Resumo da novela Dona de Mim de sábado, 17/05

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O sábado (17 de maio de 2025) promete fortes emoções em Dona de Mim! Vem aí um capítulo cheio de reencontros, decisões importantes, conflitos e um flagra que pode virar o jogo…

🧳 Leo decide dar mais uma chance ao passado e aceita voltar a trabalhar na mansão de Abel. Os dois firmam um novo acordo, e, apesar das mágoas, a convivência promete ser cheia de tensão (e talvez redenção?). Stephany e Yara vibram com a alegria de Leo por estar mais perto de Sofia — e a gente também torce por esse reencontro cheio de afeto.

⚡ Já Marlon não consegue segurar o incômodo com esse retorno. Ele parte pra cima de Leo e os dois acabam discutindo sobre tudo que ficou mal resolvido entre eles no passado. E o clima só não fica mais pesado porque Marlon também vive um dia marcante: seu primeiro dia na polícia. E quem acompanha tudo com brilho nos olhos é Alan, que não esconde o orgulho.

🤝 Davi, aos poucos, tenta se reaproximar de Leo… mas quem acaba interrompendo o momento é Sofia. Será que ela percebeu algo ou foi só coincidência? 👀

🧵 No mundo da moda, a bomba do dia: Jaques anuncia que a coleção de Filipa foi um verdadeiro fracasso. E Abel não perdoa — diz que vai afastá-la da Boaz! A relação entre Rosa e Jaques também entra em rota de colisão por causa de Abel. E parece que ninguém escapa da confusão…

🚨 Marlon ainda ouve poucas e boas de Castanho, que tenta colocá-lo nos eixos após seu comportamento impulsivo. Mas a cereja do bolo vem no fim do capítulo: Jaques, todo sedutor, se insinua para Filipa… e adivinha quem vê tudo? Tânia, que flagra os dois no flagra!

Diretor de Invasão Zumbi, Yeon Sang-ho apresenta primeiro trailer de Colony, novo thriller de mortos-vivos

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Foto: Reprodução/ Internet

Yeon Sang-ho, cineasta sul-coreano responsável por revitalizar o gênero zumbi com o aclamado Invasão Zumbi, está oficialmente de volta ao universo dos mortos-vivos. O diretor revelou o primeiro trailer de Colony, seu novo longa-metragem, que promete apresentar uma abordagem intensa, claustrofóbica e emocionalmente carregada para o apocalipse zumbi, marca registrada de sua filmografia.

No material divulgado, o público acompanha os primeiros momentos do colapso social provocado por um vírus desconhecido. A história tem início durante uma conferência científica, quando o prédio onde o evento acontece se transforma repentinamente no marco zero de uma infecção devastadora. A partir desse ponto, o local passa a abrigar sobreviventes isolados, forçados a enfrentar não apenas os infectados, mas também o medo, o desespero e a imprevisibilidade da situação.

A protagonista é interpretada por Jun Ji-hyun, conhecida por trabalhos como Polaris: Conspiração Política. No filme, ela vive uma professora de biotecnologia que se vê presa dentro do edifício no momento em que o vírus começa a se espalhar. Seu conhecimento científico passa a ser uma possível chave para compreender a infecção, mas também a coloca no centro de decisões que envolvem risco extremo e dilemas morais.

O elenco de Colony reúne alguns dos nomes mais respeitados do cinema e da televisão sul-coreanos. Ji Chang-wook, de O Manipulado, interpreta Choi Hyun-seok, o segurança do prédio que assume a linha de frente no combate direto contra os infectados. Shin Hyun-been, conhecida por Hospital Playlist, dá vida a Gong Seol-hee, uma personagem determinada a entender a origem da crise e encontrar uma saída racional em meio ao caos.

Também se destacam Kim Shin-rok, de Gostinho de Amor, no papel de Choi Hyun-hee, uma mulher visivelmente pressionada por decisões de vida ou morte, e Go Soo, de Oficial da Condicional Lee, que interpreta Han Gyu-seong, personagem que representa o medo humano diante do colapso iminente. O elenco ainda conta com Koo Kyo-hwan, de D.P. Dog Day, reforçando a diversidade de perfis e conflitos apresentados no trailer.

Visualmente, o primeiro trailer de Colony aposta em uma atmosfera opressiva e realista, com corredores escuros, espaços confinados e uma sensação constante de ameaça. Diferente de narrativas globais de apocalipse, o filme parece focar na experiência íntima e psicológica dos personagens, acompanhando a evolução imprevisível dos infectados e o impacto direto da crise sobre cada indivíduo preso no prédio.

