Obsessão | Desejo de amor vira pesadelo mortal em novo terror sobrenatural que acaba de chegar aos cinemas

O terror sobrenatural Obsessão estreou nesta quinta-feira (14) nos cinemas e já chama atenção por misturar romance, horror psicológico e elementos sobrenaturais em uma história que começa como fantasia romântica e rapidamente descamba para o pesadelo.

Dirigido e escrito por Curry Barker, o filme acompanha um jovem comum que encontra um objeto misterioso capaz de realizar desejos. O que parece uma chance de finalmente viver o amor que sempre quis acaba virando um problema muito maior do que ele poderia imaginar.

Qual é a história do filme?

No filme, conhecemos Bear Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem funcionário de uma loja de música que leva uma rotina discreta e sem grandes acontecimentos. Ele mantém há anos uma paixão silenciosa por Nikki, vivida por Inde Navarrette, sua amiga de infância, mas nunca encontrou coragem para transformar esse sentimento em algo concreto.

A vida de Bear muda completamente quando ele descobre um objeto misterioso conhecido como “Salgueiro dos Desejos”, uma peça sobrenatural que promete conceder um desejo por pessoa sempre que é quebrada. Movido pela insegurança e pelo desejo de viver um romance idealizado, ele decide usar o objeto para alterar sua realidade e faz o pedido de que Nikki passe a amá-lo de forma absoluta.

A partir desse momento, Obsessão começa a explorar as consequências desse desejo de forma gradual. Nikki realmente passa a demonstrar sentimentos por Bear, mas o comportamento dela muda de maneira imprevisível, criando uma relação cada vez mais instável. O que parecia a realização de um sonho romântico se transforma em uma dinâmica desconfortável, onde afeto e obsessão começam a se misturar de forma perigosa.

Quando o amor deixa de ser amor

O grande ponto do longa-metragem está justamente na distorção do sentimento. O desejo de Bear não cria apenas um romance, ele altera completamente o comportamento de Nikki e empurra a relação para um lugar cada vez mais sufocante.

O filme trabalha essa transformação de forma gradual. Nikki alterna momentos de carinho extremo com atitudes cada vez mais perturbadoras, enquanto Bear tenta entender se ainda existe algo real naquele relacionamento ou se tudo foi construído de forma artificial.

Em vez de apostar em sustos constantes, a produção prefere aumentar a tensão aos poucos, deixando o clima mais psicológico e desconfortável conforme a história avança.

Quem está no elenco do filme?

O elenco é liderado por Michael Johnston (The Fosters, Teen Wolf) e Inde Navarrette (13 Reasons Why, Superman & Lois), que dão vida ao casal central da trama. Também fazem parte da produção Cooper Tomlinson, Megan Lawless e Andy Richter (Late Night with Conan O’Brien, Toy Story 2), que ajudam a construir o entorno da história e reforçam o impacto dos acontecimentos.

Um terror que já chega com atenção do público e da crítica

Antes da estreia nos cinemas, o terror passou por festivais importantes como o Festival de Toronto, o Fantastic Fest e o Festival de Sitges, onde acabou premiado com o Grande Prêmio do Público.

A recepção inicial destaca principalmente a atuação de Inde Navarrette e o modo como o filme constrói sua tensão sem pressa, apostando mais no desconforto psicológico do que em sustos tradicionais.

O que o filme quer dizer por trás do terror?

Apesar de usar elementos sobrenaturais, Obsessão também funciona como uma metáfora sobre relações desequilibradas e dependência emocional. O “Salgueiro dos Desejos” representa a ideia de querer controlar sentimentos, algo que parece inofensivo no início, mas que rapidamente foge do controle.

O filme usa essa premissa para mostrar como desejos impulsivos podem ter consequências irreversíveis, principalmente quando envolvem tentar forçar o amor de outra pessoa.

Obsessão | Terror independente surpreende ao unir crítica e público e virar fenômeno no Rotten Tomatoes

O filme de terror Obsessão, dirigido por Curry Barker, está chamando atenção no circuito internacional não apenas pela história perturbadora, mas por um feito que foge completamente do padrão do gênero. A produção alcançou 95% de aprovação tanto da crítica especializada quanto do público no Rotten Tomatoes, algo extremamente raro, especialmente quando se trata de um terror independente.

O mais curioso é que essa concordância não aconteceu com base em poucas opiniões. A avaliação da crítica reúne 131 resenhas publicadas, enquanto o público já soma mais de 100 avaliações verificadas. Mesmo com olhares diferentes sobre cinema, os dois lados chegaram praticamente ao mesmo resultado, algo que normalmente não acontece em filmes desse estilo.

Por que esse tipo de consenso chama tanta atenção?

O terror costuma ser um dos gêneros mais divisivos do cinema. Enquanto alguns espectadores valorizam a ousadia, o desconforto e a violência narrativa, outros podem se afastar justamente por esses mesmos elementos. Por isso, ver crítica e público concordando em um nível tão alto acaba chamando atenção imediata.

No caso de Obsessão, esse equilíbrio sugere que o filme conseguiu algo incomum: unir impacto emocional com uma estrutura narrativa sólida o suficiente para não afastar o espectador casual. Isso é ainda mais significativo quando se trata de uma produção independente, que normalmente enfrenta limitações de orçamento e divulgação.

