Antes mesmo de chegar aos cinemas, Artificial, filme inspirado na crise que levou à demissão e ao retorno de Sam Altman ao comando da OpenAI em 2023, já enfrenta turbulências nos bastidores. Segundo uma reportagem da Vulture, repercutida pelo World of Reel, a produção acabou trocando de distribuidora por um valor muito inferior ao esperado, alimentando dúvidas sobre a confiança do mercado no projeto.
De acordo com a publicação, os direitos de distribuição foram vendidos por pouco mais de US$ 20 milhões, embora o custo estimado do filme seja de aproximadamente US$ 50 milhões. A diferença chamou atenção em Hollywood e foi interpretada por fontes da indústria como um sinal de que o longa perdeu força durante as negociações.
Uma das pessoas ouvidas pela reportagem resumiu o cenário de forma direta: “Houve todo tipo de desastre”. Outra fonte rejeitou a ideia de que o tema envolvendo inteligência artificial tenha afastado investidores e atribuiu a negociação abaixo do esperado à recepção do próprio projeto. Segundo ela, “se o filme fosse uma obra-prima, teria havido uma disputa acirrada pelos direitos de exibição”.
O longa havia sido desenvolvido originalmente pela Amazon MGM Studios, mas acabou sendo deixado de lado justamente no período em que a empresa fechava um acordo bilionário com a OpenAI. Depois da saída do estúdio, a distribuidora Neon adquiriu os direitos para lançar o filme em 2026.
Dirigido por Luca Guadagnino, responsável por filmes como Rivais, Queer e Me Chame Pelo Seu Nome, Artificial recria um dos episódios mais comentados da indústria de tecnologia nos últimos anos: a demissão de Sam Altman do cargo de CEO da OpenAI, seguida por sua rápida recondução após uma forte reação de funcionários e investidores.
O papel de Altman fica com Andrew Garfield, que divide a cena com um elenco formado por Monica Barbaro como Mira Murati, Yura Borisov como Ilya Sutskever, Mark Rylance como Geoffrey Hinton e Ike Barinholtz interpretando Elon Musk. Também participam Jason Schwartzman, Zosia Mamet, Cooper Hoffman, Chris O’Dowd, Cooper Koch e Billie Lourd.
O roteiro foi escrito por Simon Rich, conhecido pelo trabalho em comédias e sátiras, enquanto a produção reúne nomes como David Heyman, produtor da franquia Harry Potter, e Jennifer Fox. As filmagens aconteceram entre julho e outubro de 2025, com locações em São Francisco e Turim, na Itália.
A escuridão ainda ecoa. Depois do sucesso inesperado do primeiro filme, lançado em 2021, a Universal Pictures decidiu retornar ao porão abafado onde a tensão e o sobrenatural andam lado a lado. A sequência, intitulada O Telefone Preto 2, tem estreia marcada para o dia 17 de outubro de 2025, e promete ser mais do que uma simples continuação — está sendo anunciada como o início de uma nova franquia de terror. Mas o que sabemos até agora sobre essa volta ao universo perturbador criado por Joe Hill?
De conto a franquia: a origem do terror
O primeiro filme nasceu da mente criativa de Joe Hill, filho do mestre do horror Stephen King. A história curta, lançada em 2004, foi adaptada para o cinema pelo diretor Scott Derrickson, conhecido por filmes como O Exorcismo de Emily Rose (2005) e Doutor Estranho (2016). Com roteiro coescrito por C. Robert Cargill, o filme se destacou pelo clima opressor e uma tensão crescente, misturando violência realista e elementos sobrenaturais com uma delicadeza rara no gênero.
Na trama original, acompanhamos Finney, um garoto sequestrado por um misterioso assassino conhecido como O Agarrador. Trancado em um porão à prova de som, Finney encontra sua única chance de escapar em um telefone preto desconectado da parede — por onde ele começa a se comunicar com as almas das vítimas anteriores do serial killer.
A combinação entre o terror psicológico, o simbolismo do telefone e as atuações intensas fizeram do longa um sucesso tanto de crítica quanto de público. Com orçamento modesto, o filme arrecadou mais de US$ 161 milhões nas bilheteiras mundiais, se tornando uma das grandes surpresas do terror nos últimos anos.
Uma sequência que ninguém esperava — e agora todos querem
Mesmo com o final do primeiro filme sugerindo um encerramento sólido para a jornada de Finney, o próprio Joe Hill não descartou a possibilidade de expandir esse universo sombrio. Segundo Scott Derrickson, o autor apresentou uma “ideia maravilhosa” para uma sequência — e a recepção calorosa do público serviu como combustível para que esse plano saísse do papel.
