Backrooms vai sair do YouTube direto para o cinema? O terror da A24 que transforma um “lugar vazio” em pesadelo real

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Backrooms: Um Não-Lugar nasceu de uma ideia que parece simples, mas pega muita gente pelo desconforto: um lugar infinito, todo igual, com luz amarelada, carpetes antigos e corredores que nunca acabam. É como se fosse um escritório abandonado que não termina nunca.

O filme vem dessa creepypasta famosa da internet e da websérie criada por Kane Parsons no YouTube. Agora, essa ideia sai do formato caseiro e vira um longa produzido pela A24, um estúdio que já virou referência quando o assunto é terror mais psicológico e fora do padrão.

Qual é a história do filme na prática?

A trama se passa em 1990 e acompanha Clark, um cara comum que trabalha com loja de móveis. A vida dele muda quando ele descobre um portal escondido no porão do próprio negócio.

Esse portal leva direto para os Backrooms, um espaço estranho e infinito, cheio de salas iguais, corredores sem fim e uma sensação constante de que algo não está certo ali. Clark acaba ficando obcecado por esse lugar, mesmo sabendo que ele não faz sentido nenhum.

Com o tempo, ele chama outras pessoas para tentar entender o que é aquilo. Só que o que parecia uma investigação curiosa vira um problema sério quando alguém desaparece dentro desse “labirinto sem saída”.

A partir daí, o filme deixa de ser só curiosidade e vira sobrevivência, com personagens tentando não se perder em um lugar que não parece obedecer nenhuma regra.

Por que todo mundo está falando desse filme da A24?

O hype em cima do longa-metragem existe porque ele encaixa perfeitamente no estilo da A24. Em vez de apostar em sustos óbvios, o estúdio costuma trabalhar com clima estranho, tensão constante e histórias que deixam mais perguntas do que respostas.

E os Backrooms são exatamente isso: um cenário vazio, infinito e desconfortável, onde o medo não vem de um monstro direto, mas da sensação de estar preso em um lugar sem lógica.

Além disso, o fato de o diretor Kane Parsons sair da internet direto para um filme de estúdio grande também aumentou a curiosidade em cima do projeto.

Quem está no elenco e quando chega?

O elenco do filme conta com Chiwetel Ejiofor, Renate Reinsve, Mark Duplass, Finn Bennett e Lukita Maxwell. A estreia está marcada para 28 de maio de 2026 no Brasil.

Vale ficar de olho?

O filme de terror com ficção científica não está sendo vendido como um simples terror tradicional. A ideia aqui é mais brincar com o desconforto e com a sensação de estar preso em um lugar que não deveria existir.

Resumo A Rainha da Pérsia 22/07: Pórcia autoriza Bassânio a revelar a verdade para Clara e Branca

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Leandro revela que o vídeo em que Vitor confessa ser o responsável pelo desvio de dinheiro da Monter Holding foi, na verdade, criado por Inteligência Artificial. A falsificação é tão perfeita que poderia enganar qualquer um, mas Leandro está convicto de que o hacker contratado por Gláucia e Vitor está por trás dessa artimanha digital. Em meio a essa revelação chocante, Leandro surpreende a todos ao fazer um elogio inesperado a Gláucia, reconhecendo a evolução dela ao longo do tempo. Gláucia, que sempre buscou a aprovação dos outros, fica radiante ao perceber que está se tornando motivo de orgulho, expressando sua gratidão pelo reconhecimento sincero de Leandro.

Enquanto isso, a tensão entre Branca e Clara atinge novos patamares. Bassânio, observador atento, testemunha uma acalorada discussão entre as duas irmãs sobre as misteriosas cartas de um admirador secreto. Clara está cada vez mais preocupada com a possibilidade de Branca estar se envolvendo com Fausto, e a tensão cresce a cada momento. Para esclarecer de uma vez por todas a situação, Pórcia autoriza Bassânio a revelar a verdade para Clara e Branca: Fausto é, de fato, o admirador secreto que tem enviado as cartas.

Este capítulo promete ser cheio de revelações e emoções intensas, à medida que os personagens enfrentam as consequências de suas ações e os segredos são finalmente desvendados. As relações serão testadas, e a verdade trará à tona sentimentos profundos e conflitos inesperados. Não perca essa trama envolvente e prepare-se para momentos de grande tensão e emoção!

