“Só Vivendo”: Fiorella, Kaique & Felipe se unem em um hino sobre recomeços e o amor que (finalmente) faz sentido

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Algumas músicas não nascem para tocar no fundo da alma — elas vêm de lá. É o caso de “Só Vivendo”, a nova colaboração entre a cantora Fiorella e a dupla Kaique & Felipe, que chega com a delicadeza de um abraço depois de tempos difíceis. A canção fala sobre dores passadas, amores que não deram certo e a coragem de seguir em frente até encontrar um sentimento real — sem pressa, sem máscaras, sem medo.

Lançada em todas as plataformas de áudio e vídeo, a faixa é uma composição de Felipe KEF, Ray Ferrari e Anderson Marreta, e ganha ainda mais potência com o clipe oficial dirigido por Rafa Costakent, filmado em São Paulo. Mas mais do que um lançamento, “Só Vivendo” é quase um diário emocional compartilhado com quem já errou, chorou e recomeçou — de cabeça erguida.

Uma música que vem do chão, não da vitrine

Fiorella não canta como quem quer brilhar — ela canta como quem já caiu e agora ilumina o próprio caminho. “Essa música carrega uma energia muito viva, muito verdadeira. E fazer isso com o Kaique & Felipe, que têm uma sensibilidade musical rara, foi muito especial. A gente se conectou logo de cara, sem esforço. Foi natural, como a própria mensagem da música pede”, compartilha a artista.

E a mensagem é direta, sem rodeios: não tem como viver um amor de verdade sem antes ter encarado os amores errados. A dor é parte da estrada. E essa estrada, quando bem vivida, pode levar a algo leve, bom — real.

Sertanejo com maturidade, sem vitimismo

Kaique & Felipe não escondem a empolgação com a parceria. “A Fiorella é uma artista que a gente sempre respeitou. Mas mais do que isso, ela entende o que está cantando. A letra de ‘Só Vivendo’ fala de gente real, que se lascou muito até entender o que é um amor de verdade. E ela trouxe isso com uma entrega absurda”, comenta Kaique.

Felipe reforça que o feat representa uma espécie de manifesto: “Tem espaço sim pra um sertanejo que não seja só sobre dor ou festa. A gente queria falar de reconstrução, de sentimento limpo. De alguém que caiu, aprendeu e agora ama melhor — e isso a gente só descobre… vivendo.”

Um clipe que não atua, sente

O videoclipe que acompanha o lançamento dispensa grandes narrativas. Em vez disso, foca no olhar, no gesto, na respiração de quem canta. Gravado em locações urbanas e com uma fotografia que valoriza o real e o íntimo, o diretor Rafa Costakent constrói uma estética sóbria e emocional, onde cada cena carrega a mesma verdade contida na música.

Fiorella aparece em momentos de introspecção e entrega, enquanto o trio divide planos que reforçam a sensação de que essa história não é só deles — é nossa também.

Um passo fora da fórmula — e muito além do previsível

“Só Vivendo” não tenta viralizar com coreografias nem frases de efeito. Sua força está no que ela não grita: a sutileza de aceitar os erros, a coragem de tentar de novo e o alívio de descobrir que o amor certo não machuca — ele acolhe.

Fiorella, Kaique & Felipe entregam um feat que não é só uma colaboração musical, mas uma conversa madura entre três artistas que, cada um à sua maneira, entenderam que a estrada da vida amorosa pode ser esburacada — mas vale a pena.

E a beleza está justamente aí: em aprender, cair, levantar… só vivendo.

Trailer de Onde Estiver, Estarei – Uma Paixão Rubro-Negra destaca emoção da torcida do Flamengo em duas eras da Libertadores

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A HBO Max e o canal TNT apresentaram o trailer do documentário Onde Estiver, Estarei – Uma Paixão Rubro-Negra, produção que estreia no dia 28 de maio e promete revisitar dois dos capítulos mais marcantes da história recente do Flamengo na Copa Libertadores da América. A obra aposta em uma narrativa centrada nos torcedores, mostrando como diferentes gerações viveram o clube em momentos decisivos separados por quase quatro décadas.

O trailer divulgado chama atenção ao alternar imagens das finais de 1981 e 2019, criando um paralelo direto entre duas fases completamente distintas do futebol sul-americano. Enquanto o material resgata cenas históricas da primeira conquista continental do clube, também destaca a mobilização recente de milhares de torcedores rumo a Lima, no Peru. Além dos registros esportivos, o vídeo traz depoimentos de torcedores que viveram esses dois momentos de perto, reforçando a ideia de que o documentário não é apenas sobre futebol, mas sobre memória, identidade e pertencimento.

Quem são os personagens que conduzem essa jornada?

