Futebol de Cegos: O Jogo Mais Difícil | O documentário que mostra os craques que enxergam com o coração

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Tem som de bola, eco de vozes e o barulho inconfundível de chuteiras batendo na quadra. É assim que começa Futebol de Cegos: O Jogo Mais Difícil, novo documentário dirigido por André Bushatsky, que estreia no Globoplay e no SporTV no dia 24 de novembro. A produção acompanha de perto a seleção brasileira de futebol de cegos — o time que fez história ao conquistar cinco ouros paralímpicos consecutivos (Atenas 2004, Pequim 2008, Londres 2012, Rio 2016 e Tóquio 2020) e que agora mira Paris 2024 com a mesma garra e sintonia de sempre.

O time que nunca para de vencer

Se o Brasil é o país do futebol, esses caras são a alma do jogo. No centro da narrativa está Ricardo Alves, o “Ricardinho”, capitão e líder natural da equipe. Gaúcho, ele é lembrado pelo gol do ouro nos Jogos do Rio e pelo faro de artilheiro no Mundial de 2018. Ao lado dele, está o lendário Jeferson Gonçalves, o “Jefinho”, baiano de reflexos rápidos e dribles tão afiados que lhe renderam o apelido de “Pelé de Cegos”.

Outro nome que brilha é Raimundo Nonato, responsável pelo gol decisivo que garantiu o título mundial de 2018. A geração mais nova chega com força — Cássio Reis, Jardiel Vieira, Jonatan Silva, Maicon Júnior e Tiago “Paraná” da Silva trazem juventude, velocidade e novas estratégias para o grupo. E, como em todo time vitorioso, há os guardiões do gol: Luan Lacerda e Matheus Costa, dois paraibanos que dão um show de reflexo e foco.

No comando, Fábio Vasconcelos, técnico e ex-jogador, que entende o jogo como poucos e sabe que o segredo está na confiança entre os atletas. Afinal, em campo, ninguém joga sozinho.

O som que guia o jogo

Em Futebol de Cegos: O Jogo Mais Difícil, o som é o verdadeiro protagonista. O diretor transforma cada ruído — o toque da bola, o apito, os gritos de orientação — em uma trilha emocional. O espectador é convidado a “enxergar” como os atletas veem: com os ouvidos, com o corpo, com a percepção aguçada de quem vive o jogo de dentro pra fora.

As imagens captadas em João Pessoa, nas quadras e praias onde a equipe treina, mostram a intensidade física e a conexão entre os jogadores. Há cenas de suor, cansaço e superação, mas também momentos leves — risadas, brincadeiras e aquela resenha que só o futebol brasileiro tem.

Bushatsky não busca o heroísmo clássico. Ele prefere a humanidade. O documentário mostra que o futebol de cegos é muito mais do que medalhas: é sobre confiança e pertencimento. Cada atleta confia na voz do outro, no som da bola, no silêncio do instante antes do chute. É poesia em movimento.

Uma história de escuta e sensibilidade

Em tempos em que o esporte é cada vez mais sobre performance e estatísticas, Futebol de Cegos vem lembrar que o jogo também é feito de sensibilidade. Bushatsky filma de perto, quase como um amigo no banco de reservas, captando detalhes que passam despercebidos: a respiração concentrada antes de um pênalti, a tensão nos dedos que seguram o colete, o riso tímido depois de um erro.

A fotografia é intimista, e o design de som é o fio condutor da narrativa — porque, aqui, o som é o olhar. O público escuta o que os jogadores escutam, sente o ritmo do jogo, entende o peso da confiança que move cada passo em direção ao gol.

Rumo a Paris 2024

Enquanto os atletas treinam firme para defender o ouro em Paris, o documentário se transforma em um retrato do presente e uma carta de amor ao futuro. É o registro de um time que não se acomoda, que quer mais, que sonha alto.

E se há uma mensagem que Futebol de Cegos: O Jogo Mais Difícil deixa, é que o esporte é capaz de transformar tudo — inclusive o modo como vemos o mundo. O filme nos faz perceber que enxergar não é apenas uma questão de visão, mas de percepção, escuta e empatia.

Muito além do pódio

Com produção da Conspiração Filmes e distribuição da Globo Filmes, o documentário é uma celebração à diversidade no esporte e à força do coletivo. Ele mostra que o futebol de cegos é mais do que um jogo: é uma metáfora sobre acreditar no outro, sobre confiar na voz que vem de dentro e na vibração que move o corpo.

