A Melhor Mãe do Mundo | Um retrato corajoso e sensível da luta contra a violência doméstica chega aos cinemas no dia 7 de agosto

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Nesta quinta-feira, 7 de agosto — data que marca o aniversário da Lei Maria da Penha — o público brasileiro terá a oportunidade de assistir a um filme que fala com a alma e com o coração sobre um tema urgente e delicado: a violência doméstica. A melhor mãe do mundo, novo longa da diretora Anna Muylaert, estreia nos cinemas trazendo à tona a história de Gal, uma mulher que luta para reconstruir sua vida após escapar de um relacionamento abusivo. Ao lado de seus dois filhos, Rihanna e Benin, ela percorre as ruas da cidade de São Paulo, enfrentando desafios diários, mas também encontrando motivos para seguir em frente com esperança.

O lançamento do filme na data simbólica da Lei Maria da Penha não é por acaso. Essa legislação, que completou anos desde sua promulgação, é um marco na proteção dos direitos das mulheres e no combate à violência doméstica no Brasil. Porém, como a própria história de Gal revela, muito ainda precisa ser feito para que mulheres em situações vulneráveis possam romper o ciclo de abuso e viver plenamente.

Anna Muylaert e o olhar sensível para a maternidade e as questões sociais

A diretora e roteirista Anna Muylaert constrói, com A melhor mãe do mundo, mais um trabalho profundo e carregado de significado sobre a maternidade e as dificuldades enfrentadas por muitas mulheres no Brasil. Conhecida por seus filmes que dialogam com questões sociais — entre eles, o sucesso Que Horas Ela Volta? — Muylaert escolhe, desta vez, contar a história de Gal, uma catadora de materiais recicláveis, cujo cotidiano evidencia não só a dureza da pobreza, mas a força que nasce do amor materno.

Ao falar da personagem, Muylaert destacou que Gal é provavelmente a mãe mais vulnerável que já retratou no cinema. No entanto, também é a mais madura e corajosa. “Ela enfrenta a vida com responsabilidade, fé e uma autoestima que a mantém firme mesmo nos momentos mais difíceis”, afirmou a cineasta em entrevistas recentes. Essa combinação de fragilidade e força é um dos elementos que torna a narrativa tão humana e verdadeira.

O filme evita cair em estereótipos ou sensacionalismo, optando por uma abordagem realista e respeitosa, que ajuda o espectador a entender as complexidades da vida dessas mulheres. A maternidade, aqui, é mostrada como um laço forte e fundamental, mas também como um campo de batalhas diárias e, muitas vezes, silenciosas.

Um tema urgente que demanda reflexão e empatia

A violência doméstica é uma realidade que afeta milhares de mulheres no Brasil e no mundo, e o filme coloca esse tema delicado em evidência com sensibilidade. A narrativa de Gal mostra como o ciclo de abuso muitas vezes é invisível para a sociedade, ou, pior ainda, desconsiderado como um “problema de família”, o que dificulta o acesso à ajuda e o rompimento definitivo.

Gal não apenas foge do agressor, mas enfrenta a dura realidade de recomeçar a vida com recursos limitados e muitas incertezas. O filme não se limita a mostrar o sofrimento: há também uma mensagem de esperança e resistência. É uma história de coragem, de um amor que protege e fortalece, e de uma mulher que se recusa a aceitar uma vida marcada pela violência.

Essa representação é importante porque, por trás das estatísticas, existem vidas reais que precisam ser escutadas e apoiadas. O longa nos convida a olhar para essa questão com mais sensibilidade e a reconhecer a urgência de um apoio mais efetivo às vítimas.

A atuação marcante de Shirley Cruz, uma entrega profunda e emotiva

No centro dessa história está a atuação da atriz Shirley Cruz, que empresta toda sua força e sensibilidade para dar vida à personagem Gal. Com uma interpretação que privilegia o silêncio, os gestos contidos e o olhar intenso, Shirley transmite uma gama complexa de emoções, muitas vezes mais poderosas do que palavras poderiam expressar.

Sua performance foi reconhecida em vários festivais, tendo recebido prêmios como Melhor Atriz no Cine PE e Melhor Interpretação no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara. Esses reconhecimentos atestam não só o talento da atriz, mas também a profundidade com que ela constrói sua personagem, capaz de sensibilizar e envolver o público desde os primeiros minutos.

O papel de Gal exige um equilíbrio delicado entre vulnerabilidade e resistência, e Shirley Cruz entrega essa dualidade com naturalidade, permitindo que o espectador sinta a intensidade da luta silenciosa que sua personagem trava diariamente.

Um elenco que complementa e enriquece a narrativa

Além de Shirley Cruz, o filme conta com um elenco que traz força e diversidade para a trama. Seu Jorge, conhecido principalmente por seu carisma como músico, assume o papel do agressor Leandro, oferecendo uma performance sombria e contundente que contrasta com sua imagem pública habitual.

A estreia como atriz da cantora Luedji Luna, interpretando Val, prima de Gal, traz um frescor e uma autenticidade que fortalecem ainda mais a dinâmica familiar apresentada. Os jovens Benin Ayo e Rihanna Barbosa interpretam os filhos da protagonista, trazendo naturalidade e emoção à representação das relações afetivas que sustentam a trama.

Outros nomes de peso, como Rubens Santos, Rejane Faria, Lourenço Mutarelli e o rapper Dexter, completam o elenco, contribuindo para criar um ambiente rico e verossímil, que envolve o espectador em uma imersão verdadeira na realidade que o filme propõe retratar.

Trajetória vitoriosa em festivais nacionais e internacionais

Desde sua estreia no início de 2025, o filme tem sido destaque em importantes festivais de cinema. O longa abriu sua trajetória na Berlinale, um dos mais prestigiados festivais do mundo, onde conquistou olhares atentos e elogios por sua abordagem sensível e corajosa.

Além da Alemanha, o filme circulou por festivais em vários países, como o CinéLatino Toulouse e o Festival de Cinema de Nice, ambos na França, o San Francisco International Film Festival nos Estados Unidos e o Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México. Essa circulação internacional demonstra a universalidade da mensagem do filme e sua relevância para públicos diversos.

No Brasil, o longa também foi reconhecido em festivais como o Cine PE, onde conquistou cinco prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Roteiro, e o Bonito Cinesur, onde foi premiado pelo júri popular. Essa ampla aceitação e premiação refletem a qualidade artística e o impacto social que A melhor mãe do mundo é capaz de provocar.

Um convite para a reflexão e a mudança

Mais do que um filme, a obra brasileira é um chamado para que olhemos com mais atenção e sensibilidade para as histórias reais de mulheres que enfrentam a violência doméstica e outras formas de opressão. A trajetória de Gal é símbolo de muitas outras, e assistir a essa obra é reconhecer a necessidade urgente de políticas públicas eficazes, de redes de apoio mais acessíveis e de uma sociedade que valorize e proteja a vida feminina. A experiência no cinema permite que o espectador se conecte com essas emoções e histórias, fomentando empatia e consciência, essenciais para a transformação social.

