No Domingo Legal, Celso Portiolli surpreende e envia recado carinhoso para Tatá Werneck e Adriane Galisteu ao vivo

Neste domingo (12), Celso Portiolli, conhecido por seu carisma e irreverência, protagonizou um momento inusitado e delicado durante a apresentação do Domingo Legal. O apresentador do SBT aproveitou a atração para mandar um recado cheio de humor e carinho às colegas de profissão Tatá Werneck e Adriane Galisteu, quebrando o protocolo e arrancando aplausos da plateia. As informações são do iBahia.

O episódio aconteceu durante uma pausa descontraída na dinâmica do programa. Portiolli, sempre atento à repercussão de seu trabalho, mencionou os elogios que recebeu de Tatá e Galisteu em um episódio recente do Lady Night, talk show do Multishow comandado por Tatá Werneck. No programa, as apresentadoras brincaram ao comentar sobre a irreverência e o carisma de Portiolli, chamando-o de “pedaço de mal caminho” de forma bem-humorada.

“Deixa eu mandar um beijo carinhoso para a Tatá Werneck e para a Adriane Galisteu. Falaram muito bem de mim lá no Lady Night, falaram que eu sou um pedaço de mal caminho”, disse Portiolli, sorrindo e interagindo com o público. Mas ele não parou por aí. Com sua característica simpatia, continuou: “Quero mandar um recado para as duas, vocês também são maravilhosas. Pega meu beijo, eu adoro as duas. Eu já fui lá”, completou, arrancando risadas e aplausos da plateia presente.

O gesto, embora simples, ganhou destaque por mostrar uma faceta menos competitiva do ambiente televisivo. Em meio à disputa acirrada entre emissoras e programas de domingo, a demonstração de respeito e admiração entre profissionais de canais diferentes se destacou como um exemplo de cordialidade e humanidade.

Portiolli, que apresenta o Domingo Legal há anos, sempre se destacou pela habilidade de equilibrar humor, improviso e momentos emocionantes. Ele consegue transformar situações corriqueiras em episódios memoráveis, criando uma conexão genuína com o público. A homenagem às colegas da concorrência, portanto, não foi apenas um gesto de educação, mas também uma forma de reforçar sua imagem de apresentador próximo e acessível.

Tatá Werneck, conhecida por seu estilo irreverente e sua capacidade de improvisação, e Adriane Galisteu, veterana da televisão brasileira, demonstraram em outras ocasiões carinho e respeito por Portiolli. O encontro indireto entre os três, mediado pelas câmeras, mostrou que a admiração mútua pode existir mesmo entre profissionais que atuam em diferentes emissoras, reforçando que o reconhecimento sincero transcende a concorrência.

Convidados especiais e muita diversão marcam edição especial de Dia das Crianças

O programa encantou o público com uma mistura de nostalgia, música, diversão e emoção, reunindo convidados que marcaram gerações ainda na infância e que, naquele dia, seguiam brilhando em novas fases de suas carreiras. Foi uma verdadeira viagem no tempo, onde adultos relembraram sua infância e os pequenos se divertiram com atrações pensadas especialmente para eles.

O clássico quadro Passa ou Repassa teve um papel central nesta edição, trazendo toda a energia e a bagunça que se tornaram marca registrada da atração. O time azul foi formado por Lorena Queiroz, Stefany Vaz e Giulia Garcia, enquanto o time amarelo contou com Gabriel Miller, Nicholas Torres e Lucas Santos. Entre tortas na cara, desafios divertidos e muita interação, o público teve a oportunidade de relembrar momentos da infância desses artistas e acompanhar como eles cresceram, mantendo o talento e o carisma que conquistaram ainda jovens.

A diversão não parou por aí. A edição contou com shows musicais de nomes que encantam gerações inteiras: Patati Patatá e a Galinha Pintadinha subiram ao palco para animar a plateia com canções que marcaram a infância de milhões de brasileiros. A presença dessas atrações garantiu momentos de pura alegria, cantoria e dança, proporcionando uma experiência completa para toda a família.

Resumo da novela A.Mar de segunda (27/10) – Estrella teme reencontro de Azul com o pai Gabriel

No capítulo da novela A.Mar que vai ao ar nesta segunda-feira, 27 de outubro, Íker garante a Brisa que Marina nunca teve planos de permanecer na ilha com Gabriel, seu pai, tentando acalmar os ânimos sobre o passado da família. Enquanto isso, Estrella revela à mãe seu medo de que Azul queira conhecer o pai, e recorda que, quando descobriu a gravidez, ele tentou se livrar da responsabilidade oferecendo-lhe um cheque.

A tensão aumenta quando Azul entra em contato com Sergio para se apresentar como sua filha. Durante a ligação, Estrella descobre que Azul já teve contato com o pai, alertando-a de que, caso ele retorne às suas vidas, nada de bom trará. O episódio reforça os segredos familiares e antecipa novos conflitos entre pais e filhos.

