Neste sábado (02/08), Marcelo de Carvalho comemora aniversário no Mega Sonho com Thiago Arancam e Flávia Noronha

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Neste sábado, 2 de agosto, o Mega Sonho vai ser mais do que um game show. Vai ser festa, homenagem, reencontro e um baita mergulho na memória afetiva de quem está em casa. Isso porque o programa, apresentado por Marcelo de Carvalho, vai ao ar um dia depois do aniversário do próprio Marcelo — e, como não poderia deixar de ser, a produção preparou uma edição especial para celebrar a data com tudo o que ela merece: emoção, boas histórias e, claro, muita música.

O clima promete ser de celebração do início ao fim. Marcelo vai receber no palco dois convidados que vão muito além da simpatia e do talento: o tenor Thiago Arancam, dono de uma voz que já ecoou pelos quatro cantos do mundo, e a apresentadora Flávia Noronha, que vai surpreender o público com um lado seu que quase ninguém conhece.

Uma homenagem que promete arrepiar

Se você é daqueles que se emocionam fácil com música, prepare o coração. Logo no começo do programa, Thiago Arancam vai soltar a voz em uma versão italiana do clássico “Parabéns pra Você”. E não é qualquer parabéns: com a potência vocal que fez dele um nome aclamado na ópera internacional, Arancam vai transformar o momento em um verdadeiro espetáculo.

O gesto não será à toa. Marcelo de Carvalho tem raízes ítalo-brasileiras, e ouvir esse “auguri” cantado com tanta entrega — ainda por cima ao vivo e diante da plateia — promete ser um daqueles momentos que a gente guarda. “Celebrar a vida com arte é uma das maiores dádivas”, vai dizer Marcelo, visivelmente emocionado.

Uma cápsula do tempo com Flávia Noronha

Mas a surpresa da noite vai além da música clássica. Conhecida pelo público por comandar programas como o TV Fama, Flávia Noronha vai surpreender ao revisitar um capítulo da sua adolescência: o breve, mas marcante, flerte com a música pop.

Na juventude, ela chegou a gravar a música “Te Esperaré”, sob o nome artístico de Francheska Rai. E neste sábado, ela vai retomar essa canção no palco do Mega Sonho, em uma performance que promete misturar leveza, saudade e coragem. “Eu era só uma menina cheia de sonhos… cantar isso hoje é como abrir uma caixinha do passado que ficou guardada no coração”, vai dizer Flávia, visivelmente tocada com a recepção do público.

Mas não é só emoção… vai ter jogo também!

Entre uma homenagem e outra, o Mega Sonho seguirá com a energia de sempre. Thiago e Flávia também vão encarar os desafios do programa — aqueles que testam agilidade, memória e raciocínio dos convidados e dos participantes, que competem por um prêmio milionário.

Ao lado de Marcelo, os dois formarão um trio afinado e divertido. Sem vaidade, com muito bom humor e espírito esportivo, eles vão mergulhar nas dinâmicas do game show e ainda dar aquela força aos participantes que sonham alto. Afinal, o Mega Sonho é isso: um palco onde sonhos se encontram com a chance.

Um trio que mistura arte, afeto e autenticidade

Thiago Arancam, que já interpretou o lendário Fantasma da Ópera e dividiu palco com ícones como Plácido Domingo, mostra que também sabe ser leve fora dos grandes teatros. No programa, ele vai brincar, cantar e se divertir como se estivesse entre amigos — e estará mesmo.

“Estar próximo das pessoas, sentir essa troca ao vivo… isso me inspira mais do que qualquer cenário grandioso”, vai dizer o tenor, num daqueles momentos espontâneos que só a TV ao vivo consegue proporcionar.

Flávia, por sua vez, vai mostrar porque é um dos rostos mais queridos da televisão. Com uma trajetória que começou nos bastidores da Band, passou por jornais, programas de variedades e reality shows, ela vai brilhar mostrando seu lado mais humano — aquele que relembra os próprios sonhos e se permite emocionar de verdade.

Você sabia? Extermínio: A Evolução surpreende ao ser filmado inteiramente com iPhones

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O novo capítulo da aclamada franquia de terror pós-apocalíptico Extermínio já está chamando atenção antes mesmo de estrear oficialmente nos cinemas. Mas desta vez, o que está dando o que falar não são apenas as cenas tensas ou a crítica social que marca a narrativa, e sim a maneira como o filme foi filmado: com iPhones. E o mais curioso? Não foi com o modelo mais recente da Apple.

Segundo uma investigação da revista Wired, Extermínio: A Evolução, dirigido por Danny Boyle e com orçamento estimado em US$ 75 milhões, é a maior produção cinematográfica já realizada com smartphones. O longa foi captado com diversos iPhones 15 Pro Max, lançados em 2023 — e não com o iPhone 16, como muitos poderiam imaginar.


