Isadora Pompeo lança “Você em Mim” e aprofunda sua caminhada espiritual em projeto intimista gravado ao vivo em Maceió

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Há músicas que se escutam. E há músicas que se sentem — como se tivessem sido escritas para aquela noite em que o silêncio pesa, ou para o momento em que tudo parece desmoronar. “Você em Mim”, o mais novo lançamento de Isadora Pompeo, é uma dessas canções.

Lançada nesta terça-feira (22), a faixa é o terceiro avanço do projeto Dependente de Deus, um trabalho que vai muito além de um álbum. É um desabafo com melodia. É um diário espiritual transformado em louvor. Gravada ao vivo em Piaçabuçu, Alagoas — onde o Rio São Francisco se despede do continente e encontra o mar — a canção é, nas palavras da própria Isadora, “uma oração cantada”.

“É um coração desesperado que encontra refúgio”, compartilhou a artista. “É uma certeza: Ele pode todas as coisas. Faz todas as coisas. E mesmo que nada aconteça como a gente imagina… Ele continua sendo Deus. Isso é o mais importante.”

Na voz de Isadora, vulnerabilidade não é fraqueza. É coragem.

Coração exposto à margem do rio

Ao assistir ao videoclipe de “Você em Mim”, a sensação é quase de estar presente. A câmera não invade. Ela contempla. A natureza em volta — o vento, a luz, a água — não está lá por acaso: ela faz parte do que está sendo dito, cantado, vivido.

Isadora está de pés descalços. Não há figurino elaborado, nem maquiagem marcante. Há olhos que brilham não por vaidade, mas por verdade. É uma mulher que carrega sua fé como quem carrega cicatrizes: com reverência.

Weslei Santos assina a produção musical, e Mess Santos conduz a direção visual com sensibilidade, respeitando os silêncios e os suspiros que a música exige. Não há pressa, não há imposição. Há espaço para sentir.

A fé como abrigo

“Você em Mim” fala sobre ausência. Sobre aquele buraco que às vezes se abre no peito e que nada preenche — a não ser a presença de Deus. É um pedido, mas também uma constatação: sem Ele, tudo fica sem forma.

A canção segue a mesma linha emocional de “Fica Calmo, Coração” e “Palavras e Palavras”, os dois lançamentos anteriores do projeto. Mas aqui, há algo ainda mais cru. Como se a letra tivesse sido escrita entre lágrimas e sorrisos trêmulos. Como se a própria gravação tivesse sido uma oração interrompida por suspiros.

E talvez tenha sido.

Um projeto que se parece com a vida

Dependente de Deus não é um álbum convencional. Ele não se sustenta em batidas fortes ou refrões pegajosos. Ele respira. Ele chora. Ele exala fé.

São oito canções, todas autorais, que se entrelaçam como capítulos de um testemunho. Não há glamour. Há entrega. Isadora escolheu gravar tudo ao ar livre, em diferentes paisagens do Brasil, como forma de se reconectar com o Criador — e convidar o público a fazer o mesmo.

Cada faixa é um recorte de vida. Um lembrete de que, mesmo quando tudo parece perdido, ainda há propósito.

De Caxias do Sul para o mundo

Isadora tem apenas 26 anos, mas sua trajetória já é marcada por reviravoltas dignas de um roteiro. Nascida em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, cresceu em um lar pastoral e foi incentivada desde cedo a usar a música como forma de se expressar.

Começou a ganhar notoriedade com covers no YouTube, e, em 2017, lançou seu primeiro álbum, Pra Te Contar os Meus Segredos. A partir dali, não parou mais. Veio o reconhecimento, os prêmios, os milhões de seguidores — e, junto com isso, vieram também os tropeços da vida.

O casamento breve com o jogador Thiago Maia, por exemplo, expôs feridas que ainda hoje reverberam. Mas Isadora escolheu transformar sua dor em arte. E talvez seja justamente isso que a torna tão humana aos olhos do público: ela não canta de cima para baixo. Ela canta do lado.

Música que alcança onde o olhar não chega

Isadora não faz música para as rádios. Ela faz música para quem está tentando juntar os cacos. E, por isso, alcança tanta gente.

Tetelestai, seu projeto anterior, foi um marco. Gravado diante de milhares de pessoas em Belém, o álbum somou mais de 380 milhões de streams e consolidou faixas como “Ovelhinha” e “Bênçãos que Não Têm Fim”, esta última sendo a primeira canção gospel a entrar no Top 10 da Billboard Brasil.

Mas Dependente de Deus é outra coisa. É mais íntimo. Mais silencioso. E, por isso, talvez ainda mais potente.

O que vem depois do vazio?

“Você em Mim” tenta responder a essa pergunta. Ou melhor: tenta acolher quem também se faz essa pergunta. A música não promete soluções imediatas, mas oferece companhia. E isso, às vezes, já é tudo.

O que torna esse lançamento especial é a ausência de máscaras. Isadora não finge estar forte. Ela mostra a dor. Ela assume a dependência. E, no mundo das redes sociais e filtros perfeitos, isso é revolucionário.

A cantora e a mulher

Fora dos palcos, Isadora é filha, amiga, sonhadora. Quer ser pastora. Ainda lida com cicatrizes que não aparecem nos videoclipes. Mas não as esconde. Pelo contrário: elas guiam sua arte.

Talvez o segredo do impacto de suas músicas esteja aí. Na coragem de não se esconder. De não romantizar o sofrimento, mas também não negar que ele existe. De encontrar beleza no quebrado. Luz no escuro.

Um convite ao silêncio e à fé

Se você está vivendo um momento difícil, “Você em Mim” não vai te dar respostas fáceis. Mas vai te lembrar de algo essencial: você não está sozinho.