O resultado coloca o longa em uma categoria rara, onde a experiência funciona tanto para quem analisa tecnicamente quanto para quem assiste de forma mais intuitiva.

Quem está por trás do filme?

Curry Barker assina o filme como diretor, roteirista e editor, o que já indica um projeto altamente autoral. Essa liberdade criativa se reflete diretamente no estilo do longa, que mistura terror psicológico com elementos sobrenaturais e um forte foco em obsessão emocional.

No centro da história está Bear, interpretado por Michael Johnston, um jovem funcionário de uma loja de música que acaba entrando em contato com um objeto misterioso capaz de realizar desejos. Ao seu lado está Nikki Freeman, vivida por Inde Navarrette, amiga de infância por quem ele desenvolve uma fixação cada vez mais intensa.

O que começa como uma história de amor não correspondido rapidamente evolui para algo muito mais sombrio, onde cada desejo realizado parece empurrar os personagens para consequências cada vez mais irreversíveis.

Como o filme transforma desejo em pesadelo?

A narrativa do longa-metragem gira em torno de um objeto sobrenatural conhecido como “Salgueiro dos Desejos”, que muda completamente o rumo da relação entre Bear e Nikki. A partir do momento em que ele usa o artefato, o que era uma relação emocional complicada passa a ser distorcida por forças que ninguém consegue controlar.

O filme trabalha essa ideia de forma crescente, transformando pequenas mudanças de comportamento em sinais de algo muito mais assustador. Nikki começa a agir de maneira imprevisível, e a linha entre amor, dependência e obsessão vai se apagando aos poucos.

Em vez de apostar apenas em sustos tradicionais, o longa constrói um terror mais psicológico, onde o desconforto vem das relações humanas em colapso.

A estreia e a reação do público

O filme teve sua estreia no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2025, dentro da tradicional seção Midnight Madness, conhecida por destacar produções ousadas e fora do padrão. A recepção inicial já indicava que o filme poderia se destacar, principalmente pelo impacto emocional causado nas primeiras exibições.

A chegada aos cinemas dos Estados Unidos está marcada para 15 de maio de 2026, com distribuição da Focus Features. Desde então, o longa vem sendo citado como uma das surpresas mais fortes do circuito de terror recente.

Críticos destacam principalmente a intensidade das atuações e a forma como o filme consegue manter tensão constante sem depender apenas de violência explícita.

O que faz a trama se destacar entre tantos filmes de terror?

Mais do que o número alto no Rotten Tomatoes, o que chama atenção em Obsessão é a sensação de desconforto contínuo que ele provoca. O filme não se apoia em fórmulas fáceis do gênero, preferindo explorar a deterioração emocional dos personagens e as consequências de desejos levados ao extremo.

A combinação entre terror psicológico e elementos sobrenaturais cria uma atmosfera instável, onde o espectador nunca sabe exatamente até onde a história pode chegar. Essa imprevisibilidade ajuda a manter o interesse do início ao fim.

Star Wars em alerta? Disney reduz sessões para críticos de O Mandaloriano e Grogu e decisão gera preocupação

Foto: Divulgação/ Dsiney/ Lucasfilm

A estreia de Star Wars: O Mandaloriano e Grogu ganhou um clima inesperado de desconfiança nos bastidores de Hollywood. Faltando poucos dias para o lançamento mundial, surgiram relatos de que a Disney decidiu limitar as sessões antecipadas para críticos em várias cidades importantes dos Estados Unidos, movimento que rapidamente virou assunto entre jornalistas especializados e fãs da franquia.

Quem levantou a discussão foi Daniel Howat, membro da associação de críticos de Las Vegas e colaborador do portal Next Best Picture. Em publicação nas redes sociais, ele afirmou que diversas regiões tradicionalmente incluídas nas cabines de imprensa ficaram de fora da exibição antecipada do longa. Para o jornalista, a decisão transmite uma sensação de insegurança por parte do estúdio, embora ele tenha reforçado que continua torcendo para que o filme surpreenda positivamente.

A situação chamou atenção porque grandes lançamentos de Star Wars normalmente recebem campanhas gigantescas antes da estreia, incluindo sessões especiais, primeiras impressões liberadas nas redes sociais e divulgação massiva voltada ao público geek. Quando um estúdio opta por esconder o filme até os últimos dias, a internet inevitavelmente começa a especular sobre possíveis problemas internos ou recepção abaixo do esperado.

Por que o novo filme carrega tanta pressão?

O peso sobre O Mandaloriano e Grogu vai muito além de ser apenas mais um capítulo da saga galáctica. O longa representa o retorno oficial de Star Wars aos cinemas após anos afastado das telonas. Desde A Ascensão Skywalker, lançado em 2019, a franquia passou a existir quase exclusivamente dentro do Disney+, apostando em séries como The Mandalorian, Ahsoka e Andor.

Entre todas elas, foi justamente The Mandalorian que conseguiu reconstruir parte da relação emocional do público com a marca. Din Djarin e Grogu viraram fenômenos culturais quase instantaneamente, ajudando o streaming da Disney a crescer e colocando novamente Star Wars no centro da cultura pop. Por isso, transformar essa história em um filme de cinema parecia um passo natural para a Lucasfilm.

