Soldado de Chumbo | Vale a pena assistir ao suspense que chegou ao Prime Video com Robert De Niro?

Soldado de Chumbo chegou ao catálogo do Prime Video cercado por uma expectativa natural: um elenco estrelado, uma trama de infiltração em culto militarizado e a presença de nomes como Robert De Niro e Jamie Foxx. Na prática, porém, o filme entrega uma experiência desigual, que tenta equilibrar ação, drama psicológico e conspiração, mas nem sempre consegue sustentar essas camadas.

Dirigido por Brad Furman, o longa foi filmado em 2022 e lançado apenas em 2025, chegando ao público com a promessa de ser um thriller intenso sobre manipulação, lealdade e trauma de guerra. O resultado, no entanto, ficou abaixo do potencial que o próprio conceito sugeria.

Qual é a história do filme?

A trama acompanha Nash Cavanaugh, interpretado por Scott Eastwood, um ex-soldado recrutado pelo governo para uma missão infiltrada dentro de uma organização liderada por um homem carismático e perigoso chamado Bokushi, vivido por Jamie Foxx.

Esse grupo funciona como uma espécie de culto militarizado que promete propósito e pertencimento a veteranos de guerra. Na prática, porém, o sistema esconde uma estrutura de controle psicológico e militar altamente perigosa, que vem chamando a atenção das autoridades.

A missão de Nash é retornar a esse ambiente, agora como infiltrado, e ajudar a desmontar a organização por dentro — algo que inevitavelmente o força a confrontar seu próprio passado.

O filme realmente explora o potencial do seu elenco?

Esse é um dos principais problemas de Soldado de Chumbo. Apesar de contar com nomes fortes como Robert De Niro, no papel do agente Emmanuel Ashburn, o filme raramente aproveita o peso dramático de seus atores.

De Niro, por exemplo, aparece em uma função mais expositiva do que realmente ativa na narrativa. Seu personagem serve como suporte da missão, mas sem grandes momentos que explorem sua presença ou profundidade emocional.

O mesmo acontece com Jamie Foxx, que interpreta Bokushi. Embora o personagem tenha uma proposta interessante como líder carismático e manipulador, sua construção oscila entre momentos exagerados e decisões narrativas pouco consistentes.

O protagonista sustenta a narrativa?

Scott Eastwood assume o papel central como Nash, mas o roteiro não oferece camadas suficientes para transformar sua jornada em algo realmente marcante. O personagem vive dividido entre o passado traumático e a missão atual, porém essa dualidade raramente é explorada com profundidade.

Em vez disso, o filme opta por seguir uma estrutura mais previsível, com cenas de infiltração, conflitos internos e confrontos diretos que não fogem muito do padrão do gênero.

A ideia do culto militarizado funciona na prática?

A premissa de um grupo de veteranos transformado em uma espécie de seita armada é, sem dúvida, o elemento mais interessante do filme. Existe aqui um potencial claro para discutir manipulação psicológica, fragilidade emocional e abuso de autoridade.

No entanto, a execução não aprofunda essas questões. O culto liderado por Bokushi até cria uma atmosfera de tensão, mas o roteiro não desenvolve com consistência os mecanismos de controle ou o impacto real sobre seus seguidores.

O filme entrega ação satisfatória?

Apesar das falhas narrativas, Soldado de Chumbo ainda tenta se sustentar como um thriller de ação. Há sequências de confronto, infiltração e tensão física que mantêm o ritmo em alguns momentos.

Porém, essas cenas acabam não se destacando dentro do gênero, especialmente quando comparadas a outros filmes de ação mais bem estruturados. A falta de impacto emocional reduz a força das cenas mais intensas.

A recepção justifica as críticas?

O filme chegou ao público com uma recepção majoritariamente negativa da crítica especializada. As principais observações apontam para um roteiro irregular, desenvolvimento superficial de personagens e falta de identidade clara entre drama psicológico e ação militar.

Mesmo assim, o longa encontrou espaço no streaming, principalmente por conta do elenco conhecido e da curiosidade em torno da combinação de seus protagonistas.

Vale a pena assistir?

A resposta depende do que o espectador espera. Se a ideia é ver um thriller de ação simples, com ritmo constante e elenco famoso, o filme pode funcionar como entretenimento passageiro.

Mas se a expectativa envolve uma narrativa mais profunda, personagens bem desenvolvidos ou uma abordagem original sobre culto militar e trauma de guerra, Soldado de Chumbo tende a decepcionar.

Cine Maior 19/11/2023 Record exibe O Último Desafio

Foto: Reprodução/ Internet

Neste domingo, dia 19/11/2023, a Record prepara uma tarde eletrizante com a exibição do filme “O Último Desafio” no Cine Maior. Lançado em 2013, esse longa-metragem estrelado por grandes nomes como Arnold Schwarzenegger, Forest Whitaker e Johnny Knoxville promete levar os espectadores a uma jornada repleta de ação e adrenalina. A direção fica por conta do talentoso Kim Jee-Woon.

A trama envolvente gira em torno do chefão de um perigoso cartel de drogas que consegue escapar da prisão, iniciando uma fuga alucinante em direção ao México. No entanto, seu caminho colide com a cidade do destemido xerife Ray Owens, que lidera uma equipe determinada a capturar o criminoso e evitar que ele atinja seu destino.

