Domingo Espetacular 11/05/2025 mostra história do menino salvo por cães após se perder em floresta

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Imagine o desespero: uma criança de apenas 2 anos desaparece no meio de uma floresta densa e perigosa. A cada minuto que passa, cresce o medo de um desfecho trágico. Mas, em meio à angústia e à busca incansável da família e das equipes de resgate, algo quase inacreditável acontece — dois cães surgem como verdadeiros anjos da guarda e se tornam os grandes heróis dessa história.

No Domingo Espetacular deste domingo, você vai acompanhar todos os detalhes dessa jornada emocionante, que une o instinto de proteção dos animais à força do amor familiar. Após horas perdido em meio à mata fechada, o garotinho foi encontrado com vida — e protegido o tempo todo pelos cães, que ficaram ao seu lado, aquecendo-o durante a noite fria e o impedindo de se afastar ainda mais.

Em reportagem exclusiva, o programa reconstitui os momentos de aflição vividos pelos pais, mostra como os cães foram fundamentais para o reencontro e entrevista especialistas que explicam esse comportamento tão surpreendente e comovente. Afinal, o que leva um animal a proteger uma criança desconhecida com tanto zelo?

Além do relato emocionante dos socorristas que participaram da busca, o episódio traz depoimentos da família, vídeos do resgate e imagens inéditas da criança sendo encontrada — viva, segura e cercada por seus “anjos de quatro patas”.

Esse é o tipo de história que faz a gente acreditar novamente na força da conexão entre seres humanos e animais. Um lembrete poderoso de que o amor, às vezes, fala por gestos — e, neste caso, por latidos e lealdade.

📺 Não perca:

  • Domingo Espetacular, neste domingo, 11 de maio de 2025, às 22h, logo após o Canta Comigo, na RECORD.

Confira os filmes que chegam aos cinemas nesta quinta, 19 de junho

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Se você estava esperando uma boa desculpa pra correr pro cinema, chegou a hora! Esta quinta-feira, 19 de junho, marca a estreia de três filmes bem diferentes, mas com algo em comum: todos prometem mexer com sua imaginação, suas emoções e, quem sabe, até com seus conceitos de humanidade. Prepare-se para conhecer um menino que vira embaixador da Terra sem querer, uma sociedade tentando sobreviver três décadas após o apocalipse zumbi e dois jovens que transformam uma vida fora da lei numa jornada quase poética.

Dirigido por Adrian Molina e distribuído pela Disney, Elio é uma animação de aventura e drama com 89 minutos de duração. O elenco de vozes traz nomes como Yonas Kibreab (na pele do protagonista), Zoe Saldana e Jameela Jamil. A produção é mais uma aposta da Pixar em unir sensibilidade e imaginação, misturando temas como identidade, pertencimento e amadurecimento em uma jornada intergaláctica com visual deslumbrante e narrativa tocante.

Na história, Elio é um garoto criativo, introspectivo e que se sente deslocado no mundo. Tudo muda quando ele é, por engano, transportado para o Communiverse — uma organização interplanetária formada por representantes de diferentes galáxias. Lá, ele é confundido com o embaixador da Terra. Sem saber o que fazer, Elio precisa se adaptar, lidar com criaturas bizarras, enfrentar desafios inesperados e, acima de tudo, descobrir quem ele é de verdade. Uma aventura sensível e cheia de humor sobre encontrar seu lugar no universo.

Com direção de Danny Boyle e roteiro de Alex Garland, Extermínio: A Evolução marca o retorno impactante da icônica franquia de terror iniciada em 2002. O elenco conta com Aaron Taylor-Johnson, Jodie Comer e Alfie Williams. O longa retoma o universo distópico onde um vírus devastador transformou humanos em criaturas violentas e irracionais. Agora, quase 30 anos depois, a história avança em um mundo onde os poucos sobreviventes enfrentam novas ameaças — inclusive entre os próprios humanos.

Décadas após o vírus da raiva escapar de um laboratório e devastar a civilização, um grupo de sobreviventes vive isolado em uma ilha cercada de muros e conectada ao continente por uma única via protegida. Quando alguns membros precisam sair em uma missão arriscada, descobrem que as mutações atingiram não apenas os infectados, mas também os seres humanos que resistiram à catástrofe. Em meio ao caos e à evolução do horror, segredos obscuros e dilemas morais vêm à tona. Um suspense apocalíptico que mistura adrenalina, crítica social e reflexões sobre o que restou da humanidade.

La Chimera – A Odisseia de Enéias é uma produção italiana dirigida e roteirizada por Pietro Castellitto, que também protagoniza o longa ao lado de Giorgio Quarzo Guarascio e Benedetta Porcaroli. O filme é um drama contemporâneo com elementos de romance, crítica social e coming-of-age, explorando os excessos, vazios e contradições da juventude europeia em meio a um cenário de decadência moral.

A trama acompanha Enéias e Valentino, dois amigos que crescem juntos em uma Roma moderna e decadente, marcada por festas, tráfico de drogas e questionamentos existenciais. Enquanto vivem no limite entre o certo e o errado, os dois constroem uma amizade intensa, quase poética, onde o caos da juventude se mistura com reflexões profundas sobre liberdade, identidade e o sentido da vida. Para a sociedade, suas ações beiram o criminoso; para eles, é apenas a maneira de sobreviver e amar em um mundo que já perdeu os próprios limites.

Dirigido e roteirizado por Roberto Minervini, Os Malditos é um drama histórico que mergulha na dura realidade da Guerra Civil Americana. O elenco principal conta com René W. Solomon, Jeremiah Knupp e Cuyler Ballenger. O filme retrata o rigor de uma missão militar durante o inverno de 1862, explorando não apenas o cenário hostil, mas também as dúvidas e conflitos internos dos soldados diante de uma causa que começa a parecer cada vez mais incerta.

A história acompanha uma tropa de voluntários do exército dos Estados Unidos enviada para patrulhar regiões desconhecidas no oeste em plena Guerra Civil. Confrontados com a dureza do território gelado e hostil, os soldados enfrentam não só os perigos naturais, mas também suas próprias incertezas sobre o propósito da missão. Quando uma tragédia acontece em uma costa remota, a missão muda de rumo e o verdadeiro significado do compromisso que assumiram começa a escapar, fazendo-os questionar até onde vale a pena lutar.

