Saiba qual filme vai passar no “Cine Aventura” deste sábado (02/08)

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A linha entre ficção científica e drama familiar se dissolve em Kin, filme que será exibido neste sábado, 2 de agosto de 2025, às 15h15, no Cine Aventura, da Record TV. Lançado originalmente em 2018, o longa dos irmãos Josh e Jonathan Baker propõe mais do que cenas de ação e efeitos especiais: trata-se de uma história sobre laços, perdas, identidades e segundas chances — tudo sob o pano de fundo de um universo onde tecnologia alienígena e crime urbano colidem.

Estrelado por Myles Truitt, Jack Reynor, Zoë Kravitz e com participação de Carrie Coon, o filme conquistou uma legião de fãs especialmente entre os apreciadores de ficções que priorizam emoção tanto quanto adrenalina. Embora não tenha sido um sucesso de bilheteria na época, Kin encontrou nova vida nos streamings e hoje é considerado um dos filmes cult mais curiosos da década passada.

Laços que vão além do sangue

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, tudo começa em Detroit, com Eli, um garoto de 14 anos que, para ajudar nas contas de casa, costuma vasculhar prédios abandonados em busca de sucata. Numa dessas explorações, ele encontra algo inusitado: os restos de um combate estranho, com corpos blindados e uma arma que parece saída de outro planeta. Curioso, ele leva o objeto para casa, sem imaginar o quanto sua vida está prestes a virar do avesso.

Logo depois, seu irmão mais velho, Jimmy, retorna para casa após cumprir pena. Os dois mal se conhecem — são ligados apenas pelo pai adotivo, um homem rígido que tenta, à sua maneira, manter a família nos trilhos. Mas Jimmy carrega segredos perigosos e uma dívida com criminosos locais. Em pouco tempo, ele e Eli são obrigados a fugir. Com a arma misteriosa a tiracolo e bandidos implacáveis em seu encalço, os irmãos embarcam em uma jornada cheia de reviravoltas — e também de reconexão.

Um elenco que emociona com sutileza

Myles Truitt (de Stranger Things e BMF) dá vida a Eli com uma sensibilidade impressionante. Ele equilibra curiosidade e vulnerabilidade, criando um personagem com quem é fácil se identificar — afinal, quem nunca quis pertencer a algum lugar? Já Jack Reynor (Midsommar, Transformers: A Era da Extinção) é Jimmy, o irmão que tenta consertar erros do passado. Em sua jornada, vemos o peso da culpa e o desejo de proteção que se revela aos poucos. É uma atuação sincera, crua, sem firulas.

Completando o trio principal está Zoë Kravitz (Big Little Lies, The Batman), como Milly, uma mulher que também foge de seus próprios fantasmas e encontra nos irmãos uma improvável nova família. Carrie Coon (The Leftovers, Fargo) interpreta a agente do FBI que tenta compreender o mistério por trás da arma e das ações de Eli — uma personagem que representa o olhar externo sobre essa relação tão delicada entre irmãos.

Uma trilha sonora que acompanha o coração da história

O clima sonoro do filme é embalado pela banda escocesa Mogwai, conhecida por criar atmosferas densas e emocionantes. A trilha não serve apenas de fundo: ela pulsa junto com as escolhas dos personagens. É ela que guia o espectador pelo mistério, pela tensão e, sobretudo, pelo afeto.

Do fracasso de bilheteria ao sucesso cult

Lançado nos Estados Unidos em agosto de 2018, o filme não teve uma boa recepção comercial. Com um orçamento de US$ 30 milhões, arrecadou apenas US$ 10 milhões ao redor do mundo. Parte da crítica achou o tom do filme inconsistente — difícil de classificar. Mas talvez esse seja justamente seu maior mérito: Kin não é fácil de rotular, e por isso conquistou seu público aos poucos.

Em 2021, por exemplo, o filme se tornou um dos títulos mais assistidos na Netflix da Coreia do Sul — uma surpresa que só reforça seu apelo emocional global. Nas redes sociais, Kin é frequentemente lembrado como uma “joia escondida” da ficção científica moderna.

Uma história sobre coragem, conexão e escolhas

Com direção segura dos irmãos Baker — que já haviam desenvolvido o conceito no curta-metragem Bag Man —, o filme encontra seu tom ao combinar o fantástico com o íntimo. A história fala de alienígenas, sim, mas também de abandono. Fala de armas de outro mundo, mas principalmente de como um menino perdido pode encontrar no irmão, mesmo imperfeito, uma razão para continuar.

Onde posso assistir?

Se você quer assistir ao filme além da exibição na Record TV, há outras opções disponíveis no streaming. O longa está incluído no catálogo da Netflix, disponível para assinantes da plataforma. Para quem prefere o aluguel digital, é possível assistir a “Kin” pelo Prime Video, com valores a partir de R$ 11,90. Vale conferir também outros serviços de vídeo sob demanda, que podem disponibilizar o título para aluguel ou compra.

TV Brasil exibe episódio inédito de Samba na Gamboa com Mingo Silva neste domingo (30)

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Neste domingo, 30 de novembro, às 13h, a TV Brasil leva ao ar mais um episódio inédito do programa Samba na Gamboa, e a atração promete emocionar os fãs do gênero. Sob o comando afetuoso de Teresa Cristina, o convidado desta semana é o sambista Mingo Silva, artista que carrega consigo a força do samba de raiz e uma trajetória construída com dedicação, história e muita música.

O encontro entre Teresa e Mingo cria um clima de celebração, memória e partilha, elementos que tornaram o programa uma referência entre os admiradores do samba. E, desta vez, o público terá a chance de conhecer de perto a caminhada de um artista que ajudou a escrever capítulos importantes da cultura carioca.

Natural de Niterói, no Rio de Janeiro, Mingo Silva cresceu cercado pelas tradições do samba. Foi nas rodas de bairro, nos encontros informais e nos palcos improvisados que ele descobriu seu lugar no mundo. Desde os primeiros passos na música, esteve próximo de grandes nomes do gênero, como Luiz Carlos da Vila, Monarco, Noca da Portela e Ratinho. Esse convívio não apenas influenciou sua formação artística, mas também moldou seu olhar sobre a importância de preservar a memória do samba.

