Trailer de Onde Estiver, Estarei – Uma Paixão Rubro-Negra destaca emoção da torcida do Flamengo em duas eras da Libertadores

A HBO Max e o canal TNT apresentaram o trailer do documentário Onde Estiver, Estarei – Uma Paixão Rubro-Negra, produção que estreia no dia 28 de maio e promete revisitar dois dos capítulos mais marcantes da história recente do Flamengo na Copa Libertadores da América. A obra aposta em uma narrativa centrada nos torcedores, mostrando como diferentes gerações viveram o clube em momentos decisivos separados por quase quatro décadas.

O trailer divulgado chama atenção ao alternar imagens das finais de 1981 e 2019, criando um paralelo direto entre duas fases completamente distintas do futebol sul-americano. Enquanto o material resgata cenas históricas da primeira conquista continental do clube, também destaca a mobilização recente de milhares de torcedores rumo a Lima, no Peru. Além dos registros esportivos, o vídeo traz depoimentos de torcedores que viveram esses dois momentos de perto, reforçando a ideia de que o documentário não é apenas sobre futebol, mas sobre memória, identidade e pertencimento.

Quem são os personagens que conduzem essa jornada?

A narrativa acompanha dois torcedores que ajudam a costurar essa linha do tempo emocional do clube: Francisco de Moraes e Cláudio Cruz. Eles estiveram presentes tanto na conquista de 1981 quanto na de 2019, o que permite ao documentário criar um elo direto entre passado e presente. O filme utiliza suas experiências para mostrar como o ato de torcer vai muito além de assistir a uma partida. Ele envolve viagens, sacrifícios, encontros e uma conexão profunda com o clube, que se mantém viva independentemente da época.

Como eram as experiências de 1981 e 2019?

O contraste entre as duas finais é um dos elementos centrais da produção. Em 1981, acompanhar o Flamengo na Libertadores significava enfrentar uma realidade completamente diferente, com viagens longas, poucos recursos e uma estrutura limitada para deslocamento internacional.

Já em 2019, o cenário mudou de forma significativa. A final contra o River Plate, realizada em Lima, contou com uma presença massiva de torcedores brasileiros, estimada em dezenas de milhares de pessoas. O acesso às viagens aéreas e a maior integração do futebol sul-americano transformaram completamente a experiência de acompanhar o clube fora do país. Mesmo com essas diferenças, o documentário reforça que a essência da torcida permaneceu a mesma, marcada pela intensidade e pela entrega emocional em cada decisão.

O que conecta as gerações rubro-negras?

A produção usa as duas conquistas da Libertadores como ponto de ligação entre diferentes gerações de torcedores. A equipe de 1981, liderada por nomes históricos como Zico, Júnior e Adílio, representa o primeiro grande auge internacional do clube. Já o elenco de 2019, com destaque para Gabigol, simboliza o retorno do Flamengo ao topo da América do Sul após décadas de espera.

O documentário não coloca essas eras em comparação direta, mas sim como partes complementares de uma mesma história. A ideia é mostrar como o clube constrói sua identidade a partir da continuidade das experiências vividas por sua torcida.

Quem está por trás da produção?

Onde Estiver, Estarei – Uma Paixão Rubro-Negra é uma coprodução entre Canal Azul e Warner Bros. Discovery. A direção é assinada por Pedro Asbeg, enquanto o roteiro foi desenvolvido por Arthur Muhlenberg, que contribui para uma abordagem mais sensível e próxima do universo dos torcedores.

A equipe de produção também conta com Ricardo Aidar, Liz Reis e Larissa Prado, responsáveis por estruturar o material e organizar os diferentes relatos que compõem a narrativa. A proposta é unir imagens de arquivo, registros de viagens e depoimentos para construir uma linha do tempo emocional do clube.

Por que esse documentário chama atenção além do futebol?

O diferencial da produção está em transformar o futebol em uma história sobre pessoas. Em vez de se limitar aos resultados dentro de campo, o documentário explora como o Flamengo se torna parte da vida dos torcedores, influenciando decisões, viagens e memórias ao longo dos anos.

Essa abordagem amplia o alcance da narrativa, aproximando o conteúdo não apenas de fãs de esporte, mas também de quem se interessa por histórias humanas, culturais e emocionais. O clube aparece como um ponto de conexão entre gerações, onde cada vitória se torna parte de uma memória coletiva.

Quando estreia?

O lançamento de Onde Estiver, Estarei – Uma Paixão Rubro-Negra acontece no dia 28 de maio, às 18h, na HBO Max e no canal TNT. Com o trailer já disponível, a produção começa a ganhar destaque ao apresentar uma visão mais íntima e emocional da trajetória rubro-negra na Libertadores.

Michael | Lionsgate confirma avanços em sequência após sucesso de mais de US$ 700 milhões

O desempenho expressivo de Michael nas bilheteiras internacionais colocou a produção entre os maiores sucessos recentes da Lionsgate e abriu espaço para discussões sobre uma possível continuação. Durante uma teleconferência de resultados financeiros realizada nesta quinta-feira (21), a Lionsgate comentou oficialmente sobre o andamento dessas conversas, indicando que o futuro da franquia ainda está em fase de avaliação interna.