Sessão da Tarde 16/08/2023 Globo exibe Jornada da Vida

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Foto: Reprodução/ Internet

Nesta quarta-feira, 16/08/2023, a Sessão da Tarde nos presenteia com uma emocionante edição que combina comédia e drama, prometendo cativar os corações dos telespectadores.

Nos confins de um pitoresco vilarejo no norte do Senegal, somos apresentados a Yao, um jovem destemido de apenas 13 anos que nutre um desejo inabalável: encontrar seu ídolo, o renomado ator francês Seydou Tall, que possui uma carreira brilhante e um status de herói aos olhos de Yao. Enquanto Seydou Tall está em Dacar para divulgar sua recente obra literária, ele retorna à sua terra natal pela primeira vez, um fato que desencadeia uma série de eventos inesperados.

Determinado a tornar seu sonho realidade, Yao traça um plano audacioso e embarca em uma jornada extraordinária de 387 quilômetros, enfrentando os desafios e perigos do trajeto até a capital senegalesa, completamente sozinho. A atitude destemida e apaixonada de Yao toca profundamente o coração de Seydou Tall, que, tocado pela determinação do jovem, decide acompanhá-lo em sua jornada de retorno ao vilarejo natal. Esse gesto solidário não apenas reforça a conexão entre os dois, mas também leva o famoso ator a um encontro emocional com suas próprias raízes e identidade.

“Yao”, título original desta comovente produção francesa, é uma verdadeira celebração da amizade improvável entre gerações e culturas distintas. Lançado no ano de 2018, o filme é habilmente dirigido por Philippe Godeau, que habilmente captura a jornada emocional e as nuances dessa história cativante. O elenco é estrelado por Alibeta, Fatoumata Diawara, Ismaël Charles Amine Saleh, Lionel Louis Basse, Mame Fatou Ndoye e o talentoso Omar Sy, que desempenham papéis essenciais na trama, elevando a experiência cinematográfica.

Classificada como uma comédia dramática, “Yao” equilibra habilmente momentos de humor genuíno com reflexões tocantes sobre sonhos, identidade e a jornada da vida. Esta é uma oportunidade imperdível para os espectadores mergulharem em uma história que ressoa com emoções universais, ao mesmo tempo em que nos lembra da importância de abraçar nossas origens.

Portanto, após mais um capítulo emocionante de “Mulheres de Areia”, prepare-se para ser transportado para o norte do Senegal e embarcar em uma jornada única de autodescoberta, amizade e risos, tudo isso na Sessão da Tarde desta quarta-feira. Não deixe escapar essa oportunidade de se emocionar e se encantar com “Yao”.

Jennifer Lopez e Josh Duhamel enfrentam tiros e crises amorosas em “Casamento Armado”, atração da Tela Quente desta segunda (15)

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Foto: Reprodução/ Internet

A Tela Quente desta segunda-feira, 15 de dezembro, convida o público a desligar a cabeça e se divertir com “Casamento Armado”, uma comédia romântica que começa como um conto de fadas moderno e rapidamente vira uma confusão deliciosa, cheia de ação, humor e reviravoltas. Estrelado por Jennifer Lopez (As Golpistas, Encontro Explosivo) e Josh Duhamel (Transformers, Idas e Vindas do Amor), o filme transforma o famoso “dia mais feliz da vida” em uma prova de fogo para um casal à beira do colapso.

Na história, segundo a sinopse do AdoroCinema, Darcy e Tom decidiram fazer tudo do jeito certo. Reuniram família, amigos e sonhos em uma ilha paradisíaca para celebrar um casamento digno de cinema. O problema é que, antes mesmo de trocarem os votos, a cerimônia é interrompida por homens armados que fazem todos os convidados reféns. De repente, o amor deixa de ser apenas um sentimento e passa a ser uma questão de sobrevivência.

Obrigados a agir juntos, Darcy e Tom precisam enfrentar não só os sequestradores, mas também as próprias inseguranças, mágoas e diferenças que vinham sendo empurradas para debaixo do tapete. Entre perseguições improvisadas, discussões sinceras e situações completamente absurdas, o filme mostra que amar alguém também significa saber lutar ao lado dessa pessoa quando tudo dá errado.

