A Reacher acaba de receber um sinal claro de confiança dentro do streaming. A Amazon confirmou a produção da 5ª temporada antes mesmo da estreia da quarta, prevista apenas para o fim de 2026 no Prime Video.
O anúncio foi feito em um momento estratégico, pouco antes de um evento voltado ao mercado publicitário, e reforça uma leitura simples do cenário: a série deixou de ser uma aposta e passou a ser tratada como um dos pilares da plataforma. Esse tipo de renovação antecipada não é comum e costuma indicar não apenas desempenho sólido, mas também confiança de longo prazo no interesse do público.
O que explica a força contínua da série?
Baseada nos livros de Lee Child, a produção encontrou um equilíbrio raro no streaming ao apostar em histórias diretas, com ritmo ágil e foco em ação investigativa. No centro disso tudo está Jack Reacher, interpretado por Alan Ritchson, um ex-militar que percorre os Estados Unidos e, quase sempre por acaso, acaba envolvido em casos perigosos.
O que sustenta a série não é apenas a ação, mas a forma como o personagem é construído. Reacher fala pouco, observa muito e resolve situações com uma combinação de lógica prática e presença física marcante. Esse perfil acabou se destacando dentro do catálogo do Prime Video, especialmente em meio a produções mais complexas ou carregadas de subtramas.
Como Reacher evoluiu até chegar a esse nível de confiança?
Desde sua estreia em 2022, a série adaptou o primeiro livro de Lee Child e apresentou ao público um protagonista isolado que se vê no centro de uma conspiração em uma pequena cidade. A resposta foi imediata e levou à renovação rápida da segunda temporada.
Em 2023, a série expandiu o universo do personagem ao explorar elementos do passado militar de Reacher, trazendo antigos aliados e conflitos mais pessoais. Já em 2025, a terceira temporada apostou em uma narrativa de infiltração, colocando o protagonista em missões que exigem disfarces e decisões ainda mais calculadas.
Essa construção por arcos independentes, mas conectados pelo mesmo personagem, ajudou a série a se manter acessível para novos espectadores, sem perder profundidade para quem acompanha desde o início.
O que muda com a confirmação da 5ª temporada?
A renovação antecipada muda mais o planejamento do que a experiência do público. Com essa decisão, a Amazon deixa claro que pretende manter a série como parte fixa de seu catálogo de ação no Prime Video.
Na prática, isso dá mais estabilidade criativa para a equipe comandada por Nick Santora, que pode planejar a adaptação dos livros de Lee Child com mais liberdade e continuidade. Ainda não há detalhes sobre qual história será adaptada na quinta temporada, o que mantém o mistério em torno da próxima fase da série.
Por que Alan Ritchson virou o rosto definitivo da série?
A escalação de Alan Ritchson foi um dos pontos mais comentados desde o início da produção. Com o tempo, ele conseguiu consolidar uma versão do personagem que equilibra força física e inteligência estratégica sem exageros.
Nos livros de Lee Child, Reacher já era descrito como alguém direto, observador e extremamente eficiente. A série traduziu isso para a tela de forma mais contida, apostando em uma atuação que evita excessos e reforça a ideia de um protagonista que age mais do que fala.
O que essa decisão revela sobre o mercado de streaming?
A antecipação da 5ª temporada mostra como o streaming vem mudando sua lógica de produção. Em vez de esperar cada resultado individual, plataformas como a Amazon passaram a investir em franquias que já provaram consistência.
No caso da trama, isso significa tratar a produção como um projeto contínuo dentro do Prime Video, algo que vai além de temporadas isoladas. É uma forma de garantir estabilidade narrativa e manter o público engajado por mais tempo.
O que esperar daqui para frente?
Mesmo sem detalhes da nova fase, a tendência é que a série continue explorando diferentes histórias da trajetória de Jack Reacher, mantendo o formato de arcos fechados por temporada. Com Alan Ritchson no papel principal e Nick Santora à frente da produção, a identidade da série deve seguir firme no que já funciona: ação direta, investigações bem construídas e um protagonista que resolve tudo de forma prática.
No fim, a confirmação antecipada da 5ª temporada não é apenas uma notícia de bastidor. Ela reforça que Reacher deixou de ser uma promessa para se tornar uma franquia consolidada dentro do streaming, com espaço garantido para crescer ainda mais.
A Sessão da Tarde desta segunda-feira, 11 de maio, aposta novamente em uma história de superação com a exibição de Overcomer, lançado no Brasil como Mais Que Vencedores. A produção retorna à grade da TV aberta como uma opção que mistura esporte, emoção e jornadas pessoais de transformação.
Dirigido por Alex Kendrick, o longa segue aquele estilo clássico de filmes inspiradores que buscam dialogar com o público familiar. A trama aposta em sentimentos universais como frustração, recomeço e descoberta de propósito, o que ajuda a explicar por que a obra continua aparecendo com frequência na televisão mesmo anos após seu lançamento.
Quem aparece na história e por que esses personagens são importantes?
O elenco de Mais Que Vencedores ajuda a sustentar o tom emocional do filme. O próprio Alex Kendrick interpreta John Harrison, um treinador de basquete que tem sua rotina virada do avesso após mudanças drásticas na cidade onde vive.
Do outro lado da história está Hannah Scott, vivida por Aryn Wright-Thompson, uma adolescente que enfrenta limitações de saúde e uma forte crise de identidade. Ela acaba sendo o centro da narrativa ao se envolver com o esporte de forma inesperada. Ao seu lado, Priscilla Shirer interpreta Olivia Brooks, personagem que contribui diretamente para o processo de autoconhecimento da jovem.
O filme também conta com participações de Cameron Arnett, Shari Rigby e Jack Sterner, que ajudam a construir o ambiente familiar e escolar ao redor dos protagonistas. Mais do que figuras secundárias, esses personagens funcionam como peças que influenciam diretamente as escolhas e mudanças emocionais de Hannah e John.
Qual é a história por trás do filme?
A narrativa de Overcomer começa com um cenário de crise. John Harrison vê sua função como treinador de basquete perder espaço quando a cidade enfrenta dificuldades econômicas e a equipe esportiva da escola praticamente deixa de existir.