O filme ultrapassou a marca de US$ 700 milhões em arrecadação mundial, resultado que reforçou o impacto comercial da cinebiografia e naturalmente despertou interesse em expandir a história para uma sequência. Apesar disso, o estúdio evita qualquer anúncio definitivo e mantém uma postura cautelosa quanto aos próximos passos.

O que a Lionsgate revelou sobre a continuação?

De acordo com Adam Fogelson, responsável pela divisão cinematográfica da Lionsgate, o estúdio segue conversando com os envolvidos no projeto para entender quais caminhos podem ser seguidos a partir do sucesso do primeiro filme. Ele destacou que há movimentação positiva nos bastidores, mas não confirmou oficialmente a produção de um segundo longa.

A declaração reforça que o momento ainda é de desenvolvimento e análise, com foco em aproveitar o desempenho comercial do filme sem apressar decisões criativas. Em casos como esse, estúdios costumam equilibrar o entusiasmo do público com a necessidade de planejar cuidadosamente a expansão de uma possível franquia.

O que explica o sucesso da cinebiografia nas bilheteiras?

O resultado financeiro acima de US$ 700 milhões chamou atenção da indústria por se tratar de uma cinebiografia musical, gênero que nem sempre alcança números tão elevados. O desempenho global do filme indica forte conexão com o público, especialmente em mercados internacionais, onde a trajetória do artista retratado continua tendo grande impacto cultural.

Esse alcance ajudou a consolidar o longa como um dos principais títulos recentes da Lionsgate, colocando o projeto em uma posição estratégica dentro do catálogo do estúdio. O sucesso também aumentou a pressão natural por uma continuação, já que produções com forte retorno comercial costumam ganhar prioridade em decisões futuras.

Como a história foi construída no primeiro filme?

Michael apresenta a trajetória do rei do POP desde os primeiros passos no cenário musical até o auge de sua carreira solo. O filme percorre diferentes fases da vida do artista, incluindo sua ascensão com o grupo The Jackson 5, o início da carreira independente e a consolidação como um dos maiores nomes da música pop mundial.

A narrativa busca acompanhar a evolução pessoal e profissional do cantor ao longo das décadas, destacando momentos decisivos que moldaram sua identidade artística e sua presença global. O longa também explora aspectos da relação familiar e das pressões enfrentadas desde a infância, elementos que influenciam diretamente sua jornada.

No papel principal, Jaafar Jackson, sobrinho do artista, interpreta a versão adulta de Michael, marcando sua estreia no cinema. Já a fase infantil é vivida por Juliano Krue Valdi, também em sua primeira atuação em longa-metragens. O elenco de apoio reúne nomes como Colman Domingo, Miles Teller, Nia Long, Laura Harrier e Mike Myers.

Como o projeto foi desenvolvido até chegar às telas?

O desenvolvimento de Michael começou em 2019, quando o produtor Graham King adquiriu os direitos para transformar a história do artista em um filme biográfico. A partir daí, o projeto passou por diferentes etapas de roteirização e estruturação até ser oficialmente anunciado pela Lionsgate em 2022.

A direção ficou sob responsabilidade de Antoine Fuqua, enquanto o roteiro inicial foi desenvolvido por John Logan. Ao longo do processo, o elenco foi sendo formado gradualmente entre 2023 e 2024, período que também sofreu impacto direto das paralisações da indústria cinematográfica.

As filmagens principais ocorreram entre janeiro e maio de 2024. Posteriormente, ajustes e novas gravações foram realizados em 2025 após revisões internas do roteiro e questões relacionadas à estrutura narrativa do terceiro ato. Esses ajustes fizeram parte do processo de refinamento do longa antes do lançamento.

O filme dividiu opiniões entre crítica e público?

Apesar do desempenho expressivo nas bilheteiras, Michael teve recepção crítica dividida. Parte da imprensa especializada destacou a performance de Jaafar Jackson como um dos pontos mais fortes da produção, elogiando sua interpretação e presença em cena.

Por outro lado, algumas análises apontaram que o filme adota uma abordagem mais suavizada em relação a certos aspectos da vida do artista, optando por uma narrativa mais linear e menos controversa. Essa escolha gerou debates sobre o equilíbrio entre homenagem e profundidade dramática em cinebiografias.

Ainda assim, o impacto cultural e o interesse do público sustentaram a relevância do filme ao longo de sua exibição, contribuindo diretamente para o desempenho financeiro que agora motiva discussões sobre uma possível continuação.

Existe espaço para uma sequência?

Embora nada esteja oficialmente confirmado, a Lionsgate já reconhece internamente que o sucesso do primeiro filme abriu caminho para novas possibilidades narrativas. Uma eventual sequência poderia explorar outras fases da carreira do artista, aprofundando períodos ainda não abordados com a mesma intensidade no longa inicial.

No entanto, qualquer decisão depende de fatores criativos e estratégicos, incluindo a recepção contínua do público e o alinhamento com a equipe envolvida no projeto. O estúdio parece adotar uma postura de espera ativa, monitorando o desempenho e avaliando a melhor forma de avançar.

Homem-Aranha: Um Novo Dia ganha novo pôster e destaca o isolamento de Peter Parker no MCU

O Homem-Aranha do MCU está entrando em uma fase que parece bem diferente de tudo o que a Marvel fez com o personagem até agora. Depois do final pesado de Sem Volta para Casa, a Sony divulgou um novo pôster oficial de Homem-Aranha: Um Novo Dia e deixou claro que Peter Parker não deve viver dias muito tranquilos daqui pra frente. A nova arte aposta em um clima mais solitário e emocional, acompanhado da frase: “O mundo se esqueceu de Peter Parker, mas ele não se esqueceu deles”.

