Nem Toda História de Amor Acaba em Morte vence prêmio do público no Festival RIO LGBTQIA+ e reafirma força do cinema inclusivo brasileiro

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O cinema nacional deu mais um passo importante rumo à representatividade e à pluralidade de vozes. O longa “Nem Toda História de Amor Acaba em Morte”, dirigido por Bruno Costa (Mirador, Cidade de Deus – A Luta Não Para), foi eleito Melhor Filme pelo voto popular na 14ª edição do Festival RIO LGBTQIA+, encerrado na última quarta-feira (9), no Rio de Janeiro. A conquista reforça o impacto da produção, que tem chamado atenção por sua abordagem sensível e inovadora sobre amor, identidade e inclusão.

“É uma grande honra levar esse prêmio com uma produção que aposta tanto na representatividade e na pluralidade do amor. Estamos abrindo novas portas e oportunidades para a população surda, dentro e fora das telas, fomentando histórias e ocupando espaços”, afirmou o diretor e roteirista Bruno Costa.

O reconhecimento soma-se a outras importantes passagens do filme por festivais brasileiros. Em sua estreia, no Cine PE – Festival Audiovisual, o longa foi premiado e aclamado pela crítica. Em seguida, integrou a seleção do 14º Olhar de Cinema – Festival Internacional de Curitiba, consolidando-se como uma das vozes mais autênticas do cinema brasileiro contemporâneo.

Um retrato afetivo da diversidade
“Nem Toda História de Amor Acaba em Morte” é o primeiro longa-metragem nacional protagonizado por uma atriz surda, a talentosa Gabriela Grigolom, que interpreta Lola, uma jovem mãe negra que enfrenta as dificuldades de manter sua companhia de teatro enquanto cria a filha, Maya (Sophia Grigolom), em um ambiente social que ainda impõe barreiras à inclusão.

A história se entrelaça à de Sol (Chiris Gomes), professora de meia-idade em processo de separação. Apesar de ainda dividir a casa com o ex-marido, Miguel (Octávio Camargo), Sol vive um momento de ruptura pessoal. Quando conhece Lola, mãe de uma de suas alunas, surge uma conexão imediata. Sol, que teve um irmão surdo, é uma das poucas pessoas da escola que se comunica com fluidez em Libras, o que permite uma aproximação genuína entre elas.

Ao longo da trama, o que começa como empatia se transforma em um relacionamento afetivo que ultrapassa barreiras linguísticas, culturais e emocionais. É também por meio da convivência entre Sol, Lola e Miguel — todos sob o mesmo teto — que o filme revela com sutileza os desafios do orgulho, da escuta e do afeto cotidiano.

Cinema como espaço de escuta e visibilidade
Apesar de tocar em temas como homofobia, capacitismo e silenciamento social, o filme aposta em um tom de comédia dramática leve e humanizada, fugindo de estereótipos e tragédias. A força da obra está justamente na cotidianeidade com que apresenta personagens complexos, contraditórios e profundamente humanos.

Com uma abordagem cuidadosa, o longa valoriza a Língua Brasileira de Sinais (Libras) como meio de expressão afetiva e narrativa, e reafirma a importância de dar protagonismo às pessoas surdas dentro e fora das telas — não apenas como personagens, mas como intérpretes de suas próprias histórias.

Paul Rudd e Tim Robinson se metem em altas confusões na comédia Friendship — e o trailer já está no ar!

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Imagina conhecer um vizinho que te arrasta para uma noite insana de exploração urbana, shows punk e até umas discussões sobre antiguidades paleolíticas (pois é, bem aleatório mesmo). Essa é a vibe de Friendship, a nova comédia estrelada por Paul Rudd (Homem-Formiga) e Tim Robinson (Pânico 5) que já ganhou seu primeiro trailer. E olha… parece que vem coisa boa por aí!

Dirigido e roteirizado por Andrew DeYoung (Caçadoras de Recompensas), o filme traz ainda Kate Mara (Quarteto Fantástico), Meredith Garretson, Jack Dylan Grazer, Josh Segarra e Jon Glaser no elenco. A produção é da queridinha A24, que dispensa apresentações com seus sucessos diferentões, como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo.

Uma amizade que dá ruim

A trama gira em torno de Craig Waterman (Robinson), um pai de família que leva uma vida sossegada até cruzar o caminho do novo vizinho Austin Carmichael (Rudd), um cara misterioso e absurdamente carismático. O bromance entre eles parece promissor, até que Craig começa a agir de forma… digamos, intensa demais. E como já era de se esperar, a amizade desanda com direito a tretas hilárias e situações completamente fora do controle.

Quando chega?

A estreia rola em maio nos Estados Unidos. Por aqui, ainda não tem previsão — mas bora torcer para a A24 não fazer a gente esperar muito, né? Se não for nos cinemas, que venha pelo streaming.

Sem dúvidas! Paul Rudd é sempre garantia de diversão, e Tim Robinson tem um humor caótico que casa perfeitamente com essa premissa meio absurda. Com a assinatura da A24, é quase certo que Friendship vai misturar boas risadas com aquele toque de “pera, o que eu acabei de assistir?”.

Se você curte uma comédia fora do padrão com pitadas de caos e bizarrices, coloca Friendship no seu radar. Porque, convenhamos: amizades improváveis e desastres hilários são sempre uma boa pedida. 🎸

Saiba tudo sobre os filmes de hoje (10) na Temperatura Máxima, Domingo Maior e Cinemaço da TV Globo

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Foto: Reprodução/ Internet

Domingo (10) é dia de relaxar e aproveitar aquele filme que faz o coração acelerar, a adrenalina subir e a gente se envolver de verdade com uma história emocionante. E a Temperatura Máxima da TV Globo preparou exatamente isso para você: Arranha-Céu: Coragem Sem Limite, um filme que vai fazer você prender a respiração do começo ao fim.

