Mestres da Carpintaria | Exposição na Japan House São Paulo revela a alma da carpintaria japonesa

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O Japão é um país onde a natureza e a tradição caminham lado a lado. Com cerca de 67% de seu território coberto por florestas, segundo dados da Embaixada do Japão no Brasil, o respeito pelas árvores e pelo equilíbrio ambiental faz parte do modo de vida japonês há séculos. É desse elo sagrado entre o homem e a natureza que surge uma das expressões mais refinadas da cultura nipônica: a carpintaria tradicional, arte que transforma madeira em arquitetura sem o uso de pregos ou metais, apenas com precisão, sensibilidade e sabedoria ancestral.

É esse universo de técnica e espiritualidade que inspira a exposição “Imbuídos das forças das florestas do Japão – Mestres da carpintaria: habilidade e espírito”, aberta ao público a partir de 11 de novembro, no térreo da Japan House São Paulo (JHSP). A mostra mergulha na filosofia, na estética e no respeito que os carpinteiros japoneses cultivam pela madeira, apresentando como a harmonia com a natureza pode ser o alicerce para construções duradouras e cheias de significado.

O diálogo entre o homem e a floresta

Com curadoria de Marcelo Nishiyama, diretor associado e curador-chefe do Takenaka Carpentry Tools Museum, em Kobe, a exposição convida o público a compreender o olhar quase espiritual que o Japão dedica às florestas. Antes de iniciar qualquer obra, o carpinteiro pede permissão às divindades das montanhas e observa atentamente cada árvore. A escolha da madeira ideal depende do lugar onde ela cresceu, da velocidade do seu desenvolvimento e até da direção dos ventos que moldaram sua forma.

“Assim como as pessoas, as árvores têm personalidades próprias”, explica o curador. “As que crescem nas montanhas são mais firmes e indicadas para pilares e vigas; já as que nascem nos vales, onde o crescimento é mais rápido, servem melhor aos acabamentos e detalhes decorativos.” Essa observação minuciosa revela a delicada relação entre técnica e espiritualidade que sustenta a carpintaria japonesa — uma arte em que cada corte é guiado por respeito e propósito.

Técnica milenar e filosofia estética

Depois de passar pelas Japan Houses de Londres e Los Angeles, a mostra chega a São Paulo com um diferencial: uma segunda etapa prevista para março de 2026, dedicada à técnica kigumi, que consiste em encaixar peças de madeira perfeitamente entalhadas, dispensando o uso de pregos ou parafusos. Essa tradição milenar, símbolo de engenhosidade e durabilidade, também está presente na própria fachada da Japan House São Paulo, construída com mais de seis toneladas de madeira hinoki (cipreste japonês), material nobre e resistente usado há séculos pelos mestres carpinteiros.

A exposição também apresenta os dois principais estilos desse ofício: os dōmiya daiku, responsáveis por templos e santuários, e os sukiya daiku, especializados em casas de chá — espaços de introspecção e harmonia que expressam o ideal de simplicidade japonesa.

A delicadeza da Casa de Chá

Um dos pontos altos da mostra é a réplica em escala real da Casa de Chá Sa-an, pertencente ao templo Daitoku-ji Gyokurin-in, em Quioto. Erguida originalmente em 1742, a casa reflete o refinamento da carpintaria sukiya, caracterizada pelo uso de bambu e madeiras naturais. No modelo apresentado na JHSP, partes do teto e das paredes foram propositalmente abertas para revelar os encaixes invisíveis que sustentam a estrutura — uma oportunidade rara de observar a beleza interna que normalmente fica oculta.

Cada junta, cada entalhe, cada linha da construção expressa o cuidado e a paciência de quem compreende que a arquitetura é também uma forma de meditação.

Ferramentas que contam histórias

A exposição também exibe 87 ferramentas tradicionais utilizadas pelos mestres da madeira. São instrumentos que carregam séculos de conhecimento e uma filosofia que valoriza o toque humano. Para ampliar a experiência, o público poderá acessar QR Codes que disponibilizam vídeos, imagens e descrições detalhadas sobre o uso de cada ferramenta.

“Queremos que o visitante mergulhe completamente nesse universo”, explica Natasha Barzaghi Geenen, diretora cultural da JHSP. “A carpintaria japonesa desperta admiração não apenas pela precisão técnica, mas pelo modo como ela expressa valores humanos como respeito, paciência e harmonia.”