Sem muitas alternativas, ele acaba aceitando um novo desafio: treinar Hannah Scott na corrida de longa distância, mesmo sem ela ter experiência no esporte e lidando com problemas de saúde. O que parecia apenas uma solução improvisada se transforma em algo muito maior ao longo do tempo.
Aos poucos, o relacionamento entre treinador e atleta evolui para uma troca profunda de aprendizados. O esporte deixa de ser apenas uma atividade física e passa a representar uma metáfora sobre resistência emocional, confiança e reconstrução pessoal. A história não foca apenas em vencer competições, mas em entender o próprio valor diante das dificuldades.
Por que a trajetória de Hannah se destaca tanto?
Hannah Scott se torna o coração do filme justamente por não seguir o padrão de personagem esportivo idealizado. Ela não começa confiante, não tem histórico de vitórias e carrega inseguranças que vão muito além da pista de corrida.
A escolha da corrida de longa distância como foco da narrativa reforça essa ideia. O esporte exige constância, fôlego emocional e paciência — características que dialogam diretamente com o processo interno da personagem. Cada avanço é lento, cada queda tem peso, e cada retomada se torna parte de uma construção pessoal maior.
É esse tipo de desenvolvimento que aproxima o público da história. Em vez de apostar em vitórias rápidas ou transformações instantâneas, o filme constrói uma trajetória gradual, onde o crescimento vem mais da persistência do que do talento imediato.
O que torna o filme interessante para o público jovem?
Apesar de ter uma proposta mais dramática e inspiradora, Mais Que Vencedores também conversa com questões muito presentes no universo jovem, como pressão por resultados, dúvidas sobre o futuro e a busca por identidade.
A direção de Alex Kendrick opta por uma abordagem simples, mas carregada de emoção. Em vez de grandes reviravoltas ou cenas espetaculares, o foco está nos conflitos internos dos personagens e na forma como eles lidam com frustrações pessoais.
Isso cria uma experiência mais introspectiva, em que o espectador é convidado a refletir junto com a história. A trilha emocional e o ritmo mais contido ajudam a reforçar essa sensação de jornada pessoal, algo que costuma funcionar bem dentro do gênero de drama esportivo.
Como o filme se saiu e por que ainda continua relevante?
Com orçamento estimado em cerca de 5 milhões de dólares, Overcomer conseguiu uma arrecadação global em torno de 38 milhões, um resultado considerado positivo para uma produção de nicho.
Esse desempenho mostra como histórias com foco em superação pessoal ainda têm espaço garantido no cinema e na TV. Mesmo sem depender de grandes efeitos ou estrelas de blockbuster, o filme encontrou seu público ao apostar em temas universais.
A chegada de Mortal Kombat 2 aos cinemas brasileiros tinha tudo para virar um dos grandes destaques da semana. O retorno da franquia, agora com Johnny Cage finalmente em cena, levantou expectativa entre fãs de jogos e de filmes de ação. Mas, na prática, a estreia acabou encontrando um cenário mais competitivo do que o esperado e ficou longe do topo das bilheteiras.
Entre os dias 7 e 10 de maio de 2026, o longa arrecadou cerca de R$ 6,45 milhões no Brasil e terminou sua estreia na terceira posição. À frente dele, dois filmes mantiveram uma presença muito mais forte nas salas: O Diabo Veste Prada 2, que liderou com folga, e Michael, que garantiu o segundo lugar com uma bilheteria consistente.
Por que Mortal Kombat 2 não conseguiu liderar as bilheteiras no Brasil?
A estreia da sequência vinha cercada de expectativa, principalmente por ser a continuação direta do filme de 2021 e por finalmente trazer Johnny Cage para o centro da história, interpretado por Karl Urban. O personagem era um dos mais aguardados pelos fãs da franquia dos videogames, o que aumentou ainda mais o interesse antes do lançamento.
Mesmo assim, o desempenho nas bilheteiras brasileiras mostrou que o público acabou dividido. Enquanto parte dos espectadores foi aos cinemas pelo apelo da ação e da nostalgia gamer, outra fatia maior ficou com produções já consolidadas ou com forte apelo emocional, como os dois filmes que ocuparam o topo do ranking.
O resultado acabou refletindo uma disputa mais difícil do que o estúdio provavelmente esperava, especialmente em uma semana com títulos muito fortes em cartaz.
O que fez O Diabo Veste Prada 2 e Michael dominarem o ranking?
A liderança de O Diabo Veste Prada 2 chamou atenção por mostrar a força contínua de franquias com público fiel. O filme manteve salas cheias ao longo do fim de semana e conseguiu atrair tanto quem acompanhou o original quanto novos espectadores curiosos com o retorno da história.
Já Michael seguiu uma trajetória consistente, com boa aceitação do público e estabilidade nas sessões, o que garantiu sua posição no segundo lugar do ranking. O desempenho sólido ajudou a manter o filme entre os destaques da semana, mesmo com a chegada de novas estreias.
Como ficou o ranking das bilheteiras no Brasil?
No período analisado, a bilheteira brasileira ficou liderada por O Diabo Veste Prada 2 com R$ 27,95 milhões, seguida por Michael com R$ 18,42 milhões. Em terceiro lugar apareceu Mortal Kombat II, com R$ 6,45 milhões arrecadados.
Na sequência, o ranking contou com produções bem variadas, incluindo especiais musicais e animações que também conseguiram atrair público. Entre elas, estão projetos ligados a grandes artistas da música e franquias voltadas para o público familiar, mostrando como o cinema brasileiro segue bastante diversificado em termos de interesse.
O que Mortal Kombat 2 entrega ao público?
O longa-metragem continua a história iniciada em 2021, expandindo o universo baseado na clássica franquia de jogos de luta. O filme reúne novamente personagens como Sonya Blade, Liu Kang, Jax e Scorpion, além de trazer novos nomes para a disputa, como Kitana e Shao Kahn.
A grande novidade desta sequência é a presença de Johnny Cage, interpretado por Karl Urban, que finalmente entra para o universo da adaptação. A chegada do personagem era um dos pontos mais comentados pelos fãs desde o primeiro filme, já que ele ficou de fora da versão anterior.
A trama coloca os campeões da Terra diante de uma ameaça ainda maior, com conflitos internos e disputas entre reinos que aumentam o nível de tensão. A ideia é mostrar um cenário mais amplo do que o primeiro filme, com batalhas mais intensas e consequências mais pesadas para todos os lados.
