Um manuscrito perdido de Dante vira alvo de máfia no trailer de Nas Mãos de Dante, novo drama da Netflix que mistura Vaticano e literatura clássica

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O trailer de Nas Mãos de Dante, novo drama dirigido por Julian Schnabel, coloca em circulação uma narrativa que conecta um manuscrito associado à Divina Comédia, de Dante Alighieri, a uma disputa que atravessa instituições religiosas, círculos acadêmicos e o crime organizado em Nova York. O filme adapta o livro de Nick Tosches e estrutura sua história a partir do reaparecimento desse documento na Biblioteca do Vaticano, ponto que desencadeia uma cadeia de interesse em torno de sua autenticidade e valor.

Oscar Isaac interpreta duas figuras centrais, Dante Alighieri nas sequências ambientadas na Itália medieval e Nick Tosches na linha narrativa contemporânea. Essa duplicidade funciona como eixo de ligação entre o processo de criação literária e a investigação moderna sobre a origem do manuscrito. O elenco reúne ainda Gal Gadot como Giulietta e Gemma Donati, Gerard Butler como Louie e Papa Bonifácio, John Malkovich como Joe Black, Jason Momoa como Rosario, Al Pacino como Tio Carmine e Martin Scorsese como Isaiah, mentor de Dante, além de Louis Cancelmi e Sabrina Impacciatore em funções ligadas ao desenvolvimento da trama.

A narrativa se organiza em duas linhas temporais que se complementam por meio do manuscrito. No passado, o filme acompanha Dante em seu processo intelectual e na construção de uma obra que se tornaria referência central da literatura ocidental. No presente, Nick Tosches se envolve em uma investigação que começa após o documento reaparecer no Vaticano e entrar em circulação fora dos canais oficiais. O roteiro conecta essas duas camadas por meio de paralelos entre texto, interpretação e disputa por posse.

No núcleo contemporâneo, o manuscrito passa a ser disputado por uma organização criminosa liderada por Joe Black, personagem de John Malkovich. Ele enxerga o documento como um ativo de alto valor e envia Louie e Lefty em uma missão ao Vaticano para verificar sua autenticidade e viabilizar sua retirada do ambiente institucional. Esse movimento insere bibliotecas, arquivos religiosos e estruturas acadêmicas dentro de uma rede de interesse que ultrapassa o campo histórico e passa a operar como mercado paralelo de artefatos culturais.

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O material divulgado no trailer também evidencia a divisão visual entre os períodos. As sequências ambientadas na Itália aparecem em cores, enquanto o presente é apresentado em preto e branco. Essa escolha organiza a leitura da história e facilita a identificação das duas linhas narrativas sem depender de explicações adicionais. O resultado é uma construção que alterna investigação contemporânea e reconstrução histórica de forma contínua.

O lançamento do filme já está definido em duas etapas. Nas Mãos de Dante será lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 12 de junho de 2026 e, em seguida, chegará ao catálogo da Netflix em 24 de junho de 2026. A estratégia combina exibição tradicional e distribuição por streaming em um intervalo curto, ampliando o alcance da produção logo após sua passagem pelas salas de cinema.

Com orçamento estimado em 25 milhões de dólares, o longa teve sua primeira exibição mundial no 82º Festival Internacional de Cinema de Veneza, em setembro de 2025, fora da competição oficial. A trajetória até o lançamento comercial indica um projeto que circula entre o circuito de festivais e o público geral, mantendo a discussão sobre o valor cultural de obras literárias em diferentes contextos.

Supercine exibe O Homem de Toronto neste sábado (30) e reúne Kevin Hart e Woody Harrelson em comédia cheia de confusão

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O Supercine deste sábado, 30 de maio, traz O Homem de Toronto, longa-metragem de ação e comédia lançado em 2022 e estrelado por Kevin Hart e Woody Harrelson. O filme será uma opção para quem procura uma história leve, com perseguições, confrontos e situações cômicas construídas a partir de uma grande confusão de identidade.

Segundo a sinopse do AdoroCinema, a trama acompanha Teddy, um empresário de Nova York que tenta encontrar uma forma de fazer seus negócios darem certo. Durante uma viagem, ele acaba chegando ao endereço errado de uma casa alugada por temporada. O erro faz com que criminosos o confundam com o temido “Homem de Toronto”, um assassino conhecido por sua reputação no mundo do crime.

