Super Tela 25/05/2024 Record exibe o filme Sicário: Dia do Soldado

Na noite deste sábado, dia 25 de maio, a Record TV apresenta na Super Tela o longa-metragem americano “Sicário: Dia do Soldado”, lançado em 2018 e dirigido por Stefano Sollima. O filme é estrelado por Benicio Del Toro, Josh Brolin e Isabela Merced, e é distribuído pela Sony Pictures.

Benicio Del Toro, conhecido por sua versatilidade e presença marcante, acumula uma extensa carreira que inclui papéis notáveis em produções como “Traffic” (2000), onde ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, “21 Grams” (2003) e “Che: O Argentino” (2008). Sua habilidade em interpretar personagens complexos e sua colaboração frequente com diretores renomados o estabeleceram como um dos atores mais respeitados de sua geração.

Josh Brolin, por sua vez, é conhecido por sua participação em uma variedade de gêneros cinematográficos, desde dramas premiados até filmes de grande orçamento. Ele ganhou destaque em “No Country for Old Men” (2007), “True Grit” (2010) e, mais recentemente, no papel icônico de Thanos na série de filmes da Marvel, incluindo “Avengers: Infinity War” (2018) e “Avengers: Endgame” (2019).

Isabela Merced, anteriormente conhecida como Isabela Moner, começou sua carreira como atriz infantil e ganhou reconhecimento por seu trabalho em “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017) e na série de televisão “100 Things to Do Before High School” (2014-2016). Ela continua a expandir seu repertório, trazendo sua energia jovem e talento promissor para filmes como “Dora e a Cidade Perdida” (2019).

No enredo, o oficial da CIA Matt Graver (Josh Brolin) recruta novamente seu sicário de confiança, Alejandro Gillick (Benicio Del Toro), para uma missão delicada: sequestrar a filha caçula de um poderoso barão das drogas mexicano. Com os cartéis agora considerados células terroristas, a missão é secretamente orientada pelo alto escalão do governo, visando provocar uma guerra entre os grupos rivais.

Conheça curiosidades do filme

O filme, lançado em 2018, é a sequência do aclamado thriller “Sicario” (2015), trazendo novos elementos à história original. Dirigido por Stefano Sollima, o filme se destaca por suas intensas cenas de ação e uma trama que mergulha ainda mais fundo nas questões políticas e morais envolvendo o combate aos cartéis de drogas mexicanos.

Josh Brolin e Benicio Del Toro reprisam seus papéis como Matt Graver e Alejandro Gillick, respectivamente. A dinâmica entre os dois personagens é central para o enredo, que explora suas motivações e os métodos controversos que empregam na guerra contra os cartéis.

O filme recebeu críticas mistas, mas foi elogiado por suas performances marcantes e sequências de ação impactantes. Apesar de não replicar o sucesso crítico de seu antecessor, “Sicario: Dia do Soldado” alcançou um sucesso comercial moderado, arrecadando aproximadamente 75 milhões de dólares em bilheterias mundiais.

Uma das características mais notáveis do filme é o aprofundamento no personagem de Alejandro Gillick, revelando mais sobre seu passado e suas complexas motivações. Isso adiciona uma camada de profundidade emocional à narrativa, enquanto continua a explorar as consequências humanas e políticas das ações dos protagonistas.

Com uma cinematografia arrojada e uma trama que confronta dilemas éticos, “Sicario: Dia do Soldado” oferece uma experiência cinematográfica provocativa e intensa para os espectadores interessados em thrillers que desafiam convenções e exploram os limites morais da guerra contra o narcotráfico.

Horário de exibição

A exibição tem início marcado para as 23h00, promete uma noite intensa de ação e suspense logo após o reality show A Grande Conquista. Prepare-se para assistir a um dos filmes mais marcantes dos últimos anos, que promete prender a atenção dos telespectadores com uma trama envolvente e cheia de adrenalina.

As informações são da Record TV.

Superman pousa no Brasil: James Gunn e elenco chegam ao Rio de Janeiro para encontro com fãs

O Rio de Janeiro recebeu neste domingo (22) uma visita digna de cinema — literalmente. O diretor James Gunn, acompanhado dos protagonistas David Corenswet (o novo Superman) e Rachel Brosnahan (a nova Lois Lane), aterrissou na capital fluminense para dar início à etapa brasileira da turnê mundial de divulgação do novo longa da Warner Bros. Pictures. E a primeira parada não poderia ter sido mais simbólica: o Santuário do Cristo Redentor, cartão-postal que emociona gerações e que agora serviu de cenário para um encontro entre ficção, fé e solidariedade.

Sim, Clark Kent está no Brasil. E ele não veio só salvar o mundo nas telonas — trouxe também uma mensagem de empatia e esperança bem real. Durante a visita ao Cristo, James, David e Rachel participaram de uma ação social especial: autografaram itens exclusivos que serão leiloados, com toda a renda revertida para os projetos sociais apoiados pelo Santuário. O gesto foi simples, mas cheio de significado — um reconhecimento da força simbólica que o herói representa e do impacto que pequenas atitudes podem ter na vida de quem mais precisa.

Além disso, a equipe do filme também anunciou uma surpresa emocionante: cem crianças em situação de vulnerabilidade social, atendidas pelos programas do Cristo Redentor, terão a oportunidade de assistir ao filme gratuitamente, em sessões solidárias. Para muitas delas, será a primeira ida ao cinema — e essa experiência será mágica.

