Globo Repórter desta sexta (20) mostra como tradições vietnamitas preservam a saúde e longevidade

Foto: Reprodução/ Internet

O Vietnã, localizado entre Índia e China, preserva práticas que atravessam séculos e ainda orientam a vida de suas comunidades. Nesta sexta-feira, 20 de março, o Globo Repórter mostra como costumes ancestrais, alimentação equilibrada e convivência comunitária moldam o cotidiano e promovem saúde e longevidade. Cinco princípios guiam essa rotina: pés na terra, braços dados, corpo em movimento, mente serena e mesa farta. Eles estão presentes em relações, na alimentação e no contato com a natureza, construindo uma rotina que integra tradição, saúde e coletividade. A produção é uma parceria do Globo Repórter com a TV Gazeta, afiliada da TV Globo no Espírito Santo.

Por que a vida em comunidade prolonga a longevidade?

A viagem começa nos vilarejos de Sa Pa, nas montanhas do norte, a cerca de 1.500 metros de altitude, no “Teto da Indochina”. Ali, famílias colhem arroz juntas, compartilham refeições com produtos locais e participam de atividades que fortalecem laços sociais. O programa mostra que essa convivência constante, aliada à alimentação natural e ao contato diário com o ambiente, contribui para uma vida longa e saudável.

Como tradições rurais sobrevivem em cidades modernas?

Em Hanói, capital com mais de 8 milhões de habitantes, a reportagem revela como hábitos antigos se mantêm mesmo no ritmo urbano acelerado. Vendedores utilizam a Don Gánh, cesta típica dos campos de arroz, para transportar frutas e alimentos entre motos e carros. O costume centenário integra passado e presente, mostrando que tradições podem coexistir com a vida contemporânea sem perder relevância.

Qual é o papel da medicina tradicional?

A medicina vietnamita combina saberes populares e influências chinesas e indianas. Na rua Lãn Ông, moradores buscam ervas, raízes e sementes que funcionam como alimento e remédio. O programa evidencia como a cultura local valoriza um cuidado integral com o corpo, equilibrando conhecimento ancestral e ciência moderna.

Como espiritualidade e natureza se conectam?

Em Da Nang, na costa central, as montanhas de Ngu Hành Sơn refletem a filosofia oriental, e um templo budista reforça a relação entre espiritualidade, natureza e história. A reportagem mostra como práticas religiosas promovem equilíbrio físico e emocional, destacando a importância da meditação, do respeito ao entorno e da preservação ambiental.

Como a história molda a cultura urbana?

Em Hoi An, a “Cidade das Lanternas”, antigos centros comerciais da Rota da Seda ainda influenciam o cotidiano. Técnicas centenárias de produção de seda e artesanato se mantêm vivas, reforçando a identidade local e mostrando que a herança econômica e cultural se reflete nas práticas diárias da população.

O especial evidencia que equilíbrio, convivência comunitária e respeito à natureza permanecem centrais para o bem-estar dos vietnamitas. Mesmo em áreas urbanas e turísticas, essas práticas moldam hábitos alimentares, exercícios físicos, cuidado com o corpo e relações sociais, oferecendo lições sobre como levar uma vida mais saudável e harmoniosa.

Lollapalooza Brasil 2026 na TV: Saiba onde assistir, horários e os destaques do line-up do festival

A 13ª edição do Lollapalooza Brasil começa nesta sexta-feira, 20 de março, consolidando mais uma vez o festival como um dos maiores eventos musicais do país. Realizado no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, o evento vai além da experiência presencial e aposta em uma ampla cobertura televisiva e digital, permitindo que o público de todo o Brasil acompanhe os shows em tempo real até o domingo, dia 22.

Com um lineup que equilibra nomes consagrados e artistas em ascensão, o Lollapalooza 2026 também reforça sua estratégia de democratização do acesso ao festival por meio de uma transmissão multiplataforma robusta, que inclui TV por assinatura, streaming e TV aberta.

Onde assistir ao Lollapalooza Brasil 2026?

A cobertura ao vivo do festival começa diariamente a partir das 14h30 e será exibida simultaneamente pelo Multishow e pelo Canal Bis. Para quem prefere acompanhar online, o Globoplay disponibiliza a transmissão completa para assinantes do plano Premium, incluindo um sinal extra em 4K.

Uma das novidades é que o público que não possui assinatura também poderá assistir ao evento. O Globoplay abrirá um sinal gratuito que alterna, a cada 30 minutos, entre as transmissões do Multishow e do Canal Bis, garantindo acesso aos quatro palcos do festival, ainda que de forma intercalada.

