“As Parteiras” é o drama francês que vai emocionar você na Sessão da Tarde desta quinta (17)

0
Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quinta-feira, 17 de julho, a Sessão da Tarde aposta em uma história forte, sensível e cheia de humanidade: o drama francês “As Parteiras”, dirigido por Léa Fehner, mostra que nem todo nascimento é feito só de alegria — e que por trás de cada vida que começa, há profissionais exaustas, corajosas e cheias de coração.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o filme acompanha Sofia e Louise, duas jovens que acabam de se formar como parteiras e mergulham de cabeça na rotina intensa de um hospital público. Interpretadas com delicadeza por Khadija Kouyaté e Héloïse Janjaud, elas descobrem rapidamente que o que aprenderam na teoria está longe da realidade frenética das maternidades lotadas.

Quando dar à luz se mistura com dar tudo de si

As Parteiras não é um conto de fadas sobre bebês chegando ao mundo. É um retrato realista (e por vezes dolorido) sobre como é estar do outro lado: o lado de quem segura a mão da mãe, de quem corre contra o tempo quando algo dá errado, de quem vê a vida e a morte caminhando lado a lado.

Além de lidar com plantões intermináveis e a pressão constante, Sofia e Louise precisam encontrar espaço para existir fora dos jalecos — algo cada vez mais difícil quando a rotina hospitalar consome tudo. O filme mostra como o sistema de saúde pode esmagar quem está na linha de frente, especialmente mulheres jovens tentando fazer a diferença.

Uma história sobre coragem — e também sobre cansaço

A grande sacada do longa é não transformar as protagonistas em heroínas inalcançáveis. Pelo contrário: elas choram, erram, questionam e, mesmo assim, voltam no dia seguinte para mais um turno. Porque no fim, o amor pela profissão e pelas vidas que ajudam a trazer ao mundo fala mais alto. Com elenco afiado e um olhar íntimo da diretora sobre os bastidores dos hospitais, o filme emociona justamente por ser honesto. Ele não grita — sussurra verdades que muita gente prefere não ouvir.

Por que você deveria assistir

Se você está procurando uma história com ação mirabolante ou romance açucarado, talvez esse não seja o seu filme do dia. Mas se quiser ser tocado por uma narrativa simples e potente, daquelas que fazem pensar mesmo depois dos créditos, então se prepare. As Parteiras entrega emoção de verdade, com doses generosas de empatia, humanidade e realidade.

O Valor Absoluto do Amor | Episódios 7 e 8 ganham data de estreia; Veja o calendário completo

0

Se você gosta de histórias que misturam romance, juventude e aquele toque de drama emocional, O Valor Absoluto do Amor provavelmente já entrou no seu radar. A produção sul-coreana de 2026, disponível no Amazon Prime Video, vem conquistando espaço justamente por fugir um pouco do óbvio e apostar em uma trama criativa, leve em alguns momentos, mas também cheia de conflitos internos.

A série combina comédia romântica com ambiente escolar e ainda mergulha no universo BL (Boys’ Love), criando uma narrativa que conversa diretamente com o público mais jovem, mas que também pode surpreender quem busca algo diferente dentro dos doramas.

Quando estreiam os episódios 7 e 8?

Para quem já está acompanhando a história e quer saber quando saem os próximos capítulos, a espera não será longa. Os episódios 7 e 8 chegam ao catálogo do Amazon Prime Video no dia 1º de maio de 2026.

A série segue aquele formato que muita gente já se acostumou: lançamentos semanais em blocos de dois episódios. Isso mantém o público sempre engajado, mas também cria aquele suspense gostoso entre uma semana e outra.

Calendário completo dos episódios

EpisódiosData de estreia
Episódios 1 a 4Já disponíveis
Episódios 5 e 6Já disponíveis
Episódios 7 e 81º de maio
Episódios 9 e 108 de maio
Episódios 11 e 1215 de maio
Episódios 13 e 1422 de maio
Episódios 15 e 1629 de maio (final)

Sobre o que é O Valor Absoluto do Amor?

A trama gira em torno de Yeo Eui-ju, uma estudante que, à primeira vista, não tem nada de especial. Ela é daquelas que passam despercebidas na escola, sem chamar atenção, sem grandes destaques. Mas essa imagem “comum” esconde um segredo bem curioso.

Fora do ambiente escolar, Eui-ju leva uma vida dupla: ela escreve romances BL voltados para o público adulto e publica tudo anonimamente na internet, usando o pseudônimo “Imuk”. É nesse universo que ela realmente se expressa, criando histórias intensas e cheias de emoção.

O problema? Quase ninguém lê.

Apesar do talento e da dedicação, suas histórias não fazem sucesso no começo. E isso mexe com ela mais do que parece, principalmente porque Eui-ju é extremamente sensível — alguém que entende bem os sentimentos dos outros, mas trava completamente quando o assunto é viver suas próprias experiências amorosas.

A virada que muda tudo

Tudo começa a mudar quando quatro novos professores chegam à escola. E não são professores comuns: todos jovens, carismáticos e com personalidades bem marcantes.

Como se não bastasse, eles acabam se tornando vizinhos de Eui-ju.

É aí que a história ganha um novo fôlego. Observadora como é, ela começa a usar esses professores como inspiração para seus personagens. Aos poucos, suas histórias ficam mais reais, mais envolventes — e finalmente começam a chamar atenção do público.

