HBO divulga pôster oficial de ‘Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente’, nova minissérie sobre a epidemia de AIDS no Brasil

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Tem histórias que a gente escuta e guarda. Tem outras que gritam. E há aquelas que, mesmo silenciadas por anos, sobrevivem por entre afetos, cicatrizes e memórias — e que, quando enfim ganham voz, vêm como avalanche. É esse o caso de Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente, nova minissérie brasileira da HBO que estreia em 31 de agosto e já chega com o peso de um marco.

Abaixo, veja o novo pôster oficial, divulgado nesta segunda-feira (28). A imagem carrega o tom emocional e simbólico da minissérie: em primeiro plano, o personagem de Johnny Massaro aparece com o olhar fixo em algum ponto distante, enquanto, ao fundo, rostos parcialmente desfocados evocam sensações de urgência, solidão e resistência. A composição é atravessada por uma faixa sutil com o clássico aviso de segurança dos voos — “coloque sua máscara de oxigênio antes de ajudar outros” — agora subvertido pelo título impactante da produção.

Com cinco episódios intensos e profundamente humanos, a série parte de uma pergunta simples, mas poderosa: quem cuidou de quem quando o país virou as costas? A resposta se revela em uma trama inspirada em fatos reais que ilumina um período sombrio da história brasileira — a explosão da AIDS nos anos 1980, marcada pela desinformação, pelo preconceito e, principalmente, pela omissão do Estado.

A guerra invisível por sobrevivência

O enredo gira em torno de um grupo de comissários de bordo que, diante da escalada da epidemia e da falta de medicamentos no Brasil, decide se organizar para contrabandear AZT — primeiro tratamento conhecido contra o HIV — dos Estados Unidos para o país. Não são heróis de capa, são pessoas comuns enfrentando o medo, a dor e a urgência de manter vivos os seus.

Liderado por Alex (Johnny Massaro), um chefe de cabine soropositivo que vê os amigos adoecendo um a um, o grupo opera em silêncio. Na era pré-internet, pré-celular, pré-tudo, a resistência acontecia de forma quase artesanal: escondendo comprimidos em malas, reunindo dinheiro entre os poucos aliados, enfrentando aeroportos e olhares desconfiados.

Mas a força real da série está justamente aí: nos gestos pequenos. Em cada abraço, em cada cena de cuidado, em cada tentativa de manter acesa alguma chama de esperança mesmo quando tudo ao redor diz que acabou.

Elenco de peso, roteiro afiado, emoção sem maquiagem

Johnny Massaro entrega talvez uma das interpretações mais marcantes de sua carreira. Seu Alex é um homem em constante equilíbrio entre o colapso emocional e a necessidade de ser firme para os outros. Ícaro Silva, como seu companheiro, imprime uma sensibilidade rara em cena. Já Bruna Linzmeyer — que também assina o roteiro junto a Patricia Corso e Leonardo Moreira — interpreta Clara, uma enfermeira aliada à causa, responsável por conectar o grupo à militância de ONGs da época.

O elenco ainda conta com Andréia Horta, Lucas Drummond, Igor Fernandez e Duda Matte, todos alinhados com a proposta da série: emocionar sem apelar, denunciar sem panfletar.

“É uma série sobre dor, mas é também uma carta de amor. À amizade, à coragem, à vida”, define Bruna Linzmeyer. “A gente quis falar das mortes, sim. Mas também da alegria de estar junto, da força de quem viveu e não foi lembrado.”

A estética da verdade

Ambientada no Rio de Janeiro dos anos 80, a série acerta em cheio na reconstituição de época. A direção de arte, assinada por Cláudia Libório, mergulha o espectador num Brasil em transição — entre a abertura política e o colapso sanitário. A fotografia aposta em tons quentes e granulados que remetem a filmes da época, enquanto a trilha sonora costura clássicos da MPB com músicas internacionais que marcaram aquela geração.

“Queríamos que o espectador sentisse o cheiro das ruas, ouvisse o barulho dos bondes, visse as propagandas da época e, ao mesmo tempo, percebesse a ausência: de políticas públicas, de cuidado, de amparo”, comenta Marcelo Gomes, um dos diretores da produção ao lado de Carol Minêm.

A série consegue ser política sem ser panfletária, emocional sem ser piegas e histórica sem parecer uma aula. O mérito está na construção cuidadosa do roteiro, que prioriza os vínculos humanos em vez de números ou datas. É uma história de pessoas, com todas as suas contradições.

Reconhecimento lá fora — antes de chegar aqui

Antes mesmo de estrear oficialmente no Brasil, Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente já estava chamando atenção no exterior. Foi exibida fora da competição oficial no Festival de Berlim e recebeu uma menção honrosa da Queer Media Society, que destacou a “coragem narrativa e a potência emocional” da obra. No Festival Internacional de Valência – Cinema Jove, venceu o prêmio de Melhor Série de TV e Melhor Roteiro Original.

“Ver essa história ser abraçada em outros países é emocionante, mas também nos obriga a pensar: por que demoramos tanto para contá-la por aqui?”, questiona Carol Minêm. “Talvez porque mexe em feridas abertas. Mas contar também é curar.”

O título que ecoa — e que dói

O nome da série, por si só, já é um soco no estômago: Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente. Uma clara subversão do aviso padrão de segurança dos voos comerciais, usado aqui como metáfora para o abandono. Ninguém veio salvar. As máscaras não caíram. Foi preciso improvisar, correr, resistir — ou morrer.

“Essa frase define tudo. Porque ali, nos anos 80, se você não fosse salvo por alguém do seu círculo, dificilmente alguém mais apareceria. O Estado não apareceu. A igreja virou o rosto. A imprensa criminalizou. A sociedade ignorou. E mesmo assim, teve gente que ficou. Que cuidou. Que chorou. Que cantou no velório. Que segurou a mão até o fim”, resume Patricia Corso.

Uma memória coletiva em tempos de retrocesso

É impossível assistir à série sem pensar no presente. Em tempos de fake news, discursos de ódio e ataques constantes aos direitos da comunidade LGBTQIAPN+, Máscaras de Oxigênio (não) Cairão Automaticamente funciona como um espelho e um lembrete: não estamos tão distantes daquele Brasil, e talvez por isso seja tão necessário voltar a ele.

A série também contribui com o esforço coletivo de reconstruir a memória LGBTQIA+ no país, frequentemente apagada ou marginalizada. Ao dar protagonismo a personagens gays, trans e aliados que atuam na linha de frente da crise, ela reafirma a importância da representatividade com responsabilidade.

“Essas pessoas existiram. Essas histórias aconteceram. E se hoje temos medicamentos, prevenção e uma rede de cuidados maior, é porque alguém arriscou tudo lá atrás”, afirma Carlos Henrique Martins, ativista e historiador que atuou como consultor histórico da série.

Uma estreia aguardada — e necessária

A minissérie estreia dia 31 de agosto, com episódios semanais exibidos na HBO e liberados simultaneamente na HBO Max. A expectativa é de impacto. Mas mais do que audiência ou prêmios, os criadores esperam abrir conversas — nas escolas, nas famílias, nas redes sociais — sobre temas que ainda hoje enfrentam resistência: HIV, homofobia, abandono institucional, e, acima de tudo, cuidado.

