A escolha do ator Paapa Essiedu para interpretar o professor Severus Snape na nova adaptação televisiva de Harry Potter tem provocado forte repercussão nas redes sociais, incluindo episódios preocupantes de violência virtual. Em entrevista ao jornal The Times, o artista revelou que passou a receber ameaças de morte desde o anúncio oficial de sua escalação no projeto.
De acordo com Essiedu, parte das mensagens ultrapassa qualquer limite aceitável de crítica. O ator afirmou ter sido alvo de intimidações diretas, com ordens para abandonar o papel sob ameaça de assassinato. Embora reconheça que a exposição pública faz parte da carreira, ele destacou que o nível de agressividade tem impacto emocional significativo e reforçou que nenhum profissional deveria enfrentar esse tipo de ataque por aceitar um trabalho.
Apesar do cenário hostil, o artista afirma que tenta transformar a experiência em motivação. Para ele, interpretar Snape representa não apenas um desafio artístico, mas também uma oportunidade de ampliar a identificação de novos públicos com o universo da saga. Ao relembrar a infância, Essiedu contou que encontrou nos livros uma forma de escapismo, frequentando bibliotecas em um período em que sua família não tinha condições de arcar com outros recursos. Ele também revelou que nunca assistiu aos filmes da franquia, tendo sua relação com a história construída exclusivamente por meio da leitura.
A nova série de Harry Potter está sendo desenvolvida pela HBO, em parceria com a Warner Bros. Television, com a proposta de adaptar os livros de forma mais fiel ao longo de várias temporadas. A produção também conta com o envolvimento de empresas como Brontë Film & TV e Heyday Films. O elenco principal já foi definido após um extenso processo de seleção que reuniu mais de 30 mil candidatos, resultando na escolha de Dominic McLaughlin como Harry Potter, Alastair Stout no papel de Rony Weasley e Arabella Stanton como Hermione Granger. Também integram o elenco nomes como John Lithgow, Janet McTeer, o próprio Essiedu e Nick Frost.
A produção está sob o comando da showrunner Francesca Gardiner e do diretor Mark Mylod, que também atuam como produtores executivos ao lado da autora J. K. Rowling. O desenvolvimento da série foi revelado em 2021 com a proposta de se estender por cerca de uma década, oferecendo uma adaptação mais detalhada da obra original. As filmagens principais começaram em julho de 2025 nos estúdios Leavesden, no Reino Unido, e a estreia está prevista para 2027, com uma primeira temporada composta por oito episódios.
Assumir o papel de Severus Snape representa um desafio significativo, especialmente por se tratar de um personagem marcante que foi eternizado no cinema pela atuação de Alan Rickman. As comparações são inevitáveis e, no caso de Essiedu, a pressão é ampliada pelas reações negativas de parte do público, refletindo debates mais amplos sobre representatividade e mudanças em adaptações contemporâneas.
Abaixo, confira o resumo da novela Vale Tudo do próximo sábado, 10 de maio – capítulo 036: Raquel está cada vez mais encurralada pelas pressões de Ivan, que exige a chave do cofre. Com um olhar firme, ela diz que não vai entregar nada — pelo menos, não agora. Pede um tempo para pensar, mas por dentro já sabe que precisa ganhar tempo para se proteger. Ivan sai frustrado, mas deixa claro que está perdendo a paciência.
Do outro lado, Fátima e César se unem num plano silencioso. Eles estão decididos a impedir que Raquel vá atrás de Marco Aurélio e revele qualquer informação. Desconfiados de suas intenções, já começam a armar uma estratégia para controlar seus passos.
Mais tarde, Raquel resolve ir ao banco e leva Gilda com ela, talvez para tentar disfarçar suas intenções. Mas no meio do caminho, o inesperado acontece: Gilda é atropelada por Olavo. A cena é desesperadora. Raquel corre para socorrê-la, o coração disparado, tentando manter a calma enquanto grita por ajuda.
Olavo, aflito, assume a responsabilidade e leva as duas para casa. Gilda está machucada, mas consciente. Raquel, ainda trêmula, agradece com os olhos marejados. Já dentro de casa, ela se apressa em esconder uma sacola — o conteúdo é um mistério, mas o jeito como ela a esconde revela o quanto aquilo é importante.
Enquanto isso, Solange, inquieta e com a cabeça cheia de dúvidas, faz um teste de gravidez. A espera pelo resultado parece uma eternidade. Ela ainda não contou para ninguém, mas seu olhar entrega o medo do que pode estar por vir.
Luciano, atento, percebe que Ivan está mais ansioso do que o normal. Ele tenta puxar conversa, mas Ivan disfarça. Mesmo assim, Luciano sabe que tem algo grande por trás desse nervosismo todo.
À noite, Fátima, determinada a descobrir o que a mãe está escondendo, toma uma atitude extrema: coloca um calmante na bebida de Raquel e Gilda. As duas acabam adormecendo profundamente. Em silêncio, Fátima começa a vasculhar a casa. Cada porta aberta, cada gaveta revirada carrega a tensão de quem procura por algo que pode mudar tudo.
