Sem meias palavras! Guilherme Boulos enfrenta debate direto no No Alvo desta segunda (25/08)

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Nesta segunda-feira, 25 de agosto de 2025, o programa No Alvo recebe um convidado que não costuma medir palavras: o deputado federal Guilherme Boulos. Conhecido por sua trajetória política marcada por combatividade e posicionamentos claros, Boulos se depara com um formato que privilegia perguntas diretas e um debate sem rodeios, testando sua capacidade de lidar com críticas, provocações e questões delicadas sobre a cena política brasileira.

O programa, exibido em horário nobre, tem como proposta justamente esse confronto franco: não há espaço para respostas evasivas ou discursos ensaiados. Desde os primeiros minutos, Boulos mostra que está pronto para entrar no jogo. Com postura firme e tom incisivo, o político deixa claro que veio para dizer o que pensa e não se intimidar diante de rivais ou do público que assiste ao debate.

Ao longo da conversa, Boulos demonstra conforto com a exposição. Ele fala abertamente sobre adversários políticos, analisa os movimentos da direita brasileira e não poupa críticas a colegas de cena política que considera oportunistas ou descompromissados com causas sociais. Entre declarações fortes, o deputado não hesita em comentar apelidos e provocações que recebeu ao longo da carreira, sempre com uma pitada de ironia ou crítica direta.

Em um dos momentos mais comentados da entrevista, ele afirma que “o caminho mais fácil na política é se aliar, se vender ao sistema”, refletindo sua visão sobre aquilo que considera compromissos vazios ou alianças oportunistas. A frase resume bem a postura de Boulos diante de um cenário político que, segundo ele, valoriza mais acordos pragmáticos do que ideais ou projetos de impacto social.

Outro ponto que chamou atenção foi a avaliação de nomes em ascensão na política ou na internet, como Pablo Marçal, que Boulos classificou sem hesitar como “um picareta”. A declaração gerou repercussão imediata nas redes sociais, evidenciando a disposição do deputado de expor sua opinião sem receio de críticas ou polêmicas.

Críticas Diretas à Imprensa

O deputado também aproveitou o espaço para fazer uma análise crítica da imprensa, ressaltando que, muitas vezes, os meios de comunicação reforçam narrativas convenientes para determinados grupos políticos e econômicos. “A mídia tradicional tem um papel relevante, mas não é neutra. É preciso que o cidadão esteja atento a isso”, comentou.

Segundo Boulos, o debate público e a imprensa deveriam fomentar a reflexão e a pluralidade de opiniões, mas acabam, em alguns casos, reforçando discursos polarizados ou superficialmente sensacionalistas. Ele defende que a política, quando reduzida a manchetes rápidas ou análises superficiais, perde espaço para discussões de fundo que realmente impactam a vida das pessoas.

Essa postura crítica não é novidade na trajetória do deputado. Desde suas primeiras campanhas, Boulos se posiciona como alguém que desafia o status quo, questiona estruturas consolidadas e busca dar voz a grupos historicamente marginalizados, como movimentos sociais e organizações populares.

Avaliação da Direita Brasileira

O tema da direita política também dominou boa parte do debate. Boulos não poupou análises e críticas sobre o que considera estratégias populistas ou manobras políticas que, segundo ele, visam apenas conquistar votos sem apresentar propostas consistentes. Para o deputado, parte da direita brasileira se apoia em discursos inflamados, polarização e campanhas midiáticas, deixando de lado discussões estruturantes sobre políticas públicas, educação e desigualdade social.

“É mais fácil gritar slogans do que construir um projeto político sério. E isso acaba sendo prejudicial para o país como um todo”, afirmou. A declaração reflete um dos eixos centrais da entrevista: a crítica à superficialidade política e à adoção de discursos convenientes em detrimento de ações concretas.

Personalidade e Combatividade

Mais do que comentar adversários ou estratégias políticas, Boulos também revelou um pouco de sua personalidade. O deputado demonstrou ser alguém que valoriza a coerência e o compromisso com princípios, mesmo em um ambiente de debate acirrado. Ele comentou sobre a pressão constante que acompanha quem decide se expor publicamente e sobre a necessidade de manter firmeza diante de ataques, provocações ou polêmicas.

Em vários momentos, sua fala mesclou seriedade e leveza, mostrando que é possível criticar e confrontar sem perder a humanidade. Essa combinação de combatividade e autenticidade é um dos elementos que cativa parte do público que acompanha sua trajetória, seja no Congresso Nacional, nas redes sociais ou em entrevistas e debates como o “No Alvo”.

Supercine deste sábado (13/09) apresenta Respect: A História de Aretha Franklin, um retrato emocionante da Rainha do Soul

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O Supercine deste sábado, 13 de setembro, promete emocionar os espectadores com a exibição de Respect: A História de Aretha Franklin, cinebiografia que mergulha na trajetória da maior voz do soul mundial. Dirigido por Liesl Tommy e escrito por Tracey Scott Wilson em parceria com Callie Khouri, o longa resgata os primeiros 30 anos de vida da artista, revelando os desafios, conquistas e dores que moldaram sua carreira até se tornar um ícone imortal da música.

A narrativa começa ainda na infância de Aretha, quando ela cantava no coral da igreja de seu pai, em Detroit, e acompanha a formação de sua identidade artística dentro de uma família afro-americana de classe média. O filme mostra o impacto profundo da perda da mãe aos 10 anos e como essa ausência marcou sua vida pessoal. A partir daí, a obra constrói uma linha do tempo que vai desde os primeiros passos no universo musical, passando por relacionamentos turbulentos e até o casamento abusivo que enfrentou, até chegar à consagração definitiva com o álbum Amazing Grace, lançado em 1972, considerado um marco não apenas na carreira da cantora, mas também na história da música gospel.

