Cine Record Especial desta sexta (19/06) exibe Jornada da Vida, filme com Omar Sy sobre identidade e reencontro com as origens

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O Cine Record Especial desta sexta-feira, 19 de junho, aposta em uma produção que foge do circuito habitual das grandes franquias de Hollywood. Lançado em 2019, Jornada da Vida acompanha uma história simples à primeira vista, mas que encontra força justamente na relação entre seus personagens e no retrato sincero de um país pouco explorado pelo cinema exibido na televisão brasileira. As informações são do AdoroCinema.

A trama gira em torno de Seydou Tall, um escritor francês de origem senegalesa que retorna ao Senegal para participar de compromissos ligados ao lançamento de seu novo livro. Famoso na França e acostumado aos holofotes, ele encara a viagem como mais uma etapa da agenda profissional. O que não espera é que esse retorno ao país de seus ancestrais o obrigue a revisitar questões que ficaram para trás ao longo da vida.

Essa mudança começa quando ele conhece Yao, um garoto determinado que percorreu mais de 380 quilômetros sozinho para conseguir um autógrafo. O encontro poderia terminar em poucos minutos, como acontece com tantos admiradores e celebridades. No entanto, a insistência e a sinceridade do menino despertam a curiosidade de Seydou. Quando descobre que Yao precisa voltar para sua aldeia natal, Kanel, o escritor decide acompanhá-lo.

A partir desse momento, o filme deixa de ser apenas a história de um escritor em visita ao Senegal e passa a acompanhar duas pessoas de gerações completamente diferentes dividindo a mesma estrada. Durante o trajeto, Seydou conhece comunidades, tradições e costumes que fazem parte de sua herança cultural, mas dos quais esteve distante durante boa parte da vida.

O roteiro utiliza essa convivência para discutir temas que vão além da amizade entre os protagonistas. A narrativa aborda o sentimento de pertencimento vivido por muitas pessoas que cresceram entre culturas diferentes, especialmente filhos e netos de imigrantes que mantêm laços afetivos com o país de origem da família, mesmo sem conhecê-lo profundamente.

No papel principal está Omar Sy, ator que ganhou projeção internacional após o sucesso de Intocáveis e posteriormente ampliou sua carreira com produções como Jurassic World, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido e a série Lupin. Em Jornada da Vida, ele se afasta dos personagens de ação e assume uma interpretação mais contida, baseada nos conflitos internos e nas descobertas pessoais de Seydou.

Lionel Basse, responsável por interpretar Yao, funciona como o contraponto perfeito ao protagonista. O garoto enxerga o mundo com entusiasmo e curiosidade, características que acabam influenciando o olhar de Seydou sobre o próprio país. A relação construída entre os dois evolui de forma natural, sem atalhos ou situações artificiais, permitindo que o público acompanhe a confiança surgindo aos poucos.

O elenco também reúne nomes importantes da cultura africana. Fatoumata Diawara, conhecida internacionalmente por sua carreira musical, interpreta Gloria, personagem que cruza o caminho da dupla durante a viagem. Já Germaine Acogny, considerada uma das maiores referências da dança contemporânea africana, aparece como Tanam, figura ligada às tradições e à espiritualidade local.

Um dos aspectos mais interessantes do longa está na forma como o Senegal é apresentado. O país não aparece apenas como pano de fundo para a história. As estradas, vilarejos, mercados e paisagens fazem parte da narrativa e ajudam o espectador a compreender melhor a realidade dos personagens. Para boa parte do público brasileiro, trata-se também de uma oportunidade de conhecer cenários raramente vistos nas produções que chegam ao circuito comercial.

Dirigido por Philippe Godeau, o filme mantém um ritmo tranquilo e concentra sua atenção nas relações humanas. Não há grandes reviravoltas ou acontecimentos espetaculares. O interesse da narrativa está nos encontros pelo caminho, nas conversas entre os personagens e nas pequenas mudanças que acontecem à medida que a viagem avança.

