Nesta sexta-feira, 18 de julho, o Globo Repórter dá início a uma das mais ambiciosas travessias já feitas pelo programa: uma jornada documental e afetiva pelo centro do Brasil, em três episódios especiais que percorrem 2.300 quilômetros de estradas, trilhas e rios, passando por Minas Gerais, Distrito Federal, Goiás e Tocantins.
No comando da série está Chico Regueira, jornalista que estreia na atração com uma proposta que vai além da geografia. “Mais do que registrar paisagens, queremos entender o que pulsa por trás delas. O Brasil do meio é também o Brasil profundo — onde as histórias resistem, se transformam e surpreendem”, diz Chico, com a empolgação de quem vive, na prática, a reportagem como experiência de vida.
Um novo olhar sobre o Vale do Jequitinhonha
A expedição começa no Vale do Jequitinhonha, região mineira marcada por um passado de privação, mas que hoje floresce por meio da arte e da ancestralidade. No distrito de Santana do Araçuaí, o barro — antes símbolo de sobrevivência — tornou-se instrumento de expressão, cultura e autonomia.
É ali que Chico conhece o legado da ceramista Dona Izabel, cujas bonecas foram reconhecidas como patrimônio cultural pela Unesco. Mais do que objetos, suas criações contam histórias e abriram caminhos. O repórter encontra Augusto Ribeiro, artista que começou moldando barro e hoje exibe diplomas e passagens aéreas — conquistas que, até poucos anos atrás, pareciam inatingíveis para sua família. “Foi com as bonecas que eu paguei minha faculdade. E foi por elas que a gente voou pela primeira vez. A arte abriu janelas onde só havia paredes”, resume Augusto.
Entre o subsolo e o brilho da superfície
Em Araçuaí, a equipe desce às entranhas da terra para mostrar a exploração do lítio, mineral estratégico que transformou a região no chamado Vale do Lítio — um território de grandes promessas e contradições. A reportagem acompanha o trabalho de Audrey e Adler, pai e filho que dedicaram suas vidas à mineração e que agora veem o futuro bater à porta de forma inédita.
Subindo a serra, em Diamantina, o brilho das pedras dá lugar à sutileza do ofício. Com mãos firmes e olhos treinados, Seu Toninho, lapidador há mais de seis décadas, ensina o que aprendeu com o tempo: que valor nem sempre é o que reluz, mas o que permanece. “A pedra mais rara é a paciência. E essa a gente só aprende vivendo”, diz ele, sentado em sua bancada na joalheria mais antiga em funcionamento no país.
Voando sobre o invisível, navegando pela memória
Na segunda parte do episódio, o programa alça voo sobre a Serra do Espinhaço, única cordilheira do Brasil, e faz um pouso histórico no Pico do Itambé. De lá, a câmera revela cânions, quedas-d’água, matas nativas e rios escondidos — belezas silenciosas que também são alvo da pressão econômica e ambiental. Ao mostrar o território do alto, a reportagem lembra que preservar não é luxo: é urgência.
Em seguida, a equipe navega pelas águas tranquilas da Serra da Lapinha, área remota da Serra do Cipó, onde o tempo parece correr em outro ritmo. O barqueiro Luciano ensina a técnica de “varejar”, conduzindo a embarcação com uma longa vara — gesto que herdou do pai e que espera passar adiante. “A gente aprendeu a escutar a água. Ela mostra o caminho”, diz ele, com naturalidade poética.
O episódio ainda visita uma vila isolada que guarda um tesouro linguístico: o lapinhô, um dialeto local preservado por poucas famílias. Uma educadora da comunidade criou um dicionário artesanal com as palavras e expressões do povoado, na tentativa de manter viva uma identidade que resiste no silêncio das montanhas.
Neste sábado, 26 de julho de 2025, o Cine Aventura da Record TV traz para a tela um thriller de ação que mistura espionagem, conspirações governamentais e um protagonista marcado pelo peso de escolhas difíceis. Agente das Sombras (Blacklight), estrelado por Liam Neeson, é um filme que pode não ter brilhado nas bilheterias, mas carrega uma trama cheia de tensão e dilemas morais que ressoam para além do gênero de ação tradicional.
Um herói que vive nas sombras
Liam Neeson é, há muito tempo, sinônimo de personagens intensos, durões, porém com uma vulnerabilidade sutil que torna seus papéis memoráveis. Em Agente das Sombras, ele interpreta Travis Block, um agente secreto veterano que age longe dos holofotes — um “consertador” do governo, encarregado de missões clandestinas que muitos sequer sabem que existem.
Block é um homem taciturno, quase uma sombra que se move silenciosamente pelo submundo da espionagem. Sua história pessoal está marcada por perdas e arrependimentos, elementos que Liam Neeson sabe imprimir com a costumeira naturalidade e profundidade. O personagem não é apenas mais um “herói de ação”; ele é alguém que luta contra seus próprios fantasmas, ao mesmo tempo em que encara ameaças reais.
Essa complexidade faz de Travis Block um protagonista interessante, especialmente quando a narrativa o coloca em uma encruzilhada: continuar obedecendo ordens de um sistema corrupto, ou proteger sua família e a verdade, mesmo que isso signifique enfrentar seus antigos aliados.
Conspirações, segredos e uma corrida contra o tempo
A trama de Agente das Sombras ganha força quando Block descobre a existência da chamada “Operação Unidade”, um programa ultrassecreto do governo que, sob a batuta de Gabriel Robinson (interpretado por Aidan Quinn), diretor do FBI, executa cidadãos inocentes para manter uma ordem obscura e preservar interesses políticos escusos.
O choque de Block ao descobrir a verdade sobre a Operação Unidade transforma a missão. Não se trata mais apenas de cumprir ordens, mas de impedir que seu próprio mundo — especialmente sua família — seja destruído. O risco torna-se pessoal, e a adrenalina da corrida contra o tempo mantém o espectador preso na tela.
A jornalista Mira Jones, papel de Emmy Raver-Lampman, surge como uma aliada inesperada, trazendo informações e coragem para enfrentar um sistema opressor. Já Dusty Crane, vivido por Taylor John Smith, é um agente que, embora no lado oposto, se encontra em conflito moral, contribuindo para a complexidade dos personagens.
Produção e atmosfera: o olhar australiano
Diferente de muitas produções hollywoodianas convencionais, o filme foi filmado majoritariamente em Melbourne, na Austrália, com cenas intensas de perseguição rodadas em Canberra. Essa escolha traz um frescor visual à obra, com cenários urbanos pouco explorados em filmes de espionagem americanos, o que ajuda a criar uma atmosfera única.
A direção apostou em sequências de ação realistas, evitando exageros digitais para privilegiar cenas mais cruas e palpáveis. Além disso, a trilha sonora, assinada por Mark Isham, é um destaque, equilibrando tensão, mistério e emoção, o que amplifica o clima sombrio do filme.
Apesar do orçamento de cerca de 43 milhões de dólares, a produção enfrentou dificuldades para cativar o público em larga escala, arrecadando aproximadamente 16 milhões mundialmente. Mas isso não diminui seu valor para quem aprecia histórias que desafiam o espectador a pensar sobre poder, ética e justiça.