Dirigido por Jason Moore (A Escolha Perfeita, Operação Cupido), “Casamento Armado” sabe exatamente o que quer ser: um entretenimento leve, divertido e sem grandes pretensões. O roteiro, assinado por Mark Hammer e Liz Meriwether (New Girl), aposta no exagero e no humor físico para equilibrar ação e romance, criando cenas que brincam com os clichês do gênero sem perder o charme.

O elenco de apoio é um dos grandes trunfos do longa. Jennifer Coolidge (The White Lotus, American Pie) rouba a cena sempre que aparece, garantindo algumas das sequências mais engraçadas do filme. Sônia Braga (Aquarius, O Beijo da Mulher-Aranha) traz elegância e presença, enquanto Lenny Kravitz (Jogos Vorazes, Precious) e Cheech Marin (Um Drink no Inferno, Cars) completam o time com personagens excêntricos e carismáticos.

Filmado em Boston e na República Dominicana, o longa aproveita cenários tropicais para criar um contraste visual curioso: um paraíso natural tomado pelo caos. Inicialmente planejado para chegar aos cinemas, “Casamento Armado” acabou estreando diretamente no streaming, onde encontrou seu público e se consolidou como uma opção perfeita para quem busca diversão despretensiosa.

Além da exibição na Tela Quente, quem quiser rever ou assistir a “Casamento Armado” a qualquer momento pode encontrar o filme disponível no Amazon Prime Video. A produção integra o catálogo do serviço de streaming por assinatura, oferecendo ao público a opção de acompanhar essa mistura de ação, romance e comédia no conforto de casa, sem depender do horário da TV.

Sucesso! Disney confirma continuação do live-action de Lilo & Stitch

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Após o bom desempenho do remake em live-action de Lilo & Stitch, a Disney acaba de confirmar que a aventura havaiana ganhará uma continuação nas telonas. A nova produção dará sequência à história do experimento alienígena 626 e de sua inseparável amiga humana, Lilo, mantendo o tom afetivo e divertido que conquistou gerações.

O anúncio gerou entusiasmo entre os fãs da animação original, lançada em 2002, que logo lembraram que a história já havia ganhado uma sequência em 2005, com o título Lilo & Stitch 2: Stitch Deu Defeito. Na animação, acompanhamos Stitch enfrentando problemas em seu sistema genético que o fazem agir de forma descontrolada, colocando em risco a tranquilidade de Lilo e seus amigos justamente quando ela se preparava para um importante concurso de hula.

A sinopse oficial do longa animado reforça o drama e o tom cômico da narrativa: “Antes que os 626 experimentos chegassem ao Havaí, Stitch vivia muito bem, ajudando Lilo nas preparações para o concurso de hula que aconteceria na ilha. Tudo parecia perfeito até Stitch dar defeito e virar a vida de todos de cabeça para o ar. Agora será preciso que seus amigos terrestres se reúnam para salvá-lo.”

Sucesso nostálgico e aposta contínua da Disney

O remake live-action de Lilo & Stitch, lançado em 2024, trouxe de volta o carisma dos personagens, modernizando a estética visual e reforçando valores como família, aceitação e amizade — pilares da franquia. A escolha de ambientar a trama no Havaí real, com elenco diverso e representatividade cultural, também foi elogiada por críticos e pelo público.

A decisão da Disney de investir em uma sequência sinaliza a confiança no potencial comercial da franquia e seu apelo emocional junto a diferentes gerações de espectadores. Detalhes sobre o elenco, a direção e a data de lançamento da continuação ainda não foram divulgados, mas a expectativa é que a produção mantenha o equilíbrio entre a nostalgia e a inovação.

Com mais uma aposta em suas propriedades clássicas, a Disney segue sua estratégia de reimaginar universos conhecidos para novos públicos — e, ao que tudo indica, Stitch continuará conquistando corações por muito tempo.