Nos cinemas franceses, Jornada da Vida não repetiu o sucesso de outras produções estreladas por Omar Sy. Mesmo após uma forte campanha de divulgação, o longa encerrou sua trajetória comercial com pouco mais de 400 mil ingressos vendidos. Ainda assim, encontrou espaço junto ao público por meio das exibições na televisão e das plataformas digitais, onde passou a ser descoberto por espectadores interessados em histórias mais intimistas.

Resumo da novela Roque Santeiro de sábado, 03/05 (Viva)

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Abaixo, confira o resumo da novela Roque Santeiro do capítulo 166 – sábado, 03 de maio de 2025

A violência dá o tom desse capítulo tenso e doloroso. Matilde, cansada das chantagens e da manipulação de Ronaldo, finalmente toma uma atitude firme e diz um sonoro “não” quando ele aparece mais uma vez pedindo dinheiro. Mas a coragem dela acaba desencadeando o pior: transtornado e sem controle, Ronaldo parte pra cima e agride Matilde covardemente.

O momento é brutal e revoltante. Vizinhos ouvem os gritos e acionam a polícia, que chega a tempo de flagrar Ronaldo em plena agressão. Ele é preso na hora, algemado diante de todos, sem conseguir escapar da consequência de seus atos. Matilde, machucada física e emocionalmente, é amparada, mas o trauma da violência deixa marcas profundas.

Enquanto isso, em outro canto da cidade, o coração do Padre Albano vive um conflito daqueles. Cada vez mais envolvido por Tânia e os sentimentos que crescem dentro dele, o padre se vê dividido entre sua vocação religiosa e o desejo que insiste em falar mais alto. Sem saber o que fazer, ele se refugia na fé: reza, quase desesperado, pedindo forças para esquecer Tânia e manter-se fiel aos seus votos. Mas no fundo, ele sabe — não vai ser fácil abrir mão desse amor proibido.

Saiba qual filme vai passar no Supercine 19/08/2023

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Foto: Reprodução/ Internet

No Supercine deste sábado, 19/08/2023, a TV Globo apresenta o filme americano O Solteirão. Lançado em 2010 e dirigido por Noah Baumbach, o filme apresenta um elenco estelar, incluindo Ben Stiller, Greta Gerwig e Rhys Ifans, com distribuição pela renomada Focus Features.

A trama gira em torno de Roger Greenberg, um solteirão que decide, aos 40 anos, tirar um tempo para si e afastar-se do mundo formal do trabalho. Nessa busca por um intervalo em sua vida, ele aceita a responsabilidade de voltar à sua cidade natal para cuidar da casa de seu irmão, Philip, que está se mudando temporariamente para Los Angeles.

Uma vez em sua cidade natal, Roger se esforça para reconectar-se com velhas amizades, mas logo se depara com as mudanças significativas que o tempo trouxe para as pessoas que costumava conhecer. Sentindo-se deslocado e desorientado em sua jornada, ele cruza o caminho de Florence, a assistente de seu irmão e aspirante a cantora. Surpreendentemente, ela também está enfrentando uma situação similar.

Com um enredo envolvente que explora a busca por conexões genuínas em um mundo em constante mudança, “O Solteirão” nos leva a refletir sobre as reviravoltas da vida e a importância das amizades verdadeiras.

Curiosidades do filme

Colaboração Conjugal: O roteiro do filme foi uma colaboração entre Noah Baumbach e Jennifer Jason Leigh. Curiosamente, o diretor Noah Baumbach e Jennifer Jason Leigh eram casados na época, embora tenham se separado após a conclusão do filme.

Ben Stiller no Centro das Atenções: O papel central de Roger Greenberg, o solteirão que dá nome ao filme, foi desempenhado por Ben Stiller. Este filme marcou um desvio das comédias mais leves pelas quais Stiller era conhecido.

