Neusa Borges retorna às telonas em Os Quatro dos Passos, aventura infantojuvenil que valoriza Florianópolis e a cultura brasileira

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Depois de muitos anos longe das grandes telas, a atriz Neusa Borges retorna ao cinema com um papel que marca não apenas sua carreira, mas também um importante momento para o cinema nacional: o filme Os Quatro dos Passos, dirigido por Beatriz Silva e Yasser Socarrás, é uma produção infantojuvenil que mistura aventura, suspense, comédia e romance, tudo ambientado em Florianópolis — cidade natal da atriz e cenário da filmagem.

No longa, Neusa vive Dona Chica, bisavó de dois dos protagonistas, uma personagem que carrega consigo um mistério envolvente e uma presença que guia os jovens pela trama. A história gira em torno de quatro adolescentes — Francisca, Jacinto, Lúcio e Camila — que, em uma tentativa de fugir da temida recuperação escolar, acabam se envolvendo em uma jornada que mistura o real e o sobrenatural, passando pela tradição da Procissão do Senhor dos Passos, evento religioso reconhecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) como Patrimônio Cultural do Brasil.

O roteiro assinado por Glauco Broering aposta em uma combinação audaciosa: a energia da juventude, a força da cultura local e um gênero híbrido que inclui animação, cenas em live-action e elementos de found footage, técnica que remete a um tipo de filme gravado em primeira pessoa, muito usada para criar suspense e realismo.

A diretora Beatriz Silva conta que a ideia de contar essa história a partir do olhar dos adolescentes foi decisiva para ela se envolver no projeto. “Quando li o roteiro, logo percebi que não era só sobre aventura, era uma narrativa que trazia a cultura brasileira para o primeiro plano, mas sem perder o frescor e o olhar genuíno dos jovens protagonistas,” comenta Beatriz.

Já o co-diretor Yasser Socarrás destaca o protagonismo dos quatro jovens negros na trama, ressaltando a importância da representatividade. “Em muitas histórias, especialmente de aventura, esses personagens são raramente o centro. Aqui, eles são quem movem a narrativa, com coragem, curiosidade e amizade. Isso é revolucionário para o cinema nacional,” afirma.

Dona Chica: o elo entre gerações

Neusa Borges, uma artista que acumulou décadas de experiência na televisão e no teatro, confessa que foi um convite especial poder viver Dona Chica. “Ela é uma mulher cheia de história, cheia de sabedoria, mas também um pouco misteriosa. Senti que era uma chance de trazer para a tela algo que vem da minha própria vivência e do amor por Florianópolis,” diz a atriz.

Para Neusa, participar de uma produção que celebra a cultura local, com elementos tão fortes da religiosidade popular, foi uma forma de homenagear suas raízes e contribuir para que as tradições brasileiras ganhem visibilidade na cultura pop.

Florianópolis: muito mais que cenário

Os locais escolhidos para as filmagens foram cuidadosamente selecionados para mostrar não só as belezas naturais da capital catarinense, mas também seu patrimônio histórico e cultural. Igrejas antigas, ruas estreitas e paisagens que transitam entre o urbano e o natural criam o ambiente perfeito para essa aventura que, apesar de ambientada em um lugar específico, fala para o Brasil inteiro.

A Procissão do Senhor dos Passos, que acontece anualmente e envolve milhares de fiéis, serve como pano de fundo para a trama, trazendo uma atmosfera de mistério e tradição que conecta passado e presente.

Nostalgia e inovação de mãos dadas

Os diretores explicam que uma das inspirações para o filme foram os clássicos infantojuvenis das décadas de 80 e 90, como “Os Goonies” e “Conta Comigo”. Essas histórias de amizade, descoberta e aventura sempre tocaram o imaginário popular, e “Os Quatro dos Passos” revive essa essência, ao mesmo tempo em que insere elementos que falam diretamente à geração atual, como a diversidade racial e a tecnologia.

Essa junção cria um filme que é ao mesmo tempo um presente para as crianças e adolescentes de hoje e uma viagem nostálgica para adultos que cresceram assistindo essas obras.

Linguagens que aproximam o público

A mistura de animação, live-action e found footage não é apenas um recurso visual: é também uma maneira de dialogar com diferentes faixas etárias e gostos. A animação ilustra as histórias contadas por Dona Chica, dando vida às lendas e ao folclore local. O found footage cria uma sensação de urgência e suspense, e o live-action dá o tom realista à aventura.

Esse casamento de estilos traz frescor e dinamismo, tornando a experiência mais rica e convidativa para quem assiste.

Representatividade que transforma

A presença de quatro jovens negros como protagonistas é, sem dúvida, um dos pontos altos do filme. Em tempos em que debates sobre diversidade e inclusão ganham força, “Os Quatro dos Passos” mostra na prática como a representatividade pode ser natural, orgânica e central em uma história que, acima de tudo, é sobre humanidade.

“Eles são esses jovens, com sonhos, medos e desafios, que embarcam juntos numa aventura. Isso muda a forma como o público se vê e se conecta com o cinema,” explica Yasser Socarrás.

Paola Carosella se pronuncia após polêmica com Blogueirinha e defende a proteção da filha

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A participação da chef de cozinha Paola Carosella no programa “De Frente com Blogueirinha”, apresentado pelo humorista Bruno Matos, conhecida popularmente como Blogueirinha, gerou grande repercussão nas redes sociais e reacendeu discussões sobre os limites do humor, liberdade de expressão e responsabilidade online. Durante o programa, Paola falou sobre os gostos musicais de sua filha, Francesca, de 13 anos, citando artistas como Billie Eilish, Chappell Roan, Doechi e Reneé Rapp. O episódio, inicialmente leve e marcado por ironia, acabou viralizando e sendo interpretado de formas diferentes por milhares de internautas, desencadeando um debate intenso.