Agora, O Telefone Preto 2 vem sendo trabalhado como algo ainda maior. Não apenas uma continuação, mas uma porta de entrada para um universo narrativo mais amplo, algo nos moldes de franquias como Invocação do Mal ou Atividade Paranormal. Mas ao contrário dessas sagas, a aposta aqui é no horror psicológico com atmosfera sufocante, quase teatral, onde os personagens precisam lidar tanto com monstros reais quanto com os próprios traumas.
O elenco retorna — e ganha reforços
Um dos grandes trunfos do primeiro filme foi o elenco. Felizmente, os principais nomes estão de volta.
Mason Thames retorna ao papel de Finney, o jovem protagonista que sobreviveu a um dos piores horrores imagináveis. O ator, que desde então tem se destacado em produções como For All Mankind (Apple TV+), carrega agora o peso de aprofundar um personagem marcado por perdas e cicatrizes invisíveis.
Ao seu lado, está novamente Madeleine McGraw, que vive Gwen, a irmã sensitiva de Finney. A jovem atriz, também conhecida por seu trabalho em Outcast e Toy Story 4 (voz de Bonnie), foi uma das grandes revelações do primeiro longa — equilibrando carisma, inocência e intensidade emocional em uma atuação memorável.
O sempre versátil Ethan Hawke também está confirmado, reprisando o perturbador papel do vilão conhecido como O Agarrador. Hawke, que raramente se aventura por vilões tão extremos, entregou uma performance impactante e desconcertante, usando gestos sutis, mudanças de tom e, claro, as icônicas máscaras criadas por Tom Savini para dar vida ao assassino.
Jeremy Davies, no papel do problemático pai de Finney e Gwen, também retorna. Com passagens por séries como Lost e Justified, Davies oferece sempre um tom emocionalmente denso, o que deve se intensificar ainda mais agora que seu personagem carrega a culpa por não ter protegido os filhos.
Outra presença confirmada é Miguel Cazarez Mora, que viveu Robin, o espírito de uma das vítimas do Agarrador. Sua atuação como um tipo de mentor espiritual para Finney foi um dos elementos mais tocantes do primeiro filme.
A grande novidade no elenco é o premiado ator Demián Bichir, indicado ao Oscar por Uma Vida Melhor (2011). Ainda não há detalhes sobre seu personagem, mas sua entrada no universo do terror psicológico já está gerando grande expectativa entre os fãs do gênero.
A sequência mantém Scott Derrickson na direção, além de contar novamente com C. Robert Cargill no roteiro e produção. A dupla, que também colaborou em A Entidade (2012), é conhecida por seu domínio da construção de tensão e da ambientação sombria. A produção executiva ainda conta com Jason Blum, nome por trás da Blumhouse Productions, responsável por reviver o terror moderno com hits como Corra! e Fragmentado.
As filmagens começaram em novembro de 2024, em Toronto, sob o título de produção Mysterium. A expectativa é de que as gravações se encerrem em janeiro de 2025, mantendo um cronograma apertado, mas promissor. Até o momento, detalhes da trama estão sendo mantidos em segredo absoluto — uma estratégia comum em franquias que apostam no impacto das revelações.
O que esperar de O Telefone Preto 2?
Embora ainda não haja uma sinopse oficial, especulações indicam que o novo filme pode expandir o universo espiritual criado no primeiro longa. Será que outras crianças também conseguiram se comunicar com o além? Quem são as vozes que atendem do outro lado da linha? O retorno do Agarrador também levanta uma pergunta crucial: estamos lidando com uma nova manifestação sobrenatural ou há mais por trás da figura desse vilão do que imaginávamos?
Outro ponto que desperta curiosidade é o papel de Gwen. Sua mediunidade será aprofundada? Teremos um novo tipo de antagonista? A presença de Demián Bichir no elenco pode indicar a introdução de figuras com conhecimento paranormal — como investigadores, médiuns ou até novos assassinos.
Além disso, o visual icônico das máscaras — que já são quase um símbolo da franquia — deve voltar com novas variações. Joe Hill chegou a mencionar que elas foram parte da inspiração para construir uma sequência, o que sugere que elas podem ter até um significado mais profundo do que o inicialmente mostrado.
Caminho para o futuro
A estratégia de transformar a história em franquia não é acidental. Em tempos em que o terror se consolida como um dos gêneros mais lucrativos e artisticamente férteis do cinema, a Universal aposta em expandir esse universo com histórias que se comunicam, mas que também podem caminhar por si só. Se bem-sucedido, a sequência pode abrir espaço para prequels, spin-offs e outras histórias ambientadas no mesmo universo, explorando temas como mediunidade, violência doméstica, luto e redenção — sempre com o terror como pano de fundo.
Na noite desta sexta-feira, 15 de agosto de 2025, o Globo Repórter convida o público para um passeio especial pelo coração do Brasil. A edição mergulha no universo rural, mostrando como o campo continua sendo um espaço de tradição, trabalho duro e também de celebrações que moldaram a identidade nacional.
