Sem Nada a Perder | Acaba de chegar à Netflix um drama sobre uma mãe que se recusa a aceitar o pior diagnóstico possível

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Entre as novidades da Netflix está Sem Nada a Perder, drama francês que coloca no centro da história uma pergunta difícil de responder: até onde uma mãe iria para salvar a vida do próprio filho? Em vez de buscar respostas fáceis ou criar reviravoltas a cada cena, o filme acompanha uma mulher que vê todos os planos mudarem quando a maternidade, que parecia o início de uma nova fase, passa a ser marcada por uma luta diária.

A protagonista é Jada (Nawell Madani), que realiza o sonho de ter um filho por meio da doação de embriões. Depois de construir a família que sempre desejou, ela recebe uma notícia que muda completamente sua rotina: a criança é diagnosticada com leucemia. A partir daí, cada consulta, cada nova informação e cada dia de espera passam a ter um peso diferente.

O que faz a história seguir por outro caminho?

O filme não gira em torno da doença em si, mas das consequências que ela provoca na vida de Jada. Quando os médicos explicam que um transplante de medula óssea representa a maior chance de tratamento, começa uma corrida contra o tempo para encontrar um doador compatível.

É nesse momento que a narrativa encontra sua força. Em vez de transformar a protagonista em uma personagem perfeita, o roteiro acompanha alguém que toma decisões sob pressão, lida com frustrações e tenta continuar de pé quando as respostas que procura simplesmente não aparecem.

A história evita criar vilões ou conflitos artificiais. O maior obstáculo é justamente aquilo que nenhuma família consegue controlar: o tempo.

Quem está no elenco?

Além de viver Jada, Nawell Madani também divide a direção do longa com Ludovic Colbeau-Justin e assina o roteiro. O elenco conta ainda com Guillaume Gouix (Os Miseráveis, A Noite Devorou o Mundo) e Paul Fouré, que interpreta o filho da protagonista.

Vale colocar na lista?

Sem Nada a Perder não é um filme construído para arrancar lágrimas a qualquer custo. O que prende a atenção é a forma como acompanha uma mãe tentando manter a esperança enquanto tudo ao redor parece caminhar na direção contrária.

Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel recebe José Loreto e Carol Castro neste domingo (13)

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Imagine ligar a TV num domingo à noite e dar de cara com um ator que já foi segurança da Gisele Bündchen, se transformou em Jesus no teatro e agora quer virar Chorão no cinema. Ao lado dele, uma atriz que cresceu nos bastidores do teatro e já brilhou em novelas, séries e streamings. Agora coloque isso dentro de um game show maluco de três pistas. Pronto, você nem começou a assistir o Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel e já está hipnotizado.

Neste domingo, 13 de julho, o programa não entrega apenas entretenimento — entrega um roteiro de comédia, emoção e surpresa com gostinho de TV brasileira raiz, com toques de modernidade que só o SBT sabe equilibrar.

🧩 Quando um ex-segurança vira Jesus e uma atriz de novela revive o início

No Jogo das 3 Pistas, a coisa vai além do jogo. José Loreto, entre uma dica e outra, compartilha o impacto espiritual de interpretar Jesus Cristo na Paixão de Cristo de Pernambuco em 2025, fala sobre viver com diabetes e revela como foi sair das ruas de Los Angeles — onde já cuidou da segurança de celebridades — até virar galã de novelas como Avenida Brasil e Pantanal.

Ao lado dele, Carol Castro reativa memórias da infância no teatro com o pai, reflete sobre a fama precoce em Mulheres Apaixonadas e mostra como é crescer sob os holofotes, mantendo a elegância e o talento em alta por mais de três décadas. É mais que jogo: é uma sessão de memórias com plateia.

⏱️ 60 segundos de caos e um prêmio que muda tudo

O Nada Além de 1 Minuto volta com fôlego novo e um cenário onde a tensão tem cronômetro. Um minuto parece pouco? Para o competidor Kayo, é o tempo exato entre sair com nada ou sair com R$ 300 mil no bolso. A nova temporada chega mais frenética, mais difícil e com a mesma promessa: você vai segurar a respiração por 60 segundos sem perceber.

E o sucesso é tanto que agora tem versão de tabuleiro — sim, você pode errar em casa também e ainda ser julgado pela família.

🎪 Show de Calouros ou reality de talentos surreais?

E quando você acha que já viu tudo, o Show de Calouros entrega o que ninguém espera: freiras fazendo beatbox, dupla de acroyoga, drag queens empoderando o palco e até senhorinhas com coreografia ensaiada.

Avaliação? Fica por conta do painel de personalidades que une irreverência e faro de talento: Aretuza Lovi, Helen Ganzarolli, Gaby Cabrini, Victor Sarro, Felipeh Campos e o eterno Xaropinho.

É o tipo de segmento que mistura show de talentos, programa de auditório e viral do TikTok — tudo ao mesmo tempo agora.

