Abaixo, confira o resumo semanal da novela A Rainha da Pérsia, entre os dias 22/07/2024 a 26/07/2024. Esta emocionante trama bíblica é exibida de segunda a sexta-feira, a partir das 21h30, na Record.
No capítulo de segunda, 22 de julho –
Leandro revela que o vídeo onde Vitor se declara responsável pelo desvio de dinheiro da Monter Holding foi, na verdade, criado por Inteligência Artificial. Ele acredita firmemente que o hacker contratado por Gláucia e Vitor esteja por trás dessa manipulação. Durante a conversa, Leandro não economiza elogios a Gláucia, destacando seu progresso e evolução. Suas palavras tocam profundamente Gláucia, que fica visivelmente emocionada e agradece pelo reconhecimento, sentindo-se orgulhosa de suas conquistas e do caminho que trilhou até ali. Enquanto isso, Bassânio presencia uma acalorada discussão entre Branca e Clara. As duas estão brigando intensamente por causa das cartas de um admirador secreto. Clara está cada vez mais preocupada com a possibilidade de Branca estar se envolvendo com Fausto, um homem misterioso e potencialmente perigoso. Pórcia, ao perceber a seriedade da situação, decide intervir e autoriza Bassânio a revelar a verdade para Clara e Branca: Fausto é, na realidade, o admirador secreto que tem enviado as cartas. Essa revelação promete transformar o rumo dos acontecimentos, trazendo à tona novas emoções e conflitos entre os personagens, enquanto eles lidam com as repercussões dessa descoberta e enfrentam os desafios que se apresentam diante deles.
A Record TV apresenta neste sábado, 7 de março de 2026, mais uma edição do tradicional Cine Aventura. A atração da noite será o suspense The Desperate Hour, conhecido no Brasil como “A Hora do Desespero”, produção estrelada por Naomi Watts e dirigida por Phillip Noyce.
O filme acompanha a história de Amy Carr, uma mãe que tenta reorganizar a vida após a morte do marido. Vivendo em uma pequena cidade do interior com os dois filhos, ela busca recuperar a rotina da família e seguir em frente. No entanto, uma manhã aparentemente comum se transforma em um verdadeiro pesadelo.
Enquanto faz sua corrida matinal por uma trilha na floresta, Amy percebe que algo estranho está acontecendo na cidade. Aos poucos, ela descobre que a escola onde seu filho estuda entrou em lockdown após relatos de um atirador ativo no local. Longe da cidade e sem transporte, ela se vê em uma corrida desesperada contra o tempo para tentar descobrir o que está acontecendo.
Isolada na mata e com o sinal de celular instável, Amy tenta obter qualquer informação possível por meio de telefonemas e mensagens de texto. No meio do caos causado pela mobilização policial e pela cobertura da imprensa, ela tenta descobrir se seus filhos estão seguros. Sua filha Emily e seu filho adolescente Noah estudam na mesma escola onde o incidente está acontecendo.
Durante essa busca angustiante por respostas, a protagonista enfrenta diversos obstáculos. Além da distância que a separa da cidade, Amy também precisa lidar com ferimentos e com a falta de informações concretas. Cada nova notícia recebida aumenta a tensão e o medo sobre o que pode ter acontecido dentro da escola.
Ao longo da trama, o suspense cresce à medida que novas pistas surgem. Em meio à confusão e às versões desencontradas, Amy passa a enfrentar uma dúvida devastadora: a possibilidade de que seu próprio filho possa estar envolvido no incidente.
Com uma narrativa intensa e focada na perspectiva da personagem principal, o longa acompanha praticamente em tempo real a corrida desesperada da mãe para entender o que está acontecendo e encontrar uma forma de proteger seus filhos.
O elenco do filme conta ainda com Colton Gobbo e Michelle Johnston em papéis de destaque. O roteiro foi escrito por Chris Sparling, conhecido por histórias de suspense que exploram situações de grande tensão psicológica.
A produção foi filmada na região de North Bay, na província de Ontário, no Canadá, durante o ano de 2020. O longa teve sua primeira exibição pública no Toronto International Film Festival de 2021, onde foi apresentado inicialmente com o título “Lakewood”.
Posteriormente, o filme recebeu o nome definitivo de The Desperate Hour para seu lançamento comercial. A estreia nos cinemas aconteceu em fevereiro de 2022, com distribuição das empresas Roadside Attractions e Vertical Entertainment.
Com pouco mais de uma hora e meia de duração, a produção aposta em uma narrativa direta e cheia de tensão, explorando o desespero de uma mãe diante de uma situação extrema e imprevisível.
Na “Sessão da Tarde” de segunda, Globo exibe “Descendentes 3“
Nesta segunda-feira, 28 de julho de 2025, a TV Globo convida os telespectadores a uma última viagem ao universo de Auradon com a exibição de Descendentes 3, a terceira e emocionante parte da franquia original do Disney Channel que conquistou milhões de fãs pelo mundo. O filme, dirigido por Kenny Ortega — conhecido por seu trabalho em High School Musical — será exibido na “Sessão da Tarde”, prometendo encantar públicos de todas as idades com uma história repleta de aventura, música e redenção.
Lançado em 2019, Descendentes 3 marca o desfecho da jornada dos filhos dos maiores vilões da Disney, consolidando a franquia como uma das mais influentes e queridas da nova geração. A produção também ficou marcada por ser o último trabalho completo do ator Cameron Boyce, que interpretava Carlos, filho de Cruella de Vil, e faleceu pouco antes do lançamento oficial. O filme, portanto, carrega uma carga emocional ainda mais profunda para os fãs que cresceram acompanhando a saga.
Um mundo dividido por herança… e por escolha
Descendentes 3 dá continuidade à proposta da franquia: imaginar como seria um mundo onde os heróis e vilões da Disney envelheceram, formaram famílias e passaram seus legados — e suas cargas — para seus filhos. Mal (Dove Cameron), filha de Malévola e Hades, está prestes a se tornar rainha de Auradon, após aceitar o pedido de casamento do Rei Ben (Mitchell Hope), filho de Bela e Fera.
Mas como sempre acontece em histórias boas, nem tudo corre como o esperado.
Enquanto se prepara para o grande dia, Mal é confrontada por uma série de ameaças que colocam seu futuro — e o de Auradon — em risco. Audrey (Sarah Jeffery), filha da Princesa Aurora, rouba o cetro de Malévola e a coroa do reino, mergulhando na escuridão e se tornando uma versão corrompida de si mesma. Ao mesmo tempo, Hades (Cheyenne Jackson), pai de Mal e senhor do submundo, tenta romper a barreira mágica que isola a Ilha dos Perdidos — um lugar destinado a manter os vilões afastados da sociedade “civilizada”.
A história mergulha em temas como identidade, escolhas pessoais, reconciliação com o passado e o poder de mudar o próprio destino. Para isso, Mal conta com a ajuda dos fiéis amigos Evie (Sofia Carson), Jay (Booboo Stewart) e Carlos (Cameron Boyce), que também voltam à Ilha Proibida com o objetivo de convidar uma nova geração de filhos de vilões a se juntarem à vida em Auradon.
Entre magia, dança e emoção: um musical sobre transformação
Dirigido por Kenny Ortega, mestre das coreografias e das narrativas juvenis cheias de energia, Descendentes 3 mistura elementos de aventura, fantasia, comédia e musical. As cenas de dança coreografadas com precisão e os números musicais contagiantes são parte essencial da identidade da franquia.
As canções originais, como “Queen of Mean”, interpretada por Sarah Jeffery (Audrey), e “Night Falls”, cantada pelo elenco principal, são poderosos reflexos dos dilemas emocionais vividos pelos personagens. Cada música marca um momento de virada, de descoberta ou de conflito — e é esse equilíbrio entre o lúdico e o simbólico que tornou os Descendentes tão populares.
A música, aliás, é mais do que trilha sonora: é o fio condutor da trama. É através dela que os personagens expressam suas frustrações, sonhos, dúvidas e até seus pedidos de perdão.