🍿 Então, qual vai ser?

Com opções que vão do space-drama fofo para toda a família, passando pelo thriller distópico cheio de zumbis evoluídos, até o drama existencial de jovens à deriva, as estreias desta semana estão imperdíveis. Seja pra rir, chorar, pensar ou se esconder na cadeira do susto, tem cinema pra todos os gostos.

🎟️ Aproveite, escolha sua sessão e deixe a magia da telona te levar.

Charlize Theron será a deusa Circe em A Odisseia, novo épico de Christopher Nolan

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Charlize Theron está prestes a lançar um feitiço sobre os cinéfilos. No último sábado (28), durante a pré-estreia de The Old Guard 2, a atriz sul-africana revelou à Variety que interpretará Circe, a icônica feiticeira da mitologia grega, em A Odisseia, próximo longa-metragem de Christopher Nolan.

Com o habitual sorriso enigmático no rosto, Theron confirmou que ainda não gravou suas cenas, mas que mergulhou de cabeça na preparação para a personagem. “Ela é um daqueles papéis que você não interpreta apenas com o corpo, mas com a alma. Circe é poder, dor, ironia, medo… tudo ao mesmo tempo”, disse a atriz.


Uma deusa, uma ilha, e o poder de transformar

Para quem não se lembra da história, A Odisseia é uma epopeia clássica que narra a árdua jornada de Odisseu (ou Ulisses), tentando voltar para casa após a guerra de Troia. No meio do caminho, ele encontra Circe, uma deusa que vive isolada numa ilha e que tem o péssimo hábito de transformar homens em porcos — literalmente.

Mas a Circe de Charlize Theron promete ir além do clichê da vilã mitológica. Com o olhar certeiro de Nolan por trás das câmeras, a personagem deve ganhar densidade, camadas e humanidade. Charlize, que já nos presenteou com mulheres fortes e multifacetadas em Mad Max: Estrada da Fúria e Monster, parece ter nas mãos mais uma chance de brilhar — dessa vez com aura divina e olhar fatal.

Nolan, de volta ao épico — com deuses e monstros

A Odisseia marca o retorno de Christopher Nolan ao cinema grandioso e existencial. Conhecido por levar o público a viagens que desafiam o tempo (A Origem, TENET), o espaço (Interestelar) e a própria história (Oppenheimer), o cineasta agora mira um território novo — e milenar: a mitologia grega.

Mas não espere uma adaptação literal dos versos de Homero. Nolan promete mergulhar na alma dos personagens, especialmente na do herói Odisseu, interpretado por Robert Pattinson, e no caos emocional que a guerra e a saudade impõem ao guerreiro. O elenco ainda traz Mia Goth, Jon Bernthal, John Leguizamo e outros nomes de peso.

A equipe técnica que acompanha Nolan também retorna: Hoyte Van Hoytema assina a fotografia (como em Oppenheimer, Dunkirk e Interestelar), enquanto Ludwig Göransson, vencedor do Oscar de trilha sonora por Oppenheimer, compõe mais uma trilha que promete estremecer salas de cinema ao redor do mundo.

Uma história de retorno, reinvenção e sobrevivência

Mais do que uma jornada física, A Odisseia é um mergulho na identidade. Quem é você depois de anos de guerra? Quem você se torna ao enfrentar monstros — e si mesmo? É nesse território que o filme parece querer pisar: entre os mitos e as feridas, entre o herói e o homem perdido.

Charlize Theron entra nesse quebra-cabeça como Circe, não apenas uma deusa isolada, mas um espelho de Odisseu: ambos guardam cicatrizes, ambos controlam os outros como forma de defesa. E, talvez, ambos estejam cansados de serem lendas.

Um céu para Isaías – Romance de estreia de Vítor Kappel mistura afeto, rebeldia e descobertas no interior do Brasil

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Em um Brasil rural onde o tempo parece se mover em círculos e a autoridade ainda veste batina, nasce uma das histórias mais singulares da nova literatura brasileira. Sob o Céu de Isaías, primeiro romance de Vítor Kappel, lançado pela Editora Patuá, nos apresenta Isaías Petit — um adolescente tão brilhante quanto caótico, cercado por pecados que não cometeu, vivendo entre a culpa ensinada e os desejos que mal sabe nomear.

Com uma escrita fresca, sensível e mordaz, o autor traça um retrato tragicômico de um garoto em busca de si mesmo — em um cenário que insiste em apagar quem sai da norma. O resultado é um romance de formação que emociona, ri de si mesmo e oferece uma das leituras mais autênticas e ousadas do ano.

Entre padres, poeira e pecados

Isaías vive em uma cidade pequena, dessas onde o sino da igreja dita o ritmo do dia e os muros altos dos colégios religiosos escondem mais do que ensinam. Desde cedo, ele entende que sua inteligência é um passaporte — talvez o único — para fugir daquele universo claustrofóbico. Mas, como todo jovem prestes a terminar o ensino médio, ele também carrega a inquietação dos que ainda não sabem exatamente quem são — e que, por isso, não cabem nas molduras rígidas da moral vigente.

O colégio, o lar, a cidade: tudo parece empurrá-lo para um caminho estreito, pavimentado por expectativas alheias. Só que Isaías não aceita andar em linha reta. E, sem perceber, começa a trilhar outra estrada — torta, sim, mas cheia de cor, dúvida, afeto e desejo.

Um protagonista que escapa aos rótulos

Há algo em Isaías que nos obriga a parar. Talvez seja sua inocência confusa. Talvez o humor involuntário com que ele se envolve nas mais improváveis confusões. Ou talvez seja a lucidez cortante com que observa o mundo à sua volta — um mundo que o empurra para a invisibilidade, mas que ele insiste em enfrentar com delicadeza e ironia.

Não à toa, Carol Bensimon, premiada escritora que assina o prefácio do livro, define Isaías como um personagem que “salta das páginas” e conquista pela autenticidade. Sob o Céu de Isaías não busca piedade nem militância direta: seu motor é a humanidade — com todas as suas falhas, esquisitices, doçuras e resistências.