O papel de Aretha Franklin adulta é vivido por Jennifer Hudson, cuja interpretação foi aprovada pela própria cantora ainda em vida. Hudson entrega uma performance visceral, unindo força dramática e potência vocal em um nível que emociona tanto nos diálogos quanto nas apresentações musicais. Na infância, Aretha é interpretada por Skye Dakota Turner, que encanta o público ao mostrar a origem da artista que viria a se tornar a Rainha do Soul. Ao lado delas, o elenco reúne nomes de peso como Forest Whitaker, Marlon Wayans, Audra McDonald, Marc Maron, Tituss Burgess, Saycon Sengbloh, Hailey Kilgore, Tate Donovan, Mary J. Blige, Heather Headley, Lodric D. Collins, Michael B. Patterson e Jelani Alladin, todos representando figuras que marcaram e influenciaram a vida da cantora.

Mais do que uma biografia musical, Respect se apresenta como um retrato humano e político. O filme mostra como Aretha Franklin enfrentou não apenas obstáculos pessoais, mas também barreiras sociais impostas a uma mulher negra nos Estados Unidos da metade do século XX. Sua voz, além de encantar multidões, tornou-se instrumento de resistência e símbolo de empoderamento feminino e racial. Cada canção interpretada no longa não é apenas uma performance, mas um reflexo da luta interior e da coragem da artista diante de um mundo hostil.

Produzido entre 2019 e 2020, o projeto foi impactado diretamente pela pandemia de COVID-19, o que resultou em adiamentos sucessivos do lançamento. Estreou finalmente em 13 de agosto de 2021, de forma póstuma, já que Aretha havia falecido três anos antes. Apesar da expectativa, o filme arrecadou cerca de 33 milhões de dólares em bilheteria, número inferior ao orçamento de 55 milhões. Ainda assim, a recepção crítica destacou a entrega emocional de Jennifer Hudson e a forma respeitosa com que a produção abordou a vida da cantora, consolidando-se como uma homenagem à altura de seu legado.

Ao revisitar os primeiros passos de Aretha Franklin, o longa oferece ao público mais do que uma história de ascensão artística. Ele reforça a importância da música como ferramenta de transformação, inspiração e resistência cultural. A trajetória da artista demonstra como a dor pode ser convertida em arte e como a fé pode sustentar a força de uma mulher que nunca deixou sua voz ser silenciada.

Polícia Militar é acionada em sessão de Demon Slayer: Castelo Infinito após crianças tentarem assistir ao filme em São Paulo

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Uma situação inusitada chamou a atenção dos frequentadores de uma sala de cinema da rede Cinemark em São Paulo no último sábado (13). Segundo relatos de testemunhas, a sessão de Demon Slayer: Castelo Infinito, longa de animação japonesa com classificação indicativa para maiores de 18 anos, precisou ser interrompida após uma mãe levar seus dois filhos menores para assistir ao filme. A confusão terminou com a intervenção da Polícia Militar.

De acordo com informações compartilhadas nas redes sociais por espectadores presentes, funcionários da rede solicitaram que todas as crianças deixassem a sala, em respeito à classificação indicativa. No entanto, uma das famílias se recusou a cumprir a orientação, alegando que os menores estavam acompanhados de um responsável. A resistência provocou tensão e a exibição do filme foi suspensa por cerca de uma hora. Durante esse período, quatro policiais militares foram chamados para garantir que a lei fosse cumprida, enquanto outros espectadores pressionavam para que a família saísse da sala.

A Cinemark emitiu uma nota oficial destacando a importância de respeitar a classificação indicativa. “Nosso compromisso é com a segurança e o bem-estar de todos os clientes. Lamentamos qualquer transtorno, mas é fundamental que as normas sejam seguidas. Filmes classificados para maiores de 18 anos não podem ser assistidos por menores, mesmo acompanhados de responsáveis”, afirmou a rede.

Um fenômeno da animação japonesa

Demon Slayer: Castelo Infinito é o mais recente longa da franquia japonesa Kimetsu no Yaiba, criada por Koyoharu Gotouge e publicada originalmente entre 2016 e 2020. A obra mistura ação intensa, fantasia sombria e uma narrativa repleta de elementos emocionais. Este filme adapta o arco “Castelo Infinito”, dando continuidade direta à quarta temporada do anime, e representa a quarta adaptação cinematográfica da série. Antes dele, os fãs tiveram acesso a Mugen Ressha-hen (2020), To the Swordsmith Village (2023) e Hashira Training (2024).

Dirigido por Haruo Sotozaki e produzido pelo estúdio Ufotable, o longa mantém o alto padrão visual e narrativo que tornou a série popular mundialmente. Diferente de Swordsmith Village e Hashira Training, que são compilações de episódios, Castelo Infinito foi desenvolvido como um longa-metragem completo, explorando o ritmo dramático do arco e ampliando o impacto das cenas de ação, de maneira similar ao sucesso de Mugen Train (2020).

A trama do filme

A narrativa acompanha Tanjiro Kamado, um jovem determinado que se junta ao Demon Slayer Corps – a corporação dedicada a caçar demônios – após sua irmã Nezuko ser transformada em uma dessas criaturas. Ao longo da série, Tanjiro enfrenta desafios crescentes, aprimorando suas habilidades enquanto constrói laços profundos com os Hashira, os caçadores de elite do grupo.

Em Castelo Infinito, os personagens participam de um programa coletivo de fortalecimento conhecido como Treinamento dos Hashira, preparando-se para o confronto final contra os demônios. A situação se complica quando Muzan Kibutsuji, o antagonista principal da série, invade a Mansão Ubuyashiki, sede do Demon Slayer Corps, colocando o líder da organização em perigo. Tanjiro e os Hashira são então lançados em uma descida vertiginosa rumo a um espaço desconhecido: o Castelo Infinito, reduto dos demônios e palco do confronto final.