Ulisses, novo longa de Cristiano Burlan, estreia nos cinemas paulistanos com retrato sensorial da cidade e da memória

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O diretor Cristiano Burlan lança nesta quinta-feira (13) nos cinemas de São Paulo o longa Ulisses, produção da Bela Filmes em parceria com a Chatrone. O filme marca o início de uma trilogia que inclui ainda Nosferatu — exibido no Festival de Brasília em setembro — e o inédito Dom Quixote.

Em Ulisses, Burlan revisita o mito grego em uma narrativa ambientada na São Paulo contemporânea. O protagonista, interpretado por Rodrigo Sanches, percorre as ruas do centro da cidade em busca de lembranças e significados, reconstruindo a própria história a partir de fragmentos de memória, afetos e perdas.

A jornada do personagem se desenrola em meio a uma cidade que reflete seu estado emocional. A fotografia em preto e branco de Helder Martins transforma São Paulo em um labirinto de concreto, sombras e ruídos. Os viadutos, as fachadas degradadas e os espaços de passagem são filmados como extensões da mente do protagonista, revelando uma metrópole que pulsa entre presença e ausência.

A narrativa incorpora elementos experimentais e poéticos, característicos da filmografia de Burlan. Vozes, silêncios e lembranças se sobrepõem, criando uma experiência cinematográfica que mistura realidade e imaginação. O diretor mantém sua tradição de trabalhar com estruturas narrativas fragmentadas, valorizando o gesto, o som e a respiração da cidade tanto quanto o drama humano.

No elenco, Ana Carolina Marinho interpreta Penélope, figura que atravessa a trama de forma múltipla e ambígua. Sua presença funciona como eco da memória e do desejo do protagonista, compondo o aspecto emocional do filme. Burlan constrói a relação entre Ulisses e Penélope de maneira simbólica, sugerindo que ambos habitam tempos e espaços diferentes, unidos por uma busca que jamais se completa.

O longa reafirma o estilo autoral de Burlan, reconhecido pela abordagem introspectiva e pelo olhar crítico sobre o urbano. Em Ulisses, o diretor explora a cidade como metáfora do inconsciente coletivo, criando um retrato da solidão contemporânea. As ruas do centro, o Minhocão e os espaços esquecidos de São Paulo se tornam cenário e personagem de uma travessia existencial.

Com uma linguagem visual rigorosa e ritmo contemplativo, o filme investiga o limite entre o real e o simbólico. A ausência de linearidade narrativa convida o espectador a acompanhar o fluxo da memória e da percepção, mais do que uma história tradicional. Burlan aposta em um cinema sensorial, que convida à reflexão e à imersão.

Além de estrear na capital paulista, o longa-metragem deve chegar nas próximas semanas a outras cidades brasileiras. O filme é o primeiro capítulo de uma trilogia inspirada em figuras arquetípicas — Ulisses, Nosferatu e Dom Quixote — que dialogam com o imaginário ocidental e com temas recorrentes na obra do cineasta, como a busca por identidade, o desamparo e o pertencimento.

Reconhecido por títulos como Mataram Meu Irmão (2013), A Mãe (2022) e Sinfonia de um Homem Só (2012), Burlan reafirma em Ulisses seu interesse por personagens à margem e por uma estética que valoriza o risco e o desconforto. Seu cinema segue comprometido com a investigação da linguagem e com o retrato das contradições urbanas e humanas do país.

Romance do Wattpad ganha vida! O Bad Boy e Eu chega às telonas nesta quinta (13)

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Se você é fã de romances adolescentes e histórias que aquecem o coração, vai gostar de saber que o longa-metragem O Bad Boy e Eu estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, 13 de novembro, com distribuição da Diamond Films. Inspirado no fenômeno do Wattpad, o longa traz Siena Agudong (Upside Down Magic – Escola de Magia, No Good Nick, Deixe-nos Entrar) e o influenciador Noah Beck (Larray: Canceled, Noah Beck Tries Things, The D’Amelio Show) nos papéis principais. Abaixo, se liga no trailer:

Sob a direção de Justin Wu (Loucos por Nada, Le Devoir), a adaptação promete emocionar quem já se encantou com o livro e conquistar uma nova geração de espectadores com a história de Dallas Bryan e Drayton Lahey — um encontro improvável entre a doce líder de torcida e o misterioso bad boy que vai transformar sua vida.

