Tem filme que a gente assiste e dá risada. E tem filme que, além de arrancar gargalhadas, faz a gente se reconhecer nas loucuras do dia a dia. É exatamente esse o clima de De Pernas Pro Ar 2, atração do Supercine neste sábado na TV Globo.
Na continuação da história, Alice está longe de ser aquela mulher insegura que tentava equilibrar casamento, filho e trabalho. Agora ela é uma empresária de sucesso, dona de uma rede de sex shops que só cresce. Interpretada com energia contagiante por Ingrid Guimarães, a personagem vive o auge profissional. O problema é que, junto com o sucesso, vieram a ansiedade, a obsessão pelo crescimento e a dificuldade de colocar o pé no freio. As informações são do AdoroCinema.
Ao lado da fiel escudeira Marcela, vivida por Maria Paula, Alice decide dar um passo ainda maior. Ela quer abrir uma filial da SexDelícia em Nova York e levar para o mercado americano um produto inovador. A ideia é grandiosa, empolgante e completamente a cara dela. Só que ninguém avisou que conquistar o mundo exige mais do que coragem. Exige equilíbrio, algo que Alice definitivamente não tem naquele momento.
O filme mostra com leveza aquilo que muita gente vive na vida real. Quando o trabalho começa a ocupar todos os espaços, até as comemorações viram motivo de tensão. Durante a festa que marca a centésima loja da rede no Brasil, a protagonista simplesmente entra em colapso. O surto é exagerado como pede a comédia, mas o sentimento por trás dele é bastante reconhecível. Quem nunca se sentiu sobrecarregado tentando dar conta de tudo ao mesmo tempo?
Depois do episódio, Alice vai parar em um spa voltado para pessoas que precisam reaprender a desacelerar. A proposta é clara: respirar fundo, reorganizar prioridades e se reconectar consigo mesma. Mas tentar convencer Alice a descansar é quase uma missão impossível. Mesmo cercada por terapias relaxantes, ela continua pensando em planilhas, contratos e na expansão internacional.
A fuga do spa e a viagem para Nova York colocam a história em movimento mais uma vez. O detalhe é que a ida aos Estados Unidos não é exatamente férias, embora ela tente vender essa ideia para a família. Entre reuniões escondidas e passeios turísticos improvisados, Alice se divide em mil para manter as aparências. E é justamente nessa tentativa de ser supermulher que o humor encontra terreno fértil.
As cenas em Nova York dão ao filme um charme especial e reforçam o contraste entre o sonho de sucesso e a bagunça emocional da protagonista. No meio das confusões, o público acompanha também o marido, interpretado por Bruno Garcia, tentando entender a nova fase da esposa. O elenco ainda conta com nomes como Eriberto Leão, ampliando as situações divertidas que surgem ao longo da trama.
Dirigido por Roberto Santucci, com roteiro de Mariza Leão, o longa mantém o estilo direto e popular que conquistou o público no primeiro filme. Quando chegou aos cinemas, repetiu o sucesso e levou milhões de espectadores às salas, provando que a comédia brasileira tem força e sabe dialogar com quem está do outro lado da tela.
O que torna “De Pernas Pro Ar 2” especial não é apenas a sucessão de cenas engraçadas. É a maneira como ele brinca com uma realidade cada vez mais comum. A busca por reconhecimento profissional pode ser empolgante, mas também pode nos afastar de quem está por perto. Alice quer ser gigante nos negócios, mas precisa aprender que sucesso nenhum compensa perder os momentos simples da vida.
A TOHO revelou o novo trailer de Kingdom: Tamashii no Kessen e o quinto live-action da franquia já indica uma mudança importante no tom da história. As novas cenas deixam a ação heroica um pouco de lado para mostrar personagens cada vez mais desgastados pela guerra. O foco agora parece estar nas consequências dos conflitos, tanto no campo de batalha quanto emocionalmente.
O trailer apresenta confrontos gigantescos e soldados lutando no limite físico. Ao mesmo tempo, o filme tenta destacar o impacto da guerra sobre seus protagonistas, alianças instáveis e personagens carregando perdas difíceis de ignorar. A sensação passada pelas imagens é de que ninguém sairá ileso desta nova fase da franquia. Abaixo, confira o vídeo:
A história do longa-metragem deve apresentar um dos momentos mais pesados da franquia até agora. O novo filme parece deixar a ideia de guerra heroica um pouco de lado para mostrar personagens vivendo em meio ao desgaste físico e emocional causado pelos conflitos entre os reinos.
O filme também deve aprofundar o lado emocional de figuras importantes da trama. Mesmo cercados por grandes exércitos, vários personagens aparecem isolados emocionalmente, pressionados pelas consequências das batalhas e pelas escolhas feitas ao longo da história.
Outro ponto que o novo longa parece trabalhar é o impacto contínuo da violência sobre os soldados e líderes militares. O trailer mostra personagens cansados, feridos e emocionalmente abalados, indicando que as batalhas terão um peso muito maior na narrativa deste capítulo.
Quem está no elenco de Kingdom 5?