Sem entender o que está acontecendo, Teddy passa a ser tratado como um perigoso profissional contratado para realizar interrogatórios e missões de alto risco. A situação se complica ainda mais quando o verdadeiro Homem de Toronto surge e percebe que existe alguém ocupando o seu lugar.

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O principal elemento da história é justamente o contraste entre os dois personagens centrais. Teddy é um homem comum, inseguro e sem qualquer experiência em combate. Já Randy, conhecido como Homem de Toronto, é um assassino treinado, acostumado a lidar com operações perigosas. A convivência forçada entre eles gera boa parte dos momentos de humor do filme.

Kevin Hart interpreta Teddy e utiliza características que já marcaram outros trabalhos de sua carreira, como a capacidade de transformar situações simples em momentos de humor. O ator também esteve em produções como Jumanji: Bem-Vindo à Selva, Jumanji: Próxima Fase e Central de Inteligência.

Woody Harrelson assume o papel do assassino profissional. Ao longo de sua trajetória em Hollywood, o ator participou de filmes como Zumbilândia, Três Anúncios para um Crime e da franquia Jogos Vorazes. Em O Homem de Toronto, ele entrega um personagem mais contido, servindo como contraponto ao estilo expansivo de Hart.

O elenco ainda conta com Kaley Cuoco no papel de Maggie, esposa de Teddy. A atriz ficou mundialmente conhecida por interpretar Penny na série The Big Bang Theory. Também participam da produção Ellen Barkin, Jasmine Matthews, Kate Drummond e Pierson Fodé.

Dirigido por Patrick Hughes, o filme segue uma fórmula bastante conhecida pelo público: dois personagens completamente diferentes são obrigados a trabalhar juntos para escapar de uma série de ameaças. Ao longo da história, a dupla enfrenta criminosos, agentes federais e outros assassinos contratados que tentam resolver a confusão criada pela troca de identidades.

Um detalhe interessante sobre a produção envolve seu lançamento. Inicialmente, O Homem de Toronto chegaria aos cinemas pela Sony Pictures. Posteriormente, os direitos de distribuição foram adquiridos pela Netflix, que lançou o filme mundialmente em junho de 2022. A mudança ampliou o alcance da obra e fez com que ela chegasse rapidamente ao catálogo da plataforma em diversos países.

Para quem ainda não conhece o longa, vale destacar que ele não busca construir uma trama complexa de espionagem ou suspense. O foco está na relação entre os protagonistas e nas consequências do erro que coloca um cidadão comum no centro de uma operação criminosa internacional. As cenas de ação funcionam como complemento para a narrativa, que dedica boa parte do tempo às interações entre Teddy e Randy.

Evil Dead Wrath conclui suas gravações e aproxima A Morte do Demônio de seu retorno aos cinemas

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A produção de Evil Dead Wrath, novo capítulo da franquia A Morte do Demônio, concluiu oficialmente suas filmagens. Com isso, o longa-metragem entra na fase de pós-produção e mantém sua estreia prevista para 6 de abril de 2028 nos cinemas brasileiros.

O projeto será dirigido e escrito por Francis Galluppi, que assume pela primeira vez um filme da série. Nos bastidores, a produção continua sob a supervisão de Sam Raimi e Robert Tapert, responsáveis por ajudar a construir a franquia desde seus primeiros anos.

Até o momento, os detalhes da história permanecem em sigilo. A produção ainda não divulgou uma sinopse oficial nem revelou quais personagens estarão no centro da narrativa. A estratégia segue a linha adotada pelos filmes mais recentes da franquia, que preservaram os principais detalhes da trama até a divulgação dos primeiros trailers.

O elenco confirmado reúne Charlotte Hope, Jessica McNamee, Zach Gilford, Josh Helman, Ella Newton, Ella Oliphant e Elizabeth Cullen. Os papéis interpretados pelos atores ainda não foram anunciados.

Uma informação importante é que Evil Dead Wrath não foi apresentado como uma continuação direta de A Morte do Demônio: A Ascensão, lançado em 2023. Tudo indica que o filme contará uma nova história ambientada no mesmo universo da franquia, modelo que tem permitido aos produtores explorar personagens e situações diferentes sem depender dos acontecimentos dos longas anteriores.

Também não há confirmação sobre uma participação de Ash Williams, personagem interpretado por Bruce Campbell e protagonista da trilogia original. O ator segue ligado à marca nos bastidores, mas seu retorno diante das câmeras não foi anunciado.