E se você está bem, talvez essa música te ensine a olhar com mais empatia para quem está ao lado. Porque, no fim das contas, todos estamos tentando. Todos estamos buscando sentido. E todos, em alguma medida, somos dependentes de algo maior.

“Você em Mim” já está disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. E mais: os próximos capítulos de Dependente de Deus prometem continuar nos levando por essa estrada de sinceridade, fé e redenção.

The Calling | Thriller do criador de Big Little Lies estreia no Universal TV e mergulha em crimes, fé e dilemas morais

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Foto: Reprodução/ Internet

Em um universo televisivo cada vez mais repleto de investigações, policiais durões e reviravoltas sangrentas, uma nova série estreia com a ousadia de unir o suspense do crime à delicadeza da fé e da introspecção. The Calling, produção criada por David E. Kelley — o nome por trás de sucessos como Big Little Lies e Ally McBeal — chega ao Universal TV na próxima sexta-feira, 8 de agosto, às 22h20, trazendo um protagonista improvável e profundamente humano: o detetive Avraham Avraham, um judeu ortodoxo que busca resolver crimes não apenas com lógica, mas com empatia, compaixão e uma fé inabalável na humanidade.

Baseada no romance The Missing File, best-seller do autor israelense Dror Mishani, a série é mais do que um thriller policial: é um mergulho no dilema moral e na espiritualidade de um homem que, em meio ao caos da cidade de Nova York, tenta ouvir uma voz interior — seu chamado — para encontrar a verdade.

Com direção do veterano Barry Levinson, vencedor do Oscar por Rain Man, e uma fotografia sombria que traduz o peso existencial dos personagens, a série é uma proposta narrativa diferente: menos barulhenta, mais reflexiva; menos sobre a caça ao criminoso e mais sobre o que se perde e se revela no processo de investigação.

O detetive que acredita

Interpretado por Jeff Wilbusch, ator alemão-israelense conhecido por seu papel em Nada Ortodoxa, o detetive Avraham Avraham é uma presença inquietante logo nos primeiros minutos da série. Vestindo paletó escuro, barba por fazer, olhos atentos e postura quase messiânica, Avi — como é chamado pelos colegas — não parece um investigador comum. Ele escuta antes de perguntar. Observa antes de agir. E reza, discretamente, antes de entrar em cena.

“Tenho muito orgulho de interpretar um detetive judeu religioso”, contou Wilbusch em entrevistas à imprensa internacional. “É uma história importante. Vivemos um tempo em que empatia e humanidade são raras. Avi é um personagem que me desafia e me inspira.”

Na estreia, o episódio “Desaparecido” nos apresenta ao mundo de Avi com uma sequência inusitada: uma confissão obtida de um suspeito vestido de cachorro-quente. Em qualquer outro contexto, pareceria cômico ou absurdo. Mas em The Calling, tudo é tratado com uma camada de mistério e profundidade. E rapidamente entendemos que, para Avraham, o crime não é um espetáculo — é uma dor humana a ser compreendida.

O enredo se desenrola a partir do desaparecimento de um jovem de família tradicional. Enquanto os colegas de departamento correm atrás de provas, Avraham prefere seguir um caminho mais sensível: reconstituir, com detalhes quase espirituais, os últimos passos do garoto. Em vez de interrogar brutalmente, ele conversa. Em vez de acusar, ele pergunta. “O que você sente?”, diz ele, mais de uma vez.

Fé, intuição e método

A espiritualidade do personagem principal não é mero adorno. Diferentemente de outras séries policiais, em que a religião é tratada como pano de fundo ou símbolo de trauma, em The Calling ela é central. Avraham Avraham ora, observa os rituais, reflete sobre passagens sagradas. Mas não impõe sua fé: ele vive por ela.

Essa abordagem incomum tem origem direta no livro que deu origem à série. O autor, Dror Mishani, é um dos grandes nomes da literatura policial israelense e quis criar um detetive com alma — alguém que usasse a intuição, a empatia e o silêncio como armas principais. E é isso que vemos em tela.

David E. Kelley, que já havia explorado a complexidade humana em séries como The Undoing e Nine Perfect Strangers, mergulha na proposta com entusiasmo. “Eu queria criar um drama policial diferente. Um em que o herói não fosse apenas um solucionador de problemas, mas alguém que fosse, ele mesmo, um enigma moral”, disse Kelley à Variety.

Um elenco afiado e multifacetado

Ao lado de Jeff Wilbusch, o elenco de The Calling oferece personagens tão humanos quanto seu protagonista. Juliana Canfield vive a detetive Janine Harris, uma parceira cética e prática, que aos poucos aprende a respeitar — e até admirar — o método nada convencional de Avi. Karen Robinson interpreta a Capitã Kathleen Davies, figura de autoridade que precisa equilibrar a burocracia do departamento com o gênio introspectivo do detetive.

Outro destaque é Michael Mosley, como o detetive Earl Malzone, típico investigador nova-iorquino durão, que serve como contraponto ao protagonista. A interação entre esses personagens não segue os clichês da “dupla policial improvável”. Aqui, as relações são mais sutis, menos caricatas, mais próximas da vida real — em que divergências não se resolvem com piadas, mas com convivência e tensão.

Um thriller que desacelera

A produção é uma série policial, mas não espere tiroteios a cada dez minutos ou perseguições frenéticas por becos escuros. O ritmo é mais contemplativo. As cenas se estendem, os diálogos são pausados, os silêncios são significativos. É um thriller que pede ao espectador o mesmo que seu protagonista pede aos suspeitos: atenção, escuta, paciência.

Essa proposta pode soar arriscada em um mercado dominado por narrativas ágeis, roteiros cheios de plot twists e heróis sarcásticos. Mas The Calling aposta no contrário: na lentidão como construção de tensão, na ausência como indício, na ambiguidade como fonte de verdade. E é aí que está sua força.