O universo de The Boys está prestes a ganhar uma nova dimensão com Vought Rising, a aguardada prequela que mergulha nas origens da enigmática Vought Enterprises. Ambientada na década de 1950, a série promete não apenas expandir a narrativa conhecida pelos fãs, mas também oferecer uma reflexão crítica sobre poder, ambição e a manipulação ética que sustentou a ascensão dos super-heróis corporativos, ou Supes, no mundo de Eric Kripke.
Com um elenco de peso liderado por Jensen Ackles e Aya Cash, a série tem a difícil missão de equilibrar a nostalgia de uma época histórica marcante com os tons sombrios e satíricos que fizeram The Boys se tornar um fenômeno global. Abaixo, confira as primeiras imagens oficiais do elenco. As fotos mostram Jensen Ackles como Soldier Boy em um uniforme que remete aos anos 1950, evocando o patriotismo e a estética da época, enquanto Aya Cash surge como Clara Vought, a ambiciosa fundadora da corporação.
Once upon a time, these four were as American as apple pie. Say hello to the supes of VOUGHT RISING – a new origin story set in the world of The Boys – in production this month.
A década de 1950 foi um período de grandes transformações para os Estados Unidos e para o mundo. O fim da Segunda Guerra Mundial trouxe esperança, mas também um clima de tensão, com a Guerra Fria se intensificando e a corrida armamentista e tecnológica contra a União Soviética em pleno auge. É nesse cenário que Vought Rising se situa, explorando como uma pequena empresa farmacêutica evoluiu para a gigante corporativa que dominaria o mercado de Supes décadas mais tarde.
A narrativa da série promete mostrar os primeiros passos da Vought Enterprises: experimentos científicos aparentemente inofensivos, investimentos em propaganda e marketing, e o desenvolvimento inicial do Composto V, substância responsável por conferir habilidades sobre-humanas. Esses elementos não apenas transformam pessoas comuns em heróis e vilões, mas também revelam o lado sombrio da ciência quando usada para lucro e poder, em vez de bem-estar social.
Segundo fontes envolvidas na produção, a série irá aprofundar como as decisões éticas questionáveis e a ambição desenfreada de Clara Vought, a fundadora da corporação, moldaram a trajetória da empresa e definiram os padrões morais que ainda seriam vistos em personagens como Homelander e companhia. A perspectiva histórica combina com a ficção de forma inteligente, permitindo que o público compreenda como eventos globais e interesses corporativos se entrelaçam na criação dos Supes.
O herói de guerra com segredos
Um dos destaques da série é o personagem Soldier Boy, interpretado por Jensen Ackles. Diferente de Homelander, cuja imagem de líder dos Sete é marcada pelo culto à personalidade, Soldier Boy representa uma era anterior, onde heróis estavam intimamente ligados à guerra, patriotismo e propaganda militar. Mas, como a série promete revelar, por trás da máscara heroica há segredos sombrios.
As primeiras imagens divulgadas mostram Ackles com um uniforme que remete diretamente aos anos 1950, adaptado para suas habilidades sobre-humanas. Esse visual não é apenas uma homenagem aos heróis da época, mas também uma representação da militarização e da disciplina que cercava os primeiros Supes. Soldier Boy será o elo entre a realidade histórica e a ficção fantástica, mostrando o impacto humano e psicológico de ser um “experimento vivo” da Vought.
Além disso, a série promete explorar a tensão entre imagem pública e realidade pessoal. Soldier Boy surge como um símbolo de heroísmo e sacrifício, mas também como um reflexo das consequências éticas da manipulação genética e da propaganda. O personagem será peça-chave para que o público compreenda como os Supes se tornaram ferramentas corporativas, ao mesmo tempo em que se questiona a moralidade de usar seres humanos como armas.
A visionária Clara Vought
Aya Cash, que retorna à franquia como Tempesta, terá a oportunidade de mostrar uma nova faceta de sua personagem: Clara Vought, a ambiciosa fundadora da corporação. Nesta fase da história, Clara ainda não é a figura totalmente vilanesca que os fãs conhecem, mas sim uma visionária determinada a consolidar seu legado, independentemente do preço ético.
Clara Vought representa a face corporativa da narrativa: manipuladora, estratégica e disposta a usar todos os recursos à sua disposição, incluindo a mídia e a opinião pública, para promover seus Supes. Sua trajetória em Vought Rising mostrará como a ambição e a visão de longo prazo podem ser usadas tanto para o progresso quanto para a corrupção, estabelecendo as bases para os eventos que moldariam o universo de The Boys.
A complexidade de Clara Vought também permitirá à série explorar temas de gênero, poder e liderança em um contexto historicamente dominado por homens. Ao mostrar uma mulher comandando os rumos da ciência e da mídia na década de 1950, a
Criatividade por trás das câmeras
A produção da série está sob o comando de Paul Grellong, conhecido por seu trabalho em The Boys, em parceria com Eric Kripke, criador da série original. A dupla promete manter o tom irreverente e satírico que tornou a franquia um sucesso global, enquanto mergulha nas complexidades morais e históricas da origem da Vought. A direção criativa visa equilibrar ação, drama e crítica social, criando uma experiência audiovisual única.