O peso do roteiro e a crítica: uma recepção dividida
Agente das Sombras recebeu avaliações mistas, que podem ser compreendidas à luz dos desafios que o roteiro e a execução enfrentam. Muitos críticos apontaram falhas na construção da narrativa e nos diálogos, considerando-os clichês e pouco explorados. A trama, embora com potencial, por vezes tropeça na previsibilidade e falta de inovação.
Porém, há quem defenda o filme como uma obra que remete aos clássicos dramas de conspiração dos anos 70, com aquela atmosfera paranoica e desconfiança institucional que tanto marcou o cinema daquela época. O crítico Joe Leydon, da Variety, destacou esse aspecto, ressaltando que o filme traz uma sensação nostálgica aos fãs do gênero.
Para o público, a recepção foi mais equilibrada, principalmente entre os fãs do gênero de espionagem e ação. Muitos apreciaram a performance de Liam Neeson, que traz para o personagem uma combinação de força e fragilidade que poucos atores conseguem expressar.
Temas que vão além da ação
Apesar de se apresentar inicialmente como um thriller de ação, o filme toca em temas sociais e políticos relevantes e atuais. O abuso de poder dentro das instituições governamentais, o dilema ético enfrentado por agentes que atuam em nome da segurança nacional, e o impacto devastador dessas operações secretas na vida de pessoas inocentes, são pontos que permeiam a narrativa.
A personagem Sofia Flores, uma ativista cujo assassinato serve como gatilho para toda a trama, representa essa luta pela justiça e pela verdade em meio a um sistema que prefere silenciar vozes incómodas. Sua morte simboliza o custo real das conspirações — vidas ceifadas em nome de interesses maiores.
Além disso, o conflito interno de Travis Block, dividido entre lealdade ao seu país e a necessidade de proteger quem ama, é um retrato dos dilemas morais que tantos agentes enfrentam, questionando até que ponto o “fim justifica os meios”.
A construção de personagens e a força do elenco
Liam Neeson é, sem dúvida, o coração do filme. Sua experiência em papéis dramáticos e de ação — lembrando títulos como Busca Implacável, Sem Escalas e A Vigilante — o capacita a levar um personagem complexo e cheio de camadas, evitando a caricatura do típico herói de ação.
Emmy Raver-Lampman, conhecida por sua participação em séries como The Umbrella Academy, acrescenta uma energia vibrante como Mira Jones, a jornalista determinada que não teme enfrentar o perigo em busca da verdade. Sua química com Neeson acrescenta humanidade e leveza à trama carregada.
Taylor John Smith, que interpretou o agente Dusty Crane, traz nuances interessantes ao papel do agente em conflito, um homem dividido entre o dever e a consciência. Já Aidan Quinn, veterano ator que participou de filmes como Um Dia de Fúria e Sob o Sol da Toscana, compõe um antagonista convincente, frio e calculista.
O que esperar do Cine Aventura
Quem optar por assistir ao filme no Cine Aventura poderá esperar uma experiência que combina momentos de alta tensão, ação e cenas de suspense com reflexões sobre lealdade, justiça e moralidade. O longa traz sequências de perseguição, embates estratégicos e um enredo que, apesar de seus altos e baixos, mantém o espectador atento.
A narrativa, em sua essência, é sobre o preço de viver entre sombras — tanto literalmente, na vida de um agente secreto, quanto figurativamente, no peso das decisões que moldam destinos. É uma história sobre o indivíduo contra o sistema, e o que acontece quando o que deveria proteger acaba se tornando uma ameaça.
Um filme para fãs do gênero e admiradores de Liam Neeson
Se você é fã dos filmes de ação e suspense que exploram o universo da espionagem, ou acompanha a carreira de Liam Neeson desde seus papéis icônicos, Agente das Sombras é uma boa pedida para o seu sábado à noite. A obra traz uma mistura de adrenalina e drama, ainda que não seja perfeita em todos os aspectos.
Além disso, o filme pode ser visto como um convite a refletir sobre temas importantes em tempos de desconfiança nas instituições e a disseminação de teorias da conspiração. Ele questiona o preço da segurança e as consequências de decisões que, tomadas às escondidas, podem destruir vidas.
Onde assistir
A exibição na Record TV acontecerá no Cine Aventura, a partir das 15h00. Além da transmissão na televisão aberta, o longa americano está disponível em plataformas de streaming por assinatura, como Telecine e Adrenalina Pura, para quem quiser assistir com mais conforto e pausa para absorver os detalhes.
Os fãs do terror já podem se preparar: a tão esperada continuação da saga dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren está chegando às telonas brasileiras no dia 4 de setembro de 2025 — um dia antes da estreia nos Estados Unidos. Intitulado Invocação do Mal 4: O Último Ritual, este capítulo promete encerrar com força total a jornada do casal mais famoso do cinema assustador.
O que aguardar desse último capítulo?
Depois de três filmes que conquistaram o público ao redor do mundo com histórias baseadas nos relatos reais dos Warrens, essa nova produção chega com o compromisso de elevar ainda mais o suspense, a tensão e as aparições sobrenaturais. Patrick Wilson e Vera Farmiga retornam para viver Ed e Lorraine Warren, trazendo toda a humanidade e emoção que já conquistaram os fãs. A química entre os atores e a mistura do terror clássico com dramas pessoais é o que mantém a franquia viva e relevante.
Além deles, o elenco traz nomes como Mia Tomlinson, que interpreta Judy Warren — a filha do casal, cuja presença adiciona uma camada nova e interessante à trama. Ben Hardy também aparece como Tony Spera, namorado de Judy, prometendo dinamizar as relações familiares e o drama da história. Com Steve Coulter no papel do Padre Gordon e outros atores de peso, o filme aposta numa equipe sólida para criar uma atmosfera ainda mais envolvente e aterrorizante.
Quem são os Warrens?
Para quem não conhece bem a história por trás da franquia, Ed e Lorraine Warren foram um casal real que se tornou referência em investigações paranormais. Eles trabalharam em casos famosos, como o do Amityville — que inspirou dezenas de filmes e documentários — e em muitos outros fenômenos ligados a possessões, exorcismos e aparições. Seus relatos foram a base para a criação do universo de “Invocação do Mal”, que mistura ficção e fatos reais para provocar medo e reflexão. Desde o lançamento do primeiro filme, em 2013, a série se transformou em um sucesso internacional, combinando sustos bem construídos, histórias emocionantes e uma mitologia que cresceu ao longo dos anos. Spin-offs como “Annabelle” e “A Freira” expandiram ainda mais esse universo, dando novas cores e detalhes à trama dos Warrens.
Por dentro da produção
O diretor Michael Chaves, que comandou o terceiro filme, volta para essa despedida da série. Em entrevistas, ele já adiantou que o roteiro traz um desfecho marcante, que une emoção e terror numa mistura que promete agradar aos fãs mais fiéis. Os produtores James Wan e Peter Safran, que desde o começo vêm garantindo a identidade da franquia, retornam para supervisionar a qualidade do projeto. James Wan, especialmente, é um nome que dispensa apresentações no gênero, sendo o criador do primeiro “Invocação do Mal” e dos spin-offs. O roteiro, escrito por David Leslie Johnson-McGoldrick com revisões de Ian Goldberg e Richard Naing, traz uma narrativa consistente e carregada de tensão, buscando fechar todas as pontas soltas e aprofundar os personagens sem perder o ritmo do suspense.