A narrativa acompanha dois torcedores que ajudam a costurar essa linha do tempo emocional do clube: Francisco de Moraes e Cláudio Cruz. Eles estiveram presentes tanto na conquista de 1981 quanto na de 2019, o que permite ao documentário criar um elo direto entre passado e presente. O filme utiliza suas experiências para mostrar como o ato de torcer vai muito além de assistir a uma partida. Ele envolve viagens, sacrifícios, encontros e uma conexão profunda com o clube, que se mantém viva independentemente da época.

Como eram as experiências de 1981 e 2019?

O contraste entre as duas finais é um dos elementos centrais da produção. Em 1981, acompanhar o Flamengo na Libertadores significava enfrentar uma realidade completamente diferente, com viagens longas, poucos recursos e uma estrutura limitada para deslocamento internacional.

Já em 2019, o cenário mudou de forma significativa. A final contra o River Plate, realizada em Lima, contou com uma presença massiva de torcedores brasileiros, estimada em dezenas de milhares de pessoas. O acesso às viagens aéreas e a maior integração do futebol sul-americano transformaram completamente a experiência de acompanhar o clube fora do país. Mesmo com essas diferenças, o documentário reforça que a essência da torcida permaneceu a mesma, marcada pela intensidade e pela entrega emocional em cada decisão.

O que conecta as gerações rubro-negras?

A produção usa as duas conquistas da Libertadores como ponto de ligação entre diferentes gerações de torcedores. A equipe de 1981, liderada por nomes históricos como Zico, Júnior e Adílio, representa o primeiro grande auge internacional do clube. Já o elenco de 2019, com destaque para Gabigol, simboliza o retorno do Flamengo ao topo da América do Sul após décadas de espera.

O documentário não coloca essas eras em comparação direta, mas sim como partes complementares de uma mesma história. A ideia é mostrar como o clube constrói sua identidade a partir da continuidade das experiências vividas por sua torcida.

Quem está por trás da produção?

Onde Estiver, Estarei – Uma Paixão Rubro-Negra é uma coprodução entre Canal Azul e Warner Bros. Discovery. A direção é assinada por Pedro Asbeg, enquanto o roteiro foi desenvolvido por Arthur Muhlenberg, que contribui para uma abordagem mais sensível e próxima do universo dos torcedores.

A equipe de produção também conta com Ricardo Aidar, Liz Reis e Larissa Prado, responsáveis por estruturar o material e organizar os diferentes relatos que compõem a narrativa. A proposta é unir imagens de arquivo, registros de viagens e depoimentos para construir uma linha do tempo emocional do clube.

Por que esse documentário chama atenção além do futebol?

O diferencial da produção está em transformar o futebol em uma história sobre pessoas. Em vez de se limitar aos resultados dentro de campo, o documentário explora como o Flamengo se torna parte da vida dos torcedores, influenciando decisões, viagens e memórias ao longo dos anos.

Essa abordagem amplia o alcance da narrativa, aproximando o conteúdo não apenas de fãs de esporte, mas também de quem se interessa por histórias humanas, culturais e emocionais. O clube aparece como um ponto de conexão entre gerações, onde cada vitória se torna parte de uma memória coletiva.

Quando estreia?

O lançamento de Onde Estiver, Estarei – Uma Paixão Rubro-Negra acontece no dia 28 de maio, às 18h, na HBO Max e no canal TNT. Com o trailer já disponível, a produção começa a ganhar destaque ao apresentar uma visão mais íntima e emocional da trajetória rubro-negra na Libertadores.

Halloween na Reserva Imovision! The Creep Tapes, Booger, Um Pedaço do Céu e Dragula: Titans prometem uma semana de terror e ousadia

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O Halloween chegou à Reserva Imovision com uma programação intensa e cheia de contrastes. Entre o medo visceral, o drama humano e o espetáculo visual, a plataforma reúne produções que ultrapassam os limites do entretenimento e exploram o que há de mais profundo na experiência emocional do público. São histórias sobre o medo, a perda, o amor e a transformação — cada uma delas revelando uma face diferente do terror contemporâneo.

Os criadores do cultuado Creep (2014) retornam com The Creep Tapes, uma antologia de terror em formato found footage que transforma a câmera em instrumento de medo. O protagonista é Peachfuzz, um assassino que atrai vítimas com falsas promessas de emprego e as convence a filmar sua rotina “normal”.

Os episódios finais da primeira temporada — “Brandt” e “Mãe (e Albert)” — encerram esse ciclo com intensidade crescente. Em “Brandt”, uma jovem aceita gravar um homem em um quarto de hotel por mil dólares e descobre tarde demais o preço da ingenuidade. Já “Mãe (e Albert)” leva o horror ao espaço doméstico, quando uma mulher recebe a visita inesperada do próprio filho — uma aparição que transforma uma noite comum em um pesadelo íntimo e devastador.

The Creep Tapes é mais do que uma série de sustos. É um retrato do medo como consequência da confiança, uma reflexão sobre até onde se vai em busca de aceitação e segurança em um mundo cada vez mais isolado.