O curioso é que o projeto nasceu de uma mudança de planos. Inicialmente, Jon Favreau e Dave Filoni trabalhavam na quarta temporada da série, mas as greves de Hollywood em 2023 acabaram atrasando toda a produção. Durante a paralisação, a Lucasfilm decidiu reorganizar sua estratégia e transformar a continuação da trama em um longa-metragem.

A aposta também foi defendida publicamente por Bob Iger, CEO da Disney, que enxergou no sucesso da série uma oportunidade de iniciar uma nova fase cinematográfica para Star Wars. A ideia seria usar personagens já queridos pelo público para reconectar a franquia às salas de cinema sem depender diretamente da antiga Saga Skywalker.

Quem está confirmado no elenco?

Pedro Pascal retorna como Din Djarin, embora ainda exista certo mistério sobre o tamanho de sua participação física nas gravações. Como o personagem permanece quase o tempo inteiro sob o capacete beskar, parte das cenas pode ter sido realizada novamente por dublês, algo já comum na série original.

O elenco também ganhou reforços importantes. Sigourney Weaver entrou para a produção em um papel mantido em segredo, aumentando o peso do projeto dentro da Disney. A atriz, eternizada por franquias como Alien e Avatar, virou um dos nomes mais comentados desde o anúncio do filme.

Outro destaque é Jeremy Allen White, que se tornou um dos atores mais populares da televisão após o sucesso de The Bear. A presença dele indica uma tentativa clara de aproximar o universo Star Wars de uma geração mais nova de espectadores, além de expandir o apelo da franquia fora do público tradicional geek.

Jonny Coyne também integra o elenco, embora detalhes sobre seu personagem ainda não tenham sido revelados pela Lucasfilm.

O que a história pode mostrar?

A trama oficial segue praticamente escondida, mas algumas pistas já movimentam teorias entre os fãs. Muitos acreditam que o longa servirá como peça central para conectar as diferentes séries do Disney+, funcionando quase como um evento cinematográfico dentro dessa nova fase da franquia.

Existe também enorme expectativa sobre o futuro de Grogu. Depois de abandonar o treinamento Jedi iniciado ao lado de Luke Skywalker, o personagem voltou para Din Djarin, mas ainda existe a sensação de que seu verdadeiro destino dentro da galáxia está longe de ser resolvido.

Outro ponto que desperta curiosidade é a escala da produção. Enquanto The Mandalorian funcionava muito bem em aventuras menores e mais pessoais, o cinema exige algo maior. O desafio da Lucasfilm parece ser justamente transformar essa relação intimista entre Din e Grogu em um espetáculo digno das telonas sem perder a essência emocional que fez a série conquistar tanta gente.

A ausência de confiança pode afetar o lançamento?

Mesmo sem qualquer crítica oficial publicada até agora, a decisão da Disney já começou a alimentar debates nas redes sociais. Muitos fãs passaram a comparar a situação com outros blockbusters recentes que tiveram sessões limitadas antes do lançamento e acabaram dividindo opiniões quando chegaram ao público.

Ao mesmo tempo, existe quem enxergue a estratégia apenas como uma tentativa de evitar spoilers e proteger surpresas da trama. Em franquias gigantes como Star Wars, vazamentos costumam se espalhar rapidamente pela internet, o que pode impactar diretamente a experiência dos espectadores.

Ainda assim, o timing da decisão acabou gerando desconforto justamente porque o filme tem uma responsabilidade enorme: provar que Star Wars ainda consegue mobilizar multidões nos cinemas em uma era dominada pelo streaming.

Quando estreia?

Star Wars: O Mandaloriano e Grogu estreia nos cinemas brasileiros em 21 de maio de 2026, chegando um dia antes aos Estados Unidos. O longa é dirigido por Jon Favreau, que também assina o roteiro ao lado de Dave Filoni.

Cidade de Deus: A Luta Não Para | O que esperar da 2ª temporada e como a série expande o caos na comunidade

A segunda temporada de Cidade de Deus: A Luta Não Para já está confirmada e chega ainda este ano ao catálogo da HBO Max, mantendo viva a continuidade de uma das narrativas mais intensas da TV brasileira recente. A produção da HBO Max em parceria com a O2 Filmes promete aprofundar ainda mais os conflitos que já vinham se desenhando no primeiro ano, ampliando o retrato de uma comunidade marcada por disputas de poder, violência e sobrevivência. As informações são do Omelete.

A nova temporada retoma personagens centrais e abre espaço para consequências diretas dos eventos anteriores, especialmente a escalada do tráfico e a interferência crescente de forças externas na Cidade de Deus. Mesmo sem uma data exata divulgada até o momento, a expectativa é de que os novos episódios avancem ainda mais no retrato político e social da comunidade.

Cenoura está de volta? O que muda no novo ano da série

Um dos pontos mais comentados da nova temporada é o retorno de Matheus Nachtergaele no papel de Cenoura, figura já conhecida dentro da trama como um dos traficantes mais estratégicos do universo da série. Após conquistar sua liberdade, o personagem retorna à Cidade de Deus tentando se afastar do crime, mas rapidamente se vê pressionado a reassumir um papel de liderança.

