No próximo dia 31/05/2024, o programa “Quilos Mortais” trará uma emocionante narrativa de vida. Michael, cuja infância foi marcada por medo e emoções reprimidas, encontrou na comida um refúgio que se tornou um vício ao longo dos anos. Aos 32 anos, esse norte-americano viu seu peso disparar para alarmantes 287 quilos, resultado de décadas de maus hábitos alimentares.
As consequências são devastadoras: problemas de saúde sérios, dores constantes e um profundo sentimento de descontentamento com seu próprio corpo. Em um esforço para manter sua família unida, Michael vê na cirurgia bariátrica sua última esperança. No entanto, alcançar esse objetivo exigirá uma força interior monumental e o enfrentamento da compulsão alimentar que o dominou por tanto tempo.
O programa, que vai ao ar nas noites de sexta-feira imediatamente após “A Grande Conquista”, é apresentado por Celso Zucatelli e tem direção-geral de Bruno Gomes e direção artística de Cesar Barreto. “Quilos Mortais” não se limita a expor casos como o de Michael; ele oferece um olhar humano e cheio de esperança sobre a jornada de pessoas que lutam para recuperar sua saúde e qualidade de vida.
Esta história reveladora promete emocionar e inspirar os telespectadores, destacando a importância crucial do apoio familiar e da determinação pessoal na batalha contra a obesidade mórbida.
Quem espera encontrar apenas um romance policial tradicional logo percebe que O Circo do Senhor Farfalle tem outros planos. O assassinato do dono do circo é só a primeira peça de uma história que, pouco a pouco, troca as certezas pela dúvida. A investigação continua sendo o fio que conduz a narrativa, mas a sensação é de que o chão desaparece sob os pés do protagonista a cada novo capítulo.
O cenário ajuda bastante nisso. O circo não está ali apenas para dar personalidade à história. Os bastidores, os artistas e o clima de espetáculo permanente criam um ambiente onde qualquer coisa parece possível. Existe uma estranheza constante, como se o leitor nunca pudesse relaxar completamente porque sempre há algo fora do lugar.
O ponto mais interessante do livro está na maneira como o Efeito Mandela entra na trama. Em vez de aparecer como uma referência jogada no meio da história, ele interfere diretamente na investigação. Memórias mudam, acontecimentos deixam de bater entre si e até o detetive passa a desconfiar das próprias conclusões. É o tipo de recurso que faz o leitor voltar algumas páginas para conferir se realmente leu aquilo.
As testemunhas também fogem do óbvio. A vidente, o palhaço e a influenciadora de ciência representam visões completamente diferentes sobre os mesmos acontecimentos. Nenhum deles parece carregar todas as respostas, mas cada um acrescenta uma nova camada ao mistério. Isso deixa a narrativa mais dinâmica e evita aquela sensação de que existe um personagem criado apenas para explicar tudo.
O livro também acerta ao segurar algumas respostas até os momentos finais. Em vez de despejar explicações logo de cara, prefere deixar pequenas pistas espalhadas pelo caminho. Quem gosta de montar teorias durante a leitura provavelmente vai se divertir tentando ligar os pontos.
Por outro lado, há momentos em que a quantidade de conceitos sobrenaturais cresce rápido demais. Viagens astrais, mudanças de realidade, fenômenos espirituais e outras ideias aparecem quase uma em cima da outra. Em alguns trechos, a história parece respirar menos do que deveria, e certas revelações acabam perdendo um pouco da força justamente por acontecerem em sequência.
Ainda assim, o saldo é positivo. O Circo do Senhor Farfalle não tenta copiar a estrutura dos thrillers mais tradicionais e encontra sua própria identidade ao misturar investigação, suspense psicológico e elementos sobrenaturais. É uma leitura que exige atenção, gosta de brincar com a percepção do leitor e deixa espaço para diferentes interpretações mesmo depois da última página.
Você consegue imaginar uma influencer de moda tentando sobreviver no meio da floresta amazônica? Pois é exatamente isso que promete a nova comédia nacional Perrengue Fashion, estrelada por ninguém menos que Ingrid Guimarães, ícone do humor brasileiro quando o assunto é rir das próprias vaidades.