Uma revolução silenciosa nos bastidores

As gravações foram concluídas até agosto de 2024, período anterior ao lançamento da linha iPhone 16, o que explica a escolha. Segundo a Wired, toda a informação foi mantida em sigilo por meses, já que os profissionais envolvidos assinaram acordos de confidencialidade (NDAs) rigorosos. Ainda assim, fontes anônimas ligadas à produção confirmaram a inusitada estratégia de filmagem.

Mas não se trata apenas de colocar um celular no tripé e apertar “rec”. Os iPhones foram utilizados com uma série de aparatos profissionais acoplados — estabilizadores, lentes cinematográficas, rigs especializados e microfones externos. Tudo isso para transformar um dispositivo de bolso em uma ferramenta digna da tela grande.

Além disso, os iPhones 15 Pro Max contam com o poderoso codec Apple ProRes, gravação em 4K, 60 quadros por segundo e sensores de alta precisão. Embora o padrão do cinema tradicional seja 24 fps, o material foi adaptado para manter a estética cinematográfica esperada em uma superprodução.


Nem todas as cenas vieram do celular

Apesar de o iPhone ter sido o equipamento principal, a produção também apostou em outras soluções criativas. Algumas sequências específicas foram gravadas com GoPros e câmeras de ação, incluindo cenas bastante incomuns captadas por equipamentos amarrados em animais de fazenda. A ideia era gerar imagens orgânicas, imprevisíveis e com ângulos nunca antes vistos — reforçando a sensação de instabilidade e selvageria que permeia o universo da franquia.


Um novo olhar para o cinema de gênero

Criada por Danny Boyle em 2002 com Extermínio (28 Days Later), a franquia sempre teve uma pegada ousada e estética crua. O primeiro filme, por exemplo, foi gravado com câmeras digitais baratas da época, o que ajudou a compor sua atmosfera tensa e realista. Mais de 20 anos depois, essa abordagem reaparece, mas com uma nova roupagem: tecnologia de ponta usada de maneira acessível e provocativa.

Extermínio: A Evolução se passa três décadas após o início da contaminação pelo vírus da raiva, e explora as consequências de uma sociedade que aprendeu a conviver com o medo, a violência e a incerteza. É um mundo brutal, esgotado e claustrofóbico — e a opção por filmar com iPhones reforça esse olhar documental, quase íntimo, sobre o fim da civilização como conhecemos.


Do indie ao blockbuster: a era dos smartphones no cinema

O uso de celulares em produções cinematográficas não é novidade. Filmes como Unsane (2018), de Steven Soderbergh, ou o brasileiro Selvagem (2023), já haviam explorado essa estética, geralmente em contextos mais experimentais ou independentes. A grande diferença aqui é que Extermínio: A Evolução é uma superprodução de estúdio, com lançamento global, grande orçamento e uma base sólida de fãs.

Com essa decisão, a Sony Pictures e Danny Boyle mostram que a barreira entre “cinema independente” e “cinema comercial” pode ser mais porosa do que se imaginava. A tecnologia está democratizando as possibilidades narrativas — e isso pode mudar, de vez, a forma como filmes são feitos no futuro.


Estreia e expectativas

Extermínio: A Evolução estreia oficialmente no Brasil no dia 19 de junho, com sessões antecipadas no dia 18 em cinemas selecionados. Com direção de Boyle, roteiro de Alex Garland (Ex Machina) e produção executiva de Cillian Murphy (que retorna à franquia após protagonizar o primeiro filme), o longa não promete apenas ação e tensão — mas também uma nova experiência estética e tecnológica para o público.

Vale a pena assistir O Agente Secreto? O novo thriller político de Kleber Mendonça Filho é uma experiência poderosa, densa e imperdível

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Se tem um diretor no Brasil que nunca joga seguro, esse é Kleber Mendonça Filho. E em O Agente Secreto, seu novo filme, ele prova mais uma vez que está interessado em muito mais do que apenas contar uma história — ele quer nos colocar dentro dela, nos fazer desconfortáveis, atentos, e, de alguma forma, cúmplices.

O longa, que fez sua estreia mundial em Cannes e saiu de lá coroado com prêmios importantes — incluindo Melhor Direção para Mendonça e Melhor Ator para Wagner Moura — chega aos cinemas brasileiros cercado de expectativa. E com razão. O filme é um daqueles que dividem opiniões, mas dificilmente deixam alguém indiferente.