Produzido pela sul-coreana Showbox, o longa tem estreia prevista nos cinemas da Coreia do Sul ainda em 2026. Até o momento, não há confirmação de distribuição internacional ou data definida para o lançamento no Brasil, embora o interesse do público estrangeiro seja alto, especialmente após a divulgação do trailer.

Colony marca mais um capítulo na trajetória de Yeon Sang-ho como um dos cineastas mais relevantes do gênero na atualidade. O diretor conquistou reconhecimento internacional ao apresentar histórias que combinam horror, crítica social e emoção humana em títulos como Invasão Zumbi, Face e a série Hellbound. Em seu novo projeto, Yeon parece reforçar essa identidade, apostando em personagens complexos, tensão crescente e um olhar atento sobre o comportamento humano diante do colapso.

Supergirl ganha nova imagem com Milly Alcock e revela uma heroína mais solitária e emocional no novo DCU

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Foto: Reprodução/ Internet

A nova fase do Universo DC começa a tomar forma — e Supergirl surge como uma de suas apostas mais ousadas. A revista Empire divulgou nesta terça-feira (7) uma imagem inédita do filme, trazendo Milly Alcock (A Casa do Dragão, Upright) caracterizada como Kara Zor-El. Mais do que um simples vislumbre visual, a foto transmite o espírito do longa: uma heroína marcada por perdas, em constante deslocamento e distante do ideal clássico de perfeição.

Com estreia marcada para 26 de junho de 2026, o filme é o segundo capítulo do novo DCU, universo cinematográfico comandado por James Gunn (Guardiões da Galáxia, O Esquadrão Suicida) e Peter Safran (Aquaman, Shazam!), e integra o arco inicial intitulado “Deuses e Monstros”. A direção é de Craig Gillespie (Eu, Tonya, Cruella), enquanto o roteiro fica por conta de Ana Nogueira (The Vampire Diaries, Hightown).

A imagem revelada reforça a proposta de apresentar uma Supergirl menos idealizada e mais humana. Diferente de Superman, Kara cresceu isolada, testemunhando a destruição de Krypton de forma mais consciente, o que molda uma personalidade mais dura e emocionalmente complexa. Essa abordagem tem como principal inspiração a aclamada HQ “Supergirl: Woman of Tomorrow”, escrita por Tom King (Sr. Milagre, Batman) e ilustrada por Bilquis Evely (Mulher-Maravilha, The Dreaming), embora o subtítulo tenha sido removido oficialmente.

Na trama, Kara comemora seu 23º aniversário viajando pelo espaço ao lado de Krypto, seu fiel companheiro. Durante essa jornada errante, ela cruza o caminho da jovem Ruthye Marye Knoll, cuja tragédia pessoal desencadeia uma busca brutal por vingança, colocando a heroína diante de escolhas morais difíceis e de uma violência que ela não pode simplesmente ignorar.

A escolha de Milly Alcock para o papel foi recebida com entusiasmo justamente por sua capacidade de transitar entre fragilidade e intensidade. A atriz ganhou projeção internacional como a jovem Rhaenyra Targaryen em A Casa do Dragão, além de trabalhos elogiados em Upright e Reckoning, sempre interpretando personagens emocionalmente densos.

As filmagens ocorreram entre janeiro e maio de 2025, nos estúdios Warner Bros. Leavesden, em Londres, além de locações na Escócia. O elenco inclui ainda David Krumholtz (Oppenheimer, Numb3rs) e Emily Beecham (Cruella, Into the Badlands) como Zor-El e Alura In-Ze, pais de Kara.

Superman marcou o mais recente capítulo do DCU nos cinemas

Lançado em 2025, Superman marcou um novo começo para o Universo DC nos cinemas, funcionando como a pedra fundamental do DCU idealizado por James Gunn (Guardiões da Galáxia, O Esquadrão Suicida) e Peter Safran (Aquaman, Shazam!). Diferente de versões anteriores, o longa optou por apresentar Clark Kent já estabelecido como herói, enfrentando não apenas ameaças físicas, mas também o peso simbólico de representar esperança em um mundo cada vez mais desconfiado de figuras de poder.

Vivido por David Corenswet (Hollywood, Pearl), o Homem de Aço desta nova fase foi retratado de forma mais calorosa e empática, enquanto Rachel Brosnahan (The Marvelous Mrs. Maisel, House of Cards) trouxe inteligência e sensibilidade à Lois Lane. O grande antagonista, Lex Luthor, ganhou contornos contemporâneos na interpretação de Nicholas Hoult (Mad Max: Estrada da Fúria, The Menu, X-Men), surgindo como um bilionário estrategista que manipula conflitos internacionais para transformar a opinião pública contra o herói.