Ascensão de Greta Gerwig: “O Solteirão” foi um dos primeiros filmes a destacar a talentosa atriz Greta Gerwig, que interpretou o papel de Florence. Gerwig desde então se tornou uma figura proeminente em filmes independentes e também ganhou reconhecimento como diretora de filmes aclamados.

Locações Autênticas: Parte do filme foi filmada em locações reais em Los Angeles, conferindo uma autenticidade visual à narrativa.

Trilha Sonora que Complementa: A trilha sonora do filme conta com uma seleção diversificada de músicas, incluindo faixas da banda francesa Hot Club de Paris.

Retorno de Rhys Ifans: Rhys Ifans, intérprete do personagem Ivan Schrank no filme, já havia colaborado com o diretor Noah Baumbach em um projeto anterior, “A Lula e a Baleia” (2005).

Exploração das Relações Humanas: “O Solteirão” é notável por sua exploração profunda e sincera das complexidades das relações humanas, abordando questões da vida adulta, amadurecimento, solidão e amizade.

Tom Realista e Impactante: O filme se destaca por sua abordagem realista e impactante dos temas, proporcionando aos espectadores uma visão autêntica das emoções e desafios dos personagens.

Que horas vai passar a Supercine?

Sintonize no Supercine a partir das 00h15, logo após o programa Altas Horas, na TV Globo, e permita-se envolver por essa história envolvente que promete uma noite de diversão cinematográfica de qualidade.

Japan House São Paulo leva exposição sobre artes marciais japonesas ao Paraguai pela primeira vez

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A Japan House São Paulo (JHSP) expandiu sua programação cultural pela América Latina com a chegada da exposição “DŌ: a caminho da virtude” ao Paraguai. A mostra está em cartaz até 1º de setembro no Centro Paraguayo Japonés (CPJ), em Assunção, marcando a primeira atividade realizada pela instituição no país.

A exposição faz parte das celebrações pelos 90 anos da imigração japonesa no Paraguai e é realizada em parceria com a Embaixada do Japão no Paraguai. A iniciativa integra o programa de itinerância da Japan House São Paulo, criado em 2021 para levar conteúdos relacionados à cultura japonesa a diferentes públicos no Brasil e em outros países da América Latina.

Em vez de apresentar as artes marciais japonesas apenas como práticas esportivas, a mostra explora os valores e conceitos que fazem parte dessas tradições. O público encontra fotografias, vídeos, instalações e materiais educativos que apresentam a relação entre disciplina, técnica e desenvolvimento pessoal presente em modalidades como judô, karatê, kyudō, kendō e aikidō.

O título da mostra faz referência ao termo japonês dō, que significa “caminho”. Dentro das artes marciais, a palavra representa um processo contínuo de aprendizado e aperfeiçoamento, em que o treinamento envolve não apenas o domínio dos movimentos, mas também aspectos ligados à concentração, equilíbrio e comportamento.

A exposição apresenta esse conceito a partir do budō, tradição que reúne diferentes práticas marciais japonesas e que busca a integração entre mente, corpo e técnica. O percurso montado no Centro Paraguayo Japonés permite que visitantes conheçam como esses princípios foram desenvolvidos ao longo da história e permanecem presentes nas artes marciais praticadas atualmente.

Desde o início do programa de itinerância, em 2021, “DŌ: a caminho da virtude” já passou por cidades como São Paulo, Buenos Aires, Cidade do México, Lima e Brasília. A circulação da mostra faz parte da estratégia da Japan House São Paulo de levar projetos criados no Brasil para novos públicos da região.

“Para nós, como instituição que divulga a cultura japonesa na América Latina, é uma honra estreitar laços com o público paraguaio. Graças a essa colaboração com a Embaixada do Japão no Paraguai, temos a oportunidade de aprofundar o tema das artes marciais neste país, assim como já fizemos na Argentina, no México e no Peru”, afirma Carlos Roza, presidente da Japan House São Paulo.

Segundo o executivo, a chegada ao Paraguai acontece em um período importante para a instituição, que se aproxima de uma década de atuação e participa de uma programação relacionada à história da imigração japonesa no continente.