Sequência de Um Filme Minecraft recebe primeiro teaser de bastidores e começa a revelar os próximos passos da franquia nos cinemas

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Foto: Reprodução/ Internet

A sequência de Um Filme Minecraft começou oficialmente sua campanha de divulgação. A produção divulgou o primeiro teaser de bastidores do novo longa, oferecendo ao público uma prévia do trabalho realizado nos sets e confirmando que a franquia continuará sua trajetória nas telonas após o expressivo desempenho do primeiro filme. Abaixo, confira o vídeo apresentado:

A novidade chega em um momento importante para a marca. Lançado em abril de 2025, o primeiro longa-metragem arrecadou cerca de US$ 961 milhões em todo o mundo e se tornou uma das adaptações de videogame mais bem-sucedidas da história do cinema. O resultado consolidou o potencial da franquia fora dos consoles e abriu caminho para novos projetos ambientados no universo criado pela Mojang.

O primeiro longa foi dirigido por Jared Hess e apresentou uma história original ambientada no Overworld. A trama acompanhou Garrett Garrison, Natalie, Henry e Dawn, personagens que acabam atravessando um portal para o mundo de Minecraft. Lá, eles encontram Steve, interpretado por Jack Black, e precisam aprender a sobreviver em um ambiente repleto de criaturas hostis, recursos para coletar e construções para criar.

Ao contrário de adaptações baseadas em jogos com narrativas lineares, Minecraft oferece aos roteiristas uma liberdade criativa muito maior. Como o jogo não possui uma história principal obrigatória, a equipe responsável pelo filme pode explorar diferentes regiões, personagens e desafios sem ficar limitada a um roteiro pré-estabelecido. Essa característica amplia as possibilidades para a continuação.

Embora o novo teaser não revele detalhes da trama, o material indica que a produção já está avançando para suas próximas etapas. Em grandes lançamentos, vídeos de bastidores costumam anteceder a divulgação de imagens oficiais, pôsteres e trailers completos, que normalmente apresentam os primeiros detalhes concretos da história.

Uma das principais questões envolvendo a continuação é justamente a direção que a narrativa seguirá após os acontecimentos do primeiro filme. O longa anterior encerrou sua história com a introdução de Alex, uma das personagens mais conhecidas do universo de Minecraft. Nos jogos, Alex divide com Steve o posto de personagem principal da franquia, o que faz sua aparição ser vista como um possível gancho para os próximos capítulos.

Outro aspecto que desperta curiosidade é a possibilidade de explorar regiões ainda inéditas do universo de Minecraft. O primeiro filme concentrou boa parte de sua história no Overworld e no Nether, dois dos ambientes mais populares do jogo. Uma continuação pode aproveitar a oportunidade para apresentar novos cenários, criaturas e mecânicas que ainda não apareceram na adaptação cinematográfica.

Enquanto novos detalhes permanecem sob sigilo, a continuação do universo de Minecraft tem seu lançamento confirmado para 2027.

Gabriel Coppola assume papel principal em “O Berço”, filme de terror psicológico com Sandra Corveloni

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Gabriel Coppola será o protagonista de O Berço, longa-metragem dirigido por Lucas Procópio que está em desenvolvimento pelas produtoras Fourfé Filmes e Lira Filmes. O ator contracenará com Sandra Corveloni, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes por “Linha de Passe”, em uma história que combina drama familiar e terror psicológico.

No filme, Coppola interpreta Isaque, filho da personagem vivida por Corveloni. A trama acompanha uma mãe conservadora que enfrenta a morte do filho durante as celebrações de Natal. A perda desencadeia uma série de acontecimentos que colocam em evidência conflitos familiares, ressentimentos acumulados e questões ligadas à aceitação e ao luto.

Embora utilize elementos característicos do terror, o roteiro concentra sua narrativa nas relações entre os personagens. A história parte de uma situação familiar específica para discutir temas que atravessam diferentes gerações, especialmente as consequências emocionais deixadas por vínculos marcados por incompreensões e rupturas.

A escolha de Sandra Corveloni acrescenta ao projeto uma atriz com trajetória consolidada no cinema brasileiro. Desde o reconhecimento internacional em Cannes, a intérprete construiu uma filmografia associada a personagens de grande densidade dramática. Seu trabalho em produções para cinema, televisão e teatro a colocou entre os nomes mais respeitados da dramaturgia nacional.