Uma floresta no coração de São Paulo

A experiência sensorial é outro dos grandes encantos da mostra. Uma instalação imersiva recria a atmosfera das florestas japonesas, permitindo que os visitantes sintam o perfume de oito tipos de madeira — entre elas hinoki (cipreste japonês), sugi (cedro) e sakura (cerejeira). Sons e aromas se misturam para transportar o público ao interior do Japão, despertando o mesmo sentimento de reverência que inspira os mestres carpinteiros.

Durante a semana de abertura, a JHSP promoverá visitas guiadas, palestras com o curador Marcelo Nishiyama e outras atividades educativas voltadas ao diálogo entre tradição, sustentabilidade e arte.

Acessibilidade e inclusão

Fiel à sua missão de tornar a cultura japonesa acessível a todos, a Japan House São Paulo integra a mostra ao programa JHSP Acessível, que oferece recursos táteis, audiodescrição e vídeos em Libras. Assim, a experiência poderá ser vivida de forma plena por pessoas com diferentes tipos de deficiência, reforçando a importância da inclusão também no campo da arte e do patrimônio cultural.

Domingo Maior de hoje (23) exibe “Infiltrado na Klan”: O suspense poderoso de Spike Lee sobre racismo e resistência

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O Domingo Maior de hoje, 23 de novembro, aposta em um dos filmes mais impactantes da última década: “Infiltrado na Klan” (BlacKkKlansman), dirigido por Spike Lee (Faça a Coisa Certa, Céus e Infernos, O Plano Perfeito). Misturando tensão, humor ácido e um senso de urgência política, o longa resgata uma história real que parece dialogar diretamente com o presente, mesmo ambientada nos anos 1970.

A produção acompanha Ron Stallworth, interpretado por John David Washington, um jovem policial negro do Colorado que tomou uma decisão ousada e quase impensável para a época. Em 1978, ele conseguiu se infiltrar na Ku Klux Klan, uma das organizações supremacistas brancas mais violentas dos Estados Unidos. A investigação começou por telefone, onde Ron fingia ser um homem branco e simpatizante dos ideais racistas do grupo. À medida que a operação avançava, outro policial (branco) precisava aparecer pessoalmente nas reuniões para manter a farsa. (Via: AdoroCinema)

O resultado foi uma parceria improvável, tensa e ao mesmo tempo brilhantemente construída, principalmente por causa da atuação de Adam Driver, que vive o policial que se passa por Ron nos encontros presenciais com os membros da Klan. A operação secreta durou meses e expôs planos de ataques, linchamentos e crimes de ódio organizados pela seita. Para além do suspense policial, Spike Lee transforma a história numa crítica direta ao racismo estrutural, mostrando como discursos de ódio se espalham, encontram espaços e se disfarçam ao longo das décadas.

Um filme que mistura indignação, humor e esperança

“Infiltrado na Klan” não é apenas sobre a investigação. É também sobre o peso emocional de ser um homem negro enfrentando um sistema que muitas vezes tenta silenciar, apagar ou intimidar. Spike Lee equilibra momentos de ironia e sátira com cenas duras, sem medo de provocar o espectador.

A narrativa vibra justamente por saber rir do absurdo que atravessa a história como quando Ron liga para o líder da Klan, interpretado por Topher Grace, e é recebido com entusiasmo, mesmo descrevendo preconceitos abertamente racistas.

Ao mesmo tempo, o filme respira através de personagens como Patrice (Laura Harrier), que levanta discussões sobre identidade, resistência e ativismo negro num período de profundas tensões sociais nos EUA.

Elenco comprometido e direção afiada

O elenco do filme atua com uma entrega que dá corpo e verdade à história. John David Washington (“Tenet”, “Malcolm & Marie”, série “Ballers”) interpreta Ron Stallworth com firmeza, carisma e nuances que revelam tanto a coragem quanto a vulnerabilidade do personagem. Adam Driver (“História de um Casamento”, “Paterson”, franquia “Star Wars”) dá vida a Flip Zimmerman mergulhando no conflito identitário de um policial judeu infiltrado em um grupo supremacista, trazendo tensão e sensibilidade à narrativa.

Laura Harrier (“Homem-Aranha: De Volta ao Lar”) ilumina a história com presença marcante, enquanto Topher Grace (“That ‘70s Show”, “Homem-Aranha 3”), Ryan Eggold (“The Blacklist”, “New Amsterdam”) e Jasper Pääkkönen (“Vikings”, “O Atentado ao Hotel Taj Mahal”) completam o time com atuações que reforçam a força política, emocional e crítica do filme.