Já a TV Globo aposta em uma cobertura complementar, com flashes ao longo da programação diária e exibições especiais nas madrugadas, reunindo os principais momentos de cada dia. Na semana seguinte ao festival, a emissora ainda leva ao ar um especial com os destaques mais marcantes da edição.

Quem comanda a transmissão?

A cobertura será liderada por um time já conhecido do público que acompanha música e entretenimento. Chinaina, Dedé Teicher, Guilherme Guedes, Laura Vicente e Magá Moura são os responsáveis por conduzir as transmissões no Multishow, Canal Bis e Globoplay, trazendo bastidores, entrevistas exclusivas e análises dos shows.

Na estreia do festival, a sexta-feira (20), a cantora Isa Buzzi participa como apresentadora convidada, ampliando a conexão com o público jovem. Já na TV Globo, a jornalista Kenya Sade assume a apresentação dos especiais diretamente de Interlagos, com foco nos grandes momentos do evento.

Diversidade sonora marca edição 2026

O Lollapalooza Brasil 2026 mantém sua tradição de reunir diferentes gêneros musicais em um mesmo espaço, promovendo encontros entre pop, rock, eletrônico, rap e música alternativa.

Sexta-feira (20 de março)

O primeiro dia traz como destaques principais nomes como Sabrina Carpenter, Deftones e Doechii. A programação também inclui artistas como Kygo, Interpol, Ben Böhmer e a brasileira Negra Li, além de bandas e projetos alternativos que reforçam a diversidade do festival.

Sábado (21 de março)

No sábado, o festival aposta em uma mistura de estilos com Chappell Roan, Skrillex e Lewis Capaldi liderando a noite. O dia também conta com apresentações de Marina, Cypress Hill e TV Girl, além da presença do grupo de K-pop RIIZE, ampliando o alcance internacional do evento.

Domingo (22 de março)

Encerrando o festival, o domingo reúne nomes como Tyler, The Creator, Lorde e Turnstile. A programação ainda inclui artistas como Peggy Gou, Addison Rae e Mundo Livre S/A, garantindo uma despedida com forte apelo entre diferentes públicos.

Experiência além dos palcos

Mesmo para quem acompanha de casa, a proposta da transmissão é ir além dos shows. A cobertura inclui bastidores, curiosidades sobre os artistas, entrevistas e momentos exclusivos que não são vistos pelo público presente no Autódromo de Interlagos.

Essa abordagem reforça uma tendência crescente dos grandes festivais internacionais: transformar o evento em uma experiência multiplataforma, capaz de engajar diferentes perfis de público, independentemente da presença física.

Estratégia de expansão e alcance nacional

A decisão de ampliar o acesso gratuito via Globoplay e investir em múltiplos canais de transmissão reflete uma estratégia clara de expansão de audiência. Ao permitir que espectadores acompanhem o festival de qualquer lugar do país, o Lollapalooza fortalece sua marca e amplia o impacto cultural do evento.

Além disso, a exibição em TV aberta, ainda que em formato de flashes e especiais, contribui para alcançar um público mais amplo, que nem sempre acompanha conteúdos em plataformas pagas.

Harry Potter | Ator escalado como Snape na nova série relata ameaças de morte após anúncio

A escolha do ator Paapa Essiedu para interpretar o professor Severus Snape na nova adaptação televisiva de Harry Potter tem provocado forte repercussão nas redes sociais, incluindo episódios preocupantes de violência virtual. Em entrevista ao jornal The Times, o artista revelou que passou a receber ameaças de morte desde o anúncio oficial de sua escalação no projeto.

De acordo com Essiedu, parte das mensagens ultrapassa qualquer limite aceitável de crítica. O ator afirmou ter sido alvo de intimidações diretas, com ordens para abandonar o papel sob ameaça de assassinato. Embora reconheça que a exposição pública faz parte da carreira, ele destacou que o nível de agressividade tem impacto emocional significativo e reforçou que nenhum profissional deveria enfrentar esse tipo de ataque por aceitar um trabalho.

Apesar do cenário hostil, o artista afirma que tenta transformar a experiência em motivação. Para ele, interpretar Snape representa não apenas um desafio artístico, mas também uma oportunidade de ampliar a identificação de novos públicos com o universo da saga. Ao relembrar a infância, Essiedu contou que encontrou nos livros uma forma de escapismo, frequentando bibliotecas em um período em que sua família não tinha condições de arcar com outros recursos. Ele também revelou que nunca assistiu aos filmes da franquia, tendo sua relação com a história construída exclusivamente por meio da leitura.

