Saiba qual filme vai passar no Cinemaço 17/09/2023

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Prepare-se para uma noite de tirar o fôlego e repleta de adrenalina, pois o Cinemaço apresentará o filme Os Mercenários 3, uma emocionante e explosiva sequência da franquia, neste domingo, 17/09/2023. Comandados pelo lendário Sylvester Stallone, um elenco repleto de astros de ação levará os telespectadores a uma jornada cheia de ação, tiroteios e aventura de tirar o chapéu.

Cinemaço de hoje, 17/09/2023, exibe Os Mercenários 3

Nesta última e empolgante aventura, Barney Ross (interpretado por Sylvester Stallone) assume a liderança de sua equipe de mercenários em um confronto épico contra um inimigo de seu passado, Conrad Stonebanks (interpretado por Mel Gibson). Stonebanks, que um dia foi um dos co-fundadores dos Mercenários, se transformou em um impiedoso traficante de armas. Ele simulou sua própria morte após ser traído e alvo de um ataque por parte de Barney, seu antigo companheiro de equipe. Agora, com um desejo ardente de vingança, Stonebanks ameaça destruir os Mercenários de uma vez por todas.

Para fazer frente a essa ameaça mortal, Barney Ross, junto com seu parceiro de confiança, Lee Christmas (interpretado por Jason Statham), e os outros membros veteranos da equipe, decidem buscar ajuda na chamada “nova geração” de profissionais. Este grupo de jovens é conhecido por sua agilidade, força e especialização em tecnologia de ponta. Juntos, eles embarcam em uma missão desafiadora para deter os planos maquiavélicos de Stonebanks e salvar o futuro dos Mercenários.

Com um elenco recheado de astros de ação de renome, incluindo nomes como Arnold Schwarzenegger, Dolph Lundgren, Terry Crews, Jet Li, Antonio Banderas, Wesley Snipes, Harrison Ford e muitos outros, “Os Mercenários 3” promete entregar cenas de ação de tirar o fôlego e momentos de suspense eletrizantes. O filme, dirigido por Patrick Hughes, é uma produção conjunta americana e francesa que se encaixa perfeitamente no gênero de ação e aventura. Com uma trama repleta de reviravoltas, lealdades testadas e confrontos épicos, “Os Mercenários 3” mantém os espectadores grudados na tela do começo ao fim.

Curiosidades do filme Os Mercenários 3

O filme “Os Mercenários 3” é um verdadeiro tesouro de curiosidades que adicionam um toque extra de emoção à sua produção e lançamento. Aqui estão algumas delas:

  1. Um ELENCO de Astros de Ação: Este filme é notável por reunir algumas das maiores estrelas de ação da história do cinema. Além dos nomes famosos como Sylvester Stallone, Jason Statham e Arnold Schwarzenegger, o elenco incluiu Dolph Lundgren, Terry Crews, Jet Li, Antonio Banderas, Wesley Snipes, Harrison Ford e Mel Gibson, tornando-o um desfile impressionante de lendas do gênero.
  2. Lesão de Stallone: Durante as filmagens, Sylvester Stallone sofreu uma lesão no pescoço durante uma cena de luta com o personagem Stonebanks, interpretado por Mel Gibson. Essa lesão exigiu cirurgia e obrigou Stallone a usar um colar cervical durante a produção. No entanto, sua determinação o levou a continuar trabalhando no filme.
  3. O Retorno de Wesley Snipes: “Os Mercenários 3” marcou o retorno de Wesley Snipes às telas de cinema após um período de prisão por evasão fiscal. Ele foi condenado em 2008 e passou três anos na prisão antes de ser solto em 2013, quando se juntou ao elenco deste filme.
  4. Presença Feminina: Embora a franquia “Os Mercenários” seja conhecida por seu elenco predominantemente masculino, o terceiro filme trouxe a lutadora de MMA Ronda Rousey para adicionar uma pitada de feminilidade à equipe de mercenários. Rousey interpretou Luna, uma personagem durona e altamente habilidosa.
  5. Cenas Espetaculares e Explosivas: O filme está repleto de cenas de ação espetaculares e explosões incríveis. Para garantir a autenticidade dessas cenas, a produção utilizou uma grande quantidade de explosivos reais, resultando em algumas das sequências mais emocionantes do filme.
  6. Homenagem a Bruce Lee: O personagem de Jet Li, Yin Yang, faz uma homenagem ao lendário lutador e ator Bruce Lee. Seu nome, Yin Yang, representa equilíbrio e dualidade, temas que eram frequentes nas obras de Bruce Lee.
  7. Diretor Estreante: “Os Mercenários 3” foi dirigido por Patrick Hughes, que tinha pouca experiência anterior na direção de grandes produções de Hollywood. No entanto, ele conseguiu conduzir o filme de forma eficaz e entregou as cenas de ação que os fãs da franquia esperavam.
  8. Locações Internacionais: Embora grande parte da trama ocorra em um país fictício das Arábias, algumas cenas foram filmadas em locações reais na Bulgária e na França, adicionando autenticidade às cenas internacionais do filme.

Que horas vai passar Os Mercenários 3 no Cinemaço?

A exibição de “Os Mercenários 3” no Cinemaço está programada para as 02h10, imediatamente após o término do filme “The Town”, na TV Globo. Este é um convite imperdível para os amantes do cinema de ação se envolverem em um mundo de emoção e entretenimento, repleto de explosões espetaculares, lutas memoráveis e heróis destemidos. Portanto, prepare-se para uma noite eletrizante e mergulhe na ação com “Os Mercenários 3” no Cinemaço da TV Globo. Esta é uma oportunidade única para vivenciar um espetáculo cinematográfico que manterá você grudado na cadeira até o último segundo. Não perca esta dose de adrenalina e emoção neste domingo!

“Companhia Certa” desta quarta (30/07) recebe Nasi, voz histórica do Ira! e ícone do rock nacional

À meia-noite desta quarta-feira, 30 de julho, a RedeTV! convida o público para um encontro raro: não um talk show qualquer, mas uma espécie de acerto de contas com a vida. No sofá do programa Companhia Certa, Ronnie Von recebe ninguém menos que Nasi, vocalista do Ira!, ícone do rock nacional e uma alma em constante reconstrução.

A conversa vai além das perguntas. É quase uma sessão de terapia em horário nobre. Entre memórias de um tempo em que guitarras gritavam mais alto que algoritmos e reflexões sobre os tropeços do caminho, Nasi se despe de persona e mostra o homem por trás da voz rouca e das letras intensas. O artista, sim, mas também o filho, o irmão, o amigo, o cara que já se perdeu — e fez questão de se reencontrar.