A trama gira em torno de Will Sawyer, vivido por Dwayne Johnson, um homem que já passou por muita coisa difícil na vida — ele é veterano de guerra e ex-líder de resgates do FBI. Mas o que Will enfrenta aqui é diferente: ele vai precisar usar toda sua força e inteligência para salvar a família que está presa no arranha-céu mais alto e seguro do mundo, um prédio futurista em Hong Kong.

Imagine só: um edifício que é uma verdadeira cidade nas alturas, com toda a tecnologia e segurança do mundo. Só que, do nada, ele vira palco de um incêndio devastador. E para piorar, o próprio Will é acusado de ter provocado tudo aquilo. A situação parece impossível, quase um pesadelo. Mas é aí que ele mostra o que significa ser um herói de verdade.

O filme não é só explosões e cenas de ação — tem muito coração também. A relação entre Will e sua esposa Sarah, interpretada por Neve Campbell, traz uma emoção real para a história. A gente entende que, no meio daquele caos todo, o que ele mais quer é proteger quem ama. É essa luta que torna tudo mais intenso e humano.

Além disso, o filme fala sobre coragem, justiça e o poder da determinação. Will não desiste, mesmo quando tudo está contra ele. A gente torce, vibra e sofre junto, porque aquela não é só uma aventura qualquer: é uma corrida contra o tempo para salvar vidas.

A produção do filme é incrível, com efeitos que deixam a gente quase sentindo o calor do fogo e a vertigem das alturas. As filmagens aconteceram em Vancouver, no Canadá, e o trabalho dos técnicos foi minucioso para que tudo parecesse real e impressionante.

Se você gosta de filmes que misturam ação de tirar o fôlego com uma história que mexe com o coração, Arranha-Céu: Coragem Sem Limite é para você. Dwayne Johnson, que já é conhecido por seus papéis cheios de energia, aqui entrega uma performance que mistura força física com sensibilidade, mostrando que heróis também sentem medo, mas escolhem seguir em frente.

Foto: Reprodução/ Internet

Domingo Maior exibe Planeta dos Macacos: O Confronto

A TV Globo traz para a sua tela o emocionante e aclamado filme Planeta dos Macacos: O Confronto, uma produção que vai além da ação e da ficção científica para falar sobre dilemas profundos da convivência, liderança e o futuro de duas espécies marcadas por conflitos históricos.

Dez anos depois de conquistar a liberdade, César, o chimpanzé líder da comunidade símia, vive em um refúgio tranquilo na floresta próxima a São Francisco, onde ele e sua espécie desenvolveram uma sociedade baseada no respeito e no apoio mútuo. Enquanto isso, os humanos enfrentam uma crise sem precedentes: um vírus criado em laboratório dizimou grande parte da população, deixando os sobreviventes isolados e desesperados.

Nesse cenário de tensão e incerteza, um grupo humano tenta reativar uma usina hidrelétrica dentro do território dos macacos, na esperança de restaurar a energia elétrica e salvar o que resta da civilização. Malcolm, o líder desse grupo e um dos poucos que conhece verdadeiramente César e sua comunidade, busca evitar a guerra e promover a paz entre as espécies. Mas nem todos compartilham dessa visão.

O filme conduz o espectador por uma narrativa rica em emoção, política e ética, onde lealdades são testadas e decisões difíceis precisam ser tomadas. A figura de César, interpretada magistralmente por Andy Serkis através de captura de movimento, representa a luta por coexistência pacífica, enquanto o bonobo Koba, seu ex-tenente e um sobrevivente de crueldades humanas, alimenta o ressentimento e a sede por vingança.

A tensão cresce à medida que desconfiança, medo e passado traumático ameaçam explodir em um conflito aberto. As cenas impressionantes que misturam tecnologia de ponta, efeitos visuais realistas e atuações intensas transportam o público para esse universo onde o futuro das espécies está em jogo.

Além do elenco principal, com nomes como Jason Clarke (Malcolm), Gary Oldman (Dreyfus) e Keri Russell (Ellie), a dublagem brasileira também se destaca, trazendo vozes marcantes que dão vida aos personagens e intensificam a experiência emocional do filme.

Foto: Reprodução/ Internet

Cinemaço exibe Clube da Luta

Na madrugada deste domingo, o Cinemaço traz um filme que é referência quando o assunto é cinema provocativo e cheio de camadas: Clube da Luta (Fight Club), dirigido por David Fincher. Mais do que uma história sobre violência, o filme é um retrato intenso da luta interna de um homem contra o vazio da vida moderna e as amarras do consumismo.

O protagonista, interpretado por Edward Norton, é um homem sem nome que vive uma existência sufocante — preso em um trabalho burocrático, sofrendo de insônia e buscando sentido em meio à monotonia. Para tentar aliviar sua angústia, ele começa a frequentar grupos de apoio para pessoas com doenças graves, mesmo sem realmente sofrer delas. É nesses encontros que encontra um alívio temporário, até cruzar o caminho de Marla Singer, personagem enigmática e tão perdida quanto ele.

Tudo muda quando ele conhece Tyler Durden, vivido por Brad Pitt — um homem carismático e subversivo, que o convida a participar de um clube secreto de luta. O clube nasce como uma forma crua de liberdade, onde homens comuns se enfrentam para sentir que estão vivos, quebrando a rotina anestesiante da sociedade consumista. Mas o que era para ser uma válvula de escape se transforma em algo muito maior e perigoso.