Adolescência como encruzilhada

A força do livro também está na maneira como trata a adolescência — não como uma transição suave, mas como uma encruzilhada brutal. Isaías está às voltas com uma rede criminosa que atua nas sombras da cidade e que ameaça seu futuro de forma inesperada. Mas talvez o conflito mais intenso seja o que se dá dentro dele mesmo, quando Bernardo, um colega de classe aparentemente inalcançável, desperta algo que ele ainda não sabe nomear — mas já sente com o corpo todo.

Essa relação, construída com sutileza e tensão emocional, funciona como um catalisador. É com Bernardo que Isaías aprende a reconhecer os limites do medo, o peso da repressão e, acima de tudo, o valor de um gesto de acolhimento em um mundo que só ensina a rejeição.

Humor e dor, leveza e abismo

O grande trunfo de Vítor Kappel é equilibrar leveza e profundidade com uma segurança rara para um autor estreante. Como disse a escritora Helena Terra, finalista do Prêmio São Paulo de Literatura 2024, o livro carrega “a rara combinação de leveza com profundidade que só os grandes talentos podem nos oferecer”.

A prosa de Kappel é límpida, com ritmo narrativo ágil e uma sensibilidade poética que se revela nos pequenos detalhes: a observação de um gesto, uma fresta de luz no quarto, o som abafado da cidade dormindo. Há um humor agridoce que nunca escorrega para o deboche fácil. E há, sobretudo, um olhar compassivo — para Isaías, para os que o cercam, para a dureza de crescer em um ambiente que não reconhece o diferente.

Um autor que rompe padrões — na vida e na literatura

Engenheiro de formação, Vítor Kappel decidiu trocar os números pelas palavras — e o fez com coragem. Em suas próprias palavras: “Publicar um romance é um sonho que carrego há anos. Esse processo tem sido, para mim, uma forma de me permitir algo novo – afastando-me da minha formação em engenharia para testar minha vocação para a escrita.”

Vítor Kappel nasceu em Nova Friburgo, em 1986. Engenheiro de formação, atuou nos últimos dez anos em iniciativas voltadas ao apoio a projetos audiovisuais, pesquisa e inovação no Brasil. Nos últimos tempos, passou a se dedicar à literatura de ficção. Sob o céu de Isaías marca sua estreia no romance.

Chitãozinho & Xororó, Chico Chico e Ritchie são os destaques de um Altas Horas que mistura gerações e estilos

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Sabe quando dois mundos colidem e o resultado é pura harmonia? Neste sábado (12 de julho), o Altas Horas vira palco de um encontro improvável — e absolutamente necessário — entre o rock nacional e o sertanejo de raiz (com distorção, sim senhor!). Sob o comando sempre atento e apaixonado de Serginho Groisman, a atração propõe mais que um crossover musical: uma viagem entre gerações, influências e histórias que explicam por que a música brasileira nunca se limita a um só estilo.

Guitarra na roça: o dia em que Evidências virou rock rural

É impossível falar de fusão sem citar Chitãozinho & Xororó, que, muito antes do sertanejo universitário, já flertavam com arranjos ousados. “Foi procurando um som mais pesado que chegamos à gravação de ‘Evidências’”, entrega Chitãozinho, como quem solta sem querer um segredo de Estado. A dupla, sempre afinada, leva ao palco sucessos que dispensam legenda — Fogão a Lenha, Sinônimos — e, de quebra, passa o bastão para os filhos Enrico e Allison, que não só carregam o DNA, como imprimem personalidade. Um no teatro, o outro navegando entre country e rock, os dois provam que tradição e reinvenção podem, sim, dividir o mesmo palco.

Quando a MPB veste couro e a guitarra chora moda de viola

Se você acha que Vanessa da Mata é feita só de suavidade, prepare-se para uma versão roqueira (e inédita) de Vá pro Inferno com Seu Amor, com direito a distorção e homenagem aos sertanejos que embalam corações há décadas. No backstage, uma confissão: Mick Jagger já assistiu a um de seus shows. E ela jura que estava mais nervosa com isso do que no palco do Altas Horas.

Chico Chico, com seu timbre rasgado e herança de Cássia Eller, presta tributo a Rita Lee com a bela Menino Bonito, e deixa claro: ele não está ali só pelo sobrenome — é talento bruto mesmo. E como se não bastasse, temos a beleza do contraste entre o folk de Tiago Iorc e a voz potente de Paula Fernandes, que relembra sua fase roqueira nos bares com covers de Alanis Morissette (!) e até Iron Maiden (!!).

Punk de raiz e pop sem frescura: a playlist ao vivo que você não sabia que queria

Dos becos do punk dos anos 80 para o palco mais eclético da televisão, Clemente (Inocentes e Plebe Rude) mostra que o rock brasileiro tem memória e discurso. Em uma aula-relâmpago de história musical, ele conecta Patife Band ao sertanejo com naturalidade, e canta Flores como quem sabe de onde veio — e pra onde vai.

Beto Bruno (Cachorro Grande) e Egípcio (Tihuana) representam os roqueiros com rodagem e estrada. Em comemoração aos 25 anos de seus grupos, ambos antecipam o clima das turnês, com direito a tributo a Erasmo Carlos e promessas de shows cheios de energia no The Town.

Ritchie, o gringo mais brasileiro do pop nacional, revive Menina Veneno e surpreende com sua declaração de amor à country music — e ao sertanejo, que segundo ele, “tem todo o sabor do interior com alma universal”.

Quando a lembrança canta mais alto: Chorão eterno no Memória Altas Horas

E pra fechar, aquele nó na garganta que vem com carinho: o quadro Memória Altas Horas relembra participações emblemáticas do Charlie Brown Jr. e de Chorão, com imagens raras e momentos que provam por que ele ainda ecoa em tantas playlists, tatuagens e refrões gritados com o coração.

O Brasil tem muitos ritmos. O Altas Horas tem todos eles.