Para Gabriel Coppola, o longa representa um passo importante em uma fase de expansão de sua carreira. Nos últimos anos, o artista tem dividido sua atuação entre trabalhos como ator e o desenvolvimento de projetos autorais. Recentemente, esteve no Marché du Film, mercado internacional realizado durante o Festival de Cannes, onde apresentou “Olhos em Mim”, projeto escrito por ele.

A participação no evento francês ampliou sua circulação entre produtores, distribuidores e investidores do mercado audiovisual. O contato com produções de diferentes países ocorre em um momento em que o ator busca consolidar sua presença em projetos de maior alcance dentro da indústria cinematográfica.

O Berço também surge em um contexto de crescimento do terror psicológico produzido no Brasil. Diferentemente das obras centradas em sustos ou ameaças físicas constantes, esse segmento costuma utilizar o horror como ferramenta para explorar conflitos humanos, memórias traumáticas e relações familiares complexas.

Nos últimos anos, produções internacionais contribuíram para ampliar o interesse do público por histórias que unem drama e terror em uma mesma narrativa. O projeto dirigido por Lucas Procópio segue essa linha ao construir seus conflitos a partir das relações entre mãe e filho, utilizando elementos sobrenaturais como parte da construção dramática da história.

O filme ainda não possui cronograma oficial de filmagens ou previsão de estreia. Neste momento, a produção segue em busca de financiamento e parceiros para viabilizar sua realização. Mesmo em estágio inicial, o projeto reúne dois nomes de gerações diferentes da atuação brasileira e coloca no centro da narrativa temas que continuam presentes nos debates sociais contemporâneos.

Universal apresenta novo trailer de Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, drama musical com Hugh Jackman e Kate Hudson

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Foto: Reprodução/ Internet

A Universal Pictures apresentou na manhã desta segunda, 24 de novembro, um novo trailer de “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois”, produção que chega aos cinemas brasileiros em 29 de janeiro de 2026. A prévia reforça o clima emocional do longa e reposiciona o filme entre os lançamentos mais aguardados do início do próximo ano, especialmente para o público que acompanha dramas musicais com toque biográfico. Abaixo, confira o trailer divulgado:

A direção é assinada por Craig Brewer, cineasta que transita com naturalidade entre comédias, retratos culturais e histórias de reinvenção. Brewer, conhecido por trabalhos como “Meu Nome é Dolemite” e “Um Príncipe em Nova York 2”, assume aqui uma abordagem mais intimista. “Song Sung Blue: Um Sonho a Dois” acompanha a trajetória de Mike e Claire Sardina, um casal de músicos vivido por Hugh Jackman e Kate Hudson. Ambos cresceram acreditando que a carreira artística os levaria a grandes palcos, mas a vida adulta transformou o sonho em pequenas apresentações, contas acumuladas e a necessidade de seguir em frente mesmo quando o brilho parece ter apagado.

A guinada na história surge quando Mike e Claire decidem formar uma banda tributo dedicada ao icônico Neil Diamond. O gesto, que poderia soar como despedida de quem já desistiu de alcançar o estrelato, acaba funcionando como um recomeço inesperado. O filme investiga essa reinvenção, explorando a cumplicidade, os conflitos e os medos de um casal que tenta se reencontrar enquanto revive memórias musicais que marcaram a juventude.

O novo trailer destaca a delicadeza dessa transformação. As imagens mostram shows pequenos em bares, discussões domésticas que se misturam ao cansaço da estrada, momentos de humor espontâneo e aquele tipo de carinho silencioso que só existe entre pessoas que realmente se conhecem. A trilha sonora desponta como um dos principais atrativos. Neil Diamond autorizou pessoalmente o uso de clássicos como “Song Sung Blue”, o que fortalece a autenticidade do longa e já desperta grande apelo nostálgico.

Hugh Jackman e Kate Hudson lideram o elenco com química evidente, mas não estão sozinhos. Michael Imperioli, Fisher Stevens, Jim Belushi, Ella Anderson, King Princess, Mustafa Shakir e Hudson Hilbert Hensley completam o time. Juntos, constroem o ambiente de cidade pequena que o filme abraça — um cenário onde a rotina parece previsível, mas onde pequenas reviravoltas podem mudar tudo.