Embora a trama continue cercada de mistério, a franquia possui alguns elementos recorrentes que costumam servir como base para suas histórias. Desde o longa de 1981, os filmes exploram confrontos entre seres humanos e entidades demoníacas libertadas por antigos textos amaldiçoados, especialmente o Necronomicon, objeto que se tornou uma das marcas registradas da série.

O próprio título do novo filme chama atenção. A palavra “Wrath”, traduzida como “ira”, sugere uma narrativa marcada por conflitos mais violentos e pela presença de ameaças ainda mais perigosas. No entanto, os produtores não explicaram oficialmente o significado do nome nem sua relação com os acontecimentos da história.

Com as gravações encerradas, os próximos passos da produção incluem a finalização dos efeitos visuais, edição e desenho de som. As primeiras imagens oficiais, a sinopse completa e o trailer devem ser divulgados futuramente, oferecendo uma visão mais clara sobre a proposta do novo capítulo.

O Mandaloriano e Grogu registra queda na bilheteria nos Estados Unidos e projeta cerca de US$ 136 milhões no segundo fim de semana

O filme Star Wars: O Mandaloriano e Grogu apresentou uma desaceleração no desempenho das bilheteiras na América do Norte durante seu segundo fim de semana em cartaz. Na segunda sexta-feira de exibição, a produção arrecadou aproximadamente US$ 6,5 milhões, número que representa uma queda superior a 50% em relação ao dia de estreia, indicando uma perda de ritmo após o lançamento inicial. As informações são da Variety.

Com esse cenário, as projeções de mercado foram revisadas. As estimativas anteriores apontavam para uma arrecadação em torno de US$ 40 milhões no fim de semana completo, mas análises mais recentes indicam que o valor deve ficar mais próximo de US$ 25 milhões até o domingo. Caso essa projeção se confirme, o total doméstico acumulado do filme deve chegar a aproximadamente US$ 136 milhões após dois fins de semana em cartaz.

Dirigido por Jon Favreau, que também coescreve o roteiro ao lado de Dave Filoni, o longa é uma produção da Lucasfilm com distribuição da Walt Disney Studios Motion Pictures. O filme se insere diretamente na continuidade da série The Mandalorian, funcionando como uma expansão cinematográfica da jornada iniciada no Disney+, em um período narrativo situado após a queda do Império e durante os esforços de reorganização da galáxia pela Nova República.

A história acompanha Din Djarin, interpretado por Pedro Pascal, um caçador de recompensas mandaloriano que continua atuando em regiões periféricas da galáxia enquanto tenta lidar com as mudanças políticas do novo regime. Ao seu lado está Grogu, seu aprendiz, uma criatura da mesma espécie de Yoda que permanece em treinamento e cuja ligação com o Mandaloriano segue como elemento central da narrativa. A produção mantém o uso de técnicas híbridas para o personagem, combinando animatrônicos, marionetes e efeitos visuais.

O elenco também inclui Sigourney Weaver, no papel da coronel Ward, líder dos Adelphi Rangers da Nova República e ex-piloto da Aliança Rebelde, além de Jeremy Allen White, que interpreta Rotta the Hutt, filho de Jabba the Hutt, ampliando a presença de personagens ligados ao submundo criminal da galáxia. Já Jonny Coyne aparece em um papel ainda não detalhado oficialmente, associado a figuras remanescentes do antigo regime imperial.

Na trama, Din Djarin e Grogu são enviados em uma nova missão que envolve a localização de antigos esconderijos de senhores da guerra imperiais espalhados pela galáxia. Esse contexto coloca a dupla em meio a um cenário de instabilidade política, no qual a Nova República ainda tenta consolidar sua autoridade enquanto enfrenta ameaças remanescentes do Império.

Sessão da Tarde exibe Juntos e Enrolados, comédia brasileira que transforma um casamento cancelado em uma festa inesperada

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A Globo exibe na Sessão da Tarde desta segunda-feira, 1º de junho de 2026, a comédia brasileira Juntos e Enrolados, produção lançada nos cinemas em 2022 que reúne alguns dos nomes mais populares do humor nacional. Liderado por Rafael Portugal e Cacau Protásio, o longa parte de uma situação que qualquer casal prestes a subir ao altar gostaria de evitar: o fim do relacionamento poucas horas antes da cerimônia.

Segundo a sinope do AdoroCinema, na história, Júlio e Daiana finalmente chegam ao dia que planejaram durante anos. Depois de muito trabalho, economia e preparação, os dois estão prestes a realizar o sonho de uma grande festa de casamento. Tudo parece seguir dentro do esperado até que uma mensagem recebida por Júlio muda completamente o rumo dos acontecimentos.