A escolha da legenda não foi por acaso. Ela praticamente resume o estado atual do personagem depois do feitiço de Doctor Strange apagar Peter da memória de todo mundo. Pela primeira vez desde que apareceu no MCU, o herói está completamente sozinho. Sem amigos, sem família por perto e sem ninguém sequer lembrando quem ele é, Peter agora precisa lidar com uma Nova York onde ele virou apenas uma figura anônima balançando entre prédios.

E isso muda completamente o tom da franquia. Os filmes anteriores tinham muito daquela energia adolescente, cheia de humor, amizades e descobertas. Agora, a sensação é de que o personagem finalmente entrou em uma fase mais amarga e madura, muito próxima das histórias clássicas dos quadrinhos em que Peter precisa carregar o peso da vida adulta enquanto tenta salvar a cidade.

O novo longa será o quarto filme do Homem-Aranha dentro do Universo Cinematográfico Marvel e também funciona como um recomeço para a versão interpretada por Tom Holland. A direção ficou nas mãos de Destin Daniel Cretton, enquanto o roteiro continua com Chris McKenna e Erik Sommers, responsáveis pelos filmes anteriores.

O que muda depois de Sem Volta para Casa?

O final de Sem Volta para Casa praticamente desmontou a vida de Peter Parker. O garoto que antes tinha tecnologia de ponta, apoio emocional e até contato direto com os Vingadores agora vive como alguém invisível para o mundo. E a grande diferença é que o novo filme parece disposto a explorar justamente esse vazio deixado pelo feitiço.

A história acompanha Peter alguns anos depois dos acontecimentos do último longa, atuando sozinho como Homem-Aranha pelas ruas de Nova York. Sem MJ, sem Ned e sem qualquer reconhecimento, ele tenta seguir em frente enquanto uma nova ameaça começa a surgir na cidade.

Só que o perigo não parece vir apenas de fora. Segundo a sinopse divulgada, os próprios poderes do herói começam a apresentar mudanças inesperadas. Esse detalhe abriu espaço para várias teorias entre os fãs, principalmente porque a Marvel parece querer levar Peter para um caminho mais intenso física e emocionalmente.

A impressão é que Um Novo Dia quer mostrar um Homem-Aranha mais cansado, mais pressionado e até mais impulsivo. Um herói que continua tentando fazer a coisa certa, mas que agora sente o peso das perdas de uma forma muito mais dura.

Quem está no elenco do novo filme?

Além do retorno de Zendaya e Jacob Batalon, o novo capítulo também adiciona nomes que vêm alimentando especulações há meses entre os fãs da Marvel.

O principal deles é Sadie Sink. A personagem da atriz segue em segredo absoluto, mas isso não impediu a internet de criar dezenas de teorias. Tem gente apostando em uma ligação com os X-Men, enquanto outros acreditam que ela possa representar uma nova conexão emocional importante para Peter.

Outro reforço que chamou bastante atenção foi Jon Bernthal. Só a presença dele já aumentou a expectativa de quem queria ver o Homem-Aranha em histórias mais urbanas e violentas. Existe uma sensação de que o MCU finalmente pode aproximar Peter de conflitos mais brutais, longe das ameaças multiversais gigantescas que dominaram os últimos filmes da Marvel.

O elenco ainda inclui Mark Ruffalo, Michael Mando e Tramell Tillman, mas os detalhes sobre seus personagens continuam sendo tratados com bastante mistério.

Por que esse filme parece tão importante para o MCU?

Mesmo sendo “só” mais um filme do Homem-Aranha, Um Novo Dia carrega uma responsabilidade enorme dentro da Marvel Studios. O longa precisa reconstruir Peter Parker depois de um encerramento que praticamente apagou toda a trajetória do personagem dentro daquele universo.

Os três filmes anteriores mostraram Peter crescendo aos poucos, deixando de ser apenas um adolescente empolgado para entender o peso real de ser um herói. Agora, a nova fase parece interessada em mostrar o que acontece depois disso. O que sobra quando você salva o mundo, mas perde todo mundo no processo.

Também existe um simbolismo forte nessa nova direção. Sem Tony Stark, sem os Vingadores e sem ninguém para ajudá-lo, Peter finalmente se aproxima da essência clássica do personagem nos quadrinhos: um garoto sozinho tentando equilibrar trauma, responsabilidade e sobrevivência em uma cidade que nunca para.

Até o título parece conversar com essa ideia. Um Novo Dia remete diretamente ao arco Brand New Day, dos quadrinhos, que marcou uma espécie de reinício na vida do herói após mudanças drásticas. O filme não deve adaptar a saga de forma literal, mas claramente bebe dessa sensação de reconstrução.

Como nasceu essa nova fase do Homem-Aranha?

Curiosamente, os bastidores dessa continuação foram quase tão turbulentos quanto os filmes do próprio MCU. A Sony já discutia um quarto longa do personagem desde 2019, mas as negociações com a Disney chegaram a ameaçar o futuro do herói dentro da Marvel Studios.