Horas após a exibição, trechos da entrevista foram compartilhados nas redes sociais, mas rapidamente deletados pelos perfis de ambas. Além disso, Paola e Blogueirinha deixaram de se seguir no Instagram, indicando um possível desentendimento pessoal, que acabou se tornando público. A situação gerou especulações sobre o teor da conversa, especialmente no que se refere à filha da chef, com comentários e questionamentos sobre a sexualidade da adolescente, algo que Paola jamais imaginaria se tornaria central na discussão.

O desabafo de Paola Carosella

Diante do impacto da repercussão, Paola Carosella usou suas redes sociais para se manifestar. Em uma publicação longa e reflexiva, a chef destacou que nunca poderia prever os desdobramentos que uma fala aparentemente simples sobre os gostos musicais de sua filha poderia ter. Ela ressaltou que a ironia e o deboche, elementos centrais do programa, são ferramentas que ela conhece bem, mas que não esperava que pudessem gerar acusações ou especulações envolvendo sua filha menor de idade.

Paola fez um alerta sobre os perigos do ambiente digital, descrevendo a internet como um “labirinto de espelhos, onde tudo se deturpa”. Para ela, a liberdade de expressão ainda não tem limites claros na sociedade e a linha entre humor, ficção e responsabilidade é muitas vezes tênue. A chef criticou a interpretação de sua fala por milhares de pessoas que não consideraram as consequências de seus comentários e enfatizou que, em muitos casos, atos desse tipo podem configurar crime, especialmente quando envolvem menores.

Além de explicar o contexto de sua fala, Paola reforçou a importância de respeitar limites sem confundir isso com censura, afirmando que “limite não é censura” e “liberdade não é libertinagem”. A chef finalizou a publicação destacando sua admiração e orgulho pela filha Francesca, descrevendo-a como inteligente, sensível e com excelente gosto musical, deixando claro que suas palavras foram motivadas pelo carinho maternal.

Blogueirinha responde

Do outro lado, Blogueirinha se pronunciou por meio de uma nota publicada no X (antigo Twitter), classificando o ocorrido como um “mal-entendido”. A influenciadora explicou que os stories publicados durante a repercussão foram interpretados de maneira equivocada, gerando especulações graves sobre sua postura e intenções. Ela ressaltou que seu trabalho tem a intenção de entreter e nunca de magoar e lamentou profundamente que uma conversa descontraída tenha se transformado em polêmica.

Apesar da tentativa de esclarecer os fatos, a declaração de Blogueirinha não conseguiu frear a onda de críticas e debates nas redes sociais. O episódio trouxe à tona discussões sobre responsabilidade dos influenciadores, impactos das publicações digitais e a vulnerabilidade de menores de idade em ambientes online, questões que geraram um debate mais amplo do que a simples polêmica entre as duas personalidades.

O contexto da ironia e do humor

A discussão entre Paola e Blogueirinha não é apenas sobre um comentário isolado, mas sobre o papel do humor na sociedade digital. Paola argumentou que o humor, quando bem utilizado, tem potencial libertador, capaz de traduzir dores profundas em sentimentos mais leves. Entretanto, ela também questionou os limites do humor, especialmente quando envolve menores de idade, lembrando que a liberdade de expressão deve coexistir com a responsabilidade social.

A chef enfatizou que a internet amplifica qualquer conteúdo, tornando o alcance imediato e muitas vezes desproporcional. No caso do episódio, a ironia destinada a discutir gostos musicais de adolescentes acabou sendo distorcida, mostrando como o ambiente virtual pode transformar uma situação aparentemente inofensiva em um caso de grande repercussão. Esse ponto é crucial para refletir sobre a necessidade de educar tanto influenciadores quanto usuários sobre ética, respeito e limites legais em plataformas digitais.

Proteção da filha e responsabilidade social

O caso também reacendeu o debate sobre proteção de menores em ambientes digitais. Paola mencionou que a vida coletiva exige responsabilidade e coerência, destacando que as escolhas de cada indivíduo impactam a sociedade como um todo. Ela reforçou a importância de proteger os mais vulneráveis e de respeitar princípios básicos de liberdade e dignidade, apontando que comentários mal interpretados podem gerar consequências sérias, inclusive legais.

A chef de cozinha aproveitou para conscientizar sobre crimes relacionados à exposição de menores, citando indiretamente casos recentes de abusos cometidos por influenciadores digitais, e alertou que muitos adultos não percebem os riscos que suas ações online podem causar. Essa abordagem humanizada demonstra que a preocupação de Paola vai além de sua imagem pública, refletindo valores de cidadania, educação e proteção familiar.

Rumores sobre Henrique Fogaça

Durante a mesma entrevista, a conversa também trouxe à tona rumores antigos envolvendo Paola e o colega de “MasterChef”, Henrique Fogaça. Ao ser questionada sobre um suposto romance, Paola respondeu de maneira bem-humorada, brincando com a imaginação do público, mas negou qualquer envolvimento amoroso. Ela destacou a admiração profissional por Fogaça, enfatizando o respeito e a convivência harmoniosa construída ao longo dos anos de trabalho conjunto. Esse episódio serviu para mostrar que, apesar do foco principal ter sido a repercussão sobre sua filha, a entrevista também reviveu especulações sobre sua vida pessoal, adicionando complexidade ao debate.

Lições sobre limites do humor

A polêmica evidenciou uma questão central: até onde o humor pode ir? Paola Carosella trouxe à tona a discussão sobre como a ironia, apesar de ser uma forma de expressão artística e crítica, não pode se sobrepor à ética e à proteção de indivíduos vulneráveis. A chef destacou que o humor deve ser usado com responsabilidade, lembrando que a liberdade de expressão não é sinônimo de ausência de limites.

Ela também mencionou a importância da educação digital, incentivando o público a refletir sobre os impactos de suas palavras e ações online. Para Paola, entender os limites do humor é compreender a responsabilidade de viver em sociedade e respeitar a integridade de terceiros, especialmente crianças e adolescentes.

