+Milionária de Hoje | Resultado do Concurso 294 de quarta (15/10) – Prêmio estimado em R$ 10 milhões

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A noite desta quarta-feira, 15 de outubro de 2025, entra para a história como uma das mais aguardadas do ano. O motivo é o sorteio do concurso 294 da +Milionária, uma das apostas mais recentes e inovadoras da Caixa Econômica Federal. Com um prêmio estimado em impressionantes R$ 10 milhões, o concurso captura a atenção e o entusiasmo de milhões de brasileiros, todos sonhando em se tornar os próximos milionários do país. A emoção se espalha por todas as regiões — do interior às capitais — com pessoas reunidas em casa, bares e grupos de amigos, aguardando o momento em que os números serão revelados.

O evento começa às 20h, horário de Brasília, diretamente do tradicional Espaço da Sorte, na Avenida Paulista, em São Paulo. A transmissão ao vivo acontece pelos canais oficiais da Caixa e plataformas digitais, garantindo total transparência e permitindo que apostadores de todo o país acompanhem, em tempo real, cada detalhe do sorteio. À medida que os números são sorteados, o silêncio se mistura à vibração de quem acredita que a sorte pode finalmente bater à porta.

Resultado do concurso 294 

O que está em jogo

Mais do que um simples sorteio, o concurso 293 da +Milionária representa o sonho da independência financeira. Um prêmio de R$ 173 milhões pode transformar completamente o destino de uma pessoa — e de toda uma família. É o tipo de valor capaz de garantir estabilidade por gerações, abrir portas para novos negócios, realizar viagens dos sonhos, proporcionar segurança financeira e transformar desejos distantes em realidade.

Nos últimos dias, o volume de apostas cresce expressivamente. Casas lotéricas de todo o país registram filas desde as primeiras horas da manhã, enquanto o número de apostas online bate recordes. A atmosfera é de esperança e imaginação: cada apostador mentaliza seus planos para o futuro, sonha com o que faria com tanto dinheiro e compartilha palpites com amigos e familiares.

A +Milionária, desde sua criação, conquista um público fiel ao oferecer mais do que a expectativa de vitória: ela cria uma narrativa coletiva de sonhos, planos e superstição. Cada aposta é, ao mesmo tempo, um gesto de fé e uma forma de entretenimento.

Como funciona a +Milionária

Lançada em 2022, a +Milionária rapidamente se consolida como uma das loterias mais empolgantes do país. Seu diferencial está no sistema do Trevo da Sorte, que adiciona um toque estratégico ao jogo. Para participar, o apostador escolhe seis números entre 50 disponíveis no volante e dois Trevos da Sorte entre seis opções.

A aposta simples custa R$ 6,00, tornando o jogo acessível a uma ampla faixa da população. O sistema cria diversas faixas de premiação, permitindo que os jogadores sejam contemplados mesmo que não acertem todos os números e trevos. Essa estrutura garante uma experiência mais envolvente e prolonga a emoção até o final do sorteio.

Outro diferencial é a liberdade do jogador ao escolher suas dezenas. É possível selecionar manualmente ou optar pela Surpresinha, que sorteia os números automaticamente. Já a Teimosinha permite repetir a mesma combinação por vários concursos consecutivos — uma escolha prática para quem acredita na força de seus números da sorte.

Faixas de premiação

A +Milionária é conhecida por sua generosidade na distribuição dos prêmios. Além da cobiçada faixa principal, há categorias intermediárias que garantem recompensas interessantes, aumentando o número de vencedores por concurso.

Entre as principais faixas estão:

2 números + 1 Trevo: prêmios iniciais fixos, voltados para acertos menores;

5 números + 1 Trevo: valores intermediários, que já proporcionam ganhos significativos;

6 números + 2 Trevos: o prêmio máximo, que nesta edição pode chegar a R$ 173 milhões.

Essa diversidade é um dos fatores que tornam a +Milionária tão atraente, pois multiplica as possibilidades de vitória e faz com que cada jogador sinta que tem chances reais de ganhar algo, mesmo que pequeno.

