Resumo da novela Terra Nostra de hoje (17) – Gumercindo impõe casamento e Juliana aceita se unir a Marco Antônio

0

No capítulo de Terra Nostra que vai ao ar nesta quarta-feira, 17 de setembro, Matheu implora que Rosana diga a verdade sobre a noite em que passaram juntos, mas ela insiste em sustentar a versão de que os dois fizeram amor e, sem esconder os sentimentos, declara-se apaixonada. Diante da pressão, o rapaz fica sem saída quando Gumercindo o coloca contra a parede: ou se casa com a filha ou paga com a própria vida. Enquanto isso, Augusto e Angélica se conhecem e demonstram imediata simpatia um pelo outro, despertando um clima de afinidade inesperado. A situação se complica ainda mais quando Altino, ao saber que Gumercindo pretende casar as duas filhas no mesmo dia, reage indignado e afirma que não aceita dividir a festa de seu filho com a de um italiano.

Janete, ansiosa por unir Juliana ao verdadeiro amor, pede ao agenciador que leve a jovem ao encontro de Matheu, mas o marido é inflexível e só admite a possibilidade se o próprio rapaz vier buscá-la. Já Augusto, envolvido em sua paixão por Paola, promete que a levará consigo para a capital da província assim que os dois se casarem. No entanto, Anacleto flagra o casal trocando beijos e, tomado pela fúria, exige uma explicação imediata. Paola e Augusto, acuados, juram que nada houve e reforçam que o advogado já está comprometido com outra mulher, numa tentativa desesperada de abafar o escândalo.

Enquanto isso, Francesco conquista Marco Antônio e o convence a ingressar em sua casa bancária, dando início a uma nova parceria promissora. No mesmo instante, um agente enviado por ele chega à propriedade de Gumercindo, trazendo novidades que prometem abalar os rumos da família.

A tensão cresce quando o fazendeiro descobre que Juliana está grávida de Matheu. Sem piedade, ele afirma que o italiano não está mais na fazenda, pois fugiu. Rosana, abalada com a revelação, teme perder espaço e inventa que também espera um filho, tentando garantir sua posição. Marco Antônio, por sua vez, recebe com euforia a notícia de que Matheu embarcou para a Argentina, vendo o caminho livre para conquistar Juliana. Sem forças diante de tantas pressões e arrasada com a suposta partida do amado, a jovem acaba cedendo: decide aceitar o casamento com Marco Antônio, mas apenas após o nascimento de seu filho.

O que vai rolar nos próximos capítulos de Terra Nostra?

Janete não aceita a decisão de Marco Antônio em unir-se a Juliana e insiste em contestar o rumo dos acontecimentos. Leonora informa à patroa que os italianos planejam uma grande festa na colônia para celebrar os noivos no mesmo dia do casamento, aumentando ainda mais a tensão. Matheu, desesperado, pede novamente que Rosana conte a verdade aos pais, mas diante da recusa, deixa claro que jamais será capaz de amá-la. Enquanto isso, Marco Antônio entrega uma aliança a Juliana e a convence a usá-la como prova de que já vivem como marido e mulher.

Augusto surpreende Angélica ao propor que os dois construam vida nova em São Paulo, o que desperta em Rosana um sentimento profundo de inveja. Maria do Socorro, cansada de fingir que não vê, cria coragem e confronta o marido a respeito de suas traições com Naná e outras negras da fazenda. Altino, em seus planos de ascensão, revela ao filho o projeto de comprar as terras de Francesco. Inquieto e envergonhado, Anacleto decide cobrar explicações de Altino, mas Augusto não esconde a verdade: admite ter desvirginado Paola.

A situação leva Altino e Anacleto a firmarem um pacto para resolver o destino de Paola e Augusto. Ao mesmo tempo, Gumercindo muda de postura com Matheu: permite que o rapaz deixe a senzala e passe a visitar Rosana de vez em quando, numa clara preparação para consolidar o casamento forçado. Marco Antônio, por sua vez, tenta impressionar Juliana levando-a a um restaurante luxuoso, onde confessa sua fama de mulherengo e gastador.

Ambicioso, Altino oferece a Anacleto um terço da fazenda que pretende comprar, além do cargo de administrador. Em troca, pede autorização para que Paola se torne concubina de Augusto, em um acordo que mistura negócios e moralidade. Janete, decidida a marcar território, impede Juliana de ajudar nos serviços de casa, tratando-a como senhora. Ao mesmo tempo, Francesco revela a Marco Antônio sua intenção de vender as terras que pertenceram aos sogros. Matheu, em mais uma tentativa de escapar do destino imposto, implora que Rosana reconsidere antes de se arrepender. Mas Altino segue adiante e vai até a casa de Francesco acompanhado de Augusto.

A venda da fazenda se concretiza. Pensando no futuro da filha, Altino decide registrar em nome de Paola as terras que prometera a Anacleto, garantindo-lhe segurança. Gumercindo e Maria do Socorro ficam espantados ao saber que Juliana já é tratada como esposa de Marco Antônio, e a reação inesperada do casal não passa despercebida por Augusto.

Enquanto isso, Angélica resiste em corresponder às investidas do noivo, recusando-se até mesmo a beijá-lo, o que desperta nele um fascínio pela sua pureza e inocência. Arrasado com a notícia de que Juliana já o esqueceu, Matheu decide se transformar, tentando seguir em frente. Paola, firme em sua decisão, comunica aos pais que vai viver em São Paulo com Augusto. Por fim, sem chances de escapar, Matheu e Rosana se casam na fazenda em uma cerimônia marcada pela austeridade e uma comemoração fria, que reflete mais a imposição do destino do que a celebração do amor.

Se Não Fosse Você | Adaptação do best-seller de Colleen Hoover ganha trailer e promete tocar fundo os corações

0
Foto: Divulgação/ Paramount Pictures

Em um mundo em que o silêncio às vezes fala mais alto do que mil palavras, Se Não Fosse Você surge como um grito contido, um desabafo emocional sobre tudo aquilo que deixamos de dizer. O novo longa, inspirado no best-seller da escritora Colleen Hoover, acaba de ganhar seu primeiro trailer oficial — e ele já chegou arrebatando o público com sua carga emocional crua e realista. Abaixo, confira o vídeo divulgado:

A direção é de Josh Boone, o mesmo que fez milhares de corações chorarem com A Culpa é das Estrelas. Agora, ele retorna ao drama familiar com uma nova história sobre perdas, cicatrizes que o tempo não apaga e a difícil arte de se reconectar com quem a gente ama. A estreia está marcada para o dia 23 de outubro nos cinemas brasileiros, com distribuição da Paramount Pictures.

A trama gira em torno de Morgan Grant, interpretada por Allison Williams, uma mulher que trocou sonhos por responsabilidades quando se tornou mãe ainda adolescente. Sua vida, dedicada quase inteiramente à filha Clara (Mckenna Grace) e ao marido Chris, começa a ruir quando um acidente tira Chris de cena de forma repentina.