Vencedor de aplausos em Berlim e indicado ao Urso de Ouro, Um Pedaço do Céu é o contraponto sensível da programação. Ambientado em uma vila nos Alpes, o longa acompanha o relacionamento entre Anna e Marco, um casal jovem que vê o amor se fragilizar diante da doença. Um tumor cerebral altera o comportamento de Marco, colocando em xeque não apenas a relação, mas também a maneira como a comunidade os enxerga.

O filme fala de resistência — a resistência de amar alguém quando o amor se torna uma forma de dor. Anna tenta preservar o vínculo que os uniu, mesmo quando o homem que ela conhecia começa a desaparecer aos poucos. O resultado é um drama comovente, de uma delicadeza rara, que transforma a tragédia em poesia.

Em Booger: Instinto Felino, o luto se manifesta literalmente. Anna, devastada pela morte da melhor amiga, vê sua realidade ruir quando o gato de Izzy foge e a morde. A partir daí, transformações físicas e psicológicas começam a surgir, revelando um processo de mutação que mistura culpa, dor e instinto.

O longa combina o horror corporal com uma reflexão sobre a perda e a identidade. Ao mesmo tempo em que o corpo de Anna muda, sua percepção da amizade e da vida também se altera. O grotesco serve como metáfora do que o luto provoca — uma lenta dissolução daquilo que se era, até que reste apenas o que é possível suportar.

Encerrando a programação de Halloween, Dragula: Titans retorna em sua segunda temporada com a competição mais sombria e exuberante da cultura drag. No episódio “Casamento Gótico”, as queens enfrentam provas insanas em um universo que mistura horror, performance e ironia.

A nova edição conta com participações especiais de Bonnie Aarons, a icônica “Freira” dos filmes de terror, e da roteirista Akela Cooper (Maligno, M3gan, A Freira 2). O episódio celebra o grotesco como arte e o sangue como metáfora da criação. Cada desafio é uma performance de resistência, onde o corpo se torna palco de libertação e desafio.

Trailer do reboot de Faces of Death provoca choque ao repensar violência e realidade na era digital

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O primeiro trailer do reboot de Faces of Death acaba de ser divulgado e deixa claro que a nova versão não pretende apenas revisitar um título infame do cinema, mas reinterpretá-lo à luz de um mundo dominado por telas, algoritmos e consumo incessante de imagens extremas. A prévia aposta em um clima inquietante, mais psicológico do que gráfico, e sugere uma reflexão direta sobre trauma, dessensibilização e a fragilidade da verdade na internet. Abaixo, confira o vídeo:

Lançado originalmente em 1978, Faces of Death se tornou um fenômeno controverso ao se vender como um documentário que reunia registros reais das mais brutais formas de morrer. O impacto foi imediato: o filme foi proibido em diversos países, sofreu censura pesada e se transformou em objeto de debates morais que atravessaram décadas. Muito do choque vinha justamente da dúvida sobre o que era real e o que havia sido encenado, uma ambiguidade que ajudou a consolidar sua fama.

O trailer do reboot, produzido pela Legendary Pictures, deixa evidente que essa ambiguidade volta a ser o eixo central da narrativa, agora atualizada para o contexto digital. Em vez de imitar o formato de falso documentário do original, o novo filme aposta em uma história ficcional que dialoga diretamente com o cotidiano contemporâneo. A trama acompanha uma jovem moderadora de conteúdo que trabalha filtrando vídeos violentos em uma plataforma online. Cercada diariamente por imagens perturbadoras, ela tenta manter algum controle emocional enquanto lida com traumas pessoais ainda não resolvidos.

A prévia sugere que sua rotina começa a ruir quando ela se depara com vídeos que parecem recriar, de forma minuciosa, cenas atribuídas ao antigo Faces of Death. A partir daí, o filme levanta uma questão central: em um cenário dominado por vídeos virais, deepfakes e encenações cada vez mais realistas, ainda é possível distinguir o que é verdade do que é espetáculo? O trailer reforça essa dúvida com cortes rápidos, imagens fragmentadas e sons distorcidos, criando uma sensação constante de instabilidade.

O projeto tem direção de Daniel Goldhaber e roteiro de Isa Mazzei, dupla conhecida por explorar obsessões, identidades fragmentadas e os impactos psicológicos do ambiente digital. Essa abordagem fica clara no tom do trailer, que evita a exposição explícita e aposta mais na sugestão, no desconforto e no peso emocional acumulado pela protagonista.

O elenco também chama atenção. Dacre Montgomery, conhecido por Stranger Things, surge em um papel ainda envolto em mistério. Barbie Ferreira, de Euphoria, aparece em cenas que sugerem vulnerabilidade e confronto direto com o horror cotidiano. Completam o time Sarah Voigt, Tadasay Young, Josie Totah e a cantora Charli XCX, cuja presença reforça o diálogo do filme com uma geração moldada pela cultura online.