Clube da Luta é uma reflexão sobre a identidade, o poder e o desespero de uma geração que se sente desconectada do mundo à sua volta. A relação complexa entre o narrador e Tyler revela camadas profundas sobre dualidade e autoconhecimento, em um roteiro que surpreende e desafia o espectador a questionar a própria realidade.

A direção de David Fincher é precisa e intensa, utilizando a violência e o caos como metáforas para o conflito interno do protagonista e para uma crítica social mordaz. Helena Bonham Carter, no papel de Marla, traz uma presença única, representando tanto o desespero quanto a possibilidade de redenção.

Quando foi lançado, Clube da Luta dividiu opiniões, mas com o tempo se tornou um clássico cult, influenciando gerações e sendo constantemente revisitado por seu estilo inovador e mensagem profunda.

Gabriel Monteiro quebra o silêncio no Domingo Espetacular de 18/05/2025

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Foto: Reprodução/ Internet

Gabriel Monteiro, ex-policial militar, ex-youtuber e ex-vereador do Rio de Janeiro, se tornou uma figura polêmica por onde passou. Sempre com o celular na mão e rodeado por seguidores, ele apostava em um estilo combativo e midiático — o que o ajudou a se eleger, mas também atraiu críticas ferrenhas.

Em 2022, no auge de sua exposição, Monteiro foi acusado de estupro por uma mulher após uma saída de uma casa noturna. A denúncia, feita poucos meses após o encontro, veio acompanhada de um relato detalhado que rapidamente viralizou nas redes sociais e pautou os telejornais do país. Desde então, Monteiro se afastou da política, das redes e da mídia, mantendo-se em silêncio sobre o caso — até agora.


🎤 A entrevista exclusiva: o que ele diz?

Neste domingo, 18 de maio de 2025, Gabriel Monteiro aparece cara a cara com as câmeras para falar sobre a acusação que virou sua vida de cabeça para baixo. Na entrevista, ele se defende, rebate pontos da denúncia, fala sobre o processo judicial e diz o que aprendeu (ou não) com tudo isso.

A reportagem promete ainda:

  • Detalhes inéditos sobre o processo;
  • Bastidores da acusação;
  • Declarações impactantes de Monteiro;
  • E a repercussão nas redes sociais e entre juristas.

É um conteúdo tenso, recheado de polêmicas e que levanta questões importantes sobre limites da exposição, ética na política, violência contra a mulher e responsabilidade pública.


🧨 Domingo quente na Record

A Record aposta alto na entrevista para alavancar a audiência do Domingo Espetacular. A chamada oficial da emissora destaca: “O que ele tem a dizer sobre as denúncias? Gabriel Monteiro fala pela primeira vez na TV. É neste domingo, logo após Quilos Mortais!”.

A expectativa é de que a entrevista repercuta fortemente nas redes sociais e coloque novamente o nome de Monteiro em debate. Afinal, o ex-vereador ainda tem uma base fiel de apoiadores — mas também enfrenta forte rejeição por parte do público, principalmente após o escândalo.


📺 Não vai perder, né?

🗓 Domingo, 18 de maio de 2025
🕢 A partir das 19h30
📍 Na tela da Record

Matthew Goode quase foi James Bond — mas sua visão sombria demais afastou os produtores

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Antes de Daniel Craig reinventar James Bond em Cassino Royale (2006), o papel mais cobiçado do cinema britânico passou pelas mãos — ou quase — de outros nomes. Um deles foi Matthew Goode, conhecido por papéis elegantes em produções como Downton Abbey, The Crown e Stoker. Mas, ao que parece, foi justamente essa sofisticação que não o salvou de um pequeno detalhe: ele queria um 007 muito mais perturbado.

Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused, o ator revelou que chegou a se reunir com a produtora Barbara Broccoli, responsável por conduzir a franquia Bond há décadas. Embora não tenha feito um teste formal, Goode confirmou que entrou na roda de conversas para o novo agente secreto. Só que sua proposta… era bem diferente do que se esperava.

“Ela me perguntou: ‘Qual a sua ideia para o Bond?’”, contou o ator. “E eu respondi: ‘A gente precisa voltar aos livros. Esse cara devia ser um alcoólatra. Um drogado. Ele se odeia. Odeia mulheres. Odeia um monte de gente. Ele está em dor profunda. Mas também é brilhante em matar pessoas.’”

Goode ainda brinca que, naquele momento, Barbara provavelmente já estava pensando no próximo candidato.

Um Bond com mais dor do que glamour

O curioso é que a proposta de Matthew Goode não estava exatamente fora do radar. Ian Fleming, autor dos romances originais de 007, escreveu um Bond muito mais sombrio, introspectivo e moralmente ambíguo do que as versões estilizadas do cinema. Mas talvez Goode tenha levado isso a um grau que, na época, ainda não parecia comercialmente viável — mesmo que Daniel Craig, pouco tempo depois, tenha trilhado um caminho semelhante, com um Bond mais cru, realista e emocionalmente instável.

“O que eu deveria ter dito era: ‘Mas também devíamos fazê-lo incrivelmente charmoso’”, reconheceu Goode com humor. “Acho que faltou um pouco de equilíbrio.”

E se tivesse sido Goode?

Fica a provocação: como teria sido o universo de Cassino Royale — aquele que redefiniu a franquia com mais gravidade, suor e sangue — se Goode tivesse recebido o papel? Com seu olhar afiado e presença contida, ele provavelmente teria entregue um Bond mais cerebral, mais trágico — talvez menos físico, mas mais psicologicamente quebrado.