A narrativa acompanhou as consequências de uma intervenção de Superman em um cenário geopolítico delicado, colocando Clark no centro de um debate global sobre soberania, responsabilidade e limites do poder. Ao longo do filme, o herói precisou reconquistar a confiança da população com a ajuda de seus colegas do Daily Planet e de outros personagens superpoderosos que começam a emergir, estabelecendo o tom interconectado que define o DCU.

O sucesso de Superman, que arrecadou mais de US$ 617 milhões mundialmente e recebeu críticas majoritariamente positivas, consolidou a identidade desse novo universo: histórias mais humanas, cores vibrantes e um olhar otimista sobre seus heróis. Essa base é essencial para entender o caminho seguido por Supergirl, que surge como um contraponto emocional ao Homem de Aço — menos idealizada, mais ferida e moldada por perdas profundas.

Crítica – Acompanhante Perfeita é uma fusão instigante de humor, brutalidade e reflexões existenciais

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O longa Acompanhante Perfeita surpreende ao equilibrar habilmente esboços cômicos com momentos de violência brutal e discussões existenciais provocadoras. No cerne da narrativa, está a reflexão sobre a fronteira cada vez mais tênue entre humanos e robôs: será que as máquinas são realmente capazes de sentir emoções genuínas? E, em última instância, o que define a essência humana em contraste com algoritmos sofisticados?

A direção de Drew Hancock se destaca ao criar um ambiente narrativo que ora diverte, ora inquieta. O humor surge de forma precisa, quebrando a tensão em momentos oportunos, sem comprometer a seriedade das discussões propostas. O elenco entrega performances marcantes: Harvey Guillén traz leveza ao papel de Eli, um personagem vibrante e imprevisível, enquanto Jack Quaid interpreta Josh com uma combinação de ingenuidade e egoísmo que rende cenas memoráveis. A química cômica entre os dois adiciona uma dinâmica envolvente ao filme.

Sophie Thatcher, consolidada como um talento em ascensão nos gêneros de terror e ficção científica, oferece uma atuação visceral e cheia de nuances. Sua personagem enigmática se torna um dos pilares emocionais da trama. Jack Quaid, por sua vez, diverte ao ser deliciosamente detestável, enquanto Harvey Guillén conquista com uma atuação cativante. Rupert Friend merece destaque especial: sua encarnação de um soviético peculiar, cuja senha de cofre é a data de nascimento de Stalin, é uma sacada cômica inteligente que reflete o tom irreverente da produção.

Embora a clássica dicotomia entre homem e máquina possa parecer um tema saturado, Hancock reinventa a discussão com uma abordagem criativa. Sua narrativa presta homenagem a clássicos do gênero sem se tornar derivativa, trazendo frescor ao apresentar questões filosóficas relevantes em um mundo dominado pela inteligência artificial.

Acompanhante Perfeita marca uma estreia promissora para Hancock como diretor, demonstrando uma visão clara e segura. Mais do que um entretenimento leve, o filme provoca reflexões profundas e desafiadoras sobre o significado da humanidade em uma era tecnológica. Com uma execução inteligente e atuações cativantes, a obra se posiciona como uma experiência cinematográfica imperdível.

Resumo da novela Garota do Momento de 10 de maio, sábado

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Abaixo, confira o resumo da novela Garota do Momento do próximo sábado, 10 de maio – capítulo 161: Gregório, movido pelo afeto que ainda sente por Clarice, finalmente consegue tirá-la da clínica onde estava internada contra a própria vontade. Exausta, mas aliviada, Clarice sai de lá com o olhar perdido, como se ainda não acreditasse que está livre. Ele a leva para a casa de Teresa, onde ela é acolhida com carinho. Mesmo fragilizada, Clarice logo demonstra preocupação com Beatriz, temendo que a amiga possa estar sofrendo o mesmo destino cruel que ela enfrentou.

Enquanto isso, na alta sociedade, o clima é de tensão. Maristela, cada vez mais dominada por rancor, ameaça Miranda e as outras mulheres de seu círculo social, tentando abalar a falsa harmonia entre elas. Suas palavras carregam veneno e deixam no ar a sensação de que algo grande está para explodir.

Em outra parte da cidade, Bia, dominada pelo ciúmes, arma contra Camila. Ela não suporta ver Ronaldo se aproximando da rival e está disposta a ir longe para afastá-los de vez. A inveja a consome, e suas atitudes passam a beirar o perigoso.

Enquanto isso, Alfonso revela a Alfredo uma verdade guardada por anos: ele é seu irmão. A confissão deixa Alfredo abalado. São dois homens marcados por passados difíceis, agora unidos por um laço de sangue inesperado. O momento é intenso e repleto de silêncio, como se ambos tentassem reorganizar o próprio mundo após a revelação.