Para compreender o impacto simbólico do reboot, é impossível ignorar o legado do filme original. Faces of Death de 1978 apresentava o patologista Francis B. Gröss como guia por uma coleção de imagens de mortes ao redor do mundo, misturando violência contra animais, crimes, execuções, guerras, acidentes e reflexões filosóficas sobre a finitude humana. Mesmo com muitas cenas posteriormente reveladas como encenadas, o filme marcou época justamente por explorar o limite ético do olhar do espectador.

The Legend of Zelda | Filme live-action muda estreia e deixa público ainda mais ansioso pelo universo de Hyrule

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Durante anos, a ideia de um filme live-action de The Legend of Zelda parecia impossível. A franquia mais mística e simbólica da Nintendo sempre foi tratada com extremo cuidado pela empresa japonesa, principalmente depois do trauma causado pela adaptação de Super Mario Bros. nos anos 90. Mas agora, além de finalmente existir, o projeto acaba de ganhar um novo detalhe que deixou os fãs ainda mais atentos: sua estreia mundial foi antecipada.

A mudança foi anunciada oficialmente por Shigeru Miyamoto, criador da saga e uma das figuras mais importantes da história dos videogames. Em comunicado divulgado nas redes sociais, o executivo revelou que o longa chegará aos cinemas em 30 de abril de 2027, ocupando uma data anterior à prevista inicialmente.

O anúncio pode parecer simples à primeira vista, mas bastou poucos minutos para transformar o assunto em tendência entre jogadores e comunidades nerds ao redor do mundo. Afinal, Zelda não é apenas mais uma adaptação de game. Para muitos fãs, trata-se da produção mais delicada e ambiciosa que a Nintendo já colocou nas mãos de Hollywood.

Por que a Nintendo demorou tanto para transformar Zelda em filme?

Enquanto franquias como Pokémon, Sonic the Hedgehog e até Five Nights at Freddy’s encontraram espaço nos cinemas e no streaming, Zelda permaneceu praticamente intocável por décadas. Não foi falta de interesse do público. Pelo contrário. A franquia sempre esteve entre as adaptações mais pedidas pelos fãs.

O problema era outro: a Nintendo não queria correr o risco de repetir antigos erros.

O fracasso crítico e comercial do live-action de Mario lançado em 1993 fez a empresa criar uma espécie de bloqueio em relação ao cinema. Durante muito tempo, a prioridade foi proteger suas franquias ao invés de expandi-las para outras mídias.

Curiosamente, existiram tentativas de levar Zelda para as telonas antes mesmo do anúncio oficial atual. Em 2007, um estúdio de animação chegou a apresentar um conceito de longa inspirado no universo da franquia. O projeto nunca avançou. Anos depois, materiais desse teste acabaram vazando na internet, alimentando ainda mais a curiosidade dos fãs sobre como Hyrule poderia funcionar fora dos videogames.

A situação começou a mudar apenas após o fenômeno de The Super Mario Bros. Movie. O sucesso bilionário da animação mostrou que existia espaço para adaptações supervisionadas diretamente pela Nintendo. A partir dali, Zelda deixou de parecer um sonho distante e passou a ser tratado como prioridade estratégica.

O que a mudança de data pode revelar sobre o projeto?

Em Hollywood, alterações no calendário normalmente assustam o público. Muitas vezes significam problemas internos, refilmagens ou dificuldades na pós-produção. Mas no caso de Zelda, o clima parece ser outro.

A antecipação do lançamento acabou sendo vista como um sinal de confiança da própria Nintendo no andamento do longa. O comunicado de Miyamoto destacou que a equipe está trabalhando para entregar o filme ao público o mais rápido possível, indicando que o cronograma está avançando de forma positiva.

Isso ganha ainda mais peso quando se lembra da importância do projeto. Zelda não é uma franquia simples de adaptar. Diferente de universos mais diretos, a saga mistura fantasia medieval, magia ancestral, criaturas místicas e temas existenciais. Existe uma atmosfera contemplativa nos jogos que muitos acreditavam ser impossível de reproduzir em live-action.

Por isso, cada atualização sobre o filme acaba gerando uma repercussão enorme. A antecipação da estreia virou combustível para novas teorias online, incluindo especulações sobre trailers, primeiras imagens oficiais e até possíveis apresentações em grandes eventos de cultura pop nos próximos meses.

Quem são os nomes escolhidos para viver Link e Zelda?

Uma das maiores discussões envolvendo o filme aconteceu quando a Nintendo revelou os protagonistas da adaptação. O ator Benjamin Evan Ainsworth foi confirmado no papel de Link, enquanto Bo Bragason interpretará a princesa Zelda.