Resumo da novela Terra Nostra de sábado (25/10) – Augusto enfrenta desafios nos negócios e Tiziu é registrado

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No resumo do capítulo da novela Terra Nostra deste sábado, 25 de outubro de 2025, Augusto demonstra não ter noção de como administrar os negócios do pai, enquanto Marco Antônio se esforça para solucionar o problema de Tiziu. Anacleto sugere a possibilidade de desaparecer com metade da colheita de Altino, aumentando a tensão na família. Ao mesmo tempo, Angélica mostra determinação em apoiar o marido e revela conhecimento sobre o cultivo de café, fortalecendo sua participação nos assuntos da fazenda.

Juliana garante que levará Mariana consigo quando se mudar, e Padre Olvão realiza uma visita à fazenda de Gumercindo, reforçando os laços da comunidade. Francesco leva Paola para almoçar na confeitaria, enquanto Matheu e Gumercindo auxiliam Augusto nos desafios do trabalho. Por fim, Francesco e Marco Antônio resolvem a situação de Tiziu: para poder estudar, o menino deve ser registrado, e eles assumem o papel de testemunhas, celebrando juntos esse passo importante na vida da criança. Paola se emociona e vibra com as flores que recebe do banqueiro, marcando um momento de leveza em meio às responsabilidades familiares.

O que vai acontecer nos próximos capítulos da novela Terra Nostra?

Janete passeia em Paris enquanto Tiziu é oficialmente registrado com o nome de Júlio Francisco Santana, orgulhosamente escolhido pelo próprio menino. Matheu e Gumercindo organizam o trabalho da fazenda de Altino, e, após meses de esforço, a colheita chega ao fim, motivando os colonos a prepararem uma grande festa. Augusto autoriza seu sogro a negociar o café das fazendas, e Francesco aproveita o domingo para visitar Paola, levando flores e passeando pela cidade de braços dados. Tiziu mantém o uniforme mesmo aos domingos, enquanto Marco Antônio estranha a ausência do pai.

Rosana, sentindo-se indisposta, demonstra preocupação com o sexo do bebê. Matheu retira Leonora da festa, pois é chegada a hora do parto. Todos aguardam ansiosos, e nasce um menino, enchendo Gumercindo de emoção e lágrimas escondidas, enquanto Angélica, temendo uma menina, observa apreensiva. Gumercindo e Augusto viajam para São Paulo; Amadeu aguarda o dinheiro para deixar a fazenda, e Bartolo teme que outros colonos sigam o mesmo caminho. Marco Antônio desconfia de um envolvimento entre o pai e Paola, mas Augusto nega. Matheu se mostra feliz, embora não responda se Juliana tenha sido esquecida.

Anacleto e Inêz chegam a São Paulo para vender o café, mas Altino morre, e Francesco se preocupa com o grande empréstimo avalizado por ele. Matheu se surpreende ao saber que Gumercindo não vendeu o café devido ao baixo preço de mercado. Enquanto os pais insistem para que Paola volte à fazenda, ela prefere permanecer na capital. Gumercindo se queixa a Maria do Socorro sobre o excesso de café sem compradores, e Augusto demonstra habilidade política, impressionando Angélica. Bartolo decide ir embora, mas Matheu garante que Gumercindo honrará os pagamentos.

Rosana se ressente por permanecer em resguardo, mas comemora a chegada do filho. Augusto deixa a administração das fazendas com Angélica. Amadeu reclama pelo pagamento, quase confronta Matheu e abandona a propriedade. Juliana revela sua gravidez, e Marco Antônio e Francesco comemoram a novidade. Leonora, relutante em retornar à Itália, entra em conflito com o marido, enquanto Matheu busca contornar a situação, equilibrando emoções e responsabilidades familiares.

