Tomb Raider King | Anime do manhwa já tem data no Japão e traz viagem no tempo e relíquias cheias de poder

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A adaptação em anime de Tomb Raider King já tem data confirmada para chegar à televisão japonesa. A estreia acontece em 8 de julho, com exibição que deve avançar para 9 de julho no horário local. As informações são do Crunchyroll.

A produção adapta o manhwa sul-coreano criado por Sanji Jiksong, que ficou conhecido por misturar ação, aventura e elementos sobrenaturais ligados a tumbas e relíquias antigas.

A história parte de um conceito direto: tumbas misteriosas começam a surgir ao redor do mundo, escondendo artefatos capazes de conceder poderes especiais. Essas relíquias mudam completamente o equilíbrio entre grupos que disputam controle e sobrevivência.

O protagonista Seo Joo-Heon é um saqueador de tumbas que ganha uma segunda chance ao voltar 15 anos no passado. Com essa vantagem, ele decide agir de forma estratégica, tentando localizar e dominar essas tumbas antes que outros grupos tenham acesso aos mesmos poderes.

A narrativa aborda exploração, combate e decisões que alteram o rumo dos acontecimentos, já que o personagem usa o conhecimento do futuro para se antecipar aos rivais.

Como a obra chegou ao anime?

Tomb Raider King começou como web novel e depois ganhou adaptação para webtoon na plataforma KakaoPage, onde foi publicado a partir de 2019. O sucesso levou a série a acumular volumes físicos e publicações internacionais, incluindo lançamento em inglês pela Yen Press sob o selo Ize Press.

Agora, a obra recebe uma adaptação para anime produzida pelo Studio EEK, com estreia prevista para julho de 2026 na Coreia do Sul e no Japão. A direção fica por conta de Seung Wook Woo, com design de personagens de Hyun Joung Lee e trilha sonora de Ju Young Kim.

O que esperar do novo anime?

O anime aposta em uma combinação de aventura global e ação constante, já que o protagonista viaja por diferentes regiões do mundo em busca das tumbas. Cada local apresenta desafios próprios e disputas por relíquias, o que mantém a narrativa em ritmo acelerado.

Além disso, a ideia de retorno ao passado muda completamente a forma como o protagonista interage com os eventos. Ele não está descobrindo o mundo junto com o público, mas sim reorganizando decisões já conhecidas, o que cria um jogo constante de estratégia e antecipação.

Sessão da Tarde (28) exibe “Rebound: Uma Nova Chance” | A história real do time que foi ao limite com só seis jogadores

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A Globo exibe nesta quinta-feira (28) o filme Rebound: Uma Nova Chance na Sessão da Tarde. É um drama esportivo sul-coreano inspirado em uma história real do basquete escolar, com foco em um time que entrou em um campeonato nacional praticamente sem elenco completo.

O longa não segue a linha de “time campeão óbvio”. Ele mostra um grupo que começa a temporada praticamente desmontado e mesmo assim decide competir até o fim no Campeonato Nacional de Basquete Escolar de 2012.

Qual é a história do filme?

A trama acompanha a Escola Secundária Jungang, em Busan, que já teve tradição no basquete escolar, mas chega ao ponto de quase ser encerrada depois de anos de derrotas e falta de estrutura.

É nesse cenário que entra o treinador Kang Yang-hyeon, vivido por Ahn Jae-hong. Ele assume um time em crise e descobre que praticamente todos os jogadores abandonaram o projeto após sua chegada. Sem alternativas, ele monta uma equipe com apenas seis atletas disponíveis.

Esses seis jogadores não são estrelas nem promessas do esporte. São jovens que foram rejeitados por outras escolas ou que nunca tiveram espaço em times mais fortes. O filme acompanha a tentativa de transformar esse grupo pequeno em uma equipe capaz de competir em nível nacional.

O diferencial da história está no dia a dia: treinos longos, erros constantes, conflitos entre os jogadores e a dificuldade de manter o foco quando quase ninguém acredita no time. A evolução acontece aos poucos, dentro da rotina pesada de treinos e jogos.

Por que essa história real chama atenção?