Dallas Bryan, interpretada por Siena Agudong, está determinada a honrar a memória de sua mãe e focar em seu maior sonho: conquistar uma vaga na escola de dança mais prestigiada do país. Ela entra no último ano do Ensino Médio com a cabeça apenas nos estudos e nos ensaios, sem interesse em festas, paqueras ou romances — amorzinho? Nem pensar.

Mas, como toda boa história adolescente, o inesperado acontece. Dallas conhece Drayton Lahey, o capitão do time de futebol americano e garoto mais popular da escola, interpretado por Noah Beck. Entre encontros, desencontros e conversas sinceras, os dois começam a se conhecer de verdade. Aos poucos, a barreira da timidez e das inseguranças se desfaz, e o que era apenas amizade se transforma em algo maior: um romance adolescente que mistura paixão, risadas e momentos de emoção.

A história não é só sobre amor; ela fala de crescimento, amadurecimento e da importância de enfrentar perdas, inseguranças e medos. É aquele tipo de história que lembra que, às vezes, a vida tem seus próprios planos — e que é possível encontrar alguém que te entende no momento mais inesperado.

Além dos protagonistas, o filme ainda conta com James Van Der Beek (Dawson’s Creek, Pose, How I Met Your Mother) no papel de Leroy Lahey, o severo pai de Drayton, que adiciona tensão e humor à narrativa. O roteiro, assinado por Crystal Ferreiro (The Beauty of Disaster) e Mary Gulino (CollegeHumor Originals, Hot Date), consegue equilibrar romance, drama e momentos engraçados, sem perder o charme que conquistou milhões de leitores do Wattpad.

Com distribuição da Diamond Films, o filme chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta, 13 de novembro. O Bad Boy e Eu é uma ótima pedida para quem gosta de romances adolescentes, fãs de histórias Wattpad, ou simplesmente quem quer se divertir e se emocionar com uma trama leve, divertida e cheia de momentos fofos.

Rendando Histórias | Exposição destaca 20 anos de tradição e criatividade das Rendeiras da Aldeia

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O Museu A CASA do Objeto Brasileiro, em parceria com o coletivo Rendeiras da Aldeia, inaugura no dia 15 de novembro a exposição Rendando Histórias, uma homenagem à trajetória de quase duas décadas do grupo de mulheres e mães de Carapicuíba (SP). Desde 2006, elas se reúnem para produzir, preservar e difundir a Renda Renascença, técnica tradicional nordestina trazida principalmente de Pernambuco e Paraíba.

A mostra evidencia o papel das artesãs na preservação do patrimônio cultural, ao mesmo tempo em que valoriza a criatividade e o trabalho coletivo que transformam a renda em expressão artística e social. A exposição conta com o apoio do Proac Edital e ficará em cartaz até 11 de janeiro de 2026, oferecendo aos visitantes uma imersão no universo das Rendeiras da Aldeia.

Tradição e comunidade em diálogo

A exposição organiza-se em dois eixos centrais. O primeiro destaca a força do trabalho coletivo, mostrando como o ofício fortalece vínculos comunitários e mantém vivas práticas tradicionais. O segundo explora a relação das Rendeiras com a festa do Cavalo-Marinho, tradição pernambucana incorporada à cultura local como o “Boizinho da Aldeia”.

A partir dessa influência, as artesãs criam máscaras de renda que representam personagens da cultura popular, como Mestre Ambrósio, Empata-Samba e Catirina, conectando a produção manual à memória e à identidade cultural da região.

A Renda Renascença ganha novas dimensões

Em “Rendando Histórias”, a Renda Renascença ultrapassa a bidimensionalidade do tecido e assume formas tridimensionais, revelando a potência criativa do coletivo. A mostra evidencia como técnicas tradicionais podem dialogar com design contemporâneo, explorando espaço, volume e estética de maneira inovadora.

O trabalho das Rendeiras transcende o ofício: é memória, resistência cultural e expressão artística, transformando fios e pontos em narrativas que atravessam gerações.

Programação de abertura

A abertura da exposição contará com atividades especiais, entre 13h e 14h30. O público poderá participar do “Papo de Casa”, mediado por Lucilene Silva, e da apresentação musical “Cantos das Rendeiras”.