O que deveria ser uma celebração da união do casal rapidamente se transforma em uma sequência de confusões. Com convidados já presentes, buffet contratado, decoração pronta e uma festa inteira paga, surge uma pergunta inesperada: o que fazer quando o casamento acaba antes mesmo de começar?

É justamente dessa situação que nasce a principal proposta de Juntos e Enrolados. Em vez de concentrar a narrativa em discussões dramáticas ou desentendimentos prolongados, o filme utiliza o caos provocado pelo cancelamento da cerimônia para criar situações cômicas envolvendo familiares, amigos e personagens que acabam arrastados para a confusão.

Grande parte da força da produção está na química entre Rafael Portugal e Cacau Protásio. Conhecidos por seus trabalhos na televisão, os dois conduzem a história com naturalidade e transformam os diálogos em um dos principais motores das cenas de humor. O relacionamento entre Júlio e Daiana funciona justamente porque o filme procura retratá-los como pessoas comuns tentando lidar com uma situação completamente fora de controle.

Além dos protagonistas, o elenco reúne nomes conhecidos do público brasileiro. Evelyn Castro interpreta Suzie, enquanto Emanuelle Araújo vive Melissa, personagem que desempenha papel importante nos acontecimentos que antecedem o casamento. O filme ainda conta com participações de Fábio de Luca, Leandro Ramos, Fafy Siqueira, Marcos Pasquim e Matheus Ceará.

Dirigido por Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put, o longa trabalha com uma premissa simples, mas que permite explorar situações facilmente reconhecíveis pelo público. Questões como expectativas frustradas, relacionamentos, inseguranças e a pressão em torno de grandes eventos sociais aparecem de forma leve e bem-humorada ao longo da narrativa.

Outro aspecto interessante é que o filme procura mostrar como situações aparentemente desastrosas podem gerar novos caminhos. Embora o foco seja o humor, a história também aborda a necessidade de seguir em frente quando os planos cuidadosamente construídos deixam de fazer sentido.

Quando chegou aos cinemas, o longa-metragem registrou uma arrecadação superior a R$ 1 milhão em seu primeiro fim de semana em cartaz, demonstrando a força dos protagonistas junto ao público brasileiro. O desempenho chamou atenção em um período em que o cinema nacional ainda buscava recuperar espaço após as dificuldades enfrentadas pelo setor nos anos anteriores.

Robert Pattinson revela preparação intensa para retorno como Batman e explica críticas sobre seu físico no primeiro filme

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Interpretar um personagem como Batman nunca é uma tarefa simples. Além da pressão de assumir um dos heróis mais populares da cultura pop, quem veste o uniforme do Homem-Morcego costuma enfrentar uma enorme expectativa do público, inclusive em relação à aparência física. Robert Pattinson conhece bem essa realidade e voltou a comentar o assunto ao falar sobre sua preparação para retornar ao papel em Batman: Parte II.

Em entrevista à Revista GQ, o ator revelou que instalou uma academia em casa para intensificar os treinos antes do início das filmagens da sequência. Durante a conversa, ele também relembrou as críticas que recebeu após o lançamento de The Batman, em 2022, quando parte dos fãs questionou se ele teria o porte físico esperado para interpretar Bruce Wayne.

Pattinson tratou o assunto com bom humor e afirmou que a percepção de algumas pessoas não refletia o esforço realizado nos bastidores. Segundo o ator, a rotina de exercícios foi intensa durante a preparação para o primeiro filme. “Todo mundo dizia: ‘Você não malhava nada’. Eu malhava todo santo dia”, contou. “Mesmo depois disso, ainda pareço que não malhei. Eu malhava duas vezes por dia, tipo, às três da manhã. É só porque eu disse isso numa entrevista. Eu só queria parecer descolado.” As informações são da Variey.

A declaração ajuda a esclarecer uma discussão que acompanhou o ator desde sua escalação para o papel. Antes mesmo da estreia do filme, muitos fãs comparavam Pattinson a versões anteriores do herói que apostavam em físicos extremamente musculosos. Quando o longa chegou aos cinemas, parte do público continuou debatendo a aparência do ator, mesmo com a proposta da produção seguindo uma direção diferente daquela vista em adaptações anteriores.

Dirigido por Matt Reeves, o longa-metragem do Cavaleiro das Trevas apresentou um Bruce Wayne mais jovem e menos experiente, ainda nos primeiros anos de sua cruzada contra o crime em Gotham City. Em vez de focar apenas na força física do personagem, o filme deu mais espaço ao seu lado investigativo, mostrando um herói obcecado por desvendar crimes e compreender a corrupção que domina a cidade.