Só que esse crescimento vem acompanhado de um problema: quanto mais sucesso ela faz, maior é o risco de alguém descobrir sua identidade secreta.

Entre imaginação e realidade

Um dos pontos mais interessantes da série é justamente essa mistura entre o que é real e o que é inventado. As histórias que Eui-ju escreve começam a se confundir com sua própria vida, e ela passa a enxergar situações do dia a dia com um novo olhar.

Ao mesmo tempo, isso traz uma pressão enorme. Ela precisa esconder quem realmente é, lidar com a possibilidade de ser descoberta e ainda tentar entender os próprios sentimentos, algo que nunca foi seu ponto forte.

Essa dualidade deixa a narrativa mais rica e também mais próxima da realidade de muita gente, principalmente quem já sentiu dificuldade em se expressar ou em lidar com emoções.

Quem está no elenco?

O elenco é outro ponto que ajuda a série a se destacar. Kim Hyang-gi dá vida à protagonista com uma atuação que equilibra bem timidez, humor e intensidade emocional. Ao lado dela estão Cha Hak-yeon, Kim Jae-hyun, Son Jeong-hyeok e Kim Dong-gyu, que interpretam os professores que acabam virando peças-chave na história. Cada um traz uma energia diferente, o que deixa a dinâmica entre os personagens mais interessante.

Três hits no Top 15 e show em Barretos: Léo Foguete confirma o posto de fenômeno nacional

0
Foto: Reprodução/ Internet

Pouco tempo atrás, Léo Foguete era apenas mais um nome em playlists regionais. Hoje, com menos de 12 meses de carreira, o artista já pode dizer — sem modéstia — que está entre os nomes mais tocados do país. E não é força de expressão: três das suas faixas estão entre as 15 mais ouvidas do Brasil, segundo ranking da Pró-Música Brasil, que compila os dados de streaming das principais plataformas.

Com vocais que transitam entre o melódico e o dançante, letras de afeto com pitada de vingança emocional e uma estética que combina o pop nordestino com identidade própria, Léo é o tipo de fenômeno que não pede licença pra acontecer — simplesmente chega e toma o espaço.

Três faixas no topo — e um pé firme nos palcos

As músicas “Cópia Proibida” (11º) e “Última Noite” (12º), além da versão em parceria com Nattan (13º), não apenas invadiram os charts: elas resistiram ao tempo de rotação, permanecendo nas listas semanais com estabilidade rara para artistas iniciantes. Nas plataformas como Spotify, YouTube, Deezer, Apple Music, Amazon Music e Napster, Léo virou figura constante em playlists populares — de virais românticos a sets de festas.

Mas o sucesso não se limita ao digital. Seu primeiro São João foi uma maratona de aclamação, com passagens por festas icônicas no interior nordestino e palcos que exigem muito mais do que um hit em alta: carisma, entrega e presença de palco.

Barretos vem aí — e a consagração também

A próxima parada promete ser um divisor de águas na curta (mas intensa) trajetória do cantor: em agosto, Léo Foguete sobe ao palco principal da Festa do Peão de Barretos, um dos maiores e mais respeitados eventos de música do Brasil. Para muitos artistas, esse é o selo informal de entrada no circuito nacional de elite.

A escolha do nome dele para essa vitrine não é à toa. O público já respondeu, os números consolidaram e os bastidores já o tratam como nome certo entre os grandes. É a confirmação de que o novo está chegando — e rápido.

Um artista em combustão criativa

O sucesso meteórico de Léo não se apoia apenas na viralização. Há um trabalho estético e narrativo que o diferencia da multidão. Ele evita os vícios do forró pasteurizado, aposta em arranjos mais lapidados, e seu discurso — tanto nas músicas quanto nas redes — é direto, bem-humorado e afiado, como pede a nova geração de artistas que não se separam do público nem por um segundo.

Se seguir nesse ritmo, Léo Foguete não será apenas uma promessa explosiva de 2025, mas um nome fixo nas manchetes dos próximos anos.

Novo trailer de O Sorveteiro apresenta a assustadora história de um vendedor de sorvetes ligado a uma onda de violência

0
Foto: Reprodução/ Internet

O diretor Eli Roth (O Albergue, Feriado Sangrento) retorna ao gênero que o consagrou com O Sorveteiro, longa-metragem de terror que estreia nos cinemas em 27 de agosto. Além de comandar a produção, Roth também assina o roteiro ao lado de seu amigo e colaborador Noah Belson. Confira abaixo o trailer oficial divulgado pela produção:

A trama se passa em Bayleen Bay, uma pacata cidade suburbana que vê sua rotina ser completamente abalada pela chegada de um enigmático vendedor de sorvetes. Conhecido apenas como Homem do Sorvete, o personagem distribui gratuitamente suas guloseimas para as crianças da região. O que inicialmente parece uma ação inofensiva logo se transforma em um pesadelo quando os jovens consumidores passam a apresentar comportamentos violentos e homicidas. As informações são do The Hollywood Reporter.

À medida que os incidentes aumentam, moradores, famílias e autoridades locais tentam descobrir o que está provocando a transformação das crianças. Enquanto a cidade mergulha em um cenário de medo e desconfiança, o misterioso sorveteiro permanece no centro dos acontecimentos, tornando-se a principal peça de um quebra-cabeça que ameaça destruir a comunidade.