O longa explora batalhas intensas, desafios estratégicos e dilemas morais, mantendo o público em constante tensão. Além da ação, a narrativa valoriza temas de amizade, coragem e sacrifício, elementos que conquistam tanto fãs jovens quanto adultos.

Repercussão e debate sobre classificação indicativa

O episódio em São Paulo reacendeu discussões sobre a responsabilidade dos pais e a importância da classificação indicativa. Especialistas em mídia e psicologia infantil afirmam que filmes destinados a maiores de 18 anos podem conter cenas de violência extrema, terror psicológico e conteúdo sensível, inadequados para crianças. O cumprimento da classificação indicativa, portanto, é essencial para garantir a segurança emocional dos menores.

Nas redes sociais, o incidente gerou opiniões divergentes. Alguns internautas criticaram a atitude da família, destacando que a lei existe para proteger crianças, enquanto outros questionaram a rigidez das regras em casos excepcionais. Entre os espectadores presentes, havia indignação com o fato de que a sessão foi interrompida e uma expectativa frustrada de assistir ao filme, mas a maioria reconheceu a necessidade de respeitar a legislação.

Legislação e papel da Polícia Militar

No Brasil, a classificação indicativa é regulamentada pelo Ministério da Justiça e tem caráter educativo, orientando pais e responsáveis sobre o conteúdo de filmes, séries e jogos. Filmes com classificação para maiores de 18 anos não podem ser assistidos por menores de idade, independentemente da presença de adultos, pois podem apresentar cenas de violência explícita, consumo de drogas, conteúdo sexual ou linguagem imprópria.

A Polícia Militar, ao ser acionada, cumpriu seu papel de garantir o respeito à lei e assegurar que a sessão pudesse ser retomada de maneira segura. O episódio ilustra a importância de conscientização tanto dos responsáveis quanto das redes de cinema sobre os limites estabelecidos pela classificação indicativa.

Sucesso internacional da franquia

Apesar do incidente em São Paulo, Demon Slayer: Castelo Infinito segue conquistando fãs em todo o mundo. A franquia se consolidou como um fenômeno global da animação japonesa, com público engajado e apaixonado. O filme já registra sessões lotadas, discussões em fóruns e redes sociais e uma crescente presença em rankings de bilheteria, reforçando a força cultural da obra.

O impacto vai além da animação. Cosplays, fanarts e eventos temáticos têm movimentado comunidades de fãs, tornando Demon Slayer não apenas uma história de entretenimento, mas um fenômeno cultural que conecta pessoas de diferentes idades e nacionalidades.

Dona de Mim de hoje (22): Leo enfrenta Jaques e concilia trabalho com família

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No capítulo da novela Dona de Mim de hoje, 22 de outubro de 2025, Leo garante a Samuel que vai conseguir conciliar a audiência pela guarda de Sofia com o lançamento de sua nova campanha, determinado a proteger a filha sem prejudicar sua carreira. Enquanto isso, Marlon confronta Kami sobre Ryan, gerando tensão no núcleo familiar. Sofia fica visivelmente entristecida, e Leo demonstra preocupação com o bem-estar da filha, tentando equilibrar suas responsabilidades paternas e profissionais. Breno, por sua vez, sente ciúmes da atenção que Leo recebe durante o lançamento da coleção, alimentando conflitos internos e rivalidades.

Incentivado por Filipa, Jaques realiza uma apresentação musical nas ruas, buscando reconhecimento e tentando recuperar sua imagem. Paralelamente, Gilmar procura Bárbara a pedido de Davi, enquanto Filipa insiste para que Jaques peça desculpas pelas humilhações que infligiu a Leo. Determinado a expor a verdade, Leo faz uma lista detalhada de todas as falcatruas de Jaques, e Breno, de forma inesperada, transmite a conversa ao vivo em seu perfil nas redes sociais, aumentando a repercussão e o impacto das ações de Jaques diante de todos.

Próximos capítulos da novela Dona de Mim

Jaques finalmente assume suas falcatruas contra Leo, enquanto Davi acompanha a transmissão ao vivo feita por Breno, que logo percebe o desespero de ter exposto toda a conversa inadvertidamente. Ivy comenta que Davi está apaixonado por Bárbara, e Breno pede que Caco volte para casa. Sofia, confusa com os acontecimentos, acredita que Leo é culpado por sua volta à mansão, aumentando a tensão entre pai e filha.

Samuel confronta Jaques pela morte de Abel, e Filipa se impressiona com o descontrole do cunhado. Jaques tem um pesadelo perturbador com Abel, refletindo sua culpa e ansiedade. Enquanto isso, Bárbara revela a Romano que deseja participar do esquema de Heidegger, e Danilo se incomoda ao ouvir Jaques falar de Filipa para Ricardo. Ivy aconselha Davi sobre Bárbara, e Paula alerta Leo quanto ao estado emocional de Sofia. Ricardo sugere que Samuel acione Jaques sobre as peças de Mianmar para proteger a Boaz, e Samuel decide doar as peças e emitir um comunicado oficial, ganhando admiração de Ricardo.

A relação entre Leo e Sofia melhora: a menina volta a falar normalmente e se refere a Leo como “mãe”. No dia da audiência pela guarda de Sofia, Filipa declara a Samuel que deseja cuidar da menina, enquanto Leo prepara-se para conciliar sua vida profissional e pessoal. Breno, Caco, Stephany e Leo organizam o desfile de lançamento da nova coleção, mantendo a atenção da mídia e do público.

Durante a audiência, Leo dá seu depoimento, mas a juíza decide conceder a guarda de Sofia para Filipa, o que provoca a comemoração imediata de Jaques. Para consolidar seus planos, Jaques pede que Isabela retorne a Portugal, deixando claro que sua estratégia de manipulação e poder continua em ação, enquanto os protagonistas enfrentam as consequências de escolhas, alianças e intrigas familiares.

