Cine Aventura 27/01/2024 Record exibe A Jornada de Vivo

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No próximo sábado, dia 27 de janeiro de 2024, reserve um espaço especial em sua agenda para uma experiência memorável repleta de música e emoção, cortesia do Cine Aventura da Record TV. Prepare-se para ser transportado para o vibrante universo de “A Jornada de Vivo”, um filme encantador que promete cativar corações de todas as idades. Com uma fusão de gêneros, incluindo Animação, Comédia e Família, esta obra cinematográfica promete envolver espectadores de todas as faixas etárias em uma jornada inesquecível.

“A Jornada de Vivo” é mais do que um simples filme; é uma obra-prima que tem o poder de encantar tanto os mais jovens quanto os adultos. Com uma duração de 118 minutos, esta animação dos Estados Unidos é dirigida pelos talentosos Brandon Jeffords e Kirk DeMicco, com um roteiro magistralmente escrito por Lin-Manuel Miranda e Quiara Alegría Hudes, nomes de destaque na indústria do entretenimento. Distribuído pela Netflix e com classificação livre, o filme originalmente lançado em 2021 continua a encantar públicos ao redor do mundo.

A trama gira em torno de Vivo, um adorável macaco jupará com uma paixão ardente pela música, cuja vida é transformada quando ele se lança em uma missão desafiadora: viajar de Havana até Miami para entregar uma canção de amor a um grande amigo. Nesta jornada épica, Vivo descobre lugares incríveis e conquista novas amizades com seu carisma e sua música, proporcionando momentos emocionantes e divertidos para todos os espectadores.

Uma curiosidade fascinante sobre o filme é o compromisso e a dedicação de Lin-Manuel Miranda, criador do personagem Vivo, que deu início ao projeto em 2000. Além disso, a produção conta com o mesmo diretor de “Os Croods” (2013), o que garante uma experiência cinematográfica de alta qualidade em termos de animação e narrativa.

E agora, a grande pergunta: a que horas será a exibição de “A Jornada de Vivo” no Cine Aventura?

A exibição está marcada para iniciar às 15h30, logo após o programa “Balanço Geral – Edição de Sábado”. Portanto, prepare-se para uma tarde repleta de risadas, emoções e encantamento com as aventuras de Vivo. Esta é uma oportunidade imperdível para toda a família desfrutar de música, amizade e diversão na tela da Record TV. Não deixe escapar esta chance e sintonize-se para embarcar nesta jornada musical única!

“Esnobes & Sem-Noção” atualiza o clássico “Orgulho e Preconceito” para o século XXI com romance e dilemas contemporâneos

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Releituras de clássicos da literatura costumam carregar um grande desafio: respeitar a essência da obra original enquanto dialogam com um novo público. É exatamente essa proposta que move Esnobes & Sem-noção, uma adaptação moderna inspirada em Pride and Prejudice, que transporta os conflitos sociais e emocionais do clássico para um cenário contemporâneo marcado por celebridades, redes sociais e preocupações ambientais.

O livro foi escrito pela atriz australiana Angourie Rice em parceria com sua mãe, a dramaturga Kate Rice. Juntas, elas recriam a essência da narrativa consagrada por Jane Austen, substituindo a aristocracia inglesa do século XIX pelo universo glamouroso — e muitas vezes superficial — da indústria do entretenimento.

Publicada no Brasil pelo selo editorial Plataforma21, a história acompanha Lily, uma jovem recém-formada que decide passar o verão em Pippi Beach, uma pequena cidade litorânea na Austrália onde todos se conhecem e a rotina costuma ser tranquila. A calmaria da comunidade, no entanto, é interrompida quando dois famosos atores de Hollywood escolhem o local para passar as férias.

A chegada das celebridades transforma rapidamente o vilarejo em um ponto de curiosidade e especulação. Enquanto muitos moradores se encantam com a presença dos astros, Lily reage com cautela e certa desconfiança. Preocupada com o futuro da cidade onde cresceu, ela se envolve em discussões sobre preservação ambiental e tenta impedir que grandes produções cinematográficas sejam realizadas na região, temendo impactos negativos no ecossistema local.

É nesse contexto que ela conhece Dorian Khan, um ator internacional conhecido por sua postura reservada e distante. Um comentário aparentemente despretensioso — no qual ele a chama de “suburbana” — é suficiente para provocar um mal-entendido que marca o início de uma relação cheia de atritos. Para Lily, a palavra confirma sua impressão de que Dorian é apenas mais um astro arrogante de Hollywood.

A dinâmica entre os dois segue um caminho bastante popular na literatura jovem contemporânea: o clássico enemies-to-lovers, no qual personagens começam em conflito antes de desenvolverem sentimentos um pelo outro. Ao longo da narrativa, os encontros entre Lily e Dorian são permeados por provocações, julgamentos precipitados e descobertas que colocam em dúvida as primeiras impressões.

