Resumo semanal da novela A Viagem 03/09/2024 a 07/09/2024

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No capítulo 116, exibido nesta terça, 3 de setembro, Otávio, Júlia e Samuel se reúnem no Bosque das Águas, um local tranquilo e espiritual, para um momento de oração e reflexão. A paz do ambiente contrasta com os desafios que enfrentam fora dali. Lisa, decidida a esclarecer a situação de Téo, revela ao psiquiatra todas as nuances do que ocorreu com ele. Téo, após os acontecimentos recentes, está em um estado delicado, mas o psiquiatra oferece uma palavra de encorajamento, garantindo que com o devido tratamento e apoio, Téo está no caminho da recuperação. Em um gesto de compromisso e amor, Hélio (Leonardo José) se ajoelha e pede Naná (Keila Bueno em casamento, prometendo um futuro juntos e uma vida repleta de felicidade. Ao mesmo tempo, Agenor (John Herbert) decide fazer o mesmo pedido a Cininha, que, em um toque de originalidade, sugere que ele primeiro convide Fátima (Lolita Rodrigues) para um encontro no cinema. Ela acredita que esse gesto pode fortalecer os laços entre todos. Diná, com uma intenção de aproximação, convida Lisa para um jantar em sua casa. Ela vê essa oportunidade como uma chance para unir Lisa a Patty (Viviane Pinheiro), e seu plano resulta em sucesso. Diná também consegue reverter a decisão sobre o projeto do mini shopping, fazendo com que o projeto seja devolvido a Téo, trazendo uma onda de alívio e esperança para ele. Cininha, revelando uma faceta inesperada de sua personalidade, conta a Carmem (Suzy Rêgo) quem realmente é o Mascarado, desmascarando a identidade por trás da máscara e deixando Carmem em choque. Raul, preocupado com o futuro de seu relacionamento, avisa Andrezza que, ao retornar de sua viagem, ela terá que tomar uma decisão difícil: escolher entre ele e a mãe dela. A escolha que se aproxima é uma que pode mudar o curso de suas vidas. Ismael (Jonas Bloch), determinado a escapar das garras da polícia, começa a planejar uma fuga para a Europa. Ele comunica a Estella (Lucinha Lins) sua intenção de levar Bia (Fernanda Rodrigues) com ele. Estella, contrária à ideia, tenta dissuadi-lo, mas Ismael, impassível, a ameaça, insistindo que realizará a viagem, com ou sem o seu consentimento.

No capítulo 117, exibido nesta quarta, 4 de setembro, Otávio, sentindo a necessidade de reconectar-se com seu passado e com seus entes queridos, solicita permissão para retornar à Terra. Seu pedido é prontamente aceito, e ele volta com um misto de esperança e ansiedade. No entanto, ao chegar, ele testemunha uma acalorada discussão entre Tato e Dudu. O conflito entre os dois é intenso e carrega uma carga emocional profunda, o que deixa Otávio profundamente entristecido. Ele observa a dor e a tensão entre eles, desejando poder intervir e oferecer conforto. Seu maior desejo é reencontrar Diná, a quem anseia abraçar e compartilhar suas experiências. Enquanto isso, em um cenário de romance e dúvida, Sofia (Roberta Índio do Brasil) e Zeca (Irving São Paulo) se encontram em um momento de paixão e intimidade, trocando um beijo ardente. No entanto, Zeca, tomado por incertezas, pergunta a Sofia se ela ainda nutre sentimentos pelo pai do bebê que espera. A resposta de Sofia é direta e dolorosa; ela diz a Zeca que acha melhor que eles se separem, pois seu coração está dividido e a situação é complexa. Zeca, apesar de sua dor, confessa seu amor por Sofia, mas a decisão de se separar parece ser inevitável. Na residência de Diná, Lisa participa de um jantar, onde a atmosfera é cordial, mas carrega uma tensão subjacente. Durante o encontro, Estella procura Diná em busca de ajuda para resolver os problemas complexos que enfrenta com Ismael. Diná, mostrando sua disposição para ajudar, ouve as angústias de Estella e promete auxiliá-la. Enquanto isso, Cininha revela a Tibério que ouviu a conversa dele com o Mascarado, o que deixa Tibério em uma posição delicada e preocupada com as implicações dessa revelação. Carmem, por sua vez, decide revelar a Lisa uma verdade chocante: o verdadeiro Mascarado é Adonai. Determinada a esclarecer a situação, Carmem busca um confronto com o Mascarado. Durante esse encontro, o Mascarado mostra a Carmem um jornal com sua história, revelando detalhes que a surpreendem. Após esse momento de revelações e desabafos, Carmem, abalada e cheia de dúvidas sobre o amor de Adonai, questiona-o sobre seus sentimentos reais. Em um gesto dramático, Adonai retira a máscara, expondo seu rosto e suas emoções. O ato inesperado e a verdade revelada provocam uma reação visceral em Carmem, que, aterrorizada, foge do local, deixando um rastro de confusão e medo.

