Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia, é selecionado para o IDFA e reafirma a força do cinema documental brasileiro

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O cinema brasileiro volta a conquistar espaço no exterior com o documentário “Aqui Não Entra Luz”, dirigido por Karol Maia. A produção, que arrebatou os prêmios de Melhor Direção e Prêmio Zózimo Bulbul no 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, foi selecionada para o Festival Internacional de Documentários de Amsterdã (IDFA) — considerado um dos eventos mais importantes do gênero no mundo. O longa será exibido na mostra Frontlight, dedicada a obras que refletem sobre verdade, justiça e as urgências sociais do nosso tempo.

A presença do filme no festival europeu marca uma vitória não apenas para o cinema nacional, mas também para as vozes historicamente silenciadas que ele representa. A produção mergulha na vida de mulheres negras trabalhadoras domésticas, trazendo à tona não só a luta por direitos, mas também as alegrias, afetos e sonhos que sustentam sua existência.

De senzalas aos quartos de empregada: um percurso de memória e afeto

O projeto nasceu em 2017, a partir de uma pesquisa pessoal da diretora sobre a arquitetura das senzalas e dos quartos de empregada — espaços físicos que, ao longo da história, traduzem as marcas do racismo e da desigualdade no Brasil. A princípio, o foco era investigar como o passado escravocrata ainda molda a organização doméstica contemporânea. Mas, conforme o processo avançava, o documentário ganhou novos contornos.

“Comecei interessada em entender o espaço, o quarto, o símbolo. Mas, no caminho, percebi que estava diante de algo muito maior — de histórias vivas, de mulheres que continuam sendo o pilar do país. Esse filme foi se transformando junto comigo. No fim, é um filme sobre amor, resistência e ancestralidade”, explica Karol.

A diretora destaca que sua intenção foi construir uma narrativa a partir da escuta — permitindo que as próprias trabalhadoras contassem suas trajetórias, suas dores e, sobretudo, suas conquistas. “A história do Brasil costuma ser contada de cima para baixo. Quis inverter esse olhar e dar o protagonismo a quem sempre sustentou tudo, mas quase nunca teve voz”, completa.

Um retrato de força, alegria e sobrevivência

Distribuído pela Embaúba Filmes, o documentário propõe uma abordagem sensível, evitando clichês ou discursos de vitimização. Em vez disso, o documentário celebra a vitalidade e o poder das mulheres retratadas — sua capacidade de criar beleza e esperança mesmo nas condições mais adversas.

A crítica especializada tem reconhecido essa delicadeza. Para Maria do Rosário, da Revista de Cinema, a obra “herda o melhor do espírito de Eduardo Coutinho, dando às personagens a chance de narrar suas próprias vidas com encanto e profundidade”. Ela destaca ainda o talento da diretora em encontrar, junto à pesquisadora Isabella Santos, quatro mulheres carismáticas “dotadas do poder da fabulação”.

Em cada depoimento, o espectador é convidado a refletir sobre o Brasil que existe dentro das casas — aquele onde a desigualdade social convive com gestos de afeto, e onde a rotina das trabalhadoras domésticas revela não apenas sobrevivência, mas também dignidade e sabedoria.

Uma trajetória que continua iluminando caminhos

Com sua exibição no IDFA, o documentário se insere no circuito internacional de produções que desafiam o olhar e ampliam o entendimento sobre o mundo. Para Karol Maia, mais do que um prêmio, a conquista representa um gesto de reparação simbólica: “Essas mulheres merecem ser vistas e celebradas. São elas que, há séculos, mantêm o país de pé. A luz que o título menciona pode não entrar nos quartos, mas vem de dentro delas, e é essa luz que o filme quer mostrar.”

Jennifer Lopez e Josh Duhamel enfrentam tiros e crises amorosas em “Casamento Armado”, atração da Tela Quente desta segunda (15)

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A Tela Quente desta segunda-feira, 15 de dezembro, convida o público a desligar a cabeça e se divertir com “Casamento Armado”, uma comédia romântica que começa como um conto de fadas moderno e rapidamente vira uma confusão deliciosa, cheia de ação, humor e reviravoltas. Estrelado por Jennifer Lopez (As Golpistas, Encontro Explosivo) e Josh Duhamel (Transformers, Idas e Vindas do Amor), o filme transforma o famoso “dia mais feliz da vida” em uma prova de fogo para um casal à beira do colapso.

Na história, segundo a sinopse do AdoroCinema, Darcy e Tom decidiram fazer tudo do jeito certo. Reuniram família, amigos e sonhos em uma ilha paradisíaca para celebrar um casamento digno de cinema. O problema é que, antes mesmo de trocarem os votos, a cerimônia é interrompida por homens armados que fazem todos os convidados reféns. De repente, o amor deixa de ser apenas um sentimento e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Obrigados a agir juntos, Darcy e Tom precisam enfrentar não só os sequestradores, mas também as próprias inseguranças, mágoas e diferenças que vinham sendo empurradas para debaixo do tapete. Entre perseguições improvisadas, discussões sinceras e situações completamente absurdas, o filme mostra que amar alguém também significa saber lutar ao lado dessa pessoa quando tudo dá errado.