O papel principal fica a cargo de Ari Millen (Orphan Black, Rupture). O ator interpreta o antagonista da história, personagem que surge como uma figura simpática e acessível, mas que esconde segredos capazes de desencadear o caos em Bayleen Bay.

O elenco reúne ainda Benjamin Byron Davis (Antlers, Guardians of the Galaxy Vol. 3), Karen Cliche (Saw VI, Vampire High), Dylan Hawco (Moonshine, Diggstown), Sarah Abbott (The Good Doctor, SkyMed), Shiloh O’Reilly (The Boys), Kiori Mirza Waldman, Charlie Zeltzer e Charlie Storey. Embora os detalhes sobre seus personagens permaneçam em sigilo, o material promocional sugere que a narrativa acompanhará diferentes moradores afetados pela crise que se espalha pela cidade.

Outro destaque da produção está na trilha sonora. O rapper e produtor musical Snoop Dogg (Starsky & Hutch, Day Shift) participa do projeto após já ter colaborado com Eli Roth em Don’t Go in That House, Bitch!. O trabalho musical também conta com a participação do compositor Brandon Roberts (Feriado Sangrento, Chaos Walking), responsável por criar a identidade sonora do longa. A combinação busca reforçar a atmosfera inquietante e o clima de tensão apresentados no trailer.

“Feito Pipa” leva a sensibilidade da infância brasileira à estreia mundial no Festival de Berlim 2026

0

O cinema brasileiro volta a ocupar um espaço de destaque no cenário internacional com “Feito Pipa”, novo longa-metragem do diretor Allan Deberton (Pacarrete), que fará sua estreia mundial no 76º Festival Internacional de Cinema de Berlim, integrando a mostra competitiva Generation, voltada a narrativas que exploram o universo infantojuvenil a partir de perspectivas contemporâneas e afetivas.

Produzido pela Deberton Filmes e pela Biônica Filmes (Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa, Ritas), em coprodução com a Warner Bros. Pictures, o filme terá distribuição no Brasil pela Paris Filmes. A seleção para a Berlinale 2026, que acontece entre 12 e 22 de fevereiro, consolida o longa como uma das principais apostas brasileiras do ano no circuito de festivais.

A história acompanha Gugu, um menino de quase 12 anos que sonha em se tornar jogador de futebol enquanto vive no interior do Ceará sob os cuidados da avó Dilma, uma professora aposentada que o cria com afeto, liberdade e respeito à sua individualidade. Quando a saúde da avó começa a se fragilizar, Gugu passa a esconder a situação, movido pelo medo de ser afastado dela e obrigado a morar com o pai, um homem incapaz de aceitá-lo como ele é.

A partir desse conflito íntimo, Feito Pipa constrói uma narrativa delicada sobre amadurecimento, pertencimento e amor, observando a infância como um território complexo, atravessado por escolhas difíceis e silêncios carregados de significado. O filme evita excessos dramáticos e aposta em uma condução sensível, onde pequenos gestos e relações cotidianas ganham peso emocional.

Dirigido por Allan Deberton, cineasta formado em Cinema pela Universidade Federal Fluminense (UFF), o longa reafirma uma assinatura autoral já reconhecida internacionalmente. Antes de Feito Pipa, Deberton percorreu mais de 150 festivais com seus curtas-metragens, acumulando 76 prêmios, e alcançou grande repercussão com seu primeiro longa, Pacarrete, exibido no Festival Internacional de Cinema de Xangai e vencedor de oito Kikitos no Festival de Gramado.

As filmagens aconteceram em Quixadá e cidades vizinhas do sertão cearense, tendo como cenário central a barragem de Araujo Lima, que, após longos períodos de seca, revela as ruínas de uma antiga cidade submersa. Esse espaço simbólico atravessa o filme como metáfora de memória, ausência e reconstrução emocional, dialogando diretamente com a jornada interna do protagonista.

O roteiro é assinado por André Araújo, e o elenco reúne Yuri Gomes, Teca Pereira (Pacarrete), Lázaro Ramos (O Homem que Copiava, Madame Satã), além de Carlos Francisco e Georgina Castro. As atuações contribuem para a atmosfera intimista da obra, sustentando a delicadeza do olhar infantil sem recorrer a idealizações.

A produção é liderada pela Deberton Filmes, produtora cearense comandada por Allan Deberton e Marcelo Pinheiro, que mantém atuação constante em mercados internacionais como o European Film Market, o Marché du Film e o Ventana Sur. A empresa já desenvolve novos projetos previstos para 2026 em coprodução com estúdios como a Paramount Pictures e a alemã Arthood Films.

A parceria com a Biônica Filmes fortalece o projeto desde sua fase de desenvolvimento, unindo estratégias criativas e executivas. A produtora vive um momento de destaque no mercado nacional após o sucesso comercial de Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa e o alcance expressivo do documentário Ritas.

Feito Pipa conta ainda com produção associada da Mistika, patrocínio do Nubank e apoio do Projeto Paradiso, por meio da Incubadora Paradiso. O filme é realizado com recursos do PNAB CE, Governo do Ceará, BRDE, Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), Ancine e Ministério da Cultura.