“O Ira! não acabou, a gente só se machucou demais”

A entrevista começa com o inevitável: o fim (e o recomeço) do Ira!. A separação em 2007 ainda é uma ferida cicatrizada com pontos mal dados. “Não queria sair da banda. Só precisava de um tempo. A gente já não se escutava mais”, confessa Nasi, sem medo de encarar os próprios erros.

Entre silêncios e respiros longos, ele reconhece que o ego — o dele, o de Edgar Scandurra, o de todos — atrapalhou. “Era como um cachorro com muitos donos: ninguém cuidava direito. Morreu de fome. A banda desandou.”

Mas, como tudo que é verdadeiro, a música resistiu. Em 2013, o reencontro veio com um show beneficente. Sem contratos, sem promessas. Só dois caras no palco, reencontrando a faísca que um dia os uniu. “Ali, a gente viu que ainda tinha lenha pra queimar. Voltamos. Voltamos querendo”, diz ele, com um brilho que escapa pelos olhos.

Solo, mas inteiro

Longe do Ira!, Nasi se reinventou. Gravou nove álbuns solo, experimentou blues, psicodelia, baladas viscerais. “No Ira! existe uma moldura. No solo, eu posso pintar fora dela”, explica.

Ele fala do blues como quem fala de um velho amigo: confiável, profundo, meio triste, mas libertador. Desde os tempos de Nasi e os Irmãos do Blues, esse estilo serve como refúgio emocional e criativo. “Tem coisa que não cabe no Ira!. Mas isso não quer dizer que não mereça existir. O blues me entende.”

A liberdade também abriu portas para aventuras autorais. Tem série animada (Rockstar Ghost), documentário sobre religiões afro-brasileiras (Exu e o Universo), programa noturno no Canal Brasil (Nasi Noite Adentro). Um artista inquieto, plural, que desafia rótulos com a mesma voracidade com que enfrenta seus próprios fantasmas.

Crítico, mas não amargo

Entre um gole de água e outro, Nasi solta o verbo sobre o cenário musical atual. “Hoje a música virou trilha de festa. Tá tudo pasteurizado. Cadê a arte que cutuca, que incomoda?”, pergunta, mais intrigado do que indignado.

Ele faz questão de dizer que não é saudosista. Mas sente falta de algo que, para ele, não se negocia: verdade. “Não acho que tudo era melhor nos anos 80, mas naquela época a gente brigava pra dizer alguma coisa. Hoje, parece que ninguém quer mais ouvir.”

Mesmo assim, torce por um sopro de renovação. “Talvez surja uma nova geração com mais alma. Vai saber. A arte é imprevisível. Às vezes, do nada, ela volta com força.”

Cicatrizes à mostra

Nasi nunca teve medo de se expor. Falou abertamente sobre dependência química, sobre as relações que desabaram, sobre a própria incapacidade de ser leve em certos momentos. Largou a cocaína em 1997. Em 2007, dispensou também a maconha. “Não foi um renascimento. Foi um resgate. Eu queria continuar vivo.”

Essa honestidade brutal aparece também quando fala da própria trajetória. Nasceu na Bela Vista, cursou História na USP, fundou o Ira! em 1981, namorou atrizes famosas, brigou feio com o irmão, bateu de frente com empresários e jornalistas. Viveu o rock no limite. E, de alguma forma, sobreviveu a tudo — inclusive a si mesmo.

Em uma vida que daria um roteiro de filme — aliás, já deu —, ele ainda arrumou tempo pra ser apresentador, dublador, radialista, ator, roteirista e até comentarista esportivo. São-paulino roxo, apresentou o 90 Minutos na Kiss FM e chegou a abrir o show do AC/DC no Morumbi, para delírio dos fãs e surpresa dos céticos.

“A gente se perdoou. E isso salva”

A entrevista com Ronnie Von tem algo de confissão. Mas também tem reencontro. Nasi fala com carinho da volta do Ira!, mas, principalmente, da volta do diálogo com Edgar Scandurra. “Hoje a gente conversa. Escuta mais. Cede mais. O rock é rebelde, mas não precisa ser burro”, diz, com aquele tom ácido e certeiro que é só dele.

A reconciliação não foi só com a banda — foi consigo mesmo. Com o passado, com o menino que sonhava com discos, com o homem que quase se perdeu, com o artista que ainda quer dizer algo relevante.

Aos 62 anos, ele não fala em aposentadoria. Fala em continuidade. Quer gravar mais, compor mais, viver mais. “Enquanto tiver voz, vou cantar. Enquanto tiver o que dizer, vou falar. Se não for por mim, que seja por quem precisa ouvir.”

HBO Max revela data oficial de retorno da 2ª temporada de Twisted Metal

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Em um mundo em colapso, onde a civilização virou pó e as leis foram substituídas pela lógica da violência, não há espaço para heróis tradicionais. Só sobreviventes. E é exatamente nesse cenário de caos absoluto que Twisted Metal retorna com sua segunda temporada, que estreia no Brasil pela HBO Max no dia 10 de agosto de 2025. Nos Estados Unidos, a série teve sua estreia antecipada em 31 de julho, com a exibição dos três primeiros episódios.

Baseada na lendária franquia de games homônima da PlayStation, a produção se consolida como uma das adaptações mais ousadas e originais de videogames para a televisão, misturando ação desenfreada, humor ácido e personagens marcantes com camadas dramáticas inesperadas.

E agora, com o torneio Twisted Metal finalmente em andamento, o jogo fica ainda mais insano.

A missão de John Doe: caos, gasolina e segredos

No centro da narrativa está John Doe, vivido com carisma e vulnerabilidade por Anthony Mackie, conhecido do grande público como o Falcão da Marvel. Ele interpreta um entregador tagarela e amnésico que, em meio à devastação causada por um misterioso evento chamado “A Queda”, recebe uma missão aparentemente simples: atravessar os Estados Unidos e entregar um pacote. Mas em Twisted Metal, nada é simples.

John precisa atravessar a Terra Desolada, um país tomado por gangues armadas, justiceiros sádicos e figuras grotescas que controlam as rodovias com seus veículos transformados em armas de destruição. Entre eles está Sweet Tooth, o palhaço assassino com um caminhão de sorvete letal, vivido fisicamente pelo lutador Samoa Joe e dublado com brilhantismo por Will Arnett.