O caso real que inspira o filme aconteceu no Campeonato Nacional de Basquete Escolar de 2012, quando uma equipe com apenas seis jogadores conseguiu chegar longe na competição.

Isso foge completamente do padrão do esporte escolar competitivo, onde os times normalmente contam com elenco completo e reposição de atletas. Aqui, qualquer lesão, falta ou cansaço já representava um problema sério.

O filme chama atenção por mostrar que o resultado não veio de talento individual acima da média, mas de insistência e adaptação constante. Cada jogo era um desafio de sobrevivência dentro da competição.

Quem está no elenco?

Além de Ahn Jae-hong como treinador Kang Yang-hyeon, o elenco traz Lee Shin-young no papel do capitão Cheon Ki-beom, além de Jeong Jin-woon e Jung Gun-joo como parte do grupo principal de jogadores.

Vale a pena assistir na Sessão da Tarde?

Rebound: Uma Nova Chance funciona bem para quem gosta de histórias esportivas mais próximas da realidade do que da fantasia de superação exagerada.

É o tipo de história que ganha força justamente por ser possível de acreditar. Um time pequeno, poucos recursos e uma ideia fixa de não desistir antes do último jogo.

Natal Amargo | Pedro Almodóvar transforma luto e confusão emocional em seu novo drama nos cinemas

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Foto: Reprodução/ Internet

O novo filme de Pedro Almodóvar chegou oficialmente aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (28). Natal Amargo marca mais um trabalho do diretor explorando relações humanas intensas, personagens emocionalmente fragilizados e histórias que misturam dor pessoal com arte.

Dessa vez, Almodóvar constrói uma tragicomédia que gira em torno de luto, crises criativas e personagens tentando transformar sofrimento em inspiração. O filme estreou anteriormente na Espanha e também passou pelo Festival de Cannes, onde o compositor Alberto Iglesias venceu o prêmio de Melhor Trilha Sonora.

Sobre o que fala Natal Amargo?

A história acompanha Elsa, uma diretora de comerciais que tenta continuar trabalhando normalmente depois da morte da mãe. Só que o desgaste emocional começa a afetar sua rotina de maneiras cada vez mais difíceis de ignorar.

Quando uma forte crise de enxaqueca a obriga a parar, Elsa decide viajar para Lanzarote durante um feriado ao lado da amiga Patricia. Enquanto isso, seu namorado Bonifacio permanece em Madri. A viagem, que parecia uma tentativa de descanso, acaba funcionando como um mergulho nas inseguranças, lembranças e relações mal resolvidas da personagem.

O filme também apresenta uma segunda linha narrativa ambientada em 2025. Nela, um cineasta chamado Raúl tenta escrever um roteiro inspirado diretamente em sua própria vida. Aos poucos, a história sugere que Elsa pode ser uma representação criada pelo próprio personagem, misturando realidade, memória e autoficção.

Quem está no elenco?

O elenco reúne Bárbara Lennie (A Filha, Maria e os Outros) no papel de Elsa e Leonardo Sbaraglia (Relatos Selvagens, Dor e Glória) como Raúl.

Também participam Aitana Sánchez-Gijón (Mães Paralelas), Victoria Luengo (A Room Next Door), Patrick Criado (Antidistúrbios), Milena Smit (Mães Paralelas) e Quim Gutiérrez (DarkBlueAlmostBlack).

O que esperar do novo filme de Almodóvar?

Quem acompanha os trabalhos de Almodóvar provavelmente vai reconhecer vários elementos clássicos do diretor aqui: personagens emocionalmente intensos, diálogos carregados de tensão e histórias que misturam humor desconfortável com situações dolorosas.

Só que Natal Amargo parece seguir uma linha mais introspectiva. O filme usa menos exageros visuais e concentra sua força nas relações entre os personagens e na maneira como cada um tenta lidar com perdas pessoais.

Outro ponto importante é a presença da autoficção dentro da narrativa. O roteiro constantemente levanta a dúvida sobre o quanto da história é real dentro daquele universo e o quanto foi reinventado pelos personagens que escrevem sobre suas próprias vidas.