Mortal Kombat 2 ainda pode crescer nas bilheteiras?
Apesar da estreia em terceiro lugar no Brasil, o filme baseado na série de videogame ainda tem espaço para crescer nas próximas semanas, especialmente entre o público fã de ação e da franquia original dos games. Em lançamentos desse tipo, o desempenho inicial nem sempre define o resultado final, já que o boca a boca e o interesse internacional podem alterar o ritmo das bilheteiras.
Faltando poucos episódios para o encerramento de The Boys, a série parece ter abandonado qualquer freio. O trailer do capítulo 7, divulgado nesta semana, entrega um cenário onde o Capitão Pátria finalmente alcança algo que sempre desejou: controle absoluto. Não apenas sobre os supers ou sobre a Vought, mas sobre o próprio país.
A imagem que mais repercutiu entre os fãs mostra o personagem dentro do Salão Oval. A cena dura poucos segundos, mas já foi suficiente para reforçar uma sensação que acompanha a temporada inteira: o líder dos Sete deixou de agir como uma arma fora de controle e passou a ocupar um espaço de autoridade política real. O mais inquietante é justamente a naturalidade da situação. Capitão Pátria não parece um invasor naquele ambiente. Pelo contrário. Ele surge como alguém que acredita que aquele lugar sempre pertenceu a ele.
O trailer também confirmou o retorno de personagens de Gen V, algo que muita gente não esperava depois do cancelamento do derivado. A participação dos jovens supers acontece justamente no momento em que os Boys parecem mais fragilizados do que nunca, cercados por perdas, divisões internas e um inimigo que praticamente ultrapassou qualquer limite humano.
Desde o primeiro episódio, a temporada final deixou claro que não estava interessada em repetir a mesma fórmula dos anos anteriores. O clima da série ficou mais sufocante, mais paranoico e menos preocupado em equilibrar violência com humor. O mundo apresentado agora parece viver em estado constante de tensão, enquanto o Capitão Pátria cresce politicamente diante de uma população dividida entre medo e fanatismo.
Tudo começou a sair do controle depois que Annie January resolveu divulgar as imagens do Voo 37, tentando finalmente expor ao público os crimes cometidos pelo líder dos Sete. Durante alguns momentos, parecia que a reputação do personagem realmente poderia desmoronar. Só que a resposta da Vought foi rápida.
Com Irmã Sage manipulando a narrativa pública e Ashley Barrett ajudando a transformar o escândalo em disputa ideológica, o vídeo acabou fortalecendo ainda mais a figura do Capitão Pátria entre seus seguidores. Em vez de enfraquecê-lo, a crise serviu para alimentar uma espécie de culto político em torno dele.
Enquanto isso, os Boys passaram a temporada inteira tentando sobreviver. Hughie, MM e Frenchie acabaram presos em um centro de detenção criado para eliminar opositores da Vought e supers considerados descartáveis. O lugar funcionava como uma prisão clandestina, e o verdadeiro objetivo era simples: atrair Billy Butcher para uma armadilha organizada pelo próprio Capitão Pátria.
A tentativa de resgate terminou em tragédia. Annie e Kimiko conseguiram invadir a instalação, mas a fuga custou caro. Trem-Bala decidiu enfrentar Capitão Pátria para salvar Hughie e acabou morto brutalmente. A cena marcou uma virada importante na temporada porque encerrou de forma amarga o arco do personagem, que vinha tentando reconstruir a própria imagem depois de anos colaborando com a Vought.
Por que o V1 mudou completamente a guerra?
Ao longo da temporada, Butcher passou a enxergar uma única possibilidade real de derrotar Capitão Pátria: o vírus criado para exterminar supers. O problema é que a situação se tornou ainda mais perigosa quando surgiu a informação sobre o V1, a versão original do Composto V criada pela Vought décadas atrás.
Diferente das fórmulas comuns, o V1 não oferece apenas habilidades sobre-humanas. Ele concede imortalidade. A partir desse momento, toda a temporada virou uma corrida desesperada pela substância. Enquanto os Boys tentavam localizar o V1 antes da Vought, Capitão Pátria passou a perseguir qualquer pista capaz de levá-lo até a fórmula. E é aí que Soldier Boy retorna ao centro da história.
O personagem reaparece inicialmente como uma ameaça imprevisível, mas aos poucos acaba formando uma aliança desconfortável com Capitão Pátria. A relação entre os dois é marcada por desconfiança, ressentimento e constantes explosões de violência, mas ambos entendem que precisam um do outro para encontrar o V1.
Nos episódios recentes, a busca finalmente chega ao fim quando Bombsight, um antigo super ligado aos experimentos da Vought, é localizado. Mesmo com a interferência dos Boys, Soldier Boy consegue recuperar a substância e faz a pior escolha possível: entregar o V1 diretamente para Capitão Pátria. O episódio termina com o personagem aplicando a fórmula em si mesmo diante de Butcher e sua equipe, que assistem à cena sem conseguir reagir.
A temporada final mudou o tom de The Boys?
Muito. Apesar de continuar usando humor ácido e violência extrema, a série parece menos interessada em fazer sátira pura e mais focada em mostrar um mundo completamente quebrado. O desconforto agora vem menos das cenas chocantes e mais da sensação constante de que ninguém consegue impedir o avanço do Capitão Pátria.
Nas temporadas anteriores, ainda existia a impressão de que os Boys poderiam encontrar alguma vantagem no último momento. Agora, a história trabalha exatamente o contrário. Cada episódio reforça a ideia de que o personagem se tornou grande demais para ser controlado.
Entre tantos dramas coreanos lançados nos últimos meses, poucos chegaram com uma proposta tão diferente quanto A Lenda do Soldado Cozinheiro. A produção sul-coreana encontrou uma forma curiosa de misturar cotidiano militar, culinária e fantasia sem transformar a história em algo exagerado. O resultado é um drama que consegue alternar momentos tensos, situações desconfortavelmente engraçadas e um mistério que cresce aos poucos dentro de uma base do exército.
