A Disney não para de brilhar nas telonas, e os números não mentem! Neste último fim de semana, o live-action Mufasa: O Rei Leão bateu um novo recorde ao ultrapassar os US$ 500 milhões em bilheteiras. E o mais impressionante? O filme, que chegou aos cinemas há apenas quatro semanas, já arrecadou US$ 540 milhões ao redor do mundo, com mais US$ 41 milhões adicionados à conta no último final de semana — US$ 27,9 milhões desses vindo dos mercados internacionais.
Tudo parece perfeito, não é? Mas, como sempre, a Disney sabe que o jogo não é ganho até que a última venda de ingresso seja feita. O orçamento de Mufasa gira em torno de US$ 200 milhões, e, segundo a Variety, a produtora ainda precisa garantir que o filme continue a bombar nas telonas para que o investimento valha a pena e o retorno financeiro seja positivo. Ou seja, os lucros precisam continuar a crescer para evitar prejuízos. Parece difícil de acreditar, considerando os números, mas essa é a realidade de Hollywood.
E não para por aí. A Disney está dominando o fim de semana com outro gigante nas bilheteiras: Moana 2. A sequência da famosa princesa do Pacífico está a um passo de entrar para o seleto clube dos filmes bilionários. Com US$ 989,9 milhões arrecadados até agora, faltam apenas alguns milhões para que Moana 2 ultrapasse a barreira dos US$ 1 bilhão — e a Disney já está preparando a comemoração. A animação, que conquistou fãs do mundo todo com sua história de coragem e aventura, deve ser mais um grande sucesso para a companhia.
Com dois lançamentos de peso no mercado, a Disney se mantém firme como líder nas bilheteiras mundiais. Porém, a gigante de entretenimento não pode se acomodar. O sucesso de Mufasa é crucial para garantir que o investimento milionário em sua produção seja justificado, e que o filme se torne realmente lucrativo. Enquanto isso, a animação de Moana segue dando sinais de que a Disney não vai deixar de ser uma das principais forças do cinema em 2025.
Mas o que isso tudo significa para o futuro da Disney? Bem, com esses dois sucessos em andamento, o estúdio parece estar em plena forma, com franquias poderosas que continuam a atrair público e gerar dinheiro. Mas Hollywood é imprevisível, e nada é garantido até o último ingresso ser vendido. Mesmo com esses números impressionantes, a Disney segue na expectativa de que seus filmes permaneçam atrativos e que a magia nas telonas não pare de funcionar.
O sábado (17 de maio de 2025) promete fortes emoções em Dona de Mim! Vem aí um capítulo cheio de reencontros, decisões importantes, conflitos e um flagra que pode virar o jogo…
🧳 Leo decide dar mais uma chance ao passado e aceita voltar a trabalhar na mansão de Abel. Os dois firmam um novo acordo, e, apesar das mágoas, a convivência promete ser cheia de tensão (e talvez redenção?). Stephany e Yara vibram com a alegria de Leo por estar mais perto de Sofia — e a gente também torce por esse reencontro cheio de afeto.
⚡ Já Marlon não consegue segurar o incômodo com esse retorno. Ele parte pra cima de Leo e os dois acabam discutindo sobre tudo que ficou mal resolvido entre eles no passado. E o clima só não fica mais pesado porque Marlon também vive um dia marcante: seu primeiro dia na polícia. E quem acompanha tudo com brilho nos olhos é Alan, que não esconde o orgulho.
🤝 Davi, aos poucos, tenta se reaproximar de Leo… mas quem acaba interrompendo o momento é Sofia. Será que ela percebeu algo ou foi só coincidência? 👀
🧵 No mundo da moda, a bomba do dia: Jaques anuncia que a coleção de Filipa foi um verdadeiro fracasso. E Abel não perdoa — diz que vai afastá-la da Boaz! A relação entre Rosa e Jaques também entra em rota de colisão por causa de Abel. E parece que ninguém escapa da confusão…
🚨 Marlon ainda ouve poucas e boas de Castanho, que tenta colocá-lo nos eixos após seu comportamento impulsivo. Mas a cereja do bolo vem no fim do capítulo: Jaques, todo sedutor, se insinua para Filipa… e adivinha quem vê tudo? Tânia, que flagra os dois no flagra!