A Terra do Meu Pai | Trailer do novo filme premiado em Cannes entrega dores familiares e cenas pesadas

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Foto: Reprodução/ Internet

A MUBI revelou o primeiro trailer e o pôster oficial de A Terra do Meu Pai, novo longa dirigido por Paweł Pawlikowski, conhecido por Ida e Guerra Fria. O filme estreou no Festival de Cannes e garantiu ao diretor o prêmio de Melhor Direção.

A prévia aposta em cenas silenciosas, olhares desconfortáveis e conflitos familiares que parecem carregar feridas antigas. Em vez de entregar grandes explicações logo de início, o trailer apresenta personagens emocionalmente abalados tentando lidar com lembranças difíceis e relações desgastadas pelo tempo.

Sobre o que fala o novo filme?

A Terra do Meu Pai acompanha personagens ligados por perdas, memórias dolorosas e questões familiares que atravessam diferentes gerações. Mesmo sem revelar muitos detalhes da trama, o material divulgado mostra que a história será conduzida de forma mais íntima, focando no peso emocional carregado pelos personagens.

O longa trabalha principalmente a dificuldade de enfrentar o passado e seguir em frente depois de acontecimentos traumáticos. Tudo isso aparece em cenas mais contidas, sem exageros, deixando que os próprios personagens conduzam a tensão da narrativa.

Quem faz parte do elenco?

O elenco reúne Sandra Hüller (Zona de Interesse, Anatomia de uma Queda), August Diehl (Bastardos Inglórios, Uma Vida Oculta), Hanns Zischler (Munique), Devid Striesow (Nada de Novo no Front) e Anna Madeley (Patrick Melrose).

Sandra Hüller aparece como o principal rosto do trailer e concentra boa parte das cenas mais emocionais divulgadas até agora.

Por que o filme já virou um dos mais comentados do ano?

Além da vitória em Cannes, o projeto chamou atenção pelo retorno de Pawlikowski ao tipo de drama que marcou sua carreira. O diretor costuma trabalhar histórias mais humanas, centradas em relações quebradas, silêncio e sentimentos reprimidos.

O trailer também aumentou a curiosidade por apresentar imagens fortes sem entregar demais sobre a trama. O pôster segue a mesma linha e destaca personagens isolados emocionalmente, reforçando o peso dramático da produção.

Quando o filme estreia?

A Terra do Meu Pai ainda não teve data oficial de estreia confirmada no Brasil.

Passageiro do Mal vale a pena? Terror sobrenatural transforma estrada vazia em um pesadelo sufocante

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Foto: Reprodução/ Internet

Filmes de terror ambientados na estrada quase sempre trabalham aquela sensação desconfortável de estar longe de tudo, principalmente durante a madrugada. Passageiro do Mal usa exatamente esse medo como base para criar sua história: um casal faz uma viagem aparentemente comum, mas acaba perseguido por uma entidade misteriosa que surge dentro dos veículos de suas vítimas.

Dirigido por André Øvredal (Histórias Assustadoras para Contar no Escuro, A Última Viagem do Demeter), o longa tenta fugir do terror acelerado cheio de jumpscares e aposta mais em clima, silêncio e paranoia. A sensação constante é de que algo está observando os personagens mesmo quando não aparece diretamente na tela.

Como a história começa?

A trama abre com uma sequência pesada envolvendo dois amigos dirigindo por uma estrada isolada durante a noite. Sem explicações, algo invade o carro e transforma a viagem em uma cena brutal. Um deles morre tentando escapar enquanto o outro desaparece em circunstâncias estranhas.

Depois disso, o foco muda para Maddie e Tyler, um casal que está viajando de van. Tyler aproveita uma parada no caminho para pedir Maddie em casamento, criando um raro momento leve antes do filme mergulhar de vez no terror.

Pouco tempo depois, os dois encontram um carro destruído na estrada. Ao tentar ajudar o motorista ferido, acabam entrando em contato com algo que não deveria estar ali. Na manhã seguinte, marcas profundas aparecem na van do casal, iguais às encontradas em outros veículos ligados a desaparecimentos misteriosos.