Disponível na Rakuten Viki, a série rapidamente começou a chamar atenção entre os fãs de K-dramas por fugir daquele modelo mais tradicional de histórias militares. Em vez de focar apenas em treinamentos pesados ou cenas de ação, a narrativa acompanha personagens emocionalmente cansados, tentando sobreviver à rotina rígida do quartel enquanto lidam com problemas pessoais que parecem maiores do que eles mesmos.
Quando estreia o 2º episódio de A Lenda do Soldado Cozinheiro?
O segundo episódio da primeira temporada estreia oficialmente em 12 de maio de 2026 na Rakuten Viki.
Qual é a história da série?
O drama acompanha Kang Sung Jae, personagem interpretado por Park Ji Hoon, um jovem que decide se alistar no exército depois da morte do pai. O alistamento não acontece por patriotismo ou sonho pessoal. Na verdade, Sung Jae parece apenas procurar algum lugar onde consiga continuar vivendo sem precisar encarar diretamente o vazio que ficou após a perda da família.
Durante o treinamento básico, ele consegue se destacar entre os recrutas graças à sua dedicação e acaba sendo reconhecido como um dos melhores soldados da turma. Só que a vida dentro do Posto Avançado Gangrim toma um rumo completamente diferente daquilo que ele imaginava. Em vez de seguir para missões militares convencionais, Sung Jae acaba sendo jogado dentro da cozinha da base, mesmo sem praticamente nenhuma experiência culinária.
O caos começa de verdade quando um estranho painel virtual surge diante dele como se fosse a interface de um videogame. O sistema passa a entregar missões culinárias, desafios diários e tarefas específicas que precisam ser cumpridas dentro da cozinha militar. Conforme completa cada missão, Sung Jae melhora suas habilidades e começa a ganhar espaço dentro da unidade, mas logo percebe que aquelas ordens parecem esconder algo muito maior.
A série vai revelando aos poucos que existe uma ligação entre o misterioso sistema de missões e acontecimentos envolvendo a morte de seu pai. Enquanto tenta sobreviver à rotina pesada do quartel, o protagonista começa a perceber que há segredos circulando pelos corredores da base militar.
Quem aparece no elenco do drama?
Grande parte da força da série está justamente na maneira como o elenco consegue deixar os personagens mais humanos, mesmo dentro de uma trama cheia de elementos fantasiosos. Park Ji Hoon constrói um protagonista que parece constantemente perdido entre o luto, a pressão militar e a necessidade de encontrar algum propósito para continuar seguindo em frente.
Ao lado dele está Lee Hong Nae, que interpreta Yoon Dong Hyun, veterano da cozinha militar e dono de uma personalidade completamente bagunçada. Longe da figura clássica do mentor disciplinado, Dong Hyun vive causando confusões dentro da cozinha, criando momentos descontraídos que ajudam a equilibrar o clima mais pesado da narrativa.
O elenco também conta com nomes como Yoon Kyung Ho, Han Dong Hee, Jung Woong In e Lee Sang Yi, responsáveis por ampliar a sensação de tensão e imprevisibilidade dentro da unidade militar.
O drama é baseado em webtoon?
Sim. Antes de chegar às telas, A Lenda do Soldado Cozinheiro surgiu como uma webnovel escrita por Jay Robin e depois ganhou adaptação em webtoon. Isso ajuda a explicar a estrutura da narrativa, que utiliza elementos muito próximos de RPGs e histórias de fantasia modernas.
As missões exibidas pelo painel virtual, a evolução gradual das habilidades do protagonista e até mesmo a sensação de “subir de nível” lembram mecânicas comuns dos jogos. Ainda assim, a série consegue usar esses recursos sem deixar a trama artificial, mantendo o foco nas emoções e nos conflitos dos personagens.
A Globo exibe nesta segunda, 11 de maio, o filme Mais Que VencedoresnaSessão da Tarde, trazendo para a programação da tarde uma história que mistura esporte, drama e uma forte mensagem de superação pessoal. Lançado originalmente em 2019 com o título Overcomer, o longa faz parte do cinema cristão norte-americano e aposta em uma narrativa mais emocional, centrada em escolhas, identidade e persistência diante das dificuldades.
O filme acompanha John Harrison, interpretado por Alex Kendrick, um treinador de basquete que vê sua vida mudar quando a escola onde trabalha começa a perder alunos e famílias deixam a cidade por conta de problemas econômicos. Sem opções, ele acaba sendo direcionado a uma nova função inesperada: treinar corrida de longa distância. É nesse cenário que ele conhece Hannah Scott, vivida por Aryn Wright-Thompson, uma adolescente com asma que, apesar das limitações físicas, tenta encontrar seu espaço no esporte e na própria vida.
A relação entre os dois se desenvolve de forma gradual, indo muito além do ambiente esportivo. O que começa como um desafio técnico dentro das pistas de corrida acaba se tornando uma jornada de autoconhecimento, onde tanto treinador quanto atleta passam a lidar com suas próprias inseguranças e questionamentos. O filme aposta justamente nessa conexão humana para construir sua narrativa, sem depender de grandes reviravoltas ou ação intensa.
O elenco ainda conta com Shari Rigby, Priscilla Shirer, Cameron Arnett e Jack Sterner, que ajudam a reforçar o lado familiar e comunitário da história, um dos elementos mais presentes na produção. Cada personagem contribui de alguma forma para o desenvolvimento emocional dos protagonistas, criando um ambiente mais intimista e focado em relações humanas.
Dirigido por Alex Kendrick, o filme foi produzido com orçamento de aproximadamente US$ 5 milhões e conseguiu uma arrecadação em torno de US$ 38 milhões, resultado considerado positivo dentro do circuito de cinema cristão. A produção se destaca por apostar em uma abordagem simples, mas direta, focada em valores como fé, resiliência e propósito.
Na terça, 11 de maio, o filme A Redenção a coloca os espectadores dentro de uma grande emergência industrial, quando um acidente em uma refinaria desencadeia uma sequência de explosões e incêndios que se espalham rapidamente e colocam uma cidade inteira em risco.
Originalmente lançado como Lie Huo Ying Xiong (The Bravest), o filme é uma produção chinesa de 2019 dirigida por Tony Chan e baseada no livro de não ficção Zuishen De Shui Shi Leishui, do autor Bao’erji Yuanye. A história tem como ponto de partida o vazamento de óleo no porto de Xingang, evento real que inspirou a construção de um drama sobre coragem, perdas e decisões tomadas sob extrema pressão.