A coprodução com a EPTV, afiliada da Globo, revela a rotina de peões e peoas, mas vai além: explora como a vida no interior é atravessada por música, moda, gastronomia e valores que permanecem vivos mesmo em meio à modernização. As reportagens, assinadas por Dirceu Martins e Paulo Gonçalves, resgatam histórias de gente que vive de forma simples, mas com orgulho de manter suas raízes firmes na terra.
O retrato de um Brasil que resiste no campo
Quem nasce e cresce no interior carrega marcas que vão além do sotaque ou do “r” puxado. É o modo de viver, a forma de olhar a natureza, o cuidado com os animais e a hospitalidade que transformam o caipira em um guardião de tradições.
Um exemplo é José Maria, o “Seu Zelão”, de 73 anos. Morador do interior paulista, ele ainda se orgulha de acordar ao som do galo e do mugido das vacas. No sítio, cuida de 60 cabeças de gado e 28 vacas leiteiras, cada uma batizada com um nome carinhoso.
“Sou caipira do pé rachado mesmo. Nomeio as vacas não só por carinho, mas porque ajuda na organização da ordenha. Mesmo com as máquinas, eu não abro mão desse cuidado”, diz Zelão, sorrindo. Casado há 54 anos com Dona Lúcia, que aprendeu a fazer queijo aos 12 anos, ele resume o sentimento de muitos que vivem no campo: “Eu gosto da cidade, mas meu lugar é aqui”.
Rodeios: tradição, turismo e identidade
Se a roça guarda silêncio e trabalho, as festas de peão traduzem a celebração coletiva da cultura sertaneja. Em 2025, a Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos completa 70 anos, consolidada como o maior evento do gênero no país. Mas ela não está sozinha: o Brasil soma mais de 1.100 festas anuais, das quais 180 fazem parte do Circuito Mundial de Rodeios.
Esses eventos movimentam milhões de reais, lotam hotéis e restaurantes, geram empregos temporários e atraem turistas de todas as regiões. Muito além das montarias, o rodeio é um espaço onde música, moda e fé se misturam, reforçando laços de pertencimento.
E se por muito tempo o protagonismo era apenas masculino, hoje as mulheres conquistaram espaço. A reportagem destaca Ana Claudia Garcia, pioneira como madrinheira – profissional responsável por acompanhar peões e garantir o bem-estar dos animais.
“Ser madrinheira é mais do que estar na arena. É cuidar, orientar e zelar pela segurança de todos. É uma responsabilidade enorme, mas eu amo o que faço”, afirma Ana Claudia, com brilho nos olhos.
Moda sertaneja: entre tradição e reinvenção
Quem vê as arquibancadas lotadas em Barretos ou em qualquer festa de rodeio percebe de imediato: a moda sertaneja virou um fenômeno cultural e de mercado. Botas de couro, chapéus, calças jeans e camisas bordadas deixaram de ser apenas trajes de trabalho para se transformarem em estilo urbano, conquistando jovens em grandes cidades.
Segundo o repórter Dirceu Martins, o setor se reinventa com criatividade: “É incrível ver como as botas, as calças e até os chapéus ganham novas cores, brilhos e bordados. A moda sertaneja virou uma linguagem de identidade, que une tradição e modernidade”.
Hoje, estilistas especializados estudam tendências e criam peças que transitam entre a arena e a passarela, mantendo viva a estética cowboy enquanto ampliam sua influência na moda nacional.
Foto: Reprodução/ Internet
A música como memória e emoção
Nenhuma história do campo estaria completa sem falar da música. No interior de São Paulo, a Orquestra de Viola de Piracicaba preserva há duas décadas a sonoridade raiz, mantendo viva a tradição da viola, instrumento que simboliza a alma caipira.
Com melodias que falam de amor, saudade e trabalho, a viola conecta gerações. “A música caipira é um retrato de quem somos. Ela guarda a vida da família, a lida com a terra, a fé e também a dor”, comenta um dos músicos da orquestra, emocionado.
O programa mostra ensaios e apresentações que revelam como a música ainda é capaz de reunir famílias inteiras, seja em pequenas festas de bairro ou em palcos consagrados dos rodeios.
Peão raiz x peão moderno
Outra abordagem do programa é a convivência entre o peão tradicional e o contemporâneo. Enquanto os mais antigos seguem valorizando práticas manuais, os mais jovens buscam tecnologias para otimizar a lida no campo.
No entanto, há algo que não muda: a paixão pelos animais e pela arena. “Eu também sou do interior, de Marília, e me sinto um repórter caipira. Ao visitar propriedades rurais, o que mais me impressionou foi a receptividade das pessoas. É um povo que adora prosear e abrir as portas de casa”, conta o jornalista Paulo Gonçalves, emocionado com as gravações.