Curiosidades do filme O Último Desafio


“O Último Desafio” (The Last Stand) é um filme de ação lançado em 2013, que marca o retorno triunfante de Arnold Schwarzenegger como protagonista em um filme do gênero, após seu período como governador da Califórnia. Dirigido por Kim Jee-woon, renomado cineasta sul-coreano, o filme se destaca por sua combinação de ação intensa, humor e uma trama envolvente.

Uma das peculiaridades do filme é a presença do comediante Johnny Knoxville, conhecido por suas participações em “Jackass”. Ele desempenha um papel significativo como Lewis Dinkum, um especialista em armas, acrescentando uma camada de humor à narrativa. A dinâmica entre Schwarzenegger e Knoxville proporciona momentos cômicos e de ação que cativam o público.

A escolha de Kim Jee-woon como diretor foi uma adição interessante, pois marcou sua incursão no cinema de Hollywood. Sua experiência prévia em filmes sul-coreanos trouxe uma abordagem única ao filme, incorporando elementos visuais e narrativos distintos.

O filme apresenta uma notável modificação de um Chevrolet Corvette ZL1, transformando-o em um veículo de fuga personalizado para o vilão. Esse detalhe contribui para as cenas de perseguição e ação, elevando o nível de adrenalina.

As locações no deserto do Novo México proporcionaram uma paisagem deslumbrante e árida, servindo como pano de fundo ideal para as sequências de ação. A escolha desses cenários contribuiu para a atmosfera única do filme.

Embora a trama seja fictícia, o enredo foi inspirado em eventos da vida real envolvendo cartéis de drogas na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Essa conexão com a realidade acrescenta uma camada de tensão e urgência à história, tornando-a mais envolvente para o espectador.

Além disso, é interessante notar que o próprio diretor Kim Jee-woon faz uma breve aparição no filme como um médico do hospital, adicionando um toque pessoal à produção.

“O Último Desafio” recebeu críticas mistas, com elogios para as sequências de ação e o retorno de Schwarzenegger ao gênero, mas também críticas pela previsibilidade da trama. No entanto, a combinação de elementos únicos e a energia do elenco contribuíram para tornar o filme uma experiência memorável para os fãs do gênero de ação.

Horário de exibição do Cine Maior

Prepare-se para uma experiência cinematográfica emocionante, onde a perseguição frenética e os confrontos intensos serão os ingredientes principais dessa narrativa de tirar o fôlego. O Cine Maior vai ao ar na tarde deste domingo, a partir das 14h00, imediatamente após a exibição da série “Todo Mundo Odeia a Chris”. Não perca a oportunidade de se envolver nessa trama cheia de reviravoltas e emoções fortes, garantindo uma tarde repleta de entretenimento de alta qualidade.

A Baleia retorna aos palcos e estreia nova montagem em São Paulo com Emílio de Mello no papel de Charlie

A peça “A Baleia” desembarca em São Paulo em uma nova e aguardada montagem teatral, reforçando a força de um texto que atravessou fronteiras entre palco e cinema e segue provocando reflexões profundas sobre dor, culpa e afeto. O espetáculo estreia nesta sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, no Teatro Sabesp Frei Caneca, localizado no Shopping Frei Caneca, onde permanece em cartaz até 1º de março.

Escrita pelo dramaturgo norte-americano Samuel D. Hunter, a obra acompanha a trajetória de Charlie, um professor de inglês recluso, que vive com obesidade severa e enfrenta os limites físicos e emocionais impostos por sua condição. Isolado do mundo e consumido pela culpa, ele tenta, nos últimos momentos de sua vida, reconstruir a relação com a filha adolescente, de quem se afastou anos antes.

Nesta nova montagem, a direção e a tradução ficam a cargo de Luís Artur Nunes, que assume o desafio de conduzir um texto sensível, fragmentado e emocionalmente intenso. O papel principal passa a ser interpretado por Emílio de Mello, que assume o personagem após a marcante interpretação de José de Abreu em montagem anterior. A mudança de elenco traz um novo olhar para Charlie, sem perder a essência dolorosa e humana que define o personagem.

O elenco conta ainda com Luisa Thiré, Gabriela Freire, Eduardo Speroni e a participação especial de Alice Borges, formando um conjunto que sustenta a densidade emocional da narrativa. Cada personagem que orbita a vida de Charlie carrega suas próprias frustrações, crenças e feridas, contribuindo para um retrato complexo das relações humanas.

No palco, A Baleia não se limita a retratar a condição física do protagonista. A obesidade surge como um elemento central da dramaturgia, mas funciona também como metáfora para o isolamento emocional, a dificuldade de comunicação e a incapacidade de lidar com perdas profundas. A peça aborda temas como intolerância religiosa, abandono, luto e a busca desesperada por redenção, sempre com uma abordagem direta e sem concessões fáceis ao público.

Segundo o diretor Luís Artur Nunes, o texto de Samuel D. Hunter se destaca pela forma como constrói seus conflitos. A narrativa fragmentada, quase claustrofóbica, reflete o próprio estado emocional de Charlie, criando uma atmosfera intensa e desconfortável, que exige atenção constante do espectador. É uma obra que não oferece respostas prontas, mas convida à escuta e à empatia.