O programa deste sábado não é só um show. É uma aula — de história, de música e de afeto. É sobre guitarras que choram ao lado de violas, sobre gerações que se encontram pelo som, e sobre como o palco de Serginho Groisman continua sendo o lugar onde todo mundo cabe.

“The Voice Brasil” tem inscrições encerradas no SBT e inicia nova era sob o comando de Tiago Leifert e Boninho

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Um novo capítulo está prestes a ser escrito na história de um dos realities musicais mais queridos da televisão brasileira. O “The Voice Brasil”, agora sob a chancela do SBT, teve suas inscrições encerradas neste sábado (19), marcando oficialmente o início da contagem regressiva para uma temporada histórica. Com estreia prevista para setembro, a nova versão promete manter a essência do formato, mas com tempero inédito: produção renovada, transmissão multiplataforma e o retorno de nomes emblemáticos que fizeram parte da trajetória do programa.

A notícia do fim do período de inscrições foi compartilhada pelas redes sociais do SBT e por Boninho, agora confirmado como showrunner e co-produtor do programa. “As inscrições para o ‘The Voice Brasil’ estão encerradas! Em menos de duas semanas, milhares de vozes de todo o país se inscreveram para viver esse sonho. Agora é cruzar os dedos e torcer para brilhar nas audições às cegas!”, celebrou a legenda da publicação, que rapidamente viralizou entre os fãs.

A nova casa do talento brasileiro

Depois de 12 temporadas exibidas pela TV Globo, o reality musical inicia um novo ciclo em outra emissora, pela primeira vez em sua história. A 13ª temporada marcará a estreia da atração no SBT, resultado de um acordo firmado com a Disney+, que também transmitirá o programa em sua plataforma de streaming.

A estreia está marcada para setembro de 2025, com a promessa de manter a emoção das famosas audições às cegas, mas trazendo novidades estruturais e tecnológicas que devem atrair tanto os fãs antigos quanto novos públicos.

Tiago Leifert volta ao comando

O nome mais simbólico dessa nova era talvez seja o retorno de Tiago à apresentação do programa. Após sair da Globo e se afastar da TV por um período, o jornalista e apresentador retoma o posto que ocupou por 10 temporadas, sendo parte essencial da consolidação do reality no Brasil.

Tiago será o rosto que vai conduzir os participantes, jurados e o público em mais uma jornada de vozes emocionantes, histórias de vida tocantes e, claro, disputas acirradas que culminam na escolha de uma nova estrela da música brasileira.

“Voltar ao ‘The Voice’ é como voltar para casa. Mas agora em uma casa nova, com ares de recomeço e muitas ideias diferentes. O público pode esperar uma temporada mais moderna, mais conectada e com a mesma paixão pela música que sempre esteve no DNA do programa”, declarou Leifert em recente entrevista.

Boninho assume nos bastidores com liberdade criativa

Outro nome que promete causar impacto nos bastidores é Boninho, que assume o cargo de showrunner e co-produtor da atração. Conhecido por sua mente criativa e por ter sido um dos arquitetos do sucesso do “The Voice” na TV Globo, Boninho chega com carta branca para repaginar o formato.

Ele será responsável por liderar a adaptação do programa ao estilo do SBT, respeitando sua identidade leve e popular, mas também mantendo o alto nível técnico que fez do reality um dos mais assistidos da TV aberta. Boninho já adiantou que o programa terá mais interatividade, quadros inéditos e até uma repaginação visual nos palcos e na edição.

Multiplataforma: SBT + Disney+

Pela primeira vez, o “The Voice Brasil” será exibido simultaneamente na TV aberta e em uma plataforma de streaming, com todos os episódios indo ao ar no SBT e sendo disponibilizados no Disney+, por meio de um acordo inédito de co-produção.

A parceria com o Disney+ permitirá, ainda, a criação de conteúdos exclusivos, como bastidores, entrevistas e até um especial de 20 minutos ao final de cada episódio, trazendo um olhar mais íntimo e humanizado sobre os participantes e técnicos. O conteúdo sob demanda também permitirá que o público maratone os episódios, conheça as histórias por trás das vozes e acompanhe a evolução dos candidatos de forma ainda mais aprofundada.

O formato que atravessa gerações

Desde que estreou no Brasil, em 23 de setembro de 2012, o programa arrebatou audiências e corações ao trazer o talento bruto do povo brasileiro para os holofotes. Ao longo de 185 episódios e 12 temporadas, o reality revelou grandes vozes e se tornou referência entre os programas de calouros da era moderna.

O programa é baseado no formato holandês “The Voice of Holland”, criado por John de Mol, e ganhou versões em dezenas de países. Aqui no Brasil, o sucesso foi imediato, impulsionado por uma combinação de jurados carismáticos, performances emocionantes e o emblemático botão vermelho das audições às cegas.

Técnicos da nova temporada: Mumuzinho, Duda Beat e Matheus & Kauan

A nova fase também chega com um time renovado de técnicos, responsáveis por orientar os participantes durante a competição. Os primeiros nomes anunciados para os famosos “tronos giratórios” foram:

  • Mumuzinho – com sua voz marcante e trajetória no samba, promete trazer emoção e sensibilidade ao programa.
  • Duda Beat – aclamada como a “rainha da sofrência pop”, estreia no reality apostando em seu carisma e olhar moderno para a música brasileira.
  • Matheus & Kauan – a dupla sertaneja entra como representação da força popular e do alcance do sertanejo nas grandes massas.

Esses nomes substituem um legado de estrelas como Claudia Leitte, Ivete Sangalo, Lulu Santos, Michel Teló, Carlinhos Brown, Iza e outros gigantes que já passaram pelas cadeiras giratórias ao longo da trajetória do reality.

Diversidade e emoção: marcas registradas do programa

Mais do que um programa de competição, o “The Voice Brasil” se destacou desde o início por valorizar histórias de vida inspiradoras, representatividade, inclusão e a força da música como ferramenta de transformação social. Candidatos das mais variadas idades, estilos, regiões e histórias já passaram pelo palco da atração — e emocionaram o público com suas trajetórias.

Com a mudança para o SBT, essa vertente humanizada do programa promete ganhar ainda mais destaque. A emissora, conhecida por apostar em formatos que falam com o coração da audiência, deve dar ainda mais espaço às histórias dos participantes, suas famílias e suas jornadas pessoais.