O trio permanece na cidade até 24 de junho, com uma agenda intensa de eventos promocionais, encontros com fãs e entrevistas à imprensa. A escolha do Brasil como uma das principais paradas da turnê reforça a importância do público latino-americano no sucesso global das produções da DC Studios — e mostra o carinho com que a nova fase do estúdio quer dialogar com seus fãs ao redor do mundo.

Mas essa chegada triunfal não começou do nada. No final de maio, a Warner Bros. já havia preparado o terreno com um evento icônico na Praia de Copacabana, onde foi lançada a contagem regressiva oficial para a estreia do filme. Um enorme “S” estilizado — aquele símbolo que todo mundo reconhece mesmo de longe — dominou a areia da praia, marcando o início da campanha de divulgação com um toque carioca.

Superman é o primeiro capítulo da nova fase da DC nos cinemas, agora sob o comando criativo de James Gunn, conhecido por reinventar heróis com humanidade, humor e intensidade (como já fez em Guardiões da Galáxia e O Esquadrão Suicida). David Corenswet assume o manto do Homem de Aço trazendo uma nova abordagem para Clark Kent: mais jovem, mais emocional, mais próximo do público. Já Rachel Brosnahan, vencedora do Emmy por The Marvelous Mrs. Maisel, promete uma Lois Lane afiada, corajosa e irresistivelmente carismática.

Com estreia marcada para 10 de julho nos cinemas brasileiros, o novo Superman é mais do que uma promessa de ação e efeitos visuais — é um convite para redescobrir um herói que, mesmo após tantas versões, ainda consegue emocionar, inspirar e, agora, se conectar de forma especial com o público brasileiro.

“A Voragem” | HBO Max mergulha na selva da alma humana em nova série colombiana

Foto: Reprodução/ Internet

Existe algo na selva que não pode ser explicado — só sentido. Um tipo de silêncio espesso, de verde que parece eterno, de calor que invade a alma. É nesse cenário ao mesmo tempo mágico e ameaçador que A Voragem, nova série da HBO Max, se desenrola. Mas engana-se quem acha que se trata apenas de mais uma aventura exótica. A série, inspirada na célebre obra do escritor colombiano José Eustasio Rivera, mergulha fundo nas contradições humanas e transforma um romance clássico de 1924 em uma experiência audiovisual intensa e atual.

Com uma primeira temporada de oito episódios — três já disponíveis na plataforma e os dois últimos programados para 7 de agosto —, A Voragem estreia com ambição e sensibilidade. Ao invés de apenas contar uma história, ela convida o espectador a atravessá-la, como quem caminha por dentro da mata fechada, tropeçando em emoções, conflitos e escolhas irreversíveis.

De Bogotá à floresta: uma fuga que vira provação

A série começa com um gesto de rebeldia. Arturo Cova, um poeta idealista interpretado com intensidade por Juan Pablo Urrego (Distrito Salvaje, El Patrón del Mal), foge da capital com Alicia (vivida pela expressiva Viviana Serna, de Narcos: México), uma jovem que se recusa a aceitar um casamento arranjado. A fuga romântica, impulsiva e cheia de promessas se transforma rapidamente numa viagem sem retorno.

Eles partem rumo aos llanos — as planícies colombianas — e depois penetram a selva amazônica, acreditando que encontrarão liberdade e paz longe da sociedade opressora. Mas o que os espera é uma realidade muito mais crua, onde a natureza, ao invés de acolher, engole. É nesse caminho que conhecem Clemente Silva, personagem vivido por Nelson Camayo, que dá voz e corpo a um homem forjado pelo sofrimento e pelas perdas que só a selva é capaz de impor.

Essa é, em essência, a espinha dorsal da trama: uma jornada em busca de um paraíso idealizado que, aos poucos, se revela um pesadelo profundo.

A selva não é só cenário. Ela é personagem.

Uma das maiores forças da série está em como ela retrata a floresta. Nada nela é pintado com cores de cartão-postal. O que vemos é uma natureza viva, imprevisível, e às vezes, francamente hostil. A selva aqui não é pano de fundo — ela reage, molda e transforma quem se atreve a atravessá-la. Ela é personagem central, silenciosa, mas presente o tempo inteiro.

A fotografia é um espetáculo à parte. Com planos que exploram a densidade das folhas, o vapor da terra molhada e a luz filtrada entre as copas, a série constrói uma atmosfera quase hipnótica. Os sons — de bichos, de água, de vento — são tão importantes quanto os diálogos. Tudo contribui para essa sensação de que estamos, junto com os personagens, sendo lentamente engolidos por algo maior do que nós.

O diretor Luis Alberto Restrepo, conhecido por trabalhos densos como La Ley del Corazón e Garzón, orquestra a narrativa com firmeza e sensibilidade. Ele não se apressa. Deixa que a selva dite o ritmo, que os silêncios falem tanto quanto as palavras.

Um clássico da literatura que ganha nova vida

Adaptar um livro como La Vorágine, com seu estilo rebuscado e seu caráter alegórico, não é tarefa fácil. José Eustasio Rivera escreveu a obra em tom de denúncia e poesia, combinando uma crítica feroz à exploração de trabalhadores na indústria do látex com uma profunda reflexão sobre a alma humana.

A série faz um trabalho cuidadoso ao respeitar esse espírito. Não se trata de uma transposição literal — e isso é uma virtude. A Voragem pega o núcleo emocional do livro e o transforma em drama visual. Os diálogos são mais acessíveis, os personagens têm mais nuances, e há um foco claro em tornar a história relevante para o público atual.

Ainda assim, há momentos em que o texto original ecoa. Frases que soam como poemas surgem em meio ao caos. E isso não acontece à toa. A produção teve consultoria literária e cuidou para que a adaptação não perdesse a alma da obra.