No longa, Paula Pratta (Ingrid), uma fashionista das redes sociais com milhões de seguidores e zero tempo para assuntos “fora da bolha”, vê sua vida virar do avesso quando o filho, Cadu (Filipe Bragança), abandona uma campanha publicitária para se jogar em uma missão ambiental no coração da Amazônia. Com a carreira em risco e a vaidade em jogo, Paula pega seu assistente fiel — o hilário Taylor (Rafa Chalub) — e vai parar no meio da floresta, tentando resgatar o filho… e o cachê da campanha de Dia das Mães.
Mas o que era pra ser uma visita rápida e prática vira um choque de realidade — e de valores. Longe do Wi-Fi, das selfies e do look do dia, Paula vai descobrir um mundo onde a natureza fala mais alto que o algoritmo, e onde salvar uma floresta pode ser mais importante que bombar no engajamento.
Filmado entre São Paulo e a Amazônia, Perrengue Fashion tem direção de Flavia Lacerda (de O Auto da Compadecida 2) e roteiro assinado por Ingrid Guimarães ao lado de Marcelo Saback, Célio Porto e Edu Araújo — um time que já mostrou saber misturar humor com crítica social na medida certa.
A produção é da Amazon MGM Studios em parceria com a Morena Filmes, e o lançamento está marcado para o dia 9 de outubro nos cinemas de todo o Brasil.
👠 Da passarela para o barro (com muito humor no caminho)
A ideia do filme é brincar com os contrastes entre o universo das redes sociais e o mundo real — aquele em que a floresta está queimando, a água escasseia e salvar o planeta é mais urgente do que viralizar. Com o carisma afiado de Ingrid e um elenco que mistura leveza e carisma, Perrengue Fashion promete risadas, identificação e até algumas reflexões sobre prioridades, família e o que realmente vale a pena.
Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 28/06/2023, quarta-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.
De acordo com o resumo de A Infância de Romeu e Julieta, Bernardo, decidido a confrontar seu pai e buscar sua própria felicidade, tomou a difícil decisão de deixar a empresa Monter Holding. Ele enfatizou que a vida não se resume apenas ao dinheiro e que existem valores e sonhos que vão além do mundo dos negócios. Sua coragem e determinação inspiraram outros a refletir sobre suas próprias escolhas e prioridades na vida. Enquanto isso, Bassânio expressou seu desejo de aprender a ler e escrever para Pórcia. Ele reconheceu a importância da educação e almejava expandir seus horizontes. Sua determinação em adquirir conhecimento e superar suas limitações demonstrava um espírito de crescimento e evolução. Pedalzera, um grupo de ciclistas desafiadores, propôs um desafio a Ellen, Ian e Nath para testar suas habilidades em duas rodas. O desafio prometia emoção e competição acirrada entre os participantes, elevando a adrenalina e a paixão pelo ciclismo. No entanto, as crianças do Lado Torre decidiram cercar o Lado Vila, causando tensões e conflitos entre os dois grupos. Patrick, em um ato de coragem, evitou que Romeu atacasse Julieta, mas acabou sendo atingido por tinta, sujando-se no processo. Esses eventos inesperados mostraram a importância do respeito mútuo e da resolução pacífica de conflitos. Fausto, ao notar a proximidade entre Bassânio e Pórcia, sentiu-se incomodado e abordou o assunto com seu filho. Ele expressou suas preocupações e tentou entender melhor a natureza desse relacionamento, buscando proteger Bassânio de possíveis desilusões ou decepções. Durante uma conversa com a gangue Pedalzera, Ellen, Ian e Nath relembraram o passado do grupo e a influência positiva que Clara, sua mentora e protetora, teve em suas vidas. Esses momentos de nostalgia e gratidão fortaleceram os laços entre eles e reforçaram a importância da amizade e do apoio mútuo.
Ainda na novela A Infância de Romeu e Julieta, Trapaça, um membro da gangue, sabotou a bicicleta de Crânio em uma corrida contra patins proposta pela Pedalzera. Essa ação desleal gerou tensões adicionais entre os participantes, questionando a ética e a fair play na competição. Enquanto Romeu negava ter colocado cola na tinta, Karen também negava sua participação no incidente. Enzo surpreendeu Amanda ao revelar que foi promovido e que a casa de Telma seria demolida por Leandro. Essa notícia impactante abalou Amanda, que exigiu que Enzo deixasse a Monter Holding, questionando sua integridade e lealdade. Mariana, por sua vez, compartilhou suas preocupações com Daniel sobre a viabilidade de uma sociedade entre eles, considerando os desafios e obstáculos que enfrentavam. Durante uma emocionante corrida de bicicleta, Nath ganhou ao ter sua corrente solta, superando Crânio e demonstrando sua habilidade e determinação. Enquanto isso, Karen tentava verificar as câmeras de segurança para descobrir se deixara algum rastro da sabotagem, buscando desvendar o mistério por trás do incidente e encontrar a verdade.