Sessão da Tarde exibe Barraco de Família e leva à TV Globo uma comédia cheia de afeto e reconciliações nesta sexta (28)

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Foto: Reprodução/ Internet

A tarde de sexta-feira na Globo costuma trazer uma sensação de pausa no meio da rotina, e parte desse encanto vem da já tradicional Sessão da Tarde. No dia 28 de novembro, quem ligar a televisão para relaxar um pouco antes do fim de semana encontrará uma comédia brasileira que equilibra emoção, caos doméstico, música e muitas verdades sobre família. Barraco de Família chega à programação como uma escolha certeira para quem gosta de histórias leves, divertidas e ao mesmo tempo conectadas com o Brasil real, aquele que mistura fé, humor, orgulho e conflito em doses generosas.

O longa, dirigido por Maurício Eça e estrelado por Cacau Protásio e Lellê, acompanha a história de Cleide e Kellen, mãe e filha que carregam uma relação intensa, marcada por amor, frustração, orgulho e, claro, muita confusão. A jornada das duas é repleta de momentos de choque, reconciliação, brigas que parecem não ter solução e conversas que só acontecem quando não dá mais para esconder o que se sente. É justamente por isso que Barraco de Família consegue ser tão próximo do público: porque fala de laços que, por mais tortos que pareçam, sempre encontram um jeito de se reorganizar.

Uma história que começa com um retorno inesperado

De acordo com o AdoroCinema, o ponto de partida do filme acontece quando Kellen, uma funkeira de enorme sucesso, decide reaparecer na casa onde cresceu após um ano inteiro sem dar notícias. A mãe, Cleide, que segurou a família enquanto a filha corria atrás da fama, sente imediatamente que algo não vai bem. O instinto materno fala mais alto, e ela percebe que aquele retorno súbito carrega mais dúvidas do que certezas.

A temperatura emocional da vila suburbana onde a família mora muda assim que Kellen entra em cena. Os vizinhos observam de longe, tentando entender a movimentação. Os parentes se entreolham tentando adivinhar se a chegada significa boas ou más notícias. E Cleide, que sabe que a filha costuma esconder seus problemas atrás de discursos ensaiados e sorrisos fotogênicos, percebe que existe ali uma dor não dita, um peso que nenhum número de seguidores consegue aliviar.

O que o público descobre pouco depois é que a cantora caiu no centro de um escândalo digital. Um vídeo vazado fez com que ela fosse cancelada nas redes sociais, arranhando a imagem que sempre cultivou com rigor. Sem saber como se recolocar no mercado e pressionada pela própria equipe, Kellen decide recorrer às raízes. A volta para casa é anunciada como um gesto humilde, mas a verdade é que, no início, tudo não passa de uma tentativa desesperada de se reconectar com o público.

A família não é plateia, é encontro

Barraco de Família ganha força justamente quando os personagens percebem que Kellen não está ali movida por saudade. A mãe, o pai Eupídio, a avó Zuleika, a tia Eulália e o irmão Kleverson logo entendem que estão sendo usados como parte de uma narrativa criada para recuperar a reputação da cantora. A partir daí, a comédia se instala com vigor, porque as reações surgem de cada um deles com espontaneidade e autenticidade.

O filme parte de uma premissa muito reconhecível no Brasil contemporâneo: a distância entre o mundo online, cheio de filtros e estratégias, e a vida real, que exige presença, responsabilidade e vínculos. Kellen vive no primeiro mundo, enquanto sua família vive no segundo. Quando esses universos se chocam, o resultado é barulhento, divertido e cheio de situações que o público vai reconhecer de conversas de domingo, encontros de família e pequenas crises domésticas que todos nós já vivemos.

Mas o roteiro, assinado por Emílio Boechat e Lena Roque, não se limita às piadas. Ele usa o humor como porta de entrada para discutir temas como autoestima, pertencimento, perdão e a complexidade de voltar para o lugar de onde se saiu tentando ser alguém completamente diferente. Kellen encara o retorno como uma estratégia, mas acaba encontrando um espelho que mostra tanto suas fragilidades quanto suas raízes.

Uma mãe que equilibra dureza e carinho

Cleide, interpretada por Cacau Protásio, é um dos grandes destaques do longa. A atriz entrega uma personagem que vive a maternidade com intensidade, mostrando as camadas de quem ama profundamente, mas não pretende engolir mentiras só para evitar conflitos. Cleide sabe que a filha tem talento, sabe o quanto ela batalhou e sabe também que a fama tem um preço. O que ela não aceita é ser tratada como parte de um jogo de imagem.

A força de Cleide vem exatamente dessa combinação de humor e firmeza. Ela provoca risadas nos momentos mais leves, mas também emociona quando expõe o quanto doeu viver esse um ano de silêncio da filha. Sua relação com Kellen é uma das partes mais ricas do filme, pois ambas precisam aprender a ouvir o que a outra tem a dizer, mesmo quando a verdade não favorece nenhuma das duas.

Kellen e o mundo da música: queda, orgulho e reconstrução

Lellê entrega uma Kellen que é tudo menos plana. Ela dá vida a uma cantora acostumada a holofotes, que veste uma persona forte e, muitas vezes, arrogante para esconder suas inseguranças mais profundas. O cancelamento, somado ao distanciamento da família, revela uma jovem que está à beira de perder tudo o que construiu e que tenta desesperadamente reinventar sua imagem sem precisar encarar suas próprias contradições.

Quando Kellen tenta transformar a casa da mãe em cenário para criar vídeos e conteúdos que provem sua “humildade”, o público começa a perceber como a lógica das redes sociais pode distorcer até as relações mais íntimas. A personagem se vê obrigada a reconhecer que autenticidade não é algo que se improvisa diante da câmera, é algo que exige verdade.