Elenco carismático e inesquecível
Um dos grandes trunfos de Descendentes 3 é seu elenco jovem, talentoso e absolutamente carismático. Dove Cameron volta a brilhar no papel da corajosa Mal, em uma interpretação mais madura, complexa e emocional do que nos filmes anteriores. Ao seu lado, Sofia Carson, Booboo Stewart e Cameron Boyce formam o núcleo central da história, mostrando a evolução dos filhos dos vilões desde a primeira vez que cruzaram os portões de Auradon.
A performance de Cameron Boyce, em especial, emociona ainda mais neste filme, já que o ator faleceu em julho de 2019, pouco antes do lançamento. Sua presença no longa é cheia de vida, leveza e humor — qualidades que sempre o acompanharam dentro e fora das telas. A Disney prestou homenagens a ele na estreia e em materiais promocionais, e os fãs ao redor do mundo mantêm viva sua memória até hoje.
Completam o elenco nomes como Sarah Jeffery (Audrey), Cheyenne Jackson (Hades), China Anne McClain (Uma), Jadah Marie (Celia), Thomas Doherty (Harry Gancho), Dylan Playfair (Gil), Anna Cathcart (Dizzy Tremaine) e Mitchell Hope (Ben), além de participações especiais de personagens consagrados dos dois primeiros filmes.
De filhos de vilões… a construtores de pontes
Se o primeiro Descendentes falou sobre aceitação e o segundo sobre lealdade, o terceiro filme é, acima de tudo, sobre perdão e construção de pontes. Mal, que durante muito tempo temeu o próprio passado, precisa agora se reconciliar com sua origem para poder construir um futuro diferente — não apenas para si, mas para todas as crianças da Ilha dos Perdidos.
A decisão de abrir Auradon para os jovens da ilha é carregada de significados. A mensagem é clara: ninguém deve ser definido pelas escolhas dos pais. O filme mostra que herança não é destino e que todos — inclusive os “filhos dos vilões” — merecem a chance de recomeçar.
Esse discurso, apesar de inserido em um contexto mágico e lúdico, ecoa fortemente na realidade de muitos jovens que se sentem à margem, estigmatizados ou limitados por suas histórias familiares. Descendentes 3 consegue abordar esse tema com leveza e ao mesmo tempo profundidade.
Um adeus carregado de emoção
Mais do que um capítulo final, Descendentes 3 é uma despedida. E despedidas sempre doem um pouco, especialmente quando envolvem personagens com os quais criamos laços ao longo dos anos.
A narrativa fecha ciclos, responde perguntas, dá espaço para que os personagens cresçam e encerrem suas jornadas de forma digna. Não há vilões definitivos nem heróis perfeitos. O filme propõe a ideia de que todos somos passíveis de erro — e também de redenção.
O reencontro com personagens queridos, o fechamento de arcos emocionais e a maturidade alcançada pelos protagonistas fazem com que esse último capítulo tenha gosto de saudade. Para os fãs, é impossível assistir sem se lembrar da trajetória iniciada em 2015, quando Mal, Evie, Carlos e Jay atravessaram pela primeira vez os portões de Auradon.
Legado e continuação
Apesar de ser o último filme da trilogia principal, a franquia Descendentes ainda rendeu uma animação especial — Descendants: The Royal Wedding — exibida em 2021, que mostrou o casamento de Mal e Ben. Desde então, rumores de novos projetos no universo expandido vêm circulando entre os fãs.
Em 2023, a Disney confirmou o desenvolvimento de Descendants: The Rise of Red, uma nova produção derivada que explora outros descendentes de vilões clássicos. Embora Mal e sua turma não estejam diretamente envolvidos, o legado da trilogia original está mais vivo do que nunca.
Na “Sessão da Tarde” de terça, “Nunca Te Esquecerei” é o grande destaque
Na terça-feira, 29 de julho de 2025, a Sessão da Tarde da TV Globo leva ao ar o drama sensível e tocante “Nunca Te Esquecerei”, estrelado por Nick Nolte e Sophia Lane Nolte, que traz à tona as nuances delicadas do Alzheimer, da memória afetiva e dos vínculos eternos entre avós e netos.
Poucos filmes conseguem tocar o coração com tanta doçura e ao mesmo tempo provocar reflexões profundas sobre o tempo, a perda e o amor como Nunca Te Esquecerei (Head Full of Honey, 2018). Dirigido pelo alemão Til Schweiger e inspirado em sua obra anterior – o sucesso europeu Honig im Kopf (2014) – o longa ganha novo fôlego nesta versão teuto-americana, reimaginada para o público internacional, mas sem perder a essência emocional da história original.
Nesta terça, os telespectadores brasileiros terão a chance de mergulhar nessa comovente jornada na Sessão da Tarde, numa tarde que promete lágrimas, sorrisos e memórias à flor da pele.
Uma viagem contra o esquecimento
A trama gira em torno de Amadeus (Nick Nolte), um idoso carismático que está nos estágios iniciais do Alzheimer. Antes que a doença leve embora todas as suas lembranças, sua neta Matilda (interpretada por sua filha na vida real, Sophia Lane Nolte) decide embarcar com ele em uma última e inesquecível viagem à cidade de Veneza — lugar onde Amadeus viveu momentos marcantes com sua falecida esposa.
Mas essa não é apenas uma viagem geográfica. É uma travessia emocional, carregada de afeto, ternura e também de momentos cômicos e desconcertantes causados pelos lapsos de memória do protagonista. A presença da neta, pura em sua intenção de ajudar o avô a resgatar o passado, torna tudo mais especial e tocante.
A relação entre os dois é o verdadeiro fio condutor da narrativa. Matilda, em sua inocência e sensibilidade, se torna o pilar emocional da história — e a bússola de Amadeus nesse mar revolto que é o esquecimento.
Pai e filha na ficção e na vida real
Um dos grandes destaques de Nunca Te Esquecerei está fora da tela: a relação real entre Nick Nolte e sua filha, Sophia Lane Nolte. Interpretando avô e neta, os dois trazem à cena uma química inegável, que empresta à narrativa uma dose extra de autenticidade e emoção.
Nick Nolte, veterano de Hollywood com indicações ao Oscar por O Príncipe das Marés (1991) e Guerreiro (2011), mostra aqui uma performance sensível e cheia de nuances. Sophia, por sua vez, surpreende com uma atuação delicada e intensa, mesmo sendo seu primeiro grande papel no cinema.
A cumplicidade entre os dois é tão evidente que o espectador esquece que está assistindo a uma ficção. Os olhares trocados, os gestos de carinho, os silêncios compartilhados — tudo contribui para uma narrativa que parece saída da vida real.
Refilmagem emocional com sotaque europeu
Head Full of Honey é, na verdade, uma refilmagem americana do longa-metragem alemão Honig im Kopf (2014), também dirigido por Til Schweiger. Na versão original, o filme foi um fenômeno na Alemanha, tendo atraído mais de sete milhões de espectadores e sendo eleito um dos maiores sucessos de bilheteria daquele ano.
Ciente do potencial da história, Schweiger decidiu levá-la a novos públicos, adaptando-a para o inglês e escalando um elenco internacional com nomes como Matt Dillon (Crash – No Limite), Emily Mortimer (A Invenção de Hugo Cabret), Jacqueline Bisset (Assassinato no Expresso do Oriente), Eric Roberts (Batman: O Cavaleiro das Trevas), entre outros.
As filmagens aconteceram em locações pitorescas da Alemanha e da Itália, com destaque para as belas paisagens de Veneza, que servem como pano de fundo para os momentos mais poéticos da trama. A trilha sonora suave e as imagens delicadas colaboram para construir a atmosfera nostálgica e contemplativa da obra.