A nova série de Harry Potter está sendo desenvolvida pela HBO, em parceria com a Warner Bros. Television, com a proposta de adaptar os livros de forma mais fiel ao longo de várias temporadas. A produção também conta com o envolvimento de empresas como Brontë Film & TV e Heyday Films. O elenco principal já foi definido após um extenso processo de seleção que reuniu mais de 30 mil candidatos, resultando na escolha de Dominic McLaughlin como Harry Potter, Alastair Stout no papel de Rony Weasley e Arabella Stanton como Hermione Granger. Também integram o elenco nomes como John Lithgow, Janet McTeer, o próprio Essiedu e Nick Frost.

A produção está sob o comando da showrunner Francesca Gardiner e do diretor Mark Mylod, que também atuam como produtores executivos ao lado da autora J. K. Rowling. O desenvolvimento da série foi revelado em 2021 com a proposta de se estender por cerca de uma década, oferecendo uma adaptação mais detalhada da obra original. As filmagens principais começaram em julho de 2025 nos estúdios Leavesden, no Reino Unido, e a estreia está prevista para 2027, com uma primeira temporada composta por oito episódios.

Assumir o papel de Severus Snape representa um desafio significativo, especialmente por se tratar de um personagem marcante que foi eternizado no cinema pela atuação de Alan Rickman. As comparações são inevitáveis e, no caso de Essiedu, a pressão é ampliada pelas reações negativas de parte do público, refletindo debates mais amplos sobre representatividade e mudanças em adaptações contemporâneas.

Relançamento de “Crepúsculo” leva mais de 300 mil pessoas aos cinemas e arrecada R$ 5,9 milhões no Brasil

O retorno de Crepúsculo aos cinemas brasileiros mostrou que o fenômeno iniciado nos anos 2000 continua vivo. Relançado pela Paris Filmes na última quinta-feira (19), o longa rapidamente atraiu o público e ultrapassou a marca de 300 mil espectadores em poucos dias, confirmando o interesse renovado pela história.

Entre os dias 19 e 22 de março, o filme arrecadou R$ 5,9 milhões em bilheteria no Brasil. O desempenho chamou atenção por superar produções recentes em cartaz e disputar a liderança com sessões antecipadas de outros títulos, indicando que o relançamento não se apoiou apenas na nostalgia, mas também em uma demanda real do público.

O resultado nacional acompanha um movimento internacional semelhante. Em outubro de 2025, o longa já havia sido relançado nos Estados Unidos, onde também apresentou números expressivos. Apenas no primeiro dia, arrecadou cerca de US$ 1,5 milhão, reforçando a relevância contínua da franquia mesmo após mais de uma década de sua estreia original.

Baseado no livro de Stephenie Meyer, “Crepúsculo” acompanha o relacionamento entre Bella Swan, uma adolescente comum, e Edward Cullen, um vampiro que vive entre humanos. A trama, que mistura romance e elementos sobrenaturais, conquistou uma legião de fãs ao redor do mundo e se tornou um dos principais fenômenos culturais da época.

Dirigido por Catherine Hardwicke, o filme foi lançado originalmente em 2008 e apresentou ao público os atores Kristen Stewart e Robert Pattinson nos papéis principais. A química entre os protagonistas foi um dos fatores decisivos para o sucesso da produção, ajudando a transformar a história em um marco do cinema jovem.

O impacto foi imediato. No dia de estreia, o longa arrecadou US$ 35,7 milhões e encerrou sua passagem pelos cinemas com mais de US$ 400 milhões em bilheteria mundial. Esse desempenho garantiu a continuidade da história nas telonas, dando origem a uma franquia composta por cinco filmes lançados entre 2008 e 2012.

Além dos protagonistas, a saga também contou com a presença de Taylor Lautner, que interpretou Jacob Black, personagem que se tornou peça central na dinâmica da história. O triângulo amoroso entre Bella, Edward e Jacob foi um dos elementos que mais mobilizou o público e impulsionou o engajamento dos fãs.

Ao longo dos anos, a franquia acumulou mais de US$ 3,3 bilhões em bilheteria global, consolidando-se como um dos maiores sucessos comerciais do cinema contemporâneo. Esse desempenho não apenas reforçou a força da história, mas também influenciou outras produções voltadas ao público jovem.