Na época, a possibilidade de separação entre os estúdios causou uma reação enorme nas redes sociais. A pressão dos fãs acabou ajudando Sony e Disney a retomarem as conversas e manterem o personagem conectado ao MCU.

Depois do fenômeno que foi No Way Home, qualquer dúvida sobre uma continuação praticamente desapareceu. O filme virou um dos maiores sucessos da Marvel nos cinemas e abriu espaço para uma nova trilogia estrelada por Holland.

O próprio ator, porém, já comentou várias vezes sobre o medo de desgastar o personagem ou permanecer tempo demais no papel. Ainda assim, tudo indica que essa nova etapa foi justamente o que o convenceu a continuar. Em vez de repetir a mesma fórmula dos filmes anteriores, a ideia agora parece ser apresentar um Peter Parker mais experiente, mais ferido emocionalmente e muito diferente daquele garoto apresentado em Homecoming.

Quando o filme estreia nos cinemas?

Depois de meses cercados por rumores e especulações, o longa-metragem já tem data confirmada para chegar aos cinemas brasileiros: 30 de julho de 2026.

As filmagens começaram em agosto de 2025 e passaram por diferentes locações no Reino Unido, incluindo cenas gravadas em Glasgow, na Escócia. Parte importante da produção também aconteceu no tradicional Pinewood Studios, espaço conhecido por receber algumas das maiores franquias do cinema mundial.

Elenco de Mestres do Universo chega ao Brasil e aquece estreia do live-action de He-Man

O Aeroporto Internacional de Guarulhos, em São Paulo, registrou a chegada dos atores Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul, Continência ao Amor) e Camila Mendes (Riverdale, Mentiras Perigosas, O Date Perfeito) durante a passagem promocional do filme Mestres do Universo pelo Brasil. A movimentação ocorreu em área de desembarque internacional, onde os dois foram abordados por passageiros logo após o desembarque.

Qual é o objetivo da passagem do elenco pelo Brasil?

A visita integra a campanha global de divulgação do filme antes da estreia nos cinemas, marcada para 4 de junho. O Brasil foi incluído na rota promocional por ser um dos mercados de grande consumo de produções de ação e fantasia, especialmente em lançamentos ligados a franquias conhecidas.

No caso de Mestres do Universo, a estratégia também envolve destacar a nova formação do elenco e apresentar os personagens principais ao público antes da estreia. A presença de Camila tem peso adicional na divulgação local por ela ter ascendência brasileira, o que facilita a conexão com entrevistas e ações de imprensa no país.

Quem são os personagens principais e o que muda nesta versão?

No centro da história está o Príncipe Adam, interpretado por Nicholas Galitzine. Ele é apresentado como herdeiro do trono de Eternia que retorna ao planeta após anos distante e descobre um cenário de colapso político e militar sob domínio de Esqueleto.

A transformação em He-Man ocorre quando Adam decide assumir seu papel na resistência contra o controle do vilão. A trama detalha essa transição como um processo gradual, ligado ao retorno da chamada Espada do Poder e à reconstrução de sua identidade.

Camila Mendes interpreta Teela, personagem ligada diretamente à proteção de Eternia. Na história, ela atua como combatente e estrategista em campo, participando das decisões que envolvem a reorganização das forças de resistência ao domínio de Esqueleto.

Quem mais compõe o elenco do filme?

O longa reúne nomes de diferentes perfis dentro da indústria de Hollywood. Estão no projeto Idris Elba, Jared Leto, Morena Baccarin, Alison Brie, Kristen Wiig, James Purefoy e Jóhannes Haukur Jóhannesson.

A função desse conjunto de personagens é expandir o universo de Eternia para além do conflito central entre Adam e Esqueleto, criando frentes paralelas de disputa por controle político, militar e tecnológico dentro do planeta.

Como foi a construção do filme até chegar aos cinemas?

O projeto de Mestres do Universo passou por mais de uma década de desenvolvimento. A primeira tentativa de adaptação começou em 2009, quando os direitos ainda estavam com a Sony Pictures. Ao longo dos anos, o filme mudou de roteiristas, diretores e até de protagonista.

Em 2022, o projeto passou para a Netflix, onde houve nova reformulação de elenco e roteiro. Em 2024, a produção foi transferida para a Amazon MGM Studios, que definiu a versão atual com direção de Travis Knight e consolidou o elenco final.

As filmagens foram realizadas em Londres entre janeiro e junho de 2025, com foco em cenários digitais e sets físicos para representar o planeta Eternia.

Quando o filme chega aos cinemas?

O longa-metragem estreia no dia 4 de junho nos cinemas do Brasil.

Star Wars tropeça nos cinemas? O Mandaloriano e Grogu estreia abaixo do esperado e acende alerta na Lucasfilm

Foto: Divulgação/ Dsiney/ Lucasfilm

A chegada de Star Wars: O Mandaloriano e Grogu aos cinemas tinha uma missão importante para a Disney: provar que a franquia ainda consegue movimentar grandes bilheterias após anos focada em séries do Disney+. O resultado do primeiro fim de semana, porém, criou dúvidas sobre o tamanho atual da marca nos cinemas.

O longa abriu com US$ 82 milhões nos Estados Unidos e acumulou US$ 145 milhões mundialmente nos três primeiros dias. Embora os números sejam altos para padrões normais da indústria, eles ficaram abaixo das projeções feitas por analistas do mercado americano. O desempenho se tornou a menor estreia de um filme Star Wars desde que a Disney comprou a Lucasfilm em 2012. As informações são do Deadline.