Timothée Chalamet domina o primeiro pôster eletrizante de Marty Supreme, novo suspense da A24

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Poucos estúdios hoje conseguem provocar tanta curiosidade com tão pouco material divulgado quanto a A24. Basta um pôster ou uma sinopse vaga para que fóruns, redes sociais e cinéfilos do mundo todo comecem a criar teorias. Foi exatamente isso que aconteceu quando Marty Supreme, novo filme de Josh Safdie, ganhou sua primeira imagem oficial: Timothée Chalamet, com um olhar indecifrável, estampando o cartaz, como se estivesse prestes a dizer algo que mudaria o rumo de tudo. Abaixo, confira a imagem divulgada:

O longa, que estreia nos Estados Unidos em 25 de dezembro, é descrito como um drama intenso que mistura romance, crime e um universo improvável: a máfia do pingue-pongue. Sim, pingue-pongue. Mas não espere nada que lembre partidas de lazer em um clube de bairro — aqui, a raquete e a bolinha são parte de um submundo corrupto, competitivo e violento.

O primeiro trailer será lançado nesta quarta-feira (13), prometendo revelar um pouco mais sobre esse enredo inusitado que já se tornou um dos títulos mais comentados do fim do ano. No Brasil, ainda não há data confirmada para a estreia.

Uma história sobre encontros, desejo e segundas intenções

No filme, Gwyneth Paltrow interpreta uma mulher cujo casamento está diretamente ligado ao submundo do pingue-pongue. Seu marido é um dos chefões dessa máfia, vivendo entre apostas milionárias, chantagens e uma rede de influências que vai muito além das mesas de jogo.

Mas sua vida ganha um novo rumo quando ela conhece Marty, personagem de Timothée Chalamet. O encontro acontece em circunstâncias que o estúdio mantém em segredo, mas Paltrow já deixou escapar que a relação entre eles é intensa, transformadora e, ao mesmo tempo, transacional. “Ela teve uma vida muito difícil, e acho que ele devolve vida a ela. Mas, para os dois, é algo que também tem interesses envolvidos”, comentou a atriz.

O roteiro, escrito por Josh Safdie e Ronald Bronstein, deve explorar não apenas o romance, mas também a tensão constante de viver em um ambiente onde o amor, o desejo e a violência estão sempre à espreita.

Timothée Chalamet: um Marty multifacetado

Timothée Chalamet (Me Chame Pelo Seu Nome, Duna, Wonka) é um dos atores mais versáteis de sua geração. Sua capacidade de alternar entre papéis de fragilidade emocional e personagens carregados de intensidade fez dele um nome disputado em Hollywood.

Para Paltrow, trabalhar com ele foi uma experiência marcante: “Ele é um símbolo sexual de um homem pensante. Muito educado, muito bem-criado… e um homem que leva seu trabalho extremamente a sério. Também é um parceiro divertido de cena”.

Em Marty Supreme, Chalamet deve interpretar um personagem que flutua entre o carisma e a ameaça, alguém capaz de conquistar e desconfiar ao mesmo tempo. O que Marty realmente quer — e o que está disposto a fazer para conseguir — deve ser um dos motores narrativos do longa.

Josh Safdie e o caos controlado

O filme marca o retorno de Josh Safdie (Joias Brutas, Bom Comportamento, Amor, Drogas e Nova York) ao comando de um longa depois de cinco anos. Conhecido por criar tramas que parecem uma corda prestes a arrebentar, Safdie tem um estilo que mistura câmera inquieta, diálogos rápidos e um senso de urgência constante.

Desta vez, ele dirige sem o irmão Benny, mas mantém a parceria com Ronald Bronstein no roteiro — a mesma dupla que construiu o sucesso de Joias Brutas. A expectativa é de que o filme mantenha a intensidade que se tornou marca registrada do diretor, mas acrescente uma pitada ainda maior de excentricidade, graças ao universo improvável que escolheu explorar.

Elenco e suas trajetórias

O elenco do filme reúne nomes de diferentes áreas do entretenimento. Além de Timothée Chalamet, conhecido por Me Chame Pelo Seu Nome, Duna, Beautiful Boy, Lady Bird e Wonka, Gwyneth Paltrow (Shakespeare Apaixonado, Homem de Ferro, Homem de Ferro 2, Homem de Ferro 3, O Grande Gatsby, A Tal Mãe, Tal Filha e Emma) interpreta a personagem feminina central. O time também inclui Odessa A’zion, que participou de Hellraiser (2022), Grand Army, Amizade de Verão e First Girl I Loved; Kevin O’Leary, famoso por Shark Tank, além de participações em Dr. Ken e Dragon’s Den; Tyler, the Creator, rapper e produtor que atuou e dublou em The Jellies!, The Grinch (voz), Loiter Squad e Adult Swim; Abel Ferrara, cineasta e ator veterano de produções como O Rei de Nova York, Pasolini, Ms. 45, Bad Lieutenant, Go Go Tales e Mary; Fran Drescher, estrela de The Nanny, Hotel Transilvânia (dublagem), Living with Fran e Tales from the Crypt; Penn Jillette, da dupla Penn & Teller, conhecido pelo programa Penn & Teller: Bullshit!, além de participações em My Neighbor’s Window, Sin City e The Aristocrats; e Sandra Bernhard, atriz e comediante vista em Roseanne, Pose, King of Comedy, The Larry Sanders Show e Without a Trace.

O que significa “máfia do pingue-pongue”?

Embora pareça uma piada, o conceito de máfia do pingue-pongue tem potencial para funcionar como uma alegoria. O esporte, que exige reflexos rápidos, estratégia e nervos de aço, pode simbolizar as relações de poder que movem os personagens.

Além disso, a ideia de corrupção e manipulação dentro de um jogo aparentemente inofensivo cria um contraste que combina muito com a estética da A24: o choque entre o banal e o absurdo, sempre com uma ponta de estranheza.

A estratégia da A24

A A24 (Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo, Hereditário, O Farol) construiu sua reputação apostando em filmes de forte identidade autoral, mas capazes de conquistar públicos variados. No caso de Marty Supreme, o estúdio parece apostar tanto no prestígio artístico de Safdie quanto no apelo de Chalamet, que atrai desde fãs de blockbusters até apreciadores de cinema independente.]

Filmes que misturam gêneros e cenários improváveis costumam dividir opiniões. O longa-metragem pode muito bem ser o tipo de produção que gera debates acalorados: alguns o verão como genial, outros como estranho demais.

Paulistar deste sábado (16/08) visita Paraisópolis e revela a arte, cultura e gastronomia da maior favela de São Paulo

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Neste sábado, 16 de agosto, o programa Paulistar convida o público para uma viagem diferente pela cidade de São Paulo, explorando o coração pulsante de Paraisópolis, a maior favela da capital paulista, localizada na Zona Sul e lar de quase 60 mil habitantes. Sob o olhar atento da fotógrafa Marcela Novais, natural da comunidade, a apresentadora Valéria Almeida conduz o espectador por ruas, feiras, ateliês e espaços culturais, revelando que Paraisópolis é muito mais do que os noticiários costumam mostrar sobre violência. É um território de trabalho, arte, solidariedade e diversão.