Mingo também se tornou conhecido por construir espaços culturais que fortalecem o gênero. Ele é um dos fundadores da roda de samba do Beco do Rato, no Rio de Janeiro, um ponto de encontro para sambistas e admiradores da música de raiz. Em Niterói, ajudou a criar o Samba da Amendoeira, que se transformou em referência local e palco para artistas consagrados. Nessas vivências, o músico abriu shows de cantores como Diogo Nogueira e Jorge Aragão, consolidando seu espaço na cena contemporânea do samba.

Durante o programa, Mingo conversa com Teresa Cristina sobre o processo criativo e emocional por trás de seu primeiro álbum solo, Arte do Povo. Lançado em 2020, o disco representa um marco em sua carreira, por reunir composições autorais que refletem sua vivência nas rodas e sua relação afetiva com os mestres que o acompanharam ao longo dos anos. O álbum traz participações importantes, como Zeca Pagodinho, Moacyr Luz e João Martins, ampliando ainda mais o alcance e o significado do projeto.

No bate-papo descontraído, Mingo revela detalhes da produção, fala sobre parcerias e destaca como cada faixa do álbum foi construída para homenagear o povo, a cultura e as histórias que influenciaram sua caminhada. Teresa Cristina, sempre sensível às narrativas de seus convidados, conduz a conversa com leveza e profundidade, permitindo que o público conheça não apenas o artista, mas também o homem por trás da música.

Além do diálogo inspirador, o episódio oferece um repertório especial preparado para a ocasião. Entre as canções apresentadas pelos dois artistas estão clássicos como “Olhando-me no Espelho”, “Leviana”, “Impossível Recomeçar” e “Sem Compromisso”. Mingo e Teresa também interpretam faixas marcantes como “Amor Não É Brinquedo”, “Doce Mistura”, “É Lenha” e “Agora É Cinza”.

O público ainda poderá desfrutar de músicas que evocam ancestralidade e força cultural, como “Povo do Ayê”, além de composições emblemáticas como “Rei da Madrugada” e “Boiadeiro Navizala”. O repertório abrange diferentes fases e estilos do samba, criando um mosaico musical que conversa com espectadores de todas as idades.

Com o carisma de Teresa Cristina e a autenticidade de Mingo Silva, o episódio deste domingo reafirma o propósito do Samba na Gamboa: valorizar o samba, seus artistas e sua história. A atração segue como um importante espaço de encontro entre gerações, preservando tradições e abrindo caminho para novas narrativas dentro do gênero.

Netflix libera o primeiro trailer da 2ª temporada de One Piece e confirma terceira temporada

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Desde que a Netflix lançou sua adaptação live-action de One Piece em 2023, uma pergunta ficou no ar entre os fãs: como seria dar vida real a esse universo tão rico, cheio de personagens carismáticos, aventuras épicas e um coração pulsante de amizade e coragem? A resposta começa a se desenhar agora, com o lançamento do trailer da segunda temporada — que veio acompanhado da confirmação de que a terceira temporada já está no horizonte. Abaixo, se liga no vídeo divulgado:

Essa notícia é um sopro de esperança para quem embarcou na jornada do jovem Monkey D. Luffy e sua tripulação, os Piratas do Chapéu de Palha, e para os muitos que ainda vão se apaixonar por essa história que fala, antes de tudo, sobre sonhos e conexões humanas.

Mais do que mostrar cenas de luta ou efeitos especiais, o trailer da segunda temporada é um convite para conhecer melhor a alma dos personagens. A chegada de Nico Robin (Lera Abova), Vivi (Charithra Chandran) e Smoker (Callum Kerr) não traz apenas rostos novos, mas histórias que vão mexer com o coração e provocar reflexões.

Ver esses personagens ganhando forma na tela nos lembra que One Piece é sobre pessoas — suas dores, suas esperanças e seus laços. O modo como a série traz isso à tona é delicado, sem perder o ritmo das aventuras, e mostra que há espaço para crescer, para se reinventar e para criar algo que fala com o presente, sem perder o respeito pelo passado.

Monkey D. Luffy (Iñaki Godoy) é muito mais que um capitão carismático com poderes elásticos — ele é a personificação da coragem e da fé no impossível. O sonho de se tornar o Rei dos Piratas é, na verdade, a busca por liberdade e por um lugar no mundo, algo que ressoa com qualquer pessoa que já ousou sonhar alto.

Ao lado de Nami, Zoro, Usopp e Sanji, Luffy não enfrenta apenas inimigos perigosos ou mares traiçoeiros; ele enfrenta seus próprios limites e dúvidas, sustentado pela amizade inquebrável que os une. A série sabe disso e entrega personagens humanos, com falhas e qualidades, tornando essa tripulação algo que a gente sente parte da nossa própria família.

Um dos grandes acertos da série está no elenco. É impossível não se encantar com a energia que cada ator traz para o papel, como Iñaki Godoy que dá vida a Luffy com um equilíbrio raro entre leveza e determinação.

Além dos protagonistas, o universo da série se enche de personagens secundários que ganham nuances, seja o rígido vice-almirante Garp (Vincent Regan), a enigmática Robin (Lera Abova), ou o icônico Buggy, interpretado por Jeff Ward. Eles não são apenas figuras coadjuvantes, mas personagens que ampliam o mundo de One Piece, tornando-o mais vivo e complexo.

Produção com alma e cenários que transportam para outro mundo

Filmada em Cape Town, na África do Sul, a produção soube aproveitar a diversidade de paisagens naturais para recriar o universo fantástico da série. Praias, florestas e mares compõem um cenário que é tão protagonista quanto os próprios personagens.

Essa escolha de locação traz uma sensação orgânica às aventuras, ao mesmo tempo em que se apoia em efeitos visuais para ampliar a imaginação — uma mistura que respeita o espírito do mangá e entrega uma experiência visual envolvente, moderna e acessível.

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A força do mangá que inspira a série

Eiichiro Oda, criador do anime, acompanha de perto a adaptação, participando como produtor executivo. Essa presença garante que o respeito pela obra original esteja presente em cada detalhe, mesmo diante dos desafios de traduzir uma história de mangá para live-action.