Na versão exibida na TV, a dublagem brasileira com Marcelo Campos, Alfredo Rollo, Samira Fernandes e Felipe Zilse mantém a força das interpretações originais, reforçando a intensidade e a humanidade que o longa pede.

Um sucesso de crítica, bilheteria e relevância

Lançado em 2018, o filme arrecadou mais de US$ 89 milhões em todo o mundo, contra um orçamento de US$ 15 milhões, um ótimo desempenho para um filme de forte teor político. Nos Estados Unidos, estreou com US$ 10,8 milhões e garantiu a Spike Lee seu melhor fim de semana de abertura desde Plano Perfeito (2006). A produção também ganhou o Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, marcando um dos momentos mais celebrados da carreira do diretor.

TV Aparecida exibe o filme Um Broto Legal nesta sexta, 17

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Sextou com novidade na TV Aparecida! Na próxima sexta, 17 de janeiro, às 21h15, a sessão “Tela de Sexta” traz um filme inédito que promete muita emoção e nostalgia: “Um Broto Legal”. Se você curte música, história e aquela vibe dos anos 50, já pode anotar na agenda porque esse é imperdível!

Sobre o filme

A história é sobre Celly Campello, a primeira cantora de rock do Brasil, que mandou ver com sucessos como “Banho de Lua” e “Estúpido Cupido”. Tudo começa no final dos anos 50, em Taubaté, interior de São Paulo. Lá, Célia Campello, uma garota de 16 anos, já é uma sensação local, cantando na rádio da cidade e conquistando um público fiel.

O ponto de virada? O irmão dela, Tony Campello, vai para São Paulo tentar a sorte como cantor e acaba sendo descoberto por um caça-talentos. Não demora muito para Célia também chamar atenção, se transformar em Celly Campello e se tornar a rainha do rock brasileiro!

A trajetória dela mostra os altos e baixos de quem abriu as portas para o rock nacional. Além de ser uma pioneira na música, Celly conquistou corações e deixou um legado que marcou gerações.

Quem tá no elenco?

O filme tem nomes incríveis como Cláudio Fontana, Felipe Folgosi, Paulo Goulart Filho e Petrônio Gontijo. Ah, e a classificação etária é 12 anos, então já pode reunir a galera ou curtir com a família.

Por que assistir?

Se você gosta de filmes que misturam música, emoção e aquela pitada de nostalgia, esse é pra você! Além de ser uma aula de história sobre o rock brasileiro, é uma chance de reviver (ou conhecer) o som que fez tanto sucesso nos anos dourados. Então já sabe: sexta, às 21h15, é só ligar na TV Aparecida e curtir o longa-metragem. Vai ser uma viagem no tempo com muito estilo e música boa!

Estreias de hoje nos cinemas (09/04): de “Os Estranhos – Capítulo Final” ao premiado “Cinco Tipos de Medo”

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A quinta, 9 de abril de 2026, chega com uma programação variada nas salas de cinema, reunindo produções que transitam entre o terror de franquia, o suspense político internacional, o drama social brasileiro e narrativas mais sensíveis. Entre continuações aguardadas, adaptações literárias e títulos premiados em festivais, a semana oferece opções para diferentes perfis de público, ainda que nem todas as estreias cheguem cercadas de unanimidade.

O principal destaque comercial é Os Estranhos: Capítulo Final, que encerra a trilogia iniciada em 2024 sob a direção de Renny Harlin. Ao lado dele, produções como O Mago do Kremlin, Cinco Tipos de Medo e A Mulher Que Chora ampliam o leque de gêneros e propostas que chegam às telonas nesta semana.

Encerrando uma trilogia pensada como reinvenção da franquia original, Os Estranhos: Capítulo Final aposta em respostas para os mistérios construídos ao longo dos capítulos anteriores. Estrelado por Madelaine Petsch, Gabriel Basso, Ema Horvath e Richard Brake, o longa acompanha Maya, sobrevivente dos ataques dos assassinos mascarados, agora movida por vingança e pela necessidade de encerrar um ciclo de violência.

