Mortal Kombat 2 chega ao digital com Johnny Cage em destaque e coloca os maiores guerreiros da franquia contra Shao Kahn

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Mortal Kombat 2 já está disponível para compra e aluguel nas plataformas digitais, trazendo de volta a pancadaria, os poderes especiais e os personagens mais conhecidos da franquia de jogos criada por Ed Boon e John Tobias. A continuação do filme lançado em 2021 amplia a disputa entre os guerreiros da Terra e as forças da Exoterra, agora com a chegada de Johnny Cage ao grupo principal.

A sequência é dirigida novamente por Simon McQuoid e tem roteiro de Jeremy Slater. O elenco reúne nomes que retornam do primeiro filme, como Jessica McNamee como Sonya Blade, Ludi Lin como Liu Kang, Mehcad Brooks como Jax Briggs e Josh Lawson como Kano. A grande novidade fica por conta de Karl Urban no papel de Johnny Cage, um dos personagens mais populares dos games.

Na trama, Johnny Cage é um ator conhecido por filmes de artes marciais que acaba sendo puxado para uma batalha muito maior do que imaginava. Convocado por Raiden e Sonya Blade, ele precisa se juntar aos campeões do Plano Terreno para enfrentar Shao Kahn, o poderoso imperador da Exoterra que ameaça dominar outros mundos.

O novo filme coloca Shao Kahn como o principal inimigo da equipe. O personagem chega ao conflito depois de conquistar Edênia e assumir o controle do reino, mantendo a princesa Kitana sob sua influência. A disputa pelo poder entre os mundos se torna o centro da história.

Para aumentar suas chances de vitória, Quan Chi entra em ação e usa antigos guerreiros e artefatos mágicos para fortalecer Shao Kahn. O amuleto de Shinnok se torna uma peça importante no plano dos vilões, aumentando ainda mais o desafio para Raiden e seus aliados.

Os combates colocam vários personagens conhecidos frente a frente. Sonya Blade encara Sindel, Johnny Cage entra em confronto com Kitana, e os guerreiros da Terra precisam enfrentar nomes como Kung Lao, Jade e outros lutadores da Exoterra.

Um dos pontos importantes do filme é a mudança na trajetória de Kitana. A princesa começa a perceber as consequências do domínio de Shao Kahn e passa a tomar decisões próprias dentro da guerra entre os reinos.

Johnny Cage também ganha mais espaço na história. Diferente dos outros campeões, ele começa como alguém que não leva a batalha a sério, mas precisa provar que pode fazer parte do grupo e enfrentar inimigos muito mais perigosos do que qualquer adversário de seus filmes.

A produção ainda conta com Adeline Rudolph como Kitana, Martyn Ford como Shao Kahn e Tati Gabrielle como Jade, ampliando a presença de personagens clássicos dos jogos.

Com orçamento estimado em US$ 80 milhões, Mortal Kombat 2 segue a fórmula que fez a franquia se tornar conhecida: lutas intensas, rivalidades antigas e personagens com habilidades sobrenaturais. Agora, quem ainda não assistiu ao filme pode conferir a continuação diretamente nas plataformas digitais, com a chegada de Johnny Cage ao centro da batalha.

O Diabo Veste Prada 2 estreia no Disney+ em 29 de julho com retorno de Meryl Streep e Anne Hathaway em nova fase da revista Runway

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O Disney+ confirmou oficialmente a data de estreia de O Diabo Veste Prada 2 no catálogo brasileiro. A sequência do filme lançado em 2006 estará disponível na plataforma a partir de 29 de julho, reunindo novamente personagens conhecidos pelo público e apresentando uma nova fase na relação entre Andy Sachs e Miranda Priestly.

O longa traz de volta Meryl Streep como Miranda Priestly, a rigorosa editora-chefe da revista Runway; Anne Hathaway como Andrea “Andy” Sachs; Emily Blunt no papel de Emily Charlton; e Stanley Tucci como Nigel. A direção é novamente assinada por David Frankel, com roteiro de Aline Brosh McKenna, mesma dupla responsável pelo primeiro filme.

A produção continua a história quase duas décadas depois dos acontecimentos do longa original. Andy Sachs deixou o cargo de assistente de Miranda e construiu uma carreira como jornalista investigativa no jornal New York Vanguard. A nova fase profissional, porém, sofre uma mudança inesperada quando ela e sua equipe são demitidos pouco antes de uma premiação pelo trabalho realizado.

Após o episódio, Andy volta a aparecer no caminho da Runway, revista que marcou o início de sua carreira. A publicação atravessa uma crise de reputação após uma reportagem envolvendo uma empresa de fast-fashion gerar problemas com anunciantes e colocar em discussão o futuro do veículo.