Acompanhando John na jornada está Quiet, interpretada por Stephanie Beatriz. Ao contrário de seu nome, Quiet não tem nada de silenciosa — é intensa, imprevisível, e forma com John uma dupla eletrizante. Juntos, eles enfrentam dilemas morais, desafios mortais e, sobretudo, a busca desesperada por um propósito em meio à barbárie.

Do PlayStation à telinha: uma trajetória que começou nos anos 90

Twisted Metal não surgiu do nada. A série tem raízes profundas no mundo dos videogames. Lançado originalmente em 1995 para o primeiro PlayStation, o jogo rapidamente se tornou um sucesso de vendas, popularizando o gênero de combate veicular. Ao longo de mais de duas décadas, a franquia ganhou diversas versões, incluindo o icônico Twisted Metal: Black e se consolidou como uma das marcas mais duradouras da Sony, com mais de 15 milhões de cópias vendidas.

A ideia de adaptar esse universo brutal para as telas de TV surgiu em 2019, com a Sony Pictures Television e a PlayStation Productions encabeçando o projeto. Após alguns anos de desenvolvimento, a Peacock encomendou a primeira temporada, que estreou em 2023 com 10 episódios, abrindo espaço para a produção da nova fase, agora sob os olhos atentos da HBO Max, que assume a exibição mundial.

Segunda temporada: torneio, novas ameaças e personagens icônicos

Se na primeira temporada acompanhamos a introdução ao mundo pós-apocalíptico da história, agora o jogo realmente começa. A segunda temporada marca o início oficial do Torneio Twisted Metal, promovido por uma figura lendária dos jogos: Calypso, interpretado por Anthony Carrigan.

Calypso é o arquiteto do caos, um ser misterioso que promete a realização de qualquer desejo ao vencedor do torneio. É ele quem reúne os pilotos mais perigosos, cada um com suas histórias de dor, vingança ou ambição, e os joga uns contra os outros em batalhas de vida ou morte.

Além de Calypso, a nova temporada traz personagens icônicos dos games como Mr. Grimm, Dollface, Axel, Raven e Vermin, interpretados por Richard de Klerk, Tiana Okoye, Michael James Shaw, Patty Guggenheim e Lisa Gilroy, respectivamente. A inclusão dessas figuras aprofunda ainda mais o universo da série e entrega aos fãs do jogo elementos clássicos que ajudam a enriquecer a trama.

Bastidores: suor, calor e asfalto real

A produção da primeira temporada foi desafiadora. Filmada em Nova Orleans, entre maio e agosto de 2022, a equipe enfrentou condições climáticas extremas, com tempestades, calor sufocante e até ameaças de furacões. O showrunner Michael Jonathan Smith chegou a dizer em entrevista que “os carros tinham mais personalidade do que alguns atores, e davam tanto trabalho quanto”.

Para a segunda temporada, a produção se mudou para Toronto, no Canadá, buscando mais estabilidade. Locais como a Prefeitura de Cambridge e bairros industriais de Hamilton foram transformados em cidades fictícias devastadas, como “New San Francisco”, oferecendo à série uma paleta visual mais sombria e cinematográfica.

O investimento da produção também cresceu: efeitos especiais mais refinados, coreografias de perseguições mais complexas e cenários mais imersivos marcam a evolução técnica da série.

O que esperar da nova temporada

Com o torneio em curso, a nova temporada deve aprofundar as rivalidades entre os competidores, mostrar os bastidores de Calypso e explorar ainda mais a relação entre John e Quiet. O passado de ambos deve vir à tona, assim como suas motivações reais para continuarem lutando.

Especula-se que os episódios trarão revelações importantes sobre a origem da “Queda” que destruiu o mundo e pistas sobre como (ou se) a sociedade poderá ser reconstruída. A série também deve explorar novos territórios, apresentar mais personagens e investir em cenas de ação ainda mais grandiosas.

Crítica – Iron Lung é um mergulho sufocante no terror psicológico que transforma silêncio em pura tensão

A adaptação cinematográfica de Iron Lung, jogo independente criado por David Szymanski, parte de uma proposta que já era desafiadora desde sua origem. O game conquistou reconhecimento justamente por apostar em um terror minimalista, baseado em uma atmosfera opressiva e na constante sensação de que algo pode estar escondido no desconhecido. Diferente de produções que dependem de sustos rápidos ou monstros explícitos, a experiência original constrói medo através da imaginação do jogador.

No cinema, essa mesma essência é preservada, mas também ampliada. O filme dirigido e protagonizado por Markiplier tenta transformar aquela experiência interativa em uma narrativa visual que mantém o espectador preso à mesma sensação de confinamento e tensão constante. E, em boa parte do tempo, consegue.

Claustrofobia como protagonista

A história acompanha um prisioneiro enviado em uma missão praticamente suicida dentro de um pequeno submarino que navega por um oceano de sangue em um planeta desconhecido. O espaço apertado da embarcação, somado à visibilidade quase inexistente do lado de fora, cria um ambiente onde cada ruído metálico parece anunciar algo terrível prestes a acontecer.

Visualmente, o filme aposta em uma estética simples, porém eficaz. A iluminação fraca, os corredores apertados e os instrumentos antigos do submarino reforçam a sensação de confinamento permanente. O espectador sente que não existe escapatória possível, apenas a inevitável descida rumo ao desconhecido.

Essa escolha narrativa funciona porque o terror de Iron Lung não está necessariamente no que é mostrado, mas no que pode existir além do campo de visão. Cada imagem capturada pelas câmeras externas do submarino alimenta ainda mais a imaginação, sugerindo a presença de algo gigantesco e incompreensível nas profundezas daquele oceano vermelho.

O horror cósmico nas profundezas

Em vários momentos, o filme dialoga diretamente com o tipo de horror popularizado por H. P. Lovecraft, no qual o medo surge da incapacidade humana de compreender aquilo que está além da nossa lógica. O oceano de sangue que envolve o submarino não é apenas um cenário perturbador, mas também um símbolo do desconhecido absoluto.

A narrativa se constrói a partir dessa tensão entre curiosidade e medo. O protagonista sabe que está diante de algo muito maior do que ele, algo que talvez jamais consiga entender completamente. Ainda assim, precisa continuar avançando.

Esse conflito entre sobrevivência e curiosidade dá ao filme um tom quase existencial. O verdadeiro terror não está apenas na criatura que pode estar lá fora, mas na percepção de que o universo pode ser muito mais estranho e indiferente do que imaginamos.