O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
Quando o assunto é automobilismo brasileiro, nomes como Ayrton Senna e Emerson Fittipaldi costumam dominar a conversa. Mas décadas antes de o país conquistar títulos mundiais e se tornar uma potência na Fórmula 1, um piloto paulista já enfrentava os principais circuitos internacionais e ajudava a colocar o Brasil no mapa do esporte. Essa trajetória é o tema de Eu Queria Ser Chico Landi, documentário que chega aos cinemas em novembro de 2026.
A produção revisita a vida e a carreira de Francisco Sacco Landi, reconhecido como o primeiro brasileiro a disputar uma prova de Fórmula 1. O longa reúne imagens raras de arquivo, fotografias históricas e depoimentos inéditos para reconstruir a trajetória de um personagem fundamental para o desenvolvimento do automobilismo nacional, mas que permanece pouco conhecido pelo grande público.
Dirigido por Paulo Pastorelo, o documentário é uma produção da Ebisu Filmes, em coprodução com Unaí Produções, Guga Landi e Race Car Register BR. O projeto conta ainda com o patrocínio da Promax Bardahl, empresa do setor de lubrificantes e aditivos automotivos que reforça, com a iniciativa, sua ligação histórica com o universo da mecânica e da competição.
Idealizado por Guga Landi, neto do piloto, o filme acompanha diferentes momentos da carreira de Chico Landi. A narrativa começa nas primeiras disputas no tradicional Circuito da Gávea, em 1934, passa por sua participação na Fórmula 1 e mostra também sua atuação como chefe de equipe e incentivador do crescimento da indústria automobilística brasileira.
A importância de Chico Landi vai muito além das estatísticas. Em uma época em que pilotos brasileiros praticamente não tinham espaço nas competições internacionais, ele construiu uma carreira enfrentando equipes europeias e abriu caminho para que, anos depois, nomes como Fittipaldi, Piquet e Senna encontrassem um cenário mais favorável para competir no exterior.
O documentário também contextualiza esse período do automobilismo, mostrando como as primeiras iniciativas de pilotos e equipes brasileiras ajudaram a formar a base de um esporte que se tornaria uma das maiores paixões do país nas décadas seguintes.
Após a estreia nos cinemas, “Eu Queria Ser Chico Landi” também será exibido na Claro TV, SporTV e Globoplay, ampliando o alcance da produção para novos públicos.
No capítulo 126, Igor (Jayme Periard) surge no momento crucial, intervindo para salvar Bia de um ataque iminente e a leva para sua casa, onde nasce um novo e profundo vínculo entre os dois. No hospital, Diná, aliviada após a realização de exames, comunica a Maroca que logo poderá retornar para casa, oferecendo um alívio para sua mãe e tranquilizando-a sobre sua recuperação. No entanto, a paz é efêmera, pois Raul e Guiomar se envolvem em uma discussão acalorada, intensificando ainda mais as tensões familiares e revelando velhas feridas. Em outro núcleo da trama, Ismael faz uma revelação impactante para Regina (Mara Carvalho): o casal precisará se esconder em Itatiaia devido a uma ameaça iminente, o que promete novos desdobramentos intrigantes na narrativa. Enquanto isso, na vila, Carmem enfrenta uma crescente hostilidade dos moradores devido à presença do enigmático Mascarado, criando um clima de desconfiança e paranoia entre os habitantes. A dor de Estella atinge um clímax emocional quando ela confronta Raul, acusando-o diretamente pelo estado crítico de Diná e prometendo não perdoá-lo caso algo mais grave aconteça com sua irmã. Este confronto traz à tona a profundidade do sofrimento de Estella e aumenta a tensão entre os personagens.