Não Existe Acaso no Inferno | Romance policial estreia com trama sobre crime e desigualdade

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Um crime brutal rompe a tranquilidade de uma cidade do interior e desencadeia uma investigação que revela muito mais do que um simples caso policial. Esse é o ponto de partida de Não Existe Acaso no Inferno, obra escrita por Vinícius Ferreira, que aposta em uma narrativa densa para discutir desigualdade social, corrupção e a indiferença coletiva diante da violência.

Ambientado em Cataguases, em Minas Gerais, o romance mergulha em uma realidade que contrasta com a aparência pacata da cidade. O cotidiano aparentemente previsível dos moradores é interrompido quando três crianças são encontradas mortas em um galpão abandonado, localizado em uma área nobre. O detalhe mais inquietante não está apenas no crime em si, mas na forma como ele foi executado, levantando questionamentos que desafiam a lógica da investigação.

As vítimas são encontradas vestindo uniformes escolares e maquiadas, sem sinais evidentes de violência física. Em suas gargantas, um elemento incomum chama atenção: anéis metálicos com inscrições em latim. O cenário do crime, registrado como uma antiga igreja, aprofunda ainda mais o mistério.

A investigação fica sob responsabilidade do experiente Bartolomeu Franco e de seu parceiro conhecido como Cenoura. À medida que avançam no caso, os dois percebem que estão lidando com algo muito maior do que um assassinato isolado. As pistas apontam para a atuação de um fanático religioso, obcecado por um suposto “décimo primeiro mandamento”, e para uma rede de interesses que ultrapassa os limites da lei.

Conforme a apuração evolui, a narrativa conduz o leitor por um labirinto de corrupção e omissões. A obra evidencia como estruturas de poder podem operar de forma silenciosa, protegidas pela indiferença de uma sociedade que prefere não enxergar o que acontece ao seu redor.

O contraste entre a brutalidade do crime e o cenário onde ele ocorre é um dos elementos mais impactantes do livro. Em bairros de alto padrão, onde a rotina segue aparentemente intacta, a dor alheia é frequentemente ignorada. Essa escolha narrativa reforça o tom crítico da obra, que questiona a desigualdade social e a forma como ela influencia a percepção da violência.

Inspirado por elementos clássicos do gênero noir, o romance constrói uma atmosfera sombria e carregada de tensão moral. No entanto, ao invés de replicar fórmulas tradicionais, a obra utiliza esse estilo para retratar um Brasil contemporâneo, marcado por contradições profundas.

A narrativa não se limita à investigação policial. Ela se expande para explorar os dilemas internos dos personagens, especialmente os de Bartolomeu Franco. O investigador carrega conflitos pessoais que interferem diretamente em sua forma de enxergar o caso e o mundo ao seu redor.

Personagens marcados por escolhas e culpa

Bartolomeu é apresentado como um homem dividido entre o dever profissional e questões familiares mal resolvidas. A relação com o pai, que sofre de demência e foi colocado em um asilo, é um dos pontos mais sensíveis de sua trajetória. A culpa por decisões do passado e o desejo de reconciliação criam um retrato humano e complexo do personagem.

Essa construção reforça um dos pilares da obra: a ambiguidade moral. Em “Não Existe Acaso no Inferno”, não há respostas fáceis ou personagens totalmente definidos como heróis ou vilões. Cada escolha carrega consequências, e o leitor é constantemente provocado a refletir sobre seus próprios limites éticos.

Ao longo da narrativa, o livro levanta questionamentos que vão além da investigação central. O conceito de verdade é constantemente colocado em xeque, especialmente diante de um sistema em que interesses financeiros e manipulação de informações influenciam decisões.

Em um dos trechos da obra, fica evidente a crítica à falta de compromisso com a verdade, sobretudo em contextos onde o poder econômico se sobrepõe à ética. Esse tipo de abordagem amplia o alcance da história, transformando o romance em um retrato crítico da sociedade.