Dirigido por Jason Moore (A Escolha Perfeita, Operação Cupido), “Casamento Armado” sabe exatamente o que quer ser: um entretenimento leve, divertido e sem grandes pretensões. O roteiro, assinado por Mark Hammer e Liz Meriwether (New Girl), aposta no exagero e no humor físico para equilibrar ação e romance, criando cenas que brincam com os clichês do gênero sem perder o charme.

O elenco de apoio é um dos grandes trunfos do longa. Jennifer Coolidge (The White Lotus, American Pie) rouba a cena sempre que aparece, garantindo algumas das sequências mais engraçadas do filme. Sônia Braga (Aquarius, O Beijo da Mulher-Aranha) traz elegância e presença, enquanto Lenny Kravitz (Jogos Vorazes, Precious) e Cheech Marin (Um Drink no Inferno, Cars) completam o time com personagens excêntricos e carismáticos.

Filmado em Boston e na República Dominicana, o longa aproveita cenários tropicais para criar um contraste visual curioso: um paraíso natural tomado pelo caos. Inicialmente planejado para chegar aos cinemas, “Casamento Armado” acabou estreando diretamente no streaming, onde encontrou seu público e se consolidou como uma opção perfeita para quem busca diversão despretensiosa.

Além da exibição na Tela Quente, quem quiser rever ou assistir a “Casamento Armado” a qualquer momento pode encontrar o filme disponível no Amazon Prime Video. A produção integra o catálogo do serviço de streaming por assinatura, oferecendo ao público a opção de acompanhar essa mistura de ação, romance e comédia no conforto de casa, sem depender do horário da TV.

Crítica | Brick é um thriller psicológico que prende pela tensão, mas tropeça na profundidade

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Imagine acordar e perceber que o mundo sumiu. Não há mais sinal de celular, nem internet, nem vizinhos batendo à porta. Apenas um muro preto de tijolos cercando seu prédio, isolando você de tudo que existia lá fora. Esse é o ponto de partida de Brick, novo longa alemão da Netflix, dirigido por Philip Koch, que mistura suspense, drama conjugal e ficção científica em um experimento claustrofóbico sobre o medo — do outro, do silêncio e de si mesmo.

A trama acompanha Olivia (Ruby O. Fee) e Tim (Matthias Schweighöfer), um casal que já vinha se afastando antes mesmo do confinamento começar. Eles estão no limite do desgaste emocional quando se veem obrigados a permanecer juntos — não por escolha, mas por sobrevivência. Um muro inexplicável ergue-se ao redor do prédio, transformando a rotina cinzenta em uma prisão silenciosa. Lá dentro, a comida começa a faltar, a esperança se dissolve e a relação entre os moradores se deteriora aos poucos, como os mantimentos na despensa.

O que poderia soar como mais um filme de suspense pós-pandêmico se revela, aos poucos, uma metáfora poderosa sobre isolamento e convivência, costurada com tensão crescente e dilemas profundamente humanos. Koch, também roteirista, opta por não oferecer explicações fáceis: não há inimigo visível, governo opressor ou experimento científico para racionalizar o absurdo. O mistério do muro, ao fim, é menos importante do que o que ele revela: o que sobra de nós quando o mundo nos some?

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A força do filme está justamente nesse retrato íntimo da vulnerabilidade. Olivia, analítica e resiliente, tenta manter o controle emocional em meio ao caos. Tim, impulsivo e inquieto, oscila entre o instinto de proteção e o desespero. A dinâmica entre os dois é viva, cheia de fraturas antigas e silêncios pesados, o que dá ao filme um toque de realismo emocional que muitas vezes falta em thrillers do gênero.

O elenco de apoio, embora com boa presença, é tratado mais como pano de fundo do que como força narrativa. Há vizinhos que surgem com potencial dramático — o paranoico, a enfermeira, o cético —, mas eles desaparecem antes que possamos conhecê-los de fato. É uma escolha que mantém o foco no casal protagonista, mas que limita a complexidade da comunidade enclausurada. Em um cenário onde a convivência poderia gerar grandes confrontos éticos e morais, o roteiro opta por resoluções mais contidas, quase apressadas.

Visualmente, o filme se destaca. A fotografia acinzentada e o uso de luz natural reforçam o tom opressivo da história, enquanto o próprio prédio — com seus corredores abafados, janelas fechadas e portas trancadas — se transforma em um personagem. A câmera se move com parcimônia, quase como se hesitasse junto aos personagens, criando uma atmosfera densa, sufocante.

Mas talvez o aspecto mais desconcertante de Brick seja o desconforto silencioso que ele provoca. O espectador, assim como os moradores do prédio, é privado de respostas. Por que o muro surgiu? Quem está por trás disso? Vamos sair algum dia? Essas perguntas ficam no ar, sem promessas de resolução. E, curiosamente, isso não soa como uma falha, mas como parte da proposta.