Aposta de renovação para o SBT

A chegada do novo reality ao SBT representa também uma estratégia importante da emissora de Silvio Santos para renovar sua grade de programação e atrair novos públicos. Em tempos de mudanças no consumo de mídia, trazer um produto consolidado, com projeção internacional e apelo emocional, pode ser um trunfo valioso para a emissora.

“O SBT está passando por uma transformação. Nosso público é fiel, mas sabemos que precisamos dialogar com a nova geração. Trazer o ‘The Voice Brasil’ é uma maneira de mostrar que estamos atentos ao futuro, sem esquecer o carinho e a identidade popular que construímos ao longo dos anos”, afirmou Daniela Beyruti, CEO da emissora e filha de Silvio Santos.

Gabriel Coppola mergulha na pré-produção de “Olhos Em Mim”, um drama queer sobre identidade e coragem

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Entre cadernos rabiscados, videoconferências com diretores de fotografia e brainstormings madrugada adentro, Gabriel Coppola vive talvez o capítulo mais desafiador — e revelador — de sua trajetória artística. O ator e roteirista, conhecido por seus papéis carregados de entrega emocional em produções teatrais e independentes, agora se aventura como criador integral de um projeto que promete tocar em feridas profundas e universais: Olhos Em Mim, um drama psicológico com temática queer, que mergulha nas inquietações da identidade, do desejo reprimido e da coragem de se ver por inteiro.

Não é apenas mais um filme para Gabriel. É um gesto. Um grito. Um espelho.

Corpo, palavra e direção: a imersão total de um artista

Coppola não é apenas o protagonista. Ele escreveu o roteiro, acompanha cada etapa da produção e participa ativamente da construção estética do longa. A obra, prevista para estrear em 2026 nos principais circuitos de festivais de cinema autoral, é descrita por ele como “um filme sobre aquilo que nunca dizemos em voz alta, mas que vive dentro da gente, pulsando”.

Com um olhar cansado, mas firme, Gabriel compartilha: “Esse filme está me atravessando. Mais do que escrever ou atuar, estou vivendo isso. Estou me colocando inteiro ali. Às vezes dói. Mas é uma dor necessária.”

A pré-produção avança com intensidade. São semanas de conversas com diretores de arte, estudos de locação e testes de câmera que vão muito além da técnica. “A gente não está só montando um set. A gente está montando um universo psíquico”, resume Coppola.

O enredo: quando o desejo rompe o silêncio

Em Olhos Em Mim, conhecemos Rafael — um homem aparentemente ajustado à sua vida: um relacionamento estável, uma carreira respeitada, uma rotina previsível. Tudo começa a se fragmentar após um encontro que desperta um desejo inesperado. Não se trata apenas de uma paixão, mas de um confronto com tudo o que ele acreditava saber sobre si mesmo.

Gabriel faz questão de esclarecer: “Não é um filme sobre traição. É sobre ruptura interna. Sobre aquele momento em que algo nos desmonta e a gente se vê obrigado a se reconstruir. Nem sempre com respostas, mas com perguntas que não podem mais ser ignoradas.”

A narrativa flui entre cenas de realismo cru e momentos mais subjetivos, quase etéreos. A intenção é provocar mais sensações do que explicações. “Eu não quero que as pessoas apenas entendam o que está acontecendo com o Rafael. Quero que elas sintam o peso do silêncio, o calor do desejo, o incômodo da dúvida”, detalha o criador.

Roteiro como confissão e ato político

Coppola admite que, embora a história não seja literal, ela nasceu de um lugar muito íntimo. “Eu me inspirei em emoções que vivi. Em silêncios que guardei. Em perguntas que me fiz por anos”, diz. Escrever o roteiro foi, segundo ele, um processo quase terapêutico. Uma carta para si mesmo. Um pedido de escuta.

“Cresci sem ver histórias que refletissem minhas angústias. Ou, quando via, elas estavam sempre marcadas pela dor e pela punição. Era como se ser quem eu era viesse sempre com uma sentença. Com esse filme, eu quero propor outro olhar. Um olhar mais humano, mais terno, mais honesto.”

Essa honestidade também é, para Gabriel, um gesto político. “Quando um homem queer escreve sobre suas dores sem esconder sua sensibilidade, ele está desafiando tudo que disseram que ele não podia ser. Está dizendo que existe. Que merece ser visto — não como exceção, mas como parte da complexidade humana.”

Representatividade que vai além da superfície

A questão da representatividade é central para Olhos Em Mim, mas não da forma caricatural ou panfletária com que o cinema por vezes trata histórias queer. Gabriel quer sutileza, contradição, camadas.

“Ser queer não é uma cor única. É um espectro. É possível ser queer e ter medo, e se sentir deslocado, e ter desejo, e não saber como nomeá-lo. Eu não quero heróis ou mártires. Quero pessoas reais. Com dúvidas reais.”

Por isso, o projeto busca retratar uma experiência queer que não está necessariamente ligada a grandes gestos públicos ou narrativas épicas de aceitação. Ao contrário: Rafael, o protagonista, vive um drama íntimo, interno, quase mudo — mas ainda assim devastador.

Equipe e estética: o cinema como estado de espírito

Se o roteiro já aponta para uma proposta sensorial, a estética do filme segue a mesma lógica. A direção de fotografia está sendo construída com foco em luzes naturais, sombras densas, planos longos e uso dramático do silêncio. “Vai ter muito vazio em cena. Muito silêncio mesmo. Porque o silêncio, nesse filme, é um personagem”, explica Coppola.

A equipe, ainda que enxuta, foi escolhida a dedo. Pessoas que compartilham da sensibilidade do projeto. “Não dá pra fazer esse filme no automático. Ele exige presença, escuta, vulnerabilidade. Eu busquei artistas que entendessem isso.”

Quanto ao elenco, Gabriel mantém o mistério. “Está fechado, sim. Mas ainda é cedo pra anunciar. O que posso dizer é que as escolhas foram feitas com o coração. São pessoas que sentiram o filme antes de qualquer teste.”