Esse retorno não acontece de forma simples. A série sugere que o vácuo de poder deixado por disputas internas acabou reorganizando completamente a hierarquia do tráfico, obrigando antigos nomes a voltarem para um jogo que eles próprios tentaram abandonar. Cenoura, nesse contexto, volta não como alguém em busca de glória, mas como uma peça arrastada novamente para um sistema que nunca deixou de funcionar.

O que ficou em aberto na primeira temporada?

A primeira temporada terminou consolidando a ideia de que a Cidade de Deus continua sendo um território em constante disputa, mesmo décadas após os eventos do filme original. A história acompanha Wilson “Buscapé” Rodrigues, vivido por Alexandre Rodrigues, agora adulto e atuando como fotojornalista, que retorna à comunidade e se vê envolvido em uma nova onda de conflitos.

Logo no início da trama, a libertação de um jovem traficante desencadeia uma disputa violenta pelo controle do território, reacendendo rivalidades antigas e abrindo espaço para novas alianças perigosas. Esse conflito inicial serve como motor para toda a temporada, conectando personagens clássicos e novos em uma teia cada vez mais instável.

A presença de figuras como Bradock, Curió, Berenice e Barbantinho ajuda a construir esse cenário fragmentado, onde cada decisão individual impacta diretamente o equilíbrio coletivo da comunidade. Ao longo dos episódios, a série também amplia o olhar para além do tráfico, explorando a atuação de milícias e a corrupção policial como forças igualmente determinantes no caos local.

Como a violência tomou conta da comunidade?

Ao longo dos seis episódios da primeira temporada, a escalada da violência é apresentada de forma progressiva, quase inevitável. A disputa por território entre grupos rivais não acontece isoladamente, mas se mistura com interesses políticos e econômicos que ultrapassam os limites da Cidade de Deus.

Wilson, ao documentar essa realidade por meio de suas fotografias, acaba funcionando como uma ponte entre dois mundos: o de dentro da comunidade e o olhar externo que tenta compreender o que acontece ali. Sua relação com Lígia, uma repórter investigativa, reforça esse contraste entre narrativa e registro, emoção e denúncia.

Enquanto isso, personagens jovens como Leka tentam encontrar caminhos fora da violência, seja pela música ou por outras formas de expressão. Ainda assim, a série deixa claro que escapar desse ciclo não é simples, especialmente quando o entorno continua sendo dominado por disputas armadas e interesses externos.

O que esperar da segunda temporada?

A nova fase da série deve aprofundar exatamente aquilo que foi apenas apresentado no primeiro ano: o custo humano da guerra constante dentro da comunidade. A volta de Cenoura sugere uma reorganização do tráfico, enquanto a presença de antigos e novos líderes indica que o conflito está longe de um desfecho.

Outro ponto que deve ganhar força é a investigação de Wilson e Lígia sobre as conexões entre política, milícias e o crime organizado. A primeira temporada já deixou pistas de que essas estruturas estão profundamente entrelaçadas, e a continuidade dessa linha narrativa pode ampliar ainda mais o escopo da história.

Ao mesmo tempo, a série deve continuar explorando o impacto direto da violência sobre personagens civis, mostrando como cada explosão de conflito redefine relações pessoais, sonhos interrompidos e escolhas forçadas.

Existe espaço para esperança na Cidade de Deus?

Mesmo em meio ao caos, a série não abandona completamente seus momentos de resistência. Pequenas tentativas de organização comunitária, projetos culturais e relações afetivas aparecem como breves interrupções na lógica da violência, mas nunca como solução definitiva.

Essa ambiguidade é justamente um dos pontos mais fortes da narrativa. A Cidade de Deus não é retratada apenas como um território dominado pelo crime, mas como um espaço vivo, onde diferentes forças disputam sobrevivência, poder e futuro ao mesmo tempo.

A segunda temporada deve continuar explorando essa tensão entre destruição e resistência, sem oferecer respostas fáceis.

Jack Ryan: Guerra Fantasma | Filme do Prime Video acelera ação e deixa a trama política em segundo plano

Depois do fim de Jack Ryan, o personagem interpretado por John Krasinski retorna em Jack Ryan: Guerra Fantasma, longa lançado diretamente no Prime Video. A ideia do filme é clara desde o começo: ampliar a escala da franquia e transformar a história em algo mais próximo dos grandes thrillers internacionais de espionagem.

A trama mostra Jack tentando seguir uma vida comum longe da CIA, agora trabalhando em Wall Street. Só que a calmaria dura pouco. Uma operação do MI6 em Dubai termina em massacre e revela a existência de uma conspiração ligada ao programa Starling, uma antiga estrutura secreta criada após os atentados de 11 de setembro. A partir daí, Ryan é puxado novamente para o meio de operações clandestinas, perseguições internacionais e jogos políticos envolvendo CIA, MI6 e células terroristas espalhadas pelo mundo.

O filme acerta justamente ao reunir novamente Jack, James Greer e Mike November. A relação entre os três continua sendo o principal combustível da franquia. Existe uma confiança natural entre os personagens que ajuda bastante a sustentar o longa, principalmente nos momentos em que o roteiro acelera demais e começa a atropelar suas próprias ideias.