Saiba o que vem por aí nos próximos capítulos de A.Mar

Marina decide deixar a casa de Gabriel, deixando Íker profundamente abatido. Enquanto isso, Fabián, cansado das insistências de Érika para reatar, começa a se interessar por Estrella, amiga da mulher. No velório de Gertrudis, ele procura Yazmín e, mesmo sendo repreendido por sua ausência como pai, consegue abraçá-la. Mais tarde, Estrella aceita o convite de Fabián e o surpreende com um ceviche, iniciando uma conversa íntima após um dia difícil. Ele confessa seus sentimentos e a surpreende com um beijo carinhoso, mas a situação se complica quando Érika aparece inesperadamente, acusando Estrella de se envolver com o homem que ama. Rosalba aconselha Érika, lembrando que às vezes é preciso lutar pelo que se deseja, enquanto Estrella garante a Fabián que não quer trair a amiga, e ele pede que ela aproveite o momento que a vida oferece.

O conflito interno de Estrella aumenta: ela jura a Fabián que não pode se apaixonar pelo mesmo homem que Érika e pede que ele a esqueça, já que planeja deixar a cidade. No campo familiar, Sergio informa a Juanjo que, para assumir sua herança, precisará se casar com a mãe de sua suposta filha. Ele ainda surpreende Estrella exigindo provas de que Azul é sua filha, mas ela o expulsa, rejeitando qualquer ligação com ele ou seu dinheiro. Azul confronta Sergio ao descobrir que ele pagou sua mãe para não dar à luz, e ele explica que não se sentia preparado para ser pai, intensificando os conflitos familiares e os dilemas emocionais entre pais e filhos.

Novo teaser da 3ª temporada de Jujutsu Kaisen revela duelo intenso entre Itadori Yuji e Yuta Okkotsu

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Os fãs de Jujutsu Kaisen foram à loucura nesta segunda-feira, 3 de novembro, com o lançamento do aguardado teaser da terceira temporada do anime. O vídeo apresenta pela primeira vez o confronto entre Itadori Yuji e Yuta Okkotsu, dois dos feiticeiros mais poderosos da trama, marcando o início de um dos arcos mais esperados do universo criado por Gege Akutami. Abaixo, confira o vídeo:

A prévia traz um clima de pura tensão e promete elevar ainda mais o nível de ação, drama e intensidade que consagraram a produção da MAPPA como uma das mais impactantes da nova geração. Nas cenas, Yuji e Yuta se enfrentam em um embate repleto de energia amaldiçoada, olhares determinados e uma atmosfera de dúvida e conflito moral — deixando claro que a linha entre heróis e vilões pode ser mais tênue do que parece.

A nova temporada adapta o arco “Culling Game” (Jogo do Abate), sequência direta dos eventos catastróficos do Shibuya Incident, considerado um dos pontos mais sombrios da série. O enredo deve mergulhar nas consequências desse colapso, abordando o impacto emocional sobre os personagens e a ascensão de novos feiticeiros em meio ao caos. Com Yuta e Yuji em lados opostos, o arco promete redefinir as alianças e testar os limites do que significa lutar pelo bem.

Além das lutas de tirar o fôlego, o teaser também confirma o retorno de personagens queridos como Megumi Fushiguro, Maki Zenin, Panda e Kinji Hakari. As cenas sugerem ainda o surgimento de novas ameaças e dilemas éticos, enquanto a trilha sonora eletrizante e a fluidez da animação reforçam o padrão de excelência visual da MAPPA, que continua impressionando pela qualidade técnica e pelo cuidado narrativo.

Desde sua estreia em 2020, o anime se consolidou como um dos animes mais influentes e bem-sucedidos da atualidade. A mistura de ação sobrenatural, mitologia japonesa e conflitos humanos profundos conquistou milhões de fãs ao redor do mundo. O sucesso do filme Jujutsu Kaisen 0 — que apresentou Yuta Okkotsu como protagonista — expandiu ainda mais o alcance da franquia e pavimentou o caminho para esse tão esperado reencontro com Itadori.

Criado e ilustrado por Gege Akutami, o mangá original foi serializado na Weekly Shōnen Jump entre março de 2018 e setembro de 2024, com 30 volumes tankōbon publicados pela Shueisha. No Brasil, a obra é licenciada e distribuída pela Editora Panini desde agosto de 2020, consolidando-se como um dos títulos mais vendidos do catálogo. Ao todo, Jujutsu Kaisen já ultrapassou 80 milhões de cópias vendidas, somando edições físicas e digitais — um marco que reflete o impacto cultural e comercial da franquia.