O design de produção, figurinos e ambientação refletem cuidadosamente a década de 1950, trazendo elementos que remetem ao contexto histórico, como a Guerra Fria, a propaganda política e o surgimento da cultura pop americana. Essa atenção aos detalhes não apenas cria autenticidade, mas também reforça a crítica social e cultural que permeia toda a franquia. narrativa amplia a discussão sobre ética, ambição e moralidade corporativa, sem perder o humor negro característico da franquia.
O The Noite com Danilo Gentili desta terça-feira (14) coloca no palco um encontro que foge do habitual. O especial “3 Continentes” reúne Maurício Meirelles, Paul Cabannes e Baptista Miranda em uma apresentação construída a partir de experiências reais, observações afiadas e situações que surgem justamente quando culturas diferentes se cruzam. Não há tentativa de criar personagens ou histórias fictícias. O material vem da vivência de cada um. É essa bagagem que sustenta o ritmo da apresentação e define o tom do encontro.
O que é o “3 Continentes”?
O projeto parte de uma ideia direta: colocar lado a lado três visões de mundo que raramente dividem o mesmo espaço. Em vez de seguir uma sequência previsível de piadas, o espetáculo se constrói na troca. Um comentário puxa outro, uma história ganha resposta imediata e, aos poucos, o público percebe que o humor nasce da comparação entre hábitos, costumes e formas de interpretar situações simples. Não existe isolamento entre os blocos. O que um diz atravessa a fala do outro.
Quem são os comediantes?
Maurício Meirelles construiu uma trajetória baseada em contato direto com o público. Desde os primeiros shows, optou por um tipo de stand-up em que o roteiro serve mais como ponto de partida do que como limite. Ao longo dos anos, levou esse formato para diferentes espaços, da televisão à internet, criando quadros que dependem justamente da resposta imediata das pessoas. Esse estilo fez com que seu humor se tornasse mais dinâmico, sempre aberto ao improviso e às situações inesperadas que surgem ao vivo.
Paul Cabannes seguiu um caminho marcado pela mudança de país. Ao sair da França e se estabelecer no Brasil, passou a observar o cotidiano com um olhar de quem está sempre comparando referências. O que para muitos é rotina, para ele vira material de análise e, depois, de comédia. Com o tempo, esse olhar estrangeiro deixou de ser apenas curiosidade e virou estrutura dos seus textos, que transitam entre diferenças culturais, linguagem e comportamento social.
Já Baptista Miranda começou criando conteúdo digital, explorando contrastes entre Angola e Brasil de forma direta e acessível. O crescimento nas redes veio justamente dessa identificação com o público brasileiro, que passou a acompanhar suas comparações e comentários. Quando levou esse conteúdo para o palco, manteve a mesma linha de raciocínio, mas adaptou o ritmo para o ao vivo, incorporando a reação da plateia como parte essencial da construção das piadas.
Por que esse encontro chama atenção?
O interesse não está apenas nas piadas, mas na forma como cada um interpreta a mesma situação. Um detalhe banal pode ganhar três leituras completamente diferentes, e é nesse contraste que o riso aparece. Também há um fator de reconhecimento. Mesmo partindo de realidades distintas, muitos relatos tocam em experiências comuns, como adaptação a novos ambientes, convivência com diferenças e pequenos choques do dia a dia.
Imagem do filme "Cabras da Peste", exibido na Sessão da Tarde de hoje, 8 de abril. Foto: Reprodução/ Internet
A exibição de um filme associado ao streaming na programação da TV aberta chama atenção e revela mudanças importantes no mercado audiovisual. O longa Cabras da Peste, lançado inicialmente na Netflix, será exibido na Sessão da Tarde da TV Globo nesta quarta-feira, 8 de abril, ampliando seu alcance para além do ambiente digital.
Dirigido por Vitor Brandt, o filme investe na comédia de ação com forte identidade regional. A história acompanha Bruceuilis Nonato, vivido por Edmilson Filho (Cine Holliúdy), um policial do interior do Ceará que precisa investigar o desaparecimento de uma cabra considerada patrimônio da cidade. Durante a missão, ele se une ao experiente Renato Trindade, interpretado por Matheus Nachtergaele (O Auto da Compadecida), formando uma dupla marcada por diferenças de comportamento e métodos.
O longa segue a estrutura clássica do gênero “buddy cop”, em que dois personagens opostos precisam trabalhar juntos, mas adiciona elementos nordestinos que reforçam sua originalidade. O humor é construído a partir de expressões regionais, situações cotidianas e referências culturais, o que aproxima a narrativa do público brasileiro.
O elenco reúne nomes conhecidos do cinema e da televisão, como Letícia Lima (Vai Que Cola), Falcão (Cine Holliúdy 2), Evelyn Castro (Os Farofeiros) e Juliano Cazarré (A Regra do Jogo). A diversidade de estilos entre os atores contribui para um ritmo dinâmico e situações cômicas que dialogam com diferentes perfis de espectadores.