O mangá, que já é um fenômeno mundial, conquistou gerações pela forma única de misturar aventura, humor e emoção, e a série da Netflix parece entender que sua maior força está justamente em abraçar esses elementos, ao invés de tentar reinventá-los.

Um mundo em expansão e um futuro promissor

A confirmação da terceira temporada antes mesmo do lançamento da segunda é um claro sinal de que a Netflix aposta no crescimento e na longevidade da série. Para os fãs, isso é motivo de alegria e expectativa: há muito mais por vir.

A nova temporada promete aprofundar os laços entre os personagens, ampliar os conflitos e explorar ainda mais o universo riquíssimo que Oda criou. Será a oportunidade de ver ainda mais desafios, batalhas épicas e, claro, momentos emocionantes que fazem a gente se sentir parte dessa tripulação.

Por que One Piece toca tão fundo?

No fundo, a trama sobre o Chapéu de Palha não é só sobre piratas, tesouros ou poderes especiais. É sobre a busca por um propósito, o valor da amizade verdadeira e a coragem de seguir em frente, mesmo quando tudo parece difícil.

Essa mensagem é universal e atemporal, e talvez seja por isso que a série e o mangá conquistaram tantas pessoas ao redor do mundo. É a sensação de que, apesar dos obstáculos, somos capazes de construir nosso próprio caminho — juntos.

No Brasil, um convite para navegar

Para o público brasileiro, acostumado a acompanhar animes e mangás, a série live-action chega como um convite para redescobrir essa história de uma maneira nova, com um toque local de vozes e interpretações que aproximam ainda mais o público.

A dublagem e a tradução cuidadosas colaboram para que a emoção original seja mantida, enquanto a Netflix disponibiliza uma plataforma acessível para todos os tipos de espectadores.

“Roda a Roda Jequiti” deste domingo (20/07): Patrícia e Rebeca Abravanel apresentam novos ganhadores

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RODA A RODA

Neste domingo, 20 de julho de 2025, às 19h20, o SBT abre as portas para sonhos, risos e lágrimas com uma edição especial do Roda a Roda Jequiti. Um clássico da televisão brasileira que atravessa décadas com o mesmo entusiasmo, agora em clima de celebração e emoção, comandado pelas carismáticas irmãs Patrícia e Rebeca Abravanel. Filhas de Silvio Santos, elas não apenas herdaram o legado, mas também o dom raro de conversar com o povo como quem senta ao lado da plateia — com humor, empatia e coração aberto.

Se ainda restam dúvidas sobre por que o Roda a Roda é um dos últimos grandes encontros de famílias em frente à TV, essa edição promete esclarecer tudo. Prepare-se para gargalhadas, histórias comoventes, viradas surpreendentes e um ambiente em que o calor humano é a verdadeira estrela da noite.

Duas irmãs, uma missão: transformar vidas com leveza e amor

Desde que assumiram o programa em edições especiais, Patrícia e Rebeca Abravanel provaram que são mais que herdeiras de um império midiático — são comunicadoras nata, com timing de palco, sensibilidade afiada e um dom raro de criar conexão com quem assiste.

Elas não apenas apresentam: vivem cada segundo do programa. Brincam entre si com cumplicidade, fazem piada com os convidados, escutam suas histórias com respeito e se emocionam junto. Há entre elas uma troca silenciosa que encanta: um olhar basta para entender o que a outra está sentindo.

“Parece um almoço de domingo com a família toda reunida. Cada participante que chega traz um pouco da casa dele pro nosso estúdio”, revelou Patrícia nos bastidores, pouco antes da gravação desta edição especial.

Mais que um game show: uma celebração da vida brasileira

A dinâmica do programa é conhecida — girar a roleta, adivinhar palavras e torcer para escapar da famigerada “Perde Tudo”. Mas o que acontece em torno disso é o que transforma a experiência: o palco do Roda a Roda se torna um território de superação, coragem e sonho.

Neste domingo, segundo informações apuradas com exclusividade pelo Almanaque Geek, os competidores vêm de diferentes partes do país e carregam histórias fortes: um entregador que vende Jequiti entre um pedido e outro; uma avó que viu nos cosméticos uma forma de sustentar os netos; uma mãe solo que luta diariamente contra a invisibilidade social.

“Tem histórias que a gente jamais imaginaria ouvir num game show. E elas chegam, sem filtro, com verdade, com lágrima, com fé. Isso é o Roda a Roda”, afirma uma produtora da atração, que acompanha os participantes desde a recepção até a despedida.

Emoção que ultrapassa a tela

O impacto do programa vai muito além do estúdio. Os consultores e clientes Jequiti que participam da atração passam por uma experiência completa: são recebidos com carinho pela equipe, ganham uma imersão nos bastidores do SBT e, muitas vezes, vivem ali um dos momentos mais marcantes de suas vidas.

“Eu chorei o dia inteiro quando soube que fui sorteada. Estar no palco, ver a Rebeca sorrindo pra mim, foi mágico. Nunca imaginei passar por isso”, diz Ana Luísa, de Bauru, participante da edição de maio.

A edição deste domingo promete seguir esse mesmo ritmo: histórias reais, emoções à flor da pele e um público que não só torce — vibra, se reconhece, se emociona junto. E não é raro ver lágrimas escorrendo nos rostos da plateia, da equipe técnica, dos câmeras, das próprias apresentadoras.

Prêmios que mudam trajetórias

Além da visibilidade e da experiência, os participantes concorrem a prêmios que podem realmente transformar destinos: barras de ouro, viagens, kits de produtos, dinheiro em espécie. Mas, muitas vezes, o maior prêmio é outro: o reconhecimento de uma trajetória de luta.

“Quando você está ali no palco, não é só sobre ganhar. É sobre mostrar que a gente existe, que a gente é capaz, que a gente tem valor”, disse um dos participantes após a gravação.

E há também os pequenos gestos que fazem a diferença: um abraço apertado de Rebeca, um elogio espontâneo de Patrícia, o carinho dos profissionais que cuidam dos bastidores com zelo. Tudo isso faz do Roda a Roda uma experiência que vai muito além do entretenimento.

Como participar?