No capítulo 118, exibido nesta quinta, 5 de setembro, Carmem compartilha com Lisa todos os eventos tumultuados que se desenrolaram na casa de Adonai. Visivelmente abalada, Carmem expressa seu lamento profundo e revela que, dada a gravidade da situação, preferiria que Adonai tivesse falecido, em vez de sofrer o que está passando. Cininha e Tibério, conscientes da angústia do Mascarado, tentam oferecer consolo e apoio. Cininha, com pesar, pede desculpas ao Mascarado por ter sido a responsável por revelar a verdade a Carmem, uma revelação que desencadeou uma série de acontecimentos dolorosos. Lisa, determinada a entender melhor a situação, impede que o Mascarado deixe a vila. Ela exige que ele revele seu rosto, querendo confrontar a verdade por trás da sua identidade. Enquanto isso, os Espíritos de Luz, na esperança de ajudar Alexandre, enfrentam uma batalha difícil, pois ele demonstra resistência às suas tentativas de auxílio. Andrezza e Raul passam a noite juntos, marcando um momento de proximidade e intimidade entre eles. Téo, por outro lado, enfrenta um revés significativo em seu tratamento. Seu psiquiatra, preocupado com sua condição, decide proibir visitas, visando criar um ambiente mais controlado e propício para a recuperação de Téo. Josefa, interpretada por Tânia Scher, encontra Hélio e revela um segredo crucial: ele é o pai biológico de Téo. Esse encontro tem um impacto profundo, acrescentando uma nova camada de complexidade à trama familiar. Diná, acompanhada por Mauro e um segurança, vai até a residência de Ismael para uma reunião tensa. Ela faz uma proposta a Ismael: se ele desistir de seus planos de levar Bia para a Europa, ela não usará um dossiê comprometedores que possui contra ele. Ismael, enfurecido pela ameaça, promete se vingar de Diná. Bia, que estava ouvindo a conversa, é testemunha de toda a negociação, o que adiciona mais tensão à situação.