Vale a pena assistir O Telefone Preto 2? Uma sequência sombria e psicologicamente intensa

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Quatro anos após escapar do cativeiro aterrorizante d’O Pegador, Finney tenta reconstruir sua vida, mas a sequência O Telefone Preto 2, dirigida por Scott Derrickson, deixa claro que fugir do mal não significa superá-lo. O filme se aprofunda no terror psicológico, misturando sustos clássicos com drama familiar, e oferece uma experiência que vai muito além do entretenimento leve, exigindo do espectador atenção, sensibilidade e nervos de aço.

A história acompanha Finney e sua irmã Gwen, que continua assombrada por pesadelos premonitórios e misteriosas chamadas do telefone preto. A trama os leva a Alpine Lake, um acampamento isolado, onde descobrem conexões perturbadoras entre a violência de The Grabber e segredos da própria família. Derrickson constrói um labirinto narrativo, alternando realidade e sonho, passado e presente, mantendo a tensão constante.

No entanto, essa densidade narrativa pode ser um desafio para alguns espectadores. Os saltos temporais e a interligação de múltiplos elementos exigem atenção máxima. Para quem busca apenas sustos imediatos e lineares, o filme pode parecer confuso ou até cansativo, mas para os fãs de horror psicológico, cada detalhe da construção da trama é recompensador.

Ethan Hawke: presença inquietante, mas com nuances controversas

Ethan Hawke retorna como The Grabber e continua sendo o grande destaque do filme. Sua interpretação combina obsessão, crueldade e uma aura quase sobrenatural, transformando o vilão em uma figura memorável cuja presença domina a tela, mesmo em silêncio.

No entanto, o longa tenta explorar as motivações e o passado de The Grabber, humanizando o antagonista de forma mais explícita do que no primeiro filme. Esse esforço de aprofundamento psicológico é ambicioso, mas, em alguns momentos, dilui o terror puro, criando um equilíbrio instável entre horror e drama psicológico. Ainda assim, a performance de Hawke é intensa e oferece ao público momentos de pura tensão.

Criatividade visual e estética do terror

As sequências oníricas são, sem dúvida, o ponto alto visual do filme. Cada sonho é meticulosamente elaborado, evocando clássicos do gênero como A Hora do Pesadelo, mas com uma linguagem moderna e original. A alternância entre pesadelo e realidade é executada com precisão, deixando o espectador em constante dúvida sobre o que é real.

É nesse aspecto que O Telefone Preto 2 realmente se destaca: a estética é ousada, inventiva e, em muitas cenas, genuinamente aterrorizante. A cinematografia, os efeitos visuais e o design de produção criam um clima de constante inquietação, reforçando a sensação de perigo que paira sobre cada personagem.

Drama familiar: profundidade ou excesso?

Além do terror, o filme investe no drama familiar, explorando a relação entre Finney, Gwen e sua mãe. Essa humanização adiciona camadas emocionais à história, tornando os personagens mais próximos e realistas.

Porém, o foco no trauma e no sofrimento pode pesar em meio ao suspense, especialmente para espectadores que preferem uma experiência de terror mais direta. Sustos e tensão se entrelaçam com sofrimento e relações familiares complexas, exigindo que o público equilibre medo e empatia. Para quem aceita essa mistura, a experiência é enriquecedora; para outros, pode gerar sensação de ritmo lento ou sobrecarga emocional.

Vale a pena assistir?

Se a expectativa é apenas por sustos rápidos e diversão passageira, O Telefone Preto 2 pode decepcionar. Mas para aqueles que apreciam terror psicológico, antagonistas complexos e uma narrativa densa e intricada, o filme oferece uma experiência intensa e memorável. Ele não apenas expande o universo do primeiro longa, mas aprofunda os traumas, explora a psicologia dos personagens e mantém uma sensação constante de perigo que acompanha cada aparição de The Grabber.

Em resumo, O Telefone Preto 2 desafia o espectador: é sombrio, perturbador e emocionalmente carregado. Não é um filme de terror fácil, mas quem aceitar essa complexidade encontrará uma sequência que impressiona pelo suspense psicológico, criatividade visual e intensidade dramática. É uma obra que permanece na memória — e nos pesadelos — muito depois dos créditos finais.

Tainá Müller assume o comando do Café Filosófico e marca nova fase do clássico da TV Cultura

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Um dos programas mais emblemáticos da TV Cultura inicia um novo capítulo de sua trajetória. A partir da segunda quinzena de abril, o Café Filosófico passa a ser apresentado por Tainá Müller, marcando uma renovação importante na atração que há mais de duas décadas ocupa as noites de domingo da emissora, sempre em parceria com o Instituto CPFL. O programa segue no ar às 20h, agora com um formato mais próximo, atual e dialogado.

Reconhecida por sua carreira sólida na televisão, no cinema e no streaming, Tainá ficou nacionalmente conhecida por trabalhos como a série Bom Dia, Verônica, além de participações em novelas e projetos autorais. Recentemente, ela também ampliou sua atuação artística ao estrear como diretora no documentário Apolo. Agora, a artista retorna às origens no jornalismo para conduzir conversas que transitam entre filosofia, cultura e sociedade.

Antes de se firmar como atriz, Tainá iniciou sua trajetória como jornalista. Com o tempo, a atuação ganhou protagonismo em sua carreira, mas o interesse pela reflexão e pelo pensamento crítico nunca ficou em segundo plano. Formada com pós-graduação em Filosofia Contemporânea pela PUC-RJ, ela sempre manteve uma relação próxima com o universo intelectual — inclusive como espectadora assídua do próprio Café Filosófico.

O convite para assumir a apresentação do programa surge como um reencontro profissional e pessoal. Para Tainá, o projeto representa a oportunidade de voltar ao espaço da entrevista e da escuta atenta, algo que ela considera essencial em um momento de tantas transformações sociais e culturais.

A chegada da nova apresentadora acompanha um processo de atualização do Café Filosófico. O programa estreia novo cenário, identidade visual repaginada e uma dinâmica mais interativa, que inclui a participação da plateia e uma relação mais próxima entre convidados e público. A proposta é tornar as conversas ainda mais acessíveis, sem abrir mão da profundidade que consagrou a atração ao longo de seus 23 anos no ar.