Miranda Priestly, que durante anos comandou a revista com controle absoluto, precisa enfrentar uma indústria de moda e comunicação diferente daquela que conhecia. A queda das vendas da edição impressa e o crescimento do conteúdo digital obrigam a Runway a buscar novos formatos para continuar relevante.

O retorno de Andy acontece em uma posição diferente daquela apresentada no primeiro filme. Agora como uma profissional experiente, ela precisa trabalhar diretamente com Miranda em um momento em que os interesses das duas entram novamente em conflito. A relação entre as personagens passa a envolver decisões editoriais, mudanças no mercado e a disputa pelo futuro da publicação.

Emily Charlton também retorna em uma nova etapa da carreira. A antiga assistente da Runway deixou o posto ocupado no primeiro filme e passou a atuar em uma posição de maior influência dentro da indústria da moda. Sua aproximação com decisões importantes envolvendo a revista cria novos atritos com Miranda.

A história também aborda as transformações enfrentadas pelo jornalismo e pelo mercado editorial nos últimos anos. A produção acompanha o desafio de uma publicação tradicional tentando se adaptar ao consumo rápido de notícias, às redes sociais e à concorrência digital.

As filmagens aconteceram entre junho e outubro de 2025, com gravações realizadas em Nova York, Milão e Newark. As cidades escolhidas fazem parte do cenário da moda internacional e acompanham a expansão da história para além dos escritórios da Runway.

O Diabo Veste Prada 2 foi desenvolvido com orçamento estimado em US$ 100 milhões e mantém parte importante da equipe do filme original.

A Casa do Dragão muda abertura na 3ª temporada e estreia novo capítulo com uma das mortes mais impactantes da série

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A terceira temporada de A Casa do Dragão começou a exibir seus episódios inéditos na HBO e na HBO Max trazendo uma novidade que não passou despercebida pelos espectadores mais atentos: a série ganhou uma sequência de abertura inédita.

Desde sua estreia, em 2022, a produção utilizava uma introdução que acompanhava uma linhagem de sangue percorrendo a árvore genealógica da Casa Targaryen. Com a guerra civil finalmente tomando conta de Westeros, a nova abertura abandona parte desse conceito para refletir o estágio atual da narrativa, agora totalmente dominada pelos acontecimentos da Dança dos Dragões.

A mudança simboliza uma nova fase da série. O conflito entre os partidários de Rhaenyra Targaryen e os apoiadores de Aegon II deixou de ser uma disputa política nos bastidores para se transformar em uma guerra aberta, envolvendo exércitos, dragões e alianças espalhadas pelos Sete Reinos.

Criada por Ryan Condal e George R. R. Martin, a terceira temporada estreou em 21 de junho de 2026 e terá oito episódios. A trama adapta os capítulos mais violentos de Fogo & Sangue, livro que narra a história da dinastia Targaryen cerca de 200 anos antes dos acontecimentos de Game of Thrones.

Durante a divulgação da temporada, Condal afirmou que os novos episódios abordariam os momentos mais sombrios da guerra civil. O primeiro capítulo deixa claro que a produção não pretende suavizar as consequências do conflito.

O episódio começa no Vale de Arryn, onde Rhaena finalmente consegue estabelecer uma ligação com Sheepsteeler, um dos dragões selvagens mais conhecidos da história de Westeros. O momento, aguardado pelos leitores dos livros, rapidamente demonstra que conquistar um dragão é apenas parte do desafio. Controlá-lo é uma tarefa muito mais difícil.

Em Porto Real, a situação política continua instável. Aemond Targaryen descobre que Aegon II e Larys Strong escaparam de seu alcance e inicia uma busca para localizar os responsáveis pela fuga. Alicent Hightower tenta convencer o filho a reconsiderar os rumos da guerra, mas encontra resistência.

Do lado dos Pretos, Rhaenyra enfrenta crescente desconfiança dentro do próprio conselho. A visita secreta de Alicent ocorrida anteriormente gera questionamentos sobre suas decisões e enfraquece parte de sua autoridade em um momento decisivo do conflito.

No campo militar, Daemon Targaryen obtém uma vitória importante ao derrotar forças ligadas aos Lannister. O triunfo garante novos aliados para sua causa, incluindo os Lobos do Inverno enviados pelos Starks do Norte.

O episódio também dedica atenção a personagens que devem ganhar importância nos próximos capítulos. Addam Velaryon, Hugh Martelo e Ulf aguardam instruções em Harrenhal, enquanto Alys Rivers incentiva uma postura mais agressiva contra Vhagar, o maior e mais temido dragão vivo de Westeros.

As previsões de Helaena Targaryen voltam a ocupar papel central na narrativa. Em uma das cenas mais comentadas do episódio, ela alerta Alicent de que Aemond não sobreviverá caso enfrente os dragões que lutam ao lado de Rhaenyra.