A escolha surpreendeu parte do público porque muitos esperavam nomes mais conhecidos de Hollywood. Nos meses anteriores ao anúncio, a internet chegou a transformar possíveis escalações em um verdadeiro campeonato de fancasts, envolvendo artistas populares entre o público jovem.

Mesmo assim, a decisão de apostar em rostos menos associados a grandes franquias acabou agradando muita gente. Entre fãs mais antigos, existe a percepção de que isso pode ajudar o longa a construir uma identidade própria, sem depender apenas do peso de celebridades.

As especulações sobre o restante do elenco também continuam fortes. Vazamentos feitos durante as gravações sugeriram a presença de Dichen Lachman no papel de Impa, personagem importante dentro da cronologia da franquia. Embora a informação ainda não tenha sido oficializada, a repercussão foi suficiente para aumentar ainda mais a curiosidade em torno do universo que o filme pretende explorar.

Quem está comandando o live-action de Zelda?

A direção ficou nas mãos de Wes Ball, cineasta conhecido pelos filmes da franquia Maze Runner e por Kingdom of the Planet of the Apes.

O detalhe curioso é que Ball já demonstrava interesse em Zelda muito antes de ser contratado oficialmente. Anos atrás, o diretor chegou a comentar nas redes sociais que sonhava em criar uma adaptação épica inspirada no universo da franquia.

Nos bastidores, o projeto também reúne nomes experientes da indústria cinematográfica. Avi Arad, produtor ligado a diversas adaptações de quadrinhos e blockbusters, participa da produção ao lado de Miyamoto.

O roteiro passou por mudanças durante o desenvolvimento. Inicialmente escrito por Derek Connolly, o texto acabou sendo reformulado por T. S. Nowlin, colaborador frequente de Wes Ball.

As gravações aconteceram na New Zealand, especialmente em regiões conhecidas pelas paisagens naturais grandiosas que também ficaram famosas através da trilogia The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring.

A escolha do país reforçou a impressão de que a Nintendo quer construir uma versão mais realista e cinematográfica de Hyrule, apostando em cenários físicos e atmosfera épica ao invés de depender apenas de efeitos digitais.

O filme vai adaptar qual jogo da franquia?

Essa talvez seja a pergunta mais repetida pelos fãs desde o anúncio do projeto e a resposta continua cercada de mistério.

Até agora, tudo indica que o longa não seguirá exatamente a história de um único game específico. A expectativa é que o roteiro utilize elementos clássicos de diferentes fases da franquia para construir uma narrativa inédita no cinema.

Outro ponto que gera curiosidade envolve o próprio Link. Tradicionalmente silencioso nos jogos, o personagem representa um desafio narrativo gigantesco em uma adaptação live-action. A forma como o filme vai trabalhar sua personalidade se tornou uma das maiores incógnitas da produção.

Resumo da novela A Terra Prometida 29/06/2023

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Confira o resumo do capítulo 83 da novela A Terra Prometida da próxima quinta-feira, 29/06/2023. A exibição da novela está prevista para acontecer às 19h30, na tela da Rede Família.

No resumo da novela A Terra Prometida, Gibar desfere um soco no rosto de Zuma, chamando-o de covarde. O guerreiro núbio tenta se conter e encara Gibar com raiva. Tobias intervém e os alerta sobre o perigo de provocar o lutador. Acã e seus filhos debocham do Monstro Hebreu, deixando Tobias furioso e pronto para agir. Zuma o segura, contendo-o. Melina se recusa a se casar com Yussuf, deixando Ula preocupada. A mãe pede à filha que repense sua decisão, mas Melina afirma que Yussuf só a quer para entrar na família real. Kamir repreende sua filha, mas Melina declara que só se casará por amor. Kamir pede paciência a Yussuf. Aruna encontra Ioná e fala sobre sua reaproximação com Josué. Samara e Léia acreditam na separação do casal. Aruna se despede de Ioná. Kamir afirma que em breve se tornará rei e ameaça Melina. Salmon conversa com Orias, enquanto Raabe agradece a hospitalidade de Aruna. Kamir insiste que Melina é obrigada a se casar com Yussuf. Eleazar diz que Boã deve cuidar bem de suas duas esposas. Aruna leva Raabe para conhecer Inês, e Zaíra afirma que os Lagartos precisam se alimentar bastante. Kira e Kalu conversam com Tiléia sobre a visita ao palácio. Inês compartilha palavras de fé com Raabe, que agradece pelo apoio. Tiléia agradece a Kalu pela atitude. Acã fala com seus filhos e diz que precisam fingir que foram atacados por Zuma.