As filmagens ocorreram em diferentes cidades de Nova Jersey entre outubro e dezembro de 2024. Locais residenciais do condado de Monmouth e ruas tranquilas de Old Tappan foram escolhidas para criar uma atmosfera cotidiana, reforçando a ideia de que histórias marcantes também surgem em cenários aparentemente comuns. A fotografia teve início sob a responsabilidade de Amy Vincent e, posteriormente, passou para a direção de Erika Slezak, que assumiu a etapa final. A combinação de olhares promete entregar uma estética acolhedora, com foco no emocional e no realismo dos ambientes.

Frestas | Trienal de Artes ocupa o Sesc Sorocaba e a cidade com percurso entre arte e memória

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A partir de 27 de fevereiro de 2026, o Sesc Sorocaba se transforma em um grande território de encontros com a abertura da 4ª edição de Frestas – Trienal de Artes. Com 102 participantes, entre artistas e iniciativas comunitárias do Brasil e de outros países, e 188 projetos apresentados, a mostra expande seus limites físicos e simbólicos para além da unidade, ocupando também diferentes pontos da cidade.

O estacionamento G2 do Sesc vira uma ampla galeria expositiva, mas o percurso não termina ali. A Trienal se espalha por espaços como a Capela João de Camargo, o Clube 28 de Setembro, o Monumento Pelourinho e o Monumento à Mãe Preta, criando um trajeto que convida o público a caminhar e a perceber a cidade como parte essencial da experiência artística.

Sob curadoria de Luciara Ribeiro, Naine Terena e Khadyg Fares, com assistência de Cadu Gonçalves e Cristina Fernandes e coordenação educativa de Val Chagas, esta edição traz o título do caminho um rezo. A proposta parte da ideia de que caminhar pode ser um gesto político, espiritual e coletivo. O conceito dialoga com reflexões do artista e professor Tadeu Kaingang, com a noção andina de “Thaki” descrita por Silvia Rivera Cusicanqui e com o pensamento afropindorâmico de Antônio Bispo dos Santos, conhecido como Nêgo Bispo.

A Trienal se constrói como uma escuta sensível do território sorocabano. Para isso, foram criados dois conselhos consultivos. O Conselho Territorial aproximou a mostra de iniciativas locais e ampliou o diálogo com as dinâmicas sociais e comunitárias da cidade. Já o Conselho Conexões expandiu os horizontes conceituais do projeto, articulando perspectivas diversas sobre coletividade e modos de habitar o mundo.

Entre os destaques internacionais está a artista palestina Emily Jacir, que apresenta o filme Letter to a Friend, obra que costura memória pessoal e conflito geopolítico a partir de Belém, na Palestina. Da Austrália, Gordon Hookey, integrante do povo Waanyi, exibe Murriland! 2, trabalho que revisita criticamente a história de Queensland sob perspectiva indígena. Outro nome central é Richard Long, referência da land art britânica, que apresenta A linha feita pelo caminhar, registro emblemático do gesto repetido de traçar um percurso sobre o gramado.

A mostra também enfatiza práticas que articulam corpo, território e afirmação política. A Plataforma Demonstra apresenta obras de artistas com deficiência, propondo uma experiência que prioriza convivência e acessibilidade poética. Em diálogo com essa discussão, o artista baiano Edu O. exibe Ah, se eu fosse Marilyn!, trabalho que tensiona padrões de beleza e questiona quais corpos são autorizados a ocupar o espaço público.

Saberes tradicionais e práticas agroecológicas ganham espaço com a CAIANAS – Coletivo Ambientalista Indígena de Ação para Natureza Agroecologia e Sustentabilidade, que transforma preservação ambiental em gesto artístico, e com o Projeto Carpinteiros da Amazônia, reunindo mestres carpinteiros de comunidades ribeirinhas e quilombolas do Pará em demonstrações e conversas públicas.

A espiritualidade também atravessa a Trienal. O artista paulistano No Martins instala a obra Deus tá vendo na ponte estaiada da unidade, enquanto Moisés Patrício apresenta Sete cantos para pai João de Camargo, em diálogo direto com a tradição religiosa negra de Sorocaba.