No capítulo 119, exibido nesta sexta, 6 de setembro, Bia examina o documento com atenção e, sentindo-se ameaçada e desesperada, decide telefonar para Tato, buscando apoio ou uma solução para a situação. No entanto, sua tentativa de contato se revela infrutífera, e, em um impulso, Bia decide fugir de casa, deixando para trás o caos e a angústia que a rodeiam. Diná, aliviada por ter conseguido impedir a viagem de Bia com Ismael, garante a Estella que a filha não partirá mais com o pai. Esta garantia é um alívio para Estella, que estava preocupada com o bem-estar de Bia. O psiquiatra, após avaliar a situação, acredita que seria mais apropriado que Hélio não conhecesse Téo neste momento delicado, considerando o impacto emocional que isso poderia causar a ambos. Bia, agora desesperada e sem saber a quem recorrer, mostra o documento a Tato. Em vez de oferecer ajuda, Tato zomba da situação e revela que já estava ciente de toda a verdade há algum tempo. Desapontada e com o moral em baixa, Bia vê Tato ir embora, deixando-a sozinha e desamparada. Após a partida de Tato, Alexandre tenta se comunicar com Bia, buscando confortá-la ou oferecer algum tipo de ajuda, mas ela está em um estado de confusão e não consegue responder adequadamente. Diná se despede de sua mãe e de sua filha, partindo para uma viagem planejada. Raul, visivelmente preocupado e emocionalmente abalado, vai ao aeroporto para se despedir da esposa e da irmã, um momento carregado de sentimentos contraditórios. Mais tarde, Andrezza liga para Raul com notícias preocupantes: Diná passou mal e foi levada para o hospital. Estella, sentindo uma inquietação crescente, percebe que Diná não está bem, uma intuição que se confirma com a notícia do hospital. No hospital, Raul se abre para Andrezza, confessando sua culpa pelo que aconteceu com a irmã. Ele se sente responsável pelo que deu errado e se angustia com a situação. Maroca, interpretada por Yara Côrtes, visita Diná no hospital, oferecendo apoio e solidariedade em um momento difícil. Bia, em fuga e tentando encontrar algum lugar seguro, chega a uma praia isolada. Lá, um homem desconhecido se aproxima dela e tenta agarrá-la, criando uma situação de grande perigo e incerteza para Bia.

No capítulo 120, exibido nesta sábado, 7 de setembro, Igor, interpretado por Jayme Periard, salva Bia da situação perigosa na praia e a leva para sua casa, oferecendo-lhe um abrigo seguro e um pouco de tranquilidade em meio ao caos. Enquanto isso, Diná, após a realização dos exames médicos, informa a Maroca que planeja retornar para casa assim que possível. No entanto, a tensão persiste, e as coisas não estão calmas em nenhum canto. Raul e Guiomar se envolvem em uma nova discussão acalorada, com emoções à flor da pele e acusações mútuas, o que só agrava a atmosfera já carregada de tensão. Ismael, ciente da crescente ameaça à sua segurança, revela a Regina, interpretada por Mara Carvalho, que é imperativo que se escondam em Itatiaia para garantir sua proteção. A mudança para um local mais seguro é uma medida de precaução vital, dada a situação volátil. Na vila, a situação é igualmente tumultuada, com os moradores dirigindo sua hostilidade a Carmem devido à sua ligação com o enigmático Mascarado. A pressão social é intensa, e Carmem enfrenta um período de grande adversidade e isolamento. Estella, consumida pela raiva e preocupação com os recentes eventos que envolvem sua irmã, culpa Raul pela crise que se desenrola. Ela expressa sua profunda desolação e faz uma ameaça grave: se algo sério acontecer a Diná, Raul não será perdoado, um aviso que reflete a gravidade de sua angústia. Diná, atormentada e desesperada, tem um sonho perturbador em que clama para que Otávio venha buscá-la, uma expressão de seu desejo de encontrar conforto e segurança. Em um momento de aparente conexão espiritual, Otávio aparece no hospital onde Diná está internada, oferecendo um vislumbre de esperança e alívio. Agenor revela a Fátima que ele foi o remetente das rosas que intrigaram muitos, esclarecendo o mistério que cercava esse gesto. Em um desenvolvimento positivo, o médico de Téo autoriza que Lisa o visite, trazendo um breve alívio para a situação crítica. No entanto, Igor, ao descobrir que Bia organizou sua casa sem sua permissão, demonstra desagrado, gerando um novo conflito entre eles. Lisa, por sua vez, sente-se angustiada ao perceber a influência negativa que Alexandre exerce sobre Téo enquanto ele está no hospital, intensificando sua preocupação com o bem-estar do amigo e a delicada situação que ele enfrenta.