Dentro da própria indústria, o valor arrecadado ganhou peso por causa do contexto. O estúdio tratava o filme como o início de uma nova fase cinematográfica para Star Wars depois do encerramento da Saga Skywalker em 2019. A expectativa era repetir o impacto cultural que a franquia teve no retorno aos cinemas com O Despertar da Força, algo que claramente não aconteceu desta vez.

O sucesso no Disney+ não se transformou em público no cinema?

A principal leitura feita por analistas americanos é que a popularidade de The Mandalorian não conseguiu migrar totalmente para as salas de cinema. A série foi importante para o crescimento inicial do Disney+, principalmente durante o lançamento da plataforma, mas isso não significa automaticamente que o público do streaming esteja disposto a pagar ingresso para acompanhar a continuação da história.

Existe uma diferença importante entre audiência doméstica e evento cinematográfico. No streaming, o consumo é fragmentado e contínuo. Nos cinemas, o público precisa enxergar o filme como algo imperdível. Parte dos espectadores simplesmente não teve essa percepção com O Mandaloriano e Grogu.

Quem são os personagens centrais do novo filme?

O longa acompanha novamente Din Djarin, interpretado por Pedro Pascal, em uma nova missão ao lado de Grogu. A produção mantém a estrutura que popularizou a série, misturando aventura espacial, perseguições e relações familiares dentro do universo da franquia.

Grogu continua sendo o principal elemento comercial do projeto. O personagem segue aparecendo com forte combinação de animatrônicos e efeitos digitais, algo que virou uma assinatura visual desde a primeira temporada da série. Para a Disney, o pequeno personagem também representa uma das linhas de produtos mais lucrativas de Star Wars nos últimos anos.

O elenco ainda ganhou reforços importantes. Sigourney Weaver interpreta Ward, uma líder militar ligada à Nova República. Já Jeremy Allen White assume o papel de Rotta the Hutt, filho de Jabba the Hutt.

Foto: Divulgação/ Dsiney/ Lucasfilm

O filme nasceu como continuação da série?

Sim. Inicialmente, a Lucasfilm trabalhava normalmente na quarta temporada de The Mandalorian. Os roteiros chegaram a ser escritos por Jon Favreau e Dave Filoni em 2023.

As greves de roteiristas e atores em Hollywood mudaram completamente o planejamento do estúdio. Com a paralisação das produções, a Disney aproveitou o momento para reavaliar o futuro de Star Wars nos cinemas. A empresa percebeu que precisava lançar um novo longa rapidamente para recolocar a franquia no circuito cinematográfico após anos sem filmes inéditos.

Foi a partir dessa decisão que a quarta temporada acabou transformada em um longa para cinema.

A Disney ainda pretende criar uma nova saga?

Mesmo com a estreia abaixo das expectativas, a estratégia da Disney continua sendo expandir essa fase da franquia.

O CEO da empresa, Bob Iger, já havia indicado anteriormente que O Mandaloriano e Grogu serviria como ponto de partida para novos filmes conectados. Internamente, a Lucasfilm vê Din Djarin e Grogu como os rostos mais reconhecíveis da franquia atualmente.

A questão é que a Disney agora terá que observar o comportamento da bilheteria nas próximas semanas antes de acelerar novos projetos ligados aos personagens. Em blockbusters desse porte, a sustentação após a estreia costuma ser tão importante quanto o primeiro fim de semana.

O desgaste da franquia virou um problema real?

Nos bastidores de Hollywood, existe uma percepção crescente de que Star Wars perdeu parte da urgência cultural que tinha há dez anos. Durante o lançamento da trilogia iniciada em 2015, cada novo filme funcionava como um grande acontecimento global. Hoje, o cenário é diferente.

O aumento da quantidade de séries, derivados e histórias paralelas acabou fragmentando o interesse do público. Em vez de um grande evento raro, Star Wars passou a funcionar como conteúdo contínuo dentro do streaming.

Mortal Kombat 2 sente queda forte nos cinemas, mas sequência ainda deve bater recorde histórico da franquia

O desempenho de Mortal Kombat 2 nas bilheterias internacionais começou a desacelerar de maneira mais intensa do que o esperado pela Warner Bros. Em seu terceiro fim de semana em cartaz, a sequência arrecadou apenas US$ 3 milhões fora dos Estados Unidos, registrando uma queda de 70% em relação ao período anterior. O número evidencia uma perda rápida de público no mercado externo, justamente onde o estúdio esperava encontrar maior sustentação para o longa nas semanas seguintes à estreia.

Mesmo assim, a adaptação baseada na franquia de jogos da NetherRealm continua acumulando resultados relevantes. Até o momento, o filme soma US$ 45,5 milhões em 79 mercados internacionais. Na América do Norte, a produção adiciona outros US$ 72,8 milhões, levando a arrecadação global para US$ 118,3 milhões.

Apesar do ritmo mais lento, a sequência está muito perto de atingir uma marca importante para a história da franquia no cinema. O longa deve ultrapassar nos próximos dias os US$ 122 milhões arrecadados pelo filme original de 1995, tornando-se oficialmente a adaptação cinematográfica de jogo de luta com maior faturamento já registrada.