Memória, perda e amor: temas que falam à alma
Ao tratar do Alzheimer, Nunca Te Esquecerei aborda com sensibilidade uma das doenças mais devastadoras do século XXI — não apenas para quem sofre com ela, mas também para os familiares e cuidadores. A narrativa opta por um olhar humanizado, sem cair em dramatizações excessivas ou sentimentalismo forçado.
O filme convida o público a refletir sobre o que significa perder as próprias lembranças, e como o amor pode persistir mesmo quando as palavras e os rostos começam a desaparecer. Em tempos de relações tão rápidas e digitais, essa história resgata o valor dos vínculos genuínos — daqueles que sobrevivem à passagem do tempo e ao esquecimento.
Amadeus, mesmo confuso, ainda carrega em si a centelha da ternura. Matilda, mesmo jovem, entende que amar é cuidar, é lembrar por dois, é insistir na esperança. E assim, juntos, eles constroem uma última aventura que vale mais do que qualquer lembrança: uma conexão que permanece na alma, mesmo quando a mente falha.
Uma recepção discreta, mas uma mensagem poderosa
Apesar do sucesso estrondoso do original alemão, a versão americana de Head Full of Honey teve uma recepção modesta. Nos cinemas da Alemanha, onde foi exibida como prévia para o público local, o filme arrecadou apenas US$ 65 mil nas primeiras duas semanas, contrastando com a bilheteria expressiva de seu antecessor.
A crítica também se dividiu. Alguns veículos apontaram certa dificuldade de ritmo e de tom na nova versão. Outros, no entanto, elogiaram a atuação sincera de Nick Nolte e a beleza das locações. Mas, independentemente de números ou resenhas, a verdade é que há filmes que não se medem por bilheteria — e sim por impacto emocional.
Nunca Te Esquecerei é um desses filmes. Uma obra que, apesar de discreta, tem o poder de tocar corações, despertar memórias e inspirar olhares mais ternos sobre o envelhecimento e os laços familiares.
Vale assistir?
Sim. E não apenas por ser um filme bonito — mas porque ele provoca uma reconexão com aquilo que realmente importa: as pessoas, as histórias, os momentos que carregamos conosco, mesmo quando a memória começa a falhar.
Se você tem ou teve um avô, se já cuidou de alguém que enfrenta o Alzheimer, ou se simplesmente quer ver uma história humana, tocante e verdadeira, não deixe de assistir. Prepare um lenço, abra o coração e permita-se lembrar que, no fim, o amor é a memória mais forte que temos.
Quarta é dia de nostalgia com Pica-Pau: O Filme
Nesta quarta, 30 de julho, a tarde da Globo traz uma boa dose de confusão, gargalhadas e nostalgia com Pica-Pau: O Filme (Woody Woodpecker), uma comédia infantojuvenil que resgata o clássico personagem criado por Walter Lantz e Ben Hardaway. O longa, lançado em 2017, mistura live-action com animação digital e promete entreter toda a família com as travessuras do pássaro mais encrenqueiro dos desenhos animados.
A história: o bico afiado contra o concreto
Na trama, o advogado Lance Walters (Timothy Omundson) decide construir uma casa de luxo em uma área verde próxima à fronteira com o Canadá, herdada de seu pai. Ao lado da noiva Vanessa (interpretada pela brasileira Thaila Ayala) e do filho adolescente Tommy (Graham Verchere), ele se instala no terreno paradisíaco. O que ele não esperava era encontrar um morador local nada pacato: o Pica-Pau, que vive justamente na árvore marcada para ser derrubada.
O pássaro, dublado por Eric Bauza, usa toda a sua criatividade para impedir a construção. O embate entre o homem e a natureza se transforma em uma verdadeira guerra cômica, recheada de armadilhas, quedas, explosões e, claro, a risada inconfundível do protagonista.
Um elenco internacional com tempero brasileiro
Além do elenco americano, o filme conta com a participação da atriz brasileira Thaila Ayala, em seu primeiro papel internacional de destaque. Ela vive a vaidosa Vanessa, namorada de Lance, que se vê envolvida nas confusões do pássaro maluco.
Outro destaque vai para Graham Verchere, que interpreta Tommy, o filho de Lance. Durante o conflito entre o pai e o Pica-Pau, o jovem se aproxima do pássaro, iniciando uma improvável amizade — e servindo de ponte para reflexões sobre empatia e convivência com a natureza.
Bastidores e lançamento curioso
Pica-Pau: O Filme foi dirigido por Alex Zamm e teve suas filmagens realizadas no Canadá, em meio a belas paisagens naturais. A produção inicialmente seria inteiramente animada e chegou a ser pensada pela Illumination Entertainment, responsável por sucessos como Meu Malvado Favorito. No entanto, o projeto foi reformulado para o formato híbrido que conhecemos hoje.
Curiosamente, o Brasil foi o primeiro país a receber o filme nos cinemas, em outubro de 2017. O personagem, que tem enorme popularidade entre o público brasileiro, ganhou até uma turnê promocional, com pessoas fantasiadas visitando capitais como São Paulo, Manaus e Olinda. Cenas icônicas dos desenhos animados foram recriadas em pontos turísticos, como as Cataratas do Iguaçu.
Para rir e lembrar
Mais do que uma comédia infantil, o filme fala sobre respeito à natureza, família e o valor da amizade — tudo isso com o bom humor clássico do Pica-Pau. Para os adultos, é uma viagem ao passado. Para os pequenos, uma porta de entrada para o universo de um dos personagens mais carismáticos da animação.
“Uma Prova de Amor” emociona na Sessão da Tarde de quinta (31/07)
Na tarde desta quinta-feira, 31 de julho de 2025, a emissora exibe na Sessão da Tarde um dos dramas mais tocantes do cinema dos anos 2000: “Uma Prova de Amor” (My Sister’s Keeper, 2009). Com direção sensível de Nick Cassavetes, o longa emociona por abordar com profundidade um dos temas mais delicados da vida: até onde alguém pode — ou deve — ir por amor a um filho?
Logo nos primeiros minutos, o espectador é inserido no universo intenso da família Fitzgerald. Tudo começa com a pequena Anna (vivida com doçura e força por Abigail Breslin, de Pequena Miss Sunshine), uma menina que, aos 11 anos, toma uma atitude inesperada: ela procura um advogado e entra com um processo judicial contra seus próprios pais. O motivo? Ela quer o direito de decidir o que fazer com seu corpo — ou melhor, o direito de dizer “não”.
A situação é complexa e dolorosa: Anna foi concebida, através de fertilização in vitro, com um propósito específico — ser compatível com sua irmã mais velha, Kate (Sofia Vassilieva), que desde os 2 anos luta contra uma leucemia agressiva. Desde bebê, Anna vem doando células, sangue e tecidos para manter a irmã viva. Mas agora, ela foi informada de que precisará doar um rim, e sua resposta é um não — um “não” que ecoa como um grito por autonomia, por identidade, por infância.
Do outro lado da história está Sara Fitzgerald, interpretada com garra e fragilidade por Cameron Diaz, uma mãe que abandonou a própria carreira como advogada para se dedicar integralmente à luta pela vida de Kate. Sara é intensa, determinada, e, como muitas mães, se vê disposta a tudo por sua filha — até mesmo ultrapassar limites éticos e emocionais. O que ela não esperava era ser confrontada pela própria filha mais nova, aquela que deveria ser a “solução”.
Entre sessões no hospital, consultas jurídicas e silêncios carregados, o longa constrói uma narrativa poderosa sobre laços familiares, amor em estado bruto e os limites da doação. O pai, Brian (Jason Patric), surge como um contraponto mais sensível e equilibrado, enquanto o advogado excêntrico Campbell Alexander (Alec Baldwin) e a juíza vivida por Joan Cusack completam o quadro com delicadeza.
Mas o que realmente faz de Uma Prova de Amor uma obra tão marcante é a sua humanidade. Não há vilões ou mocinhos — apenas pessoas tentando sobreviver ao impensável, convivendo com a ideia de que a filha pode morrer. A atmosfera do filme é intensa, mas nunca apelativa. Ao contrário: cada decisão dos personagens é atravessada por camadas de amor, desespero, culpa e compaixão.