Participam do filme Kento Yamazaki (Alice in Borderland e Orange), Ryo Yoshizawa (Tokyo Revengers e Gintama), Kanna Hashimoto (Gintama e Kaguya-sama: Love is War), Jun Shison (Yu Yu Hakusho e Bubble), Fuju Kamio (My Beautiful Man e 18/40), Ayaka Miyoshi (Alice in Borderland e Dançarina Imperfeita), Yuki Yamada (Godzilla Minus One e Tokyo Revengers), Kenji Sakaguchi (Pride e Medaka), Hiroshi Tamaki (Nodame Cantabile e Golden Kamuy), Koichi Sato (The Last Recipe e The Magic Hour) e Shun Oguri (Godzilla vs. Kong e Crows Zero).
O filme também marca o retorno de Ryo Yoshizawa como Ying Zheng e de Shun Oguri como Riboku, personagem que deve ganhar ainda mais importância nas batalhas mostradas neste novo capítulo. Na direção, Shinsuke Sato (Alice in Borderland e Bleach) continua comandando a franquia.
Quando o filme estreia?
Kingdom: Tamashii no Kessen estreia nos cinemas japoneses em 17 de julho de 2026. Ainda não existe confirmação sobre lançamento internacional, mas os filmes anteriores chegaram a outros países por meio de plataformas digitais e sessões especiais voltadas para fãs de cinema asiático.
A Paramount está perto de garantir os direitos deA Biblioteca da Meia-Noite(The Midnight Library), romance de Matt Haig que se tornou um fenômeno editorial desde seu lançamento em 2020.
De acordo com informações divulgadas durante o Festival de Cannes, o estúdio deve investir mais de US$ 30 milhões para adquirir o projeto, um dos negócios mais disputados do mercado cinematográfico deste ano. As informações são do The Hollywood Reporter.
O filme será dirigido por Garth Davis, conhecido por Lion: Uma Jornada para Casa e Maria Madalena, enquanto Florence Pugh, atriz de produções como Oppenheimer, Duna: Parte Dois, Viúva Negra e Adoráveis Mulheres, está ligada ao papel principal.
Para quem ainda não conhece a obra, o interesse de Hollywood não é difícil de entender. Diferentemente de muitas histórias que utilizam universos paralelos apenas como ferramenta para criar ação ou aventura, A Biblioteca da Meia-Noite constrói sua narrativa em torno de uma pergunta que praticamente todo mundo já fez em algum momento da vida: “Como tudo seria diferente se eu tivesse tomado outra decisão?”
Foto: Reprodução/ Internet
A protagonista é Nora Seed, uma mulher que atravessa uma fase extremamente difícil. Sem conseguir enxergar perspectivas para o futuro, ela acaba chegando a um ponto de ruptura emocional. É então que desperta em um lugar incomum: uma biblioteca infinita situada entre a vida e a morte.
Cada livro presente nas estantes representa uma versão diferente de sua existência. Ao abrir uma dessas obras, Nora passa a viver temporariamente uma realidade construída a partir de escolhas que ela não fez em sua vida original.
Em uma dessas possibilidades, ela se torna uma atleta olímpica. Em outra, segue carreira científica em uma região isolada do Ártico. Também experimenta uma vida em que se muda para a Austrália, outra em que alcança fama internacional na música e uma em que constrói a família que sempre imaginou ter.
O elemento mais interessante da história é que nenhuma dessas vidas alternativas funciona como uma fantasia perfeita. Cada nova realidade apresenta desafios, perdas e consequências próprias. Aos poucos, Nora percebe que mudar uma decisão específica não elimina automaticamente os problemas que fazem parte da experiência humana.
Essa construção ajudou o livro a conquistar milhões de leitores ao redor do mundo. Embora utilize conceitos de ficção científica e fantasia, a obra discute temas bastante próximos da realidade, como arrependimento, expectativas, autoestima, relações familiares e a tendência de idealizar caminhos que nunca foram seguidos.
Para o público que acompanha adaptações literárias, existe outro fator que ajuda a explicar o entusiasmo em torno do projeto. A história depende fortemente da atuação da protagonista, já que grande parte da narrativa acompanha diferentes versões da mesma personagem enfrentando situações completamente distintas.
Por isso, a possível escalação de Florence Pugh tem sido vista como um dos principais atrativos da produção. Nos últimos anos, a atriz demonstrou versatilidade em dramas, produções históricas, filmes de ação e grandes franquias, características que podem ser importantes para interpretar uma personagem que passa por tantas transformações ao longo da trama.
A escolha de Garth Davis para a direção também indica que o estúdio pretende preservar o aspecto emocional da obra. Seus trabalhos anteriores costumam priorizar a jornada dos personagens e os conflitos humanos, algo essencial para uma adaptação que depende menos de grandes cenas de espetáculo e mais da conexão do público com a protagonista.
Ainda não existe uma data oficial para o início das filmagens ou para a estreia nos cinemas. Mesmo assim, a movimentação em Cannes mostra que o projeto está avançando rapidamente e pode se tornar uma das adaptações literárias mais importantes atualmente em desenvolvimento em Hollywood.