Foto: Reprodução/ Internet
Cenário, filmagens e trilha sonora
As filmagens começaram no final de 2024, em Londres, cenário escolhido para dar uma nova textura visual ao filme. A ambientação europeia adiciona um clima mais sombrio e clássico, que casa perfeitamente com a atmosfera assustadora da história. Na trilha sonora, houve uma novidade: Benjamin Wallfisch assume a composição musical, substituindo Joseph Bishara, que marcou presença nas trilhas anteriores da franquia. Wallfisch é conhecido por criar atmosferas sonoras intensas e cheias de suspense, o que deve ajudar a elevar ainda mais o impacto emocional e aterrorizante do filme.
Os personagens que você vai ver
O elenco principal retorna com Vera Farmiga, conhecida por sua atuação intensa como Lorraine Warren e Patrick Wilson, que vive Ed Warren desde o começo da série (presente também em todos os filmes anteriores). Além deles, Mia Tomlinson assume o papel de Judy Warren, a filha do casal, trazendo uma nova dinâmica familiar para a trama — sua personagem começa a ganhar mais destaque nesta sequência. Ben Hardy interpreta Tony Spera, namorado de Judy, adicionando tensão e emoção ao enredo. Steve Coulter retorna como Padre Gordon (que apareceu em “Invocação do Mal 3: A Ordem do Diabo” de 2021), junto com outros nomes que prometem enriquecer a narrativa e intensificar o clima de mistério e suspense.
O que dizem os atores e a equipe
Vera Farmiga fala sobre seu papel com entusiasmo, destacando a oportunidade de explorar o lado mais sombrio e emocional do terror, enquanto Patrick Wilson reforça o desafio e a satisfação de dar vida a um homem que enfrenta forças que a ciência ainda não explica — e que faz tudo isso pelo amor à família. Michael Chaves ressalta que o filme não é só sobre assustar, mas também sobre fechar com chave de ouro a história desses personagens tão queridos, conectando tudo o que veio antes e dando um final à altura para os fãs.
Por que essa franquia faz tanto sucesso?
Invocação do Mal conquistou seu espaço ao misturar elementos tradicionais do terror com histórias inspiradas na vida real, o que aumenta o sentimento de veracidade e deixa o público mais envolvido — e, claro, mais assustado. Além disso, a franquia conseguiu construir um universo compartilhado, com spin-offs e histórias paralelas, algo raro no gênero de terror, que geralmente foca em narrativas isoladas. Isso amplia o interesse do público, cria conexões entre os filmes e mantém a saga viva e pulsante.
“Juntos” é uma experiência cinematográfica que surpreende pela ousadia, perturba pela visceralidade e emociona pela crueza com que trata temas universais como amor, identidade e obsessão. O longa, dirigido com notável precisão por Michael Shanks em sua estreia no comando de um longa-metragem, é um exemplo raro de como o terror corporal pode ser utilizado para além do choque visual, funcionando como metáfora potente para a complexidade das relações humanas.
Sem grandes expectativas iniciais, o impacto causado por “Juntos” é justamente sua capacidade de desestabilizar. Trata-se de uma obra profundamente original, que mistura gêneros com uma habilidade incomum. Terror, comédia sombria e drama relacional se fundem em uma narrativa desconfortável, porém extremamente autêntica, com um subtexto emocional que reverbera muito além da última cena.
O enredo gira em torno de um casal vivido por Alison Brie e Dave Franco – que, não por acaso, também são parceiros na vida real – em um momento de inflexão em sua longa relação. Sem entregar spoilers, é possível afirmar que o filme utiliza os códigos do body horror como espelho simbólico de sentimentos como codependência, perda de individualidade e o temor de se diluir completamente no outro. A grotesca transformação física pela qual os personagens passam é, na verdade, uma expressão extrema das tensões emocionais e psicológicas que se acumulam dentro do relacionamento.
Mais do que um filme de sustos ou imagens chocantes, “Juntos” é uma análise profunda e desconfortável sobre o que acontece quando as fronteiras entre o “eu” e o “nós” deixam de existir. É, nesse sentido, um filme corajoso — tanto na forma quanto no conteúdo.
O grande mérito de Michael Shanks está em não se esconder atrás da bizarrice. Pelo contrário, ele encara o grotesco de frente, mas sempre com propósito narrativo. Sua direção combina um olhar estético refinado com uma surpreendente maturidade emocional. A fotografia trabalha com contrastes fortes e tons sóbrios, acompanhando as oscilações entre o grotesco, o humor ácido e a ternura melancólica. A câmera se aproxima dos corpos de forma quase claustrofóbica, captando cada microexpressão, cada transformação, física ou emocional. O resultado é uma sensação constante de sufocamento – não apenas do espaço, mas da própria identidade dos personagens.
A trilha sonora, igualmente precisa, alterna entre melodias etéreas e ruídos dissonantes, amplificando o desconforto sem jamais soar exagerada. É um acompanhamento sonoro que acentua o tom inquietante da narrativa e contribui para a construção de um ambiente emocionalmente instável e, portanto, genuíno.
Outro destaque é a atuação do casal protagonista. Alison Brie e Dave Franco entregam performances corajosas e emocionalmente nuançadas, sustentando a trama mesmo nos momentos mais absurdos e surreais. A química entre os dois transcende a tela e confere autenticidade aos diálogos e gestos. É esse vínculo real que ancora a narrativa e impede que o filme se torne uma simples exibição de bizarrices. Há verdade, há dor, há amor – e é justamente por isso que a experiência se torna tão perturbadora.
“Juntos” é um filme que caminha na corda bamba entre o riso nervoso e o horror genuíno, entre a ternura e o incômodo, entre o drama emocional e a metáfora grotesca. O roteiro é afiado, não recuando diante das partes mais feias e desconfortáveis de uma relação de longo prazo: ressentimentos abafados, concessões mal resolvidas, silêncios que machucam mais que gritos. Mas também há espaço para momentos de carinho e humanidade, que tornam o impacto ainda mais forte quando o horror se instala de vez.
Ao fim, a trama não é apenas um filme de terror. É uma meditação visceral sobre os limites do amor e da convivência, sobre o que resta de nós quando nos entregamos completamente a outra pessoa — e o que pode nascer dessa entrega. É um filme que provoca repulsa e empatia ao mesmo tempo, que assusta não apenas pelo que mostra, mas, sobretudo, pelo que sugere.
Raro, inteligente e emocionalmente desafiador, o filme é um dos exemplares mais ousados e bem executados do terror contemporâneo. Assusta, sim — mas, principalmente, faz pensar. E é justamente aí que reside sua verdadeira força.
Neste domingo, 10 de agosto de 2025, a TV Globo promete eletrizar a tarde dos telespectadores com a exibição de Arranha-Céu: Coragem Sem Limite (Skyscraper), um dos maiores sucessos de ação de 2018. Protagonizado pelo astro Dwayne Johnson, o longa mergulha o público em uma trama vertiginosa, que mistura tensão, heroísmo, drama familiar e cenas espetaculares dignas das maiores superproduções de Hollywood.
A escolha do filme para a Temperatura Máxima deste fim de semana é um verdadeiro presente para quem gosta de narrativas intensas, com ritmo acelerado e um protagonista carismático disposto a tudo para salvar aqueles que ama. Mais do que um filme de ação, “Arranha-Céu” é uma história de superação, coragem e humanidade, contada com explosões cinematográficas e muito coração.