“Não queremos que ninguém assista e simplesmente diga ‘que bonito’. Queremos que as pessoas fiquem incomodadas. Que pensem. Que abracem. Que procurem saber. Que não esqueçam”, diz Johnny Massaro.

Marcial Maciel: O Lobo de Deus | HBO Max revela trailer da série chocante sobre abusos, silêncio e impunidade dentro da Igreja

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Os Estranhos

A HBO Max revelou nesta sexta, 1º de agosto, o trailer oficial de Marcial Maciel: O Lobo de Deus, série documental que promete abalar estruturas ao explorar a trajetória sombria e cheia de contradições do fundador dos Legionários de Cristo. Prevista para estrear no dia 14 de agosto, a produção traz à tona documentos inéditos, depoimentos comoventes de sobreviventes e vozes fundamentais do jornalismo investigativo. Com imagens fortes e uma edição envolvente, o trailer já antecipa o tom impactante da narrativa, que convida o público a revisitar um dos escândalos mais desconcertantes da Igreja Católica recente. Abaixo, confira o vídeo:

Durante boa parte do século 20, Marcial Maciel foi celebrado como um renovador da fé cristã. Carismático, misterioso e politicamente influente, o fundador dos Legionários de Cristo era visto por muitos como um exemplo de virtude e disciplina, alguém dedicado à formação de seminaristas e ao crescimento da congregação ao redor do mundo. No entanto, sob a imagem de devoção, escondia-se um homem capaz de abusos inimagináveis — protegido por décadas por uma rede de silêncio, poder e adulação cega.

É esse enredo perturbador, repleto de contradições e ainda carregado de feridas abertas, que a série propõe a desvendar. A produção da Anima Films em parceria com a Warner Bros. Discovery mergulha fundo em relatos de sobreviventes, arquivos confidenciais e investigações conduzidas por jornalistas e estudiosos. Em quatro episódios, a obra expõe, com coragem e precisão, um dos capítulos mais sombrios da história recente da fé institucionalizada.

O carisma que encobria a crueldade

A narrativa da série se constrói a partir de um paradoxo cruel: como alguém visto como exemplo de virtude pôde viver tantas vidas paralelas, causando tamanho estrago em tantas outras? Como um homem que pregava o celibato e a disciplina podia, ao mesmo tempo, manter filhos escondidos, usar drogas pesadas e abusar sexualmente de dezenas de seminaristas sob sua tutela?

Essas perguntas, ainda sem resposta clara, são o fio condutor da série. Através de relatos em primeira pessoa de vítimas, ex-membros da Legião e jornalistas investigativos que dedicaram anos ao caso, o documentário reconstrói os bastidores de uma história marcada não apenas por abusos, mas por uma rede de acobertamentos cuidadosamente montada.

Entre os nomes que ajudam a costurar esse retrato estão o premiado jornalista Jason Berry, pioneiro nas investigações sobre abusos no clero; a repórter mexicana Carmen Aristegui, cuja voz firme se tornou símbolo de resistência em meio à censura; e o escritor Emiliano Ruiz Parra, que reflete sobre os desdobramentos culturais e sociais do caso.

Vozes feridas, mas não caladas

Há algo de profundamente tocante na forma como a série ouve suas fontes. Muitos dos entrevistados falam com pausas longas, olhos marejados, às vezes em ambientes que parecem não ter sido frequentados há muito tempo. São homens que, em sua juventude, acreditaram estar respondendo a um chamado divino, mas encontraram um pesadelo disfarçado de vocação.

Um deles descreve como Maciel “chegava como um pai”, apenas para, em questão de horas, se transformar em algo indecifrável. Outro confessa ter vivido anos com vergonha de contar à própria família o que sofreu, por medo de não ser acreditado. A série não oferece alívio — ela mergulha fundo na dor, sem manipular o espectador. O sofrimento é real. A vergonha, também. Mas a coragem de falar talvez seja o que mais impressiona.

Documentos, arquivos e omissões

A estrutura da série alterna esses depoimentos com documentos confidenciais e materiais de arquivo, muitos deles inéditos. Cartas internas da Legião, memorandos do Vaticano, registros de viagens com identidades falsas, recibos de transferências milionárias. Tudo aponta para uma engrenagem que não apenas permitia os abusos — como, em certos momentos, os facilitava.

O espectador é levado a entender que o caso Maciel não se trata apenas de um homem com desvios de conduta. Trata-se de um sistema. Uma arquitetura de poder construída com base na obediência cega, no silêncio institucional e na blindagem hierárquica. As consequências não se limitam às vítimas diretas: envolvem famílias, comunidades inteiras, fiéis que, até hoje, se veem divididos entre a fé e a verdade.

Muito além de um escândalo

Marcial Maciel morreu em 2008, sem nunca ter sido formalmente julgado por seus crimes. Morreu idoso, longe das câmeras, acolhido por parte da estrutura que ajudou a criar. Mas sua ausência física não significou o fim do seu legado — e é isso que a série enfatiza.

Os Legionários de Cristo, apesar de terem sofrido reformulações, ainda atuam em mais de 25 países. Muitos ex-integrantes continuam lutando por reconhecimento oficial das agressões sofridas, por reparação financeira, por espaço para recomeçar. Alguns deixaram completamente a vida religiosa; outros ainda tentam conciliar espiritualidade com a dor que carregam no corpo e na alma.

A série mostra que, enquanto a Igreja tenta cicatrizar suas feridas públicas, há um número incalculável de feridas privadas que seguem abertas. E que o silêncio ainda é, muitas vezes, a regra — não a exceção.

Técnica e sensibilidade

É preciso destacar a competência técnica da produção. A direção é sóbria, respeitosa, e nunca sensacionalista. Os episódios têm ritmo, mas não atropelam. Cada bloco oferece espaço para o espectador respirar, absorver e refletir. A trilha sonora é discreta, mas eficaz. A fotografia aposta em tons sóbrios, com poucos elementos de distração. A palavra, aqui, é protagonista.

O uso de material de arquivo e reconstituições pontuais é preciso. Nada parece gratuito. A montagem evita dramatizações exageradas. Há algo quase documental no sentido mais puro do termo: mostrar para que se compreenda, não apenas para chocar.

Por que assistir?

Porque esta não é apenas uma série sobre um homem que cometeu crimes. É uma obra sobre as estruturas que permitem que esses crimes se repitam. Sobre o poder que corrompe, mas também sobre a fé que resiste. É, acima de tudo, uma história sobre sobrevivência — e sobre a urgência de escutar quem foi silenciado.