Neste domingo, 18 de maio, o tapete vermelho do Festival de Cannes 2025 será tingido com as cores do cinema brasileiro. O aguardado novo longa do pernambucano Kleber Mendonça Filho, intitulado “O Agente Secreto”, será exibido em sessão de gala no icônico Grand Théâtre Lumière, às 15h (horário local) — ou 10h da manhã, no horário de Brasília — dentro da Competição Oficial do festival, concorrendo à cobiçada Palma de Ouro.
A atmosfera é de expectativa máxima. Cannes já foi palco de ovacionadas estreias do cineasta — como “Aquarius” e “Bacurau” —, mas esta é sua primeira vez competindo com um thriller político ambientado nos anos de chumbo do Brasil, em plena ditadura militar. “O Agente Secreto” mergulha num tempo onde o silêncio era regra, a vigilância constante e a liberdade, um risco calculado.
Tapete vermelho estrelado
A première contará com um elenco numeroso e estrelado, reunindo mais de 25 artistas brasileiros que viajaram à França para representar o filme. Entre eles, estão Wagner Moura (protagonista), Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Hermila Guedes, Carlos Francisco, Roney Villela e muitos outros. O diretor Kleber Mendonça Filho e a produtora Emilie Lesclaux também estarão presentes, reafirmando a força do cinema pernambucano no cenário global.
O desfile no tapete vermelho promete ser um dos momentos mais marcantes do festival, tanto pelo peso artístico do elenco quanto pela simbologia de um filme brasileiro sobre repressão e resistência ser exibido em um dos maiores palcos do mundo.
Um thriller que dialoga com o presente
No centro da trama está Marcelo, interpretado por Wagner Moura, um especialista em tecnologia que retorna ao Recife em 1977, após anos afastado. Sua intenção era encontrar paz, mas o que ele descobre é uma cidade tomada por desconfianças, segredos e um clima opressor, onde nada é o que parece. Aos poucos, ele se vê envolvido em uma rede de vigilância, controle e perseguições políticas — um reflexo sombrio de uma nação à beira do colapso.
Kleber constrói um suspense que pulsa com atualidade, mesmo situado no passado. A trilha sonora, a ambientação nostálgica e os silêncios carregados de tensão transformam “O Agente Secreto” em uma espécie de espelho distorcido do Brasil contemporâneo, provocando o espectador a olhar para a história com olhos abertos e senso crítico aguçado.
Produção internacional, alma brasileira
Com roteiro e direção de Kleber Mendonça Filho, e produção de Emilie Lesclaux, o longa é uma coprodução entre Brasil (CinemaScópio), França (MK Productions), Holanda (Lemming) e Alemanha (One Two Films). No Brasil, a distribuição será feita pela Vitrine Filmes, mas a estreia nos cinemas nacionais ainda não teve sua data confirmada.
Antes mesmo de sua chegada às telonas brasileiras, o filme já segue sua jornada internacional: após Cannes, “O Agente Secreto” integra a Competição Oficial do Sydney Film Festival, que acontece de 4 a 15 de junho, na Austrália. O diretor já tem história por lá — venceu o Sydney Film Prize em 2015 com “Aquarius” — e agora retorna com ainda mais bagagem e ousadia.
Representatividade e potência coletiva
Além da força narrativa, o filme também celebra a diversidade do talento nacional. Estarão presentes em Cannes artistas como Roberio Diógenes, Laura Lufési, Fafá Dantas, Isadora Ruppert, Ítalo Martins, Kaiony Venâncio, João Vitor Silva, Geane Albuquerque, Isabél Zuaa, Nivaldo Nascimento, Cely Farias, Albert Tenório, Ane Oliva, Buda Lira e muitos outros nomes que refletem a pluralidade do Brasil em cena. É um recado forte: o cinema brasileiro não só resiste, como se reinventa e se projeta com voz própria no circuito internacional.
Kleber, Cannes e o cinema como manifesto
Kleber Mendonça Filho é conhecido por transformar suas obras em atos políticos e estéticos. Em “O Som ao Redor”, “Aquarius” e “Bacurau”, ele já havia construído uma assinatura autoral que mescla denúncia, lirismo e crítica social com sofisticação visual. Agora, com “O Agente Secreto”, o cineasta parece dar um passo além — não apenas revisitando o passado, mas propondo um diálogo direto com o presente e o futuro do país.
