Criadores de Stranger Things, Irmãos Duffer deixam a Netflix e fecham acordo com a Paramount

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Os fãs de Stranger Things e admiradores da televisão de qualidade têm um motivo para prestar atenção: os Irmãos Duffer, Matt e Ross, conhecidos mundialmente por sua série de sucesso ambientada nos anos 80, estão oficialmente deixando a Netflix. A mudança, segundo o jornalista Matthew Belloni, envolve um contrato com a Paramount, que promete abrir novas oportunidades para a dupla criativa, incluindo a tão desejada possibilidade de produzir filmes para o cinema — um projeto que eles não conseguiram realizar plenamente durante a década de parceria com a Netflix.

Fontes ligadas à negociação contaram ao jornalista que a principal motivação dos Duffers sempre foi a liberdade criativa para trabalhar em projetos cinematográficos, além de continuar a desenvolver séries de televisão e conteúdos para streaming. Durante 10 anos na Netflix, Matt e Ross ficaram intimamente ligados à produção de Stranger Things, o que os consolidou como talentos essenciais da plataforma, mas também os manteve presos a um único universo criativo, sem espaço para expandir para o cinema de forma consistente.

Os irmãos nasceram em 15 de fevereiro de 1984, em Durham, Carolina do Norte. Desde cedo, a dupla demonstrou paixão pelo cinema. Na terceira série, receberam uma câmera de vídeo Hi8 de presente dos pais e começaram a criar seus próprios filmes, experimentando com roteiro, direção e edição de maneira autodidata. Esse interesse se aprofundou quando se mudaram para Orange, na Califórnia, para estudar cinema na Universidade Chapman, uma das instituições mais respeitadas para formação em audiovisual.

Após se formarem, os irmãos começaram a trabalhar em curtas-metragens e roteiros originais, chamando a atenção de produtores e estúdios. Um de seus primeiros grandes sucessos foi Hidden, filme de suspense pós-apocalíptico que foi adquirido pela Warner Bros. Pictures em 2011. Dirigido por eles e lançado em 2015, o projeto chamou a atenção de M. Night Shyamalan, que contratou os irmãos como roteiristas e produtores para a série de televisão Wayward Pines, exibida pela Fox. A experiência com Shyamalan e a televisão abriu caminho para a criação de uma de suas obras mais icônicas: Stranger Things.

O nascimento de Stranger Things

A ideia de Stranger Things surgiu a partir da experiência que os irmãos adquiriram na televisão e na paixão por obras clássicas dos anos 80. Inspirados por cineastas como Steven Spielberg, John Carpenter, além do estilo literário de Stephen King e a narrativa épica de George Lucas, Matt e Ross criaram uma história que homenageia a cultura pop da época. A narrativa mistura elementos de ficção científica, terror e mistério, centrando-se na cidade fictícia de Hawkins, Indiana, onde crianças desaparecem misteriosamente e forças sobrenaturais ameaçam a comunidade.

O projeto foi apresentado a Shawn Levy, da produtora 21 Laps, que rapidamente embarcou na produção. A Netflix, vislumbrando o potencial da série, adquiriu os direitos e lançou Stranger Things em 15 de julho de 2016. Desde o primeiro episódio, a série recebeu aclamação crítica quase unânime, com destaque para roteiro, atuação, trilha sonora, direção e a fidelidade estética aos anos 80. O site Rotten Tomatoes atribuiu à primeira temporada uma aprovação de 95%, refletindo a empolgação do público e da crítica.

A decisão de mudar para a Paramount

Segundo fontes consultadas por Matthew Belloni, as negociações entre os Irmãos Duffer e a Paramount começaram a ser ventiladas em 14 de agosto de 2025. O acordo, agora confirmado, inclui a produção de conteúdos tanto para streaming quanto para cinema, com ênfase nos longas-metragens — uma área que os Duffers consideram essencial para seu crescimento artístico e profissional.

O novo contrato representa um marco na carreira da dupla. Por mais de uma década, Matt e Ross foram sinônimos de Stranger Things, mantendo uma rotina intensa de escrita, direção e produção da série. Agora, com a liberdade de explorar o cinema, eles podem finalmente diversificar sua carreira, experimentando narrativas que fogem ao universo sobrenatural de Hawkins.