Porque, no fundo, o longa não é sobre o muro. É sobre o que ele revela quando não podemos mais fugir de quem somos. Ele nos obriga a encarar o outro — parceiro, vizinho, estranho — como espelho, e isso, por si só, já é mais aterrorizante do que qualquer invasão alienígena ou conspiração apocalíptica.

Em tempos em que o isolamento deixou de ser ficção, “Brick” ressoa com uma força incômoda e atual. É um filme sobre confinamento, mas também sobre os limites do amor, da empatia e da própria sanidade. Uma obra que, mesmo tropeçando em algumas escolhas narrativas, nos prende pela alma antes de prender pelos olhos.

History2 revela bastidores da monarquia espanhola em nova minissérie sobre Juan Carlos I

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O History2 estreia na segunda-feira, 2 de fevereiro, às 23h50, a minissérie documental “Juan Carlos: A Queda do Rei da Espanha”, uma produção investigativa em quatro episódios que revisita uma das trajetórias mais controversas da história recente da Europa. A série acompanha o caminho percorrido por Juan Carlos I, desde sua ascensão ao trono espanhol, em 1975, até a perda de prestígio que culminou em sua abdicação e posterior exílio.

Escolhido diretamente pelo ditador Francisco Franco como sucessor, Juan Carlos assumiu o trono em um momento decisivo para a Espanha. Com o fim do regime autoritário, o novo rei tornou-se peça-chave na transição do país para uma monarquia parlamentar democrática. Durante décadas, foi celebrado como o responsável por conduzir a Espanha rumo à modernidade, ganhando respeito internacional e um nível de popularidade raramente alcançado por monarcas.

A minissérie, no entanto, propõe olhar além dessa imagem institucional. Ao longo dos episódios, o documentário expõe um lado menos conhecido do ex-rei, marcado por relações extraconjugais, luxo excessivo, ambições financeiras e suspeitas de corrupção. A produção investiga como esses elementos, mantidos longe do olhar público por muitos anos, contribuíram para o colapso de sua reputação.

Para construir esse retrato, a série reúne depoimentos de jornalistas, ex-agentes do serviço secreto espanhol, pessoas próximas à Casa Real e figuras que conviveram intimamente com Juan Carlos. Entre elas está Corinna zu Sayn-Wittgenstein, empresária alemã que manteve um relacionamento amoroso com o rei e se tornou um dos personagens centrais da narrativa. Sua versão dos fatos ajuda a compreender como questões pessoais passaram a ter impacto direto na estabilidade da monarquia.

Durante muito tempo, Juan Carlos I foi visto como um herói nacional. Seu papel na defesa da democracia, especialmente durante tentativas de golpe, reforçou sua imagem como um líder comprometido com o futuro do país. No entanto, enquanto o reconhecimento público crescia, sua vida privada seguia um caminho cada vez mais distante dos valores que representava oficialmente.

O ponto de virada ocorre em 2012, quando uma viagem de caça ao elefante em Botsuana veio à tona em meio a uma grave crise econômica enfrentada pela Espanha. O episódio causou indignação popular não apenas pelo luxo envolvido, mas também pela revelação do relacionamento extraconjugal com Corinna, que acompanhou o rei durante sua recuperação após um acidente. A partir desse momento, a blindagem em torno de Juan Carlos começou a ruir.

A série detalha como esse escândalo desencadeou uma sequência de eventos que expuseram outras fragilidades do reinado. Investigações financeiras, denúncias de comissões ilegais e movimentações suspeitas de dinheiro passaram a ser associadas ao nome do monarca. O documentário mostra como a pressão pública e política se intensificou, tornando insustentável sua permanência no trono.

Em 2014, Juan Carlos anunciou sua abdicação, transferindo a coroa para seu filho, Felipe VI, em uma tentativa de preservar a instituição monárquica e restaurar a confiança da população. Apesar do gesto, os problemas não cessaram. Anos depois, em 2020, o ex-rei deixou a Espanha e passou a viver no exterior, em meio a novas investigações e críticas constantes.

Um dos aspectos mais sensíveis abordados pela produção é o relato de Corinna zu Sayn-Wittgenstein sobre sua relação com o monarca. No documentário, ela afirma que nunca teve a intenção de tornar pública a história que viveu, mas que se viu obrigada a falar após sofrer pressões e perseguições. Seu depoimento revela um vínculo que começou de forma discreta e afetuosa, mas que, segundo ela, assumiu contornos obsessivos e desgastantes.

O episódio de estreia, intitulado “Safari Secreto”, estabelece o tom da minissérie ao apresentar a ascensão de Juan Carlos, seu papel na política espanhola e o início da relação que se tornaria um dos maiores escândalos de sua vida pública. A narrativa alterna imagens de arquivo, entrevistas e reconstruções históricas para mostrar como decisões pessoais podem gerar consequências políticas profundas.