Origem da história e inspiração do autor

Segundo Vinícius Ferreira, a ideia para o livro surgiu a partir de um relato ouvido ainda na infância. A história envolvia a descoberta de um cadáver escondido dentro da estrutura de uma casa antiga durante uma demolição. O caso, nunca solucionado, despertou no autor uma inquietação que permaneceu ao longo dos anos.

Essa memória serviu como base para a construção do enredo, especialmente na reflexão sobre o anonimato das vítimas e o esquecimento de histórias que nunca chegam a ser completamente esclarecidas. A partir disso, o autor desenvolve uma narrativa que questiona quantas verdades podem estar ocultas sob versões aparentemente convincentes.

Resumo de A Infância de Romeu e Julieta 18/05/2023 quinta-feira

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Logotipo da novela A Infância de Romeu e Julieta. Foto: Divulgação/ SBT

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 18/05/2023, quinta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

No capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta, Durante uma animada conversa entre amigos, Juli expressa sua preocupação com os cartazes que foram colocados no Monter Mercado, temendo que eles possam piorar a rivalidade já existente entre as famílias do bairro. Mari se une ao grupo e questiona Vera sobre sua implicância com as crianças, buscando entender sua postura. Vera, por sua vez, apresenta um orçamento detalhado para a limpeza e organização da empresa, tentando justificar suas preocupações. Enquanto isso, Dimitri, um personagem ardiloso, arma uma emboscada para Nath e Ellen. Ele consegue colocar adesivos do Peldazera, um grupo rival, no local onde as meninas costumam brincar, intensificando ainda mais a tensão entre as gangues. Diante desse cenário, Téo, Lívia e Patrick sugerem uma limpeza geral no comércio, buscando promover uma atmosfera mais agradável e unificadora. No entanto, Vera sugere que eles não apenas limpem o local, mas também modifiquem os cartazes existentes com mensagens positivas, seguindo suas orientações. Enquanto a comunidade trabalha para resolver os problemas, Vitor, um novo personagem, visita o Monter Mercado e conhece Pórcia, uma jovem encantadora que desperta seu interesse instantaneamente. Nath e Ellen são ajudadas por Ian, um amigo solidário, enquanto Patrick, Lívia e Téo se dedicam a modificar os cartazes, agora com mensagens de apoio ao Mercado. No entanto, Alex, um integrante da gangue rival, encontra o trio arrumando a confusão que eles mesmos causaram e provoca seus rivais, alimentando ainda mais a rivalidade entre eles. Enquanto isso, Fausto compartilha seus planos de investimento no teatro com Glaucia, sua esposa, deixando-a impaciente e preocupada com as finanças da família.

Resumo semanal A Infância de Romeu e Julieta 15/05/2023 a 19/05/2023

Ainda em A Infância de Romeu e Julieta, Dimitri informa à gangue Pedalzera que ele completou um desafio, ganhando assim a confiança dos membros. Eles decidem permitir que ele se junte oficialmente ao grupo, dando-lhe o apelido de “Rodinha”. Enquanto Juli e seus amigos refletem sobre suas ações e reconhecem que só pioraram o conflito entre as famílias, Juli expressa sua discordância com a briga, ressaltando que não foi apenas o bairro que se dividiu, mas as pessoas também. Mais tarde, Julieta fica feliz ao ver que Romeu aceitou sua solicitação de amizade nas redes sociais e o convida para um encontro no jardim da fonte. No entanto, Romeu enfrenta dificuldades para sair de casa devido a suas próprias questões pessoais. Com a ajuda da gangue Pedalzera, ele finalmente consegue chegar ao local combinado, mas descobre que Julieta já havia partido chateada pela sua demora. Enquanto isso, Bassânio, um homem que vive em uma barraca no mesmo jardim, se aproxima de Julieta e eles acabam se tornando grandes amigos. Bassânio tenta aconselhá-la sobre a espera por Romeu e oferece um ombro amigo em meio às suas frustrações. Enquanto as histórias se desenrolam, Patrick busca dicas com Téo e Lívia sobre como conquistar o coração de Julieta, revelando seu interesse pela garota. Por fim, Romeu chega à fonte, mas para sua surpresa, encontra apenas Bassânio, que lhe explica que Julieta já havia partido chateada pela demora. Desapontado, Romeu percebe que precisa correr atrás de Julieta e fazer tudo ao seu alcance para consertar a situação e reconquistar seu coração.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Earthion no modo espera: versão para consoles é adiada para setembro, mas ainda vem aí em 16-bits gloriosos