A reta final é dominada pela aguardada Batalha da Goela, um dos confrontos mais importantes da Dança dos Dragões. A frota da Triarquia, comandada por Lohar, entra em combate contra as forças lideradas por Corlys Velaryon. O objetivo dos invasores é atacar Maré Alta e enfraquecer a posição estratégica dos Pretos.

A batalha rapidamente se transforma em um confronto de grandes proporções. Navios entram em colisão, dragões cruzam os céus e centenas de soldados são lançados ao mar. Jacaerys Velaryon e Baela Targaryen participam diretamente da ofensiva montando seus dragões.

Em meio ao caos, Rhaena aparece montando Sheepsteeler pela primeira vez em combate. A falta de controle sobre a criatura, porém, gera ainda mais destruição no campo de batalha.

As perdas começam a se acumular. O navio de Corlys é destruído durante o confronto, embora Alyn Velaryon consiga eliminar Lohar. Pouco depois, Vermax, o dragão de Jacaerys, é atingido e derrubado no mar. Preso por arpões inimigos, o animal não consegue retornar aos céus.

O momento mais devastador do episódio acontece logo em seguida. Jacaerys é atingido por flechas durante o combate e desaparece nas águas da Goela. A morte do herdeiro de Rhaenyra representa uma das perdas mais significativas para os Pretos até agora e altera profundamente o equilíbrio político da guerra.

Nos livros de George R. R. Martin, a Batalha da Goela é considerada um dos eventos mais decisivos da Dança dos Dragões. A adaptação televisiva escolheu iniciar a temporada justamente com esse acontecimento, deixando claro que os próximos episódios serão marcados por consequências cada vez mais severas para ambos os lados do conflito.

Supergirl chegou aos cinemas e uma das maiores dúvidas do público já tem resposta: Há cenas pós-créditos no filme?

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Quem pretende assistir a Supergirl nos cinemas brasileiros a partir desta terça-feira (23) não precisa permanecer na sala após o início dos créditos. O novo longa da DC não possui cenas extras, nem durante nem após a exibição dos créditos finais.

A ausência desse recurso quebra uma prática que se tornou comum nas adaptações de quadrinhos ao longo dos últimos anos. Desde que os estúdios passaram a construir franquias interligadas, as cenas pós-créditos passaram a funcionar como ferramentas para apresentar personagens, antecipar acontecimentos futuros ou estabelecer conexões entre diferentes produções. Neste caso, o filme encerra sua narrativa sem deixar mensagens adicionais para o público.

Dirigido por Craig Gillespie e escrito por Ana Nogueira, o longa-metragem chega aos cinemas como o segundo filme do novo DCU, a linha narrativa criada pela DC Studios sob a liderança de James Gunn e Peter Safran. A produção adapta elementos da minissérie Supergirl: Woman of Tomorrow, publicada entre 2021 e 2022 e considerada uma das releituras mais elogiadas da personagem nos quadrinhos recentes.

A trama acompanha Kara Zor-El durante uma viagem espacial ao lado de Krypto, o Supercão. Longe da Terra e de Metrópolis, ela conhece Ruthye Marye Knoll, uma jovem marcada por uma perda familiar. O encontro leva as duas a cruzarem diferentes sistemas planetários em busca de um criminoso responsável pela tragédia.

A versão de Kara apresentada no filme possui características distintas da imagem tradicionalmente associada à família Superman. Segundo a proposta da história, ela passou parte da infância em um fragmento sobrevivente de Krypton e presenciou a destruição gradual de sua comunidade antes de deixar o planeta. Esse passado influencia diretamente sua personalidade e a forma como enxerga o papel de heroína.

A atriz Milly Alcock, conhecida internacionalmente por interpretar a jovem Rhaenyra Targaryen na série House of the Dragon, assume o papel principal. O elenco inclui ainda Matthias Schoenaerts como Krem das Colinas Amarelas, antagonista da história, e Eve Ridley no papel de Ruthye.

David Krumholtz e Emily Beecham interpretam Zor-El e Alura, pais da protagonista. Os personagens aparecem em momentos ligados às origens kryptonianas de Kara e ajudam a contextualizar os acontecimentos que moldaram sua trajetória antes da chegada à Terra.

O desenvolvimento do projeto passou por mudanças significativas nos últimos anos. Uma produção solo da Supergirl chegou a ser planejada durante a fase do antigo Universo Estendido da DC. Naquele período, a personagem foi introduzida ao cinema em The Flash (2023), interpretada por Sasha Calle.

A reformulação da DC Studios alterou o destino do projeto. Após assumirem o comando da divisão cinematográfica da editora em 2022, James Gunn e Peter Safran reorganizaram o calendário de lançamentos e definiram uma nova continuidade para os personagens da marca. O filme da Supergirl permaneceu nos planos, mas foi reconstruído dentro da nova linha criativa do estúdio.