Jay Kelly | Netflix revela trailer de novo drama com George Clooney e Adam Sandler

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Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix lançou na manhã desta terça, 5 de agosto, o aguardado primeiro trailer de Jay Kelly, novo longa-metragem escrito e dirigido por Noah Baumbach, com estreia limitada nos cinemas marcada para 20 de novembro de 2025 e lançamento global na plataforma para 5 de dezembro. Estrelado por George Clooney e Adam Sandler, o drama promete ser uma das obras mais sensíveis e maduras da temporada, refletindo sobre identidade, afeto, paternidade e o peso invisível que a fama pode carregar ao longo do tempo. Abaixo, confira o vídeo:

O longa, coescrito por Baumbach e Emily Mortimer, é uma viagem — literal e emocional — por paisagens europeias e memórias fragmentadas. Jay Kelly, interpretado por Clooney, é um astro de cinema em fase de declínio, cuja imagem pública já não acompanha seu esgotamento pessoal. Ao lado de Ron (Sandler), seu empresário e confidente há décadas, ele embarca em uma turnê promocional que se transforma, pouco a pouco, em uma travessia existencial sobre o que ficou para trás — e o que ainda pode ser resgatado.

A desconstrução do ícone: um astro sob a luz e à sombra

Clooney, conhecido por interpretar homens carismáticos, articulados e quase sempre no controle das situações, mergulha aqui em um papel mais introspectivo e emocionalmente desgastado. Jay Kelly não é apenas um ator em busca de reaparecer para o público, mas alguém que precisa, antes de tudo, reaparecer para si mesmo. Ao seu lado, Ron (Sandler) serve como espelho, suporte e, por vezes, espinho — representando o passado fiel, mas também cúmplice de silêncios e omissões.

O que poderia ser apenas uma road trip entre dois amigos se revela, sob o olhar refinado de Baumbach, uma meditação sobre as consequências de vidas dedicadas à imagem e ao controle da narrativa. Jay foi, durante décadas, o protagonista não só de filmes, mas também de sua própria mitologia. Agora, aos poucos, esse mito precisa ser desmontado para que o homem por trás dele possa emergir — mesmo que já tarde demais para certos reparos.

Baumbach e sua poética da crise silenciosa

Noah Baumbach, que construiu sua carreira escavando os desconfortos íntimos de famílias e casamentos disfuncionais (A Lula e a Baleia, História de um Casamento), parece dar um novo passo com Jay Kelly. Se antes seus personagens eram definidos por embates diretos e diálogos afiados, aqui o conflito se mostra mais sutil, mais contido — mas não menos devastador.

O diretor se interessa, mais uma vez, pelos homens em ruínas emocionais, por aqueles que sustentaram durante muito tempo papéis públicos enquanto deixavam suas relações pessoais desmoronarem. Jay Kelly, nesse sentido, é irmão de tantos outros personagens do universo de Baumbach — mas com uma camada adicional: o peso do estrelato, da celebridade e da necessidade de manter uma narrativa externa coerente mesmo quando tudo dentro está em colapso.

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Um filme sobre o que não foi dito

A força do roteiro, segundo declarações do próprio Baumbach, está menos nos grandes acontecimentos e mais nos silêncios que os cercam. As imagens divulgadas mostram Jay e Ron circulando por hotéis luxuosos, salas de entrevista, ruas vazias, trens europeus — sempre acompanhados de uma melancolia que parece envolver tudo ao redor. O passado não retorna em flashbacks, mas nos olhares, nos gestos contidos, nas conversas interrompidas.

É nesse tempo suspenso entre o glamour e a decadência que o filme constrói seu espaço. Ron, vivido com contenção por Adam Sandler, é o típico personagem que está sempre presente, mas raramente visto. Ele não apenas administra a carreira de Jay — ele também gerenciou, por anos, seus silêncios, suas ausências como pai, marido e ser humano.

Estreia dupla de Clooney e Sandler no mundo de Baumbach

Apesar de já terem flertado com o drama em outras ocasiões, Clooney e Sandler entram aqui em terreno inédito. É a primeira vez que trabalham sob a direção de Baumbach, e ambos parecem encontrar na contenção exigida pelo roteiro um campo fértil para atuações profundas e dolorosamente humanas.

George Clooney, que nos últimos anos tem se dedicado mais à direção e produção, retorna à frente das câmeras com um personagem que parece dialogar diretamente com sua própria trajetória pública. Jay Kelly carrega não apenas a exaustão do personagem, mas também uma autoconsciência melancólica de quem sabe que está interpretando um tipo de versão distorcida de si mesmo.

Adam Sandler, por sua vez, volta a explorar seu lado dramático — já revelado em Joias Brutas (2019) e Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe (também de Baumbach). Ron é discreto, mas emocionalmente carregado. Sua fidelidade a Jay, ao longo dos anos, é tão genuína quanto inquietante.

Elenco de apoio como extensão da psique de Jay

O restante do elenco funciona como peças de um quebra-cabeça emocional que Jay não consegue mais montar. Laura Dern, uma das parceiras recorrentes de Baumbach, deve interpretar uma figura central do passado afetivo de Jay — talvez uma ex-esposa ou uma antiga colaboradora que carrega feridas ainda abertas.

Riley Keough e Eve Hewson aparecem como filhas distantes ou mulheres que cruzaram a vida de Jay sem que ele tivesse realmente estado presente. A presença de nomes como Billy Crudup, Patrick Wilson, Jim Broadbent e Isla Fisher sugere uma colcha de retalhos emocional, onde cada personagem traz um pedaço do que Jay foi — ou fingiu ser.

Emily Mortimer, coautora do roteiro, também atua no filme. Sua participação tem sido mantida em sigilo, o que alimenta a especulação de que ela seja a âncora emocional da trama — talvez a única capaz de confrontar Jay com um espelho verdadeiro.

Saiba quando Thunderbolts* chega na plataforma de streaming Disney+

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Após sua estreia nos cinemas em maio de 2025, Thunderbolts, o mais novo filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), finalmente chega ao streaming. A partir do dia 27 de agosto, os assinantes do Disney+ poderão acompanhar a saga desse grupo de anti-heróis, que desafia convenções e coloca à prova conceitos clássicos de heroísmo. Para muitos fãs, esta é a oportunidade de reviver a emoção das telonas ou conhecer um dos projetos mais ousados da Fase Cinco da Marvel.

Dirigido por Jake Schreier, com roteiro de Eric Pearson e Joanna Calo, o filme traz um elenco robusto e talentoso, incluindo Florence Pugh, Sebastian Stan, Wyatt Russell, Olga Kurylenko, Lewis Pullman, Geraldine Viswanathan, Chris Bauer, Wendell Pierce, David Harbour, Hannah John-Kamen e Julia Louis-Dreyfus. Diferente de outros filmes do MCU, a trama gira em torno de personagens que não são heróis convencionais; cada um deles carrega um passado conturbado e dilemas morais que tornam a narrativa mais intensa e imprevisível.

A Marvel começou a construir a ideia de uma equipe de anti-heróis em 2021, com sutis referências em filmes e séries. A proposta era apresentar um grupo capaz de desafiar os padrões estabelecidos pelos Vingadores, reunindo indivíduos com habilidades excepcionais, mas com motivações duvidosas. Em junho de 2022, o desenvolvimento de o longa foi oficialmente anunciado, com Schreier e Pearson à frente do projeto.

O elenco principal foi revelado em setembro de 2022, e novos nomes foram adicionados ao longo de 2023. Entre os roteiristas que ajudaram a aprimorar o projeto, Lee Sung Jin se juntou para reescrever o roteiro em março de 2023, trazendo contribuições importantes para o desenvolvimento emocional dos personagens. A produção enfrentou desafios significativos devido às disputas trabalhistas de Hollywood, o que acarretou mudanças no elenco e ajustes no cronograma. Joanna Calo entrou posteriormente para realizar reescritas adicionais.