A trajetória dela ao longo do filme é uma mistura de humor e dor. Ela se irrita com a falta de glamour da antiga rotina, tenta manipular situações, briga com a família e demora a admitir que errou. Mas é justamente esse caminho torto que torna sua evolução mais significativa.

Um elenco que celebra diversidade e entrega carisma

Barraco de Família também chama atenção por trazer um elenco majoritariamente negro, algo ainda raro nas grandes produções brasileiras. A presença de artistas como Cacau Protásio, Lellê, Jeniffer Nascimento, Sandra de Sá, Lena Roque, Eduardo Silva, Robson Nunes e Nany People não apenas enriquece a história, mas reafirma a importância de mostrar famílias negras plurais, complexas, engraçadas e emocionantes, sem reduzir esses personagens a estereótipos.

Cada um deles contribui para construir uma comédia afetuosa, de ritmo ágil e cheia de personalidade. A energia do elenco ajuda o filme a ganhar certa leveza mesmo quando aborda questões mais sensíveis, como a pressão da fama, a relação com o passado ou a necessidade de pedir perdão.

Da estreia aos lares brasileiros

O longa chegou aos cinemas em maio de 2023, com distribuição da Synapse Distribution e da Ledafilms, e rapidamente conquistou um público que valoriza produções nacionais com identidade marcante. Agora, retorna à TV aberta com a chance de alcançar novos espectadores, especialmente aqueles que buscam uma comédia acessível, divertida e próxima do cotidiano.

Além da exibição na Sessão da Tarde, Barraco de Família também está disponível para aluguel digital em plataformas como o Prime Video, onde os valores de locação começam a partir de R$ 6,90.

Crítica – Drop: Uma Ameaça Anônima entrega tensão máxima com roteiro afiado e direção certeira

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Drop – Uma Ameaça Anônima é aquele tipo de suspense que não pede licença: ele te agarra já nos primeiros minutos e só solta quando os créditos sobem. O longa, dirigido com precisão cirúrgica, transforma um encontro casual em uma espiral sufocante de paranoia e sobrevivência, provando que, às vezes, o verdadeiro terror pode estar sentado bem à sua frente.

A trama parte de uma premissa simples, mas incrivelmente eficaz: Violet, uma mãe solo, decide encontrar Henry após combinarem por um aplicativo. O que seria apenas um jantar despretensioso ganha tons sombrios quando ela começa a receber mensagens anônimas: sua casa foi invadida, seu filho está em perigo, e a única maneira de salvá-lo é matar o homem à sua frente. O tempo vira inimigo, e a tensão escala de forma angustiante.

O roteiro é enxuto, direto ao ponto, mas cuidadosamente estruturado — nada está ali por acaso. Cada detalhe revelado ao longo da narrativa encontra seu lugar na engrenagem, criando um quebra-cabeça que se fecha de forma impactante. A direção colabora com cortes secos e um ritmo pulsante, fazendo do silêncio e dos olhares tão ameaçadores quanto qualquer explosão ou perseguição.

O maior trunfo de Drop é a sua habilidade de transformar o ordinário em extraordinário. Sem depender de grandes efeitos ou reviravoltas mirabolantes, o filme aposta em atmosfera, performance e timing — e vence em todos os quesitos. A atuação da protagonista transmite desespero contido e força em igual medida, conduzindo o público pela angústia crescente com autenticidade.

Em um cenário em que muitos thrillers apostam em exageros ou soluções fáceis, Drop – Uma Ameaça Anônima se destaca por sua elegância brutal e tensão implacável. É, sem dúvida, um dos melhores suspenses de 2025 até agora — e um lembrete poderoso de que, com uma boa ideia e execução competente, ainda é possível surpreender e deixar o público sem fôlego.

Cine Aventura 12/04/2025: Mundo em Caos é atração deste sábado na Record

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Neste sábado, 12 de abril de 2025, o Cine Aventura da Record TV promete muita adrenalina e suspense com a exibição do longa “Mundo em Caos” (Chaos Walking), estrelado por dois grandes nomes do cinema atual: Tom Holland (Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa) e Daisy Ridley (Star Wars). A produção, que mistura ação e ficção científica em um cenário distópico, vai ao ar a partir das 15h, com classificação indicativa para maiores de 14 anos.

Um planeta silencioso, até demais

Baseado no livro “The Knife of Never Letting Go”, de Patrick Ness, o filme nos leva a um futuro pós-apocalíptico em um planeta colonizado pela humanidade. Lá, uma infecção misteriosa e devastadora eliminou todas as mulheres e deixou os homens com uma condição surreal: todos os seus pensamentos agora são audíveis, revelando medos, desejos e intenções sem qualquer filtro.

Neste cenário caótico, acompanhamos Todd Hewitt (Tom Holland), um jovem que cresceu acreditando que todas as mulheres haviam morrido – até que encontra Viola (Daisy Ridley), uma forasteira que desafia tudo o que ele pensava saber sobre seu mundo. Juntos, eles iniciam uma jornada cheia de perigos e descobertas, tentando escapar de forças que querem controlar a verdade e silenciar os que ousam questioná-la.

Direção de peso e elenco carismático

Com direção de Doug Liman, conhecido por comandar sucessos como No Limite do Amanhã e A Identidade Bourne, o filme entrega cenas de ação bem coreografadas, paisagens imersivas e um tom reflexivo sobre temas como controle, medo e a importância do silêncio em um mundo de ruídos.

Além de Holland e Ridley, o elenco conta com Demián Bichir, indicado ao Oscar, e Mads Mikkelsen em uma performance marcante como o antagonista do enredo.

Recepção dividida, mas uma trama instigante

Apesar das expectativas elevadas, Mundo em Caos teve recepção morna entre os críticos. No AdoroCinema, o longa recebeu nota 2,0/5, enquanto o público avaliou com uma média de 3,0/5. Muitos elogiam a premissa original e as atuações principais, mas apontam falhas no ritmo e no desenvolvimento do roteiro.