A narrativa mergulha no passado dos criminosos e tenta explicar suas motivações, algo que sempre foi tratado com mais mistério nos filmes anteriores. Ambientado na fictícia cidade de Venus, no Oregon, o longa alterna entre presente e flashbacks para revelar conexões que envolvem manipulação, violência e cumplicidade institucional. Ao mesmo tempo, acompanha a jornada de Maya em busca de justiça, que culmina em um confronto direto com o principal antagonista. Mesmo com essa ambição, a recepção crítica foi negativa nos Estados Unidos, repetindo o desempenho dos capítulos anteriores, principalmente por substituir o terror psicológico por uma abordagem mais explicativa e próxima do suspense investigativo.

Entre as estreias mais prestigiadas da semana está O Mago do Kremlin, dirigido por Olivier Assayas e baseado na obra de Giuliano da Empoli. O filme propõe uma leitura ficcional dos bastidores do poder na Rússia, acompanhando Vadim Baranov, interpretado por Paul Dano, um personagem que transita de artista a estrategista político durante a transição da União Soviética para a Federação Russa.

Ao seu redor, figuras inspiradas em personagens reais ganham destaque, incluindo uma versão jovem de Vladimir Putin, interpretado por Jude Law. Com um tom que mistura humor ácido e crítica política, o longa examina como narrativas são construídas para sustentar o poder. A presença de nomes como Alicia Vikander e Jeffrey Wright reforça o alcance internacional da produção, que foi exibida na competição principal do Festival de Veneza e indicada ao Leão de Ouro. Trata-se de um filme mais denso, voltado a um público interessado em política e história recente.

Representando o cinema nacional, Cinco Tipos de Medo chega com força após conquistar o principal prêmio do Festival de Gramado. Dirigido por Bruno Bini, o longa combina drama e ação em uma narrativa ambientada na periferia urbana. A história acompanha Murilo, vivido por João Vitor Silva, que, após sobreviver a uma internação grave, desenvolve sentimentos pela enfermeira Marlene, interpretada por Bella Campos.

Esse vínculo se complica pela presença de Sapinho, personagem de Xamã, um traficante cuja prisão desencadeia tensões dentro da comunidade. A narrativa também inclui a policial Luciana, interpretada por Bárbara Colen, e um advogado que se envolve no caso a pedido de lideranças locais. O filme constrói um retrato de disputas territoriais e dilemas morais, evitando simplificações e apostando em personagens com motivações conflitantes. O reconhecimento em Gramado reforça seu potencial de repercussão junto ao público brasileiro.

Fechando a lista, A Mulher Que Chora apresenta uma proposta mais delicada e introspectiva. Dirigido por George Walker Torres, o longa acompanha Miguel, um menino de sete anos que vive em uma casa isolada com três gerações de mulheres. Em meio ao distanciamento emocional da mãe, que enfrenta as consequências de um divórcio, ele encontra em Carmen, uma imigrante venezuelana que trabalha como empregada doméstica, uma figura de afeto e também de mistério.

A relação entre os dois conduz a narrativa por um caminho que mistura realidade e imaginação, explorando temas como abandono, pertencimento e construção de vínculos. Com duração mais enxuta e abordagem sensível, o filme se posiciona como uma alternativa para quem busca histórias mais intimistas e menos guiadas pelo ritmo comercial.

Programação da RedeTV! desta quinta-feira, 15/08/2024

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Confira a programação completa da RedeTV! para quinta-feira, 15 de agosto de 2024. O canal oferece uma grade variada que promete agradar aos telespectadores com uma combinação equilibrada entre entretenimento, jornalismo e programação religiosa.

Desde sua estreia em 15 de novembro de 1999, a RedeTV! se destacou como uma emissora inovadora no cenário da televisão brasileira. Idealizada pelo empresário Amilcare Dallevo Jr. e pela apresentadora e empresária Daniela Albuquerque, a emissora se apresentou com uma proposta arrojada e uma programação eclética que combinava jornalismo, entretenimento e variedades. Essa abordagem diferenciada rapidamente conquistou a preferência do público, tornando a RedeTV! uma opção atraente para aqueles que buscavam uma alternativa ao padrão das emissoras tradicionais.

A RedeTV! enfrentou diversos desafios e transformações ao longo dos anos, mas sua capacidade de adaptação e inovação sempre foi um ponto forte. Programas como “SuperPop”, com a apresentadora Luciana Gimenez, e “TV Fama”, que aborda o mundo das celebridades, são exemplos da habilidade da emissora em trazer temas atuais e relevantes para a sua audiência. Além disso, a RedeTV! tem investido fortemente na sua presença digital, expandindo sua atuação para plataformas online e redes sociais a fim de fortalecer sua marca e manter-se relevante no competitivo cenário midiático brasileiro.