Um herói improvável em um cenário impossível
Will Sawyer (Dwayne Johnson) é um veterano de guerra e ex-líder da equipe de resgate do FBI que vive com uma dolorosa lembrança do passado: um acidente de missão que o deixou com uma prótese na perna e o afastou das operações de campo. Agora, anos depois, ele atua como consultor de segurança de arranha-céus e é contratado para fazer a vistoria do maior e mais tecnológico edifício do mundo — a Pérola, um colosso arquitetônico situado em Hong Kong, que abriga residências, escritórios, espaços comerciais e um sistema de segurança sem precedentes.
Tudo muda quando um grupo criminoso altamente treinado sabota o edifício e inicia um incêndio no andar 96, isolando os andares superiores e deixando centenas de pessoas presas. Entre elas está a própria família de Will: sua esposa Sarah (vivida por Neve Campbell, em uma atuação marcante) e seus dois filhos pequenos. Acusado injustamente de ser o responsável pelo desastre, Will precisa enfrentar a polícia, criminosos armados e seu próprio medo para limpar seu nome — e salvar sua família.
A força do impossível
Uma das maiores qualidades de “Arranha-Céu: Coragem Sem Limite” é seu compromisso com o desafio humano. Embora os efeitos visuais sejam impressionantes e o espetáculo visual digno de aplausos, o filme brilha mesmo é quando coloca o protagonista em situações limite, onde a dor, o amor e a esperança se tornam suas maiores ferramentas.
Will não é apenas um herói musculoso como muitos estereótipos do gênero. Ele é vulnerável. Falha. Sente medo. Sangra. Sua deficiência física não é tratada como obstáculo a ser superado, mas como parte integral de quem ele é. Dwayne Johnson, que já mostrou em outros filmes sua habilidade de alternar força e empatia, entrega aqui uma performance comovente, intensa e cheia de humanidade.
É um filme que pergunta: até onde você iria pela sua família? Para Will Sawyer, a resposta é: até o topo do prédio mais alto do mundo. Literalmente.
Bastidores de uma superprodução internacional
Produzido pela Legendary Pictures, em parceria com Seven Bucks Productions, Perfect World Pictures e Flynn Picture Co., e distribuído pela Universal Pictures, o filme foi dirigido e escrito por Rawson Marshall Thurber, conhecido também por “Um Espião e Meio” e “Família do Bagulho”.
As filmagens de “Skyscraper” aconteceram entre agosto e novembro de 2017, com locações em Vancouver, na Colúmbia Britânica, Canadá — cenário que serviu de base para os efeitos digitais que recriaram o fictício arranha-céu de Hong Kong.
A “Pérola”, como é chamado o edifício no filme, foi inspirada em construções reais como o Burj Khalifa, em Dubai, e a Shanghai Tower, na China. O projeto imaginário de 240 andares é apresentado como um verdadeiro prodígio da engenharia moderna, misturando arquitetura futurista com tecnologia de ponta. Parte do sucesso do filme também está na forma como essa ambientação foi criada para ser crível e, ao mesmo tempo, impressionante — uma verdadeira “personagem” da história.
Neve Campbell: um retorno empoderado
Outro destaque do filme é a presença de Neve Campbell, atriz consagrada por seu papel na franquia “Pânico”. Em “Arranha-Céu”, ela interpreta Sarah, uma ex-oficial da marinha e médica cirurgiã, que não se limita ao papel de esposa em perigo. Pelo contrário, Sarah é uma das grandes forças do filme, com momentos de ação, coragem e tomada de decisão que desafiam a tradicional lógica dos blockbusters centrados apenas na figura masculina do herói.
Sua atuação foi amplamente elogiada por devolver à personagem feminina o protagonismo em cenas decisivas e, principalmente, por representar uma mãe forte, estratégica e emocionalmente resiliente. Sarah é uma parceira igual de Will, e não uma coadjuvante passiva.
Uma bilheteria sólida e recepção mista
Lançado em 2018, o filme teve um desempenho sólido nas bilheterias globais, arrecadando cerca de US$ 304 milhões mundialmente, contra um orçamento estimado de US$ 125 milhões. Embora não tenha sido um fenômeno à la “Missão: Impossível” ou “Velozes e Furiosos”, o filme conseguiu seu espaço como um thriller de ação eficiente e emocionante.
A recepção da crítica, no entanto, foi dividida. No site Rotten Tomatoes, a aprovação ficou em 48%, com consenso de que, apesar da fórmula previsível, o filme entrega uma dose honesta de entretenimento. Já no Metacritic, a média foi de 51/100, refletindo críticas mistas. O público, por sua vez, avaliou de forma mais generosa: a CinemaScore atribuiu ao filme a nota B+, sinalizando que a experiência foi positiva para quem buscava um bom filme de ação.
Críticos como Alonso Duralde, do TheWrap, apontaram que “Skyscraper” não revoluciona o gênero, mas é uma “diversão de verão satisfatória” — especialmente se assistido em uma tela grande, onde a escala do filme realmente brilha.
Representatividade e inclusão
Um detalhe que merece atenção é o fato de Will Sawyer ser um protagonista com deficiência física, algo raro em filmes de ação de grande orçamento. O personagem usa uma prótese na perna, mas isso não o define como alguém frágil — pelo contrário. Sua deficiência é tratada com respeito e naturalidade, e sua superação não é romantizada nem vista como “inspiração barata”.
Essa escolha narrativa tem sido cada vez mais valorizada em Hollywood, e em “Arranha-Céu”, ela serve como uma ponte para refletir sobre resiliência, adaptação e força interior. O filme mostra que o verdadeiro heroísmo não está na perfeição física, mas na capacidade de lutar, amar e resistir — mesmo diante do impossível.
Onde assistir depois da TV?
Se você perder a exibição na TV Globo neste domingo ou quiser rever a adrenalina, o filme está disponível para aluguel e compra em plataformas digitais como Google Play Filmes, Apple TV, Prime Video, Claro TV+, entre outras. Também pode aparecer esporadicamente no catálogo do Telecine ou HBO Max, dependendo da rotação de títulos dos estúdios.
Na noite do próximo sábado, 9 de agosto, o Sabadou com Virginia volta ao SBT com uma edição especial que promete conquistar o público com uma mistura equilibrada de entretenimento leve, bate-papos sinceros e muita energia familiar. Sob o comando da carismática Virginia Fonseca, o programa reforça sua identidade ao combinar música, gastronomia e momentos de conexão que atravessam gerações, fortalecendo o clima afetivo que vem conquistando os telespectadores desde sua estreia.
A principal novidade da noite é o lançamento do Sabake Off Brasil, uma competição culinária inspirada no famoso reality Bake Off Brasil. O desafio coloca frente a frente duas duplas familiares: Virginia e sua mãe, Margareth Serrão, e o cantor Rodriguinho com seu filho Gaab. Mais do que uma disputa de confeitaria, a competição destaca a cozinha como espaço de transmissão de saberes, memórias e afetos, onde os laços entre mãe e filha e entre pai e filho ganham um significado especial.
Para avaliar as duplas, o programa conta com a jurada Beca Milano, confeiteira renomada que traz um olhar técnico, mas também humano, à disputa. “Desde pequena, a cozinha sempre foi meu refúgio. Fazer bolos virou uma tradição que carrego com muito carinho”, conta Beca, ressaltando a confeitaria como uma forma de expressão e acolhimento.