Assim como no romance original, a história também apresenta personagens que dialogam diretamente com figuras clássicas da obra de Austen. Juliet, a prima romântica da protagonista, se aproxima rapidamente do carismático ator Casey Brandon. Lydia, a mãe de Lily, demonstra uma curiosidade quase obsessiva pelo mundo das celebridades e pelo prestígio social que elas representam. Já Alex King surge como um personagem sedutor e ambíguo, capaz de manipular situações e versões da verdade.

Embora a trama se apoie fortemente no romance, Esnobes & Sem-noção também amplia seu olhar para temas contemporâneos. As autoras exploram questões como imagem pública, responsabilidade ambiental, expectativas familiares, inseguranças profissionais e o processo de amadurecimento emocional que acompanha o início da vida adulta.

O terror de baixo orçamento que saiu do anonimato e se transformou em um fenômeno de US$ 171 milhões nos cinemas

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Foto: Reprodução/ Internet

Em um período em que o cinema de terror é dominado por franquias conhecidas, continuações e produções com orçamentos milionários, poucos imaginavam que um filme feito com apenas US$ 750 mil conseguiria competir com grandes lançamentos. Mas foi exatamente isso que aconteceu com Obsessão, longa dirigido por Curry Barker, que se tornou uma das maiores surpresas de 2026 ao arrecadar impressionantes US$ 171 milhões nas bilheterias mundiais.

O sucesso não surgiu apenas por causa dos números. O filme conquistou atenção ao apresentar uma premissa simples, mas capaz de provocar desconforto desde os primeiros minutos. Em vez de apostar em monstros, espíritos ou assassinos mascarados, a produção transforma um desejo aparentemente inocente em uma situação cada vez mais perturbadora.

A história acompanha Bear Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem que trabalha em uma loja de música e guarda sentimentos por sua melhor amiga, Nikki Freeman, personagem de Inde Navarrette. Como acontece com muitas pessoas, Bear passa boa parte do tempo imaginando como seria se a amizade entre os dois se transformasse em algo mais. O problema é que, quando surge a oportunidade de tornar esse desejo realidade, ele não pensa nas consequências.

Tudo começa quando Bear encontra um objeto misterioso chamado One Wish Willow, uma espécie de brinquedo sobrenatural que promete realizar um desejo. Movido pela frustração de nunca conseguir revelar seus sentimentos, ele faz um pedido impulsivo: que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo.

O que inicialmente parece um sonho realizado logo se transforma em um pesadelo. Nikki realmente passa a demonstrar amor por Bear, mas de uma maneira extrema e completamente desequilibrada. O carinho rapidamente dá lugar a uma necessidade obsessiva de atenção, aprovação e proximidade. Aos poucos, a personagem perde qualquer limite emocional, transformando a vida de todos ao seu redor em um caos.

É justamente nesse ponto que Obsessão encontra sua principal força. O filme utiliza um elemento sobrenatural para discutir algo bastante humano: a diferença entre amor e posse. O roteiro mostra que sentimentos só possuem valor quando nascem de forma espontânea. Quando alguém tenta controlar ou manipular aquilo que outra pessoa sente, o resultado dificilmente pode ser chamado de amor.

Essa abordagem faz com que a produção se destaque dentro do gênero. Embora existam momentos violentos e cenas de forte impacto, o verdadeiro desconforto surge da relação entre os personagens. O público acompanha Bear percebendo, pouco a pouco, que conseguiu exatamente aquilo que queria, mas da pior maneira possível.

Outro aspecto interessante é a forma como o filme trabalha a culpa do protagonista. Diferentemente de muitas histórias de terror, nas quais o perigo aparece sem aviso, aqui os acontecimentos são consequência direta de uma decisão tomada por ele. Isso torna a experiência mais envolvente, porque o espectador entende que a tragédia poderia ter sido evitada desde o início.

A interpretação de Inde Navarrette também tem papel fundamental no resultado final. Nikki passa por mudanças emocionais intensas ao longo da narrativa, alternando momentos de afeto, fragilidade, desespero e violência. A atriz consegue transmitir todas essas camadas sem transformar a personagem em uma simples vilã, o que ajuda a tornar a situação ainda mais desconfortável.

O sucesso do longa-metragem é uma vitória para uma nova geração de realizadores independentes. Antes de dirigir o longa, Curry Barker era conhecido principalmente por produzir conteúdo para a internet. Seu curta-metragem The Chair, lançado em 2023, chamou atenção de produtores e abriu caminho para que ele desenvolvesse um projeto maior.

A aposta deu certo. Durante sua exibição no Toronto International Film Festival, o filme rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados do evento. O interesse dos distribuidores foi tão grande que a produção acabou protagonizando uma disputa pelos direitos de exibição, algo raro para um terror independente com orçamento tão reduzido.