Ainda em A Terra Prometida, Kalu volta para a hospedaria e narra sua aventura no palácio para Kira. Quemuel afirma que Josué precisa saber o que fizeram com Zuma. Durgal declara que não poupará a vida de Arauto, e Kruga avisa que é hora da caçada humana. Sama chora ao ouvir Boã dizer que Eleazar aprovou sua união com Ruth. Kamir mente para Yussuf e afirma que Melina concordou em se casar. Durgal dá início à caçada humana, e Arauto e Rafi correm desesperados para se salvarem do palácio. Ruth agradece por se tornar a segunda esposa de Boã e sai da tenda com um sorriso de vitória. Rafi e Arauto decidem se separar para dificultar a caçada do rei. Durgal, Kamir e Yussuf continuam a perseguir as duas presas humanas. Acã pede para falar com Josué urgentemente. Durgal encontra Rafi e aponta sua flecha na direção dele, mas Arauto aparece de repente e se coloca na frente do rapaz. Acã mente e alega que Zuma agrediu seus filhos, pedindo que o guerreiro núbio seja punido.

O resumo da novela A Terra Prometida é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.

Uma Garota Encantada vai virar série no Disney+ com reboot liderado por nova protagonista

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Um dos títulos de fantasia mais lembrados dos anos 2000 está prestes a ganhar uma nova interpretação. Uma Garota Encantada, lançado originalmente em 2004 e estrelado por Anne Hathaway, vai ser adaptado em formato de série para o Disney+, agora com uma proposta de reboot que atualiza completamente o universo da história.

A nova produção está sendo desenvolvida pela Paramount TV Studios em parceria com a Miramax e já chega com uma mudança importante de direção criativa. Em vez de continuar diretamente o filme original, o projeto aposta em uma releitura, com novos atores no centro da trama e uma abordagem pensada para o público atual.

Quem está construindo essa nova versão da história?

Nos bastidores, o projeto reúne nomes conhecidos da televisão contemporânea. Ilana Wolpert, responsável pelo roteiro de Todos Menos Você, assume a escrita da série, o que indica uma possível atualização no tom emocional e nas relações entre os personagens.

A função de showrunner ficará com Beth Schwartz, conhecida por Garotos Detetives Mortos. Sua participação sugere uma estrutura narrativa mais contínua, com foco em desenvolvimento gradual de personagens e aprofundamento do universo mágico ao longo dos episódios.

Anne Hathaway, que interpretou a protagonista no filme original, também participa do projeto, mas em outra função. Agora ela atua como produtora executiva, contribuindo nos bastidores da adaptação, sem retornar como personagem principal.

Qual foi a história no cinema?

Uma Garota Encantada chegou aos cinemas em 2004 misturando fantasia, romance e comédia musical. O longa foi inspirado de forma livre no livro de Gail Carson Levine e se destacou por subverter elementos tradicionais dos contos de fadas, criando uma protagonista que foge do padrão clássico das princesas.

A trama acompanha Ella de Frell, uma jovem que recebe ainda bebê um “presente” da fada madrinha que acaba se tornando uma maldição. Ela passa a viver sob o chamado dom da obediência, sendo obrigada a cumprir qualquer ordem que recebe, sem conseguir resistir, independentemente das consequências.

Com o passar dos anos, a vida de Ella se torna cada vez mais difícil. Após a morte da mãe, seu pai se casa novamente, e ela passa a conviver com uma madrasta e duas meias-irmãs que rapidamente percebem sua condição e passam a explorar essa vulnerabilidade.

Em busca de liberdade, Ella decide partir em uma jornada para encontrar a fada madrinha e tentar quebrar a maldição. No caminho, ela atravessa florestas perigosas, conhece criaturas mágicas e se envolve em situações que misturam aventura, romance e descoberta pessoal.

Quem fez parte do elenco do filme original?

O longa de 2004 contou com um elenco que ajudou a marcar sua identidade até hoje. Anne Hathaway interpretou Ella de Frell, enquanto Hugh Dancy viveu o Príncipe Charmont, conhecido como “Char”.

O filme também trouxe Cary Elwes como Sir Edgar, Aidan McArdle como Slannen, Joanna Lumley no papel de Dama Olga, Lucy Punch como Hattie, Jennifer Higham como Olive e Minnie Driver interpretando Mandy. A combinação desses nomes ajudou a construir o tom leve e fantasioso que definiu a produção.

Por que transformar essa história em série agora?

A decisão de trazer Uma Garota Encantada de volta em formato de série segue uma tendência forte do entretenimento atual. Histórias clássicas estão sendo revisitadas com mais tempo de tela, permitindo explorar personagens e mundos de forma mais detalhada do que o cinema tradicional permite.

Nesse caso, o formato seriado abre espaço para aprofundar tanto a construção do universo mágico quanto as consequências emocionais do dom de Ella, algo que no filme original aparecia de forma mais condensada. A ideia é expandir conflitos, relações e dilemas que antes precisavam ser resolvidos em poucas horas.

Além disso, o reboot permite atualizar temas que continuam relevantes, como autonomia, liberdade pessoal e controle social, mantendo a base da história original, mas com uma linguagem mais alinhada ao público contemporâneo.