A travessia até os festivais — e além

Com filmagens previstas para o segundo semestre de 2025 e pós-produção no início de 2026, Olhos Em Mim já tem planos de estreia em importantes mostras nacionais e internacionais. Mas para Gabriel, mais importante do que os prêmios ou holofotes é a possibilidade de tocar quem precisa se sentir visto.

“Quero que esse filme chegue onde ele for necessário. Pode ser em um grande festival em Berlim ou numa sessão especial numa escola de artes do interior. Se uma pessoa se reconhecer, já valeu.”

Ele menciona, com olhos úmidos, o desejo de alcançar “jovens LGBTQIA+ em cidades onde ser diferente ainda é motivo de isolamento”. Ou “homens que foram ensinados a sentir vergonha de sua sensibilidade”. Pessoas que, como ele mesmo em outros tempos, ainda estão tentando se olhar no espelho sem medo.

Uma obra que pulsa antes mesmo de existir

É impossível conversar com Gabriel Coppola sobre Olhos Em Mim sem perceber que o filme já existe — ainda que não tenha uma cena gravada. Ele está vivo nas palavras, nas hesitações, nos sonhos e nas dores de seu criador.

Mais do que uma produção audiovisual, trata-se de um manifesto íntimo. Uma afirmação de existência. Um convite para o outro olhar.

“Fazer esse filme é um ato de coragem. Mas também é um pedido de acolhimento. E eu acredito que, quando a gente se coloca com verdade no mundo, o mundo responde.”

Talvez seja essa, afinal, a maior força de Olhos Em Mim: ele não busca apenas contar uma história. Ele quer abrir espaço. Para o silêncio, para o desejo. Para quem, tantas vezes, foi ensinado a não existir por completo — agora, enfim, poder se olhar. E ser olhado.

Profissão Repórter desta terça (05/08) revela o poder oculto do SUS em meio ao caos da emergência e da alta complexidade

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Há uma pulsação invisível que mantém o Brasil em pé. Ela corre entre corredores frios, no compasso apressado dos plantões, no ranger das macas, no toque das sirenes, na espera silenciosa de quem teme não voltar para casa. Essa pulsação tem nome: SUS.

No episódio que será exibido na terça-feira, 5 de agosto de 2025, o Profissão Repórter levará o telespectador para dentro de dois universos que raramente serão mostrados com profundidade: o da emergência hospitalar, onde cada segundo valerá uma vida, e o da medicina de alta complexidade oferecida gratuitamente em hospitais públicos. O resultado será um retrato visceral do Brasil que lutará para respirar – e conseguirá, contra todas as probabilidades.

Sob o olhar atento de Caco Barcellos e das repórteres Talita Marchiori e Nathalia Tavolieri, o programa percorrerá mais de 40 horas dentro do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, na Baixada Fluminense, e no Instituto Estadual do Cérebro (IEC), no centro do Rio de Janeiro. Em ambos os casos, o que se revelará será mais do que uma reportagem: será uma aula de resistência, tecnologia e humanidade.

No limite do caos: o pronto-socorro que salva 1.500 vidas em quatro dias

À primeira vista, o Hospital Adão Pereira Nunes parecerá um retrato do caos. A recepção fervilhará. As ambulâncias chegarão em fila. Os corredores parecerão não ter fim. Em apenas quatro dias de gravação, mais de 1.500 atendimentos serão realizados – todos de urgência, todos com potencial risco de morte.

Mas bastará atravessar as portas da emergência para perceber que, por trás da aparente desordem, haverá um sistema funcionando com precisão quase cirúrgica. Em uma madrugada especialmente crítica, as equipes médicas se desdobrarão para atender quatro pacientes em estado gravíssimo ao mesmo tempo: duas idosas em parada cardíaca e dois jovens baleados. Treze profissionais entrarão em ação. Cada segundo importará.

“Às vezes, será como se estivéssemos dentro de um avião em queda livre e, ao mesmo tempo, tentando consertar o motor com as próprias mãos”, relatará a médica intensivista Gleicy Mantovani. “Mas quando a gente vir um paciente sair daqui andando… tudo terá valido a pena.”

Entre os casos que a reportagem acompanhará, estará o da empresária Stefany da Sylva Soares, que chegará ao hospital com perfurações por arma de fogo após um atentado. Seu marido, que também terá sido alvejado, não resistirá. “Eu achei que não sairia dali viva. Serei salva pela rapidez da equipe médica. Serão anjos”, dirá ela, ainda visivelmente abalada.

Durante o período de gravação, 12 pessoas não resistirão aos ferimentos. A morte, no Adão Pereira Nunes, será uma presença constante. Mas ela não ditará as regras. A cada plantão, centenas de profissionais lutarão para empurrar a linha entre a vida e a morte um pouco mais adiante.

Cirurgias que custam mais de R$ 100 mil – e são feitas de graça

O programa também acompanhará de perto os setores de cirurgia eletiva, onde serão realizados procedimentos de altíssimo custo, totalmente gratuitos. Em um país em que a fila para cirurgias públicas poderá ultrapassar anos de espera em algumas regiões, o Adão Pereira Nunes se destacará como uma exceção – e uma esperança.

O hospital realizará cerca de duas mil cirurgias por mês, algumas delas avaliadas em mais de R$ 100 mil se fossem feitas na rede privada. Reconstruções ósseas complexas, operações ortopédicas de alta precisão, neurocirurgias delicadas – tudo será financiado com recursos do SUS, em um esforço que movimentará R$ 35 milhões por mês, segundo o diretor da unidade, Thiago Resende.

“Será um trabalho que exigirá não só estrutura, mas uma rede de profissionais comprometida com o que faz. Aqui, o paciente não será um número. Será alguém que merecerá voltar para casa com dignidade”, afirmará ele.

Com uma equipe composta por 700 médicos e 3.200 profissionais da saúde, o hospital se transformará, diariamente, em um campo de batalha pela vida. E, em muitos casos, vencerá.

Do útero à neurocirurgia: o IEC e a medicina de fronteira no SUS

Enquanto o Adão Pereira Nunes representa a linha de frente da urgência, o Instituto Estadual do Cérebro (IEC) revela outra face do SUS: a da medicina sofisticada, silenciosa, feita com bisturi e tecnologia de ponta.