No fim das contas, o papel ficou com Daniel Craig, que justamente trouxe à franquia um agente mais denso e emocionalmente afetado. Só que com um detalhe essencial: charme frio e magnetismo inegável, elementos que equilibraram a dor e a brutalidade do personagem.

Enquanto isso, Matthew Goode segue construindo uma carreira sólida, se destacando em projetos com mais nuance e menos tiroteios — embora, após essa revelação, muitos fãs estejam se perguntando o que perdemos naquela conversa com Barbara Broccoli.

Quem sabe, em algum universo paralelo, o 007 de Goode esteja vagando por aí, mais amargo, mais ferido — e igualmente letal.

Homem-Aranha 4 – Um Novo Dia | Foto dos bastidores do filme reúne Tom Holland, Jacob Batalon e Zendaya

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Poucos heróis dos quadrinhos alcançaram tamanha conexão emocional com o público quanto o Homem-Aranha. Desde sua criação por Stan Lee e Steve Ditko, em 1962, Peter Parker tornou-se um espelho das fragilidades humanas, representando aquele jovem que precisa equilibrar problemas cotidianos com a responsabilidade de salvar o mundo. Essa essência se mantém viva nas telas, e cada nova produção do herói reacende a paixão de milhões de fãs. Agora, o aguardado quarto filme da franquia estrelada por Tom Holland começou a ganhar vida, e uma simples foto do set já foi suficiente para movimentar a internet.

Na imagem, que podemos ver logo acima, vemos Tom Holland ao lado de Zendaya e Jacob Batalon, os intérpretes de MJ e Ned Leeds, respectivamente. A presença do trio, que conquistou plateias em De Volta ao Lar (2017), Longe de Casa (2019) e Sem Volta Para Casa (2021), confirma que, mesmo após os eventos dramáticos que redefiniram suas trajetórias, o elo entre eles segue sendo um dos pilares narrativos da franquia. O detalhe mais comentado foi a camiseta do MIT usada por Ned, lembrando o momento em que Peter, no filme anterior, abriu mão de tudo para garantir que os amigos pudessem realizar o sonho de estudar na prestigiada universidade.

Reencontros aguardados e reforços de peso

Zendaya retorna como MJ, papel que a consolidou como uma das intérpretes mais versáteis de sua geração, com trabalhos marcantes em Euphoria, Duna e Malcolm & Marie. Sua química com Tom Holland continua evidente, mas agora enfrenta um novo desafio: interpretar uma personagem que perdeu suas memórias afetivas mais profundas. O reencontro com Peter promete ser carregado de sentimentos contraditórios, adicionando camadas emocionais intensas ao filme.

Jacob Batalon também retorna como Ned Leeds, em uma versão renovada do personagem. Estudando no MIT, Ned explorará novas facetas de inteligência e ambição, abrindo espaço para caminhos narrativos diferentes. Nos quadrinhos, o personagem chega a assumir a identidade do Duende Macabro, e fãs especulam se o MCU poderá introduzir elementos dessa trajetória no futuro.

Entre os reforços do elenco, Jon Bernthal retorna como o Justiceiro. Depois de conquistar fãs com sua interpretação intensa em Demolidor e O Justiceiro (séries da Netflix), Bernthal traz agora a tensão entre o idealismo de Peter Parker e a violência extrema de Frank Castle, criando dinâmicas dramáticas únicas.

O elenco ainda inclui Sadie Sink (Stranger Things), interpretando uma personagem inédita e misteriosa, Liza Colón-Zayas (The Bear) e Tramell Tillman (Severance), além do retorno de Mark Ruffalo como Bruce Banner/Hulk, oferecendo um contraponto mais experiente ao jovem herói. E, embora já esteja confirmado o núcleo principal, os fãs continuam atentos aos rumores sobre a possível volta de Charlie Cox como Matt Murdock/Demolidor, que se encaixaria perfeitamente na proposta urbana do filme.

A Europa como palco da Nova York de Peter

O início das filmagens em Glasgow transformou pontos icônicos da cidade escocesa em ruas movimentadas de Nova York. Locais como Merchant City, George Square e Trongate receberam placas, letreiros e veículos que recriaram a atmosfera da Big Apple com perfeição. Essa escolha não é inédita: a arquitetura de Glasgow já foi utilizada em outras produções para simular cenários americanos, oferecendo autenticidade com mais controle logístico.

Enquanto isso, o Pinewood Studios, em Buckinghamshire, Inglaterra, abriga as cenas gravadas em soundstage, incluindo sequências complexas que dependem fortemente de efeitos visuais. Essa alternância entre locações reais e tecnologia de ponta reforça o cuidado da equipe em entregar uma obra que seja tanto grandiosa quanto fiel à essência do herói.

Entenda o significado do título filme

O título oficial, Um Novo Dia, carrega um simbolismo poderoso. Ele sugere renovação, mas também solidão e desafios. Depois do feitiço que apagou a identidade de Peter da mente de todos em Sem Volta Para Casa, o herói se encontra em um recomeço doloroso.

Para muitos fãs, o nome remete à polêmica saga dos quadrinhos One More Day, na qual Peter faz um pacto para salvar a vida de Tia May, em troca de apagar seu casamento com Mary Jane da realidade. Embora o filme não deva seguir esse arco literalmente, a referência está clara: trata-se de um novo início, mas construído sobre o sacrifício de laços profundos.