As filmagens aconteceram entre fevereiro e junho de 2024, principalmente no Trilith Studios e Atlanta Metro Studios, em Atlanta, Geórgia, com locações adicionais em Utah e Kuala Lumpur. A diversidade de cenários e a qualidade técnica das filmagens ajudaram a criar um universo visualmente impressionante, capaz de equilibrar momentos de ação intensa e drama psicológico profundo.

Anti-heróis em ação

O filme começa na Malásia, onde Yelena Belova destrói um laboratório para proteger a diretora da CIA, Valentina Allegra de Fontaine, e esconder seu envolvimento no projeto super-humano “Sentinela”, desenvolvido pelo Grupo O.X.E.. Quando Valentina enfrenta um possível processo de impeachment, ela envia mercenários como Yelena, John Walker, Ava Starr e Antonia Dreykov para uma instalação secreta do O.X.E., instruindo-os a se enfrentarem até a morte.

Durante o confronto, Ava elimina Antonia, e um homem amnésico chamado Bob é libertado de uma cápsula de animação suspensa. Ao perceberem que foram manipulados para morrer, os mercenários conseguem escapar, mas não sem enfrentar confrontos internos e reviver memórias dolorosas. Ao interagir com Bob, Yelena e Walker revivem traumas do passado, mostrando que o filme não se limita a sequências de ação, mas explora profundamente a psicologia de cada personagem.

Valentina descobre a sobrevivência do grupo e do próprio Bob, que cria uma distração heroica para permitir a fuga dos demais. Bob é capturado e levado para a antiga Torre dos Vingadores em Nova York, agora transformada na “Torre de Vigilância”. Paralelamente, Alexei Shostakov resgata Yelena, Walker e Ava, nomeando-os de “Thunderbolts”, em homenagem a um antigo time de futebol da infância de Yelena.

Confronto com o Sentinela e surgimento do Vácuo

Os Thunderbolts logo se tornam alvos dos agentes de Valentina e acabam presos pelo Congressista Bucky Barnes, que deseja que testemunhem no processo de impeachment. Quando descobrem que Bob foi alvo de experimentos secretos, o grupo une forças com Barnes para enfrentar Valentina.

Bob foi transformado em um super-humano chamado Sentinela, que derrota facilmente os Thunderbolts. Ao desenvolver uma ilusão de superioridade divina, ele se volta contra Valentina, mas é contido por sua assistente Mel. Esse evento desencadeia o surgimento do alter ego destrutivo de Bob, o Vácuo, capaz de aprisionar os cidadãos de Nova York em dimensões baseadas em suas memórias traumáticas.

Para deter a ameaça, Yelena entra na dimensão das sombras e confronta seu próprio passado como Viúva Negra, enquanto ajuda Bob a retomar o controle de sua mente. Com o apoio da equipe, Bob consegue superar o Vácuo, libertando a cidade da escuridão sobrenatural.

De Thunderbolts a Novos Vingadores

Após a vitória, a equipe se prepara para prender Valentina. No entanto, a vilã manipula a mídia e realiza uma conferência de imprensa, apresentando os Thunderbolts como os Novos Vingadores. Embora relutantes, eles aceitam o novo título, percebendo que a imagem pública é tão importante quanto os atos heroicos.

A cena pós-créditos mostra que, quatorze meses depois, os Novos Vingadores e Bob enfrentam tensões com a equipe de Sam Wilson, enquanto uma nave espacial extradimensional com o símbolo “4” sugere futuras conexões com o Quarteto Fantástico.

Recepção e crítica

Apesar das críticas majoritariamente positivas, o filme teve arrecadação de 382,3 milhões de dólares, abaixo das expectativas. Analistas apontam que a complexidade da trama e o número elevado de personagens pode ter dificultado a identificação imediata do público. No entanto, a narrativa foi elogiada por explorar temas como trauma, redenção e moralidade ambígua, raramente abordados em filmes de super-heróis.

O elenco foi destacado como um dos pontos mais fortes, especialmente a química entre Florence Pugh, Sebastian Stan e Wyatt Russell. O desenvolvimento emocional dos personagens e os dilemas morais criaram momentos de tensão e empatia, tornando a experiência mais rica e envolvente.

Produção e desafios

O projeto enfrentou desafios logísticos e criativos, como mudanças no elenco e ajustes de roteiro devido a disputas trabalhistas. Schreier, com experiência em séries intimistas como Beef, trouxe uma abordagem que equilibra sequências de ação com momentos de introspecção e vulnerabilidade. As locações internacionais e os efeitos visuais de ponta contribuíram para criar cenas espetaculares, do combate físico ao confronto psicológico com Bob e o Vácuo.

O asterisco no título e a mudança de nome

O asterisco no título gerou curiosidade e debates entre os fãs. Ao final do filme, a equipe assume o nome Novos Vingadores, conectando o grupo ao legado dos Vingadores e reforçando a ideia de redenção. A mudança também sinaliza a importância da percepção pública na construção de heróis modernos.

Twinless | Dylan O’Brien e James Sweeney estrelam drama LGBTQIA+ polêmico e intenso que conquistou Sundance 2025

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Algumas histórias não se contentam em apenas entreter — elas chegam para cutucar feridas, provocar conversas e deixar uma marca duradoura na audiência. Twinless, novo drama LGBTQIA+ protagonizado por Dylan O’Brien e James Sweeney, é uma dessas obras. Com estreia marcada para 5 de setembro nos cinemas dos Estados Unidos, o filme já chega cercado de expectativa, elogios e polêmicas, após ter se tornado um dos títulos mais comentados do Festival de Cinema de Sundance 2025.

Dirigido, roteirizado e coestrelado por James Sweeney, o longa mergulha nas zonas cinzentas da intimidade humana, onde luto, atração e segredos perigosos se misturam. Mas o que torna o filme tão diferente de outras produções do gênero não é apenas o tema — é a forma como ele encara a dor sem filtros e expõe o desejo sem concessões.

No coração da trama está Roman (Dylan O’Brien), um jovem que vê seu mundo desmoronar após a morte trágica de seu irmão gêmeo, Rocky — também interpretado por O’Brien, em um trabalho que exige entrega física e emocional para diferenciar duas personalidades tão próximas e, ao mesmo tempo, tão distintas. O acidente que tira a vida de Rocky é descrito como “bizarro”, e desde os primeiros minutos o público sente que há algo mais nessa história do que um simples infortúnio.

Buscando apoio para lidar com a perda, Roman se junta a um grupo de suporte para pessoas que, como ele, perderam seus gêmeos. É lá que conhece Dennis (James Sweeney), um jovem de humor ácido, intelecto afiado e comportamento ambíguo. Entre os dois, nasce uma conexão imediata — mas não necessariamente saudável. O que começa como uma relação de cumplicidade vai ganhando contornos de obsessão, sedução e, possivelmente, manipulação.

O roteiro não se preocupa em traçar linhas claras entre o que é amor, desejo ou dependência emocional. Em vez disso, convida o público a navegar junto com os personagens em um território desconfortável, onde vulnerabilidade e perigo caminham lado a lado.