A trilha sonora também se destaca ao estabelecer conexões com clássicos do cinema policial. A música “Calor do Cão”, interpretada por Gaby Amarantos e Júnior Groovador, apresenta uma versão brasileira de “The Heat Is On”, sucesso de Glenn Frey. A adaptação reforça o tom bem-humorado do filme e valoriza a musicalidade nordestina.
Embora seja frequentemente associado à Netflix, “Cabras da Peste” não foi produzido originalmente pela plataforma. Durante a pandemia, a empresa adquiriu os direitos de distribuição para fortalecer seu catálogo, garantindo visibilidade global ao longa. No entanto, esse tipo de contrato possui duração limitada e não implica exclusividade permanente.
Com o encerramento do acordo, os direitos retornaram à produtora responsável, permitindo a negociação com outros veículos. Esse processo, conhecido como segunda janela, possibilita que filmes já lançados sejam exibidos em diferentes plataformas ao longo do tempo. Foi assim que a produção chegou à programação da TV Globo.
No silêncio da sala escura, há um cinema que não pede licença para existir. Ele fura a pele, atravessa ossos, ecoa por dentro. É o cinema da Segredo Filmes, produtora fundada em 2013, em Salvador, pelas cineastas Josi Varjão e Lilih Curi. Um cinema que não nasce para entreter — mas para revelar, denunciar, curar, tensionar. E, acima de tudo, para colocar no centro as histórias que o país prefere varrer para debaixo do tapete.
São 12 anos de estrada. Mas não uma estrada fácil, com asfalto e placas. É um caminho escavado com as mãos, na unha, contra tudo que tentou apagar duas mulheres — uma negra, nordestina, lésbica, e outra lésbica, filha de um homem com deficiência auditiva. O resultado é um catálogo denso, sensível e absolutamente necessário.
Histórias que doem — e, por isso, precisam ser contadas
A filmografia da Segredo Filmes parece nascer de feridas abertas. “Carmen”, de 2013, já trazia a marca do incômodo: a violência contra uma mulher com deficiência auditiva. Em “Teresa” (2014), o abandono, a maternidade imposta, o silêncio social. Em “Carolina”, a deficiência física aparece não como símbolo de superação, mas como parte de uma mulher artista, nordestina, cheia de camadas. Nenhuma delas é só “uma coisa”. Cada personagem é um universo — como na vida real.
E talvez aí resida a essência da Segredo: fazer cinema com gente viva, e não com estereótipos.
“Os nossos filmes são ficções porque documentar a própria dor todos os dias seria insuportável”, diz Lilih. “Ficcionamos para sobreviver. Mas o que contamos é real. A lesbofobia, a solidão da mulher negra, a falta de acesso, a violência familiar. Tudo está ali, em código, em cena, em carne.”
Quando o segredo vira denúncia
O nome da produtora não é metáfora. É literal. “Segredo” é o que se esconde — e o que precisa, um dia, explodir. Em 2025, essa explosão vem em novas formas: o documentário “Restauro”, sobre as memórias que faltam nas fotos da infância de Josi Varjão; “Moira”, sobre uma mulher com deficiência visual pela Síndrome de Stargardt; e “Anastácia”, que estreou em uma sessão fechada para a indústria no prestigiado Festival de Clermont-Ferrand, na França — sendo um dos cinco curtas brasileiros selecionados.
Tem ainda “Angélica”, já em pré-produção, e planos para novas séries e longas. Mas nenhuma obra escapa da pergunta que acompanha a produtora desde o primeiro roteiro: “O que eu quero dizer? Por que quero dizer? E quem nunca pôde dizer antes de mim?”
Equidade não é gentileza, é urgência
Para Josi Varjão, a luta é também por estrutura. “Temos editais com indutores de diversidade, mas não é o bastante. Precisamos de cotas para mulheres cis e trans. Somos mais de 50% da população consumindo conteúdo feito majoritariamente por homens. Isso precisa ser corrigido por política pública. Cotas são justiça — não privilégio.”
E ela completa: “O feminismo que praticamos é sobre a equidade real, não só no discurso. É sobre um país em que as mulheres possam existir em todas as telas, atrás das câmeras e nas decisões. Só assim deixamos de ser exceção.”
Acessibilidade como ética, e não como bônus
A deficiência não é uma pauta acessória nos filmes da Segredo. É central. É raiz. O pai de Lilih tinha deficiência auditiva. O de Josi, usava muletas. Elas sabem do que falam. “A acessibilidade não é algo que colocamos depois, por obrigação. Ela está na origem do que criamos. É prática social, é respeito, é política.”
Por isso criaram também iniciativas como a Mostra Acessível de Curtas e o Cineclube Clara de Assis — espaços de difusão, formação e encontro. A produtora também tem colaborações com canais como Futura, Canal Brasil e Globoplay, levando suas histórias para ainda mais gente.