💰 Show do Milhão: quem ousa sonhar, responde com calma

Patricia Abravanel comanda o Show do Milhão EMS com aquele sorriso calmo de quem sabe que uma simples pergunta pode deixar alguém milionário. A tensão aumenta a cada rodada, o auditório segura a respiração e o público em casa tenta responder como se valesse também. Será que neste domingo alguém chega até o final?

🧊 Pegadinha com bug no tempo: o humor no modo congelado

E pra fechar com chave de ouro (e boas gargalhadas), a Câmera Escondida da semana vai brincar com o inesperado. Na pegadinha “Pedir Informação e Congelar”, o ator Adriano Arbool para o tempo — literalmente. Ele pede uma informação e, no meio da conversa, simplesmente… trava. Fica parado como estátua no meio da CCXP 2024, deixando os fãs nerds tentando entender se aquilo é cosplay, performance ou um bug da realidade.

Resultado? Reações hilárias, confusão e a certeza de que o humor simples ainda é o mais eficaz.

📺 Muito além da nostalgia: um domingo onde tudo pode acontecer

O Programa Silvio Santos com Patricia Abravanel deste domingo não é apenas uma sequência de quadros. É um show à moda antiga com fôlego de streaming, onde o improviso encontra o roteiro, o clássico abraça o viral e a plateia se torna cúmplice de um espetáculo que só a televisão brasileira sabe entregar.

Então, fica o convite: domingo, 13 de julho, a partir das 11h15, no SBT. Porque se tem freira no beatbox, Jesus no game show e prêmio de R$ 300 mil em 60 segundos… você sabe que não é só um programa — é um evento.

Jack Ryan: Guerra Fantasma | Saiba quando chega o filme com retorno de John Krasinski no Prime Video

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O universo de Jack Ryan ganha continuidade com Jack Ryan: Guerra Fantasma, produção que expande diretamente os acontecimentos da série exibida entre 2018 e 2023. O longa estreia em 20 de maio no Prime Video e reposiciona o personagem em uma operação internacional marcada por risco elevado e instabilidade política.

Diferente da construção episódica anterior, o filme concentra a narrativa em uma única missão, eliminando paralelos dispersos e mantendo foco contínuo na progressão da investigação. O resultado é uma trama mais direta, em que cada descoberta altera imediatamente o rumo da operação.

Sobre o que é Guerra Fantasma?

Na história, Jack Ryan é chamado de volta ao trabalho de campo após uma missão revelar indícios de uma articulação clandestina com impacto global. O que inicialmente parece uma operação isolada rapidamente se expande, conectando agentes, governos e interesses que operam fora de qualquer controle institucional.

À medida que avança, Ryan deixa a função analítica para atuar diretamente em campo, lidando com ameaças imediatas e decisões que precisam ser tomadas sem margem para erro. A investigação passa a depender menos de coleta gradual de dados e mais de ações rápidas, muitas vezes baseadas em informações incompletas.

O roteiro sustenta a tensão ao trabalhar com incerteza constante. A origem da ameaça não é totalmente clara, e a possibilidade de infiltração dentro das próprias estruturas de inteligência transforma cada aliança em algo provisório. Esse deslocamento de confiança é central para o desenvolvimento da narrativa.

Quem está no elenco?

John Krasinski (Um Lugar Silencioso, The Office) retorna como Jack Ryan, mantendo a abordagem que equilibra leitura estratégica e ação direta. A continuidade da interpretação reforça a ligação entre série e filme, sem mudanças de tom no personagem.

Wendell Pierce (The Wire, Suits) reprisa o papel de James Greer, agora em posição ainda mais estratégica dentro da agência. Michael Kelly (House of Cards, Narcos) também retorna como Mike November, inserido novamente em operações ligadas ao núcleo central da trama.

Entre as adições, Sienna Miller (Foxcatcher, Sniper Americano) assume um papel ligado aos desdobramentos políticos da história, enquanto Betty Gabriel (Corra!, Upgrade) aparece em posição de liderança dentro da CIA, influenciando decisões que impactam diretamente a missão.

Como o filme se conecta com a série?

Jack Ryan: Guerra Fantasma mantém continuidade direta com a série do Prime Video, preservando relações e eventos já estabelecidos. Não há reinício narrativo, mas uma progressão que parte do ponto em que os personagens foram deixados anteriormente.

A principal mudança está na forma de condução da história. Sem a divisão em episódios, o desenvolvimento ocorre de maneira contínua, com menos interrupções e maior concentração nos eventos centrais. Isso reduz desvios narrativos e mantém a progressão focada na missão principal.

Quem está por trás da produção?

A direção é de Andrew Bernstein, com roteiro assinado por Aaron Rabin e John Krasinski. A história também conta com colaboração de Noah Oppenheim. A produção envolve Paramount Pictures e Skydance Media, com distribuição da Amazon MGM Studios, mantendo o padrão técnico associado à franquia.

Quando estreia?

O filme será lançado em 20 de maio, com disponibilização global no Prime Video.