A trilha sonora que aprisiona o espectador

Outro elemento importante para a construção da atmosfera é o trabalho sonoro. A trilha aposta em ruídos metálicos, vibrações graves e sons abafados que lembram constantemente que aquele submarino está pressionado por um ambiente hostil.

Em alguns momentos, o silêncio absoluto se torna ainda mais inquietante. É nesses instantes que o filme cria sua maior tensão, permitindo que o espectador compartilhe da mesma ansiedade do protagonista. O público passa a esperar por algo que talvez nunca apareça, mas cuja presença parece inevitável.

Esperança em meio ao desespero

Apesar de toda a atmosfera sombria, o filme também trabalha um tema surpreendentemente humano. A jornada do protagonista não é apenas sobre sobrevivência, mas também sobre a busca por algum tipo de esperança, mesmo quando as circunstâncias parecem completamente desesperadoras.

Existe algo profundamente humano nessa insistência em continuar avançando, mesmo quando tudo indica que o final não será feliz. O desconhecido assusta, mas também empurra o personagem para frente, como se a própria curiosidade fosse uma forma de resistência.

Esse aspecto emocional ajuda a dar mais profundidade à história, transformando o terror em algo que vai além do susto ou da tensão momentânea.

Um projeto feito com paixão

Outro ponto que chama atenção em Iron Lung é a dedicação evidente por trás do projeto. Diferente de muitas adaptações de videogames que acabam soando genéricas ou excessivamente comerciais, o filme demonstra um interesse genuíno em respeitar o espírito do material original.

Essa paixão se reflete principalmente na forma como a narrativa valoriza a atmosfera e o suspense psicológico. Em vez de tentar transformar a história em um espetáculo de ação ou efeitos visuais exagerados, a produção prefere explorar o desconforto, o silêncio e a sensação de isolamento.

Onde o filme tropeça

Mesmo com várias qualidades, o filme não é totalmente isento de falhas. A atuação de Markiplier, embora competente em diversos momentos, acaba sendo o ponto mais irregular da produção. Como ele também assina o roteiro e a direção, fica evidente que assumir tantas funções ao mesmo tempo pode ter comprometido um pouco o desempenho diante das câmeras.

Outro detalhe que causa estranhamento são algumas tentativas de humor inseridas ao longo da narrativa. Embora não sejam numerosas, essas pequenas quebras de tom acabam parecendo deslocadas dentro de uma história que aposta tão fortemente em uma atmosfera pesada e introspectiva.

Um terror diferente dentro das adaptações de videogame

Mesmo com essas pequenas irregularidades, Iron Lung se destaca como uma adaptação ousada dentro do universo de filmes baseados em jogos. Em vez de apostar em grandes explosões ou batalhas grandiosas, a produção prefere mergulhar em um terror mais introspectivo, que se constrói lentamente e permanece na mente do espectador.

No final, o filme funciona como uma experiência de atmosfera. Dentro daquele pequeno submarino perdido em um oceano impossível, o público não encontra apenas monstros ou ameaças externas. Encontra também um reflexo do medo humano diante do desconhecido.

Tela de Sucessos 02/05/2025: SBT exibe o clássico O Poderoso Chefão 3

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Nesta sexta-feira, 2 de maio de 2025, o Tela de Sucessos do SBT traz uma exibição imperdível para os amantes do bom cinema: o clássico “O Poderoso Chefão – Parte III”, de Francis Ford Coppola. Esse é o terceiro e último capítulo da famosa trilogia que retratou a trajetória da família Corleone, trazendo drama, poder, traição e redenção, em um filme repleto de emoção e tensão. Uma oportunidade única para relembrar o legado dessa obra-prima do cinema mundial, que completou mais de três décadas desde seu lançamento.

Sinopse

O filme, que estreou originalmente em 1990, se passa em 1979, em uma Nova York marcada pela decadência da poderosa família Corleone. Michael Corleone (interpretado por Al Pacino), agora um homem mais velho, doente e assombrado por seu passado, tenta de todas as formas redimir-se dos erros cometidos ao longo de sua vida. Em uma tentativa de limpar o nome da família, ele realiza uma generosa doação de US$ 100 milhões à Igreja, recebendo em troca o título de Ordem de San Sebastian, uma das honrarias mais prestigiadas concedidas pela Igreja Católica.

No entanto, mesmo buscando se afastar do mundo do crime, Michael acaba se vendo novamente no centro de uma disputa por poder. Durante a comemoração de sua honraria, ele reencontra seu sobrinho Vincenzo “Vinnie” Mancini (interpretado por Andy Garcia), que deseja seguir os passos de Michael no mundo dos negócios da família. O encontro, no entanto, toma rumos inesperados e violentos, quando Joey Zasa (Joe Mantegna), um poderoso mafioso, entra em cena, desafiante da autoridade de Michael. Uma briga entre as duas facções logo se transforma em uma verdadeira guerra, onde alianças são testadas e traições começam a surgir.

Paralelamente, Michael é pressionado por um arcebispo da Igreja, que pede sua ajuda para salvar a Igreja de um colapso financeiro, oferecendo a ele a chance de obter o controle de uma enorme corporação europeia, a Immobiliare. A proposta parece ideal, mas ela acaba trazendo consigo uma série de complicações, uma vez que muitos membros do clero se opõem à presença de Michael, devido ao seu passado sombrio e seus laços com o crime organizado.

Com uma trama envolvente e cheia de reviravoltas, O Poderoso Chefão – Parte III é, sem dúvida, uma obra que busca finalizar a história da família Corleone de maneira impactante, abordando temas como o legado, a redenção e a inevitabilidade do destino.

Curiosidades e Legado

Embora muitos considerem que o terceiro filme da série não tenha alcançado o mesmo nível de aclamação crítica dos dois primeiros, ele segue sendo uma parte essencial do legado da franquia, completando de forma brilhante o arco de Michael Corleone. O filme foi indicado a sete prêmios Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Ator Coadjuvante para Andy Garcia.

Um fato interessante é que Sofia Coppola, filha do diretor Francis Ford Coppola, participou do filme como Mary Corleone, a filha de Michael. A participação de Sofia foi inicialmente controversa, mas com o tempo a atriz recebeu elogios pela sua performance em um dos papéis centrais da trama.

Além disso, em 2020, o próprio Coppola lançou uma versão revisada do filme, intitulada Mario Puzo’s The Godfather, Coda: The Death of Michael Corleone, oferecendo uma nova leitura para o desfecho da história.