Basílio e Beto se movimentam em segredo. Sabem que Beatriz precisa de ajuda e começam a montar um plano para resgatá-la da clínica onde está internada. A urgência do resgate cresce à medida que desconfiam das condições em que ela pode estar sendo mantida.

Enquanto isso, em clima de celebração, Vera e Lígia se dedicam a preparar Celeste para o grande dia. O casamento com Edu finalmente vai acontecer, e entre risos nervosos e olhares emocionados, elas ajustam o vestido, ajeitam o cabelo e seguram as lágrimas.

Na cerimônia, Celeste caminha até o altar com o coração acelerado. O momento é lindo e comovente. Mas, do lado de fora, um olhar solitário observa tudo de longe: é Nelson, que não teve coragem de se aproximar, mas também não consegue ir embora sem ver o amor de sua vida se casar com outro.

Contra o Negacionismo Climático | Documentário inédito expõe a engrenagem da desinformação e a guerra contra a ciência

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Apesar do consenso científico e das evidências cada vez mais visíveis no dia a dia, como ondas de calor extremas, secas prolongadas, enchentes e o avanço do nível do mar, as mudanças climáticas ainda são alvo de questionamentos organizados. Não se trata apenas de dúvidas isoladas, mas de um movimento estruturado que atua para enfraquecer a ciência, confundir a opinião pública e retardar decisões políticas urgentes. É esse cenário que o documentário inédito Contra o Negacionismo Climático investiga de forma direta e contundente. A produção estreia com exclusividade no canal Curta! e já está disponível no streaming CurtaOn – Clube de Documentários.

Dirigido e roteirizado por Elsa Guiol, o filme se dedica a desmontar o discurso negacionista, revelando suas estratégias, seus interesses e seus impactos sociais e políticos. Ao longo da narrativa, o documentário deixa claro que o negacionismo climático vai além da simples discordância científica. Ele se apresenta como uma ferramenta de poder, frequentemente ligada a agendas econômicas conservadoras e a setores que se beneficiam da manutenção de modelos de exploração ambiental.

A obra reúne depoimentos de cientistas, pesquisadores, comunicadores e especialistas em clima que explicam, de maneira acessível, como dados sólidos e estudos revisados por pares são sistematicamente atacados. Paralelamente, o filme mostra como organizações e instituições trabalham para desacreditar pesquisas, criar falsas controvérsias e alimentar teorias conspiratórias que ganham força especialmente nas redes sociais.

Para o pesquisador Albin Wagener, um dos entrevistados, o negacionismo climático representa uma ameaça que ultrapassa o campo ambiental. Segundo ele, ao corroer a confiança na ciência e no conhecimento, esses movimentos enfraquecem os próprios pilares da democracia. Quando fatos passam a ser tratados como opinião e evidências são substituídas por narrativas ideológicas, o debate público se torna refém da desinformação.

O documentário detalha como essa engrenagem funciona. Relatórios pseudocientíficos, campanhas de difamação contra ambientalistas e ataques pessoais a pesquisadores fazem parte de uma estratégia maior, muitas vezes financiada por empresas ligadas a setores como o de combustíveis fósseis. O objetivo é simples: gerar dúvida suficiente para atrasar políticas de transição energética, preservação ambiental e redução de emissões.

Além da análise estrutural, Contra o Negacionismo Climático aposta em histórias humanas para mostrar que a crise climática não é um problema distante ou abstrato. Um dos relatos centrais é o de Chris Burnet, considerado um dos primeiros migrantes climáticos dos Estados Unidos. Ele conta que, durante muito tempo, também foi cético em relação às mudanças climáticas, acreditando que seus efeitos se restringiam a lugares longínquos e imagens de geleiras derretendo.

A realidade mudou quando Burnet foi obrigado a deixar sua terra natal. Hoje, ele vive em uma área construída para acolher moradores de uma ilha na Louisiana ameaçada pelo aumento do nível do mar e pela intensificação de furacões. Seu depoimento ilustra de forma contundente como a crise climática já desloca populações inteiras e transforma vidas, especialmente em comunidades mais vulneráveis.

O filme também revisita momentos-chave da política climática internacional. Laurence Tubiana, diretora da Fundação Europeia do Clima, relembra os desafios enfrentados durante as negociações do Acordo de Paris. Segundo ela, embora o movimento negacionista tenha sofrido um revés naquele momento, ele não foi derrotado. Pelo contrário, adaptou-se, encontrando novas formas de espalhar desinformação e medo, mesmo após acordos históricos.