A jornada começa cedo, com o cheiro inconfundível de comida de feira no ar. Val e Marcela se perdem entre barracas coloridas e o burburinho típico da comunidade, chegando a um clássico paulistano: pastel com caldo de cana. É nesse cenário que conhecem Adriana Dias, que há 23 anos comanda uma barraca junto da família. A experiência de Adriana vai além do comércio: seu sorriso acolhedor e a tradição passada de geração em geração transformam o simples lanche em um ponto de encontro comunitário. “Aqui a gente conhece gente, troca histórias e se fortalece”, conta Adriana, enquanto prepara com habilidade os pastéis que já viraram marca registrada do local.

Logo depois, a equipe do programa segue para o Batukebrada, projeto social criado por Odair Veríssimo, conhecido como Dáda. O espaço reúne crianças e adolescentes, oferecendo aulas de música, percussão e disciplina, com ensaios abertos ao público todos os sábados. Entre o ritmo contagiante dos tambores e o entusiasmo dos jovens, Marcela Novais registra cada detalhe com sua câmera, mostrando seu olhar sensível e artístico, que já lhe rendeu prêmios internacionais. Dáda explica que o projeto não é apenas sobre música: “É sobre ensinar valores, criar oportunidades e mostrar que cada um pode ser protagonista da própria história”. Para Val, a experiência é uma lição de humanidade: “É inspirador ver como a arte transforma vidas aqui em Paraisópolis.”

O passeio cultural continua na galeria criada por Marcela, um espaço que se tornou ponto de referência para artistas locais. Ali, o público encontra trabalhos que narram a história da comunidade, retratando cotidiano, festas, rituais e sonhos. Val se encanta com a riqueza visual e simbólica das obras, enquanto Marcela compartilha histórias de resistência e criatividade que moldam a identidade do bairro. “Não é apenas sobre arte, é sobre memória, pertencimento e orgulho de onde viemos”, explica a fotógrafa.

A visita artística não termina ali. A equipe se desloca até a oficina do escultor Antônio Ednaldo da Silva, mais conhecido como Berbela. Com sucata, ferro velho e muita imaginação, Berbela cria esculturas que já chamaram atenção de todo o país. Suas peças foram destaque na abertura da novela I Love Paraisópolis e na icônica Casa de Pedra, projeto arquitetônico inspirado em Antoni Gaudí. Para Berbela, cada obra é uma forma de dialogar com o espaço urbano e mostrar que, mesmo diante da escassez, a criatividade pode florescer. “Minha arte é feita do que a cidade me oferece. É transformar o que sobra em algo que emociona”, explica, enquanto Val e Marcela observam atentamente suas esculturas.

O programa também destaca iniciativas esportivas que fortalecem a comunidade. Entre elas, o projeto social Rugby para Todos, que há 21 anos forma atletas e cidadãos, promovendo valores como disciplina, trabalho em equipe e autoestima. Bianca e Leila, jogadoras que hoje defendem a Seleção Brasileira de Rugby, compartilham suas trajetórias e lembram que o esporte foi decisivo para transformar vidas. Para elas, Paraisópolis não é apenas casa, mas também campo de sonhos e conquistas. O futebol de várzea também ganha destaque com o tradicional time Palmeirinha, fundado há mais de 50 anos, que segue reunindo moradores para partidas de fim de semana e reforçando a união local.

Entre uma visita e outra, Val e Marcela se rendem à gastronomia da comunidade. No ateliê de Tânia Soares, confeiteira e empreendedora, provam bolos artesanais que se tornaram referência em Paraisópolis. Tânia começou com poucos recursos, mas transformou seu talento em um negócio de sucesso. Hoje, sua loja é ponto de encontro e celebração: “Minha cozinha é meu espaço de amor, onde cada bolo leva um pedaço da minha história e da nossa comunidade”, explica a doceira. Entre risadas e degustações, Val destaca como a culinária se torna uma forma de conectar gerações e compartilhar memórias.

O dia se encerra em grande estilo, em um espaço criado por Kauê Oliveira, que oferece uma vista panorâmica de Paraisópolis e promove shows ao vivo. Kauê transformou seu sonho em ponto turístico e cultural, incentivando a música e a convivência entre os moradores. “Quis criar um lugar onde arte, música e natureza se encontram. Aqui, cada pôr do sol é uma festa e cada apresentação é uma celebração da vida”, diz o idealizador. Entre notas musicais e aplausos, Val reflete sobre a intensidade e a diversidade de Paraisópolis, percebendo que a comunidade pulsa com criatividade, afeto e energia.

O programa reserva ainda uma surpresa emocionante. O fotógrafo Cristiano Mascaro, referência nacional, visita a galeria de Marcela e presenteia a artista com uma de suas obras para exposição. O momento é de reconhecimento e emoção, evidenciando que Paraisópolis é um celeiro de talentos que merece visibilidade e respeito. Marcela, visivelmente emocionada, afirma que o gesto representa a valorização da arte produzida na comunidade e o reconhecimento do potencial criativo local. “É uma confirmação de que nosso olhar e nossa história têm valor, e que arte é linguagem universal”, comenta.

Ao longo do episódio, o Paulistar constrói um retrato humano e sensível de Paraisópolis, desconstruindo estereótipos e mostrando que, por trás das manchetes sobre violência, existe um território vibrante, repleto de histórias, projetos e pessoas que fazem a diferença. O programa evidencia como a arte, o esporte, a gastronomia e a música transformam vidas e fortalecem a identidade comunitária. Mais do que um passeio turístico, a experiência conduz o público a enxergar Paraisópolis sob uma nova perspectiva, valorizando a diversidade cultural e a força de seus moradores.

O episódio também reforça a importância de iniciativas locais que incentivam jovens a sonhar, aprender e transformar a realidade ao seu redor. Projetos como o Batukebrada e Rugby para Todos mostram que, com orientação, dedicação e apoio, é possível abrir caminhos e criar oportunidades que ultrapassam os limites do bairro. Da mesma forma, artistas como Marcela Novais e Berbela demonstram que a arte não conhece barreiras e pode se tornar instrumento de expressão, resistência e diálogo com o mundo.

Ao final do passeio, Valéria Almeida compartilha com os espectadores suas impressões: “O que vemos aqui é a força do cotidiano, a criatividade que nasce da simplicidade e o amor que move cada pessoa que faz Paraisópolis existir. É um lembrete de que cada comunidade tem suas riquezas e que olhar para elas com atenção e respeito transforma nossa percepção do mundo.”

Jogo Sujo | Trailer oficial revela Mark Wahlberg e LaKeith Stanfield em novo thriller do Prime Video

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O Prime Video anunciou oficialmente a chegada de Jogo Sujo, seu mais novo thriller de ação, prometendo eletrizar os fãs do gênero. Com direção de Shane Black e estrelado por Mark Wahlberg e LaKeith Stanfield, o filme chega carregado de expectativas, trazendo uma história de crime, tensão e estratégia que coloca em xeque a moralidade de seus protagonistas. O primeiro trailer, divulgado recentemente, já mostra uma trama intensa, marcada por assaltos ousados, confrontos perigosos e intrigas que vão além das ruas de Nova York.