A tragédia, no entanto, é apenas a porta de entrada para um turbilhão emocional ainda maior: revelações dolorosas, mágoas antigas, segredos de família e feridas nunca curadas transformam o luto em confronto. De um lado, uma mãe tentando reconstruir sua vida a partir do que sobrou. Do outro, uma filha que se recusa a perdoar o passado ou compreender o presente.

Mais do que um drama sobre perdas, o filme é um retrato nu e cru de como o amor pode ser falho, frustrante, imperfeito — e, mesmo assim, necessário.

Boone prova, mais uma vez, que sabe como contar histórias que doem bonito. Ele não se apoia em exageros ou em frases de efeito. Seu olhar é íntimo, quase cúmplice. Ele entende que, às vezes, um gesto vale mais que um discurso, e que os maiores conflitos acontecem dentro da gente.

Allison Williams e Mckenna Grace brilham em atuações comoventes

Interpretar uma relação tão quebrada e ao mesmo tempo tão forte não é tarefa fácil. Mas Allison Williams e Mckenna Grace entregam performances que transbordam sinceridade. Allison — que já mostrou seu talento em Corra! e M3GAN — encarna Morgan com uma mistura de exaustão, amor reprimido e força silenciosa. Já Mckenna, aos 18 anos, impressiona ao viver Clara, uma adolescente ferida que usa a rebeldia como escudo. Juntas, elas constroem uma dinâmica intensa, marcada por diálogos cheios de mágoa, olhares carregados de frustração e momentos de silêncio que falam por si. É um embate de gerações, mas também de dores que não foram acolhidas. Difícil não se identificar.

Família, segredos e a difícil jornada do perdão

No fundo, o filme é sobre aquilo que a gente esconde — dos outros e de nós mesmos. Morgan teve sua juventude interrompida e viveu à sombra das escolhas que fez para proteger Clara. Clara, por sua vez, sente que nunca teve espaço para ser quem é de verdade. A comunicação entre as duas é quase inexistente, e quando a verdade finalmente aparece, ela não liberta — machuca.

A revelação de que Chris, o marido e pai que sustentava emocionalmente a família, mantinha segredos, faz com que mãe e filha tenham que reconstruir suas identidades. Mas para isso, é preciso coragem. É preciso perdoar, e talvez até amar, mesmo quando tudo está quebrado.

Foto: Divulgação/ Paramount Pictures

Colleen Hoover no comando emocional da produção

Autora de sucessos como É Assim que Acaba e Verity, Colleen Hoover é uma especialista em escrever o que as pessoas sentem, mas não dizem. E neste projeto, ela foi além do papel de escritora: atuou como produtora executiva, acompanhando de perto o processo criativo da adaptação. Ela garantiu que a alma da história — aquela sensação de que estamos lendo ou vendo algo muito pessoal — fosse mantida.

Elenco afiado e narrativa cheia de nuances

Além de Williams e Grace, o elenco traz Dave Franco, Mason Thames, Scott Eastwood e Willa Fitzgerald em papéis fundamentais. Franco vive um amigo da família que guarda mais do que aparenta. Thames interpreta um jovem com quem Clara cria uma conexão inesperada. Eastwood aparece em flashbacks como Chris, o pai cuja morte muda tudo. Já Fitzgerald interpreta uma personagem envolta em mistério, que tem ligação direta com os segredos revelados.

Quando chega aos cinemas?

Com previsão de estreia para o dia 23 de outubro de 2025, Se Não Fosse Você chega aos cinemas como uma das apostas mais emocionantes do ano. A distribuição fica por conta da Paramount Pictures, que já deu sinais de que pretende investir pesado na divulgação do longa, especialmente entre o público feminino e os fãs das obras de Colleen Hoover.

Cangaço Novo ganha segunda temporada no Prime Video; Alice Carvalho confirma retorno para 2026

0

Nesta segunda-feira, 27 de outubro, os fãs de Cangaço Novo ganharam um motivo especial para comemorar. A atriz Alice Carvalho, intérprete da destemida Dinorah, confirmou em seu perfil no X (antigo Twitter) que a segunda temporada da aclamada série brasileira está a caminho e chegará em 2026 no Amazon Prime Video.

“Não demora”, escreveu Alice em resposta a um seguidor que perguntou sobre o retorno da produção. A mensagem curta, mas direta, foi o suficiente para incendiar as redes sociais e reacender a ansiedade do público, que já esperava há meses por novidades.

Embora a atriz não tenha revelado uma data exata, o tom otimista da publicação indica que a nova leva de episódios deve estrear ainda na primeira metade de 2026. A confirmação oficial de que a série continuaria foi feita pelo próprio Prime Video em fevereiro de 2024, cerca de seis meses após o lançamento da primeira temporada — um período em que a produção conquistou crítica, público e o topo dos rankings da plataforma.

Uma história que mistura ação, emoção e o coração do sertão

A série foi uma das maiores surpresas do streaming nacional nos últimos anos. Lançada em agosto de 2023, a série rapidamente se tornou um fenômeno — não apenas no Brasil, mas também em diversos países, incluindo nações africanas e europeias.

A trama acompanha Ubaldo (Allan Souza Lima), um bancário frustrado da zona urbana de São Paulo que, após descobrir a existência de uma herança e duas irmãs no sertão cearense, vê sua vida mudar completamente.

Ao chegar à fictícia cidade de Cratará, Ubaldo conhece Dilvânia (Thainá Duarte), que lidera um grupo de cangaceiros deixado por seu falecido pai, e Dinorah (Alice Carvalho), a única mulher em uma temida gangue de ladrões de banco. Entre confrontos, alianças e reviravoltas, ele acaba sendo chamado a cumprir um destino inesperado: tornar-se o novo líder mítico do cangaço moderno.

A série mescla com maestria drama familiar, crítica social e sequências intensas de ação, retratando um sertão pulsante e multifacetado. As disputas políticas também estão no centro da história — em meio a eleições, corrupção e alianças perigosas, o enredo expõe a luta por poder e sobrevivência em uma região marcada tanto pela tradição quanto pela modernidade.

Um sertão cinematográfico e quase mítico

Um dos grandes trunfos de “Cangaço Novo” é seu visual arrebatador. Dirigida por Fábio Mendonça e Aly Muritiba, a série adotou uma estética inspirada no chamado “nordestern” — um termo que une “Nordeste” e “western”, o gênero clássico dos filmes de faroeste americanos.

Essa fusão rendeu à série uma atmosfera única: o sertão vira quase um personagem à parte, com sua aridez, sua força e sua poesia. A fotografia e a direção de arte evocam referências de obras como “O Cangaceiro” (1953), de Lima Barreto, “Bacurau” (2019), de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, e “Sertânia” (2020), de Geraldo Sarno.