Netflix cancela animação de Tomb Raider após confirmação de live-action da Prime Video

0

A indústria do entretenimento sempre foi marcada por reviravoltas, mas poucas notícias recentes mexeram tanto com o público gamer e os fãs da cultura pop quanto o anúncio do cancelamento da série animada Tomb Raider: A Lenda de Lara Croft. A decisão, confirmada pela Netflix, encerra a produção junto à sua segunda temporada, que estreia em 11 de dezembro.

O impacto da notícia não se deve apenas ao fim precoce de uma animação baseada em uma das franquias mais bem-sucedidas da história dos videogames. O anúncio ganhou ainda mais destaque pelo contexto: apenas um dia antes, a Prime Video oficializou a produção de uma série em live-action de Tomb Raider, com a atriz Sophie Turner no papel da lendária arqueóloga Lara Croft.

A coincidência — ou estratégia de comunicação — expôs a rivalidade entre as plataformas e reacendeu discussões sobre como os ícones da cultura gamer se reinventam em tempos de disputas ferozes por audiência. Mais do que isso, trouxe de volta à tona a importância de Lara Croft, uma personagem que atravessou gerações e se consolidou como um dos maiores símbolos da indústria do entretenimento.

O adeus à animação da Netflix

Quando foi anunciada, Tomb Raider: A Lenda de Lara Croft parecia uma aposta certeira. A Netflix vinha colhendo bons frutos com adaptações animadas de franquias de games, como Castlevania e Dota: Dragon’s Blood. A expectativa era de que Lara Croft, com toda sua bagagem cultural, se tornasse mais um sucesso nessa leva.

A primeira temporada apresentou uma heroína em busca de equilíbrio entre seu passado, os mistérios do mundo e a própria identidade. O estilo visual foi elogiado, assim como a tentativa de modernizar a narrativa sem perder o espírito aventureiro que acompanha a personagem desde 1996.

Ainda assim, a série não atingiu o impacto esperado. Diferente de outras produções do gênero, que viralizaram e geraram comunidades fervorosas de fãs, A Lenda de Lara Croft encontrou um público fiel, mas limitado. Para a Netflix, sempre de olho em métricas de engajamento, a decisão de não renovar foi inevitável.

O anúncio do fim, no entanto, não passou despercebido. Para muitos fãs, a sensação foi de que a série não teve tempo suficiente para mostrar todo o seu potencial. A frustração aumentou diante da notícia do live-action pela concorrente — como se Lara estivesse sendo “resgatada” por outra gigante do streaming.

Lara Croft: uma heroína maior que os games

É impossível falar de Tomb Raider sem entender o peso de Lara Croft na cultura pop. Criada por Toby Gard e lançada em 1996, a personagem rapidamente se tornou um marco. Num cenário dominado por mascotes masculinos como Mario, Sonic e Link, Lara surgiu como uma figura feminina independente, destemida e carismática.

Com seu visual inconfundível — pistolas duplas, shorts curtos e top verde —, ela se tornou símbolo não apenas de ação, mas de empoderamento feminino. Ao longo dos anos, Lara foi celebrada por abrir espaço para protagonistas mulheres em games e criticada por sua sexualização exagerada nos primeiros títulos. Ainda assim, sua força como ícone cultural permaneceu intacta.

Em 2006, o Guinness World Records a reconheceu como a heroína de videogame mais bem-sucedida do mundo. E os números falam por si: mais de 100 milhões de cópias vendidas em toda a franquia, consolidando Tomb Raider entre as séries de games mais populares da história.

Do controle para as telonas: o mito ganha carne e osso

A transição de Lara Croft para o cinema foi inevitável. Em 2001, Angelina Jolie assumiu o papel em Lara Croft: Tomb Raider. A performance da atriz foi tão marcante que até hoje muitos ainda a consideram a “encarnação definitiva” da heroína. O sucesso do filme garantou uma sequência em 2003, consolidando Lara como presença além dos consoles.

Mais de uma década depois, em 2018, a franquia ganhou um reboot cinematográfico, desta vez com Alicia Vikander. Inspirada na versão mais recente dos jogos, a personagem foi retratada de forma mais realista e humana, enfrentando dilemas internos e físicos que a aproximavam do público contemporâneo. Embora o filme tenha dividido opiniões, abriu caminho para novas abordagens da arqueóloga.

Agora, a aposta recai sobre Sophie Turner, escalada pela Prime Video para viver a personagem em uma série live-action. Conhecida por dar vida a Sansa Stark em Game of Thrones e por interpretar Jean Grey em X-Men, Turner traz consigo experiência em papéis complexos e um público fiel. Sua escolha indica um desejo da Amazon de dar um tom mais dramático e intimista à jornada de Lara.

A batalha entre os streamings

A proximidade entre os anúncios da Netflix e da Prime Video dificilmente pode ser considerada coincidência. A disputa pelo domínio de personagens icônicos é uma das estratégias mais agressivas da atual “guerra dos streamings”.

Lara Croft, com seu apelo global, é um trunfo valioso. Ter os direitos de adaptação significa atrair não apenas fãs de games, mas também cinéfilos, nostálgicos e novos espectadores em busca de boas histórias de aventura.

Para a Netflix, a perda do título é simbólica: mesmo investindo em um formato que vinha crescendo, não conseguiu sustentar o projeto a longo prazo. Já a Prime Video aposta alto, transformando Lara em uma de suas principais armas para rivalizar com outras plataformas em um mercado cada vez mais competitivo.