Barry Levinson, experiente diretor que sempre prezou por histórias humanas (como em Sleepers, Good Morning, Vietnam e Liberty Heights), entrega uma direção sutil e madura. Cada episódio é quase um pequeno estudo de personagem. E ao fim de cada caso, não é apenas o criminoso que é revelado — são as dores de uma família, os silêncios de uma comunidade, os fantasmas que cada um carrega.

A importância da representatividade religiosa

Em tempos de crescente intolerância, a série se destaca também por representar com respeito e profundidade a religiosidade judaica — sem estereótipos ou caricaturas. Avraham Avraham não é um rabino, não é um “espião israelense”, não é o “judeu engraçado da história”. Ele é um homem de fé. Um cidadão comum com um cargo difícil. Um ser humano que tenta fazer o certo, mesmo que isso lhe custe reconhecimento.

Essa representação importa. Em uma indústria que, por décadas, tratou temas religiosos com superficialidade — quando não com desdém —, a série abre espaço para uma abordagem mais respeitosa e realista. E isso se alinha ao movimento mais amplo de produções que buscam diversidade cultural e espiritual com autenticidade, como Nada Ortodoxa, Messias, Ramy e Shtisel.

Resumo da novela A Caverna Encantada de quarta, 14/05 (SBT)

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Foto: Divulgação/ SBT

Capítulo 205 – Quarta-feira, 14 de maio de 2025 – O mistério volta a rondar a cidade com a chegada inesperada de Helga, uma mulher envolta em segredos e cuja aparência enigmática desperta calafrios. Com um olhar firme e um jeito marcante, ela surpreende ao anunciar: veio ao Brasil para ficar. O anúncio não passa despercebido — principalmente porque Helga é extremamente parecida com Wanda, o que deixa Fafá e Pilar intrigadas e desconfiadas. Seria apenas coincidência ou há algo mais por trás dessa semelhança?

Enquanto isso, a trama dá mais um passo rumo à verdade sobre César. O misterioso Sandro do Dindin finalmente entra em contato com Lavínia. De forma direta, ele afirma que tem informações importantes sobre o paradeiro de César — mas para obtê-las, o grupo precisará se encontrar com ele pessoalmente, o que acende um alerta e gera tensão entre os amigos.

No meio disso tudo, o coração de Goma bate mais forte. Apaixonado por Helga, ele confessa a Thomas que pretende se casar com ela, sem imaginar o turbilhão de enigmas que ainda envolvem a recém-chegada.

Para tentar deixá-la mais à vontade, Fafá, Gabriel e Pilar decidem mostrar a cidade a Helga e a levam até a casa de Shirley e Wanda. No entanto, o que parecia ser uma visita tranquila se transforma em um momento perturbador: no instante em que Wanda abre a porta, Helga desaparece misteriosamente, deixando todos perplexos.

Em breve em A Caverna Encantada: Revelações emocionantes e feridas do passado

No colégio, o clima é de confissão e emoção. Dalete procura Thomas e, aflita, desabafa: está com medo de perder Moisés, o menino que tanto ama. Com lágrimas nos olhos, ela mostra a ele uma antiga roupinha — a mesma que Moisés usava quando foi encontrado ainda bebê, numa cesta. Para a surpresa de ambos, Thomas revela que possui uma foto sua de infância usando exatamente a mesma roupa.

Diante do mistério que os une, e com a presença de Tonico, Dalete decide que chegou a hora de contar a verdade: Moisés é irmão de Thomas. A revelação abala profundamente o garoto, que não consegue lidar com o impacto e foge, inconformado.

Enquanto isso, do outro lado da cidade, Elisa faz um alerta doloroso a Lavínia. Ao observar as atitudes frias e manipuladoras da amiga, ela dispara: se continuar trilhando esse caminho, Lavínia pode acabar se transformando em alguém tão amarga quanto Norma.

John Rambo ganha nova vida com Noah Centineo no papel principal do prequel

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Foto: Reprodução/ Internet

Poucos personagens no cinema conseguem carregar tamanha carga emocional e histórica quanto John Rambo. O soldado boina verde, que atravessou gerações desde a década de 1980, tornou-se sinônimo de força, resistência e, sobretudo, da luta interna de quem volta da guerra marcado para sempre. Agora, a franquia que consagrou Sylvester Stallone está prestes a reviver suas raízes em um filme que promete mergulhar na origem desse icônico guerreiro. E a escolha do ator para encarnar esse jovem Rambo já está definida: Noah Centineo, conhecido do público jovem por papéis em comédias românticas, fará a transformação de sua carreira ao dar vida a esse soldado.

Uma nova cara para um velho guerreiro

Noah Centineo, que ganhou fama com filmes como Para Todos os Garotos que Já Amei e mais recentemente no suspense de ação Recruta, surpreende ao assumir um papel tão carregado de complexidade. É uma mudança radical: do charme e leveza das comédias românticas ao peso e à intensidade da guerra. O ator, agora prestes a se tornar o protagonista de John Rambo, estará sob a direção de Jalmari Helander, cineasta finlandês que conquistou críticas positivas com seu filme de ação Sisu. O roteiro, assinado por Rory Haines e Sohrab Noshirvani — dupla que trabalhou no recente Adão Negro — promete entregar uma narrativa carregada de emoção, ação e profundidade. As informações são do Deadline.

As filmagens estão previstas para começar em outubro, e a Tailândia foi escolhida como cenário para recriar a selva do Vietnã — palco fundamental para a transformação do jovem Rambo.