O próprio Rio Sorocaba surge como presença simbólica e política na exposição. Ele aparece na obra coletiva Memórias do Rio: ecos de resistência e também em trabalhos como O rio que rasga a minha cidade, de Julio Veredas, e Dança um rio onde eu nasci, de Douglas Emilio.

O Falcão do Golfe | Will Ferrell vive veterano em queda livre no novo trailer da comédia da Netflix

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A Netflix divulgou o trailer e confirmou a data de estreia de O Falcão do Golfe, nova comédia esportiva estrelada por Will Ferrell. Todos os episódios chegam ao catálogo em 16 de julho, marcando mais uma aposta da plataforma em produções de humor com forte apelo esportivo. Abaixo, confira o vídeo:

No centro da trama está Lonnie Hawkins, interpretado por Will Ferrell, um nome que já foi referência máxima no golfe mundial em 2004. O personagem vive agora um momento bem diferente da glória esportiva: o corpo não responde mais como antes, a carreira perdeu força e o ambiente competitivo já não enxerga ele como protagonista.

Mesmo assim, Lonnie se recusa a aceitar qualquer sinal de aposentadoria. Ele insiste em continuar competindo como se ainda estivesse no auge, alimentando a ideia de que pode conquistar mais um grande título e fechar sua trajetória com uma virada histórica. Esse comportamento cria o conflito central da série, já que o personagem vive em choque direto com a realidade ao redor, enquanto todos ao seu redor enxergam claramente que o tempo dele passou.

O que acontece com a família de Lonnie?

A história de O Falcão do Golfe não se limita ao campo de golfe. A narrativa também explora o impacto dessa negação dentro da vida pessoal do protagonista.

A ex-esposa de Lonnie, Stacy, e o filho Lance enxergam com clareza o momento atual do ex-atleta. Lance, inclusive, se tornou uma das novas promessas do golfe e ocupa o espaço que antes pertencia ao pai, criando uma relação marcada por comparação constante e frustração silenciosa.

Esse contraste familiar reforça o tom da série, que trabalha não apenas a queda esportiva do personagem, mas também o desgaste emocional de alguém que precisa lidar com a própria substituição dentro da própria casa.

O que faz Lonnie insistir em continuar jogando?

Mesmo com sinais claros de que sua fase de destaque ficou para trás, Lonnie se agarra a um último objetivo: conquistar mais um grande título e completar o chamado Grand Slam do golfe. Esse objetivo funciona como combustível para sua obsessão em continuar competindo, mesmo quando tudo ao redor aponta na direção contrária.

A série explora essa insistência como uma mistura de orgulho, negação e dificuldade de lidar com o fim de uma era pessoal. Em vez de aceitar a transição natural da carreira, o personagem transforma o esporte em uma tentativa constante de provar algo para si mesmo e para quem o já descartou.

Quem está por trás da criação da série?

A trama nasceu como uma criação original de Will Ferrell, que também assume o protagonismo da produção. O projeto ainda contou em fases iniciais com a participação de Ramy Youssef, além dos roteiristas Josh Rabinowitz e Andy Campagna, ligados à produtora Cairo Cowboy.

No entanto, em 2024 houve mudanças nos bastidores e esses nomes deixaram o projeto por divergências criativas. Mesmo com essas alterações, a série seguiu em desenvolvimento até chegar à versão final que agora estreia na Netflix.

A direção ficou nas mãos de Jonathan Watson, conhecido por trabalhos em produções como The Righteous Gemstones, o que ajuda a reforçar o tom de comédia com crítica ao universo esportivo e às figuras públicas que tentam manter relevância além do auge.

Como a série equilibra humor e decadência?

A proposta da série não gira apenas em torno do esporte, mas principalmente da forma como um personagem lida com o próprio declínio. O humor aparece justamente nesse contraste entre a autoconfiança exagerada de Lonnie e a realidade cada vez mais distante de suas expectativas.

O Falcão do Golfe trabalha essa desconexão de maneira constante, colocando o protagonista em situações onde sua insistência gera consequências constrangedoras, tanto dentro das competições quanto fora delas.

Ao mesmo tempo, a série também constrói um olhar mais humano sobre o personagem, mostrando que por trás da teimosia existe um medo real de desaparecer do esporte que definiu sua vida.