Recife, 1977: onde tudo ferve

Recife volta a ser o coração pulsante do cinema de Mendonça Filho, mas dessa vez a cidade é outra. A capital pernambucana retratada no filme é sombria, densa, cheia de segredos e câmeras imaginárias. É 1977, época de ditadura, censura e paranoia — e o ar parece pesar a cada esquina.

É nesse cenário que conhecemos Marcelo, um ex-acadêmico que tenta sobreviver à margem do sistema. Só que logo descobrimos que ele também é Armando — e que as identidades, no mundo que o cerca, são tão instáveis quanto a própria noção de verdade.
Wagner Moura dá vida a esse homem dividido com uma intensidade impressionante. Ele é calado, mas fala muito com o olhar. É o tipo de personagem que carrega o peso do país inteiro nos ombros — e de algum modo, a gente sente junto.

Um thriller político que não entrega o jogo

Quem for ao cinema esperando um suspense com tiros, perseguições e conspirações no estilo hollywoodiano pode se frustrar. O longa-metragem é outro tipo de thriller. Aqui, a tensão não vem da ação — vem do não dito, do olhar desconfiado, da sensação de estar sendo observado o tempo todo.

Kleber Mendonça Filho brinca com os códigos do gênero, mas os vira do avesso. Nada é simples, nada é direto. Há momentos em que a trama parece se perder em digressões, em lembranças, em detalhes aparentemente banais — mas é aí que o diretor encontra a força de seu cinema. Cada fragmento, cada corte, cada silêncio constrói algo maior: o retrato de um país tentando se entender.

E é impossível não notar o paralelo com o presente. Ainda que a história se passe em 1977, há ecos que ressoam até hoje — o controle, o medo, a manipulação da verdade. Mendonça parece dizer, com ironia e tristeza: o tempo passa, mas o jogo continua o mesmo.

Wagner Moura, em estado de arte

É impossível falar de O Agente Secreto sem destacar Wagner Moura. O ator, que há tempos vem equilibrando grandes produções e projetos autorais, entrega aqui uma de suas performances mais complexas. Seu personagem é um enigma: intelectual, fugitivo, idealista e, ao mesmo tempo, cúmplice de seu próprio silêncio.

Há uma cena — sem spoilers — em que Armando simplesmente observa o reflexo de si mesmo em uma janela suja, enquanto uma rádio toca notícias do regime. É um momento de puro cinema, onde nada acontece e tudo acontece. Moura segura a câmera com o olhar, e a gente entende por que ele saiu de Cannes com o prêmio de Melhor Ator.

O elenco de apoio também se destaca: Maria Fernanda Cândido é pura elegância e firmeza; Gabriel Leone traz juventude e inquietação; Alice Carvalho surpreende em uma presença breve, mas intensa; e Udo Kier empresta ao filme aquela aura enigmática que só ele tem.

Um espelho, não um retrato

No fundo, a trama é menos sobre espionagem e mais sobre memória. É um filme que nos faz pensar sobre o que escondemos, o que preferimos não ver, e o que fingimos ter esquecido.
É cinema que pede envolvimento — o tipo de obra que não acaba nos créditos finais, mas continua ecoando depois, nas conversas, nos silêncios, na sensação de que há algo de nós ali.

Talvez por isso o público saia do cinema com sentimentos mistos: fascínio, confusão, angústia. E isso é ótimo. Porque Mendonça não quer respostas. Ele quer diálogo. Quer que a gente se perca um pouco — para se encontrar em outro lugar.

Vale a pena assistir?

Vale — e muito.
Mas não vá esperando um passatempo. O Agente Secreto é daqueles filmes que pedem tempo, atenção e entrega. Ele não facilita, não explica, não embala. E é justamente isso que o torna tão poderoso.

É cinema feito com coragem, com inteligência e com amor pelo que o cinema pode ser: um instrumento de reflexão, de resistência e de arte.

Resumo da novela Mãe de sexta (31/10) – Gonul descobre que Turna é Melek e Cahide confronta Zeynep

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No capítulo da novela Mãe que vai ao ar nesta sexta-feira, 31 de outubro, Zeynep e Turna passam alguns dias sob os cuidados de Gonul, tentando encontrar momentos de calma em meio à tensão que cresce a cada dia. A convivência entre as três cria uma atmosfera de afeto e cumplicidade, ainda que o medo de serem descobertas permaneça constante.

Enquanto as investigações sobre o desaparecimento da menina se intensificam, policiais e jornalistas pressionam familiares e conhecidos em busca de respostas. O cerco se fecha, e cada novo indício ameaça expor o segredo de Zeynep.

Em um momento de fragilidade, Zeynep se abre com Gonul e fala sobre seus sentimentos e o peso das escolhas que fez. Gonul se emociona profundamente com o desabafo e chora em silêncio, sentindo compaixão por Zeynep e pela menina que ela tenta proteger.