A adaptação em anime, produzida pelo estúdio MAPPA, estreou em 2020 e rapidamente se tornou um fenômeno global, elogiado pela coreografia das batalhas, trilha sonora marcante e construção emocional de seus personagens. Agora, com o novo arco prestes a estrear, a expectativa do público é altíssima — e tudo indica que a terceira temporada promete ser a mais intensa, sombria e emocionante até agora.

Netflix anuncia sequência de Guerreiras do K-Pop em parceria com a Sony para 2029

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Os fãs de K-pop e animação podem comemorar: a Netflix confirmou oficialmente a sequência de Guerreiras do K-Pop, fenômeno musical e visual lançado em 2025. O anúncio, feito em parceria com a Sony Pictures Animation, trouxe a promessa de que Guerreiras do K-Pop 2 chegará às telas em 2029, um intervalo longo, mas esperado para projetos de animação tão ambiciosos. As informações são da revista Variety.

O primeiro filme conquistou público e crítica com uma combinação única de fantasia, ação e música, e a expectativa para a sequência é enorme. A demora de quatro anos entre os filmes não é surpresa: animar uma produção musical de grande escala demanda tempo, dedicação e atenção a cada detalhe, desde o design dos personagens até a coreografia das cenas de dança e a produção da trilha sonora.

Uma história que mistura K-pop e fantasia

O filme original foi dirigido por Maggie Kang e Chris Appelhans, que também participaram do roteiro ao lado das roteiristas Danya Jimenez e Hannah McMechan. A história acompanha o grupo feminino de K-pop Huntr/x, que leva uma vida dupla como caçadoras de demônios. A trama se complica quando elas enfrentam a boy band rival Saja Boys, cujos integrantes escondem segredos sombrios. Entre performances de palco impecáveis e batalhas sobrenaturais, o filme conseguiu equilibrar ação, humor e emoção, conquistando um público diverso.

A ideia do longa nasceu da própria Maggie Kang, que queria criar uma narrativa inspirada em sua herança coreana. Ela misturou elementos de mitologia, demonologia e a cultura K-pop para desenvolver um universo que fosse ao mesmo tempo visualmente impressionante e culturalmente rico. O resultado foi um filme que não apenas entretém, mas também celebra a música, a dança e a identidade coreana em cada cena.

Produzido pela Sony Pictures Animation desde março de 2021, o filme contou com a animação da Sony Pictures Imageworks. A estética visual de Guerreiras do K-Pop chamou atenção por ser uma fusão de videoclipes, iluminação de shows, fotografia editorial e referências a animes e dramas coreanos, criando um estilo próprio e inconfundível. Cada cena parecia um espetáculo em si, e a atenção aos detalhes tornou a experiência ainda mais imersiva para os espectadores.

O design de personagens, coreografias e cenários foi pensado para que a ação e a música se complementassem perfeitamente. A ideia era que cada batalha, cada performance, cada momento de tensão tivesse ritmo, estilo e emoção, garantindo que o público se conectasse com os personagens tanto visual quanto emocionalmente.

Outro ponto alto do filme foi, sem dúvida, a trilha sonora original, composta por Marcelo Zarvos. As músicas, além de servirem como pano de fundo para as cenas, se tornaram verdadeiras protagonistas, ajudando a contar a história e a aprofundar a conexão emocional com os personagens. A trilha alcançou as dez primeiras posições em várias paradas musicais e plataformas de streaming, o que prova a força do projeto tanto no audiovisual quanto no universo musical.

Sucesso e aclamação

Quando foi lançado em 20 de junho de 2025, o longa-metragem foi recebido com aclamação quase unânime. A crítica destacou a animação de alta qualidade, estilo visual inovador, elenco de vozes carismático, humor, carga emocional e, claro, a música, que se tornou parte essencial da narrativa. O público, por sua vez, se encantou com a combinação de fantasia, ação e cultura pop, consolidando o filme como um verdadeiro fenômeno.

Expectativas para a sequência

Com a sequência já confirmada, os fãs podem esperar que Guerreiras do K-Pop 2 continue explorando o universo de Huntr/x de maneira ainda mais ousada. Embora os detalhes da trama ainda não tenham sido divulgados, é provável que a narrativa mantenha o equilíbrio entre música, ação e drama, explorando novas batalhas, performances épicas e aprofundando o desenvolvimento dos personagens.

Estrelado por Margot Robbie e Colin Farrell, A Grande Viagem da Sua Vida já está disponível nas plataformas digitais

Foto: Reprodução/ Internet

Já imaginou se fosse possível revisitar momentos do passado e, de quebra, mudar o rumo do seu futuro? É exatamente essa a proposta de A Grande Viagem da Sua Vida, novo filme estrelado por Margot Robbie (O Lobo de Wall Street, Barbie, Esquadrão Suicida e Aves de Rapina: Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa) e Colin Farrell (Pinguim, Os Banshees de Inisherin, The Batman e Minority Report – A Nova Lei). A produção, que encantou o público nos cinemas, agora está disponível nas principais plataformas digitais — como Apple TV, Prime Video, Claro TV+, Google Play, Microsoft Films & TV (Xbox) e Vivo Play — com preços a partir de R$ 29,90 para compra ou aluguel.