Onde Assistir

Além da exibição no SBT, o filme “O Poderoso Chefão 3” pode ser encontrado para aluguel digital na plataforma Prime Video, a partir de R$ 11,90, permitindo que os fãs revisitem essa obra cinematográfica ou a descubram pela primeira vez.

Não perca a chance de reviver este épico do cinema mundial. Uma oportunidade para mergulhar de volta na história da família Corleone e viver, mais uma vez, as complexas emoções de Michael, Vinnie e os outros personagens que marcaram a história da telona.

Essa exibição no Tela de Sucessos é para quem gosta de grandes filmes e não quer perder a chance de revisitar uma das trilogias mais importantes de todos os tempos. Sábado à noite, o Tela de Sucessos tem um encontro com o drama e o poder de uma das famílias mais marcantes da história do cinema.

Homem em Chamas terá 2ª temporada? Série da Netflix levanta dúvidas após estreia e final aberto

A Netflix lançou ontem, 30 de abril, Homem em Chamas, série que revisita uma história já conhecida do público e tenta dar uma nova camada emocional ao personagem John Creasy. A produção traz Yahya Abdul-Mateen II no papel principal e aposta em uma narrativa que mistura ação, drama psicológico e vingança, mas sem perder de vista o peso dos traumas que acompanham o protagonista.

Criada por Kyle Killen, a série adapta o universo do livro de A. J. Quinnell, que já havia ganhado versões anteriores no cinema. Agora, o foco é expandir esse mundo para a TV, com mais tempo para explorar a vida interna do personagem e suas contradições.

Qual é a história da série?

A trama acompanha John Creasy, um ex-mercenário das Forças Especiais dos Estados Unidos que tenta viver longe da violência depois de anos atuando em missões perigosas. Só que esse “recomeço tranquilo” não dura muito.

Creasy acaba sendo puxado de volta para o caos quando uma nova missão, ligada a questões pessoais, surge no caminho. A partir daí, ele se vê novamente envolvido em um mundo de perigo, agora lidando não só com inimigos externos, mas também com seus próprios conflitos internos.

O ponto mais sensível da história aparece quando ele assume a responsabilidade de proteger a filha de um antigo aliado. Esse vínculo coloca o personagem em rota direta com forças perigosas e, ao mesmo tempo, reacende nele uma necessidade de confronto que ele tentava deixar para trás.

Quem está no elenco da série?

O papel principal fica com Yahya Abdul-Mateen II (Watchmen, Aquaman), que entrega uma versão mais contida e emocional de Creasy, diferente de interpretações anteriores do personagem. Ao lado dele, o elenco conta com Billie Boullet e Bobby Cannavale (The Irishman, Boardwalk Empire), que ajudam a construir o entorno dramático da história, envolvendo relações de lealdade, conflito e tensão constante.

Homem em Chamas vai ter 2ª temporada?

Por enquanto, a resposta é direta: não há confirmação de segunda temporada da série. A Netflix ainda não anunciou renovação, nem deu qualquer sinal oficial sobre novos episódios, gravações futuras ou retorno do elenco. Ou seja, neste momento, a série está sendo tratada como uma produção fechada.

Isso não quer dizer que ela nunca vai continuar, mas sim que tudo depende do desempenho nos primeiros meses dentro da plataforma. A Netflix costuma avaliar audiência, engajamento e repercussão antes de bater o martelo sobre novas temporadas.

Uma história que já foi contada outras vezes

Homem em Chamas não é exatamente uma novidade no sentido mais puro. A série é baseada no livro de A. J. Quinnell, que já rendeu adaptações anteriores.

A mais conhecida delas é o filme de 2004 estrelado por Denzel Washington, que marcou bastante o público e ajudou a popularizar o personagem. Antes disso, a história também já havia ganhado uma versão cinematográfica em 1987.

A nova produção da Netflix é, na prática, a terceira grande adaptação desse universo — agora com a proposta de explorar mais profundamente o lado emocional e psicológico de Creasy.

Mais drama psicológico do que só ação

Apesar de ter cenas de ação, a série não se apoia apenas nisso. O foco principal está no impacto emocional da vida de Creasy, principalmente nos efeitos que anos de violência causaram nele.

A narrativa tenta mostrar um personagem quebrado, alguém que não está só lutando contra inimigos, mas também tentando lidar com culpa, perdas e um tipo de exaustão emocional que nunca desaparece completamente. Isso deixa a série mais próxima de um drama intenso do que de uma produção puramente voltada para ação.

E agora, o que esperar?

Por enquanto, o futuro da histótira segue indefinido. Sem confirmação oficial de segunda temporada, a série fica dependendo totalmente da recepção do público e dos números dentro da Netflix. Se houver interesse suficiente, existe espaço para continuação — afinal, o universo literário tem material para isso. Mas, no momento, tudo ainda está em aberto.

Saiba qual filme é exibido no Cine Aventura 30/09/2023

No próximo Cine Aventura da Record, marcado para ir ao ar neste sábado, dia 30 de setembro de 2023, os telespectadores serão convidados a mergulhar em uma emocionante e mágica jornada de animação com o filme Arthur e os Minimoys. Esta incrível produção, originalmente lançada em 2006 e dirigida pelo renomado Luc Besson, promete encantar e capturar a imaginação de pessoas de todas as idades com sua história rica em magia e aventura.

O enredo do filme gira em torno do jovem Arthur, um garoto de apenas 10 anos, que se encontra diante de uma missão aparentemente impossível: salvar a casa de sua avó da destruição. No entanto, o que torna essa narrativa verdadeiramente especial é a profunda admiração de Arthur pelas histórias contadas por seu avô sobre a misteriosa terra dos Minimoys, um povo minúsculo que habita o jardim da casa. Determinado a resgatar o lar de sua avó e explorar os tesouros ocultos da terra dos Minimoys, Arthur embarca em uma jornada épica repleta de desafios. Entretanto, a terra dos Minimoys não é apenas um lugar encantado; ela também está enfrentando sérias ameaças. Nesse contexto, Arthur se vê na posição de herói ao lado da corajosa princesa Selenia, unindo forças em uma missão destinada a confrontar o vilão Maltazard e salvar seu mundo.

O filme é enriquecido por um elenco notável que inclui talentosos atores, tais como Freddie Highmore (conhecido por suas atuações brilhantes em filmes como “Em Busca da Terra do Nunca” e “A Fantástica Fábrica de Chocolate”), Mia Farrow (famosa por seus papéis em “O Bebê de Rosemary” e “A Rosa Púrpura do Cairo”) e Madonna (uma icônica cantora e atriz com participações memoráveis em filmes como “Evita” e “Procura-se Susan Desesperadamente”). Eles emprestam suas vozes aos personagens, elevando ainda mais a qualidade da experiência cinematográfica, tornando-a inesquecível e emocionante.