Para quem está pensando em assistir ao filme, vale destacar que ele não segue a fórmula tradicional dos sustos constantes. A narrativa é construída de forma gradual, permitindo que a tensão aumente aos poucos. O foco está muito mais na deterioração psicológica dos personagens e nas consequências do desejo de Bear do que em aparições repentinas ou cenas criadas apenas para provocar choque.

Resumo da novela A Usurpadora de sexta-feira, 02/05 (SBT)

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Foto: Reprodução/ Internet

Capítulo 035 de A Usurpadora – Sexta, 02 de maio de 2025

O primeiro encontro de Paola com a família Bracho é marcado por muitas contradições e desconfortos. Ela tenta se encaixar, mas logo se vê perdida em seu próprio jogo de aparências. Ao ver Estephanie, Paola se espanta com a transformação dela e, em um momento de confusão, pergunta a Leda há quanto tempo ela está na cidade. A resposta de Leda é direta e irônica: “Faz um ano, queridinha! Será que você não percebeu a minha presença?”. O clima entre elas fica tenso, e Paola percebe que as coisas não são tão simples quanto imaginava.

O jantar na mansão Bracho se desenrola em um clima carregado de tensão. Paola tenta se mostrar à vontade, mas é tratada com frieza por Carlos Daniel, que a ignora completamente. Após o encontro, ele se tranca em seu quarto e mergulha em seu diário, buscando algum consolo em meio à confusão. A ausência de Carlinhos também pesa no ambiente, com todos na casa ainda sem saber onde ele está. O menino, embora sem memória, parece estar bem e se sente acolhido pelos novos amigos, especialmente por Isabel, que está decidida a ajudá-lo a encontrar sua família.

Enquanto isso, Paulina continua trabalhando na casa de Osvaldo, mas ainda não se encontrou com ele. Através de uma das empregadas da casa, ela fica sabendo da infelicidade de Lurdes com o marido. As revelações são chocantes: Osvaldo é viciado em jogos, vive bêbado e faz questão de afirmar que Lurdes o comprou com seu dinheiro. A vida de Paulina na casa de Osvaldo se revela cada vez mais sombria e cheia de segredos.

Na fábrica, a presença de Paola causa um grande alvoroço. Sua atitude totalmente diferente da de Paulina a torna uma estranha para todos, e ela logo se mostra desconectada de tudo o que acontece ali. A situação se complica ainda mais quando Paola visita Piedade na mansão. Ela tenta seduzi-la de volta ao vício do álcool, mas falha, o que a deixa extremamente irritada. Quando Carlos Daniel chega à casa, Paola não perde a chance de tentar seduzi-lo novamente, mas é rejeitada. Sua frustração aumenta ao perceber que ela não consegue reconquistar a atenção dele, especialmente porque está obcecada pela ideia de que Paulina tenha mudado sua vida de forma tão profunda.

A situação de Paola se torna ainda mais desesperadora quando ela tenta assediar Willy, que, em uma tentativa de se livrar dela, acaba revelando um segredo importante: Carlos Daniel deseja se divorciar de Paola para se casar com Verônica. Essa informação atinge Paola como um golpe fatal, e a raiva dela cresce ainda mais. A luta de Paola para reconquistar o que sente ser seu é apenas o começo de uma jornada cheia de manipulações e vinganças.

Thunderbolts chega com tudo, mas bilheteria fica no vermelho

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Se você esperava que Thunderbolts fosse explodir nas telonas como um raio, a notícia é que o filme vai fechar com uma bilheteria modesta — algo em torno de US$ 390 milhões pelo mundo todo. Para um blockbuster que custou US$ 180 milhões e ainda levou mais US$ 100 milhões em divulgação, o desempenho pode parecer meio “sem faísca”. O filme fica atrás de outros lançamentos recentes da Marvel, como Eternos (US$ 401 milhões) e até do Adão Negro (US$ 393 milhões). Mas, calma, nem tudo é cinza nesse céu!

Nos Estados Unidos, o começo foi promissor: com US$ 76 milhões em poucos dias, Thunderbolts superou até o desempenho inicial de Shang-Chi e Eternos. O filme precisou de oito dias para passar da marca de US$ 100 milhões por lá — o que, para o MCU, é um resultado razoável, embora longe dos recordes. Na pré-estreia, o longa faturou US$ 11 milhões, quase igualando os US$ 12 milhões de Capitão América: Admirável Mundo Novo e ficando atrás apenas dos US$ 17,5 milhões de Guardiões da Galáxia Vol. 3.