Além da competição, a edição terá a participação especial de Nadja Haddad, apresentadora oficial do Bake Off Brasil. Nadja compartilha sua visão sobre o papel do apresentador, que vai muito além de comandar o programa, envolvendo cuidado e empatia com os participantes. “Para mim, apresentar é uma missão de vida: cuidar das pessoas e criar conexões que ultrapassam as câmeras”, afirma, emocionando o público com sua sensibilidade. Sua presença reforça o compromisso do Sabadou com Virginia em construir um espaço onde o acolhimento e a troca genuína são tão valorizados quanto o entretenimento.
Música, família e histórias que emocionam
O programa reserva ainda um momento especial para a conversa com Rodriguinho e Gaab, que representam duas gerações da música brasileira. Rodriguinho, com 37 anos de carreira no samba, fala sobre sua trajetória, seu gosto por esportes como basquete e tênis, e seu projeto “Rodriguinho Acústico”, que resgata sua carreira em formato intimista. Gaab, da nova geração, destaca o projeto “Legado”, que une família e música numa criação coletiva e cheia de emoção. “O Legado é um espaço onde a gente cria juntos, celebrando nossa história e sentimentos”, explica o cantor, mostrando como a arte fortalece os vínculos afetivos entre eles.
Além da competição e dos bate-papos musicais, o programa amplia seu repertório com quadros que prometem agradar diferentes públicos. No “Em Busca do Corte Perfeito”, o barbeiro João Silva apresenta seu novo programa, “Programa do João”, que estreia logo após o “Sabadou” no SBT. O quadro oferece dicas práticas de estilo e cuidados masculinos, combinando carisma e conhecimento técnico para engajar quem se interessa por moda e beleza. Outro destaque é o “Se Beber, Não Fale”, que convida os participantes a se soltarem num clima descontraído, revelando histórias inusitadas e momentos de humor, reforçando o tom acessível e divertido do programa.
Entenda a trajetória do programa
Desde o início, o programa se destaca por unir entretenimento, cultura e afetividade num formato que conversa diretamente com as famílias brasileiras. A condução espontânea e natural de Virginia é um dos pontos fortes da atração, que valoriza a proximidade e o diálogo com o público. A programação diversificada, que inclui música, gastronomia, moda e conversas autênticas, cria um ambiente acolhedor e leve, perfeito para quem busca opções de lazer em família no fim de semana.
Exibido aos sábados à tarde, o programa chegou em 2025 com a missão de renovar o entretenimento na TV aberta, apostando numa linguagem contemporânea que dialoga com as novas gerações, sem perder o apelo para todas as idades. A edição deste sábado reforça essa proposta, ao unir elementos tradicionais e modernos numa celebração da diversidade cultural e familiar brasileira.
A estreia do Sabake Off Brasil exemplifica bem essa estratégia, ao resgatar tradições culinárias e afetivas dentro de um formato competitivo que aproxima o público, especialmente por meio das histórias pessoais dos participantes. A produção investe em dinamismo e interatividade, garantindo qualidade e inovação. Convidados como Beca Milano e Nadja Haddad ampliam a credibilidade e o charme da atração, que também aposta nas redes sociais para aumentar o alcance e o engajamento.
Neste domingo, 10 de agosto de 2025, o Domingo Maior da TV Globo reserva uma programação imperdível para os fãs de ficção científica e ação, exibindo o aclamado filme Planeta dos Macacos: O Confronto. Dirigido por Matt Reeves e lançado em 2014, o longa-metragem é a sequência direta de A Origem e foi reconhecido pela crítica e pelo público por sua narrativa envolvente, efeitos visuais impressionantes e uma reflexão profunda sobre a convivência entre diferentes espécies e a luta pela sobrevivência.
De acordo com a sinopse do AdoroCinema, a trama se passa dez anos após a humanidade ter sido praticamente dizimada por uma pandemia causada pelo vírus ALZ-113 — uma criação científica que saiu do controle. Essa epidemia não apenas dizimou grande parte da população humana, mas também provocou uma reviravolta evolutiva nos macacos, que, por meio do vírus, adquiriram inteligência e habilidades avançadas.
No novo cenário, os macacos liderados por César, um chimpanzé que se tornou o símbolo da nova ordem símia, vivem numa floresta próxima a São Francisco, construindo uma comunidade estruturada e pacífica. César, interpretado por Andy Serkis, é um líder sábio, que acredita na coexistência e na possibilidade de paz entre humanos e macacos, mesmo após anos de conflito e sofrimento.
Enquanto isso, os humanos sobreviventes tentam restabelecer a vida na cidade destruída. Um grupo liderado por Malcolm (Jason Clarke) busca reativar uma usina hidrelétrica dentro do território dos macacos para recuperar energia e infraestrutura essenciais para a reconstrução.
A trama central gira em torno do delicado equilíbrio entre os dois grupos: os macacos, que defendem seu território e desejam manter a paz, e os humanos, que precisam da energia da barragem para sobreviver, mas carregam o medo e a desconfiança. Malcolm representa o lado conciliador dos humanos, que tenta negociar e construir pontes de entendimento com César. Já Dreyfus (Gary Oldman), o líder humano mais duro, vê nos macacos uma ameaça e prepara seus seguidores para um confronto inevitável.
Por outro lado, dentro da própria comunidade símia, surge uma figura controversa: Koba (Toby Kebbell), um bonobo que sofreu abusos e experimentos cruéis por humanos. Seu ressentimento e sede de vingança fazem dele o antagonista interno, que deseja exterminar todos os humanos, sem espaço para diálogo.
Essa dinâmica cria um cenário complexo, onde o medo, a desconfiança, a esperança e a luta pelo poder se entrelaçam, conduzindo a um conflito que vai além da luta física, envolvendo também questões morais e éticas.
Uma das maiores qualidades do filme é sua construção de personagens multifacetados, que fogem do maniqueísmo tradicional. César, interpretado por Andy Serkis com o uso da tecnologia de captura de movimentos, transcende a mera figura digital para se tornar um personagem cheio de nuances, emoções e dilemas internos.
Jason Clarke, como Malcolm, apresenta um humano idealista, porém realista, que tenta preservar a humanidade em meio ao caos. Gary Oldman traz ao personagem Dreyfus a tensão de alguém que viu a humanidade sucumbir e agora acredita que a única saída é a força bruta.
Toby Kebbell como Koba entrega uma performance visceral, mostrando como traumas passados podem transformar uma criatura em símbolo do ódio e da violência.
O elenco de apoio, incluindo Keri Russell como Ellie e Kodi Smit-McPhee como Alexander, também contribui para dar vida a um elenco diversificado e emocionalmente envolvente.
Uma produção de alto nível e inovações técnicas
A excelência técnica do filme merece destaque especial. A captura de movimentos utilizada para representar os macacos com realismo e expressividade é referência na indústria cinematográfica. Andy Serkis, pioneiro nessa técnica, entrega uma interpretação que torna César um personagem com quem o público facilmente se conecta, graças à sua complexidade emocional e humanidade.
A ambientação do filme combina cenários naturais exuberantes — gravados em locais como a Ilha de Vancouver, no Canadá — com as ruínas urbanas de São Francisco, mostrando um mundo destruído, mas ainda cheio de vida e esperança. Essa combinação cria uma atmosfera densa e crível, reforçada pela fotografia de alta qualidade e efeitos visuais de última geração.