Amor, obsessão e liberdade

No centro da história está o casal Arturo e Alicia. Ele é apaixonado por liberdade, por ideias, por poesia — mas também por controle. Com o passar dos episódios, Arturo deixa de ser o herói romântico idealista e revela um lado possessivo, até mesmo violento. Já Alicia é a alma livre que paga um alto preço por não querer se submeter. O embate entre os dois é carregado de tensão emocional, e a atuação de Urrego e Serna sustenta cada reviravolta com autenticidade.

A presença de Clemente, por sua vez, funciona quase como um espelho do que Arturo pode se tornar. Ele é o retrato do homem que já enfrentou a floresta — e saiu quebrado, mas sobrevivente. Sua experiência traz densidade à narrativa e abre espaço para discussões sobre masculinidade, poder e redenção.

Tapete vermelho, emoção e resgate cultural

O lançamento da série foi celebrado com um evento especial em Bogotá, no último dia 24 de julho. O Teatro Colón recebeu elenco, equipe técnica, jornalistas e convidados especiais. Tapete vermelho, coquetel, discursos emocionados e muita expectativa marcaram a noite. Não era apenas uma estreia — era a chegada de um projeto que busca reconectar o público com um dos maiores símbolos da literatura colombiana.

A HBO Max apostou alto na produção, que também conta com produção executiva de Jorge López Abella, Rous Mary Muñoz e José Lombana. O plano de lançamento foi cuidadosamente pensado: os três primeiros episódios já estão disponíveis na plataforma; outros três estreiam na próxima semana; e os dois últimos serão lançados em 7 de agosto. A série também será exibida no canal TNT a partir de sábado, 26 de julho, sempre à meia-noite.

Uma série sobre o que nos move — e o que nos destrói

Assistir A Voragem é como entrar num terreno desconhecido. A cada episódio, o espectador é desafiado a abandonar certezas, a rever ideias sobre liberdade, civilização e amor. A narrativa não entrega respostas fáceis, mas provoca. Ao final, a pergunta que fica não é “o que aconteceu?”, mas sim “quem nos tornamos ao atravessar essa floresta?”.

A série fala sobre paixão, mas também sobre obsessão. Sobre fugir das amarras da sociedade, mas acabar prisioneiro dos próprios impulsos. E principalmente, sobre o que resta quando o mundo idealizado desmorona.

Para quem é essa série?

Essa não é uma série para quem procura ação frenética ou soluções rápidas. A Voragem exige tempo, atenção e entrega. É uma obra que conversa com quem gosta de literatura, de drama humano, de paisagens que falam e silêncios que gritam. Mas também é, curiosamente, uma porta de entrada para quem nunca leu Rivera. A série pode funcionar como convite à leitura do livro — ou até como substituto sensorial para quem prefere vivenciar histórias com os olhos e os ouvidos.

Resumo da novela A Caverna Encantada de terça, 01/10/2024

Foto: Divulgação/ SBT

Após a saída inesperada de Pedro, André, claramente abalado com a situação, decide que não está disposto a assumir novamente o papel de líder do grupo. Essa recusa deixa todos intrigados, pois André sempre foi um pilar de força, e sua hesitação gera discussões sobre quem deve assumir a responsabilidade a seguir.

Enquanto isso, Anna, determinada e destemida, se propõe a investigar a biblioteca que guarda tantos segredos. Com as mãos firmes, ela remove as tábuas que bloqueiam a porta, revelando uma passagem misteriosa. Ao entrar na caverna ao lado de Moleza, um amigo leal e curioso, ela é envolvida por um ambiente sombrio e cheio de ecos de histórias passadas. A atmosfera é carregada de expectativa quando Anna encontra um antigo baú empoeirado, e sua curiosidade se intensifica ao localizar uma chave enferrujada que, ela acredita, pode abrir algo importante.

Em uma esquina movimentada da cidade, César, que acaba de ter um encontro revelador com Pilar, se depara com Gabriel. A tensão entre os dois é palpável; eles trocam provocações afiadas, revelando rivalidades antigas e mágoas não resolvidas. A cena é marcada por olhares desafiadores e palavras cortantes, deixando claro que a animosidade entre eles está longe de ser superada.

Simultaneamente, Shirley está em sua casa, inquieta e alerta. A sensação de que alguém está invadindo seu espaço a leva a preparar uma armadilha elaborada. Com um espírito de determinação, ela monta dispositivos para pegar o intruso desprevenido. No entanto, a situação rapidamente toma um rumo inesperado quando Wanda, sem saber da armadilha, acaba caindo em um dos truques que Shirley preparou, resultando em uma cena cômica e desconcertante.

Do outro lado da cidade, no “Pet Shop Bolhas & Bolhas”, Anna finalmente consegue usar a chave que encontrou para abrir a mala de Paulo. A expectativa é alta, e quando ela a abre, é surpreendida com o que encontra: um colete que parece ter visto dias melhores, um rádio antigo e outros objetos enigmáticos que parecem carregar histórias próprias. Cada item despertará a imaginação e curiosidade de Anna, sugerindo que há mais por trás do que aparenta.

Enquanto isso, Betina, que observa todos esses eventos com atenção, decide que é hora de agir. Ela chama Pilar para que juntas possam ajudar Anna a levar a mala e os novos achados de volta ao Rosa dos Ventos, onde podem discutir o que descobriram. O Rosa dos Ventos, um lugar de encontros e revelações, se torna o cenário perfeito para desvendar os mistérios que cada um deles enfrenta.