Mas por que o filme não brilhou mais? Talvez porque Thunderbolts aposta numa turma meio “bad boys” do MCU: anti-heróis que estão longe daquele tradicional bonzinho da Marvel. Aqui o grupo é formado pelo Agente Americano John Walker (Wyatt Russell), a Viúva Negra Yelena Belova (Florence Pugh), o Guardião Vermelho Alexei Shostakov (David Harbour), o icônico Soldado Invernal Bucky Barnes (Sebastian Stan), a Fantasma (Hannah John-Kamen), e a Treinadora (Olga Kurylenko). E no comando, ninguém menos que a enigmática Valentina Allegra de Fontaine, interpretada pela super carismática Julia Louis-Dreyfus. Para completar o time, Lewis Pullman surge como Bob, o Sentinela.

Essa galera é perfeita para quem curte personagens com histórias tortuosas, dilemas éticos e aquele toque sombrio, muito diferente do clássico herói que sempre salva o dia com moral cristalina. O filme mergulha fundo nessa vibe “heróis com defeitos”, o que é um frescor dentro do MCU, mas pode não ter sido tão atraente para o público geral que prefere as aventuras tradicionais.

Além disso, Thunderbolts prepara o terreno para futuras histórias, abrindo portas para novas tramas e talvez até spin-offs — afinal, anti-heróis têm muito mais histórias para contar do que só “salvar o mundo”.

No fim das contas, Thunderbolts é aquele filme para os fãs que gostam de ver a Marvel explorar outros tons e nuances, saindo do lugar comum. E para quem curte personagens complexos, é um prato cheio!

E aí, você já viu? Curtiu a vibe dos anti-heróis tentando dar um jeito no mundo ou achou que faltou fogo nessa equipe? Conta aí!

Globo Repórter desta sexta (03/04) explora os desafios da vida animal diante das mudanças climáticas

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O Globo Repórter desta sexta-feira, 3 de abril, leva o telespectador a uma viagem pelo planeta para mostrar como as mudanças climáticas já transformam a vida dos animais. Apresentado por Sandra Annenberg e William Bonner, o programa exibe o terceiro episódio da série documental “Mamíferos”, produzida pela BBC e gravada em nove países. Com imagens inéditas e comportamentos raramente registrados, a produção revela o esforço contínuo de espécies que precisam se adaptar a um ambiente cada vez mais hostil, onde água e alimento se tornam recursos escassos.

Na Namíbia, um dos lugares mais áridos do planeta, as temperaturas podem ultrapassar 50 °C, e lagos inteiros chegam a secar por completo. A escassez de água transforma os poucos pontos disponíveis em cenários de competição intensa entre espécies diferentes. O episódio acompanha a rotina de uma fêmea de chacal, que percorre quilômetros em busca de alimento para sustentar sua família. Cada deslocamento é um desafio: o calor extremo, a escassez de presas e a necessidade de proteger os filhotes tornam a sobrevivência uma batalha diária.

Em Uganda, a situação não é menos dramática. Os babuínos enfrentam a falta de alimento com estratégias que arriscam suas vidas. Durante a seca, eles se aproximam dos ninhos de crocodilos, predadores que podem pesar até 250 quilos, para se alimentar de ovos. A série registra o momento em que os primatas aproveitam a ausência da fêmea do crocodilo no ninho, mostrando não apenas astúcia, mas também a coragem necessária para sobreviver em um ambiente onde a fome dita o comportamento animal.

O desafio se estende às florestas da Costa Rica, onde o rugido do bugio ecoa por quilômetros. Machos da espécie defendem territórios e protegem seu grupo, mas a escassez de frutas e folhas força deslocamentos constantes em busca de alimento. Cada viagem representa um esforço físico intenso e um risco de confrontos com predadores ou grupos rivais, mostrando que a adaptação é essencial para a continuidade da espécie.

No Brasil, o episódio destaca a Serra da Capivara, no Piauí, onde a estação seca pode durar até sete meses. Animais como o macaco-prego enfrentam o dilema entre segurança e sobrevivência. Refugiados nos penhascos para escapar de predadores, eles descem até o solo apenas quando a sede aperta, buscando água em pequenas poças e frutos de caju que oferecem alívio temporário. Mesmo assim, nem todos conseguem se alimentar adequadamente, reforçando o impacto direto da escassez de recursos.

O ambiente marinho também não é poupado pelos efeitos das mudanças climáticas. O programa registra a dinâmica de caça e cooperação de espécies como falsas-orcas, golfinhos, baleias-jubarte e orcas, destacando técnicas sofisticadas de captura de alimento. A água, embora abundante, apresenta desafios próprios: mudanças na temperatura, no nível de salinidade e na disponibilidade de presas exigem que esses animais ajustem constantemente suas estratégias para sobreviver em um ecossistema em transformação.