Em um momento de grande impacto, Diná tem um sonho vívido com Otávio, implorando para que ele venha buscá-la. No plano espiritual, Otávio observa Diná no hospital, intensificando a conexão espiritual entre os dois e adicionando uma camada de mistério à trama. A revelação de Agenor é um dos pontos altos do episódio: ele confessa a Fátima que foi o responsável pelo envio das misteriosas rosas, desvendando um segredo que havia pairado no ar e esclarecendo um dos grandes mistérios da série. No hospital, a tensão continua a crescer quando o médico de Téo autoriza a visita de Lisa. Ela se depara com uma angústia profunda ao perceber que Alexandre ainda exerce uma forte e perigosa influência sobre Téo, mesmo em seu estado crítico. Este suspense crescente aumenta o mistério e deixa o destino de Téo e dos personagens envolvidos em suspense, prometendo um desfecho imprevisível para essa trama intrincada.
Saiba o que vai acontecer nos próximos capítulo
A situação na vida dos personagens continua a se complicar, revelando dramas pessoais e conflitos intensos. Regina, em um gesto desesperado, pede a Estela que mantenha silêncio sobre o paradeiro deles, temendo as consequências. Enquanto isso, Otávio (vivido por Antonio Fagundes) chega à Terra e observa Diná dormindo. Sua tranquilidade é interrompida quando Téo (interpretado por Mauricio Mattar) entra no quarto de Diná e, movido pela saudade, a acaricia. A raiva de Otávio é evidente e ele acaba derrubando um vaso, o que acorda Diná, já confusa com o que está acontecendo ao seu redor.
Enquanto isso, Igor (Jayme Periard) tenta confortar Bia (Fernanda Rodrigues) ao lembrar que, mesmo com seus erros, foi Ismael quem lhe deu a vida. Ao mesmo tempo, Alberto e Carmem começam a procurar Estela, que também preocupa Diná. Ela sente, de forma intuitiva, que algo está errado com sua irmã, mas logo percebe que Estela está prestes a chegar. Em outro cenário, Raul tenta agradar Andrezza em seu aniversário, oferecendo flores, mas é Antônio quem rouba a cena ao presenteá-la com um carro esporte. Regina, aproveitando o estado vulnerável de Ismael, que está bêbado, o amarra usando as cordas de Estela, transformando-o em seu prisioneiro. Em um acesso de raiva, Raul destrói as flores que ele mesmo havia dado a Andrezza, em uma cena que diverte Alexandre, que manipula todos ao seu redor.
A tensão entre Andrezza e Raul continua a crescer, culminando em uma discussão acalorada. Raul exige que ela devolva o carro, mas Andrezza se recusa, afirmando que Antônio é como um irmão para ela. Enquanto isso, Téo tenta reacender seu relacionamento com Diná, que, confusa e emocionalmente abalada, reluta em ceder. Otávio, por sua vez, fica angustiado ao testemunhar essa tentativa e acaba quebrando outro vaso. A intervenção de Júlia (Rejane Goulart) e um anjo impede que Otávio interfira mais, lembrando-o de que ele não pode controlar as decisões de Diná.
Estela finalmente revela a Diná que Bia desapareceu e conta detalhes sobre o que aconteceu em Itatiaia, enquanto Raul, irritado com a mãe, decide sair da casa de Diná. Em um momento de desespero, Ismael promete a Regina que, se ela o soltar, revelará seus planos de fuga para outro país. Ao mesmo tempo, Téo tenta mais uma vez forçar uma aproximação com Diná, mas é interrompido pela presença de Otávio, que, mesmo sem poder ser visto, se coloca entre os dois. Diná, exausta, pede a Téo que a deixe em paz.
Enquanto isso, Igor começa a se aproximar de Lisa, que se lembra dele como o escultor que viu na televisão. O casal começa a passear e Igor se apaixona por ela, mas logo é informado por Bia que Lisa já tem um namorado. Otávio, por sua vez, ouve os pensamentos de Diná, que pede para que ele volte para ela, um momento que mexe profundamente com os sentimentos do personagem. No entanto, as reviravoltas continuam. Ismael, que conseguiu se soltar, ataca Regina, ameaçando sua vida, mas decide não matá-la, já que precisa dela para seu plano de fuga.