Essa escolha criativa acabou se tornando um dos principais diferenciais do longa. A história acompanha Batman enquanto ele tenta solucionar uma série de assassinatos cometidos pelo Charada, um criminoso que desafia as autoridades de Gotham e expõe segredos envolvendo figuras influentes da cidade. Ao longo da investigação, Bruce Wayne também é obrigado a confrontar questões ligadas ao legado de sua própria família.

O elenco reuniu nomes de peso, como Zoë Kravitz no papel de Selina Kyle, Paul Dano como Charada, Colin Farrell interpretando o Pinguim, Jeffrey Wright como James Gordon e Andy Serkis vivendo Alfred Pennyworth. A combinação entre a atmosfera sombria, a abordagem policial e as atuações do elenco ajudou a transformar o filme em um dos lançamentos mais comentados da DC nos últimos anos.

O sucesso de público e crítica garantiu rapidamente a continuidade da franquia. Desde então, os fãs aguardam novidades sobre a sequência, que promete expandir ainda mais a versão de Gotham criada por Reeves. Embora os detalhes da trama continuem cercados de mistério, a dedicação de Pattinson indica que o retorno do personagem está sendo tratado com a mesma seriedade que marcou o primeiro longa.

Ao revelar que montou uma academia em casa, o ator mostra que está investindo pesado na preparação para o próximo capítulo da história. Mais do que uma mudança estética, o treinamento reflete a exigência física de interpretar um personagem que passa boa parte do tempo em cenas de ação, perseguições e confrontos intensos.

Backrooms: Um Não-Lugar faz história nos cinemas com US$ 100 milhões em seis dias e recorde absoluto para a A24

Backrooms: Um Não-Lugar arrecadou mais de US$ 100 milhões nos Estados Unidos após apenas seis dias em cartaz e estabeleceu um novo recorde para a A24, tornando-se a produção de maior arrecadação doméstica já lançada pela distribuidora. O resultado também coloca o longa entre os títulos de terror de melhor desempenho comercial de 2026. As informações são da Variety.

Dirigido por Kane Parsons e roteirizado por Will Soodik, o filme leva para os cinemas o universo apresentado na série de vídeos criada por Parsons e inspirada na creepypasta The Backrooms. A história surgiu a partir de uma imagem compartilhada em fóruns da internet e ganhou popularidade ao apresentar a ideia de uma dimensão formada por corredores vazios, salas aparentemente intermináveis e espaços que desafiam a lógica do mundo real.

A narrativa começa em 1990, quando pesquisadores do Instituto Async analisam imagens recuperadas de uma expedição liderada por Naren Warne. Durante a missão, o cientista desaparece após entrar em uma estrutura extradimensional conhecida como Backrooms. A gravação mostra ambientes labirínticos e registra a presença de entidades ainda não identificadas pela equipe responsável pelo projeto.

Décadas depois, a trama acompanha Clark, personagem de Chiwetel Ejiofor (12 Anos de Escravidão e Doutor Estranho). Proprietário de uma loja de móveis, ele passa a investigar uma sequência de falhas elétricas que afetam o funcionamento do estabelecimento. A busca pela origem do problema o leva a encontrar uma passagem escondida atrás de uma parede do prédio.

Ao atravessar a abertura, Clark chega aos Backrooms. O local é composto por corredores iluminados por lâmpadas fluorescentes, salas vazias, estruturas repetitivas e ambientes que não seguem padrões arquitetônicos convencionais. Durante a exploração, ele encontra indícios da passagem de Naren Warne e percebe que outras formas de vida habitam a dimensão.

Depois de retornar ao mundo real, Clark relata a descoberta à terapeuta Mary Kline, interpretada por Renate Reinsve (A Pior Pessoa do Mundo). Sem conseguir convencê-la sobre a existência da dimensão, ele organiza uma nova incursão ao local acompanhado da funcionária Kat e de Bobby, namorado da jovem.

A segunda expedição termina em desastre. Os integrantes do grupo se separam ao atravessar diferentes áreas dos Backrooms e passam a enfrentar entidades que circulam pelos corredores da dimensão. O desaparecimento de Clark leva Mary a iniciar uma investigação própria para descobrir o que aconteceu.

