O Estúdio | 2ª temporada da série estrelada por Seth Rogen retorna ao Apple TV+ em 2026

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A segunda temporada de O Estúdio já aparece com uma janela de lançamento definida. De acordo com informações divulgadas pelo Screen Rant e citadas a partir de um relatório trimestral da Lionsgate, a produção deve chegar ao catálogo do Apple TV+ em algum momento de 2026, ainda sem data específica confirmada.

O detalhe indica que a série criada por Seth Rogen segue em ritmo de desenvolvimento normal após a renovação. A informação também reforça que o projeto não sofreu alterações significativas no cronograma desde o fim da primeira temporada.

Quando a nova temporada deve chegar ao streaming?

A Lionsgate não apontou um dia ou mês exato, mas deixou claro que a previsão está concentrada em 2026. Isso coloca a série dentro de um ciclo padrão de produção para o Apple TV+, que costuma trabalhar com intervalos anuais em títulos de comédia com grande elenco e estrutura de produção mais complexa.

Mesmo sem calendário fechado, a sinalização oficial já serve como o primeiro indicativo concreto de retorno da história de Matt Remick no comando dos Estúdios Continental.

O que definiu a primeira temporada de O Estúdio?

O Estúdio acompanha Matt Remick, vivido por Seth Rogen, um executivo que assume o comando dos Estúdios Continental após a saída de sua mentora Patty Leigh, interpretada por Catherine O’Hara.

Logo no início, ele recebe uma missão que define o tom da temporada: aprovar um filme baseado no Kool-Aid Man, exigência do novo CEO Griffin Mill. A partir daí, Matt tenta equilibrar decisões comerciais com sua visão de cinema, o que o coloca em conflito constante com executivos, roteiristas e diretores.

Ao longo dos episódios, a história se complica quando ele compra um roteiro de Martin Scorsese inspirado em Jonestown, numa tentativa de transformar o projeto em algo mais “artístico”, mesmo enfrentando resistência interna dentro do próprio estúdio.

Nessa dinâmica, personagens como Sal Saperstein, interpretado por Ike Barinholtz, e Maya Mason, vivida por Kathryn Hahn, funcionam como contrapontos diretos às decisões de Matt, reforçando o choque entre visão criativa e pressão comercial.

Como a série foi recebida até agora?

A primeira temporada ganhou destaque pelo formato de comédia satírica e pela forma como retrata bastidores de Hollywood sem recorrer a exageros óbvios. O uso frequente de planos-sequência e a presença de figuras conhecidas da indústria em participações pontuais ajudaram a consolidar o estilo da produção.

Além disso, a série chamou atenção em premiações, acumulando indicações importantes no Primetime Emmy Awards de 2025 e se posicionando entre as comédias de estreia mais comentadas do período.

O que pode acontecer na segunda temporada?

Com a estreia prevista para 2026, a nova fase deve continuar acompanhando Matt Remick dentro dos Estúdios Continental em um cenário ainda mais instável, já que as decisões tomadas na primeira temporada deixaram consequências diretas na estrutura do estúdio.

A tendência é que a série aprofunde ainda mais o conflito entre decisões criativas e interesses comerciais, algo que já marcou fortemente a trajetória do personagem vivido por Seth Rogen.

Temperatura Máxima exibe 65: Ameaça Pré-Histórica neste domingo (24/05) com Adam Driver enfrentando dinossauros na Terra do passado

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A TV Globo exibe neste domingo, 24 de maio, na Temperatura Máxima, o longa 65: Ameaça Pré-Histórica, produção de ficção científica estrelada por Adam Driver (Star Wars, Ferrari) e Ariana Greenblatt (Barbie, Ahsoka).

A trama acompanha Mills, um piloto espacial encarregado do transporte de passageiros em viagens interplanetárias. Durante o trajeto, a nave sofre uma colisão com asteroides e acaba caindo em um planeta desconhecido. Depois do acidente, Mills descobre que quase todos os passageiros morreram e que apenas uma garota chamada Koa sobreviveu à queda. As informações são do AdoroCinema.