Mortal Kombat II ganha primeiro trailer explosivo e pôsteres inéditos com Karl Urban como Johnny Cage

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A escuridão avança sobre o Plano Terreno — e os guerreiros estão de volta ao campo de batalha. Nesta semana, a Warner Bros. Pictures Brasil revelou com exclusividade o primeiro trailer oficial de “Mortal Kombat II”, sequência do longa lançado em 2021, acompanhado de pôsteres individuais inéditos que destacam personagens icônicos da franquia, agora sob uma nova ameaça: o domínio do impiedoso Shao Kahn.

Com direção novamente a cargo de Simon McQuoid, a produção mergulha de vez nas entranhas místicas e violentas do universo criado por Ed Boon e John Tobias, levando às telonas o que promete ser um dos confrontos mais viscerais da temporada cinematográfica. Se o primeiro filme foi uma introdução eletrizante, o segundo chega para elevar a aposta — e o risco.

Johnny Cage entra em cena

Entre as novidades mais aguardadas está a estreia do astro Karl Urban como Johnny Cage, astro de ação, provocador nato e combatente surpreendentemente letal. O personagem, ausente no primeiro longa, agora surge como peça-chave numa trama marcada por alianças perigosas e confrontos decisivos.

No novo filme, Cage se junta aos defensores do Plano Terreno numa missão urgente: frear o avanço das forças de Shao Kahn e impedir a queda definitiva do reino dos humanos. A balança entre mundos está prestes a ruir, e cada lutador terá de fazer escolhas que podem custar sua vida — ou sua alma.

O elenco de volta à luta

Reforçando a atmosfera de fidelidade aos jogos, o elenco retorna com nomes já familiares ao público. Chin Han vive novamente o ardiloso Shang Tsung, senhor de almas e aliado traiçoeiro da Exoterra. Joe Taslim retoma seu papel como o gélido e impiedoso Sub-Zero, enquanto Tadanobu Asano retorna como o sereno e enigmático Raiden. Hiroyuki Sanada, por sua vez, encarna mais uma vez o espírito vingativo de Hanzo Hasashi, o lendário Scorpion.

A presença desses personagens, agora mais densos e testados por perdas e desafios, fortalece a narrativa e promete confrontos de tirar o fôlego. O novo roteiro, assinado por Jeremy Slater (Moon Knight, The Umbrella Academy), busca aprofundar os vínculos entre mundos e os dilemas morais dos guerreiros — sem abrir mão do que a franquia faz de melhor: combates brutais e icônicos.

Entre o épico e o visceral

“Mortal Kombat II” é produzido por Todd Garner, James Wan, Toby Emmerich, E. Bennett Walsh e Simon McQuoid, com produção executiva de Michael Clear, Judson Scott, Jeremy Slater e Lawrence Kasanoff — nome histórico na trajetória de Mortal Kombat no cinema desde os anos 1990.

O jogo que chocou o mundo e se tornou lenda

Antes de se tornar uma franquia multimilionária no cinema, Mortal Kombat era apenas uma ideia ousada nas mãos de dois desenvolvedores da Midway Games: Ed Boon e John Tobias. O ano era 1992, e o mercado de jogos eletrônicos vivia sob a sombra de Street Fighter II. Mas foi com sangue, magia negra e artes marciais brutais que Mortal Kombat rompeu todas as expectativas — e deu início a uma das franquias mais controversas, influentes e duradouras da história dos videogames.

Hoje, com o segundo filme a caminho e personagens como Johnny Cage, Scorpion, Sub-Zero e Raiden novamente em evidência, vale voltar ao início e entender por que o primeiro Mortal Kombat não foi apenas um jogo: foi um divisor de águas cultural.

Personagens lendários e rivalidades eternas

Ao contrário de muitos jogos da época, Mortal Kombat não se limitou à pancadaria: ele criou um universo próprio, com mitologia e conflitos épicos entre reinos paralelos. A narrativa misturava torneios místicos, tradições orientais e guerra interdimensional — uma base rica que se desdobrou em continuações, séries animadas, HQs e filmes.

Personagens como o espectral Scorpion, o ninja gelado Sub-Zero, o deus do trovão Raiden e o irreverente astro de cinema Johnny Cage rapidamente ganharam status de ícones da cultura pop. Cada um tinha um estilo de luta, uma história de fundo e um fatality próprio — fórmula que ampliava o apelo do jogo para diferentes públicos.

Chico Rei comemora 16 anos com promoção de camisetas por R$37,90

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A Chico Rei está comemorando seus 16 aninhos! Para marcar essa trajetória repleta de conquistas, vamos celebrar os valores que fazem dessa marca um exemplo de responsabilidade social, redução do impacto ambiental e construção de relações justas e transparentes.

Desde seu início, a Chico Rei se destacou por conduzir seus negócios de forma humanizada e consciente. A marca adota um modelo de produção sob demanda, eliminando a necessidade de estoques e a geração de lixo. Esse método garante que cada camiseta produzida encontre seu dono sem desperdícios. Além de estilosas e confortáveis, as camisetas são veganas, ou seja, não envolvem qualquer tipo de exploração animal em seus processos, desde os componentes até as práticas de produção.