O espetáculo musical apresenta os cantados de trabalho entoados durante o rendar, transmitidos de geração em geração, carregados de memórias, afetos e resistência cultural. Já o “Papo de Casa” reunirá artistas, artesãs e parceiros do projeto — incluindo Ana Vaz, Alexandre Rousset, Viviane Fortes, Vera Cristina Athayde, Mestra Wilma da Silva e Aliane Lindolfo — em um diálogo sobre tradição, prática artesanal e design contemporâneo.

Code Geass retorna aos palcos! Nova produção teatral traz a saga de Lelouch de volta à vida

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A franquia Code Geass, conhecida mundialmente por sua combinação de ação, política e dilemas filosóficos, ganhará uma nova adaptação teatral em 2026. Intitulada Code Geass: Lelouch of the Rebellion – Seido ni Jyunzuru Kishi 2, a produção é sequência direta do musical apresentado em 2023 e trará novamente os icônicos personagens para o palco, desta vez com ainda mais efeitos visuais, música e coreografia.

O espetáculo terá apresentações em Osaka, entre 23 e 25 de janeiro de 2026, e seguirá para Tóquio, de 29 de janeiro a 1º de fevereiro, oferecendo aos fãs a oportunidade de reviver a história de Lelouch Lamperouge em formato ao vivo. As informações são do Omelete.

Retornos e novidades no elenco

O musical mantém parte do elenco que conquistou o público na primeira produção, com Ryōtarō Akazawa como Suzaku Kururugi, Kōji Kominami no papel de Lelouch Lamperouge e Rina Koyama como a enigmática C.C. Além deles, a produção conta com novos talentos, ampliando a dinâmica no palco.

A equipe criativa também retorna: Daisuke Nishida dirige novamente, Shō Kubota é responsável pelo roteiro e letras, enquanto Go Sakabe assina a composição musical. Essa combinação garante a continuidade do tom dramático, político e emocionante que fez do primeiro musical um sucesso entre fãs da franquia.

O universo de Code Geass

Code Geass é uma franquia que se expandiu por mangás, animes e jogos, criada por Ichirō Ōkouchi. A narrativa central acompanha Lelouch Lamperouge, jovem príncipe que, após perder a mãe em um atentado e ter sua irmã incapacitada, é forçado a se mudar para a Área 11 — o Japão sob domínio do Império de Britannia.

Anos depois, Lelouch encontra a misteriosa C.C., que lhe concede o poder do Geass, capaz de controlar qualquer pessoa. Com essa habilidade, ele traça um plano para derrubar Britannia e criar um mundo mais justo, em homenagem à irmã. O enredo é marcado por debates sobre moralidade, justiça e os limites da autoridade, convidando o público a refletir sobre os dilemas da sociedade moderna.

Knightmare Frames: a força da tecnologia no palco

Um dos elementos mais marcantes da história são os Knightmare Frames, robôs humanoides de combate que representam o poder militar do Império de Britannia. Com dois braços e duas pernas, essas máquinas são utilizadas tanto para guerra quanto para entretenimento estratégico, e diversas nações desenvolvem suas próprias versões ao longo da história.

No musical, espera-se que os Knightmare Frames sejam representados com efeitos visuais e coreografias impressionantes, transformando as batalhas em experiências visuais impactantes que transportam o público para o mundo da série.

Marty Supreme | Novo trailer mostra Timothée Chalamet se tornando lenda do pingue-pongue

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O novo trailer de Marty Supreme chegou, e com ele a promessa de uma história de vida tão improvável quanto inspiradora. Timothée Chalamet (Conhecido por Me Chame Pelo Seu Nome, Duna, Adoráveis Mulheres, Wonka) assume o papel de Marty Reisman, um malandro nova-iorquino que transforma partidas de pingue-pongue em lenda. Abaixo, confira o novo vídeo:

Com direção de Josh Safdie e roteiro co-escrito com Ronald Bronstein, o filme mistura drama, comédia e esportes, acompanhando um homem que começou jogando pelas apostas das ruas de Manhattan e terminou colecionando mais de 22 títulos oficiais, incluindo o recorde de atleta mais velho a vencer um campeonato nacional.