O que muda com esse reboot no Disney+?

A nova série chega com a proposta clara de não depender diretamente do filme de 2004. A escolha por uma protagonista mais jovem e um elenco completamente renovado reforça a ideia de recomeço, não de continuação.

Mesmo assim, a presença de Anne Hathaway como produtora executiva ajuda a manter uma ponte simbólica com o projeto original, preservando parte da essência que marcou a obra no cinema.

Com isso, o Disney+ aposta em uma releitura que mistura nostalgia e novidade, tentando equilibrar o carinho do público antigo com a curiosidade de uma nova geração que talvez nunca tenha visto o filme original.

Saiba qual filme vai passar no Domingo Maior 09/07/2023

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No próximo domingo, 09/07/2023, prepare-se para uma noite de mistério e ação com o filme Desconhecido, que vai passar no Domingo Maior. Dirigido por Jaume Collet-Serra, o filme conta com um elenco estelar, incluindo Bruno Ganz, Aidan Quinn, Diane Kruger, Frank Langella, January Jones e Liam Neeson no papel principal.

A trama gira em torno de Martin, interpretado por Liam Neeson, um homem que acorda após um acidente em Berlim e descobre que sua esposa não o reconhece. Para piorar a situação, outro homem está se passando por ele e atende pelo seu nome. Determinado a descobrir a verdade por trás dessa confusão, Martin embarca em uma jornada perigosa para desvendar os mistérios de sua identidade.

Conforme Martin mergulha mais fundo na investigação, ele percebe que está sendo perseguido por assassinos que farão de tudo para impedir que a verdade seja revelada. Agora, ele precisa correr contra o tempo para desvendar a conspiração e recuperar sua vida antes que seja tarde demais.

Com reviravoltas surpreendentes, cenas de ação eletrizantes e um clima de suspense envolvente, “Desconhecido” promete prender a atenção dos espectadores do início ao fim. O filme é um verdadeiro quebra-cabeça de identidades e segredos, mantendo a audiência na expectativa a cada revelação.

Além do elenco talentoso, que entrega performances cativantes, a direção de Jaume Collet-Serra traz uma atmosfera sombria e misteriosa, adicionando tensão e imprevisibilidade à narrativa. A ambientação em Berlim também se torna um elemento importante, conferindo uma aura de intriga e desconhecido à história.

Que horas vai passar o Domingo Maior?

Não perca a oportunidade de assistir a “Desconhecido” neste domingo, 9 de julho, no Domingo Maior, a partir das 23h50, na tela da TV Globo. Prepare-se para uma noite de suspense, ação e reviravoltas emocionantes enquanto acompanha a jornada de Martin em busca de respostas e sua luta pela verdade. Fique ligado e não deixe de desvendar os segredos deste eletrizante filme de mistério.

Obsessão já arrecadou US$ 286,5 milhões e se torna o filme adquirido em festival de cinema mais lucrativo de todos os tempos

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Nem sempre os maiores sucessos de Hollywood começam com grandes estrelas ou orçamentos milionários. Em alguns casos, tudo começa com uma boa ideia, um cineasta pouco conhecido e uma recepção positiva do público. É exatamente esse o caminho percorrido por Obsessão, terror psicológico sobrenatural que acaba de alcançar um feito histórico nas bilheterias mundiais.

Segundo informações divulgadas pelo Deadline, o longa já acumula US$ 286,5 milhões em todo o mundo, tornando-se o filme de maior arrecadação já adquirido após sua estreia em um festival de cinema. O recorde anteriormente pertencia a “A Bruxa de Blair”, fenômeno do terror lançado em 1999 que encerrou sua trajetória nos cinemas com cerca de US$ 248,6 milhões.

O resultado chama atenção não apenas pelo valor arrecadado, mas pelo tamanho da produção. O longa-metragem custou aproximadamente US$ 750 mil, valor extremamente baixo para os padrões da indústria americana. Isso significa que o filme arrecadou centenas de vezes mais do que seu orçamento inicial, um desempenho raro até mesmo entre os maiores sucessos comerciais do gênero.

Para o público que ainda não conhece a produção, a história acompanha Bear Bailey, um jovem funcionário de uma loja de música que está apaixonado por sua melhor amiga, Nikki. A situação muda quando ele encontra um objeto sobrenatural capaz de realizar desejos. Em um momento de frustração, Bear deseja que Nikki o ame mais do que qualquer pessoa no mundo. O problema é que o pedido funciona — e as consequências se tornam cada vez mais perturbadoras.

Embora a premissa pareça simples à primeira vista, o filme utiliza elementos sobrenaturais para abordar temas bastante atuais. Questões como obsessão emocional, dependência afetiva, idealização de relacionamentos e dificuldade em lidar com rejeições aparecem constantemente ao longo da narrativa. Esse é um dos fatores que ajudaram a diferenciar o longa de outros lançamentos recentes do gênero.