A direção de Matt Reeves equilibra momentos de ação intensa com cenas introspectivas e diálogos que aprofundam a trama, garantindo que o espectador não seja apenas um expectador das batalhas, mas participe emocionalmente da história.
Temas universais e reflexão social
Mais do que um filme de ação e aventura, a obra propõe uma reflexão profunda sobre temas universais, como o medo do diferente, o ciclo da violência e as possibilidades — ou limitações — do perdão e da reconciliação.
A relação entre humanos e macacos no filme é uma metáfora para conflitos reais, sejam eles culturais, raciais ou políticos. A luta pela sobrevivência, o desejo de vingança e o desafio de liderar um grupo sob tensão constante dialogam com questões que permeiam a história da humanidade.
O filme questiona o que nos torna humanos: a capacidade de pensar, sentir e escolher, ou a violência e a destruição que muitas vezes acompanham nossa espécie? E até onde a busca por poder pode nos cegar para as consequências de nossas ações?
Recepção crítica e impacto cultural
Lançado em julho de 2014, o filme rapidamente conquistou o reconhecimento da crítica especializada e do público. No Rotten Tomatoes, site que compila críticas cinematográficas, o longa detém uma aprovação de 91%, com comentários que destacam seu equilíbrio entre efeitos especiais impressionantes e uma narrativa rica em emoção.
No Metacritic, outra plataforma de avaliação, o filme obteve 79 pontos em 100, indicando “revisões geralmente favoráveis”. Os críticos elogiaram especialmente a profundidade dos personagens, o roteiro envolvente e a direção segura de Matt Reeves.
Além do sucesso crítico, o filme foi um fenômeno comercial, arrecadando mais de 700 milhões de dólares em bilheteria global, se tornando um dos maiores sucessos de 2014. Esse sucesso impulsionou a franquia e contribuiu para que fosse continuada com outros filmes que exploram o mesmo universo.
Curiosidades sobre a produção
As filmagens começaram em 2013 e ocorreram em diversos locais para garantir a diversidade visual do cenário pós-apocalíptico. A Ilha de Vancouver, no Canadá, foi escolhida devido à sua semelhança com as florestas norte-americanas, oferecendo o ambiente perfeito para as cenas em meio à natureza.
Já as sequências urbanas foram filmadas em Nova Orleans, especialmente no parque Six Flags abandonado, que forneceu um cenário perfeito para retratar a decadência da civilização humana. Esse parque estava abandonado desde o furacão Katrina em 2005, o que adicionou uma autenticidade única às imagens.
A importância da dublagem e do público brasileiro
No Brasil, Planeta dos Macacos: O Confronto conta com um elenco de dubladores experientes que contribuem para a imersão do público na história. Guilherme Briggs dá voz a César, emprestando emoção e força ao líder dos macacos. Hélio Ribeiro dubla Malcolm, enquanto Luiz Carlos Persy interpreta Koba, dando intensidade ao antagonista símio.
Essa qualidade na dublagem faz com que o público brasileiro possa aproveitar a obra com a mesma intensidade dos espectadores internacionais, tornando a experiência ainda mais rica.
As filmagens de Vingadores: Doomsday começaram em abril de 2025, no renomado Pinewood Studios, localizado na Inglaterra, e continuam a se expandir para locações deslumbrantes como o Bahrein e o Windsor Great Park. Este projeto grandioso representa um dos maiores desafios já enfrentados pela Marvel Studios, tanto em escala quanto em complexidade narrativa.
Recentemente, uma notícia que empolgou os fãs ao redor do mundo foi confirmada: Pedro Pascal, o talentoso ator que interpreta Reed Richards — o icônico Senhor Fantástico — já concluiu todas as suas cenas no set. Isso indica que as sequências envolvendo o Quarteto Fantástico, um dos grupos mais esperados pelos fãs, estão praticamente finalizadas, mesmo que as filmagens devam continuar até agosto para garantir que cada detalhe esteja perfeito. As informações são do Deadline.
Mas Doomsday vai muito além da simples reunião de personagens. Trata-se de um marco histórico na indústria do entretenimento, abrindo as portas para uma nova era no Universo Cinematográfico Marvel (MCU), repleta de surpresas, emoção e desafios inéditos.
Foto: Reprodução/ Internet
O impacto do MCU e o que Doomsday representa
Desde que os Vingadores se uniram pela primeira vez em 2012, a Marvel revolucionou a forma de contar histórias de super-heróis no cinema. A combinação de ação espetacular com dramas pessoais profundos conquistou uma legião de fãs. Filmes como Infinity War e Endgame não foram apenas sucessos comerciais, mas fenômenos culturais que influenciaram gerações.
Agora, o próximo filme dos Vingadores chega para fechar a chamada “Saga do Multiverso”, um arco narrativo que tem sido construído cuidadosamente nas últimas fases do MCU, explorando realidades paralelas, universos alternativos e as complexidades que surgem quando essas dimensões se cruzam.
A particularidade de Doomsday está em sua escala épica. Este filme não reúne apenas os Vingadores tradicionais, mas também incorpora o Quarteto Fantástico, os X-Men originais, os Novos Vingadores — também conhecidos como Thunderbolts — e os heróis de Wakanda. Essa mistura inédita de universos cria uma teia de relações e conflitos complexos, algo que nunca foi visto na história do cinema de super-heróis.
Elenco confirmado do filme
Chris Hemsworth retorna como Thor, trazendo seu carisma e força ao papel do Deus do Trovão. Vanessa Kirby faz sua estreia como a Mulher Invisível, personagem fundamental do Quarteto Fantástico, cuja habilidade de se tornar invisível e gerar campos de força adiciona uma nova dimensão à equipe.
Pedro Pascal, conhecido por papéis marcantes em séries como The Mandalorian e Narcos, empresta sua versatilidade para o papel de Reed Richards, o brilhante cientista cuja elasticidade desafia as leis da física e da imaginação.
Um dos grandes choques para os fãs foi a confirmação da participação de Robert Downey Jr., que não retorna como Tony Stark — seu personagem histórico —, mas assume o papel do enigmático e temido Doutor Destino, um dos vilões mais complexos e carismáticos dos quadrinhos da Marvel. A expectativa é alta para ver como Downey irá dar vida a esse personagem tão multifacetado.
Além disso, o elenco traz de volta nomes lendários como Patrick Stewart e Ian McKellen, reprisando seus papéis como Professor X e Magneto, respectivamente. Essa escolha consolida a integração dos X-Men ao MCU, uma notícia que vem sendo aguardada ansiosamente por fãs de longa data.
Completam o time estrelas como Florence Pugh, Simu Liu, Tenoch Huerta Mejía, Anthony Mackie, Sebastian Stan, James Marsden e Rebecca Romijn, criando uma mistura de rostos familiares e novos talentos que enriquecem ainda mais o universo de Doomsday.
Desafios, mudanças e bastidores
A jornada para o filme não foi isenta de percalços. Inicialmente, a Marvel Studios planejava encerrar a Fase Seis com dois filmes: The Kang Dynasty e Secret Wars. Contudo, um imprevisto envolvendo o ator Jonathan Majors, que interpretaria o vilão Kang, levou a uma reestruturação da narrativa.