Para Emílio de Mello, assumir o papel de Charlie representa um dos maiores desafios de sua carreira. A composição do personagem envolve o uso de próteses e enchimentos, além de uma preparação corporal e vocal específica, que impacta diretamente a respiração, os movimentos e o ritmo da atuação. Mais do que a transformação física, o ator precisa acessar camadas emocionais profundas para dar vida a um homem marcado por escolhas passadas e pelo desejo tardio de reconciliação.

A chegada da nova montagem a São Paulo acontece em um momento em que A Baleia ainda reverbera fortemente na memória do público por conta de sua adaptação cinematográfica. Em 2022, a história ganhou uma versão para o cinema dirigida por Darren Aronofsky, cineasta conhecido por obras intensas e psicológicas. O filme, estrelado por Brendan Fraser, teve estreia no Festival Internacional de Cinema de Veneza, em setembro daquele ano, e chegou aos cinemas dos Estados Unidos em dezembro, com distribuição da A24.

A atuação de Fraser foi amplamente celebrada e rendeu ao ator o Oscar de Melhor Ator em 2023, além de consolidar o filme como um dos dramas mais comentados da década. A produção também venceu o prêmio de Melhor Cabelo e Maquiagem, reconhecimento importante diante da complexa caracterização do personagem.

No cinema, a história acompanha Charlie, um homem de meia-idade que pesa cerca de 272 quilos e tenta se reconectar com a filha de 17 anos após anos de afastamento. A separação ocorreu quando ele abandonou a família para viver um relacionamento com outro homem, que mais tarde morreu. Consumido pela dor e pela culpa, Charlie passou a comer compulsivamente, aprofundando ainda mais seu isolamento.

Apesar das diferenças entre palco e tela, a essência da obra permanece a mesma. Tanto no teatro quanto no cinema, A Baleia se constrói como um retrato íntimo de um homem em seus últimos dias, confrontado por erros, afetos mal resolvidos e pela urgência de dizer o que nunca foi dito. É uma história desconfortável, mas necessária, que desafia julgamentos fáceis e convida o público a enxergar humanidade onde muitas vezes só há estigmas.

As sessões da peça acontecem de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 19h. Os ingressos variam entre R$ 25 e R$ 160, com opções de meia-entrada, tornando a produção acessível a diferentes públicos.

Programa do Ratinho desta sexta (15/08) recebe Gaby Spanic no quadro ‘Boteco’

Nesta sexta-feira, 15 de agosto, às 22h15, o SBT apresenta mais uma edição especial do ‘Boteco do Ratinho’, quadro especial do Programa do Ratinho — um espaço que já se consolidou como sinônimo de festa, boa música e histórias envolventes.

O palco recebe Gaby Spanic, estrela internacional que conquistou o Brasil nos anos 1990, chega com seu carisma único para dividir memórias, cantar e se divertir com o público. Ao lado dela, a dupla sertaneja Althair & Alexandre e os humoristas Marcelo Marrom e Rodrigo Capella completam o clima de encontro entre amigos que o programa sabe criar tão bem.

Gaby Spanic: a estrela que atravessou fronteiras

Gabriela Elena Spanic Utrera nasceu em Ortiz, na Venezuela, em 10 de dezembro de 1973. Filha de família simples, mas cercada de influências culturais, cresceu entre tradições croatas e espanholas. Sua jornada artística começou cedo, passando por concursos de beleza e, depois, mergulhando nos estudos de interpretação no Centro de Investigação Teatral Luz Columba.

O mundo conheceria Gaby de forma arrebatadora em 1998, quando ela viveu as gêmeas Paola Bracho e Paulina Martins na novela “A Usurpadora”. O sucesso foi tamanho que a trama foi exibida em mais de 120 países, transformando a atriz em ícone da teledramaturgia latina. No Brasil, seu nome virou sinônimo de novela mexicana, e até hoje a vilã Paola Bracho é lembrada com carinho e um certo tom de reverência pelos fãs.

Mas Gaby não parou na atuação. Ela explorou outras áreas: lançou perfumes, gravou CDs, escreveu livros, participou de realities e empreendeu em diferentes ramos. No teatro, mostrou versatilidade em peças como Un Picasso e Divinas, e agora, em 2025, continua ativa nos palcos com a peça Brujas (Entre Mujeres), onde interpreta uma personagem polêmica, intensa e cheia de camadas.

Uma conexão especial com o Brasil

Ao longo dos anos, Gaby Spanic criou um vínculo forte com o público brasileiro. Já participou de eventos e programas no país, sempre recebida com calor humano e admiração. No “Boteco do Ratinho”, a expectativa é que ela reviva momentos marcantes de sua trajetória, conte bastidores divertidos e, quem sabe, surpreenda com algumas canções.

Althair & Alexandre: o sertanejo que atravessa gerações

Quem também promete marcar a noite é a dupla Althair & Alexandre. Com mais de 30 anos de carreira, eles conquistaram o Brasil com canções que misturam romantismo, simplicidade e histórias cantadas de forma autêntica. Clássicos como “Deus Me Livre”, “Tá Nervoso… Vai Pescá” e “Laço Aberto” embalaram festas, rádios e encontros familiares por décadas.

Além do talento vocal, os irmãos são mestres na composição. Alexandre, por exemplo, é responsável por mais de 1.500 músicas gravadas por artistas de peso, incluindo Chitãozinho & Xororó, Zezé Di Camargo & Luciano e João Paulo & Daniel. Essa bagagem promete transformar o palco do Ratinho em um verdadeiro festival sertanejo.