Outro aspecto relevante foi a trilha sonora. O álbum oficial do filme alcançou o topo da Billboard 200, ampliando o impacto cultural da obra. As músicas ajudaram a construir a atmosfera da narrativa e se tornaram parte importante da identidade do projeto.

O relançamento atual nos cinemas brasileiros evidencia um fenômeno interessante: a capacidade de “Crepúsculo” de atravessar gerações. Parte do público que compareceu às salas já acompanhava a saga desde o lançamento original, enquanto outra parcela teve contato com a história pela primeira vez agora.

Esse movimento reforça a longevidade da franquia, que continua relevante mesmo em um cenário audiovisual completamente diferente daquele de sua estreia. A presença nas redes sociais, o consumo por streaming e a constante redescoberta por novos espectadores contribuem para manter o interesse ativo.

Além disso, o retorno aos cinemas oferece uma experiência diferente para o público. Assistir ao filme na tela grande permite revisitar a história com outra percepção, destacando elementos visuais e emocionais que nem sempre são percebidos em outras plataformas.

O desempenho do relançamento também levanta discussões sobre o potencial de outras produções seguirem o mesmo caminho. O sucesso de “Crepúsculo” pode incentivar distribuidoras a investir em novas exibições de títulos que marcaram época, explorando o apelo nostálgico aliado à curiosidade de novos públicos.

Mesmo após tantos anos, a história de Bella e Edward continua despertando interesse. Seja pela narrativa romântica, pelos personagens marcantes ou pelo impacto cultural que gerou, “Crepúsculo” mantém um espaço relevante dentro do entretenimento.

Sensacional desta segunda (23) destaca nova fase de Cariúcha e revelações sobre vida pessoal e carreira

Nesta segunda-feira (23), o programa Sensacional, da RedeTV!, recebe uma das comunicadoras mais autênticas da televisão brasileira: Cariúcha. A entrevista, conduzida por Daniela Albuquerque, promete mostrar um lado pessoal e profissional da apresentadora, que está prestes a estrear no comando do SuperPop, programa que assume oficialmente no próximo dia 25.

Durante a conversa, Cariúcha falou abertamente sobre suas escolhas pessoais, incluindo uma decisão recente que chamou atenção: ela está vivendo um período de celibato. A medida, segundo a apresentadora, está ligada a um propósito espiritual e ao fortalecimento da fé, reforçada pela conquista de ter seu próprio programa. “Estou no celibato. Vai fazer três meses. É uma promessa, é coisa espiritual, um propósito mesmo. Ainda mais agora que ganhei o programa, me firmei”, revelou. Com bom humor, ela comentou que a tentação é constante diante de tantas oportunidades, mas mantém o foco.

O bate-papo também trouxe lembranças da trajetória de Cariúcha na televisão. Ela ganhou notoriedade nacional em 2009 ao viralizar com o bordão “Sou toda natural, bonita pra caramba”, durante sua participação no concurso “Garota da Laje”. Desde então, construiu uma carreira sólida, passando pelo Fofocalizando, no SBT, e conquistando reconhecimento pelo estilo espontâneo e direto.

A apresentadora, que aos 42 anos encara um novo desafio, admitiu que o nervosismo está presente. “Tenho aquele frio na barriga típico de estreia. Quero saber o que o público vai achar. É tudo muito novo, aquele estúdio enorme, a tela gigantesca… Mas estou animada e pronta para mostrar meu trabalho”, contou.

Além da conversa séria, a entrevista trouxe momentos descontraídos. No trajeto para a gravação do SuperPop, Cariúcha e Daniela embarcaram em uma van e transformaram a viagem em uma experiência divertida, relembrando os tempos de transporte coletivo. Cariúcha ensinou Daniela a anunciar a passagem corretamente e brincou com a situação: “Olha, Dani, agora é a sua vez. Você fala assim: alô, alô, alô, Osasco, direto, R$ 3,50!”. As duas se divertiram ao embarcar mais passageiros pelo caminho, trazendo leveza e humor à conversa.

Cariúcha também refletiu sobre o impacto da fama e da exposição na vida pessoal, explicando que suas escolhas ajudam a manter equilíbrio e foco. “Cada fase da vida traz desafios. Agora, quero aproveitar essa nova etapa para mostrar meu lado autêntico e verdadeiro, sem perder a essência”, afirmou.