Marty Reisman: do improviso à grandeza

A história de Marty é, acima de tudo, uma narrativa sobre persistência e autenticidade. Ele não era apenas um jogador talentoso; era um performer nato. Cada saque, cada jogada, cada aposta era uma expressão de sua personalidade — ousada, imprevisível e cheia de energia. No filme, vemos Marty enfrentando rivais, críticos e desafios pessoais, sempre buscando provar seu valor em um mundo que parecia não acreditar nele.

O longa mostra não só suas vitórias, mas também os obstáculos, os erros e os momentos de dúvida que tornam sua jornada tão humana e fascinante. Não é só sobre esportes; é sobre como alguém comum pode, com coragem e determinação, se tornar extraordinário.

Josh Safdie e a energia de Nova York

Josh Safdie, famoso por Joias Brutas, imprime em Marty Supreme seu estilo inconfundível: uma câmera que respira junto com os personagens, cortes rápidos e um ritmo que faz o espectador sentir cada tensão, cada vitória e cada derrota. A Nova York dos anos 1950 se transforma em personagem: vibrante, caótica, cheia de cor e som, refletindo a própria vida de Marty, que parece sempre estar no lugar certo — ou no momento errado — para fazer história.

Chalamet em um papel que diverte e inspira

Além de Chalamet, o filme traz Gwyneth Paltrow (de Homem de Ferro e Prodigal Son) como Kay Stone, empresária que cruza o caminho de Marty e transforma sua carreira; Odessa A’zion (de Hellraiser e Bottoms) como Raquel, parceira e confidente do protagonista; e Kevin O’Leary (de Shark Tank) interpretando Milton Rockwell, magnata das apostas esportivas.

O filme ainda conta com surpresas: Tyler Okonma (Tyler, The Creator; Call Me If You Get Lost) como Wally, treinador excêntrico; Abel Ferrara (de Bad Lieutenant e King of New York) como Ezra, mentor sombrio; e Fran Drescher (de The Nanny e Happily Divorced) como a Sra. Mauser, mãe de Marty, trazendo humor e humanidade à narrativa. Um elenco eclético que reflete a própria energia do longa: inesperado, vibrante e cheio de vida.

Uma história que vai além do esporte

Marty Supreme não é só sobre vitórias em campeonatos. É sobre ambição, erros, superação e legado. Marty Reisman se torna um exemplo de coragem e autenticidade, provando que, mesmo quando todos duvidam, é possível trilhar um caminho que deixa marca. O filme também dialoga com temas universais: os desafios de envelhecer, a pressão por reconhecimento e o equilíbrio entre talento e disciplina. A história de Marty é, acima de tudo, uma celebração da vida, da ousadia e da paixão pelo que se faz.

O longa-metragem estreou no Festival de Cinema de Nova York, em 6 de outubro de 2025, sendo elogiado por crítica e público. Nos Estados Unidos, chega pela A24 no dia 25 de dezembro de 2025, e estreia no Brasil em 8 de janeiro de 2026.

Spin-off de Superman traz Jimmy Olsen e equipe do Planeta Diário como protagonistas

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O universo de Clark Kent está prestes a ganhar um novo capítulo, mas desta vez o destaque não será o próprio Homem de Aço. Segundo informações do The Hollywood Reporter, Dan Parrault e Tony Yacenda, criadores da aclamada série American Vandal, vão roteirizar, produzir executivamente e comandar um spin-off focado em Jimmy Olsen, interpretado por Skyler Gisondo.

A série promete mergulhar no dia a dia dos repórteres do Planeta Diário, explorando casos envolvendo vilões superpoderosos e ameaças que vão muito além das páginas do jornal. Enquanto Lois Lane (Rachel Brosnahan) e Clark Kent (David Corenswet) ficam de fora do foco principal, Olsen e sua equipe assumem o protagonismo, mostrando que há muito heroísmo por trás das câmeras e das notícias.

O repórter que conquistou gerações

Olsen é um dos personagens mais icônicos do universo do Homem de Aço. Criado nos quadrinhos da DC Comics, ele é geralmente retratado como um jovem fotojornalista do Planeta Diário, amigo próximo de Lois Lane e Clark Kent. Seu relacionamento com Perry White, o chefe exigente e carismático, combina respeito profissional com laços quase familiares, tornando Olsen um personagem cativante e fácil de se identificar.