Em regiões remotas como o Tibete, o impacto humano se soma às mudanças climáticas. Uma fêmea de leopardo-das-neves, maior predador do platô tibetano, precisa conviver com comunidades humanas que criam iaques, protegidos por cercas e pelos tradicionais cães mastins tibetanos. O território natural do predador se torna fragmentado, e sua rotina de caça precisa se ajustar a essa presença. A série mostra como a interferência humana, combinada com o clima extremo, altera o equilíbrio do ecossistema e força animais a desenvolver novas formas de sobrevivência.

Com produção meticulosa e imagens que impressionam pela beleza e pelo realismo, o episódio também revela a engenhosidade dos mamíferos. Em cada continente, de desertos africanos a florestas tropicais, de montanhas geladas a oceanos profundos, a série evidencia a capacidade de adaptação das espécies diante de mudanças rápidas e drásticas em seus habitats.

Além de registrar a luta pela sobrevivência, o programa convida o público a refletir sobre a urgência da preservação ambiental. A escassez de água, a diminuição de alimentos e a interferência humana são sinais claros de que o equilíbrio natural está sendo alterado. Ao mostrar histórias concretas de animais que se reinventam para sobreviver, o Globo Repórter reforça a necessidade de políticas de conservação e ações individuais que minimizem os impactos das mudanças climáticas.

Mortal Kombat II ganha primeiro trailer explosivo e pôsteres inéditos com Karl Urban como Johnny Cage

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Foto: Reprodução/ Internet

A escuridão avança sobre o Plano Terreno — e os guerreiros estão de volta ao campo de batalha. Nesta semana, a Warner Bros. Pictures Brasil revelou com exclusividade o primeiro trailer oficial de “Mortal Kombat II”, sequência do longa lançado em 2021, acompanhado de pôsteres individuais inéditos que destacam personagens icônicos da franquia, agora sob uma nova ameaça: o domínio do impiedoso Shao Kahn.

Com direção novamente a cargo de Simon McQuoid, a produção mergulha de vez nas entranhas místicas e violentas do universo criado por Ed Boon e John Tobias, levando às telonas o que promete ser um dos confrontos mais viscerais da temporada cinematográfica. Se o primeiro filme foi uma introdução eletrizante, o segundo chega para elevar a aposta — e o risco.

Johnny Cage entra em cena

Entre as novidades mais aguardadas está a estreia do astro Karl Urban como Johnny Cage, astro de ação, provocador nato e combatente surpreendentemente letal. O personagem, ausente no primeiro longa, agora surge como peça-chave numa trama marcada por alianças perigosas e confrontos decisivos.

No novo filme, Cage se junta aos defensores do Plano Terreno numa missão urgente: frear o avanço das forças de Shao Kahn e impedir a queda definitiva do reino dos humanos. A balança entre mundos está prestes a ruir, e cada lutador terá de fazer escolhas que podem custar sua vida — ou sua alma.

O elenco de volta à luta

Reforçando a atmosfera de fidelidade aos jogos, o elenco retorna com nomes já familiares ao público. Chin Han vive novamente o ardiloso Shang Tsung, senhor de almas e aliado traiçoeiro da Exoterra. Joe Taslim retoma seu papel como o gélido e impiedoso Sub-Zero, enquanto Tadanobu Asano retorna como o sereno e enigmático Raiden. Hiroyuki Sanada, por sua vez, encarna mais uma vez o espírito vingativo de Hanzo Hasashi, o lendário Scorpion.

A presença desses personagens, agora mais densos e testados por perdas e desafios, fortalece a narrativa e promete confrontos de tirar o fôlego. O novo roteiro, assinado por Jeremy Slater (Moon Knight, The Umbrella Academy), busca aprofundar os vínculos entre mundos e os dilemas morais dos guerreiros — sem abrir mão do que a franquia faz de melhor: combates brutais e icônicos.

Entre o épico e o visceral

“Mortal Kombat II” é produzido por Todd Garner, James Wan, Toby Emmerich, E. Bennett Walsh e Simon McQuoid, com produção executiva de Michael Clear, Judson Scott, Jeremy Slater e Lawrence Kasanoff — nome histórico na trajetória de Mortal Kombat no cinema desde os anos 1990.

O jogo que chocou o mundo e se tornou lenda

Antes de se tornar uma franquia multimilionária no cinema, Mortal Kombat era apenas uma ideia ousada nas mãos de dois desenvolvedores da Midway Games: Ed Boon e John Tobias. O ano era 1992, e o mercado de jogos eletrônicos vivia sob a sombra de Street Fighter II. Mas foi com sangue, magia negra e artes marciais brutais que Mortal Kombat rompeu todas as expectativas — e deu início a uma das franquias mais controversas, influentes e duradouras da história dos videogames.

Hoje, com o segundo filme a caminho e personagens como Johnny Cage, Scorpion, Sub-Zero e Raiden novamente em evidência, vale voltar ao início e entender por que o primeiro Mortal Kombat não foi apenas um jogo: foi um divisor de águas cultural.