O que muda ao transformar a série em filme?

A maior mudança está no ritmo. A série sempre funcionou melhor porque desenvolvia suas conspirações aos poucos, deixando espaço para tensão política, investigações e conflitos internos crescerem com calma. Em Guerra Fantasma, quase tudo acontece correndo.

As revelações aparecem rápido, os personagens vivem mudando de país e o roteiro praticamente não dá tempo para o espectador absorver o peso das informações antes de partir para outra perseguição ou tiroteio. Em alguns momentos, a sensação é de que o filme tenta condensar uma temporada inteira em menos de duas horas.

Isso deixa o longa mais direto e até mais divertido para quem procura ação constante, mas enfraquece justamente aquilo que diferenciava Jack Ryan de outras franquias do gênero. A conspiração envolvendo o programa Starling tinha potencial para render discussões mais fortes sobre terrorismo, vigilância internacional e operações secretas criadas fora do controle político tradicional. Só que o filme prefere transformar essas ideias em pano de fundo para cenas de ação cada vez maiores.

Ainda assim, existem sequências muito bem executadas, principalmente nos momentos ambientados em Dubai e Londres. A direção aposta em um clima mais cinematográfico, com perseguições intensas e operações táticas que realmente passam sensação de escala internacional.

Quem se destaca no elenco?

John Krasinski retorna como Jack Ryan ao lado de Wendell Pierce (A Escuta e Suits) no papel de James Greer e Michael Kelly (House of Cards e Um Chamado de Otto) como Mike November, trio que continua sendo o principal destaque do filme. O elenco ainda conta com Sienna Miller (Sniper Americano e Stardust) e Betty Gabriel (Corra! e Upgrade) em papéis ligados à nova conspiração internacional.

Quem é a nova ameaça da história?

O vilão Liam Crown surge como peça central da conspiração envolvendo o programa Starling. A lógica do personagem é simples e ao mesmo tempo perturbadora: ele acredita que governos precisam voltar a operar estruturas extremas de combate ao terrorismo e decide provocar novos ataques internacionais para justificar isso.

A ideia até funciona bem no papel porque conversa diretamente com temas como paranoia global, manipulação do medo e fortalecimento de sistemas secretos de vigilância. O problema é que o filme raramente desacelera para explorar essas questões de maneira mais profunda.

Boa parte das explicações importantes aparece no meio de perseguições, invasões e confrontos armados, o que tira impacto de várias revelações. Em alguns momentos, parece que o longa tem medo de parar por alguns minutos para desenvolver melhor seus próprios conflitos políticos.

O filme consegue competir com outras franquias de espionagem?

Claramente existe uma tentativa de aproximar Jack Ryan de franquias como Missão: Impossível e 007 – Sem Tempo para Morrer. O filme aumenta a escala das operações, aposta em cenários internacionais e investe pesado em ação cinematográfica.

Só que Jack Ryan sempre chamou atenção justamente por seguir um caminho diferente. Enquanto outras franquias vivem de heróis quase impossíveis e sequências absurdas, a série da Amazon conquistou público por trabalhar espionagem de forma mais estratégica e política.

E talvez seja exatamente aí que Guerra Fantasma mais divida opiniões. Quando desacelera e deixa os personagens conduzirem a trama, o longa lembra os melhores momentos da série. Mas quando tenta virar apenas um grande espetáculo de ação, acaba ficando mais genérico do que realmente precisava.

Vale a pena assistir?

Mesmo com os problemas de ritmo, o filme funciona como entretenimento para quem já acompanha esse universo. A química entre os protagonistas continua forte, as cenas de ação são competentes e o clima de espionagem internacional mantém a tensão durante boa parte da história.

Ao mesmo tempo, fica a sensação de que existia um filme mais interessante escondido dentro da própria trama. As ideias políticas são boas, o tema da manipulação do medo tinha potencial e o universo de Jack Ryan ainda funciona muito bem quando aposta em inteligência e tensão estratégica.

He-Man está chegando! Veja como garantir ingressos na pré-venda de Mestres do Universo

Os preparativos para o retorno de Eternia já começaram a ocupar espaço nas bilheterias brasileiras. A pré-venda de Mestres do Universo foi aberta nesta quinta-feira, 21 de maio, antecipando a chegada do longa aos cinemas no dia 4 de junho. O novo filme marca o retorno de He-Man às telonas quase quarenta anos depois da versão de 1987, que se tornou um marco da cultura pop mesmo com recepção dividida na época.

A liberação antecipada dos ingressos rapidamente ganhou força nas redes de cinema e nas plataformas digitais. Ingresso.com, Cinemark, Cinépolis e UCI já oferecem sessões em diferentes formatos, com opções que vão do IMAX ao 3D, além de salas premium e versões dubladas ou legendadas

O interesse pelo novo filme não surgiu do nada. He-Man sempre manteve presença constante no imaginário popular, especialmente no Brasil, onde a animação original dos anos 1980 foi exibida repetidas vezes na TV aberta e consolidou o personagem como um dos nomes mais reconhecíveis da fantasia televisiva. Mesmo fora do ar por longos períodos, a marca continuou viva por meio de reprises, brinquedos, jogos e novas versões animadas

Como comprar os ingressos?