Ao invés de enfrentar ameaças cósmicas, como nas últimas fases do MCU, o Homem-Aranha retorna às suas raízes urbanas. A proposta é mostrar um Peter Parker solitário, reconstruindo sua vida em Nova York, equilibrando trabalho, estudos e a proteção da cidade. É o retorno ao espírito original do personagem: um jovem comum enfrentando problemas extraordinários.

Amanda Azevedo comemora indicação a Melhor Atriz de Comédia no Rio Webfest e consolida força das produções independentes

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Foto: Reprodução/ Internet

Amanda Azevedo vive um desses momentos que parecem resumir anos de trabalho silencioso, ideias anotadas em cadernos amassados e sonhos que persistem mesmo quando o cronograma aperta. A atriz, roteirista e diretora criativa acaba de ser indicada ao prêmio de Melhor Atriz de Comédia no Rio Webfest, uma das maiores vitrines mundiais para produções digitais. A nomeação vem por sua atuação em Histórias de Quase Amor pra Quem Tem Pressa, websérie independente que ela cria e protagoniza ao lado do parceiro artístico Felipe Souza.

Para quem acompanhou o crescimento orgânico do projeto, a notícia emociona, mas não surpreende. A série nasceu pequena, filmada com delicadeza e vontade, e cresceu abraçada pelo público que reconheceu na história o reflexo de suas próprias urgências amorosas. Mais de 6 milhões de visualizações depois, Amanda chega ao festival com a mesma postura artesanal que fez o projeto existir: pés no chão, coração aberto e uma gratidão que atravessa a voz quando ela fala sobre tudo isso.

A narrativa acompanha Rita e Roberto, dois jovens que se conhecem de maneira despretensiosa em uma loja de vinis. A partir desse encontro, a série constrói um mosaico de afetos interrompidos, diálogos rápidos e a sensação constante de que o tempo nunca está completamente a favor. Rita, vivida por Amanda, é uma personagem doce, desorganizada e cheia de frestas emocionais. É também uma figura profundamente contemporânea, alguém que tenta ser adulta enquanto ainda guarda esboços de poesia dentro da mochila.

O festival reconheceu não apenas a força da atuação de Amanda, mas também a coesão estética e narrativa do projeto. Além da indicação à Melhor Atriz de Comédia, a websérie concorre em outras quatro categorias: Melhor Websérie de Comédia, Melhor Microssérie, Melhor Websérie Vertical e Melhor Direção. As nomeações confirmam que o cuidado com cada cena, cada figurino vintage e cada silêncio calculado não passaram despercebidos.

Amanda recebe essa nova fase com a generosidade de quem entende que nada foi construído sozinha. Lembra, sempre que pode, das trocas com Felipe Souza, que divide com ela a criação, os roteiros e a direção. Lembra também do olhar poético do filmmaker Adam Maskot, responsável pela fotografia que empresta à série um ar cinematográfico, quase contemplativo, como se cada frame pudesse ser colocado numa moldura. E lembra da pequena comunidade que ajudou a sustentar o projeto desde os primeiros testes de câmera.

A força de Histórias de Quase Amor pra Quem Tem Pressa está justamente na autenticidade. O processo de criação foi totalmente independente, uma escolha que exigiu mais trabalho, mas também mais liberdade para construir um universo próprio. Amanda e Felipe cuidaram de cada detalhe, desde o tom dos diálogos até a construção visual, passando por escolhas de figurino que reforçam o clima retrô da série. A dupla criou uma obra que parece falar baixinho com o espectador, convidando-o a respirar fundo e revisitar seus próprios quase-amores.

As indicações no Rio Webfest reforçam o impacto desse gesto criativo. Para Amanda, voltar ao festival é revisitar um lugar que marcou seu início. Em 2020, seu primeiro projeto autoral foi selecionado pelo evento, e ela afirma que aquele momento serviu como um impulso emocional que a manteve firme. Hoje, retornar com múltiplas indicações e novamente como Melhor Atriz de Comédia simboliza uma trajetória que amadureceu, se expandiu e encontrou novas formas de existir.

O Rio Webfest, que ocorre entre 28 de novembro e 2 de dezembro, tornou-se um espaço de encontros e descobertas no audiovisual digital. Criadores, estudantes e profissionais de diversas áreas se reúnem em oficinas, painéis e palestras que celebram não apenas o produto final, mas também os processos, as experimentações e os pequenos bastidores que costumam ficar invisíveis. No dia 1º de dezembro, às 10h, Amanda e Felipe participam de um painel dedicado à websérie, onde vão compartilhar o caminho criativo, as dificuldades da produção independente e as curiosidades por trás das gravações que encantaram as redes.

Amanda descreve essa fase como um reencontro consigo mesma. Ela afirma que, ao olhar para a personagem Rita, enxerga versões suas que já foram mais apressadas, mais ansiosas, mais dispostas a acreditar que o amor caberia dentro de intervalos curtos. Talvez por isso a personagem tenha gerado tanta identificação: porque nasce de um lugar real, de uma sensibilidade que Amanda não teme expor.

Typhoon Family | Saiba a data de lançamento do 2º episódio da 1ª temporada na Netflix

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O mundo dos k-dramas ganhou mais um destaque nesta semana com a chegada do segundo episódio de Typhoon Family à Netflix. A série sul-coreana, que estreou oficialmente na tvN no último sábado, dia 11 de outubro de 2025, já conquista espectadores ao redor do globo com uma narrativa envolvente sobre família, responsabilidade e resiliência em tempos de crise. No Brasil, a Netflix disponibiliza o segundo episódio nesta domingo, 12 de outubro, permitindo que o público acompanhe de perto a trajetória de Kang Tae-poong, um jovem CEO que precisa assumir uma empresa à beira da falência durante a crise financeira de 1997. O terceiro episódio já tem data marcada: chega ao catálogo da plataforma no próximo sábado, 18 de outubro.