A Netflix está desenvolvendo uma série em live-action inspirada em Persona, uma das propriedades mais importantes da Atlus. A informação foi publicada pela Variety. O projeto ainda não teve elenco, roteirista, diretor ou data de estreia anunciados, mas já conta com uma equipe de produtores ligada a algumas das adaptações de games mais conhecidas dos últimos anos.
A produção ficará a cargo da 21 Laps, empresa de Shawn Levy (Stranger Things e Deadpool & Wolverine) e Robert Atwood. Também participam Dmitri M. Johnson, Michael Lawrence Goldberg e Timothy I. Stevenson, da Story Kitchen, companhia especializada em levar franquias dos videogames para o cinema e a televisão. Representando a Sega, Toru Nakahara assina como produtor executivo.
Um dos principais mistérios é justamente qual história será levada para as telas. A Netflix ainda não revelou se pretende adaptar um dos jogos já lançados ou criar uma narrativa inédita ambientada nesse universo. Essa segunda possibilidade não seria incomum, já que cada título principal apresenta personagens e conflitos independentes, compartilhando apenas conceitos centrais da franquia.
Criada pela Atlus em 1996 como um derivado de Shin Megami Tensei, a série encontrou sua própria identidade ao trocar o foco exclusivo nos combates por histórias centradas na rotina de estudantes do ensino médio. Os protagonistas dividem o tempo entre aulas, amizades e atividades escolares até descobrirem a existência de uma realidade paralela, onde enfrentam criaturas sobrenaturais utilizando manifestações conhecidas como Personas.
Essa estrutura passou a se consolidar a partir de Persona 3, lançado originalmente em 2006. O jogo introduziu um sistema de calendário que obrigava o jogador a administrar o tempo disponível entre estudar, fortalecer amizades e participar das batalhas. As relações construídas durante a história deixaram de ser apenas um elemento narrativo e passaram a influenciar diretamente a evolução dos personagens.
Outro aspecto que diferencia a franquia é o uso de referências à psicologia analítica de Carl Gustav Jung. O próprio termo “persona” faz referência à máscara social adotada pelas pessoas em diferentes situações do cotidiano. Os jogos utilizam esse conceito para abordar temas como identidade, amadurecimento, culpa, pressão social e conflitos internos, sempre misturando elementos de mitologia, religião e cartas de tarô.
O reconhecimento internacional cresceu de forma consistente ao longo dos anos, especialmente após o lançamento de Persona 5, que levou a série a um público muito maior fora do Japão. Segundo números divulgados pela Sega, a marca já ultrapassou 16 milhões de cópias vendidas em todo o mundo, tornando-se uma das principais franquias da Atlus.
O capítulo mais recente dessa trajetória foi Persona 3 Reload, remake lançado em 2024. Além da atualização gráfica e das melhorias na jogabilidade, o título marcou a chegada das primeiras legendas oficiais em português brasileiro para um jogo principal da série, uma demanda antiga dos jogadores nacionais.
A adaptação da Netflix chega depois de diversas tentativas de expandir a marca para outras mídias. Ao longo dos anos, os jogos deram origem a séries de anime, filmes de animação, mangás, romances, peças de teatro e até concertos dedicados às suas trilhas sonoras. Apesar desse histórico, nunca houve uma produção em live-action baseada na franquia.
As últimas semanas foram marcantes para fãs de cultura pop, videogames e grandes produções hollywoodianas. Depois de mais de três décadas tentando encontrar o equilíbrio certo entre fidelidade ao material original e ambição cinematográfica, Street Fighter finalmente encerrou suas filmagens principais. O novo longa, produzido pela Legendary Entertainment em parceria direta com a Capcom, promete não apenas resgatar a essência da franquia, mas também reinventá-la para uma nova geração — agora com tecnologia, elenco e visão criativa que nunca estiveram disponíveis nas adaptações anteriores.
O encerramento das filmagens foi celebrado com entusiasmo pelo diretor Kitao Sakurai, que publicou uma foto dos bastidores em suas redes sociais, marcando o fim da etapa mais desafiadora do projeto. E se o entusiasmo da equipe é um indicador do que está por vir, o público pode esperar um filme que faz jus ao legado de um dos jogos de luta mais influentes de todos os tempos.
A produção, que começou em agosto de 2025 na Austrália, encerra um ciclo que passou por trocas de direção, longas negociações e expectativas altíssimas desde sua concepção, em 2023. Agora, com o longa oficialmente em fase de pós-produção, o próximo capítulo dessa história se aproxima: o lançamento, previsto nos Estados Unidos para 16 de outubro de 2026, pela Paramount Pictures.
A história por trás da nova adaptação
Em abril de 2023, quando a Legendary Entertainment adquiriu os direitos de adaptação cinematográfica de Street Fighter, a notícia tomou conta das redes sociais. A ideia de uma nova versão live-action sempre provocou curiosidade — e preocupação — entre os fãs. Afinal, as adaptações anteriores deixaram memórias conflitantes: o filme de 1994 virou cult, mas não exatamente pelas razões que seus produtores imaginavam. Já A Lenda de Chun-Li (2009) se tornou sinônimo de decepção, quase um alerta permanente de como a franquia deveria ser tratada com mais cuidado.