Programação da RedeTV! – quinta-feira, 15 de agosto de 2024

  • 05:00 – Igreja Internacional da Graça de Deus
  • 08:30 – Igreja Universal do Reino de Deus
  • 09:30 – Programa Ultrafarma
  • 10:00 – Papo com Dani
  • 10:30 – Fica com a Gente
  • 11:50 – Qualé Moré?
  • 12:30 – Viva Sorte
  • 13:00 – Igreja Universal do Reino de Deus
  • 15:00 – A Tarde é Sua
  • 17:00 – Igreja Universal do Reino de Deus
  • 18:00 – Marjo Premios
  • 19:00 – RedeTV News
  • 20:00 – Loterias Caixa
  • 20:30 – Igreja Internacional da Graça de Deus
  • 21:30 – TV Fama
  • 22:30 – Sensacional
  • 23:45 – É Notícia
  • 00:45 – Leitura Dinâmica
  • 01:30 – Ultra Show (Reprise)
  • 03:00 – Igreja da Graça no Seu Lar

James Gunn comenta (sem spoilers): “Ainda não li o roteiro de Batman 2” — mas isso não é motivo pra pânico

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Os morcegos estão voando baixo na DC. Em meio ao clima de expectativa que envolve “The Batman – Parte II”, o diretor criativo do estúdio, James Gunn, finalmente quebrou o silêncio sobre o novo roteiro da sequência comandada por Matt Reeves — mas com um detalhe curioso: ele ainda não leu o texto.

Durante uma entrevista descontraída ao site ComicBook, Gunn, sempre sincero e sem firulas, foi direto: “Eu ainda não li”, confessou. “Estou muito animado para ler e espero conseguir fazer isso no avião para Londres… mas talvez eu durma no processo.”

E não, ele não quis dizer que o roteiro é chato. Pelo contrário. Gunn elogiou o trabalho de Matt Reeves e do co-roteirista Mattson Tomlin, dizendo estar empolgado com o que ouviu sobre o argumento, mesmo sem ter mergulhado nas páginas ainda.

🖋️ O que sabemos sobre The Batman – Parte II?

Pouco. Quase nada, pra ser sincero. Desde o lançamento de The Batman em 2022 — o filme sombrio, detetivesco e elogiado que marcou o início de uma nova abordagem para o Homem-Morcego — a sequência vem sendo mantida sob sigilo absoluto.

Sabemos apenas que Robert Pattinson volta ao papel do vigilante de Gotham e que Reeves continua no comando, preservando o tom noir e psicológico do original. Além disso, Mattson Tomlin, que já colaborou com Reeves não oficialmente no primeiro filme, agora assina o roteiro oficialmente desde o início.

Ah, e claro: o filme está confirmado. Mas data de estreia? Vilão principal? Aparições surpresa? Zero confirmação até agora. O suspense está servindo mais do que um Charada em crise existencial.

🧠 DC Studios em modo dual: universo principal vs. selo paralelo

Vale lembrar que esse novo Batman não faz parte do novo universo unificado que James Gunn e Peter Safran estão montando para a DC. Em outras palavras, essa versão do herói está dentro do que a DC chama de DC Elseworlds — um selo reservado para histórias que acontecem fora da linha do tempo principal, como Coringa: Folie à Deux.

Enquanto Gunn prepara seu Superman (cujo título já mudou para apenas Superman, e começa a ser filmado este ano), ele também tem o desafio de manter a casa em ordem — ou pelo menos com os morcegos organizados nos seus respectivos sótãos.

🛫 Leitura em trânsito?

Seja no voo para Londres ou no assento do trem criativo da DC, Gunn parece pronto para se encantar com a nova jornada do Cavaleiro das Trevas — quando, claro, o sono permitir.

Mas se até o chefão da DC ainda está no escuro sobre o roteiro, que chance temos nós, reles mortais nerds, de saber o que vem por aí? Talvez nenhuma. Mas isso faz parte do charme.

Até lá, seguimos com a bat-sinal aceso. E quem sabe, da próxima vez, a notícia seja: “James Gunn leu, adorou, e agora temos um vislumbre do que esperar.”

Afinal, como diria Alfred: “Algumas sequências só precisam ser esperadas.”