Do herói adolescente ao drama adulto

Para muitos, Dylan O’Brien ainda é o rosto do carismático Stiles de Teen Wolf ou do determinado Thomas na trilogia Maze Runner. Mas quem acompanha sua trajetória percebe que o ator vem buscando papéis cada vez mais maduros e arriscados.

Em Twinless, O’Brien se afasta de qualquer resquício de zona de conforto. Ao interpretar tanto Roman quanto Rocky, ele explora contrastes sutis: um é reservado, contido e introspectivo; o outro, extrovertido e imprevisível. A dualidade exige um trabalho corporal preciso, mudanças de postura e até de ritmo de fala para que o público acredite estar diante de dois indivíduos reais.

Além disso, o ator encara cenas de intimidade explícita com coragem e entrega raramente vistas em astros de sua geração. Essa ousadia não passou despercebida: em Sundance, O’Brien recebeu o prêmio de Melhor Atuação, consolidando o filme como um marco em sua carreira.James Sweeney: criando e vivendo Dennis

James Sweeney não é apenas o parceiro de cena de O’Brien — ele é o cérebro por trás de Twinless. Assinando roteiro e direção, o cineasta e ator já havia conquistado a crítica com Almas Gêmeas (Straight Up), mas aqui mergulha em um território mais sombrio e sensual.

Dennis, seu personagem, é uma figura magnética, daquelas que você não sabe se quer abraçar ou manter à distância. Ele é espirituoso e sedutor, mas também carrega uma inquietante aura de segredos. Sweeney constrói esse perfil com delicadeza, nunca deixando claro quais são as verdadeiras intenções do personagem, o que alimenta o suspense até o final.

Em entrevistas, o diretor afirmou que seu objetivo era “explorar o que acontece quando a atração e o trauma se entrelaçam, criando um tipo de ligação que pode ser tanto cura quanto veneno”.

Um elenco que reforça o peso dramático

O elenco do drama areúne nomes que transitam entre o cinema independente e produções de grande apelo popular, criando uma mistura de experiências e estilos que se complementam. Dylan O’Brien (Maze Runner, Teen Wolf, Amor(es) Verdadeiro(s)) assume o duplo desafio de viver Roman e Rocky, explorando nuances sutis entre os dois irmãos. James Sweeney (Almas Gêmeas) interpreta Dennis com uma presença enigmática e magnética, enquanto Aisling Franciosi (O Pintassilgo, The Nightingale) surge como Marcie, amiga próxima de Rocky que guarda mais informações do que aparenta.

Lauren Graham (Gilmore Girls, Parenthood) entrega uma atuação contida, mas emocionalmente potente como a mãe dos gêmeos. Já Tasha Smith (Empire, Why Did I Get Married?) traz força e franqueza à conselheira Charlotte, enquanto Chris Perfetti (Abbott Elementary), François Arnaud (Os Bórgias), Susan Park (Fargo, Snowpiercer) e Cree Cicchino (Mr. Iglesias, That ’90s Show) completam o conjunto, enriquecendo o drama com participações marcantes.

Filmado com intimidade e melancolia

Rodado em Portland, Oregon, durante o segundo semestre de 2024, o longa-metragem se beneficia do clima úmido e das paisagens cinzentas da cidade. Ruas vazias, luzes frias e interiores claustrofóbicos compõem um cenário que reflete o estado emocional dos personagens. O uso da câmera é propositalmente íntimo: muitos enquadramentos fechados nos rostos, respirando junto com os atores, capturam cada hesitação, cada olhar e cada silêncio desconfortável. É um filme que, visualmente, não grita — ele sussurra e deixa o desconforto crescer aos poucos.

O que “Twinless” representa no cinema LGBTQIA+

O cinema queer já percorreu um longo caminho — de personagens marginalizados a protagonistas complexos que não precisam servir como exemplos perfeitos. O longa é herdeiro dessa evolução, recusando-se a oferecer uma história “limpa” ou moralmente reconfortante.

Aqui, o amor não é necessariamente redentor. Ele pode ser confuso, contraditório e até perigoso. Ao colocar dois homens no centro de uma relação carregada de desejo e desconfiança, o filme desafia a ideia de que a representatividade LGBTQIA+ precisa vir sempre embrulhada em mensagens positivas. Essa abordagem, no entanto, não é gratuita. Ela questiona até que ponto estamos preparados para ver histórias queer tão imperfeitas quanto as heterossexuais, sem que isso seja usado como justificativa para preconceito.

Prêmios e caminho até as salas de cinema

Além do prêmio de Melhor Atuação para O’Brien, o filme levou para casa o Prêmio do Público na Competição Dramática dos Estados Unidos em Sundance — um feito significativo para um filme independente com conteúdo tão ousado. A distribuidora Republic Pictures prepara a campanha de lançamento nos EUA para setembro, mirando não apenas o público LGBTQIA+, mas também cinéfilos que buscam dramas intensos e autorais. No Brasil, ainda não há data confirmada, mas o burburinho crescente nas redes sociais indica que a estreia por aqui é questão de tempo.

No Sem Censura desta sexta (15/08), Cissa Guimarães recebe Diogo Nogueira em edição especial

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Nesta sexta, 15 de agosto de 2025, às 16h, a TV Brasil abre espaço para uma edição especial e repleta de emoção do Sem Censura. Sob o comando carismático de Cissa Guimarães, o programa recebe um dos nomes mais queridos e respeitados da música brasileira: Diogo Nogueira. Cantor, compositor e legítimo representante do samba, ele chega para uma conversa descontraída e cheia de memórias, que mistura histórias de família, música e até futebol.

Além de Diogo, o encontro conta com a presença da sambista Marina Íris — que também carrega a música no sangue e é prima do artista — e do eterno craque Junior, ex-jogador do Flamengo e da seleção brasileira, que hoje brilha como comentarista esportivo. A roda de conversa tem a mediação da jornalista Fabiane Pereira, especialista em música e cultura.

Para quem não puder acompanhar ao vivo pela TV, o programa será exibido simultaneamente no aplicativo TV Brasil Play e no canal da emissora pública no YouTube. E, para os fãs de podcast, o Sem Censura também estará disponível no Spotify, permitindo que a experiência vá além da telinha. Haverá ainda uma reapresentação na própria TV Brasil, às 23h30 do mesmo dia.

Uma tarde de samba, histórias e emoção

O programa promete ser muito mais que uma simples entrevista: será um mergulho afetivo na trajetória de Diogo Nogueira. Filho do saudoso sambista João Nogueira, ele cresceu em um lar onde a música não era apenas trilha sonora, mas um modo de viver. E, embora tenha sido criado entre rodas de samba e bastidores de shows, seu caminho até a carreira musical não foi imediato.

Durante a conversa, Diogo relembra que, na juventude, o futebol quase falou mais alto. Chegou a treinar em clubes e sonhar com a carreira de jogador profissional, mas a música acabou sendo o chamado mais forte — e o palco, seu destino inevitável. Essa transição, recheada de dúvidas e descobertas, será contada com o humor e a leveza que marcam sua personalidade.