Com uma abordagem clara e didática, sem abrir mão da complexidade do tema, o documentário propõe um convite à reflexão. Ao expor os mecanismos do negacionismo climático, a obra destaca a importância da educação científica, do pensamento crítico e da responsabilidade coletiva diante de uma crise que afeta todo o planeta.

Produzido pela Together Media em parceria com a Babel DOC, Contra o Negacionismo Climático integra a faixa temática Sextas de História & Sociedade do canal Curta!, com exibição marcada para o dia 23 de janeiro, às 21h. O título também está disponível no CurtaOn – Clube de Documentários, acessível pelo Prime Video Channels, Claro TV+ e pelo site oficial da plataforma.

A Terra Média de volta às telonas! O Senhor dos Anéis retorna aos cinemas e comemora 25 anos de uma das maiores sagas da cultura pop

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A Terra Média está prestes a ganhar vida novamente nas telonas brasileiras. A Warner Bros. Pictures anunciou o relançamento da trilogia completa de O Senhor dos Anéis em versão estendida nos cinemas, em comemoração aos 25 anos de lançamento de A Sociedade do Anel. Entre os dias 22 e 24 de janeiro, o público poderá acompanhar um filme por dia, revivendo uma das jornadas mais marcantes da história do cinema ou descobrindo esse universo pela primeira vez. A pré-venda de ingressos começa no dia 8 de janeiro, pelo Ingresso.com.

A programação especial segue a ordem cronológica da saga. No dia 22, A Sociedade do Anel retorna às telas apresentando o início da missão que mudaria o destino da Terra Média. No dia 23, As Duas Torres aprofunda os conflitos e expande o campo de batalha. Já no dia 24, O Retorno do Rei encerra a trilogia de forma épica, coroando a saga que conquistou o Oscar de Melhor Filme e entrou para a história do cinema. Todas as sessões serão exibidas na versão legendada.

Dirigida por Peter Jackson, a trilogia acompanha a trajetória de Frodo Bolseiro, interpretado por Elijah Wood, um hobbit do pacato Condado que se vê responsável por uma missão maior do que ele mesmo. Em suas mãos está o Um Anel, um artefato criado pelo Senhor Sombrio Sauron e capaz de dominar toda a Terra Média. Para impedir que o mal volte a se espalhar, Frodo parte em uma jornada perigosa ao lado de aliados que representam diferentes povos, culturas e ideais.

A força de O Senhor dos Anéis no cinema está diretamente ligada à riqueza do material original. A saga literária foi escrita por J.R.R. Tolkien entre 1937 e 1949, em um período marcado por profundas transformações históricas, incluindo a Segunda Guerra Mundial. Concebida como uma continuação de O Hobbit, a obra acabou sendo publicada em três volumes entre 1954 e 1955, tornando-se rapidamente um fenômeno literário. Ao longo das décadas, os livros foram traduzidos para mais de 40 idiomas e ultrapassaram a marca de 160 milhões de cópias vendidas, consolidando-se como um dos maiores sucessos da literatura do século XX.

No centro de toda a narrativa está o Um Anel, símbolo máximo do poder e da corrupção. Gravada em sua superfície, a inscrição que promete dominar todos os povos resume o perigo que ele representa. Ao longo da história, fica claro que o verdadeiro inimigo não é apenas Sauron, mas a sedução exercida pelo poder absoluto, capaz de destruir até mesmo aqueles que acreditam ser fortes o suficiente para resistir.

No Brasil, O Senhor dos Anéis teve uma trajetória editorial marcante. A primeira edição em português foi lançada na década de 1970, dividida em seis volumes, o que gerou debates entre leitores e estudiosos. Com o passar dos anos, novas traduções surgiram até que a HarperCollins Brasil assumiu os direitos de publicação da obra. A editora optou por uma tradução mais fiel às escolhas linguísticas de Tolkien, adotando termos como Anãos, Orques, Gobelins e Trevamata, alinhados à sonoridade e à intenção original do autor. Embora essas mudanças tenham causado estranhamento em parte do público, elas reforçam o cuidado em preservar a essência do universo criado por Tolkien.

Ambientada na Terceira Era da Terra Média, a saga se passa em um mundo fictício inspirado em mitologias europeias, especialmente nas tradições nórdicas e germânicas. Humanos, elfos, anãos, hobbits, ents e outras criaturas coexistem em um cenário que mistura fantasia, história e filosofia. Tolkien chegou a afirmar que imaginava a Terra Média como uma versão mitológica do nosso próprio mundo, situada milhares de anos no passado.