A produção também traz um elenco de peso, com Kevin Kline (Um Peixe Chamado Wanda, Um Amigo Extraordinário), Phoebe Waller-Bridge (Fleabag, Indiana Jones e a Relíquia do Destino), Lily Rabe (American Horror Story, Love & Death), Jodie Turner-Smith (Queen & Slim, The Acolyte), Billy Magnussen (007 – Sem Tempo para Morrer, Into the Woods), Sarah Gadon (Alias Grace, Cosmópolis), Brandon Perea (Nope, The OA), Chloe East (Os Fabelmans, Kevin (Probably) Saves the World) e Hamish Linklater (Missão de Sobrevivência, Missa da Meia-Noite).

Dirigido pelo sul-coreano Kogonada (After Yang e Hands of Bresson), o longa mistura romance, fantasia e autodescoberta de um jeito delicado e surpreendente. A história gira em torno de Sarah (Robbie) e David (Farrell), dois desconhecidos que se conhecem no casamento de um amigo. O que deveria ser só uma noite comum se transforma em uma jornada inesperada através de portas misteriosas, que os levam a reviver lembranças importantes — e, quem sabe, consertar erros do passado. As informações são do AdoroCinema.

Tudo começa quando David aluga um carro um tanto quanto… peculiar. O veículo vem equipado com um GPS falante e nada convencional, que o convence a embarcar em uma “grande, ousada e linda jornada”. No caminho, ele reencontra Sarah, e os dois acabam viajando juntos sem saber que essa aventura mudará suas vidas para sempre.

As paradas que o casal faz são verdadeiros mergulhos emocionais: um farol no Canadá que desperta memórias esquecidas, um museu de arte que carrega lembranças da mãe de Sarah, e até uma escola onde David revive um momento marcante da adolescência. Cada porta que eles atravessam revela uma parte do que ficou inacabado — amores perdidos, arrependimentos e dores que ainda pedem cura.

Mais do que uma simples viagem física, o filme é uma metáfora sobre o tempo e o poder das segundas chances. Sarah, cética em relação ao amor, vai se abrindo pouco a pouco à vulnerabilidade. Já David, sonhador e romântico, precisa encarar os fantasmas de um passado que o impede de seguir em frente.

Com distribuição da Sony Pictures, o longa-metragem americano estreou oficialmente no Brasil e em Portugal em 18 de setembro de 2025, e agora chega às plataformas digitais para quem quer se emocionar em casa.

Tiago Iorc é confirmado como apresentador da Première do Latin Grammy 2025 ao lado de Kany García

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O talento brasileiro vai brilhar em Las Vegas. A Academia Latina da Gravação anunciou que Tiago Iorc será o anfitrião da Première do Latin Grammy 2025, cerimônia que antecede o evento principal e revela a maior parte dos vencedores da noite. O cantor e compositor dividirá a apresentação com a porto-riquenha Kany García, reconhecida por sua carreira sólida e por suas letras marcadas por emoção e autenticidade. As informações são do OFuxico.

A Première do Latin Grammy acontece no próximo 13 de novembro, diretamente do hotel Mandalay Bay, em Las Vegas, e será transmitida ao vivo pelas plataformas digitais da Academia Latina, a partir das 17h (horário de Brasília). Além de anunciar os premiados de diversas categorias, Tiago e Kany também serão responsáveis por apresentar performances especiais de artistas convidados, que ainda serão revelados nos próximos dias.

Para Tiago, o convite chega como um reconhecimento à sua trajetória e à sua crescente conexão com a música latina. O cantor é dono de cinco prêmios Latin Grammy e já foi indicado nove vezes, conquistando destaque com seu estilo introspectivo, melódico e poético. Desde o lançamento do álbum “Troco Likes” (2015) — que rendeu sua primeira estatueta e consolidou sua carreira em língua portuguesa — o artista vem acumulando conquistas e admiradores por toda a América Latina.

Em 2019, Tiago alcançou um marco histórico com “Reconstrução”, álbum que colocou todas as faixas simultaneamente no Top 50 do Spotify Brasil e o consagrou com o prêmio de Melhor Canção em Língua Portuguesa por “Desconstrução”. Com um som que mistura sensibilidade, romantismo e experimentação, o músico conquistou não apenas o público brasileiro, mas também ouvintes em outros países.