Personagens lendários e rivalidades eternas

Ao contrário de muitos jogos da época, Mortal Kombat não se limitou à pancadaria: ele criou um universo próprio, com mitologia e conflitos épicos entre reinos paralelos. A narrativa misturava torneios místicos, tradições orientais e guerra interdimensional — uma base rica que se desdobrou em continuações, séries animadas, HQs e filmes.

Personagens como o espectral Scorpion, o ninja gelado Sub-Zero, o deus do trovão Raiden e o irreverente astro de cinema Johnny Cage rapidamente ganharam status de ícones da cultura pop. Cada um tinha um estilo de luta, uma história de fundo e um fatality próprio — fórmula que ampliava o apelo do jogo para diferentes públicos.

Resumo de A Infância de Romeu e Julieta (05/06/2023)

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Logotipo da novela A Infância de Romeu e Julieta. Foto: Divulgação/ SBT

Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 05/06/2023, segunda-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.

De acordo com o resumo de A Infância de Romeu e Julieta, Esportivo Cidade (CEC) e começa a treinar intensamente. Ele está determinado a aprimorar suas habilidades e conquistar um lugar na equipe titular. Enquanto isso, Lívia, uma jovem curiosa, acaba flagrando Romeu e Julieta em uma situação comprometedora. Ela testemunha um momento de intimidade entre os dois, que talvez não devesse ter sido presenciado. Lívia se vê dividida entre revelar o que viu ou manter o segredo guardado, enquanto lida com seus próprios sentimentos em relação à situação. Enquanto as emoções estão à flor da pele no CEC, Hélio, o treinador do time, decide dividir os jogadores em times para aprimorar as habilidades individuais e promover uma competição saudável entre os atletas. Essa divisão cria uma atmosfera de rivalidade amigável no campo, onde cada jogador busca se destacar e impressionar o treinador.

Ainda na novela A Infância de Romeu e Julieta, por outro lado, o grupo dos Pedalzera, conhecido por suas habilidades em ciclismo, decide invadir o Lado Vila, um local onde ocorrem diversas atividades e eventos esportivos. Os Pedalzera, com sua energia e entusiasmo contagiante, trazem uma nova dinâmica para o local, desafiando os residentes a participarem de competições de ciclismo e se aventurarem em novas modalidades esportivas. Enquanto isso, Enzo, um jovem em busca de novas oportunidades profissionais, consegue uma colocação de trabalho na Monter, uma renomada empresa no ramo. Ele está animado com essa nova etapa em sua carreira e está disposto a enfrentar os desafios que surgirem. Enzo se dedica ao trabalho com determinação e busca aprender o máximo possível, aproveitando cada oportunidade para crescer e se desenvolver profissionalmente. Esses eventos movimentados e cheios de energia destacam a importância do esporte e do trabalho árduo na vida dos personagens. Cada um deles enfrenta desafios, supera obstáculos e busca seu lugar no mundo esportivo e profissional, mostrando a força de vontade e a determinação necessárias para alcançar seus objetivos.

O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Five Nights at Freddy’s 2 | Sequência do terror da Blumhouse tem pré-venda iniciada e promete revelar os segredos sombrios da Freddy Fazbear’s Pizza

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Os animatrônicos mais assustadores do cinema estão de volta — e com data marcada para invadir novamente as telonas. A Universal Pictures deu início nesta quarta-feira à pré-venda de ingressos de Five Nights at Freddy’s 2, aguardada continuação do sucesso de 2023 que levou quase 3 milhões de pessoas aos cinemas brasileiros. A sequência estreia em 4 de dezembro, e os fãs já podem garantir seus lugares no site de sua rede de cinema favorita.

Produzido pela Blumhouse, estúdio responsável por hits como M3GAN e O Homem Invisível, o novo capítulo promete mergulhar ainda mais fundo no universo sombrio criado por Scott Cawthon, criador da franquia de games que conquistou milhões de fãs pelo mundo.

O retorno de um pesadelo

Com direção de Emma Tammi, que também comandou Five Nights at Freddy’s – O Pesadelo Sem Fim (2023), a sequência retoma o clima tenso e claustrofóbico que transformou o primeiro filme em um fenômeno. Tammi volta a trabalhar lado a lado com Scott Cawthon, que além de assinar o roteiro, também produz o longa ao lado de Jason Blum — um dos nomes mais poderosos do cinema de terror atual.

O elenco traz de volta Josh Hutcherson (Ponte para Terabítia, Viagem 2: A Ilha Misteriosa e Viagem ao Centro da Terra: O Filme), Elizabeth Lail (A Hora da Sua Morte, Você e Era Uma Vez), Piper Rubio e Matthew Lillard (Scooby-Doo, Pânico Ela É Demais), que retorna com ainda mais destaque. O ator, aliás, firmou contrato para participar de três filmes da franquia, o que reforça a ideia de que Five Nights at Freddy’s 2 é apenas o começo de uma expansão ainda maior do chamado Freddyverse.