A busca conduz a terapeuta até os arquivos do Instituto Async e, posteriormente, aos próprios Backrooms. Conforme avança pela dimensão, ela descobre que o local reage à presença humana ao reproduzir memórias, ambientes familiares e eventos ligados ao passado de quem entra ali. Essas manifestações assumem formas distorcidas e tornam ainda mais difícil distinguir realidade e projeção psicológica.

Mary também descobre que o Instituto Async mantém estudos sobre o fenômeno há décadas. Os pesquisadores acreditam que os Backrooms representam uma realidade paralela acessível por falhas espaciais específicas. Os registros da organização apontam ainda que a permanência prolongada no local pode afetar a percepção temporal, alterar lembranças e provocar mudanças na identidade dos indivíduos expostos ao ambiente.

Além de Chiwetel Ejiofor e Renate Reinsve, o elenco inclui Mark Duplass (The Morning Show e Creep), que interpreta Phil, um dos pesquisadores ligados ao Instituto Async. O filme também conta com Finn Bennett (True Detective: Night Country), Lukita Maxwell (Shrinking), Avan Jogia (Zumbilândia: Atire Duas Vezes) e Krista Kosonen (Beforeigners).

Temperatura Máxima (07/06) exibe Matrix Resurrections e relembra como a franquia voltou a discutir o futuro da humanidade na era digital

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A Globo exibe neste domingo, 7 de junho de 2026, na Temperatura Máxima, Matrix Resurrections, filme que marcou o retorno de uma das franquias mais importantes da ficção científica no cinema. Lançado em 2021, o longa chegou quase vinte anos depois de Matrix Revolutions e trouxe de volta personagens que ajudaram a transformar a saga em um fenômeno cultural ao redor do mundo.

Dirigido por Lana Wachowski, responsável pela trilogia original ao lado de sua irmã Lilly Wachowski, o filme reencontra Thomas Anderson, mais conhecido como Neo. À primeira vista, ele leva uma vida comum e bem-sucedida como criador de jogos eletrônicos. No entanto, algo continua incomodando o personagem. Sonhos recorrentes, lembranças fragmentadas e uma constante sensação de que existe algo errado fazem com que ele volte a questionar tudo aquilo que considera real. (Via: AdoroCinema)

Essa é justamente uma das características que tornam Matrix Resurrections interessante. Em vez de apenas revisitar personagens conhecidos, o filme procura adaptar as ideias da franquia para um mundo muito diferente daquele que existia quando o primeiro Matrix chegou aos cinemas, em 1999. Naquela época, a internet ainda estava longe de ocupar o espaço que ocupa atualmente. Hoje, algoritmos influenciam decisões, redes sociais moldam comportamentos e a inteligência artificial se tornou parte das discussões sobre o futuro da sociedade.

Dentro desse contexto, o novo filme utiliza a Matrix para levantar questões que parecem mais próximas da realidade do que nunca. A ameaça já não está apenas em máquinas gigantes ou agentes perseguindo humanos. O controle agora acontece de maneiras mais sutis, explorando emoções, inseguranças e a necessidade constante de aprovação que faz parte da experiência digital moderna.

Outro ponto que diferencia o longa dos capítulos anteriores é a atenção dedicada à relação entre Neo e Trinity. Se nos filmes da trilogia original as grandes batalhas e os conflitos entre humanos e máquinas ocupavam o centro da narrativa, aqui a conexão entre os dois personagens se torna o principal motor da história. Essa escolha dá ao filme um tom mais emocional e ajuda a explicar muitas das decisões tomadas ao longo da trama.

Grande parte da curiosidade em torno da produção estava justamente no retorno de Keanu Reeves (John Wick, Velocidade Máxima) e Carrie-Anne Moss (Memento, Jessica Jones). Afinal, os acontecimentos de Matrix Revolutions pareciam encerrar de forma definitiva a jornada dos personagens. Descobrir como Neo e Trinity voltariam a esse universo se tornou um dos maiores mistérios do projeto durante sua divulgação.

Além dos rostos conhecidos, a produção apresenta novos personagens importantes para a continuidade da franquia. Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman, Watchmen) interpreta uma nova versão de Morpheus, enquanto Jessica Henwick (Glass Onion, Punho de Ferro) ganha espaço como Bugs, uma personagem fundamental para os rumos da história. Jonathan Groff (Mindhunter, Hamilton) assume uma nova encarnação de Smith, um dos antagonistas mais marcantes da série.

Entre as novidades, um dos destaques é o Analista, vivido por Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother, Garota Exemplar). O personagem surge como uma representação dos métodos mais modernos de controle dentro da Matrix e desempenha papel decisivo nos acontecimentos do filme.