Em vez de construir sua história apenas com sustos e cenas violentas, o filme investe no desconforto psicológico. A sensação de que algo está errado cresce gradualmente, acompanhando a deterioração da relação entre os personagens principais. O resultado é um terror que busca inquietar o espectador muito além dos momentos de choque.

Outro aspecto que torna o sucesso do filme ainda mais interessante é a trajetória de seu diretor. Curry Barker ficou conhecido inicialmente por vídeos produzidos para a internet e por curtas-metragens publicados no YouTube. Seu trabalho chamou a atenção de produtores de Hollywood, abrindo espaço para que desenvolvesse projetos maiores. Hoje, poucos meses após a estreia de Obsessão, ele se tornou um dos nomes mais observados do terror contemporâneo.

A confiança da indústria no projeto também cresceu rapidamente. Após sua exibição no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), o filme despertou interesse imediato dos distribuidores. A Focus Features adquiriu os direitos de distribuição por um valor estimado entre US$ 14 milhões e US$ 15 milhões, uma das negociações mais relevantes já registradas para um filme de gênero dentro do evento.

Resumo semanal da novela A.Mar de 27/10 a 31/10 (SBT)

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Capítulo 014 da novela A.Mar de segunda-feira, 27 de outubro
Íker assegura a Brisa que Marina jamais pretendeu permanecer na ilha ao lado de Gabriel, tentando aliviar a angústia da jovem. Enquanto isso, Estrella desabafa com a mãe sobre o medo de que Azul queira conhecer o pai biológico, e revela o passado doloroso: quando contou sobre a gravidez, ele lhe ofereceu um cheque para “resolver o problema”. Determinada a encarar a verdade, Azul entra em contato com Sergio e, em uma ligação cheia de emoção, anuncia que é sua filha. Ao descobrir a conversa, Estrella se desespera e avisa Azul de que a presença daquele homem em suas vidas só trará sofrimento.

Capítulo 015 – Terça-feira, 28 de outubro
Decidida a seguir em frente, Marina deixa a casa de Gabriel, partindo o coração de Íker, que não consegue esconder o abatimento. Cansado da insistência de Érika em reatar o relacionamento, Fabián confessa que está começando a se interessar por Estrella, sua amiga. No velório de Gertrudis, ele tenta apoiar Yazmín, mas é acusado de ser um pai ausente; mesmo assim, ele a abraça, demonstrando arrependimento. Mais tarde, Estrella aceita o convite de Fabián e o surpreende com um ceviche preparado com carinho. O clima entre os dois muda, e ele a convida para conversar em sua casa após um dia repleto de emoções.

Capítulo 016 – Quarta-feira, 29 de outubro
Fabián abre o coração para Estrella, pedindo que aceite seus sentimentos, e sela o momento com um beijo terno e inesperado. O instante é interrompido pela chegada repentina de Érika, que humilha Estrella e a chama de tola por se envolver com o homem que ela ama. Abalada, Estrella tenta se afastar, enquanto Rosalba consola Érika e a aconselha, dizendo que às vezes é preciso lutar — e até se sujar — para conquistar o que se deseja. Dividida entre a lealdade e a paixão, Estrella diz a Fabián que não quer trair a amiga, mas ele a suplica para não desperdiçar a chance que o destino lhes oferece.

Capítulo 018 da novela A.Mar de quinta-feira, 30 de outubro
Tomada pela culpa, Estrella implora a Fabián que a esqueça, afirmando que não pode se apaixonar pelo mesmo homem que a amiga ama e que, em breve, deixará a cidade. Enquanto isso, Sergio revela a Juanjo que, para reivindicar sua herança, precisará se casar com a mãe de sua suposta filha. Decidido a resolver tudo, ele procura Estrella e exige provas de que Azul é realmente sua filha, mas ela o expulsa de casa e diz que não quer saber de seu dinheiro nem de sua arrogância. Pouco depois, Azul o confronta, acusando-o de ter pago para que sua mãe a abortasse; Sergio tenta se justificar, dizendo que na época não estava preparado para ser pai.

Capítulo 019 – Sexta-feira, 31 de outubro
Sergio tenta consertar o carro de Fabián e oferecer dinheiro pelos danos, mas sua atitude arrogante o coloca em nova confusão. Fabián comenta o ocorrido com Estrella, que finalmente revela a verdade: Sergio é o pai de sua filha, Azul. A revelação abala Fabián, que tenta confortá-la diante do turbilhão de emoções. Enquanto isso, Brisa sofre ao saber que Gabriel cancelou o casamento, convencida de que Marina é a culpada. Em meio à dor e à culpa, Estrella procura Érika e pede perdão, confessando que começou a sentir algo por Fabián, mas garantindo que jamais teve a intenção de feri-la.