Entre as novidades do elenco, nomes de peso entram em cena: Skeet Ulrich (Pânico), Mckenna Grace (Capitã Marvel, Ghostbusters: Mais Além), Teo Briones (Chucky) e Wayne Knight (Jurassic Park).

A nova trama

Um ano se passou desde o primeiro filme, mas o terror está longe de acabar. Em Five Nights at Freddy’s 2, Abby Schmidt (Piper Rubio) tenta se reconectar com os misteriosos animatrônicos que marcaram sua infância. Essa busca por respostas acaba abrindo feridas antigas e revelando a origem sombria da Freddy Fazbear’s Pizza.

Enquanto isso, Mike Schmidt (Josh Hutcherson), ainda tentando colocar a vida nos trilhos, é forçado a retornar ao local que mudou tudo. Ele descobre que há segredos enterrados nas sombras do restaurante — e que nem tudo o que está “morto” permanece adormecido por muito tempo. A sequência promete unir terror psicológico e ação, com momentos de puro suspense e reviravoltas que devem agradar tanto os fãs de longa data quanto quem conheceu o universo da franquia pelo primeiro filme.

Por trás das câmeras

Se tem uma coisa que o público pode esperar, é o retorno dos assustadores animatrônicos em toda a sua glória prática. As criaturas voltam a ser criadas pela lendária Jim Henson’s Creature Shop, responsável por dar vida aos bonecos do primeiro filme — com uma mistura de efeitos práticos e tecnologia digital que mantém o charme e o horror do material original.

As gravações aconteceram entre novembro de 2024 e fevereiro de 2025, em Nova Orleans, e segundo o próprio Jason Blum, o objetivo da sequência é “tornar o terror mais íntimo, mas também mais épico”. Em outras palavras: o público pode esperar sustos maiores, emoções mais intensas e uma mitologia mais complexa.

Um sucesso que ninguém esperava (mas todo mundo adorou)

Quando o primeiro Five Nights at Freddy’s estreou em 2023, muita gente duvidava que a adaptação de um jogo de terror independente pudesse causar tanto impacto. Mas o resultado surpreendeu: o filme arrecadou mais de US$ 290 milhões globalmente e conquistou tanto os fãs dos games quanto o público casual.

O longa combinou nostalgia dos anos 80, tensão psicológica e mistério, mostrando que a fórmula do terror ainda pode emocionar — e assustar — de forma criativa. Agora, o segundo filme promete expandir essa atmosfera, explorando o passado da pizzaria, o legado dos animatrônicos e o elo entre Abby e Mike.

O que vem por aí?

A diretora Emma Tammi já adiantou que o segundo filme será “mais maduro e emocional”. Segundo ela, a sequência “não é apenas sobre medo, mas sobre o peso do passado e o que estamos dispostos a enfrentar para seguir em frente”. A expectativa dos fãs também está nas novas criaturas inspiradas nos personagens clássicos do game FNAF 2, como Toy Freddy, Balloon Boy, Mangle e The Puppet, que devem aparecer em versões inéditas nos cinemas.

Uma Batalha Após a Outra rompe barreiras e se torna a maior bilheteria da carreira de Paul Thomas Anderson

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Paul Thomas Anderson nunca foi conhecido por filmes de grande faturamento. Seu prestígio vinha da sofisticação narrativa, dos personagens complexos e de um cinema que abraçava o risco, não a matemática do mercado. Mas Uma Batalha Após a Outra mudou esse cenário de forma definitiva. De acordo com informações do Omelete, o longa ultrapassou US$ 200 milhões nas bilheterias mundiais, um resultado histórico para o diretor — e seu primeiro filme a romper essa marca. Até então, o recorde pertencia a Sangue Negro (2007), que somou US$ 76,4 milhões. Agora, esse número parece apenas uma nota de rodapé diante da enorme força global da nova produção.

A conquista impressiona porque o desempenho doméstico foi robusto, mas não gigantesco: cerca de US$ 70 milhões nos Estados Unidos. O que elevou o filme a esse patamar foi o mercado internacional, responsável por US$ 130 milhões, com destaque para Europa e Ásia. O longa, orçado entre US$ 130 e US$ 175 milhões, também se coloca como o projeto mais caro da filmografia de Anderson — e talvez o mais ousado em termos estéticos e narrativos.

O nascimento de um projeto ambicioso

A adaptação de Vineland, romance de Thomas Pynchon lançado em 1990, era um desejo antigo de Anderson. O diretor, que já demonstrara afinidade com a prosa caótica e labiríntica do escritor em Vício Inerente, encontrou no livro uma oportunidade de unir elementos da obra original a experiências pessoais acumuladas ao longo dos anos. Resultado: um híbrido que respeita a essência pynchoniana, mas carrega a assinatura emocional e cinematográfica típica de Anderson.