A filosofia de responsabilidade da Chico Rei vai além das camisetas. A marca tem como missão impactar positivamente a vida das pessoas e o meio ambiente. Orgulhosa de seus projetos e práticas sustentáveis, a Chico Rei convida todos a conhecerem mais sobre suas iniciativas no site chicorei.com/sustentabilidade.

Para celebrar seu aniversário, a Chico Rei preparou uma super oferta para seus clientes. Entre os dias 13 e 19 de maio, todas as camisetas estarão por apenas R$37,90! É uma oportunidade imperdível para renovar o guarda-roupa com peças que fazem a diferença.

Além disso, ao longo de sua jornada, a Chico Rei vem se destacando por várias iniciativas, como parcerias com artistas locais e projetos sociais que promovem a inclusão e a diversidade. Cada coleção lançada é pensada para trazer mensagens positivas e inspiradoras, reforçando o compromisso da marca com a transformação social através da moda. Para participar dessa festa e conhecer mais sobre a Chico Rei, visite o site aqui.

Tela Quente exibe “Medo Profundo – O Segundo Ataque” nesta segunda (29); relembre a história do suspense com tubarões

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A Tela Quente desta segunda-feira (29) exibe Medo Profundo: O Segundo Ataque, filme de terror e sobrevivência lançado em 2019. Produção dos Estados Unidos e do Reino Unido, o longa foi dirigido por Johannes Roberts, que também escreveu o roteiro ao lado de Ernest Riera. Embora seja a continuação de 47 Metros para Baixo, a história é independente e apresenta personagens inéditos.

A trama acompanha Mia, Sasha, Alexa e Nicole, quatro adolescentes que decidem explorar uma antiga cidade maia escondida sob o mar. O passeio muda completamente quando elas descobrem que as ruínas servem de habitat para tubarões-brancos. Perdidas em um labirinto de túneis e cavernas, as jovens precisam encontrar uma saída antes que o oxigênio dos cilindros acabe.

Diferentemente do primeiro filme, que se passava em mar aberto, a sequência concentra quase toda a ação dentro de construções submersas. A mudança de cenário altera completamente a dinâmica da história. Os corredores estreitos dificultam a fuga, a visibilidade é limitada e qualquer erro pode deixar o grupo sem alternativa para escapar.

O elenco reúne Sophie Nélisse, conhecida por A Menina que Roubava Livros, Corinne Foxx, Brianne Tju e Sistine Stallone. O filme também conta com John Corbett, Nia Long e Davi Santos em papéis coadjuvantes.

Grande parte das filmagens aconteceu em tanques especiais construídos para cenas subaquáticas. A produção utilizou os estúdios Pinewood Indomina, na República Dominicana, o Underwater Studio, em Basildon, e os estúdios Pinewood, no Reino Unido. A escolha por cenários físicos deu aos atores mais liberdade para gravar sequências dentro d’água e reduziu a dependência de efeitos digitais em boa parte das cenas.

Com orçamento estimado em US$ 12 milhões, Medo Profundo: O Segundo Ataque arrecadou cerca de US$ 47,6 milhões nas bilheterias mundiais. A recepção da crítica foi dividida, mas o desempenho comercial confirmou o interesse do público por histórias de sobrevivência ambientadas no fundo do mar.

Quem não assistiu ao primeiro longa não precisa se preocupar. Apesar do título, a sequência funciona como uma história independente, sem ligação direta com os acontecimentos do filme de 2017. A única conexão entre as duas produções é a proposta de colocar personagens comuns diante de situações extremas envolvendo tubarões.

Ted Lasso já mira além da 4ª temporada? Produtor indica que novos episódios podem começar a ser planejados em breve

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Mesmo com a quarta temporada ainda em produção, o futuro de Ted Lasso já começa a ser discutido nos bastidores da Apple TV+. Em entrevista ao Deadline, o executivo Matt Cherniss revelou que Jason Sudeikis, criador e protagonista da série, já pensa nos próximos passos da história, o que pode acelerar o desenvolvimento de uma quinta temporada. As informações foram repercutidas pelo ComicBook.

Segundo Cherniss, o foco continua sendo concluir os novos episódios, mas a equipe sabe que Sudeikis já olha para o que vem depois. “Jason ainda está trabalhando duro na quarta temporada, e sei que ele está pensando em entrar na próxima temporada em breve. Pelo que sei, ainda não começamos oficialmente esse trabalho”, afirmou o executivo.

O que isso significa para a 5ª temporada?

A declaração não confirma que a quinta temporada foi aprovada pela Apple TV+, mas indica que a equipe criativa já considera a possibilidade de dar continuidade à série. Como o desenvolvimento de uma produção desse porte costuma levar meses entre roteiro, pré-produção e filmagens, começar esse planejamento com antecedência pode reduzir o intervalo entre uma temporada e outra.

Como a série se tornou um dos maiores sucessos da Apple TV+?