As filmagens ocorreram entre janeiro e maio de 2025 nos estúdios Warner Bros. Leavesden, na Inglaterra. Parte da produção também utilizou locações na Escócia para cenas externas. A direção de fotografia ficou a cargo de Rob Hardy, profissional conhecido por trabalhos em produções como Ex Machina e Missão Impossível – Acerto de Contas.

Originalmente anunciado como Supergirl: Woman of Tomorrow, o longa teve o subtítulo removido durante a fase final da produção. Apesar da mudança no nome, a influência dos quadrinhos de Tom King e da artista brasileira Bilquis Evely permanece evidente na estrutura da história e em diversos elementos visuais.

Segredo Obscuro estreia nos cinemas com Elisabeth Moss e Kate Hudson em thriller que transforma os padrões de beleza em uma história de terror

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A Paris Filmes lança nos cinemas brasileiros, em 25 de junho, Segredo Obscuro, thriller de ficção científica dirigido por Max Minghella e estrelado por Elisabeth Moss, Kate Hudson e Kaia Gerber. O longa teve sua première mundial no Festival Internacional de Cinema de Toronto de 2024 e chega ao circuito comercial após circular por festivais internacionais, levando para as telas uma história que mistura suspense, crítica à indústria do entretenimento e elementos de horror corporal.

No centro da trama está Samantha Lake, personagem de Elisabeth Moss. Ex-estrela da televisão, ela enfrenta uma fase difícil da carreira após perceber que as oportunidades de trabalho diminuíram com o passar dos anos. Em busca de uma forma de recuperar espaço no mercado, Samantha aceita se submeter a um tratamento experimental oferecido pela Shell, uma empresa especializada em rejuvenescimento por meio de tecnologia genética.

Os resultados iniciais parecem resolver todos os problemas da protagonista. Sua aparência muda, novos trabalhos surgem e ela passa a frequentar novamente ambientes dos quais havia sido afastada. A transformação também aproxima Samantha de Zoe Shannon, poderosa empresária interpretada por Kate Hudson e responsável pela empresa que desenvolveu o procedimento.

O que começa como uma história sobre renovação profissional rapidamente se transforma em uma investigação sobre os riscos escondidos por trás da tecnologia da Shell. Conforme surgem efeitos colaterais inesperados, Samantha descobre que outras pessoas que passaram pelo tratamento tiveram destinos misteriosos. Entre elas está Chloe Benson, uma jovem atriz interpretada por Kaia Gerber, cujo desaparecimento se torna uma das peças centrais da narrativa.

O roteiro utiliza esse mistério para discutir questões bastante atuais. A busca pela juventude permanente, a pressão estética imposta a figuras públicas e o crescimento da indústria de procedimentos de beleza aparecem como temas constantes ao longo do filme. Embora a história seja fictícia, muitos dos debates levantados pela produção dialogam diretamente com uma realidade em que tratamentos estéticos e intervenções corporais se tornaram cada vez mais populares.

Um dos diferenciais do longa está na maneira como o terror é utilizado para desenvolver essas discussões. As transformações físicas enfrentadas pelos personagens não aparecem apenas como recurso visual, mas como consequência direta das escolhas feitas em nome da aparência e do sucesso. O horror surge justamente quando a promessa de perfeição começa a revelar custos que haviam sido ocultados.

O elenco reúne nomes conhecidos do público. Elisabeth Moss, vencedora de dois Emmy e reconhecida por trabalhos como “O Conto da Aia”, assume o protagonismo da história. Kate Hudson interpreta uma empresária influente e carismática que exerce grande controle sobre os acontecimentos da trama. Kaia Gerber, que vem construindo carreira no cinema após ganhar notoriedade na moda, ocupa papel fundamental no desenvolvimento do mistério.

Também fazem parte do elenco Elizabeth Berkley, Arian Moayed, Este Haim, Amy Landecker, Lionel Boyce, Peter MacNicol, Randall Park, Ziwe Fumudoh e Brandon Keener. A diversidade de personagens ajuda a ampliar a visão sobre os diferentes impactos da tecnologia apresentada pelo filme e suas consequências para quem entra em contato com ela.

Os bastidores da produção também tiveram desafios importantes. As filmagens ocorreram em Los Angeles entre dezembro de 2023 e fevereiro de 2024 e foram concluídas em apenas 25 dias. O cronograma reduzido exigiu uma organização rigorosa da equipe para cumprir todas as etapas previstas.

Outro fato que marcou a produção envolveu Elisabeth Moss. A atriz descobriu que estava grávida pouco antes do início das gravações e chegou a considerar deixar o projeto. Para mantê-la no elenco, Max Minghella e sua equipe adaptaram partes do roteiro e reorganizaram o cronograma de filmagem, permitindo que a produção seguisse normalmente durante a gestação da atriz.