Com sede em Salvador e atuação constante em São Paulo, Rio, Belo Horizonte e outras regiões, a Segredo Filmes é a prova viva de que o centro da produção audiovisual brasileira pode — e deve — se descentralizar. E que é possível fazer um cinema autoral, político e tocante mesmo longe dos grandes polos e orçamentos, desde que se tenha o que dizer — e para quem dizer.
A reta final de The Boys entrou de vez em um clima de tragédia. O sétimo episódio da última temporada muda completamente o rumo da história ao destruir a principal esperança dos protagonistas contra Homelander, além de trazer uma das mortes mais dolorosas de toda a série. O capítulo deixa claro que a guerra contra o líder da Vought chegou a um ponto praticamente irreversível.
Depois de passar boa parte da temporada tentando encontrar uma maneira de derrotar Capitão Pátria, o grupo finalmente acreditava ter descoberto uma possível fraqueza envolvendo o V1, a variante do Composto V ligada ao Soldier Boy. Só que o plano acaba se transformando em um desastre completo e ainda revela que Homelander talvez tenha ultrapassado qualquer limite humano restante.
O que acontece com Capitão Pátria no episódio 7?
Grande parte do episódio gira em torno da tentativa de destruir os efeitos do V1 usando radiação extrema. A operação envolve Kimiko e funciona como uma tentativa desesperada de recriar artificialmente os poderes radioativos do Soldier Boy, já que a equipe acredita que esse seria o único método capaz de afetar o organismo alterado de Capitão Pátria. O problema é que nada acontece como esperado.
Ao invés de enfraquecê-lo, a radiação praticamente confirma que o V1 transformou Homelander em algo muito mais poderoso. O personagem resiste ao ataque sem grandes dificuldades, demonstra recuperação quase imediata e parece não sofrer mais com limitações biológicas normais. A sensação transmitida pelo episódio é de que ele deixou de ser apenas um super extremamente forte para se tornar algo praticamente impossível de destruir.
O capítulo reforça ainda mais essa ideia ao mostrar como Capitão Pátria passou a enxergar a si mesmo quase como uma entidade divina. Depois de matar o presidente dos Estados Unidos e dissolver oficialmente os Sete, o personagem abandona qualquer tentativa de manter uma imagem pública controlada pela Vought e começa a assumir de vez a posição de líder absoluto diante de seus seguidores. A influência da chamada Igreja Democrática da América e das manipulações de Sister Sage ajuda a transformar sua figura em algo cada vez mais próximo de um culto religioso.
Por que a morte de Frenchie muda completamente a temporada?
O momento mais pesado do episódio envolve Frenchie. Durante a invasão de Homelander à base do grupo, o personagem percebe que Kimiko não conseguirá escapar a tempo e decide ficar para trás para distrair Capitão Pátria. A sequência abandona o humor ácido tradicional da série e aposta em um tom muito mais emocional, funcionando como um dos momentos mais tristes da temporada.
Mesmo ferido gravemente, Frenchie continua tentando impedir o avanço do vilão até seus últimos instantes. Depois do confronto, ele ainda consegue se despedir de Kimiko antes de morrer nos braços dela. A cena encerra definitivamente uma das relações mais importantes construídas pela série desde a primeira temporada e deixa o grupo emocionalmente destruído.
A morte também representa uma mudança importante para a dinâmica da equipe. Frenchie sempre funcionou como o personagem mais humano em meio ao caos extremo da trama, equilibrando os conflitos internos com momentos mais emocionais. Sem ele, a sensação é de que todos estão ainda mais perto do colapso total.
Capitão Pátria realmente virou imortal?
O episódio não confirma isso diretamente, mas praticamente tudo indica que Homelander alcançou um novo nível de poder depois da injeção do V1. Até aqui, ainda existia a esperança de que o vírus anti-supes pudesse ser usado contra ele em algum momento decisivo. Só que os efeitos da substância parecem ter mudado completamente as regras da temporada.
Além da resistência absurda demonstrada contra a radiação, Capitão Pátria agora aparenta possuir regeneração acelerada, imunidade ao vírus criado pelos protagonistas e estabilidade permanente em seus poderes. A transformação aproxima o personagem daquilo que Soldier Boy representava, mas em uma versão ainda mais perigosa e descontrolada.
O episódio também reforça a ideia de que Homelander perdeu qualquer conexão restante com sua humanidade. O personagem já não demonstra preocupação em esconder sua verdadeira natureza e passa a agir como alguém que realmente acredita ser superior ao restante do mundo.
Como a temporada chegou nesse cenário tão desesperador?
Toda essa situação começou a ganhar força quando Starlight divulgou o vídeo do Voo 37 tentando expor os crimes de Capitão Pátria. Apesar do impacto inicial, Sister Sage conseguiu manipular a opinião pública e transformar a crise em mais uma vitória política da Vought.
Enquanto isso, o grupo passou a apostar todas as fichas no vírus criado por Sameer Shah como última alternativa para impedir o avanço dos supers. O retorno de Soldier Boy e a descoberta do V1 acabaram piorando tudo, já que a substância se revelou capaz de conceder imunidade ao vírus e estabilidade permanente aos poderes dos supers.