Se você se emocionou e pensou “quero estar ali”, saiba que participar do Roda a Roda Jequiti é possível e acessível. Consultores da marca entram automaticamente nos sorteios a cada pedido registrado. Já os clientes podem participar adquirindo produtos com cupons promocionais e enviando para a Caixa Postal 05947-960.

E mais: além da chance de participar do programa, todos ainda concorrem a brindes e prêmios exclusivos. Um incentivo que movimenta a rede, estimula o empreendedorismo e aproxima pessoas do sonho de brilhar na TV.

Um marco na televisão brasileira

O Roda a Roda nasceu em 2003, inspirado em clássicos internacionais, mas com alma 100% brasileira. Desde então, o programa consolidou-se como um fenômeno da TV aberta — resistindo ao tempo, às transformações tecnológicas e às mudanças de hábito do público.

Mesmo em plena era do streaming, ele mantém seu posto de audiência fiel, especialmente aos domingos, quando famílias inteiras ainda se reúnem para torcer juntas. A cada edição, o programa reafirma que a televisão, quando feita com verdade, ainda tem um lugar sagrado no coração do Brasil.

As novas madrinhas do público

Com o afastamento de Silvio Santos da televisão, muitos se perguntaram: quem seria capaz de manter viva a magia do SBT? A resposta veio aos poucos, com naturalidade — e tem nome duplo: Patrícia e Rebeca.

Elas não tentam imitar o pai, mas incorporam seu espírito: valorizam o povo, o improviso, a emoção. Em vez de copiar fórmulas antigas, criam um novo frescor para a televisão de auditório — um híbrido de tradição e modernidade.

Com talento, empatia e leveza, elas se consolidam como as novas madrinhas do Brasil televisivo — figuras que não apenas conduzem o programa, mas abraçam seus participantes com afeto e autenticidade.

Portanto, marque na sua agenda: domingo, às 19h20, no SBT, você tem um encontro com a emoção, com a esperança e com as histórias que representam o melhor do Brasil.

Série documental Nação Zumbi – No Movimento das Marés estreia no Canal Brasil

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A partir desta sexta-feira, 18 de julho, às 19h30, o Canal Brasil dá início à exibição da série documental “Nação Zumbi – No Movimento das Marés”, que convida o público a revisitar — e sentir — a trajetória da banda que transformou a lama do mangue em movimento cultural, som e poesia urbana.

Dirigida por Aquiles Lopes e Leo Crivellare, a produção é dividida em quatro episódios de 25 minutos e entrelaça memórias, imagens de arquivo, bastidores e depoimentos sinceros de quem viveu cada fase da banda. Com passagens por Recife, Olinda, Rio de Janeiro e São Paulo, a série não apenas narra uma história musical, mas também o nascimento de uma linguagem que uniu maracatu, rock, crítica social e identidade nordestina com originalidade feroz.

Ecos do Manguebeat, vozes de gerações

Mais do que um relato biográfico, “No Movimento das Marés” é uma escuta atenta da Nação Zumbi por meio de muitas vozes. Os atuais integrantes — Jorge Du Peixe, Dengue, Toca Ogan, Marcos Matias, Da Lua, Tom Rocha e Neilton Carvalho — se juntam a ex-membros, músicos parceiros e nomes importantes da crítica musical para reconstruir os caminhos trilhados pela banda.

Marcelo D2, Frejat, Charles Gavin, Edgard Scandurra, Lorena Calábria e Arthur Dapieve compartilham suas visões sobre a força inovadora do grupo e seu impacto na música brasileira. As falas são íntimas, afetivas, e revelam como a Nação segue pulsando — com os pés no barro e os olhos no mundo.

Do início revolucionário à reinvenção constante

No episódio de estreia, intitulado “Hoje, Amanhã e Depois”, a série costura passado e presente: mostra a turnê pela Europa em 2017, o dia histórico no estúdio Abbey Road, em Londres, e retorna ao início de tudo — o Manifesto Manguebeat, os primeiros shows, o contrato com a gravadora, e o estouro nacional que colocou Recife no mapa sonoro do país. É também nesse capítulo que os integrantes relembram a perda do visionário Chico Science, morto precocemente em 1997, e o vazio que se abriu a partir dali.

Já no segundo episódio, “Um Sonho”, a narrativa foca na reconstrução. A banda seguiu viva, criativa, e lançou álbuns como “Futura”, “Fome de Tudo”, “NZ” e “Radiola NZ”. Com o tempo, os integrantes passaram a explorar com mais liberdade suas individualidades musicais, criando um som plural, com assinatura própria.

Ritmos, raízes e reinterpretações

O terceiro capítulo, “Foi de Amor”, mergulha no processo de composição, nas influências regionais e na diversidade de parcerias que ampliaram o alcance sonoro da Nação. Também ganha destaque o projeto Los Sebosos Postizos, formado por integrantes da banda, que homenageia a obra de Jorge Ben Jor em releituras suingadas e cheias de afeto.

Por fim, no quarto episódio, a série retorna à origem pessoal: cada integrante fala sobre como a música entrou em sua vida e o momento em que ela se tornou profissão. É uma reflexão não só sobre carreira, mas sobre vocação, resistência e identidade. Com a ajuda de músicos, críticos e pesquisadores, o episódio traça um retrato do estilo único da Nação Zumbi, que sempre escapou de rótulos fáceis.

Primeiras imagens do filme live-action de The Legend of Zelda redefinem as expectativas e inauguram uma nova era para a Nintendo nas telonas

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As primeiras imagens oficiais do aguardado live-action de The Legend of Zelda finalmente foram reveladas — e, pela primeira vez desde o anúncio do projeto, o público consegue visualizar com clareza a direção artística escolhida para a adaptação. Até então, o debate era guiado por rumores, vídeos amadores de bastidores e muita especulação. Agora, com conteúdo autorizado e cuidadosamente produzido, o filme deixa o campo da suposição e passa a ocupar um espaço concreto no imaginário do público. As informações são do Caderno POP.

O momento da divulgação não é acidental. Ela chega logo após a confirmação do início das filmagens, marcando um ponto de virada na estratégia de marketing da Nintendo e da Sony. A liberação das imagens funciona como um gesto de confiança: mostra que as equipes estão seguras do que estão construindo e que desejam convidar os fãs a acompanhar o processo desde cedo — mas sem revelar mais do que o necessário.