O soldado que virou mito

A história de John Rambo, criada originalmente no livro First Blood, do escritor David Morrell, ganhou fama mundial quando Sylvester Stallone assumiu o papel nas telonas em 1982. Desde então, o personagem evoluiu em uma saga de cinco filmes que cruzam décadas, guerras e batalhas pessoais.

Rambo não é só um guerreiro letal; é um homem que carrega as cicatrizes invisíveis da guerra, o trauma de não ser compreendido e a luta para encontrar seu lugar em um mundo que parece rejeitá-lo. Stallone foi, por muito tempo, a alma e o rosto desse personagem, sendo também coautor de vários roteiros da série, o que mostra sua dedicação para manter a essência da história.

Mesmo com o tempo e a evolução da franquia, o personagem se mantém atual, simbolizando os dilemas dos veteranos de guerra e a brutalidade do conflito humano. É exatamente essa profundidade que o novo filme pretende explorar.

O que podemos esperar de John Rambo?

Pouco se sabe sobre os detalhes do roteiro, mas a ambientação na Guerra do Vietnã já nos dá pistas do que o público poderá vivenciar. A proposta é mostrar o jovem Rambo em seus primeiros dias de combate, suas experiências na guerra e o impacto psicológico que isso lhe causou.

Essa abordagem oferece uma oportunidade de humanizar ainda mais o personagem, mostrar suas fragilidades e os motivos que o transformaram no soldado implacável que conhecemos. É uma chance de contar a história antes da ação desenfreada, do confronto com a polícia local e das missões perigosas, apresentando o homem por trás da lenda.

Além disso, com Helander na direção, espera-se uma mistura de ação intensa com uma narrativa que não perde o foco no emocional, em uma abordagem que conversa com o público atual, atento a questões de saúde mental, guerra e identidade.

A relação com Stallone e o futuro da franquia

No começo, havia dúvidas se Stallone estaria envolvido no projeto, e notícias indicavam que ele não faria parte diretamente. No entanto, fontes próximas à produção revelam que o ator foi informado sobre o trabalho de Centineo e que os produtores gostariam de incluí-lo em algum papel que faça sentido dentro da nova história.

Para os fãs, isso representa uma esperança de que Stallone possa, de alguma forma, passar o bastão mantendo uma conexão afetiva e histórica, fortalecendo o legado que ele ajudou a construir.

O novo filme pode ser o pontapé inicial para revitalizar a franquia, atraindo novos espectadores e abrindo espaço para outras histórias que explorem o universo de Rambo em diferentes fases de sua vida.

O que vem por aí?

Com o início das filmagens próximo, o público deve se preparar para uma experiência que une passado e futuro, passado por um olhar contemporâneo. Informações, trailers e novidades devem surgir nos próximos meses, aumentando a expectativa pelo lançamento.

Se o filme for bem-sucedido, podemos ver uma série de novas produções ligadas a Rambo, ampliando ainda mais o universo do personagem e oferecendo diferentes perspectivas sobre sua história.

Natal Amargo | Warner Bros. Pictures divulga teaser trailer do novo filme de Pedro Almodóvar e anuncia estreia no Brasil

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A Warner Bros. Pictures revelou oficialmente o teaser trailer de “Natal Amargo”, novo longa-metragem do consagrado cineasta espanhol Pedro Almodóvar, e a notícia rapidamente movimentou o circuito cinematográfico internacional. Conhecido por transformar dramas íntimos em experiências viscerais, coloridas e profundamente humanas, o diretor retorna aos cinemas com uma obra que promete emocionar, provocar reflexões e dialogar diretamente com temas sensíveis e contemporâneos. O filme tem estreia marcada nos cinemas brasileiros para 28 de maio de 2026, consolidando-se desde já como um dos lançamentos mais aguardados do ano.

Ambientado entre a intensidade urbana de Madri e as paisagens quase oníricas das Ilhas Canárias, especialmente Lanzarote, “Natal Amargo” se apresenta como uma narrativa que mescla luto, identidade, relações afetivas e reconstrução emocional. O teaser trailer, embora breve, já deixa claro que Almodóvar segue fiel à sua assinatura autoral: personagens complexos, conflitos internos profundos e um olhar sensível para as fragilidades humanas.

No vídeo divulgado, o público tem um primeiro contato com o universo emocional do filme, marcado por silêncios eloquentes, olhares carregados de significado e uma atmosfera que alterna entre o calor afetivo e o desconforto emocional. O Natal, tradicionalmente associado à celebração e à união, surge aqui como um período de introspecção, ruptura e confronto com dores mal resolvidas — uma escolha simbólica que dialoga diretamente com o título da obra.

A trama gira em torno de Elsa, interpretada por Bárbara Lennie, uma diretora de publicidade que enfrenta o luto após a morte de sua mãe em dezembro. Incapaz de lidar com a perda de forma convencional, Elsa se refugia no trabalho, utilizando a rotina profissional como uma espécie de anestesia emocional. No entanto, o corpo cobra seu preço: um ataque de pânico a obriga a interromper esse ciclo de fuga e encarar a necessidade de uma pausa.

É nesse momento que a narrativa se desloca para Lanzarote, onde Elsa decide passar um tempo ao lado da amiga Patricia, em busca de algum tipo de reorganização interna. Enquanto isso, seu parceiro Bonifacio permanece em Madri, evidenciando uma distância não apenas geográfica, mas também emocional. Essa separação temporária funciona como catalisador para uma série de questionamentos sobre identidade, afeto, pertencimento e os limites das relações amorosas diante do sofrimento.

Ao lado de Bárbara Lennie, o elenco traz Leonardo Sbaraglia, que interpreta Raúl Durán, personagem central na dinâmica emocional do filme. Conhecido por sua versatilidade e intensidade dramática, Sbaraglia já colaborou com Almodóvar anteriormente e retorna agora em um papel que promete explorar nuances emocionais profundas. A relação entre Elsa e Raúl se desenha como um dos eixos centrais da narrativa, atravessada por tensões, desejos reprimidos e transformações pessoais.