Cahide, observando a crescente proximidade entre Zeynep e Gonul, passa a desconfiar da relação das duas e exige que mantenham distância. A tensão aumenta quando Gonul, ao ver a foto de Turna no jornal, reconhece a menina como Melek — a criança procurada pela polícia. O choque é imediato, e Gonul entende que Zeynep está envolvida no desaparecimento que mobiliza a imprensa.

Sem conseguir conter sua preocupação, Cahide confronta Zeynep e pergunta de onde veio a menina e por que ela nunca havia mencionado a criança antes. Zeynep tenta se explicar, mas Cahide percebe que há algo muito mais sério por trás da história.

Enquanto isso, Ali visita a família Gunes em busca de novas pistas. Sule, tomada pela culpa e pelo desespero, vai até a polícia e implora para que encerrem o caso do desaparecimento da filha. Sozinha, ela chora ao lembrar de Melek e se tortura por não ter conseguido protegê-la.

Saiba o que vem por aí na novela Mãe

Zeynep e Melek continuam sob os cuidados de Gonul, levando uma vida discreta e tentando se proteger enquanto a polícia intensifica a busca pela menina desaparecida. A tensão com Cahide aumenta a cada dia, e Gonul teme que a verdade seja descoberta a qualquer momento, mantendo todas em estado de alerta constante.

Durante uma visita à família Gunes, Zeynep e Melek se esforçam para manter a normalidade, mas o reencontro desperta a desconfiança de Ali. Ele começa a observar cada passo de Zeynep com atenção redobrada, aumentando a pressão sobre a jovem e sobre Gonul.

Percebendo que o perigo está cada vez mais próximo, Gonul decide intervir, oferecendo apoio e conselhos a Zeynep para evitar qualquer erro que possa colocar a segurança de ambas em risco. A relação entre as três se fortalece, mas o clima de tensão e cuidado é constante.

O conflito atinge o ápice quando Ali finalmente descobre a verdade sobre o desaparecimento de Melek e confronta Zeynep. Ela se vê encurralada, enfrentando chantagens e ameaças de que sua história pode ser exposta, o que destruiria a vida que construiu com a menina. Diante disso, Zeynep vive um dilema emocional profundo, dividida entre proteger Melek e evitar que sua vida seja completamente arruinada.

Roda a Roda Jequiti 01/06/2025 apresenta novos ganhadores

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RODA A RODA

Neste domingo, 01 de junho de 2025, prepare-se para uma noite de pura emoção, diversão e muitos prêmios no Roda a Roda Jequiti, que vai ao ar logo após o Programa Eliana, a partir das 19h no SBT. Sob o comando carismático de Patricia Abravanel e Rebeca Abravanel, o game show mais tradicional do país retorna com um episódio especial que promete agitar os lares brasileiros com adrenalina, surpresas e a chance de transformar vidas.

Com uma energia contagiante e muitas risadas garantidas, as irmãs Abravanel trazem à atração o carisma que já conquistou milhões de fãs. E não é só o público que está empolgado: os participantes da semana chegam com tudo, sonhando alto — afinal, as cobiçadas barras de ouro estão em jogo, prontos para serem levados para casa por quem girar a roda com sorte e estratégia.


🎯 Rodadas de tirar o fôlego e reviravoltas inesperadas

Cada giro da roda é uma nova oportunidade de mudar de vida. O suspense domina o estúdio a cada letra escolhida, enquanto os competidores tentam desvendar as palavras misteriosas e evitar as temidas casas “perde tudo”. As rodadas vão ficando cada vez mais emocionantes, com desafios crescentes e muita torcida, tanto dentro do estúdio quanto nas redes sociais.

O programa deste domingo promete reviravoltas, momentos hilários e aquela tensão deliciosa que só o Roda a Roda consegue proporcionar. Quem será que vai levar os maiores prêmios da noite? A disputa promete ser acirrada!


💡 Quer participar? É simples!

Além de assistir, você também pode se tornar parte dessa festa! Os consultores Jequiti já participam automaticamente ao fazer seus pedidos, acumulando cupons. E os clientes da marca também têm vez: basta procurar os cupons nas embalagens dos produtos, preencher corretamente com seus dados e enviar para a Caixa Postal 05947-960.

Com um pouco de sorte, você pode ser um dos sortudos que vão rodar a roda ao vivo no palco mais disputado da televisão brasileira.


✈️ Tudo pago para São Paulo: viva a experiência do programa

Já pensou em viver a emoção de participar do programa de pertinho? Os escolhidos para o palco do Roda a Roda Jequiti ganham uma viagem com tudo pago para São Paulo, onde passam por uma verdadeira imersão no universo do SBT.