Carreira e reconhecimento

Os Irmãos Duffer são conhecidos não apenas pelo sucesso de Stranger Things, mas também por seu trabalho meticuloso e apaixonado em todos os aspectos da produção audiovisual. Eles escrevem, dirigem e produzem, assumindo o controle criativo de suas obras. Antes de Stranger Things, trabalharam em Hidden e contribuíram com episódios da série Wayward Pines, construindo uma reputação de roteiristas versáteis e inovadores.

A trajetória deles também inclui reconhecimento por sua habilidade em criar atmosferas tensas, personagens cativantes e enredos que equilibram terror, suspense e nostalgia. Essa combinação de elementos foi crucial para o sucesso estrondoso de Stranger Things, que se tornou um fenômeno cultural e gerou uma base de fãs dedicada globalmente.

Vida pessoal e influências

Além da carreira profissional, a vida pessoal dos Duffers também é marcada por histórias interessantes. Ross Duffer é casado com a diretora Leigh Janiak, desde 2015, com quem se conheceu em 2006 durante uma produção em Los Angeles. Matt e Ross cresceram em Durham, Carolina do Norte, e sempre tiveram paixão pelo cinema, desde a infância, quando criavam curtas com a câmera Hi8 que receberam dos pais. Essa paixão os acompanhou por toda a vida, guiando suas escolhas profissionais e consolidando-os como nomes influentes da indústria audiovisual.

Apesar do sucesso, a carreira deles também enfrentou polêmicas. Em 2018, surgiram acusações de ambiente de trabalho hostil no set de Stranger Things, envolvendo relatos de abuso verbal. As acusações foram investigadas pela Netflix, que não encontrou irregularidades. Outro episódio controverso envolveu a atriz Sadie Sink, então adolescente, que realizou uma cena de beijo que não estava prevista originalmente no roteiro. A atriz afirmou, posteriormente, que não se opôs à cena.

O legado da série de sucesso

Stranger Things não é apenas uma série de sucesso; é uma homenagem à cultura pop dos anos 80, com influências claras de Spielberg, Carpenter, King e Lucas. A série combinou nostalgia com inovação, misturando elementos de suspense, ficção científica e drama adolescente, criando um fenômeno que atravessou gerações. Para os Duffers, Stranger Things não apenas consolidou suas carreiras, mas também os preparou para novos desafios, como a exploração de filmes originais e conteúdos diversificados na Paramount.

O que esperar da Paramount

A mudança para a Paramount abre um leque de possibilidades para os Irmãos Duffer. Fontes afirmam que a dupla agora terá liberdade para criar filmes originais, projetos de streaming e novas séries, sem a limitação de estar atrelada a uma única franquia. Isso permite que eles experimentem narrativas mais ousadas e criativas, explorando gêneros e estilos distintos.

A Paramount, conhecida por franquias icônicas e pelo investimento em grandes produções cinematográficas, oferece o ambiente ideal para os Duffers explorarem seu potencial. A expectativa é que, nos próximos anos, possamos ver a assinatura criativa da dupla tanto no cinema quanto em novas séries, consolidando ainda mais sua influência na indústria audiovisual.

NCT Wish surpreende com videoclipe criativo de ‘Color’ e consolida sua identidade musical

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O NCT Wish, a subunidade mais nova do supergrupo NCT, lançou hoje, 1º de setembro, o clipe da faixa “Color”, que integra seu terceiro mini-álbum. No vídeo, os artistas dançam em cenários urbanos transformados por desenhos feitos em giz, criando uma atmosfera vibrante que mistura movimento, cor e energia. A produção visual, cuidadosamente planejada, valoriza tanto a coreografia quanto a expressão individual de cada integrante, mostrando que o grupo vem investindo em inovação e estética para se destacar.

O disco Color conta com sete canções, incluindo “Surf”, já disponível anteriormente, e evidencia a evolução artística do sexteto formado por Sion, Riku, Yushi, Jaehee, Ryo e Sakuya. A obra combina estilos variados, transitando entre ritmos dançantes, pop melódico e elementos de R&B, e reflete a diversidade de talentos do conjunto.