Esse entrelaçamento de eventos revela não apenas as complexidades das relações entre os personagens, mas também abre portas para novas aventuras e desafios. Cada um deles, ao lidar com seus próprios dilemas, percebe que as descobertas na caverna, as rivalidades nas ruas e as situações inesperadas em casa podem muito bem se conectar, trazendo à tona um enredo mais intricado e emocionante.

O que vai rolar nos próximos capítulos?

Pilar e Anna se encontram para discutir os pertences de Paulo, um assunto que pesa sobre a mente de ambas. A conversa é tensa, repleta de nostalgia e incertezas sobre o que fazer com os itens deixados para trás. Elas refletem sobre o significado de cada objeto e o que a presença de Paulo representa para o grupo, debatendo a possibilidade de como essas lembranças podem ajudar a solidificar o vínculo entre eles.

Enquanto isso, Felipe, como líder do grupo, assume uma postura firme e faz exigências aos meninos. Ele sente a responsabilidade de manter a ordem e a disciplina, e seu tom autoritário provoca reações variadas entre os integrantes do grupo. Alguns o apoiam, admirando sua determinação, enquanto outros sussurram insatisfações, criando uma dinâmica intrigante que pode afetar a coesão do grupo.

Norma, por outro lado, avista a mala de Paulo e, em um momento de desânimo, percebe que não possui nenhuma prova concreta para reivindicar a posse do colégio. Essa realização a faz questionar suas intenções e motivações, deixando-a mais vulnerável do que gostaria de admitir. A frustração a faz reconsiderar suas estratégias e o que realmente deseja.

No centro da cidade, Dalete se depara com Isaías. A interação entre eles é elétrica, mas não passa despercebida por Tonico, que observa de longe, sentindo uma onda de ciúmes invadir seu coração. O conflito interno de Tonico se intensifica à medida que ele percebe que a amizade entre Dalete e Isaías pode significar algo mais.

Na Caverna, Anna liga o rádio e, para sua surpresa, ouve a voz do pai ecoando pelas ondas. O som familiar provoca uma mistura de emoções, despertando memórias e sentimentos que ela pensava ter guardado. O encontro com a voz do pai representa uma conexão profunda com seu passado, levando-a a questionar o que realmente significa para ela a presença de sua família.

Betina, sempre atenta às dinâmicas do grupo, aborda Pilar e expressa sua preocupação. Ela pede a Pilar que evite sair com César por dó, sugerindo que as motivações por trás desse relacionamento possam não ser as mais saudáveis. Essa conversa gera uma reflexão em Pilar sobre seus sentimentos e a verdadeira natureza de sua relação com César.

Enquanto isso, Manu e Isadora têm suas suspeitas sobre Tonico. Elas querem descobrir se ele está escondendo algo delas, e sua curiosidade os leva a investigar. O ambiente se enche de desconfiança e segredos, à medida que o trio tenta desvendar o que realmente está acontecendo por trás das aparências.

César, por sua vez, busca dicas com Gabriel sobre o que dar de presente a Pilar. O diálogo entre eles é leve, mas Gabriel, em um momento de sinceridade, sugere algo que, ao final, pode não agradar a professora. Essa interação mostra a amizade entre os dois, mas também revela a dificuldade de César em entender o que realmente toca o coração de Pilar.

Pilar e Gabriel, unidos na missão de estimular a criatividade das crianças, encontram um obstáculo: a biblioteca está fechada. Eles expressam a Norma que essa situação está dificultando o aprendizado. No entanto, Gabriel rapidamente reconsidera sua ideia e acaba sugerindo um presente maravilhoso para César dar a Pilar, o que o deixa animado.

Quando César finalmente apresenta o presente a Pilar, a professora fica encantada. O brilho nos olhos dela revela que, talvez, o relacionamento deles possa florescer de uma maneira mais significativa. Motivada pela alegria do momento, Norma decide reabrir a biblioteca, reconhecendo a importância desse espaço para a criatividade das crianças.

Pilar, curiosa e um pouco cautelosa, pergunta a Gabriel se foi ele quem indicou o livro que César escolheu. O clima de camaradagem entre eles é palpável, enquanto eles exploram as novas possibilidades que surgem com a reabertura da biblioteca.

Por fim, Anna, em sua busca por respostas, entra na Caverna Encantada. Ao adentrar o local, ela se vê hipnotizada por uma serpente mágica que a atrai com seus movimentos hipnóticos. Essa experiência promete ser um ponto de virada, onde as questões do passado e do presente se entrelaçam, e onde novos desafios e revelações a aguardam. A atmosfera mágica e misteriosa da caverna, junto com o que a serpente representa, sugere que Anna está prestes a descobrir segredos que podem mudar tudo.

Queen Lear conquista três prêmios no NZ WebFest e reforça presença do audiovisual brasileiro no cenário internacional

A produção brasileira Queen Lear, realizada pelo Canal Demais e inspirada na tragédia “King Lear”, de William Shakespeare, alcançou um novo marco em sua trajetória internacional. A série venceu três categorias no NZ WebFest 2025, um dos mais relevantes festivais dedicados a webséries no mundo. Os prêmios incluem Melhor Edição, Melhor Performance para Claudia Alencar e Melhor Série Narrativa Internacional, reconhecimento que consolida a força do projeto no circuito global.

O desempenho no festival já era esperado entre especialistas do setor, já que a produção havia acumulado sete indicações em categorias-chave, como Melhor Série em língua não inglesa, Direção, Roteiro e Trilha Sonora. A vitória, no entanto, colocou a obra em um novo patamar. No ranking da Copa do Mundo das Webséries, que reúne produções de mais de 50 países, a série ocupa atualmente a segunda colocação, um feito inédito para uma websérie brasileira recente.