A parceria com Kany García representa mais um capítulo dessa expansão. Os dois artistas se conheceram há cerca de dois anos, nos bastidores de um festival internacional, e desde então mantêm uma amizade pautada pelo respeito mútuo e pela admiração artística. Em março deste ano, eles lançaram a faixa “Quédate Otra Vez”, uma releitura bilíngue do sucesso “Amei Te Ver”. A nova versão, que une português e espanhol, destacou-se pela delicadeza e pelo entrosamento vocal entre os dois, conquistando ouvintes em vários países e reforçando a ponte cultural entre Brasil e o universo hispânico.

Jovens Mães | Novo filme dos irmãos Dardenne ganha trailer e chega aos cinemas brasileiros em janeiro de 2026

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A Vitrine Filmes revelou o trailer oficial de Jovens Mães, o novo longa dos consagrados irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne — dois dos nomes mais respeitados do cinema europeu. Premiado no Festival de Cannes 2025 e escolhido para representar a Bélgica no Oscar 2026, o filme estreia nos cinemas do Brasil janeiro de 2026. Abaixo, assista ao vídeo:

Conhecidos por transformar histórias simples em experiências emocionais profundas, os Dardenne voltam a explorar o olhar humano sobre quem vive à margem da sociedade. Dessa vez, o foco recai sobre jovens mulheres que encaram a maternidade antes mesmo de descobrirem quem são — um tema delicado que os cineastas abordam com a sensibilidade e o realismo que sempre marcaram sua filmografia.

Um retrato íntimo e sensível da maternidade adolescente

O longa-metragem acompanha cinco adolescentes — Jessica, Perla, Julie, Ariane e Naïma — que vivem juntas em um abrigo para gestantes na cidade de Liège, na Bélgica. Cada uma traz nas costas uma história diferente, mas todas compartilham o mesmo desafio: aprender o que significa cuidar, tanto dos bebês que estão por vir quanto delas mesmas.

O abrigo, longe de ser um espaço idealizado, é um microcosmo de emoções intensas. Há amizade, ciúme, cumplicidade e conflito. São meninas tentando se entender como mulheres, mães e, principalmente, como pessoas. Entre trocas de olhares, gestos silenciosos e pequenas demonstrações de afeto, o filme constrói um mosaico de humanidade — daqueles que tocam fundo, sem precisar levantar a voz.

Reconhecimento em Cannes e recepção calorosa

Apresentado em Cannes 2025, o longa-metragem emocionou o público e arrancou longos aplausos. O longa levou dois prêmios importantes: Melhor Roteiro e o Prêmio do Júri Ecumênico, dedicado a obras com profundidade ética e humanista.

A crítica internacional destacou o retorno dos Dardenne ao que eles sabem fazer de melhor: unir uma narrativa precisa à empatia por pessoas invisíveis aos olhos da sociedade. O jornal francês Le Monde descreveu o filme como “um poema visual sobre a coragem feminina diante do desamparo”, enquanto a revista Variety destacou que “a simplicidade formal dos Dardenne esconde uma força emocional devastadora”.

O filme também marcou presença na 49ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde foi recebido com entusiasmo pelo público brasileiro. Na ocasião, os irmãos receberam o Prêmio Humanidade, reconhecimento concedido a cineastas cuja obra reflete compromisso ético, coerência artística e sensibilidade social — três qualidades que definem bem o cinema da dupla.

Elenco de novos rostos e interpretações reais

Fieis ao estilo que consagrou sua carreira, os Dardenne optaram por um elenco formado majoritariamente por atrizes estreantes. Essa escolha reforça o realismo das cenas e a naturalidade das atuações, aproximando o filme mais de um documentário do que de uma ficção tradicional.

As jovens intérpretes foram descobertas em oficinas e pesquisas realizadas na Bélgica. Cada uma delas traz um pouco de si para o papel, transformando a experiência de assistir Jovens Mães em algo quase palpável. As emoções estão na superfície — um olhar que vacila, um abraço que hesita, um silêncio que diz mais que mil palavras.

Um retorno às origens com olhar renovado

Depois de filmes marcantes como O Filho (2002), A Criança (2005) e O Jovem Ahmed (2019), os Dardenne voltam a mergulhar no cotidiano dos excluídos — mas agora com um foco novo: o poder feminino em meio à vulnerabilidade. A câmera, sempre próxima e discreta, capta gestos pequenos que revelam mundos inteiros.

Estreia no Brasil

Distribuído pela Vitrine Filmes, o filme estreia nos cinemas brasileiros em 1º de janeiro de 2026, abrindo o novo ano com uma história sobre empatia, juventude e coragem. Um filme que, fiel ao espírito dos Dardenne, nos faz olhar o mundo com mais cuidado — e, talvez, com um pouco mais de ternura.