Saiba o que vai acontecer nos próximos capítulos da novela A Viagem

Diná (Christiane Torloni) acorda de um sonho em que Otávio (Antonio Fagundes) lhe promete um futuro encontro. A decepção é evidente quando percebe que tudo não passou de um devaneio. Enquanto isso, Guiomar (Laura Cardoso) se enfurece ao descobrir que Andrezza (Thais de Campos) saiu sem avisá-la. Alexandre (Guilherme Fontes) busca a ajuda do mentor André (Lafayette Galvão) para deixar o Vale dos Suicidas, mas sua recusa em perdoar os inimigos só reforça sua sensação de estagnação. Após um desentendimento com Guiomar, Raul (Miguel Falabella) decide abandonar a casa. Téo (Maurício Mattar) descobre que Lisa (Andréa Beltrão) está se fantasiando de Mascarado (Breno Moroni). Cininha (Nair Bello) é mimada por Tibério (Ary Fontoura). Guiomar tenta persuadir Andrezza a acompanhá-la em uma viagem, e, após Andrezza informar Raul sobre os planos, ele solicita a Diná que ajude a mulher e a mãe. Diná concorda em apoiar o irmão. Tato (Felipe Martins) empurra Dudu (Daniel Ávila) na piscina, mas Alberto (Cláudio Cavalcanti) intervém, garantindo que o menino não será ferido. Samuel (Arehy Jr.) revela a Otávio que Júlia (Rejane Goulart) é sua alma gêmea.

Otávio solicita permissão para retornar à Terra e rever seus entes queridos, e seu desejo é atendido. Ele testemunha uma briga entre Tato e Dudu e fica profundamente entristecido. Seu desejo de reencontrar Diná se intensifica. Enquanto isso, Sofia (Roberta Índio do Brasil) e Zeca (Irving São Paulo) compartilham um beijo apaixonado. Zeca pergunta se Sofia ainda tem sentimentos pelo pai de seu bebê, e Sofia sugere que se separem. Zeca confessa seu amor por ela. Lisa é recebida para um jantar na casa de Diná. Estella pede a Diná ajuda para lidar com os problemas envolvendo Ismael. Cininha revela a Tibério que ouviu a conversa entre ele e o Mascarado. Carmem informa a Lisa que o Mascarado é, na verdade, Adonai, e se propõe a esclarecer a situação. No entanto, ao ver a história no jornal, Carmem expressa dúvidas sobre o amor de Adonai e foge assustada quando ele remove a máscara.

Bia lê um dossiê, liga para Tato e decide fugir de casa. Diná assegura a Estella que Bia não viajará mais com o pai. O psiquiatra recomenda que Hélio não conheça Téo neste momento. Bia mostra o dossiê a Tato, que, ao rir da situação, revela já saber de tudo. Após a partida de Tato, Bia se sente abandonada. Alexandre tenta entrar em contato com Bia, enquanto Diná se despede da mãe e da filha para a viagem. Raul vai ao aeroporto para se despedir da esposa e da irmã. Mais tarde, Andrezza liga para Raul informando sobre uma pane na viagem e a hospitalização de Diná. Estella sente uma sensação inquietante sobre o estado de Diná. No hospital, Raul expressa sua culpa pelo ocorrido com a irmã. Maroca (Yara Côrtes) visita Diná, enquanto Bia chega a uma praia e é abordada de forma ameaçadora por um homem.

Josefa (Tania Scher) informa a Hélio (Leonardo José) sobre a obsessão de Téo, mas ele não acredita. Queiroz (Ricardo Petraglia) comunica a Alberto (Cláudio Cavalcanti) e Estela (Lucinha Lins) que Ismael (Jonas Bloch) está sendo procurado pela polícia e que Bia não está com o pai. Estela entra em desespero ao não saber o paradeiro da filha. Alberto conta a Tato sobre o desaparecimento de Bia, mas o rapaz afirma não ter relação com o caso. Dudu visita Diná no hospital, e Zeca revela a Agenor (John Herbert) que está se separando de Sofia. Tibério e Cininha buscam uma conversa com Carmem. Andrezza diz a Guiomar que Raul estava certo sobre o impacto negativo da mãe em sua vida. Estela e Alberto registram o desaparecimento de Bia na delegacia. Tato informa a Queiroz que abandonou os estudos, e Estela continua sua busca por Bia nas ruas próximas à vila. Diná retorna para casa e fica furiosa ao descobrir que Maroca jogou fora sua orquídea, mas recupera a flor do lixo. Uma borboleta enviada por Otávio pousa na orquídea, e Diná explica a Maroca que sua dor aumentaria se deixasse de receber as flores de Otávio. Andrezza busca conselhos de Diná para salvar seu casamento, sendo orientada a procurar uma terapeuta. Téo recebe alta e decide voltar para a casa de Diná, afirmando a Lisa que seu lugar é ao lado da família. Os jovens da vila se rebelam contra Carmem devido ao Mascarado. Lisa vai ao encontro do Mascarado, que lhe oferece um calmante, fazendo com que ela adormeça em sua casa. A vila organiza uma festa em homenagem ao Mascarado. Bárbara (Chris Pitsch) revela a Mauro (Eduardo Galvão) que o ex-noivo de Carmem é o Mascarado. Josefa pede a Diná que aceite Téo de volta.