Enquanto tentam encontrar uma forma de escapar do local, os dois descobrem que não estão em um planeta alienígena, mas sim na Terra de 65 milhões de anos atrás. Cercados por dinossauros e criaturas pré-históricas, eles precisam atravessar regiões perigosas enquanto o planeta se aproxima de um evento catastrófico.

O longa transforma a jornada dos personagens em uma corrida constante pela sobrevivência. Além das ameaças naturais, Mills ainda enfrenta os danos causados pelo acidente e a dificuldade de se comunicar com Koa, já que os dois falam idiomas diferentes.

Além de Adam Driver e Ariana Greenblatt nos papéis centrais, o elenco também reúne Chloe Coleman (Avatar: O Caminho da Água, Dungeons & Dragons: Honra Entre Rebeldes) e Nika King (Euphoria, Greenleaf).

Quem dirigiu o filme?

O longa-metragem foi escrito e dirigido por Scott Beck e Bryan Woods, roteiristas de A Quiet Place. A dupla desenvolveu a produção apostando em uma narrativa mais enxuta, centrada na tensão da sobrevivência e em perseguições constantes.

Lançado nos cinemas em 2023 pela Columbia Pictures, o longa utiliza o contraste entre tecnologia futurista e ambiente pré-histórico como um dos principais elementos visuais da história. Armas avançadas, equipamentos espaciais e naves aparecem em meio a florestas densas dominadas por dinossauros.

O que diferencia o longa de outros filmes com dinossauros?

Ao contrário de produções focadas em aventura e exploração científica, 65: Ameaça Pré-Histórica trabalha uma estrutura mais voltada à sobrevivência. O filme acompanha um número reduzido de personagens e mantém a narrativa concentrada na travessia de ambientes perigosos enquanto criaturas gigantes perseguem os protagonistas.

A produção também evita construir uma história excessivamente complexa. O roteiro trabalha a ameaça imediata dos dinossauros e a urgência de escapar do planeta antes que um desastre natural atinja a região onde Mills e Koa estão presos.

Onde assistir ao filme além da TV aberta?

Além da exibição na Temperatura Máxima, 65 também está disponível no catálogo da Netflix para assinantes. Quem preferir assistir sob demanda ainda encontra o longa para aluguel digital no Prime Video, com valores a partir de R$ 11,90.

Payback revela novo pôster e coloca vingança e romance no mesmo jogo de poder com Toptap e Minlee

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A série tailandesa Payback divulgou um novo pôster que ajuda a esclarecer o tom da produção, prevista para 2026. A imagem destaca a tensão entre os protagonistas e reforça que o romance não aparece como centro isolado da história, mas como parte de um conflito maior envolvendo vingança e o ambiente competitivo do entretenimento.

O material também evidencia a presença de dois personagens centrais interpretados por Toptap Jarukit Kaewmoonrueang e Min Thanakorn Wichanukroh (Battle of the Writers), sugerindo uma relação construída em meio a desconfiança e interesses opostos, em vez de uma aproximação convencional.

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O que move a história de Payback?

A trama parte de Sun, um ex gangster interpretado por Min Thanakorn Wichanukroh, que decide entrar no universo do entretenimento com um objetivo bem definido: vingança. A decisão não surge de forma impulsiva, mas como consequência de acontecimentos que o colocam em rota direta com figuras influentes desse meio, onde reputação e poder caminham juntos.

Dentro desse ambiente, Sun passa a lidar com um sistema em que acordos nem sempre são claros e onde bastidores pesam tanto quanto o que aparece publicamente. A busca por respostas o leva a situações em que ele precisa negociar presença, confiança e estratégia ao mesmo tempo, enquanto tenta manter o foco no que o trouxe até ali.

É nesse cenário que ele conhece Jay, interpretado por Toptap Jarukit Kaewmoonrueang, descrito como alguém que parece sempre estar ligado aos movimentos e decisões mais sensíveis desse meio. Jay atua como uma figura envolta em mistério, alguém que circula entre diferentes interesses sem deixar claro de que lado está.