A narrativa acompanha uma equipe de bombeiros que é acionada após a explosão de um oleoduto na cidade de Dalian, na China. O que começa como uma ocorrência grave rapidamente se transforma em uma crise de grandes proporções, com incêndios se espalhando pela região e explosões que dificultam qualquer tentativa de controle imediato. No centro da história estão profissionais que precisam agir em condições extremas, enquanto o tempo se torna o maior inimigo.
O elenco conta com Huang Xiaoming, Yang Zi, Jiang Du e Zhuo Tan, que interpretam bombeiros e personagens diretamente envolvidos na tragédia. A direção de Tony Chan aposta em uma abordagem mais intensa, focada na tensão constante e no impacto humano por trás das operações de resgate.
Além do aspecto dramático, o filme também se destacou na China como um dos títulos lançados durante as comemorações do 70º aniversário da República Popular da China. Lançado em 2019, ele teve forte desempenho nas bilheteiras, arrecadando mais de 1,7 bilhão de yuans, cerca de 244 milhões de dólares, o que reforça seu alcance no mercado local.
A Sessão da Tarde de quarta, 13 de maio, o filme Estrelas Além do Tempo, uma produção baseada em fatos reais que resgata um capítulo importante, e por muito tempo pouco falado, da corrida espacial. O longa mostra como três matemáticas negras tiveram papel decisivo em projetos da NASA, mesmo enfrentando um ambiente marcado por racismo e desigualdade de gênero.
Lançado originalmente como Hidden Figures, o filme é um drama biográfico de 2016 dirigido por Theodore Melfi e inspirado no livro de Margot Lee Shetterly. A história acompanha Katherine Johnson, Dorothy Vaughan e Mary Jackson, três mulheres que ajudaram a calcular trajetórias fundamentais para missões espaciais dos Estados Unidos, em um período em que a presença feminina e negra em áreas científicas era constantemente subestimada.
A trama se desenvolve no auge da corrida espacial, quando a NASA intensificava seus esforços para competir com a União Soviética. É nesse cenário que as protagonistas, interpretadas por Taraji P. Henson, Octavia Spencer e Janelle Monáe, precisam provar diariamente sua competência em um ambiente hostil, onde talento muitas vezes não era suficiente para garantir reconhecimento.
O elenco também conta com Kevin Costner como o diretor da Space Task Group, Kirsten Dunst como uma das supervisoras da NASA e Mahershala Ali em um dos papéis ligados à vida pessoal de Katherine Johnson. A combinação de nomes reforça o equilíbrio entre o drama humano e o contexto histórico da produção.
O filme destaca não apenas a importância científica do trabalho dessas mulheres, mas também os obstáculos sociais que elas enfrentavam dentro da própria instituição. Situações de segregação racial, barreiras profissionais e a constante necessidade de provar capacidade fazem parte do cotidiano retratado na narrativa, que avança com forte carga emocional sem perder o foco na trajetória de superação.
Dirigido por Theodore Melfi, Estrelas Além do Tempo teve orçamento estimado em US$ 25 milhões e arrecadou mais de US$ 230 milhões mundialmente, se tornando um dos dramas biográficos de maior sucesso da década. O impacto do filme também foi ampliado pelo reconhecimento do público e da crítica, especialmente pela forma como humaniza figuras históricas muitas vezes esquecidas nos registros oficiais.
A Globo exibe nesta quinta, 14 de maio, o filme Amigos Para Sempre na Sessão da Tarde, trazendo uma história sensível que mistura drama familiar, lembranças do passado e a relação especial entre um homem e um animal. A produção aposta em uma narrativa leve, mas emocional, centrada em memórias que ajudam a reconstruir a própria identidade.
O filme acompanha Michael Kingley, um ex-empresário bem-sucedido que agora vive a aposentadoria e se dedica à família, especialmente à neta. Em determinado momento, ele começa a revisitar lembranças marcantes da infância e decide compartilhar com a menina uma história que mudou sua vida para sempre.
Nesse mergulho no passado, Michael relembra quando ainda era criança e viveu em uma região costeira isolada do sul da Austrália. Lá, ele resgata um pelicano órfão chamado Sr. Percival, dando início a uma amizade improvável que acaba marcando toda a sua trajetória. A convivência entre os dois se transforma em uma experiência de aprendizado sobre cuidado, liberdade e conexão com a natureza.
A história é baseada no romance Storm Boy, de Colin Thiele, publicado originalmente em 1964 e já adaptado anteriormente para o cinema em 1976. Nesta versão mais recente, dirigida por Shawn Seet, o filme busca atualizar a narrativa sem perder o tom clássico e contemplativo da obra original.
O elenco conta com Geoffrey Rush, que interpreta a versão mais velha de Michael Kingley, e Jai Courtney, que também participa da produção em um dos papéis ligados ao passado do protagonista. A atuação foca menos na ação e mais na construção emocional do personagem ao longo dos anos.
As filmagens foram realizadas na região do Coorong e em Adelaide, na Austrália, reforçando o cenário natural que é essencial para a atmosfera do filme. O ambiente isolado da costa ajuda a construir o tom introspectivo da história, que depende muito da relação entre o homem e a natureza para funcionar.
A emissora exibe nesta sexta, 15 de maio, o filme Minha Vida em Marte, uma comédia romântica brasileira que mistura humor, situações do cotidiano e reflexões sobre relacionamentos de longa duração. A trama acompanha uma mulher em meio a uma fase de desgaste no casamento e às mudanças emocionais que surgem quando a rotina começa a pesar mais do que o amor.
O filme mostra a vida de Fernanda, interpretada por Mônica Martelli, que é casada com Tom, vivido por Marcos Palmeira, e mãe da pequena Joana. Depois de anos juntos, o relacionamento começa a enfrentar uma crise marcada por desgastes, discussões e a sensação de que a convivência virou mais difícil do que leve. É nesse cenário que Fernanda passa a questionar se ainda faz sentido continuar no casamento ou seguir um novo caminho.