Com um elenco comprometido, uma trilha sonora delicada e uma reviravolta que surpreende até os espectadores mais atentos, o filme também traz uma questão filosófica difícil de engolir: é justo trazer uma criança ao mundo com um objetivo específico? Quem decide o que é certo ou errado quando a vida de alguém está em jogo? E o que significa, de fato, amar alguém incondicionalmente?
Adaptado do best-seller de Jodi Picoult, o roteiro equilibra com sensibilidade os diálogos afiados com momentos silenciosos que falam mais do que mil palavras. A escolha do diretor Nick Cassavetes (o mesmo de Diário de uma Paixão) pelo tom intimista e cru dá profundidade emocional a cada cena — da dor contida nos olhares à doçura das lembranças entre irmãs.
Mesmo com o peso do tema, o filme consegue emocionar sem soar manipulador. Há leveza em alguns momentos, especialmente na relação entre Kate e seu namorado no hospital, e há beleza até na tristeza que se instala pouco a pouco. A despedida, quando chega, não é só uma despedida de um personagem, mas de um tempo, de uma luta, de um vínculo forjado entre o espectador e essa família ficcional — tão real em sua imperfeição.
Para quem ainda não viu ou quer rever, Uma Prova de Amor é aquele tipo de filme que convida à reflexão e ao acolhimento. Um convite para pensar sobre as múltiplas formas de amar — e sobre como nem sempre as decisões mais difíceis são as erradas.
“Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio” invade a TV Globo com adrenalina, ação e paisagens cariocas
Nesta sexta-feira, 1º de agosto, a TV Globo vai tirar os freios da programação e colocar o pé no acelerador com “Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio” na Sessão da Tarde. Mais do que um blockbuster recheado de ação, o quinto capítulo da franquia que virou fenômeno mundial tem um sabor especial para o público brasileiro: boa parte da história se passa (e foi filmada) no Rio de Janeiro.
Entre perseguições com cofres de 10 toneladas, becos cheios de história e favelas pulsando vida, o longa não apenas mergulha o espectador em um espetáculo de alta octanagem, como também traz um retrato — ainda que hollywoodiano — da Cidade Maravilhosa como pano de fundo de um dos maiores assaltos do cinema moderno. Mas afinal, por que esse filme segue sendo tão marcante para os fãs, especialmente os brasileiros?
Vamos voltar no tempo, abrir as portas dos carros tunados da memória e embarcar nessa jornada.
Quando a velocidade encontrou o Brasil
Lançado em 2011, Velozes & Furiosos 5 – Operação Rio (ou Fast Five, no original) não foi só mais um capítulo da série. Foi o ponto de virada. A franquia, até então centrada em corridas ilegais e carros turbinados, decidiu dobrar a aposta: transformou-se em um verdadeiro épico de ação global. E a escolha do Brasil como cenário não foi mero acaso.
Depois de quatro filmes com altos e baixos, os produtores sabiam que era hora de reinventar. A solução? Uma mistura explosiva: unir todos os personagens icônicos da saga, injetar humor, espionagem e um plano de assalto cinematográfico — tudo com a energia vibrante do Rio como moldura. Era o nascimento de uma nova fase para a franquia.
“Foi uma decisão criativa e estratégica. Queríamos explorar um novo tom, com escala internacional e uma trama que fosse além das corridas. O Rio foi escolhido por sua beleza, caos urbano e cultura pulsante”, disse o diretor Justin Lin na época do lançamento.
Um assalto cinematográfico em solo carioca
Na trama, Dom Toretto (Vin Diesel) e Brian O’Conner (Paul Walker) se refugiam no Brasil após resgatarem Dom de uma prisão nos EUA. Em busca de uma vida nova, aceitam participar de um roubo de carros que rapidamente se revela uma armadilha. Para limpar seus nomes e garantir liberdade definitiva, eles decidem realizar um último e ousado assalto: roubar 100 milhões de dólares do cofre de Hernan Reyes (Joaquim de Almeida), um poderoso e corrupto empresário com tentáculos no crime carioca.
Para isso, convocam um time de elite: Roman (Tyrese Gibson), Tej (Ludacris), Han (Sung Kang), Gisele (Gal Gadot) e outros rostos conhecidos da saga se juntam para formar a “família”. O que segue é uma combinação irresistível de ação, humor e emoção — com direito a reviravoltas, confrontos físicos de tirar o fôlego e a famosa cena do cofre sendo arrastado pelas ruas do Rio.
O Brasil nos olhos de Hollywood — e vice-versa
Apesar do nome “Operação Rio” e das cenas ambientadas na cidade, vale destacar: muitas sequências não foram realmente filmadas no Brasil. Questões logísticas, segurança e custos levaram a equipe a recriar parte das favelas em Porto Rico e filmar cenas de perseguição em outras localidades.
Ainda assim, o impacto foi real. A favela fictícia onde boa parte da história se desenrola foi inspirada no Morro do Vidigal e em outras comunidades cariocas. A produção também contou com locações reais, como o Cristo Redentor, Lapa, Copacabana e Aterro do Flamengo.
Para muitos brasileiros, ver o país estampado em um filme de ação tão grandioso — ainda que por lentes estereotipadas — foi um marco cultural. Houve, sim, críticas sobre a representação do Brasil como um lugar perigoso e dominado por milícias, mas também houve orgulho: o país virou cenário de um blockbuster global, com Vin Diesel e Paul Walker correndo pelas ladeiras cariocas.
A força de um legado (e da “família”)
“Velozes & Furiosos 5” também ficou marcado por consolidar de vez o tema mais querido pelos fãs: a importância da família. Mais do que motores rugindo e explosões em câmera lenta, o longa fala sobre união, lealdade, sacrifício e laços que vão além do sangue.
Foi nesse capítulo que a franquia deixou de ser apenas sobre carros para se tornar sobre personagens. E isso se refletiu no coração do público. A química entre Vin Diesel e Paul Walker atinge seu ápice, e o carisma de Dwayne “The Rock” Johnson como o agente Luke Hobbs eleva o conflito a um novo nível. Os embates físicos entre Hobbs e Dom são brutais, quase como lutas de titãs — e, não à toa, viraram memes e gifs eternos na cultura pop.
Bastidores de uma superprodução
O filme foi gravado em tempo recorde, com orçamento estimado em US$ 125 milhões. O diretor Justin Lin revelou, anos depois, que uma das maiores preocupações era manter o espírito “de rua” dos primeiros filmes, mesmo com toda a escala hollywoodiana.
“Queríamos que o público sentisse o calor do asfalto, a poeira nas vielas, o barulho dos motores em ruas apertadas. E ao mesmo tempo, mostrar que esses personagens estavam crescendo, evoluindo para missões maiores”, contou Lin em entrevista ao Collider.
As gravações movimentaram centenas de profissionais brasileiros, desde figurantes até técnicos de som e motoristas. Para muitos deles, participar da produção foi uma oportunidade única — uma chance de vivenciar o ritmo frenético de uma superprodução.
Paul Walker e o carinho eterno dos fãs
Rever Paul Walker em cena é sempre um momento agridoce. O ator, falecido tragicamente em 2013 em um acidente de carro, ainda é lembrado com carinho pelos fãs da franquia e pelo elenco. Sua presença em Velozes & Furiosos 5 é vibrante, leve e cheia de carisma — lembrando o quanto ele foi essencial para o sucesso da série.
“Paul era o coração da franquia. Tinha uma energia única, uma paixão sincera pelo que fazia. Ele amava carros, amava o Brasil, e se divertiu muito durante as filmagens”, relembrou Vin Diesel em um tributo emocionante em 2021, na celebração dos 10 anos do filme.