O nascimento do NCT Wish

A ideia de criar uma unidade japonesa do NCT começou a ser trabalhada pela SM Entertainment em parceria com a Avex Trax, com o objetivo de expandir a atuação do grupo para além da Coreia. A subunidade, inicialmente conhecida como NCT Tokyo, recebeu o nome oficial NCT Wish em janeiro de 2024. A escolha do título carrega uma mensagem de otimismo e compromisso com os fãs: a sigla do grupo, Neo Culture Technology, se une à palavra Wish, traduzindo a ideia de realizar sonhos em conjunto por meio da música.

O conceito do grupo é reforçado por sua formação internacional e pela estratégia de mesclar culturas japonesa e coreana. Cada integrante traz experiências únicas: Yushi iniciou sua trajetória em outro grupo infantil japonês antes de se tornar trainee da SM, Riku foi descoberto por meio de uma audição global, enquanto Sion foi recrutado diretamente do Instagram. Ryo e Jaehee também passaram por longos períodos de treinamento intensivo, refletindo o padrão de excelência da empresa.

Trajetória até a estreia oficial

O caminho do NCT Wish começou com uma série de apresentações de pré-lançamento, incluindo o single “Hands Up”, lançado em outubro de 2023 sob o nome provisório NCT New Team. O sexteto fez sua estreia formal em fevereiro de 2024, com o single “Wish”, em versões japonesa e coreana, consolidando rapidamente sua base de fãs. A recepção foi imediata: em menos de um mês, o grupo conquistou sua primeira vitória em um programa musical, evidenciando seu potencial dentro da cena asiática.

Antes mesmo do lançamento oficial, os jovens artistas já se apresentavam em shows do NCT pelo Japão, servindo como abertura de espetáculos e participando de turnês de pré-estreia que percorreram diversas cidades, permitindo ao público acompanhar de perto suas habilidades de canto, dança e performance.

Exploração visual e musical

O clipe de “Color” destaca-se por unir estética urbana e criatividade. As ruas e construções servem de tela para traços de giz que se movimentam com os performers, criando efeitos quase cinematográficos. Cada integrante combina técnica e emoção, resultando em uma apresentação que vai além da música e transforma o vídeo em uma verdadeira obra de arte visual.

O álbum, com faixas originais e singles já lançados, também reflete maturidade na escolha de ritmos e temas. O projeto reforça a ideia de que o NCT Wish não é apenas uma extensão do supergrupo, mas um projeto próprio, com identidade própria e capacidade de inovar artisticamente.

Reconhecimento e interação com fãs

Além da produção musical, o grupo conquistou espaço em eventos de moda e encontros com fãs, como o School of Wish, realizado em Seul, que esgotou ingressos em minutos. A interação direta com o público é parte fundamental da proposta do conjunto, reforçando o vínculo afetivo e permitindo que cada lançamento seja acompanhado de perto.

Os singles subsequentes, como “Songbird” e “Make You Shine”, mostram a diversidade sonora e a habilidade de alternar entre músicas animadas e baladas emotivas, consolidando o sexteto como um dos destaques da nova geração de artistas. O álbum completo Wishful, lançado em novembro de 2024, apresenta treze faixas e confirma a capacidade do grupo de manter consistência e qualidade em sua discografia.

Impacto na indústria e perspectivas

O NCT Wish representa uma renovação dentro do universo NCT, conectando fãs japoneses e coreanos e aproximando diferentes culturas através da música. O grupo é exemplo de planejamento estratégico, treinamento rigoroso e construção de identidade artística sólida, elementos que têm sido determinantes para o sucesso de novos artistas na Ásia.

Com cada lançamento, o sexteto mostra que, mesmo sendo a unidade mais jovem do NCT, possui maturidade para enfrentar desafios da indústria, engajar fãs e explorar novas linguagens visuais e sonoras. O conceito de “wish” vai além do nome: reflete o desejo de inspirar, criar experiências emocionantes e transformar sonhos em realidade, tanto para o público quanto para os próprios integrantes.

Próximos passos

Após “Color”, o grupo planeja lançar novas músicas ainda em setembro de 2025, continuando a trajetória ascendente e consolidando seu espaço na cena musical. Com cada clipe, apresentação ao vivo e single, o NCT Wish reforça sua identidade como unidade inovadora, dinâmica e atenta às tendências globais, mantendo o equilíbrio entre entretenimento e conexão emocional com os fãs.

