto

O Apple TV+ apresentou nesta terça, 28 de abril, o primeiro trailer da 4ª temporada de Ted Lasso, uma das produções mais populares da plataforma nos últimos anos. Junto com o vídeo, o serviço de streaming também confirmou a data de estreia dos novos episódios: 5 de agosto. Abaixo, assisita ao trailer:

A nova temporada marca uma virada significativa na narrativa da série, que volta a acompanhar o treinador Ted Lasso em um contexto totalmente diferente dentro do clube fictício AFC Richmond. Além disso, a plataforma confirmou que os episódios serão lançados semanalmente, com exibição programada até 7 de outubro, mantendo o formato de estreia gradual que já se tornou comum em produções originais do Apple TV+.

Ted Lasso assume novo desafio no AFC Richmond feminino

Nesta nova fase, a história leva Ted Lasso a um território ainda inexplorado dentro da série. Interpretado por Jason Sudeikis, o personagem retorna ao AFC Richmond com a missão de comandar o time feminino do clube, que disputará a segunda divisão do futebol inglês.

A mudança de cenário promete trazer novas dinâmicas para a trama, já que o treinador precisará se adaptar a um ambiente esportivo diferente, com desafios próprios e uma estrutura ainda em desenvolvimento. O vídeo destaca justamente essa transição, mostrando Ted lidando com a responsabilidade de formar uma equipe competitiva enquanto mantém seu estilo otimista e humanizado de liderança, marca registrada do personagem desde a primeira temporada.

Trama continua explorando evolução dos personagens e relações no clube

A nova temporada da série mantém a proposta central da série: acompanhar o crescimento pessoal e profissional dos personagens dentro e fora de campo. A produção continua explorando a trajetória do AFC Richmond como um espaço de reconstrução, onde conflitos internos, desafios esportivos e relações pessoais se misturam constantemente.

Ao longo da série, o público acompanhou a transformação de Ted, um técnico de futebol americano sem experiência no futebol inglês, que foi contratado inicialmente como parte de um plano de sabotagem da proprietária Rebecca Welton. No entanto, o que era para ser um fracasso acabou se tornando uma história de superação e conexão humana.

Elenco principal retorna com personagens já conhecidos do público

A nova temporada também marca o retorno do elenco principal que consolidou o sucesso da série ao longo dos anos. Além de Jason Sudeikis, o público volta a ver nomes importantes da produção: Hannah Waddingham retorna como Rebecca Welton, dona do clube que teve papel central no início da história. Brett Goldstein segue como Roy Kent, enquanto Brendan Hunt volta como Coach Beard. Nick Mohammed reprisa o papel de Nathan Shelley, Jeremy Swift interpreta novamente Leslie Higgins e Juno Temple retorna como Keeley Jones. Phil Dunster também segue na produção como Jamie Tartt.

Lançamento será semanal e se estende até outubro

O Apple TV+ confirmou que a 4ª temporada de Ted Lasso estreia oficialmente em 5 de agosto. Diferente de modelos de estreia completa, os episódios serão disponibilizados semanalmente. O cronograma de lançamentos segue até 7 de outubro, o que permite que a narrativa seja acompanhada de forma contínua ao longo de aproximadamente dois meses.

O que esperar da nova fase da série?

A principal novidade desta temporada está na mudança de foco do futebol masculino para o feminino, o que abre espaço para novos conflitos, histórias e personagens. Além da parte esportiva, a série deve continuar abordando temas como saúde mental, amadurecimento emocional, liderança e relações interpessoais, elementos que se tornaram a base da produção desde sua estreia.

Lanternas | Nova série da DC reinventa o Lanterna Verde em um thriller investigativo inédito

A série Lanternas chega como uma das produções mais curiosas da nova fase da DC Studios, propondo uma mudança importante na forma como o universo do Lanterna Verde costuma ser retratado. Em vez das tradicionais histórias espaciais cheias de batalhas cósmicas e ameaças intergalácticas, a produção aposta em um formato mais próximo do drama policial, com forte presença de investigação e suspense.