“The Pitt” | Aclamado drama médico da HBO Max ganha reforço no elenco da 2ª temporada com Lawrence Robinson

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Desde que estreou em janeiro de 2025, “The Pitt” vem dando o que falar. Misturando drama, adrenalina e muita humanidade, a série médica da Max conseguiu se destacar num gênero já bastante explorado, justamente por apostar em algo diferente: cada episódio acompanha uma hora dentro de um plantão de 15 horas no movimentado (e fictício) Pittsburgh Trauma Medical Hospital. E se a primeira temporada já foi um soco no estômago com momentos de tirar o fôlego, a segunda vem aí prometendo ainda mais intensidade — e romance também.

É isso mesmo. Segundo informações divulgadas com exclusividade pelo site Deadline, o ator Lawrence Robinson acaba de entrar para o elenco da segunda temporada. Ele vai interpretar Brian Hancock, um paciente doce, gentil e charmoso que dá entrada no hospital depois de se machucar jogando bola. O que poderia ser só mais um caso entre tantos acaba se transformando em algo maior — afinal, tem médica de olho no rapaz.

Quem é Lawrence Robinson?

Você pode até não reconhecer o nome de cara, mas Robinson vem construindo uma carreira sólida e sensível. Um dos seus papéis mais elogiados foi na minissérie Shelter Street, em que interpretava um pai enlutado, tentando seguir em frente depois de uma tragédia familiar. A crítica adorou, o público se emocionou e, agora, ele dá um novo passo ao entrar numa das séries mais comentadas do ano.

Robinson tem aquele tipo de presença que não precisa de muito para chamar atenção. Ele não faz estardalhaço, mas entrega personagens cheios de emoção e profundidade. E é exatamente esse tipo de atuação que combina com o estilo de The Pitt, que prioriza o realismo e as emoções contidas, mas poderosas.

Um elenco afiado e uma série que pega na veia

A série estreou com tudo no começo de 2025. Criada por R. Scott Gemmill, que tem no currículo produções como ER e NCIS: Los Angeles, a série chegou ao catálogo da Max com uma proposta ousada: mostrar o que acontece em um plantão de 15 horas no hospital, hora por hora. É quase como se cada episódio fosse uma peça de um quebra-cabeça — e ao final da temporada, você entende o tamanho da bagunça emocional que aquilo representa.

O elenco é daqueles que segura a barra com talento de sobra — e parte do sucesso da série vem justamente dessa mistura afiada entre veteranos e nomes em ascensão. Noah Wyle, que marcou uma geração como o Dr. John Carter em ER, retorna ao ambiente hospitalar com a mesma entrega, agora na pele do Dr. Michael “Robby” Robinavitch, um profissional calejado e respeitado. Ao lado dele, Tracy Ifeachor brilha como a Dra. Heather Collins, médica de coração firme e ética afiada, enquanto Patrick Ball entrega um Dr. Frank Langdon cheio de camadas e dilemas. Katherine LaNasa impõe presença como Dana Evans, diretora que equilibra burocracia e humanidade. Já o núcleo jovem — formado por Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell e Shabana Azeez — traz frescor, diversidade e muita verdade nos conflitos pessoais e profissionais. Com esse time, cada cena pulsa com autenticidade, fazendo o espectador se importar de verdade com quem está ali, lutando entre a vida e a morte. A chegada de Lawrence Robinson promete adicionar ainda mais emoção, reforçando o que a série tem de melhor: pessoas que nos tocam mesmo nos momentos mais caóticos.

Uma estreia de impacto

Lançada em 9 de janeiro, o seriado chegou com dois episódios de cara e depois passou a ser exibida semanalmente até abril. A repercussão foi imediata. No Rotten Tomatoes, a série conquistou 93% de aprovação, com uma média de 7,8 entre os críticos. Já no Metacritic, a pontuação foi de 76, indicando que a crítica, em geral, ficou bastante satisfeita com o que viu.

E o romance? Vem aí?

Bom, tudo indica que sim. A presença de Brian Hancock deve mexer com o emocional de uma das médicas, ainda não se sabe qual. Talvez alguém que passou a temporada anterior fechada, distante, e agora encontre nesse paciente um motivo pra baixar a guarda. Ou talvez seja um daqueles casos que começa como distração e acaba virando transformação.

The Pitt já mostrou que sabe lidar com relacionamentos de forma madura. Não é uma série sobre casais fofinhos trocando olhares no corredor (nada contra, mas não é o foco aqui). Quando o afeto entra, ele entra com peso, com dilemas, com aquela tensão de quem sabe que tem vidas em jogo. Isso torna qualquer aproximação ainda mais carregada de significado.