O Drama | Robert Pattinson e Zendaya estrelam comédia romântica que promete recorde de bilheteria para a A24

Robert Pattinson (The Batman, Crepúsculo, O Farol) e Zendaya (Duna, Euphoria, Homem-Aranha: Sem Volta para Casa) estrelam O Drama, a nova comédia romântica de humor negro da A24 que já surge como uma das estreias mais aguardadas do ano. Segundo estimativas, o longa pode arrecadar entre US$ 13 e 18 milhões em sua estreia nos Estados Unidos, podendo superar Marty Supreme como a maior abertura da história do estúdio.

Escrito e dirigido por Kristoffer Borgli, o filme acompanha Emma (Zendaya) e Charlie (Pattinson), um jovem casal prestes a se casar, cujas vidas são abaladas por segredos perturbadores que ameaçam destruir a confiança construída entre eles. O enredo transforma a tradicional comédia romântica em uma narrativa cheia de tensão, reviravoltas e humor ácido, refletindo sobre o que realmente conhecemos sobre aqueles que amamos.

Fontes próximas à produção destacam que a pré-venda de ingressos teve um início explosivo, impulsionada pelas primeiras críticas que exaltam a química entre Pattinson e Zendaya. Os analistas elogiam especialmente a performance de Pattinson, conhecido por papéis dramáticos e sombrios, que entrega um timing cômico surpreendente, mostrando outra faceta de sua versatilidade como ator.

Além de Pattinson e Zendaya, o elenco conta com Mamoudou Athie (Não Olhe Para Cima, Passing) e Alana Haim (Licorice Pizza), que completam o time de protagonistas. A produção é assinada por Ari Aster (Midsommar, Hereditário), Lars Knudsen (Midsommar, O Farol) e Tyler Campellone, em parceria com a Square Peg, e traz a A24 como co-produtora. A direção de Borgli é apontada como um diferencial, equilibrando com maestria momentos de humor ácido e tensão emocional, proporcionando profundidade aos personagens.

As filmagens ocorreram entre 21 de outubro e 12 de dezembro de 2024, com locações no Reino Unido e em Boston, Massachusetts. A escolha dos cenários contribui para a estética sofisticada do filme, combinando ambientes intimistas e urbanos que refletem a complexidade emocional do casal e a pressão dos dias que antecedem o casamento. Cada detalhe, desde iluminação até design de produção, foi cuidadosamente planejado para transmitir a tensão e a vulnerabilidade dos personagens.

Na trama, a narrativa se concentra nos últimos dias antes da cerimônia, quando revelações inesperadas sobre um dos protagonistas colocam todo o relacionamento à prova. Emma e Charlie são obrigados a confrontar aspectos de suas personalidades, questionar suas escolhas e refletir sobre o que significa realmente confiar no outro. O filme oferece uma visão moderna do romance, mostrando que o amor nem sempre é linear e que os segredos podem transformar relacionamentos aparentemente sólidos em territórios incertos.

O humor do filme, embora ácido e por vezes desconfortável, funciona como contraponto à intensidade emocional da história. Pattinson equilibra o drama com momentos cômicos sutis, enquanto Zendaya entrega uma interpretação sensível e forte, tornando sua personagem tanto vulnerável quanto determinada. A interação entre os dois é o coração da produção e um dos pontos mais elogiados pelos críticos que assistiram às sessões prévias.

O filme também reflete a capacidade da A24 de produzir narrativas ousadas e contemporâneas, que dialogam com o público sem abrir mão de qualidade artística. Reconhecida por trabalhos como Midsommar, Hereditário e Licorice Pizza, a produtora combina talento, originalidade e estética refinada, consolidando sua reputação como um estúdio que aposta em histórias inteligentes e cativantes.

A obra americana surge como um dos filmes mais promissores de 2026, equilibrando humor e romance em uma narrativa contemporânea e envolvente. Com química inegável entre os protagonistas, roteiro afiado e direção competente, o longa promete não apenas entreter, mas também provocar reflexão sobre os limites do amor, da confiança e do conhecimento que temos de quem está ao nosso lado.

“Arco” chega à MUBI e convida o público a explorar um futuro imaginativo e inspirador

O universo da animação contemporânea ganha, em 10 de abril, um novo capítulo no streaming com “ARCO”, filme de Ugo Bienvenu (L’entretien), que estreia na plataforma MUBI em versão original, dublada em português. O longa, que já conquistou plateias nas salas de cinema brasileiras, oferece um mergulho visual e emocional em um futuro imaginado não como distopia, mas como possibilidade de harmonia entre humanidade e natureza.