Com os irmãos Russo — que já haviam comandado os épicos Infinity War e Endgame — retornando à direção, o projeto foi renomeado para Doomsday. Essa mudança trouxe uma nova perspectiva e frescor para o roteiro, que ficou a cargo de Stephen McFeely e Michael Waldron, ambos roteiristas renomados com trabalhos que exploram tanto ação quanto profundidade emocional.
Os irmãos Russo também adotaram um método de trabalho flexível, muitas vezes gravando cenas mesmo sem o roteiro finalizado. Essa abordagem permite que a narrativa evolua organicamente, incorporando ideias dos atores e da equipe técnica, enriquecendo o filme com nuances inesperadas e momentos genuinamente emocionantes.
Por trás das câmeras, profissionais de destaque contribuem para o resultado visual impressionante. Newton Thomas Sigel, diretor de fotografia conhecido por seu trabalho em filmes com forte apelo visual, e Gavin Bocquet, designer de produção responsável por criar ambientes memoráveis, garantem que cada cenário e cada tomada sejam uma experiência visual única para o público.
Entenda a sinopse do filme
O enredo de Doomsday se passa 14 meses após os eventos de Thunderbolts (2025). A história acompanha uma aliança sem precedentes entre Vingadores, heróis de Wakanda, o Quarteto Fantástico, Novos Vingadores e X-Men, todos unindo forças para enfrentar uma ameaça global — e multiversal — encarnada pelo Doutor Destino.
Este desafio exige que heróis de realidades distintas deixem suas diferenças e conflitos de lado para proteger não só o planeta Terra, mas todo o multiverso, um conceito que expande o escopo da narrativa para além do tradicional. Essa dinâmica promete cenas carregadas de emoção, tensão e momentos épicos de ação.
Para os fãs, ver personagens que antes pertenciam a universos separados interagindo e trabalhando juntos é um sonho que finalmente se torna realidade, abrindo possibilidades criativas quase ilimitadas para a Marvel.
O futuro do MCU começa agora
Com estreia marcada para 18 de dezembro de 2026, o longa-metragem é aguardado como um dos maiores lançamentos do cinema mundial. Mas o que acontece após esse filme já está sendo planejado: a sequência, intitulada Avengers: Secret Wars, prevista para dezembro de 2027, promete aprofundar ainda mais os mistérios do multiverso e as consequências dos eventos que irão impactar profundamente o universo Marvel.
Essa nova fase da Marvel aposta em narrativas mais densas, personagens complexos e uma maior diversidade, refletindo o público global cada vez mais atento e exigente. O MCU caminha para histórias que combinam ação e emoção, com personagens cheios de camadas e dilemas reais, tornando a experiência mais humana e acessível.
Neste domingo, 10, a tela da TV Globo se transforma em uma grande festa de ritmo e cultura ao celebrar os 40 anos do Axé Music durante a estreia da primeira apresentação em grupos da Dança dos Famosos, quadro tradicional do Domingão com Huck. Em uma combinação perfeita entre dança, música e história, o programa revive a energia contagiante desse gênero musical que é uma marca registrada do Brasil e um símbolo da cultura baiana que conquistou o país.
O Axé Music nasceu nos anos 1980, quando ritmos afro-brasileiros, como o samba-reggae e a música de carnaval de Salvador, ganharam uma roupagem renovada e conquistaram palcos nacionais. A mistura de energia, percussão e letras animadas rapidamente tomou conta das rádios, festas e, sobretudo, do Carnaval, transformando-se em um movimento cultural com forte apelo popular e identitário.
Celebrar 40 anos do Axé é revisitar a trajetória de artistas que fizeram história e de uma música que ultrapassou fronteiras, atravessando gerações. No programa, esse marco ganha vida por meio de apresentações que homenageiam o ritmo com interpretações de grandes sucessos, embaladas pelo som ao vivo da lendária banda Olodum, reconhecida mundialmente pela sua percussão marcante e por levar a cultura negra brasileira a todos os cantos do planeta.
A energia contagiante da banda Olodum e convidados especiais
Nada mais simbólico para embalar a estreia da Dança dos Famosos do que a presença da banda Olodum. Suas batidas poderosas, carregadas de história e militância cultural, acompanham os grupos em uma performance que é pura celebração da música, da dança e da diversidade brasileira.
Para abrilhantar ainda mais o espetáculo, o programa convidou renomados cantores para interpretar ao vivo clássicos do Axé e do samba-reggae, em uma viagem musical que reforça a força e a alma do ritmo. Alinne Rosa, vocalista da Banda Cheiro de Amor, é uma das vozes que leva emoção à apresentação, trazendo sua experiência e carisma ao palco. Junto a ela, Carla Cristina, Rafael Barreto, Márcia Short e Robson Moraes reúnem talento e paixão para dar vida às canções que marcaram gerações.
Essa união entre dança e música ao vivo cria uma atmosfera única, onde o público pode sentir a potência da cultura baiana pulsando dentro do estúdio e em suas próprias casas.
Mudança no elenco: substituição de MC Livinho
Entre as novidades da temporada, o programa precisou se adaptar à saída do cantor MC Livinho, que deixou a competição para cuidar da saúde após um acidente de trânsito. A organização do programa anunciou a substituição do participante, mantendo o elenco completo para garantir o nível alto das apresentações.
Essa mudança reforça a preocupação do programa em cuidar do bem-estar dos artistas e demonstra como é possível, mesmo diante de imprevistos, manter o compromisso com a qualidade e o entretenimento do público.
Milton Cunha: um novo olhar na bancada dos jurados
A estreia da Dança dos Famosos traz também um nome importante para a crítica e avaliação das performances: o apresentador e comentarista Milton Cunha, que assume a cadeira de jurado artístico fixo pela primeira vez no quadro.
Conhecido por sua vasta experiência no carnaval e na análise de manifestações culturais brasileiras, Milton se diz empolgado para essa nova missão. Em entrevista exclusiva, ele compartilhou sua visão sobre a dança e o que espera do concurso: “A dança é uma sedução, um movimento que transmite emoção e energia. Não gosto de corpo rígido, de quem está parado. Gosto do molejo, da naturalidade do corpo. Viajei o mundo observando diversos estilos — do tango à dança típica da Irlanda, do sapateado americano ao vaudeville francês. Mas o samba, a dança de salão, está no meu sangue. Quando recebi o convite para ser jurado, fiquei muito feliz. São 15 anos transmitindo carnaval, avaliando evolução, figurino, harmonia… Estou preparadíssimo para essa nova fase.”
Sua participação promete trazer uma análise profunda, sensível e técnica das coreografias, valorizando o aspecto artístico e cultural da dança.
Jurados convidados e a banca técnica
Além de Milton Cunha, o programa recebe semanalmente um jurado artístico convidado para enriquecer a avaliação com perspectivas diversas. Na estreia, a atriz Deborah Secco assume essa função, trazendo sua vivência artística e sensibilidade para comentar as performances dos participantes.
Completam a banca os jurados técnicos consagrados e queridos pelo público: Ana Botafogo, Carlinhos de Jesus e Zebrinha. Esses bailarinos e coreógrafos reconhecidos atuam como referência para os participantes, avaliando técnica, sincronismo, expressão e desenvolvimento dos passos, contribuindo para o crescimento de cada famoso na competição.
A diversidade da bancada garante um equilíbrio entre técnica e emoção, popularidade e excelência artística, fazendo com que a disputa se torne não apenas um espetáculo de entretenimento, mas também um espaço de valorização cultural.