Dia D | Novo filme de Steven Spielberg estreia nos cinemas e mira liderança global com abertura estimada de US$ 100 milhões

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O novo filme de Steven Spielberg, Dia D, chegou aos cinemas brasileiros nesta semana cercado por forte expectativa comercial. As projeções iniciais do mercado indicam que a produção pode arrecadar cerca de US$ 35 milhões na América do Norte e aproximadamente US$ 65 milhões nos mercados internacionais durante seu primeiro fim de semana em cartaz, alcançando uma abertura global próxima de US$ 100 milhões. As informações são do Deadline.

Caso a estimativa se confirme, o longa deverá assumir a liderança das bilheterias norte-americanas e iniciar sua trajetória comercial com um resultado considerado positivo para uma produção original de grande porte. O filme teve orçamento líquido estimado em US$ 115 milhões, valor que o coloca entre os maiores investimentos recentes em uma obra de ficção científica que não pertence a uma franquia já estabelecida.

O desempenho chama atenção porque chega em um momento em que os grandes estúdios têm concentrado seus investimentos principalmente em continuações, adaptações e universos compartilhados. Nesse cenário, Dia D surge como uma rara aposta em uma história inédita comandada por um diretor que construiu parte de sua carreira justamente transformando conceitos originais em sucessos de público.

A recepção da crítica também contribui para o interesse em torno do lançamento. No Rotten Tomatoes, principal agregador de avaliações da imprensa internacional, o filme registra aprovação de 85%. O índice posiciona a produção acima de títulos como Guerra dos Mundos e Inteligência Artificial, ambos dirigidos por Spielberg, além de colocá-la próxima de obras amplamente reconhecidas da filmografia do cineasta, como Minority Report e Contatos Imediatos do Terceiro Grau.

Em Dia D, Spielberg retorna a um tema que atravessa diferentes momentos de sua carreira: o impacto do desconhecido sobre a sociedade. A história acompanha um mundo que é confrontado com evidências definitivas da existência de vida extraterrestre, desencadeando uma crise global sem precedentes.

A trama tem início quando uma meteorologista sofre uma transformação inexplicável durante uma transmissão ao vivo. O episódio rapidamente ganha repercussão internacional e passa a ser associado a outros fenômenos semelhantes registrados em diferentes países. Conforme os acontecimentos se multiplicam, governos, cientistas e autoridades tentam compreender a origem dos eventos enquanto a população acompanha, em tempo real, o colapso de certezas que pareciam inquestionáveis.

Paralelamente, um especialista em segurança digital decide expor informações confidenciais que podem revelar décadas de segredos mantidos longe do conhecimento público. A investigação conduz o público por uma rede de conspirações, interesses corporativos e informações ocultadas por instituições que, segundo a narrativa, sabiam muito mais sobre os fenômenos do que admitiam oficialmente.

O elenco reúne atores que vêm acumulando destaque em produções de grande repercussão nos últimos anos. Emily Blunt interpreta Margaret Fairchild, a meteorologista que se torna uma das figuras centrais da crise global. A atriz já construiu forte ligação com o gênero em produções como No Limite do Amanhã e Um Lugar Silencioso.