Uma trama de assalto e suspense

Jogo Sujo gira em torno de Parker (Mark Wahlberg), um ladrão experiente que decide realizar o maior assalto de sua vida. Para isso, ele se une a Grofield (LaKeith Stanfield) e outros membros de uma equipe altamente habilidosa: Zen, Rosa Salazar, Nat Wolff e Thomas Jane completam o grupo, cada um trazendo habilidades únicas que prometem tornar o plano infalível. No entanto, o que parecia ser um golpe perfeito rapidamente se transforma em um jogo de vida ou morte quando a máfia de Nova York entra na equação.

A história do filme é uma adaptação da icônica franquia de livros Parker, escrita por Richard Stark. A saga literária é conhecida por suas narrativas cheias de ação, personagens complexos e tramas que misturam crime, moralidade e sobrevivência. Shane Black, além de dirigir, assina o roteiro junto com Charles Mondry e Anthony Bagarozzi, garantindo que o longa capture a essência dos livros enquanto oferece surpresas para os espectadores modernos.

Shane Black: mestre do thriller com estilo

Para quem acompanha o cinema de ação, Shane Black é sinônimo de roteiro afiado e sequências de ação cuidadosamente coreografadas. O diretor é conhecido por filmes como Beijos e Tiros e Homem de Ferro 3, onde combina humor, tensão e violência de forma equilibrada. Em Jogo Sujo, Black aposta em uma abordagem semelhante, criando personagens que não são apenas criminosos, mas indivíduos com dilemas morais, lealdades questionáveis e estratégias que exigem inteligência e coragem.

O trailer sugere que o diretor trouxe seu estilo característico de diálogos rápidos e cenas de ação bem planejadas, além de explorar o lado psicológico dos personagens. A dinâmica entre Parker e Grofield, em particular, parece ser o ponto central do filme, mostrando não apenas a execução do assalto, mas também o impacto emocional e ético de cada decisão tomada.

Elenco de peso e química em cena

Além de Wahlberg e Stanfield, o filme conta com um elenco estelar que promete reforçar a intensidade da narrativa. Rosa Salazar, conhecida por seu trabalho em Alita: Anjo de Combate, traz energia e versatilidade para a equipe, enquanto Keegan-Michael Key adiciona um toque de leveza e complexidade com seu personagem. Chukwudi Iwuji, Nat Wolff, Thomas Jane, Tony Shalhoub e Gretchen Mol completam o elenco, cada um contribuindo para o clima de tensão e imprevisibilidade do filme.

A escolha do elenco não é apenas estratégica para atrair público, mas também fundamental para a construção de personagens multifacetados. Cada integrante da equipe de Parker tem sua própria história, habilidades e motivações, e o trailer já sugere que conflitos internos e desconfianças farão parte da narrativa. Essa camada de complexidade transforma Jogo Sujo de um simples filme de assalto em um thriller psicológico, onde a confiança e a moralidade são testadas a cada passo.

O charme de Mark Wahlberg e a versatilidade de LaKeith Stanfield

Mark Wahlberg é um ator conhecido por sua capacidade de interpretar personagens durões, mas com profundidade emocional. Em Jogo Sujo, ele assume o papel de Parker com uma combinação de frieza, inteligência e vulnerabilidade, mostrando que mesmo os criminosos mais experientes têm limites e dilemas. Por outro lado, LaKeith Stanfield, que vem se destacando em filmes como Corra! e Não Olhe Para Cima, traz um frescor ao papel de Grofield, equilibrando carisma e tensão de forma natural.

A química entre os dois protagonistas é um dos pontos altos do trailer. Enquanto Parker representa a experiência e o pragmatismo, Grofield aparece como um parceiro imprevisível, capaz de desafiar planos e criar situações inesperadas. Essa dinâmica promete criar momentos de tensão, humor e emoção ao longo de todo o filme.

Explorando o submundo de Nova York

O cenário do filme não poderia ser mais icônico: a cidade de Nova York. Conhecida por suas ruas movimentadas, arranha-céus imponentes e diversidade cultural, a metrópole é o palco perfeito para um thriller de assalto. Shane Black parece ter aproveitado cada canto da cidade para criar sequências visualmente impactantes, mostrando que, mesmo em ambientes urbanos familiares, o perigo pode surgir a qualquer momento.

O trailer já revela cenas de perseguições, confrontos intensos e momentos de tensão que se desenrolam em diferentes bairros da cidade. Essa escolha de cenário não apenas contribui para a estética do filme, mas também adiciona realismo e profundidade à narrativa, mostrando que o crime e a corrupção estão presentes em todas as camadas da sociedade.

Expectativa do público e data de estreia

A divulgação do trailer gerou grande entusiasmo entre os fãs do gênero e da franquia literária. Comentários nas redes sociais destacam a combinação de ação, suspense e elenco talentoso como os principais atrativos de Jogo Sujo. Muitos também ressaltam a reputação de Shane Black como diretor e roteirista, o que aumenta ainda mais a expectativa em torno do filme.

O Prime Video marcou a estreia do longa para 1º de outubro de 2025, oferecendo aos espectadores uma experiência completa de entretenimento em streaming. A escolha da plataforma reflete a tendência atual de lançamentos digitais, permitindo que o público de diferentes regiões tenha acesso simultâneo ao filme, algo especialmente relevante para fãs da saga Parker e de thrillers de ação em geral.

A relevância da adaptação literária

Adaptar um livro tão icônico como Parker para as telas é sempre um desafio. Os fãs da obra original esperam fidelidade aos personagens e à narrativa, enquanto o público geral busca emoção, ação e suspense. Shane Black, junto com Charles Mondry e Anthony Bagarozzi, parece ter encontrado um equilíbrio entre esses dois mundos, trazendo uma história que honra o material de origem e, ao mesmo tempo, funciona como entretenimento independente.

O roteiro promete explorar não apenas o assalto em si, mas também a construção de personagens complexos, dilemas éticos e estratégias de sobrevivência. Essa profundidade narrativa é um dos fatores que diferenciam Jogo Sujo de outros filmes de assalto, tornando-o uma opção imperdível para quem gosta de ação com substância.

O que esperar de Jogo Sujo

Em resumo, Jogo Sujo surge como uma das estreias mais aguardadas do Prime Video em 2025. Com um diretor renomado, elenco talentoso e uma história envolvente baseada em uma franquia literária de sucesso, o filme promete combinar ação, tensão, humor e drama psicológico de forma equilibrada. Os fãs podem esperar assaltos ousados, confrontos perigosos, dilemas morais e uma Nova York vibrante como cenário principal.

Marty Supreme | Timothée Chalamet estrela aventura esportiva de Josh Safdie que ganha trailer e data no Brasil

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O calendário do cinema em 2026 começa a ganhar forma, e um dos títulos que mais desperta curiosidade entre críticos e fãs é “Marty Supreme”, novo longa estrelado por Timothée Chalamet e dirigido por Josh Safdie, que acaba de ganhar trailer oficial e data de lançamento no Brasil. O filme chega aos cinemas nacionais em 8 de janeiro de 2026, pela Diamond Films, enquanto nos Estados Unidos e Canadá a estreia será antecipada para 25 de dezembro de 2025, sob distribuição da A24.