O filme usa esse ponto para transformar a viagem inteira em um jogo de sobrevivência. Quanto mais Maddie tenta entender o que está perseguindo os dois, mais descobre casos parecidos espalhados por estradas dos Estados Unidos.

Quem é a criatura do filme?

A entidade sobrenatural recebe o nome de “O Passageiro”. Diferente de vários monstros modernos do terror, ele quase nunca aparece totalmente iluminado ou explicado. O longa prefere trabalhar a presença da criatura através de detalhes pequenos e perturbadores.

Em vários momentos, o Passageiro surge sentado silenciosamente no banco do carro, aparece refletido no vidro ou invade o interior da van sem fazer barulho. Essa escolha deixa o terror mais desconfortável porque o filme cria a sensação de que os personagens nunca estão realmente sozinhos.

A história também conecta a criatura a símbolos religiosos e antigas histórias de viajantes desaparecidos. Maddie descobre que existe um padrão nos ataques: veículos marcados por três arranhões e pessoas sumindo durante viagens noturnas.

O que faz o terror funcionar?

O filme funciona melhor quando usa o espaço apertado da van para aumentar a tensão. Boa parte das cenas acontece dentro do veículo, o que cria uma sensação claustrofóbica interessante. Mesmo quando os personagens param em postos, encontros de viajantes ou pequenas cidades, o clima continua estranho.

Outro ponto que ajuda é o fato de o roteiro não tentar explicar tudo rapidamente. A ameaça vai sendo construída aos poucos através de vídeos, relatos antigos e encontros com pessoas que já ouviram falar da entidade.

O resultado lembra aquelas histórias assustadoras de internet sobre estradas amaldiçoadas e figuras misteriosas aparecendo em carros durante a madrugada.

Quem está no elenco?

O elenco é formado por Lou Llobell (Fundação, Voyagers) como Maddie, Jacob Scipio (Bad Boys Para Sempre, Os Mercenários 4) interpretando Tyler e Melissa Leo (O Vencedor, Rio Congelado) como Diana Marsh, uma mulher que parece conhecer os segredos envolvendo o Passageiro.

O filme depende bastante da relação entre Maddie e Tyler para manter o peso emocional da história. Conforme a viagem piora, o roteiro mostra como o medo constante começa a afetar as decisões do casal.

Street Fighter | Novo live-action quer finalmente entregar a pancadaria que as adaptações antigas nunca conseguiram

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Foto: Reprodução/ Internet

Durante anos, Street Fighter virou exemplo de franquia que nunca conseguiu encontrar uma adaptação realmente forte nos cinemas. Mesmo sendo um dos jogos de luta mais populares da história, os filmes anteriores acabaram ficando mais conhecidos pelos exageros e pela recepção negativa do que pela qualidade.

Agora, o novo reboot quer mudar exatamente essa imagem. A nova versão live-action aposta em uma mistura de ação de artes marciais, rivalidade entre lutadores e estética inspirada diretamente na fase mais popular da franquia nos videogames. O objetivo parece bem claro: transformar o filme em algo que funcione tanto para quem cresceu jogando nos fliperamas quanto para um público mais novo que conhece os personagens através da internet, coleções e novos games.

Qual será a história do filme?

Street Fighter será ambientado em 1993 e acompanha Ryu e Ken depois de um período afastados. Os dois acabam sendo levados novamente ao Torneio Mundial de Guerreiros quando Chun-Li surge investigando uma conspiração que ameaça transformar o torneio em algo muito maior e mais perigoso.

Ao mesmo tempo em que a trama trabalha as lutas e os confrontos clássicos da franquia, o filme também deve focar na relação entre Ryu e Ken, usando a rivalidade dos dois como um dos pilares da história.

Pelas informações já divulgadas, o longa não pretende seguir um clima totalmente sério. A proposta parece caminhar para algo mais energético e estilizado, abraçando o lado exagerado que sempre existiu nos jogos, mas sem cair no tom caricato das adaptações antigas.

Quem interpreta os personagens clássicos?

O elenco é um dos pontos que mais geraram comentários desde o anúncio do projeto. Andrew Koji (Trem-Bala, Warrior) interpreta Ryu, enquanto Noah Centineo (Adão Negro, Para Todos os Garotos que Já Amei) assume o papel de Ken Masters.