Humor na medida certa

O clima descontraído do Boteco fica ainda mais completo com o talento de dois humoristas que sabem arrancar risadas do público de forma leve e espontânea. Marcelo Marrom é mestre no improviso e no humor que parte do cotidiano. Ele tem a habilidade de transformar pequenas situações em histórias engraçadas nas quais o público se reconhece.

Rodrigo Capella, por sua vez, chega com energia contagiante. Especialista em stand-up comedy, ele brinca com as próprias experiências de vida e cria um clima de cumplicidade com quem está assistindo, garantindo aquele tipo de riso que surge naturalmente.

O segredo do Boteco do Ratinho

Mais do que um quadro de entrevistas e apresentações, o “Boteco do Ratinho” é uma celebração da cultura popular brasileira. No palco, não existe barreira entre o humor, a música e a conversa franca. O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, conduz tudo com seu estilo espontâneo, deixando espaço para improvisos e surpresas que se tornam marca registrada do programa.

Em uma única noite, o público pode cantar junto com um modão sertanejo, se emocionar com a história de um convidado, gargalhar com piadas improvisadas e se divertir com vídeos inusitados.

Expectativa alta

A presença de Gaby Spanic nesta edição não é apenas uma atração de peso: é uma viagem no tempo para quem cresceu assistindo às novelas mexicanas nas tardes de TV. Com música, humor e histórias de bastidores, a noite de sexta promete uma mistura irresistível de nostalgia e novidade. E, como sempre no “Boteco do Ratinho”, fica a certeza de que qualquer coisa pode acontecer — e é justamente isso que torna o programa tão especial.

Stray Kids leva a turnê DominATE para os cinemas em documentário-concerto inédito

Foto: Reprodução/ Internet

A força e a intensidade do Stray Kids agora ganham uma nova dimensão fora dos palcos. A Universal Pictures divulgou nesta quarta-feira o primeiro trailer de “Stray Kids: The DominATE Experience”, documentário-concerto que promete transportar para as salas de cinema toda a energia arrebatadora da turnê DominATE. A produção reúne performances grandiosas e imagens exclusivas de bastidores, captadas durante shows com ingressos esgotados no SoFi Stadium, em Los Angeles — um dos maiores e mais emblemáticos palcos do mundo.

Fenômeno absoluto do K-pop, o o grupo vive um dos momentos mais sólidos de sua carreira. Prova disso é a confirmação do grupo como headliner do Palco Mundo no Rock in Rio 2026, um marco que reforça sua presença global e o impacto cultural que ultrapassa fronteiras e idiomas. Nos cinemas brasileiros, o documentário estreia em 5 de fevereiro, com ingressos já em pré-venda nas principais redes exibidoras.

Narrado pelos próprios integrantes — Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, Han, Felix, Seungmin e I.N —, o filme vai além do espetáculo visual. A proposta é íntima e imersiva: revelar o que acontece quando as luzes se apagam, mostrando momentos de vulnerabilidade, desafios da estrada e reflexões pessoais que moldaram a trajetória do grupo. É um convite para o público enxergar o Stray Kids para além das coreografias precisas e dos refrões explosivos.

Mais do que um registro de show, “The DominATE Experience” é uma celebração da relação profunda entre o Stray Kids e seus fãs, os STAYs. O longa evidencia como essa conexão, construída ao longo dos anos, se tornou parte essencial da identidade do grupo. Depoimentos emocionantes, trocas sinceras e histórias de apoio mútuo transformam o fandom em um verdadeiro pilar dessa jornada.

Distribuído pela Universal Pictures, o documentário reforça a crescente presença de grandes produções musicais nos cinemas e se consolida como um evento imperdível para fãs e admiradores do K-pop. A estreia exclusiva em 5 de fevereiro promete entregar emoção, potência sonora e uma experiência visual à altura de um dos maiores grupos da atualidade.

Formado pela JYP Entertainment, o Stray Kids se destaca como um dos grupos masculinos mais inovadores do K-pop contemporâneo. Desde o início, o octeto construiu sua identidade com base na autenticidade, na autonomia criativa e em uma relação transparente com o público. Em 2019, a saída do integrante Woojin por motivos pessoais marcou um momento delicado, que acabou fortalecendo ainda mais o vínculo entre os membros restantes.

Um dos grandes diferenciais do grupo é o envolvimento direto na criação de sua música. O núcleo criativo é o 3Racha, trio formado por Bang Chan, Changbin e Han, responsável pela produção, composição e letras da maior parte do repertório. Ainda assim, todos os integrantes participam ativamente do processo criativo, contribuindo com ideias e conceitos. Esse modelo colaborativo se reflete em uma sonoridade intensa, experimental e emocional — marca registrada do grupo.

A origem do grupo também foge do padrão da indústria. Antes mesmo do reality show Stray Kids, exibido em 2017, Bang Chan teve papel fundamental na escolha de cada integrante, algo raro no K-pop. O programa acompanhou a formação do grupo e apresentou ao público não só talento, mas também conflitos, fragilidades e amadurecimento.

A trajetória musical começou com o EP Mixtape (2018), seguido pela estreia oficial com I Am Not, que deu início à trilogia I Am ao lado de I Am Who e I Am You, abordando temas como identidade e insegurança. Em 2019, a trilogia Clé (Miroh, Yellow Wood e Levanter) consolidou a narrativa do grupo, explorando liberdade, transformação e superação.