Domingo Maior (5) exibe “Planeta dos Macacos: A Guerra”, capítulo final de uma das trilogias mais aclamadas da ficção científica

0

Na noite de hoje, 5 de abril, a TV Globo apresenta no “Domingo Maior” o filme Planeta dos Macacos: A Guerra, produção que encerra uma das trilogias mais relevantes da ficção científica no cinema recente. Lançado em 2017 e dirigido por Matt Reeves, o longa-metragem combina ação, drama e reflexões sobre sobrevivência em um mundo devastado por conflitos entre humanos e primatas.

A história se passa após os acontecimentos de Planeta dos Macacos: O Confronto e acompanha o líder dos macacos, César, interpretado por Andy Serkis. Depois de um ataque violento que resulta em mortes e destruição entre seu grupo, ele decide seguir em busca de respostas e justiça. A jornada, no entanto, revela-se mais complexa do que uma simples missão de vingança, colocando o personagem diante de dilemas que envolvem liderança, moralidade e o futuro de sua espécie.

Do outro lado do conflito está o coronel McCullough, interpretado por Woody Harrelson. O personagem representa uma força militar endurecida pelas circunstâncias extremas, disposto a levar o confronto às últimas consequências. O encontro entre César e o coronel conduz a narrativa para um embate decisivo, no qual não está em jogo apenas a sobrevivência de grupos isolados, mas o destino de todo o planeta.

O elenco também conta com a participação de Steve Zahn, Amiah Miller e Karin Konoval, que ajudam a compor uma trama marcada por tensão constante e relações que se desenvolvem em meio ao cenário de guerra. A atuação de Andy Serkis segue como um dos grandes destaques, especialmente pela forma como a tecnologia de captura de movimento é utilizada para transmitir emoções complexas por meio do personagem.

A direção de Matt Reeves prioriza uma abordagem mais intimista, explorando o impacto psicológico do conflito sobre os personagens. Ao mesmo tempo, o filme não abre mão de sequências de ação bem elaboradas, que ampliam a sensação de urgência e perigo ao longo da narrativa. O roteiro, escrito em parceria com Mark Bomback, constrói uma história que equilibra espetáculo visual com profundidade temática.

No aspecto técnico, o longa se destaca pelo realismo dos efeitos visuais, responsáveis por dar vida aos macacos com alto nível de detalhamento. A fotografia reforça o tom dramático da obra, utilizando paisagens naturais e ambientes degradados para ilustrar um mundo em colapso. As filmagens aconteceram em Vancouver, no Canadá, contribuindo para a criação de cenários que ampliam a imersão do público.

Com orçamento estimado em cerca de 150 milhões de dólares, o filme alcançou uma arrecadação global superior a 480 milhões, consolidando-se como um sucesso comercial. A recepção da crítica foi majoritariamente positiva, com elogios direcionados à narrativa, às atuações e à forma como a história encerra a trilogia iniciada com Planeta dos Macacos: A Origem. Muitos analistas destacaram o longa como um exemplo de como franquias podem evoluir sem perder consistência.

A obra também mantém conexão com o universo criado por Pierre Boulle, autor do livro que inspirou a franquia original. Mesmo com uma abordagem contemporânea, o filme preserva temas centrais como a relação entre poder e civilização, além de questionar até que ponto a violência pode ser justificada em situações extremas.

Onde assistir?

Para quem quiser assistir ao longa além da exibição na Domingo Maior, o filme Planeta dos Macacos: A Guerra também está disponível em plataformas de streaming por assinatura. Atualmente, é possível encontrá-lo no catálogo do Disney+ e do HBO Max, oferecendo ao público a opção de assistir sob demanda, no horário que preferir e com mais flexibilidade.

Resumo semanal de A Caverna Encantada 27/08/2024 a 30/08/2024

0
Foto: Divulgação/ SBT

Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Caverna Encantada, entre os dias 27 de agosto a 30 de agosto. A novela vai ao ar de segunda a sexta-feira, a partir das 20h30, na tela do SBT.

No capítulo 22 de terça, 27 de agosto, Benjamin e Nina, determinados a descobrir a identidade do enigmático Moleza, bolam um plano audacioso: espalhar folhas por todo o colégio para criar uma pista que possa atraí-lo. O ambiente escolar se enche de folhas secas e coloridas, em uma tentativa de chamar a atenção de Moleza, que tem mantido sua presença envolta em mistério. Lavínia, sempre atenta aos detalhes, decide reunir Anna, Manu e Isadora para explorar a cozinha do colégio em busca de pistas adicionais. Sua esperança é que, ao investigar o freezer, possam encontrar algo que ajude a desvendar o segredo de Moleza. No entanto, o que elas encontram é um bilhete misterioso deixado por um autor anônimo. O bilhete exige algo em troca de qualquer informação sobre Moleza, aumentando o suspense e a complexidade da situação. A tensão aumenta ainda mais quando um gorila entra inesperadamente no colégio. O gorila provoca pânico entre os alunos e causa um medo particular na diretora Norma, que se vê aterrorizada com a situação. O caos gerado pela presença do gorila piora a confusão e dificulta ainda mais a busca por Moleza. Com o cenário cada vez mais tumultuado, Lavínia, desconfiada da possível ligação de Felipe com Moleza, tenta confrontá-lo. No entanto, Felipe a afasta com uma frieza desconcertante, aumentando as suspeitas sobre seu envolvimento. A presença do gorila também afeta Lavínia, que, além de lidar com suas próprias emoções, se vê ainda mais desorientada pela situação caótica. Os Luíses são convocados para ajudar na busca por Moleza, trazendo uma nova perspectiva e estratégias para resolver o mistério. Felipe, percebendo que a situação exige medidas mais criativas, pede a Anna que compre doces na loja Lolipopus, famosa entre os alunos. Ele acredita que os doces podem ser a chave para atrair Moleza e finalmente resolver o enigma que tem perturbado o colégio. Anna, ansiosa para contribuir, se dirige à loja, esperançosa de que sua missão possa desvendar o mistério e trazer uma solução para o enigma de Moleza.