Um domingo de emoção, talento e celebração
O Domingão com Huck não para por aí. Além da Dança dos Famosos, o programa apresenta a primeira semifinal do quadro Pequenos Gênios, que mostra crianças brilhantes em desafios de raciocínio e criatividade. A diversidade de atrações reforça o caráter familiar e abrangente do programa, capaz de reunir público de diferentes idades e gostos.
Em homenagem ao Dia dos Pais, celebrado na mesma semana, o “Domingão” promove momentos especiais com convidados que compartilham histórias e experiências emocionantes sobre paternidade. O jornalista e palestrante Marcos Piangers, autor do livro best-seller “Papais Muito Humanos”, participa da bomboniere ao lado de nomes como Dona Déa, Lívia Andrade e Ed Gama, trazendo uma conversa cheia de leveza, afetividade e reflexões sobre os desafios e belezas da vida em família.
A força do Axé nos palcos da TV
A escolha do Axé Music para abrir a temporada da Dança dos Famosos vai além de uma homenagem musical: é um resgate da história cultural brasileira, que conecta gerações, celebra a diversidade e reafirma a importância das raízes afro-brasileiras.
A dança, que sempre foi uma manifestação presente nas festas populares da Bahia, ganha o espaço nobre das tardes de domingo em uma das maiores audiências da televisão brasileira. Esse encontro entre tradição e modernidade mostra como o entretenimento pode ser um veículo poderoso de reconhecimento e valorização cultural.
Além disso, ao promover a dança como forma de expressão e saúde, o programa estimula o público a se conectar com seu corpo, com suas emoções e com a história do país, despertando orgulho e respeito pela nossa riqueza cultural.
O programa SuperPop, apresentado por Luciana Gimenez, traz nesta quarta-feira, 13 de agosto de 2025, um tema que desperta atenção de atletas, praticantes de academia e do público em geral: as transformações físicas provocadas pelo uso de anabolizantes e de modulações hormonais. Exibida ao vivo, a atração aborda os efeitos, riscos e consequências do consumo indiscriminado desses hormônios, além de discutir as mudanças estéticas obtidas por treinos intensos e rotinas de alta performance.
Luciana Gimenez abre o programa com um alerta direto: “O corpo humano tem limites, e ultrapassá-los sem acompanhamento médico pode gerar consequências sérias, tanto físicas quanto psicológicas.” O debate se propõe a ser informativo, equilibrando experiências de quem vive o dia a dia em busca de resultados estéticos com orientações de especialistas em saúde e medicina esportiva.
Para trazer diversidade de perspectivas, o SuperPop recebe a modelo e apresentadora Juju Salimeni, conhecida por sua disciplina em treinos e por compartilhar dicas de exercícios e alimentação nas redes sociais. Juju é reconhecida por sua dedicação ao corpo e por inspirar milhares de seguidores, mas também alerta sobre a pressão estética que muitas vezes leva ao uso de substâncias sem orientação profissional. Durante o programa, ela comenta: “É importante diferenciar dedicação de excesso. Treinar duro é saudável, mas buscar resultados rápidos com hormônios pode trazer problemas sérios para o corpo e a mente.”
Ao lado de Juju, participa do debate Victoria Villarim, ex-participante de reality show e influenciadora digital. Victoria compartilha com os telespectadores sua rotina de cuidados com o corpo e a importância de manter a saúde como prioridade. Ela destaca que as redes sociais muitas vezes promovem padrões inalcançáveis de beleza e força física, aumentando a tentação de recorrer a anabolizantes e moduladores hormonais. “Mostramos nosso treino e alimentação, mas nem sempre falamos sobre os desafios e riscos que existem por trás do corpo perfeito”, comenta Victoria, reforçando a necessidade de diálogo aberto sobre o tema.
Para fundamentar o debate com informações científicas, Luciana Gimenez convida o Dr. Paulo Muzy, especialista em medicina esportiva e referência no desenvolvimento da saúde muscular. Muzy explica os efeitos fisiológicos dos anabolizantes, incluindo alterações hormonais, sobrecarga nos órgãos internos e impactos a longo prazo no sistema cardiovascular. “O uso indiscriminado de hormônios pode trazer consequências irreversíveis. Nosso objetivo é orientar as pessoas sobre como otimizar o corpo de forma saudável e segura, sem colocar a saúde em risco”, alerta o médico.
O programa também destaca que a busca por resultados rápidos muitas vezes ignora fatores essenciais, como descanso adequado, alimentação balanceada e acompanhamento profissional. Luciana conduz a conversa com sensibilidade, equilibrando relatos pessoais de Juju e Victoria com explicações técnicas do Dr. Muzy, promovendo um debate acessível e informativo.
Além de discutir os perigos do uso de hormônios, o programa aborda as pressões sociais e culturais que incentivam a busca por corpos “perfeitos”. A discussão evidencia que o problema vai além do treino intenso: envolve autoestima, influências digitais e expectativas irreais de beleza. Juju comenta: “O que vemos nas redes nem sempre reflete a realidade. Por trás de cada corpo esculpido, há esforço, disciplina e, às vezes, decisões que não são saudáveis.”
Victoria Villarim acrescenta: “Precisamos falar sobre o que é sustentável. O público jovem, principalmente, acaba sendo impactado por conteúdos que mostram apenas resultados, sem explicar o processo ou os riscos envolvidos.” O diálogo promovido pelo programa reforça a importância de responsabilidade tanto de influenciadores quanto de profissionais da saúde ao compartilhar informações sobre performance e estética.
O especialista Dr. Paulo Muzy destaca ainda que o acompanhamento médico não é apenas uma medida de segurança, mas um fator crucial para otimizar resultados. Ele explica que moduladores hormonais podem ser utilizados em contextos específicos, mas somente quando há avaliação profissional e monitoramento constante. “A diferença entre um uso seguro e um uso arriscado está na prescrição, na supervisão médica e no conhecimento do próprio corpo”, afirma.
O programa também procura desmistificar algumas ideias equivocadas sobre anabolizantes e modulação hormonal. Luciana Gimenez ressalta que muitos jovens acreditam que esses métodos são soluções rápidas e sem consequências, o que é um equívoco perigoso. O programa busca esclarecer que a construção de força e massa muscular requer tempo, consistência e atenção à saúde integral.
O episódio ao vivo inclui interações com o público, que pode enviar perguntas e comentários. Esse formato permite que dúvidas comuns sobre treinos, nutrição e uso de hormônios sejam esclarecidas em tempo real, reforçando o papel educativo do programa. Luciana ressalta que o objetivo é promover consciência, prevenção e escolhas responsáveis.
Além do debate principal, o programa apresenta histórias de pessoas que enfrentaram complicações decorrentes do uso de anabolizantes, trazendo um olhar humano e realista sobre o tema. Os relatos reforçam que cada corpo reage de forma diferente e que decisões impulsivas podem gerar consequências duradouras. Juju e Victoria compartilham ainda dicas de como manter disciplina, motivação e saúde sem recorrer a substâncias de risco.
Para finalizar, Luciana Gimenez reforça a mensagem central do programa: buscar resultados estéticos ou de performance deve estar sempre aliado à saúde. “A estética não pode vir acima da vida. É possível ter um corpo saudável e bonito, mas sem comprometer órgãos, hormônios e bem-estar mental”, conclui a apresentadora.