Confira o primeiro trailer de O Agente Secreto, novo filme de Kleber Mendonça Filho com Wagner Moura

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O cinema brasileiro volta ao centro das atenções internacionais com o lançamento do primeiro trailer de O Agente Secreto, mais novo longa do premiado cineasta Kleber Mendonça Filho, que tem no elenco principal o ator Wagner Moura. O vídeo, divulgado nesta quarta, 10, apresenta ao público uma prévia da trama carregada de tensão política, mistério e espionagem que deve marcar o filme.

Mais do que apenas um novo título de suspense, o projeto chega cercado de expectativa pelo encontro entre dois nomes centrais da cultura brasileira contemporânea. Mendonça Filho já havia se consolidado como um dos diretores mais inventivos do país com produções como O Som ao Redor (2012), Aquarius (2016) e Bacurau (2019). Já Wagner Moura, depois de papéis icônicos no cinema e na televisão — como em Tropa de Elite e Narcos —, reforça seu prestígio internacional ao assumir o protagonismo de um personagem marcado por dilemas morais e conflitos com a ditadura militar.

O trailer de O Agente Secreto mergulha o espectador em Recife, 1977, um espaço-tempo sufocante em plena ditadura militar. Logo nas primeiras imagens, vemos Marcelo (Moura) retornando à sua cidade natal após anos em São Paulo, onde se envolveu em episódios obscuros ligados à tecnologia e à resistência política. Em busca de tranquilidade e de uma reconexão com a família, ele descobre que o passado continua a persegui-lo.

A trama por trás das imagens

Embora o trailer revele apenas fragmentos, a sinopse oficial já aponta que O Agente Secreto é mais do que um thriller de época. O filme acompanha Marcelo, um professor universitário e especialista em tecnologia que, ao retornar a Recife, encontra uma cidade tomada pela vigilância estatal. O regime autoritário utiliza os mais avançados recursos disponíveis para controlar opositores, e o protagonista, envolto em segredos, acaba no centro de uma trama de espionagem.

Ele encontra abrigo em um “aparelho”, espécie de casa segura onde convivem dissidentes, exilados e figuras marginalizadas. Entre eles estão um casal de angolanos, o líder Euclides e a maternal Tânia Maria. Essas relações estabelecem uma rede de solidariedade que contrasta com o clima de medo e perseguição. No entanto, a cada passo, Marcelo é confrontado por escolhas difíceis: proteger sua família, fugir novamente ou enfrentar um sistema opressor que parece onipresente.

Estreia consagrada em festivais

Antes mesmo de seu lançamento comercial, O Agente Secreto já fez história nos maiores festivais de cinema. O longa teve sua estreia mundial no Festival de Cannes em maio de 2025, competindo pela Palma de Ouro. A recepção foi calorosa, e o filme saiu consagrado com alguns dos prêmios mais importantes da mostra: Wagner Moura levou o prêmio de Melhor Ator, enquanto Kleber Mendonça Filho foi eleito Melhor Diretor. Além disso, a produção conquistou o Prêmio FIPRESCI da crítica internacional e o Prix des Cinémas d’Art et Essai, da Associação Francesa de Cinemas de Arte.

A consagração em Cannes reforça a força do cinema brasileiro no cenário internacional e confirma a habilidade de Mendonça Filho em criar obras que dialogam com o passado e o presente. Em entrevistas após a exibição, tanto o diretor quanto Moura destacaram a importância de revisitar a ditadura militar brasileira em um momento em que o mundo discute os limites da democracia e as ameaças do autoritarismo.

Elenco e personagens

Além de Wagner Moura, o elenco reúne nomes de peso que dão vida a personagens fundamentais na narrativa. Maria Fernanda Cândido interpreta Elza, figura central na vida de Marcelo; Gabriel Leone vive Bobbi, jovem que representa uma geração dividida entre o medo e a rebeldia; Alice Carvalho encarna Fátima, personagem que traz frescor e força feminina à trama; e o alemão Udo Kier surge como Hans, presença estrangeira que adiciona mistério à rede de espionagem.

Outros nomes completam a lista: Thomás Aquino, Hermila Guedes, Carlos Francisco, Isabél Zuaa, Roney Villela, João Vitor Silva e Suzy Lopes, compondo um mosaico humano que reflete as contradições da sociedade brasileira dos anos 70. Essa diversidade de personagens é uma marca de Kleber Mendonça, conhecido por construir universos densos e coletivos, nos quais o protagonista nunca está isolado.