Produzido por Natalie Portman (Cisne Negro), Felix de Givry, Sophie Mas e o próprio Bienvenu, o longa-metragem foi apresentado pela primeira vez na Seleção Oficial de Exibições Especiais do 78º Festival de Cannes. O filme acumula prêmios e reconhecimento internacional: conquistou o Cristal de Melhor Filme e o SACEM de Melhor Trilha Sonora Original no 64º Festival Internacional de Cinema de Animação de Annecy, além de receber indicações ao Globo de Ouro 2026, Oscar® 2026 e BAFTA 2026 na categoria de melhor filme infantil e familiar.

A história acompanha Arco Dorell, um menino de dez anos que vive em 2932, em um mundo suspenso nas nuvens, onde a humanidade domina a viagem no tempo. Enquanto adultos e sua irmã mais velha exploram os céus, Arco, proibido de voar por ser criança, observa com inveja e desejo de liberdade. Movido pela curiosidade e impaciência, ele decide escapar sozinho, apenas para se encontrar no ano de 2075, em um mundo marcado por incêndios florestais, tempestades violentas e robôs que assumem funções essenciais da sociedade.

É nesse cenário que surge Iris, também de dez anos, que testemunha Arco caindo do céu e, com a ajuda do robô cuidador Mikki, inicia uma jornada que combina perigo, amizade e descobertas inesperadas. O filme acompanha a aventura dos dois enquanto tentam devolver Arco ao seu tempo, enfrentando barreiras físicas e emocionais, desde incêndios devastadores até encontros com outros jovens curiosos que se tornam aliados improváveis.

O diferencial de ARCO está na abordagem poética e otimista da ficção científica. Ao invés de imaginar o futuro como apocalíptico, Bienvenu constrói um mundo em que a tecnologia é uma extensão da imaginação humana, e a exploração científica convive com responsabilidade ambiental. As cores vibrantes dos trajes de viagem no tempo, que deixam rastros de arco-íris no céu, e o design inteiramente em 2D, reforçam a sensação de encantamento e aventura, lembrando que a animação pode ser uma forma profunda de reflexão sobre sociedade e futuro.

A narrativa é ainda enriquecida pelo elenco: na versão original, Alma Jodorowsky (Rainhas do Drama), Swann Arlaud (Anatomia de uma Queda), Louis Garrel (Os Sonhadores) e o rapper Oxmo Puccino dão vida aos personagens. No Brasil, a dublagem conta com talentos como Enrico Espada (Captain Tsubasa), Bianca Alencar (Turma da Mônica Jovem) e Rodrigo Araújo (One Piece), garantindo que a emoção e a personalidade de cada personagem sejam preservadas.

A Cronologia da Água | Estreia de Kristen Stewart na direção chega aos cinemas em 2 de abril

O primeiro longa-metragem dirigido por Kristen Stewart, A Cronologia da Água, será lançado nos cinemas brasileiros em 2 de abril de 2026, pela distribuidora Filmes do Estação. O filme já conquistou público e crítica em festivais internacionais, incluindo sua estreia mundial no Festival de Cannes 2025, na mostra Un Certain Regard, e sua primeira exibição nacional na Mostra Panorama do Festival do Rio 2025.

Baseado nas memórias da escritora Lidia Yuknavitch, o longa acompanha a trajetória de Lidia desde a infância até a vida adulta, explorando experiências de violência, traumas familiares e uma adolescência marcada pelo abuso sexual. Ao mesmo tempo, a narrativa aborda a relação da protagonista com seu corpo e com a arte, mostrando como ela encontra formas de se reinventar diante da dor. A atriz Imogen Poots interpreta Lidia, recebendo elogios da crítica por uma performance intensa, sensível e capaz de transmitir com profundidade os conflitos da personagem.

Diferentemente das cinebiografias tradicionais, o filme adota uma narrativa fragmentada, construída a partir de memórias, sensações e experiências pessoais. A direção de Stewart privilegia a dimensão sensorial da história: filmado em 16 milímetros, com uso frequente de closes e fotografia texturizada, o longa propicia uma imersão na vida e nas emoções de Lidia, convidando o espectador a vivenciar sua trajetória de maneira íntima e direta.

Em entrevista, Kristen Stewart comentou sobre sua abordagem na direção: “A Cronologia da Água é um convite para olhar a vergonha de frente, encarar o que é feio e, ainda assim, reconhecer que o seu corpo e a sua história são seus. A experiência de ser mulher costuma ser tratada como um grande segredo. Desde pequenas, aprendemos a guardar quase tudo só para nós, mas contar esses segredos pode ser profundamente libertador.”