A compra antecipada de Mestres do Universo já pode ser feita diretamente nos aplicativos e sites das redes de cinema. O processo é simples: o título aparece na programação, o público escolhe a cidade, seleciona o cinema e define a sessão disponível a partir de 4 de junho.

As exibições incluem formatos variados, desde salas tradicionais até experiências mais imersivas. Em algumas redes, o filme também será exibido em 3D e em salas premium, o que reforça a aposta das distribuidoras em diferentes tipos de público. Em cidades maiores, a tendência é que as primeiras sessões tenham alta ocupação já nos primeiros dias de venda.

Sobre o que fala o novo filme de He-Man?

A nova adaptação acompanha o Príncipe Adam em seu retorno ao planeta Eternia depois de anos afastado de seu destino. Ao chegar, ele encontra o reino em ruínas, sob domínio das forças de Esqueleto, que avançaram e tomaram controle de grande parte do território.

A partir desse ponto, a narrativa gira em torno da decisão de Adam de assumir novamente o papel de He-Man. Ele deixa de lado a tentativa de viver longe do conflito e passa a encarar a responsabilidade de proteger não apenas sua família e aliados, mas todo o equilíbrio do universo.

Ao lado de Teela e Mentor, o personagem enfrenta uma escalada de conflitos envolvendo criaturas místicas, batalhas em larga escala e uma disputa que envolve diretamente o futuro de Eternia. O filme aposta em uma abordagem mais expansiva do universo da franquia, com foco em ação contínua e construção de mundo.

He-Man e o peso de uma marca que atravessa gerações

He-Man não é apenas uma adaptação antiga que está sendo revisitada. O personagem faz parte de um conjunto de franquias que atravessaram décadas sem perder completamente a relevância. A linha de brinquedos da Mattel, lançada originalmente nos anos 1980, ajudou a transformar a trama em um fenômeno global muito antes do cinema tentar adaptar a história.

A animação clássica teve papel decisivo nessa popularidade. Exibida em diversos países, ela consolidou a imagem de Adam e sua transformação em He-Man como uma das identidades mais fortes da fantasia televisiva da época. No Brasil, essa presença foi ainda mais intensa, com transmissões repetidas em diferentes faixas de programação, o que ajudou a criar uma base de público extremamente ampla.

Mesmo após o fim da série original, a franquia nunca desapareceu completamente. Novas animações, linhas de produtos e tentativas de reinterpretação mantiveram o personagem em circulação, ainda que em ciclos irregulares. Esse histórico explica por que qualquer novo projeto envolvendo He-Man ainda desperta curiosidade imediata, mesmo entre quem não acompanha diretamente o universo atual da franquia.

Quem está no elenco?

O protagonista é interpretado por Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul, Uma Ideia de Você), que assume o papel do Príncipe Adam e sua transformação em He-Man, figura central da história.

O elenco reúne ainda Camila Mendes (Riverdale), Alison Brie (Community, GLOW), Jared Leto (Clube de Compras Dallas, Morbius), Idris Elba (Luther, Thor), Morena Baccarin (Deadpool, Firefly), Kristen Wiig (Missão Madrinha de Casamento, Barbie), James Purefoy (The Following, Roma) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Game of Thrones, The Witcher).

Um projeto que passou por anos de mudanças

A versão atual do longa-metragem é resultado de um desenvolvimento longo e instável. Desde 2009, o projeto passou por diferentes estúdios, mudanças de roteiristas e diversas tentativas de redefinir o tom da adaptação.

Nomes como Jon M. Chu (Wicked), David S. Goyer (Batman: O Cavaleiro das Trevas), McG (Anjos da Lei) e a dupla Aaron Nee e Adam Nee (A Cidade Perdida) estiveram ligados ao projeto em diferentes fases.

O filme também passou por Sony e Netflix. A plataforma chegou a investir cerca de 30 milhões de dólares no desenvolvimento antes de abandonar a produção em 2023. Nesse período, o personagem chegou a ser associado a Kyle Allen (West Side Story) e Noah Centineo (Para Todos os Garotos que Já Amei).

A retomada só aconteceu quando a Amazon MGM Studios assumiu o projeto em 2024, reorganizando a produção e iniciando uma nova fase que resultou no longa que chega agora aos cinemas.

Onde o filme foi gravado?

As filmagens ocorreram entre janeiro e junho de 2025 em Londres. A produção utilizou estúdios de grande porte e cenários construídos fisicamente para recriar Eternia, combinando elementos práticos com efeitos visuais.

Quando estreia Mestres do Universo?

O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 4 de junho.

Trailer final de Todo Mundo em Pânico 6 reúne Cindy, Brenda e os irmãos Wayans novamente e revela paródias de Pânico, Corra! e outros sucessos do terror

O trailer final de Todo Mundo em Pânico 6 foi divulgado e trouxe aquilo que o público esperava há anos: a reunião dos personagens mais populares da franquia e o retorno da família Wayans ao comando criativo da série. A prévia também confirmou que o novo filme irá buscar inspiração tanto nos clássicos que ajudaram a construir sua identidade quanto em produções recentes que renovaram o cinema de terror.