A repórter Nathalia Tavolieri acompanhou plantões no centro especializado em neurocirurgias, onde são realizadas cerca de 200 operações por mês – todas de altíssima complexidade. Lá, é possível encontrar um tipo de cirurgia raríssima: a correção intrauterina de mielomeningocele, uma má-formação da coluna em fetos. O procedimento é feito com o bebê ainda no útero, reduzindo os impactos da condição para a vida toda.

“É algo que poucas equipes no mundo realizam com segurança. Aqui conseguimos fazer isso pelo SUS”, afirma a neurocirurgiã responsável pelo procedimento.

Outro momento impressionante é a realização da talamotomia, uma cirurgia realizada com o paciente acordado, utilizada para reduzir os tremores causados pelo Parkinson. As imagens mostram o paciente conversando com os médicos enquanto parte de seu cérebro é operada. O procedimento exige precisão absoluta – e uma dose generosa de empatia.

“É como entrar no cérebro de alguém pedindo licença”, resume um dos médicos, emocionado.

Entre estatísticas e nomes: o jornalismo que escuta o SUS

O maior trunfo do episódio estará, talvez, na forma como o Profissão Repórter se recusará a tratar seus personagens como números. Stefany, a empresária baleada; o rapaz de 19 anos que sobreviverá após múltiplos disparos; a mãe que verá o filho operado sair andando; o paciente com Parkinson que reencontrará a própria voz… todos terão nome, rosto, história.

Ao longo da reportagem, Caco Barcellos e sua equipe não apenas documentarão. Eles escutarão, sentirão, devolverão humanidade ao sistema muitas vezes retratado apenas como burocrático ou falho.

“Nós não viremos aqui para esconder a dor. Viremos para mostrar que, apesar dela, existirá beleza, competência e solidariedade”, dirá Caco em uma das entrevistas de bastidores. “O SUS será um dos maiores projetos de saúde pública do mundo. E precisará ser defendido como tal.”

Quando o SUS dá certo, todo o Brasil ganha

O episódio irá além da denúncia. Ele também será celebração. Ao mostrar exemplos de excelência no serviço público, a reportagem sublinhará uma verdade incômoda: será possível fazer saúde pública de qualidade no Brasil. E isso acontecerá – ainda que silenciosamente, ainda que sob o peso de orçamentos insuficientes e estruturas saturadas.

Se hospitais como o Adão Pereira Nunes e o IEC conseguirem funcionar em alto nível, por que não multiplicar esse modelo? O que faltará será investimento, valorização profissional, políticas de continuidade. O que sobrará, em muitos lugares, será vontade – e isso já será meio caminho andado.

A urgência de reconhecer o que é nosso

Em um país marcado por desigualdades, o Profissão Repórter prestará um serviço fundamental: mostrará que o que teremos de mais valioso poderá estar ao alcance de todos – se houver vontade política e pressão da sociedade.

O SUS será, em essência, um pacto coletivo. Um acordo nacional de que todas as vidas importarão, independentemente do CEP, do sobrenome ou do saldo bancário. O episódio de terça-feira será uma lembrança vívida disso. Uma afirmação de que, mesmo quando tudo parecer ruir, ainda haverá algo no Brasil que funcionará – e muito bem.

Pacificador | Novo trailer da 2ª temporada promete ação intensa e amplia conexões no DCU

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo de super-heróis da DC está prestes a ganhar mais uma peça fundamental: a segunda temporada de Pacificador. O novo trailer da série, divulgado recentemente, finalmente revelou os primeiros vislumbres dos episódios que chegam à HBO Max em 21 de agosto de 2025, marcando um capítulo essencial na construção do renovado DC Universe (DCU).

Para os fãs, a expectativa não poderia ser maior. Desde os primeiros filmes do DCEU, o público acompanha uma trajetória de altos e baixos na forma como os personagens e histórias se conectam. Agora, com a DC Studios adotando uma abordagem mais consistente e interligada, produções como a do anti-herói deixam de ser simples spin-offs para se tornarem elementos centrais de um universo compartilhado mais sólido, repleto de referências, conexões e consequências diretas entre filmes e séries.

Um anti-herói que conquista pela complexidade

O charme da série sempre esteve no equilíbrio entre brutalidade e humanidade. John Cena retorna como Chris Smith, um anti-herói que, apesar de seu comportamento ríspido e sarcasmo constante, revela vulnerabilidades profundas. Essa complexidade foi um dos grandes trunfos da primeira temporada, que conquistou fãs não apenas por cenas de ação impactantes, mas pelo mergulho psicológico no personagem.

O público aprendeu a acompanhar um homem imperfeito, que acredita em sua própria versão distorcida de justiça. Ao mesmo tempo em que provoca risadas com sua postura exagerada, Chris Smith também desperta reflexões sobre moralidade, responsabilidade e os limites entre certo e errado. Esse dualismo é o que torna a série única no universo de adaptações de quadrinhos, e a segunda temporada promete expandir ainda mais essas nuances.

Humor negro e ação: a marca de James Gunn

Além da construção do protagonista, Pacificador se destaca por sua combinação de comédia negra e ação de super-herói. James Gunn, criador, roteirista e diretor da série, imprime seu estilo característico, com diálogos afiados, timing cômico perfeito e cenas de ação coreografadas com intensidade cinematográfica.

Essa mescla de gêneros garante que a série seja ao mesmo tempo divertida, crítica e emocionalmente envolvente. Não se trata apenas de explosões e lutas: cada episódio explora a humanidade dos personagens, suas falhas e dilemas, criando uma narrativa que dialoga com o público de maneira madura e sofisticada, sem perder o tom leve que tornou a primeira temporada um sucesso.

Desafios e bastidores da produção

A segunda temporada, embora aguardada, não surgiu sem desafios. James Gunn, agora co-presidente da DC Studios, precisou dividir seu tempo entre funções executivas e o trabalho criativo direto nas produções, o que atrasou parcialmente o cronograma inicial. Além disso, a produção do spin-off Waller teve prioridade, mas acabou adiada devido às disputas trabalhistas que afetaram Hollywood em 2023.