Arthur e os Minimoys é uma produção cinematográfica que habilmente combina elementos de animação, aventura, fantasia e entretenimento para toda a família, proporcionando uma experiência completa e envolvente para espectadores de todas as idades. Com uma duração de 1 hora e 34 minutos, o filme promete encantar o público com sua história cativante e visuais deslumbrantes.

Saiba curiosidades do filme

Baseado na série de livros de Luc Besson: A história de “Arthur et les Minimoys” tem sua origem nos livros escritos por ninguém menos que o próprio diretor do filme, Luc Besson. A série de livros é composta por quatro volumes, sendo que o filme se concentra principalmente na adaptação do primeiro, intitulado “Arthur et les Minimoys”.

  1. Um elenco de voz de alto calibre: O filme reúne um elenco de voz de destaque, com Freddie Highmore dando vida ao personagem principal, Arthur, Mia Farrow dublando a avó de Arthur, Madonna emprestando sua voz à Princesa Selenia, e David Bowie interpretando o vilão Maltazard. Essa combinação de talento atuando por trás dos personagens contribuiu para a magia do filme.

Mundos colidem: “Arthur et les Minimoys” é uma obra cinematográfica que mescla gêneros, fundindo animação, aventura e fantasia em uma narrativa envolvente. Essa fusão de elementos cria um universo cinematográfico que é ao mesmo tempo único e memorável.

Produção internacional: O filme é um exemplo notável de co-produção internacional, reunindo estúdios de diferentes países, incluindo França, Estados Unidos e Reino Unido. Essa colaboração transnacional trouxe uma riqueza de perspectivas culturais e criativas para a produção.

Duas línguas, duas versões: “Arthur et les Minimoys” foi lançado em duas versões diferentes: uma em francês e outra em inglês. Nas versões em inglês, alguns nomes de personagens e lugares foram adaptados para melhor se adequar ao público de língua inglesa, enquanto a essência da história foi mantida.

Surgimento de sequências: O sucesso inicial do filme levou à produção de duas sequências, completando assim uma trilogia emocionante. As sequências são intituladas “Arthur et la Vengeance de Maltazard” (2009) e “Arthur et la Guerre des Deux Mondes” (2010), expandindo ainda mais o universo da série.

Arte da animação: A produção do filme envolveu um extenso trabalho de animação digital, com destaque para a criação dos Minimoys, criaturas minúsculas que habitam o mundo subterrâneo de Arthur. Esses seres encantadores e a variedade de cenários impressionantes cativaram o público com sua imaginação deslumbrante.

O mundo mágico dos Minimoys: O filme apresenta aos espectadores o “Mundo dos Minimoys”, um reino subterrâneo cheio de criaturas mágicas, plantas gigantes e uma infinidade de desafios e aventuras emocionantes. A meticulosidade na criação deste mundo contribuiu para a imersão do público.

Trilha sonora envolvente: A trilha sonora do filme foi habilmente composta por Éric Serra, que também colaborou com Luc Besson em outros projetos, incluindo “O Quinto Elemento”. A música desempenha um papel vital na criação da atmosfera mágica do filme, evocando emoções profundas ao longo da jornada de Arthur.

Reações variadas: “Arthur et les Minimoys” recebeu uma gama diversificada de críticas, com alguns elogiando sua criatividade e animação inovadora, enquanto outros podem ter achado a história um pouco previsível. No entanto, seu sucesso comercial solidificou seu lugar na cultura pop e proporcionou a alegria de descoberta para muitos espectadores ao redor do mundo.

Que horas vai passar o Cine Aventura?

Portanto, esteja pronto para embarcar nesta incrível jornada de descoberta, coragem e amizade quando o Cine Aventura apresentar Arthur e os Minimoys no dia 30 de setembro, a partir das 15h30, na tela da Record TV. Esta é uma oportunidade imperdível de desfrutar de uma aventura emocionante que aquecerá os corações de espectadores de todas as idades. Prepare-se para se encantar e se emocionar neste mundo mágico e cheio de aventuras.

Stranger Things | Ross Duffer confirma finalização da última temporada e fãs se preparam para a batalha final em Hawkins

Os fãs de Stranger Things têm motivos de sobra para comemorar. Ross Duffer, um dos criadores da série, compartilhou recentemente no Instagram que o Volume Um da quinta temporada está totalmente finalizado. Na publicação, ele mostrou imagens da mesa de edição dos dois últimos episódios da primeira parte da temporada e contou alguns detalhes interessantes sobre o que está por vir, deixando os seguidores ainda mais ansiosos.

A quinta e última temporada da série de sucesso da Netflix, que mistura drama, terror e ficção científica, promete encerrar de maneira épica a história de Hawkins. Conhecida como a fase final, a temporada terá estreia dividida em três partes: o Volume 1 chega no dia 26 de novembro de 2025, o Volume 2 será lançado em 25 de dezembro e o episódio final está marcado para 31 de dezembro. A produção continua nas mãos dos irmãos Duffer, em parceria com Shawn Levy e Dan Cohen, garantindo que a essência da série, tão amada pelos fãs, se mantenha intacta.

Retorno do elenco clássico e novidades no time

O que deixa qualquer fã animado é o retorno da maior parte do elenco que fez de Hawkins um lugar tão especial. Winona Ryder volta como Joyce Byers, sempre intensa e protetora, enquanto David Harbour retorna como Jim Hopper, o policial que se tornou figura paterna para Eleven. Millie Bobby Brown continua como Eleven, a garota com poderes extraordinários que conquistou gerações, e Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Maya Hawke, Priah Ferguson, Brett Gelman, Cara Buono e Jamie Campbell Bower também estão de volta.

Além do elenco conhecido, a temporada traz algumas novidades. Amybeth McNulty, que apareceu na temporada anterior como convidada, foi promovida a regular da série, enquanto Linda Hamilton se junta ao elenco principal, prometendo novas camadas à trama. Esses acréscimos são sinais claros de que a história vai ganhar ainda mais intensidade e complexidade.

Hawkins em alerta máximo

A ação desta temporada se passa no outono de 1987, e Hawkins nunca pareceu tão ameaçada. Com a abertura das Fendas, nossos heróis enfrentam a maior missão de suas vidas: encontrar e derrotar Vecna, a força maligna que já causou destruição e mortes na cidade. Mas Vecna desapareceu, deixando todos sem saber seus planos e localização.