Trata-se de um projeto singular desde sua concepção: uma mistura de comédia dramática, aventura esportiva e observação social, que tem como protagonista um jovem prodígio do tênis de mesa tentando equilibrar talento, ambição e dilemas pessoais. Não é apenas mais um drama esportivo, mas um retrato inventivo sobre identidade e obsessão em meio ao caos de um esporte raramente explorado pelo cinema.

A ousadia de Josh Safdie

O nome de Josh Safdie está diretamente ligado a histórias frenéticas e personagens à beira do colapso. Ao lado do irmão Benny, ele dirigiu obras cultuadas como Good Time e Uncut Gems, ambas marcadas pelo ritmo alucinante e pela crueza estética. Mas em “Marty Supreme”, Josh assume sozinho a direção, algo que não acontecia desde The Pleasure of Being Robbed (2008). A expectativa em torno desse retorno é alta, já que o cineasta se une novamente ao roteirista Ronald Bronstein para construir um universo baseado na vida do lendário jogador de pingue-pongue Marty Reisman.

Embora inspirado nesse personagem real, o longa não é uma cinebiografia. O que Safdie entrega é uma história original, quase um conto moderno sobre obsessão esportiva e busca por identidade, em que a mesa de pingue-pongue se transforma em arena simbólica. O investimento da A24, que apostou até US$ 90 milhões na produção, comprova o peso do projeto: nunca o estúdio havia destinado tanto a um único filme, superando até mesmo Guerra Civil (2024).

Timothée Chalamet: estrela e coprodutor

Se há alguém em Hollywood capaz de carregar um filme ousado desse porte, esse alguém é Timothée Chalamet. O ator se tornou símbolo de sua geração desde Me Chame Pelo Seu Nome e consolidou sua popularidade com papéis em blockbusters como Duna. Agora, além de protagonista, ele atua como coprodutor de “Marty Supreme”, o que reforça sua participação ativa em decisões criativas.

Para viver Marty Mauser, Chalamet mergulhou em meses de treinamento intensivo de tênis de mesa, orientado por Diego Schaaf e pelo ex-olímpico Wei Wang. Safdie exigiu veracidade absoluta nas cenas esportivas, gravadas em 35 mm pelo renomado diretor de fotografia Darius Khondji. Chalamet chegou a realizar suas próprias acrobacias e até comprometeu temporariamente a visão ao filmar com óculos e lentes de contato combinados, recurso que reduzia o brilho natural dos seus olhos para dar ao personagem um ar mais introspectivo. O resultado é um papel que exige não apenas preparo físico, mas também entrega emocional.

Elenco improvável e fascinante

O filme também chama atenção pelo elenco curioso e plural. Ao lado de Chalamet, nomes consagrados e inesperados dividem espaço, criando um mosaico de talentos que vai do mainstream ao underground. Gwyneth Paltrow surge como Carol Dunne, uma figura de peso na trajetória do protagonista, enquanto Fran Drescher interpreta a mãe de Marty, trazendo uma mistura de humor e dramaticidade. Odessa A’zion participa em papel ainda mantido em sigilo, enquanto Kevin O’Leary, conhecido por Shark Tank, dá vida a Milton Rockwell, personagem ligado ao mundo corporativo do esporte.

A lista continua com presenças surpreendentes: Tyler Okonma (o rapper Tyler, The Creator), Abel Ferrara (cineasta cult atuando como ator), além de nomes improváveis como o mágico Penn Jillette, a atriz Sandra Bernhard, o artista francês Philippe Petit e até o ex-jogador de basquete Tracy McGrady. Segundo a equipe, mais de 140 não-atores foram escalados para dar realismo às cenas de campeonatos e bastidores, um recurso característico do estilo de Safdie.

Bastidores de filmagens intensas

As gravações começaram em Nova York, em setembro de 2024, e se estenderam até dezembro do mesmo ano. Em fevereiro de 2025, a equipe seguiu para o Japão, país em que o tênis de mesa ocupa lugar de destaque cultural, conferindo ao filme uma atmosfera autêntica e global.

O veterano Jack Fisk assina o design de produção, recriando desde cenários intimistas até arenas de competição em escala épica. Safdie e Khondji buscaram referências visuais em filmes esportivos dos anos 1970, apostando em uma fotografia granulada e visceral. Essa escolha estética reforça a ideia de que a narrativa, embora ambientada no presente, carrega uma aura atemporal.

Invocação do Mal 4: O Último Ritual aterroriza e emociona mais de 3,4 milhões de brasileiros em estreia histórica

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O terror tomou conta das salas de cinema brasileiras nas últimas semanas. O Último Ritual, a mais recente produção do famoso universo de filmes de terror Invocação do Mal, estreou em 4 de setembro de 2025 e rapidamente se tornou um fenômeno de público, atraindo mais de 3,4 milhões de espectadores e arrecadando mais de R$ 71 milhões em menos de duas semanas. Dirigido por Michael Chaves, o longa encerra a saga do casal de investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, interpretados por Patrick Wilson e Vera Farmiga, combinando sustos intensos, tensão sobrenatural e uma narrativa profundamente emocional.

O sucesso do filme vai além do simples impacto visual. Para o produtor Peter Safran, o diferencial está na capacidade do terror de se unir à emoção humana. “Precisávamos criar um filme que não apenas assustasse, mas que também emocionasse de verdade. Se conseguirmos fazer o público sentir medo e lágrimas ao mesmo tempo, teremos cumprido nossa missão”, afirma Safran. Chaves seguiu à risca essa proposta, equilibrando momentos de suspense absoluto com cenas que exploram a fragilidade, a coragem e a fé dos personagens. Essa combinação resultou em um filme que não apenas assusta, mas também conecta o público à experiência humana por trás do sobrenatural.

O quarto filme da franquia de sucesso se inspira em fatos reais, baseando-se no Caso Smurl, uma das investigações conduzidas pelos Warrens. O roteiro, escrito por Ian Goldberg, Richard Naing e David Leslie Johnson-McGoldrick, combina elementos da história real com o estilo cinematográfico característico da franquia. Além de Wilson e Farmiga, o elenco conta com Mia Tomlinson e Ben Hardy, que interpretam personagens fundamentais na trama, criando uma ponte entre passado e presente dentro de uma narrativa carregada de tensão e mistério.

Enredo: medo, emoção e coragem

O longa começa em 1964, com Ed e Lorraine investigando um espelho antigo em uma loja de curiosidades. Lorraine tem uma visão aterrorizante de uma entidade sombria e de seu filho ainda não nascido, levando-a a desmaiar e a ser levada ao hospital. O nascimento de sua filha Judy, que inicialmente nasce morta, marca um dos momentos mais dramáticos do filme, quando o casal consegue trazê-la de volta à vida. Esta abertura já estabelece a dualidade que atravessa toda a história: terror e emoção humana andando lado a lado.

Vinte e dois anos depois, a narrativa central se concentra na família Smurl, que se muda para uma casa na Pensilvânia. Jack e Janet Smurl vivem com os pais de Jack e suas quatro filhas. Aparentemente, a vida familiar é tranquila até que um presente de aniversário — um grande espelho — desencadeia uma série de acontecimentos sobrenaturais. Objetos se movem sozinhos, vozes misteriosas ecoam pela casa e aparições sombrias passam a assombrar os membros da família. Com o tempo, as manifestações se tornam violentas: o espelho causa ferimentos físicos, atacando a filha mais velha, Dawn, e ameaçando a segurança de todos.