A relação entre Sun e Jay não se constrói a partir de uma aproximação direta ou imediata. Pelo contrário, ela nasce dentro de um contexto de desconfiança, onde cada interação pode carregar uma segunda intenção. Isso faz com que o vínculo entre eles avance de forma instável, alternando momentos de aproximação e afastamento conforme os acontecimentos se intensificam.

À medida que Sun se aprofunda nesse universo, o que era apenas uma missão pessoal começa a se misturar com as relações que ele cria dentro da indústria. O envolvimento com Jay passa a influenciar decisões importantes, tornando difícil separar o que é estratégia do que é sentimento real.

Quem compõe o elenco da série?

Além dos protagonistas, o elenco de apoio organiza diferentes núcleos dentro do universo da produção. Entre os nomes confirmados estão Shogun Paramee Thesdaroon (Deep Night), Thanawat Shinawatra (4Minutes, Shine, Don’t Touch My Gang), Chaikamon Sermsongwittaya (Amor no Ar, Zomvivor) e Khunnote Jirapat Uttamanan.

Quando a série será lançada?

Payback está programada para ser lançada oficialmente no dia 30 de maio.

He-Man: Mestres do Universo | Vídeo revela transformação física absurda de Nicholas Galitzine para viver o herói da Eternia

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Quem cresceu assistindo ao desenho de He Man: Mestres do Universo provavelmente lembra do tamanho exagerado dos músculos do personagem. E pelo visto, o novo filme live-action quer levar essa aparência ao pé da letra. A Amazon MGM Studios divulgou um vídeo mostrando a preparação física intensa de Nicholas Galitzine para interpretar o Príncipe Adam, e a transformação do ator virou assunto entre os fãs da franquia.

Nas imagens, Galitzine aparece encarando uma rotina pesada de musculação, treinamento de combate e coreografias com espada. O ator passou meses aumentando massa muscular para aproximar o visual do físico gigantesco que marcou o personagem nos brinquedos e nas animações da Mattel.

O que acontece no novo filme de He-Man?

A história acompanha o retorno do Príncipe Adam ao planeta Eternia após passar 15 anos longe de casa. Guiado novamente pela Espada do Poder, ele encontra seu reino devastado pelo domínio de Esqueleto, que assumiu o controle do planeta enquanto espalhava destruição e medo.

Para impedir a queda definitiva de Eternia, Adam precisa reencontrar antigos aliados, recuperar sua ligação com o Castelo de Grayskull e aceitar novamente o destino de se tornar He-Man, o guerreiro mais poderoso do universo.

Diferente do filme lançado em 1987, que levava boa parte da aventura para a Terra, a nova adaptação concentra os acontecimentos diretamente em Eternia. Isso permite explorar criaturas, cenários e conflitos clássicos da franquia que muitos fãs esperavam ver há décadas em uma produção live-action de grande orçamento.

Quem faz parte do elenco?

Nicholas Galitzine lidera o elenco como Príncipe Adam e He-Man. A escalação chamou atenção porque o ator era conhecido principalmente por produções românticas e dramas juvenis, mas o treinamento físico apresentado pela Amazon mostrou uma mudança radical para o papel.

A produção ainda reúne Camila Mendes, Alison Brie, James Purefoy, Morena Baccarin e Jóhannes Haukur Jóhannesson. Um dos nomes mais comentados do elenco é Jared Leto, escolhido para interpretar Esqueleto. O vilão é considerado uma das figuras mais famosas da cultura pop dos anos 1980 e será peça central da disputa pelo controle de Eternia.

Quem está comandando o novo Mestres do Universo?

A direção ficou com Travis Knight, cineasta conhecido por misturar ação grandiosa com efeitos práticos e personagens mais humanos. O roteiro passou pelas mãos de Chris Butler, Aaron Nee, Adam Nee e Dave Callaham.

O projeto teve uma trajetória complicada até finalmente sair do papel. O primeiro anúncio aconteceu ainda em 2009, quando a Sony Pictures planejava desenvolver um novo filme baseado na franquia da Mattel. Desde então, o longa passou por mudanças de elenco, troca de diretores e até mudança de estúdio.