Com 16 episódios previstos, “Typhoon Family” combina drama familiar, tensão corporativa e elementos históricos, transportando o público para a Coreia do Sul dos anos 90, uma época marcada por mudanças culturais e desafios econômicos. O enredo acompanha não apenas as dificuldades de Tae-poong em manter a empresa que herdou do pai, mas também o impacto dessas dificuldades sobre sua família, funcionários e amigos próximos.

Um olhar humano sobre a crise de 1997

A série acompanha Kang Tae-poong, interpretado por Lee Jun-ho, um jovem que, antes da crise, levava uma vida despreocupada como membro da chamada “Tribo Laranja” de Apgujeong, um fenômeno cultural juvenil da década de 1990. Com a crise financeira de 1997, Tae-poong se vê forçado a amadurecer rapidamente para assumir o controle da Typhoon Company, uma pequena empresa sem recursos financeiros, funcionários ou produtos prontos para venda.

O drama mostra a transformação do protagonista, de um jovem de espírito livre para um líder determinado, e, ao mesmo tempo, retrata a luta de todos ao seu redor para sobreviver a tempos incertos. Entre eles está Oh Mi-seon, contadora interpretada por Kim Min-ha, cuja dedicação e ética profissional são essenciais para a manutenção da empresa. Filha mais velha responsável, ela trabalha longas jornadas para sustentar sua família, mostrando como crises econômicas afetam não apenas empresas, mas também vidas humanas.

Um elenco talentoso e diversificado

O sucesso de “Typhoon Family” também se deve ao seu elenco cuidadosamente selecionado. Além de Lee Jun-ho e Kim Min-ha, a série conta com nomes de peso que enriquecem a narrativa. Kim Ji-young interpreta Jeong Jeong-mi, mãe de Tae-poong, cuja presença reforça a importância da família nas decisões do protagonista. Kim Min-seok dá vida a Wang Nam-mo, melhor amigo de Tae-poong, trazendo leveza e apoio emocional em meio aos conflitos.

Por outro lado, Mu Jin-sung assume o papel de Pyo Hyeon-jun, rival de Tae-poong e filho de Pyo Bak-ho, interpretado por Kim Sang-ho, CEO de uma empresa concorrente. Essa dinâmica cria tensões que vão além do ambiente familiar, explorando a competitividade do mundo corporativo. O elenco se completa com Park Sung-yeon, Yang Byung-yeol, Lee Chang-hoon, Lee Sang-jin, Kim Song-il e Kim Jae-hwa, cada um contribuindo para a profundidade da trama, seja como familiares, amigos ou funcionários da Typhoon Company.

Direção e roteiro: construindo uma narrativa envolvente

A série é dirigida por Lee Na-jeong e Kim Dong-hwi, com roteiro assinado por Jang Hyun-sook. A produção é uma coprodução entre Imaginus, Studio PIC e Tree Studio, garantindo um resultado técnico e narrativo de alto nível. Segundo a própria roteirista, a inspiração para a série veio de suas experiências enquanto vendedora, em uma época em que telefones celulares ainda não eram comuns. Ela buscou retratar a resiliência das pessoas em situações difíceis, e esse cuidado transparece em cada episódio.

O roteiro equilibra momentos de tensão com instantes de emoção e humor, criando uma narrativa envolvente que mantém o público ansioso por cada novo capítulo. A história não foca apenas nos negócios, mas também nas relações humanas, nos dilemas familiares e na importância da amizade e da ética, mesmo diante de dificuldades econômicas.

Bastidores e curiosidades do elenco

O processo de escalagem do elenco teve suas particularidades. Inicialmente, Lee Jun-ho estava em negociações desde setembro de 2024 e mostrou grande interesse no papel principal. A protagonista feminina originalmente seria Keum Sae-rok, que acabou desistindo devido a conflitos de agenda. Em janeiro de 2025, Kim Min-ha foi considerada para o papel e, em fevereiro, a dupla foi oficialmente confirmada.

Outros membros do elenco também foram cuidadosamente escolhidos para garantir química e autenticidade nas relações. Sung Dong-il e Kim Ji-young interpretam os pais de Tae-poong, enquanto Kim Min-seok e Mu Jin-sung assumem os papéis de melhor amigo e rival. Esse cuidado reflete a preocupação da produção em criar personagens críveis, capazes de cativar o público e transmitir emoção de forma convincente.

A estética e o retrato da década de 1990

Um dos grandes diferenciais de “Typhoon Family” é o cuidado com a ambientação. Figurinos, cenários e trilha sonora transportam o público diretamente para os anos 90, criando uma atmosfera nostálgica que dialoga com os elementos da trama. Desde o estilo da “Tribo Laranja” até o cotidiano das pequenas empresas da época, cada detalhe contribui para a imersão do espectador, reforçando a autenticidade histórica e emocional da série.

O impacto da crise financeira no enredo

Mais do que um pano de fundo histórico, a crise de 1997 é um elemento central da narrativa. Ela força Tae-poong e todos ao seu redor a tomar decisões difíceis, lidar com perdas e encontrar soluções criativas para problemas aparentemente insolúveis. A série mostra como eventos econômicos podem afetar vidas humanas, relações familiares e estruturas empresariais, mas também evidencia a força da solidariedade e da perseverança.