A Legendary, porém, parecia determinada a mudar essa narrativa. Desde o início, decidiu construir o reboot ao lado da Capcom, envolvida como co-produtora. A estratégia era clara: respeitar o DNA dos jogos. Não apenas em termos visuais, mas principalmente na essência dos personagens e na filosofia por trás do Torneio Mundial de Guerreiros.
Originalmente, o projeto seria dirigido pelos irmãos Danny e Michael Philippou, conhecidos pelo terror criativo Talk to Me. A escolha surpreendeu, mas também empolgou, principalmente pela estética crua e visceral que os diretores poderiam trazer ao universo de Street Fighter. Entretanto, em junho de 2024, ambos deixaram o projeto, priorizando o filme Bring Her Back. A saída gerou incertezas — até que, em fevereiro de 2025, uma nova peça se encaixou no tabuleiro.
Kitao Sakurai, conhecido pela direção do irreverente Bad Trip e por sua habilidade em mesclar humor, ação e narrativa visual inventiva, assumiu o comando. A escolha trouxe um frescor inesperado: Sakurai tem olhar artístico singular e habilidade para dar vida a personagens excêntricos, elementos essenciais em um universo tão estilizado quanto o de Street Fighter. E, acima de tudo, trazia consigo uma postura colaborativa que facilitou a sintonia entre direção, elenco e consultores da Capcom.
De volta a 1993, ao espírito do arcade
Uma das maiores surpresas reveladas pela Paramount foi a ambientação do longa em 1993, bem no auge da febre dos fliperamas. Ao situar a história no início dos anos 90, o filme busca capturar a estética e a energia da época que fez Street Fighter se tornar um fenômeno mundial. Não é apenas nostalgia: essa ambientação é fundamental para criar um choque dramático entre tradição, honra, rivalidade e os dilemas pessoais dos protagonistas.
Na narrativa, acompanhamos Ryu (vivido por Andrew Koji, conhecido por Warrior) e Ken Masters (interpretado por Noah Centineo, que aqui mergulha em sua versão mais madura e física). A dupla, afastada dos ringues por motivos ainda mantidos em segredo, é surpreendida pela misteriosa Chun-Li (Callina Liang), que os traz de volta ao cenário das lutas ao convocá-los para o lendário Torneio Mundial de Guerreiros.
O torneio, inicialmente apresentado como um espetáculo brutal de disputa, honra e redenção, revela-se apenas a superfície de uma conspiração muito maior. O trio descobre que forças ocultas manipulam os rumos da competição — e que o destino do mundo pode estar mais entrelaçado ao torneio do que eles imaginam. Entre intrigas, segredos enterrados e lutas explosivas, Ryu e Ken serão obrigados não apenas a enfrentar inimigos formidáveis, mas a revisitar seus próprios demônios internos.
A frase usada pelo estúdio na divulgação é clara: “E se eles não fizerem isso… é FIM DE JOGO!”
Um mosaico de talentos, presença física e carisma
A escalação do elenco foi um dos pontos mais comentados pelos fãs desde o início de 2025. E com razão: o filme reúne uma mistura ousada de atores consagrados, estrelas de ação, humoristas, lutadores profissionais e talentos emergentes. Tudo isso para trazer à vida personagens que marcaram gerações.
Em um dos papéis centrais, Noah Centineo encara o desafio de interpretar Ken Masters, um personagem que exige equilíbrio perfeito entre arrogância charmosa, habilidade marcial e camaradagem intensa com Ryu. Centineo, que vem expandindo sua carreira para papéis mais físicos, surge aqui com seu trabalho mais exigente e transformador.
Já Andrew Koji, amplamente respeitado por sua performance corporal e precisão marcial, parece ter nascido para viver Ryu. Koji tem a rara habilidade de transmitir conflito interno mesmo em cenas silenciosas, algo essencial para o protagonista mais introspectivo da franquia.
Jason Momoa, numa jogada ousada e surpreendente, assume o papel de Blanka. A curiosidade dos fãs é enorme — principalmente sobre como o visual do personagem será tratado, considerando sua mistura entre humanidade e ferocidade selvagem. Momoa já adiantou, em entrevistas, que representa “uma versão emocionalmente complexa e inesperada” do ícone brasileiro.
Outro destaque é Roman Reigns, astro da WWE, escalado como o temido Akuma. Sua presença física promete dar vida a um dos vilões mais imponentes da franquia, com um toque mais sombrio, fiel à lore dos jogos.
A chegada de Callina Liang como Chun-Li também foi celebrada. A personagem sempre exigiu um equilíbrio delicado entre força, elegância e determinação — e Liang parece ter abraçado esse espírito com profundidade emocional e desempenho atlético impressionante.
A lista continua com nomes de peso como Curtis “50 Cent” Jackson, interpretando o boxeador brutal Balrog, e David Dastmalchian, ator de versatilidade incomparável, no papel do icônico vilão M. Bison. Dastmalchian, acostumado a personagens sombrios e perturbadores, promete entregar uma versão mais calculada e assustadora do ditador psíquico.
Além deles, Cody Rhodes surge como Guile, trazendo sua experiência no ringue para um dos personagens mais patrióticos dos videogames. O lutador e ator indiano Vidyut Jammwal, especialista em artes marciais, encarna Dhalsim, enquanto Eric André dá vida ao exótico Dom Sauvage, em uma escolha que deve adicionar humor e imprevisibilidade ao elenco.