Com esses ajustes, a equipe retomou a produção de Pacificador no início de 2024, garantindo que a série tivesse foco total. As filmagens aconteceram entre junho e novembro no Trilith Studios, em Atlanta, e foram conduzidas em paralelo com o novo filme do Superman, reforçando a ideia de um universo compartilhado interconectado.

Elenco robusto e novas conexões

John Cena retorna como Pacificador, e a série mantém um elenco sólido e diversificado. Entre os destaques estão Danielle Brooks (Orange Is the New Black), Freddie Stroma (Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Bridgerton), Jennifer Holland (Birds of Prey), Steve Agee (The Suicide Squad), Robert Patrick (O Exterminador do Futuro 2, Wayne), Sol Rodríguez (Soy Luna), David Denman (The Office, Mamma Mia! Here We Go Again), Tim Meadows (Saturday Night Live, Scream Queens) e Michael Rooker (Guardiões da Galáxia, The Walking Dead). A presença de Frank Grillo, interpretando Rick Flag Sr. (Esquadrão Suicida, Capitão América: O Soldado Invernal), adiciona um elemento de peso, conectando diretamente a série aos filmes do Esquadrão Suicida e ao novo filme do Superman.

Essa teia narrativa é uma prova do cuidado da DC Studios em criar coerência e continuidade dentro do DCU. Cada personagem, mesmo os secundários, tem potencial de influenciar acontecimentos em outras produções, criando um universo interligado que recompensa fãs atentos e permite múltiplos níveis de engajamento.

O que esperar da segunda temporada

Embora muitos detalhes da trama ainda estejam guardados, algumas pistas já são visíveis no trailer: Chris Smith continua navegando entre sua missão violenta e as situações cômicas que surgem de seu comportamento impulsivo. A série promete explorar novas ameaças, personagens misteriosos e dilemas morais ainda mais complexos, aprofundando a jornada do anti-herói que conquistou o público na primeira temporada.

O humor ácido permanece, mas agora com maior inserção de drama e ligação direta com o universo maior da DC. Essa abordagem cria um equilíbrio dinâmico: ação de alto impacto, momentos cômicos bem-humorados e desenvolvimento psicológico consistente, mantendo os fãs engajados e curiosos sobre o que vem a seguir.

Pacificador como peça-chave do DCU

A segunda temporada não é apenas entretenimento: é um movimento estratégico da DC Studios para solidificar o DCU como um universo coeso. Com o lançamento de filmes como Superman abrindo portas para novos personagens e tramas, séries como Pacificador ajudam a estabelecer um alicerce narrativo interconectado, preparando o terreno para futuras histórias e spin-offs.

Essa integração reforça a ideia de que cada produção tem peso dentro do universo compartilhado, tornando cada episódio uma oportunidade para entender conexões, relações e consequências que vão além da tela.

Atomic | MGM+ divulga trailer da nova série de ação estrelada por Alfie Allen e Shazad Latif

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Foto: Reprodução/ Internet

A MGM+ revelou recentemente o trailer oficial de Atomic, a aguardada série britânica de ação e aventura que promete prender a atenção do público com uma mistura de suspense, espionagem e tensão internacional. A produção chega à plataforma de streaming no dia 28 de agosto de 2025, trazendo um elenco de peso e uma narrativa inspirada em fatos reais. Abaixo, confira o vídeo:

Baseada no livro de não ficção Atomic Bazaar, do jornalista William Langewiesche, a série acompanha acontecimentos e personagens inseridos no contexto global da energia nuclear e das tensões geopolíticas contemporâneas. Ao combinar elementos de investigação, ação e drama, Atomic oferece ao público uma experiência cinematográfica dentro do formato televisivo, com ritmo ágil e intensidade constante.

O elenco da série reúne talentos reconhecidos do cinema e da televisão, liderados por Alfie Allen (John Wick, Game of Thrones) no papel de Max, e Shazad Latif (Nautilus, Star Trek: Discovery) como JJ. A atriz Samira Wiley (Orange Is the New Black, The Handmaid’s Tale) interpreta Cassie Elliot, trazendo profundidade emocional à narrativa.

Outros nomes do elenco incluem Brian Gleeson (Peaky Blinders, The Irishman) como Mark Ellis, Franklin Virgüez (Celia, La Mala Educación) no papel de Antonio Alam, Avital Lvova (Shtisel, McMafia) como Oksana Shirokova e Stuart Martin (Line of Duty, Our Kind of Traitor) interpretando Robert “Rab” Mackintosh. Complementam o time Vahid Gold (Jack Ryan, The Spy) como Khaled Awad e Charlie Murphy (Peaky Blinders, The Bachelor) no papel de Laetitia.

Essa diversidade de personagens promete explorar diferentes perspectivas e conflitos, refletindo a complexidade das histórias que giram em torno do universo nuclear e da espionagem internacional. Cada ator contribui para dar vida a um mundo repleto de tensões, dilemas éticos e decisões que podem mudar o curso da narrativa.

A obra é uma série de cinco episódios produzida pela Pulse Films em parceria com a Sky Studios. A direção fica a cargo de Shariff Korver, enquanto Peter McAleese assume o papel de produtor principal. O roteiro, escrito por Gregory Burke, mantém fidelidade à pesquisa jornalística de Langewiesche, oferecendo um equilíbrio entre fidelidade factual e narrativa dramática.

Os produtores executivos incluem Jamie Hall e Judy Counihan, da Pulse Films, além de Thomas Benski, Gregory Burke, Sam Hoyle e Megan Spanjian, da Sky Studios. As filmagens ocorreram no Marrocos durante o verão de 2024, cenário que proporcionou paisagens variadas e uma ambientação realista para a série.

O trailer divulgado apresenta sequências de ação intensas, confrontos estratégicos e momentos de suspense que destacam a tensão entre os protagonistas e seus desafios profissionais e pessoais. Com cenas que alternam ação explosiva e diálogos carregados de significado, o vídeo consegue transmitir a atmosfera de urgência e risco que permeia toda a série.

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