Desesperada, a família decide expor os eventos para a imprensa, buscando respostas e ajuda. É nesse ponto que o filme conecta o terror à experiência humana: medo real de perder pessoas queridas, a sensação de impotência e a necessidade de proteger aqueles que amamos. A tensão cresce quando o Padre Gordon tenta ajudar os Smurls, mas é atacado por forças malignas, resultando em sua morte. Judy, filha dos Warrens, sente o perigo e decide agir por conta própria, demonstrando a coragem e a responsabilidade que herdou de seus pais.

Judy Warren: amadurecimento e poderes sobrenaturais

Judy, interpretada por Mia Tomlinson, torna-se uma personagem central, mostrando a evolução de seus dons psíquicos. As visões que Judy começa a ter — incluindo aparições de Annabelle e de uma mulher idosa ligada à entidade do espelho — aumentam a tensão e adicionam camadas emocionais à narrativa. Paralelamente, seu romance com Tony Spera, vivido por Ben Hardy, introduz momentos de ternura e humanidade, equilibrando o horror da história. A jornada de Judy é sobre crescimento, responsabilidade e enfrentamento do desconhecido, tornando-a uma figura essencial tanto na batalha contra o mal quanto no desfecho emocional do filme.

Quando Judy localiza os Smurls, Ed, Lorraine e Tony unem forças com ela para enfrentar a entidade maligna. O clímax do filme é uma sequência eletrizante que mistura possessões, exorcismos e fenômenos sobrenaturais com emoção humana. Lorraine explora suas habilidades psíquicas, Judy enfrenta suas visões mais perturbadoras, e Ed lidera o confronto com coragem e fé. O terror se mistura à emoção, reforçando que amor, união e coragem podem prevalecer diante do mal mais profundo. A destruição do espelho amaldiçoado encerra o conflito, permitindo que a família Smurl viva com mais tranquilidade e que os Warrens guardem o objeto em segurança em seu Museu do Ocultismo.

Onde assistir

O flme está em cartaz em todo o Brasil, com sessões em horários variados e versões acessíveis, incluindo legendas e recursos para pessoas com deficiência auditiva. Para conferir horários e comprar ingressos, recomenda-se consultar os cinemas locais ou plataformas online de bilheteria.

Netflix apresenta trailer de Jay Kelly, com Clooney e Sandler em jornada emocionante pela Europa

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Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix lançou nesta segunda-feira o trailer oficial de Jay Kelly, o novo filme do diretor Noah Baumbach, conhecido por obras que exploram com sensibilidade relações humanas e dilemas existenciais, como Marriage Story (2019) e The Squid and the Whale (2005). Estrelado por George Clooney, Adam Sandler e Laura Dern, o longa promete combinar drama, humor e reflexões sobre amizade, fama e legado pessoal, oferecendo uma narrativa que vai além do entretenimento e mergulha na complexidade da vida adulta.

A história acompanha Jay Kelly (George Clooney), um famoso ator de Hollywood que já alcançou o auge da fama, e seu dedicado empresário e amigo de longa data Ron Sukenick (Adam Sandler). Ao longo de uma viagem pela Europa, ambos se veem confrontados com escolhas do passado, relacionamentos familiares complicados e questionamentos sobre o legado que deixarão para o mundo. É um filme que mistura a grandiosidade da fama com os desafios mais íntimos da existência humana, equilibrando momentos de humor, drama e introspecção.

O roteiro é assinado por Noah Baumbach e Emily Mortimer (Lovely & Amazing, 2001; The Bookshop, 2017), que também integra o elenco. O filme contará ainda com nomes renomados, incluindo Billy Crudup (Almost Famous, 2000; Big Fish, 2003), Riley Keough (Mad Max: Estrada da Fúria, 2015; Daisy Jones & The Six, 2023), Jim Broadbent (Moulin Rouge!, 2001; The Iron Lady, 2011), Patrick Wilson (Watchmen, 2009; Aquaman, 2018), Eva Hewson (Behind Her Eyes, 2021; Sanditon, 2019), Greta Gerwig (Lady Bird, 2017; Barbie, 2023), Isla Fisher (O Grande Gatsby, 2013; Confissões de uma Adolescente em Crise, 2004) e Louis Partridge (Enola Holmes, 2020).

O lançamento está programado para 20 de novembro em cinemas selecionados, com estreia global na Netflix marcada para 5 de dezembro de 2025. O trailer já sugere uma narrativa emocionante, com paisagens deslumbrantes da Europa servindo como pano de fundo para diálogos inteligentes e situações que alternam leveza e reflexão profunda.

Produção e bastidores

O projeto foi anunciado em dezembro de 2023, quando Baumbach revelou seu acordo com a Netflix. A parceria com George Clooney e Adam Sandler gerou grande expectativa, unindo dois atores com carreiras distintas que, juntos, prometem criar uma química única. Amy Pascal, por meio da Pascal Pictures, e David Heyman, pela Heyday Films, atuam como produtores, garantindo experiência e credibilidade à produção.

As filmagens começaram em março de 2024, com locações em Nova York, Londres e Toscana. O diretor de fotografia Linus Sandgren (La La Land, 2016; Nope, 2022) utilizou filme de 35 mm, conferindo ao longa uma estética clássica e visualmente sofisticada, enquanto Valerio Bonelli e Rachel Durance ficaram responsáveis pela edição. A direção de arte de Mark Tildesley e o figurino de Jacqueline Durran (Anna Karenina, 2012; Little Women, 2019) contribuem para a criação de um mundo visualmente rico e detalhado, onde cada cenário e peça de vestuário reforça a personalidade e a trajetória dos personagens.

A direção de elenco ficou a cargo de Douglas Aibel e Nina Gold (O Grande Gatsby, 2013; The Crown, 2016), garantindo que cada ator trouxesse autenticidade e profundidade aos papéis, seja nos momentos cômicos ou dramáticos.

Nicholas Britell (Succession, 2018; Não Olhe para Cima, 2021) assina a trilha sonora de Jay Kelly, criando composições que acompanham a narrativa de maneira sensível. Sua música realça emoções e dá ritmo às reflexões dos personagens, intensificando a experiência do espectador e conectando-o à jornada interna de Jay e Ron.

Temas e relevância do filme

No cerne de Jay Kelly está a exploração de amizade, fama, escolhas de vida e legado. O filme propõe reflexões sobre o impacto da carreira profissional nas relações pessoais e na própria identidade. Ao mesmo tempo, a narrativa mostra como o tempo e a experiência moldam a percepção de quem somos, tanto em nível pessoal quanto profissional.

A dinâmica entre Jay e Ron evidencia a importância da lealdade e da amizade verdadeira, enquanto a relação com suas filhas e outros personagens explora os desafios da paternidade e das expectativas familiares. A história também levanta questões sobre oportunidades, mentoria e as chances que a vida oferece ou nega, adicionando camadas de complexidade ao roteiro.