Ainda assim, a obra conquista pela proposta ousada e pelo carisma de seus protagonistas – especialmente Tom Holland, que mais uma vez mostra sua versatilidade em papéis que exigem fisicalidade e emoção.

Apple TV+ lança trailer de “Chefe de Guerra”, drama histórico estrelado por Jason Momoa

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Foto: Reprodução/ Internet

Na última quinta-feira, 10 de julho, o Apple TV+ abriu as cortinas para Chefe de Guerra, um drama histórico que vai muito além do convencional, trazendo Jason Momoa não só como protagonista, mas também como roteirista e produtor executivo. O astro de Aquaman e See mergulha fundo na ancestralidade das ilhas havaianas para contar a história de Ka’iana — um guerreiro ambicioso que busca unificar um arquipélago à beira de grandes transformações.

A força do olhar nativo na narrativa

Mais que uma série, Chefe de Guerra é um resgate cultural, idealizado por Momoa e Thomas Pa’a Sibbett, ambos conectados às suas raízes polinésias. O projeto se destaca por abraçar a voz local, valorizando atores majoritariamente polinésios, como Luciane Buchanan (Sweet Tooth), Temuera Morrison (O Livro de Boba Fett) e o novato Kaina Makua, que incorporam a alma do Pacífico em cena.

Bastidores que impressionam: diretores, showrunners e trilha sonora épica

Por trás das câmeras, a responsabilidade fica por conta de Doug Jung, conhecido pelo roteiro do explosivo Star Trek: Sem Fronteiras, que assume o posto de showrunner, enquanto Justin Chon, que dirigiu filmes como Gook, assina os primeiros episódios. Momoa, fiel ao compromisso com a autenticidade, assume a direção do episódio final, fechando a trama com seu olhar visceral.

E para elevar ainda mais a atmosfera, Hans Zimmer — o gênio musical por trás de Duna e O Rei Leão — assina a trilha sonora, ao lado de James Everingham, com arranjos que prometem transportar o espectador direto para as ondas e montanhas havaianas.

Estreia marcada: uma viagem no tempo começa em agosto

Com nove episódios cuidadosamente produzidos, Chefe de Guerra chega ao Apple TV+ em 1º de agosto, disponibilizando os dois primeiros episódios na estreia, com capítulos semanais até 19 de setembro. É a chance de se perder em uma narrativa épica, onde a luta pelo poder, honra e identidade indígena ganham vida com intensidade e reverência.

Veja os filmes assustadores que ainda vão invadir os cinemas em 2025

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Se você achou que os maiores sustos do ano já tinham passado, pense de novo. A temporada do medo está a todo vapor, e 2025 ainda guarda uma leva intensa de filmes de terror que prometem calafrios, suspense de roer as unhas e histórias que vão muito além de sustos fáceis. Tem possessão demoníaca, maldições ancestrais, seitas silenciosas e até cobras gigantes esperando para fazer parte da sua próxima ida ao cinema. A seguir, confira os principais lançamentos que vão deixar as telonas muito mais sombrias nos próximos meses.

O Ritual estreia no dia 31 de julho e deve ser um dos grandes destaques do ano para os fãs de terror sobrenatural. Com direção de David Midell e roteiro assinado em parceria com Enrico Natale, o longa reúne peso dramático e tensão religiosa ao trazer Al Pacino em um de seus papéis mais intensos da última década.

Baseado em eventos verídicos, o filme acompanha a jornada de dois padres em crise pessoal e espiritual. Um deles — vivido por Dan Stevens — começa a questionar sua fé após uma tragédia pessoal, enquanto o outro (Al Pacino) carrega marcas profundas de um passado conturbado. Quando uma jovem é possuída por uma entidade demoníaca de força desconhecida, os dois precisam unir forças e enfrentar não apenas a manifestação do mal, mas também os próprios fantasmas internos.

Ao estilo clássico dos filmes de exorcismo, O Ritual se destaca por construir um suspense atmosférico e psicológico, sem abrir mão do impacto visual e da intensidade emocional. O filme não apenas assusta, mas também levanta discussões sobre fé, culpa, redenção e o limite entre o sagrado e o profano.

Com Ashley Greene Khoury completando o trio principal, a obra aposta em cenas de possessão intensas, simbolismo religioso e um senso de urgência crescente, culminando em uma das sequências de exorcismo mais angustiantes do gênero nos últimos anos.

Estreando nos cinemas em 7 de agosto de 2025, A Hora do Mal (Weapons) é o novo terror psicológico e perturbador do diretor Zach Cregger, responsável por Noites Brutais. Com um elenco de peso liderado por Josh Brolin, Julia Garner e Alden Ehrenreich, o filme já chega cercado de expectativas — e com razão.

Na trama, o tempo congela quando 17 crianças de uma mesma classe somem misteriosamente da noite para o dia. Sem sinais de arrombamento, sequestro ou qualquer pista lógica, a cidade mergulha em pânico. O único fio de esperança: uma única aluna que não desapareceu e pode saber algo — ou esconder tudo.

O que poderia ser um simples caso de desaparecimento se transforma em uma espiral de medo, paranóia e desconfiança, à medida que pais, professores, policiais e moradores tentam entender o inexplicável. Quem está por trás disso? E por quê?

O filme constrói seu terror de forma sutil e progressiva. Não há monstros em cada canto, mas há o medo invisível do desconhecido — o tipo de medo que se espalha em silêncio. É o tipo de filme que provoca tensão não só pela história, mas também pela atmosfera opressiva que envolve cada cena. A trilha sonora e a fotografia reforçam a sensação de que há algo errado… mesmo quando nada acontece.

Chegando aos cinemas em 14 de agosto, Juntos (Together) é um filme de terror íntimo e perturbador, que usa a fragilidade de um relacionamento à beira do colapso como ponto de partida para uma história sobre possessão emocional, isolamento e destruição mútua. Com direção e roteiro de Michael Shanks, o longa é estrelado por Dave Franco e Alison Brie, que também são casal na vida real — o que adiciona camadas interessantes à intensidade da narrativa.