Neste sábado, 6 de setembro de 2025, milhões de brasileiros voltaram seus olhos para o concurso 3480 da Lotofácil da Independência, que trouxe um prêmio recorde de R$ 220 milhões, o maior da história desta edição especial. O sorteio ocorreu no Espaço da Sorte, em São Paulo, reunindo atenção nacional e expectativas altas de apostadores de todas as regiões do país. Até o fechamento desta matéria, os números oficiais ainda não haviam sido divulgados, mas este conteúdo será atualizado assim que a Caixa Econômica Federal confirmar os resultados.
Como participar e aumentar suas chances
A Lotofácil da Independência é reconhecida por oferecer uma das melhores combinações entre acessibilidade e probabilidade de premiação. Para apostar, o participante deve marcar entre 15 e 20 números em um volante que conta com 25 opções disponíveis. Os prêmios são distribuídos para quem acerta de 11 a 15 dezenas, o que aumenta a emoção e as chances de ganhar em comparação com outras loterias.
Uma aposta simples de 15 números custa apenas R$ 3,50, oferecendo uma probabilidade de 1 em 3.268.760 de conquistar o prêmio principal. Para aqueles que desejam aumentar consideravelmente as chances, é possível jogar com o máximo de 20 números, elevando a probabilidade para 1 em 211, embora o valor da aposta suba para R$ 54.200.
Além da escolha manual, a Caixa disponibiliza opções que facilitam a participação:
Surpresinha: o sistema seleciona os números automaticamente para o jogador.
Teimosinha: permite repetir a mesma combinação em até 24 concursos consecutivos, garantindo praticidade para os apostadores mais fiéis a certos números.
As apostas podem ser feitas em casas lotéricas credenciadas, pelo portal Loterias Caixa ou pelo aplicativo Loterias Caixa (Android e iOS). O prazo final para registrar as apostas é às 18h do dia do sorteio, duas horas antes do início oficial.
Valores e probabilidades das apostas
Para que os apostadores possam planejar melhor suas estratégias, veja abaixo os valores e as chances de acerto de acordo com a quantidade de números jogados:
15 números: R$ 3,50 — chance de 1 em 3.268.760
16 números: R$ 56 — chance de 1 em 204.298
17 números: R$ 476 — chance de 1 em 24.035
18 números: R$ 2.800 — chance de 1 em 4.006
19 números: R$ 13.500 — chance de 1 em 843
20 números: R$ 54.200 — chance de 1 em 211
Muitos participantes também optam por bolões, uma estratégia que combina dezenas em grupo, aumentando as chances de acerto e dividindo o custo da aposta entre os integrantes. Esse tipo de participação permite que famílias, amigos ou colegas de trabalho unam esforços em busca do prêmio milionário, tornando a Lotofácil da Independência ainda mais emocionante e competitiva.
Um prêmio histórico
O valor de R$ 220 milhões deste concurso não é apenas um número impressionante — ele representa o maior prêmio já registrado na Lotofácil da Independência e reforça a importância deste sorteio especial dentro do calendário das loterias brasileiras. O montante é suficiente para transformar a vida de qualquer apostador, possibilitando desde a realização de sonhos pessoais até investimentos e projetos de longo prazo. A edição deste ano atraiu atenção de celebridades, influenciadores digitais e milhões de participantes que registraram suas apostas em todo o país.
Confira os números sorteados
O tão esperado concurso 3480 da Lotofácil da Independência finalmente revelou os números que podem mudar a vida de milhares de brasileiros. As dezenas sorteadas foram:
Os apostadores que acertarem todas as 15 dezenas levam o prêmio principal de R$ 220 milhões, enquanto aqueles que conseguirem entre 11 e 14 acertos recebem valores proporcionais, de acordo com a tabela oficial de premiação da Caixa. É fundamental lembrar que os vencedores devem retirar os prêmios em qualquer agência da Caixa Econômica Federal, apresentando documento de identidade e CPF, seguindo os procedimentos oficiais.
Além disso, esta matéria será atualizada assim que houver informações oficiais sobre os ganhadores, incluindo a cidade, o estado e o valor exato pago aos premiados. Assim, os leitores poderão acompanhar de perto quem se tornou o mais novo milionário da Lotofácil da Independência 2025.
Por que a Lotofácil da Independência é tão popular?
Diferente de outras loterias, a Lotofácil da Independência combina simplicidade, boas chances de premiação e valores acessíveis, o que explica seu sucesso entre jogadores iniciantes e veteranos. O fato de premiar até mesmo quem acerta 11 dezenas cria um incentivo extra, garantindo que mais pessoas saiam ganhando, mesmo que parcialmente. A modalidade especial de Independência também ganha destaque por oferecer prêmios recordes, atraindo apostas de todo o Brasil.
Uma das animações mais populares dos últimos tempos, Toy Story 5 vai chegar um pouco antes do previsto aos cinemas brasileiros. O longa contará com sessões antecipadas em 17 de junho, permitindo que o público assista ao filme um dia antes da estreia oficial, marcada para 18 de junho.
Essa decisão coloca o Brasil entre os primeiros mercados a exibir o novo capítulo da franquia, que retorna depois de seis anos desde o último filme principal. A estratégia acompanha o interesse crescente em torno do retorno dos personagens da Pixar em uma nova fase da história.
Qual será a história de Toy Story 5?
Depois dos acontecimentos de Toy Story 4, Woody segue um caminho próprio e decide não voltar com Bonnie, passando a se dedicar a ajudar brinquedos esquecidos a reencontrarem crianças ou novos lares. Essa decisão muda completamente a dinâmica do grupo que ficou no quarto da menina, agora lidando com uma nova fase da infância dela.
Sem Woody por perto, Jessie acaba assumindo naturalmente a responsabilidade de liderar os brinquedos de Bonnie. Buzz Lightyear entra como apoio direto nessa organização, tentando manter tudo funcionando dentro do possível, mesmo com as mudanças constantes de humor e interesse da criança.
O cenário fica ainda mais instável quando Bonnie, já com oito anos, começa a se afastar dos brinquedos tradicionais e se envolve com um novo tipo de distração: um tablet em formato de sapo chamado Lilypad. Esse novo objeto rapidamente ganha espaço no dia a dia dela e acaba mudando a forma como ela interage com os antigos brinquedos, que passam a enfrentar um novo tipo de “concorrência” dentro do quarto.
Quem faz parte do elenco?
A nova produção traz de volta nomes que ajudaram a construir a identidade da franquia ao longo dos anos. Tom Hanks retorna como Woody e Tim Allen volta como Buzz Lightyear, mantendo a dupla central da história. Jessie, interpretada por Joan Cusack, também está de volta, assim como Garfinho, novamente com a voz de Tony Hale.
Outros nomes conhecidos continuam no projeto, como John Ratzenberger, Wallace Shawn, Blake Clark, Annie Potts, Bonnie Hunt e Kristen Schaal. A presença deles ajuda a manter a continuidade emocional da franquia, algo que sempre foi uma das marcas da série.
Além dos personagens já conhecidos, o filme também abre espaço para novas vozes. Entre os nomes inéditos estão Greta Lee, Conan O’Brien, Craig Robinson, Shelby Rabara, Scarlett Spears, Mykal-Michelle Harris, Matty Matheson, Jeff Bergman, Anna Vocino, John Hopkins e Ernie Hudson.
Dois novos personagens chamam atenção nesse grupo: Lilypad, interpretada por Greta Lee, e Smarty Pants, com voz de Conan O’Brien. As adições indicam que a história vai expandir o universo dos brinquedos com novas personalidades e conflitos.
Outro detalhe curioso é que Tim Allen também vai interpretar uma versão alternativa de Buzz Lightyear chamada Multi-Buzz, formada por múltiplas unidades do personagem em uma versão mais tecnológica.
Como o retorno de Toy Story 5 começou a tomar forma?
A ideia de um novo filme começou a ganhar força em 2019, quando Tim Allen comentou publicamente que gostaria de ver a franquia continuar. Na época, existia a sensação de que Toy Story 4 poderia encerrar a história, algo que chegou a ser cogitado por Tom Hanks.