Para os fãs, o ponto alto da atração será vê-lo deixar a bancada e assumir o microfone no palco do Sem Censura, interpretando sucessos que se tornaram parte da história recente do samba, como “Alma Boêmia”, “Tô Fazendo a Minha Parte”, “Clareou”, “Pé na Areia” e “Poder da Criação”. Entre uma música e outra, ele também vai revisitar canções imortalizadas pelo pai, reforçando a herança artística que mantém viva com orgulho.

Encontros que viram histórias

Um dos momentos mais aguardados será a interação entre Diogo e o craque Junior, que traz memórias de sua carreira como jogador e comentarista, mas também revela bastidores da amizade com o sambista e sua família. A conexão entre os dois vai muito além da admiração mútua: eles compartilham duas paixões intensas — o samba e o Flamengo. Histórias de arquibancada, bastidores de shows e momentos de celebração prometem render boas risadas.

A presença de Marina Íris acrescenta ainda mais calor ao encontro. Prima de Diogo, ela cresceu junto dele, partilhando festas familiares, primeiras composições e a convivência com João Nogueira. Ao lado do primo, Marina relembra causos da juventude, revelando um lado mais íntimo e afetuoso do artista, longe dos holofotes. É aquela conversa de família que o público raramente vê, mas adora assistir.

A debatedora Fabiane Pereira conduz o diálogo com sensibilidade e conhecimento de causa. Especialista em música brasileira, ela ajuda a costurar a narrativa, destacando momentos marcantes da carreira de Diogo, desde os primeiros passos até a consolidação como um dos principais nomes do samba contemporâneo. Fabiane também provoca reflexões sobre o papel do samba hoje, em um cenário musical cada vez mais diverso.

O legado de João Nogueira e a construção de uma identidade

Não há como falar de Diogo sem mencionar o pai, João Nogueira, figura fundamental para a história do samba. Fundador do Clube do Samba e compositor de obras-primas, João deixou um legado de resistência cultural, poesia e brasilidade. Diogo, por sua vez, carrega o sobrenome com respeito, mas sempre fez questão de trilhar seu próprio caminho, encontrando sua voz e estilo.

No programa, ele deve revisitar essas memórias, contando como foi crescer ao lado de artistas como Beth Carvalho, Martinho da Vila e Clara Nunes, que frequentavam sua casa e serviam de inspiração. Ao mesmo tempo, relembra a dor da perda do pai em 2000, quando tinha apenas 19 anos, e como a música foi um instrumento de cura e reconexão com a própria história.

Mais de uma década à frente do Samba na Gamboa

O público que acompanha a TV Brasil também se lembra de Diogo como apresentador. Durante mais de dez anos, ele comandou o Samba na Gamboa, um espaço dedicado a mostrar a diversidade e a vitalidade do samba brasileiro, recebendo artistas consagrados e novos talentos. O programa ajudou a reforçar sua imagem como um verdadeiro embaixador do gênero.

Hoje, o Samba na Gamboa segue no ar sob o comando da cantora Teresa Cristina, mas a marca de Diogo permanece viva no formato. No Sem Censura, ele deve compartilhar bastidores dessa experiência, desde encontros inesperados até descobertas musicais que se tornaram parte do seu repertório.

Samba, futebol e a alma carioca

O episódio especial também é uma celebração da cultura carioca. Samba e futebol, duas paixões que movimentam corações no Brasil, são temas recorrentes na conversa. Junior traz memórias de vitórias históricas com a camisa do Flamengo e da seleção brasileira, enquanto Diogo relembra jogos inesquecíveis no Maracanã, seja como torcedor ou como garoto sonhando em ser jogador.

Essa interseção entre música e esporte é um reflexo da própria história do Rio de Janeiro, onde a festa e a paixão se encontram nas ruas, nas rodas de samba e nos estádios. O programa mostra como essas expressões populares são parte da identidade nacional.

Para além da tela: a experiência multiplataforma

Um dos diferenciais dessa edição é a possibilidade de acompanhar o conteúdo em diferentes formatos. A transmissão simultânea pela TV, pelo TV Brasil Play e pelo YouTube permite que o público esteja presente de onde estiver. E, com o episódio também disponível em formato de podcast no Spotify, o Sem Censura se adapta aos hábitos de consumo contemporâneos, ampliando seu alcance e reforçando seu papel como vitrine da cultura brasileira.

Você Estava Lá | K-drama da Netflix com Lee Yoo-mi e Jeon So-nee ganha trailer oficial

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A Netflix segue investindo em produções que combinam suspense, drama psicológico e histórias humanas intensas. Você Estava Lá, série sul-coreana estrelada por Lee Yoo-mi, conhecida internacionalmente por Round 6, e Jeon So-nee, de Nossa Juventude Florescente, acaba de ganhar seu primeiro trailer, despertando grande curiosidade entre os fãs de K-dramas. A narrativa promete explorar relações complexas, dilemas morais e o peso das decisões extremas diante de situações desesperadoras. Abaixo, veja o vídeo:

Inspirada no romance japonês Naomi and Kanako, de Hideo Okuda, a produção acompanha mulheres que buscam escapar de contextos abusivos e opressivos. Com um enredo que mistura tensão, mistério e drama humano, a série oferece uma abordagem sensível sobre temas como violência doméstica, coragem e limites da sobrevivência.

O elenco da série reúne talentos que dão profundidade e autenticidade à narrativa. Lee Yoo-mi (Round 6, All of Us Are Dead) interpreta Hui-su, mesclando fragilidade e força em uma atuação que revela a complexidade de alguém tentando sobreviver a um relacionamento abusivo. Jeon So-nee (Nossa Juventude Florescente, My Liberation Notes) vive Eun-su, oferecendo uma personagem sensível e determinada, cuja amizade e parceria são cruciais para o desenrolar da história.

Jang Seung-jo (Snowdrop, One the Woman) aparece como Jin-pyo, o marido ameaçador de Hui-su, transmitindo a tensão que permeia a vida da protagonista. Lee Moo-saeng (The Glory, VIP) interpreta Chen Shaobo, o proprietário da loja de departamentos, enquanto Lee Ho-jung (Move to Heaven, Tale of the Nine Tailed) dá vida ao detetive Noh Jin-young, trazendo perspectiva e conflito à trama.

Uma história de tensão e sobrevivência

No centro da trama está Hui-su, interpretada por Lee Yoo-mi, uma jovem que sonhava em escrever livros infantis, mas que se vê aprisionada em um casamento marcado pelo abuso, vivido ao lado de Jin-pyo (Jang Seung-jo, de Snowdrop). Sua vida diária se transforma em um ciclo de medo, solidão e sofrimento psicológico, e qualquer saída convencional parece impossível.

É nesse contexto que surge Eun-su (Jeon So-nee), atendente de uma loja de departamentos de luxo, que se torna amiga e aliada de Hui-su. As duas desenvolvem um plano extremo para se libertar do abuso, mas a chegada inesperada de um visitante ameaça pôr tudo a perder. A narrativa mergulha nas escolhas difíceis que indivíduos em situações de desespero podem ter que enfrentar, mostrando a humanidade e a vulnerabilidade das personagens mesmo em momentos de tensão extrema.