Em 2022, a Netflix assumiu temporariamente os direitos da adaptação e chegou a anunciar Kyle Allen como protagonista. Mais tarde, a Amazon MGM Studios comprou o projeto e reformulou completamente a produção, incluindo a escolha de Nicholas Galitzine como novo He-Man.

As gravações aconteceram em Londres entre janeiro e junho de 2025.

Por que He-Man marcou gerações?

Criado pela Mattel no começo dos anos 1980, He-Man surgiu inicialmente como parte de uma coleção de bonecos de ação. O personagem rapidamente se transformou no principal rosto da franquia Mestres do Universo graças ao sucesso explosivo do desenho animado exibido na televisão.

He Man virou um fenômeno de audiência e ajudou a impulsionar milhões de vendas de brinquedos ao redor do mundo. O universo de Eternia ainda ganhou derivados como She-Ra: Princess of Power, quadrinhos, especiais televisivos e filmes.

Mesmo décadas depois, o personagem continua sendo lembrado como um dos maiores símbolos da cultura pop ligada aos desenhos e brinquedos dos anos 1980.

Quando o filme estreia nos cinemas?

O novo longa-metragem do Príncipe Adam chega aos cinemas brasileiros em 4 de junho.

Heartstopper Para Sempre mostra Nick e Charlie lidando com o futuro nas primeiras imagens do filme final da Netflix

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A Netflix divulgou as primeiras imagens oficiais de Heartstopper Para Sempre, produção que encerrará a história de Nick e Charlie após três temporadas de Heartstopper. As fotos já indicam uma mudança importante no tom da trama: o relacionamento dos protagonistas deixa o ambiente escolar em segundo plano para focar nas escolhas e inseguranças que surgem quando a vida adulta começa a se aproximar.

O filme substitui a planejada quarta temporada e adapta os capítulos finais escritos por Alice Oseman. Em vez de dividir a conclusão em vários episódios, a Netflix optou por concentrar a despedida dos personagens em um longa mais direto, centrado no momento em que Nick e Charlie começam a enfrentar a possibilidade de seguir caminhos diferentes.

As imagens divulgadas pela plataforma mostram um visual mais sóbrio e menos colorido do que as primeiras temporadas. A mudança acompanha o próprio amadurecimento da história. O relacionamento continua sendo o centro da narrativa, mas agora aparecem questões ligadas à faculdade, distância, rotina e medo de mudança, temas que os quadrinhos passaram a abordar nos volumes mais recentes.

O que o filme adapta da história original?

O longa-metragem será baseado principalmente no sexto volume da HQ e também utilizará elementos de “Nick and Charlie”, livro derivado que mostra uma fase mais madura da relação entre os protagonistas.

Essa parte da história trabalha menos o encantamento inicial do romance e mais o impacto das mudanças naturais da vida dos personagens. Charlie tenta lidar com inseguranças sobre o futuro da relação, enquanto Nick começa a pensar nas decisões que virão depois da escola.

Na prática, o longa deve funcionar quase como um epílogo da série. Em vez de introduzir novos conflitos grandiosos, a trama acompanha os personagens tentando preservar vínculos importantes enquanto a vida começa a mudar ao redor deles.

Por que a Netflix trocou a quarta temporada por um filme?

A decisão aconteceu após a terceira temporada enfrentar uma queda de audiência em comparação com os anos anteriores. Ao mesmo tempo, Kit Connor e Joe Locke passaram a assumir projetos maiores fora da série, tornando uma nova temporada mais longa um processo mais complicado nos bastidores.

Transformar o encerramento em um filme também evita que a história precise ser estendida além do material original dos quadrinhos. Como o arco final possui uma narrativa mais intimista e concentrada nos protagonistas, o formato de longa-metragem acaba funcionando melhor para esse tipo de conclusão.

Connor e Locke, inclusive, agora também aparecem como produtores executivos do projeto, participando mais diretamente do encerramento dos personagens que interpretam desde 2022.

Quem retorna para o filme?