Thame e Po: conheça o dorama tailandês que está emocionando os fãs na Netflix

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Tem histórias que não chegam fazendo barulho. Elas não explodem, não gritam, não imploram atenção. Em vez disso, se aproximam devagar, tocam a gente de leve e, quando percebemos, já estão ali — ocupando um espaço silencioso e inteiro dentro da gente.

É assim que Thame e Po: Bate Coração, dorama tailandês que chegou à Netflix, se apresenta. Não como uma série sobre uma boy band em fim de carreira. Mas como um retrato sincero dos instantes frágeis que existem entre o fim e o recomeço.

Porque todo fim também é uma confissão

A história começa com uma despedida: a última apresentação da Mars, grupo pop tailandês que arrastou multidões e agora ensaia um adeus sem saber como dizer adeus. Os integrantes — Dylan, Jun, Nano e Pepper — lidam com a separação cada um à sua maneira. Não tem escândalo, não tem cena. Só aquele silêncio desconfortável de quem cresceu junto e agora precisa aprender a se afastar.

Nesse cenário de dissolução e cansaço, entra Po, o cinegrafista encarregado de registrar o último show. Ele não faz parte da banda, mas seu olhar externo é o único que realmente enxerga o que está acontecendo ali dentro. E é por esse olhar que a gente entra também.

Mas Po não é só câmera. Ele é presença. É escuta. E, sem perceber, se torna algo raro na vida de Thame, o vocalista que carrega sobre os ombros a culpa e o desejo de seguir em frente. Thame tem um plano — ir para a Coreia do Sul e tentar a sorte como artista solo. Mas todo plano tem um preço. E às vezes, esse preço é machucar quem a gente ama.

Às vezes, o amor não nasce com promessas — mas com acolhimento

Entre um ensaio e outro, entre bastidores e quartos de hotel, o vínculo entre Thame e Po cresce do jeito mais simples possível: no cuidado. Na troca de olhares. Na escuta silenciosa. Em conversas que não parecem importantes, mas dizem tudo.

E talvez seja isso que mais machuca: o fato de esse sentimento surgir justamente quando tudo está prestes a acabar.

Thame e Po não é um dorama sobre o que pode ser. É sobre o que quase foi. Sobre o afeto que chega tarde, mas ainda assim é real. Sobre os laços que se formam no intervalo entre uma despedida e um voo solo.

É sobre aquele momento em que a gente percebe que o coração está batendo diferente — mas não tem certeza se é o começo ou o fim.

Uma história contada em silêncio, música e cuidado

A série tem o tipo de sensibilidade que a gente sente mais do que entende. A câmera não corre. A música não atropela. Os diálogos não explicam tudo — e ainda bem. Porque a beleza está na sugestão, no gesto tímido, no sorriso que dura meio segundo.

E há algo muito bonito nisso: a coragem de contar uma história sobre separações sem tornar tudo dramático demais. De mostrar que crescer dói, que seguir em frente exige escolhas, e que nem todo amor precisa ser consumado para ser verdadeiro.

Para quem já precisou partir, mesmo com vontade de ficar

Thame e Po: Bate Coração é uma daquelas séries que parecem pequenas, mas ficam com você por dias. Talvez porque todo mundo já viveu alguma versão desse enredo: querer algo novo, mas sentir que está deixando para trás uma parte de si mesmo.

É um dorama sobre transição, afeto e tudo aquilo que fica entre uma palavra e outra.

E, acima de tudo, é um lembrete delicado de que existem encontros que nos marcam mesmo se forem breves. Mesmo se terminarem antes de começarem.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta terça, 20 de janeiro, na TV Globo

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A Sessão da Tarde, tradicional faixa de filmes da TV Globo, apresenta nesta terça, 20 de janeiro de 2026, a aventura juvenil “Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais”. Lançado originalmente como produção exclusiva do Disney+, o longa combina fantasia e humor em uma narrativa voltada para o público jovem. O filme é dirigido por Anna Mastro (Jane the Virgin, Scandal).

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o filme aposta em uma releitura moderna dos contos de fadas clássicos, adicionando elementos de super-heróis e espionagem. A história acompanha Sam, uma princesa adolescente inconformada com seu lugar na hierarquia real, sempre vivendo à sombra da irmã mais velha, herdeira direta do trono. O que ela não imagina é que sua posição como “segunda filha” esconde um segredo ancestral capaz de mudar completamente sua visão sobre si mesma e sobre o mundo.

A grande virada da trama acontece quando Sam descobre que possui superpoderes e faz parte de uma sociedade secreta formada exclusivamente por segundos filhos da realeza. Essa organização existe há gerações e atua discretamente para manter a paz e o equilíbrio entre os reinos, longe dos olhos do público. Diferente dos primogênitos, destinados ao trono, esses jovens são treinados para agir nos bastidores, enfrentando ameaças que colocam em risco a ordem global.