A trama toma novos rumos com a inauguração da academia de Fátima (Lolita Rodrigues), onde todos da vila comparecem ao coquetel. Em meio a isso, Andrezza e Antônio voltam de viagem, felizes por terem conquistado o primeiro lugar em uma competição, mas a paz logo é interrompida quando Andrezza encontra uma peça íntima no bolso de Raul, um presente malicioso de Guiomar. Em um acesso de raiva, Raul ofende Guiomar, o que faz Andrezza lhe dar um tapa.
Ismael e Regina continuam em fuga, e durante uma tentativa desesperada de escapar da polícia em um helicóptero, o piloto é atingido por um tiro. Ismael assume o controle da aeronave, enquanto Regina, em choque, joga o corpo do piloto no mato a mando dele. A dupla acredita que finalmente escapou da polícia, mas novos desafios se apresentam à medida que suas vidas permanecem em perigo.
Os sentimentos conflitantes dos personagens seguem intensificando suas ações. O triângulo amoroso entre Téo, Diná e Otávio é preenchido por tensões invisíveis, enquanto Raul e Andrezza vivem um casamento em frangalhos. Igor e Lisa desenvolvem uma relação que desafia o passado, e Bia enfrenta as consequências de suas decisões, enquanto lida com a presença constante de seu pai, Ismael, nas sombras.
A espera acabou para quem sonha em escapar da rotina e se perder na estrada: Outbound, o jogo de camping e aventura em mundo aberto, chega oficialmente aos consoles PlayStation 5 e Xbox Series X|S com sua demo gratuita. Após conquistar meio milhão de downloads no PC e nos consoles Nintendo Switch, o título convida jogadores de todas as idades a explorar, criar e viver experiências únicas sobre quatro rodas. A versão completa será lançada em 23 de abril de 2026, prometendo expandir ainda mais o universo já encantador da van que se transforma em lar.
Outbound propõe uma experiência diferente de qualquer outro jogo de exploração. Em um mundo vibrante e estilizado, cada viagem é uma oportunidade de desacelerar, descobrir tesouros escondidos e construir seu próprio espaço de aconchego. A demo disponível para consoles oferece uma prévia de tudo isso, permitindo que os jogadores experimentem a liberdade da estrada aberta e a criatividade sem limites de personalização da van.
Explore um mundo repleto de surpresas
Na demo de Outbound, os jogadores têm acesso a uma parte significativa do primeiro mapa do jogo. Cada local foi cuidadosamente planejado para incentivar a exploração sem pressa. Florestas exuberantes, rios cristalinos, colinas com vistas deslumbrantes e pequenas clareiras escondidas convidam a descoberta e à contemplação.
Mas Outbound não é apenas sobre paisagens bonitas. Cada canto do mundo aberto oferece segredos a serem revelados e desafios suaves que estimulam a curiosidade. Os desenvolvedores destacam que o jogo busca criar momentos de calmaria e satisfação pessoal, em vez de pressão ou competição, tornando cada jornada memorável e única.
Transforme sua van no lar dos sonhos
A van é o coração da experiência em Outbound. Na demo, os jogadores podem personalizar cada detalhe, do interior ao exterior, criando um espaço que reflete seu estilo e necessidades. Fogões portáteis, sistemas de energia solar, móveis improvisados, estufas para plantas e áreas de descanso fazem parte da infinita possibilidade de personalização.
A experiência vai além da estética. Cada escolha influencia a forma como o jogador interage com o ambiente, incentiva a criação de jardins, hortas e espaços de convivência e reforça a sensação de que a van é muito mais do que um transporte: é um lar móvel.
Para quem gosta de socializar, Outbound oferece ainda a opção de jogar em modo cooperativo. Amigos podem explorar juntos, compartilhar recursos e transformar cada viagem em uma experiência ainda mais divertida e colaborativa.
Demo gratuita como porta de entrada
A demo serve como um primeiro contato com o universo de Outbound e oferece uma prévia do que será a experiência completa, marcada para 23 de abril. Nela, é possível explorar os mapas iniciais, desbloquear itens, personalizar a van e experimentar a sensação de liberdade que se tornará ainda mais ampla no lançamento final.
As pré-vendas da edição física já estão abertas. A versão padrão inclui o jogo em mídia física, a DLC School Bus Adventures, com desafios adicionais, e a trilha sonora digital. A edição de colecionador, pensada para os fãs mais dedicados, traz itens exclusivos como mapa detalhado, suporte acrílico com arte do jogo, pingentes, broches esmaltados, patches de tecido, cartões postais e uma caixa especial para guardar todos os tesouros de forma organizada.