O elenco ainda conta com nomes de peso do cinema espanhol, como Victoria Luengo, Patrick Criado, Quim Gutiérrez, Milena Smit e Aitana Sánchez-Gijón, ampliando o leque de personagens e perspectivas dentro da história. Essa diversidade de figuras reforça a proposta coral do filme, característica recorrente na filmografia de Almodóvar, onde cada personagem carrega seu próprio universo emocional e contribui para o mosaico narrativo.

Em entrevista concedida à IndieWire em outubro de 2024, Pedro Almodóvar definiu “Natal Amargo” como “uma comédia trágica sobre gênero”. A declaração, aparentemente paradoxal, é bastante reveladora para quem acompanha sua obra. O diretor sempre transitou com naturalidade entre o humor ácido e o drama mais doloroso, utilizando essa mistura para abordar temas delicados sem recorrer a simplificações. Aqui, a questão da identidade de gênero surge não como um elemento isolado ou didático, mas integrada organicamente às vivências dos personagens.

O luto, por sua vez, é tratado como uma experiência multifacetada, que não se limita à tristeza, mas envolve culpa, raiva, negação e, em muitos casos, um profundo questionamento sobre quem se é após a perda. Almodóvar parece interessado menos no evento da morte em si e mais nos rastros que ela deixa nas relações e na percepção de identidade de quem fica.

A produção do filme é assinada pela El Deseo, empresa fundada pelo próprio Almodóvar ao lado de seu irmão Agustín, em colaboração com a Movistar Plus+. Essa parceria garante ao diretor uma liberdade criativa rara na indústria, permitindo que suas obras mantenham uma identidade autoral forte mesmo dentro de grandes circuitos de distribuição, como o da Warner Bros. Pictures.

As filmagens começaram em 9 de junho de 2025 e se estenderam até 12 de agosto do mesmo ano, com locações em Madri e Lanzarote. A escolha das Ilhas Canárias, em especial, não é apenas estética. A paisagem vulcânica, árida e ao mesmo tempo deslumbrante de Lanzarote funciona como um espelho emocional dos personagens, refletindo estados internos de isolamento, transformação e renascimento.

A direção de fotografia ficou a cargo de Pau Esteve Birba, colaborador frequente de Almodóvar, responsável por traduzir visualmente as emoções da narrativa por meio de cores, luz e enquadramentos cuidadosamente pensados. Já a montagem é assinada por Teresa Font, outra parceira habitual do diretor, cuja sensibilidade na edição contribui para o ritmo emocional característico de seus filmes.

Aventura e emoção em família! “Shazam!” é o grande destaque da Temperatura Máxima deste domingo (14) na Globo

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A tarde deste domingo, 14 de dezembro de 2025, promete aventura e boas risadas na Globo. A emissora exibe na faixa da Temperatura Máxima o filme “Shazam!”, produção lançada em 2019 que conquistou o público ao apresentar um super-herói diferente do padrão tradicional: menos sisudo, mais humano e com o coração de uma criança. Misturando ação, fantasia e comédia, o longa se tornou um dos títulos mais carismáticos do universo cinematográfico da DC Comics, ideal para reunir a família em frente à televisão.

Dirigido por David F. Sandberg, “Shazam!” aposta em uma narrativa leve e acessível, sem abrir mão de emoção e mensagens profundas. A trama acompanha Billy Batson, um garoto órfão que passou grande parte da vida pulando de lar em lar enquanto tenta, obstinadamente, reencontrar a mãe biológica. Desconfiado, irônico e acostumado a se virar sozinho, Billy representa milhares de jovens que cresceram sem raízes sólidas e aprenderam cedo a não esperar muito do mundo. Sua trajetória ganha uma reviravolta inesperada quando ele é escolhido por um antigo e misterioso mago para receber poderes extraordinários.

Ao pronunciar a palavra “Shazam”, Billy se transforma em um herói adulto com força sobre-humana, resistência, velocidade e habilidades mágicas. O detalhe que dá identidade ao filme é que, apesar do corpo poderoso, sua mente continua sendo a de um adolescente em fase de descobertas. Essa dualidade é explorada com inteligência e humor, principalmente através da atuação de Zachary Levi, que assume a versão heroica do personagem com entusiasmo, espontaneidade e um carisma que rapidamente conquista o público.

O aprendizado sobre como usar esses poderes acontece ao lado de Freddy Freeman, interpretado por Jack Dylan Grazer, um garoto inteligente, fã assumido de super-heróis e dono de comentários afiados. Freddy se torna o maior aliado de Billy, ajudando-o a testar limites, entender referências do universo DC e, principalmente, se divertir com a nova realidade. A amizade entre os dois é um dos pontos altos do filme, garantindo cenas engraçadas, leves e cheias de identificação com o público jovem.

Apesar do tom descontraído, “Shazam!” não deixa de apresentar conflitos mais densos. O vilão da história, Dr. Thaddeus Sivana, vivido por Mark Strong, é um personagem marcado pela frustração e pela rejeição. Ainda criança, Sivana também foi considerado digno dos poderes do mago, mas acabou descartado por não demonstrar pureza de coração. Anos depois, tomado pelo ressentimento, ele encontra forças sombrias e decide provar que o mundo errou ao ignorá-lo. O embate entre herói e vilão vai além das cenas de ação e coloca em contraste duas formas opostas de lidar com traumas e decepções.