Para a TV Cultura, essa renovação dialoga com a necessidade de pensar o presente e o futuro. A emissora aposta na sensibilidade e na bagagem intelectual de Tainá Müller para conduzir debates relevantes, conectando temas filosóficos às questões práticas do cotidiano.

Desde sua criação, o Café Filosófico se destacou por levar reflexões complexas à televisão aberta de forma clara e envolvente. O programa construiu uma identidade própria ao abordar assuntos contemporâneos com rigor, mas também com abertura para diferentes perspectivas.

Com o novo formato, a ideia é ampliar esse alcance, aproximando ainda mais o conteúdo do público e estimulando o diálogo. A parceria com o Instituto CPFL continua sendo um dos pilares do projeto, garantindo a curadoria de temas e convidados alinhados aos desafios do mundo atual.

KYGO: Back at the Bowl | Show histórico do DJ Norueguês chega aos cinemas de São Paulo e Brasília

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Nesta quinta-feira, 25 de setembro, os fãs de música eletrônica em São Paulo e Brasília terão a chance de vivenciar um espetáculo único nos cinemas: KYGO: Back at the Bowl. O filme registra de forma inédita a apresentação do DJ e produtor norueguês no lendário Hollywood Bowl, um dos palcos mais icônicos da história da música mundial. Captado com 18 câmeras em 8K e projetado em formatos imersivos como SCREENX (270°) e 4DX, o longa promete transportar o público para o coração do show, oferecendo uma experiência audiovisual sem precedentes.

Kygo é mais do que um DJ: é um fenômeno internacional. Com mais de 23 bilhões de streams, turnês esgotadas em mais de 60 países e participação nos maiores festivais do mundo, ele se consolidou como um dos artistas mais ouvidos da atualidade. Entre seus feitos, destaca-se o recorde de artista mais rápido a atingir 1 bilhão de streams, além de dez singles com certificação Platinum. Atualmente, integra a lista dos 50 músicos mais transmitidos de todos os tempos no Spotify, mostrando sua capacidade única de conectar-se com públicos de diferentes culturas e gerações.

No Brasil, a relação de Kygo com o público é histórica. Em 2016, sua apresentação na Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos do Rio emocionou milhões de pessoas, deixando uma marca duradoura na memória nacional. Mais recentemente, ele encantou multidões no GPWeek em São Paulo, em 2022, reforçando a proximidade com o público brasileiro. Seu álbum de estreia, Cloud Nine, alcançou o topo da Billboard Top Dance/Electronic Albums nos Estados Unidos, consolidando seu sucesso internacional e repercussão também no mercado brasileiro.

A direção de KYGO: Back at the Bowl é assinada por Sam Wrench, vencedor do Emmy® e indicado ao Grammy®, conhecido por grandes produções musicais, incluindo Taylor Swift: The Eras Tour e Billie Eilish Live at the O2. Wrench traz para o filme um cuidado técnico excepcional: a captação em 8K, a edição refinada e o som remasterizado permitem que cada espectador sinta a energia do show como se estivesse presente no Hollywood Bowl.

O filme explora formatos imersivos como SCREENX e 4DX, levando a experiência audiovisual a outro patamar. No SCREENX, o público é cercado por imagens em 270°, enquanto o 4DX acrescenta efeitos físicos, como movimento, vento e vibrações, proporcionando uma sensação real de presença no espetáculo. É uma maneira inovadora de aproximar a plateia da intensidade e da emoção que caracterizam os shows de Kygo.

Mais do que números e recordes, Kygo representa a evolução da música eletrônica no cenário global. Seu estilo combina melodias cativantes com produção técnica sofisticada, criando faixas que transitam entre a energia dos grandes festivais e a sensibilidade das playlists pessoais. O filme permite que o público entenda não apenas a grandiosidade de suas apresentações, mas também o trabalho detalhado por trás de cada show, evidenciando a dedicação do artista em transformar cada performance em uma experiência memorável.

KYGO: Back at the Bowl é também um testemunho do poder da música de unir pessoas e emoções. Cada faixa, cada efeito visual e cada detalhe da produção foram cuidadosamente planejados para criar uma narrativa audiovisual que emociona tanto quem acompanhou a turnê quanto novos espectadores. É uma celebração da música como linguagem universal, capaz de transcender fronteiras e conectar culturas diferentes em torno de uma experiência comum.

A estreia global de KYGO: Back at the Bowl ocorre em 26 de setembro, com lançamentos simultâneos em diversos países. No Brasil, a distribuição está a cargo da Sato Company, que promete levar o público a sentir a energia e a emoção do espetáculo mesmo fora dos grandes palcos internacionais.

Para fãs de Kygo, entusiastas da música eletrônica ou simplesmente apreciadores de cinema de alta qualidade, o filme representa uma oportunidade rara: vivenciar a grandiosidade de um show histórico sem sair da cidade. A experiência imersiva permite sentir cada batida, cada vibração da plateia e a intensidade das performances, transformando a ida ao cinema em um verdadeiro mergulho na carreira do artista.

“Eita, Lucas!” deste sábado (26/07) desembarca em Governador Valadares com MC Daniel

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Foto: Divulgação/SBT

Não tem tempo ruim quando a energia é boa e o povo é caloroso. E é com essa vibe que o “Eita, Lucas!” segue sua caravana pelos quatro cantos do Brasil, levando alegria, desafios inusitados e histórias emocionantes para a televisão aberta. Neste sábado, 26 de julho de 2025, a Arena do programa estaciona em Governador Valadares, no coração de Minas Gerais, antes de seguir rumo à ensolarada Itabuna, na Bahia. E como já virou marca registrada, o público pode esperar muito mais do que risadas: tem talento, música, superação e, claro, prêmios em dinheiro!

Foto: Divulgação/SBT

Governador Valadares: quando a voz vale 5 mil reais (ou um banho gelado)

Em solo mineiro, o quadro “Chuveiro ou Dinheiro” promete arrancar gargalhadas e aplausos em medidas iguais. A proposta é simples, mas o nervosismo é real: subir ao palco, cantar com garra e tentar convencer o público – e os jurados – de que merece embolsar até 5 mil reais. Mas se desafinar… o castigo vem de cima: um banho de chuveiro na frente da plateia lotada!