Resumo da novela Reis de segunda-feira, 19/05

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Foto: Reprodução/ Internet

O capítulo desta segunda-feira, 19 de maio de 2025, promete fortes emoções e momentos intensos na trama bíblica de Reis. Prepare-se para traições, desespero e um Davi encurralado mais uma vez pelo destino…

😢 Urias entra em desespero ao saber o que aconteceu com Agé. A dor o abala profundamente, e o clima entre os guerreiros fica pesado.

🧭 Enquanto isso, Davi segue tentando manter sua fé e seu propósito, mas sua vida vira de cabeça para baixo quando é capturado pelos filisteus e levado até Áquis, o rei inimigo. Mais uma provação difícil no caminho do futuro rei de Israel.

👑 Do outro lado, Saul está cada vez mais perdido e tomado pelo rancor. Em um ato extremo, o rei ordena algo cruel e impiedoso contra os sacerdotes — uma decisão que pode selar seu destino de vez.

🙏 Em meio a tanta tensão, Davi busca consolo em oração. Mas no silêncio do momento com Deus, ele sente a presença de alguém se aproximando… Quem será? Um aliado ou mais um inimigo?

The Rip | Novo suspense da Netflix aposta em tensão moral e reúne Ben Affleck e Matt Damon em estreia aguardada de 2026

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A Netflix divulgou recentemente um novo clipe de The Rip, suspense policial que marca mais uma parceria de peso entre Ben Affleck e Matt Damon. Com estreia confirmada para 16 de janeiro de 2026, o longa promete conquistar o público com uma narrativa intensa, ambientada no submundo policial de Miami, e um elenco repleto de nomes consagrados do cinema e da TV.

Dirigido e roteirizado por Joe Carnahan, conhecido por filmes como A Perseguição e Esquadrão Classe A, o longa foi desenvolvido em colaboração com Michael McGrale. A trama acompanha um grupo de policiais que, durante uma operação, encontra um esconderijo com milhões de dólares em dinheiro vivo. O que deveria ser uma grande apreensão rapidamente se transforma em um jogo perigoso de desconfiança, à medida que a existência do dinheiro vem à tona e forças externas passam a pressionar os envolvidos. Nesse cenário, alianças são testadas e a linha entre certo e errado se torna cada vez mais tênue.

Além de protagonizarem a história, Affleck (Argo, Garota Exemplar) e Damon (O Ultimato Bourne, Oppenheimer) também atuam como produtores por meio da Artists Equity, produtora fundada pela dupla com o objetivo de criar modelos mais justos de remuneração na indústria cinematográfica. Esse compromisso se reflete diretamente no acordo firmado com a Netflix, que prevê bônus financeiros para mais de 1.200 profissionais envolvidos no projeto, caso o filme atinja determinadas metas de desempenho nos primeiros meses após o lançamento — um movimento incomum para o padrão do streaming.

O elenco de The Rip reforça a ambição do projeto. Steven Yeun, indicado ao Oscar por Minari e conhecido pela série Treta, divide a cena com Teyana Taylor (A Mil Um, Um Príncipe em Nova York 2). O filme também conta com Sasha Calle (The Flash), Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça), Scott Adkins (John Wick 4), Kyle Chandler (Manchester à Beira-Mar), Néstor Carbonell (Bates Motel) e Lina Esco (S.W.A.T.), compondo um grupo diverso de personagens que transitam entre a lei, a violência e a ambiguidade moral.

As filmagens aconteceram entre outubro e dezembro de 2024, principalmente em Los Angeles, com sequências adicionais gravadas em Nova Jersey. A direção de fotografia ficou a cargo de Juanmi Azpiroz, que contribui para uma estética urbana e sombria, alinhada ao clima de tensão constante sugerido pelo material promocional divulgado até agora.

Resumo da novela As Filhas da Senhora Garcia de quarta (17/09) – Ofélia ignora apelos e toma decisão extrema diante do silêncio das filhas

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No capítulo de As Filhas da Senhora Garcia que vai ao ar nesta quarta-feira, 17 de setembro, Amparo percebe que algo não vai bem quando encontra Ofélia deitada em casa, abatida e sem forças para reagir. Preocupada, ela pede ajuda a Juan para levá-la imediatamente ao hospital, temendo que a situação se agrave. Enquanto isso, Amparo tenta insistentemente entrar em contato com as filhas de Ofélia, mas nenhuma delas responde às ligações ou mensagens.