Outro aspecto que diferencia “Shazam!” dentro do gênero é o destaque dado ao conceito de família. Billy é acolhido por um lar adotivo comandado por um casal carinhoso e formado por crianças e adolescentes com histórias muito distintas. Nesse ambiente, ele passa a conviver com personagens interpretados por nomes como Grace Fulton e Adam Brody, aprendendo, pouco a pouco, que laços verdadeiros nem sempre vêm do sangue, mas da convivência, do cuidado e da escolha diária de permanecer. Essa mensagem atravessa todo o filme e emociona justamente por sua simplicidade.

Nos bastidores, “Shazam!” também chama atenção pela grandiosidade da produção. As filmagens começaram em janeiro de 2018 e ocorreram majoritariamente no Pinewood Toronto Studios, no Canadá, além de diversas locações reais da cidade de Toronto, como a universidade local, centros comerciais e pontos históricos. A produção foi finalizada em maio do mesmo ano, com refilmagens realizadas no fim de 2018 para ajustes narrativos e técnicos.

Um dos detalhes mais curiosos envolve o figurino do herói. Cada uniforme utilizado por Zachary Levi custou cerca de um milhão de dólares, devido à tecnologia empregada e ao cuidado extremo com o visual musculoso do personagem. Ao todo, aproximadamente dez trajes foram confeccionados, representando um investimento significativo e evidenciando o compromisso da DC em dar ao personagem uma identidade visual marcante.

Lançado como o sétimo filme do DC Extended Universe, “Shazam!” chegou aos cinemas em um momento de transição para o estúdio, que buscava se afastar de narrativas excessivamente sombrias e apostar em histórias mais leves e otimistas. O resultado foi positivo: o longa recebeu boas críticas, teve ótima recepção do público e mostrou que ainda havia espaço para humor e emoção dentro do universo dos super-heróis. O sucesso levou ao desenvolvimento de uma sequência, confirmada oficialmente poucos meses após a estreia.

Esquadrão da Moda deste sábado (12) transforma a vida de Angela, professora que superou perdas e reencontra sua autoestima

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 12 de julho, o Esquadrão da Moda traz ao ar uma história que vai muito além da mudança de visual. No centro do episódio está Angela, uma professora da periferia de São Paulo que, depois de uma vida inteira dedicada aos outros, ganha a chance de se reconectar com a mulher que ficou esquecida entre as exigências do dia a dia.

Uma mulher que sempre cuidou — e que agora é cuidada

Aos 48 anos, Angela tem uma rotina marcada por doações silenciosas. Entre as paredes de uma creche no Itaim Paulista, cuida de dezenas de crianças com o mesmo zelo com que criou seus dois filhos. Viúva desde a pandemia, passou por perdas profundas, mas nunca deixou de ser o alicerce da família.

Só que, nesse processo, sua vaidade — antes vibrante e cheia de personalidade — foi sendo deixada de lado. As roupas passaram a ser o que dava para usar. Um incêndio ainda reduziu seu guarda-roupa ao essencial. O espelho parou de mostrar o que ela era. E Angela, aos poucos, parou de se olhar.

Um gesto do filho, um recado do céu

O que ela não esperava era ser surpreendida por um presente fora do comum: um passeio de helicóptero por São Paulo, dado pelo próprio filho. O que era para ser apenas uma experiência emocionante virou um divisor de águas. Lá do alto, ela vê uma cena inusitada: Dudu Bertholini e Renata Kuerten, de braços abertos, segurando uma placa com seu nome.

Era o chamado que Angela precisava. Um convite simbólico para resgatar tudo o que ficou suspenso no tempo — e que ainda pulsa dentro dela.

Mais do que estilo: identidade

Angela nunca teve medo de ousar — pelo contrário, sempre gostou de maquiagem forte, cores intensas e peças que transmitissem sua alegria. Mas o acesso a isso foi se tornando mais raro, e o que ela vestia já não dizia mais nada sobre ela.

O desafio do Esquadrão? Traduzir, em roupas, a mulher forte, sensível e cheia de personalidade que todos conhecem — menos ela mesma. Ao lado do cabeleireiro Rodrigo Cintra, ela revisita antigos dilemas: por anos, alisou o cabelo para se adaptar. Agora, quer se libertar. Pela primeira vez, a escolha é só dela.

Maquiagem que desperta memórias

Na sala de transformação com Fabi Gomes, a maquiagem não é apenas um retoque. É uma forma de lembrar quem ela é. O delineado que ela quer aprender não tem a ver com moda — tem a ver com marcar presença, voltar a ocupar espaço, a dizer: “Eu estou aqui”.

Um reflexo que finalmente acolhe

Ao final da jornada, Angela não enxerga apenas uma nova imagem. Ela se reencontra com uma versão de si mesma que foi deixada em silêncio. O programa entrega mais do que um novo estilo. Entrega autonomia, escuta e pertencimento.

O episódio de hoje é sobre escolhas que foram adiadas, mas não esquecidas. E sobre o poder de alguém estender a mão e dizer: agora é a sua vez.

Superman pousa no Brasil: James Gunn e elenco chegam ao Rio de Janeiro para encontro com fãs

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O Rio de Janeiro recebeu neste domingo (22) uma visita digna de cinema — literalmente. O diretor James Gunn, acompanhado dos protagonistas David Corenswet (o novo Superman) e Rachel Brosnahan (a nova Lois Lane), aterrissou na capital fluminense para dar início à etapa brasileira da turnê mundial de divulgação do novo longa da Warner Bros. Pictures. E a primeira parada não poderia ter sido mais simbólica: o Santuário do Cristo Redentor, cartão-postal que emociona gerações e que agora serviu de cenário para um encontro entre ficção, fé e solidariedade.