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Foto: Reprodução/ Internet

Se você é fã de shmups retrô, com aquela vibe deliciosa de 16-bits e trilha sonora que bate forte na nostalgia, já deve estar de olho em Earthion — o novo shooter espacial da Ancient Corp. (sim, do lendário Yuzo Koshiro!) que promete reviver os tempos de ouro dos fliperamas diretamente no seu console ou PC.

Mas calma aí, piloto interestelar: tem novidade no radar.

A Limited Run Games e a Ancient Corp. anunciaram nesta sexta-feira que a versão digital de Earthion para consoles (Nintendo Switch, PS4, PS5, Xbox Series S|X) foi oficialmente adiada para setembro. A data exata ainda está em segredo, mas já sabemos: vai demorar um pouquinho mais pra gente sair metralhando alienígenas do sofá de casa.

🎮 E no PC, tá tudo certo?

Tá sim! A versão para Steam continua confirmadíssima para o dia 31 de julho, então os jogadores de PC ainda poderão se aventurar pelas galáxias pixeladas sem interrupções. Quem não tiver paciência pra esperar os consoles, já sabe pra onde correr.

🛸 Mas por que o atraso?

Segundo as desenvolvedoras, o adiamento é necessário pra dar aquele polimento final. Afinal, Earthion não é só mais um joguinho retrô — ele é uma carta de amor aos clássicos, e os estúdios querem garantir que o jogo seja entregue do jeitinho certo em todas as plataformas. Em outras palavras: melhor esperar um pouco do que receber com bug.

A LRG e a Ancient Corp. aproveitaram pra agradecer a galera que tá na ansiedade (sim, a gente) e pediram compreensão. E vamos ser sinceros: com o pedigree que esse jogo carrega, a gente aguenta mais um pouquinho, né?

📦 O que esperar de Earthion?

  • Gráficos em 16-bit com aquele charme retrô que aquece o coração
  • Ação frenética de shooter side-scroll
  • Trilha sonora assinada pelo mestre Yuzo Koshiro (o cara por trás de Streets of Rage)
  • Um design old-school, mas com refinamento moderno

Ou seja: tudo o que a gente queria num retorno às raízes do gênero — só que agora com suporte widescreen e save automático.

📅 Recapitulando:

🖥 Versão PC (Steam): chega dia 31 de julho de 2025
🎮 Versões para consoles: adiadas para setembro (data exata a definir)

No Alvo estreia nesta segunda (14) com Pablo Marçal encarando perguntas polêmicas e sem cortes

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O SBT dá início a uma nova fase de sua programação noturna com a estreia de “No Alvo”, programa inédito que promete colocar personalidades controversas diante de perguntas incisivas — e sem a proteção dos tradicionais filtros midiáticos. A atração estreia nesta segunda-feira, 14 de julho, às 23h15, logo após o Programa do Ratinho, com um nome que já movimenta as redes sociais: Pablo Marçal, coach, empresário e ex-candidato à Prefeitura de São Paulo.

Conhecido por seus discursos inflamados, vídeos motivacionais virais e passagens polêmicas pela política brasileira, Marçal será o primeiro convidado a ocupar o centro do “alvo”. O programa propõe um formato direto, onde as perguntas não poupam zonas de conforto, explorando pontos sensíveis da trajetória do entrevistado.