Wagner Moura é apontado como favorito ao Oscar 2026 por O Agente Secreto

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O filme brasileiro O Agente Secreto, dirigido por Kleber Mendonça Filho e estrelado por Wagner Moura, retorna aos holofotes internacionais. A produção desponta como uma das grandes apostas do Brasil para o Oscar 2026, com Moura cotado como favorito na categoria de Melhor Ator e o longa sendo bem avaliado para Melhor Filme Internacional. Trata-se de uma conquista significativa para o cinema nacional, que vem se destacando cada vez mais em festivais e no cenário global.

Apesar de não aparecer entre os favoritos de Melhor Filme ou Melhor Direção, o longa é considerado uma possível surpresa nas categorias principais, justamente pelo impacto da narrativa e pela força das interpretações. Na corrida por Melhor Ator, Wagner Moura lidera a lista de especulações, seguido de perto por grandes nomes do cinema mundial como Leonardo DiCaprio (Uma Batalha Após a Outra), Timothée Chalamet (Marty Supreme), Michael B. Jordan (Pecadores) e George Clooney (Jay Kelly).

Na categoria de Melhor Filme Internacional, o longa brasileiro aparece atrás apenas de Valor Sentimental (Noruega) e Foi Apenas Um Acidente (França), acompanhado de produções da Coreia do Sul e da Ucrânia. É um cenário competitivo, mas que reforça a força da obra de Mendonça Filho.

Um neo-noir brasileiro que mistura suspense, política e drama

O Agente Secreto é um verdadeiro neo-noir político, combinando drama, suspense e thriller em uma narrativa envolvente que prende do começo ao fim. Produzido pela CinemaScópio, o longa teve sua estreia mundial no Festival de Cannes, em 18 de maio de 2025, onde já chamou atenção da crítica e do público. No festival, Wagner Moura recebeu o prêmio de Melhor Ator, enquanto Kleber Mendonça Filho foi consagrado como Melhor Diretor. Além disso, o longa conquistou o Prêmio FIPRESCI e o Prix des Cinémas d’Art et Essai, concedido pela Associação Francesa de Cinemas de Arte (AFCAE).

O elenco do filme é um destaque à parte, reunindo Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Udo Kier e Thomás Aquino, todos entregando interpretações intensas que reforçam a complexidade da narrativa e a densidade dos personagens. O filme foi escolhido pelo Brasil para representar o país na 98ª cerimônia do Oscar, marcando a terceira vez que uma obra de Kleber Mendonça Filho assume esse papel. Nos cinemas brasileiros, o longa estreia em 6 de novembro de 2025, com distribuição da Vitrine Filmes.

Tensão e dilemas em plena ditadura

A história se passa no Recife de 1977, durante o período da ditadura militar. Wagner Moura interpreta Marcelo, um professor universitário e especialista em tecnologia que retorna à cidade natal após anos afastado, tentando deixar para trás um passado turbulento em São Paulo, marcado por conflitos com um poderoso industrial e uma invenção de grande valor estratégico.

Marcelo vive sob constante vigilância, enquanto luta para proteger seu filho, que está sob os cuidados dos avós maternos, e, ao mesmo tempo, busca respostas sobre sua mãe falecida. Em sua jornada, ele encontra refúgio em um espaço seguro chamado “aparelho”, um lugar que abriga dissidentes e marginalizados, incluindo um casal de angolanos, o líder Euclides e Dona Sebastiana, figura maternal do grupo.

À medida que tenta reconstruir sua vida, Marcelo percebe que a cidade está cercada por espionagem e corrupção. Ele se vê inserido em uma rede de conspirações e precisa tomar decisões complexas para proteger quem ama, enquanto enfrenta dilemas morais que questionam lealdade, justiça e sobrevivência.

Temas universais com relevância social

O Agente Secreto é uma obra que fala de repressão, vigilância, memória, trauma e identidade, explorando ainda como a tecnologia pode ser usada para controle social. O longa consegue equilibrar tensão e humanidade, mostrando personagens que resistem e lutam em um contexto de opressão.

A obra constrói um retrato sensível e crítico do Brasil em um período conturbado, e mesmo sendo um thriller, não perde a ternura em cenas que abordam relações familiares, perdas e redenção. A direção de Kleber Mendonça Filho é marcada pelo cuidado em mesclar crítica social com elementos culturais e cinematográficos, entregando uma narrativa rica e envolvente.

O elenco e as interpretações

Wagner Moura, mais uma vez, mostra porque é considerado um dos melhores atores do país. Sua interpretação de Marcelo combina vulnerabilidade e força, transmitindo o conflito interno de um homem dividido entre proteger sua família e confrontar seu passado. Ao lado de Moura, Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Alice Carvalho, Udo Kier e Thomás Aquino ajudam a construir um Recife imersivo e convincente, trazendo profundidade aos personagens e à trama. Cada interpretação reforça a tensão e a dramaticidade do longa, tornando-o um dos trabalhos mais consistentes do cinema brasileiro recente.

Reconhecimento internacional

A estreia em Cannes confirmou o talento do diretor e do elenco. Críticos elogiaram a capacidade do filme de contar uma história local com impacto universal, equilibrando suspense, política e emoção. O reconhecimento internacional reforça a ideia de que o cinema brasileiro tem espaço e relevância no cenário mundial, e que histórias do país podem dialogar com qualquer público.

Expectativa para o Oscar 2026

Com Wagner Moura liderando a disputa por Melhor Ator e o filme forte na categoria de Melhor Filme Internacional, “O Agente Secreto” chega ao Oscar 2026 cercado de expectativa. Especialistas acreditam que, mesmo não sendo o favorito absoluto em todas as categorias, o longa pode surpreender graças à qualidade da direção, do elenco e à força da narrativa.

Sem Censura é indicado a duas categorias do Prêmio Melhores do Ano NaTelinha 2025

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Foto: Tomaz Siva/Agência Brasil

O programa Sem Censura, exibido pela TV Brasil e apresentado por Cissa Guimarães, está entre os indicados ao Prêmio Melhores do Ano NaTelinha 2025, concorrendo nas categorias de Melhor Entrevista e Melhor Conteúdo Diário. A votação popular está aberta desde 31 de outubro e vai até 26 de novembro, permitindo que o público escolha os destaques mais significativos do audiovisual brasileiro.

Promovido pelo portal NaTelinha, parceiro do UOL, o prêmio chega à 16ª edição e entrega 24 troféus, sendo 21 determinados pelo voto popular. Além das premiações regulares, um reconhecimento especial será concedido a um profissional pelo conjunto de sua trajetória, valorizando sua contribuição ao jornalismo e à televisão.

Para Antonia Pellegrino, diretora de Conteúdo e Programação da EBC, as indicações refletem a importância e o reconhecimento do trabalho da equipe. “Estar, pelo segundo ano consecutivo, entre os finalistas, agora em duas categorias, confirma que o Sem Censura segue conquistando a confiança do público. No ano passado, o projeto superou concorrentes de peso, e esperamos que este ano seja igualmente premiado”, afirma.