Sim, Clark Kent está no Brasil. E ele não veio só salvar o mundo nas telonas — trouxe também uma mensagem de empatia e esperança bem real. Durante a visita ao Cristo, James, David e Rachel participaram de uma ação social especial: autografaram itens exclusivos que serão leiloados, com toda a renda revertida para os projetos sociais apoiados pelo Santuário. O gesto foi simples, mas cheio de significado — um reconhecimento da força simbólica que o herói representa e do impacto que pequenas atitudes podem ter na vida de quem mais precisa.

Além disso, a equipe do filme também anunciou uma surpresa emocionante: cem crianças em situação de vulnerabilidade social, atendidas pelos programas do Cristo Redentor, terão a oportunidade de assistir ao filme gratuitamente, em sessões solidárias. Para muitas delas, será a primeira ida ao cinema — e essa experiência será mágica.

O trio permanece na cidade até 24 de junho, com uma agenda intensa de eventos promocionais, encontros com fãs e entrevistas à imprensa. A escolha do Brasil como uma das principais paradas da turnê reforça a importância do público latino-americano no sucesso global das produções da DC Studios — e mostra o carinho com que a nova fase do estúdio quer dialogar com seus fãs ao redor do mundo.

Mas essa chegada triunfal não começou do nada. No final de maio, a Warner Bros. já havia preparado o terreno com um evento icônico na Praia de Copacabana, onde foi lançada a contagem regressiva oficial para a estreia do filme. Um enorme “S” estilizado — aquele símbolo que todo mundo reconhece mesmo de longe — dominou a areia da praia, marcando o início da campanha de divulgação com um toque carioca.

Superman é o primeiro capítulo da nova fase da DC nos cinemas, agora sob o comando criativo de James Gunn, conhecido por reinventar heróis com humanidade, humor e intensidade (como já fez em Guardiões da Galáxia e O Esquadrão Suicida). David Corenswet assume o manto do Homem de Aço trazendo uma nova abordagem para Clark Kent: mais jovem, mais emocional, mais próximo do público. Já Rachel Brosnahan, vencedora do Emmy por The Marvelous Mrs. Maisel, promete uma Lois Lane afiada, corajosa e irresistivelmente carismática.

Com estreia marcada para 10 de julho nos cinemas brasileiros, o novo Superman é mais do que uma promessa de ação e efeitos visuais — é um convite para redescobrir um herói que, mesmo após tantas versões, ainda consegue emocionar, inspirar e, agora, se conectar de forma especial com o público brasileiro.

Wandinha | Entenda o final da 2ª temporada e o que vem por aí na 3ª

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A segunda temporada de Wandinha terminou deixando o público com o coração na mão e a cabeça cheia de teorias. Lançado em 3 de setembro de 2025 na Netflix, o Volume 2 encerrou o segundo arco da série e já abriu pequenas brechas para o que vem na terceira temporada, que já foi oficialmente confirmada. Com Jenna Ortega no papel principal, a série continua a mesclar suspense, humor ácido e drama adolescente, criando um universo sombrio, mas ao mesmo tempo envolvente, capaz de conquistar tanto fãs de longa data quanto novos espectadores.

O confronto mais marcante desta temporada ocorreu entre Wandinha e sua mãe, Mortícia (Catherine Zeta-Jones), contra o vilão Isaac Night (Owen Painter). O antagonista tinha um plano sinistro: usar Feioso (Isaac Ordonez) como sacrifício para impedir que Tyler (Hunter Doohan) dominasse sua transformação em Hyde. Entre revelações inesperadas e segredos do passado, descobrimos ainda que Mãozinha, a icônica mão ambulante dos Addams, tinha uma ligação surpreendente com Isaac, trazendo uma carga emocional intensa para a trama.

O momento de maior tensão aconteceu quando Mortícia precisou cortar a mão de Isaac para proteger Gomez, reafirmando a ideia de que, para a família Addams, a união vem antes de tudo. Com o vilão finalmente derrotado, a Academia Nunca Mais entra em um período de calmaria, mas Wandinha não consegue descansar por muito tempo. Ela agora precisa encontrar Enid (Emma Myers), que assumiu a forma de um lobisomem Alfa e corre o risco de nunca mais voltar à sua vida normal. A amizade entre as duas será testada, e essa nova missão promete ainda mais mistério, drama e suspense para a terceira temporada.

Mistérios da Família Addams

A temporada também revelou que Ophelia, irmã de Mortícia, não está morta, como todos imaginavam. Ela foi mantida trancada pela avó Hester (Joanna Lumley) em um calabouço secreto, e no final aparece pintando a frase “Wandinha deve morrer” com sangue. Essa descoberta adiciona uma camada de mistério e promete ser um dos pontos centrais da terceira temporada, mostrando que, além das ameaças sobrenaturais, Wandinha terá que lidar com conflitos familiares muito profundos.

Tyler e a Jornada de Autoconhecimento

Depois da morte da mãe, Tyler recebe um convite da professora Capri (Billie Piper), que também é lobisomem, para participar de um grupo de apoio destinado a humanos que se transformam em Hyde. A ideia é ajudá-los a lidar com a maldição sem depender de um mestre, mas as intenções de Capri ainda são incertas. Essa subtrama mostra como a série consegue abordar questões de identidade, aceitação e convivência com diferenças, mesmo dentro de um contexto sobrenatural.

Um elenco que brilha

Jenna Ortega se destaca como a protagonista sombria, equilibrando sarcasmo, inteligência e momentos de vulnerabilidade que tornam a personagem extremamente cativante. Catherine Zeta-Jones é Mortícia, poderosa e elegante, enquanto Luis Guzmán dá vida a Gomez, misturando humor e ternura. Fred Armisen, como tio Chico, oferece momentos de leveza sem perder a atmosfera sombria da série.