Um elenco jovem diante de uma das histórias mais emblemáticas dos games

Marcado para estrear em 7 de maio de 2027, o longa apresenta Benjamin Evan Ainsworth como Link. O ator, que vem se destacando por performances sensíveis em personagens complexos, assume aqui talvez o papel mais desafiador de sua carreira. Link é, simultaneamente, um símbolo da bravura e um herói silencioso — características que exigem expressividade corporal e emocional mesmo com pouquíssimas falas.

Ao lado dele, Bo Bragason interpreta a Princesa Zelda, uma decisão de casting celebrada por muitos fãs. A personagem, frequentemente responsável pela carga mítica, política e espiritual das narrativas da franquia, parece assumir um papel de protagonismo amadurecido nas imagens iniciais. A postura firme, a expressão determinada e um figurino que combina elementos clássicos a tecidos mais contemporâneos sugerem uma abordagem que respeita a essência dos jogos, mas procura expandi-la para o cinema.

A química entre os intérpretes é um dos pontos mais aguardados, já que Zelda não é apenas uma história de aventura: é também uma narrativa sobre alianças, confiança e sacrifícios compartilhados.

A direção de Wes Ball e o desafio de uma mitologia que atravessa gerações

A responsabilidade criativa está nas mãos de Wes Ball, diretor conhecido por construir mundos com ambição visual e profundidade atmosférica. Sua experiência em Maze Runner e, sobretudo, em Planeta dos Macacos: O Reinado reforça sua habilidade em equilibrar tecnologia, emoção e grandiosidade.

Em Zelda, o desafio é ainda maior. Hyrule não é um reino qualquer: é um universo com múltiplas eras, lendas, civilizações e símbolos que definem a própria identidade da franquia desde 1986. Transportar esse ecossistema para o cinema exige não apenas técnica, mas compreensão cultural.

As primeiras imagens reveladas mostram que o projeto parece estar trilhando um caminho coerente. A paleta de cores, as texturas dos figurinos e o uso de iluminação natural evocam a sensação de desbravamento presente em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. As orelhas pontudas dos Hylians, o traje de Link e o ambiente aberto — amplos campos, nuvens altas, grama realista — apontam para uma adaptação que não tem vergonha de ser fiel ao que os fãs conhecem.

O silêncio sobre a trama é parte da estratégia

Apesar de a produção ter se tornado mais transparente com a divulgação das imagens, o enredo continua sendo o aspecto mais bem guardado do filme. A franquia The Legend of Zelda possui dezenas de jogos, múltiplas linhas do tempo e interpretações variadas sobre a origem e a evolução dos personagens. Qual caminho o longa vai seguir permanece um mistério — e isso tem sido uma vantagem estratégica.

A herança de uma franquia monumental

The Legend of Zelda é uma das séries mais influentes da história dos videogames. Títulos como Ocarina of Time redefiniram padrões de jogabilidade e narrativa na década de 1990, enquanto Breath of the Wild revolucionou a forma como os jogadores interagem com mundos abertos no século XXI. Esse legado monumental significa que o filme não pode ser apenas mais uma adaptação — ele precisa dialogar com décadas de memórias, expectativas e afetos.

A presença de Shigeru Miyamoto na produção reforça essa responsabilidade. Criador de Zelda e um dos nomes mais importantes da Nintendo, Miyamoto atua como guardião criativo, assegurando que decisões fundamentais preservem a identidade da franquia. Seu envolvimento indica que não haverá concessões fáceis e que o foco está em construir um filme que converse tanto com fãs veteranos quanto com novos públicos.

Terror psicológico Keeper, do diretor de O Macaco, ganha trailer e promete suspense intenso

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Em um mundo em que o terror muitas vezes se traduz em gritos, sangue e sustos fáceis, há uma vertente mais silenciosa – porém não menos perturbadora – que vem conquistando espaço entre cinéfilos e críticos: o terror psicológico. E é exatamente nesse território que o aguardado Keeper fincou suas raízes. Com estreia confirmada para 14 de novembro de 2025 nos Estados Unidos, o novo filme dirigido por Osgood Perkins (O Macaco, Longlegs) promete uma experiência angustiante, claustrofóbica e emocionalmente carregada.

Estrelado por Tatiana Maslany – aclamada por sua atuação multifacetada em Orphan Black – e Rossif Sutherland, o longa teve seu primeiro trailer divulgado recentemente. A prévia, marcada por imagens densas, trilha inquietante e um clima de crescente tensão, já deixa claro que Keeper não pretende seguir fórmulas prontas. Ao invés disso, convida o público a mergulhar em um abismo emocional junto de sua protagonista.

Solidão, desconfiança e um mal invisível

A sinopse oficial é direta, mas carregada de possibilidades perturbadoras. o longa-metragem acompanha um casal, Liz (Tatiana Maslany) e Malcolm (Rossif Sutherland), que decide passar um fim de semana em uma cabana remota – uma escapada romântica, aparentemente inofensiva. Mas logo após a chegada, Malcolm precisa retornar à cidade de forma inesperada, deixando Liz sozinha. É nesse isolamento que as coisas começam a se desestruturar. As informações são do AdoroCinema.

Liz passa a sentir que algo não está certo na casa. Sons sem explicação, mudanças sutis no ambiente, sensações que não sabe se são reais ou fruto de sua mente. À medida que os dias se arrastam, ela começa a descobrir segredos horripilantes ligados ao local – e, talvez, ao próprio relacionamento que achava conhecer tão bem.

Trata-se de um enredo que parte de uma situação cotidiana para mergulhar em um horror íntimo, com fortes camadas emocionais e psicológicas. A cabana não é apenas um cenário, mas um reflexo da psique da protagonista – um espaço onde o medo, a solidão e a dúvida assumem formas concretas.

Tatiana Maslany: entrega e intensidade

O papel de Liz exige uma performance intensa, contida e sensível – características que Tatiana Maslany já demonstrou dominar em trabalhos anteriores. A atriz, vencedora do Emmy por Orphan Black, volta a explorar os limites da psique humana em um papel que depende quase exclusivamente de sua presença em tela.