Reconhecimento artístico e impacto profissional

Para o criador e diretor Quentin Lewis, os prêmios confirmam o potencial de exportação da produção nacional e reforçam o alcance da narrativa de Queen Lear no exterior.

“Ver ‘Queen Lear’ sendo reconhecida em um festival do porte do NZ WebFest é uma conquista enorme. É a confirmação de que a série dialoga com diferentes públicos e culturas”, afirma o diretor, destacando o esforço da equipe em construir um projeto de apelo universal sem perder a identidade brasileira.

Entre os destaques da noite, o prêmio de Melhor Performance para Claudia Alencar chamou atenção da crítica especializada. A atriz entrega uma interpretação complexa e vigorosa da Rainha Lear, personagem central da trama — uma líder de milícia cuja trajetória é marcada por poder, decadência e conflitos familiares.

“Ganhar o prêmio de melhor atriz no Festival da Nova Zelândia foi uma alegria desmesurada. Atuar sob a direção de Quentin Lewis foi uma das grandes bênçãos da minha carreira”, celebrou Alencar, destacando a importância do reconhecimento internacional.

Uma adaptação que atualiza Shakespeare para o Brasil contemporâneo

Ambientada no Rio de Janeiro, a websérie transforma a peça original de Shakespeare em uma leitura contemporânea ancorada em temas como violência urbana, disputas territoriais e relações de poder. No lugar do reino britânico, a narrativa apresenta uma vasta rede criminosa comandada pela protagonista, cuja decisão de dividir o controle do império entre suas três filhas desencadeia uma série de rupturas, traições e jogos políticos.

A produção se diferencia pela abordagem estética e pelo rigor narrativo, elementos que contribuíram fortemente para sua recepção internacional. O elenco reúne nomes como Mariana Lewis, recentemente confirmada no elenco de The Hunger Games On Stage em Londres, além de Will Crispin, Giul Abreu, Aline Azevedo, Ana Cecília Mamede, Hélio Amaral, Bruno Rafael, Simone Viana, Wagnera, Mano Melo e Ruan Vitor.

Trabalho em expansão e circulação internacional

Queen Lear continua em exibição em festivais ao redor do mundo e integra a programação de mostras especializadas em narrativas digitais. Embora ainda não haja previsão de lançamento aberto ao público, o desempenho no NZ WebFest e em outras competições sugere um caminho ascendente para a websérie, tanto em projeção internacional quanto em interesse de plataformas.

Os três prêmios conquistados na Nova Zelândia representam não apenas um feito para o Canal Demais, mas também um avanço para o audiovisual brasileiro no mercado global de webséries — área em constante expansão e competitividade crescente. Com sua estética refinada, abordagem contemporânea e sólida execução técnica, a série emerge como uma das produções brasileiras mais relevantes do ano no circuito internacional.

Freddy Fazbear está de volta! Five Nights at Freddy’s 2 ganha trailer aterrorizante

Foto: Reprodução/ Internet

O terror está de volta à Freddy Fazbear’s Pizza, e os fãs já podem preparar os nervos. Five Nights at Freddy’s 2, sequência do filme de 2023 baseado na famosa franquia de jogos de Scott Cawthon, acaba de ganhar um trailer que promete deixar qualquer um arrepiado. Sob a direção de Emma Tammi (O Último Portal, Sombras do Passado), o longa mantém a atmosfera sombria e os animatrônicos que já se tornaram ícones do terror moderno.

Quem faz parte do elenco?

O elenco principal retorna para continuar a saga e promete repetir o sucesso do primeiro filme. Josh Hutcherson (Jogos Vorazes, Besouro Azul) volta como Mike Schmidt, o ex-guarda de segurança que precisa encarar novamente os mistérios e perigos da pizzaria. Elizabeth Lail (Você, Once Upon a Time) interpreta Vanessa Shelly, a policial local e filha de William Afton, envolvida em situações cada vez mais perigosas. Piper Rubio (The Summer I Turned Pretty, Contos de Verão) retorna como Abby Schmidt, irmã mais nova de Mike, trazendo inocência e emoção em meio ao caos. E Matthew Lillard (Pânico, Scooby-Doo) reprisa o papel de William Afton, o assustador assassino em série que continua aterrorizando a cidade e a família Schmidt.

Quando o filme estreia?

Nos Estados Unidos, Five Nights at Freddy’s 2 chega aos cinemas em 5 de dezembro de 2025, enquanto no Brasil e em Portugal, a estreia será antecipada para 4 de dezembro. O novo trailer já mostra que a tensão vai estar presente do início ao fim, misturando sustos, mistérios e aquela sensação de que os animatrônicos estão sempre à espreita.

Por que a sequência é tão esperada?

A ideia de um segundo filme surgiu ainda em 2018, quando Scott Cawthon comentou que poderia haver continuação caso o primeiro longa fosse bem-sucedido. O projeto ganhou força em janeiro de 2024, quando Josh Hutcherson revelou detalhes sobre a produção, e a Blumhouse Productions, famosa por sucessos como Atividade Paranormal e Um Lugar Silencioso, confirmou oficialmente o filme três meses depois.

As filmagens começaram em novembro de 2024, com a Jim Henson’s Creature Shop retornando para dar vida aos animatrônicos de forma ainda mais realista e assustadora. Além disso, já está confirmado que a franquia terá um terceiro filme, mantendo os fãs na expectativa sobre o futuro dos personagens e das criaturas mais aterrorizantes dos videogames.