Além de disputar prêmios incríveis, os participantes têm a chance de conhecer os bastidores da TV, fazer novas amizades e se emocionar com a receptividade de Patricia e Rebeca Abravanel, que sempre recebem o público com carinho, simpatia e aquele toque único de humor da família mais amada da televisão.


🏆 Prêmios, alegria e a torcida do Brasil inteiro

O cenário vibrante e colorido do Roda a Roda Jequiti será palco de mais uma noite de disputas acirradas, sorrisos largos e histórias inspiradoras. Mais do que um programa de prêmios, a atração se tornou um momento de encontro para as famílias, que torcem, vibram e se emocionam com cada participante.

Seja pelas barras de ouro, pelos momentos engraçados ou pela esperança estampada no rosto de quem gira a roda, o programa continua sendo um fenômeno de audiência e uma vitrine de oportunidades para quem acredita que a sorte pode bater à porta.


🗓 Anote aí: domingo é dia de girar a sorte!

Não perca: neste domingo, 11 de maio, às 19h, sintonize no SBT para conferir mais uma edição eletrizante do Roda a Roda Jequiti. Comandado por Patricia e Rebeca Abravanel, o programa está recheado de emoções, prêmios valiosos, boas risadas e histórias que vão aquecer seu coração.

Pegue seus cupons, convoque a família, prepare a torcida e embarque nessa roda da sorte — porque o próximo grande vencedor pode ser você!

Rita Lee é celebrada em Os Ímpares com releituras que resgatam seu álbum pioneiro

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Mais de 50 anos depois de lançar seu primeiro álbum solo, Rita Lee volta aos holofotes em grande estilo na série original do Curta!, “Os Ímpares”. A produção celebra o disco “Build Up” (1970), obra pouco reconhecida na época, mas fundamental para consolidar a artista como a rainha do rock brasileiro.

Um álbum à frente do seu tempo

Quando Rita Lee lançou “Build Up”, tinha apenas 22 anos e muita coragem. O disco, inicialmente pensado como musical, trazia uma sonoridade experimental que misturava gêneros e letras carregadas de ironia, política e sensibilidade. O público e a crítica, no entanto, não estavam preparados para essa ousadia — e o álbum acabou ignorado comercialmente.

Mas, como toda obra de arte verdadeira, “Build Up” envelheceu como um vinho raro, ganhando status de cult e influência para gerações futuras.

“Viagem ao fundo de mim” e “Tempo Nublado” ganham nova vida

No episódio dedicado à Rita Lee, duas faixas do álbum são regravadas por nomes da nova geração musical. Juliana Linhares, cantora potiguar, empresta sua voz a “Viagem ao fundo de mim”, trazendo uma interpretação que dialoga com a originalidade e rebeldia de Rita.

“Rita Lee é uma referência essencial para minha trajetória artística. A forma como ela constrói imagens e usa o deboche para tratar de temas políticos me inspira profundamente”, afirma Juliana.

Já Nina Becker, fã declarada desde criança, revisita “Tempo Nublado” com uma emoção especial. Ela guarda até hoje um molde do vinil original de “Build Up” que nunca foi prensado — uma relíquia que simboliza seu amor pelo disco.

“O álbum é quase uma peça teatral, com personagens e narrativas que cativam desde a infância”, lembra Nina.

O legado tropicalista de Rita Lee em foco

O episódio também conta com a participação do jornalista e escritor Guilherme Samora, que reforça a importância histórica do álbum:

“‘Build Up’ revela o quanto Rita Lee é tropicalista em essência. O disco era rebelde demais para a época, e talvez por isso não tenha sido compreendido à primeira vista. Mas essa mistura de delicadeza e provocação é o que torna a obra tão poderosa até hoje.”

“Os Ímpares”: um resgate cultural de álbuns esquecidos

Produzida pela Das Minas Produções e financiada pelo Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), a série “Os Ímpares” tem uma proposta original e relevante: revisitar discos brasileiros que não receberam o reconhecimento merecido na época de seus lançamentos, mas que hoje são pilares da música nacional.

Com direção musical de Felipe Pinaud e participação de artistas como Clara Buarque, Roberta Sá e BNegão, a série é um encontro entre passado e presente, mostrando os bastidores das releituras e contando histórias pouco conhecidas desses álbuns.

Quando e onde assistir

O episódio sobre Rita Lee estreia no dia 14 de julho, às 21h, no CurtaOn – Clube de Documentários, disponível no Prime Video Channels, Claro tv+ e no site oficial CurtaOn.com.br.