No capítulo 23 de quarta-feira, 28 de agosto, Rui se une a Felipe na toca dos Luíses, onde Moleza está escondido. A situação se torna caótica quando um gorila, que é na verdade uma fantasia, começa a causar um verdadeiro alvoroço no colégio, aterrorizando alunos e funcionários. Gabriel enfrenta o gorila em uma luta, tentando controlar a situação. Enquanto isso, Felipe provoca Moleza, levando-o a revelar que, surpreendentemente, ele sabe falar. Gabriel e Pilar, ao investigarem mais de perto, descobrem que o gorila é apenas uma fantasia e que, por trás da vestimenta, está Elisa. A inspetora confessa que seu objetivo era apenas dar uma aula mais animada, mas acabou ficando presa na fantasia. Norma fica extremamente irritada com Elisa pela confusão criada. Moleza, aliviado por estar livre, pede a Felipe que o devolva a Anna. Felipe então o coloca cuidadosamente na cama de Anna, que fica emocionada ao vê-lo de volta. Moleza aproveita o momento para contar a Anna que Felipe o raptou e expressa seu desejo de se vingar do garoto. Enquanto isso, Goma Behr informa a Thomas que as vendas da empresa estão aquém das expectativas e que será necessário cortar gastos. Thomas fica preocupado com a possibilidade de ser demitido devido à situação financeira da empresa. Em outro cenário, Dalete ainda alimenta a esperança de que eventualmente ficará com Tonico, apesar dos desafios que enfrentam.

No capítulo 24 de quinta, 29 de agosto, Anna, Manu e Isadora se deparam com a oportunidade de usar o celular de Lavínia para fazer um pedido de delivery dos deliciosos doces do Lolipopus. As três não perdem tempo e pegam o aparelho, mas Lavínia, percebendo a situação, corre atrás delas para tentar recuperar o celular. Enquanto isso, Thomas se esforça ao máximo no trabalho, preocupado com a possibilidade de ser demitido e tentando se destacar com uma atitude extremamente proativa. Uma grande tempestade se abate sobre o bairro, resultando em um apagão generalizado. Goma Behr, em busca de iluminação, decide ir até a Rosa dos Ventos para pegar algumas velas emprestadas. Durante a visita, Goma mostra a Anna uma antiga fotografia que encontrou, na qual estão os antigos moradores do colégio. Anna fica surpresa ao descobrir que, antes de se tornar o Rosa dos Ventos, a residência pertenceu aos avós paternos, onde o próprio Paulo cresceu. Anna, impressionada com a descoberta, compartilha a foto com Manu e Isadora e expressa a teoria de que o colégio pode ter pertencido ao pai dela. Isadora, no entanto, intervém, sugerindo que a família pode ter vendido a propriedade há muito tempo. Curiosa e determinada, Anna decide que precisa saber mais sobre a história do colégio e seus laços com sua família.

No capítulo 25 de sexta, 30 de agosto, Durante uma violenta tempestade, Tonico e Elisa enfrentam dificuldades para consertar o telhado do colégio, que está cheio de vazamentos. Enquanto isso, Anna observa que há uma luz estranha emanando de trás da prateleira de livros na biblioteca e decide informar Manu, Isadora e Nina sobre a descoberta. No entanto, uma telha quebrada faz com que uma enxurrada de água caia diretamente sobre Lavínia, deixando-a encharcada. As meninas, devido ao caos, acabam dormindo no saguão do colégio. Dalete, Tonico, Pilar e Gabriel se mostram preocupados com o estado do quarto das garotas, que foi severamente afetado pela chuva. Em meio a todo esse tumulto, o computador de Norma sofre danos significativos, resultando na perda da planilha crucial que continha os contatos dos possíveis familiares de Anna. Para tentar minimizar a situação, Anna inventa uma história para Lavínia, afirmando que a água que caiu sobre ela foi parte de uma mágica. Em um golpe ainda mais duro, Norma recebe um telefonema informando que as buscas por Paulo foram oficialmente encerradas e ele foi declarado morto. Enquanto a tempestade continua a seu curso, Anna, Manu, Isadora e Nina ouvem um assobio enigmático vindo de trás da estante de livros na biblioteca, aumentando a tensão e o mistério que cercam o colégio.

Saiba mais sobre a novela

A novela, que estreou em julho pelo SBT, tem conquistado o público infantojuvenil com uma trama envolvente e um elenco estelar. A produção, que segue o sucesso de A Infância de Romeu e Julieta, marca a oitava incursão da emissora no gênero voltado para o público jovem, consolidando a estratégia da emissora iniciada em 2012.