Como começou o terror da Freddy Fazbear’s Pizza

Antes de nos prepararmos para a sequência, é hora de revisitar o primeiro filme que trouxe o terror da famosa pizzaria para as telas. Lançado em 2023, Five Nights at Freddy’s é um filme de terror norte-americano dirigido por Emma Tammi (O Último Portal, Sombras do Passado), que coescreveu o roteiro com Scott Cawthon (criador da franquia de jogos) e Seth Cuddeback. Produzido pela Blumhouse Productions e Striker Entertainment, o longa adapta a série de jogos de mesmo nome, com Cawthon e Jason Blum como produtores executivos.

A saga da produção

A história do filme começou em 2015, quando a Warner Bros. Pictures anunciou os direitos da franquia e designou produtores e o diretor Gil Kenan. O projeto, no entanto, enfrentou inúmeros atrasos e mudanças: Kenan deixou a direção, Chris Columbus foi escalado em 2018 para escrever e dirigir, mas também acabou saindo do projeto. Somente em 2022 Emma Tammi assumiu como diretora e corroteirista, garantindo a visão final que chegou às telas.

Durante todo esse processo, Scott Cawthon permaneceu envolvido, garantindo que o filme permanecesse fiel ao espírito dos jogos, equilibrando terror e suspense com a história dos personagens. A Jim Henson’s Creature Shop foi chamada para criar os animatrônicos, dando vida às criaturas icônicas da franquia de forma realista e assustadora.

Quem está no elenco?

O filme reuniu um elenco que combinou experiência em cinema e televisão com novas caras do entretenimento. Josh Hutcherson (Jogos Vorazes, Besouro Azul) interpreta Mike Schmidt, o jovem vigilante noturno da pizzaria. Ele precisa cuidar da irmã mais nova, Abby (Piper Rubio – The Summer I Turned Pretty, Contos de Verão), enquanto lida com o trauma do desaparecimento de outro irmão.

Elizabeth Lail (Você, Once Upon a Time) vive Vanessa Shelly, a policial local que auxilia Mike nas noites aterrorizantes. Matthew Lillard (Pânico, Scooby-Doo) interpreta Steve Raglan, o conselheiro de carreira arrogante que complica ainda mais a vida de Mike, enquanto Mary Stuart Masterson (Fome de Viver, Bastardos Inglórios) dá vida a Jane, a tia fria de Mike. Kat Conner Sterling (Sem Limites, Contos de Verão) interpreta Max, a babá carinhosa da pequena Abby. O Youtuber CoryxKenshin também faz uma participação especial como motorista de táxi.

A trama do primeiro filme

O longa segue Mike Schmidt, um jovem angustiado que precisa cuidar da irmã Abby. Desempregado e desesperado por um emprego para manter a custódia da irmã, Mike aceita trabalhar como segurança noturno na abandonada Pizzaria Freddy Fazbear. Porém, ele logo descobre que nada na pizzaria é o que parece. Com a ajuda de Vanessa, Mike enfrenta fenômenos sobrenaturais e criaturas animatrônicas que transformam suas noites em verdadeiros pesadelos.

Nem o bom boca a boca foi suficiente! Supergirl enfrenta concorrência pesada e deve fechar no prejuízo

Foto: Reprodução/ Internet

A nova fase da DC Studios encontrou um obstáculo que vai além da recepção do público. Supergirl continua em cartaz, mas enfrenta uma das temporadas mais concorridas dos últimos anos nos cinemas. Desde a estreia, o filme divide espaço com sucessos como Toy Story 5, Obsessão, Backrooms: Um Não-Lugar, Todo Mundo em Pânico e Michael, títulos que seguem atraindo grandes públicos e disputando as mesmas salas de exibição.

O resultado aparece nas projeções financeiras. Segundo a Variety, a expectativa é que Supergirl encerre sua trajetória comercial acumulando um prejuízo entre US$ 100 milhões e US$ 120 milhões, considerando o orçamento estimado em US$ 170 milhões e os custos de distribuição e marketing.

Por que Supergirl perdeu força nas bilheterias?

A concorrência explica parte desse desempenho. Em poucas semanas, o longa passou a dividir a atenção do público com produções de perfis bastante diferentes.

Enquanto Toy Story 5 domina o público familiar e já ultrapassou US$ 760 milhões em bilheteria mundial, o terror Obsessão se transformou em um dos maiores fenômenos originais da década. Outro destaque é Backrooms: Um Não-Lugar, que superou US$ 356 milhões arrecadados com um orçamento inferior a US$ 10 milhões. A comédia Todo Mundo em Pânico e a cinebiografia Michael, sobre Michael Jackson, também seguem registrando números expressivos e ocupando espaço importante no circuito.

O desempenho muda os planos da DC Studios?

Apesar das projeções negativas, não há indicação de que o desempenho comercial altere os planos da DC Studios para seu novo universo compartilhado. O longa faz parte da estratégia conduzida por James Gunn e Peter Safran, que tratam os primeiros filmes do DCU como peças fundamentais para estabelecer novos personagens e construir histórias de longo prazo.

Nesse contexto, o desempenho nas bilheterias representa apenas um dos fatores considerados pelo estúdio. A repercussão entre público e crítica, o interesse pelo streaming e o fortalecimento da marca também entram na avaliação do projeto.

Quem é a nova super-heroína do cinema?

O filme apresenta Milly Alcock como Kara Zor-El, prima de Superman. A versão da personagem se distancia da imagem mais otimista vista em adaptações anteriores. Depois de crescer em um fragmento de Krypton e testemunhar a destruição do planeta e a morte de praticamente todos ao seu redor, Kara desenvolveu uma personalidade mais endurecida e marcada pelos traumas da infância.