A trama acompanha Tim e Millie, um casal desgastado, que decide se mudar para uma cidadezinha isolada no interior dos Estados Unidos na tentativa de salvar o que ainda resta da relação. No entanto, o que parecia ser um novo começo rapidamente se transforma em uma espiral sufocante de tensão e delírio. Há algo estranho na floresta ao redor. Algo que observa. Algo que contamina. E aos poucos, os dois percebem que não estão apenas perdendo o amor — estão perdendo o controle sobre si mesmos.

A grande força de Juntos está em sua construção atmosférica: a floresta, sempre presente ao fundo, é quase um personagem. A sensação de claustrofobia emocional, o silêncio carregado e a desconfiança que cresce entre os protagonistas criam uma experiência imersiva, onde o verdadeiro terror vem de dentro — daquilo que não se consegue dizer, mas que corrói aos poucos.

A atuação de Franco e Brie entrega nuances reais de uma relação afundando no abismo, e a direção não economiza em simbolismos visuais que transformam o espaço doméstico em um campo de batalha mental. Quando o sobrenatural finalmente se manifesta, ele não vem como uma surpresa — ele é a consequência.

Com estreia marcada para 21 de agosto, Rosario é um terror claustrofóbico e carregado de simbolismo ancestral. Dirigido por Felipe Vargas e roteirizado por Alan Trezza, o filme mistura mitologia latina, drama familiar e elementos sobrenaturais em uma narrativa tensa, que acontece praticamente em tempo real. No centro da história está Emeraude Toubia, em uma das performances mais intensas de sua carreira.

A trama começa com a morte repentina da avó de Rosario, uma mulher com quem a protagonista havia perdido o contato há anos. Quando é chamada para reconhecer o corpo e aguardar a retirada por uma ambulância, Rosario se vê obrigada a passar a noite sozinha no antigo apartamento da família — mas logo percebe que não está exatamente sozinha.

Preso por uma nevasca violenta, o prédio torna-se um cenário opressor, onde memórias reprimidas, vizinhos suspeitos e ruídos inexplicáveis começam a formar um quebra-cabeça macabro. O corpo da avó parece esconder algo mais do que segredos do passado, e Rosario mergulha em uma espiral de horror enquanto descobre uma maldição que atravessa gerações. A cada minuto que passa, a realidade se desfaz e a neta percebe que pode não sair viva dali — a não ser que enfrente não só o que está na casa, mas o que está dentro de si.

Invocação do Mal 4: O Último Ritual chega aos cinemas no dia 4 de setembro e promete encerrar com chave de ouro uma das franquias mais populares do terror moderno. Dirigido por Michael Chaves, o longa traz de volta Vera Farmiga e Patrick Wilson como o famoso casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, personagens inspirados em pessoas reais que dedicaram suas vidas a desvendar casos sobrenaturais.

Neste capítulo final, os Warren enfrentam uma ameaça ainda mais sombria e poderosa do que tudo o que já viram. Uma entidade maligna que desafia sua experiência, colocando suas vidas e sua fé em jogo. Além dos momentos de terror sobrenatural que consagram a série, o filme aprofunda o relacionamento do casal, mostrando a força emocional que os une diante do perigo constante.

A narrativa mantém o suspense crescente característico da franquia, com sequências que mesclam aparições assustadoras, investigações detalhadas e um clima opressivo que prende o espectador do começo ao fim. Para os fãs de longa data, é uma despedida carregada de emoção e tensão, que busca fechar o ciclo da história dos Warren de forma satisfatória.

Chegando aos cinemas em 2 de outubro, Os Estranhos: O Capítulo 2 retoma a aterrorizante história iniciada no filme anterior, trazendo novamente os Mascarados como caçadores implacáveis. Dirigido por Renny Harlin, o longa traz no elenco Madelaine Petsch, Gabriel Basso e Rachel Shenton.

Após escapar por pouco da morte, Maya (Madelaine Petsch) está se recuperando no hospital — mas a trégua está prestes a acabar. Os Mascarados descobrem sua sobrevivência e iniciam uma caçada sem misericórdia para dar fim ao que começaram. Sem poder confiar em ninguém, Maya precisará usar toda sua coragem e astúcia para sobreviver a essa perseguição brutal.

O longa mergulha fundo na dinâmica de caça e fuga, com cenas tensas e um clima sufocante que mantém o público na ponta da cadeira. A violência é gráfica, a atmosfera é carregada de suspense, e o medo é palpável em cada passo que a protagonista dá.

Anaconda invade os cinemas no dia 25 de dezembro e traz uma nova cara para a icônica franquia iniciada em 1997, misturando suspense, ação e uma pitada de humor. Dirigido por Tom Gormican e estrelado por Daniela Melchior, Paul Rudd e Jack Black, o filme aposta em uma trama cheia de adrenalina e reviravoltas para fechar o ano com chave de ouro.

A história acompanha um grupo de amigos em crise de meia-idade que decide reviver o passado ao refazer o filme favorito da juventude — em plena floresta tropical. O que começa como uma aventura nostálgica logo se transforma em uma luta brutal pela sobrevivência, quando fenômenos climáticos extremos, criminosos violentos e, claro, as gigantescas cobras anaconda começam a fazer das suas.

O longa se destaca ao equilibrar cenas de pura ação com momentos de alívio cômico, especialmente graças ao carisma do elenco. Além disso, explora a temática da amizade, da coragem e dos desafios que vêm com o passar do tempo, tudo ambientado em um cenário hostil que coloca todos à prova.