A produção ainda conta com Orville Peck como o misterioso Vega, Olivier Richters como o gigante Zangief, Hirooki Goto como E. Honda, Mel Jarnson como Cammy, Rayna Vallandingham como Juli, Alexander Volkanovski como Joe e Kyle Mooney como Marvin — reforçando a diversidade estilística e estética necessária para representar o universo plural de Street Fighter.
Desafios, trocas e um renascimento criativo
Produzir um reboot de um dos maiores fenômenos dos videogames não é tarefa simples. Mas o caminho até aqui revela uma produção determinada a acertar onde as adaptações anteriores falharam.
A parceria entre a Legendary e a Capcom foi essencial. Criadores originais da saga, roteiristas, consultores de combate e artistas visuais trabalharam lado a lado com o diretor Kitao Sakurai e o roteirista Dalan Musson. Os campos de treinamento dos atores envolveram diferentes disciplinas: muay thai, karatê, boxe, capoeira, grappling e movimentos inspirados nas animações clássicas do jogo. A preparação física foi tão intensa que alguns atores até compartilharam hematomas e rotinas exaustivas nas redes sociais.
Sakurai também enfrentou o desafio de traduzir os elementos exagerados e fantásticos do jogo para um formato live-action sem perder credibilidade. A equipe utilizou captura de movimento, efeitos práticos e CGI de última geração para criar movimentos icônicos como o Hadouken, o Sonic Boom e o Psycho Crusher. Mas a prioridade sempre foi a fisicalidade dos atores, evitando depender exclusivamente da pós-produção.
As filmagens na Austrália trouxeram cenários naturais grandiosos, ao mesmo tempo em que estúdios locais foram transformados em arenas de combate, templos místicos e laboratórios secretos. A produção ainda utilizou locações urbanas para criar uma estética suja e caótica, remetendo às fases clássicas dos jogos.
As expectativas dos fãs e o espírito do arcade
É impossível ignorar a enorme responsabilidade emocional que o filme carrega. Street Fighter não é apenas um jogo — é uma parte da história de milhares de pessoas. Crescer nos fliperamas dos anos 90 envolvia duelos improvisados, desafios entre desconhecidos, movimentos secretos descobertos entre amigos e rivalidades eternas criadas com controle em mãos.
O filme, ao se ambientar em 1993, não quer apenas contar uma história de luta. Quer reacender o espírito competitivo, a estética neon, o suor das batalhas improvisadas e o calor de uma época em que vencer uma partida significava deixar seu nome com três iniciais brilhando em uma máquina arcade.
E essa conexão emocional pode ser a chave para o sucesso.
O longa-metragem chega aos cinemas norte-americanos em 16 de outubro de 2026. Até lá, resta aos fãs preparar seus controles, revisitar golpes clássicos e torcer para que, dessa vez, o cinema faça justiça ao legado do Hadouken.
Resumo da novela A Sucessora de quarta-feira, 21/06/2023. A exibição está prevista para acontecer às 16h, no canal Viva.
Segundo informa o resumo de A Sucessora de 21 de junho de 2023, Miguel, movido pela curiosidade, finalmente decide abrir o misterioso baú que encontrou no sótão de sua casa. Com as mãos trêmulas, ele desfaz os lacres e levanta a tampa, revelando um tesouro de memórias há muito esquecidas. À medida que seus olhos percorrem os itens dentro do baú, Miguel se depara com fotografias antigas, cartas amareladas pelo tempo e objetos que evocam sentimentos de nostalgia. Cada peça conta uma história, e Miguel sente uma conexão profunda com o passado de sua família, desvendando segredos e mistérios há muito guardados. Enquanto isso, Germana finalmente recebe alta do hospital, após um período de recuperação de uma doença séria. Sentindo-se frágil, mas determinada, ela implora a Vasco, seu filho, para acompanhá-lo em sua próxima viagem. Preocupada com a saúde de Germana, ela deseja estar presente para oferecer suporte e amor incondicional. Vasco, dividido entre suas obrigações e o desejo de atender ao pedido da mãe, pondera sobre a difícil decisão que terá que tomar. No entanto, outra preocupação paira no ar quando Ondina, a governanta da mansão, fica apavorada ao descobrir que Marina, a empregada recém-contratada, encontrou e abriu o baú. Conhecendo o segredo oculto que o baú guarda, Ondina implora a Marina para devolvê-lo ao porão, temendo as consequências sombrias que podem surgir se a verdade vier à tona.
Ainda em A Sucessora, a tensão entre as duas mulheres cresce à medida que segredos antigos se desenterram, e elas lutam para manter o equilíbrio precário entre o passado e o presente. Enquanto isso, no escritório da empresa, Juliana, a implacável e autoritária diretora, ameaça demitir Antônio, um funcionário leal e dedicado. Movida por uma combinação de poder e vingança, Juliana lança sua ameaça como uma espada pendendo sobre a cabeça de Antônio, deixando-o com medo de perder seu sustento e sua estabilidade. Enfrentando uma encruzilhada, Antônio terá que tomar decisões difíceis que podem afetar não apenas sua carreira, mas também sua vida pessoal.