Liz é uma mulher cercada por incertezas. Ela está sozinha, em um lugar desconhecido, com pistas sutis de que talvez esteja sendo observada. Maslany interpreta esse desconforto com olhar atento e gestos contidos, transmitindo a angústia crescente que se instala ao redor – e dentro – da personagem.

Ao escolher Maslany como protagonista, a produção aposta em um talento reconhecido por sua capacidade de nuance, e isso pode ser o grande trunfo emocional do filme. Liz não é apenas uma vítima do ambiente: ela é, ao mesmo tempo, sobrevivente, cúmplice e guardiã dos próprios traumas.

Osgood Perkins e o horror da sugestão

Filho de Anthony Perkins (o icônico Norman Bates de Psicose), Osgood Perkins vem desenvolvendo uma assinatura própria como diretor e roteirista. Seus filmes anteriores, como The Blackcoat’s Daughter e Longlegs, apostam em um terror de construção lenta, marcado por atmosferas densas, silêncio opressivo e simbolismos visuais.

Em Keeper, Perkins une esses elementos a um roteiro escrito por Nick Lepard, em sua estreia no cinema, para entregar uma obra que pretende incomodar mais do que chocar. Não espere gritos estridentes ou cenas explícitas: o verdadeiro horror aqui parece vir do que não se vê, do que se pressente – e do que se carrega internamente.

O diretor já declarou em entrevistas anteriores que está mais interessado em explorar o “desconforto constante” do que a adrenalina passageira. Com Keeper, ele busca criar uma experiência que continue reverberando na mente do espectador muito depois dos créditos finais.

Fotografia e som: aliados do suspense

Com direção de fotografia de Jeremy Cox, Keeper aposta em uma estética minimalista e opressiva. Ambientes frios, iluminação natural e sombras bem posicionadas criam uma sensação constante de vulnerabilidade. A cabana em que Liz se encontra sozinha não é apenas um lugar físico – ela se torna um personagem, uma entidade que parece observar e interagir com a protagonista.

A trilha sonora, mantida sob sigilo até o momento, também promete ser crucial. Se seguir o padrão dos filmes anteriores de Perkins, será marcada por sons ambientes distorcidos, silêncios incômodos e composições que mais sugerem do que descrevem. Tudo em Keeper parece ser pensado para criar uma sensação de desconforto prolongado, um mergulho lento em uma paranoia crescente.

Distribuição e expectativa global

Keeper foi apresentado ao mercado internacional durante o Festival de Cannes 2024, mais precisamente no Marché du Film, onde chamou atenção de distribuidores pelo mundo. A Neon, responsável por títulos como Titane e Memória, adquiriu os direitos para os Estados Unidos e também os direitos internacionais, apostando alto no potencial do longa. No Canadá, a distribuição ficará a cargo da Elevation Pictures.

Originalmente previsto para outubro, o lançamento foi adiado para novembro – uma decisão estratégica para posicionar o filme no outono americano, época em que produções mais artísticas e introspectivas costumam ter mais espaço e atenção.

No Brasil, a estreia ainda não foi confirmada, mas espera-se que, com a força da Neon no circuito internacional, Keeper chegue aos cinemas nacionais ou, ao menos, às principais plataformas de streaming em data próxima à estreia americana.


O terror do cotidiano

Há algo de universal e atemporal em histórias que tratam do isolamento. E Keeper parece explorar esse sentimento de forma simbólica e emocional. Em um mundo hiperconectado, a solidão ainda é um dos medos mais profundos – talvez mais que fantasmas ou monstros. Liz, deixada sozinha em um ambiente hostil e silencioso, vive a materialização desse pavor.

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A Universal Pictures divulgou o primeiro trailer de “Dia D” (Disclosure Day), novo longa-metragem dirigido por Steven Spielberg (“O Resgate do Soldado Ryan”, “A Lista de Schindler”), e a prévia já deixa claro que o cineasta volta a explorar um de seus terrenos favoritos: o impacto do desconhecido sobre pessoas comuns. Com um clima de tensão crescente e muitas perguntas no ar, o filme desponta como um dos lançamentos mais aguardados do próximo ano. Abaixo, confira o vídeo:

Com lançamento previsto para 11 de junho de 2026 nos cinemas brasileiros, o longa-metragem marca o reencontro de Steven com o roteirista David Koepp (“Jurassic Park”, “Guerra dos Mundos”), parceiro recorrente em produções que equilibram espetáculo, tensão e conteúdo. A nova colaboração renova a expectativa do público por uma história que transita entre o suspense, a ficção e o drama humano, elementos que se tornaram a assinatura criativa da dupla ao longo dos anos.

O elenco reforça o peso da produção e chama atenção pela variedade de perfis. O protagonismo fica por conta de Josh O’Connor (“The Crown”, “Rivais”), que divide a cena com Emily Blunt (“Oppenheimer”, “No Limite do Amanhã”). Também integra o time Eve Hewson (“Flora and Son”, “Behind Her Eyes”), além de nomes consagrados como Colin Firth (“O Discurso do Rei”, “1917”), Colman Domingo (“Rustin”, “Sing Sing”) e Wyatt Russell (“Lodge 49”, “Thunderbolts”). É um elenco pensado para sustentar conflitos emocionais intensos, algo essencial para um filme que promete trabalhar mais com tensão psicológica do que com respostas fáceis.

O trailer evita explicar demais, mas entrega pistas suficientes para despertar curiosidade. A história parece girar em torno de um evento global, algo que esteve oculto por muito tempo e que, ao vir à tona, ameaça mudar completamente a forma como a humanidade enxerga a própria realidade. Não há cenas de ação exageradas nem grandes discursos explicativos. O que domina é a sensação de urgência, o silêncio desconfortável e olhares carregados de apreensão.

As comparações com “Contatos Imediatos de Terceiro Grau” são inevitáveis, já que Spielberg retorna ao tema do encontro com algo além da compreensão humana. A diferença é o tom. Se no clássico de 1977 havia fascínio e certa inocência diante do desconhecido, “Dia D” parece seguir um caminho mais sombrio e ansioso. Aqui, a revelação não soa como uma promessa de descoberta, mas como um choque inevitável.