A disputa pelo V1 se transformou no centro da temporada. Depois de vários confrontos violentos envolvendo supers ligados à Vought, Soldier Boy e os protagonistas, Homelander finalmente conseguiu o composto e decidiu usá-lo em si mesmo, iniciando a transformação mostrada no episódio 7.
O que pode acontecer no episódio final?
Agora, com Frenchie morto, Soldier Boy novamente neutralizado e Capitão Pátria aparentemente invulnerável, a série entra em seu último episódio em um cenário extremamente pessimista. O capítulo deixa várias perguntas importantes no ar, principalmente sobre Ryan e o possível papel do personagem nos acontecimentos finais.
Ao mesmo tempo, permanece a dúvida sobre até onde vão os verdadeiros planos de Sister Sage e se ainda existe alguma maneira de deter Homelander depois da transformação causada pelo V1. Depois dos acontecimentos do episódio 7, The Boys deixa claro que sua despedida dificilmente terá espaço para um final feliz.
Este sábado, 17/02/2024, reserva uma noite digna de ser lembrada, recheada de momentos de pura diversão, risos contagiantes e um toque sutil de romance com a exibição do aclamado filme “Casal Improvável”. Esta comédia promete não só arrancar gargalhadas do público, mas também oferecer uma narrativa envolvente, tornando-se a escolha ideal para quem busca entretenimento de qualidade superior.
“Casal Improvável” desenrola uma trama habilmente entrelaçada, onde o humor se mescla de maneira encantadora com os laços românticos. A história gira em torno de Charlotte Field (interpretada por Charlize Theron), uma figura influente e poderosa que ocupa o posto de Secretária de Estado dos Estados Unidos. Do outro lado, temos Fred Flarsky (interpretado por Seth Rogen), um jornalista descontraído com uma perspectiva peculiar da vida. O destino desses dois personagens se cruza de forma inesperada: Charlotte, que já foi babá de Fred quando criança, o reencontra em um evento político e decide contratá-lo como seu redator-chefe. A partir desse encontro, uma série de situações hilárias e momentos românticos se desdobram, conduzindo o espectador por uma jornada repleta de emoções intensas e reviravoltas surpreendentes.
Direção e elenco do filme
Sob a direção de Jonathan Levine (Meu Namorado é um Zumbi) e com um elenco de talento indiscutível, incluindo Seth Rogen (Superbad, Ligeiramente Grávidos), Charlize Theron (Mad Max: Estrada da Fúria, Monster: Desejo Assassino), Braxton Herda, Aviva Mongillo, O’Shea Jackson Jr. (Straight Outta Compton, Godzilla II: Rei dos Monstros), Andy Serkis (O Senhor dos Anéis, Planeta dos Macacos: A Guerra), June Diane Raphael (Long Shot, Grace and Frankie), Bob Odenkirk (Breaking Bad, Better Call Saul), Alexander Skarsgård (True Blood, Big Little Lies), Ravi Patel (Master of None, Grandes Momentos), Randall Park (Fresh Off the Boat, Aquaman), Tristan D. Lalla, James Saito (Teenage Mutant Ninja Turtles, Pearl Harbor), Lisa Kudrow (Friends, P.S. Eu Te Amo), Kurt Braunohler, Paul Scheer (The Disaster Artist, The League), Claudia O’Doherty (Love, Crashing), Boyz II Men (The Best Man Holiday, Um Maluco no Pedaço) e Lil Yachty (How High 2).
O sucesso de bilheteria e a recepção crítica do filme atestam seu encanto singular: arrecadando mais de US$ 53 milhões, o filme alcançou uma aprovação de 82% no Rotten Tomatoes, baseada em 305 críticas especializadas. Segundo o consenso crítico, “Uma comédia afiada e engenhosa, impulsionada pela estranha química do casal protagonista, este filme atinge plenamente suas marcas.”
Horário de exibição da Super Tela
Não deixe de assistir à exibição de “Casal Improvável” a partir das 22h30, logo após o “Cidade Alerta – Edição de Sábado”. Prepare-se para uma noite repleta de diversão e permita-se mergulhar na magia desta história encantadora, que certamente irá aquecer seu coração e arrancar muitos sorrisos.
É difícil assistir a Queen & Slim – Os Perseguidos e sair ileso. O filme, que vai ao ar neste sábado, 2 de agosto de 2025, no Supercineda TV Globo, é o tipo de obra que te agarra pelo colarinho, sacode as emoções e te obriga a encarar o espelho da realidade – mesmo quando o que se vê ali incomoda.
Sob a direção vibrante de Melina Matsoukas (a mesma mente criativa por trás de clipes icônicos de Beyoncé), e com roteiro assinado por Lena Waithe, o longa-metragem mistura romance, crítica social e tensão de thriller em um combo emocional de tirar o fôlego. Tudo começa com um encontro – um date despretensioso, como tantos outros. Mas basta uma única noite para virar a vida do casal do avesso. As informações são do AdoroCinema.
Um encontro como qualquer outro. Até que não é mais.