Criada por Jason Sudeikis, Bill Lawrence, Joe Kelly e Brendan Hunt, a série nasceu a partir de um personagem criado por Sudeikis para uma campanha publicitária da NBC Sports durante a cobertura da Premier League. O que começou como uma ideia para comerciais acabou se transformando em uma das produções mais premiadas da televisão nos últimos anos.

A série estreou em agosto de 2020 na Apple TV+ e rapidamente conquistou espaço entre público e crítica graças ao equilíbrio entre humor, drama e personagens bem desenvolvidos. O sucesso levou à renovação quase imediata para uma segunda temporada, seguida pelo terceiro ano, lançado em 2023.

Quem faz parte do elenco?

Jason Sudeikis retorna como Ted Lasso, treinador de futebol americano que aceita comandar um clube da Premier League mesmo sem experiência no esporte. O elenco principal também reúne Hannah Waddingham (Rebecca Welton), Brett Goldstein (Roy Kent), Phil Dunster (Jamie Tartt), Juno Temple (Keeley Jones), Brendan Hunt (Coach Beard), Nick Mohammed (Nathan Shelley) e Jeremy Swift (Leslie Higgins).

He-Man está chegando! Veja como garantir ingressos na pré-venda de Mestres do Universo

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Os preparativos para o retorno de Eternia já começaram a ocupar espaço nas bilheterias brasileiras. A pré-venda de Mestres do Universo foi aberta nesta quinta-feira, 21 de maio, antecipando a chegada do longa aos cinemas no dia 4 de junho. O novo filme marca o retorno de He-Man às telonas quase quarenta anos depois da versão de 1987, que se tornou um marco da cultura pop mesmo com recepção dividida na época.

A liberação antecipada dos ingressos rapidamente ganhou força nas redes de cinema e nas plataformas digitais. Ingresso.com, Cinemark, Cinépolis e UCI já oferecem sessões em diferentes formatos, com opções que vão do IMAX ao 3D, além de salas premium e versões dubladas ou legendadas

O interesse pelo novo filme não surgiu do nada. He-Man sempre manteve presença constante no imaginário popular, especialmente no Brasil, onde a animação original dos anos 1980 foi exibida repetidas vezes na TV aberta e consolidou o personagem como um dos nomes mais reconhecíveis da fantasia televisiva. Mesmo fora do ar por longos períodos, a marca continuou viva por meio de reprises, brinquedos, jogos e novas versões animadas

Como comprar os ingressos?

A compra antecipada de Mestres do Universo já pode ser feita diretamente nos aplicativos e sites das redes de cinema. O processo é simples: o título aparece na programação, o público escolhe a cidade, seleciona o cinema e define a sessão disponível a partir de 4 de junho.

As exibições incluem formatos variados, desde salas tradicionais até experiências mais imersivas. Em algumas redes, o filme também será exibido em 3D e em salas premium, o que reforça a aposta das distribuidoras em diferentes tipos de público. Em cidades maiores, a tendência é que as primeiras sessões tenham alta ocupação já nos primeiros dias de venda.

Sobre o que fala o novo filme de He-Man?

A nova adaptação acompanha o Príncipe Adam em seu retorno ao planeta Eternia depois de anos afastado de seu destino. Ao chegar, ele encontra o reino em ruínas, sob domínio das forças de Esqueleto, que avançaram e tomaram controle de grande parte do território.

A partir desse ponto, a narrativa gira em torno da decisão de Adam de assumir novamente o papel de He-Man. Ele deixa de lado a tentativa de viver longe do conflito e passa a encarar a responsabilidade de proteger não apenas sua família e aliados, mas todo o equilíbrio do universo.

Ao lado de Teela e Mentor, o personagem enfrenta uma escalada de conflitos envolvendo criaturas místicas, batalhas em larga escala e uma disputa que envolve diretamente o futuro de Eternia. O filme aposta em uma abordagem mais expansiva do universo da franquia, com foco em ação contínua e construção de mundo.

He-Man e o peso de uma marca que atravessa gerações

He-Man não é apenas uma adaptação antiga que está sendo revisitada. O personagem faz parte de um conjunto de franquias que atravessaram décadas sem perder completamente a relevância. A linha de brinquedos da Mattel, lançada originalmente nos anos 1980, ajudou a transformar a trama em um fenômeno global muito antes do cinema tentar adaptar a história.

A animação clássica teve papel decisivo nessa popularidade. Exibida em diversos países, ela consolidou a imagem de Adam e sua transformação em He-Man como uma das identidades mais fortes da fantasia televisiva da época. No Brasil, essa presença foi ainda mais intensa, com transmissões repetidas em diferentes faixas de programação, o que ajudou a criar uma base de público extremamente ampla.

Mesmo após o fim da série original, a franquia nunca desapareceu completamente. Novas animações, linhas de produtos e tentativas de reinterpretação mantiveram o personagem em circulação, ainda que em ciclos irregulares. Esse histórico explica por que qualquer novo projeto envolvendo He-Man ainda desperta curiosidade imediata, mesmo entre quem não acompanha diretamente o universo atual da franquia.

Quem está no elenco?