O resumo da novela A Sucessora é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
Resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta de 17/07/2023, segunda-feira. A exibição está prevista para acontecer às 21h, no SBT.
No resumo do capítulo da novela A Infância de Romeu e Julieta – Em uma conversa com Glaucia, Vitor expressou sua admiração pela família Monteiro e reforçou seu desejo de se associar aos vencedores. Ele destacou para Glaucia que ela teria muito a ganhar ao conhecer o rapaz que sabia tudo sobre a principal concorrente dela. Vitor buscava estabelecer uma parceria estratégica em que ambos pudessem se beneficiar mutuamente. Enquanto isso, Mariana e Amanda, duas jovens cheias de qualidades e virtudes, reconhecendo o potencial de Bassânio, o convidaram para trabalhar no Armazém. Com entusiasmo, ele aceitou a oportunidade, animado com a perspectiva de crescimento e novos desafios. Porém, Romeu encontrava-se em uma situação complicada. Seu celular estava quebrado, deixando-o sem comunicação. Finalmente, ele conseguiu encontrar Julieta no fundo do Armazém, trazendo um grande alívio para ambos. O reencontro foi marcado por alegria e emoção, culminando em um abraço afetuoso. No entanto, o momento íntimo entre Romeu e Julieta foi interrompido quando Patrick, por acaso, se deparou com eles. Intrigado com a situação, ele questionou os dois, colocando-os em uma posição delicada. Sentindo-se cansada de esconder a verdade, Julieta revelou que era amiga de Romeu e pediu a Patrick que guardasse segredo. Enquanto isso, Mauro compartilhou com Alex sua preocupação em ter que trabalhar para sustentar a casa. Alex, por sua vez, questionou até quando seu pai seria ausente em sua vida. A responsabilidade e o equilíbrio entre trabalho e família se tornaram temas de reflexão para os dois. Ellen, Ian e Nath se reuniram em busca de uma solução para encontrar o portal que levava ao Mundo da Imaginação. Juntos, eles compartilharam ideias e pensaram em estratégias para desvendar esse mistério e embarcar em uma aventura incrível. Enquanto isso, em uma conversa a sós com Julieta, Patrick tomou a iniciativa de perguntar se ela estava interessada em Romeu. A pressão aumentava, colocando Julieta em uma posição desconfortável. Romeu, por sua vez, compartilhou com Karen que Patrick sabia sobre o relacionamento deles. Karen sugeriu que ele encerrasse a amizade antes que algo pior acontecesse. Ciente do interesse de Patrick por Julieta, Karen propôs um plano para separar Romeu e Julieta, envolvendo seu rival na trama.
Ainda na novela A Infância de Romeu e Julieta, Pórcia, por sua vez, encontrou evidências em sua casa, como pipocas, milhos e embalagens, levando-a a acreditar que seu pai, Fausto, havia pegado o carrinho e os pertences de Bassânio. Fausto negou veementemente as acusações, alegando inocência. Enquanto isso, Fred e Glaucia receberam uma mensagem da escola informando que Dimitri não estava comparecendo às aulas. Preocupada, Glaucia discutiu com seu marido a necessidade de mudar a educação dos filhos para evitar dar razão a Leandro, um possível influenciador negativo. No clímax da história, Romeu e Julieta decidiram se encontrar na fonte abandonada para conversar sobre o vínculo que os unia. No entanto, para sua surpresa, os amigos das duas facções, Lado Vila e Lado Torre, surgiram no local, cercando-os e exercendo pressão sobre o casal. O destino de Romeu e Julieta estava prestes a tomar um rumo incerto e desafiador.
O resumo da novela A Infância de Romeu e Julieta é de total responsabilidade da emissora, de modo que o Almanaque Geek se isenta de possíveis mudanças na exibição.
A Focus Features divulgou nesta segunda-feira (29) o primeiro trailer de Werwulf, novo longa de Robert Eggers. Depois de dedicar seus últimos filmes ao folclore puritano em A Bruxa, à mitologia nórdica em O Homem do Norte e ao vampirismo em Nosferatu, o diretor volta sua atenção para outra figura clássica do horror: o lobisomem.
A história se passa na Inglaterra do século XIII, onde uma pequena comunidade rural passa a conviver com ataques atribuídos a uma criatura escondida entre florestas e campos cobertos por neblina. O que inicialmente parece fazer parte do imaginário popular rapidamente assume contornos reais, colocando os moradores diante de uma ameaça ligada às antigas crenças da região.
Aaron Taylor-Johnson interpreta um fazendeiro atingido por uma maldição que altera completamente sua vida. Lily-Rose Depp vive sua esposa, igualmente envolvida pelo mesmo destino. Willem Dafoe assume o papel de um caçador encarregado de enfrentar a criatura, enquanto Ralph Ineson integra o elenco em um personagem que ainda não teve detalhes revelados. Jack Morris também participa da produção.
O roteiro foi escrito por Eggers em parceria com o poeta e romancista islandês Sjón, colaboração iniciada em O Homem do Norte. A dupla voltou a recorrer a pesquisas sobre costumes, religião, idioma e tradições da Europa medieval para construir uma narrativa baseada no folclore britânico.