Mais do que uma aventura épica, O Senhor dos Anéis aborda temas universais como amizade, sacrifício, esperança e resistência diante da escuridão. A narrativa acompanha a Guerra do Anel sob diferentes perspectivas, mostrando como decisões individuais podem impactar o destino de todo um mundo. Os apêndices que acompanham os livros ampliam ainda mais esse universo, oferecendo detalhes históricos, linguísticos e culturais que ajudam a explicar a complexidade da Terra Média.

O impacto da obra ultrapassa os limites da literatura e do cinema. O Senhor dos Anéis influenciou gerações de artistas e criadores, deixando marcas profundas na cultura pop. George Lucas já declarou que Star Wars bebeu diretamente da fonte criada por Tolkien, enquanto sagas como As Crônicas de Gelo e Fogo, de George R.R. Martin, e Harry Potter carregam elementos claros dessa herança. Jogos, séries, músicas e produções audiovisuais continuam se inspirando nesse universo até hoje.

O lançamento da trilogia cinematográfica entre 2001 e 2003 foi responsável por apresentar a obra de Tolkien a um público ainda maior, arrecadando bilhões de dólares em bilheteria e conquistando uma legião de novos fãs. Esse retorno aos cinemas, agora em versão estendida, reforça o caráter atemporal da saga e celebra sua relevância cultural mesmo após 25 anos de sua estreia nas telas.

“Bem-Vindo a Derry”: HBO Max revela pôster sombrio da nova série do universo “It: A Coisa”

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você achava que já estava seguro desde que Pennywise sumiu nos bueiros de Derry… pense de novo. A HBO Max acaba de liberar um novo e macabro pôster de “Bem-Vindo a Derry”, a série que promete nos levar de volta à cidade mais traumatizada da literatura de Stephen King — agora com mais sangue, mais balões e, claro, muito mais medo.

A produção, que estreia em outubro de 2025, funciona como prequel dos filmes dirigidos por Andy Muschietti, e se passa exatamente 27 anos antes dos eventos que conhecemos nas telonas. E sim, isso já é um péssimo sinal.

🩸 O palhaço voltou — e ele quer brincar com o seu passado

Bill Skarsgård, que eternizou o sorriso sinistro (e nada amigável) do palhaço Pennywise, retorna ao papel com a promessa de aprofundar as raízes do mal que assombra Derry há séculos. Ao lado dele, um elenco que mistura rostos novos e veteranos, como Randy Macuso, Taylour Paige, Jovan Adepo, Chris Chalk e James Remar. Os detalhes dos personagens ainda estão no escuro, mas uma coisa é certa: ninguém está a salvo nessa cidade.

📖 Baseado nos interlúdios do livro “It”, a parte mais assustadora que você provavelmente pulou

Pra quem nunca leu o livro original ou fingiu que leu: “Bem-Vindo a Derry” é inspirada nos chamados interlúdios — capítulos em que Mike Hanlon, o único dos “Perdedores” que ficou na cidade, investiga os horrores cíclicos do lugar. São relatos históricos de tragédias bizarras, sumiços coletivos e carnificinas que, adivinha? Acontecem a cada 27 anos. Quem será que aparece nesse intervalo? 👀

A série deve mergulhar nessas memórias esquecidas, misturando horror histórico com fantasia cósmica, e deve apresentar novas vítimas, antigos segredos e… balões. Muitos balões.

🎬 Terror com pedigree

Com Andy Muschietti confirmado na direção de quatro dos nove episódios, a série promete manter o clima visual sombrio e instigante dos filmes, mas com mais espaço para construir camadas narrativas. O tom deve ser mais adulto, mais psicológico e ainda mais perturbador — do jeitinho que os fãs de King gostam.

🗓 Anota aí — e confere se a porta do porão tá trancada

“Bem-Vindo a Derry” estreia em outubro de 2025 na HBO Max, bem a tempo do Halloween. Se você achou que tinha superado aquele trauma de infância com palhaços… talvez seja hora de repensar.

Ulisses, novo longa de Cristiano Burlan, estreia nos cinemas paulistanos com retrato sensorial da cidade e da memória

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Foto: Reprodução/ Internet

O diretor Cristiano Burlan lança nesta quinta-feira (13) nos cinemas de São Paulo o longa Ulisses, produção da Bela Filmes em parceria com a Chatrone. O filme marca o início de uma trilogia que inclui ainda Nosferatu — exibido no Festival de Brasília em setembro — e o inédito Dom Quixote.

Em Ulisses, Burlan revisita o mito grego em uma narrativa ambientada na São Paulo contemporânea. O protagonista, interpretado por Rodrigo Sanches, percorre as ruas do centro da cidade em busca de lembranças e significados, reconstruindo a própria história a partir de fragmentos de memória, afetos e perdas.