Durante esse processo, ela encontra apoio em Aníbal, seu sócio e melhor amigo, interpretado por Paulo Gustavo, que se torna peça fundamental nessa fase de dúvidas e decisões. A relação entre os dois traz leveza para a história, ao mesmo tempo em que ajuda a personagem principal a encarar questões pessoais com mais clareza, mesmo em meio ao caos emocional.
O elenco também conta com Fiorella Mattheis e outros nomes que ajudam a compor o universo ao redor da protagonista, reforçando o tom leve e cotidiano da narrativa. A direção é de Susana Garcia, que conduz a história com foco no equilíbrio entre humor e drama, explorando situações que fazem parte da vida adulta de forma mais direta e próxima do público.
Minha Vida em Marte é uma continuação de Os Homens São de Marte… e É pra lá que Eu Vou, sucesso anterior protagonizado por Mônica Martelli. Assim como o primeiro filme, a sequência também nasceu de uma peça de teatro escrita pela própria atriz, o que ajuda a manter o tom mais pessoal e confessional da narrativa.
Lançado em 2018, o filme teve uma recepção mista da crítica, mas foi um grande sucesso de público nos cinemas brasileiros. Com mais de 5 milhões de espectadores, a produção ultrapassou a marca de R$ 80 milhões em bilheteria, se consolidando como um dos filmes nacionais mais vistos do período recente.
Mortal Kombat 2 já está movimentando a conversa entre fãs de cinema e games mesmo antes de ganhar o streaming. A continuação do reboot de 2021 segue em cartaz nos cinemas e reforça a força da franquia da Mortal Kombat, que volta a apostar em batalhas intensas, personagens clássicos e um universo ainda mais ampliado. O filme chega com a proposta de elevar tudo o que foi apresentado no anterior, agora com uma guerra mais aberta entre reinos e consequências bem mais pesadas para os personagens.
Dirigido por Simon McQuoid e escrito por Jeremy Slater, o longa continua essa nova fase da franquia com foco em ação, fantasia e expansão de universo. A ideia aqui não é reinventar a fórmula, mas sim aumentar a escala do que já funcionou, trazendo mais personagens conhecidos dos jogos e colocando todos em rota de colisão.
Quem volta e quem chega nessa sequência?
O elenco mistura retornos importantes com novidades que chamam atenção. Voltam Jessica McNamee, Josh Lawson, Ludi Lin, Mehcad Brooks, Lewis Tan, Chin Han, Tadanobu Asano, Joe Taslim e Hiroyuki Sanada, além de Damon Herriman, que aparece em um novo papel dentro desse universo. Entre as novidades, os destaques ficam com Karl Urban, Adeline Rudolph e Tati Gabrielle, que entram para ampliar o núcleo principal e trazer ainda mais peso para a nova história.
A trama coloca os campeões da Terra em uma situação cada vez mais crítica, com o avanço de Shao Kahn ameaçando diretamente o equilíbrio entre os reinos. Isso faz com que antigos aliados precisem se reorganizar, enquanto novas alianças surgem em meio ao caos.
Quando Mortal Kombat 2 chega no streaming?
Por enquanto, o filme ainda está exclusivo dos cinemas e não tem uma data oficial para chegar ao streaming por assinatura. O que já é esperado pelo mercado é um caminho padrão: primeiro a janela de exibição nas salas, depois o lançamento digital para aluguel e compra, e só então a chegada aos serviços de streaming.
Na prática, isso significa que o longa deve aparecer em plataformas como Apple TV e Amazon Prime Video entre quatro e seis semanas após a estreia nos cinemas. Esse prazo pode mudar dependendo do desempenho do filme nas bilheteiras, já que uma boa arrecadação costuma prolongar a exclusividade nas salas.
Vai demorar muito para ver em casa?
A tendência é que não. Mesmo sem data fechada, o histórico da Warner Bros. Pictures indica que o lançamento digital costuma acontecer relativamente rápido após o período inicial nos cinemas. Isso abre espaço para que o público assista em casa ainda no mesmo ciclo de estreia, sem uma espera tão longa. Depois disso, o filme entra na etapa de streaming por assinatura, que normalmente acontece mais tarde e depende de acordos de licenciamento.
Como foi a produção dessa sequência?
A sequência foi confirmada em 2022, com Simon McQuoid retornando à direção e Jeremy Slater no roteiro. As filmagens começaram em junho de 2023 na Austrália, mas acabaram sendo interrompidas por causa da greve da SAG-AFTRA. A produção só foi retomada meses depois e finalizada no início de 2024, o que acabou estendendo o cronograma geral do filme.
O que esperar da história dessa vez?
A nova trama aposta em um nível mais alto de conflito. Com a ascensão de Shao Kahn, o equilíbrio entre os reinos entra em colapso, forçando os campeões da Terra a encarar uma guerra muito maior do que a vista no primeiro filme.
Além disso, o longa traz personagens bastante aguardados pelos fãs, como Johnny Cage, interpretado por Karl Urban, além de Kitana, Jade e outros nomes clássicos da franquia da Mortal Kombat. A ideia é expandir o universo e aumentar a intensidade das batalhas sem perder o estilo direto que marcou a adaptação.
Devoradores de Estrelas não chegou aos cinemas como apenas mais uma adaptação literária. O longa, baseado na obra de Project Hail Mary, escrita por Andy Weir, rapidamente ganhou status de fenômeno global e já soma mais de US$ 650 milhões em bilheteria mundial.
O resultado coloca o filme entre os maiores sucessos de 2026, impulsionado por uma combinação que tem funcionado bem com o público: ficção científica com base científica sólida, drama humano e uma história que, apesar do cenário espacial, fala muito sobre isolamento e sobrevivência.
Dirigido por Phil Lord e Christopher Miller, o longa aposta em um ritmo que alterna tensão e momentos mais leves, sem perder o foco na jornada emocional do protagonista.
O que acontece quando a memória desaparece no meio do espaço?
A trama acompanha Ryland Grace, vivido por Ryan Gosling, que desperta sozinho dentro de uma nave espacial sem lembrar quem é ou qual é sua missão. Aos poucos, ele descobre que está a anos-luz da Terra e que faz parte de uma tentativa extrema de salvar o planeta de uma ameaça desconhecida.
O ponto mais forte da narrativa é justamente esse processo de reconstrução. Grace precisa entender o que está acontecendo enquanto tenta sobreviver em um ambiente completamente hostil, onde cada decisão pode comprometer não apenas a missão, mas o futuro da humanidade.