My Hero Academia | Trailer da última temporada eleva expectativas para o grande desfecho

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Foto: Reprodução/ Internet

O universo de My Hero Academia está prestes a viver um momento histórico. Recentemente, o canal oficial da TOHO Animation lançou um novo trailer da última temporada, oferecendo aos fãs uma prévia emocionante do que está por vir. Com cenas inéditas, confrontos intensos e momentos dramáticos, o vídeo já está gerando burburinho nas redes sociais, reforçando a expectativa para o grande desfecho da jornada de Izuku Midoriya. A estreia da oitava temporada está marcada para 4 de outubro na Crunchyroll, prometendo encerrar de forma épica a história que conquistou milhões de pessoas ao redor do mundo.

Desde sua primeira aparição, Izuku Midoriya – ou Deku – conquistou fãs por sua coragem e determinação. Nascido em um mundo onde 80% da população possui superpoderes conhecidos como Individualidades, ele enfrenta diariamente o estigma de não ter nenhum poder. Apesar disso, Deku sonha em se tornar um herói, inspirado por All Might, o maior símbolo de justiça do planeta. Sua vida muda completamente após um encontro com All Might, que reconhece seu potencial e escolhe Deku como sucessor da poderosa Individualidade One For All. A partir desse momento, o garoto ingressa na U.A. High School, iniciando sua formação para se tornar um verdadeiro herói.

O novo trailer da última temporada, que você pode conferir logo abaixo, é eletrizante. Em 1 minuto e 51 segundos, o vídeo mostra cenas de combate com altíssimo nível de animação, estratégias inteligentes e diálogos carregados de emoção. Os fãs já tiveram a oportunidade de vislumbrar confrontos entre Deku e Shigaraki, além de momentos que prometem testar a confiança e a união entre os heróis e seus companheiros.

Personagens em destaque

Além de Deku, outros personagens ganham destaque nesta temporada. Katsuki Bakugo, que começou como rival de Deku, agora se apresenta como um herói mais maduro e consciente de suas responsabilidades. Ochaco Uraraka, Tenya Iida e outros estudantes da U.A. enfrentam seus próprios desafios, crescendo como indivíduos e reforçando a importância da amizade e da solidariedade. Os vilões, liderados por Tomura Shigaraki, trazem ameaças concretas que exigirão não apenas força, mas também inteligência e união dos heróis.

Foto: Reprodução/ Internet

Uma produção de alta qualidade

O estúdio BONES, responsável pela animação, continua entregando sequências visuais impressionantes. Sob direção de Naomi Nakayama, com Kenji Nagasaki como diretor-chefe, cada episódio promete ação fluida e cenários detalhados. O roteiro é supervisionado por Yousuke Kuroda, enquanto Yoshihiko Umakoshi e Hitomi Odashima cuidam do design dos personagens, mantendo fidelidade ao mangá. A trilha sonora de Yuki Hayashi acrescenta intensidade emocional a cada cena, tornando os momentos de tensão ainda mais memoráveis.

Temas que Transcendem a Ação

Embora a ação seja um elemento central, a série sempre explorou temas profundos. Coragem, sacrifício, amizade e a luta pelo que é certo são conceitos centrais da série. A última temporada promete manter essa abordagem, mostrando que ser herói vai muito além de habilidades extraordinárias – envolve empatia, responsabilidade e coragem em face do perigo. Para os fãs, acompanhar o crescimento de Deku e de seus colegas é um lembrete inspirador de que determinação e valores sólidos podem transformar o mundo.

Expectativas e impacto cultural

My Hero Academia se consolidou como um fenômeno cultural global. O anime não apenas conquistou fãs pelo mundo, mas também inspirou discussões sobre heroísmo, ética e superação. Com a última temporada, essas conversas ganham um novo capítulo, à medida que os personagens enfrentam desafios finais e buscam cumprir seus objetivos. A estreia simultânea no Japão e no Brasil garante que fãs de diferentes países compartilhem a experiência quase que em tempo real, reforçando a sensação de comunidade entre os admiradores da série.

O Futuro de Deku e da U.A. High School

A oitava temporada trará respostas importantes para perguntas que os fãs vêm fazendo há anos: Deku será capaz de honrar o legado de All Might? Os vilões finalmente serão derrotados? E os estudantes da U.A., que cresceram tanto ao longo da série, conseguirão encontrar seu lugar em um mundo ainda repleto de perigos? O trailer sugere momentos de tensão, mas também de esperança, indicando que o final não será apenas sobre batalhas, mas sobre crescimento, aprendizado e redenção.

O Legado do anime

Mais do que lutas e poderes, My Hero Academia construiu um legado baseado em valores humanos universais. Coragem diante da adversidade, amizade verdadeira e a busca por justiça são temas que ressoam com pessoas de todas as idades. A série não apenas diverte, mas também ensina que, mesmo diante de desafios aparentemente impossíveis, a determinação e a ética podem fazer a diferença. A última temporada promete fechar esse ciclo de maneira memorável, oferecendo aos fãs um encerramento à altura da trajetória de Deku.

Saiba qual filme vai passar na “Temperatura Máxima” deste domingo (03/08)

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No próximo domingo, dia 3 de agosto de 2025, a TV Globo aterrissa direto no seu sofá com “Independence Day: O Ressurgimento”, na Temperatura Máxima. Se você viveu os anos 90, vai sentir aquele arrepio de nostalgia. E se não viveu… bem, está prestes a entender por que os ETs traumatizaram uma geração inteira. O segundo capítulo dessa saga interplanetária chega com mais ação, naves ainda mais gigantescas e uma Terra mais preparada — ou quase.

Enquanto o mundo tenta seguir em frente após o ataque alienígena de 1996 (retratado no clássico “Independence Day”), uma nova ameaça se aproxima com força total. Mas calma, tem piloto gato (sim, Liam Hemsworth, estamos falando de você), tem cientista com carisma (Jeff Goldblum segue brilhante) e tem ex-presidente pirado pronto pra dar um discurso épico de novo.