O reconhecimento em larga escala veio com Go Live (2020), primeiro álbum do grupo a conquistar certificação de platina pela KMCA. No mesmo ano, o Stray Kids estreou no Japão com SKZ2020, e o single “Top” alcançou o topo da parada Oricon — um feito expressivo para um grupo masculino estrangeiro.

A ascensão seguiu em ritmo acelerado. Noeasy (2021) ultrapassou a marca de um milhão de cópias vendidas, enquanto a parceria com a Republic Records, a partir de 2022, impulsionou ainda mais a expansão global. Projetos como Oddinary, Maxident, Rock-Star, Ate, o álbum 5-Star e a mixtape Hop dominaram rankings internacionais. O grupo entrou para a história ao estrear seis lançamentos consecutivos no topo da Billboard 200, um recorde inédito.

Com mais de 31 milhões de álbuns vendidos até 2024, o grupo se consolidou como um fenômeno mundial. O álbum 5-Star ultrapassou cinco milhões de cópias certificadas, colocando o grupo em um seleto patamar da indústria musical. Em 2023, esse impacto cultural foi reconhecido pela revista Time, que incluiu o Stray Kids na lista de Líderes da Próxima Geração — um reconhecimento à altura de quem segue redefinindo os limites do K-pop.

“Tiro Certo” é a atração do “Cine Espetacular” desta terça-feira (29), no SBT

Foto: Reprodução/ Internet

Nesta terça-feira, 29 de julho, o SBT apresenta aos telespectadores uma produção eletrizante no Cine Espetacular: o filme “Tiro Certo”. Com uma trama que mescla ação militar, suspense e drama político, o longa dirigido por James Nunn traz uma narrativa que acompanha um esquadrão de elite da Marinha dos Estados Unidos em uma missão de alto risco para impedir um ataque terrorista na capital norte-americana. A exibição promete atrair os fãs do gênero que apreciam uma história bem construída, personagens com motivações complexas e sequências de ação intensas e bem coreografadas. As informações são do AdoroCinema.

Uma missão arriscada que desafia confiança e liderança

O enredo gira em torno do esquadrão SEAL da Marinha, uma força especial treinada para operações de alto impacto e infiltração em ambientes hostis. Liderados pelo tenente Jake Harris, interpretado por Scott Adkins — ator renomado no cinema de ação por sua habilidade em cenas físicas e artes marciais — o grupo recebe a tarefa de resgatar um prisioneiro de uma prisão ultrassecreta da CIA localizada em uma ilha isolada. A situação se torna ainda mais tensa quando a analista da CIA Zoe Anderson, papel de Ashley Greene Khoury, tenta persuadir os superiores a liberar o suspeito terrorista com base em informações sigilosas, mas o vice-gerente da instalação, Jack Yorke, demonstra desconfiança, rejeitando o pedido e aumentando a tensão dentro da base.

Esse embate interno cria uma atmosfera de incerteza e conflito, que é ainda mais ampliada quando insurgentes organizam um ataque para resgatar o prisioneiro, colocando em risco não apenas a missão, mas a segurança nacional. O filme explora, portanto, não apenas as ações bélicas, mas também os dilemas éticos, políticos e estratégicos que envolvem operações militares contemporâneas. A necessidade de cooperação entre setores conflitantes e a liderança firme do tenente Harris são centrais para a narrativa, trazendo camadas de tensão e suspense que sustentam o interesse do espectador do início ao fim.

Elenco experiente e direção focada no ritmo e realismo

O elenco de “Tiro Certo” reúne talentos que agregam credibilidade e dinamismo à trama. Scott Adkins, já conhecido por sua versatilidade em papéis que exigem ação e dramaticidade, entrega uma performance que equilibra habilidade física e nuances emocionais, dando vida a um líder marcado pela pressão e pela responsabilidade de salvar vidas sob circunstâncias extremas. Ashley Greene Khoury, com sua experiência em filmes de suspense e drama, adiciona uma camada de complexidade ao papel da analista, personificando o conflito entre o dever institucional e a convicção pessoal.

Ryan Phillippe também compõe o elenco, contribuindo para a tensão dramática e adicionando peso à dinâmica entre os personagens. A direção de James Nunn, que coescreveu o roteiro junto com Jamie Russell, se destaca pela construção de um ritmo acelerado e por cenas de ação bem estruturadas, que não apenas impressionam pela coreografia, mas também avançam a trama e aprofundam os personagens. O filme consegue, assim, atender às expectativas dos aficionados por filmes de ação contemporâneos, que valorizam tanto o entretenimento quanto o desenvolvimento narrativo coerente.

Disponibilidade multiplataforma para diferentes perfis de audiência

Além da exibição gratuita na televisão aberta, “Tiro Certo” está disponível em diversas plataformas de streaming, o que amplia o acesso ao público que prefere consumir conteúdo sob demanda. O filme pode ser assistido via assinatura no Telecine, uma das principais plataformas de cinema por streaming no Brasil, e também está disponível na Amazon Prime Video, onde pode ser assistido mediante assinatura ou aluguel digital, com preços a partir de R$ 14,90.