Sensibilizado pelo apelo de Paulina, Carlos Daniel permite que Carlinhos visite Isabel e Moacir. O reencontro é emocionante. Pela primeira vez em semanas, o menino volta a sorrir — uma vitória silenciosa, mas significativa, que reacende a esperança na mansão.
Contudo, o perigo continua à espreita. Totalmente cega por sua paixão, Estephanie assina uma nova procuração, concedendo a Willy controle total sobre seu patrimônio. Sem saber, entrega seu destino nas mãos de um golpista implacável.
Na fábrica, Paulina e Willy protagonizam um embate tenso. Ela o confronta, acusando-o de manipular os operários e sabotar a paz no ambiente de trabalho. Willy rebate com ameaças e insinuações sobre envolvê-la em denúncias judiciais. O clima se agrava até Rodrigo intervir e enfrentar Willy, assumindo a defesa de Paulina com firmeza.
Nos Estados Unidos, Bráulio aconselha Douglas a se afastar de Paola. Cansado da pressão e do peso que carrega, Douglas decide retornar ao México com um plano ousado: entregar Paola de volta à família Bracho e se livrar da responsabilidade.
Enquanto isso, Paulina dá um passo ousado: propõe mudanças estruturais no contrato coletivo da fábrica. Com argumentos sólidos, conquista o apoio dos operários e encerra a crise trabalhista — ao menos por enquanto. Mas nos bastidores, a tensão aumenta.
Willy, sentindo-se seguro com sua posição, continua se encontrando com Viviana. A jovem, imprudente, mantém o romance em segredo, sem saber que sua madrinha, Dona Abigail, inocentemente revela a Leandro que a afilhada terminou o noivado porque se apaixonou por outro homem — sem imaginar que esse homem é justamente o ambicioso e traiçoeiro Willy.
Para encerrar a semana com uma reviravolta de impacto, Leda procura Estephanie e solta uma bomba: foi ela quem denunciou Paulina à polícia. O golpe está armado. O capítulo termina com um clima de suspense total, prometendo consequências devastadoras no próximo episódio. Capítulo 048 – Quarta-feira, 21 de maio de 2025
Surpresa com o inesperado pedido de casamento, Paulina se vê emocionalmente abalada. Dividida entre a paixão por Carlos Daniel e o peso da verdade que carrega, hesita em aceitar. Num momento de vulnerabilidade, decide finalmente se abrir com ele: revela que Paola fugiu com Douglas para os Estados Unidos e que está gravemente doente. A revelação o deixa atônito, abalando as certezas que ainda guardava sobre sua antiga esposa.
Enquanto isso, nos Estados Unidos, o quadro de Paola piora. Suas dores de cabeça se tornam mais intensas e constantes, exigindo atenção médica urgente. O diagnóstico é sombrio — a recuperação parece improvável, e a esperança de uma volta plena à vida anterior se esvai rapidamente.
Na mansão Bracho, o ambiente é tenso e carregado. Carlinhos, fragilizado com a ausência de Paulina e incomodado pela constante instabilidade familiar, isola-se em silêncio, revelando um comportamento cada vez mais introspectivo e preocupante.
Amador, determinado a descobrir a verdade, intensifica sua caçada ao paradeiro de Paulina. Ele pressiona Célia implacavelmente, mas a fiel amiga se mantém firme, recusando-se a trair a confiança da protagonista — mesmo sob ameaça.
Movida pelo desejo de pôr fim aos segredos que corroem a família, Dona Piedade organiza um jantar formal, convocando todos os membros da casa. A presença de Paulina é exigida. Durante o encontro, Estephanie, em mais uma tentativa de manipulação, sugere que Willy seja nomeado supervisor da fábrica. Paulina, firme e decidida, recusa a proposta, provocando tensão à mesa.
O clima esquenta quando Leda, cúmplice de Estephanie, confronta Paulina com ironias e provocações. A discussão entre as três escala rapidamente e atinge o ápice: Paulina, cansada de ser atacada, estapeia Estephanie diante de todos. Humilhada e chorando, a vilã anuncia sua saída da mansão ao lado de Willy — jurando nunca mais retornar.