O protagonista é interpretado por Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul, Uma Ideia de Você), que assume o papel do Príncipe Adam e sua transformação em He-Man, figura central da história.

O elenco reúne ainda Camila Mendes (Riverdale), Alison Brie (Community, GLOW), Jared Leto (Clube de Compras Dallas, Morbius), Idris Elba (Luther, Thor), Morena Baccarin (Deadpool, Firefly), Kristen Wiig (Missão Madrinha de Casamento, Barbie), James Purefoy (The Following, Roma) e Jóhannes Haukur Jóhannesson (Game of Thrones, The Witcher).

Um projeto que passou por anos de mudanças

A versão atual do longa-metragem é resultado de um desenvolvimento longo e instável. Desde 2009, o projeto passou por diferentes estúdios, mudanças de roteiristas e diversas tentativas de redefinir o tom da adaptação.

Nomes como Jon M. Chu (Wicked), David S. Goyer (Batman: O Cavaleiro das Trevas), McG (Anjos da Lei) e a dupla Aaron Nee e Adam Nee (A Cidade Perdida) estiveram ligados ao projeto em diferentes fases.

O filme também passou por Sony e Netflix. A plataforma chegou a investir cerca de 30 milhões de dólares no desenvolvimento antes de abandonar a produção em 2023. Nesse período, o personagem chegou a ser associado a Kyle Allen (West Side Story) e Noah Centineo (Para Todos os Garotos que Já Amei).

A retomada só aconteceu quando a Amazon MGM Studios assumiu o projeto em 2024, reorganizando a produção e iniciando uma nova fase que resultou no longa que chega agora aos cinemas.

Onde o filme foi gravado?

As filmagens ocorreram entre janeiro e junho de 2025 em Londres. A produção utilizou estúdios de grande porte e cenários construídos fisicamente para recriar Eternia, combinando elementos práticos com efeitos visuais.

Quando estreia Mestres do Universo?

O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 4 de junho.

Papagaios | Assista ao teaser do filme que estreia hoje no 53º Festival de Cinema de Gramado, unindo suspense e comédia

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O cinema brasileiro recebe mais uma produção de destaque com a estreia mundial do longa-metragem Papagaios, dirigido pelo talentoso cineasta carioca Douglas Soares. O filme será apresentado na Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros do 53º Festival de Cinema de Gramado, um dos eventos mais tradicionais e respeitados do país. A obra propõe uma abordagem única sobre o fenômeno dos “papagaios de pirata” — pessoas que buscam aparecer em transmissões de TV ou diante de câmeras apenas para obter algum tipo de reconhecimento momentâneo.

Misturando suspense e comédia, o longa acompanha personagens que, por diferentes motivos, se veem envolvidos em situações que questionam os limites da ética e do comportamento humano. Ao mesmo tempo que diverte, o filme provoca reflexões sobre a necessidade de ser visto, reconhecido e validado socialmente, levantando questões universais sobre a fama e os desejos individuais.

Douglas Soares, que acumula mais de 40 prêmios por seus trabalhos no segmento de documentários, traz para sua estreia no longa de ficção uma sensibilidade rara para capturar nuances humanas. “Este é um filme sobre pessoas comuns em situações extraordinárias. Quero que o público se divirta, mas que também reflita sobre como a busca por reconhecimento pode transformar a vida de alguém”, afirma o diretor. Para ele, a experiência em documentários ajudou a construir personagens realistas, mesmo em um enredo que mescla elementos de suspense e humor.

Uma sátira social sobre a fama

No centro de Papagaios está a figura do “papagaio de pirata”, que inspira tanto o título quanto o tom do filme. A obra expõe, de forma irônica, o comportamento daqueles que desejam aparecer na televisão ou nas redes sociais, muitas vezes sem considerar consequências ou ética. Cada personagem representa uma faceta desse fenômeno, mostrando que a fama instantânea pode seduzir, confundir e até colocar vidas em risco.

Ao longo da narrativa, o público é convidado a observar como pequenos atos de vaidade ou ambição se acumulam, levando a situações inesperadas e, por vezes, perigosas. O suspense não surge apenas das ações externas, mas também das tensões internas de cada personagem, que precisam lidar com seus próprios desejos e limitações. E é justamente essa mistura de tensão e humor que torna o longa envolvente, capaz de prender a atenção do espectador do início ao fim.

Festival de Cinema de Gramado: palco para novos talentos

A estreia do longa no 53º Festival de Cinema de Gramado representa um marco na carreira de Douglas Soares, que chega ao evento com seu primeiro longa-metragem de ficção. O festival, que já revelou inúmeros talentos do cinema nacional, é reconhecido por prestigiar obras autorais e oferecer visibilidade para cineastas que se destacam pela originalidade e qualidade técnica.

Além de Papagaios, a Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros contará com outros cinco filmes: A Natureza das Coisas Invisíveis, Cinco Tipos de Medo, Nó, Querido Mundo e Sonhar com Leões. Juntos, eles disputam categorias como Melhor Filme, Melhor Direção, Melhor Ator e Atriz, Melhor Roteiro, Fotografia, Montagem, Trilha Musical, Direção de Arte, Ator e Atriz Coadjuvante, e Desenho de Som.