Feito com menos de US$ 1 milhão, Obsessão ultrapassa US$ 333 milhões nas bilheterias e vira um dos maiores fenômenos do terror

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Quando Obsessão foi exibido pela primeira vez no Festival Internacional de Cinema de Toronto, em setembro de 2025, poucos imaginavam que aquele filme independente acabaria se transformando em um dos maiores sucessos comerciais do ano seguinte. Meses depois, o terror sobrenatural escrito, dirigido e editado por Curry Barker alcançou uma marca que parecia improvável para uma produção de baixo orçamento: US$ 333,3 milhões arrecadados nos cinemas ao redor do mundo. As informações são da Variety.

O resultado é ainda mais impressionante quando comparado ao custo de produção. Realizado com um orçamento estimado entre US$ 750 mil e US$ 1 milhão, o longa tornou-se o filme de maior bilheteria da história da Focus Features e entrou para a lista dos maiores sucessos de 2026.

A trajetória do filme também representa um momento importante na carreira de Curry Barker. Antes de chegar aos cinemas, o cineasta era conhecido principalmente por seus vídeos publicados no YouTube. Em 2023, ele chamou a atenção de produtores com o curta de terror The Chair. O trabalho despertou o interesse do produtor James Harris, que ofereceu a Barker a oportunidade de desenvolver um longa-metragem. Em vez de expandir o curta, o diretor apresentou uma ideia inédita que mais tarde daria origem a Obsessão.

A história acompanha Baron “Bear” Bailey, interpretado por Michael Johnston. Funcionário de uma loja de música, ele mantém uma amizade de longa data com Nikki Freeman, personagem vivida por Inde Navarrette. Apaixonado por ela há anos e incapaz de revelar seus sentimentos, Bear acaba tomando uma decisão impulsiva após adquirir um misterioso objeto conhecido como Salgueiro dos Desejos.

O pedido parece simples: fazer com que Nikki o ame mais do que qualquer outra pessoa no mundo. O problema é que o desejo funciona exatamente como foi formulado.

A partir desse momento, o filme abandona qualquer traço de romance e passa a explorar as consequências da obsessão levada ao extremo. Nikki se torna cada vez mais dependente de Bear, desenvolvendo comportamentos que rapidamente ultrapassam os limites do afeto e entram em um território perturbador. O relacionamento passa a ser marcado por manipulação, violência e uma crescente perda de controle.

Boa parte da repercussão do filme surgiu justamente dessa premissa. Em vez de recorrer a fantasmas, demônios ou criaturas sobrenaturais tradicionais, o longa-metragem constrói seu horror a partir de uma relação humana que se deteriora de forma progressiva. O elemento fantástico existe, mas serve principalmente para impulsionar um conflito emocional que se torna cada vez mais desconfortável para os personagens.

Inde Navarrette recebeu destaque especial entre crítica e público por sua interpretação de Nikki. A personagem exige mudanças constantes ao longo da narrativa, alternando momentos de fragilidade, carinho e agressividade extrema. Michael Johnston também sustenta boa parte da tensão do filme ao interpretar um protagonista que precisa lidar com as consequências de uma escolha que parecia inofensiva.

O elenco ainda reúne Cooper Tomlinson como Ian, Megan Lawless como Sarah Harper e Andy Richter como Carter Harper, proprietário da loja de música onde os personagens trabalham. Embora a produção conte com poucos cenários e um elenco relativamente enxuto, a história se mantém concentrada nos conflitos centrais sem recorrer a grandes desvios narrativos.

As filmagens aconteceram em Los Angeles durante outubro de 2024. A produção aproveitou locações limitadas e uma estrutura reduzida para controlar os custos. Essa estratégia acabou se tornando um dos fatores que ampliaram o impacto financeiro do resultado obtido nos cinemas.

A repercussão em Toronto foi decisiva para o futuro do projeto. Após a exibição no festival, a Focus Features adquiriu os direitos de distribuição por um valor estimado entre US$ 14 milhões e US$ 15 milhões. O acordo foi apontado por veículos especializados como uma das maiores negociações envolvendo um filme de gênero na história recente do evento.

Após anos de silêncio, Illumination confirma Pets 3 e explica por que a sequência demorou tanto para acontecer

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A franquia A Vida Secreta dos Pets vai ganhar um novo capítulo. A confirmação veio diretamente de Chris Meledandri, fundador da Illumination e produtor responsável por algumas das animações de maior sucesso comercial das últimas duas décadas. Em entrevista ao Collider, o executivo revelou que Pets 3 está oficialmente em desenvolvimento.