Callina Liang (Presence) interpreta Chun-Li, personagem que deve ter participação importante na investigação envolvendo o torneio. Já Roman Reigns (WWE, Hobbs & Shaw) vive Akuma, um dos lutadores mais perigosos do universo da franquia.

O elenco ainda inclui David Dastmalchian (O Esquadrão Suicida, Duna) como M. Bison, Jason Momoa (Aquaman, Minecraft: O Filme) como Blanka, 50 Cent (Power) como Balrog, Cody Rhodes (WWE) como Guile e Vidyut Jammwal (Commando) como Dhalsim.

O que diferencia esse reboot dos filmes antigos?

O novo Street Fighter parece entender melhor o que transformou a franquia em fenômeno mundial. Em vez de tentar transformar tudo em um blockbuster militar genérico, a produção abraça o lado arcade da série, com personagens excêntricos, rivalidades exageradas e estilos de luta muito diferentes entre si.

A escolha de ambientar a história nos anos 1990 também ajuda nessa proposta. É justamente o período em que Street Fighter II dominava fliperamas, campeonatos e locadoras ao redor do mundo.

Além disso, o diretor Kitao Sakurai tem um estilo mais acelerado e caótico, algo que pode funcionar muito melhor para o universo da franquia do que uma abordagem excessivamente séria.

Quando o filme estreia?

O longa-metragem estreia nos cinemas em 16 de outubro de 2026, com distribuição da Paramount Pictures.

Spider-Noir conquista alta nota no Rotten Tomatoes e coloca Nicolas Cage no modo detetive sombrio

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Foto: Reprodução/ Internet

A série Spider-Noir estreou no Prime Video com todos os episódios liberados de uma vez e já começou a ganhar destaque entre quem está acompanhando o lançamento. Um dos principais pontos dessa estreia é justamente a recepção da crítica, com a produção alcançando cerca de 92% de aprovação no Rotten Tomatoes, colocando a série entre os títulos mais bem avaliados recentes dentro das adaptações de quadrinhos.

Esse desempenho inicial indica uma estreia bem recebida, principalmente por apostar em uma abordagem diferente dentro do universo do Homem-Aranha. Em vez de repetir o estilo mais conhecido das versões recentes, a série segue por um caminho mais sombrio, com foco em investigação e um clima urbano mais pesado.

O que muda nessa versão do Homem-Aranha?

A série transporta o personagem para uma Nova York dos anos 1930, em uma realidade alternativa onde ele já viveu sua fase como vigilante mascarado. Agora, atua como detetive particular, lidando com casos que se acumulam na cidade enquanto enfrenta as consequências do próprio passado.

A narrativa foge das grandes batalhas e aposta em outro ritmo. O foco está na investigação, na construção de pistas e em como cada crime impacta diretamente o ambiente ao redor. O resultado é uma história mais próxima de um drama policial, mas ainda dentro do universo do Homem-Aranha.

Nicolas assume uma versão diferente do herói

O protagonista é interpretado por Nicolas Cage, que já tinha dado voz a essa mesma versão do personagem nos filmes Homem-Aranha no Aranhaverso e Homem-Aranha no Aranhaverso 2. Agora, ele aparece em live-action, trazendo uma versão mais envelhecida e marcada do herói.

O elenco ainda conta com Lamorne Morris como Robbie Robertson, além de Brendan Gleeson e Li Jun Li, que ajudam a sustentar o clima mais investigativo da produção.

Por que a série está chamando tanta atenção?

Spider-Noir se destaca por fugir do padrão tradicional das adaptações do Homem-Aranha. Em vez de seguir uma linha mais leve ou focada em ação constante, a série trabalha com um personagem mais quebrado, lidando com o peso do passado e decisões que não têm volta.

Dia D estreia com US$ 35 milhões e já chega com estreia sólida, mas sem grande explosão nas bilheterias

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O filme Dia D estreou nos cinemas dos Estados Unidos com cerca de US$ 35 milhões em bilheteria no primeiro dia, segundo dados da NRG. O resultado ficou dentro do que o mercado já esperava, o que indica uma abertura estável, mas sem aquele impacto de estreia que costuma transformar um lançamento em fenômeno imediato.