Em 2023, a Disney confirmou oficialmente que o projeto estava em desenvolvimento. Bob Iger, CEO da empresa, afirmou que o novo filme já estava em produção ativa, reforçando que a franquia ainda teria espaço para continuar.
Logo depois, Pete Docter, diretor criativo da Pixar, comentou que o novo longa teria elementos diferentes dos anteriores, sugerindo uma abordagem mais ousada dentro do universo já conhecido.
Nesta terça-feira, 29 de julho, o SBT apresenta aos telespectadores uma produção eletrizante no Cine Espetacular: o filme “Tiro Certo”. Com uma trama que mescla ação militar, suspense e drama político, o longa dirigido por James Nunn traz uma narrativa que acompanha um esquadrão de elite da Marinha dos Estados Unidos em uma missão de alto risco para impedir um ataque terrorista na capital norte-americana. A exibição promete atrair os fãs do gênero que apreciam uma história bem construída, personagens com motivações complexas e sequências de ação intensas e bem coreografadas. As informações são do AdoroCinema.
Uma missão arriscada que desafia confiança e liderança
O enredo gira em torno do esquadrão SEAL da Marinha, uma força especial treinada para operações de alto impacto e infiltração em ambientes hostis. Liderados pelo tenente Jake Harris, interpretado por Scott Adkins — ator renomado no cinema de ação por sua habilidade em cenas físicas e artes marciais — o grupo recebe a tarefa de resgatar um prisioneiro de uma prisão ultrassecreta da CIA localizada em uma ilha isolada. A situação se torna ainda mais tensa quando a analista da CIA Zoe Anderson, papel de Ashley Greene Khoury, tenta persuadir os superiores a liberar o suspeito terrorista com base em informações sigilosas, mas o vice-gerente da instalação, Jack Yorke, demonstra desconfiança, rejeitando o pedido e aumentando a tensão dentro da base.
Esse embate interno cria uma atmosfera de incerteza e conflito, que é ainda mais ampliada quando insurgentes organizam um ataque para resgatar o prisioneiro, colocando em risco não apenas a missão, mas a segurança nacional. O filme explora, portanto, não apenas as ações bélicas, mas também os dilemas éticos, políticos e estratégicos que envolvem operações militares contemporâneas. A necessidade de cooperação entre setores conflitantes e a liderança firme do tenente Harris são centrais para a narrativa, trazendo camadas de tensão e suspense que sustentam o interesse do espectador do início ao fim.
Elenco experiente e direção focada no ritmo e realismo
O elenco de “Tiro Certo” reúne talentos que agregam credibilidade e dinamismo à trama. Scott Adkins, já conhecido por sua versatilidade em papéis que exigem ação e dramaticidade, entrega uma performance que equilibra habilidade física e nuances emocionais, dando vida a um líder marcado pela pressão e pela responsabilidade de salvar vidas sob circunstâncias extremas. Ashley Greene Khoury, com sua experiência em filmes de suspense e drama, adiciona uma camada de complexidade ao papel da analista, personificando o conflito entre o dever institucional e a convicção pessoal.
Ryan Phillippe também compõe o elenco, contribuindo para a tensão dramática e adicionando peso à dinâmica entre os personagens. A direção de James Nunn, que coescreveu o roteiro junto com Jamie Russell, se destaca pela construção de um ritmo acelerado e por cenas de ação bem estruturadas, que não apenas impressionam pela coreografia, mas também avançam a trama e aprofundam os personagens. O filme consegue, assim, atender às expectativas dos aficionados por filmes de ação contemporâneos, que valorizam tanto o entretenimento quanto o desenvolvimento narrativo coerente.
Disponibilidade multiplataforma para diferentes perfis de audiência
Além da exibição gratuita na televisão aberta, “Tiro Certo” está disponível em diversas plataformas de streaming, o que amplia o acesso ao público que prefere consumir conteúdo sob demanda. O filme pode ser assistido via assinatura no Telecine, uma das principais plataformas de cinema por streaming no Brasil, e também está disponível na Amazon Prime Video, onde pode ser assistido mediante assinatura ou aluguel digital, com preços a partir de R$ 14,90.
Essa variedade de opções reflete a crescente importância do mercado de streaming para a difusão de filmes de ação e garante que o público possa escolher o melhor momento e formato para acompanhar essa produção. Para os fãs do gênero que desejam rever o filme ou assisti-lo pela primeira vez com maior comodidade, essa flexibilidade é um diferencial significativo.
Um filme que reflete desafios contemporâneos de segurança e confiança
Embora “Tiro Certo” seja, essencialmente, um filme de entretenimento, ele toca em questões atuais sobre segurança, vigilância, decisões governamentais e cooperação entre diferentes setores do poder. A narrativa que mostra o embate entre agentes da CIA e militares da Marinha em meio a uma crise terrorista simula as complexidades reais enfrentadas por forças de segurança e inteligência em um mundo marcado por ameaças múltiplas e por vezes imprevisíveis.
A trama também aborda as dificuldades de comando em situações de pressão extrema, onde decisões rápidas podem significar a diferença entre a vida e a morte. Esse aspecto humano e psicológico da missão traz profundidade ao filme e evita que ele se restrinja a uma mera sucessão de cenas de ação, oferecendo ao espectador uma experiência mais rica e envolvente.
Recomendações para o público
Com duração de 1h36min, “Tiro Certo” é uma escolha acertada para quem busca uma história de ação compacta e eficaz, que não perde tempo e mantém a tensão até o último minuto. Ideal para fãs de filmes militares, thrillers de ação e dramas que envolvem espionagem e terrorismo, o longa oferece uma combinação de suspense, estratégia e confrontos que devem agradar especialmente ao público masculino adulto, embora seja acessível para todos que apreciam o gênero.
O clássico da literatura inglesa O Morro dos Ventos Uivantes, escrito por Emily Brontë em 1847, ganha uma nova adaptação cinematográfica, trazendo uma abordagem gótica e psicológica para os cinemas. A obra é reconhecida por suas intensas emoções, conflitos familiares e paixões arrebatadoras que atravessam gerações. Com o primeiro trailer já lançado, a produção desperta grande expectativa entre fãs do livro e do cinema dramático.
A narrativa se concentra em duas famílias – os Earnshaw e os Linton – cujas vidas se entrelaçam de forma turbulenta. A história é apresentada pelo Sr. Lockwood, inquilino de Thrushcross Grange, que conhece os acontecimentos de Wuthering Heights através da governanta Nelly Dean. O cerne da trama é o amor intenso e conturbado entre Heathcliff, um órfão adotado pelo Sr. Earnshaw, e Catherine Earnshaw, filha da família. Entre amor, ódio e vingança, os protagonistas enfrentam dilemas que moldam não apenas suas vidas, mas também o destino das famílias ao seu redor, tudo ambientado na paisagem tempestuosa de Yorkshire, quase um personagem à parte na história.
A adaptação é escrita, dirigida e produzida por Emerald Fennell (Promising Young Woman, Saltburn), cineasta conhecida por seu olhar sensível e provocador, que combina drama psicológico e intensidade emocional. Fennell promete uma versão fiel ao espírito do romance, mas com uma linguagem cinematográfica contemporânea que conecta o público moderno à obra do século XIX.
Elenco principal
No papel de Catherine Earnshaw, Margot Robbie (O Lobo de Wall Street, Barbie) lidera o elenco, trazendo não apenas sua experiência como atriz, mas também seu papel como produtora pelo selo LuckyChap Entertainment. Robbie já demonstrou parceria com Emerald Fennell em Promising Young Woman e Saltburn, garantindo alinhamento criativo e uma interpretação profunda da protagonista, entre inocência, força e vulnerabilidade.
Jacob Elordi (Euphoria, Saltburn) interpreta Heathcliff, personagem central da trama. Conhecido por sua intensidade dramática, Elordi encara o papel do órfão que cresce sob traumas e desenvolve um amor obsessivo por Catherine. Sua escolha gerou debate, já que Heathcliff é descrito no livro como de pele escura, mas a diretora Emerald Fennell enfatizou a prioridade de explorar a química emocional entre os protagonistas.