Kit Connor volta como Nick Nelson e Joe Locke retorna ao papel de Charlie Spring.

A expectativa é que boa parte do núcleo principal também apareça no longa, incluindo Tao, Elle, Tara e Darcy, personagens que ajudaram a transformar Heartstopper em uma produção mais voltada às relações de amizade e apoio emocional do que apenas ao romance central.

A direção ficará com Wash Westmoreland, cineasta conhecido por dramas mais contidos e emocionais. Já Alice Oseman continua responsável pelo roteiro, mantendo o mesmo controle criativo que acompanhou toda a adaptação da Netflix.

Quando estreia?

Heartstopper Para Sempre estreia na Netflix em 17 de julho de 2026.

The Boys já acabou, mas Chace Crawford quer continuar o caos do Profundo em spin-off totalmente absurdo

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Mesmo depois do fim de The Boys, parece que o universo da série ainda pode render umas ideias tão bizarras quanto tudo que o público acompanhou nas últimas temporadas. E uma delas veio diretamente de Chace Crawford (O Pacto, Gossip Girl), ator que viveu o Profundo durante toda a série.

Durante participação no Armchair Expert Podcast, Crawford comentou que imaginou um possível spin-off focado totalmente no personagem. Só que, em vez de tentar transformar o Profundo em um herói mais sério ou em alguém finalmente redimido, a proposta seguiria justamente pelo caminho oposto: mostrar ele completamente decadente, tentando sobreviver no mundo do entretenimento depois de perder relevância.

Segundo o ator, a ideia seria acompanhar o personagem virando uma espécie de ator fracassado de Hollywood, preso em filmes ruins e produções constrangedoras, enquanto tenta desesperadamente continuar famoso. Crawford descreveu o projeto como uma mistura de Trovão Tropical com Barry, mantendo aquele humor desconfortável e caótico que virou marca registrada de The Boys.

E o mais engraçado é que ele deixou claro que não acha que o Profundo precise virar alguém melhor. A graça estaria justamente em acompanhar o personagem continuando egoísta, carente e tomando decisões terríveis enquanto tenta convencer o mundo de que ainda importa.

Por que o Profundo virou um dos personagens mais caóticos da franquia?

Ao longo de The Boys, o Profundo acabou virando muito mais do que apenas “o herói aquático dos Sete”. O personagem se transformou em uma mistura constante de vergonha alheia, humor absurdo e fracasso pessoal.

Enquanto outros supers chamavam atenção pela violência ou pelo poder, ele se destacava justamente pela necessidade desesperada de aprovação. Durante a série inteira, o personagem passou por humilhações públicas, crises de identidade, surtos emocionais e tentativas completamente desastrosas de reconstruir sua imagem.

Isso fez com que o público nunca soubesse exatamente o que esperar dele. Em alguns momentos, ele parecia prestes a aprender alguma coisa. Em outros, voltava imediatamente a tomar as piores decisões possíveis. E foi justamente essa bagunça emocional que transformou o Profundo em um dos personagens mais imprevisíveis e estranhamente engraçados da série.

Como terminou a série?

A quinta temporada encerrou oficialmente The Boys com um clima muito mais pesado e brutal do que as temporadas anteriores. A reta final mostrou Billy Butcher e os Rapazes tentando impedir o Capitão Pátria, que já havia tomado controle político dos Estados Unidos e se tornado praticamente uma figura religiosa para parte da população.

A temporada girou em torno do V1, primeira versão do Composto V, capaz de deixar o Capitão Pátria ainda mais poderoso. Conforme os episódios avançavam, alianças começaram a ruir, personagens importantes morreram e a guerra entre supers e humanos chegou num ponto completamente sem volta.

O personagem também teve bastante destaque nesse encerramento, principalmente após os acontecimentos ligados ao desastre ambiental causado pelo oleoduto da Vought e aos conflitos internos envolvendo outros supers. O personagem terminou a série mergulhado no mesmo caos emocional que marcou toda sua trajetória.

Ainda existe chance desse spin-off acontecer?