No papel principal está Peyton Elizabeth Lee (Andi Mack), que entrega uma protagonista carismática, espirituosa e cheia de conflitos internos. Ao seu lado, o elenco reúne Niles Fitch (This Is Us), Noah Lomax (Fuller House) e Isabella Blake-Thomas (Once Upon a Time), formando o núcleo central da sociedade secreta. O filme ainda conta com participações de Skylar Astin (A Escolha Perfeita), Ashley Liao (The Kicks), Olivia Deeble (Home and Away) e Élodie Yung (Demolidor), que enriquecem a trama com personagens de diferentes personalidades e estilos.

À medida que Sam passa a integrar o grupo, ela é submetida a treinamentos intensos que exigem disciplina, trabalho em equipe e autoconhecimento. Inicialmente resistente às regras e à autoridade, a jovem precisa aprender a controlar seus poderes e entender que sua rebeldia pode ser tanto um obstáculo quanto uma força. O longa utiliza essa jornada de amadurecimento para discutir temas universais, como a pressão das expectativas familiares e a busca por um propósito próprio.

O roteiro é assinado por Alex Litvak (Predators) e Andrew Green (A Escolha Perfeita), a partir de uma história original desenvolvida pela dupla em parceria com Austin Winsberg (A Escolha Perfeita). A narrativa segue uma estrutura clássica de filmes de formação, com desafios progressivos, conflitos internos e uma ameaça final que coloca à prova tudo o que os personagens aprenderam ao longo do caminho.

Produzido em colaboração com o Disney Channel, o longa teve suas filmagens realizadas entre maio e junho de 2019, em Mississauga, Ontário, no Canadá, com locações na Universidade de Toronto Mississauga, que serviram de cenário para a academia secreta e os ambientes do reino fictício. A produção investe em efeitos visuais moderados e coreografias de ação acessíveis, priorizando o ritmo ágil e a clareza narrativa para o público mais jovem.

Lançado oficialmente em 25 de setembro de 2020, Sociedade Secreta dos Segundos Filhos Reais chegou ao Brasil junto com a estreia do Disney+, em novembro do mesmo ano. Desde então, o filme se consolidou como um título popular entre adolescentes e pré-adolescentes, especialmente por sua abordagem inclusiva e pela representação de personagens femininas fortes e independentes.

Ulisses, novo longa de Cristiano Burlan, estreia nos cinemas paulistanos com retrato sensorial da cidade e da memória

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O diretor Cristiano Burlan lança nesta quinta-feira (13) nos cinemas de São Paulo o longa Ulisses, produção da Bela Filmes em parceria com a Chatrone. O filme marca o início de uma trilogia que inclui ainda Nosferatu — exibido no Festival de Brasília em setembro — e o inédito Dom Quixote.

Em Ulisses, Burlan revisita o mito grego em uma narrativa ambientada na São Paulo contemporânea. O protagonista, interpretado por Rodrigo Sanches, percorre as ruas do centro da cidade em busca de lembranças e significados, reconstruindo a própria história a partir de fragmentos de memória, afetos e perdas.

A jornada do personagem se desenrola em meio a uma cidade que reflete seu estado emocional. A fotografia em preto e branco de Helder Martins transforma São Paulo em um labirinto de concreto, sombras e ruídos. Os viadutos, as fachadas degradadas e os espaços de passagem são filmados como extensões da mente do protagonista, revelando uma metrópole que pulsa entre presença e ausência.

A narrativa incorpora elementos experimentais e poéticos, característicos da filmografia de Burlan. Vozes, silêncios e lembranças se sobrepõem, criando uma experiência cinematográfica que mistura realidade e imaginação. O diretor mantém sua tradição de trabalhar com estruturas narrativas fragmentadas, valorizando o gesto, o som e a respiração da cidade tanto quanto o drama humano.

No elenco, Ana Carolina Marinho interpreta Penélope, figura que atravessa a trama de forma múltipla e ambígua. Sua presença funciona como eco da memória e do desejo do protagonista, compondo o aspecto emocional do filme. Burlan constrói a relação entre Ulisses e Penélope de maneira simbólica, sugerindo que ambos habitam tempos e espaços diferentes, unidos por uma busca que jamais se completa.

O longa reafirma o estilo autoral de Burlan, reconhecido pela abordagem introspectiva e pelo olhar crítico sobre o urbano. Em Ulisses, o diretor explora a cidade como metáfora do inconsciente coletivo, criando um retrato da solidão contemporânea. As ruas do centro, o Minhocão e os espaços esquecidos de São Paulo se tornam cenário e personagem de uma travessia existencial.

Com uma linguagem visual rigorosa e ritmo contemplativo, o filme investiga o limite entre o real e o simbólico. A ausência de linearidade narrativa convida o espectador a acompanhar o fluxo da memória e da percepção, mais do que uma história tradicional. Burlan aposta em um cinema sensorial, que convida à reflexão e à imersão.