O impacto econômico e cultural
As festas de peão e a vida rural vão muito além da estética. São motores da economia local, movimentam cadeias produtivas e ainda funcionam como um espaço de preservação cultural.
Cada montaria, cada canção e cada peça de roupa carregam símbolos de identidade que se perpetuam de geração em geração. O turismo sertanejo cresce, e com ele surgem oportunidades para pequenos produtores, artesãos e comerciantes.
Histórias que emocionam
Mais do que estatísticas, o Globo Repórter dá voz a histórias humanas. Dona Lúcia, com seus queijos artesanais, representa mulheres que transformam saberes tradicionais em fonte de renda e orgulho comunitário. Zelão, com seu gado nomeado, mostra como o afeto também está no trabalho.
No campo, o lazer também é valorizado: almoços de domingo, modas de viola ao entardecer, festas juninas e rodas de conversa reforçam a ideia de comunidade. Como resume Seu Zelão: “A roça ensina a ter paciência e respeito. Cada dia é uma lição”.
Educação no campo e futuro das tradições
Outro ponto abordado é a educação rural. Escolas e projetos comunitários buscam integrar ensino formal e valorização cultural. Crianças aprendem matemática e português, mas também participam da ordenha, cuidam da horta e vivenciam a rotina do campo – fortalecendo um vínculo com suas origens e incentivando práticas sustentáveis.
Mesmo diante da urbanização, a cultura sertaneja mostra capacidade de se reinventar. Os jovens incorporam tecnologia, mas continuam participando das festas, cantando modas de viola e vestindo com orgulho o chapéu de cowboy.
No dia 17 de janeiro de 2024, quarta-feira, os espectadores terão a chance de se envolver na envolvente comédia romântica “Eduardo e Mônica”, inspirada na icônica música de Renato Russo da Legião Urbana. O filme será transmitido pela TV Globo no Cine BBB, logo após o desfecho do reality show.
Sob a habilidosa direção de René Sampaio, o filme transporta a audiência para Brasília na efervescente década de 1980, onde uma série de coincidências leva Eduardo (interpretado por Gabriel Leone) a cruzar o caminho de Mônica (papel de Alice Braga), em meio a uma festividade peculiar repleta de personagens excêntricos. Apesar das notáveis diferenças em suas personalidades e preferências, a curiosidade entre eles floresce, resultando em um amor profundo e significativo. À medida que embarcam em um relacionamento, essa paixão enfrentará desafios que testarão sua maturidade e capacidade de superar disparidades, incluindo o preconceito de terceiros que buscam desestabilizar o romance.
O elenco estelar composto por Alice Braga, Gabriel Leone e Victor Lamoglia traz vida a essa emocionante adaptação cinematográfica da renomada canção “Eduardo e Mônica”, composta por Renato Russo. A narrativa promete envolver os espectadores em uma história de amor única, repleta de emoções e desafios que transcenderão o tempo e as barreiras.
Não perca a exibição na TV Globo, no horário de Brasília, logo após o desfecho do ‘BBB 24’. O ‘Cine BBB’ promete oferecer uma experiência cinematográfica inesquecível aos telespectadores nesta quarta-feira. Para mais informações sobre o filme, incluindo detalhes sobre o elenco e a direção, consulte os dados abaixo.
Neste sábado, 10 de maio de 2025, o Cine Aventura, da Record, apresenta Ender’s Game: O Jogo do Exterminador, um filme de ação e ficção científica que vai prender sua atenção do começo ao fim! Se você é fã de histórias com um toque de aventura, batalhas épicas e um futuro cheio de incertezas, essa é uma ótima oportunidade de reviver esse clássico que conquistou o público quando estreou nos cinemas.
Uma trama futurística e cheia de tensão
Lançado no final de 2013, Ender’s Game é baseado no famoso romance de Orson Scott Card e traz uma trama ambientada em um futuro não muito distante. A história começa com uma ameaça alienígena que já atacou a Terra uma vez, deixando o planeta em um clima de constante alerta. Para se preparar para a possível volta dos inimigos, a terra cria um programa de treinamento militar secreto, recrutando as mentes mais brilhantes, ou seja, crianças prodígios, para que se tornem os futuros comandantes de guerra.
O filme tem uma pegada emocionante, com muita ação e cenas de tirar o fôlego, mas também abre espaço para reflexões sobre os dilemas morais que surgem quando jovens são forçados a participar de um treinamento de combate tão intenso. No centro de tudo está o personagem Ender Wiggin, interpretado por Asa Butterfield, um garoto tímido, mas extremamente inteligente, que é escolhido para fazer parte dessa elite de jovens estrategistas. Ender, com seu senso aguçado de tática, logo se torna a última esperança da humanidade para enfrentar a ameaça alienígena.