Angela (interpretada com intensidade por Jodie Turner-Smith) é uma advogada criminal, direta, séria, calejada. Ernest, ou simplesmente Slim (Daniel Kaluuya, no melhor estilo silenciosamente magnético), é um cara tranquilo, religioso, quase introspectivo. Eles se encontram por um aplicativo e saem para jantar. A química não explode de imediato. São dois desconhecidos, cada um com sua bagagem, suas feridas e suas formas de resistir ao mundo.
Na volta para casa, o inesperado: eles são parados por um policial branco por uma infração de trânsito banal. O que deveria ser só mais uma abordagem vira um momento tenso, violento – e trágico. Em legítima defesa, Slim mata o policial. A cena é gravada por um celular, viraliza na internet, e, em questão de horas, Queen e Slim se tornam alvos da polícia e símbolos involuntários da luta contra a violência racial nos Estados Unidos.
Foto: Reprodução/ Internet
Fuga, amor e identidade
A partir daí, o filme se transforma em uma jornada de fuga – mas também de descoberta. Sem saber exatamente para onde ir, o casal embarca em uma espécie de road trip pela América profunda, cruzando cidades, encontrando aliados e enfrentando perigos. Aos poucos, o que era uma relação marcada pelo estranhamento vai se transformando em algo maior: um amor nascido da urgência, da vulnerabilidade e da conexão diante do abismo.
Mas Queen & Slim nunca deixa o espectador esquecer: esse não é só um romance. É um retrato cru da experiência negra em um país onde o simples ato de existir pode ser uma ameaça. A perseguição que o casal sofre não é apenas literal — ela representa séculos de opressão, silenciamento e medo.
Um filme com algo a dizer — e que diz com força
A beleza do filme está na forma como ele combina poesia e brutalidade. A fotografia é deslumbrante: estradas vazias, pores do sol quentes, silhuetas recortadas contra o horizonte — tudo embalado por uma trilha sonora arrebatadora, que vai de hip hop a soul, passando por momentos de absoluto silêncio que falam mais do que mil diálogos.
A diretora Melina Matsoukas, em seu primeiro longa-metragem, não economiza em estilo, mas também não sacrifica o conteúdo. O filme tem uma estética que lembra videoclipes — cortes rápidos, cenas coreografadas com precisão, uma atenção quase religiosa à luz e à textura da imagem. Mas essa beleza nunca suaviza o que está sendo contado: o peso da violência policial, a herança do racismo estrutural, o poder das redes sociais em moldar narrativas e o risco de ser transformado em símbolo quando só se quer sobreviver.
Daniel Kaluuya e Jodie Turner-Smith: química sob pressão
Grande parte da força do filme vem da atuação do casal protagonista. Daniel Kaluuya, que já havia impressionado o mundo com seu papel em Corra!, entrega aqui um personagem contido, mas profundo. Seu Slim é gentil, quase passivo, até que o mundo exige outra postura. Já Jodie Turner-Smith estreia com força: sua Queen é dura, estratégica, mas não menos sensível. Juntos, eles formam uma dupla que cresce a cada cena — e carrega o filme nas costas.
A química entre os dois vai surgindo aos poucos, sem pressa. Eles não se apaixonam “à primeira vista” — e talvez nem tenham tempo de se apaixonar como gostaríamos. Mas há algo entre eles que é real: um laço forjado sob pressão, que se torna íntimo porque é urgente. Porque não há garantias de um amanhã.
Símbolos, heróis e sacrifícios
É interessante perceber como o filme joga com a ideia de “mártires” e “heróis”. Queen e Slim não queriam ser ícones. Eles não tinham um plano político. Apenas queriam voltar para casa vivos. Mas a internet, a mídia, os protestos — tudo isso os transforma. Vemos cenas de pessoas celebrando o casal, fazendo grafites com seus rostos, tratando-os como símbolos da resistência negra. Mas também vemos o peso que isso impõe: ser transformado em símbolo é, muitas vezes, deixar de ser humano.
O roteiro de Lena Waithe acerta ao mostrar a dualidade disso tudo. Há beleza no levante popular, nos atos de solidariedade, no orgulho comunitário. Mas há também tristeza — porque essa idolatria vem sempre depois da dor. Depois da perda. Depois da violência.
Não é um final feliz. Mas é necessário.
Sem dar spoilers, vale dizer que a trama não entrega um desfecho típico de Hollywood. Não há final amarrado, nem promessas de redenção fácil. O filme termina como começou: com um retrato honesto e, às vezes, duro da realidade. Mas essa honestidade é o que torna o filme tão necessário.
É impossível não se emocionar. É impossível não refletir. E, talvez, seja justamente essa a proposta: fazer a gente parar, nem que por duas horas, e pensar sobre o que significa existir em um mundo onde o racismo ainda mata — direta ou indiretamente.
Uma obra atual, mesmo anos depois
Lançado em 2019, o longa não perdeu a força — pelo contrário. Em 2025, com os debates sobre justiça racial, inteligência artificial e responsabilidade social ganhando novos contornos, a produção americana continua sendo um lembrete do que está em jogo. É um filme sobre escolhas difíceis, sobre amor em tempos sombrios, e sobre como, às vezes, a simples decisão de seguir em frente pode ser um ato revolucionário.