Para complicar ainda mais, o governo coloca a cidade sob quarentena militar e intensifica a caça a Eleven, obrigando-a a se esconder mais uma vez. E com a aproximação do aniversário do desaparecimento de Will Byers, um clima de medo familiar volta a pairar sobre Hawkins. A temporada promete uma batalha final que reunirá todos os personagens em um confronto com uma escuridão mais intensa e perigosa do que qualquer coisa que já enfrentaram.

Personagens e suas missões na temporada final

Cada personagem traz uma peça essencial para essa fase final da história. Winona Ryder como Joyce Byers segue sendo a âncora emocional da série, enfrentando desafios familiares e sobrenaturais. David Harbour como Hopper continua sendo o protetor de Hawkins, enquanto Millie Bobby Brown como Eleven enfrenta dilemas que vão testar seus poderes e sua coragem.

Finn Wolfhard volta como Mike Wheeler, sempre leal e pronto para apoiar Eleven. Gaten Matarazzo e Caleb McLaughlin, como Dustin e Lucas, adicionam inteligência, humor e coragem ao grupo. Noah Schnapp retoma seu papel como Will Byers, cuja conexão com o mundo invertido é essencial para a história. Sadie Sink como Max Mayfield traz intensidade emocional, e Natalia Dyer, Charlie Heaton e Joe Keery continuam com seus arcos de investigação, lealdade e crescimento pessoal.

Maya Hawke como Robin Buckley, Brett Gelman como Murray Bauman e Priah Ferguson como Erica Sinclair completam o grupo principal, trazendo inteligência, coragem e leveza nos momentos mais tensos. Jamie Campbell Bower retorna como Vecna, encarnando a maior ameaça já enfrentada, enquanto Linda Hamilton surge como Dra. Kay, prometendo adicionar tensão e conhecimento estratégico. Amybeth McNulty como Vickie e outros personagens secundários completam o elenco, enriquecendo o mundo de Hawkins.

Como será a divisão da temporada

A decisão de dividir a temporada final em três partes tem um objetivo claro: manter o suspense e explorar cada arco de forma detalhada. O Volume 1, com quatro episódios, estreia em 26 de novembro, introduzindo os conflitos e preparando o terreno para os confrontos. O Volume 2, com três episódios, chega em 25 de dezembro, aprofundando os conflitos e explorando o impacto das ações dos personagens. Por fim, o episódio final, em 31 de dezembro, promete encerrar a saga com emoção e tensão, revelando o destino de todos os protagonistas.

Essa estratégia de lançamento é perfeita para prolongar a expectativa dos fãs, permitindo que cada detalhe seja absorvido e analisado antes da conclusão da história. Além disso, mantém a série viva nas conversas e teorias dos fãs, criando uma experiência compartilhada entre quem acompanha a série no mundo todo.

Bastidores e curiosidades

Ross mostrou um pouco dos bastidores ao postar imagens da mesa de edição, revelando que os últimos episódios do Volume Um receberam atenção especial. Cada cena foi trabalhada com cuidado para equilibrar momentos de ação, suspense e emoção, mantendo o clima nostálgico e aterrorizante que marcou Stranger Things desde a primeira temporada.

Shawn Levy e Dan Cohen, produtores executivos, também estiveram envolvidos na criação de efeitos visuais, fotografia e trilha sonora. Cada elemento foi pensado para reforçar a imersão no universo dos anos 80, com luzes neon, figurinos autênticos e músicas que remetem à época. Essa atenção aos detalhes ajuda a reforçar o clima único da série, mantendo a magia e a tensão que os fãs esperam.

Além disso, Duffer compartilhou que pequenas referências e easter eggs foram inseridos nos episódios, conectando a temporada final às anteriores. Fãs atentos certamente vão notar essas pistas e relacioná-las a eventos passados, aumentando a diversão e a sensação de fechamento da saga.

Fãs e expectativas

Desde o anúncio da finalização do Volume Um, a comunidade de fãs está em polvorosa. Teorias sobre o destino de Eleven, os planos de Vecna e possíveis sacrifícios do grupo são debatidas nas redes sociais, fóruns e em grupos de discussão. A divisão da temporada em três partes só aumenta o suspense e gera ainda mais especulações sobre o que vai acontecer em Hawkins.

Os criadores têm sido estratégicos em manter mistérios sem revelar detalhes importantes. Cada teaser, cada imagem dos bastidores e cada comentário dos produtores vira um evento digital, alimentando a ansiedade do público. Esse jogo de expectativas é parte do charme da série e mantém Stranger Things relevante, mesmo depois de quase uma década de sucesso.

Uma despedida à altura

A quinta temporada da série promete encerrar a saga de forma épica, reunindo o elenco clássico, introduzindo novos personagens e colocando Hawkins frente a uma ameaça sem precedentes. A batalha contra Vecna, o confronto final e a união dos personagens principais vão criar momentos de tensão, emoção e nostalgia.

Primeiras exibições de Supergirl revelam um filme em transformação e aumentam a curiosidade sobre o futuro do novo DCU

A nova fase da DC nos cinemas começa a ganhar forma diante do público, e Supergirl surge como um dos projetos mais emblemáticos desse momento. Após o lançamento de novos trailers e teasers nesta semana, a Warner Bros. intensificou a campanha de divulgação, enquanto, nos bastidores, o longa continua passando por ajustes importantes que refletem diretamente nas primeiras impressões.

Exibições-teste realizadas recentemente indicam que o filme ainda está em processo de refinamento. Mais de oito sessões já teriam sido promovidas com diferentes versões da montagem, incluindo três finais distintos apresentados ao público. A versão mais recente, exibida na Califórnia, teria cerca de 1 hora e 50 minutos e traria uma participação ampliada de Clark Kent, o que sugere uma tentativa clara de fortalecer as conexões dentro do novo universo compartilhado. As informações são do World of Reel.

Esse movimento evidencia o cuidado da equipe em encontrar o equilíbrio ideal entre narrativa própria e integração com o restante do DCU, liderado por James Gunn e Peter Safran. Ao mesmo tempo, revela um projeto que ainda busca seu tom definitivo, algo reforçado por mudanças significativas também na trilha sonora. O filme passou pelas mãos de Ramin Djawadi, depois por Tom Holkenborg e, mais recentemente, teria ficado sob responsabilidade de Claudia Sarne, que assumiu a função já na reta final da produção.