A trajetória de Matrix Resurrections também foi marcada pelos desafios enfrentados fora das telas. As filmagens começaram em fevereiro de 2020, mas precisaram ser interrompidas poucas semanas depois por causa da pandemia de COVID-19. Como aconteceu com diversas produções de Hollywood naquele período, o cronograma precisou ser reorganizado até que os trabalhos fossem retomados em Berlim, na Alemanha.

Mesmo diante dessas dificuldades, Lana Wachowski optou por acompanhar de perto as principais cenas de ação, mantendo um envolvimento criativo direto em momentos importantes da produção. Essa escolha ajudou a preservar características que fizeram da franquia uma referência visual ao longo dos anos.

Quando estreou nos cinemas em dezembro de 2021, o filme encontrou um cenário bastante diferente daquele vivido pelos capítulos anteriores. As salas de exibição ainda enfrentavam os impactos da pandemia, enquanto o streaming se consolidava como uma das principais formas de consumo de entretenimento. Nos Estados Unidos, o lançamento ocorreu simultaneamente nos cinemas e na HBO Max, uma estratégia que dividiu opiniões dentro da indústria.

Após conquistar prêmios e indicações no teatro brasileiro, musical Donatello retorna a São Paulo com história inspirada nos desafios do Alzheimer

O musical Donatello está de volta a São Paulo para uma nova temporada no Teatro do Núcleo Experimental, trazendo ao público uma história que combina música, emoção e reflexões sobre memória, envelhecimento e laços familiares. A montagem permanece em cartaz até 19 de julho e chega em um momento importante de sua trajetória, após receber reconhecimento da crítica especializada e acumular indicações em algumas das principais premiações do teatro nacional.

Escrito, idealizado e protagonizado por Vitor Rocha, o espetáculo se diferencia por abordar um tema cada vez mais presente na realidade de muitas famílias brasileiras: os impactos do Alzheimer no convívio entre diferentes gerações. Em vez de apresentar uma visão exclusivamente médica da doença, a peça concentra seu olhar nas transformações emocionais provocadas pelo avanço da condição e em como as lembranças ajudam a manter vivas as conexões afetivas.

A trama acompanha Amendoim, um jovem que passa a revisitar momentos marcantes de sua vida após o diagnóstico de Alzheimer do avô. Ao perceber que determinadas memórias começam a desaparecer enquanto outras permanecem surpreendentemente preservadas, ele embarca em uma jornada de reencontro com sua própria história. A narrativa utiliza essas experiências para refletir sobre a importância dos pequenos momentos compartilhados e sobre aquilo que permanece quando o tempo transforma as pessoas e suas lembranças.

Um dos aspectos que tornam Donatello relevante para o público é a maneira como o espetáculo aproxima um tema complexo da realidade cotidiana. O Alzheimer afeta milhões de pessoas em todo o mundo e costuma provocar mudanças profundas na dinâmica familiar. A peça utiliza essa realidade como ponto de partida para discutir cuidado, afeto, convivência e a necessidade de preservar vínculos mesmo diante das dificuldades impostas pela doença.

Além da temática, a produção chama atenção por seu formato intimista. Com foco na relação entre avô e neto, a encenação aposta em uma narrativa próxima do público, permitindo que espectadores se reconheçam em situações familiares e emocionais apresentadas ao longo da história. Essa abordagem tem sido apontada como um dos motivos para a forte identificação do público com a montagem desde sua estreia.

O reconhecimento conquistado pelo espetáculo também ajuda a explicar seu retorno aos palcos paulistanos. Donatello recebeu indicações ao Prêmio Destaque Imprensa Digital, incluindo a categoria de Roteiro Original, além de três indicações ao Prêmio FITA, entre elas a de Melhor Espetáculo. Vitor Rocha ainda foi premiado como Revelação nas categorias de autor e ator durante a Festa Internacional de Teatro, consolidando seu trabalho como uma das vozes em ascensão do teatro musical brasileiro.

Outro diferencial da produção está na experiência oferecida ao público. Antes de cada sessão, espectadores podem sugerir palavras que são incorporadas ao espetáculo durante a apresentação. A proposta cria pequenas mudanças na narrativa e garante que cada exibição tenha características únicas, fortalecendo a interação entre palco e plateia.

A nova temporada também marca uma mudança importante para quem deseja assistir ao musical. Pela primeira vez desde sua estreia, Donatello passa a integrar uma programação regular de finais de semana, com apresentações aos sábados e domingos. A novidade amplia as opções para o público e facilita o acesso ao espetáculo em um dos principais polos teatrais da capital paulista.