O enredo gira em torno de Anna Salvatore, interpretada por Mel Summers, uma menina de 7 anos que enfrenta uma série de desafios após seu pai, Paulo Salvatore, vivido por Elam Lima, desaparecer durante uma missão perigosa. Anna, deixada em um colégio interno no interior de São Paulo, decide investigar o sumiço do pai, desvendando segredos familiares e descobrindo sua própria força e coragem.

O elenco é uma das grandes apostas da novela, trazendo nomes consagrados e novos talentos para criar um ambiente rico e diversificado. Elam Lima, conhecido por suas atuações marcantes, dá vida a Paulo Salvatore, um médico missionário que se vê envolvido em uma trama cheia de mistérios. Miguel Coelho interpreta Gabriel, um personagem-chave na trama que apoia a jornada de Anna.

Clarice Niskier assume o papel de Norma, enquanto Rosi Campos e Luíza Tomé são Shirley Ramos e Dalete Alves, respectivamente, trazendo profundidade e complexidade às personagens que interagem com a jovem protagonista. Thay Bergamim e Giulia Nassa, no papel de Betina e Cristina, adicionam camadas à trama com suas atuações envolventes. Os personagens secundários, como Bernardo Schroeder (Lucas), Sofia Fornazari (Flora), Manu Bistene (Isadora Ramos), Milena Ramos (Maria Eduarda), e Juju Teófilo (Nina), enriquecem a narrativa e proporcionam uma gama de experiências e perspectivas que complementam a jornada de Anna.

A produção é assinada por Íris Abravanel, com contribuições de Andreza Porto, Denise Barbosa, Fany Higuera, Gustavo Braga e Luiz Felipe Pereira Santos. A história é marcada pela busca de Anna por respostas, explorando temas de coragem, descoberta e a força das relações familiares. “Caverna Encantada” não é apenas uma novela; é uma viagem ao universo da coragem e da descoberta pessoal,” afirma Íris Abravanel. “Estamos empolgados em apresentar uma história que ressoa com o público jovem, trazendo uma narrativa cheia de emoção e aprendizado.”

Acerte ou Caia 13/04/2025: Tom Cavalcante recebe Matheus Ceará, Nizo Neto e Thayse Teixeira

0

Neste domingo, dia 13 de abril de 2025, o Acerte ou Caia! entra em clima de stand-up comedy com uma edição pra lá de especial! Sob o comando do irreverente Tom Cavalcante, o palco será tomado por um verdadeiro esquadrão do riso, reunindo alguns dos nomes mais hilários do humor nacional. É gargalhada na certa — mas com um toque de adrenalina! Afinal, os comediantes terão que provar que além de arrancar risos, também sabem se virar nos desafios do game.

E não pense que vai ser fácil! Eles vão precisar de muito raciocínio rápido, agilidade e improviso para se manterem na disputa e fugir das quedas inesperadas do game. No fim, o grande vencedor será aquele que conseguir equilibrar piada boa com concentração total. E o público, claro, é quem sai ganhando com tanto talento reunido no mesmo palco!

Confira quem promete dominar a noite com humor afiado:


Ana Maria Brisa – A estrela carismática de Maicon Sales

Um dos momentos mais esperados da noite é a participação da queridíssima Ana Maria Brisa, personagem icônica criada por Maicon Sales. Inspirada na eterna Ana Maria Braga, a personagem não é apenas uma imitação — é uma recriação hilária, com trejeitos exagerados, figurino inconfundível e aquele jeitinho meigo e espontâneo que conquistou a internet.

Maicon tem lotado teatros com seu show solo e viraliza diariamente com vídeos engraçadíssimos nas redes sociais. No rádio, ele também marca presença com um programa de sucesso. Agora, Ana Maria Brisa troca a cozinha matinal por um cenário de competição: será que ela vai temperar o jogo com seu humor afiado e ainda levar o prêmio?


Aurineide Camurupim – A força cearense do riso

Direto do Ceará, assim como Tom, a divertida Aurineide Camurupim é veterana quando o assunto é fazer rir. A humorista conquistou o país após vencer o concurso de piadas do Show do Tom em 2006 e, desde então, não parou mais. Já dividiu palco com lendas do entretenimento, incluindo Silvio Santos, e segue rodando o Brasil com shows que arrancam gargalhadas por onde passa.

Agora, ela encara mais um desafio no Acerte ou Caia! Será que sua experiência e irreverência serão suas armas para vencer a disputa?


Criss Paiva – A segunda chance de uma gigante do humor

Criss Paiva é daquelas artistas multifacetadas: humorista, youtuber, palestrante e uma das vozes mais conhecidas da podosfera brasileira. Ela também brilha nos palcos com seu stand-up direto e afiado. Já participou do programa anteriormente, mas não levou o troféu para casa.

Agora, com uma nova oportunidade em mãos, Criss volta com tudo — pronta para mostrar que, além de conteúdo, também tem jogo de cintura. Será que a revanche vem aí?


Gustavo Mendes – O talento que une teatro, TV e muita piada boa

Gustavo Mendes já mostrou seu talento ao lado de Tom Cavalcante nos tempos do Show do Tom na RECORD, onde brilhou em festivais de piadas. Desde então, expandiu sua carreira: atuou em novelas, séries e segue firme nos palcos com shows de stand-up sempre lotados.