Turnê global do cantor Jin, do BTS, terá show transmitido em cinemas no Brasil e no mundo

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A espera está chegando ao fim para os fãs do BTS e, em especial, para quem acompanha a carreira solo de Jin. Uma das apresentações da turnê #RUNSEOKJIN_EP.TOUR, a primeira do artista após seu período de serviço militar obrigatório, será transmitida em cinemas espalhados pelo mundo. O show escolhido para essa experiência única acontecerá em Amsterdã, no dia 9 de agosto, e promete levar a energia do palco para as telonas, conectando ainda mais Jin aos seus fãs.

Aqui no Brasil, as redes UCI e Cinemark já confirmaram a exibição da transmissão, garantindo aos fãs brasileiros a oportunidade de vivenciar esse momento tão esperado, mesmo que à distância do palco. As vendas de ingressos começaram no dia 23 de julho, e a expectativa é grande para que as sessões fiquem lotadas, dada a enorme base de admiradores que Jin conquistou ao longo dos anos.

Jin: um artista que inspira e emociona

Kim Seok-jin, ou simplesmente Jin, nasceu em 4 de dezembro de 1992, em Gwacheon, na Coreia do Sul. Desde que entrou para o BTS em 2013, ele vem encantando o mundo com sua voz marcante, seu carisma e sua presença de palco. Mas Jin é muito mais do que um dos integrantes da boyband mais famosa da atualidade: ele é um artista completo, que toca o coração das pessoas com sua música e sua autenticidade.

Durante sua trajetória, Jin lançou músicas solo que já se tornaram clássicos entre os fãs, como “Awake”, “Epiphany” e “Moon”. Essas faixas não são apenas demonstrações do seu talento vocal — que já recebeu elogios de críticos pela potência e emoção —, mas também reflexões profundas sobre amor-próprio e crescimento pessoal. É esse lado sensível e humano que faz dele um artista tão querido e inspirador.

Após cumprir o serviço militar, que é obrigatório na Coreia do Sul, Jin retorna agora aos palcos com a energia renovada e uma turnê que promete emocionar, conectar e celebrar a música.

A turnê #RUNSEOKJIN_EP.TOUR: um reencontro com os fãs

Passando por países da Ásia, Europa e América do Norte, a turnê marca o tão aguardado reencontro de Jin com seus fãs ao redor do mundo. Sabendo da importância desse momento, a decisão de transmitir a apresentação em Amsterdã para cinemas internacionais, incluindo o Brasil, é um gesto que amplia o alcance e a magia do espetáculo.

Para quem não pode viajar para assistir ao show presencialmente, essa é a chance de se sentir parte da energia do evento, vivendo a experiência em uma tela grande e com qualidade de som e imagem que traduzem a emoção do palco.

Mais do que isso, essa transmissão é uma forma de reforçar o vínculo entre Jin e seus fãs, criando um espaço compartilhado onde todos podem celebrar juntos a música e a carreira do artista.

O impacto cultural de Jin e do BTS

Jin não é apenas um cantor; ele representa uma geração que mudou a forma como o mundo vê a música pop coreana. Em 2018, ele e os outros integrantes do BTS foram agraciados com a Ordem de Mérito Cultural de quinta classe pelo governo sul-coreano, reconhecimento oficial do impacto que tiveram ao levar a cultura do país para todos os cantos do planeta.

Sua versatilidade é admirável: além do canto, ele se formou em atuação e busca continuar se desenvolvendo em outras áreas do conhecimento. Esse desejo constante de evolução transparece em sua música, em suas performances e na maneira como se conecta com as pessoas.

Parcerias internacionais, como a música “The Astronaut”, gravada com Chris Martin, mostram que Jin está aberto a novos caminhos e disposto a levar seu talento para além das fronteiras tradicionais, conquistando cada vez mais admiradores pelo mundo.

Fãs brasileiros celebram a novidade

O Brasil sempre foi um dos países com maior número de fãs dedicados ao BTS, e a notícia da transmissão do show nos cinemas já foi recebida com muita alegria e expectativa. Para muitos, será uma oportunidade de se reunir com amigos, familiares e outros fãs para celebrar juntos essa nova fase da carreira de Jin.

Além da emoção de ver o artista em alta definição na tela grande, a transmissão também é uma forma de homenagear todo o carinho e a dedicação do público brasileiro, que sempre apoiou o BTS e seus integrantes com uma paixão admirável.

O que esperar da transmissão

O show em Amsterdã será uma experiência completa, repleta de música, energia e emoção. Jin promete apresentar suas canções com toda a intensidade que conquistou o mundo, em um espetáculo que mistura tecnologia, arte e conexão humana.

Os fãs poderão se emocionar com performances ao vivo, efeitos visuais impressionantes e até conteúdos exclusivos, como imagens dos bastidores e depoimentos, que tornarão a experiência ainda mais especial.

Com cerca de duas horas de duração, o evento será cuidadosamente produzido para que a energia do palco seja sentida mesmo pelas telas dos cinemas.

A transformação do mercado cultural e novas possibilidades

A iniciativa de transmitir shows musicais em cinemas é uma tendência que vem ganhando força e que traz benefícios tanto para artistas quanto para o público. Além de democratizar o acesso a grandes espetáculos, essa prática cria um ambiente mais íntimo e envolvente para os fãs.

No Brasil, as redes UCI e Cinemark estão na vanguarda dessa inovação, reforçando seu compromisso em oferecer experiências culturais diversificadas e de alta qualidade.

Para os fãs, é a chance de viver momentos únicos, que vão muito além de simplesmente assistir a um show pela internet — é a imersão em uma atmosfera que celebra a arte, a música e a comunidade.

Jin: a voz de uma geração

Mais do que um cantor talentoso, Jin é uma referência para milhões de pessoas que acompanham sua trajetória. Sua voz, descrita por críticos como “terna, potente e cheia de emoção”, é uma marca registrada que ultrapassa o simples entretenimento e toca as emoções mais profundas.

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