Diante da ausência e do desdém das próprias filhas, Ofélia sente o peso da solidão e da rejeição. Ferida emocionalmente, ela toma uma decisão drástica, determinada a não mais depender de quem não lhe demonstra amor nem cuidado. Sua escolha marca um ponto de ruptura definitivo em sua vida, revelando até onde a indiferença familiar pode levar uma mãe desesperada.

Confira o que vem por aí na novela As Filhas da Senhora Garcia

Valéria tenta convencer a mãe a voltar para sua convivência, mas o clima de desconfiança permanece. Ao mesmo tempo, Paula e Leonardo assumem a frente da estratégia do grande evento de lançamento da nova marca. Enquanto isso, Mar agradece a Juan pela ajuda dada à mãe e, com sinceridade, deseja a ele toda a felicidade ao lado de Camila e do filho que está por vir.

Ofélia, por sua vez, promete a Rocío que encontrará uma forma de conseguir algo de Arturo para que ela realize um teste de DNA e finalmente prove que ele é seu verdadeiro pai. No mesmo dia, Arturo e Nicolás apresentam ao público sua nova marca esportiva, mas a celebração é manchada quando Paula provoca Valéria e causa um escândalo.

Apesar do constrangimento, Valéria insiste em prosseguir com o lançamento, mesmo após um áudio comprometedor vazado por Paula diante de todos. A situação gera revolta em Luis, que, tomado pela raiva, demite os próprios filhos, acusando-os de serem uma vergonha para a família. Desolada, Valéria acredita que tudo não passou de um jogo cruel de Arturo, e seu coração fica em ruínas.

Crítica – Acompanhante Perfeita é uma fusão instigante de humor, brutalidade e reflexões existenciais

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O longa Acompanhante Perfeita surpreende ao equilibrar habilmente esboços cômicos com momentos de violência brutal e discussões existenciais provocadoras. No cerne da narrativa, está a reflexão sobre a fronteira cada vez mais tênue entre humanos e robôs: será que as máquinas são realmente capazes de sentir emoções genuínas? E, em última instância, o que define a essência humana em contraste com algoritmos sofisticados?

A direção de Drew Hancock se destaca ao criar um ambiente narrativo que ora diverte, ora inquieta. O humor surge de forma precisa, quebrando a tensão em momentos oportunos, sem comprometer a seriedade das discussões propostas. O elenco entrega performances marcantes: Harvey Guillén traz leveza ao papel de Eli, um personagem vibrante e imprevisível, enquanto Jack Quaid interpreta Josh com uma combinação de ingenuidade e egoísmo que rende cenas memoráveis. A química cômica entre os dois adiciona uma dinâmica envolvente ao filme.

Sophie Thatcher, consolidada como um talento em ascensão nos gêneros de terror e ficção científica, oferece uma atuação visceral e cheia de nuances. Sua personagem enigmática se torna um dos pilares emocionais da trama. Jack Quaid, por sua vez, diverte ao ser deliciosamente detestável, enquanto Harvey Guillén conquista com uma atuação cativante. Rupert Friend merece destaque especial: sua encarnação de um soviético peculiar, cuja senha de cofre é a data de nascimento de Stalin, é uma sacada cômica inteligente que reflete o tom irreverente da produção.

Embora a clássica dicotomia entre homem e máquina possa parecer um tema saturado, Hancock reinventa a discussão com uma abordagem criativa. Sua narrativa presta homenagem a clássicos do gênero sem se tornar derivativa, trazendo frescor ao apresentar questões filosóficas relevantes em um mundo dominado pela inteligência artificial.