Hoje, Gustavo também pilota um podcast de sucesso, compartilhando os melhores momentos com sua base fiel nas redes sociais. Agora, a pergunta é: será que ele vai conseguir rir e raciocinar ao mesmo tempo para levar a melhor no game?


Matheus Ceará – A certeza de risada (e talvez de vitória)

Com uma trajetória marcada por conquistas no humor, Matheus Ceará começou ganhando destaque ainda em 2008, no festival de piadas do Show do Tom. Pouco depois, venceu o concurso “O Mais Novo Humorista do Brasil” e se consolidou em um programa humorístico onde ficou por mais de uma década.

Autor de livro, apresentador e sucesso no palco, Matheus atualmente segue em turnê pelo país e recentemente apresentou o quadro “Talk Rua” no Domingo Record. No palco do Acerte ou Caia!, diversão é garantida com ele — mas será que o prêmio também vem?


Com esse elenco de peso, o episódio promete ser um verdadeiro show de humor e agilidade. Prepare a pipoca, o sorriso e a torcida, porque o Acerte ou Caia! deste domingo vai ser daqueles para não perder por nada!

F1: O Filme surpreende nas bilheterias acumulando quase US$ 400 milhões e transforma Brad Pitt no novo ídolo das pistas

0
Foto: Reprodução/ Internet

O que acontece quando um astro de Hollywood, um campeão mundial de Fórmula 1 e a emoção real das pistas se encontram? A resposta está em F1: O Filme, uma das produções mais comentadas do ano — e agora, também, um fenômeno de bilheteria. Com US$ 393 milhões arrecadados mundialmente em apenas três semanas, o longa já bateu o recorde da Apple nos cinemas, ultrapassando Napoleão (2023) e reafirmando que filmes com alma, suor e velocidade ainda conquistam plateias mundo afora.

Nos Estados Unidos, o filme alcançou US$ 136 milhões, depois de adicionar mais US$ 13 milhões no último fim de semana. Um desempenho que ultrapassou as previsões iniciais e que, segundo especialistas, foi impulsionado pelo apelo emocional da história — e não apenas pelos motores roncando em alta rotação.

Mais do que carros, uma história de recomeço

Sob a direção precisa de Joseph Kosinski (Top Gun: Maverick) e com roteiro assinado por Ehren Kruger, o longa não se contenta em apenas reproduzir o barulho das corridas. Ele quer mostrar o que há por trás do capacete, nos bastidores dos boxes e, principalmente, no coração dos pilotos.

Brad Pitt vive Sonny Hayes, um lendário piloto que trocou os pódios pelo silêncio da aposentadoria — até ser convocado a voltar às pistas para algo maior do que vencer: ser mentor do jovem Joshua Pearce (Damson Idris), promessa de uma escuderia fictícia chamada ApexGP. Não é só uma volta ao volante. É um retorno ao passado, aos erros, aos traumas e à chance de fazer diferente.

É nesse ponto que o filme deixa de ser apenas uma produção esportiva e se torna um drama humano, movido por empatia, escolhas difíceis e reconciliações invisíveis. Sonny não precisa provar mais nada a ninguém. Mas talvez precise provar a si mesmo que ainda vale a pena lutar — por alguém, por algo.

A verdade corre junto

Diferente de outras produções do gênero, o longa-metragem tem autenticidade na sua essência. As cenas de corrida foram captadas durante as etapas reais do GP da Inglaterra, com autorização especial da FIA e apoio direto de Lewis Hamilton, que além de produtor do longa, atuou como conselheiro técnico e voz ativa para manter a integridade do universo automobilístico retratado.

O resultado é um filme onde nada parece encenado demais, mesmo com a grandiosidade visual. Há graxa, suor e calor real. A câmera mergulha dentro dos carros, acompanha as trocas de marcha, vibra junto com os mecânicos. Mas o que mais impressiona é como, no meio de tanta velocidade, o filme encontra tempo para a escuta, para a pausa e para a dúvida — algo raro em blockbusters.

Brad Pitt: menos astro, mais humano

É impossível ignorar o magnetismo de Brad Pitt na tela. Mas, ao contrário de outros papéis em que o ator brilha pela presença, aqui ele se apaga quando precisa — e é aí que mais impacta. Sonny é um homem quebrado, tentando costurar alguma dignidade entre uma geração que já não fala sua língua e um sistema que pouco se importa com legados.

Damson Idris, como Joshua, também merece destaque. Seu personagem não é arrogante, nem um prodígio infalível. Ele erra, hesita, explode, aprende. A relação entre os dois protagonistas não se constrói em frases feitas, mas em silêncios, gestos e olhares — como nos grandes duelos das pistas, onde o tempo de reação vale mais do que qualquer discurso.

Um novo patamar para a Apple nos cinemas

Lançado sob o selo Apple Original Films, a produção americana é o projeto mais ambicioso da empresa nos cinemas até agora — e o que mais deu retorno. Ao ultrapassar Napoleão nas bilheteiras globais, o longa confirma que a estratégia de investir em experiências cinematográficas de alto nível (em vez de apostar apenas no streaming) é não só acertada, mas necessária.

🎬 F1: O Filme já está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil
⏱ Duração: 129 minutos
🎟 Classificação: 14 anos