Por que Mortal Kombat 2 perdeu público tão rapidamente?

A queda brusca nas bilheterias internacionais mostra um comportamento cada vez mais comum entre filmes baseados em videogames: estreias fortes impulsionadas pelo público mais fiel e uma redução acelerada de interesse logo nas semanas seguintes.

No caso de Mortal Kombat 2, boa parte da audiência compareceu aos cinemas logo nos primeiros dias para acompanhar personagens clássicos finalmente ganhando mais espaço na adaptação. O problema é que esse tipo de produção costuma depender bastante do engajamento imediato dos fãs da franquia, o que dificulta uma sustentação prolongada nas salas.

Outro elemento que vem impactando diretamente o desempenho do filme é a disputa por espaço nas salas premium. Nas últimas semanas, o longa passou a enfrentar a forte concorrência de produções bastante aguardadas pelo público, como Michael, cinebiografia de Michael Jackson, e O Diabo Veste Prada 2, sequência do filme estrelado por Meryl Streep e Anne Hathaway.

O que muda em relação ao filme de 2021?

Diferente do primeiro longa, que tinha uma estrutura mais introdutória, Mortal Kombat 2 aposta em uma narrativa maior e mais próxima da identidade clássica dos games. A continuação abandona parte do tom de “origem” da produção anterior para mergulhar diretamente no conflito envolvendo os reinos e a ameaça de Shao Kahn.

A direção de Simon McQuoid amplia a escala visual da franquia, utilizando cenários mais grandiosos, novas arenas de combate e criaturas inspiradas nos jogos. Já o roteiro escrito por Jeremy Slater tenta responder críticas recorrentes feitas ao filme de 2021, especialmente a ausência do torneio tradicional que sempre esteve no centro da franquia nos consoles.

A sequência também aumenta o foco nas cenas de luta. Nos bastidores, a equipe criativa trabalhou para deixar os confrontos mais violentos e mais próximos da estética brutal que ajudou a transformar Mortal Kombat em um fenômeno dos videogames desde os anos 1990.

Quem entra para o elenco da sequência?

O novo capítulo traz de volta vários nomes do filme de 2021. Jessica McNamee (Megatubarão) retorna como Sonya Blade, enquanto Josh Lawson (House of Lies) reassume o papel de Kano. Já Lewis Tan (Deadpool 2) continua interpretando Cole Young.

Também estão de volta Ludi Lin (Aquaman) como Liu Kang, Joe Taslim (Operação Invasão) como Sub-Zero e Hiroyuki Sanada (John Wick 4: Baba Yaga) no papel de Scorpion. Mas a principal novidade do elenco é a chegada de Karl Urban (The Boys) como Johnny Cage.

A continuação ainda adiciona Adeline Rudolph (O Mundo Sombrio de Sabrina) como Kitana e Tati Gabrielle (The Last of Us) no papel de Jade. Já Martyn Ford (Velozes & Furiosos 9) interpreta Shao Kahn, principal ameaça do novo longa.

O que a história promete mostrar?

A trama da sequência acompanha os guerreiros da Terra enfrentando um cenário ainda mais perigoso após os acontecimentos do primeiro filme. Com Shao Kahn avançando sobre os reinos, os protagonistas precisam impedir uma invasão que ameaça diretamente a sobrevivência do planeta.

Os materiais promocionais divulgados até agora deixam claro que a Warner pretende aproximar mais a adaptação da experiência dos games. Isso inclui arenas clássicas, fatalities mais explícitos e confrontos entre personagens muito pedidos pelos jogadores.

A rivalidade entre Scorpion e Sub-Zero continua sendo um dos pilares da narrativa, mas a sequência também abre espaço para novas alianças e disputas internas entre os próprios defensores da Terra.

A chegada de Johnny Cage também altera o tom do grupo principal. O personagem costuma trazer uma energia mais impulsiva e irreverente, algo que pode ajudar a equilibrar o clima mais sombrio da história.

Como foram as gravações do filme?

As filmagens começaram em junho de 2023 no Village Roadshow Studios, localizado em Gold Coast, na Austrália. A produção utilizou estruturas maiores desta vez, principalmente para ampliar os cenários ligados aos diferentes reinos da franquia.

No entanto, o cronograma acabou afetado pela greve da SAG-AFTRA, que interrompeu diversas produções de Hollywood durante 2023. As gravações foram suspensas em julho e retomadas apenas meses depois, quando a paralisação chegou ao fim.

Mesmo com a pausa, a equipe conseguiu concluir as filmagens no início de 2024 sem alterações importantes no elenco principal ou no planejamento da história.

Nos bastidores, produtores já discutem há algum tempo a possibilidade de transformar Mortal Kombat em uma franquia maior nos cinemas, incluindo derivados focados em personagens específicos como Johnny Cage e Sub-Zero.

Dia D revela invasão alienígena em trailer final de Steven Spielberg e transforma o planeta em caos absoluto

Cena do filme "Dia D". Foto: Reprodução/ Internet

A Universal Pictures soltou o trailer final de Dia D, novo filme de ficção científica dirigido por Steven Spielberg, e a ideia aqui é bem direta: a humanidade descobre, do nada, que não está sozinha no universo e isso vira um problema global em questão de minutos.

Nada de descoberta lenta ou investigação científica ao longo do tempo. O filme aposta em um choque imediato, onde a revelação acontece ao mesmo tempo para todo mundo e bagunça completamente a ordem do planeta.