Além disso, o trabalho de Mendonça no projeto vem de longa data — foram nove anos de desenvolvimento até o início das gravações. A parceria com os roteiristas Mariana Bardan e Eduardo Melo trouxe novas camadas à narrativa, equilibrando momentos de brutalidade com passagens poéticas e introspectivas.

Da crítica ao público: o fenômeno “Cangaço Novo”

Desde sua estreia, “Cangaço Novo” foi recebida com entusiasmo tanto pelo público quanto pela crítica especializada. A série foi considerada um marco do audiovisual brasileiro contemporâneo, por abordar temas complexos — como desigualdade, violência, política e pertencimento — com uma linguagem moderna e acessível.

A atuação do elenco foi amplamente elogiada. Allan Souza Lima entregou um protagonista dividido entre a moral urbana e a brutalidade sertaneja, enquanto Alice Carvalho roubou a cena com a intensidade e vulnerabilidade de Dinorah, uma mulher forjada na violência, mas guiada por um senso profundo de lealdade.

A série também foi celebrada por romper com estereótipos e apresentar o sertão de forma multifacetada, sem caricaturas. A série é tanto sobre o Nordeste quanto sobre o Brasil, revelando contradições, injustiças e a resistência de um povo que vive entre o sol, a fé e a luta.

Sucesso global e impacto internacional

O êxito da produção foi além das fronteiras brasileiras. A trama alcançou o primeiro lugar no Top 10 do Prime Video em países como Argélia, Angola, Benim, Burkina Faso e Moçambique, tornando-se a série brasileira mais assistida da história da plataforma no Brasil.

Na África, o impacto foi notável: a obra figurou entre as mais vistas em Costa do Marfim, Mali, Congo e Quênia, demonstrando a força universal de sua narrativa. Ao todo, a série entrou no Top 10 em 49 países, incluindo Canadá, Paraguai, Emirados Árabes, Papua-Nova Guiné e Portugal — onde ocupou o quarto lugar no ranking.

Marty Supreme | Timothée Chalamet encanta como protagonista no trailer oficial

0

A A24, estúdio que há anos se consolidou como sinônimo de inovação e qualidade cinematográfica, acaba de divulgar o primeiro trailer de Marty Supreme, produção que promete ser um marco em sua história. Dirigido por Josh Safdie, conhecido por trabalhos como Joias Brutas, o longa traz Timothée Chalamet no papel principal e já desperta grande expectativa, tanto pela qualidade do elenco quanto pelo investimento histórico do estúdio, estimado em impressionantes US$ 70 milhões. Abaixo, veja o trailer:

O filme acompanha a trajetória fictícia de Marty Mauser, um jovem talentoso no pingue-pongue, esporte muitas vezes subestimado, que encontra na determinação e na coragem a chave para realizar seus sonhos. Apesar de ter inspiração em Marty Reisman, jogador profissional de tênis de mesa, Marty Supreme não se configura como uma biografia. A narrativa, cuidadosamente construída pelo roteiro de Ronald Bronstein — colaborador frequente de Safdie —, mistura ficção, comédia e aventura esportiva, criando um universo próprio, leve e ao mesmo tempo emocionante.

Para Chalamet, o novo filme representa um novo desafio em sua carreira. Após a vitória no SAG Awards e a indicação ao Oscar por sua interpretação de Bob Dylan em Um Completo Desconhecido, o ator retorna às telonas em um papel que exige não apenas presença dramática, mas também habilidades físicas aprimoradas.

“Josh me encorajou a realizar algumas das minhas próprias acrobacias, o que tornou a experiência incrivelmente imersiva”, revelou Chalamet em entrevista recente. Além disso, o ator precisou adaptar sua visão para algumas cenas: o diretor optou por fazê-lo usar óculos de grau com lentes de contato por baixo, criando um efeito visual que deixava seus olhos aparentarem menores — algo que, segundo Chalamet, atrapalhou temporariamente sua visão, mas acrescentou autenticidade ao personagem.

O comprometimento do ator foi intenso. Durante meses, ele treinou rigorosamente com ex-jogadores de tênis de mesa Diego Schaaf e Wei Wang, aperfeiçoando reflexos, movimentos e a precisão necessária para tornar as partidas de pingue-pongue críveis nas telonas. O resultado, visível no trailer, promete impressionar não apenas fãs de cinema, mas também apreciadores de esportes.

O longa ainda conta com Gwyneth Paltrow no papel de Carol Dunne, interesse amoroso de Marty, além de Odessa A’Zion, Kevin O’Leary, Tyler Okonma, Abel Ferrara e Fran Drescher, que interpreta a mãe de Marty, a Sra. Mauser. A presença de atores veteranos como Fran Drescher e nomes inusitados, como o artista francês Philippe Petit, demonstra a ousadia da produção em mesclar diferentes universos artísticos.

Segundo Safdie, a escolha de um elenco diversificado foi intencional. “Queríamos criar uma tapeçaria de personagens que refletisse a riqueza do mundo ao redor do nosso protagonista. Cada presença traz algo inesperado, seja humor, tensão ou emoção”, explicou o diretor.

Conhecido por seu estilo único de direção, Josh Safdie assina Marty Supreme com a experiência adquirida em longas como Joias Brutas, Bom Comportamento e Amor, Drogas e Nova York. O diretor mantém sua assinatura, mas agora em um projeto que combina comédia, drama e aventura esportiva, criando uma experiência cinematográfica inédita para o público.

A fotografia de Darius Khondji, filmada em 35 mm, reforça a proposta visual do filme. Khondji, que acumula experiência em projetos como Se7en e O Grande Gatsby, trouxe textura, profundidade e cores que valorizam tanto as cenas intimistas quanto as partidas de pingue-pongue, transformando cada ponto em um espetáculo visual. O veterano designer de produção Jack Fisk colaborou para criar cenários que equilibram realismo e fantasia, com locais que remetem à Nova York clássica e espaços inesperados do mundo do esporte.

Além da fotografia e do design, Safdie integrou cerca de 140 não-atores ao elenco, trazendo uma autenticidade crua e espontânea às cenas cotidianas. Essa escolha aproxima o público da realidade do protagonista, tornando cada vitória e cada desafio ainda mais palpáveis.

A história gira em torno de Marty Mauser, um jovem determinado a se destacar em um esporte tradicionalmente ignorado: o pingue-pongue. Enquanto lida com a pressão da competição, Marty inicia um romance com Carol Dunne, uma estrela de cinema interpretada por Gwyneth Paltrow. A trama combina momentos de humor, romance e tensão esportiva, explorando temas como perseverança, paixão e autodescoberta.