Essa variedade de opções reflete a crescente importância do mercado de streaming para a difusão de filmes de ação e garante que o público possa escolher o melhor momento e formato para acompanhar essa produção. Para os fãs do gênero que desejam rever o filme ou assisti-lo pela primeira vez com maior comodidade, essa flexibilidade é um diferencial significativo.

Um filme que reflete desafios contemporâneos de segurança e confiança

Embora “Tiro Certo” seja, essencialmente, um filme de entretenimento, ele toca em questões atuais sobre segurança, vigilância, decisões governamentais e cooperação entre diferentes setores do poder. A narrativa que mostra o embate entre agentes da CIA e militares da Marinha em meio a uma crise terrorista simula as complexidades reais enfrentadas por forças de segurança e inteligência em um mundo marcado por ameaças múltiplas e por vezes imprevisíveis.

A trama também aborda as dificuldades de comando em situações de pressão extrema, onde decisões rápidas podem significar a diferença entre a vida e a morte. Esse aspecto humano e psicológico da missão traz profundidade ao filme e evita que ele se restrinja a uma mera sucessão de cenas de ação, oferecendo ao espectador uma experiência mais rica e envolvente.

Recomendações para o público

Com duração de 1h36min, “Tiro Certo” é uma escolha acertada para quem busca uma história de ação compacta e eficaz, que não perde tempo e mantém a tensão até o último minuto. Ideal para fãs de filmes militares, thrillers de ação e dramas que envolvem espionagem e terrorismo, o longa oferece uma combinação de suspense, estratégia e confrontos que devem agradar especialmente ao público masculino adulto, embora seja acessível para todos que apreciam o gênero.

Sessão da Tarde (25) exibe Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou, sucesso da comédia brasileira estrelado por Mônica Martelli

Foto: Reprodução/ TV Globo

A Globo apresenta nesta quarta, 25 de março, na tradicional Sessão da Tarde, o filme Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou, um dos maiores sucessos recentes da comédia nacional. Lançado originalmente em 2014, o longa conquistou o público com uma narrativa leve e altamente identificável, abordando os dilemas amorosos da vida adulta com sensibilidade e ironia.

Dirigido por Marcus Baldini, o filme tem como protagonista Mônica Martelli (Minha Vida em Marte), que também assina o roteiro ao lado de Patrícia Corso e Susana Garcia. A obra é inspirada no monólogo homônimo criado pela própria Martelli, que permaneceu em cartaz por nove anos e percorreu diversas cidades do Brasil, consolidando a personagem como um fenômeno nos palcos antes de chegar ao cinema.

Na trama, acompanhamos Fernanda, uma jornalista de 36 anos que, apesar de bem-sucedida profissionalmente, enfrenta frustrações constantes na vida amorosa. O ponto de partida da história já traz um contraste curioso: ela trabalha como organizadora de casamentos, ajudando outras pessoas a realizarem o sonho do “felizes para sempre”, enquanto vê sua própria vida afetiva marcada por desencontros, dúvidas e relacionamentos que não avançam.

Esse conflito é o motor da narrativa, que constrói, com humor afiado, um retrato contemporâneo das expectativas sociais em torno do amor e do casamento. Ao longo da história, Fernanda se envolve com diferentes tipos de homens, cada um representando uma fase, um erro ou uma tentativa frustrada de encontrar o parceiro ideal. Entre situações constrangedoras, encontros improváveis e reflexões sinceras, o filme se conecta com o público justamente por explorar experiências comuns de forma honesta e divertida.

Ao lado de Martelli, o elenco reforça o tom leve e carismático da produção. Paulo Gustavo (Minha Mãe é Uma Peça) interpreta Aníbal, melhor amigo da protagonista, responsável por momentos marcantes de humor e cumplicidade. Já Daniele Valente (Vai Que Cola) vive Nathalie, outra personagem importante no círculo social de Fernanda.

O longa também conta com participações de nomes conhecidos da televisão e do cinema brasileiro, como Eduardo Moscovis (O Cravo e a Rosa), Humberto Martins (Kubanacan), Marcos Palmeira (Pantanal), José Loreto (Pantanal) e Irene Ravache (Éramos Seis). Entre as participações especiais, destaca-se a presença de Lulu Santos, interpretando a si mesmo em uma aparição que dialoga diretamente com o universo leve e bem-humorado da trama.

O sucesso de “Os Homens São de Marte… E É Pra Lá Que Eu Vou” não se limitou à recepção do público na televisão. Nos cinemas, o filme teve um desempenho expressivo desde a estreia, atraindo mais de 300 mil espectadores apenas no primeiro fim de semana. Ao longo de sua exibição, o longa manteve um bom ritmo e ultrapassou a marca de 1,7 milhão de espectadores, consolidando-se como um dos grandes sucessos nacionais daquele ano.

A repercussão positiva abriu caminho para a expansão da história em outras plataformas. O universo da personagem Fernanda ganhou uma série no canal GNT, que ampliou as situações vividas pela protagonista e conquistou uma nova audiência. Posteriormente, a narrativa foi continuada nos cinemas com Minha Vida em Marte, que aprofunda a jornada da personagem ao explorar os desafios de um casamento em crise, mostrando uma nova fase de sua vida.

Mesmo mais de uma década após seu lançamento, o filme segue atual ao abordar temas universais como amor, solidão, expectativas e autoconhecimento. A força do roteiro está justamente na capacidade de equilibrar humor e emoção, sem recorrer a clichês excessivos, criando uma narrativa que diverte, mas também provoca identificação.