Além de estrear na capital paulista, o longa-metragem deve chegar nas próximas semanas a outras cidades brasileiras. O filme é o primeiro capítulo de uma trilogia inspirada em figuras arquetípicas — Ulisses, Nosferatu e Dom Quixote — que dialogam com o imaginário ocidental e com temas recorrentes na obra do cineasta, como a busca por identidade, o desamparo e o pertencimento.

Reconhecido por títulos como Mataram Meu Irmão (2013), A Mãe (2022) e Sinfonia de um Homem Só (2012), Burlan reafirma em Ulisses seu interesse por personagens à margem e por uma estética que valoriza o risco e o desconforto. Seu cinema segue comprometido com a investigação da linguagem e com o retrato das contradições urbanas e humanas do país.

Demon Slayer: Castelo Infinito | Novo trailer mostra Shinobu Kocho enfrentando Dōma em confronto épico

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O universo de Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba se prepara para um capítulo decisivo com o lançamento do filme Demon Slayer: Castelo Infinito, que chega aos cinemas no dia 11 de setembro. Recentemente, o perfil oficial da franquia no X (antigo Twitter) divulgou um novo trailer legendado em inglês, mostrando cenas inéditas do confronto entre Shinobu Kocho, a Hashira do Inseto, e o poderoso demônio Dōma. O material apresenta sequências de combate detalhadas, estratégias de ataque complexas e momentos de tensão, reacendendo a expectativa de fãs que acompanham a saga desde o início.

O trailer revela Shinobu em plena ação, demonstrando suas técnicas com veneno e espada curta. Cada golpe é calculado, cada esquiva é precisa, indicando que a batalha contra Dōma será tanto física quanto mental. O trailer mostra ainda breves interações entre os personagens, sugerindo que o conflito não será apenas entre força bruta, mas também entre inteligência, paciência e observação.

Shinobu Kocho: Estratégia e determinação

Shinobu Kocho é apresentada no trailer como uma combatente meticulosa. Diferente de outros Hashira, sua força não se baseia na potência física, mas na aplicação precisa de venenos e na análise cuidadosa de cada adversário. O filme parece explorar essa característica, mostrando que cada movimento de Shinobu é parte de um plano maior. Sua motivação não é apenas cumprir o dever de exterminadora de demônios, mas também buscar justiça por experiências pessoais dolorosas, o que acrescenta camadas emocionais à sua presença na narrativa.

Além da ação, o trailer sugere que Shinobu terá momentos de interação estratégica com os outros Hashira, incluindo Tengen Uzui e Kanao Tsuyuri, destacando sua habilidade em coordenar ataques e apoiar aliados mesmo sob pressão extrema.

Tanjiro Kamado: Liderança e crescimento

Tanjiro Kamado continua a ser o eixo central do Esquadrão de Exterminadores de Demônios. No trailer, ele é mostrado enfrentando inimigos poderosos com combinações de técnicas de respiração e movimentos de espada precisos. Cada luta evidencia sua evolução, desde os primeiros episódios do anime até a fase atual, em que Tanjiro se torna um estrategista em combate.

Sua preocupação constante com a irmã Nezuko, ainda demoníaca, e a responsabilidade de proteger o Esquadrão acrescentam camadas emocionais às suas decisões. No Castelo Infinito, Tanjiro enfrenta situações que exigem adaptação rápida, planejamento e colaboração estreita com os Hashira, reforçando seu papel de líder e herói. O trailer insinua momentos em que Tanjiro precisará tomar decisões arriscadas, equilibrando coragem e prudência para enfrentar inimigos superiores em número e força.

O Castelo Infinito: Reduto dos Demônios

O Castelo Infinito, cenário central do filme, funciona como território controlado pelos demônios. Suas passagens complexas e salas interconectadas criam desafios que vão além do combate físico. O trailer mostra corredores estreitos, escadarias e áreas com iluminação restrita, obrigando os personagens a usar técnicas de respiração avançadas e análise tática para avançar.

Cada espaço do Castelo Infinito serve como teste para os protagonistas, transformando cada batalha em um exercício de estratégia, observação e resistência. O filme, portanto, não se limita à violência direta; ele explora o raciocínio rápido dos combatentes, a interação entre aliados e a improvisação diante de adversidades inesperadas.