Embora inspirado em Marty Reisman, o roteiro evita se prender a fatos biográficos, optando por criar uma narrativa que mistura realidade e ficção. “Queríamos capturar a essência da coragem e do talento, sem nos limitar à cronologia de um atleta real”, explicou Ronald Bronstein, co-roteirista.

O filme também destaca a jornada pessoal de Marty, suas inseguranças e desafios familiares, incluindo a relação com a mãe, Sra. Mauser, interpretada por Fran Drescher. A dinâmica familiar e as relações afetivas são tão importantes quanto os jogos em si, criando um enredo rico em emoções e nuances.

Produção: história e desafios

O projeto foi anunciado em dezembro de 2023, quando Timothée Chalamet revelou que seu próximo trabalho seria um filme envolvendo pingue-pongue. No ano seguinte, a Variety confirmou que Josh Safdie dirigiria Marty Supreme, marcando seu primeiro projeto solo desde The Pleasure of Being Robbed (2008).

O orçamento de US$ 70 milhões torna o filme o mais caro da história da A24, superando Guerra Civil (2024). Essa cifra reflete não apenas o investimento em elenco e cenários, mas também a ambição de criar um filme que seja visualmente impressionante e narrativamente envolvente.

A fotografia principal começou em Nova York, em 23 de setembro de 2024, e se estendeu até 5 de dezembro do mesmo ano. Filmagens adicionais ocorreram no Japão, em fevereiro de 2025, garantindo diversidade de cenários e autenticidade em cenas que envolvem competições internacionais.

Expectativa e lançamento

A data de estreia nos Estados Unidos está marcada para 25 de dezembro de 2025, período estratégico que visa aproveitar o fluxo de público durante as festas de fim de ano. Além disso, a A24 contou com a Nordisk Film para cuidar da distribuição nos países nórdicos, incluindo Finlândia, Noruega, Dinamarca e Suécia.

O primeiro trailer revela um filme que combina ritmo acelerado, humor afiado e emoção intensa. Desde o treinamento rigoroso de Chalamet até as interações familiares e românticas, o filme promete se destacar como uma experiência cinematográfica completa, capaz de atrair tanto amantes de esportes quanto fãs de dramas humanos e comédias sofisticadas.

O impacto da A24 e a aposta em Marty Supreme

A A24 construiu sua reputação ao longo dos anos com produções inovadoras e cultuadas, como Hereditário, Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo e Moonlight. Cada filme do estúdio carrega a marca de ousadia narrativa, estética diferenciada e, muitas vezes, orçamentos modestos.

Mart Supreme, com seu investimento recorde, mostra que a A24 está pronta para expandir seus horizontes, mesclando a ousadia artística de sempre com um projeto ambicioso e comercialmente mais robusto. Essa produção pode marcar uma nova fase do estúdio, consolidando seu nome não apenas no circuito de festivais, mas também no mercado mainstream.

“Avatar: Fogo e Cinzas” ganha trailer oficial e promete ser o capítulo mais sombrio da saga de James Cameron

0
Foto: Reprodução/ Internet

Durante dias, fãs aguardaram com ansiedade. Houve rumores, vazamentos, exibições seletivas em sessões de “Quarteto Fantástico” e até especulações sobre a linha narrativa. Mas agora é oficial: o trailer completo de “Avatar: Fogo e Cinzas”, terceiro capítulo da epopeia cinematográfica de James Cameron, está entre nós — e ele não veio para brincar. A estreia está marcada para 18 de dezembro de 2025 no Brasil e em Portugal, e se o vídeo de divulgação for um prenúncio fiel do que está por vir, prepare-se para o filme mais sombrio, emocional e visualmente arrebatador da franquia até agora.

O novo tom de Pandora

Se “Avatar” (2009) nos apresentou à magia de Pandora e “O Caminho da Água” (2022) expandiu a conexão entre os povos Na’vi e seus ecossistemas, “Fogo e Cinzas” promete incendiar as certezas e renovar as emoções. Literalmente. O novo trailer abre com florestas devastadas, aldeias carbonizadas e um lamento de Jake Sully (Sam Worthington): “Tudo o que construímos… virou cinzas.” Já dá pra sentir o clima.

Esse não é mais o mesmo planeta exuberante e idílico do primeiro filme. Agora, a natureza também sangra. Pandora, como personagem viva que sempre foi, parece reagir à presença humana com força e dor. Vemos Na’vi fugindo de labaredas, gritando pela sobrevivência, e crianças tentando entender um mundo que desaba. O título “Fogo e Cinzas” não é só poético — é literal, visceral, emocional.

Foto: Reprodução/ Internet

Entre o luto e a resistência

James Cameron sempre gostou de navegar entre a técnica de ponta e a emoção bruta. Em “Fogo e Cinzas”, parece que ele se permitiu ir ainda mais fundo na alma dos personagens. Jake e Neytiri (Zoe Saldaña), agora mais maduros e marcados pelas perdas anteriores, enfrentam dilemas mais íntimos do que nunca. O que é proteger a família em tempos de guerra? Como seguir em frente quando tudo em que se acreditava vira pó?

O tom do trailer é quase confessional. Há olhares silenciosos, feridas abertas, silêncios que dizem mais do que palavras. É a primeira vez que vemos, de forma tão clara, a dor e o esgotamento emocional dos protagonistas. Ao que tudo indica, essa será a jornada do renascimento — de personagens, de crenças, e talvez, de Pandora como um todo.

Um vilão ainda mais ameaçador

E como se não bastasse o colapso ambiental e emocional, o vilão da vez retorna mais ameaçador do que nunca. Stephen Lang está de volta como Coronel Quaritch, só que agora na forma de um recombinante — ou seja, um corpo Na’vi com memórias humanas integradas. Essa versão quase demoníaca do personagem parece ter sido feita sob medida para causar desconforto.

Ele surge no trailer liderando tropas híbridas, com movimentos de felino e olhos de predador. Neytiri define com precisão: “Ele é uma sombra que nos persegue, mesmo quando achamos que o dia amanheceu.” Quaritch parece ter deixado de ser apenas um soldado obstinado. Agora, ele é uma entidade, uma ameaça existencial — um símbolo da persistência humana em destruir o que não entende.

Velhos conhecidos, novos aliados

O trailer também nos reencontra com personagens que marcaram os capítulos anteriores. Sigourney Weaver retorna como Kiri, a filha espiritual e enigmática de Jake e Neytiri. Joel David Moore volta como o sempre curioso Dr. Norm Spellman. Temos também Mo’at (CCH Pounder), Tonowari (Cliff Curtis), Wainfleet (Matt Gerald) e, é claro, a poderosa Ronal, vivida por Kate Winslet.

Aliás, Winslet e Cameron juntos novamente trazem uma carga emocional que extrapola o universo Avatar. Eles fizeram história com “Titanic”, e aqui, ela parece ter um papel central — talvez como ponte entre tradição e mudança no clã Metkayina. Seu olhar no trailer é grave, quase solene. Ela sabe algo que ainda não sabemos.