Elenco de peso
No filme, Harrison Ford dá vida ao Coronel Graff, um personagem sério e dedicado, que lidera o programa de treinamento militar, enquanto Hailee Steinfeld interpreta Petra, uma das melhores amigas de Ender na escola de guerra. E claro, não podemos esquecer de Ben Kingsley, que brilha no papel de Mazer Rackham, um herói de guerra que desempenha um papel fundamental na luta contra os alienígenas.
A experiência de assistir ao filme
Assistir Ender’s Game: O Jogo do Exterminador em casa, no conforto do sofá, é uma experiência e tanto, especialmente quando o filme é exibido no Cine Aventura da Record. Com todo o contexto de guerra, estratégia e ação, a trama também aborda questões filosóficas e emocionais que vão fazer você refletir sobre os limites da guerra e o papel da juventude nas batalhas do futuro.
E para quem preferir ver o filme sob demanda, Ender’s Game também está disponível para aluguel no Prime Video, com preços a partir de R$ 6,90. Ou seja, tem sempre um jeito de assistir!
Se você é fã de ação, suspense e muita reviravolta, já pode se preparar: no Domingo Maior de hoje, 29 de dezembro, a TV Globo traz o eletrizante Anna – O Perigo Tem Nome. É o tipo de filme que te faz esquecer o celular e não desgrudar da tela.
A história gira em torno de Anna Poliatova (interpretada pela poderosa Sasha Luss), que, à primeira vista, parece ser só mais uma supermodelo famosa, desfilando para marcas de luxo e posando para capas de revista. Mas, por trás desse glamour todo, ela esconde um segredo mortal: Anna é uma das assassinas mais letais e bem treinadas do mundo. E o melhor de tudo? Ela sabe usar isso com estilo de sobra.
Elenco de peso e muita treta
Além da Sasha Luss, o filme conta com nomes de peso que dão um show à parte. Helen Mirren (a rainha das telas, literalmente!) entra no papel de Olga, uma figura cheia de segredos e que comanda boa parte das jogadas do filme. Cillian Murphy, o Tommy Shelby de Peaky Blinders, aparece como Lenny Miller, um agente obstinado em descobrir o que Anna está aprontando. E, claro, tem o galã Luke Evans, que traz um toque de charme e perigo como Alex Tchenkov.
Por que você não pode perder?
Imagina um filme com ação de tirar o fôlego, reviravoltas que te fazem ficar de boca aberta e, claro, aquele toque de estilo e sofisticação que só Luc Besson (o diretor por trás de Lucy e O Quinto Elemento) sabe entregar. Tem luta, tem espionagem, tem tiro e tem muito close certo. Se você curte uma protagonista feminina que não só é forte como também dá aula de carisma e inteligência, esse filme é para você!
E sabe o que é melhor? É aquele tipo de história que te deixa pensando: “E se fosse comigo?”. Quem nunca quis dar uma de espião só por um dia, né?
Agenda pronta?
Então já sabe: depois do Fantástico, corre pra TV e se joga nessa aventura que mistura adrenalina e mistério com um toque de sofisticação.
📺 Quando? Hoje, 29 de dezembro, no Domingo Maior, logo após o Fantástico. 🎬 Direção: Luc Besson. 🎭 Estrelando: Sasha Luss, Helen Mirren, Cillian Murphy e Luke Evans. 🎥 Gênero: Ação e espionagem.
Pega a pipoca e o refri, ajeita o sofá e prepara o coração, porque a Anna vai te levar para um passeio que você não vai esquecer tão cedo. Quem topa? 😉
A Globo leva ao ar no Corujão desta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, o longa-metragem brasileiro “45 do Segundo Tempo”, um drama sensível que mistura amizade, memórias, futebol e reflexões profundas sobre a vida, o tempo e as escolhas que fazemos ao longo do caminho.
Na trama, Pedro, vivido por Tony Ramos, decide reencontrar dois grandes amigos do colégio após quatro décadas de afastamento. Ivan (Cássio Gabus Mendes) e Mariano (Ary França) se juntam a ele para recriar uma foto tirada em 1974, durante a inauguração do metrô de São Paulo. O que começa como um reencontro nostálgico logo se transforma em uma longa conversa sobre envelhecimento, frustrações, sonhos não realizados e os rumos que cada um seguiu. (Via: AdoroCinema)
Durante esse encontro carregado de lembranças e emoções, Pedro faz uma revelação inesperada: ele decidiu tirar a própria vida. No entanto, antes disso, impõe a si mesmo um último desejo — ver seu time do coração finalmente conquistar um título. A partir daí, o filme constrói uma narrativa delicada e humana, equilibrando momentos de melancolia, afeto e até humor, enquanto os personagens tentam lidar com a gravidade da situação.
Dirigido por Luiz Villaça, “45 do Segundo Tempo” se destaca pela abordagem sensível de temas como saúde mental, amizade masculina e o medo de envelhecer, sem recorrer a exageros ou discursos fáceis. O futebol surge como metáfora da esperança e da espera, funcionando como um fio emocional que conecta o passado, o presente e o futuro desses homens.