Entre 1954 e 1982, Jimmy estrelou 222 edições de séries próprias, como Superman’s Pal Jimmy Olsen e Superman Family, além de aparecer nas histórias principais do Superman. Sua trajetória nos quadrinhos é marcada por curiosidade, coragem e uma certa ingenuidade, sempre misturando humor e suspense enquanto se envolve em investigações que vão muito além de simples reportagens.

O que esperar da nova série

De acordo com as primeiras informações, o spin-off vai explorar Olsen como protagonista absoluto, acompanhado por outros repórteres do Planeta Diário. A série deve mergulhar em investigações jornalísticas envolvendo super-vilões e ameaças que desafiam até mesmo o Homem de Aço, mostrando que a coragem e a inteligência também existem fora do uniforme.

Parrault e Yacenda são conhecidos por American Vandal, série que combina humor, mistério e crítica social de forma inteligente e envolvente. Isso sugere que o novo projeto terá uma abordagem leve, mas sem perder o suspense e a tensão das situações de alto risco enfrentadas por Olsen e sua equipe.

Além disso, a série deve explorar o lado humano dos repórteres: os dilemas éticos de investigar crimes e vilões poderosos, a pressão de trabalhar sob o olhar crítico do público e as dinâmicas pessoais dentro do jornal. Em outras palavras, não será apenas sobre superpoderes, mas também sobre a coragem de quem está por trás das câmeras.

Um olhar diferente sobre o universo Superman

Enquanto o Super Homem e Lois Lane muitas vezes dominam o centro das atenções, a decisão de focar em Jimmy é uma oportunidade de expandir o universo de forma criativa. A série pode explorar histórias paralelas, novos personagens e vilões, e trazer uma narrativa mais intimista, mostrando como os bastidores do Planeta Diário também são palco de ação e drama.

O público poderá acompanhar Olsen enfrentando desafios que vão do jornalismo investigativo à luta contra ameaças sobre-humanas, tudo sem perder o carisma e o senso de humor que sempre fizeram do personagem um favorito entre os fãs.

HBO Max prepara série de V de Vingança com produção de James Gunn e Peter Safran

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O clássico distópico V de Vingança está prestes a ganhar uma nova vida na tela — desta vez, em formato de série. Segundo informações exclusivas da Variety, a HBO está desenvolvendo a adaptação com roteiro de Pete Jackson. A produção executiva ficará a cargo de James Gunn (Pacificador, Guardiões da Galáxia, Superman) e Peter Safran (Supergirl, The Batman Part II, Aquaman 2: O Reino Perdido), do DC Studios, que prometem trazer uma abordagem moderna e empolgante para a história. Até agora, nem a HBO nem o DC Studios confirmaram oficialmente, mas a notícia já está causando burburinho entre fãs de quadrinhos e cinéfilos.

Vamos entender a origem da história

Tudo começou em 1988, quando Alan Moore e David Lloyd criaram a série de quadrinhos que se tornaria um marco da cultura pop. Publicada pela DC Comics sob a marca Vertigo, a obra trouxe uma Inglaterra alternativa dominada por um governo fascista, abordando temas como autoritarismo, liberdade e resistência. Mais do que uma história de ação, o quadrinho se destacou por suas críticas sociais afiadas e personagens complexos.

O protagonista, conhecido apenas como “V”, é um vigilante mascarado que luta contra o regime opressor do partido Fogo Nórdico, liderado pelo Alto Chanceler Adam Sutler. Ele se torna símbolo de rebeldia e justiça, inspirando não apenas os personagens da história, mas também leitores ao redor do mundo.

Do quadrinho para o cinema

O primeiro grande salto da obra para a cultura pop aconteceu em 2005, com o filme V for Vendetta (V de Vingança no Brasil e Portugal). Dirigido por James McTeigue e produzido por Joel Silver e pelas irmãs Wachowski, o longa trouxe Natalie Portman como Evey Hammond, Hugo Weaving como V, Stephen Rea como o inspetor Finch e John Hurt como o Alto Chanceler Sutler.

Ambientado em um mundo distópico no final da década de 2020, o filme mostra uma Inglaterra totalitária em meio a crises globais: os Estados Unidos enfrentam as consequências de uma guerra civil, a Europa lida com uma pandemia devastadora, e o Reino Unido é governado de forma autoritária pelo partido Fogo Nórdico.