Na delegacia, o cerco se fecha. Pressionada pelas evidências, Antônia revela que Marina foi sua cúmplice em crimes anteriores. O delegado Merino inicia uma nova linha de investigação, colocando Marina no centro de um novo escândalo.
Na manhã seguinte, Paulina encara os trabalhadores da fábrica. Em um discurso emocionante, reforça seu compromisso com a estabilidade da empresa e pede paciência. Tocando os corações dos operários, seu apelo gera um impacto inesperado: Rodrigo, comovido, admite a Carlos Daniel que deixou de alimentar ressentimentos por ela. O empresário, tomado pelos sentimentos, se rende: declara seu amor por Paulina — a mulher que um dia fingiu ser sua esposa, mas que conquistou seu coração de verdade.
Capítulo 049 – Quinta-feira, 22 de maio de 2025
Na fábrica, Leda comunica a Willy sua decisão de abandonar o cargo, convencida de que a batalha contra Paulina foi perdida. Mas a aparente paz logo é quebrada: eles descobrem que Paulina recuperou o apoio dos operários e que Leandro retomou sua posição de liderança. A frustração de Leda e Willy é visível — subestimaram a força e a inteligência de sua rival.
Na mansão, Adelina entra em pânico com a iminente partida de Estephanie. Dona Piedade, firme como sempre, a incentiva a revelar um segredo antigo — um mistério que pode mudar o destino da família Bracho.
Enquanto isso, Paulina desabafa com Verônica em um momento íntimo e doloroso. Em lágrimas, admite que, por mais que ame Carlos Daniel, sua presença é um fardo para a família. Em um gesto de generosidade, incentiva Verônica a lutar pelo amor dele. Comovida, Verônica enxerga em Paulina uma mulher de rara nobreza.
Carlinhos, cada vez mais recluso, só aceita interagir com Isabel e Moacir. O garoto entra em colapso emocional ao ouvir Carlos Daniel cogitar interná-lo. Sentindo-se traído, fecha-se ainda mais em seu mundo. Dona Piedade acredita que apenas Paulina pode resgatá-lo desse abismo emocional.
Nos EUA, o médico Dr. Smith confirma a gravidade do estado clínico de Paola. Ele alerta Douglas: a recuperação será longa e dolorosa — e talvez ela jamais volte a ser quem foi. Ao mesmo tempo, de forma impulsiva e cega, Estephanie entrega a Willy uma procuração transferindo-lhe todos os direitos sobre sua herança, sem perceber que está caindo em uma armadilha traiçoeira.
Agora livre para agir, Willy corre para os braços de sua amante secreta, Viviana. Em paralelo, Paulina continua tentando sensibilizar Carlos Daniel sobre Carlinhos. O clima entre eles esquenta, e em um momento carregado de emoção, os dois se rendem a um beijo apaixonado — revelando que o amor entre eles ainda pulsa forte.
Imagine uma Coreia do Sul nos anos 1970, em plena ebulição, onde o sonho de uma vida melhor passa por becos escuros, apostas arriscadas e… um navio naufragado repleto de riquezas escondidas no fundo do mar. É nesse cenário — entre a esperança e a desilusão — que se desenrola Low Life, nova série sul-coreana que chega ao Disney+ no dia 16 de julho, com três episódios de estreia.
A série gira em torno de dois vigaristas de pequeno porte: um tio experiente, calejado pela vida, e um sobrinho que ainda acredita que pode mudar o destino da família. Os dois vivem de trambiques até que um boato antigo sobre um tesouro perdido no litoral sul-coreano reacende aquela velha faísca de ambição. Afinal, quem nunca sonhou com o golpe perfeito?
O que começa como um plano arriscado logo se transforma numa guerra velada, onde entram em cena mafiosos, empresários poderosos e todo tipo de oportunista farejando ouro. Nada é simples — e todo mundo esconde algo.