Vozes que transmitem intensidade

A dublagem original de Demon Slayer: Castelo Infinito se destaca por sua capacidade de intensificar cada cena, conferindo personalidade, emoção e tensão aos personagens. Os atores não apenas reproduzem falas, mas transmitem sutilezas de intenção e estratégia, tornando os confrontos mais envolventes e os momentos dramáticos mais impactantes. Entre os principais dubladores estão Natsuki Hanae (Tanjiro Kamado), cuja voz expressa coragem e empatia; Akari Kitō (Nezuko Kamado), que combina inocência e força contida; Hiro Shimono (Zenitsu Agatsuma), que alterna medo e bravura; Yoshitsugu Matsuoka (Inosuke Hashibira), trazendo energia e impulsividade; e Saori Hayami (Shinobu Kocho), cuja interpretação equilibra delicadeza e precisão letal. Outros nomes de destaque incluem Takahiro Sakurai (Giyu Tomioka), Katsuyuki Konishi (Tengen Uzui), Kengo Kawanishi (Muichiro Tokito), Kenichi Suzumura (Obanai Iguro), Tomokazu Seki (Sanemi Shinazugawa), Kana Hanazawa (Mitsuri Kanroji) e Tomokazu Sugita (Gyomei Himejima), todos contribuindo para uma experiência sonora que complementa a intensidade visual do filme.

Continuidade da franquia

Demon Slayer: Castelo Infinito dá sequência direta à quarta temporada do anime, adaptando fielmente o arco homônimo do mangá de Koyoharu Gotouge. Este é o quarto filme da franquia, sucedendo Mugen Ressha-hen (2020), To the Swordsmith Village (2023) e Hashira Training (2024). A direção de Haruo Sotozaki, combinada ao roteiro da equipe do estúdio Ufotable, mantém a coerência visual e narrativa, assegurando que os fãs encontrem consistência tanto no estilo quanto no desenvolvimento dos personagens.

Cada produção anterior aprofundou as relações entre os Hashira, Tanjiro e os demais membros do Esquadrão, estabelecendo um padrão de narrativa em que ação e emoção se complementam. Castelo Infinito segue essa linha, mas acrescenta desafios mais complexos, tanto físicos quanto estratégicos, criando expectativa por reviravoltas decisivas.

Predador: Terras Selvagens | Último trailer revela nova visão da icônica franquia

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A franquia Predator está prestes a ganhar mais um capítulo emocionante. Intitulado Predador: Terras Selvagens, o filme acaba de lançar seu último trailer pré-lançamento, oferecendo aos fãs uma primeira visão de um universo que expande a mitologia do caçador alienígena de forma ousada e inovadora. Com estreia marcada para 6 de novembro no Brasil e 7 de novembro nos Estados Unidos, o longa promete misturar ação, ficção científica e aventura em um cenário futurista e selvagem.

Diferente de qualquer filme anterior da franquia, Predador: Terras Selvagens coloca o foco em um jovem Predador, chamado Dek, que foi rejeitado por seu próprio clã. Interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi, Dek não é apenas um antagonista ou um caçador frio; ele é um protagonista com sentimentos, conflitos internos e uma trajetória própria. A mudança de perspectiva representa um passo ousado para a franquia, que historicamente coloca o Predador como ameaça letal aos humanos.

No enredo, Dek encontra uma aliada improvável em Thia, interpretada por Elle Fanning, uma andróide criada pela famosa empresa fictícia Weyland-Yutani, conhecida dos filmes da franquia Alien. Juntos, eles embarcam em uma jornada traiçoeira em busca do maior adversário de Dek, que promete testar não apenas suas habilidades de sobrevivência, mas também sua própria identidade.

Elenco principal: talentos que elevam a narrativa

O filme conta com um elenco enxuto, mas cuidadosamente selecionado para dar vida a essa nova visão da franquia. Elle Fanning como Thia representa uma presença humana dentro de um mundo alienígena hostil. Sua atuação explora a dualidade entre programação e emoção, mostrando que até máquinas podem se tornar companheiras de jornada.

Por outro lado, Dimitrius Schuster-Koloamatangi como Dek desafia o modelo clássico da franquia. Para dar autenticidade ao personagem, o ator passou por treinamento específico para aprender a linguagem dos Predadores, desenvolvida por um linguista que também criou a língua Na’vi de Avatar (2009). A química entre os protagonistas é um dos pontos mais comentados após o lançamento do trailer, prometendo misturar ação intensa com momentos de drama e empatia, algo raramente visto em filmes anteriores.

Produção e influências artísticas

O desenvolvimento de Predador: Terras Selvagens começou em fevereiro de 2024, quando foi anunciado que um filme independente da franquia estava em produção. O diretor Dan Trachtenberg, responsável por Prey (2022) e Predador: Assassino de Assassinos (2025), assumiu a direção e coescreveu o roteiro com Patrick Aison, que também trabalhou em Prey.

Trachtenberg trouxe uma visão cinematográfica própria, inspirando-se em referências que vão além do universo de ficção científica. Entre elas estão obras de Frank Frazetta, filmes clássicos como Shane (1953) e Mad Max 2 (1981), além de títulos mais recentes como O Livro de Eli (2010). Videogames icônicos, como Shadow of the Colossus (2005), também influenciaram a estética do filme.

Além disso, elementos de western e fantasia foram incorporados, criando uma estética única que mistura desolação, vastas paisagens e tensão constante. Trachtenberg também deixou claro que queria explorar a cultura do mundo natal dos Predadores, algo que até então havia sido apenas sugerido nas obras anteriores da franquia.