Novas paisagens, novas dores

Visualmente, “Fogo e Cinzas” é um deslumbre. A Weta Digital, responsável pelos efeitos visuais desde o primeiro filme, se superou. Há novas regiões de Pandora: cavernas submersas fluorescentes, planícies cobertas por cinzas vulcânicas, florestas incendiadas com tons rubros que beiram o surreal.

O contraste entre elementos é o cerne do novo filme: água versus fogo, nascimento versus morte, esperança versus colapso. Cameron não quer apenas impressionar com beleza — ele quer que sintamos que Pandora está em agonia, que o tempo está se esgotando. E que talvez, essa luta seja mais interna do que externa.

Enredo: o que sabemos por enquanto

A sinopse oficial ainda é mantida em sigilo. Mas fontes próximas à produção e entrevistas anteriores de Cameron indicam que a trama acompanha a tentativa desesperada do clã Omaticaya de resistir à nova ofensiva da RDA (Administração de Desenvolvimento de Recursos).

Os humanos voltam com força total, usando novas tecnologias para extrair recursos que, até então, estavam inacessíveis. Só que dessa vez, não é só uma invasão territorial. É uma colonização simbólica, mental, espiritual. Eles querem reescrever Pandora.

Enquanto isso, o clã Metkayina começa a se dividir sobre acolher ou não os Sully. As tensões internas entre os Na’vi devem crescer, criando um dilema moral profundo: até onde vale a pena proteger quem traz a guerra para dentro de casa?

E tem mais: o papel de Eywa, a entidade espiritual que liga toda a vida de Pandora, deve ganhar destaque. Cameron já declarou que “Fogo e Cinzas” trará revelações que vão expandir a mitologia do planeta de forma irreversível.

Foto: Reprodução/ Internet

Nos bastidores: uma saga de 10 anos em construção

A jornada de “Fogo e Cinzas” começou em 2017, junto com “O Caminho da Água”. James Cameron decidiu filmar os dois projetos simultaneamente, para garantir continuidade estética e coerência emocional. Enquanto muitos pensavam que ele havia sumido do radar por anos, na verdade ele estava imerso em roteiros, tecnologias e decisões ousadas.

O roteiro contou com um time afiado: Rick Jaffa, Amanda Silver, Josh Friedman e Shane Salerno, todos veteranos do gênero, ajudaram Cameron a criar não apenas um filme, mas um universo que se entrelaça com os próximos capítulos.

Sim, porque “Fogo e Cinzas” é só o meio do caminho. Cameron já confirmou a existência de mais dois filmes: “Avatar 4: The Tulkun Rider” (2029) e “Avatar 5: The Quest for Eywa” (2031). Ambos já em desenvolvimento, e com planos ambiciosos de levar os Na’vi à Terra — sim, você leu certo.

Lançamento global e expectativas gigantes

Distribuído pela Walt Disney Studios Motion Pictures, o filme estreia em 18 de dezembro de 2025 no Brasil e Portugal, um dia antes do lançamento global. A janela de fim de ano é estratégica: os dois filmes anteriores faturaram bilhões durante essa época.

“O Caminho da Água” encerrou sua corrida com mais de 2,3 bilhões de dólares em bilheteria, tornando-se o terceiro maior sucesso de todos os tempos. A meta é ousada: repetir (ou até ultrapassar) esse desempenho. Mas com o trailer recém-lançado já dominando redes sociais e YouTube, o burburinho só cresce.

Avatar além do cinema

Não é exagero dizer que “Avatar” virou um fenômeno transmidia. A franquia já gerou livros, jogos eletrônicos, graphic novels e experiências de realidade aumentada. No Animal Kingdom, parque da Disney, a atração “Pandora: The World of Avatar” continua sendo uma das mais populares.

Além disso, há novos projetos educacionais que usam o universo Na’vi para falar de sustentabilidade e respeito ao meio ambiente. Cameron tem sido ativo nessas frentes, e declarou recentemente: “Se a arte não pode nos fazer refletir sobre o mundo que deixamos para os nossos filhos, ela está perdendo seu propósito.”

Dexter está de volta! Paramount+ renova Dexter – Resurrection após cancelamento polêmico

0

Os fãs de Dexter Morgan podem finalmente respirar aliviados. Depois do cancelamento de Dexter: Pecado Original, anunciado neste ano e gerando revolta entre o público, a Paramount+ decidiu renovar Dexter: Resurrection para uma segunda temporada. A notícia, confirmada hoje por veículos especializados como o Variety, representa uma verdadeira ressurreição não apenas para o personagem, mas também para os fãs que acompanharam cada reviravolta de sua história.

O cancelamento recente havia deixado uma sensação de frustração e incompletude. Muitos espectadores se sentiram órfãos de um personagem que, ao longo de quase duas décadas, se tornou referência no universo do drama policial e do suspense psicológico. Felizmente, a renovação de Dexter: Resurrection devolve a esperança de que Dexter ainda tem histórias a contar e mistérios a revelar.

Michael C. Hall, o ator que dá vida ao protagonista, compartilhou sua empolgação em um vídeo publicado no YouTube. “Há mais por vir. A sala dos roteiristas está se reunindo agora, e os detalhes serão divulgados em breve… a história continua”, disse Hall. Sua declaração não apenas confirma a continuidade da série, mas também garante aos fãs que o personagem ainda tem caminhos inesperados pela frente.

Premissa da série

Dexter: Resurrection funciona como uma continuação direta de Dexter: New Blood. A trama se inicia após Dexter ser baleado por seu filho Harrison, no episódio final da temporada anterior. Resgatado de maneira misteriosa e submetido a procedimentos médicos que incluem desfibrilação, Dexter sobrevive à experiência e inicia uma nova fase de sua vida.

A série explora os impactos de sua ressurreição, tanto físicos quanto psicológicos, além de confrontar o protagonista com dilemas morais inéditos. A ideia de um “renascimento” permite que a narrativa mergulhe em temas de identidade, culpa, redenção e, claro, as tensões familiares que sempre marcaram a trajetória de Dexter. O público pode esperar uma combinação de suspense intenso e drama profundo, mantendo a essência da série original.

Michael C. Hall retorna como Dexter Morgan, personagem que se tornou ícone da cultura pop. Ao seu lado, Jack Alcott reprisa o papel de Harrison Morgan, filho de Dexter, cuja relação com o pai é complexa e cheia de conflitos. A tensão entre pai e filho promete ser um dos principais motores da trama nesta segunda temporada.

Além deles, o elenco traz nomes de peso que enriquecem a narrativa: David Zayas volta como Angel Batista, James Remar como Harry Morgan, Peter Dinklage assume o papel de Leon Prater, e Uma Thurman dá vida a Charley. Novos personagens, como Blessing Kamara (Ntare Mwine), Detetive Claudette Wallace (Kadia Saraf) e Detetive Melvin Oliva (Dominic Fumusa), adicionam camadas de intriga e mistério, criando um universo rico e complexo.