O filme também reforça o papel da escrita e da criação artística como ferramentas de ressignificação do trauma. Para Stewart, transformar experiências dolorosas em arte é um ato de poder, capaz de reconectar o indivíduo consigo mesmo e com sua história, permitindo que ele encontre novas formas de existir e expressar-se.

A Cronologia da Água já percorreu importantes festivais internacionais e recebeu repercussão positiva da crítica especializada. Especialistas destacam a abordagem inovadora da diretora, que combina narrativa fragmentada, estética sensorial e ritmo envolvente, aproximando o espectador da experiência subjetiva da protagonista. A obra é considerada um marco na estreia de Stewart como diretora, mostrando uma visão autoral madura e sensível, capaz de transformar uma memória pessoal em uma experiência cinematográfica universal.

Saiba quanto tempo dura “Maldição da Múmia” e por que o filme já chega cercado de polêmicas

Antes mesmo de chegar aos cinemas, “Maldição da Múmia” já conseguiu algo que muitos filmes passam meses tentando conquistar: a curiosidade do público. O novo terror da Warner Bros. vem sendo comentado não apenas por sua proposta sombria, mas principalmente por um detalhe que foge completamente ao padrão do gênero. Com 2 horas e 17 minutos de duração, segundo confirmação da rede AMC Theatres, o longa se posiciona como uma aposta incomum dentro de um tipo de cinema que, historicamente, prefere narrativas mais curtas e diretas.

Esse tempo de exibição chama atenção por um motivo simples. O terror costuma funcionar melhor quando é intenso, quase sufocante, sem dar muito espaço para o espectador respirar. Filmes mais enxutos tendem a manter a tensão constante, enquanto produções mais longas correm o risco de perder ritmo. Ainda assim, o filme parece seguir na contramão dessa lógica, sugerindo uma história mais densa, que precisa de tempo para se desenvolver e impactar.

A escolha ganha ainda mais peso quando se observa quem está por trás do projeto. A produção reúne duas potências do terror contemporâneo, a Blumhouse Productions, liderada por Jason Blum, e a Atomic Monster, comandada por James Wan. Ambas construíram suas reputações apostando em filmes de orçamento controlado, ideias criativas e narrativas ágeis. Justamente por isso, a duração mais extensa do longa acaba soando como um sinal de que há algo diferente sendo tentado aqui, talvez uma abordagem mais ambiciosa, mais emocional e menos convencional.

Mas não é apenas o tempo de tela que tem alimentado as conversas em torno do filme. Nos bastidores, o longa-metragem teria enfrentado um caminho turbulento até chegar à sua versão final. Relatos que circulam na indústria indicam que as primeiras exibições-teste não tiveram uma recepção positiva. Há até histórias de que o próprio James Wan não teria conseguido assistir ao filme completo em uma dessas versões iniciais. Embora nada disso tenha sido confirmado oficialmente, o tipo de rumor é suficiente para aumentar ainda mais o interesse em torno da produção.

Em Hollywood, esse tipo de situação geralmente leva a mudanças profundas. Refilmagens, cortes e ajustes no roteiro são comuns quando um estúdio percebe que algo não está funcionando. No caso de “Maldição da Múmia”, porém, tudo indica que a Warner Bros. optou por não intervir de forma radical. Chegou-se a cogitar, nos bastidores, a possibilidade de alterar o título do filme e retirar a palavra “Múmia”, talvez como uma tentativa de reposicionar o projeto e evitar associações com outras produções do subgênero. A ideia, no entanto, não foi adiante.

Essa decisão sugere que, apesar das incertezas, houve uma escolha consciente de preservar a identidade do longa. Em vez de reformular completamente a obra, o estúdio parece ter confiado na visão de seus criadores. E isso pode ser um diferencial importante, especialmente em um mercado onde muitos filmes acabam perdendo personalidade ao longo do processo de produção.

A condução da história está nas mãos de Lee Cronin, que também assina o roteiro. O cineasta ganhou reconhecimento ao dirigir “A Morte do Demônio: A Ascensão”, um filme que conseguiu equilibrar violência, tensão psicológica e respeito ao material original. Sua presença em “Maldição da Múmia” indica que o público pode esperar algo mais do que sustos fáceis. Existe a possibilidade de uma narrativa que se constrói aos poucos, explorando o desconforto de maneira mais profunda.