Adaptação literária e abordagem emocional

O romance de Hideo Okuda é reconhecido por sua narrativa intensa e pelos personagens femininos complexos, que precisam enfrentar dilemas extremos. A adaptação sul-coreana mantém o foco nos conflitos internos e nas emoções das protagonistas, oferecendo ao público uma experiência envolvente, que mistura suspense e análise psicológica.

O roteiro é assinado por Kim Hyo-jeong, e a direção ficou a cargo de Lee Jeong-rim, conhecida por seu trabalho em VIP. Essa parceria garante que a narrativa explore não apenas os eventos externos, mas também os efeitos internos das escolhas das personagens. A construção dramática da série permite que os espectadores compreendam os sentimentos, medos e motivações de Hui-su e Eun-su, criando empatia e conexão emocional.

Produção e ambientação

A produção foi oficialmente confirmada pela plataforma de streaming em setembro de 2024, com Ghost Studios atuando como co-produtora para garantir qualidade técnica e artística. A série foi desenvolvida com atenção especial à ambientação, criando cenários que reforçam a tensão psicológica e emocional da narrativa.

O interior da loja de departamentos e a residência de Hui-su foram escolhidos para contrastar luxo e opressão, reforçando a sensação de perigo constante. A fotografia, cuidadosamente planejada, aproxima o público das emoções das personagens, enquanto a trilha sonora complementa os momentos de suspense e conflito.

Estreia em festivais e plataforma

Antes de chegar à Netflix, os dois primeiros episódios de Você Estava Lá serão exibidos no 30º Festival Internacional de Cinema de Busan, na seção On Screen, em 18 de setembro de 2025. A apresentação antecipada permite que críticos e público especializado avaliem a produção, destacando sua naEstreia em festivais e plataforma

Netflix divulga primeiras imagens de Dinheiro Suspeito, thriller policial com Ben Affleck e Matt Damon

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A Netflix revelou nesta terça-feira (09) as primeiras imagens de Dinheiro Suspeito, o novo suspense policial estrelado por Ben Affleck (Argo, O Contador) e Matt Damon (Jason Bourne, Perdido em Marte). O filme, dirigido por Joe Carnahan (Esquadrão Classe A, O Protetor), tem estreia global marcada para 16 de janeiro de 2026 e promete misturar ação, tensão psicológica e intrigas complexas.

Ambientado em Miami, o longa acompanha uma equipe de policiais cuja confiança é testada ao encontrar uma grande quantia de dinheiro escondida em um depósito abandonado. À medida que a investigação oficial se desenrola, surgem suspeitas internas e conflitos de interesse, colocando cada membro do grupo diante de dilemas morais e decisões perigosas.

Joe Carnahan comentou sobre a proposta do filme: “O que mais me interessava era mostrar como pessoas comuns reagem quando confrontadas com situações extremas. A ganância, a lealdade e a dúvida se tornam forças poderosas, e em algum momento, você não sabe em quem confiar”.

O elenco também inclui Steven Yeun (Minari, Podres de Ricos, Okja, Burning, The Humans), Teyana Taylor (The Photograph, Boogie, Mad, Honey: Rise Up and Dance), Sasha Calle (The Flash, The Young and the Restless, Spider-Man: Across the Spider-Verse – curta animado), e Catalina Sandino Moreno (Maria Cheia de Graça, Fast Food Nation, Love in the Time of Cholera, The Hypnotist), com participações especiais de Scott Adkins (O Expendables 2, O Protetor 2, Ninja, Boyka: Undisputed, Accident Man) e Kyle Chandler (Argo, A Noite do Jogo, Friday Night Lights, Super 8, The Wolf of Wall Street).

As primeiras imagens divulgadas pela Netflix mostram uma atmosfera urbana e sombria, com ruas molhadas e iluminadas por luzes de neon, reforçando o clima de tensão e perigo iminente. Os personagens aparecem em momentos de conflito interno e confronto direto, sugerindo que o filme explorará tanto ação quanto drama psicológico, característica frequente nas obras anteriores de Carnahan.

Além de sua força narrativa, Dinheiro Suspeito é mais uma oportunidade de relembrar a química única entre Ben Affleck e Matt Damon, que já atuaram juntos em filmes como Gênio Indomável e A Última Noite. A expectativa do público é alta, especialmente entre os fãs de thrillers policiais que apreciam histórias de personagens complexos e moralmente ambíguos.

A Netflix aposta em uma estratégia de divulgação intensa, com teasers, imagens exclusivas e campanhas digitais para criar antecipação até o lançamento. Analistas do mercado de streaming apontam que o filme tem potencial para se tornar um dos principais títulos de janeiro de 2026, consolidando a reputação da plataforma em produzir conteúdo original de grande impacto.

Crítica | GOAT é um retrato cru e perspicaz da pressão no esporte de elite

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O título original do filme, Him, carrega uma ambiguidade instigante ao estabelecer uma conexão direta com Deus, funcionando como uma metáfora inteligente para uma narrativa que explora o culto à excelência e a idolatria no esporte contemporâneo. No Brasil, a escolha do título GOAT — acrônimo de Greatest of All Time — reforça a temática esportiva e conecta imediatamente o público ao universo da NFL, onde a expressão já é consagrada para designar os maiores atletas de todos os tempos. Essa adaptação linguística evidencia o cuidado da obra em se comunicar com diferentes públicos sem perder sua essência crítica.

Narrativamente, o filme consegue equilibrar humor, drama e crítica social. A história acompanha a trajetória de jovens quarterbacks que enfrentam pressões quase sobre-humanas, lidando com expectativas da mídia, dos fãs e do próprio sistema esportivo. O roteiro não se limita a glorificar o sucesso, mas aprofunda-se nos bastidores do esporte, abordando lesões que comprometem carreiras, os efeitos devastadores do trauma craniano, o uso de substâncias para aumento de desempenho, além da corrupção e da manipulação nos bastidores das franquias. Dessa forma, GOAT oferece uma reflexão contundente sobre a dualidade entre divinização pública e exploração institucional de atletas, um tema raramente abordado com tanta clareza no cinema esportivo.

O uso de metáforas religiosas é uma das marcas da obra. A associação entre conquista esportiva e fé — comum entre atletas profissionais — é explorada de maneira recorrente, reforçando o caráter quase sacro que o público confere às estrelas da NFL. Embora algumas cenas, como a referência à Última Ceia, possam soar excessivamente literais, a estratégia simbólica contribui para a crítica central do filme: a transformação de atletas em figuras quase divinas enquanto são tratados como produtos dentro de um sistema competitivo e mercantilizado.

No que se refere às performances, o elenco entrega atuações consistentes. Há química convincente entre os protagonistas e momentos de autenticidade que sustentam as tensões dramáticas. Visualmente, o filme apresenta soluções criativas e impactantes, como as sequências em raio-X que mostram o corpo humano em sua fragilidade e mecanicidade, reforçando a ideia de atletas como máquinas de alto desempenho. O estilo do desfecho, com referências tarantinescas, traz ousadia e irreverência, contribuindo para um fechamento que mistura suspense, humor e crítica social. Pequenos deslizes técnicos, como o uso incorreto de equipamentos, são perceptíveis para os fãs mais atentos, mas não comprometem a experiência geral.