Uma história sobre sobrevivência… com alma e cinismo
Low Life pode até falar sobre tesouros, mas no fundo é sobre escolhas. Sobre até onde alguém está disposto a ir para deixar de ser invisível. Oh Gwanseok (vivido por Ryu Seung-ryong, de Em Movimento) sabe que já passou do ponto de retorno. Não quer redenção — quer resultado. Já seu sobrinho, Oh Heedong (Yang Se-jong, de Doona!), ainda acredita em certo romantismo: se der certo, vão sair limpos, vão começar de novo, vão ter paz. Mas o mundo que eles encaram não joga limpo.
No caminho, surge Yang Jungsook (Im Soo-jung, de Melancholia), uma mulher de negócios que nunca entra em uma disputa sem a intenção de ganhar — e que, aos poucos, muda todas as regras do jogo.
Sem heróis. Só sobreviventes.
Esqueça os mocinhos clássicos. Aqui, ninguém é completamente bom, nem totalmente mau. Todos vivem de pequenos desvios, grandes silêncios e uma vontade quase desesperada de escapar do destino que herdaram. É um retrato amargo, mas profundamente humano — e com uma fotografia que evoca o clima suado, esfumaçado e tenso das grandes histórias de crime noir.
Low Life foi criada e dirigida por Kang Yun-seong, o mesmo por trás de The Outlaws e Big Bet, duas produções que já mostraram como o diretor sabe contar histórias de homens perigosos à beira do abismo. Agora, ele troca o cenário urbano por mares revoltos, mas mantém a essência: gente quebrada tentando se reconstruir… nem que seja em cima de escombros.
Quando e como assistir?
A série tem 11 episódios, com lançamentos semanais a partir do dia 16 de julho, sempre às quartas-feiras, no Disney+. O final — duplo, para ninguém desgrudar da tela — chega no dia 13 de agosto.
Quem embarcar em Low Life não vai encontrar redenção fácil, mas vai esbarrar em personagens que respiram verdade. Gente que erra, mente, ama e tenta, do jeito que dá, sobreviver.
E no meio de tudo isso, uma pergunta persiste: e se o maior tesouro nem estiver debaixo d’água?
Você maratona a série. Indica pra todo mundo. Vê os atores dando entrevista no talk show. E já começa a teorizar sobre a segunda temporada. Aí vem a notícia: cancelada. Assim, sem dó, sem conversa, sem ao menos um último episódio decente pra gente se despedir.
Pois foi exatamente isso que aconteceu com Assassinato na Casa Branca e Pulso, duas produções da Netflix que mal nasceram e já foram empurradas pra cova rasa do streaming. A plataforma anunciou nesta quarta-feira (02) que as séries não terão continuação. Foram uma temporada e… tchau.
Sim, mesmo Assassinato na Casa Branca, que acumulou 177,4 milhões de horas assistidas e ficou quatro semanas no top 10 global, não escapou da guilhotina.
Custo, benefício… e coração partido
A justificativa? A mesma de sempre: análise de custo-benefício. Segundo o The Hollywood Reporter, a decisão seguiu a famosa conta que só os executivos da Netflix entendem: uma planilha secreta onde boas críticas, audiência expressiva e elenco renomado às vezes não valem nada se a equação final não fecha como eles esperam.
E olha que não faltou estrela: Assassinato na Casa Branca trouxe nomes como Randall Park, Giancarlo Esposito, Susan Kelechi Watson, Mary Wiseman, Jane Curtin e Jason Lee. Uma mistura de peso dramático e carisma que poderia, facilmente, sustentar mais algumas temporadas. Mas parece que, pra Netflix, carisma não paga as contas.
O algoritmo quer o quê?
Pulso, por sua vez, não teve tanta sobrevida nos EUA, mas foi bem em alcance global. Mesmo assim, a sentença foi a mesma. No fim das contas, fica a pergunta: o que mais uma série precisa fazer pra sobreviver hoje em dia? Porque se milhões de visualizações, repercussão online e nomes conhecidos não garantem renovação… o que garante?
É claro que estamos no meio de uma guerra do streaming. O orçamento é alto, a concorrência é maior ainda, e o público… bem, o público está mais disperso do que nunca. Mas ainda assim, é difícil não sentir que falta um pouco de humanidade na forma como essas decisões são tomadas — e comunicadas.
Quem perde no fim?