O título original, Disclosure Day, ajuda a entender essa proposta. A ideia de “disclosure” aponta para uma revelação definitiva, um momento sem volta. Entre fãs, já surgem interpretações que ligam o nome “Dia D” a um paralelo simbólico com o marco histórico da Segunda Guerra Mundial. Só que, desta vez, a batalha não acontece em um campo físico, mas na mente coletiva das pessoas, forçadas a lidar com uma verdade que pode desmontar certezas antigas.

Ao longo da carreira, Spielberg sempre demonstrou habilidade para transformar conceitos grandiosos em histórias profundamente humanas. Mesmo quando fala de extraterrestres, guerras ou eventos globais, o foco costuma estar nas reações individuais, no medo, na esperança e na fragilidade emocional. Pelo que o trailer indica, “Dia D” segue exatamente esse caminho, apostando mais na atmosfera e na construção de tensão do que em explicações diretas.

A Hora do Mal retorna ao topo das bilheterias e ultrapassa US$ 250 milhões com suspense sobrenatural intenso

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O terror e o suspense continuam dominando as telas de cinema em 2025, e neste final de semana, A Hora do Mal reafirmou seu poder de atração ao retornar à liderança das bilheterias norte-americanas. O longa, dirigido por Zach Cregger, arrecadou impressionantes US$ 12,4 milhões apenas nos Estados Unidos, consolidando um total de US$ 134,6 milhões na bilheteria doméstica. Internacionalmente, o filme já soma cerca de US$ 250 milhões, um desempenho notável especialmente se considerarmos seu orçamento relativamente modesto de US$ 38 milhões. Esses números colocam o longa de terror entre os maiores sucessos de terror do ano e demonstram a força contínua do gênero no público global.

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Elenco de peso e atuações envolventes

Um dos pontos fortes do filme é, sem dúvida, seu elenco diversificado e talentoso. Josh Brolin, Julia Garner, Alden Ehrenreich, Cary Christopher, Benedict Wong, Amy Madigan e Austin Abrams se revezam em personagens que transitam entre o cotidiano e o sobrenatural, criando uma atmosfera de tensão constante. Cada ator contribui de forma significativa para a narrativa, tornando os sustos mais eficazes e a trama mais envolvente. A química entre Julia Garner, que interpreta a professora Justine Gandy, e Alden Ehrenreich, no papel de Archer Graff, é particularmente destacada, oferecendo momentos de drama e suspense que prendem o espectador à tela.

Além disso, a direção de Cregger combina elementos de terror psicológico e sobrenatural, construindo um ritmo que alterna tensão e alívio de maneira precisa, mantendo o público atento do começo ao fim. O equilíbrio entre medo, mistério e desenvolvimento de personagens é uma das razões pelas quais o filme tem sido tão bem recebido pela crítica e pelo público.

Um enredo que mistura suspense e sobrenatural

“A Hora do Mal” se passa em Maybrook, Pensilvânia, cidade pequena que se vê abalada pelo desaparecimento de dezessete crianças em uma única noite. O único sobrevivente é Alex Lilly, aluno da professora Justine Gandy, que rapidamente se torna o centro das atenções da investigação. Justine, afastada do cargo após ser suspeita de negligência, enfrenta não apenas a pressão da comunidade, mas também uma crise pessoal, lidando com recaídas no alcoolismo enquanto tenta compreender os eventos misteriosos que cercam os desaparecimentos.

Conforme a narrativa se desenrola, Justine se une a Archer Graff, pai de uma das crianças desaparecidas, para tentar desvendar o mistério. Eles enfrentam situações cada vez mais perigosas: moradores sob feitiços, sonhos perturbadores e a constante ameaça de Gladys, uma figura misteriosa que se apresenta com maquiagem de palhaço e habilidades sobrenaturais, capaz de manipular adultos e controlar o destino das crianças.

Gladys: a vilã que eleva o terror

O ponto alto do filme é a revelação de Gladys, tia de Alex, que se mostra uma bruxa poderosa. Ela utiliza feitiços para manter as crianças presas em seu porão, ao mesmo tempo em que exerce controle sobre os pais e outros habitantes da cidade, drenando suas energias vitais para aumentar seu poder. Cada aparição de Gladys provoca tensão imediata, e suas interações com Justine e Archer aumentam a adrenalina da trama.

As cenas de confronto direto entre os protagonistas e os seguidores enfeitiçados da vilã são cuidadosamente coreografadas, combinando ação, suspense e horror sobrenatural de forma coerente. A direção de Zach Cregger consegue equilibrar o terror explícito com elementos psicológicos, criando momentos em que o medo é tanto visual quanto emocional. Este equilíbrio é um dos fatores que diferencia o terror americano de outros filmes do gênero lançados recentemente.

Produção técnica e efeitos visuais de destaque

Outro elemento que contribui para o sucesso do longa é a produção técnica de alto nível. A fotografia sombria e cuidadosamente planejada intensifica o clima de suspense, enquanto a trilha sonora provoca arrepios nos momentos certos. Os efeitos especiais, apesar de sutis em algumas cenas, são fundamentais para a construção do terror sobrenatural, permitindo que o público sinta a presença ameaçadora de Gladys e a tensão crescente em Maybrook.

A direção de arte também merece destaque: os cenários reforçam o clima de mistério e perigo, desde a escola silenciosa e vazia até a casa de Alex, transformada em um espaço opressor pelo poder de Gladys. A atenção aos detalhes, como objetos aparentemente inofensivos que escondem pistas ou ameaças, contribui para a experiência imersiva e mantém os espectadores envolvidos na trama.

Repercussão internacional e impacto cultural

Desde sua estreia em 7 de agosto no Brasil, com distribuição da Warner Bros. Pictures, o longa-metragem tem conquistado público e crítica. O longa também estreou em Portugal, distribuído pela Cinemundo, ampliando ainda mais seu alcance internacional. Críticos destacam não apenas os sustos inteligentes e a narrativa envolvente, mas também a profundidade emocional dos personagens, que adiciona camadas de drama ao terror.