Entretanto, nem tudo é impecável. O desenvolvimento de personagens deixa lacunas significativas. A relação entre Cam e seu pai carece de profundidade emocional, reduzindo o impacto de seus conflitos internos. O arco de Isaiah White, outro personagem central, poderia ter sido explorado de maneira mais detalhada, oferecendo camadas adicionais à narrativa e fortalecendo a densidade dramática da obra. Ainda assim, a progressão do roteiro mantém o ritmo e evita que o público se desengaje, o que é um mérito importante em produções que combinam crítica social com entretenimento esportivo.

O filme também se destaca ao capturar a tensão psicológica inerente à carreira de um atleta de elite. A pressão por resultados, o medo constante do fracasso e o peso da mídia são retratados de forma autêntica, proporcionando ao espectador uma compreensão mais profunda do custo pessoal do sucesso no esporte de alto nível. Além disso, a trilha sonora de Jean Dawson contribui para criar uma atmosfera contemporânea e envolvente, reforçando momentos de tensão e celebração, e complementando a narrativa com um tom moderno e urbano.

GOAT encerra sua trajetória com uma mensagem clara e poderosa: a retomada do controle do próprio destino. Após enfrentarem sacrifícios físicos, emocionais e éticos, os atletas protagonistas emergem não apenas como competidores, mas como indivíduos que desafiam um sistema que frequentemente os vê apenas como mercadorias. Esse desfecho confere ao filme um peso simbólico, elevando-o acima do mero retrato esportivo e transformando-o em um comentário social relevante sobre meritocracia, idolatria e humanidade no esporte.

Embora não se configure como uma obra-prima, GOAT é ousado, incisivo e, em muitos momentos, surpreendentemente perspicaz. Consegue unir crítica social, entretenimento e estética visual de maneira coesa, oferecendo uma experiência cinematográfica refrescante dentro do gênero esportivo-dramático. A obra provoca reflexão sobre a natureza da fama, do sucesso e da pressão contemporânea sobre atletas, ao mesmo tempo em que diverte e entretém, mostrando que o cinema esportivo ainda tem espaço para inovação e relevância cultural.

Predador: Terras Selvagens | Último trailer revela nova visão da icônica franquia

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Foto: Reprodução/ Internet

A franquia Predator está prestes a ganhar mais um capítulo emocionante. Intitulado Predador: Terras Selvagens, o filme acaba de lançar seu último trailer pré-lançamento, oferecendo aos fãs uma primeira visão de um universo que expande a mitologia do caçador alienígena de forma ousada e inovadora. Com estreia marcada para 6 de novembro no Brasil e 7 de novembro nos Estados Unidos, o longa promete misturar ação, ficção científica e aventura em um cenário futurista e selvagem.

Diferente de qualquer filme anterior da franquia, Predador: Terras Selvagens coloca o foco em um jovem Predador, chamado Dek, que foi rejeitado por seu próprio clã. Interpretado por Dimitrius Schuster-Koloamatangi, Dek não é apenas um antagonista ou um caçador frio; ele é um protagonista com sentimentos, conflitos internos e uma trajetória própria. A mudança de perspectiva representa um passo ousado para a franquia, que historicamente coloca o Predador como ameaça letal aos humanos.

No enredo, Dek encontra uma aliada improvável em Thia, interpretada por Elle Fanning, uma andróide criada pela famosa empresa fictícia Weyland-Yutani, conhecida dos filmes da franquia Alien. Juntos, eles embarcam em uma jornada traiçoeira em busca do maior adversário de Dek, que promete testar não apenas suas habilidades de sobrevivência, mas também sua própria identidade.

Elenco principal: talentos que elevam a narrativa

O filme conta com um elenco enxuto, mas cuidadosamente selecionado para dar vida a essa nova visão da franquia. Elle Fanning como Thia representa uma presença humana dentro de um mundo alienígena hostil. Sua atuação explora a dualidade entre programação e emoção, mostrando que até máquinas podem se tornar companheiras de jornada.

Por outro lado, Dimitrius Schuster-Koloamatangi como Dek desafia o modelo clássico da franquia. Para dar autenticidade ao personagem, o ator passou por treinamento específico para aprender a linguagem dos Predadores, desenvolvida por um linguista que também criou a língua Na’vi de Avatar (2009). A química entre os protagonistas é um dos pontos mais comentados após o lançamento do trailer, prometendo misturar ação intensa com momentos de drama e empatia, algo raramente visto em filmes anteriores.

Produção e influências artísticas

O desenvolvimento de Predador: Terras Selvagens começou em fevereiro de 2024, quando foi anunciado que um filme independente da franquia estava em produção. O diretor Dan Trachtenberg, responsável por Prey (2022) e Predador: Assassino de Assassinos (2025), assumiu a direção e coescreveu o roteiro com Patrick Aison, que também trabalhou em Prey.

Trachtenberg trouxe uma visão cinematográfica própria, inspirando-se em referências que vão além do universo de ficção científica. Entre elas estão obras de Frank Frazetta, filmes clássicos como Shane (1953) e Mad Max 2 (1981), além de títulos mais recentes como O Livro de Eli (2010). Videogames icônicos, como Shadow of the Colossus (2005), também influenciaram a estética do filme.

Além disso, elementos de western e fantasia foram incorporados, criando uma estética única que mistura desolação, vastas paisagens e tensão constante. Trachtenberg também deixou claro que queria explorar a cultura do mundo natal dos Predadores, algo que até então havia sido apenas sugerido nas obras anteriores da franquia.

Novidades técnicas e efeitos visuais

A produção trouxe inovação tanto nos efeitos práticos quanto digitais. Para dar vida ao Predador Dek, o Studio Gillis desenvolveu um traje detalhado, enquanto o rosto de Dek foi aprimorado digitalmente usando captura de movimento, permitindo transmitir emoções sutis — algo inédito para a franquia.

O Wētā Workshop, renomado estúdio de efeitos, também contribuiu para a criação de armaduras, armas e ambientes alienígenas, reforçando a autenticidade do mundo imaginado para o longa. A empresa Weyland-Yutani, já conhecida dos fãs de Alien, também aparece, estabelecendo conexões interessantes com o universo expandido.

Outro destaque técnico é a linguagem dos Predadores. Um linguista desenvolveu uma linguagem verbal e escrita completa, garantindo que os diálogos de Dek e de outros Predadores soem consistentes e verossímeis, reforçando o realismo do filme e a imersão do público.

Filmagens na Nova Zelândia

As filmagens ocorreram na Nova Zelândia, começando em 27 de agosto de 2024 e terminando no final de outubro do mesmo ano. O filme foi rodado sob o título provisório Backpack, mas a equipe manteve segredo sobre detalhes do enredo para preservar a surpresa.

O diretor de fotografia, Jeff Cutter, colaborou novamente com Trachtenberg, garantindo que a estética visual de Predador: Terras Selvagens mantivesse coerência com os elementos visuais e narrativos apresentados em Prey. O resultado são cenas de tirar o fôlego, com paisagens áridas, selvas alienígenas e sequências de ação intensas, que prometem envolver o público do início ao fim.

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