O trailer evita revelar os principais acontecimentos da trama. Em vez disso, apresenta fragmentos da rotina do vilarejo, rituais religiosos, moradores dominados pelo medo e breves aparições da criatura. A montagem privilegia o suspense, característica recorrente na filmografia do diretor.
A produção manteve boa parte da equipe técnica responsável pelos trabalhos anteriores de Eggers. Jarin Blaschke, indicado ao Oscar por O Farol e colaborador frequente do cineasta, retorna como diretor de fotografia. O filme foi registrado em película Super 35 mm, utilizando a proporção Academy de 1,37:1, formato pouco comum nas produções atuais.
Outro detalhe técnico chama a atenção. A fotografia recebeu um tratamento inspirado nos antigos filmes ortocromáticos, tecnologia utilizada nas primeiras décadas do cinema e da fotografia. Embora Werwulf seja colorido, o acabamento incorpora características visuais que remetem às imagens produzidas naquele período, criando um aspecto compatível com a ambientação medieval.
As filmagens começaram em setembro de 2025 nos estúdios Sky Studios Elstree, na Inglaterra. A equipe também passou por locações naturais em Surrey, Gloucestershire, Dartmoor e no País de Gales. Robert Eggers costuma priorizar cenários reais sempre que possível, reduzindo o uso de ambientes totalmente digitais.
Uma das passagens mais curiosas da produção ocorreu em Sharp Tor, na região de Dartmoor. Um pequeno cenário foi construído exclusivamente para registrar cerca de um minuto de imagens, decisão que ilustra o cuidado do diretor na escolha das locações e da composição visual de determinadas sequências.
As gravações foram encerradas em janeiro de 2026, conforme confirmado pelo diretor de fotografia Jarin Blaschke e pelo ator Ralph Ineson em suas redes sociais. Desde então, o longa entrou na etapa de pós-produção. Distribuído pela Focus Features, o longa-metragem estreia nos cinemas dos Estados Unidos em 25 de dezembro de 2026. A data de lançamento no Brasil ainda não foi anunciada.
Depois de despertar curiosidade durante sua passagem pelo Festival de Sundance, O Convitechega aos cinemas brasileiros em 9 de julho, com distribuição da O2 Play. Antes mesmo da estreia comercial, o filme já vinha sendo comentado pela imprensa internacional por escolhas pouco convencionais, como a filmagem em ordem cronológica, o uso frequente de improvisações e uma narrativa que preserva o clima intimista da peça teatral que inspirou sua versão original.
Dirigido e estrelado por Olivia Wilde, o longa é uma adaptação em inglês da comédia espanhola As Pessoas do Andar de Cima (2020), de Cesc Gay. Ao lado de Seth Rogen, Penélope Cruz e Edward Norton, Wilde conduz uma história que mistura humor, tensão e drama para discutir relacionamentos, desejo e convivência, tudo concentrado em uma única noite.
Do que fala O Convite?
A trama acompanha Joe, um músico frustrado que enfrenta uma crise no casamento com Angela. Os dois mal conseguem manter uma conversa sem discutir e vivem irritados com o barulho constante vindo do apartamento de cima, onde mora um casal que parece viver uma relação muito mais intensa do que a deles.
Na tentativa de criar um clima amigável entre os vizinhos, Angela convida Pína e Hawk para um jantar. Joe aceita a ideia contrariado e pretende aproveitar a ocasião para reclamar do incômodo causado pelo casal.
O encontro, porém, toma um rumo completamente diferente do esperado. O jantar começa cercado por situações constrangedoras, comentários sinceros demais e pequenas provocações, mas rapidamente evolui para uma conversa sobre intimidade, sexualidade e os conflitos escondidos dentro de cada relacionamento.
Por que o jantar muda completamente de rumo?
Conforme a noite avança, Pína e Hawk revelam que mantêm um relacionamento aberto e participam de encontros com outros casais. A revelação explica o motivo das noites barulhentas e surpreende Joe e Angela, que passam a enxergar os vizinhos sob outra perspectiva.
A conversa ganha um novo rumo quando o casal admite que foi ao jantar justamente para convidar os anfitriões a viver uma experiência diferente. A proposta gera curiosidade, insegurança e faz com que velhos ressentimentos entre Joe e Angela venham à tona.
Quem está no elenco?
Seth Rogen interpreta Joe, músico que vê sua vida profissional e afetiva entrar em um impasse. Olivia Wilde vive Angela, esposa de Joe e responsável por organizar o jantar que desencadeia todos os acontecimentos.
Já Penélope Cruz assume o papel de Pína, uma sexóloga confiante e direta, enquanto Edward Norton interpreta Hawk, seu companheiro, que encara a noite com naturalidade e ajuda a conduzir conversas cada vez mais desconfortáveis para os anfitriões.
Por que o filme chamou atenção antes da estreia?
Durante a produção, Olivia Wilde optou por filmar a história em ordem cronológica, uma decisão incomum em Hollywood. A estratégia permitiu que as relações entre os personagens evoluíssem de forma natural ao longo das gravações, acompanhando o desgaste emocional vivido durante o jantar.