V surge como um vigilante mascarado, salvando Evey de uma tentativa de abuso pelos agentes do governo e, em seguida, promovendo atos de rebelião, incluindo a icônica explosão do Old Bailey. O filme mistura ação e suspense com uma reflexão política intensa, tornando-se um marco que consolidou a máscara de Guy Fawkes como símbolo global de protesto.

O que podemos esperar da série

A grande vantagem de adaptar V de Vingança para o formato de série é a possibilidade de explorar o universo com mais profundidade. Enquanto o filme precisava condensar a história em algumas horas, a série pode mergulhar em detalhes do regime fascista, nas motivações de V, nas dúvidas e transformações de Evey e nas intrigas políticas que moldam o mundo da obra.

Pete Jackson, responsável pelo roteiro, é conhecido por equilibrar ação e desenvolvimento psicológico dos personagens, o que sugere que a série terá momentos tensos, mas também reflexivos. James Gunn e Peter Safran, produtores executivos, trazem experiência em grandes universos cinematográficos, garantindo que a narrativa seja envolvente, emocionante e fiel ao espírito do material original.

Uma história que continua atual

Mesmo décadas após sua criação, a trama continua surpreendentemente atual. O combate à opressão, a vigilância estatal, a manipulação da mídia e a luta por liberdade são temas que ressoam em qualquer época. A máscara de Guy Fawkes, que simboliza resistência e rebeldia, transcende a ficção e se tornou um ícone real em protestos e movimentos sociais ao redor do mundo.

A série tem potencial não apenas de entreter, mas também de provocar reflexão sobre liberdade, justiça e responsabilidade individual. Em tempos de debates sobre autoritarismo, desinformação e censura, revisitar essa história é mais relevante do que nunca.

Por que essa série importa

Além de ser uma história envolvente, V de Vingança é um fenômeno cultural. A narrativa de resistência contra regimes autoritários, o poder da mídia, a importância da memória histórica e a simbologia da máscara de Guy Fawkes são elementos que dão à série potencial de transcender o entretenimento e entrar em discussões sociais mais amplas.

A chegada da série da HBO representa também uma tendência do mercado: adaptações de quadrinhos mais maduras e reflexivas, que vão além do modelo tradicional de super-heróis. O público hoje busca histórias que misturem ação, suspense e relevância política, e V de Vingança tem tudo para atender a essas expectativas.

Pluribus | Novo teaser revela o universo perturbador de Vince Gilligan na Apple TV+

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Vince Gilligan retorna em grande estilo, mas desta vez a jornada não atravessa o submundo do crime — ela mergulha no abismo da mente humana. O novo teaser de Pluribus, lançado na Apple TV+, apresenta uma série que mistura ficção científica, suspense psicológico e dilemas sobre identidade e liberdade, mostrando um universo completamente diferente do que o criador de Breaking Bad e Better Call Saul já explorou.

O teaser divulgado pelo DiscussingFilm cumpre seu papel com maestria: provoca, inquieta e deixa claro que Gilligan criou uma história visualmente arrebatadora e emocionalmente instigante, pronta para desafiar o espectador a refletir sobre identidade, liberdade e o verdadeiro preço da paz coletiva.

O título da série, Pluribus, vem da expressão latina E Pluribus Unum, “de muitos, um”, conceito que norteia a trama: um mundo em que os indivíduos desaparecem e o coletivo domina. Em poucos segundos, o teaser apresenta um planeta transformado pelo vírus alienígena chamado “A União”, que conecta todas as mentes humanas em um fluxo único e silencioso. A aparente perfeição — sem guerras, fome ou egoísmo — contrasta com a ausência de desejos, vontades e emoções próprias.

Nesse cenário, Carol Sturka (Rhea Seehorn) sobrevive, imune à infecção, sentindo cada emoção perdida pelo resto da humanidade. Em poucos segundos, o teaser transmite de forma poderosa a tensão entre pertencimento e solidão, entre segurança e perda da própria identidade, oferecendo um vislumbre de um universo inquietante e profundamente humano.

Após Better Call Saul, muitos esperavam que Gilligan continuasse explorando o crime, mas ele decidiu desafiar sua própria zona de conforto, mergulhando na ficção científica com o mesmo olhar clínico e emocional que marcou sua carreira. Albuquerque surge silenciosa e quase irreconhecível, como se tivesse sido absorvida por um mundo homogêneo. A fotografia fria e dessaturada, aliada a uma trilha sonora minimalista, reforça o clima de isolamento e inquietação, despertando a curiosidade do espectador em cada frame.