Acompanhante Perfeita marca uma estreia promissora para Hancock como diretor, demonstrando uma visão clara e segura. Mais do que um entretenimento leve, o filme provoca reflexões profundas e desafiadoras sobre o significado da humanidade em uma era tecnológica. Com uma execução inteligente e atuações cativantes, a obra se posiciona como uma experiência cinematográfica imperdível.

Henry Cavill e Jake Gyllenhaal enfrentam missão perigosa no trailer de “Na Zona Cinzenta”, novo filme de Guy Ritchie

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A Diamond Films divulgou o primeiro trailer de Na Zona Cinzenta, novo filme dirigido pelo cineasta britânico Guy Ritchie (Sherlock Holmes, Snatch – Porcos e Diamantes, O Agente da U.N.C.L.E.). Conhecido por seu estilo visual dinâmico e por narrativas que combinam ação, estratégia e personagens complexos, o diretor retorna aos cinemas com mais um thriller de alto risco. A estreia do longa no Brasil está marcada para 14 de maio.

A produção reúne um elenco internacional de destaque liderado por Henry Cavill (O Homem de Aço, Missão: Impossível – Efeito Fallout, O Agente da U.N.C.L.E., Enola Holmes) e Jake Gyllenhaal (O Abutre, O Dia Depois de Amanhã, Os Suspeitos, Ambulância – Um Dia de Crime). Na história, os dois interpretam especialistas em operações de resgate e recuperação que acabam envolvidos em uma missão extremamente delicada e perigosa.

A trama acompanha a dupla enquanto embarca em uma operação para recuperar uma fortuna bilionária que foi roubada. O trabalho exige precisão absoluta e envolve uma complexa rede de negociações e estratégias. Para que o plano funcione, eles precisam garantir uma rota de fuga segura para uma negociadora altamente experiente, personagem interpretada por Eiza González (Em Ritmo de Fuga, Ambulância, Godzilla vs. Kong, Alita: Anjo de Combate).

Inicialmente, a missão parece seguir um plano cuidadosamente elaborado. No entanto, conforme a operação avança, os personagens percebem que a situação é muito mais instável do que imaginavam. O que deveria ser apenas uma missão de recuperação financeira acaba se transformando em um jogo perigoso marcado por manipulações, disputas de poder e traições inesperadas.

À medida que os acontecimentos se intensificam, o grupo precisa lidar com diferentes interesses envolvidos na operação. Cada decisão passa a ter consequências imprevisíveis e os personagens se veem obrigados a questionar as verdadeiras intenções uns dos outros.

A narrativa mergulha em um ambiente onde estratégia e sobrevivência caminham lado a lado. Em um cenário marcado por alianças frágeis e rivalidades ocultas, a busca pela fortuna roubada rapidamente se transforma em uma corrida contra o tempo.

O elenco também conta com a participação de Rosamund Pike (Garota Exemplar, Jack Reacher: O Último Tiro, Eu Me Importo, A Roda do Tempo) e Jason Wong (Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes, O Gentlemen, Strangers). Os personagens interpretados pelos dois atores ampliam a rede de interesses e conflitos que movimenta a história.

Ao longo da carreira, Guy Ritchie construiu uma identidade própria dentro do cinema de ação e suspense. Seus filmes costumam apresentar narrativas cheias de reviravoltas, diálogos rápidos e personagens que operam em áreas moralmente ambíguas. Em produções como Sherlock Holmes, protagonizado por Robert Downey Jr., e O Agente da U.N.C.L.E., o diretor mostrou sua habilidade em combinar humor, ação estilizada e tramas estratégicas.

Em Na Zona Cinzenta, o cineasta retoma essa fórmula ao apresentar personagens que atuam em um território onde as linhas entre certo e errado são constantemente questionadas. O título do filme reforça justamente essa ideia de ambiguidade moral, sugerindo que os protagonistas operam em um espaço onde decisões difíceis precisam ser tomadas rapidamente.