HBO divulga vídeo de bastidores da 2ª temporada de Duna: A Profecia e mostra os bastidores do nascimento do Bene Gesserit

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O universo de Duna segue se expandindo — e, desta vez, é a televisão que assume o papel de guia nesse novo mergulho pelas areias do tempo. A HBO divulgou um vídeo inédito dos bastidores da segunda temporada de Duna: A Profecia, série que explora as origens da misteriosa irmandade Bene Gesserit. Com imagens e depoimentos sinceros de elenco e equipe, o vídeo revela o cuidado quase artesanal que a produção tem para construir um mundo que pareça, ao mesmo tempo, antigo e futurista. É uma viagem pelos bastidores que mistura fantasia, política e emoção — tudo aquilo que faz o universo de Duna ser uma experiência cinematográfica única, mesmo na TV. Abaixo, confira o vídeo:

Enquanto os filmes dirigidos por Denis Villeneuve exploram o destino épico de Paul Atreides (Timothée Chalamet), Duna: A Profecia retorna milhares de anos no passado, mostrando um tempo em que o nome “Atreides” ainda nem existia. A trama acompanha as irmãs Valya e Tula Harkonnen, interpretadas por Emily Watson e Olivia Williams, duas mulheres que se tornam peças-chave na criação do Bene Gesserit — uma organização secreta que viria a influenciar todo o curso da história humana. O vídeo dos bastidores da 2ª temporada mostra como essas personagens se desenvolvem ainda mais, ganhando camadas emocionais e novos conflitos.

Filmada em locações exuberantes e estúdios gigantes, a segunda temporada promete elevar o padrão visual que já impressionou os fãs no primeiro ano. No vídeo, é possível ver o trabalho minucioso do design de produção e dos figurinos, que combinam luxo e austeridade — uma marca do universo criado por Frank Herbert nos livros originais. Os bastidores também destacam o retorno da diretora Anna Foerster, que comandou episódios da primeira temporada e volta com uma visão ainda mais madura sobre os temas de poder e fé que permeiam a narrativa.

Enquanto a primeira temporada se concentrou em apresentar o contexto político e religioso das irmãs Harkonnen, a 2ª promete mergulhar mais fundo nas consequências de suas escolhas. O vídeo mostra flashes de rituais, conflitos internos e uma tensão crescente entre as líderes da futura irmandade. Há um clima de misticismo no ar — e de transformação. Os cenários mais escuros, a fotografia quase etérea e a trilha sonora imersiva sugerem uma narrativa mais densa, voltada para o questionamento da fé e do poder.

O legado de Duna continua crescendo

Com o sucesso dos filmes (Duna: Parte 1 em 2021 e Duna: Parte 2 em 2024), o público demonstrou que há espaço — e muito interesse — por histórias que combinem ficção científica, política e espiritualidade. Duna: A Profecia surge como uma ponte entre o cinema e a TV, expandindo o universo criado por Frank Herbert com um olhar mais intimista e feminino.

O vídeo dos bastidores da segunda temporada chega exatamente nesse momento em que os fãs estão mais curiosos do que nunca. Afinal, o terceiro filme, Duna: Parte 3, já encerrou as filmagens, e a série deve servir como um elo perfeito para entender o que move esse império que se sustenta em segredos, fé e ambição.

Quando estreia?

Ainda sem data oficial divulgada, a nova temporada de Duna: A Profecia deve chegar ao Max em 2026, após a conclusão da longa pós-produção. Mas, se o vídeo divulgado serve de termômetro, os fãs podem esperar algo grandioso — visualmente impressionante e, ao mesmo tempo, profundamente humano.

Vecna no Brasil! Jamie Campbell Bower confirma presença na Parada Estranha e enlouquece fãs de Stranger Things em SP

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Você piscou e a Netflix decidiu soltar uma bomba no meio do domingo (16). Do nada, plim, surge Jamie Campbell Bower — o próprio Vecna em carne, osso e tentáculos imaginários — chamando os fãs brasileiros para a Parada Estranha, o evento gratuito inspirado no universo de Stranger Things. E se tem alguém que sabe como incendiar a internet, é ele.

No vídeo divulgado pela plataforma, Bower aparece daquele jeito intenso que só ele sabe fazer, olhando direto pra câmera e avisando que estará pessoalmente em São Paulo no dia 23 de novembro. O detalhe saboroso? Um dia depois do aniversário dele. Ou seja: vai comemorar por aqui mesmo. Se isso não é amor pelo público brasileiro, eu não sei o que é.

A Parada Estranha acontece na Av. Pedro Álvares Cabral, entre os portões 9 e 10 do Parque Ibirapuera, e começa às 15h30. É aberto ao público, totalmente gratuito e pensado para virar um daqueles momentos que a gente guarda na memória. Vai ter carro alegórico, alas temáticas, música, performances e uma energia coletiva que só fandom grande entrega. É tipo um Carnaval geek — só que com a presença oficial do maior vilão da série.