Além do trio principal, o elenco conta ainda com Denise Fraga e Louise Cardoso, que enriquecem a narrativa com personagens que ajudam a ampliar o olhar sobre as relações e os afetos que cercam Pedro.
O filme é uma produção da Bossa Nova Filmes, em coprodução com Globo Filmes, Telecine e SPcine. O projeto começou a ser desenvolvido no primeiro semestre de 2018 e marcou o retorno de Tony Ramos ao cinema como protagonista, após uma longa trajetória de sucesso na televisão. As gravações aconteceram na cidade de São Paulo, cenário que dialoga diretamente com a memória e a identidade dos personagens.
O cartaz e o trailer foram divulgados em 19 de julho de 2021, data escolhida estrategicamente por marcar o Dia Nacional do Futebol, reforçando a ligação emocional do protagonista com o esporte. A estreia nos cinemas brasileiros ocorreu em 12 de maio de 2022, com distribuição da Paris Filmes e Downtown Filmes.
A HBO Max apresentou ao público o primeiro trailer oficial de Half Man, minissérie britânica que marca o novo projeto de Richard Gadd após o sucesso de Bebê Rena. A prévia, divulgada recentemente, antecipa uma narrativa densa e emocional, centrada em relações familiares complexas e marcada por uma construção não linear que atravessa décadas.
Com estreia confirmada para o dia 23 de abril, a produção se posiciona como uma das apostas mais autorais do streaming neste primeiro semestre. O trailer evidencia uma atmosfera carregada, com cenas que alternam entre momentos de silêncio, tensão crescente e explosões dramáticas, indicando que a série irá explorar os limites emocionais de seus personagens.
A trama acompanha os irmãos Ruben e Niall, interpretados por Richard Gadd e Jamie Bell. Separados ao longo da vida por circunstâncias ainda não totalmente reveladas, os dois voltam a se encontrar em um momento crucial: o casamento de Niall. O reencontro, no entanto, está longe de ser um gesto de reconciliação. A presença inesperada de Ruben desencadeia uma sequência de acontecimentos violentos que servem como ponto de partida para a narrativa.
A partir desse episódio, a minissérie mergulha no passado dos personagens, reconstruindo sua trajetória ao longo de aproximadamente 40 anos. A escolha por uma narrativa fragmentada permite que o público descubra, aos poucos, as razões que levaram ao distanciamento dos irmãos, revelando camadas de ressentimento, trauma e decisões mal resolvidas.
Outro elemento que chama atenção é a presença das figuras maternas, interpretadas por Marianne McIvor e Neve McIntosh. Embora os detalhes sobre suas personagens ainda sejam limitados, as primeiras imagens indicam que a dinâmica familiar terá forte influência no desenvolvimento psicológico dos protagonistas, reforçando o tom intimista da produção.
Half Man é uma coprodução entre a BBC e a HBO, reunindo a tradição dramática britânica com a estrutura global de distribuição do streaming. O projeto foi inicialmente anunciado em 2024 pela BBC One, ainda sob o título provisório Lions, antes de ser reformulado e ganhar o nome atual.
Criada, escrita e estrelada por Richard Gadd, a minissérie reforça o perfil autoral do artista, que tem se destacado por desenvolver narrativas intensas e profundamente pessoais. Em Half Man, essa abordagem se traduz em uma história que investiga não apenas os conflitos externos entre os personagens, mas também suas fragilidades internas.
A direção fica a cargo de Alexandra Brodski e Eshref Reybrouck, que conduzem a narrativa com uma linguagem visual que privilegia o realismo e a tensão psicológica. A produção é assinada pela Mam Tor Productions, com participação de executivos ligados à BBC e à BBC Scotland, consolidando uma equipe experiente no desenvolvimento de projetos televisivos de grande impacto.
As gravações ocorreram ao longo de 2025, com locações principais em Glasgow. A cidade aparece no trailer como um elemento importante da ambientação, contribuindo para o clima melancólico e introspectivo da história. Ruas, interiores e paisagens urbanas ajudam a construir uma estética que dialoga diretamente com o estado emocional dos personagens.
Além dos protagonistas, o elenco reúne nomes como Charlie De Melo, Bilal Hasna, Julie Cullen, Amy Manson, Philippine Velge, Stuart McQuarrie, Piers Ewart, Scot Greenan, Charlotte Blackwood e Calum Manchip. Ainda que seus papéis não tenham sido totalmente detalhados, a presença de um elenco amplo sugere uma narrativa multifacetada, com diferentes núcleos que devem se entrelaçar ao longo dos episódios.