Capitão Planeta vai ganhar série live-action na Netflix com produção de Leonardo DiCaprio e Greg Berlanti

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Em um momento em que o mundo pede — ou melhor, grita — por narrativas conscientes e engajadas, um velho conhecido da televisão está prestes a ressurgir das memórias afetivas com nova roupagem e fôlego renovado. O clássico desenho animado Capitão Planeta e os Protetores da Natureza vai ganhar uma série live-action produzida pela Netflix, em parceria com dois nomes de peso: Leonardo DiCaprio, pela Appian Way, e Greg Berlanti, produtor por trás de diversos sucessos da DC na TV.

A informação foi revelada com exclusividade pelo site Deadline e já movimenta fãs nostálgicos e curiosos da cultura pop. O projeto ainda está em fase inicial de desenvolvimento, mas já tem como roteirista confirmada Tara Hernandez, conhecida pelo trabalho em A Senhora Davis. A série será produzida pela Berlanti Productions e pela Warner Bros. Television, que detém os direitos da animação original.

Do desenho ao discurso: uma missão que nunca envelhece

Criado no início da década de 1990 pelo empresário e ativista Ted Turner, Capitão Planeta sempre foi mais do que um desenho. Era, na verdade, uma tentativa sincera — e pioneira — de usar o entretenimento como instrumento de transformação social. Em meio a aventuras cheias de ação, vilões caricatos e bordões inesquecíveis, havia uma mensagem clara: cuidar do planeta é uma missão coletiva, e cada gesto importa.

Na trama, cinco jovens de diferentes partes do mundo recebem anéis com poderes ligados aos elementos da natureza — Terra, Fogo, Água, Vento e Coração. Juntos, eles invocam o Capitão Planeta, super-herói ecológico que surge para combater ameaças ambientais e inspirar atitudes sustentáveis. Mas o mais simbólico era o bordão ao final de cada episódio: “O poder é de vocês!” — um lembrete direto para o público jovem de que mudança real começa com pequenas escolhas.

Um herói que retorna em tempos de urgência climática

Não é difícil entender por que Leonardo DiCaprio está envolvido nesse projeto. Ativista ambiental assumido e engajado, o ator já produziu documentários, discursou na ONU e lidera uma fundação voltada à preservação da biodiversidade. Ao lado de Berlanti — mestre em construir universos heroicos que dialogam com temas sociais —, DiCaprio aposta na força simbólica do Capitão Planeta para reacender o debate sobre meio ambiente com linguagem atual e narrativa envolvente.

A roteirista Tara Hernandez tem o desafio de atualizar a história sem perder o coração da proposta original: um equilíbrio delicado entre entretenimento e educação. Em tempos de colapso climático, fake news ambientais e jovens ativistas sendo criminalizados, a série pode tocar em temas urgentes, mostrando que o ativismo pode ser acessível, empático e, sim, emocionante.

Da TV Colosso ao streaming

Para muitos brasileiros, o Capitão Planeta chegou junto com a infância. A série estreou por aqui em julho de 1991, dentro do Xou da Xuxa, na Rede Globo, e depois passou por outros programas icônicos como TV Colosso, Angel Mix e Festival de Desenhos. Também foi exibida em canais pagos como Cartoon Network, Tooncast, Boomerang e até no Canal Futura — reforçando seu caráter educativo.

A estética colorida, as lições diretas e a representatividade global dos Planeteers marcaram uma geração que cresceu ouvindo sobre buraco na camada de ozônio, poluição dos mares e desmatamento — e que, agora adultos, assistem a essas ameaças se concretizando. O retorno da série, portanto, tem tudo para unir gerações em torno de uma mesma causa.

Sem data, mas com propósito

Ainda não há elenco confirmado nem previsão de estreia, mas a expectativa é grande. Especialmente porque este não é o primeiro esforço para adaptar o herói ao live-action. Em 2016, um filme chegou a ser desenvolvido pela Paramount, com Glen Powell envolvido no roteiro e cogitado como protagonista — projeto que acabou engavetado.

Agora, com o apoio criativo da Netflix, a expertise narrativa de Berlanti, o engajamento ambiental de DiCaprio e o talento provocador de Tara Hernandez, o Capitão Planeta tem a chance real de voltar ao centro do debate — não só como símbolo de nostalgia, mas como um espelho necessário para tempos que pedem urgência, empatia e transformação.