Para quem gosta de música, história e arte, é uma oportunidade imperdível de revisitar um clássico e entender a força de uma artista que mudou para sempre a cara da música brasileira.

Pixote Nas Alturas: grupo lança “Defeito do Seu Beijo” com romantismo em alto e bom som — literalmente

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Eles já marcaram gerações com letras que viraram declaração de amor, trilha de reconciliação e até legenda de foto apaixonada. Agora, o Pixote volta com tudo — e mais alto do que nunca. Dando sequência ao projeto audiovisual “Pixote Nas Alturas”, o grupo lança o single inédito “Defeito do Seu Beijo”, já disponível em todas as plataformas digitais e no YouTube.

Gravada no topo de um prédio com vista privilegiada para São Paulo, a nova faixa é mais do que uma música: é um mergulho emocional embalado pelo céu urbano, onde cada nota ecoa como se viesse direto do coração da cidade — e do grupo.

💔 Beijo com defeito, voz sem erro

Com a assinatura inconfundível do Pixote, “Defeito do Seu Beijo” traz uma combinação que o grupo domina como ninguém: letra intimista, melodia envolvente e aquela pitada de saudade que deixa qualquer pagodeiro de olhos fechados sentindo a batida no peito.

É o tipo de som que chega de mansinho e te conquista logo no primeiro refrão — daquele jeito que o Pixote sabe fazer há mais de três décadas, sem fórmulas, mas com alma.

🌆 Música com vista (e verdade)

O projeto “Pixote Nas Alturas” é uma ousadia estética e emocional. A proposta vai além do palco e das paredes do estúdio: o cenário agora é o céu de São Paulo. Em cada vídeo, a banda entrega interpretações carregadas de sentimento diante de um skyline que vira parte da narrativa. E não é só pano de fundo — a cidade respira junto, emoldura, amplia.

“Defeito do Seu Beijo” é a quarta música lançada no projeto e mostra que o Pixote não tem medo de subir degraus — artísticos e simbólicos — para se manter relevante e conectado com seu público.

📀 Repertório de quem não precisa provar mais nada (mas segue entregando tudo)

Quem conhece a trajetória do grupo sabe: o Pixote construiu uma carreira sólida sem se prender ao passado. Com clássicos como “Brilho de Cristal”, “Mande um Sinal” e “Insegurança”, a banda ajudou a moldar o pagode romântico brasileiro — e agora se reinventa, sem perder a identidade.

“Defeito do Seu Beijo” chega como mais um capítulo dessa história. Uma música que respeita a essência do grupo, mas ousa em cenário, proposta visual e maturidade emocional.

🎧 Para ouvir com fone, coração aberto e vista para dentro

Enquanto o mundo corre, o Pixote escolhe pausar — e colocar sentimento no centro da experiência. E se você ainda não ouviu “Defeito do Seu Beijo”, talvez esteja perdendo o melhor defeito que o pagode já viu: aquele que a gente quer repetir.

Acerte ou Caia 13/04/2025: Tom Cavalcante recebe Matheus Ceará, Nizo Neto e Thayse Teixeira

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Neste domingo, dia 13 de abril de 2025, o Acerte ou Caia! entra em clima de stand-up comedy com uma edição pra lá de especial! Sob o comando do irreverente Tom Cavalcante, o palco será tomado por um verdadeiro esquadrão do riso, reunindo alguns dos nomes mais hilários do humor nacional. É gargalhada na certa — mas com um toque de adrenalina! Afinal, os comediantes terão que provar que além de arrancar risos, também sabem se virar nos desafios do game.

E não pense que vai ser fácil! Eles vão precisar de muito raciocínio rápido, agilidade e improviso para se manterem na disputa e fugir das quedas inesperadas do game. No fim, o grande vencedor será aquele que conseguir equilibrar piada boa com concentração total. E o público, claro, é quem sai ganhando com tanto talento reunido no mesmo palco!

Confira quem promete dominar a noite com humor afiado:


Ana Maria Brisa – A estrela carismática de Maicon Sales

Um dos momentos mais esperados da noite é a participação da queridíssima Ana Maria Brisa, personagem icônica criada por Maicon Sales. Inspirada na eterna Ana Maria Braga, a personagem não é apenas uma imitação — é uma recriação hilária, com trejeitos exagerados, figurino inconfundível e aquele jeitinho meigo e espontâneo que conquistou a internet.

Maicon tem lotado teatros com seu show solo e viraliza diariamente com vídeos engraçadíssimos nas redes sociais. No rádio, ele também marca presença com um programa de sucesso. Agora, Ana Maria Brisa troca a cozinha matinal por um cenário de competição: será que ela vai temperar o jogo com seu humor afiado e ainda levar o prêmio?