O anúncio encerra um período de incerteza que se arrastava desde o lançamento de A Vida Secreta dos Pets 2, em 2019. Embora o segundo filme tenha obtido resultados sólidos nas bilheterias mundiais, arrecadando mais de US$ 431 milhões contra um orçamento estimado em US$ 80 milhões, a Illumination nunca demonstrou pressa em produzir uma continuação.

Segundo Meledandri, a decisão foi deliberada. Em vez de acelerar uma nova sequência apenas por motivos comerciais, o estúdio optou por esperar até que os roteiristas encontrassem uma ideia capaz de justificar o retorno dos personagens.

A declaração ajuda a entender a estratégia adotada pela Illumination nos últimos anos. Durante esse período, o estúdio concentrou seus esforços em outras franquias de sucesso, incluindo Meu Malvado Favorito, Minions e Super Mario Bros. O Filme, que se transformou em uma das maiores bilheterias da história da animação.

Os detalhes da trama de Pets 3 ainda não foram divulgados. Também não há confirmação oficial sobre quais personagens retornarão, embora Max, Duke, Snowball, Gidget e Chloe sejam figuras centrais da franquia desde o primeiro longa, lançado em 2016.

O segundo filme encerrou diversos arcos importantes dos protagonistas. Max aprendeu a lidar com sua ansiedade e com as mudanças na vida de sua família. Snowball encontrou a aventura que sempre imaginou viver. Gidget ganhou uma trama própria que ampliou sua participação dentro da série.

Lançado em junho de 2019, A Vida Secreta dos Pets 2 expandiu o universo da franquia ao dividir sua narrativa entre diferentes histórias. Uma delas acompanhava Max durante uma temporada em uma fazenda, sob a orientação de Rooster, um experiente cão pastor dublado por Harrison Ford. Outra seguia Snowball e Daisy em uma missão para libertar um tigre branco explorado por um circo itinerante.

A sequência também marcou uma mudança importante no elenco principal. Patton Oswalt assumiu a voz de Max após substituir Louis C.K., protagonista do primeiro filme. O elenco ainda contou com Kevin Hart, Jenny Slate, Eric Stonestreet, Tiffany Haddish, Nick Kroll e Harrison Ford, que fez sua estreia em uma animação.

Nos bastidores, Chris Renaud voltou a dirigir o segundo longa e já está confirmado para comandar Pets 3. O cineasta é um dos principais nomes da Illumination e esteve à frente de produções como Meu Malvado Favorito, Meu Malvado Favorito 2 e O Lorax.

O interesse da Universal em manter a franquia ativa é sustentado pelos números. O primeiro A Vida Secreta dos Pets arrecadou mais de US$ 875 milhões mundialmente. A continuação alcançou US$ 431 milhões, desempenho suficiente para se tornar uma produção altamente lucrativa considerando seu orçamento de aproximadamente US$ 80 milhões.

Por enquanto, a Illumination não anunciou uma data de estreia nem revelou em qual estágio de produção o projeto se encontra. A confirmação oficial do desenvolvimento, porém, encerra anos de especulação e coloca Pets 3 entre as futuras animações do estúdio para os próximos anos.

Toy Story 5 estreia com US$ 312 milhões nas bilheterias mundiais e prova que a franquia ainda encontra espaço para contar novas histórias após três décadas

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Foto: Reprodução/ Disney/ Pixar

Quando Toy Story 4 chegou aos cinemas em 2019, a sensação era de encerramento. Woody havia seguido um caminho diferente do restante da turma, Buzz encontrara seu próprio propósito e Bonnie parecia pronta para escrever um novo capítulo ao lado dos brinquedos que herdou de Andy. Por isso, o anúncio de um quinto filme foi recebido com desconfiança por parte do público. A principal dúvida era simples: ainda havia algo relevante a ser contado?

Os primeiros resultados comerciais indicam que o interesse pela franquia permanece alto. Toy Story 5 arrecadou US$ 160 milhões durante seu fim de semana de estreia na América do Norte e outros US$ 152 milhões no mercado internacional. A soma de US$ 312 milhões coloca a animação entre as maiores estreias da Pixar nos últimos anos e oferece um alívio importante para a Disney em um momento em que diversas sequências de grandes franquias têm encontrado dificuldades para repetir o desempenho do passado. As informações são da Variety.

Diferentemente dos filmes anteriores, que exploravam principalmente mudanças na vida dos donos dos brinquedos, a nova produção concentra boa parte de sua narrativa em um tema bastante presente na rotina das famílias atuais: a influência da tecnologia sobre a forma como as crianças brincam, se relacionam e ocupam seu tempo livre.

Bonnie agora tem oito anos e passa a dedicar sua atenção a Lilypad, apelidada de Lily, um tablet inteligente desenvolvido para estimular conexões sociais entre crianças. A mudança afeta diretamente os brinquedos do quarto. Pela primeira vez na série, a ameaça não surge de um vilão tradicional, de um colecionador ou de um brinquedo rival. O conflito nasce da mudança de comportamento da própria criança.