O prêmio de Melhor Filme inclui, além do tradicional Kikito, R$ 40 mil. O vencedor de Melhor Direção recebe R$ 10 mil, e as demais categorias são premiadas com R$ 5 mil. Para Soares, esse reconhecimento vai muito além do valor financeiro: é uma chance de consolidar sua carreira e mostrar ao público brasileiro uma obra que mescla entretenimento e reflexão social.

O olhar do diretor e a construção do longa

Douglas Soares sempre teve interesse em observar comportamentos humanos. Em seus documentários, ele capturava situações reais com sensibilidade e atenção aos detalhes, e essa experiência foi fundamental para criar Papagaios. “No documentário, você observa o real. No longa, você cria o real dentro de uma narrativa. Mas a essência de observar e compreender pessoas continua sendo a mesma”, explica.

O roteiro, também assinado por Soares, equilibra suspense, comédia e crítica social, mantendo o ritmo da narrativa e o interesse do espectador. Cada cena é cuidadosamente construída para gerar identificação com os personagens, ao mesmo tempo em que provoca risadas e reflexões. O filme nos lembra que todos, em algum momento, já tivemos o desejo de ser notados, ainda que de maneiras simples ou inesperadas.

A experiência do público

O público que assistir ao filme no Festival de Gramado poderá experimentar uma mistura de emoções. Momentos de suspense se alternam com cenas cômicas, enquanto a sátira social nos convida a questionar comportamentos contemporâneos. A obra consegue entreter e, simultaneamente, levar o espectador a pensar sobre os valores que norteiam nossas escolhas e ações.

A estreia mundial está marcada para o dia 17 de agosto, às 18h, no Palácio dos Festivais, em Gramado. Os ingressos estão à venda no site oficial do festival, e a expectativa é de que a sessão reúna tanto a crítica especializada quanto o público interessado em cinema nacional de qualidade.

Reflexão sobre o impacto da fama

Mais do que uma comédia ou suspense, a trama é um filme que reflete sobre a influência da fama na vida das pessoas. Ele questiona até que ponto a busca por reconhecimento pode alterar comportamentos, relações e decisões. Cada personagem traz suas próprias fragilidades, mostrando que a exposição e a vaidade podem ter efeitos complexos e imprevisíveis.

O filme também funciona como uma espécie de espelho da sociedade contemporânea, marcada pela cultura do imediatismo e da visibilidade. Douglas Soares consegue transformar um fenômeno comum — o desejo de aparecer — em uma narrativa envolvente, capaz de dialogar com públicos de diferentes idades e experiências.

Um filme para rir, refletir e se emocionar

O filem promete proporcionar uma experiência cinematográfica completa: humor, suspense, crítica social e emoção. A combinação desses elementos faz com que o longa seja não apenas um entretenimento, mas também uma oportunidade de reflexão sobre nossos próprios comportamentos e desejos.

Para Douglas Soares, a obra é um convite à empatia e à compreensão do ser humano. “Quero que o público se identifique com os personagens, que se divirta com suas situações, mas que também pense sobre o que faria em um cenário semelhante. O filme fala sobre escolhas, ética e humanidade, e espero que cada espectador leve essas reflexões consigo”, afirma o diretor.

The Calling | Thriller do criador de Big Little Lies estreia no Universal TV e mergulha em crimes, fé e dilemas morais

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Em um universo televisivo cada vez mais repleto de investigações, policiais durões e reviravoltas sangrentas, uma nova série estreia com a ousadia de unir o suspense do crime à delicadeza da fé e da introspecção. The Calling, produção criada por David E. Kelley — o nome por trás de sucessos como Big Little Lies e Ally McBeal — chega ao Universal TV na próxima sexta-feira, 8 de agosto, às 22h20, trazendo um protagonista improvável e profundamente humano: o detetive Avraham Avraham, um judeu ortodoxo que busca resolver crimes não apenas com lógica, mas com empatia, compaixão e uma fé inabalável na humanidade.

Baseada no romance The Missing File, best-seller do autor israelense Dror Mishani, a série é mais do que um thriller policial: é um mergulho no dilema moral e na espiritualidade de um homem que, em meio ao caos da cidade de Nova York, tenta ouvir uma voz interior — seu chamado — para encontrar a verdade.

Com direção do veterano Barry Levinson, vencedor do Oscar por Rain Man, e uma fotografia sombria que traduz o peso existencial dos personagens, a série é uma proposta narrativa diferente: menos barulhenta, mais reflexiva; menos sobre a caça ao criminoso e mais sobre o que se perde e se revela no processo de investigação.

O detetive que acredita

Interpretado por Jeff Wilbusch, ator alemão-israelense conhecido por seu papel em Nada Ortodoxa, o detetive Avraham Avraham é uma presença inquietante logo nos primeiros minutos da série. Vestindo paletó escuro, barba por fazer, olhos atentos e postura quase messiânica, Avi — como é chamado pelos colegas — não parece um investigador comum. Ele escuta antes de perguntar. Observa antes de agir. E reza, discretamente, antes de entrar em cena.