Joe Keery, Georgina Campbell e Liam Neeson enfrentam o fim do mundo em Alerta Apocalipse — Veja o trailer

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Foto: Reprodução/ Internet

O cinema adora um bom fim do mundo. Mas, desta vez, a catástrofe vem embalada com risadas, ironia e uma pitada de insanidade científica. Alerta Apocalipse, que estreia em janeiro de 2026, acaba de ganhar trailer e pôster oficiais, prometendo uma das aventuras mais divertidas e tensas do próximo ano.

O longa reúne nomes de peso — Joe Keery, o eterno Steve de Stranger Things (2016–2025), Georgina Campbell, que deixou o público sem fôlego em Noites Brutais (2022), e o lendário Liam Neeson, que retorna ao gênero que o consagrou, o de ação com adrenalina e frases afiadas. Juntos, eles precisam encarar uma ameaça biológica que pode colocar fim à humanidade — e, claro, fazer isso com muito estilo.

Um trio improvável contra o caos

No filme, Joe Keery e Georgina Campbell vivem dois funcionários de uma empresa de armazenamento que têm o azar (ou a sorte) de topar com algo que deveria permanecer trancado para sempre. Quando um fungo mutante escapa de uma instalação militar, o caos se espalha, e a única chance de salvar o mundo é chamar alguém que entende do assunto — mesmo que esse alguém preferisse estar pescando.

Esse é o caso de Robert Quinn, vivido por Liam Neeson, um ex-agente de bioterrorismo aposentado que é puxado de volta para a ação quando o desastre começa. O trio, formado por um veterano cansado e dois jovens completamente despreparados, precisa correr contra o tempo para conter a contaminação. Mas nada é simples quando a ameaça é invisível, mortal e tem vontade própria.

O resultado é um equilíbrio entre o ritmo eletrizante de um filme de ação e o humor ácido de uma comédia de sobrevivência. Há sarcasmo, tensão e uma boa dose de humanidade, especialmente nas interações entre os personagens.

Bastidores de um apocalipse com estilo

O filme é dirigido por Jonny Campbell, nome respeitado da televisão britânica que já comandou episódios de séries cultuadas como Doctor Who (2010) e Westworld (2016), além de ter vencido um BAFTA por In the Flesh (2014). A mistura de ação, humor e crítica social parece perfeita para seu estilo visual dinâmico e narrativa com ritmo afiado.

O roteiro vem de David Koepp, um dos maiores roteiristas de Hollywood, responsável por sucessos como Jurassic Park (1993), Missão: Impossível (1996) e o primeiro Homem-Aranha (2002). Desta vez, ele adapta seu próprio livro, o best-seller Cold Storage (publicado no Brasil como Contágio), e promete expandir o universo da história com mais ironia e cenas de tirar o fôlego.

O elenco de apoio também impressiona. Vanessa Redgrave, vencedora do Oscar por Julia (1977), e Leslie Manville, indicada por Trama Fantasma (2017), completam o time, elevando o tom dramático da produção.

Humor, humanidade e o fim do mundo

O que diferencia “Alerta Apocalipse” de outros filmes do gênero é seu tom humano. O roteiro equilibra o absurdo de um desastre biológico com momentos de vulnerabilidade e empatia. Joe Keery, por exemplo, entrega um personagem que mistura coragem improvisada com um tipo de heroísmo acidental — um trabalhador comum tentando fazer o que é certo, mesmo quando tudo dá errado.

Georgina Campbell, por sua vez, oferece o contraponto racional e corajoso, enquanto Liam Neeson revisita seu arquétipo de herói relutante, mas agora com doses generosas de humor autodepreciativo.

O trailer já mostra que o longa não se leva totalmente a sério: entre explosões, perseguições e piadas sobre protocolos de segurança, fica claro que a produção quer divertir sem abrir mão da tensão.