Onde posso assistir?

Na TV Globo, a exibição acontece a partir das 15h35, logo após a novela Terra Nostra. Para quem prefere assistir sob demanda, o longa também está disponível no catálogo da Netflix, por meio de assinatura, oferecendo ao público a opção de conferir a comédia a qualquer momento no streaming.

A Colheita, novo filme de Athina Rachel Tsangari, estreia com exclusividade na MUBI em 8 de agosto

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Em um tempo fora do tempo, em uma aldeia sem nome, o solo começa a ceder — não pelas forças da natureza, mas pelas rachaduras invisíveis do progresso. É nesse cenário simbólico e profundamente sensorial que se desenrola “A Colheita”, novo filme da cineasta grega Athina Rachel Tsangari, que estreia com exclusividade na plataforma MUBI no próximo dia 8 de agosto.

Inspirado no romance homônimo de Jim Crace, finalista do Prêmio Booker, o longa marca mais um passo ousado na carreira da diretora de obras como Chevalier e Attenberg, nomes fundamentais da chamada “nova onda grega”. Com sua assinatura estilística inconfundível, Tsangari constrói aqui uma espécie de elegia fílmica sobre o fim de um modo de vida — e o nascimento violento de outro.

O fim de uma aldeia, o começo de um novo tempo

Estrelado por Caleb Landry-Jones (Três Anúncios para um Crime, Dogman) e Harry Melling (O Gambito da Rainha, A Balada de Buster Scruggs), o filme se passa ao longo de sete dias intensos em uma comunidade agrária isolada, prestes a ser engolida pela presença de forasteiros e pela chegada do mundo exterior.

Landry-Jones interpreta Walter Thirsk, um camponês introspectivo que observa com inquietação o esfacelamento de tudo o que conhecia. Ao seu lado está Charles Kent (Melling), senhor das terras e amigo de infância de Walter, igualmente perdido diante do que está por vir. A aldeia, que até então funcionava como um microcosmo de ordem e interdependência, se vê desestabilizada por três tipos de recém-chegados: um cartógrafo, um mensageiro da companhia e migrantes de outra região, todos portadores de uma nova realidade — mais dura, mais impessoal e, sobretudo, inevitável.

Uma fábula sobre a violência do progresso

Com um elenco afinado e potente, que inclui ainda Rosy McEwen (Blue Jean), Arinzé Kene, Thalissa Teixeira e Frank Dillane, A Colheita não se prende a uma época específica — e é justamente aí que reside sua força. O filme parece acontecer em um tempo cíclico, onde as mudanças que assolam os personagens poderiam muito bem ecoar os deslocamentos sociais contemporâneos.

A belíssima e inquietante direção de fotografia é assinada por Sean Price Williams, que transforma o campo em um lugar de beleza onírica e ameaça constante. Já a produção leva a chancela de Rebecca O’Brien, conhecida colaboradora de Ken Loach e responsável por títulos como Eu, Daniel Blake e Você Nunca Esteve Realmente Aqui — reforçando o compromisso do projeto com um cinema politicamente atento e emocionalmente denso.

Programa infantil da Rádio MEC apresenta encontro imaginário com Aram Khachaturian em novo episódio de Blim-Blem-Blom

A programação infantil da Rádio MEC traz mais uma viagem pelo universo da música clássica neste sábado, 14 de março. A partir das 12h, o público poderá acompanhar um novo episódio de Blim-Blem-Blom, dentro do quadro especial O Gênio da Música, que mistura fantasia, educação musical e histórias inspiradas em grandes compositores da história.

Nesta edição, o episódio acompanha o flautista Murilo Barquette, que embarca em uma jornada musical pouco comum. Graças ao misterioso gênio Scandor, personagem central da série, o músico tem a oportunidade de realizar um desejo especial: conhecer o compositor armênio Aram Khachaturian, um dos nomes mais marcantes da música erudita do século XX.

Ao longo da narrativa, o programa apresenta ao público o Concerto para Flauta e Orquestra, obra de Khachaturian interpretada pela Orquestra Nacional da França (ORTF). A gravação utilizada na edição traz regência do maestro Jean Martinon e tem como solista o lendário flautista Jean-Pierre Rampal, um dos grandes nomes da história do instrumento.

A história ganha vida por meio da narração da musicista Maria Vitória, enquanto o personagem Scandor é interpretado por Lionel Fischer. Já o ator Jayme Leibovich assume o papel de Aram Khachaturian, dando voz e personalidade ao compositor dentro da narrativa radiofônica.

Apesar do nome sugerir uma reunião de grandes gênios da música como Johann Sebastian Bach, Wolfgang Amadeus Mozart, Ludwig van Beethoven ou Heitor Villa-Lobos, a proposta de O Gênio da Música segue um caminho diferente. O “gênio” do título é, na verdade, um personagem mágico que surge apenas para músicos ou apaixonados por música, sempre pronto para transformar sonhos musicais em realidade.

Com poderes dignos de histórias fantásticas, Scandor realiza desejos que qualquer amante da música gostaria de experimentar. Entre eles estão tocar ao lado de uma grande orquestra, assistir à estreia de uma obra histórica ou até encontrar pessoalmente um compositor que viveu séculos atrás. Cada episódio apresenta uma nova aventura, em que passado e presente se misturam para criar situações inesperadas e educativas.