O que esperar da segunda temporada?

A Max confirmou a renovação no dia 14 de fevereiro de 2025, e desde então os fãs vêm especulando o que vem por aí. A temporada anterior terminou com vários ganchos — um caso de transplante que mexeu com todos, a saída inesperada de um médico, decisões éticas controversas… Muita coisa ficou no ar.

Pluribus | Novo teaser revela o universo perturbador de Vince Gilligan na Apple TV+

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Vince Gilligan retorna em grande estilo, mas desta vez a jornada não atravessa o submundo do crime — ela mergulha no abismo da mente humana. O novo teaser de Pluribus, lançado na Apple TV+, apresenta uma série que mistura ficção científica, suspense psicológico e dilemas sobre identidade e liberdade, mostrando um universo completamente diferente do que o criador de Breaking Bad e Better Call Saul já explorou.

O teaser divulgado pelo DiscussingFilm cumpre seu papel com maestria: provoca, inquieta e deixa claro que Gilligan criou uma história visualmente arrebatadora e emocionalmente instigante, pronta para desafiar o espectador a refletir sobre identidade, liberdade e o verdadeiro preço da paz coletiva.

O título da série, Pluribus, vem da expressão latina E Pluribus Unum, “de muitos, um”, conceito que norteia a trama: um mundo em que os indivíduos desaparecem e o coletivo domina. Em poucos segundos, o teaser apresenta um planeta transformado pelo vírus alienígena chamado “A União”, que conecta todas as mentes humanas em um fluxo único e silencioso. A aparente perfeição — sem guerras, fome ou egoísmo — contrasta com a ausência de desejos, vontades e emoções próprias.

Nesse cenário, Carol Sturka (Rhea Seehorn) sobrevive, imune à infecção, sentindo cada emoção perdida pelo resto da humanidade. Em poucos segundos, o teaser transmite de forma poderosa a tensão entre pertencimento e solidão, entre segurança e perda da própria identidade, oferecendo um vislumbre de um universo inquietante e profundamente humano.

Após Better Call Saul, muitos esperavam que Gilligan continuasse explorando o crime, mas ele decidiu desafiar sua própria zona de conforto, mergulhando na ficção científica com o mesmo olhar clínico e emocional que marcou sua carreira. Albuquerque surge silenciosa e quase irreconhecível, como se tivesse sido absorvida por um mundo homogêneo. A fotografia fria e dessaturada, aliada a uma trilha sonora minimalista, reforça o clima de isolamento e inquietação, despertando a curiosidade do espectador em cada frame.

A produção de Pluribus também teve sua trajetória desafiadora. Em outubro de 2023, a greve do Sindicato dos Roteiristas da América interrompeu a escrita da primeira temporada, obrigando Gilligan e sua equipe a se reagrupar para finalizar os dois últimos episódios. As filmagens, iniciadas em fevereiro de 2024 e concluídas em setembro do mesmo ano, se estenderam por sete meses em Albuquerque, sob o título provisório de Wycaro 339, com um orçamento estimado de US$ 15 milhões por episódio. Em março de 2024, Karolina Wydra foi escalada para o papel principal de Zosia, adicionando ainda mais força ao elenco da série.

Nova temporada de Expedições ao Sagrado estreia nesta terça na TV Aparecida

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Uma viagem emocionante por locais sagrados ao redor do mundo aguarda os telespectadores na estreia da terceira temporada de Expedições ao Sagrado, na próxima terça-feira, 7 de janeiro, às 21h, pela TV Aparecida. A série, conduzida pelos jornalistas Rodrigo Alvarez e Sergio Patrick, promete mais do que um tour histórico: ela oferece reflexões profundas sobre fé, cultura e espiritualidade.

Nesta nova fase, os apresentadores visitam destinos repletos de significados religiosos e históricos. Rodrigo Alvarez começa a jornada em Éfeso, na Turquia, cidade que, segundo uma tradição cristã, foi o lar dos últimos anos de Maria, mãe de Jesus. Na França, ele desvenda detalhes da restauração da Catedral de Notre Dame, um ícone mundial que renasce após o devastador incêndio de 2019, e destaca estátuas que remetem ao Cristo Redentor, ligando simbolicamente dois continentes.