Uma experiência que vai além do jogo
O grande diferencial de Outbound é a forma como combina exploração, criatividade e aconchego. Cada parada na estrada, cada item personalizado e cada descoberta no mapa contribuem para uma jornada emocionalmente satisfatória. O título não exige pressa nem competição: o objetivo é viver a experiência, apreciar o momento e construir memórias no universo do jogo.
A abordagem também reflete tendências contemporâneas, como sustentabilidade e minimalismo, incentivando o jogador a valorizar experiências simples e significativas. Desde cultivar plantas até acender uma pequena fogueira, cada ação reforça a sensação de conexão com o ambiente e de satisfação pessoal.
Sabe aquele cara que você talvez não lembre o nome de primeira, mas assim que ele aparece na tela você pensa “pô, esse aí marcou minha infância”? Pois é. Esse cara é Marcelo Mansfield, e ele vai estar na madrugada desta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a partir da meia-noite, batendo um papo dos bons com Ronnie Von, no programa “Companhia Certa”, da RedeTV!.
Com quase quatro décadas de carreira, Mansfield é uma daquelas figuras que seguram a marra do riso sem forçar a barra. Ele transita do teatro à TV com a mesma naturalidade com que muda de personagem no palco. E agora, num momento pra lá de especial, ele anuncia um novo espetáculo solo, “O Show do Mansfield”, que estreia em agosto, em São Paulo, pra celebrar suas quatro décadas de estrada.
Mas não espere uma entrevista certinha, com roteiro fechado e frases prontas. O que vai ao ar é mais parecido com uma conversa de bar entre dois amigos que se admiram de verdade — recheada de lembranças, piadas e até uns desabafos sobre a arte de fazer humor no Brasil.
Quem é esse tal de Mansfield?
Se você cresceu nos anos 90 e assistia TV Cultura, é bem provável que tenha visto um sujeito de jaleco, meio doido e totalmente carismático chamado Dr. Barbatana, no programa “Rá-Tim-Bum”. Adivinha quem era? Sim, ele mesmo, Marcelo Mansfield.
Mas a história dele vai muito além disso. O cara foi um dos primeiros a apostar no tal do stand-up comedy por aqui, quando ainda era novidade e ninguém entendia direito o formato. Lá por 2005, ele fundou o Clube da Comédia Stand-Up, e trouxe junto uma galera que depois ficou gigante, tipo Danilo Gentili, Oscar Filho e Marcelo Adnet.
“Eu só queria rir das coisas e fazer os outros rirem também”, conta Mansfield durante o programa. E não é modéstia. A verdade é que ele ajudou a desenhar um novo jeito de fazer humor no país — mais direto, mais cru, mais verdadeiro.
Dos palcos ao sofá da sala
Se você ainda acha que não conhece Mansfield, talvez tenha cruzado com outro personagem icônico dele: o impagável “Seu Merda”, figura ácida, debochada e um tanto revoltada, nascida no projeto “Terça Insana” e que depois foi parar no “Agora É Tarde”, da Band. Politicamente incorreto no melhor dos sentidos, o personagem fazia graça justamente por ser um retrato do absurdo da sociedade.
Mansfield sempre teve essa pegada: humor com conteúdo, com um pé no teatro e outro no cotidiano. Ele não tem medo de cutucar a ferida, mas faz isso com tanta inteligência que até quem se sente atingido, ri. E isso, convenhamos, é uma arte.
O novo espetáculo: Mansfield por ele mesmo
E é justamente isso que ele traz de volta com “O Show do Mansfield”. A peça não é só um show de stand-up, nem uma coletânea de personagens — é quase uma autobiografia cômica no palco, onde ele revisita momentos marcantes, personagens inesquecíveis e situações bizarras da vida de um artista brasileiro que nunca quis ser celebridade, mas acabou virando referência.
“É como se eu estivesse abrindo meu baú de memórias e deixando o público brincar com tudo”, brinca Mansfield. E esse “baú” vem cheio: tem história de bastidores, cenas de teatro, trechos da infância, encontros e desencontros com a fama, reflexões sobre a TV e, claro, aquelas piadas que só quem viveu o palco entende.