A proposta do programa é aproximar o público jovem da música clássica de maneira lúdica e envolvente. Em vez de uma aula tradicional, a narrativa transforma o aprendizado em uma experiência imaginativa, na qual personagens reais da história da música aparecem em encontros improváveis com artistas contemporâneos.

Outro elemento marcante da produção é a forma como as histórias são conduzidas. Embora os acontecimentos sejam interpretados por atores adultos e convidados especiais, a narrativa é sempre contada a partir da perspectiva de uma criança. Esse recurso ajuda a criar uma atmosfera de descoberta e curiosidade, aproximando o público infantil do universo da música erudita.

Ao longo da temporada, Blim-Blem-Blom recebe a participação de músicos, compositores e entusiastas da música clássica que se juntam ao elenco fixo para construir as histórias. Cada episódio traz uma nova combinação de personagens e situações, sempre com o objetivo de apresentar grandes obras e nomes importantes da história da música de forma acessível.

A Coroa Perfeita | Dorama do Disney+ bate recordes, mas sofre críticas por inconsistências históricas

A Coroa Perfeita, novo dorama sul-coreano do Disney+, chegou ao catálogo cercado de expectativas e se transformou em um dos títulos mais comentados da plataforma. Misturando romance e uma realidade alternativa, a série chamou atenção tanto pelo sucesso de audiência quanto pelas discussões que levantou fora da tela.

Criada por Yoo Ji-won e dirigida por Park Joon-hwa e Bae Hee-young, a produção aposta em uma Coreia fictícia que mantém uma monarquia constitucional nos dias atuais, cenário que serve de pano de fundo para uma história marcada por alianças estratégicas e sentimentos que escapam do controle.

Qual é a história da série?

No centro da trama está Seong Hui-ju, interpretada por IU, uma jovem herdeira de um grande conglomerado empresarial que carrega o peso de ser filha ilegítima em uma sociedade ainda marcada por aparências e status.

Em busca de aceitação e espaço dentro desse sistema rígido, ela propõe um casamento por contrato com o Grão-Príncipe I-an, vivido por Byeon Woo-seok. O que começa como uma negociação fria e calculada logo ganha novas camadas quando sentimentos reais começam a surgir entre os dois.

Ao mesmo tempo, o palácio não aceita facilmente essa união. A Rainha Viúva, o Primeiro-Ministro e outras figuras influentes passam a enxergar o relacionamento como uma ameaça direta ao equilíbrio político da monarquia, criando um ambiente de tensão constante.

Quem faz parte do elenco?

Um dos pontos mais comentados da série é o elenco, que reúne nomes populares da dramaturgia coreana. Além de IU e Byeon Woo-seok nos papéis principais, Noh Sang-hyun e Gong Seung-yeon também têm destaque ao interpretar personagens envolvidos nas disputas internas do palácio.

A produção investe em uma estética grandiosa, com figurinos detalhados e cenários que misturam tradição e modernidade. Essa escolha visual ajuda a reforçar a ideia de uma monarquia que sobrevive no presente, ainda que em um contexto totalmente ficcional.

Sucesso imediato no Disney+ e forte repercussão na Coreia

Desde sua estreia, “A Coroa Perfeita” rapidamente ganhou força entre os assinantes do Disney+ e se tornou um dos doramas mais assistidos da plataforma. O desempenho também chamou atenção na Coreia do Sul, onde a audiência televisiva confirmou o interesse do público pela trama.

O sucesso se explica, em parte, pela combinação de romance intenso com elementos políticos, algo que tem atraído cada vez mais espectadores que buscam histórias além do tradicional “casal protagonista”.

O que está por trás das críticas à série?

Apesar da popularidade, a produção também passou a ser alvo de debates mais críticos. Especialistas apontam que a principal questão está na forma como a série constrói sua realidade política, imaginando uma monarquia constitucional moderna na Coreia do Sul.

Para alguns estudiosos, esse cenário não se sustenta historicamente, já que a trajetória do país após o fim da dinastia Joseon e os eventos do século XX tornaram improvável a permanência de uma família real com influência política ativa nos dias de hoje.

Além disso, há críticas sobre a forma simplificada como certos elementos históricos são utilizados apenas como base estética, sem aprofundamento nas transformações reais que moldaram a sociedade coreana.

Quando a história real encontra a liberdade da ficção

Outro ponto levantado nas análises é o equilíbrio entre criatividade e responsabilidade histórica. Embora a série assuma desde o início sua natureza fictícia, a construção de uma monarquia contemporânea levanta discussões sobre até onde a liberdade narrativa pode ir quando se parte de referências reais.

Especialistas destacam que a produção não tenta ser um retrato fiel da história, mas sim uma releitura imaginativa. Ainda assim, essa escolha acaba gerando interpretações diferentes entre público geral e estudiosos.

Um romance que também fala de poder e desigualdade

Mesmo envolta em debates históricos, a série encontra força na forma como trabalha suas relações humanas. O romance entre Hui-ju e I-an não é apenas um eixo emocional, mas também um reflexo das estruturas sociais que os cercam.

A trama explora temas como hierarquia, pressão institucional e o impacto das expectativas sociais sobre escolhas individuais, transformando o relacionamento dos protagonistas em um símbolo de resistência dentro de um sistema rígido.

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