Emma Myers interpreta Enid de forma sensível, mostrando a complexidade de sua transformação em lobisomem Alfa, e Hunter Doohan dá profundidade ao Tyler, dividindo-se entre medo e coragem. Participações especiais, como Joanna Lumley e Christina Ricci, ajudam a conectar a série às versões clássicas da Família Addams, trazendo nostalgia sem atrapalhar a narrativa moderna.

Tim Burton e a Estética Única

A direção e produção executiva de Tim Burton conferem à série seu estilo inconfundível. Cenários góticos, castelos sombrios e figurinos detalhados criam uma atmosfera perfeita para a história. As filmagens na Romênia, entre setembro de 2021 e março de 2022, aproveitaram paisagens e construções antigas que reforçam o clima de mistério e magia da série.

Sucesso de crítica e público

Desde sua estreia mundial em 23 de novembro de 2022, a série alcançou números impressionantes de audiência. Pouco tempo depois, tornou-se a terceira série em inglês mais assistida na Netflix e, posteriormente, ultrapassou a quarta temporada de Stranger Things, tornando-se a produção mais vista da plataforma em língua inglesa.

Crítica e público também reconheceram a qualidade do trabalho de Ortega, que recebeu indicações ao Globo de Ouro como Melhor Atriz em Série de Televisão – Musical ou Comédia. A produção foi indicada como Melhor Série de Televisão do mesmo gênero e ainda conquistou quatro prêmios Primetime Emmy, provando que Wandinha vai muito além de um sucesso passageiro.

A história até aqui

Tudo começa quando Wandinha é expulsa de um colégio tradicional por um incidente envolvendo piranhas, uma vingança contra os valentões que perseguiam seu irmão Feioso. Gomez e Mortícia então a matriculam na Escola Nunca Mais, um internato para jovens com habilidades sobrenaturais.

Ali, a filha da família Addams enfrenta desafios tanto dentro quanto fora da escola. Sua personalidade fria e observadora a faz entrar em conflito com colegas e professores, mas suas habilidades psíquicas a ajudam a desvendar mistérios e a lidar com ameaças sobrenaturais, criando uma narrativa repleta de suspense, humor e emoção.

O que podemos esperar da próxima temporada?

A terceira temporada promete ainda mais ação, mistério e desenvolvimento de personagens. A busca por Enid, a ameaça de Ophelia e o grupo de apoio de Tyler sugerem novos desafios, alianças inesperadas e conflitos emocionais mais profundos.

Além disso, a série deve explorar ainda mais os segredos da família Addams e a dinâmica entre os personagens secundários, garantindo que cada episódio traga surpresas e reviravoltas. Para os fãs, é a promessa de mais humor ácido, mistério sobrenatural e drama familiar, mantendo a essência que tornou a série um fenômeno mundial.

Maika Monroe e Tyriq Withers destacam conexão e amizade nos bastidores de “Uma Segunda Chance”, adaptação do best-seller de Colleen Hoover

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A Universal Pictures divulgou um novo vídeo de bastidores de Uma Segunda Chance, adaptação para o cinema do romance da escritora Colleen Hoover (É Assim que Acaba, Verity). No material, os protagonistas Maika Monroe (Corrente do Mal, Noite Passada em Soho) e Tyriq Withers (Atlanta, The Game) compartilham um pouco do que viveram durante as filmagens e revelam como a relação entre eles ajudou a construir a intensidade emocional da história.

No longa, Monroe interpreta Kenna, uma mulher marcada por um erro do passado que tenta reconstruir a própria vida após anos afastada de tudo o que ama. Já Withers vive Ledger, um homem que cruza o caminho da protagonista em um momento delicado e acaba se tornando uma peça fundamental em sua jornada de recomeço.

Durante o vídeo, Maika Monroe comenta que a conexão entre os dois surgiu de forma muito natural logo no início do processo. Segundo a atriz, a primeira leitura do roteiro já deixou claro que havia uma sintonia importante ali, algo que cresceu ao longo das gravações e se transformou em uma amizade verdadeira fora das câmeras.

Tyriq Withers reforça essa ideia e explica que os dois se apoiaram bastante durante o processo criativo. Para ele, construir confiança foi essencial para dar vida a personagens tão carregados de emoções, principalmente em uma história que trata de temas como culpa, perdão e segundas oportunidades.

A direção do filme é de Vanessa Caswill (Adoráveis Mulheres – minissérie da BBC, Little Women), que conduz a adaptação apostando em um olhar sensível para os conflitos humanos que movem a narrativa. A trama acompanha Kenna após sua saída da prisão, quando ela retorna à sua cidade natal no estado de Wyoming, nos Estados Unidos, determinada a tentar reconstruir a vida e se aproximar da filha pequena que nunca conheceu.

O caminho, porém, está longe de ser simples. A menina é criada pelos avós, que não veem com bons olhos o retorno de Kenna e resistem às tentativas de aproximação. Em meio a esse cenário de desconfiança e dor, ela encontra apoio inesperado em Ledger, um ex-jogador da NFL que hoje administra um bar na cidade. A amizade entre os dois cresce aos poucos e acaba se transformando em algo mais profundo, mas o relacionamento traz novos desafios e riscos para ambos.

Além de Monroe e Withers, o elenco reúne nomes conhecidos do público. Entre eles estão Lauren Graham (Gilmore Girls, Parenthood), Bradley Whitford (Corra!, The West Wing), Rudy Pankow (Outer Banks, The Crusades) e a cantora country Lainey Wilson (Yellowstone, Bell Bottom Country), que também participa da produção.

Nos bastidores, o projeto também chama atenção por reunir uma equipe criativa liderada por mulheres. O roteiro foi escrito pela própria Colleen Hoover ao lado de Lauren Levine (Ponte para Terabítia), que também assina a produção. O time de produtores inclui ainda Gina Matthews (De Repente 30), com produção executiva de Robin Mulcahy Fisichella.

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