Por enquanto, a ideia comentada por Chace Crawford não passa de uma possibilidade imaginada pelo próprio ator. A Amazon MGM Studios ainda não confirmou oficialmente nenhum derivado focado no Profundo.

Crítica – Natal Amargo abandona excessos e entrega o lado mais vulnerável de Pedro Almodóvar

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Natal Amargo é um daqueles filmes menos interessados em seguir uma narrativa tradicional e mais focados em expor as inquietações do próprio autor diante do público. Pedro Almodóvar transforma dor, memória e criação em linguagem cinematográfica mais uma vez, mas aqui o tom é diferente. Não existe a força emocional explosiva de “Dor e Glória”, nem o melodrama intenso que marcou parte de sua filmografia. O diretor entrega uma obra mais introspectiva, centrada em personagens consumidos pelo desgaste emocional, pelo bloqueio criativo e pela dificuldade de separar vida pessoal e arte.

Ao mesmo tempo, o filme inevitavelmente divide opiniões. Há um forte caráter autorreferencial que pode afastar parte do público menos conectado ao universo de Almodóvar. O cineasta aborda o bloqueio criativo incorporando essa sensação à própria estrutura narrativa, construindo um roteiro fragmentado, por vezes desorientador, que parece alternar entre lembranças, confissões e processos emocionais inacabados. Para alguns espectadores, isso reforça a sinceridade da obra; para outros, faz com que o filme pareça excessivamente preso às próprias reflexões.

Mas talvez seja justamente essa a intenção de Natal Amargo. O longa não demonstra preocupação em funcionar como uma experiência universal ou acessível para todos os públicos. É um projeto íntimo, melancólico e bastante pessoal, que conversa diretamente com temas recorrentes da carreira de Almodóvar: envelhecimento, desejo, solidão e o impacto emocional da criação artística. Em vários momentos, o filme questiona até que ponto um artista pode transformar as experiências das pessoas ao redor em matéria-prima para sua obra.

Mesmo irregular em alguns trechos, existe algo profundamente honesto no resultado final. Almodóvar parece menos interessado em reafirmar sua genialidade e mais disposto a expor fragilidades, dúvidas e inseguranças. O filme carrega uma sensação constante de desgaste emocional, como se cada personagem estivesse tentando reorganizar memórias e afetos que nunca foram totalmente resolvidos.

Natal Amargo provavelmente não ocupará o posto de obra mais popular ou celebrada da carreira do diretor. Ainda assim, para quem acompanha sua trajetória há décadas, o longa funciona como um retrato bastante sincero de um cineasta revisitando os próprios fantasmas através do cinema.

Novo filme do diretor de Obsessão reúne Aaron Paul e Bryce Dallas Howard em história de falsos caçadores de fantasmas

O sucesso de Obsessão transformou Curry Barker em um dos diretores de terror mais observados da atualidade. Depois de conquistar espaço nos festivais e surpreender nas bilheterias, o cineasta já tem um novo projeto em desenvolvimento. Trata-se de Qualquer Coisa, Menos Fantasmas (“Anything But Ghosts”), produção da Blumhouse Productions em parceria com a Focus Features.

Em vez de seguir o caminho tradicional dos filmes sobre assombrações, o roteiro acompanha personagens que passam a vida fingindo enfrentar fenômenos paranormais até descobrirem que o sobrenatural existe de verdade.

O que acontece em Qualquer Coisa, Menos Fantasmas?

A trama acompanha dois vigaristas que ganham dinheiro se passando por caçadores de fantasmas. Utilizando truques e encenações, eles convencem clientes de que conseguem identificar e eliminar atividades sobrenaturais.

A situação muda quando os dois encontram uma entidade real e extremamente perigosa. Sem experiência para lidar com uma ameaça verdadeira, eles se veem presos em uma situação muito diferente das apresentações que costumavam encenar para o público.

Em vez de especialistas preparados para enfrentar o desconhecido, a história coloca no centro personagens que construíram suas carreiras explorando a crença dos outros e acabam confrontados por algo que não conseguem controlar.

Quem faz parte do elenco?