Por que “A Hora do Mal” é imperdível

O longa-metragem considerado uma experiência cinematográfica completa, equilibrando suspense psicológico, mistério e elementos sobrenaturais. Sustos são entregues de maneira inteligente, evitando clichês do gênero e mantendo o público em constante expectativa. As atuações consistentes do elenco, combinadas com a direção segura de Cregger, resultam em um longa que é ao mesmo tempo aterrorizante e emocionalmente envolvente.

O roteiro bem estruturado permite que cada cena contribua para o desenvolvimento da história, seja revelando informações cruciais sobre o desaparecimento das crianças ou aumentando a tensão em confrontos diretos com Gladys. Esse cuidado narrativo transforma “A Hora do Mal” em uma obra que se destaca em um ano repleto de lançamentos de terror, consolidando-se como referência em qualidade e inovação.

“Universal Pictures revela arte inédita de “Wicked: Parte II”, aguardada continuação da saga das Bruxas de Oz

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A Universal Pictures acaba de revelar uma arte inédita de “Wicked: Parte II”, aguardada continuação do fenômeno de 2024 que conquistou fãs no mundo inteiro. Nesta nova fase, a história das lendárias bruxas de Oz chega ao seu capítulo final, trazendo de volta as poderosas interpretações das atrizes indicadas ao Oscar, Cynthia Erivo e Ariana Grande, em uma trama que mistura magia, drama e músicas emocionantes.

O lançamento está marcado para o dia 20 de novembro e, como no primeiro filme, os fãs terão a opção de assistir à versão dublada, com as vozes de Myra Ruiz (Elphaba) e Fabi Bang (Glinda). Além das protagonistas, o elenco conta com grandes nomes como Jonathan Bailey, Jeff Goldblum e Michelle Yeoh, que também retornam para fortalecer ainda mais a narrativa encantadora e complexa de Oz.

Um universo de magia e conflitos

“Wicked: Parte II” retoma a jornada das bruxas em um momento delicado: Elphaba (Cynthia Erivo), agora exilada e conhecida como a Bruxa Má do Oeste, luta para revelar as verdades ocultas sobre o governo do Mágico de Oz (Jeff Goldblum). Enquanto isso, Glinda (Ariana Grande), agora símbolo da bondade e glamour, enfrenta dilemas profundos ao se preparar para um casamento real com o Príncipe Fiyero (Jonathan Bailey).

O filme mergulha nas tensões entre amizade, poder e sacrifício, explorando como as escolhas que cada personagem faz reverberam não só em suas vidas, mas em todo o reino de Oz. A direção do premiado Jon M. Chu garante um equilíbrio entre cenas visuais deslumbrantes e uma narrativa emocionalmente rica, que promete conquistar públicos de todas as idades.

O brilho de um elenco estrelado

A força do filme também vem do seu elenco cuidadosamente escolhido. Cynthia Erivo, conhecida por sua voz poderosa e performances marcantes, dá vida a Elphaba com uma intensidade que traduz toda a complexidade da personagem — uma mulher verde e incompreendida que desafia o status quo. Já Ariana Grande, além de estrela da música, mostra seu talento como atriz ao interpretar Glinda, que enfrenta o peso das expectativas sociais e pessoais.

Complementando o trio principal, Michelle Yeoh, vencedora do Oscar por “Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo”, interpreta Madame Morrible, a enigmática diretora da Universidade Shiz, enquanto Jeff Goldblum empresta seu carisma único ao papel do Mágico de Oz. O príncipe Fiyero ganha forma nas mãos de Jonathan Bailey, aclamado por sua versatilidade e presença magnética.

O filme também apresenta uma série de personagens coadjuvantes que enriquecem a trama, como Ethan Slater (Boq), Marissa Bode (Nessarose), e novos rostos como Bowen Yang e Bronwyn James, que interpretam os assistentes de Glinda, conferindo humor e leveza em meio ao drama.

Uma produção marcada pela inovação e respeito ao original

A jornada para adaptar o musical da Broadway para as telas do cinema foi longa e cheia de desafios, mas com um resultado que promete honrar a obra original. Baseado no livro de Gregory Maguire e no espetáculo de Stephen Schwartz e Winnie Holzman, o filme preserva o encanto e a profundidade da história, com novidades e elementos visuais que só o cinema pode proporcionar.

Um destaque técnico do longa é a gravação dos vocais ao vivo durante as filmagens, uma técnica que intensifica a emoção das performances e aproxima o público do universo musical de Oz. A direção de fotografia de Alice Brooks e o trabalho de produção de Nathan Crowley ajudam a construir um mundo que é ao mesmo tempo fantástico e palpavelmente real.

O que esperar da continuação?

Além de revelar os desdobramentos da relação entre Elphaba e Glinda, “Wicked: Parte II” promete responder a perguntas deixadas no ar, como o destino dos personagens Boq e Fiyero, a segurança da irmã de Elphaba, Nessarose, e a chegada inesperada de Dorothy Gale, a garota do Kansas que pode mudar o rumo da história.

O filme propõe um mergulho nos conceitos de amizade verdadeira, coragem para enfrentar a adversidade e a importância de enxergar o outro com empatia, mesmo quando as circunstâncias parecem irremediáveis. É uma celebração da complexidade humana dentro de um universo fantástico, que se conecta profundamente com temas universais.

O fenômeno Wicked: da Broadway às telas do cinema

Desde sua estreia nos palcos em 2003, Wicked conquistou plateias pelo mundo com sua releitura da clássica história de Oz, mostrando as bruxas sob uma nova luz. Quebrando recordes de público e rendendo prêmios, o musical tornou-se um marco cultural, com apresentações em diversos países, incluindo Brasil, Reino Unido, Japão e Austrália.

A transição para o cinema, portanto, era uma expectativa natural para fãs e produtores. A Universal Pictures e os nomes por trás da adaptação têm mantido uma linha de respeito e inovação, garantindo que tanto espectadores que já conhecem a peça quanto os que estão descobrindo Oz pela primeira vez possam se encantar.

Um convite para se perder e se encontrar em Oz

Mais do que um espetáculo visual, “Wicked: Parte II” é uma história sobre escolhas, consequências e, sobretudo, a força da conexão entre duas pessoas muito diferentes que compartilham um destino. É um convite para refletir sobre preconceitos, redenção e o verdadeiro significado do poder — não aquele que é imposto, mas o que nasce da coragem e da empatia.

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