O retorno de Dexter foi anunciado durante a San Diego Comic-Con de 2024, quando a Paramount+ confirmou que Michael C. Hall e Clyde Phillips, showrunner original da série, voltariam para desenvolver Dexter: Resurrection. As gravações começaram em janeiro de 2025, em Nova Iorque, e a produção se beneficiou de recursos modernos de cinematografia, iluminação e efeitos visuais para reforçar o clima de tensão e suspense.

O envolvimento de Phillips garante que a narrativa mantenha o equilíbrio entre drama psicológico e ação policial, características que tornaram Dexter uma série memorável. A produção também promete aprofundar ainda mais o desenvolvimento dos personagens, explorando relações familiares e dilemas morais de forma intensa e envolvente.

A primeira temporada de Dexter: Resurrection estreou em 11 de julho de 2025, exclusivamente no Paramount+. A renovação para a segunda temporada indica que a série conseguiu atrair uma audiência sólida e engajada, mesmo diante do cancelamento recente de Dexter: Pecado Original.

O legado de Dexter

Dexter Morgan é mais do que um personagem de televisão; ele é um ícone da narrativa contemporânea que mistura drama, suspense e psicologia. Desde sua primeira aparição, Dexter provocou reflexões sobre justiça, moralidade e a complexidade da mente humana. A renovação de Dexter: Resurrection reafirma a relevância do personagem e a capacidade da série de surpreender, mesmo depois de anos fora das telas.

Sessão de Sábado exibe “Todo Poderoso”, comédia que consagrou Jim Carrey e conquistou o público mundial

0
Foto: Reprodução/ Internet

A Globo exibe na Sessão de Sábado deste dia 10 de janeiro o sucesso “Todo Poderoso”, uma das comédias mais marcantes dos anos 2000. Misturando humor, fantasia e reflexões sobre fé, escolhas e responsabilidade, o longa conquistou plateias ao redor do mundo e segue atual ao provocar uma pergunta simples, mas poderosa: e se você tivesse os poderes de Deus por uma semana?

Na trama, acompanhamos Bruce Nolan, um jornalista de televisão vivido por Jim Carrey (O Máskara, O Show de Truman, O Grinch). Apesar de estar empregado, Bruce se sente frustrado profissionalmente e acredita que sua carreira não avança por culpa de forças externas — especialmente de Deus. Depois de uma sequência de acontecimentos desastrosos, incluindo a perda do emprego e situações humilhantes ao vivo, ele explode em revolta e passa a questionar a justiça divina.

É nesse momento que a história toma um rumo inesperado. Bruce recebe um chamado misterioso que o leva a um encontro direto com Deus, interpretado por Morgan Freeman (Um Sonho de Liberdade, Menina de Ouro, Conduzindo Miss Daisy). Com calma e ironia, o Todo-Poderoso decide entregar seus poderes ao jornalista por alguns dias, permitindo que ele experimente, na prática, o peso de comandar o destino da humanidade — desde que respeite duas regras básicas: não revelar sua nova função a ninguém e não interferir no livre-arbítrio das pessoas.

Empolgado, Bruce passa a usar os poderes de forma egoísta, buscando sucesso profissional, vingança pessoal e vantagens imediatas. Milagres viram espetáculo, sua popularidade cresce rapidamente e a carreira finalmente decola. Ao mesmo tempo, ele se afasta emocionalmente de Grace, sua namorada, interpretada por Jennifer Aniston (Friends, Marley & Eu, Esposa de Mentirinha), que representa o equilíbrio, a fé genuína e a sensibilidade que Bruce insiste em ignorar.

Conforme o protagonista tenta “resolver” os problemas do mundo com soluções simplistas, o caos se instala. Milhões de orações atendidas automaticamente geram confusão, acidentes e frustrações, deixando claro que boas intenções não substituem empatia, responsabilidade e compreensão humana. A partir daí, o filme abandona o humor escancarado para investir em uma reflexão mais profunda sobre amadurecimento emocional, escolhas conscientes e o verdadeiro significado de fazer o bem.

O elenco de apoio também é um dos pontos fortes do longa. Steve Carell (The Office, O Virgem de 40 Anos, Minions) vive Evan Baxter, rival profissional de Bruce, em um papel que mais tarde renderia o spin-off “Evan Almighty” (2007). Lisa Ann Walter (Operação Cupido), Philip Baker Hall (Magnólia) e Catherine Bell (JAG) completam o time com participações carismáticas.

Dirigido por Tom Shadyac (Ace Ventura: Um Detetive Diferente, O Mentiroso), “Todo Poderoso” marca a terceira parceria entre o cineasta e Jim Carrey, consolidando uma fórmula que equilibra comédia física, crítica social e mensagens emocionais acessíveis ao grande público. O roteiro, assinado por Steve Koren, Mark O’Keefe e Steve Oedekerk, aposta em diálogos simples, situações absurdas e metáforas universais, o que ajuda a explicar a longevidade do filme.

Lançado em 2003, o longa foi um fenômeno de bilheteria. Somente em seu fim de semana de estreia nos Estados Unidos, arrecadou mais de 85 milhões de dólares, superando expectativas e até concorrentes de peso da época. Ao final de sua passagem pelos cinemas, “Todo Poderoso” acumulou cerca de 484 milhões de dólares mundialmente, tornando-se um dos maiores sucessos comerciais do ano e um dos filmes mais lucrativos da carreira de Jim Carrey e Jennifer Aniston.

Prime Video anuncia seis novos nomes no elenco de Bloodaxe, nova série dos criadores de Vikings

0
Foto: Reprodução/ Internet

O universo brutal e fascinante dos vikings está prestes a ganhar um novo capítulo. O Prime Video anunciou seis novos nomes no elenco principal de Bloodaxe, nova série dos renomados Michael Hirst e Horatio Hirst — responsáveis por sucessos como Vikings e The Tudors. A produção, que estreia em 2025, promete mergulhar de cabeça nas disputas sangrentas pelo poder no Norte da Europa, e já chama atenção pelos talentos envolvidos.

Entre os recém-confirmados estão atores com carreiras sólidas no cinema europeu, na televisão escandinava e em produções internacionais aclamadas. São eles: Karlis Arnolds Avots (Natural Light, January, The Sign Painter), Rod Hallett (The Last Kingdom, The Terror), Alina Tomnikov (Cold Courage, Deadwind), Sisse Marie (Twisted Metal, Bodom), Rune Temte (Captain Marvel, The Innocents) e Jesper Christensen (Melancholia, Spectre), este último em participação recorrente.

E os personagens? Já dá para ter um gostinho do que vem por aí.