A história acompanha a heroína durante uma viagem espacial ao lado de Krypto, quando cruza o caminho da jovem Ruthye Marye Knoll, interpretada por Eve Ridley. O encontro leva as duas a uma missão motivada por vingança contra Krem das Colinas Amarelas, vivido por Matthias Schoenaerts.

O elenco ainda conta com David Krumholtz e Emily Beecham como os pais de Kara, além de uma participação especial de Jason Momoa, que estreia como Lobo, um dos personagens mais populares dos quadrinhos da DC.

Como surgiu esse novo filme?

A produção passou por mudanças importantes antes de chegar aos cinemas. Inicialmente, um filme solo da heroína fazia parte do antigo Universo Estendido da DC (DCEU), período em que Sasha Calle interpretou a personagem em The Flash.

O projeto foi reformulado após a chegada de James Gunn e Peter Safran ao comando da DC Studios, em 2022. Inspirado na minissérie Supergirl: Woman of Tomorrow, escrita por Tom King e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, o novo longa ganhou roteiro de Ana Nogueira e direção de Craig Gillespie. As filmagens aconteceram entre janeiro e maio de 2025, nos estúdios Warner Bros. Leavesden, em Londres, e em locações na Escócia.

Movida leva personagens de Toy Story para campanha nacional inspirada na estreia do quinto filme da franquia

Quem passar por algumas lojas da Movida nas próximas semanas vai encontrar uma decoração diferente. A empresa de aluguel de carros lançou uma campanha inspirada no universo de Toy Story, franquia da Disney e Pixar, para acompanhar a estreia de “Toy Story 5” nos cinemas brasileiros. A ação acontece entre 10 de julho e 30 de agosto e leva personagens como Woody, Buzz Lightyear e Jessie para unidades da marca em todo o país.

A ideia da campanha é aproximar a experiência de aluguel de carros de um momento mais descontraído e afetivo. As lojas participantes recebem elementos visuais inspirados nos filmes, criando um ambiente temático para os clientes durante o atendimento e reforçando a proposta da Movida de criar uma relação mais próxima com o público.

A parceria também faz parte da estratégia da empresa de colocar o consumidor no centro das ações da marca. Com o conceito “Movida por você”, a companhia busca criar iniciativas que vão além do serviço tradicional de locação, associando a marca a momentos de lazer, viagens e encontros em família.

Um dos principais atrativos da campanha será um brinde exclusivo. Clientes que contratarem a lavagem antecipada no momento da reserva do veículo, pelo site, aplicativo ou nas lojas físicas, receberão um copo colecionável inspirado em Toy Story. A opção ajuda a agilizar o processo de devolução do carro e ainda oferece uma lembrança relacionada à franquia.

A ação também terá uma presença especial no Aeroporto Internacional de Guarulhos, onde a Movida possui naming rights do terminal de desembarque. O espaço contará com uma decoração temática para receber passageiros que chegam ao local.

A iniciativa acompanha outros movimentos da empresa voltados para tecnologia e atendimento digital. Recentemente, a Movida apresentou uma solução com a Meta Business Agent, ferramenta que permite realizar etapas do aluguel de carros pelo WhatsApp com auxílio de inteligência artificial.

A escolha de Toy Story tem relação direta com o impacto da franquia ao longo das últimas décadas. Desde o primeiro filme, lançado em 1995, a série acompanha personagens que ganharam espaço na cultura pop, como Woody, Buzz Lightyear, Jessie e os demais brinquedos que vivem aventuras quando os humanos não estão por perto.

No filme, a história acompanha uma nova fase para os brinquedos de Bonnie. O grupo precisa lidar com a chegada de Lily, um tablet inteligente em formato de sapo que passa a ocupar parte da atenção da menina. A novidade cria um conflito entre a tecnologia e a relação tradicional de Bonnie com seus brinquedos.

A trama também acompanha Jessie, que assume um papel importante dentro do grupo e começa a questionar seu lugar na vida da dona. Ao buscar respostas sobre sua própria história, a personagem reencontra lembranças de Emily, sua antiga dona, e percebe como os vínculos construídos ao longo dos anos continuam tendo significado.

O filme ainda apresenta novos desafios para Buzz Lightyear e outros brinquedos semelhantes, que precisam entender novamente sua função como companheiros das crianças. A história mantém um dos principais temas da franquia: as mudanças que acontecem conforme as pessoas crescem e encontram novas formas de se relacionar.

Low Life promete ação, trapaças e caçadores de tesouro na nova aposta coreana do Disney+

Imagine uma Coreia do Sul nos anos 1970, em plena ebulição, onde o sonho de uma vida melhor passa por becos escuros, apostas arriscadas e… um navio naufragado repleto de riquezas escondidas no fundo do mar. É nesse cenário — entre a esperança e a desilusão — que se desenrola Low Life, nova série sul-coreana que chega ao Disney+ no dia 16 de julho, com três episódios de estreia.

A série gira em torno de dois vigaristas de pequeno porte: um tio experiente, calejado pela vida, e um sobrinho que ainda acredita que pode mudar o destino da família. Os dois vivem de trambiques até que um boato antigo sobre um tesouro perdido no litoral sul-coreano reacende aquela velha faísca de ambição. Afinal, quem nunca sonhou com o golpe perfeito?

O que começa como um plano arriscado logo se transforma numa guerra velada, onde entram em cena mafiosos, empresários poderosos e todo tipo de oportunista farejando ouro. Nada é simples — e todo mundo esconde algo.