Como tudo começa a sair do controle?

O estopim dessa confusão aparece numa transmissão ao vivo com uma meteorologista em Kansas City, vivida por Emily Blunt. Durante o boletim, algo invisível atinge ela em pleno ar. Em segundos, ela perde a fala normal e começa a emitir sons estranhos, ainda ao vivo na TV.

Essa cena vira o primeiro sinal de que tem algo muito errado acontecendo. A partir daí, o trailer mostra casos parecidos surgindo em vários lugares do mundo. Pessoas começam a agir de forma estranha, como se alguma coisa estivesse influenciando diretamente o comportamento delas.

O mais curioso é que o filme não trata isso como um ataque físico clássico. A sensação é que essa força mexe mais com a mente das pessoas do que com o mundo ao redor.

Quem tenta controlar o caos quando ninguém entende nada?

Enquanto o planeta entra em colapso, o trailer também mostra governos tentando segurar a situação, principalmente controlando informações e tentando evitar pânico geral.

Nesse meio, aparecem personagens interpretados por Colin Firth e Josh O’Connor, que ficam bem no centro dessas decisões mais políticas e estratégicas, tentando lidar com uma crise que simplesmente foge de qualquer manual.

Já a parte da imprensa e de pessoas tentando investigar por conta própria aparece com o núcleo da personagem de Eve Hewson, que ajuda a montar esse quebra-cabeça em meio à confusão geral.

A sensação é de um mundo onde ninguém tem controle total da informação, e isso só piora tudo.

O que exatamente essa “ameaça alienígena” faz?

Em vez de invasão com naves ou batalhas, o filme trabalha com algo bem mais estranho: uma presença invisível que parece interferir na mente humana e até nos sistemas de comunicação.

Isso faz com que TV, rádio e internet deixem de ser confiáveis, porque tudo pode estar sendo afetado por essa força desconhecida. E aí o medo cresce justamente porque ninguém sabe o que é real ou não.

O elenco ainda traz Colman Domingo, Wyatt Russell e Elizabeth Marvel, que aparecem em diferentes pontos da crise, desde decisões militares até reações mais humanas e até religiosas.

Quando chega aos cinemas?

O longa-metragem estreia nos cinemas brasileiros no dia 10 de junho. O filme é dirigido por Steven e tem roteiro assinado por David Koepp.

Por que esse filme está chamando tanta atenção?

O que mais chama atenção em Dia D é justamente essa pegada de caos imediato. Não é sobre lutar contra alienígenas, mas sobre lidar com o impacto psicológico de descobrir que a humanidade não está sozinha.

Tomb Raider King | Anime do manhwa já tem data no Japão e traz viagem no tempo e relíquias cheias de poder

A adaptação em anime de Tomb Raider King já tem data confirmada para chegar à televisão japonesa. A estreia acontece em 8 de julho, com exibição que deve avançar para 9 de julho no horário local. As informações são do Crunchyroll.

A produção adapta o manhwa sul-coreano criado por Sanji Jiksong, que ficou conhecido por misturar ação, aventura e elementos sobrenaturais ligados a tumbas e relíquias antigas.

A história parte de um conceito direto: tumbas misteriosas começam a surgir ao redor do mundo, escondendo artefatos capazes de conceder poderes especiais. Essas relíquias mudam completamente o equilíbrio entre grupos que disputam controle e sobrevivência.

O protagonista Seo Joo-Heon é um saqueador de tumbas que ganha uma segunda chance ao voltar 15 anos no passado. Com essa vantagem, ele decide agir de forma estratégica, tentando localizar e dominar essas tumbas antes que outros grupos tenham acesso aos mesmos poderes.

A narrativa aborda exploração, combate e decisões que alteram o rumo dos acontecimentos, já que o personagem usa o conhecimento do futuro para se antecipar aos rivais.

Como a obra chegou ao anime?

Tomb Raider King começou como web novel e depois ganhou adaptação para webtoon na plataforma KakaoPage, onde foi publicado a partir de 2019. O sucesso levou a série a acumular volumes físicos e publicações internacionais, incluindo lançamento em inglês pela Yen Press sob o selo Ize Press.

Agora, a obra recebe uma adaptação para anime produzida pelo Studio EEK, com estreia prevista para julho de 2026 na Coreia do Sul e no Japão. A direção fica por conta de Seung Wook Woo, com design de personagens de Hyun Joung Lee e trilha sonora de Ju Young Kim.

O que esperar do novo anime?

O anime aposta em uma combinação de aventura global e ação constante, já que o protagonista viaja por diferentes regiões do mundo em busca das tumbas. Cada local apresenta desafios próprios e disputas por relíquias, o que mantém a narrativa em ritmo acelerado.

Além disso, a ideia de retorno ao passado muda completamente a forma como o protagonista interage com os eventos. Ele não está descobrindo o mundo junto com o público, mas sim reorganizando decisões já conhecidas, o que cria um jogo constante de estratégia e antecipação.

Dr. Stone | Senku finalmente chega perto da Lua em novo pôster da reta final do anime

Dr. Stone divulgou uma nova imagem da temporada final e ela já entrega o tamanho do que vem por aí. O pôster mostra Senku usando traje espacial diante da Lua, momento que coloca o personagem cada vez mais perto do encontro com Whyman, figura ligada à petrificação da humanidade desde o começo da série.