Karlis Arnolds Avots interpretará Egil — uma figura tão enigmática quanto ameaçadora. Poeta e fazendeiro à primeira vista, Egil esconde um lado sombrio: ele é também assassino, feiticeiro e conquistador. Movido pelo desejo de vingança, volta-se contra Erik Bloodaxe (papel de Frank Blake Molyneux), depois que sua família foi exilada na Islândia por ordens do pai de Erik, o lendário Rei Harald Fairhair.

Rod Hallett assume o papel do Rei Athelstan, soberano de Wessex, estrategista nato e peça-chave nas alianças entre reinos. Com um olhar afiado para o futuro da Escandinávia e da Inglaterra, ele aposta todas as fichas no jovem Haakon, um guerreiro promissor.

Alina Tomnikov, uma das atrizes finlandesas mais prestigiadas da nova geração, também entra no jogo, embora os detalhes de sua personagem estejam guardados a sete chaves. O mesmo vale para Sisse Marie, cantora e atriz dinamarquesa que vem ganhando espaço em projetos de ação e suspense ao redor do mundo.

Já Rune Temte — rosto conhecido dos fãs de The Last Kingdom e do universo Marvel — retorna às sagas nórdicas em mais um papel que promete intensidade. Com passagem marcante pelo teatro europeu, Temte é daqueles atores que entregam presença mesmo em silêncio.

E fechando o pacote de reforços, Jesper Christensen, veterano do cinema europeu e eterno Sr. White da franquia 007, traz peso dramático ao elenco em um papel misterioso, descrito nos bastidores como “essencial para as reviravoltas políticas” da trama.

Com produção da MGM Television (parte da Amazon MGM Studios), Bloodaxe será rodada entre Irlanda e Islândia. A série acompanha a jornada de Erik Bloodaxe e sua esposa Gunnhild, conhecida como a “Mãe dos Reis”, em meio a alianças instáveis, traições familiares, guerras sangrentas e a ameaça constante de invasões — tudo com a pegada épica e sombria que fez de Vikings um fenômeno global.

Nos bastidores, a série também ostenta um time de peso na produção executiva, incluindo Morgan O’Sullivan (Vikings, The Borgias), Steve Stark (The Handmaid’s Tale, Fargo) e Fred Toye (Watchmen, Person of Interest). Um trio que não brinca em serviço.

Lanternas Verdes encerra filmagens da 1ª temporada e promete redefinir o futuro do universo DC

0

A primeira temporada de Lanterns, série que reintroduz os icônicos Lanternas Verdes no novo DCU, acaba de concluir suas filmagens — e, nos bastidores, o clima foi de celebração e missão cumprida. Com estreia prevista para meados de 2026 na HBO e Max, a produção marca o retorno de uma das franquias mais queridas (e subestimadas) da DC aos holofotes, agora sob uma abordagem muito mais íntima, investigativa e politicamente carregada.

Imagens inéditas da festa de encerramento mostram Aaron Pierre e Kyle Chandler, intérpretes dos protagonistas John Stewart e Hal Jordan, sorrindo ao lado da equipe técnica. Mais do que um registro de bastidores, essas fotos simbolizam o encerramento de uma etapa que promete redefinir não só a estética visual dos Lanternas, mas também seu papel simbólico no universo expandido que James Gunn e Peter Safran estão desenhando com o novo DC Studios.

Da grandiosidade cósmica ao drama terreno

Esqueça o tom épico-puramente espacial. Em Lanterns, a ação parte da Terra. Mais precisamente, de um assassinato misterioso em solo americano que coloca dois heróis de origens e gerações distintas para trabalharem juntos — um já marcado pela experiência e pela dúvida (Hal Jordan) e outro recém-lançado ao mundo das responsabilidades cósmicas (John Stewart). Mas o que poderia ser apenas mais uma missão se torna um divisor de águas para ambos — e, potencialmente, para toda a Tropa dos Lanternas Verdes.

A série aposta em uma ambientação sombria e realista, aproximando os personagens do drama humano e da tensão de thrillers policiais, com referências visuais mais próximas de True Detective do que de filmes de super-heróis convencionais. A investigação central — ainda mantida em sigilo — promete revelar segredos enterrados não só sobre o crime, mas sobre a própria estrutura da Tropa dos Lanternas.

Elenco robusto, vilões clássicos e uma guerra silenciosa

Além de Pierre e Chandler, o elenco conta com nomes como Kelly Macdonald, Garrett Dillahunt e Ulrich Thomsen, que dará vida a uma nova versão de Sinestro — aqui tratado não apenas como vilão, mas como um personagem de múltiplas camadas morais e políticas. Também está confirmada a participação de Nathan Fillion como o explosivo Guy Gardner, que fará sua estreia no filme Superman, antes de integrar o núcleo da série.

Segundo fontes próximas à produção, o foco será menos em batalhas interplanetárias e mais em dilemas internos, dilemas morais e o impacto que o poder exerce sobre quem o detém. A escolha de Chandler e Pierre simboliza isso: dois atores com histórico de papéis densos, que priorizam nuance à ação.

O peso da responsabilidade e o futuro do DCU

Para os fãs que acompanharam a trajetória errática da DC nos cinemas e nas séries, Lanterns surge como um sopro de reinvenção. Diferente de outras produções recentes, o projeto foi pensado desde o início como parte essencial do novo plano de unificação do DCU. Mas, ao invés de buscar grandiosidade como ponto de partida, opta por construir intimidade.

O showrunner (cujo nome ainda não foi oficialmente revelado) teria exigido liberdade criativa para desenvolver a série como uma história com ritmo próprio, onde cada episódio funciona como uma peça investigativa com desdobramentos profundos. É o tipo de abordagem que pode surpreender até mesmo quem não é fã do gênero.

O que esperar?

Ainda sem data de estreia definida, Lanterns tem tudo para ser o ponto de virada na percepção do público sobre o potencial dramático do universo DC. Se cumprir a promessa de equilibrar o fantástico com o emocional, o cósmico com o humano, a série pode não apenas resgatar a relevância dos Lanternas Verdes — como também redefinir o que esperamos de adaptações de quadrinhos na televisão.

Noah Centineo exibe transformação física para viver Ken no live-action de Street Fighter

0

Nos últimos anos, Noah Centineo conquistou espaço em Hollywood como um ator versátil, capaz de transitar entre a comédia romântica adolescente, o drama e a ação. Depois de estrelar produções como Para Todos os Garotos que Já Amei, Adão Negro e O Recruta, o norte-americano encara agora um dos maiores desafios de sua carreira: dar vida a Ken Masters, um dos personagens mais icônicos do universo dos videogames, no aguardado filme live-action de Street Fighter.