As datas da temporada final

Enquanto a cidade se prepara para ver Vecna de perto (sem precisar fugir), a Netflix já organizou o restante da festa: A estreia da última temporada de Stranger Things será dividida em três momentos que prometem movimentar o fim de ano dos fãs. O Volume 1 chega no dia 26 de novembro, às 22h, abrindo oficialmente a reta final da série.

Um mês depois, em 25 de dezembro, também às 22h, o Volume 2 desembarca como presente de Natal para quem já estiver surtando com os ganchos da primeira parte. E, para fechar 2025 com o coração na boca, o episódio final — com mais de duas horas de duração — será lançado na noite de 31 de dezembro, às 22h, praticamente um réveillon dentro do Mundo Invertido.

Ou seja, a gente vai terminar 2025 com o coração na mão, literalmente no último dia do ano. A produção continua nas mãos dos irmãos Duffer, ao lado de Shawn Levy e Dan Cohen, garantindo aquela assinatura visual e emocional que acompanhamos desde 2016.

O elenco, claro, retorna quase todo. Estão de volta Winona Ryder, David Harbour, Millie Bobby Brown, Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Maya Hawke, Priah Ferguson, Cara Buono, Brett Gelman e Jamie Campbell Bower.

Tem novidade também: Amybeth McNulty entra como regular, e Linda Hamilton, a eterna Sarah Connor, chega para reforçar ainda mais esse elenco de peso como a enigmática Dra. Kay.

Hawkins ferida, Eleven escondida e um silêncio que diz tudo

O último capítulo da saga nos leva ao outono de 1987, e Hawkins está irreconhecível. Depois da abertura das Fendas, a cidade vive sob quarentena militar — uma mistura de cenário pós-apocalíptico com um silêncio que só quem conhece o Mundo Invertido entende de verdade. É aquele clima que já coloca a gente tenso só de imaginar.

Enquanto isso, Eleven está escondida novamente, fugindo das autoridades que intensificaram a busca por ela. E o grupo — esse que virou uma espécie de família para os fãs — volta a se reunir com uma missão clara: encontrar e matar Vecna de uma vez por todas.

Só que existe um problema: Vecna desapareceu. Ninguém sabe onde ele está, o que está planejando ou quando vai atacar. E esse silêncio, essa ausência, talvez seja mais assustadora do que qualquer aparição dele até agora.

Com a proximidade do aniversário do desaparecimento de Will, aquela sensação familiar começa a crescer no peito dos personagens — e no nosso também. A Netflix descreve essa temporada como “a batalha final”, enfrentando uma escuridão “mais poderosa e mortal” do que qualquer coisa anterior.

É a última vez que veremos esse grupo unido contra o inimigo que marcou a história da série.

E enquanto isso… o Brasil entra no clima

Com a Parada Estranha chegando e Jamie Campbell Bower desembarcando por aqui, o Brasil praticamente virou ponto oficial de encontro do fandom de Stranger Things. A reta final da série promete ser intensa, simbólica, emocional e, acima de tudo, inesquecível — dentro e fora da tela.

E se tem uma coisa que a gente aprendeu com Hawkins, é que enfrentar o fim ao lado de quem ama a história faz tudo valer mais a pena.

Então pode separar a roupa temática, preparar o coração e ajustar o relógio: Vecna está vindo, a Parada Estranha está logo aí e a temporada final está batendo na porta. O Mundo Invertido nunca esteve tão perto — e a gente está prontíssimo para atravessar.

Uma Batalha Após a Outra rompe barreiras e se torna a maior bilheteria da carreira de Paul Thomas Anderson

Paul Thomas Anderson nunca foi conhecido por filmes de grande faturamento. Seu prestígio vinha da sofisticação narrativa, dos personagens complexos e de um cinema que abraçava o risco, não a matemática do mercado. Mas Uma Batalha Após a Outra mudou esse cenário de forma definitiva. De acordo com informações do Omelete, o longa ultrapassou US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais, um resultado histórico para o diretor — e seu primeiro filme a romper essa marca. Até então, o recorde pertencia a Sangue Negro (2007), que somou US$ 76,4 milhões. Agora, esse número parece apenas uma nota de rodapé diante da enorme força global da nova produção.

A conquista impressiona porque o desempenho doméstico foi robusto, mas não gigantesco: cerca de US$ 70 milhões nos Estados Unidos. O que elevou o filme a esse patamar foi o mercado internacional, responsável por US$ 130 milhões, com destaque para Europa e Ásia. O longa, orçado entre US$ 130 e US$ 175 milhões, também se coloca como o projeto mais caro da filmografia de Anderson — e talvez o mais ousado em termos estéticos e narrativos.