Quem perde é o espectador, que investe tempo e afeto numa história que não terá continuação. Quem perde é o elenco, que entrega performances intensas sem saber se vão ao ar de novo. Quem perde é o próprio streaming, que transforma o catálogo em um mar de histórias inacabadas, abandonadas no meio do caminho.
E enquanto isso, o meme “cancelada pela Netflix” segue sendo assustadoramente atual.
O streaming que emociona… até parar de dar lucro
Talvez essa seja a verdadeira série limitada dos nossos tempos: o vínculo frágil entre criadores, público e plataformas. Uma produção pode até ser sucesso por um mês — mas se não virar fenômeno cultural, pode ser tratada como algo descartável.
E nós, do outro lado da tela, seguimos aqui: torcendo, maratonando, e nos apegando sabendo que tudo pode acabar antes do tempo. Porque no fim, o cliffhanger mais cruel da Netflix não está no roteiro — está na vida real.
Você consegue imaginar uma influencer de moda tentando sobreviver no meio da floresta amazônica? Pois é exatamente isso que promete a nova comédia nacional Perrengue Fashion, estrelada por ninguém menos que Ingrid Guimarães, ícone do humor brasileiro quando o assunto é rir das próprias vaidades.
No longa, Paula Pratta (Ingrid), uma fashionista das redes sociais com milhões de seguidores e zero tempo para assuntos “fora da bolha”, vê sua vida virar do avesso quando o filho, Cadu (Filipe Bragança), abandona uma campanha publicitária para se jogar em uma missão ambiental no coração da Amazônia. Com a carreira em risco e a vaidade em jogo, Paula pega seu assistente fiel — o hilário Taylor (Rafa Chalub) — e vai parar no meio da floresta, tentando resgatar o filho… e o cachê da campanha de Dia das Mães.
Mas o que era pra ser uma visita rápida e prática vira um choque de realidade — e de valores. Longe do Wi-Fi, das selfies e do look do dia, Paula vai descobrir um mundo onde a natureza fala mais alto que o algoritmo, e onde salvar uma floresta pode ser mais importante que bombar no engajamento.
Filmado entre São Paulo e a Amazônia, Perrengue Fashion tem direção de Flavia Lacerda (de O Auto da Compadecida 2) e roteiro assinado por Ingrid Guimarães ao lado de Marcelo Saback, Célio Porto e Edu Araújo — um time que já mostrou saber misturar humor com crítica social na medida certa.
A produção é da Amazon MGM Studios em parceria com a Morena Filmes, e o lançamento está marcado para o dia 9 de outubro nos cinemas de todo o Brasil.
👠 Da passarela para o barro (com muito humor no caminho)
A ideia do filme é brincar com os contrastes entre o universo das redes sociais e o mundo real — aquele em que a floresta está queimando, a água escasseia e salvar o planeta é mais urgente do que viralizar. Com o carisma afiado de Ingrid e um elenco que mistura leveza e carisma, Perrengue Fashion promete risadas, identificação e até algumas reflexões sobre prioridades, família e o que realmente vale a pena.
Na última terça-feira, 8 de julho, o Tetto Rooftop Lounge foi tomado por uma atmosfera vibrante e cheia de estilo para celebrar o início da tão aguardada segunda temporada do reality show “Drag Race Brasil”. Com uma vista panorâmica da cidade, o local reuniu as queens que vão disputar o título de próxima Drag Superstar do país — além de convidados especiais e jurados.
Queens dominam o palco com performances inesquecíveis
Adora Black, Bhelchi, Chanel, DesiRée Beck, Melina Blley, Mellody Queen, Mercedez Vulcão, Paola Hoffmann Van Cartier, Poseidon Drag e Ruby Nox foram as estrelas da noite. Cada uma delas subiu ao palco com looks icônicos e lipsyncs afiados ao som dos hits de RuPaul, entregando performances de tirar o fôlego e enchendo o público de energia.
O momento mais aguardado foi a apresentação exclusiva da host Grag Queen, que aproveitou a ocasião para lançar sua nova música, “Boogie Brasil”, animando ainda mais os presentes com sua batida contagiante.