A trama reforça essa impressão. No centro da história está um casal que vive uma perda devastadora ao ver sua filha desaparecer durante uma viagem. O tempo passa, a dor se transforma em ausência permanente, até que o impossível acontece. A menina retorna. O que deveria ser um momento de alívio rapidamente se transforma em inquietação. A criança que volta não parece a mesma. Seus comportamentos são estranhos, suas atitudes causam medo e a sensação de que algo está profundamente errado começa a crescer dentro da própria casa.

Para dar vida a essa história, o filme aposta em um elenco internacional que reforça seu tom dramático. Jack Reynor assume um dos papéis centrais, trazendo na bagagem experiências em produções intensas como “Midsommar”. Ao seu lado está Laia Costa, conhecida por performances emocionalmente carregadas no cinema europeu. O elenco ainda conta com May Calamawy, que ganhou visibilidade com “Cavaleiro da Lua”, além de Natalie Grace e Veronica Falcón, ampliando a diversidade de interpretações e estilos em cena.

A combinação de diferentes origens e experiências pode contribuir para uma narrativa mais rica, especialmente em um filme que parece interessado em explorar emoções complexas. No Brasil, a estreia está marcada para o dia 16 de abril de 2026, com exibições em salas tradicionais e também em IMAX. A escolha por esse formato reforça a aposta na experiência visual e sonora, algo essencial para o gênero.

No Fim da Rua | Warner apresenta trailer de ficção científica com Anne Hathaway que transforma subúrbio em zona de sobrevivência

A Warner Bros. Pictures divulgou o primeiro trailer de No Fim da Rua, nova produção de ficção científica dirigida por David Robert Mitchell e estrelada por Anne Hathaway e Ewan McGregor. Com estreia marcada para 13 de agosto de 2026 no Brasil, o longa também terá exibições em salas IMAX, reforçando a ambição visual do projeto.

A proposta narrativa parte de um conceito simples, mas rapidamente ganha contornos mais complexos. Ambientado inicialmente em um típico subúrbio norte-americano dos anos 1980, o filme acompanha a rotina da família Platt até que um evento cósmico inexplicável altera completamente a realidade ao redor. A rua onde vivem é deslocada para um ambiente desconhecido, rompendo qualquer referência de tempo e espaço.

A partir desse ponto, o que era cotidiano se transforma em sobrevivência. O trailer indica uma abordagem que combina tensão psicológica com elementos clássicos da ficção científica, colocando os personagens diante de um cenário hostil e imprevisível. A narrativa se concentra na tentativa de manter a unidade familiar enquanto forças externas ameaçam desestabilizar não apenas o ambiente, mas também os vínculos entre eles.

No centro da história estão Denise e Greg, interpretados por Hathaway e McGregor, responsáveis por conduzir emocionalmente a trama. Ao lado deles, os jovens Brian e Audrey, vividos por Christian Convery e Maisy Stella, ampliam o conflito ao representar diferentes reações diante do desconhecido. O elenco ainda inclui nomes como Bethany Anne Lind, P.J. Byrne e Chris Coy, compondo o universo de moradores impactados pelo fenômeno.

Nos bastidores, o projeto reúne profissionais com experiência consolidada no gênero. A produção conta com J. J. Abrams, conhecido por trabalhos em franquias de grande alcance como Star Wars e pela série Lost. A presença de Abrams sugere uma construção narrativa que pode explorar mistério e reviravoltas, elementos recorrentes em sua filmografia.

A equipe técnica reforça essa expectativa. A fotografia de Michael Gioulakis, associada a produções com forte identidade visual, dialoga com o trabalho de direção de arte de Maya Shimoguchi, responsável por transformar o subúrbio em um espaço progressivamente inquietante. A trilha sonora fica a cargo de Michael Giacchino, vencedor do Oscar e conhecido por composições que equilibram emoção e grandiosidade.

Outro ponto que chama atenção é a escolha de manter a ambientação inicial nos anos 1980. A decisão não parece apenas estética. O período, frequentemente associado à nostalgia no cinema recente, aqui é utilizado como contraste para potencializar o estranhamento causado pelo evento cósmico. O resultado, ao menos pelo material divulgado, aponta para uma obra que utiliza referências conhecidas para subvertê-las.

Dirigido e escrito por David Robert Mitchell, cineasta reconhecido por trabalhos autorais, o filme indica uma tentativa de equilibrar apelo comercial com identidade própria. Diferente de produções que se apoiam exclusivamente em efeitos visuais, No Fim da Rua sugere uma abordagem mais centrada na experiência dos personagens diante do colapso da realidade.

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