Ao seu lado está Josh O’Connor, vencedor do Emmy por sua atuação em The Crown. O ator interpreta Daniel Kellner, especialista em segurança cibernética que assume papel decisivo na busca por respostas sobre os acontecimentos que começam a afetar o planeta.

O elenco principal também conta com Colin Firth, vencedor do Oscar por O Discurso do Rei, no papel de Noah Scanlon, executivo ligado a uma poderosa corporação envolvida nos mistérios da trama. Já Eve Hewson interpreta Jane Blankenship, uma ex-freira que se torna peça importante na investigação. Completando o núcleo principal está Colman Domingo, indicado ao Oscar por Rustin, vivendo Hugo Wakefield, um homem disposto a desafiar versões oficiais para tornar públicas informações consideradas sigilosas.

“Globo Repórter” desta sexta (25/07) dorme nas alturas e revive histórias no coração do Brasil

Existe um Brasil que raramente ganha espaço nas manchetes. Um país que não se mede em PIB, que não se traduz em hashtags, nem se resume a planilhas frias nas mesas de Brasília. Esse Brasil pulsa no meio do mapa — entre chapadas, cachoeiras, rios, trilhas, quilombos e igrejas centenárias. É o Brasil que canta sem microfone, reza de joelhos, dança diante do abismo como forma de resistência e expressão.

É esse Brasil profundo, simbólico e visceral que o Globo Repórter explora nesta sexta-feira, 25 de julho de 2025, em uma das jornadas mais sensoriais e emocionantes da televisão brasileira dos últimos anos.

Do rapel ao sagrado: uma jornada de corpo e alma

A reportagem, conduzida pelo jornalista Chico Regueira, não é apenas uma viagem física. É uma travessia existencial por territórios que formam não só o centro geográfico, mas também o cerne da identidade brasileira. De Minas Gerais à Chapada dos Veadeiros, passando por Ouro Preto, Brasília e a Candangolândia, o programa percorre geografias externas e internas — da adrenalina do rapel ao silêncio ancestral de uma senhora de 92 anos.

A aventura se inicia com uma trilha que já foi desbravada por tropeiros, garimpeiros e migrantes. São 24 quilômetros percorridos a pé pela Serra da Lapinha, em Minas, onde o cerrado e a mata atlântica se encontram como se disputassem espaço com o mistério.

O céu que fala: lendas e luzes inexplicáveis

Na Serra, moradores relatam aparições de luzes que cruzam o céu em movimentos inexplicáveis. Para uns, são espíritos. Para outros, fenômenos naturais. Para o Globo Repórter, são parte de um imaginário coletivo que insiste em sobreviver à racionalidade do século XXI.

“Não importa se é verdade ou não. É verdade para quem viu. E isso basta”, diz Chico Regueira, com a delicadeza de quem compreende que, no Brasil profundo, realidade e crença dançam juntas.

Cavalos como companheiros de travessia

No meio da trilha, o que mais impressiona não são os obstáculos naturais, mas a relação entre os moradores e seus cavalos. Esses animais não são apenas meio de transporte — são parceiros, extensão da própria alma dos tropeiros que, no passado, abriram caminhos com os pés no barro e os olhos no infinito. As cenas de cavalgada não têm pressa — e por isso mesmo emocionam.

Dormir no alto da cachoeira: uma experiência transcendental

Se a travessia é poética, o que vem a seguir é quase mítico. Pela primeira vez na televisão brasileira, uma equipe jornalística dorme a quase 200 metros de altura, no platô da Cachoeira do Tabuleiro, em Conceição do Mato Dentro — a maior de Minas e a terceira maior do Brasil.

Mais do que sua altura imponente, a cachoeira impressiona por sua espiritualidade. Ali, a natureza se impõe como uma catedral sem paredes, onde a água canta e a rocha prega. Nesse altar natural, conhecemos Jéssica, uma jovem guarda-parque que dança à beira do abismo como forma de meditação. “A natureza me escuta quando o mundo não escuta mais”, confessa, num dos momentos mais impactantes do programa — sem narração, sem trilha. Só o som do vento e da água.