Para quem já acompanhava, é um reencontro. Para quem não conhece, é um convite. E para quem ama comédia com alma, é um prato cheio.
O começo da caminhada: de Boston a Barbatana
Nem todo mundo sabe, mas a carreira artística de Mansfield começou longe do Brasil. Nos anos 80, ele morou nos Estados Unidos, passou por Boston e Los Angeles, participou de grupos de teatro, estudou sitcoms e absorveu muito da comédia americana — o que, mais tarde, moldou sua visão sobre o stand-up.
Quando voltou ao Brasil, ele já era um artista com pegada internacional, mas com alma paulistana. Entrou para o grupo Harpias, fez teatro alternativo, criou e apresentou programas de humor na TV Gazeta, foi roteirista de filme cult, escreveu colunas em jornais, e ainda arrumou tempo pra fazer mais de 500 comerciais de TV.
E mesmo com esse currículo de fazer inveja, ele nunca perdeu o jeito simples e o olhar aguçado pra vida. “Acho que só continuei porque me diverti fazendo tudo isso. Se não fosse pra rir, nem teria graça”, ele diz.
Humor, coração e crítica
Durante o papo com Ronnie Von, Mansfield deixa claro que nunca viu o humor só como “entretenimento por entretenimento”. Pra ele, rir também é resistir, é pensar, é se conectar com o outro. “A piada pode te derrubar, mas também pode te levantar”, filosofa.
Essa sensibilidade atravessa toda a conversa. Entre risadas e histórias, ele fala dos amigos que fez (e perdeu), dos perrengues da profissão, da relação com o público e da importância de continuar criando, mesmo depois de tanto tempo de estrada.
“Eu nunca quis ser o mais famoso, só queria continuar sendo eu mesmo. Se isso tocou alguém, então valeu a pena”, resume Mansfield, num dos momentos mais sinceros da entrevista.
Muito antes de se tornar um dos nomes mais conhecidos da música clássica, Antonio Vivaldi viveu uma trajetória marcada por reconhecimento, dificuldades e longos períodos de esquecimento. Essa fase menos conhecida da vida do compositor italiano chega aos cinemas em Primavera, novo filme dirigido por Damiano Michieletto, que estreia no Brasil em 9 de julho, com distribuição da Imagem Filmes.
Conhecido principalmente por As Quatro Estações, Vivaldi ganha uma nova interpretação nas telas pelas mãos do ator Michele Riondino (O Jovem Montalbano e O Traidor). O longa não se concentra apenas no músico consagrado, mas também no homem por trás das composições, suas ambições e sua relação com a música como caminho para transformar vidas.
A história acompanha o encontro do compositor com Cecília, uma jovem órfã interpretada por Tecla Insolia (La Tana dei Lupi). Dentro do ambiente musical de Veneza, os dois personagens encontram na arte uma forma de buscar liberdade em uma época marcada por regras rígidas e diferenças sociais.
Nascido em Veneza em 1678, Vivaldi teve uma formação incomum para seu período. Entre os dez filhos da família, foi o único a seguir carreira musical. Também entrou para a vida religiosa e foi ordenado sacerdote em 1703, recebendo o apelido de “padre vermelho” por causa dos cabelos ruivos.
No mesmo ano em que se tornou padre, começou a publicar suas primeiras obras, incluindo As Doze Sonatas em Trio, Op. 1, coleção que ajudou a apresentar seu estilo ao público europeu. Suas composições chamavam atenção pela energia das melodias e pela forma como exploravam novas possibilidades dentro da música barroca.
Parte importante da trajetória de Vivaldi aconteceu no Ospedale della Pietà, uma instituição veneziana que abrigava meninas órfãs e também funcionava como uma escola de música. Lá, ele atuou como professor e compositor, criando peças para apresentações das jovens musicistas, que ficaram conhecidas pela qualidade das performances.
Foi nesse período que Vivaldi alcançou o auge da carreira. Em 1725, publicou As Quatro Estações, conjunto de concertos que se tornaria sua obra mais famosa e uma das composições mais reconhecidas da música ocidental.
O sucesso, porém, não acompanhou o compositor até o fim da vida. Nos últimos anos, Vivaldi enfrentou dificuldades financeiras, problemas de saúde e perdeu parte do prestígio que havia conquistado. Ele morreu em Viena, em 1741, aos 63 anos, praticamente sem o reconhecimento que receberia séculos depois.