O filme contará com Aaron Paul, conhecido mundialmente por seu trabalho na série Breaking Bad, além de Bryce Dallas Howard, que participou da franquia Jurassic World. O elenco também inclui Violet McGraw, nome frequente em produções de suspense e terror nos últimos anos. 

Por que Obsessão chamou atenção em Hollywood?

Antes de anunciar seu novo projeto, Curry Barker conquistou destaque com “Obsessão”, filme que acompanhava um jovem que utilizava um artefato sobrenatural para fazer com que sua melhor amiga se apaixonasse por ele.

A produção se diferenciou por usar elementos de horror para discutir obsessão emocional, controle e dependência afetiva. Em vez de apresentar apenas sustos ou criaturas assustadoras, a história explorava as consequências de interferir nos sentimentos de outra pessoa.

O resultado foi um longa que encontrou espaço tanto entre os fãs de terror quanto entre espectadores interessados em histórias psicológicas mais perturbadoras. A combinação de críticas positivas e forte desempenho comercial acabou colocando Barker no radar dos grandes estúdios.

O que torna o novo projeto relevante para os fãs de terror?

Um dos aspectos mais interessantes de Qualquer Coisa, Menos Fantasmas é a forma como a história utiliza personagens moralmente questionáveis como protagonistas. O conflito não surge quando pessoas comuns encontram uma assombração, mas quando indivíduos que lucram com fraudes passam a enfrentar um perigo real.

Esse ponto de partida cria espaço para uma narrativa menos previsível e permite explorar tanto o suspense quanto as consequências das escolhas feitas pelos próprios personagens. Para o público que acompanha o terror contemporâneo, é justamente esse tipo de conceito que tem gerado alguns dos títulos mais comentados do gênero nos últimos anos.

Quando o filme será lançado?

Até o momento, Blumhouse e Focus Features não divulgaram uma data de estreia nem informações sobre o início das filmagens.

O Convite ganha trailer no Brasil e coloca Olivia Wilde, Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton em noite que sai totalmente do controle

O filme O Convite chega aos cinemas brasileiros em 9 de julho, teve trailer e pôster divulgados no país. Dirigido por Olivia Wilde (Não Se Preocupe, Querida, Booksmart), que também integra o elenco, o longa reúne Seth Rogen (O Estúdio, Superbad), Penélope Cruz (Vicky Cristina Barcelona, Piratas do Caribe: Navegando em Águas Misteriosas) e Edward Norton (As Duas Faces de um Crime, Clube da Luta) em uma comédia que parte de um simples encontro entre vizinhos, mas rapidamente descamba para uma sequência de situações fora de controle.

A trama acompanha Joe (Seth Rogen) e Angela (Olivia Wilde), um casal que atravessa um momento instável na relação e tenta manter a rotina apesar dos conflitos pessoais. Durante uma noite aparentemente comum, eles convidam para jantar os vizinhos do andar de cima, interpretados por Penélope Cruz e Edward Norton. O que começa como uma conversa casual entre casais logo se transforma em um encontro marcado por desconfortos, revelações inesperadas e conflitos que escapam do controle dos envolvidos.

O longa é uma comédia dirigida por Olivia Wilde e escrita por Will McCormack e Rashida Jones. A produção é uma refilmagem em língua inglesa do filme espanhol “As Pessoas do Andar de Cima” (“Sentimental”), que também explora como um jantar entre vizinhos pode revelar tensões escondidas e desgastar relações aparentemente estáveis.

O projeto teve um desenvolvimento longo até chegar à versão atual. Anunciado em 2021 como um remake do filme espanhol, passou por diferentes fases criativas ao longo dos anos seguintes, incluindo mudanças na equipe de direção e no elenco. A versão final acabou consolidando Olivia Wilde e Seth Rogen como protagonistas, além de definir o título internacional como “The Invite” durante sua fase de produção.

Nos Estados Unidos, o filme teve sua primeira exibição no Festival de Cinema de Sundance de 2026, onde recebeu uma recepção positiva da crítica. O lançamento comercial no país está previsto para 26 de junho de 2026, com distribuição da A24. A narrativa concentra-se na interação entre esses personagens durante uma única noite, em que cada conversa amplia o nível de tensão.