A jovem Charlotte Mellington assume a versão infantil de Catherine, dando vida à inocência, curiosidade e primeiras descobertas da personagem. Ao lado dela, Owen Cooper interpreta o jovem Heathcliff, retratando as origens de seu caráter complexo e a semente do amor e do ressentimento que marcarão sua vida. Ambos são estreantes no cinema, trazendo frescor e naturalidade à narrativa.
Hong Chau (O Grito do Silêncio, The Whale) vive Nelly Dean, a governanta que conhece todos os segredos das famílias Earnshaw e Linton e funciona como narradora da história. Sua interpretação promete equilibrar empatia e firmeza, conduzindo o público pelos dramas que se desenrolam em Wuthering Heights. Vy Nguyen, que faz sua estreia cinematográfica, interpreta a jovem Nelly, revelando a origem da personagem e seu vínculo com as famílias que serve.
Entre os Linton, Shazad Latif (Star Trek: Discovery, Homeland) assume Edgar Linton, personagem refinado, sensível e educado, contrapondo-se ao temperamento intenso de Heathcliff. Sua atuação promete evidenciar o lado mais racional e emocionalmente contido da história. Alison Oliver (Saltburn) interpreta Isabella Linton, irmã de Edgar, cuja trajetória e escolhas impactam diretamente a relação entre as famílias e a evolução do conflito central.
Complementando o elenco, Martin Clunes e Ewan Mitchell trazem experiência e presença aos papéis de figuras secundárias, mas essenciais para o desenvolvimento do enredo. Seus personagens adicionam profundidade às relações familiares e servem como contrapontos às paixões intensas de Catherine e Heathcliff.
Produção e desenvolvimento
Emerald Fennell anunciou o projeto em julho de 2024, revelando seu interesse em trazer uma adaptação cinematográfica intensa e fiel ao romance. Em setembro do mesmo ano, Margot Robbie e Jacob Elordi foram confirmados como protagonistas, consolidando uma parceria de confiança que já havia se mostrado bem-sucedida em Saltburn (2023). Robbie, além de atuar, assume a produção do filme, garantindo alinhamento entre visão artística e execução.
A disputa pelos direitos de distribuição chamou atenção em outubro de 2024, quando a Netflix ofereceu US$ 150 milhões. No entanto, Fennell e Robbie optaram por um lançamento tradicional nos cinemas, buscando uma experiência completa para o público. A Warner Bros. Pictures venceu a disputa com US$ 80 milhões, atendendo à exigência da diretora e da produtora de garantir uma campanha de marketing significativa e ampla distribuição.
Filmagens e locações
A fotografia principal aconteceu no Reino Unido entre janeiro e abril de 2025, utilizando câmeras VistaVision de 35 mm, que captam detalhes e cores de forma impressionante. O diretor de fotografia, Linus Sandgren (La La Land, Nope), trabalhou na construção de imagens que refletem a intensidade emocional dos personagens e a dramaticidade do cenário natural.
O filme foi rodado em locações icônicas nos Yorkshire Dales, incluindo os vales de Arkengarthdale e Swaledale, a vila de Low Row e o Parque Nacional Yorkshire Dales. As paisagens reforçam a atmosfera gótica do romance, com ventos uivantes, colinas sombrias e casas isoladas que contribuem para a sensação de isolamento e tensão emocional. Além disso, os Sky Studios Elstree receberam cenas internas, permitindo um design detalhado que contrasta a austeridade de Wuthering Heights com a elegância de Thrushcross Grange.
Trilha sonora e identidade sonora
A trilha sonora do filme será composta por Anthony Willis, responsável por criar ambientes sonoros que reforçam o drama e a tensão das cenas. Para adicionar um toque contemporâneo, Charli XCX contribuirá com canções originais, estabelecendo uma conexão entre passado e presente. A música, elemento essencial em filmes góticos e dramáticos, promete intensificar a experiência emocional do público, tornando cada cena ainda mais impactante.
Desafios e relevância da adaptação
Adaptar O Morro dos Ventos Uivantes é um desafio devido à densidade do romance e à complexidade de seus personagens. A obra de Brontë é conhecida por suas múltiplas camadas narrativas, incluindo a intercalada história do Sr. Lockwood e de Nelly Dean, que exige atenção para não perder coerência na tela. Fennell precisou equilibrar fidelidade ao texto com linguagem cinematográfica moderna, criando uma experiência envolvente para o público contemporâneo.
A escolha de Jacob Elordi como Heathcliff, apesar de gerar debate sobre representatividade racial, demonstra a prioridade da diretora em explorar a intensidade emocional e a química entre os protagonistas, aspectos centrais para contar esta história de amor e ódio
O programa Mosaico, da Rádio Nacional da Amazônia, dedica uma série especial à vida e à obra de Thiago de Mello, um dos maiores nomes da literatura brasileira, em comemoração ao centenário do poeta, que faleceu em 2022. A primeira transmissão especial será na segunda-feira (30), data em que Thiago completaria 100 anos, a partir das 12h30, reunindo depoimentos, música, poesia e análises de especialistas sobre sua trajetória.
A série, composta por quatro episódios, inclui trechos de um documentário inédito, produzido pela Editora Valer, responsável pela programação que celebra o centenário do escritor. O conteúdo busca explorar a vida do poeta amazonense, seu engajamento social e sua influência na literatura e na música brasileira.
Entre os dias 26 e 30 de março, o Festival Literário do Amazonas oferece oficinas, palestras, rodas de conversa, mesas de debate e recitais musicais gratuitos no Valer Teatro, em Manaus, ampliando as celebrações pelo centenário de Thiago de Mello.
Apresentado por Ana Pimenta, o programa também destaca o legado musical do poeta, incluindo o álbum Mormaço na Flores – Mandela, que dialoga com a força poética e o engajamento social presentes em sua obra.
Entre os convidados da série especial estão Neiza Teixeira, escritora e coordenadora editorial da Editora Valer, e o filho do poeta, Thiago de Mello Jr., que compartilham memórias pessoais e revelam como os versos do artista inspiraram nomes consagrados da música brasileira, como Pixinguinha, Sérgio Ricardo e Ary Barroso.
Com esta programação, o Mosaico reforça a importância de Thiago de Mello para a literatura e a cultura brasileiras, oferecendo ao público uma imersão completa na vida, na poesia e na música de um dos escritores mais influentes do país.
Neste domingo, 28 de dezembro de 2025, o Cine Maior Especial, da Record TV, leva ao ar Agente das Sombras, um thriller de ação e suspense que mergulha em conspirações governamentais, dilemas morais e no desgaste emocional de quem passou a vida servindo a um sistema que já não reconhece. Lançado em 2022 e dirigido por Mark Williams, o filme traz Liam Neeson em mais um papel que dialoga diretamente com sua fase mais madura no cinema: a de homens cansados, marcados pelo passado e em busca de algum tipo de redenção.
Mesmo cercado por críticas negativas e um desempenho decepcionante nas bilheteiras, Agente das Sombras ganha um novo fôlego ao chegar à televisão aberta. Longe das expectativas do circuito comercial, o longa se apresenta como um entretenimento tenso e reflexivo, que propõe questionamentos incômodos sobre abuso de poder, segredos de Estado e os limites da obediência.
Liam Neeson interpreta Travis Block, um veterano da Guerra do Vietnã que trabalha de forma extraoficial para o FBI. Ele não aparece em crachás, não participa de coletivas de imprensa e não recebe medalhas. Travis é acionado quando algo precisa ser resolvido rapidamente, fora das regras e longe da opinião pública. É um “homem das sombras”, alguém que existe apenas para proteger a imagem da instituição.