A escolha do tema não parece acidental. Nos últimos anos, especialistas em educação, pais e escolas têm discutido o impacto do uso excessivo de telas durante a infância. O roteiro utiliza esse cenário como pano de fundo sem transformar a história em uma discussão moralista. A tecnologia aparece como parte da realidade de Bonnie, e não como algo necessariamente negativo.

Jessie assume uma posição central na trama. Desde a despedida de Woody, a personagem passou a ocupar um papel de liderança entre os brinquedos de Bonnie. O filme aproveita essa nova responsabilidade para desenvolver uma história própria para a vaqueira, algo que nunca havia acontecido em escala semelhante dentro da franquia.

Grande parte desse desenvolvimento acontece quando Jessie retorna à antiga fazenda onde viveu com Emily, sua primeira dona. O local funciona quase como uma cápsula do tempo. Entre brinquedos esquecidos, objetos antigos e lembranças guardadas por décadas, a personagem encontra evidências de que continuou presente na memória de Emily muito depois da separação mostrada em Toy Story 2.

Essa linha narrativa conversa diretamente com um dos temas mais recorrentes da série desde 1995: a marca que os brinquedos deixam na infância das pessoas. Em vez de repetir conflitos já conhecidos sobre abandono ou substituição, o filme procura discutir o legado dessas relações ao longo dos anos.

Woody reaparece em um papel diferente daquele que ocupava nos capítulos anteriores. Depois de escolher uma vida longe de Bonnie, ele continua ajudando brinquedos sem dono ao lado de Betty. Sua participação surge de forma mais pontual, mas continua sendo importante para o desenrolar da história e para a evolução de Jessie.

Buzz Lightyear segue outro caminho dentro da narrativa. Uma carga contendo dezenas de versões modernas do personagem acaba isolada após um acidente marítimo. Presos em modo de demonstração permanente, esses Buzz acreditam ser integrantes reais do Comando Estelar. A situação gera algumas das cenas mais engraçadas do filme e recupera características do personagem vistas pela primeira vez na animação original de 1995.

O elenco principal retorna praticamente completo. Tom Hanks volta a emprestar sua voz a Woody, Tim Allen retorna como Buzz Lightyear e Joan Cusack reprisa o papel de Jessie. Entre os novos nomes estão Greta Lee, indicada ao Globo de Ouro por Vidas Passadas, Craig Robinson, conhecido pela série The Office, e o apresentador Conan O’Brien.

Nos bastidores, o longa-metragem representa uma mudança significativa para a franquia. A direção ficou nas mãos de Andrew Stanton, um dos nomes mais respeitados da história da Pixar. Stanton dirigiu Procurando Nemo e WALL-E, duas produções frequentemente citadas entre os melhores trabalhos do estúdio. Sua ligação com Toy Story também é antiga: ele participou da equipe criativa do primeiro filme lançado há mais de 30 anos.

Outro detalhe importante envolve a ausência de John Lasseter. Criador da franquia ao lado de um grupo de pioneiros da animação digital, ele não participou do desenvolvimento do novo longa. É a primeira vez que um capítulo principal da série é produzido sem seu envolvimento criativo.

A trilha sonora marca o retorno de Randy Newman, responsável pela identidade musical da franquia desde o primeiro filme. Seu trabalho acompanha Toy Story desde 1995 e inclui músicas que se tornaram parte inseparável da memória afetiva de milhões de espectadores. O novo longa também conta com a canção inédita “I Knew It, I Knew You”, interpretada por Taylor Swift.

O orçamento estimado em US$ 250 milhões coloca Toy Story 5 entre as animações mais caras já produzidas. O investimento aparece na evolução técnica da Pixar, especialmente na qualidade das texturas, da iluminação e das expressões dos personagens. A comparação com o primeiro Toy Story evidencia o salto tecnológico alcançado pelo estúdio desde a década de 1990.

Cine Aventura exibe “Conquista”, filme com Ruby Rose e Morgan Freeman sobre uma mãe forçada a voltar ao mundo do crime

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A Record TV exibe neste sábado (20), no Cine Aventura, o filme Conquista, thriller de ação lançado em 2021 e dirigido por George Gallo. A produção reúne Ruby Rose e Morgan Freeman em uma história marcada por perseguições, confrontos armados e uma disputa desesperada pela sobrevivência.

O longa acompanha Victoria, interpretada por Ruby Rose, uma mulher que tenta reconstruir a vida após deixar para trás seu passado ligado ao crime organizado russo. Ela vive discretamente ao lado da filha, buscando distância da violência que marcou seus anos anteriores. Esse plano desmorona quando Damon, personagem de Morgan Freeman, sequestra a criança e a obriga a cumprir uma série de tarefas perigosas durante uma única noite.