A ideia central é simples, mas ousada. A série pega uma das mitologias mais expansivas da DC e a insere em uma narrativa mais humana, centrada em um crime aparentemente local que rapidamente revela conexões muito maiores do que se imagina.

Quem está por trás da nova abordagem da série?

A produção está sob o comando de Chris Mundy, conhecido por seu trabalho em Ozark. Ele defende uma abordagem que equilibra a mitologia dos quadrinhos com o peso dramático de uma série de prestígio da televisão contemporânea. Em entrevistas, Mundy afirmou que a intenção é explorar quem esses personagens são fora do uniforme e dos poderes, mantendo o espírito original dos quadrinhos, mas com uma leitura mais emocional e realista.

Essa escolha criativa ajuda a explicar o tom mais contido da série e a aposta em uma narrativa que valoriza tanto o mistério quanto o desenvolvimento psicológico dos protagonistas.

Como funciona a trama de Lanternas?

A história acompanha dois membros da Tropa dos Lanternas Verdes, Hal Jordan e John Stewart. Na mitologia da DC, essa organização funciona como uma força de segurança intergaláctica responsável por manter a ordem em diferentes setores do universo. O grande diferencial dos personagens está nos anéis de poder, capazes de transformar a força de vontade em construções físicas praticamente ilimitadas.

Na série, porém, essa escala cósmica é introduzida de forma gradual. A narrativa começa com um assassinato ocorrido em uma região isolada dos Estados Unidos. O que parece um caso simples logo se transforma em algo muito maior, revelando ligações com eventos que ultrapassam a Terra e conectam a investigação a uma rede de conspirações e ameaças globais e cósmicas.

Hal Jordan ainda é o mesmo herói de sempre?

Interpretado por Kyle Chandler, Hal Jordan aparece como um Lanterna experiente que já passou por diversas missões e carrega o peso dessas vivências. Aqui ele surge em um momento mais reflexivo, atuando como agente em campo e também como uma espécie de mentor.

A série explora o impacto psicológico de ser um Lanterna Verde, mostrando um personagem que confia na experiência, mas também convive com o desgaste emocional de anos enfrentando situações extremas.

John Stewart está pronto para o papel de Lanterna Verde?

Vivido por Aaron Pierre, John Stewart representa a nova geração da Tropa dos Lanternas Verdes. Ele ainda está em adaptação e precisa aprender na prática como lidar com responsabilidades que vão muito além do esperado.

Essa diferença em relação a Hal cria uma dinâmica constante entre experiência e aprendizado. Enquanto um já conhece os códigos da Tropa, o outro ainda está descobrindo o alcance real do poder que carrega.

O que o assassinato tem a ver com o universo dos Lanternas?

O ponto de partida da série é um crime aparentemente local, mas a investigação logo revela que há muito mais em jogo. O assassinato começa a se conectar a eventos maiores que ultrapassam a Terra, transformando o caso em uma teia de conspirações com impacto global e cósmico.

Quem mais está no elenco da série?

Além dos protagonistas, o elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão. Kelly Macdonald participa da produção em um papel ainda misterioso, mas relevante para o desenvolvimento da trama. Garrett Dillahunt também integra o elenco em uma função ligada diretamente ao núcleo investigativo da história.

Paula Patton e Cary Christopher completam o grupo de personagens que ajudam a expandir os desdobramentos da narrativa, enquanto Ulrich Thomsen interpreta Sinestro, um dos vilões mais emblemáticos da mitologia dos Lanternas Verdes.

Como a série se encaixa no novo universo da DC?

A série faz parte do novo universo compartilhado da DC Studios, o DCU, dentro do capítulo inicial conhecido como “Deuses e Monstros”. Essa fase busca reorganizar as produções da DC em uma estrutura mais coesa, conectando filmes e séries de forma mais orgânica.

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