No Brasil, além da estreia marcada para 9 de julho, o longa também terá sessões antecipadas nos dias 27 de junho e 4 de julho em cinemas selecionados, permitindo que parte do público assista ao filme antes do lançamento oficial.

Obsessão ultrapassa US$ 100 milhões em bilheteria mundial após produção de apenas US$ 750 mil e se torna um dos maiores fenômenos recentes do gênero

O filme Obsessão virou um dos casos mais comentados do cinema recente ao ultrapassar cerca de US$ 108,8 milhões em bilheteria mundial, mesmo tendo sido produzido com um orçamento de apenas US$ 750 mil. O desempenho chama atenção porque mostra como uma ideia simples, bem executada e com forte apelo emocional ainda consegue alcançar público global, especialmente dentro do gênero de terror.

Dirigido, escrito e editado por Curry Barker, em sua primeira experiência no cinema, o longa ganhou projeção depois de estrear no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), dentro da mostra Midnight Madness. Foi a partir desse circuito de festivais que o filme começou a chamar atenção, antes de ganhar distribuição comercial e expandir sua presença nos cinemas.

A história gira em torno de Barão “Urso” Bailey, interpretado por Michael Johnston, um jovem reservado que trabalha em uma loja de música e divide a rotina com os amigos Ian e Sarah. Ele carrega sentimentos por Nikki Freeman, vivida por Inde Navarrette, mas nunca consegue transformar essa relação em algo claro ou direto. O filme parte justamente dessa hesitação comum do cotidiano, daquele tipo de emoção que muita gente já sentiu em algum momento: gostar de alguém sem saber como agir.

Antes mesmo do elemento sobrenatural entrar em cena, a narrativa já coloca o protagonista em um estado emocional instável. A morte acidental de sua gata, Sandy, após ingestão de oxicodona, funciona como um peso silencioso que acompanha suas decisões e ajuda a explicar parte de sua fragilidade ao longo da história. Não é um evento tratado de forma exagerada, mas como um impacto pessoal que vai acumulando tensão interna.

A virada acontece quando Bear encontra um objeto chamado “Salgueiro dos Desejos” em uma loja esotérica. A proposta é simples: um desejo por pessoa, com consequências desconhecidas. No impulso do momento, ele decide usar o artefato para que Nikki passe a amá-lo mais do que qualquer outra pessoa. A partir daí, o filme muda de tom e passa a explorar o que acontece quando um sentimento real é forçado por algo artificial.

O relacionamento que surge depois disso começa de forma quase confusa. Nikki se aproxima, e os dois acabam entrando em uma relação que parece intensa, mas ao mesmo tempo estranha, como se algo estivesse fora do lugar. Aos poucos, o filme deixa claro que essa conexão não segue regras naturais, e que o comportamento dela passa a oscilar de forma cada vez mais difícil de entender.

Com o avanço da trama, os amigos Ian e Sarah começam a perceber que algo não se encaixa nessa história. Pequenas contradições surgem, versões diferentes de acontecimentos aparecem e a relação do casal passa a gerar desconforto até para quem está de fora. O ambiente de trabalho, que antes era apenas pano de fundo, vira palco de desconfiança e tensão.

O filme não depende de sustos tradicionais. Em vez disso, ele constrói sua força no desconforto gradual. Nikki passa a alternar momentos de carinho intenso com atitudes imprevisíveis, criando uma sensação constante de instabilidade emocional. O que parecia um romance incomum vai se transformando em uma relação difícil de sustentar, tanto para os personagens quanto para quem acompanha a história.

Em determinado ponto, o próprio funcionamento do “Salgueiro dos Desejos” vira uma espécie de armadilha narrativa. Bear tenta entender se há alguma forma de reverter o que fez, enquanto percebe que o desejo não é algo simples de desfazer. A ideia de controle vai desaparecendo aos poucos, e o filme começa a trabalhar mais com consequências do que com escolhas.

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