Agora respira fundo, que a gente te conta tudo — de um jeitinho leve, humano, e com aquele gostinho de pipoca com refrigerante no fim de semana.

A Terra se preparou… mas os aliens também!

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, vinte anos depois da primeira invasão, a humanidade se reergueu, criou um sistema global de defesa interplanetário e até meteu base na Lua. O trauma do primeiro contato virou aprendizado. Só que… spoiler: eles voltam. E mais fortes. Bem mais. A nova nave-mãe tem o tamanho de um continente, suga cidades inteiras e desafia todas as leis da física. Como combater isso? Com coragem, tecnologia, e claro, um pouco de loucura.

É aí que entra Jake Morrison (Liam Hemsworth), um piloto rebelde e carismático que perdeu os pais na guerra de 1996. Ele lidera uma nova geração de defensores da Terra, com apoio da presidente Elizabeth Lanford (Sela Ward, firme e poderosa) e de nomes familiares como o ex-presidente Whitmore (Bill Pullman), que agora vive assombrado por visões dos aliens, e o sempre sarcástico David Levinson (Jeff Goldblum), cientista que virou celebridade desde que salvou o planeta.

Elenco de respeito e reencontros emocionantes

Se você assistiu ao primeiro filme e se apegou aos personagens, pode ficar tranquilo: muitos deles estão de volta. Jeff Goldblum segue sendo o gênio excêntrico que salva o dia com frases irônicas. Bill Pullman retoma o papel de Whitmore com intensidade e barba branca de ex-herói. Vivica A. Fox aparece brevemente como Jasmine, agora enfermeira, e Judd Hirsch retorna como o pai judeu mais folclórico e querido do cinema catástrofe.

No núcleo jovem, além de Hemsworth, temos Jessie Usher como Dylan Dubrow-Hiller, o enteado do saudoso Steven Hiller (Will Smith), que infelizmente não volta para esta sequência (culpa do cachê astronômico, dizem). Maika Monroe vive a filha do ex-presidente, Patricia, dividida entre salvar o mundo e lidar com um relacionamento em crise.

Bastidores com cara de blockbuster

Dirigido novamente por Roland Emmerich, o mestre dos desastres épicos (lembra de “O Dia Depois de Amanhã” e “2012”?), “O Ressurgimento” foi planejado como uma continuação desde o início dos anos 2000. A ideia original era uma trilogia. Mas, entre idas e vindas, o projeto ganhou corpo em 2014, com filmagens espalhadas pelo Novo México, Dubai, Londres, e até cenas adicionais em Los Angeles.

As batalhas finais foram rodadas nas famosas salinas de Bonneville, em Utah — as mesmas do filme original. E os efeitos visuais, como não poderia deixar de ser, são um espetáculo à parte. Naves imensas, armas futuristas, destruição em massa e alienígenas com cara (e tentáculos) de colmeia. Uma verdadeira aula de CGI, com destaque para a cena em que monumentos de Dubai caem sobre Londres. Sim, é tão absurdo quanto parece. E a gente ama por isso mesmo.

Trilha sonora que mistura tensão e nostalgia

A trilha sonora é assinada por Thomas Wander e Harald Kloser, com aquele clima de tensão épica que te deixa na pontinha da cadeira. Tem até um toque retrô com a canção “Bang Bang (My Baby Shot Me Down)”, numa versão dramática que combina perfeitamente com a estética de destruição e resistência.

Ah, e os temas clássicos compostos por David Arnold no primeiro filme também são revisitados, o que cria uma ponte emocional direta para quem assistiu ao original nos anos 90.

Entre a crítica e o carinho do público

A verdade é que “Independence Day: O Ressurgimento” não teve a mesma aclamação que seu antecessor. Muitos críticos apontaram o excesso de efeitos visuais, a falta de um protagonista carismático como Will Smith e uma trama um pouco caótica. Mas sejamos sinceros: esse tipo de filme não se assiste esperando um roteiro digno de Oscar. A gente quer ver explosões, discursos patrióticos, alienígenas tomando surra e a humanidade se unindo no último segundo.

E nesse quesito, o filme entrega com gosto.

Uma história sobre união… e segundas chances

No fim das contas, o que torna esse filme interessante é a mensagem. Ainda que embalada por batalhas espaciais e destruição cinematográfica, “O Ressurgimento” fala sobre recomeços. Sobre aprender com os erros, enfrentar o medo do desconhecido e entender que, sim, precisamos uns dos outros.

Seja entre nações ou dentro das próprias famílias — como os conflitos entre Jake, Dylan e Patricia deixam entrever —, o importante é saber ouvir, lutar junto e não perder a esperança. Mesmo quando o inimigo é do tamanho da Austrália.

Onde assistir?

Se você quiser matar a saudade ou simplesmente curtir uma boa aventura sci-fi, a exibição é neste domingo (3 de agosto) na TV Globo, durante a Temperatura Máxima, logo após a programação infantil. Mas se preferir maratonar no seu tempo, o filme também está disponível no Disney+, por assinatura.

Vale a pena?

Com certeza! Se você ama filmes-catástrofe, naves espaciais, alienígenas com cara de pesadelo e discursos heroicos que fazem o coração bater mais forte, essa é a pedida perfeita. Não importa se você viu o primeiro ou não — “O Ressurgimento” é entretenimento puro, com aquela vibe de sessão da tarde vitaminada com 3D, pipoca e nostalgia sci-fi.

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