Enquanto isso, Sergio Patrick explora a Bélgica, passando pelas ruínas da Abadia de Villers, um local que preserva quase mil anos de história, e pela Basílica do Sangue Sagrado, em Bruges, onde uma relíquia atribuída à Crucificação de Jesus é venerada há séculos. Em uma rica passagem pelo Noroeste da Europa, ele também apresenta catedrais imponentes como a de Aachen, na Alemanha, e a de Reims, na França, que foram palcos de coroações de reis e testemunhas de importantes momentos históricos.

Para Sergio Patrick, uma das narrativas mais marcantes desta temporada é a de Santa Teresinha do Menino Jesus, também conhecida como a “pequena flor”. “Estar em lugares que ajudaram a moldar a história dessa santa foi muito especial. Santa Teresinha é amada tanto na França quanto no Brasil, e revisitar sua trajetória nos conecta com sua simplicidade e força de fé”, compartilha o jornalista.

Além disso, Sergio destaca a beleza e o significado dos espaços religiosos visitados. “A Basílica do Sangue Sagrado e a Abadia de Villers são mais do que lugares históricos. Elas contam histórias de devoção que resistiram ao tempo e permanecem vivas na cultura local.”

A temporada começa com uma rica conexão entre dois países. No Brasil, Rodrigo Alvarez leva os espectadores à Catedral da Sé, no coração de São Paulo. Inaugurada em 1954, a igreja guarda capítulos importantes da história do país e encanta pela riqueza de sua arquitetura e arte.

Enquanto isso, na França, Sergio Patrick visita a Basílica de Santa Clotilde, dedicada à rainha que mudou o rumo do cristianismo europeu. A história de Santa Clotilde, que influenciou a conversão de seu marido, o Rei Clóvis, e impulsionou a fé cristã na região, é narrada com detalhes que emocionam.

Kopenhagen lança Nhá Benta Wandinha e une chocolate, nostalgia e cultura pop no Halloween 2025

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O Halloween de 2025 ganha um toque de ousadia e doçura com o lançamento da Nhá Benta Wandinha, uma edição limitada que transforma um dos doces mais icônicos da Kopenhagen em um verdadeiro tributo à famosa personagem da série da Netflix. Disponível nas versões tradicional e dragê, o produto chega em embalagens lúdicas e cheias de personalidade, pensadas para encantar nas lojas físicas e também nos canais digitais da marca.

A escolha de Wandinha não é à toa. A série de televisão estadunidense, criada por Alfred Gough e Miles Millar, mistura comédia dramática, suspense e terror, e é baseada na personagem Wednesday Addams, do cartunista Charles Addams. Estrelada por Jenna Ortega, a produção conta com um elenco de peso, incluindo Gwendoline Christie, Riki Lindhome, Jamie McShane, Hunter Doohan, Percy Hynes White, Emma Myers, Georgie Farmer, Joy Sunday, Moosa Mostafa, Naomi J. Ogawa e Christina Ricci, além de participações especiais de Catherine Zeta-Jones, Luis Guzmán, Isaac Ordonez e Fred Armisen. A direção dos quatro primeiros episódios ficou a cargo de Tim Burton, que já havia se envolvido em projetos anteriores relacionados à Família Addams.

Desde sua estreia, em novembro de 2022, Wandinha conquistou público e crítica, com elogios ao desempenho de Jenna Ortega. A série rapidamente se tornou um fenômeno global, alcançando números impressionantes na Netflix: duas semanas após o lançamento, já era a terceira série em inglês mais assistida mundialmente, e posteriormente se tornou a série de língua inglesa mais vista na história da plataforma, superando até a quarta temporada de Stranger Things.

Ao trazer Wandinha para a Nhá Benta, a Kopenhagen conecta um clássico da gastronomia brasileira a um ícone da cultura pop contemporânea. A marca já havia explorado essa parceria em 2023, com o KeepKop Dragê e a Mini Lajotinha, e na Páscoa de 2024, com o Ovo Wandinha, todos sucessos de venda. Agora, com a Nhá Benta, a expectativa é ainda maior, já que o produto combina nostalgia, sabor e inovação em um só lançamento.

A versão dragê da Nhá Benta, repaginada e sofisticada, promete agradar tanto quem guarda lembranças afetivas do doce quanto novos consumidores que buscam experiências diferentes. “A Nhá Benta é um dos nossos produtos mais icônicos e tem a capacidade de transitar entre gerações. Ao conectá-la à Wandinha, conseguimos criar uma experiência que é, ao mesmo tempo, nostálgica e contemporânea”, afirma Pedro Velardo, CMO da Kopenhagen.