Preview exclusivo e expectativa a mil para estreia
Além do show das queens, os convidados tiveram a oportunidade de assistir a um trecho inédito do primeiro episódio da nova temporada. A prévia mostrou looks babadeiros e a intensidade da competição, fazendo a plateia vibrar e aumentando a ansiedade para a estreia oficial do programa, marcada para o dia 10 de julho na plataforma WOW Presents Plus.
Presenças ilustres e muita energia na plateia
O evento contou também com a participação dos jurados Bruna Braga e Dudu Bertholini, que acompanharam de perto o espetáculo. O clima de festa ganhou ainda mais brilho com a presença de celebridades e influenciadores como Bianca Della Fancy, Blogueirinha, Bielo Pereiro, Diego Martins, Diva Depressão, Kika Boom, Kaya Conky, Lia Clark, Lorelay Fox, Marcia Pantera, Organzza, Samira Close, Tiffany Bradshaw, Penélope Jean, entre outros nomes do universo drag e cultural.
O que esperar da nova temporada?
Com esse lançamento cheio de estilo e energia, “Drag Race Brasil” promete elevar ainda mais o nível do reality que já conquistou uma legião de fãs. As queens vêm preparadas para mostrar talento, personalidade e muita criatividade em desafios que testam tudo — do carisma à técnica.
Se a festa de lançamento foi um sinal, a nova temporada está prestes a entregar momentos icônicos, polêmicas e performances memoráveis que só o mundo drag sabe proporcionar.
Algumas músicas não nascem para tocar no fundo da alma — elas vêm de lá. É o caso de “Só Vivendo”, a nova colaboração entre a cantora Fiorella e a dupla Kaique & Felipe, que chega com a delicadeza de um abraço depois de tempos difíceis. A canção fala sobre dores passadas, amores que não deram certo e a coragem de seguir em frente até encontrar um sentimento real — sem pressa, sem máscaras, sem medo.
Lançada em todas as plataformas de áudio e vídeo, a faixa é uma composição de Felipe KEF, Ray Ferrari e Anderson Marreta, e ganha ainda mais potência com o clipe oficial dirigido por Rafa Costakent, filmado em São Paulo. Mas mais do que um lançamento, “Só Vivendo” é quase um diário emocional compartilhado com quem já errou, chorou e recomeçou — de cabeça erguida.
Uma música que vem do chão, não da vitrine
Fiorella não canta como quem quer brilhar — ela canta como quem já caiu e agora ilumina o próprio caminho. “Essa música carrega uma energia muito viva, muito verdadeira. E fazer isso com o Kaique & Felipe, que têm uma sensibilidade musical rara, foi muito especial. A gente se conectou logo de cara, sem esforço. Foi natural, como a própria mensagem da música pede”, compartilha a artista.
E a mensagem é direta, sem rodeios: não tem como viver um amor de verdade sem antes ter encarado os amores errados. A dor é parte da estrada. E essa estrada, quando bem vivida, pode levar a algo leve, bom — real.
Sertanejo com maturidade, sem vitimismo
Kaique & Felipe não escondem a empolgação com a parceria. “A Fiorella é uma artista que a gente sempre respeitou. Mas mais do que isso, ela entende o que está cantando. A letra de ‘Só Vivendo’ fala de gente real, que se lascou muito até entender o que é um amor de verdade. E ela trouxe isso com uma entrega absurda”, comenta Kaique.
Felipe reforça que o feat representa uma espécie de manifesto: “Tem espaço sim pra um sertanejo que não seja só sobre dor ou festa. A gente queria falar de reconstrução, de sentimento limpo. De alguém que caiu, aprendeu e agora ama melhor — e isso a gente só descobre… vivendo.”
Um clipe que não atua, sente
O videoclipe que acompanha o lançamento dispensa grandes narrativas. Em vez disso, foca no olhar, no gesto, na respiração de quem canta. Gravado em locações urbanas e com uma fotografia que valoriza o real e o íntimo, o diretor Rafa Costakent constrói uma estética sóbria e emocional, onde cada cena carrega a mesma verdade contida na música.
Fiorella aparece em momentos de introspecção e entrega, enquanto o trio divide planos que reforçam a sensação de que essa história não é só deles — é nossa também.