A atração acumula conquistas significativas. Em 2024, recebeu o troféu de Melhor Entrevista no NaTelinha e também foi reconhecida pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como Melhor Programa de Televisão, um dos mais respeitados prêmios do setor cultural no Brasil.

Reestreado em 2024, o programa mantém sua essência de abordar temas contemporâneos com profundidade e relevância, conduzido por Cissa Guimarães. É exibido de segunda a quinta-feira, das 16h às 18h, com edições especiais às sextas, e conta com um painel fixo de debatedores que se alternam ao longo da semana, promovendo conversas sobre política, comportamento, cultura e entretenimento, sempre com convidados de diferentes áreas.

Em 2025, a produção comemora quatro décadas de história, reafirmando seu papel como um marco da televisão pública brasileira. Ao longo desses 40 anos, o programa consolidou-se como um espaço de informação, reflexão e diálogo com a sociedade, aproximando o público das questões mais relevantes do país.

Uma trajetória de relevância histórica

O programa estreou em 1º de julho de 1985 na então TV Educativa do Rio de Janeiro, posteriormente chamada TVE Brasil. Idealizado pelo jornalista Fernando Barbosa Lima, surgiu em um momento de abertura política no país, após mais de duas décadas de ditadura, e logo se destacou por promover debates de interesse público na televisão. A primeira condução ficou a cargo da jornalista Tetê Muniz.

Ao longo dos anos, diversos profissionais passaram pela bancada, como Gilse Campos, Lúcia Leme, Cláudia Cruz, Elizabeth Camarão, Márcia Peltier e Liliana Rodrigues, sendo Leda Nagle a apresentadora que permaneceu por mais tempo, de 1996 a 2016.

Em 2007, com a fusão da TVE Brasil e da TV Nacional de Brasília, nasceu a TV Brasil, onde o Sem Censura continuou sendo exibido. Em 2019, durante o governo de Jair Bolsonaro, a atração chegou a ser retirada do ar, mas voltou após pressão da sociedade e da mídia especializada, com novo cenário e transmissão ao vivo sob apresentação de Vera Barroso e Bruno Barros.

Após mudanças na direção, a produção passou para Brasília e São Paulo, com foco maior em jornalismo político, sob comando da jornalista Marina Machado. Em 2024, sob a nova administração do governo Lula, a atração retornou ao formato original, ao período vespertino e ao Rio de Janeiro, agora sob o comando de Cissa Guimarães, mantendo viva a tradição de informar, debater e engajar o público com os assuntos mais importantes do país.

Marty Supreme faz história e coloca a A24 no topo! A estreia mais lucrativa do estúdio até hoje

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A A24 acaba de alcançar um marco histórico no cinema independente. Marty Supreme, novo filme dirigido por Josh Safdie e estrelado por Timothée Chalamet, estreou com impressionantes US$ 28,3 milhões em seu primeiro fim de semana nos Estados Unidos, tornando-se a maior bilheteria de abertura da história do estúdio. O feito é ainda mais simbólico quando se considera o catálogo da A24, que abriga alguns dos filmes mais celebrados e influentes da última década. As informações são do Omelete.

Com esse resultado, Marty Supreme superou a estreia de títulos que ajudaram a construir a identidade do estúdio no mercado americano, como Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo, Guerra Civil, Joias Brutas e Lady Bird: A Hora de Voar. Não se trata apenas de números: o filme consolida a A24 em um novo patamar comercial, sem abrir mão da ousadia estética e narrativa que virou sua marca registrada.

Dirigido por Josh Safdie, que assina o roteiro ao lado de Ronald Bronstein, Marty Supreme é uma comédia dramática esportiva ambientada nos anos 1950 e vagamente inspirada na vida do lendário jogador americano de tênis de mesa Marty Reisman. O longa mistura esporte, ambição, ego, decadência e humanidade em uma narrativa caótica e vibrante, típica do cinema de Safdie, agora apresentada em uma escala maior e com forte apelo popular.

O grande destaque do filme é Timothée Chalamet, que também atua como coprodutor. Segundo a crítica especializada, esta pode ser a atuação mais intensa, complexa e memorável de sua carreira até agora. Chalamet interpreta Marty Mauser, um vendedor de sapatos em Nova York que leva uma vida dupla como jogador profissional de pingue-pongue, sonhando em transformar o esporte em um verdadeiro espetáculo para o público americano.

A história começa em 1952, quando Marty decide que precisa vencer o Aberto Britânico para chamar atenção para o tênis de mesa nos Estados Unidos. Sem recursos, ele se envolve em situações moralmente duvidosas para financiar sua viagem, dando início a uma jornada marcada por escolhas impulsivas, relações instáveis e uma busca quase obsessiva por reconhecimento. O roteiro não tenta transformar Marty em herói, mas em alguém profundamente falho, ambicioso e humano.

Em Londres, o filme ganha novos contornos com a entrada de Kay Stone, uma ex-atriz vivida por Gwyneth Paltrow, e de seu marido, o empresário Milton Rockwell. A relação entre Marty e Kay é intensa, desequilibrada e cheia de interesses cruzados, refletindo o espírito do protagonista, sempre em busca de atalhos para alcançar o sucesso. O roteiro transita com naturalidade entre o humor ácido, o drama e o desconforto, mantendo o espectador constantemente em alerta.

A virada esportiva acontece quando Marty é derrotado por Koto Endo, um jogador japonês que utiliza uma inovadora raquete de esponja, simbolizando o choque entre tradição e modernidade. A partir daí, o filme se transforma em uma espécie de road movie caótico, com Marty viajando pelo mundo, se envolvendo em negócios questionáveis e se afastando cada vez mais de qualquer senso de estabilidade.

O segundo ato mergulha ainda mais fundo no caos emocional do personagem. De volta a Nova York, Marty enfrenta problemas com a justiça, reencontros mal resolvidos com pessoas do passado e uma sequência de eventos absurdos que beiram o surreal, mas nunca perdem o pé na realidade. Josh Safdie conduz tudo com uma edição frenética e uma trilha sonora pulsante, elementos que foram amplamente elogiados pela crítica.

Apesar do tom muitas vezes excessivo, Marty Supreme encontra seu equilíbrio ao mostrar as consequências das escolhas de seu protagonista. O filme não glamouriza a autodestruição, mas também não a julga. Ele observa Marty de perto, deixando que o público tire suas próprias conclusões sobre ambição, ego e o preço do sucesso.

A recepção crítica foi extremamente positiva desde sua estreia no Festival de Cinema de Nova York, em 6 de outubro de 2025. Muitos veículos destacaram a maturidade do roteiro, a ousadia da direção e a forma como o filme transforma um esporte pouco explorado no cinema em palco para uma história universal. Não à toa, o longa foi eleito um dos dez melhores filmes de 2025 pelo National Board of Review e pelo American Film Institute.

O reconhecimento também chegou às premiações. Marty Supreme recebeu três indicações ao 83º Globo de Ouro: Melhor Filme – Musical ou Comédia, Melhor Ator para Timothée Chalamet e Melhor Roteiro para Josh Safdie e Ronald Bronstein. As indicações reforçam a sensação de que o filme não é apenas um sucesso comercial, mas também um forte candidato a marcar presença na temporada de prêmios.

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