“Tenho muito orgulho de interpretar um detetive judeu religioso”, contou Wilbusch em entrevistas à imprensa internacional. “É uma história importante. Vivemos um tempo em que empatia e humanidade são raras. Avi é um personagem que me desafia e me inspira.”

Na estreia, o episódio “Desaparecido” nos apresenta ao mundo de Avi com uma sequência inusitada: uma confissão obtida de um suspeito vestido de cachorro-quente. Em qualquer outro contexto, pareceria cômico ou absurdo. Mas em The Calling, tudo é tratado com uma camada de mistério e profundidade. E rapidamente entendemos que, para Avraham, o crime não é um espetáculo — é uma dor humana a ser compreendida.

O enredo se desenrola a partir do desaparecimento de um jovem de família tradicional. Enquanto os colegas de departamento correm atrás de provas, Avraham prefere seguir um caminho mais sensível: reconstituir, com detalhes quase espirituais, os últimos passos do garoto. Em vez de interrogar brutalmente, ele conversa. Em vez de acusar, ele pergunta. “O que você sente?”, diz ele, mais de uma vez.

Fé, intuição e método

A espiritualidade do personagem principal não é mero adorno. Diferentemente de outras séries policiais, em que a religião é tratada como pano de fundo ou símbolo de trauma, em The Calling ela é central. Avraham Avraham ora, observa os rituais, reflete sobre passagens sagradas. Mas não impõe sua fé: ele vive por ela.

Essa abordagem incomum tem origem direta no livro que deu origem à série. O autor, Dror Mishani, é um dos grandes nomes da literatura policial israelense e quis criar um detetive com alma — alguém que usasse a intuição, a empatia e o silêncio como armas principais. E é isso que vemos em tela.

David E. Kelley, que já havia explorado a complexidade humana em séries como The Undoing e Nine Perfect Strangers, mergulha na proposta com entusiasmo. “Eu queria criar um drama policial diferente. Um em que o herói não fosse apenas um solucionador de problemas, mas alguém que fosse, ele mesmo, um enigma moral”, disse Kelley à Variety.

Um elenco afiado e multifacetado

Ao lado de Jeff Wilbusch, o elenco de The Calling oferece personagens tão humanos quanto seu protagonista. Juliana Canfield vive a detetive Janine Harris, uma parceira cética e prática, que aos poucos aprende a respeitar — e até admirar — o método nada convencional de Avi. Karen Robinson interpreta a Capitã Kathleen Davies, figura de autoridade que precisa equilibrar a burocracia do departamento com o gênio introspectivo do detetive.

Outro destaque é Michael Mosley, como o detetive Earl Malzone, típico investigador nova-iorquino durão, que serve como contraponto ao protagonista. A interação entre esses personagens não segue os clichês da “dupla policial improvável”. Aqui, as relações são mais sutis, menos caricatas, mais próximas da vida real — em que divergências não se resolvem com piadas, mas com convivência e tensão.

Um thriller que desacelera

A produção é uma série policial, mas não espere tiroteios a cada dez minutos ou perseguições frenéticas por becos escuros. O ritmo é mais contemplativo. As cenas se estendem, os diálogos são pausados, os silêncios são significativos. É um thriller que pede ao espectador o mesmo que seu protagonista pede aos suspeitos: atenção, escuta, paciência.

Essa proposta pode soar arriscada em um mercado dominado por narrativas ágeis, roteiros cheios de plot twists e heróis sarcásticos. Mas The Calling aposta no contrário: na lentidão como construção de tensão, na ausência como indício, na ambiguidade como fonte de verdade. E é aí que está sua força.

Barry Levinson, experiente diretor que sempre prezou por histórias humanas (como em Sleepers, Good Morning, Vietnam e Liberty Heights), entrega uma direção sutil e madura. Cada episódio é quase um pequeno estudo de personagem. E ao fim de cada caso, não é apenas o criminoso que é revelado — são as dores de uma família, os silêncios de uma comunidade, os fantasmas que cada um carrega.

A importância da representatividade religiosa

Em tempos de crescente intolerância, a série se destaca também por representar com respeito e profundidade a religiosidade judaica — sem estereótipos ou caricaturas. Avraham Avraham não é um rabino, não é um “espião israelense”, não é o “judeu engraçado da história”. Ele é um homem de fé. Um cidadão comum com um cargo difícil. Um ser humano que tenta fazer o certo, mesmo que isso lhe custe reconhecimento.

Essa representação importa. Em uma indústria que, por décadas, tratou temas religiosos com superficialidade — quando não com desdém —, a série abre espaço para uma abordagem mais respeitosa e realista. E isso se alinha ao movimento mais amplo de produções que buscam diversidade cultural e espiritual com autenticidade, como Nada Ortodoxa, Messias, Ramy e Shtisel.