Um formato de tensão e transparência

Sem cenário grandioso ou mediações brandas, “No Alvo” aposta em um modelo de entrevista enxuto e de alta tensão dramática, em que o foco recai totalmente sobre o convidado. A proposta é revelar versões não editadas de figuras públicas que, frequentemente, controlam sua imagem por meio de redes sociais ou estratégias de marketing pessoal.

No episódio de estreia, a pauta inclui desde os bastidores da carreira política de Marçal — que chegou a ser cotado para o segundo turno na disputa pela prefeitura de São Paulo — até sua recente inelegibilidade determinada pela Justiça Eleitoral. O programa também deve abordar o universo do coaching, do qual o convidado se tornou um dos rostos mais conhecidos no Brasil, bem como as críticas à forma como explora temas como empreendedorismo, meritocracia e fé.

Um novo caminho para o jornalismo opinativo na TV aberta

Ao lançar “No Alvo”, o SBT busca ocupar um espaço ainda pouco explorado na TV aberta: o de entrevistas contundentes com figuras que geram engajamento e polêmica. A atração não tem apresentador fixo com rosto em destaque, reforçando o protagonismo do convidado e a força do conteúdo.

Fontes internas da emissora indicam que novos nomes com forte presença pública e envolvimento em controvérsias já estão sendo sondados para os próximos episódios. A ideia é manter a surpresa e a imprevisibilidade como parte da identidade do programa.

Pablo Marçal: da internet ao horário nobre

A presença de Pablo Marçal como primeiro convidado não é por acaso. Envolvido em polêmicas políticas, processos judiciais e idolatrado por uma legião de seguidores que o veem como um “guru da liberdade financeira e do despertar espiritual”, Marçal representa o perfil exato que o programa pretende tensionar: o personagem público multifacetado, controverso e com influência real sobre grandes audiências.

Companhia Certa desta quarta (16): Alberto Bial fala sobre o futuro do esporte, etarismo e laços familiares em entrevista a Ronnie Von

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Foto: Reprodução/ Internet

Na madrugada desta quarta-feira (16), o programa Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, recebe um convidado que representa mais do que uma trajetória vencedora nas quadras: Alberto Bial, ex-jogador, técnico e referência no basquete nacional, compartilha suas reflexões sobre o futuro do esporte no Brasil, os desafios da longevidade profissional e a relação afetuosa com o irmão, o jornalista Pedro Bial.

Com 73 anos e mais de quatro décadas dedicadas ao esporte, Alberto segue ativo como coordenador técnico do Fortaleza Basquete Cearense, mas não esconde a inquietação com os rumos do cenário esportivo brasileiro. Durante a conversa, ele levanta um alerta importante: a dependência crescente de políticas públicas para manter projetos em andamento. “Com o passar do tempo, as leis de incentivo se tornaram a única ‘mola mestra’ do esporte. […] As leis estaduais funcionam, mas elas têm que alcançar a todos”, observa, num apelo para que a estrutura esportiva nacional seja mais ampla, inclusiva e sustentável.

Além do compromisso com o esporte, Bial traz ao centro do debate uma questão ainda pouco discutida nos bastidores do alto rendimento: o etarismo. Ele revela como o envelhecimento passou a impactar diretamente sua presença no mercado. “Estou muito bem no Fortaleza […] Mas tem uma coisa que luto muito: o etarismo. Aos 73 anos, com os cabelos brancos, os convites para comandar equipes de alto rendimento diminuem drasticamente. É uma discriminação por conta da idade”, desabafa, com serenidade, mas sem deixar de transmitir a frustração de quem ainda tem muito a oferecer — e nem sempre é enxergado por isso.

Alberto Bial não apenas abriu portas no basquete brasileiro; ele formou gerações, construiu legados e segue atuando como um elo entre o passado e o futuro do esporte. E sua história também carrega um traço curioso e afetivo: o parentesco com Pedro Bial, um dos jornalistas e apresentadores mais conhecidos do país. O técnico relembra com bom humor as vezes em que foi confundido com o irmão mais novo. “Onde chego, o pessoal fala: ‘É o Pedro se escondendo, fingindo que não é ele’ ou ‘tá brincando comigo’. Já me passei por Pedro muitas vezes”, conta, aos risos. A semelhança física, segundo ele, só aumentou com o tempo.