A força da imagem: quando o corpo também grava

A experiência transforma a equipe. Dormir ali, sob estrelas tão próximas que quase tocam o rosto, altera a percepção. “A câmera grava, mas o corpo também grava. A alma grava”, diz Chico Regueira nos bastidores. O relato é íntimo e revela que, mais do que reportagem, o programa viveu uma imersão espiritual.

Ouro Preto e Mariana: cidades onde o tempo escorre como ouro

Do topo da montanha, o Globo Repórter mergulha para as entranhas da história. Em Ouro Preto e Mariana, o tempo ainda é medido pelo som dos sinos das igrejas, acionados manualmente por sinaleiros e mantidos com esmero por relojoeiros que tratam os mecanismos como filhos. “Isso aqui não é só um relógio. É a respiração da cidade”, diz um deles.

Mina da Passagem: nadar sobre a dor

Em Mariana, a equipe visita a Mina da Passagem, a maior mina de ouro aberta à visitação no mundo. Os túneis, escavados por mãos escravizadas, hoje estão inundados por águas cristalinas. Ali, a equipe mergulha em um cenário de beleza trágica. “É lindo, mas é triste. A gente nada sobre dor”, sussurra Chico. Os guias compartilham ditados populares, causos e assombrações. Um Brasil subterrâneo que ainda reluz — não mais pelo ouro, mas pela memória.

Brasília: o sonho moderno que quase foi sustentável

No Planalto Central, o programa troca a natureza bruta pela utopia urbana. Brasília, conhecida por suas formas geométricas, foi idealizada para o futuro — mas carrega em seus arquivos um passado que poderia ter sido mais ecológico do que jamais imaginamos.

Pesquisadores da UnB descobriram registros de um plano urbano que previa reaproveitamento de água, reflorestamento, hortas comunitárias e bairros autossuficientes — tudo antes de a palavra “sustentabilidade” virar tendência.

Candangolândia: os operários que viram Brasília nascer

Na Candangolândia, vila dos operários que construíram a capital, a equipe conversa com trabalhadores que testemunharam o nascimento da cidade. Dormiam em barracos improvisados, comiam pouco, mas sonhavam alto. “Eu vi Brasília nascer. E ainda acredito que ela pode renascer”, diz seu Raimundo, 85 anos, com os olhos marejados.

Rafting e urgência: navegando sobre o futuro do país

De volta à natureza, a equipe encara o rafting pelo Rio Paranã, o maior em volume do Brasil Central. A aventura embala uma verdade dura: mais da metade das nascentes do Cerrado estão ameaçadas.

O Cerrado é o berço das águas brasileiras. Seus rios abastecem regiões inteiras, mas o desmatamento, a mineração e o avanço da agropecuária seguem devorando silenciosamente o bioma. “Estamos navegando sobre o futuro do Brasil. Se o Cerrado secar, seca o país”, alerta o narrador, em um momento de pura urgência ambiental.

Kalungas: o Brasil que resistiu ao apagamento

A jornada se encerra na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, com o povo Kalunga — o último quilombo a resistir à escravidão. Escondidos nas montanhas por séculos, os Kalungas desenvolveram um modo de vida resiliente, independente e profundo.

Ali vive Dona Procópia, 92 anos, indicada ao Prêmio Nobel da Paz por sua luta na preservação da cultura quilombola. Em sua casa simples, entre cantigas, rezas e plantas medicinais, ela ensina os jovens a se reconectarem com suas raízes. “Minha avó foi escravizada. Minha mãe foi negada. Eu fui esquecida. Mas estou aqui. E ainda falo”, diz, com um sorriso que emociona mais do que qualquer discurso.

Um Brasil que resiste — e quer ser ouvido

O programa acompanha o cotidiano de Dona Procópia: a oração da manhã, o café coado no pano, a conversa com os jovens Kalungas que ela orienta com sabedoria. Ali, entre montanhas e histórias, sobrevive um Brasil que resistiu ao apagamento, mas que agora quer — e precisa — ser escutado.

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