A jornada do personagem se desenrola em meio a uma cidade que reflete seu estado emocional. A fotografia em preto e branco de Helder Martins transforma São Paulo em um labirinto de concreto, sombras e ruídos. Os viadutos, as fachadas degradadas e os espaços de passagem são filmados como extensões da mente do protagonista, revelando uma metrópole que pulsa entre presença e ausência.

A narrativa incorpora elementos experimentais e poéticos, característicos da filmografia de Burlan. Vozes, silêncios e lembranças se sobrepõem, criando uma experiência cinematográfica que mistura realidade e imaginação. O diretor mantém sua tradição de trabalhar com estruturas narrativas fragmentadas, valorizando o gesto, o som e a respiração da cidade tanto quanto o drama humano.

No elenco, Ana Carolina Marinho interpreta Penélope, figura que atravessa a trama de forma múltipla e ambígua. Sua presença funciona como eco da memória e do desejo do protagonista, compondo o aspecto emocional do filme. Burlan constrói a relação entre Ulisses e Penélope de maneira simbólica, sugerindo que ambos habitam tempos e espaços diferentes, unidos por uma busca que jamais se completa.

O longa reafirma o estilo autoral de Burlan, reconhecido pela abordagem introspectiva e pelo olhar crítico sobre o urbano. Em Ulisses, o diretor explora a cidade como metáfora do inconsciente coletivo, criando um retrato da solidão contemporânea. As ruas do centro, o Minhocão e os espaços esquecidos de São Paulo se tornam cenário e personagem de uma travessia existencial.

Com uma linguagem visual rigorosa e ritmo contemplativo, o filme investiga o limite entre o real e o simbólico. A ausência de linearidade narrativa convida o espectador a acompanhar o fluxo da memória e da percepção, mais do que uma história tradicional. Burlan aposta em um cinema sensorial, que convida à reflexão e à imersão.

Além de estrear na capital paulista, o longa-metragem deve chegar nas próximas semanas a outras cidades brasileiras. O filme é o primeiro capítulo de uma trilogia inspirada em figuras arquetípicas — Ulisses, Nosferatu e Dom Quixote — que dialogam com o imaginário ocidental e com temas recorrentes na obra do cineasta, como a busca por identidade, o desamparo e o pertencimento.

Reconhecido por títulos como Mataram Meu Irmão (2013), A Mãe (2022) e Sinfonia de um Homem Só (2012), Burlan reafirma em Ulisses seu interesse por personagens à margem e por uma estética que valoriza o risco e o desconforto. Seu cinema segue comprometido com a investigação da linguagem e com o retrato das contradições urbanas e humanas do país.

Paola Carosella se pronuncia após polêmica com Blogueirinha e defende a proteção da filha

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A participação da chef de cozinha Paola Carosella no programa “De Frente com Blogueirinha”, apresentado pelo humorista Bruno Matos, conhecida popularmente como Blogueirinha, gerou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu discussões sobre os limites do humor, liberdade de expressão e responsabilidade online. Durante o programa, Paola falou sobre os gostos musicais de sua filha, Francesca, de 13 anos, citando artistas como Billie Eilish, Chappell Roan, Doechi e Reneé Rapp. O episódio, inicialmente leve e marcado por ironia, acabou viralizando e sendo interpretado de formas diferentes por milhares de internautas, desencadeando um debate intenso.

Horas após a exibição, trechos da entrevista foram compartilhados nas redes sociais, mas rapidamente deletados pelos perfis de ambas. Além disso, Paola e Blogueirinha deixaram de se seguir no Instagram, indicando um possível desentendimento pessoal, que acabou se tornando público. A situação gerou especulações sobre o teor da conversa, especialmente no que se refere à filha da chef, com comentários e questionamentos sobre a sexualidade da adolescente, algo que Paola jamais imaginaria se tornaria central na discussão.

O desabafo de Paola Carosella

Diante do impacto da repercussão, Paola Carosella usou suas redes sociais para se manifestar. Em uma publicação longa e reflexiva, a chef destacou que nunca poderia prever os desdobramentos que uma fala aparentemente simples sobre os gostos musicais de sua filha poderia ter. Ela ressaltou que a ironia e o deboche, elementos centrais do programa, são ferramentas que ela conhece bem, mas que não esperava que pudessem gerar acusações ou especulações envolvendo sua filha menor de idade.

Paola fez um alerta sobre os perigos do ambiente digital, descrevendo a internet como um “labirinto de espelhos, onde tudo se deturpa”. Para ela, a liberdade de expressão ainda não tem limites claros na sociedade e a linha entre humor, ficção e responsabilidade é muitas vezes tênue. A chef criticou a interpretação de sua fala por milhares de pessoas que não consideraram as consequências de seus comentários e enfatizou que, em muitos casos, atos desse tipo podem configurar crime, especialmente quando envolvem menores.