Mas, mais do que confusões engraçadas, a relação entre os dois irmãos é marcada por respeito e admiração mútua. “Sempre inteligente com as questões que ele coloca, fico muito orgulhoso, é meu melhor amigo”, diz Alberto, emocionando o apresentador e quem acompanha a entrevista.

No estúdio, entre lembranças, críticas construtivas e momentos de ternura, Alberto Bial demonstra que sua história vai além das quadras. É a história de um homem que nunca parou de acreditar no poder transformador do esporte, que enfrenta as barreiras impostas pela idade com coragem e dignidade, e que carrega nas palavras e no olhar uma paixão genuína pela vida.

Crítica – “A Noiva” aposta no caos criativo e revela a força autoral de Maggie

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Eu sempre me sinto atraído por filmes que abraçam o caos — obras que parecem estar constantemente à beira de explodir. Há algo fascinante quando um diretor ou diretora ainda em início de carreira decide apostar em uma proposta ambiciosa. Esse tipo de escolha costuma revelar uma disposição rara: a de experimentar sem medo, mesmo correndo riscos.

Em “A Noiva”, Maggie conduz o filme com um espírito quase anárquico. Sua direção imprime uma energia descontrolada e provocativa que, embora pudesse ser sustentada com maior consistência ao longo de toda a narrativa, surge em momentos marcantes — barulhentos, intensos e deliberadamente excessivos. Quando essa abordagem aparece, ela domina a tela com força.

No campo das atuações, Christian entrega uma performance completamente excêntrica. Seu personagem é estranho, deslocado, quase caricatural — e funciona exatamente por isso. O ator parece cada vez menos interessado em interpretar figuras “normais”, e essa escolha artística acaba se tornando uma de suas maiores qualidades. Há algo de magnético em sua estranheza, que combina perfeitamente com o tom peculiar do filme.

Jessie, por sua vez, oferece uma atuação poderosa e intensa. É daquelas interpretações que alguns espectadores podem considerar “exageradas”, tamanha a carga emocional e dramática presente em cada cena. No entanto, dentro da proposta estética e narrativa de “A Noiva”, essa intensidade encontra seu lugar. A própria encenação abraça esse registro mais exagerado, o que legitima e sustenta a performance da atriz. Ainda assim, em determinados momentos ao lado de Christian, fica a impressão de que Jessie poderia ter ido ainda mais longe na intensidade dramática.

Narrativamente, o filme começa com grande fôlego. Sua primeira hora é marcada por um ritmo pulsante e energético, que mantém o espectador constantemente envolvido. Entretanto, na parte intermediária — cerca de meia hora — o ritmo desacelera e a narrativa parece perder parte de sua força. Nesse momento, o filme passa a dar a sensação de estar apenas caminhando em direção ao desfecho, em vez de construir eventos realmente envolventes.

Felizmente, o final consegue recuperar boa parte da potência emocional da história. Os elementos narrativos encontram seu espaço e funcionam de forma satisfatória, demonstrando que, mesmo em meio ao excesso de ideias e à estética caótica, o roteiro nunca perde totalmente o foco na relação central entre os protagonistas. Vale destacar que a própria Maggie assina o roteiro, o que reforça sua identidade autoral e serve como um promissor cartão de visitas para sua carreira.

No fim das contas, “A Noiva” pode não ser um filme perfeitamente equilibrado em todos os aspectos. Ainda assim, sua personalidade marcante, sua coragem estética e sua energia criativa tornam a experiência cinematográfica difícil de ignorar. Maggie talvez ainda esteja no início de sua trajetória como diretora, mas já demonstra possuir uma voz própria — alguém disposto a arriscar, exagerar e experimentar sem medo de ultrapassar limites.