Uma estreia que promete agitar janeiro

O longa-metragem chega aos cinemas em janeiro de 2026, em meio à temporada de blockbusters do verão norte-americano (e férias no Brasil). A produção da Sony Pictures promete ser um dos primeiros grandes lançamentos do ano, com exibição em IMAX e trilha sonora original assinada por Benjamin Wallfisch, de It: A Coisa e Blade Runner 2049.

Apocalipse nos Trópicos | Novo documentário de Petra Costa ganha trailer

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A premiada cineasta Petra Costa está de volta com um novo projeto que promete provocar debates e emoções intensas. Intitulado “Apocalipse nos Trópicos”, o documentário teve seu trailer divulgado pela Netflix e já deixou muita gente em expectativa. A produção investiga as conexões — nem sempre visíveis — entre política, religião e poder no Brasil dos últimos anos.

A narrativa parte da perspectiva pessoal e intimista da própria Petra, seguindo a mesma linha de seu impactante e indicado ao Oscar® “Democracia em Vertigem” (2019). Agora, ela amplia o foco para observar o crescimento da fé evangélica como força política, especialmente a partir das últimas eleições presidenciais, e o modo como isso moldou o cenário institucional do país.

Uma década sob observação — e oração

“Apocalipse nos Trópicos” cobre o período mais turbulento da política brasileira nas últimas décadas, com destaque para os desdobramentos do impeachment de Dilma Rousseff, a ascensão da extrema-direita, o retorno da esquerda ao poder e, principalmente, a consolidação da influência evangélica no Congresso, nas prefeituras e nos palanques.

Através de entrevistas inéditas e acesso privilegiado a figuras centrais do debate nacional — como Luiz Inácio Lula da Silva, Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia — Petra traça um retrato que vai muito além da superfície. A obra não busca simplificar ou julgar, mas compreender os caminhos que levaram parte significativa da população a enxergar na religião uma âncora política e moral.

Silas Malafaia, a Bíblia e o Congresso

Um dos destaques do trailer é justamente a presença do televangelista Silas Malafaia, figura polêmica e influente dentro e fora dos templos. Ele não é político eleito, mas tem acesso direto ao poder — e sua voz ecoa em discursos presidenciais, votações legislativas e decisões estratégicas.

Essa relação simbiótica entre púlpito e plenário é um dos pontos centrais da investigação de Petra. Como o discurso da fé moldou a narrativa política nacional? Quais os riscos e limites desse protagonismo religioso? O documentário se propõe a responder — ou pelo menos provocar — essas perguntas.

Poesia no caos

Como é marca registrada de Petra Costa, “Apocalipse nos Trópicos” não se contenta com a objetividade fria dos fatos. O documentário costura depoimentos, imagens de arquivo, reflexões pessoais e poesia visual para construir um painel emocionalmente potente e esteticamente cuidadoso.

Ao entrelaçar passado e presente, Petra amplia o alcance da análise: mostra como as raízes do presente estão fincadas em décadas de história, desigualdade e fé — e como o Brasil caminha em direção a um futuro incerto, onde democracia e teologia disputam espaço no imaginário popular.

Estreias marcadas

A estreia de “Apocalipse nos Trópicos” será em circuito limitado nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro, a partir de 3 de julho. Já o lançamento global na Netflix acontece em 14 de julho.

Para quem acompanhou o impacto de “Democracia em Vertigem”, o novo documentário promete ser mais do que uma continuação — é uma nova camada de reflexão sobre o país, agora com lentes voltadas para o poder da fé.

Uma história do Brasil que fala ao mundo

Em tempos de polarização, o trabalho de Petra Costa surge como uma tentativa de entender o Brasil sem reduzi-lo a extremos. “Apocalipse nos Trópicos” não é só um retrato do presente — é um convite à escuta, à crítica e à consciência. E como toda grande obra documental, sua mensagem não se encerra nos créditos finais: ela continua reverberando nas conversas, nas redes sociais e, quem sabe, nas urnas.

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