De acordo com o jornalista Matthew Belloni, o desempenho ajudou a Universal a reforçar a divulgação no mesmo dia, com a liberação de um trailer final e novos materiais promocionais com comentários positivos de influenciadores e veículos especializados. A estratégia mostra que o estúdio está tentando manter o interesse em alta ao longo da semana de estreia.

Do que se trata o novo filme de Steven Spielberg?

Disclosure Day, lançado no Brasil como Dia D, é uma ficção científica dirigida por Steven Spielberg e escrita por David Koepp, baseada em uma história do próprio diretor. O filme parte de um evento específico que muda tudo de uma vez: a descoberta de que existe vida extraterrestre ativa observando a Terra.

A história começa durante uma transmissão ao vivo quando uma meteorologista, em trabalho normal, é atingida por uma força invisível e perde o controle da fala. A cena viraliza e funciona como o primeiro sinal de que algo maior está acontecendo, já que situações semelhantes começam a surgir em outros lugares do mundo.

Em pouco tempo, governos e populações passam a lidar com eventos difíceis de explicar, incluindo episódios de comportamento coletivo alterado e sinais de possível interferência externa no funcionamento da mente humana. O foco não está em mostrar “como os alienígenas são”, mas sim no efeito prático disso no dia a dia das pessoas e nas estruturas de controle já existentes.

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Quem está no elenco do filme?

O elenco reúne Emily Blunt (Oppenheimer, Um Lugar Silencioso) como uma meteorologista de Kansas City, além de Josh O’Connor (The Crown, Desobediência), Colin Firth (O Discurso do Rei, Kingsman: Serviço Secreto), Eve Hewson (Ponte dos Espiões, Bad Sisters) e Colman Domingo (Rustin, Euphoria).

O time ainda conta com Wyatt Russell (Falcão e o Soldado Invernal), Elizabeth Marvel (Homeland, The Meyerowitz Stories), Henry Lloyd-Hughes (Indian Summers), Michael Gaston (The Mentalist), Elliot Villar (The Blacklist), Tommy Martinez (Good Trouble), Patricia Conolly e Noah Robbins.

Quando o filme chega ao Brasil e Portugal?

Disclosure Day tem estreia marcada para 11 de junho de 2026 no Brasil e em Portugal, com distribuição da Universal Pictures.

Zeca Pagodinho ganha cinebiografia no cinema com “Deixa a Vida Me Levar” e revela bastidores da sua trajetória no samba

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A cinebiografia Deixa a Vida Me Levar está levando para o cinema a história de Zeca Pagodinho de um jeito mais próximo da realidade dele, sem transformar tudo em algo distante do cotidiano. A ideia do filme é mostrar como o menino Jessé Gomes da Silva Filho saiu dos subúrbios do Rio de Janeiro e virou um dos nomes mais marcantes do samba no Brasil.

O longa não fica só na parte da fama. Ele também tenta mostrar o lado mais simples da trajetória, como o ambiente onde ele cresceu, as rodas de samba de bairro e as relações que ajudaram a construir a identidade artística dele.

Onde o filme foi gravado e por que isso faz diferença?

As filmagens de Deixa a Vida Me Levar aconteceram em Xerém, distrito de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Esse detalhe não é aleatório: o lugar tem ligação direta com a vida do Zeca Pagodinho e ajuda a deixar o filme mais fiel ao contexto dele.

Em vez de apostar só em estúdios, a produção escolheu locais reais, o que ajuda a dar mais verdade para a história. Isso também deixa o clima do filme mais próximo do cotidiano que inspirou a carreira do artista.

Como a história do filme vai ser contada?

A narrativa acompanha desde a infância de Zeca, passando pelos primeiros contatos com o samba até o momento em que ele começa a ganhar espaço no cenário musical brasileiro. O foco não é só mostrar “a carreira pronta”, mas o caminho até ela.