A produção de Pluribus também teve sua trajetória desafiadora. Em outubro de 2023, a greve do Sindicato dos Roteiristas da América interrompeu a escrita da primeira temporada, obrigando Gilligan e sua equipe a se reagrupar para finalizar os dois últimos episódios. As filmagens, iniciadas em fevereiro de 2024 e concluídas em setembro do mesmo ano, se estenderam por sete meses em Albuquerque, sob o título provisório de Wycaro 339, com um orçamento estimado de US$ 15 milhões por episódio. Em março de 2024, Karolina Wydra foi escalada para o papel principal de Zosia, adicionando ainda mais força ao elenco da série.

Avatar: O Último Mestre do Ar | 3ª temporada encerra filmagens e promete um desfecho épico para a saga live-action da Netflix

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Após meses de gravações intensas, a terceira temporada de Avatar: O Último Mestre do Ar encerrou oficialmente suas filmagens — marcando o início do fim de uma das séries mais ambiciosas da Netflix. A adaptação live-action do clássico animado (2005–2008), criado por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, conquistou o público em 2024 com visuais deslumbrantes, performances cativantes e uma fidelidade rara a um universo tão amado. A nova temporada ainda segue sem previsão de lançamento.

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Uma produção épica que desafiou limites

Desde seu anúncio em 2018, Avatar: O Último Mestre do Ar foi uma das produções mais aguardadas da Netflix. O desafio era enorme: adaptar uma animação reverenciada por toda uma geração, conhecida por sua profundidade filosófica, cultura visual riquíssima e narrativa sobre equilíbrio, guerra e redenção.

Sob a liderança do showrunner Albert Kim (Sleepy Hollow, Nikita), a série ganhou forma com um elenco jovem e talentoso: Gordon Cormier como Aang, Dallas Liu como Zuko, Kiawentiio como Katara, Ian Ousley como Sokka, Paul Sun-Hyung Lee como o tio Iroh, Elizabeth Yu como Azula e Daniel Dae Kim como o temido Senhor do Fogo Ozai.

A primeira temporada estreou em 22 de fevereiro de 2024 e rapidamente dominou o Top 10 global da Netflix. Mesmo com críticas divididas — alguns apontando problemas de ritmo e diálogos —, a série foi amplamente elogiada pela fidelidade estética, pelos efeitos visuais de primeira linha e pela forma como traduziu o universo espiritual e cultural de Avatar para o live-action.

Um mundo dividido pela guerra — e unido pela esperança

Para quem ainda não mergulhou nesse universo, a trama se passa em um mundo onde certas pessoas, conhecidas como “dobradores”, possuem a habilidade de controlar os quatro elementos: água, terra, fogo e ar.

Aang, interpretado por Gordon Cormier, é o último sobrevivente dos Nômades do Ar e o novo Avatar — o único ser capaz de dominar todos os elementos e manter o equilíbrio entre o mundo físico e o espiritual. Após despertar de um sono de 100 anos, ele descobre que o mundo foi devastado pela ambição da Nação do Fogo, que busca dominar todos os povos.

Ao lado de Katara (Kiawentiio) e Sokka (Ian Ousley), Aang embarca em uma jornada épica para aprender a dominar os elementos e cumprir seu destino. Enquanto isso, é perseguido incansavelmente pelo príncipe exilado Zuko (Dallas Liu), que busca restaurar sua honra capturando o Avatar — uma narrativa de redenção e conflito interno que se tornou uma das mais queridas da ficção moderna.

Um legado reimaginado

Trazer Avatar: O Último Mestre do Ar para o formato live-action era um risco que poucos estúdios se atreveriam a correr — especialmente após o fracasso da adaptação cinematográfica de 2010. No entanto, a Netflix conseguiu o que muitos consideravam impossível: recriar o espírito original da série animada, respeitando sua mitologia, diversidade cultural e mensagens espirituais.

A produção foi gravada no Volume, uma tecnologia de ponta semelhante à usada em The Mandalorian, que permite criar ambientes digitais realistas em tempo real. Isso deu à série um visual cinematográfico e uma imersão sem precedentes, aproximando ainda mais o espectador desse universo de fantasia inspirado em culturas asiáticas, inuítes e indígenas.

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