Sony Pictures distribuirá novo filme de Nárnia nos cinemas; Netflix confirma datas de estreia de O Sobrinho do Mágico

Depois de anos em desenvolvimento, o novo filme de As Crônicas de Nárnia finalmente ganhou datas de lançamento. Segundo a Variety, O Sobrinho do Mágico, dirigido por Greta Gerwig, chegará aos cinemas em 12 de fevereiro de 2027. A estreia na Netflix está marcada para 2 de abril do mesmo ano.

A plataforma também confirmou sessões antecipadas em IMAX a partir de 10 de fevereiro. Fora dos Estados Unidos, a distribuição ficará a cargo da Sony Pictures Entertainment. No mercado norte-americano, o lançamento será realizado pela própria Netflix.

A definição da estratégia de lançamento encerra uma das principais dúvidas que cercavam o projeto desde que a Netflix adquiriu os direitos de adaptação das obras de C.S. Lewis, em 2018. O filme terá uma passagem ampla pelos cinemas antes de chegar ao streaming, algo pouco comum entre as produções originais da plataforma.

O primeiro capítulo escolhido para abrir essa nova fase será O Sobrinho do Mágico. Embora tenha sido publicado depois de outros livros da série, o romance apresenta acontecimentos que antecedem toda a cronologia de Nárnia.

A história acompanha Digory Kirke e Polly Plummer, duas crianças que acabam atravessando diferentes mundos por causa dos experimentos conduzidos por Andrew Ketterley, tio de Digory. Durante a jornada, eles encontram Jadis e testemunham eventos que estão diretamente ligados à origem de Nárnia.

O elenco reúne David McKenna como Digory Kirke, Beatrice Campbell no papel de Polly Plummer, Emma Mackey como Jadis e Daniel Craig interpretando Andrew Ketterley. A produção também conta com Carey Mulligan, Ciarán Hinds, Meryl Streep, Denise Gough, Susan Wokoma, Kobna Holdbrook-Smith, Ava Jager e James Murray.

O longa marca o retorno de Greta Gerwig à direção após o sucesso de Barbie. Conhecida por trabalhos como Lady Bird e Adoráveis Mulheres, a cineasta assume agora uma adaptação de grande escala baseada em uma das séries literárias mais conhecidas do século XX.

Além de inaugurar a nova fase da franquia nas telas, o filme leva ao cinema uma história que nunca recebeu adaptação cinematográfica. Enquanto O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, Príncipe Caspian e A Viagem do Peregrino da Alvorada já ganharam versões para o cinema, O Sobrinho do Mágico chegará às telas pela primeira vez em 2027.

Nárnia continua entre as franquias de fantasia mais populares do mundo

Quando a primeira adaptação da frnaquia chegou aos cinemas, em 2005, o mercado vivia um período marcado pelo sucesso de grandes sagas de fantasia. Mesmo diante da concorrência de franquias consolidadas, O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa encontrou espaço e se transformou em um dos maiores lançamentos daquele ano, arrecadando mais de US$ 745 milhões nas bilheterias mundiais.

O resultado mostrou que as histórias criadas por C.S. Lewis continuavam encontrando público décadas após a publicação dos livros. O sucesso comercial levou à produção de Príncipe Caspian, em 2008, e A Viagem do Peregrino da Alvorada, em 2010. Juntos, os três filmes levaram milhões de espectadores aos cinemas e consolidaram Nárnia como uma das adaptações literárias mais bem-sucedidas dos anos 2000.

Mas a força da franquia não está ligada apenas às bilheterias. Os livros de C.S. Lewis permanecem entre os títulos de fantasia mais lidos do mundo, com mais de 100 milhões de exemplares vendidos ao longo das últimas décadas. Em muitos países, incluindo o Brasil, a coleção continua sendo reeditada regularmente e descoberta por novos leitores, seja por indicação escolar, por influência das adaptações cinematográficas ou pelo interesse em clássicos da literatura fantástica.

A escolha de O Sobrinho do Mágico para inaugurar a nova fase da franquia também tem um significado especial. Diferentemente dos filmes anteriores, que começaram por O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa, a Netflix decidiu adaptar uma história que nunca chegou aos cinemas. Isso permite apresentar acontecimentos inéditos para grande parte do público e explorar um período do universo de Nárnia que até hoje existia apenas nas páginas dos livros.

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