“Tem que ter coragem e carisma. Aqui a gente valoriza quem se arrisca, quem coloca o coração na voz, mesmo que desafine um pouquinho”, brinca Lucas Guimarães, apresentador da atração, que se mostra cada vez mais à vontade nesse papel que mistura comunicador, parceiro e incentivador do povo.

E para deixar tudo ainda mais animado, o convidado especial da semana é ninguém menos que MC Daniel. O funkeiro, que tem arrastado multidões por onde passa, chega com o sorriso largo e uma playlist cheia de sucessos. Ele também entra na dança do quadro, ajudando Lucas a decidir quem leva o prêmio e quem vai sair de banho tomado.

“Adoro estar perto do povo. Esse programa tem uma vibe boa demais. É leve, engraçado, mas também tem histórias que tocam a gente”, comentou Daniel, que aproveita para cantar os hits que o consagraram como um dos nomes mais populares do funk atual.

De Minas à Bahia: emoção na estrada com o “Gaga de Itamotinga”

Após a folia mineira, a equipe do “Eita, Lucas!” ruma para o sul da Bahia. Em Itabuna, o público acompanha uma verdadeira jornada de superação e carisma com o quadro “Carona da Sorte”. Nele, Felipe – mais conhecido como “Gaga de Itamotinga” – embarca em uma carona especial com Lucas Guimarães pelas ruas da cidade, enfrentando provas, conversando com moradores e revelando sua história de vida com bom humor e autenticidade.

Felipe se tornou um fenômeno local não só por sua forma divertida de se expressar, mas por sua capacidade de rir de si mesmo e inspirar os outros com leveza e simpatia. Ao lado de Lucas, ele encara o desafio de vencer a inteligência artificial Áurea em uma série de perguntas e missões que testam memória, agilidade e sensibilidade.

O ápice da carona acontece em uma plantação de cacau, cenário típico da região cacaueira baiana. Lá, Felipe precisa cumprir um desafio envolvendo a colheita e o processamento do fruto, valendo até 10 mil reais em prêmios. Entre suor e risadas, o momento rende imagens lindas e uma conexão direta com a cultura local.

Um programa que é cara do Brasil

Mais do que um programa de auditório, “Eita, Lucas!” tem se consolidado como um verdadeiro retrato do Brasil profundo. Com linguagem popular, locações reais e histórias que misturam humor e emoção, o programa busca dar visibilidade a personagens comuns que, de repente, se tornam protagonistas em rede nacional.

Lucas Guimarães, que ficou conhecido nas redes sociais, mostra no palco da televisão que tem carisma e empatia de sobra. Ele escuta, vibra, brinca, abraça e se envolve com cada participante de forma genuína. Não à toa, a atração tem conquistado cada vez mais público e elogios pela abordagem humanizada.

“É muito mais do que um programa de prêmios. A gente quer levar alegria, autoestima e mostrar que o povo brasileiro é cheio de histórias lindas. E também sabe se divertir como ninguém!”, resume Lucas.

Convidados especiais que somam à festa

A cada edição, o “Eita, Lucas!” recebe artistas e personalidades que, além de entreter, também compartilham um pouco da própria trajetória. No palco, eles se misturam à plateia, participam dos quadros e cantam seus sucessos.

MC Daniel, por exemplo, não poupou elogios à experiência. “Ver a alegria desse povo, cantar junto, dar risada com Lucas… é tudo de bom. O Brasil precisa de mais coisas assim”, comentou o artista, que aproveitou para divulgar sua nova música e ainda surpreender um fã que estava na plateia.

Cultura local valorizada

O “Eita, Lucas!” também se destaca por integrar elementos regionais em cada cidade por onde passa. Seja numa plantação de cacau, em uma feira popular, ou em rodas de conversa com moradores antigos, o programa respeita as tradições locais e as transforma em cenários vivos de afeto e reconhecimento.

Em Itabuna, por exemplo, a produção destacou a importância histórica da cultura cacaueira na economia e na memória da cidade. Já em Governador Valadares, a música mineira e o jeitinho acolhedor dos valadarenses foram o pano de fundo perfeito para os quadros.

Prêmios, mas também autoestima

Ao fim de cada episódio, o saldo vai além dos valores distribuídos. Participantes saem transformados, cheios de histórias para contar e com um brilho diferente nos olhos. O público também se sente representado, vendo pessoas parecidas consigo ocupando o centro do palco, com dignidade e humor.

Felipe, o “Gaga de Itamotinga”, resumiu o sentimento com um sorriso largo e olhos marejados: “Nunca pensei que ia aparecer na televisão assim, sendo eu mesmo, com meu jeito, minhas falas… E ainda sair com um prêmio! Mas o melhor foi o carinho das pessoas”.

TurmaTube ganha vida: série live-action “A Primeira Aventura” marca nova fase do universo criado por Viih Tube

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Imagina só trocar os desenhos animados por rostos reais, a tela fria por uma floresta viva, e dar à infância o palco que ela merece. Esse é o espírito por trás de “TurmaTube – A Primeira Aventura”, nova série live-action inspirada na animação criada por Viih Tube, que conquistou as famílias brasileiras com histórias doces, visuais cativantes e um compromisso inabalável com valores como empatia, diversidade e respeito.

Agora, os animaizinhos da TurmaTube — antes saltitantes nas telas em forma de desenhos — ganham carne, osso e muita personalidade em um projeto ousado, sensível e cheio de vida, gravado em pleno mato, entre árvores, barracas e risadas de verdade. É nesse cenário que o universo idealizado por Viih cresce, amadurece e, ao mesmo tempo, mantém sua essência: ser feito por e para crianças, sem perder a conexão com o coração dos adultos.