Onde posso assistir?
Além da exibição na TV aberta, o filme também está disponível em plataformas digitais. No Prime Video, você pode alugá-lo a partir de R$ 6,90, oferecendo uma opção acessível para quem prefere assistir no conforto de casa, no horário que quiser. Basta acessar o serviço, buscar pelo título e iniciar a reprodução com poucos cliques.
No próximo dia 25 de setembro, as salas de cinema de todo o Brasil receberão uma novidade cheia de cores, ação e muita diversão: a animação Zoopocalipse – Uma Aventura Animal. Produzido com a expertise de grandes nomes da animação mundial e distribuído pela Diamond Films, a produção promete conquistar públicos de todas as idades ao levar para as telas uma história envolvente que mistura aventura, suspense leve e, acima de tudo, uma celebração da amizade e da diversidade.
Uma história que nasce no coração do zoológico Colepepper
A trama se passa no zoológico fictício Colepepper, um ambiente tranquilo onde os animais levam suas rotinas com naturalidade e harmonia. Essa calmaria, porém, é repentinamente interrompida quando um meteoro cai no local, desencadeando uma reação inesperada: alguns bichos passam a se transformar em zumbis coloridos, criando uma situação caótica e desafiadora.
Diante desse cenário, a protagonista Gracie, uma loba corajosa, porém atrapalhada, interpretada pela influenciadora Viih Tube, assume a missão de salvar o zoológico. Gracie não está sozinha nessa: seu parceiro de aventura é Xavier, um lêmure fã de cinema, dublado por Ed Gama, que traz uma personalidade cheia de curiosidade e inteligência para a narrativa.
Além deles, um grupo diverso de animais com personalidades marcantes compõe o time que embarca nessa jornada. Entre eles, Dan, um leão-da-montanha que esconde seu coração valente sob uma aparência ranzinza; Frida, uma capivara confiante que representa a força feminina e a liderança natural; Ash, o avestruz cheio de estilo e atitude, e Felix, o macaquinho atrapalhado que garante o alívio cômico durante as cenas de tensão.
Direção que une tradição e inovação
O filme tem à frente dois nomes que conhecem muito bem o universo da animação: Ricardo Curtis e Rodrigo Perez-Castro. Ricardo traz em seu currículo produções icônicas como Os Incríveis e Monstros S.A., filmes que marcaram gerações e revolucionaram a animação mundial. Já Rodrigo é reconhecido por trabalhos em Festa no Céu e O Touro Ferdinando, que também conquistaram público e crítica com narrativas emotivas e visualmente impressionantes.
A experiência dessa dupla não só garante uma qualidade técnica de alto nível, mas também uma direção sensível que sabe equilibrar humor, emoção e ação, resultando em um filme que é, ao mesmo tempo, divertido e com profundidade.
Dublagem que dá vida aos personagens
Outro destaque da produção é o elenco de dubladores, que reúne talentos como Luiz Feier, Manolo Rey, Valentina Pawlowna, Jorge Vasconcellos, Carina Eiras, Mauro Horta, Mariangela Cantú, Eduardo Drummond, Jessica Dannemann, Marianna Alexandre, Maurício Berger, Rafinha Lima e Telma da Costa. Essa equipe diversa consegue transmitir as nuances de cada personagem, dando-lhes vozes marcantes que ampliam o apelo emocional da animação.
A presença de Viih Tube como a loba Gracie, além de aproximar o filme do público jovem, também reforça o compromisso da produção em dialogar com as novas gerações de forma autêntica e conectada com suas referências culturais.
Por que Zoopocalipse é um filme para todas as idades
Apesar do tema dos “zumbis” poder soar assustador, a animação equilibra esse elemento com uma abordagem leve, divertida e cheia de criatividade. O resultado é um filme que diverte as crianças, entretém os adolescentes e ainda agrada o público adulto com suas mensagens de união, coragem e superação.
A dinâmica dos personagens, com suas personalidades tão distintas, reforça a importância da diversidade e do trabalho em equipe para enfrentar desafios. O filme mostra que, mesmo em meio ao caos, a solidariedade e a amizade podem ser as armas mais poderosas.
Um olhar brasileiro com alcance internacional
Zoopocalipse – Uma Aventura Animal também se destaca por ser uma produção que une talentos brasileiros com profissionais experientes do mercado internacional, o que eleva a qualidade da obra e amplia seu potencial de sucesso.
A distribuição pela Diamond Films, maior distribuidora independente da América Latina, reforça o compromisso de levar o filme para todas as regiões do país, democratizando o acesso a uma produção nacional que dialoga com temáticas universais e valores positivos.
O que esperar do lançamento
Com estreia marcada para 25 de setembro, a animação chega ao público brasileiro para consolidar uma tendência de animações que combinam diversão com reflexão. O filme promete não só entreter, mas também sensibilizar espectadores de todas as idades, com um roteiro inteligente, personagens cativantes e uma animação que reflete o melhor da técnica contemporânea.