A arte também marca uma mudança enorme dentro do anime. A história começou com personagens tentando sobreviver no meio da natureza usando ferramentas improvisadas. Agora, o Reino da Ciência chegou ao ponto de construir tecnologia suficiente para enviar humanos ao espaço.

O que acontece nos próximos episódios?

Os episódios atuais de Dr. Stone entram na parte da missão espacial criada por Senku e sua equipe. No episódio 33, chamado “Eu Quero Tudo”, começa oficialmente a construção do foguete que fará a viagem até a Lua.

O projeto reúne cientistas e engenheiros espalhados pelo planeta inteiro usando a internet recriada pelo Reino da Ciência. O anime mostra como a humanidade voltou a trocar conhecimento em escala global depois de milhares de anos vivendo praticamente do zero.

Além disso, três astronautas já foram escolhidos para participar da missão, incluindo o próprio Senku como cientista responsável pela operação.

Por que a viagem à Lua é tão importante?

Desde os primeiros episódios de Dr. Stone, toda a história gira em torno de uma pergunta: quem transformou os humanos em pedra?

Agora o anime finalmente está chegando perto dessa resposta. A ida à Lua existe justamente porque Whyman estaria ligado diretamente ao fenômeno da petrificação.

Isso transforma a missão espacial no maior objetivo do Reino da Ciência até agora. Não é apenas uma exploração científica. É a tentativa de descobrir o que aconteceu com a civilização humana milhares de anos antes da história principal.

O novo pôster também muda o jeito como Senku aparece

O visual divulgado mostra um Senku muito mais sério do que nas primeiras temporadas. Em vez do personagem cheio de piadas e reações exageradas, a imagem apresenta alguém prestes a entrar na missão mais perigosa da série inteira.

Ao mesmo tempo, a cena conversa diretamente com um detalhe antigo do personagem: o sonho de infância de ir para o espaço. Desde o começo do anime, Senku sempre demonstrou fascínio por ciência, foguetes e exploração espacial, então a chegada à Lua funciona quase como a realização máxima da jornada dele.

Como Dr. Stone saiu da pedra para tecnologia espacial?

Uma das características mais fortes de Dr. Stone é mostrar a evolução da tecnologia passo a passo.

O anime começou com Senku recriando itens básicos como fogo, vidro e remédios. Depois vieram eletricidade, motores, comunicação, veículos e sistemas industriais completos.

Por isso a viagem espacial não parece algo fora da realidade do próprio anime. A série passou anos construindo esse avanço tecnológico dentro da narrativa.

Quando estreia o próximo episódio?

O episódio 34 de Dr. Stone estreia no dia 4 de junho no Japão e mostrará oficialmente o início da missão rumo à Lua.

Anne Hathaway e Ewan McGregor enfrentam o desconhecido em novas imagens de O Fim da Rua

A Entertainment Weekly divulgou novas imagens exclusivas de O Fim da Rua, filme de ficção científica e sobrevivência dirigido por David Robert Mitchell (Under the Silver Lake, Corrente do Mal, Mágicos). O longa-metragem estreia nos cinemas em 13 de agosto. Abaixo, confira as fotos:

As fotos destacam os personagens de Anne Hathaway (Os Miseráveis, Interestelar) e Ewan McGregor (Moulin Rouge!, Doutor Sono), que interpretam Denise e Greg Platt, pais de uma família que precisa enfrentar uma situação sem precedentes após um evento cósmico transformar completamente sua realidade.

A trama acompanha os moradores da Rua Oak depois que toda a vizinhança é misteriosamente removida de seu ambiente suburbano e transportada para um local desconhecido. Sem entender o que aconteceu, a família Platt precisa encontrar formas de sobreviver enquanto tenta se adaptar a um território que segue regras diferentes daquelas que conheciam.

As novas imagens indicam que o relacionamento entre Denise e Greg terá papel importante na narrativa. O material promocional concentra atenção nos personagens e em suas reações diante da crise, sugerindo que as decisões da família serão fundamentais para sua sobrevivência.

Leia também:
Novo filme do diretor de Obsessão reúne Aaron Paul e Bryce Dallas Howard em história de falsos caçadores de fantasmas
Chris Hemsworth troca os super-heróis pela poeira do deserto em novo filme sobre corrida extrema australiana

Além de Hathaway e McGregor, o elenco conta com Maisy Stella (Minha Vida com a Família Walter, Nashville) e Christian Convery (Cocaine Bear, Sweet Tooth) nos papéis dos irmãos Audrey e Brian Platt. Os quatro personagens formam o núcleo central da história e precisarão enfrentar os desafios impostos pelo misterioso fenômeno que altera completamente o mundo ao seu redor.

O longa é escrito, dirigido e coproduzido por David Robert Mitchell, cineasta conhecido por Corrente do Mal e Under the Silver Lake. A produção reúne ainda J. J. Abrams e Hannah Minghella pela Bad Robot, além da participação da Warner Bros. Pictures.

O projeto foi anunciado em 2023 e teve suas filmagens realizadas entre março e junho de 2024, com gravações em Londres e Atlanta. Inicialmente desenvolvido sob o título “Flowervale Street”, o longa passou a se chamar “The End of Oak Street” durante a pós-produção.

notícias em destaque