Prepare-se para uma noite repleta de suspense e ação com o Domingo Maior desta semana, que traz o eletrizante filme O Sequestro. Marcado para o dia 20/08/2023, o programa apresentará essa emocionante produção lançada em 2017, estrelada por Halle Berry, Sage Correa e Chris McGinn, e dirigida por Luis Prieto. A distribuição do filme é feita pela H20 Films.
Sinopse
A trama do filme gira em torno de Karla Dyson, uma dedicada garçonete que tem sua vida centrada na criação de seu adorado filho, o pequeno Frankie. Tudo muda quando, em um dia aparentemente comum, Karla atende o telefone em um parque e, para seu horror, percebe que seu filho desapareceu. Sua angústia se torna insuportável quando ela testemunha Frankie sendo colocado à força em um carro por desconhecidos. Determinada a salvar seu filho a todo custo, Karla toma uma decisão radical: iniciar uma busca frenética e desesperada para encontrar Frankie e trazê-lo de volta em segurança.
Ao volante de seu próprio carro, Karla embarca em uma perseguição implacável atrás dos sequestradores. Enfrentando perigos e desafios a cada curva, ela está determinada a superar todos os obstáculos para recuperar seu filho. O filme é uma montanha-russa emocional que captura a luta de uma mãe corajosa, mostrando sua determinação inabalável e seu instinto de proteção enquanto ela se lança em uma corrida contra o tempo.
Elenco
A protagonista do filme, Halle Berry interpreta Karla Dyson, uma mãe dedicada e determinada que fará de tudo para resgatar seu filho sequestrado. Sage Correa desempenha o papel de Frankie, o jovem filho de Karla Dyson que é sequestrado, desencadeando os eventos do filme. Chris McGinn interpreta a personagem creditada como “Mãe”, uma figura misteriosa que desempenha um papel central na trama.
Direção
Luis Prieto é o diretor por trás do filme “O Sequestro”. Sendo um cineasta espanhol, Prieto é conhecido por sua abordagem visualmente impactante e pela criação de atmosferas carregadas de tensão. Sua direção trouxe ao filme um equilíbrio entre a ação intensa e os momentos emocionais, capturando a luta e a determinação da personagem de Halle Berry em sua busca desesperada pelo filho sequestrado.
A direção de Luis Prieto contribuiu para a criação de um ambiente de suspense e urgência, mantendo o público à beira de seus assentos enquanto acompanham a jornada de Karla Dyson. Com uma combinação de sequências de ação dinâmicas e momentos de tensão emocional, a direção de Prieto deu vida à história de luta e resiliência de uma mãe que fará o impossível para salvar seu filho.
Bilheteria
Lançado em 2017, “O Sequestro” é um thriller de ação que conquistou a atenção do público e da crítica com sua história intensa e emocionante. Nas bilheterias, o filme teve um desempenho notável, arrecadando mais de US$ 34 milhões mundialmente. Essa receita consolidou sua posição como um filme de destaque, alcançando sucesso comercial e atraindo uma base de fãs diversificada.
Críticas
A recepção crítica de “O Sequestro” também trouxe destaque ao filme. No entanto, é importante notar que as opiniões entre críticos variaram. Enquanto alguns elogiaram a atuação emocional de Halle Berry e a tensão crescente da narrativa, outros consideraram a trama previsível e os elementos de ação exagerados. Ainda assim, a performance de Halle Berry no papel de uma mãe determinada a resgatar seu filho foi amplamente reconhecida, adicionando um componente de intensidade emocional ao filme.
Curiosidades
Inspirado por Eventos Reais: Embora seja uma obra de ficção, “O Sequestro” foi vagamente inspirado por casos de sequestros reais, trazendo uma dose de realismo à sua narrativa.
Direção de Luis Prieto: O filme foi dirigido por Luis Prieto, cineasta espanhol conhecido por sua abordagem visualmente cativante e pela criação de tensão atmosférica.
Halle Berry como Protagonista: Halle Berry, uma das atrizes mais reconhecidas de Hollywood, desempenhou o papel principal de Karla Dyson, trazendo sua presença e habilidades dramáticas para dar vida a uma mãe desesperada.
Suspense e Ação: “O Sequestro” é uma combinação de suspense intenso e sequências de ação emocionantes, tornando-o uma experiência cinematográfica empolgante para os espectadores.
A Busca Desesperada: O filme captura a intensidade e a determinação de uma mãe em busca de seu filho, refletindo a força do instinto maternal.
Lançamento e Distribuição: A distribuição do filme ficou a cargo da H20 Films, que contribuiu para levar “O Sequestro” aos cinemas em todo o mundo.
Emoção e Vingança: A trama explora temas de luta, resiliência e a busca por justiça pessoal, enquanto Karla Dyson busca resgatar seu filho e confrontar os sequestradores.
Que horas vai passar o Domingo Maior?