Do YouTube à floresta: o poder de sonhar grande

A história da TurmaTube começa com uma ideia aparentemente simples: criar uma animação infantil que conversasse com as emoções dos pequenos. Mas Viih Tube — influenciadora, atriz, empresária e mãe — sabia que queria mais. Não bastava entreter, era preciso ensinar com carinho, acolher sem julgamento e celebrar as diferenças com naturalidade.

Depois do sucesso da animação lançada em 2023, que rapidamente virou febre entre crianças de 2 a 4 anos, a criadora deu o próximo passo. Agora, com um público um pouco mais crescido — crianças de 5 a 7 anos — nasce a primeira série live-action da TurmaTube, um projeto que coloca crianças reais no centro da narrativa, vivendo aventuras que misturam fantasia, música e descobertas emocionais.

“Sempre sonhei com algo que fosse além do desenho. Queria ver essas crianças vivendo aquilo de verdade, correndo na floresta, se sujando, se abraçando. Queria que o público se visse nelas”, diz Viih, emocionada nos bastidores da gravação.

Criança brincando é criança aprendendo

Gravada em Sapucaí-Mirim, no interior de Minas Gerais, dentro da tradicional colônia NR Acampamentos, a série traz como cenário a própria natureza — e isso muda tudo. Não há efeitos especiais grandiosos ou cenários artificiais: aqui, o mato é real, o vento bagunça o cabelo, e as experiências acontecem com cheiro de terra molhada.

É nesse espaço que o grupo de amigos formado por Mari Yumi (Lara), Lorena Candido (Valentina), Theo Radicchi (Ruan), Diego Laumar (Nino), Vitinho Lima (Tião), Helena Vilhena (Nina) e Davi Damin (Hugo) vai se conhecendo, criando laços, enfrentando medos e celebrando conquistas pequenas — mas profundamente significativas.

Entre uma brincadeira e outra, a série planta sementes importantes: o cuidado com o outro, o respeito ao tempo de cada um, a escuta atenta e a beleza do coletivo. E faz isso de forma leve, com música, cor e simplicidade.

No centro dessa dinâmica está a Prô Júlia, interpretada pela própria Viih Tube, uma figura adulta que não controla, mas acompanha. “Ela é como aquela professora que a gente lembra com carinho, que não gritava, que olhava no olho. A Prô Júlia está lá, mas quem resolve os conflitos são as crianças”, explica Viih

Representatividade que nasce da convivência

Em um país tão plural como o Brasil, ver uma série infantil com elenco diverso, sem estereótipos ou caricaturas, ainda é raro — mas absolutamente necessário. Em TurmaTube – A Primeira Aventura, as diferenças de origem, tom de pele, personalidade e modos de pensar não são discutidas, são vividas. Estão ali, presentes e integradas, como devem ser na vida real.

As crianças se expressam com liberdade, sem filtros adultos, e constroem uma convivência que valoriza as singularidades sem forçar lições de moral. Cada personagem tem sua maneira de lidar com o mundo — e é isso que faz da série um espaço tão rico e acolhedor.

“As crianças entendem muito mais do que a gente imagina. Elas não precisam de discursos longos sobre inclusão, elas precisam ver isso na prática. E foi isso que a gente fez”, conta Clara Ramos, diretora geral do projeto.

Por trás das câmeras: um time que acredita no afeto

Além da direção sensível de Clara, o projeto reúne nomes como Plinio Scambora (diretor e diretor de fotografia), Raquel Tejada (direção de arte), Fernanda Melo (figurinos), Ricardo Feliciano (montagem) e uma produção assinada por Viih Tube ao lado de Tomás Darcyl, Ricardo Costianovsky e Clara Ramos. Um time experiente que entendeu desde o início que o maior efeito especial da série seria algo simples, porém raro: a verdade nos olhos de uma criança.

Toda a equipe técnica trabalhou com foco no conforto, segurança e bem-estar dos pequenos atores, respeitando seus ritmos e suas emoções. Nada era forçado: se alguém estava triste, a gravação parava. Se a cena virava brincadeira, melhor ainda. Foi dessa liberdade que nasceram os momentos mais bonitos.

Viih Tube: de fenômeno digital à construtora de futuros possíveis

Com apenas 24 anos, Viih Tube tem uma trajetória que impressiona. De youtuber adolescente a influenciadora de milhões, ela se reinventou diversas vezes — como atriz, escritora, empresária e agora como produtora de conteúdo infantil. Mas talvez seu maior mérito esteja em entender o valor da infância como território sagrado.

Depois de sua participação no BBB 21, Viih decidiu usar sua visibilidade para falar de temas mais profundos — como saúde mental, redes sociais e, agora, infância com propósito. Com a TurmaTube, ela não entrega apenas um produto: entrega uma experiência feita com escuta, sensibilidade e intenção.

“Quero que as crianças cresçam com afeto, com referências positivas, com personagens que se parecem com elas. E quero que os pais saibam que existe conteúdo em que podem confiar”, diz Viih.

“Conversa com Bial” presta homenagem a Preta Gil nesta segunda (21/07), celebrando sua trajetória de coragem, arte e afeto

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Nesta segunda-feira, 21 de julho de 2025, o Conversa com Bial exibe uma edição especial que é, ao mesmo tempo, tributo e abraço: uma homenagem afetuosa a Preta Gil, que nos deixou no último domingo (20), aos 50 anos. A cantora, atriz, apresentadora e empresária será lembrada não com silêncio, mas com memória viva — daquelas que não se apagam.

A atração vai ao ar em horário especial, antes do Jornal da Globo, e resgata dois momentos marcantes da artista no programa. Em vez de uma despedida formal, o episódio é um reencontro com a essência vibrante de uma mulher que transformava sua história em palco e sua dor em ponte com o outro.

Uma homenagem feita de memórias, música e emoção

Preta Gil estará presente através de imagens, risos, confidências e canções. O programa revisita sua participação em 2017, quando dividiu o palco com Gal Costa, em um encontro entre duas forças femininas da música brasileira. E também revive a entrevista de 2024, quando, já em tratamento contra o câncer, lançou sua autobiografia e tocou o país com sua lucidez, sinceridade e coragem.