Após sua morte, muitas de suas partituras desapareceram e seu nome acabou ficando fora dos grandes palcos por um longo período. Apenas no início do século XX, manuscritos importantes foram encontrados e ajudaram a recuperar a dimensão de sua obra. A partir daí, suas composições voltaram ao repertório de orquestras e conquistaram novas gerações de ouvintes.
Em Primavera, o diretor Damiano Michieletto, conhecido por seu trabalho no mundo da ópera, escolhe olhar para um período específico da vida de Vivaldi e explorar a relação entre criação artística, limitações sociais e desejo de reconhecimento.
O roteiro foi escrito por Ludovica Rampoldi, com desenvolvimento da história em parceria com Michieletto. A produção reúne Nicola Giuliano, Francesca Cima, Carlotta Calori e Viola Prestieri, com coprodução de Marc Missonnier.
Algumas músicas não nascem para tocar no fundo da alma — elas vêm de lá. É o caso de “Só Vivendo”, a nova colaboração entre a cantora Fiorella e a dupla Kaique & Felipe, que chega com a delicadeza de um abraço depois de tempos difíceis. A canção fala sobre dores passadas, amores que não deram certo e a coragem de seguir em frente até encontrar um sentimento real — sem pressa, sem máscaras, sem medo.
Lançada em todas as plataformas de áudio e vídeo, a faixa é uma composição de Felipe KEF, Ray Ferrari e Anderson Marreta, e ganha ainda mais potência com o clipe oficial dirigido por Rafa Costakent, filmado em São Paulo. Mas mais do que um lançamento, “Só Vivendo” é quase um diário emocional compartilhado com quem já errou, chorou e recomeçou — de cabeça erguida.
Uma música que vem do chão, não da vitrine
Fiorella não canta como quem quer brilhar — ela canta como quem já caiu e agora ilumina o próprio caminho. “Essa música carrega uma energia muito viva, muito verdadeira. E fazer isso com o Kaique & Felipe, que têm uma sensibilidade musical rara, foi muito especial. A gente se conectou logo de cara, sem esforço. Foi natural, como a própria mensagem da música pede”, compartilha a artista.
E a mensagem é direta, sem rodeios: não tem como viver um amor de verdade sem antes ter encarado os amores errados. A dor é parte da estrada. E essa estrada, quando bem vivida, pode levar a algo leve, bom — real.
Sertanejo com maturidade, sem vitimismo
Kaique & Felipe não escondem a empolgação com a parceria. “A Fiorella é uma artista que a gente sempre respeitou. Mas mais do que isso, ela entende o que está cantando. A letra de ‘Só Vivendo’ fala de gente real, que se lascou muito até entender o que é um amor de verdade. E ela trouxe isso com uma entrega absurda”, comenta Kaique.
Felipe reforça que o feat representa uma espécie de manifesto: “Tem espaço sim pra um sertanejo que não seja só sobre dor ou festa. A gente queria falar de reconstrução, de sentimento limpo. De alguém que caiu, aprendeu e agora ama melhor — e isso a gente só descobre… vivendo.”
Um clipe que não atua, sente
O videoclipe que acompanha o lançamento dispensa grandes narrativas. Em vez disso, foca no olhar, no gesto, na respiração de quem canta. Gravado em locações urbanas e com uma fotografia que valoriza o real e o íntimo, o diretor Rafa Costakent constrói uma estética sóbria e emocional, onde cada cena carrega a mesma verdade contida na música.
Fiorella aparece em momentos de introspecção e entrega, enquanto o trio divide planos que reforçam a sensação de que essa história não é só deles — é nossa também.
Um passo fora da fórmula — e muito além do previsível
“Só Vivendo” não tenta viralizar com coreografias nem frases de efeito. Sua força está no que ela não grita: a sutileza de aceitar os erros, a coragem de tentar de novo e o alívio de descobrir que o amor certo não machuca — ele acolhe.
Fiorella, Kaique & Felipe entregam um feat que não é só uma colaboração musical, mas uma conversa madura entre três artistas que, cada um à sua maneira, entenderam que a estrada da vida amorosa pode ser esburacada — mas vale a pena.
E a beleza está justamente aí: em aprender, cair, levantar… só vivendo.