A novidade que movimentou as redes sociais veio diretamente do Instagram do ator. Ainda ostentando o cabelo loiro que já havia chamado atenção em registros de bastidores, Centineo compartilhou uma foto exibindo o resultado de meses de preparação física intensa. O corpo mais musculoso e definido chamou a atenção de fãs e especialistas, mostrando que ele está pronto para encarar a responsabilidade de interpretar o rival — e ao mesmo tempo parceiro — de Ryu, personagem que será vivido por Andrew Koji.

A transformação de Noah: do galã teen ao astro de ação

É impossível falar da nova fase de Centineo sem lembrar de onde ele começou. O ator ficou conhecido mundialmente em 2018, ao estrelar o fenômeno da Netflix Para Todos os Garotos que Já Amei. O papel de Peter Kavinsky o transformou em galã adolescente, estampando capas de revistas, acumulando milhões de seguidores e se tornando referência para toda uma geração de fãs.

Mas Centineo sempre deixou claro que não queria ficar preso a esse rótulo. Ele buscou personagens diferentes, participou de projetos mais ousados e até entrou no universo dos super-heróis em Adão Negro (2022), onde interpretou Esmaga-Átomo. Ainda em 2022, assumiu o papel principal na série O Recruta, um thriller de espionagem da Netflix que consolidou seu nome como aposta para papéis de ação.

Agora, ao se transformar em Ken Masters, o ator dá mais um passo em sua trajetória de reinvenção. A mudança física é parte essencial desse processo. Treinos intensos, dieta rigorosa e preparação com especialistas em artes marciais e coreografias de luta fizeram parte de sua rotina. Nas redes sociais, os fãs notaram que Centineo está mais próximo da imagem clássica de Ken: loiro, atlético e com energia de lutador.

Essa transição do “bom moço” para o astro de filmes de ação reflete também uma maturidade artística. Não se trata apenas de músculos, mas de assumir papéis que desafiam sua imagem e provam sua versatilidade.

O peso de interpretar Ken Masters

Para entender o tamanho do desafio de Centineo, é preciso lembrar a importância de Ken no universo Street Fighter. Criado pela Capcom nos anos 1980, o personagem sempre foi mais do que o “amigo de Ryu”. Ele representa o contraponto: enquanto Ryu é disciplinado, sereno e movido pela busca espiritual da luta, Ken é vibrante, impulsivo e competitivo, mas com um carisma inegável.

Os fãs acompanham essa dinâmica há décadas, e a fidelidade visual e comportamental é crucial para qualquer adaptação. Ken não é apenas um lutador loiro de quimono vermelho; ele carrega uma energia única, que precisa ser traduzida para o cinema.

Centineo já deu o primeiro passo ao abraçar a transformação física. Mas o verdadeiro teste virá nas telas, quando precisará equilibrar ação, emoção e a construção de uma amizade icônica com Ryu. Se bem executado, esse papel pode ser um divisor de águas, consolidando-o definitivamente como ator de ação e ampliando sua base de fãs.

Um projeto cheio de reviravoltas nos bastidores

A trajetória do live-action de Street Fighter até chegar às telas tem sido, no mínimo, conturbada. Em abril de 2023, a Legendary Entertainment anunciou oficialmente a aquisição dos direitos da franquia para cinema e TV. A notícia empolgou fãs e abriu caminho para a especulação sobre quem seria escalado para os papéis principais.

Poucos meses depois, os irmãos Danny e Michael Philippou, criadores do canal RackaRacka no YouTube e responsáveis pelo elogiado terror Talk to Me, chegaram a negociar a direção. No entanto, os dois decidiram seguir outro caminho, deixando o posto vago.

Em setembro de 2024, a cadeira de diretor foi oficialmente assumida por Kitao Sakurai, conhecido pelo irreverente Bad Trip. A escolha surpreendeu muitos, já que Sakurai tem experiência em humor e comédia, mas não em grandes blockbusters de ação. Ainda assim, sua visão ousada pode trazer frescor e originalidade à adaptação.

O filme tinha lançamento inicialmente previsto para 20 de março de 2026, mas, em março de 2025, foi retirado do calendário da Sony e adiado por tempo indeterminado. Apesar disso, a divulgação de artes conceituais, do logotipo oficial na Licensing Expo de 2024 e das movimentações do elenco mantêm a expectativa em alta.

Um elenco de peso

O elenco do filme vem chamando atenção por reunir nomes de diferentes universos do entretenimento, criando uma mistura curiosa e ao mesmo tempo promissora. Andrew Koji, conhecido por sua atuação intensa em Warrior, assume o papel de Ryu, enquanto Noah Centineo vive Ken, seu parceiro e rival de longa data. Já Cody Rhodes, astro da luta livre, dará vida ao militar Guile, e Jason Momoa surpreende como a escolha para interpretar Blanka. A diversidade segue com Roman Reigns no papel de Akuma, Callina Liang como Chun-Li e até nomes inesperados como o rapper 50 Cent, escalado para Balrog, e o cantor country Orville Peck, que interpretará o enigmático Vega. David Dastmalchian, versátil em papéis sombrios, será o vilão M. Bison, enquanto Hirooki Goto dará vida a E. Honda e Vidyut Jammwal a Dhalsim. Essa combinação de atores de cinema, lutadores profissionais e músicos mostra que a produção busca capturar a essência global e multifacetada que sempre marcou a franquia da Capcom.

O histórico de Street Fighter no cinema

Parte da ansiedade em torno desse novo projeto vem do histórico da franquia no cinema. O primeiro grande filme live-action, lançado em 1994, tinha Jean-Claude Van Damme como Guile e Raul Julia como M. Bison. Apesar de criticado na época, o longa se tornou cult com o passar dos anos, especialmente pela performance de Julia, que se tornou memorável.

Desde então, outras tentativas surgiram, incluindo o filme Street Fighter: A Lenda de Chun-Li (2009), que não conseguiu conquistar crítica nem público. Além disso, o universo de Street Fighter já foi explorado em animações japonesas e séries produzidas por fãs, algumas delas muito bem recebidas pela comunidade gamer.

Com esse histórico de altos e baixos, a nova adaptação da Legendary carrega uma responsabilidade enorme: precisa ser fiel à essência dos jogos, entregar espetáculo visual e conquistar tanto os fãs nostálgicos quanto uma nova geração de espectadores.

A ascensão de filmes baseados em games

Outro fator que aumenta as expectativas é o momento atual de Hollywood. Nos últimos anos, as adaptações de videogames têm ganhado espaço e alcançado sucesso de bilheteira e crítica. Exemplos como Sonic, The Last of Us e Super Mario Bros. O Filme provaram que é possível equilibrar fidelidade ao material original com entretenimento de qualidade.

Street Fighter chega nesse contexto, beneficiado pelo novo olhar da indústria para esse tipo de adaptação. Ao unir um elenco estelar, uma marca nostálgica e o apelo das artes marciais, o filme tem potencial para se tornar um dos grandes blockbusters do gênero.

almanaque recomenda