A maior novidade do projeto é a volta de Anna Faris e Regina Hall aos papéis de Cindy Campbell e Brenda Meeks. As personagens estiveram entre os principais rostos da franquia durante seus anos de maior sucesso e se tornaram referências da comédia popular dos anos 2000. Ao lado delas retornam Shawn Wayans e Marlon Wayans como Ray Wilkins e Shorty Meeks, reunindo novamente o quarteto que liderou os primeiros filmes da saga.

A história se passa décadas após os acontecimentos que marcaram o longa original. Depois de acreditarem ter deixado para trás os eventos traumáticos do passado, os personagens voltam a se ver envolvidos em situações ligadas a um novo assassino mascarado. Como é tradição na franquia, a trama serve principalmente como ponto de partida para uma sequência de sátiras voltadas aos maiores sucessos do terror.

Desta vez, o material para as piadas vem de diferentes gerações do gênero. “Pânico”, que serviu de inspiração para o primeiro filme lançado em 2000, volta a ocupar posição central na narrativa. Ao mesmo tempo, produções como “Corra!”, “Não! Não Olhe!”, “Longlegs”, “Herege”, “Pecadores” e “Terrifier 3” também entram na mira do humor da franquia.

Essa escolha é relevante porque mostra uma atualização da série para o cenário atual do terror. Nos últimos anos, o gênero passou por transformações importantes, com produções que exploram temas sociais, psicológicos e religiosos, além de novos personagens que rapidamente se tornaram ícones entre os fãs. O novo filme aproveita justamente essa evolução para construir suas referências.

Outro ponto que chama atenção é o retorno dos irmãos Wayans. Marlon Wayans, Shawn Wayans e Keenen Ivory Wayans participam do roteiro e da produção, algo que não acontecia desde “Todo Mundo em Pânico 2”. Para muitos fãs, essa é uma das notícias mais importantes envolvendo o projeto, já que os dois primeiros filmes continuam sendo os capítulos mais populares da franquia.

Além do elenco principal, diversos personagens conhecidos estão de volta. Jon Abrahams retorna como Bobby Prinze, Dave Sheridan reprisa o papel de Doofy Gilmore, Lochlyn Munro volta como Greg Phillippe e Anthony Anderson também integra o elenco. A presença desses personagens reforça a ligação do novo longa com os filmes que deram origem à série.

O elenco ainda ganha reforços com nomes como Damon Wayans Jr., Kim Wayans, Gregg Wayans, Cameron Scott Roberts e Benny Zielke. A inclusão de novos personagens permite que a franquia amplie seu universo sem depender exclusivamente da nostalgia.

A produção também demonstra interesse em dialogar com uma geração que cresceu consumindo terror em um contexto diferente daquele dos anos 1990 e 2000. Enquanto os primeiros filmes satirizavam principalmente slashers adolescentes, o novo capítulo encontra material em obras que dominaram debates recentes entre fãs e críticos, refletindo a mudança de perfil do gênero ao longo dos anos.

Cem Anos Depois leva o legado de Drácula para uma investigação repleta de mistérios e segredos históricos

Os vampiros nunca saíram de moda, mas poucos personagens continuam despertando tanto interesse quanto Drácula. Mais de um século após a publicação do clássico de Bram Stoker, a autora Deyse O. S. aposta em uma nova abordagem para explorar o universo do famoso conde em Cem Anos Depois, romance que mistura suspense, investigação histórica e elementos de mistério.

A obra apresenta uma proposta diferente das tradicionais releituras do personagem. Em vez de acompanhar diretamente o vampiro, a narrativa se concentra em um grupo de pesquisadores da Noruega encarregado de viajar até a Transilvânia para reunir documentos, objetos e registros relacionados à figura de Drácula. A missão faz parte da preparação de uma grande exposição museológica chamada “Draculheim”, dedicada a investigar a história por trás da lenda.

O ponto de partida pode parecer simples, mas rapidamente se transforma em uma investigação cheia de perguntas sem respostas. Ao longo da jornada, arqueólogos, historiadores e antropólogos passam a encontrar vestígios do passado que desafiam explicações convencionais, levando o grupo a mergulhar em uma trama marcada por descobertas inquietantes.

Suspense construído a partir de documentos e pistas

Um dos diferenciais de Cem anos depois está na forma como a história é contada. A autora utiliza cartas, diários, manuscritos, pergaminhos e outros documentos para construir a narrativa. Esse recurso ajuda a criar a sensação de que o leitor acompanha uma investigação real, descobrindo informações ao mesmo tempo que os personagens.

A estrutura também contribui para o ritmo da leitura. Os capítulos curtos e as constantes revelações mantêm a tensão elevada, enquanto novas pistas surgem para conectar acontecimentos separados por décadas. Para quem gosta de histórias que funcionam como um quebra-cabeça, o livro aposta justamente nesse processo de montar as peças aos poucos.

Vila das Brumas se torna peça central da narrativa

Grande parte da trama acontece em Vila das Brumas, uma pequena localidade situada na Transilvânia. Apesar de seu tamanho reduzido, o lugar exerce papel fundamental na construção da atmosfera da obra.

O cenário reúne elementos clássicos das histórias de mistério: um castelo antigo, uma igreja, uma taverna, edifícios históricos e uma população cercada por lendas e acontecimentos do passado. Esse ambiente reforça a sensação constante de isolamento e incerteza que acompanha os protagonistas durante a investigação.