Uma história sobre sobrevivência… com alma e cinismo

Low Life pode até falar sobre tesouros, mas no fundo é sobre escolhas. Sobre até onde alguém está disposto a ir para deixar de ser invisível. Oh Gwanseok (vivido por Ryu Seung-ryong, de Em Movimento) sabe que já passou do ponto de retorno. Não quer redenção — quer resultado. Já seu sobrinho, Oh Heedong (Yang Se-jong, de Doona!), ainda acredita em certo romantismo: se der certo, vão sair limpos, vão começar de novo, vão ter paz. Mas o mundo que eles encaram não joga limpo.

No caminho, surge Yang Jungsook (Im Soo-jung, de Melancholia), uma mulher de negócios que nunca entra em uma disputa sem a intenção de ganhar — e que, aos poucos, muda todas as regras do jogo.

Sem heróis. Só sobreviventes.

Esqueça os mocinhos clássicos. Aqui, ninguém é completamente bom, nem totalmente mau. Todos vivem de pequenos desvios, grandes silêncios e uma vontade quase desesperada de escapar do destino que herdaram. É um retrato amargo, mas profundamente humano — e com uma fotografia que evoca o clima suado, esfumaçado e tenso das grandes histórias de crime noir.

Low Life foi criada e dirigida por Kang Yun-seong, o mesmo por trás de The Outlaws e Big Bet, duas produções que já mostraram como o diretor sabe contar histórias de homens perigosos à beira do abismo. Agora, ele troca o cenário urbano por mares revoltos, mas mantém a essência: gente quebrada tentando se reconstruir… nem que seja em cima de escombros.

Quando e como assistir?

A série tem 11 episódios, com lançamentos semanais a partir do dia 16 de julho, sempre às quartas-feiras, no Disney+. O final — duplo, para ninguém desgrudar da tela — chega no dia 13 de agosto.

Quem embarcar em Low Life não vai encontrar redenção fácil, mas vai esbarrar em personagens que respiram verdade. Gente que erra, mente, ama e tenta, do jeito que dá, sobreviver.

E no meio de tudo isso, uma pergunta persiste: e se o maior tesouro nem estiver debaixo d’água?

VisionQuest | Marvel mostra primeira imagem da série com Visão humano e elenco de peso no Disney+

A Marvel Studios apresentou durante o Disney Upfront a primeira imagem oficial de VisionQuest, nova série do Universo Cinematográfico Marvel que chega ao Disney+ em 2026. O destaque do evento foi a presença de Paul Bettany no palco, acompanhado por Robert Downey Jr. e Tom Hiddleston, o que reforçou a atenção em torno da produção.

A imagem exibida mostra um ambiente doméstico, com uma casa simples em destaque e o símbolo do Visão na porta. Dentro desse cenário, o personagem aparece em versão humana, deixando de lado o visual totalmente robótico que marcou suas participações anteriores no MCU. O registro indica uma mudança significativa na forma como a Marvel pretende trabalhar o personagem nesta nova fase.

O que a imagem sugere sobre a história da série?

O material divulgado aponta para uma narrativa mais centrada na reconstrução do Visão após todos os eventos que marcaram sua trajetória no universo Marvel. O ambiente da casa sugere uma tentativa de vida comum, distante das batalhas e missões que definiram sua existência até aqui.

Essa proposta se conecta diretamente ao chamado “Visão Branco”, versão apresentada anteriormente no MCU, criada sem memórias completas e sem conexão emocional com sua vida passada. A série deve acompanhar justamente essa busca por identidade, enquanto o personagem tenta entender o que sobrou de sua consciência original.

Como VisionQuest se encaixa no Universo Marvel?

VisionQuest faz parte da linha de séries do MCU desenvolvidas para o Disney+ e funciona como derivada direta de WandaVision. A produção também se posiciona como uma continuação do arco iniciado após a reconstrução do Visão, após sua morte em Vingadores: Guerra Infinita.

A série é considerada uma peça importante dentro da expansão do lado mais tecnológico e psicológico do universo Marvel, explorando conceitos ligados à inteligência artificial e identidade artificial.

Nos bastidores, o projeto passou por diferentes fases de desenvolvimento até chegar ao formato atual, com mudanças de direção criativa e ajustes no foco da narrativa. Atualmente, a produção está sob comando de Terry Matalas, que assume o papel de showrunner e diretor principal.

Quem está no elenco?

Além de Paul Bettany reprisando o papel principal, a série reúne um elenco variado com nomes conhecidos da televisão e do cinema. Entre os confirmados estão James Spader, Todd Stashwick, Ruaridh Mollica, T’Nia Miller, Emily Hampshire, Orla Brady, Henry Lewis, Jonathan Sayer e James D’Arcy.

A presença de tantos personagens ligados a inteligências artificiais e figuras tecnológicas sugere que a história não vai se limitar apenas ao drama pessoal do Visão, mas também deve envolver outras criações e experimentos dentro do universo Marvel.

Como o Visão chegou até essa nova fase?

O personagem foi introduzido no MCU em Vingadores: Era de Ultron como uma entidade criada a partir de inteligência artificial e tecnologia avançada. Com o passar dos filmes, ele se tornou parte dos Vingadores e construiu uma relação importante com Wanda Maximoff.

Sua trajetória mudou drasticamente em Vingadores: Guerra Infinita, quando o personagem morreu após a retirada da Joia da Mente. Mais tarde, ele retornou em WandaVision como uma versão reconstruída, conhecida como Visão Branco, sem memória e sem emoções definidas.

A série parte exatamente desse ponto, acompanhando o personagem em sua tentativa de reorganizar sua identidade e entender o que significa ser ele mesmo sem suas lembranças originais.

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