Um passo fora da fórmula — e muito além do previsível
“Só Vivendo” não tenta viralizar com coreografias nem frases de efeito. Sua força está no que ela não grita: a sutileza de aceitar os erros, a coragem de tentar de novo e o alívio de descobrir que o amor certo não machuca — ele acolhe.
Fiorella, Kaique & Felipe entregam um feat que não é só uma colaboração musical, mas uma conversa madura entre três artistas que, cada um à sua maneira, entenderam que a estrada da vida amorosa pode ser esburacada — mas vale a pena.
E a beleza está justamente aí: em aprender, cair, levantar… só vivendo.
Neste domingo, 20 de julho de 2025, o Domingo Maior da TV Globo exibe o épico catástrofe 2012, um dos filmes mais emblemáticos do gênero que marcou o fim da primeira década dos anos 2000. Muito além dos efeitos visuais e do espetáculo cinematográfico, o longa dirigido por Roland Emmerich lança luz sobre uma das maiores obsessões da humanidade: o medo do fim.
Inspirado nas interpretações populares do calendário maia, que previam o colapso do mundo em 21 de dezembro de 2012, o filme estreou em um momento de inquietação global. Entre avanços científicos, crises climáticas e instabilidades políticas, 2012 se tornou uma metáfora contemporânea do colapso — emocional, social, ambiental — e da urgência por mudança.
Quando o mundo entra em colapso… e a humanidade também
No enredo, segundo a sinopse do AdoroCinema, o cientista Adrian Helmsley (Chiwetel Ejiofor) descobre alterações drásticas no núcleo da Terra provocadas por erupções solares. A partir daí, governos ao redor do mundo iniciam secretamente um plano de evacuação e preservação da espécie humana, numa corrida contra o tempo que envolve interesses econômicos, dilemas éticos e desigualdade no acesso à salvação.
No centro da história, acompanhamos a jornada do escritor Jackson Curtis (John Cusack), que tenta salvar seus dois filhos e a ex-esposa (Amanda Peet) em meio a terremotos, tsunamis e o colapso físico da crosta terrestre. Através dele, o filme encontra sua âncora emocional: a tentativa desesperada de manter vínculos humanos num mundo em ruínas.
É essa fusão entre a escala épica da destruição e o drama íntimo dos personagens que dá força à narrativa. Porque, em meio ao fim, o que realmente importa são as conexões, as decisões e a humanidade de cada um.
Um blockbuster que refletiu ansiedades reais
Lançado em 2009, 2012 chegou aos cinemas surfando na curiosidade e nas angústias coletivas em torno da data fatídica prevista por interpretações modernas de textos maias. O filme arrecadou mais de US$ 770 milhões nas bilheterias mundiais e se tornou um marco cultural.
Mas mais do que prever o fim, 2012 ajuda a compreender um fenômeno social: o fascínio humano por grandes rupturas. Do temor milenarista do ano 2000 ao aquecimento global que ameaça o equilíbrio do planeta, a narrativa do apocalipse serve como espelho dos tempos — e alerta para as consequências da negligência com o meio ambiente, com a ciência e com o outro.
Foto: Reprodução/ Internet
Elenco e direção de peso
Além de John Cusack e Chiwetel Ejiofor, o longa conta com Amanda Peet, Thandie Newton, Danny Glover (como o presidente dos EUA) e Oliver Platt. A direção é de Roland Emmerich, conhecido por sua afinidade com produções de grande escala e por tratar temas como destruição global e esperança.
Emmerich, que também assina o roteiro ao lado de Harald Kloser, constrói cenas espetaculares que misturam adrenalina e simbolismo — como a destruição da Capela Sistina ou o rompimento de barragens monumentais. Mas o espetáculo não ofusca a crítica: o filme aponta as falhas de um sistema global que privilegia os mais ricos, mesmo diante do fim do mundo.
Disponível também no streaming
Para quem preferir assistir em outro momento, 2012 está disponível na HBO Max para assinantes e pode ser alugado na Prime Video a partir de R$ 11,90. O filme continua a atrair olhares curiosos de quem nunca viu e também daqueles que desejam revisitá-lo à luz dos novos tempos — agora marcados por eventos extremos, pandemias e o avanço da crise climática.