Quem está envolvido na missão Hail Mary?
No controle da operação está Eva Stratt, interpretada por Sandra Hüller, uma líder que toma decisões com base em lógica e urgência, mesmo quando elas parecem duras demais. Sua presença ajuda a mostrar o lado político e estratégico por trás da missão.
A tripulação da nave também ganha destaque com personagens como Yao Lijie, vivido por Ken Leung, Olesya Ilyukhina, interpretada por Milana Vayntrub, e Steve Hatch, papel de Lionel Boyce. Cada um contribui para construir a sensação de que a missão é maior do que qualquer indivíduo.
Um dos elementos mais comentados do filme, porém, é o encontro entre Grace e o alienígena Rocky, interpretado por James Ortiz. O relacionamento entre os dois acaba se tornando o centro emocional da história, mesmo em meio ao cenário científico.
A inteligência artificial da nave, com voz de Priya Kansara, também tem papel importante na dinâmica da missão, funcionando como apoio técnico e narrativo.
Quando o filme chegou aos cinemas e como foi recebido?
O longa-metragem estreou nos Estados Unidos em 20 de março de 2026, com distribuição da Amazon MGM Studios. No Brasil e em Portugal, o lançamento aconteceu um dia antes, em 19 de março de 2026.
A recepção foi imediata. O filme rapidamente ganhou força nas bilheteiras e também nas redes sociais, onde o público destacou tanto o aspecto científico da trama quanto a carga emocional da história. O boca a boca ajudou a manter o longa em alta, mesmo semanas após a estreia.
Como foi construída a trama do espaço no filme?
A produção foi filmada entre junho e outubro de 2024 no Reino Unido e contou com uma equipe técnica voltada a criar um espaço o mais convincente possível. A fotografia de Greig Fraser foi essencial para dar ao filme um visual que mistura grandiosidade e isolamento.
Os efeitos visuais ficaram a cargo de estúdios como Framestore e Industrial Light & Magic (ILM), que trabalharam para equilibrar tecnologia e realismo. A ideia era evitar exageros visuais e manter a sensação de que tudo poderia, de alguma forma, existir.
O resultado é um espaço que não parece apenas um cenário, mas um ambiente vivo, silencioso e constante.
O que explica o sucesso do filme com o público?
Um dos motivos mais claros para o sucesso de Devoradores de Estrelas é a forma como ele trata seu protagonista. Ryland Grace não é apresentado como um herói tradicional, mas como alguém comum colocado em uma situação extrema.
Essa abordagem mais humana facilita a conexão com o público, que acompanha não apenas uma missão científica, mas também um processo de reconstrução pessoal.
Além disso, o filme equilibra bem ciência e emoção, sem depender exclusivamente de explicações técnicas ou ação constante. Isso ajuda a tornar a narrativa acessível mesmo para quem não é fã assíduo do gênero.
O Cinemaçodeste domingo, 10 de maio, traz uma daquelas histórias que parecem ter saído diretamente de uma ideia maluca de Hollywood. O destaque da programação é o filme Mafia Mamma – De Repente Criminosa, uma comédia de ação lançada em 2023 que aposta em uma mistura de choque cultural, identidade improvável e situações completamente fora do controle.
A trama acompanha Kristin, interpretada por Toni Collette, uma mulher americana que leva uma vida comum, sem grandes surpresas ou emoções. Tudo muda quando ela descobre que o avô, recém-falecido, não era apenas um parente distante, mas o líder de uma poderosa organização mafiosa na Itália. Sem tempo para assimilar a revelação, ela acaba herdando o comando desse império criminoso e precisa lidar com um mundo que nunca fez parte da sua realidade. (Via: AdoroCinema)
A partir desse ponto, o filme mergulha em uma sequência de situações que misturam choque cultural, humor e perigo. Kristin, que não tem qualquer experiência com o submundo do crime, se vê obrigada a aprender rapidamente como sobreviver em um ambiente dominado por regras próprias, tradições antigas e disputas de poder.
O que acontece quando uma estrangeira assume o controle da máfia italiana?
Ao chegar na Itália, Kristin encontra um cenário completamente diferente do que imaginava. Em vez de burocracia ou negócios comuns, ela se depara com um sistema rígido, cheio de códigos internos e figuras que levam a lealdade ao extremo. Nesse novo mundo, qualquer decisão errada pode ter consequências sérias, mas a protagonista insiste em tentar entender e, ao mesmo tempo, manter sua própria identidade.
Nesse processo, ela recebe ajuda de Bianca, interpretada por Monica Bellucci, que atua como uma espécie de conselheira dentro da organização. Bianca é uma figura importante na estrutura da família mafiosa e ajuda Kristin a navegar por esse universo estranho, embora nem sempre de forma tranquila.
O contraste entre a personalidade da protagonista e o ambiente ao seu redor é um dos principais motores do filme. Kristin não se encaixa no perfil tradicional de liderança mafiosa e justamente por isso suas decisões acabam gerando situações inesperadas, muitas vezes cômicas, outras vezes perigosas.
Quem está por trás dessa mistura de comédia e ação?
A direção de Catherine Hardwicke ajuda a dar ritmo à história e a equilibrar os momentos de humor com cenas de ação mais intensas. Conhecida por trabalhar com narrativas de transformação de personagens, a cineasta aqui aposta em uma abordagem mais leve, sem abrir mão do dinamismo visual.
O roteiro foi escrito por Michael J. Feldman e Debbie Jhoon, com base em uma ideia original de Amanda Sthers. A proposta não é criar uma história realista sobre o crime organizado, mas sim brincar com a ideia de uma pessoa comum colocada em um ambiente completamente fora da sua realidade.
Além de Toni Collette e Monica Bellucci, o elenco conta ainda com nomes como Eduardo Scarpetta, Tim Daish e Sophia Nomvete. Cada personagem contribui para reforçar o tom exagerado e cômico da narrativa, que aposta em situações pouco convencionais e personagens marcantes.
Por que o filme chama atenção dentro do gênero?
Mafia Mamma não tenta seguir a linha tradicional dos filmes de máfia, que geralmente focam em violência, drama e tensão constante. Aqui, a proposta é diferente: transformar esse universo em algo mais leve, quase satírico, explorando o choque entre culturas e estilos de vida.