Era Preta em estado puro: inteira, frágil e forte. Numa conversa com Pedro Bial que foi mais confissão do que entrevista, ela falou abertamente sobre o diagnóstico, o término de um casamento público e doloroso, e os novos caminhos que surgiram a partir da dor. Dividir essas vivências não foi um ato de vaidade — foi de generosidade.

Preta Gil: a mulher que transformava a vida em poesia

Ao refletir sobre o livro Preta Gil: Os Primeiros 50, ela falou sobre reencontros consigo mesma, os limites do corpo e a urgência da alma. “Eu precisei quase morrer para me reencontrar com a vida”, disse, com a doçura firme de quem aprendeu a sobreviver sem perder a ternura.

Essa era Preta: sem filtros, sem concessões, com uma paixão por viver que transbordava. Em sua trajetória, não se limitou a um único rótulo. Foi artista em muitas frentes, e em todas elas deixou marcas profundas. Foi também filha de Gilberto Gil, neta de Wangry Gadelha, e dona de uma luz própria que não se apagava nem nas horas mais difíceis.

Um legado de alegria, liberdade e resistência

Desde a juventude, Preta desafiou expectativas. Começou nos bastidores, dirigindo videoclipes. Depois, encarou os palcos, a TV, os microfones e as redes sociais com a mesma intensidade. Sucessos como “Sou Como Sou” e “Sinais de Fogo” expressaram sua identidade sem amarras — e abriram caminhos para outras tantas vozes.

O Bloco da Preta, que arrasta multidões no carnaval do Rio, virou símbolo dessa potência alegre e política. No trio elétrico, ela era festa e manifesto. E fora dele, representatividade viva para mulheres gordas, pretas, bissexuais, mães, artistas. Falava sobre tudo: do corpo ao amor, da fé à maternidade, da política ao prazer.

Preta não apenas ocupava espaço. Ela recriava o espaço. Provocava e acolhia. Desafiava e cuidava. Denunciava injustiças com o mesmo fervor com que celebrava encontros.

Um adeus que é também um “obrigada”

A homenagem no Conversa com Bial é atravessada pela emoção de quem conheceu, admirou ou apenas se sentiu tocado por ela. Pedro Bial, visivelmente emocionado, costura o episódio com lembranças e reflexões. “Preta era luz em tempos nublados. Ela nos ensinou que vulnerabilidade não é fraqueza — é força em estado puro”, diz, em uma das passagens mais tocantes da edição.

O programa desta noite convida à reflexão, mas também à gratidão. Ao celebrar a vida de Preta, resgata a importância de sermos verdadeiros, mesmo — ou principalmente — quando isso nos expõe. Ela provou que é possível amar com intensidade, se mostrar com coragem e viver com poesia, mesmo quando tudo parece ruir.

A ausência que deixa presença

O Brasil ainda tenta digerir a partida precoce de uma artista que foi além da arte. Mas sua voz permanece. Permanece na música, nos vídeos, nas palavras, nos corpos que ela inspirou a amar a si mesmos. Preta se foi fisicamente — mas ficou onde sempre quis estar: no coração do povo, na avenida, na TV, no som alto, no choro libertador, no riso sem culpa.

Como ela mesma dizia, “a vida tem que ser celebrada, mesmo com dor”. E ninguém celebrou a vida com tanta entrega, cor, humor e coragem como ela.

Um legado que ecoa

Nesta noite, ao assistirmos Preta Gil no Conversa com Bial, não estaremos apenas relembrando uma artista. Estaremos sendo convidados a viver um pouco mais como ela viveu: com verdade, com intensidade, com coragem de ser.

Mistério, FBI e pomada branca: Série documental A Mulher da Casa Abandonada ganha data de estreia no Prime Video

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O Prime Video acaba de confirmar que “A Mulher da Casa Abandonada”, série documental baseada no podcast que virou obsessão nacional, estreia no dia 15 de agosto. A adaptação promete levar ao público, com novos elementos visuais e ainda mais reviravoltas, a história real de uma mulher que parecia apenas excêntrica, mas carregava um passado digno de thriller internacional.

Narrada e investigada pelo jornalista Chico Felitti, a série parte de uma figura enigmática que assombrava — e ao mesmo tempo despertava curiosidade — dos moradores de Higienópolis, bairro nobre de São Paulo. Ela se apresentava como “Mari”, saía raramente de casa e, quando aparecia, estava sempre com o rosto lambuzado por uma pomada branca. Quem era ela? Uma reclusa excêntrica? Uma senhora com manias estranhas? Ou algo muito mais sombrio?

Bom… a resposta surpreendeu até os mais viciados em true crime.

Por trás da fachada em ruínas de uma mansão tomada por limo e mistério, havia uma mulher que, duas décadas antes, fugiu dos Estados Unidos, onde era procurada por um crime grave — daqueles que envolvem tráfico humano e maus-tratos em condições análogas à escravidão. A investigação de Felitti, contada com maestria no podcast original da Folha de S.Paulo, revelou conexões com a capital norte-americana, o FBI, julgamentos abafados, e até uma empresa ligada à NASA, especializada em construir satélites e foguetes.

Sim, a história é real. E sim, é ainda mais absurda do que parece.

Com seis episódios, a série documental mergulha fundo nesse labirinto de identidade, silêncio, impunidade e choque cultural. E o mais perturbador: tudo isso estava acontecendo bem debaixo dos nossos narizes, em uma das regiões mais caras de São Paulo, onde ninguém desconfia de nada — ou prefere não desconfiar.

O sucesso estrondoso do podcast — que chegou a desbancar produções internacionais nos rankings brasileiros — transformou “A Mulher da Casa Abandonada” em um fenômeno. Agora, com imagens inéditas, entrevistas impactantes e a narração de Chico Felitti guiando os espectadores pelos bastidores da investigação, o mistério promete ganhar novas camadas e muito mais tensão.

Para quem já escutou o podcast, vale o retorno — com cenas reais e ângulos nunca antes vistos. Para quem não conhece, é a chance de embarcar em um dos casos mais bizarros e fascinantes da crônica policial brasileira recente.