No entanto, ao contrário de outros personagens de ação, Travis não demonstra orgulho do que faz. Pelo contrário: ele carrega no corpo e no olhar o peso de anos vivendo à margem, resolvendo problemas que nunca poderiam vir à tona. Seu maior desejo é simples e profundamente humano: se aposentar, deixar para trás a violência e aproveitar o tempo com a filha Amanda e a neta Natalie. Esse sonho, porém, parece cada vez mais distante.
A história toma um rumo decisivo com o assassinato da ativista política Sofia Flores, morta em um atropelamento claramente planejado após discursar em defesa da igualdade racial e de gênero em Washington, D.C. O crime, brutal e silencioso, levanta suspeitas desde o início, principalmente quando o FBI trata o caso com rapidez excessiva e poucas explicações.
É nesse cenário que Travis recebe mais uma missão de seu superior, Gabriel Robinson, diretor do FBI vivido por Aidan Quinn. Robinson ordena que ele capture Dusty Crane, um agente infiltrado que passou a agir por conta própria. Dusty, interpretado por Taylor John Smith, não é apenas um fugitivo: ele representa a consciência que começa a despertar dentro de um sistema acostumado a agir sem questionamentos.
Dusty decide procurar a imprensa e entra em contato com a jornalista Mira Jones, personagem de Emmy Raver-Lampman. Ele afirma ter provas de uma operação ultrassecreta chamada Operação Unity, um programa interno do FBI responsável por eliminar civis considerados ameaças ideológicas ao governo. Entre essas vítimas estaria a própria Sofia Flores.
Enquanto Travis tenta cumprir sua missão, ele começa a perceber que algo não está certo. Dusty não age como um criminoso comum, mas como alguém desesperado para expor uma verdade perigosa. O encontro marcado entre Dusty e Mira em um museu, seguido de uma nova fuga e da execução do agente, marca um ponto de virada definitivo para o protagonista.
Antes de morrer, Dusty revela a Travis que foi o próprio Robinson quem ordenou o assassinato de Sofia. A partir daí, o filme deixa de ser apenas uma história de perseguição e assume um tom mais político e crítico, colocando em xeque a estrutura de poder que Travis ajudou a sustentar por anos.
A personagem de Mira Jones ganha força conforme a trama avança. Determinada a publicar a verdade, ela enfrenta resistência, ameaças veladas e o medo constante de ser silenciada. Seu editor, Drew, decide seguir com a investigação, mas acaba pagando o preço mais alto: ele é assassinado em um falso acidente de carro, da mesma forma que Sofia e Dusty.
Esses eventos reforçam o clima de paranoia e deixam claro que ninguém está seguro. Nem mesmo Travis. Pouco depois, sua filha e sua neta desaparecem, colocando o protagonista diante de um dilema devastador: continuar obedecendo ordens ou enfrentar o sistema para salvar quem ama.
Consumido pela culpa e pela revolta, Travis decide agir por conta própria. Com a ajuda de Mira, ele descobre que Robinson mantém um cofre em casa com segredos do governo. O confronto entre os dois é um dos momentos centrais do filme, não apenas pela ação, mas pelo embate moral entre quem acredita estar acima da lei e quem finalmente decide não fechar mais os olhos.
Dentro do cofre, Travis encontra provas concretas da Operação Unity. Um tiroteio se inicia, agentes tentam silenciá-lo, mas, pela primeira vez, ele luta não para proteger a instituição, e sim para expor seus crimes. A vitória de Travis não é celebrada com euforia, mas com alívio. É o fim de um ciclo de obediência cega.
Com as provas em mãos, Travis força Robinson a se entregar às autoridades. A conspiração vem à tona, Mira conclui sua reportagem revelando o acobertamento governamental, e o FBI é colocado sob escrutínio público. Amanda e Natalie reaparecem, protegidas até então por um programa de testemunhas, permitindo que Travis finalmente se aposente e retome uma vida que parecia perdida.
O final não é triunfal no sentido clássico dos filmes de ação. Não há discursos grandiosos ou promessas de um mundo melhor. Há, sim, a sensação de que a verdade, mesmo tardia, ainda tem valor — e que escolhas difíceis podem, de alguma forma, trazer paz.
Agente das Sombras enfrentou duras críticas em seu lançamento. Com orçamento estimado em US$ 43 milhões e arrecadação global em torno de US$ 16 milhões, o filme foi considerado um fracasso comercial. Muitos críticos apontaram falhas no roteiro, na direção e na construção das cenas de ação, além de classificarem o longa como um dos trabalhos mais fracos da carreira recente de Liam Neeson.
Os fãs de Wicked terão uma oportunidade especial de reviver a magia de Oz antes de conhecer o desfecho da história. O primeiro filme, lançado em 2024, será reexibido em sessões exclusivas nos cinemas brasileiros nos dias 16 e 19 de novembro. Os ingressos já estão à venda pelo ingresso.com, com valores que variam de R$ 15,14 a R$ 64,97, permitindo que o público escolha entre diferentes horários e formatos de exibição.
A segunda parte do musical cinematográfico dá continuidade à narrativa da primeira adaptação, explorando os desdobramentos da trajetória de Elphaba, a jovem de pele verde que se torna a Bruxa Má do Oeste. A trama aprofunda os conflitos internos e externos da protagonista, mostrando sua luta contra as injustiças do reino de Oz e seu relacionamento complexo com Glinda, agora a Bruxa Boa do Sul. A sequência promete expandir ainda mais o universo fantástico, com novas alianças, desafios e surpresas para os espectadores.
Um elenco de peso e personagens memoráveis
O filme mantém o elenco central que conquistou os fãs e introduz personagens inéditos que prometem enriquecer a história. Cynthia Erivo retorna como Elphaba, trazendo força, vulnerabilidade e uma presença marcante. Ariana Grande interpreta Galinda, agora Glinda, equilibrando charme, humor e maturidade enquanto a personagem enfrenta novas responsabilidades como a Bruxa Boa do Sul.
Michelle Yeoh interpreta Madame Morrible, diretora da Universidade Shiz, enquanto Jeff Goldblum retorna como o carismático Mágico de Oz. Jonathan Bailey vive Fiyero Tigelaar, Ethan Slater é Boq, Marissa Bode interpreta Nessarose Thropp, Bowen Yang é Pfannee, Bronwyn James é ShenShen, e Keala Settle assume Miss Coddle, uma personagem criada exclusivamente para esta sequência. Além disso, novos rostos como Aaron Teoh, Grecia de la Paz, Colin Michael Carmichael e Adam James ajudam a ampliar o universo do filme. A presença de Dorothy Gale e seu cachorro Totó também conecta a narrativa à história clássica de Oz, preparando o terreno para interações memoráveis entre personagens antigos e novos.
Origem e legado do musical
Wicked nasceu como um musical criado por Stephen Schwartz e Winnie Holzman, baseado no livro de Gregory Maguire, que reimagina a história clássica de O Mágico de Oz. A obra original desafia a visão simplista de “bem” e “mal”, humanizando personagens como a Bruxa Má do Oeste e apresentando suas motivações, medos e dilemas.
Desde sua estreia na Broadway, em 2003, o musical se tornou um fenômeno global, quebrando recordes de bilheteria e conquistando críticos e fãs. A produção viajou pelo mundo, sendo encenada em países como Reino Unido, Alemanha, Japão, Coreia do Sul, Austrália, Finlândia, Dinamarca, Singapura, Países Baixos, México e Brasil. Sua mistura de drama, música e fantasia conquistou diferentes gerações, consolidando Wicked como um marco da cultura pop contemporânea.
Preparando o terreno para a continuação
A segunda parte do filme tem lançamento previsto para 20 de novembro de 2025 nos Estados Unidos e promete expandir a mitologia do universo de Oz. Novos personagens, como Dorothy Gale, e situações inéditas trazem desafios e conflitos ainda maiores, mantendo a combinação de fantasia, música e drama emocional que consagrou o primeiro filme. O público pode esperar cenas de tirar o fôlego, números musicais marcantes e momentos de introspecção que aprofundam o arco de cada personagem.