Uma história que conecta passado e presente

Ambientado em 1997, o romance não se limita a um único período histórico. A narrativa percorre diferentes épocas para explicar acontecimentos que influenciam diretamente a investigação conduzida pelos pesquisadores.

Segundo a autora, a construção da história envolveu pesquisas sobre eventos históricos, guerras, descobertas arqueológicas e tecnologias de diferentes momentos da história. Esse trabalho serve como base para criar conexões entre fatos reais e elementos ficcionais, ampliando a sensação de verossimilhança da trama.

Para quem o livro é indicado?

Cem anos depois pode agradar especialmente leitores que gostam de suspense investigativo, mistérios históricos e narrativas que expandem universos literários já conhecidos. Embora utilize a mitologia de Drácula como ponto de partida, a obra busca construir sua própria identidade ao focar na investigação dos acontecimentos deixados pelo personagem.

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 11/05/2023 quinta-feira

Logotipo da novela A Infância de Romeu e Julieta. Foto: Divulgação/ SBT

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 11/05/2023, quinta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT

Segundo informa o resumo, Hélio pergunta a Romeu qual é o sobrenome de sua família, mas o garoto inventa outro. Enquanto isso, Patrick e Téo avistam Julieta caminhando no Lado Torre e Patrick sugere acompanhá-la até sua casa. Ao chegarem lá, Julieta e Patrick se deparam com Romeu no portão. Sozinho com Romeu, Patrick questiona o que ele quer com Julieta. Telma leva suas filhas para fazer compras no Armazém Vila das Flores e ao chegar lá, vê Daniel andando de skate e decide falar com ele. Enquanto isso, Karen grita com Ellen e Lívia não gosta da atitude da irmã. Mari observa Telma conversando com Daniel e a alerta sobre a briga entre suas filhas dentro do estabelecimento.

Romeu sobe na árvore da casa de Julieta e conversa com ela na varanda. Eles falam sobre o sentimento que estão vivenciando, mas que é difícil por serem de lados diferentes de Castanheiras. Mais tarde, Leandro explica a Romeu que ele não pode frequentar o CEC e Vera afirma que a família Campos é criminosa. Mari decide contar a Julieta sobre o conflito com Vera e a família Monteiro. Vera também revela a briga com os Campos para Romeu, porém com sua própria versão dos fatos. Patrick nota um grupo do Lado Torre na praça e chama seus amigos do Lado Vila para confrontá-los. Nath comenta com Ellen que encontrou um lugar sem a marcação do Pedalzera para brincar. A disputa de espaço na praça cria discórdia entre os moradores do Lado Torre e do Lado Vila, mas Julieta chega e interrompe a briga.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

The Voice Kids 28/05/2023 tem novas batalhas

Foto: Reprodução/ Internet

Prepare-se para mais uma emocionante tarde de Batalhas no próximo domingo, 28/05/2023, logo após a Temperatura Máxima, no incrível palco do The Voice Kids. Sob a condução carismática de Fátima Bernardes, os técnicos Carlinhos Brown, IZA e Mumuzinho enfrentam o desafio de escolher apenas uma voz a cada três crianças que se apresentam juntas. Ao final dessa etapa, os times dos técnicos serão reduzidos de 18 para 6 participantes cada.

No domingo passado, durante o primeiro dia das Batalhas, as despedidas emocionantes após as primeiras seleções dos técnicos levaram Fátima às lágrimas. No entanto, o programa foi além das emoções. O bom humor dos artistas trouxe leveza ao palco, e as crianças impressionaram a todos com sua maturidade, recebendo elogios por sua evolução no programa. Para encerrar a tarde com chave de ouro, IZA presenteou a plateia com uma performance musical arrebatadora, cantando “Valerie” (Abigail Harding | Boyan Chowdhury | Dave McCabe | Russell Pritchard | Sean Payne).

No Time Brown, os talentosos Vitória Forrozeira, após uma batalha intensa com Luana Sousa e Sofia Simplício, e Alejandro Rodrigues, que encantou ao competir com Renan Santos e Rhyan Gabriel, seguem na competição. O Time IZA continua representado por Isa Carmargo, que brilhou em sua apresentação ao lado de Bernardo Caliman e Giovanna Ferreira, e Mirelly Raiane, que conquistou seu lugar após uma performance emocionante com Júlia Cleff e Laura Lago. Já no Time Mumu, Clara Castro conquistou a vitória, deixando para trás as talentosas Larah Bia e Louise Dominato. Além dela, Alícia Rachel surpreendeu ao vencer a disputa contra Juan Peter e Maria Clara Davite.

Sob a direção artística de Creso Eduardo Macedo e a apresentação carismática de Fátima Bernardes, o The Voice Kids cativa a audiência a cada semana. A produção, liderada por Valesca Campos, e a direção de gênero de Boninho garantem um espetáculo de qualidade e emoção. Não perca o programa que vai ao ar aos domingos, com reprise às segundas no Multishow, e prepare-se para mais momentos inesquecíveis protagonizados pelos talentos mirins que estão brilhando no palco do The Voice Kids.

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