Se você está em busca de uma noite eletrizante, prepare-se para se emocionar e se prender à tela com “O Sequestro”. O Domingo Maior começa a partir das 00h25, logo após a série Vai que Cola, na TV Globo. Esteja pronto para uma experiência cinematográfica cheia de tensão, ação e emoção enquanto acompanhamos Karla Dyson em sua jornada para salvar seu filho a todo custo.
No próximo dia 25 de setembro, as salas de cinema de todo o Brasil receberão uma novidade cheia de cores, ação e muita diversão: a animação Zoopocalipse – Uma Aventura Animal. Produzido com a expertise de grandes nomes da animação mundial e distribuído pela Diamond Films, a produção promete conquistar públicos de todas as idades ao levar para as telas uma história envolvente que mistura aventura, suspense leve e, acima de tudo, uma celebração da amizade e da diversidade.
Uma história que nasce no coração do zoológico Colepepper
A trama se passa no zoológico fictício Colepepper, um ambiente tranquilo onde os animais levam suas rotinas com naturalidade e harmonia. Essa calmaria, porém, é repentinamente interrompida quando um meteoro cai no local, desencadeando uma reação inesperada: alguns bichos passam a se transformar em zumbis coloridos, criando uma situação caótica e desafiadora.
Diante desse cenário, a protagonista Gracie, uma loba corajosa, porém atrapalhada, interpretada pela influenciadora Viih Tube, assume a missão de salvar o zoológico. Gracie não está sozinha nessa: seu parceiro de aventura é Xavier, um lêmure fã de cinema, dublado por Ed Gama, que traz uma personalidade cheia de curiosidade e inteligência para a narrativa.
Além deles, um grupo diverso de animais com personalidades marcantes compõe o time que embarca nessa jornada. Entre eles, Dan, um leão-da-montanha que esconde seu coração valente sob uma aparência ranzinza; Frida, uma capivara confiante que representa a força feminina e a liderança natural; Ash, o avestruz cheio de estilo e atitude, e Felix, o macaquinho atrapalhado que garante o alívio cômico durante as cenas de tensão.
Direção que une tradição e inovação
O filme tem à frente dois nomes que conhecem muito bem o universo da animação: Ricardo Curtis e Rodrigo Perez-Castro. Ricardo traz em seu currículo produções icônicas como Os Incríveis e Monstros S.A., filmes que marcaram gerações e revolucionaram a animação mundial. Já Rodrigo é reconhecido por trabalhos em Festa no Céu e O Touro Ferdinando, que também conquistaram público e crítica com narrativas emotivas e visualmente impressionantes.
A experiência dessa dupla não só garante uma qualidade técnica de alto nível, mas também uma direção sensível que sabe equilibrar humor, emoção e ação, resultando em um filme que é, ao mesmo tempo, divertido e com profundidade.
Dublagem que dá vida aos personagens
Outro destaque da produção é o elenco de dubladores, que reúne talentos como Luiz Feier, Manolo Rey, Valentina Pawlowna, Jorge Vasconcellos, Carina Eiras, Mauro Horta, Mariangela Cantú, Eduardo Drummond, Jessica Dannemann, Marianna Alexandre, Maurício Berger, Rafinha Lima e Telma da Costa. Essa equipe diversa consegue transmitir as nuances de cada personagem, dando-lhes vozes marcantes que ampliam o apelo emocional da animação.
A presença de Viih Tube como a loba Gracie, além de aproximar o filme do público jovem, também reforça o compromisso da produção em dialogar com as novas gerações de forma autêntica e conectada com suas referências culturais.
Por que Zoopocalipse é um filme para todas as idades
Apesar do tema dos “zumbis” poder soar assustador, a animação equilibra esse elemento com uma abordagem leve, divertida e cheia de criatividade. O resultado é um filme que diverte as crianças, entretém os adolescentes e ainda agrada o público adulto com suas mensagens de união, coragem e superação.
A dinâmica dos personagens, com suas personalidades tão distintas, reforça a importância da diversidade e do trabalho em equipe para enfrentar desafios. O filme mostra que, mesmo em meio ao caos, a solidariedade e a amizade podem ser as armas mais poderosas.
Um olhar brasileiro com alcance internacional
Zoopocalipse – Uma Aventura Animal também se destaca por ser uma produção que une talentos brasileiros com profissionais experientes do mercado internacional, o que eleva a qualidade da obra e amplia seu potencial de sucesso.
A distribuição pela Diamond Films, maior distribuidora independente da América Latina, reforça o compromisso de levar o filme para todas as regiões do país, democratizando o acesso a uma produção nacional que dialoga com temáticas universais e valores positivos.
O que esperar do lançamento
Com estreia marcada para 25 de setembro, a animação chega ao público brasileiro para consolidar uma tendência de animações que combinam diversão com reflexão. O filme promete não só entreter, mas também sensibilizar espectadores de todas as idades, com um roteiro inteligente, personagens cativantes e uma animação que reflete o melhor da técnica contemporânea.