Novidades técnicas e efeitos visuais

A produção trouxe inovação tanto nos efeitos práticos quanto digitais. Para dar vida ao Predador Dek, o Studio Gillis desenvolveu um traje detalhado, enquanto o rosto de Dek foi aprimorado digitalmente usando captura de movimento, permitindo transmitir emoções sutis — algo inédito para a franquia.

O Wētā Workshop, renomado estúdio de efeitos, também contribuiu para a criação de armaduras, armas e ambientes alienígenas, reforçando a autenticidade do mundo imaginado para o longa. A empresa Weyland-Yutani, já conhecida dos fãs de Alien, também aparece, estabelecendo conexões interessantes com o universo expandido.

Outro destaque técnico é a linguagem dos Predadores. Um linguista desenvolveu uma linguagem verbal e escrita completa, garantindo que os diálogos de Dek e de outros Predadores soem consistentes e verossímeis, reforçando o realismo do filme e a imersão do público.

Filmagens na Nova Zelândia

As filmagens ocorreram na Nova Zelândia, começando em 27 de agosto de 2024 e terminando no final de outubro do mesmo ano. O filme foi rodado sob o título provisório Backpack, mas a equipe manteve segredo sobre detalhes do enredo para preservar a surpresa.

O diretor de fotografia, Jeff Cutter, colaborou novamente com Trachtenberg, garantindo que a estética visual de Predador: Terras Selvagens mantivesse coerência com os elementos visuais e narrativos apresentados em Prey. O resultado são cenas de tirar o fôlego, com paisagens áridas, selvas alienígenas e sequências de ação intensas, que prometem envolver o público do início ao fim.

MasterChef Brasil 2025 – Daniela e Felipe B. são os finalistas da 12ª temporada

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A 12ª temporada do MasterChef Brasil chega ao seu momento mais aguardado: a grande final. Após semanas de desafios intensos, provas emocionantes e eliminações surpreendentes, Daniela e Felipe B. conquistaram suas vagas na decisão, enquanto Rodrigo e Gloria foram eliminados na semifinal. Esta edição do reality culinário, exibida na Band, trouxe novamente à tona o talento de cozinheiros amadores que combinam criatividade, técnica e paixão pela gastronomia, mantendo o público grudado na tela a cada episódio.

A semifinal, exibida na terça-feira, 26 de agosto, foi marcada por provas que desafiaram os limites dos competidores. Na primeira etapa, os semifinalistas precisaram criar pratos autorais utilizando técnicas de gastronomia molecular, como esferificação, espumas e gelificação. O objetivo era transformar ingredientes em experiências sensoriais únicas, exigindo precisão, criatividade e domínio técnico. Sob o olhar atento de Henrique Fogaça, Helena Rizzo e Érick Jacquin, os quatro cozinheiros – Daniela, Felipe B., Gloria e Rodrigo – enfrentaram a pressão máxima para garantir sua vaga na final.

O segundo desafio da noite trouxe uma releitura do tradicional turducken, desta vez em versão marítima. A prova consistiu na preparação de três tipos de peixes e frutos do mar, desossados, recheados e montados em camadas, exigindo habilidade avançada de corte, montagem e equilíbrio de sabores. A complexidade do prato elevou a tensão na cozinha, colocando à prova não apenas a técnica dos competidores, mas também sua capacidade de trabalhar sob pressão e tomar decisões rápidas.

Rodrigo foi o primeiro a ser eliminado na semifinal. Apesar de sua trajetória marcada por criatividade, técnica e versatilidade, o prato apresentado não convenceu totalmente os jurados, encerrando sua participação a um passo da grande final. A despedida foi emocionante, com abraços, lágrimas e palavras de incentivo de colegas e jurados, reconhecendo seu talento e dedicação ao longo da temporada. Pouco depois, Gloria também deixou o programa após uma performance que não atingiu o nível exigido pelos jurados para avançar à final, consolidando Daniela e Felipe B. como os grandes finalistas da temporada.

Daniela chega à final com uma trajetória marcada por consistência, precisão e pratos visualmente elegantes. Ao longo da temporada, conquistou os jurados não apenas pelo equilíbrio de sabores, mas também pela capacidade de se reinventar a cada desafio, mostrando criatividade e domínio das técnicas culinárias mais complexas. Sua participação na semifinal reforçou sua presença na decisão, demonstrando confiança, atenção aos detalhes e capacidade de manter a calma sob pressão, consolidando-a como uma das favoritas ao título.

Felipe B., por sua vez, chega à final mostrando ousadia, versatilidade e domínio técnico. Ele se destacou em provas individuais e coletivas ao longo da temporada, impressionando os jurados com combinações de sabores criativas e soluções inteligentes para desafios complexos. Sua consistência, aliada à coragem de experimentar e ousar, faz dele um finalista capaz de rivalizar de igual para igual com Daniela na grande decisão, prometendo uma final eletrizante e repleta de emoção.

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