Foto: Reprodução/ Internet

As primeiras reações apontam para um filme ambicioso, com uma proposta mais emocional e densa, mas que ainda enfrenta desafios pontuais. Enquanto nomes do elenco vêm sendo elogiados, especialmente pela entrega e presença em cena, o vilão Krem aparece como um ponto de atenção, descrito por alguns como menos ameaçador do que o esperado para a trama.

Quem faz parte do elenco?

O elenco do longa-metragem reúne nomes que ajudam a sustentar a expectativa em torno do projeto. A protagonista é interpretada por Milly Alcock, que assume a responsabilidade de apresentar uma nova versão de Kara Zor-El. A atriz, conhecida por sua intensidade dramática, surge como peça central em uma história que exige profundidade emocional.

Outro destaque é Jason Momoa, que interpreta o anti-herói Lobo. As primeiras impressões indicam que sua participação pode ser um dos pontos altos do filme, com uma atuação que combina carisma, presença e uma dose de irreverência. Nos bastidores, o longa ainda conta com direção de Craig Gillespie e roteiro de Ana Nogueira, nomes que reforçam a proposta de uma abordagem mais autoral dentro do gênero. A produção é liderada pela DC Studios, consolidando o filme como parte essencial da nova estratégia criativa da franquia.

Qual é a história do filme?

Inspirado na HQ Supergirl: Woman of Tomorrow, de Tom King e Bilquis Evely, o longa aposta em uma narrativa mais intensa e emocional para a personagem. Aqui, Kara Zor-El é retratada como uma sobrevivente marcada por perdas profundas, o que influencia diretamente suas escolhas e sua forma de se relacionar com o mundo.

A trama acompanha a personagem em uma jornada pela galáxia ao lado de seu fiel companheiro, o cão Krypto. O que começa como uma viagem de autodescoberta ganha novos contornos quando ela cruza o caminho da jovem Ruthye, desencadeando uma sequência de acontecimentos que levam a protagonista a uma busca movida por vingança.

Essa abordagem reforça a intenção de apresentar uma Supergirl mais complexa e distante da imagem tradicionalmente leve da heroína. Como já adiantado por James Gunn, o filme aposta em uma versão mais dura da personagem, explorando suas fragilidades, traumas e conflitos internos.

Nick Souza lança “Abre Espaço” com Papi AQ e reforça protagonismo da música latina

Foto: Reprodução/ Internet

Na próxima quinta-feira (31), o cantor e produtor Nick Souza lança “Abre Espaço”, uma parceria pulsante com o rapper Papi AQ. A faixa chega carregada de referências da música urbana brasileira, especialmente dos funks de Belo Horizonte e do Rio de Janeiro, mas não se limita ao som. É, acima de tudo, um manifesto — um grito de identidade e pertencimento de artistas imigrantes que fincaram raízes na cena musical canadense.

Nick sabe bem o que é viver entre mundos. Cresceu no Canadá, mas leva no sangue e nos beats as sonoridades brasileiras. Foi durante uma temporada recente em Toronto que a ideia de “Abre Espaço” surgiu: “A gente queria marcar nosso território, mostrar que não estamos aqui só de passagem. Estamos construindo algo, ocupando um lugar que, historicamente, nunca foi entregue a nós”, explica o artista.

O som que cruza fronteiras

Mais do que uma colaboração entre dois nomes promissores da música latina no Canadá, a música é também um encontro criativo que cruza idiomas, gêneros e territórios culturais. A produção da faixa é assinada por Nick, que começou o beat ainda sozinho, e depois o levou para o estúdio em Toronto, onde gravou com Papi AQ.

A cereja do bolo veio com os DJs ShrimpTempura e Kamila Aguilar. Usando equipamentos CDJ, eles manipularam a acapella com efeitos eletrônicos que adicionaram ainda mais textura e camadas à música. O resultado? Um som vibrante, cheio de personalidade, que soa tão contemporâneo quanto universal.

Clipe com crítica social e referência a Childish Gambino

A faixa será lançada já acompanhada de um videoclipe que promete levantar discussões. Inspirado visualmente por This Is America, o potente trabalho audiovisual de Childish Gambino, o clipe da música caminha na mesma direção crítica: abordar as tensões sociais, os espaços invisíveis e os silenciamentos vividos por imigrantes em países como o Canadá — inclusive dentro da própria indústria cultural.

“A ideia era criar uma obra que dissesse: ‘estamos aqui, temos voz, e nossa arte tem valor’. A gente também representa um coletivo gigante que vive às margens e que merece ser visto. E o clipe é uma forma de gritar isso, com imagem e som ao mesmo tempo”, comenta Nick.

Uma amizade que virou música

A parceria entre Nick Souza e Papi AQ não é de agora. Os dois artistas se conhecem há anos e já vinham construindo uma relação de respeito mútuo dentro da comunidade latina-canadense. “A gente se entende muito, temos histórias parecidas. Sempre falávamos de gravar juntos, mas agora foi o momento certo. E ficou incrível. É um som com verdade, com força e com nossa cara”, revela Nick, animado com o resultado.

Papi AQ, por sua vez, também é uma figura respeitada na cena alternativa e urbana do Canadá. Seu estilo mistura influências do hip-hop, trap e reggaeton, com letras que falam sobre identidade, resistência e comunidade. A junção com Nick, que transita entre o funk, o eletrônico e o pop alternativo, cria uma fusão sonora rica e cheia de frescor.

Representatividade que não é moda — é urgência

Mais do que um lançamento musical, “Abre Espaço” traz uma camada política que não pode ser ignorada. Em tempos em que a cultura latina e a arte de imigrantes ainda enfrentam barreiras de visibilidade fora dos seus países de origem, o single chega como um lembrete de que ocupar espaços é, muitas vezes, uma batalha diária.

“Tem muito artista talentoso vivendo fora do Brasil que não é enxergado. Às vezes, o mercado lá fora é fechado, elitizado, ou simplesmente não está pronto pra receber quem vem com algo diferente. A gente não quer ser exceção — queremos ser o começo de uma virada”, desabafa Nick.

O que vem por aí

Com o lançamento dessa canção, Nick Souza inicia uma nova fase em sua carreira, marcada por um discurso mais direto e por colaborações que reforçam sua raiz multicultural. Ele promete mais novidades para os próximos meses, incluindo outros feats e talvez até um projeto visual completo, que deve aprofundar ainda mais os temas abordados no novo single.

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