Outro aspecto bastante comentado foi a liberdade concedida ao elenco para improvisar determinadas cenas. Embora o roteiro tenha servido como base, diversas conversas ganharam ajustes durante as filmagens para tornar os diálogos mais espontâneos.
A influência teatral também permanece evidente. Como a obra original foi concebida para se apoiar principalmente nas conversas entre os personagens, a adaptação preserva esse formato e faz do apartamento praticamente o único cenário da narrativa.
A franquia Harry Potter segue provando que continua viva no imaginário do público mesmo décadas após o lançamento do primeiro livro. Agora, a HBO Max aposta em um novo formato para manter esse universo em evidência:Harry Potter: O Podcast Oficial, que estreia no dia 19 de maio e promete revisitar toda a jornada da saga em um conteúdo focado em nostalgia, bastidores e memória afetiva.
A proposta chega em um momento estratégico, já que o mundo bruxo volta a ganhar força com novos projetos em desenvolvimento e discussões sobre o futuro da franquia. O podcast surge como uma forma de reaproximar o público da história original enquanto outras produções ainda estão em fase de construção.
O que é Harry Potter: O Podcast Oficial?
Harry Potter: O Podcast Oficial é uma produção da HBO Max que tem como objetivo revisitar os oito filmes da franquia do universo bruxo de J.K. Rowling, além de explorar o impacto cultural da história que marcou gerações. A ideia é transformar a experiência de assistir aos filmes em uma conversa guiada, relembrando momentos importantes, curiosidades de bastidores e o legado deixado pela saga.
Diferente de um simples resumo da história, o podcast aposta em uma abordagem mais emocional e nostálgica. Ele busca resgatar o sentimento de acompanhar Harry, Rony e Hermione desde a descoberta de Hogwarts até a batalha final contra Voldemort, conectando diferentes gerações de fãs que cresceram com a franquia.
Por que o jovem bruxocontinua tão relevante?
Mesmo após o encerramento da saga nos cinemas com Harry Potter, o universo criado por J. K. Rowling continua extremamente presente na cultura pop. Os livros seguem sendo publicados em diversas línguas, os filmes continuam entre os mais assistidos em plataformas digitais e o interesse pelo mundo bruxo não diminuiu com o tempo.
Esse fenômeno se explica por uma combinação de fatores. A história acompanha personagens em uma jornada de crescimento que dialoga com diferentes fases da vida do público. Além disso, o universo mágico de Hogwarts se tornou uma espécie de referência cultural global, ultrapassando gerações e se mantendo relevante mesmo para quem não cresceu com os livros.
Como o podcast se conecta com o novo momento da franquia?
O lançamento do especial acontece em paralelo a uma nova fase da franquia. A Harry Potter também está sendo adaptada em uma nova série da HBO, que pretende recontar a história dos livros com mais detalhes e profundidade.
Essa nova produção contará com nomes como Dominic McLaughlin no papel do jovem bruxo, Alastair Stout como Rony Weasley e Arabella Stanton interpretando Hermione Granger. Também fazem parte do elenco John Lithgow como Dumbledore, Janet McTeer como McGonagall, Paapa Essiedu como Snape e Nick Frost como Hagrid.
Dentro desse contexto, o podcast funciona como uma espécie de ponte entre o passado e o futuro da franquia, mantendo o interesse do público ativo enquanto novas produções ainda estão em desenvolvimento.
O impacto cultural da história de Hogwarts ao longo dos anos
A Harry Potter não é apenas uma franquia de sucesso comercial, mas também um dos maiores fenômenos culturais do entretenimento moderno. Os livros venderam centenas de milhões de cópias ao redor do mundo e foram traduzidos para dezenas de idiomas, enquanto os filmes arrecadaram bilhões nas bilheteiras globais.
Mais do que números, a história influenciou uma geração inteira de leitores e espectadores. Hogwarts se tornou um símbolo cultural, assim como seus personagens principais. Harry, Rony e Hermione ultrapassaram o universo fictício e se transformaram em ícones reconhecidos globalmente.
O que o público pode esperar do podcast?
A proposta do programa é justamente revisitar essa trajetória com um olhar mais leve e nostálgico. O conteúdo deve explorar os oito filmes da saga mágica, destacando cenas marcantes, curiosidades de bastidores e o impacto emocional que a história teve ao longo dos anos.
A ideia não é apenas recontar os acontecimentos, mas também comentar como a franquia evoluiu e como ela continua influenciando a cultura pop até hoje. O podcast aposta em uma linguagem acessível, pensada tanto para fãs antigos quanto para quem está descobrindo o universo agora.
Um aquecimento para a nova era de Hogwarts
O lançamento do podcast também pode ser visto como um aquecimento para a nova fase da saga literária de J.K. Rowling. Com a série em produção e novos projetos em andamento, o interesse pelo mundo bruxo volta a crescer em diferentes formatos e plataformas.
A estratégia da HBO Max é clara: manter o público engajado enquanto expande o universo de forma gradual. O podcast entra exatamente nesse espaço, funcionando como conteúdo complementar que reforça a conexão emocional dos fãs com a saga.