Aurineide Camurupim – A força cearense do riso

Direto do Ceará, assim como Tom, a divertida Aurineide Camurupim é veterana quando o assunto é fazer rir. A humorista conquistou o país após vencer o concurso de piadas do Show do Tom em 2006 e, desde então, não parou mais. Já dividiu palco com lendas do entretenimento, incluindo Silvio Santos, e segue rodando o Brasil com shows que arrancam gargalhadas por onde passa.

Agora, ela encara mais um desafio no Acerte ou Caia! Será que sua experiência e irreverência serão suas armas para vencer a disputa?


Criss Paiva – A segunda chance de uma gigante do humor

Criss Paiva é daquelas artistas multifacetadas: humorista, youtuber, palestrante e uma das vozes mais conhecidas da podosfera brasileira. Ela também brilha nos palcos com seu stand-up direto e afiado. Já participou do programa anteriormente, mas não levou o troféu para casa.

Agora, com uma nova oportunidade em mãos, Criss volta com tudo — pronta para mostrar que, além de conteúdo, também tem jogo de cintura. Será que a revanche vem aí?


Gustavo Mendes – O talento que une teatro, TV e muita piada boa

Gustavo Mendes já mostrou seu talento ao lado de Tom Cavalcante nos tempos do Show do Tom na RECORD, onde brilhou em festivais de piadas. Desde então, expandiu sua carreira: atuou em novelas, séries e segue firme nos palcos com shows de stand-up sempre lotados.

Hoje, Gustavo também pilota um podcast de sucesso, compartilhando os melhores momentos com sua base fiel nas redes sociais. Agora, a pergunta é: será que ele vai conseguir rir e raciocinar ao mesmo tempo para levar a melhor no game?


Matheus Ceará – A certeza de risada (e talvez de vitória)

Com uma trajetória marcada por conquistas no humor, Matheus Ceará começou ganhando destaque ainda em 2008, no festival de piadas do Show do Tom. Pouco depois, venceu o concurso “O Mais Novo Humorista do Brasil” e se consolidou em um programa humorístico onde ficou por mais de uma década.

Autor de livro, apresentador e sucesso no palco, Matheus atualmente segue em turnê pelo país e recentemente apresentou o quadro “Talk Rua” no Domingo Record. No palco do Acerte ou Caia!, diversão é garantida com ele — mas será que o prêmio também vem?


Com esse elenco de peso, o episódio promete ser um verdadeiro show de humor e agilidade. Prepare a pipoca, o sorriso e a torcida, porque o Acerte ou Caia! deste domingo vai ser daqueles para não perder por nada!

Avatar: O Último Mestre do Ar | 3ª temporada encerra filmagens e promete um desfecho épico para a saga live-action da Netflix

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Após meses de gravações intensas, a terceira temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar encerrou oficialmente suas filmagens — marcando o início do fim de uma das séries mais ambiciosas da Netflix. A adaptação live-action do clássico animado (2005–2008), criado por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, conquistou o público em 2024 com visuais deslumbrantes, performances cativantes e uma fidelidade rara a um universo tão amado. A nova temporada ainda segue sem previsão de lançamento.

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Uma produção épica que desafiou limites

Desde seu anúncio em 2018, Avatar: O Último Mestre do Ar foi uma das produções mais aguardadas da Netflix. O desafio era enorme: adaptar uma animação reverenciada por toda uma geração, conhecida por sua profundidade filosófica, cultura visual riquíssima e narrativa sobre equilíbrio, guerra e redenção.

Sob a liderança do showrunner Albert Kim (Sleepy Hollow, Nikita), a série ganhou forma com um elenco jovem e talentoso: Gordon Cormier como Aang, Dallas Liu como Zuko, Kiawentiio como Katara, Ian Ousley como Sokka, Paul Sun-Hyung Lee como o tio Iroh, Elizabeth Yu como Azula e Daniel Dae Kim como o temido Senhor do Fogo Ozai.

A primeira temporada estreou em 22 de fevereiro de 2024 e rapidamente dominou o Top 10 global da Netflix. Mesmo com críticas divididas — alguns apontando problemas de ritmo e diálogos —, a série foi amplamente elogiada pela fidelidade estética, pelos efeitos visuais de primeira linha e pela forma como traduziu o universo espiritual e cultural de Avatar para o live-action.

Um mundo dividido pela guerra — e unido pela esperança

Para quem ainda não mergulhou nesse universo, a trama se passa em um mundo onde certas pessoas, conhecidas como “dobradores”, possuem a habilidade de controlar os quatro elementos: água, terra, fogo e ar.