O nascimento de um projeto ambicioso

A adaptação de Vineland, romance de Thomas Pynchon lançado em 1990, era um desejo antigo de Anderson. O diretor, que já demonstrara afinidade com a prosa caótica e labiríntica do escritor em Vício Inerente, encontrou no livro uma oportunidade de unir elementos da obra original a experiências pessoais acumuladas ao longo dos anos. Resultado: um híbrido que respeita a essência pynchoniana, mas carrega a assinatura emocional e cinematográfica típica de Anderson.

A trama acompanha um ex-revolucionário que tenta escapar do passado, mas se vê arrastado de volta a ele quando um militar corrupto passa a perseguir sua família. É uma história de perseguições, segredos e feridas que insistem em se abrir no momento em que deveriam cicatrizar. O elenco reforça o peso dramático: Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio Del Toro, Regina Hall, Teyana Taylor e Chase Infiniti conduzem o espectador por uma narrativa densa e cheia de camadas.

Uma experiência filmada como um épico moderno

As filmagens, realizadas na Califórnia, chamaram atenção por um detalhe técnico raro: o uso do VistaVision, formato amplamente utilizado entre os anos 1950 e 1960, famoso pela definição e profundidade excepcionais. Anderson reviveu o processo para dar ao longa uma textura visual particular — quase tátil — que destaca tanto a ação quanto a carga emocional da história.

Esse resgate estético transforma Uma Batalha Após a Outra em um épico contemporâneo que mistura tensão política, drama familiar e uma cadência cinematográfica que poucos diretores trabalham com tanta precisão.

Um passo rumo à consagração

A première mundial aconteceu em 8 de setembro de 2025, em Los Angeles, e despertou reações imediatas. Críticos e público destacaram o equilíbrio raro entre complexidade narrativa e vigor visual. Lançado comercialmente nos EUA em 26 de setembro pela Warner Bros., o filme recebeu elogios pela direção de Anderson, pela trilha sonora, pela fotografia intensa e pela maneira inesperada com que o diretor trabalha cenas de ação — um território pouco explorado em sua filmografia.

As atuações também chamaram atenção. DiCaprio entrega uma performance firme e contida, enquanto a jovem Chase Infiniti surge como revelação, trazendo verdade e força emocional ao papel da filha adolescente.

A narrativa se estende por décadas e mergulha em temas como extremismo político, racismo, vigilância estatal e como ideologias corroem — ou moldam — vínculos afetivos. Em sua juventude, “Ghetto” Pat Calhoun e Perfidia Beverly Hills compõem a organização revolucionária French 75. Vivem missões clandestinas, tensões internas e confrontos cada vez mais perigosos. Em meio a esse caos, Perfidia se envolve com Steven J. Lockjaw, um comandante militar cruel e obcecado por ela.

A militante engravida e dá à luz Charlene. Mesmo assim, não abandona a causa. Sua prisão leva a uma decisão extrema: entrar no programa de proteção a testemunhas. Nesse processo, Lockjaw inicia uma caçada violenta, enquanto Pat assume uma nova identidade para salvar a filha — agora uma bebê lançada ao mundo entre mentiras, violência e rupturas.

Anos passam. Pat vive como Bob, escondido em Baktan Cross, uma comunidade isolada na Califórnia. Sua vida gira em torno de manter Willa — nome que Charlene passa a usar — a salvo e distante de qualquer vestígio do passado. Ele carrega culpa, trauma e uma paranoia crescente, enquanto tenta dar à filha a normalidade que jamais teve.

Enquanto isso, Lockjaw ascende na estrutura militar dos EUA, tornando-se coronel e figura influente entre supremacistas brancos ligados ao Clube dos Aventureiros de Natal. Mas sua trajetória começa a ruir quando decide apagar de vez qualquer evidência de sua relação com Perfidia — incluindo a existência da filha mestiça.

A caça recomeça — e nada permanece escondido para sempre

A partir daqui, o filme assume a tensão de um thriller. Lockjaw envia tropas com o pretexto de uma operação anti-imigração, mas o objetivo real é capturar Bob e Willa. O que se segue é um percurso de fuga, violência e revelações. Bob tenta recorrer a antigos aliados, mas o trauma o impede até de lembrar a senha que poderia salvá-los.

Willa, por sua vez, é enviada para um convento de freiras revolucionárias, um dos tantos símbolos de resistência que o filme incorpora para reforçar seu comentário político.

O cerco se fecha quando Lockjaw descobre o paradeiro da filha. A revelação de que Willa é seu sangue o faz perder prestígio e ser expulso do grupo supremacista. Ainda assim, sua obsessão permanece. Willa, devastada pela verdade sobre sua origem e pela ausência da mãe, exige respostas de Bob — e o confronta armada, em uma das cenas mais doloridas e intensas do filme.

É nesse ponto que Anderson faz a trama crescer não pelo espetáculo, mas pelo drama emocional. O diretor mostra que as batalhas centrais da narrativa são internas, ainda que cercadas por violência e perseguição.

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