A missão imposta por Damon coloca Victoria novamente diante de criminosos, traficantes e grupos armados. Para conseguir rever a filha, ela precisa percorrer diferentes pontos da cidade enfrentando situações cada vez mais arriscadas. A narrativa acompanha essa corrida contra o tempo, transformando a personagem em praticamente o centro de todas as cenas de ação do filme.

Quem acompanha a carreira de Ruby Rose encontrará aqui um papel bastante alinhado ao perfil de personagens que a tornaram conhecida em produções como “Batwoman” e “John Wick: Um Novo Dia para Matar”. A atriz participa de sequências de perseguição, tiroteios e confrontos físicos que ocupam boa parte da duração do longa.

Morgan Freeman surge em um papel diferente daqueles associados aos mentores ou figuras de autoridade benevolentes que marcaram sua filmografia. Em “Conquista”, seu personagem conduz os acontecimentos à distância e mantém uma relação ambígua com a protagonista, elemento que ajuda a sustentar o suspense da trama.

O elenco inclui ainda Nick Vallelonga como o Detetive Stevens, Miles Doleac no papel de Erik, Patrick Muldoon como o Agente Monroe, além de Julie Lott, Hannah Stocking, Ekaterina Baker e Juju Journey Brener.

As filmagens foram realizadas em Biloxi, cidade localizada no estado americano do Mississippi. O local serve de cenário para as perseguições de carro e motocicleta que aparecem ao longo do filme, contribuindo para a ambientação urbana da história.

Com cerca de uma hora e meia de duração, “Conquista” é uma opção para quem procura um filme de ação direta, sem grandes desvios narrativos, centrado em uma protagonista que precisa usar suas habilidades para superar uma sequência de obstáculos e salvar a própria filha.

Gabriel Coppola assume papel principal em “O Berço”, filme de terror psicológico com Sandra Corveloni

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Gabriel Coppola será o protagonista de O Berço, longa-metragem dirigido por Lucas Procópio que está em desenvolvimento pelas produtoras Fourfé Filmes e Lira Filmes. O ator contracenará com Sandra Corveloni, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por “Linha de Passe”, em uma história que combina drama familiar e terror psicológico.

No filme, Coppola interpreta Isaque, filho da personagem vivida por Corveloni. A trama acompanha uma mãe conservadora que enfrenta a morte do filho durante as celebrações de Natal. A perda desencadeia uma série de acontecimentos que colocam em evidência conflitos familiares, ressentimentos acumulados e questões ligadas à aceitação e ao luto.

Embora utilize elementos característicos do terror, o roteiro concentra sua narrativa nas relações entre os personagens. A história parte de uma situação familiar específica para discutir temas que atravessam diferentes gerações, especialmente as consequências emocionais deixadas por vínculos marcados por incompreensões e rupturas.

A escolha de Sandra Corveloni acrescenta ao projeto uma atriz com trajetória consolidada no cinema brasileiro. Desde o reconhecimento internacional em Cannes, a intérprete construiu uma filmografia associada a personagens de grande densidade dramática. Seu trabalho em produções para cinema, televisão e teatro a colocou entre os nomes mais respeitados da dramaturgia nacional.

Para Gabriel Coppola, o longa representa um passo importante em uma fase de expansão de sua carreira. Nos últimos anos, o artista tem dividido sua atuação entre trabalhos como ator e o desenvolvimento de projetos autorais. Recentemente, esteve no Marché du Film, mercado internacional realizado durante o Festival de Cannes, onde apresentou “Olhos em Mim”, projeto escrito por ele.

A participação no evento francês ampliou sua circulação entre produtores, distribuidores e investidores do mercado audiovisual. O contato com produções de diferentes países ocorre em um momento em que o ator busca consolidar sua presença em projetos de maior alcance dentro da indústria cinematográfica.

O Berço também surge em um contexto de crescimento do terror psicológico produzido no Brasil. Diferentemente das obras centradas em sustos ou ameaças físicas constantes, esse segmento costuma utilizar o horror como ferramenta para explorar conflitos humanos, memórias traumáticas e relações familiares complexas.

Nos últimos anos, produções internacionais contribuíram para ampliar o interesse do público por histórias que unem drama e terror em uma mesma narrativa. O projeto dirigido por Lucas Procópio segue essa linha ao construir seus conflitos a partir das relações entre mãe e filho, utilizando elementos sobrenaturais como parte da construção dramática da história.

O filme ainda não possui cronograma oficial de filmagens ou previsão de estreia. Neste momento, a produção segue em busca de financiamento e parceiros para viabilizar sua realização. Mesmo em estágio inicial, o projeto reúne dois nomes de gerações diferentes da atuação brasileira e coloca no centro da narrativa temas que continuam presentes nos debates sociais contemporâneos.