Aang, interpretado por Gordon Cormier, é o último sobrevivente dos Nômades do Ar e o novo Avatar — o único ser capaz de dominar todos os elementos e manter o equilíbrio entre o mundo físico e o espiritual. Após despertar de um sono de 100 anos, ele descobre que o mundo foi devastado pela ambição da Nação do Fogo, que busca dominar todos os povos.

Ao lado de Katara (Kiawentiio) e Sokka (Ian Ousley), Aang embarca em uma jornada épica para aprender a dominar os elementos e cumprir seu destino. Enquanto isso, é perseguido incansavelmente pelo príncipe exilado Zuko (Dallas Liu), que busca restaurar sua honra capturando o Avatar — uma narrativa de redenção e conflito interno que se tornou uma das mais queridas da ficção moderna.

Um legado reimaginado

Trazer Avatar: O Último Mestre do Ar para o formato live-action era um risco que poucos estúdios se atreveriam a correr — especialmente após o fracasso da adaptação cinematográfica de 2010. No entanto, a Netflix conseguiu o que muitos consideravam impossível: recriar o espírito original da série animada, respeitando sua mitologia, diversidade cultural e mensagens espirituais.

A produção foi gravada no Volume, uma tecnologia de ponta semelhante à usada em The Mandalorian, que permite criar ambientes digitais realistas em tempo real. Isso deu à série um visual cinematográfico e uma imersão sem precedentes, aproximando ainda mais o espectador desse universo de fantasia inspirado em culturas asiáticas, inuítes e indígenas.

Conversa com Bial desta terça (05/08) celebra 40 anos do axé com Felipe Pezzoni e Emanuelle Araújo

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Foto: Reprodução/ Internet

Na edição desta terça-feira, 5 de agosto de 2025, o Conversa com Bial mergulha no universo vibrante do axé para celebrar os 40 anos de um dos movimentos musicais mais marcantes da cultura brasileira. O programa reúne dois representantes de gerações distintas da Banda Eva — Felipe Pezzoni e Emanuelle Araújo — para uma homenagem carregada de história, ritmo e pertencimento. O especial vai além da memória afetiva: é um convite para refletir sobre o legado de um gênero que nasceu das ruas de Salvador e ganhou as rádios do país, levando consigo a identidade baiana, a alegria do Carnaval e o pulsar de uma cultura que nunca deixou de se reinventar.

Da rua ao palco: o axé como símbolo cultural

O axé não nasceu de fórmulas de estúdio. Ele brotou do asfalto quente, do batuque dos blocos, da energia que corre pelas avenidas de Salvador nos dias de Carnaval. Mais do que um ritmo, é uma vivência coletiva — uma expressão musical e corporal que desafia a lógica de mercado e se sustenta na potência popular. Ao longo de quatro décadas, o axé transformou artistas anônimos em estrelas e colocou a Bahia no centro do mapa da música brasileira. A força desse movimento está na sua capacidade de se conectar com o povo, atravessando gerações e se renovando sem perder a alma.

A Banda Eva e o papel de protagonismo no axé

Dentro dessa trajetória, poucas bandas foram tão emblemáticas quanto a Banda Eva. Surgida nos anos 1980 como bloco de Carnaval, o grupo se tornou sinônimo de sucesso ao longo dos anos 1990, especialmente após a chegada de Ivete Sangalo, que ajudou a projetar o axé para todo o Brasil. Mas a história da banda vai muito além de um nome. Cada vocalista que passou pelo Eva trouxe uma nova leitura do gênero, mantendo viva a chama de um projeto que carrega a missão de unir tradição e renovação. De Emanuelle Araújo a Felipe Pezzoni, o Eva atravessou diferentes fases, cada uma marcada por desafios, recomeços e canções que marcaram época.

Um encontro que conecta passado, presente e futuro

O Conversa com Bial cria o cenário ideal para esse encontro simbólico. Sem pressa, com a sensibilidade que já é marca do programa, o episódio constrói uma narrativa que valoriza o percurso artístico de seus convidados, mas também o impacto coletivo da música baiana na formação cultural do país. Ao resgatar momentos históricos da Banda Eva e refletir sobre o espaço do axé na contemporaneidade, o programa costura um painel sensível de tudo o que esse gênero representa: resistência, alegria, transformação e pertencimento. Não se trata apenas de comemorar 40 anos de estrada — mas de reconhecer a importância de manter vivo um som que pulsa na alma do Brasil.

Com imagens de arquivo, trechos musicais e um olhar documental, o programa desta terça (05) presta uma homenagem não só aos artistas, mas a todos que constroem o axé diariamente: compositores, músicos, foliões, produtores e fãs que carregam o ritmo como uma extensão de sua própria identidade.

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