A trama acompanha um ex-revolucionário que tenta escapar do passado, mas se vê arrastado de volta a ele quando um militar corrupto passa a perseguir sua família. É uma história de perseguições, segredos e feridas que insistem em se abrir no momento em que deveriam cicatrizar. O elenco reforça o peso dramático: Leonardo DiCaprio, Sean Penn, Benicio Del Toro, Regina Hall, Teyana Taylor e Chase Infiniti conduzem o espectador por uma narrativa densa e cheia de camadas.

Uma experiência filmada como um épico moderno

As filmagens, realizadas na Califórnia, chamaram atenção por um detalhe técnico raro: o uso do VistaVision, formato amplamente utilizado entre os anos 1950 e 1960, famoso pela definição e profundidade excepcionais. Anderson reviveu o processo para dar ao longa uma textura visual particular — quase tátil — que destaca tanto a ação quanto a carga emocional da história.

Esse resgate estético transforma Uma Batalha Após a Outra em um épico contemporâneo que mistura tensão política, drama familiar e uma cadência cinematográfica que poucos diretores trabalham com tanta precisão.

Um passo rumo à consagração

A première mundial aconteceu em 8 de setembro de 2025, em Los Angeles, e despertou reações imediatas. Críticos e público destacaram o equilíbrio raro entre complexidade narrativa e vigor visual. Lançado comercialmente nos EUA em 26 de setembro pela Warner Bros., o filme recebeu elogios pela direção de Anderson, pela trilha sonora, pela fotografia intensa e pela maneira inesperada com que o diretor trabalha cenas de ação — um território pouco explorado em sua filmografia.

As atuações também chamaram atenção. DiCaprio entrega uma performance firme e contida, enquanto a jovem Chase Infiniti surge como revelação, trazendo verdade e força emocional ao papel da filha adolescente.

A narrativa se estende por décadas e mergulha em temas como extremismo político, racismo, vigilância estatal e como ideologias corroem — ou moldam — vínculos afetivos. Em sua juventude, “Ghetto” Pat Calhoun e Perfidia Beverly Hills compõem a organização revolucionária French 75. Vivem missões clandestinas, tensões internas e confrontos cada vez mais perigosos. Em meio a esse caos, Perfidia se envolve com Steven J. Lockjaw, um comandante militar cruel e obcecado por ela.

A militante engravida e dá à luz Charlene. Mesmo assim, não abandona a causa. Sua prisão leva a uma decisão extrema: entrar no programa de proteção a testemunhas. Nesse processo, Lockjaw inicia uma caçada violenta, enquanto Pat assume uma nova identidade para salvar a filha — agora uma bebê lançada ao mundo entre mentiras, violência e rupturas.

Anos passam. Pat vive como Bob, escondido em Baktan Cross, uma comunidade isolada na Califórnia. Sua vida gira em torno de manter Willa — nome que Charlene passa a usar — a salvo e distante de qualquer vestígio do passado. Ele carrega culpa, trauma e uma paranoia crescente, enquanto tenta dar à filha a normalidade que jamais teve.

Enquanto isso, Lockjaw ascende na estrutura militar dos EUA, tornando-se coronel e figura influente entre supremacistas brancos ligados ao Clube dos Aventureiros de Natal. Mas sua trajetória começa a ruir quando decide apagar de vez qualquer evidência de sua relação com Perfidia — incluindo a existência da filha mestiça.

A caça recomeça — e nada permanece escondido para sempre

A partir daqui, o filme assume a tensão de um thriller. Lockjaw envia tropas com o pretexto de uma operação anti-imigração, mas o objetivo real é capturar Bob e Willa. O que se segue é um percurso de fuga, violência e revelações. Bob tenta recorrer a antigos aliados, mas o trauma o impede até de lembrar a senha que poderia salvá-los.

Willa, por sua vez, é enviada para um convento de freiras revolucionárias, um dos tantos símbolos de resistência que o filme incorpora para reforçar seu comentário político.

O cerco se fecha quando Lockjaw descobre o paradeiro da filha. A revelação de que Willa é seu sangue o faz perder prestígio e ser expulso do grupo supremacista. Ainda assim, sua obsessão permanece. Willa, devastada pela verdade sobre sua origem e pela ausência da mãe, exige respostas de Bob — e o confronta armada, em uma das cenas mais doloridas e intensas do filme.

É nesse ponto que Anderson faz a trama crescer não pelo espetáculo, mas pelo drama emocional. O diretor mostra que as batalhas centrais da narrativa são internas, ainda que cercadas por violência e perseguição.