“A Mulher da Casa Abandonada” estreia no Prime Video em 15 de agosto. E aí, vai encarar?

Sequência de “Vermelho, Branco e Sangue Azul” encerra filmagens e ganha novo título; Elenco celebra fim da produção do romance do Prime Video

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A continuação de “Vermelho, Branco e Sangue Azul“, sucesso romântico lançado em 2023, acaba de concluir mais uma etapa importante de sua produção. As filmagens de “Red, White & Royal Wedding”, título escolhido para a sequência, foram finalizadas oficialmente e o anúncio foi feito diretamente por um dos protagonistas do projeto. As informações são do Omelete.

O ator Taylor Zakhar Perez (A Barraca do Beijo) compartilhou nas redes sociais um vídeo gravado nos bastidores celebrando o encerramento das gravações. A publicação, feita na sexta-feira, 6 de março, rapidamente chamou a atenção dos fãs que aguardam novidades sobre o novo capítulo da história.

No vídeo divulgado no TikTok, Perez aparece ao lado de Nicholas Galitzine (Uma Ideia de Você, Cinderella) e Rachel Hilson (Love, Victor, This Is Us). O trio segura o tradicional clapperboard utilizado nas filmagens enquanto comemora o fim da produção. A diretora Jamie Babbit (But I’m a Cheerleader, Only Murders in the Building) também aparece na gravação e confirma que as gravações foram concluídas. Em tom descontraído, ela anuncia que todos os membros da equipe terminaram oficialmente seus trabalhos no set.

A sequência do romance foi anunciada em maio de 2024 pelo Prime Video, plataforma responsável pela distribuição do primeiro filme. Desde então, o projeto vem sendo desenvolvido discretamente, com poucas informações divulgadas ao público. O encerramento das filmagens representa agora um passo importante rumo ao lançamento da nova produção.

O roteiro da continuação foi escrito por Matthew López (The Inheritance, Red, White & Royal Blue) em parceria com Gemma Burgess (Brooklyn Girls, Lovebites) e com a própria Casey McQuiston (One Last Stop, I Kissed Shara Wheeler), autora do romance original que inspirou a franquia. Desta vez, porém, López participa apenas da escrita, enquanto a direção do longa fica sob responsabilidade de Jamie Babbit.

O primeiro filme foi dirigido por Matthew López e marcou sua estreia como diretor de longas-metragens. A produção foi baseada no livro publicado em 2019 por Casey McQuiston e rapidamente se tornou um dos romances contemporâneos mais populares entre leitores e fãs de comédias românticas.

A história apresentada no longa acompanha Alex Claremont-Diaz, interpretado por Taylor Zakhar Perez. O personagem é filho da presidente dos Estados Unidos e acaba se envolvendo em uma situação inesperada durante uma visita oficial ao Reino Unido.

Durante um evento da família real britânica, Alex se desentende publicamente com o príncipe Henry, papel de Nicholas Galitzine. O confronto entre os dois acaba sendo fotografado e divulgado pela imprensa internacional, criando uma crise diplomática e um enorme constrangimento político.

Para evitar que o incidente prejudique as relações entre os dois países e afete a campanha de reeleição da presidente norte-americana, as equipes de comunicação decidem que Alex e Henry precisarão fingir uma amizade diante do público e da mídia.

O plano de relações públicas, no entanto, acaba tomando um rumo inesperado. Ao passarem mais tempo juntos, os dois começam a se conhecer de verdade e desenvolvem uma relação cada vez mais próxima. O que inicialmente parecia apenas uma estratégia política acaba se transformando em um romance genuíno, capaz de desafiar protocolos diplomáticos e expectativas sociais.

Além dos protagonistas, o primeiro filme contou com a participação de Uma Thurman (Kill Bill, Pulp Fiction), que interpretou a presidente dos Estados Unidos na trama. O elenco também incluiu Stephen Fry (V de Vingança, The Hobbit), Sarah Shahi (Sex/Life, Person of Interest), Rachel Hilson e Ellie Bamber (Animais Noturnos, Willow).

Antes de chegar às telas, o projeto passou por um processo de desenvolvimento relativamente longo. Em 2019, a Amazon Studios adquiriu os direitos de adaptação do livro após uma disputa entre diferentes estúdios interessados na história.

A produção ficou sob responsabilidade da Berlanti Productions, empresa fundada pelo produtor Greg Berlanti, conhecido por seu trabalho em séries populares da televisão norte-americana.

O desenvolvimento do roteiro começou oficialmente em 2021, quando Matthew López foi contratado para dirigir o projeto e trabalhar em uma nova versão do script, inicialmente desenvolvido por Ted Malawer (Halston, The Fosters).

O elenco principal começou a ser anunciado em junho de 2022. Taylor Zakhar Perez e Nicholas Galitzine foram confirmados nos papéis centrais, seguidos pela participação de Uma Thurman como a presidente Ellen Claremont. Nas semanas seguintes, o restante do elenco foi gradualmente revelado.

As filmagens do primeiro longa aconteceram principalmente na Inglaterra entre junho e agosto de 2022, com diversas locações utilizadas para recriar o ambiente político e diplomático da história.

O filme teve uma exibição especial de estreia no BFI IMAX, em Londres, em julho de 2023. Pouco tempo depois, a produção foi lançada globalmente no catálogo do Prime Video, onde rapidamente conquistou popularidade entre os assinantes.

Outro elemento importante da produção foi sua trilha sonora. A música do filme foi composta pela artista Drum & Lace, responsável por criar a ambientação sonora da história. O álbum oficial da trilha foi lançado pela Lakeshore Records e incluiu músicas de artistas como Vagabon e Oliver Sim.

Com o sucesso alcançado pelo primeiro filme, a decisão de produzir uma sequência acabou sendo considerada natural pelo estúdio. A nova produção promete continuar explorando o relacionamento entre Alex e Henry, além de expandir o universo político e familiar apresentado anteriormente.

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