O filme também tenta trabalhar o lado humano da história, mostrando situações comuns da vida dele e como isso influenciou o jeito descontraído e único que marcou suas músicas e apresentações.

Quem está no elenco da cinebiografia?

O elenco de Deixa a Vida Me Levar traz o cantor Mosquito interpretando o Zeca mais jovem, além de participações de Arlindinho Cruz e Stephanie Serrat.

Quando o filme estreia?

Até agora, Deixa a Vida Me Levar ainda não tem data oficial de estreia confirmada.

Vale ficar de olho nesse filme?

A proposta da cinebiografia é bem direta: mostrar a vida de um artista que saiu de um ambiente simples e virou referência na música brasileira sem perder sua identidade. Isso faz com que o filme tenha um apelo que vai além do samba, já que fala sobre trajetória, oportunidade e construção de carreira.

“He-Man é coisa de criança?” Novo Mestres do Universo mira nostalgia e também quem cresceu com o desenho

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Antes de falar do novo filme, vale lembrar de onde tudo isso começou. Mestres do Universo vem de uma das franquias mais marcantes da animação dos anos 1980, que virou febre na TV e ajudou a transformar He-Man em um dos heróis mais reconhecíveis da cultura pop.

A série animada original mostrava o Príncipe Adam se transformando em He-Man ao erguer a Espada do Poder, defendendo o planeta Eternia contra Esqueleto e suas tentativas de dominar o Castelo de Grayskull. Era simples, direto e cheio de aventura, o tipo de narrativa que marcou uma geração inteira e abriu espaço para brinquedos, quadrinhos e outras versões do personagem.

O que muda no novo filme?

Agora, Mestres do Universo chega em versão live-action em 2026 com uma proposta mais ambiciosa. Dirigido por Travis Knight, o filme não tenta apenas repetir a fórmula do desenho antigo, mas expandir esse universo para um formato mais cinematográfico.

A história acompanha o Príncipe Adam retornando a Eternia depois de anos afastado. Ele encontra o planeta dominado por Esqueleto e percebe que não dá mais para fugir do destino que sempre evitou. A partir daí, ele precisa assumir de vez a identidade de He-Man e encarar uma guerra que coloca o futuro de todo o planeta em risco.

O elenco reforça essa pegada de grande produção, com Nicholas Galitzine (Vermelho, Branco e Sangue Azul) no papel principal, além de Jared Leto (Esquadrão Suicida, Blade Runner 2049) como Esqueleto, Camila Mendes (Riverdale), Alison Brie (Community, Mad Men) e Idris Elba (Luther, Velozes e Furiosos: Hobbs & Shaw).

O filme é só nostalgia ou tenta ir além disso?

Mesmo sendo baseado em uma animação clássica, o filme não parece depender só da nostalgia. O foco está mais na jornada do Adam do que apenas na transformação dele em He-Man.

Isso significa que a história tenta trabalhar melhor o lado humano do personagem, mostrando o peso de voltar para um mundo destruído e assumir uma responsabilidade que ele sempre tentou evitar. Em vez de ser só “bem contra o mal”, o filme aposta mais em conflito interno e escolhas difíceis.

Ao mesmo tempo, ele mantém o DNA da animação: fantasia, espada, criaturas e aquele clima de aventura épica que sempre fez parte da franquia.

Como o legado da animação influencia essa nova versão?

A animação original de Mestres do Universo foi um fenômeno porque misturava ação simples com personagens marcantes e um universo visual bem característico. Mesmo com uma pegada mais leve, ela ajudou a criar um imaginário forte em torno de Eternia, do Castelo de Grayskull e da rivalidade entre He-Man e Esqueleto.

O novo filme parece pegar exatamente esse núcleo e tentar expandir. Em vez de repetir o formato episódico da TV, ele aposta em uma narrativa contínua, com começo, meio e fim mais definidos, explorando melhor o impacto do retorno de Adam e a ameaça de Esqueleto dominando o planeta.

Quando chega aos cinemas?

O longa-metragem estreia oficialmente nos cinemas no dia 4 de junho de 2026. Antes disso, algumas salas selecionadas já recebem sessões antecipadas no dia 3 de junho,

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