O humor nasce justamente da falta de preparo da protagonista para assumir um papel tão distante da sua realidade. Kristin não entende as regras do jogo, não domina os códigos do mundo mafioso e, mesmo assim, precisa tomar decisões importantes que afetam toda a organização.
Esse contraste cria momentos que alternam entre o absurdo e o divertido, sempre com uma atmosfera que não se leva tão a sério. O resultado é um filme que aposta mais no entretenimento do que na verossimilhança.
Como foi feita a produção até chegar aos cinemas?
A produção do longa-metragem começou em 2021, quando a direção de Catherine Hardwicke foi confirmada. As filmagens aconteceram em maio de 2022, com locações em Roma, na Itália, o que ajudou a dar autenticidade ao cenário europeu da história.
Vale a pena assistir ao filme no Cinemaço?
Mafia Mamma – De Repente Criminosa é o tipo de produção que funciona melhor quando o espectador entra no clima proposto. Não é um filme que busca realismo ou profundidade dramática intensa, mas sim uma experiência divertida, com situações exageradas e personagens que se destacam pelo carisma.
Onde assistir?
Além da exibição no Cinemaço, o filme também pode ser assistido no streaming Globoplay Globoplay, que disponibiliza a produção sob assinatura para quem quiser ver ou rever a história completa a qualquer momento.
Resgate em Grande Altitude não tenta fingir que é algo maior do que realmente é. Ele chega direto ao ponto e, em poucos minutos, transforma um arranha-céu em Londres em um cenário de tensão total, com reféns, invasão armada e uma protagonista tentando sobreviver em um lugar onde simplesmente não deveria estar envolvida naquele tipo de situação.
A proposta é bem clara: ação em espaço fechado, ritmo acelerado e aquela estrutura clássica de “uma pessoa comum contra um desastre gigantesco”. O diferencial aqui é que o filme ainda tenta adicionar um tempero mais atual, falando de ativismo ambiental e grandes corporações, mesmo que isso nem sempre seja aprofundado como poderia.
Quem é Joey Locke quando tudo começa a desmoronar?
Joey Locke, interpretada por Daisy Ridley, não é apresentada como uma heroína pronta desde o início. Ela é uma ex-militar que hoje vive uma rotina simples, trabalhando limpando janelas em prédios altos e tentando manter a vida em ordem enquanto cuida do irmão mais novo, Michael.
Só que essa normalidade dura pouco. Durante um dia comum de trabalho, ela acaba presa do lado de fora de um enorme prédio justamente no momento em que um grupo armado invade um evento corporativo e transforma tudo em um sequestro em massa. Para piorar, o irmão dela está entre os reféns lá dentro.
A partir daí, Joey fica isolada na estrutura externa do prédio, sem acesso direto ao interior, tendo que improvisar em tempo real enquanto o caos se desenrola atrás dos vidros.
O que está por trás da invasão ao prédio?
No começo, o grupo liderado por Marcus (Clive Owen) parece ter uma motivação bem definida. Eles fazem parte de um movimento chamado Earth Revolution, que se apresenta como uma organização ambiental radical. O objetivo inicial é expor crimes de uma grande empresa de energia, forçando executivos a confessarem publicamente irregularidades e impactos ambientais.
Existe até um esforço do filme em mostrar que esse conflito não é totalmente preto no branco. Marcus ainda acredita que aquilo pode gerar algum tipo de mudança, como se a exposição pública fosse suficiente para provocar consequências reais.
Mas essa ideia começa a ruir conforme a história avança.
Quando o plano deixa de fazer sentido?
O terceiro ato muda bastante o tom da narrativa quando surge Noah, que na verdade se chama Lucas Vander e tem ligação com um grupo ainda mais extremo chamado Seventh Harvest.
A diferença entre ele e Marcus é o ponto de virada do filme. Enquanto Marcus ainda tenta justificar o ataque como uma forma de pressão política e exposição de verdades, Noah já não acredita em mais nada disso. Para ele, não existe diálogo possível nem sistema que possa ser corrigido. O problema não são empresas específicas, mas a própria humanidade.
Essa visão mais radical faz com que o conflito dentro do prédio escale de forma muito mais perigosa e imprevisível.
Por que o prédio vira uma armadilha sem saída?
O jogo muda completamente quando Noah ativa um sistema de explosivos conectados aos reféns. A partir desse momento, qualquer ação mais direta pode acabar em uma tragédia em massa.
Isso força Joey a abandonar qualquer abordagem óbvia. Ela não pode simplesmente entrar ou enfrentar os responsáveis de forma direta. Precisa agir pela parte externa do prédio, lidando com altura, improviso e situações de risco constante enquanto tenta entender como neutralizar a ameaça sem piorar tudo.
O arranha-céu deixa de ser apenas cenário e passa a funcionar quase como um obstáculo vivo, cheio de decisões difíceis em cada movimento.
O que o final realmente quer dizer?
O desfecho não aposta em reviravoltas mirabolantes, mas sim em mostrar o choque entre duas formas diferentes de radicalismo. Marcus ainda representa uma tentativa de mudança baseada em exposição e impacto público. Noah já rompeu com qualquer possibilidade de negociação e aposta na destruição total como única saída.
Joey, por outro lado, não está ali por ideologia. Ela não quer derrubar sistema nenhum, nem fazer discurso político. O que move suas ações é algo mais simples e humano: salvar o irmão e impedir que tudo exploda ao seu redor.
E isso acaba deixando o final menos sobre política e mais sobre sobrevivência. No fundo, o filme reforça que, em situações extremas, não existe solução limpa. Só escolhas feitas sob pressão e consequências que não dá pra evitar.
Vale a pena assistir?
Resgate em Grande Altitude é bem honesto sobre o que quer ser. Ele não tenta reinventar o gênero nem criar algo revolucionário. É um thriller de ação direto, com ritmo constante, tensão bem construída e uma protagonista tentando dar conta de uma situação impossível.
Daisy Ridley segura bem o papel e consegue manter a personagem interessante mesmo quando o roteiro não se aprofunda tanto nela. Martin Campbell também entrega uma direção eficiente, sem confusão e com foco total na dinâmica de perigo dentro do prédio.