Além de explicar o contexto de sua fala, Paola reforçou a importância de respeitar limites sem confundir isso com censura, afirmando que “limite não é censura” e “liberdade não é libertinagem”. A chef finalizou a publicação destacando sua admiração e orgulho pela filha Francesca, descrevendo-a como inteligente, sensível e com excelente gosto musical, deixando claro que suas palavras foram motivadas pelo carinho maternal.

Blogueirinha responde

Do outro lado, Blogueirinha se pronunciou por meio de uma nota publicada no X (antigo Twitter), classificando o ocorrido como um “mal-entendido”. A influenciadora explicou que os stories publicados durante a repercussão foram interpretados de maneira equivocada, gerando especulações graves sobre sua postura e intenções. Ela ressaltou que seu trabalho tem a intenção de entreter e nunca de magoar e lamentou profundamente que uma conversa descontraída tenha se transformado em polêmica.

Apesar da tentativa de esclarecer os fatos, a declaração de Blogueirinha não conseguiu frear a onda de críticas e debates nas redes sociais. O episódio trouxe à tona discussões sobre responsabilidade dos influenciadores, impactos das publicações digitais e a vulnerabilidade de menores de idade em ambientes online, questões que geraram um debate mais amplo do que a simples polêmica entre as duas personalidades.

O contexto da ironia e do humor

A discussão entre Paola e Blogueirinha não é apenas sobre um comentário isolado, mas sobre o papel do humor na sociedade digital. Paola argumentou que o humor, quando bem utilizado, tem potencial libertador, capaz de traduzir dores profundas em sentimentos mais leves. Entretanto, ela também questionou os limites do humor, especialmente quando envolve menores de idade, lembrando que a liberdade de expressão deve coexistir com a responsabilidade social.

A chef enfatizou que a internet amplifica qualquer conteúdo, tornando o alcance imediato e muitas vezes desproporcional. No caso do episódio, a ironia destinada a discutir gostos musicais de adolescentes acabou sendo distorcida, mostrando como o ambiente virtual pode transformar uma situação aparentemente inofensiva em um caso de grande repercussão. Esse ponto é crucial para refletir sobre a necessidade de educar tanto influenciadores quanto usuários sobre ética, respeito e limites legais em plataformas digitais.

Proteção da filha e responsabilidade social

O caso também reacendeu o debate sobre proteção de menores em ambientes digitais. Paola mencionou que a vida coletiva exige responsabilidade e coerência, destacando que as escolhas de cada indivíduo impactam a sociedade como um todo. Ela reforçou a importância de proteger os mais vulneráveis e de respeitar princípios básicos de liberdade e dignidade, apontando que comentários mal interpretados podem gerar consequências sérias, inclusive legais.

A chef de cozinha aproveitou para conscientizar sobre crimes relacionados à exposição de menores, citando indiretamente casos recentes de abusos cometidos por influenciadores digitais, e alertou que muitos adultos não percebem os riscos que suas ações online podem causar. Essa abordagem humanizada demonstra que a preocupação de Paola vai além de sua imagem pública, refletindo valores de cidadania, educação e proteção familiar.

Rumores sobre Henrique Fogaça

Durante a mesma entrevista, a conversa também trouxe à tona rumores antigos envolvendo Paola e o colega de “MasterChef”, Henrique Fogaça. Ao ser questionada sobre um suposto romance, Paola respondeu de maneira bem-humorada, brincando com a imaginação do público, mas negou qualquer envolvimento amoroso. Ela destacou a admiração profissional por Fogaça, enfatizando o respeito e a convivência harmoniosa construída ao longo dos anos de trabalho conjunto. Esse episódio serviu para mostrar que, apesar do foco principal ter sido a repercussão sobre sua filha, a entrevista também reviveu especulações sobre sua vida pessoal, adicionando complexidade ao debate.

Lições sobre limites do humor

A polêmica evidenciou uma questão central: até onde o humor pode ir? Paola Carosella trouxe à tona a discussão sobre como a ironia, apesar de ser uma forma de expressão artística e crítica, não pode se sobrepor à ética e à proteção de indivíduos vulneráveis. A chef destacou que o humor deve ser usado com responsabilidade, lembrando que a liberdade de expressão não é sinônimo de ausência de limites.

Ela também mencionou a importância da educação digital, incentivando o público a refletir sobre os impactos de suas palavras e ações online. Para Paola, entender os limites do humor é compreender a responsabilidade de viver em sociedade e respeitar a integridade de terceiros, especialmente crianças e adolescentes.

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