As filmagens ocorreram entre junho e agosto de 2024, em locações de Recife e São Paulo. Segundo o diretor, a intenção não era apenas reproduzir a estética dos anos 70, mas criar uma trama que transmitisse o peso emocional da época. Elementos como jornais antigos, telegramas, carros e objetos de cena foram minuciosamente escolhidos para compor um ambiente autêntico.

A fotografia de Evgenia Alexandrova e a direção de arte de Thales Junqueira foram elogiadas pela crítica internacional. A escolha por lentes anamórficas e efeitos visuais sutis cria um jogo de distorções que acentua o clima de paranoia. O figurino, assinado por Rita Azevedo Gomes, reforça a construção de personagens que carregam em suas roupas as marcas de um período de repressão, resistência e contradições sociais.

Um filme político e atual

Embora se passe em 1977, O Agente Secreto não se limita a ser uma narrativa de época. Ao contrário, busca dialogar com questões contemporâneas, como a vigilância digital, o controle da informação e a manipulação da verdade. O próprio Kleber Mendonça Filho já afirmou em entrevistas que a obra deve ser entendida como uma reflexão sobre “o autoritarismo ontem e hoje”.

O trailer deixa transparecer esse diálogo: a sensação de sufocamento do protagonista é facilmente associada a debates atuais sobre democracia, fake news e regimes de exceção. Nesse sentido, o filme segue a linha crítica já presente em trabalhos anteriores do diretor, que sempre uniu suspense, drama e crítica social.

Oat Pasakorn se pronuncia após críticas de fãs por comentários em live sobre ABO

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O ator tailandês Oat Pasakorn, conhecido por sua versatilidade em séries e filmes do gênero dramático, de ação e sobrenatural, se viu recentemente no centro de uma intensa repercussão nas redes sociais. Tudo começou após uma live em que conversava descontraidamente com amigos sobre seu próximo projeto ambientado no universo ABO, ao lado do ator Boat Yongyut. Durante a transmissão, Oat comentou sobre as particularidades do omegaverse, tema que, embora popular entre fãs de ficção e romances com dinâmicas de hierarquia social e instintos, despertou reações diversas, incluindo críticas de parte do público.

O universo ABO, derivado do gênero omegaverse, apresenta estruturas de relacionamentos complexas e muitas vezes sexualizadas, com categorias como alfa, beta e ômega, que exploram hierarquias emocionais e físicas. Apesar de muitos fãs compreenderem o contexto, alguns espectadores consideraram os comentários de Oat inadequados, apontando que determinadas falas poderiam reforçar estereótipos ou tratar com leveza assuntos sensíveis.

Nos dias seguintes à live, mensagens, posts e comentários nas redes sociais se multiplicaram, dividindo opiniões. Alguns fãs manifestaram desapontamento e questionaram o tom de humor utilizado pelo ator. A situação ganhou repercussão suficiente para que Oat decidisse se pronunciar pessoalmente, assumindo responsabilidade e buscando esclarecer seu posicionamento de forma transparente.

Optando por uma abordagem pessoal, Oat publicou um texto escrito à mão em suas redes sociais. Nele, o ator se desculpou diretamente com o público e reconheceu que algumas de suas palavras poderiam ter causado desconforto. “Gostaria de pedir sinceras desculpas por ter falado sem a devida consideração e por ter feito piadas em excesso. Reconheço que minhas palavras foram inadequadas e podem ter causado desconforto a muitas pessoas”, escreveu, demonstrando empatia e sensibilidade ao impacto de seus comentários.

Oat também ressaltou que pretende aprender com o episódio para melhorar sua postura em situações futuras. “Lamento profundamente minhas ações e levarei isso como uma lição para ser mais atento e cuidadoso com o que digo e com a forma como me expresso no futuro. Sinto muito de verdade”, acrescentou. A mensagem, clara e direta, foi recebida de forma positiva por uma parte significativa dos fãs, que valorizaram a humildade do ator ao assumir o erro publicamente.

Apesar disso, a discussão sobre os limites do humor e da interpretação de temas delicados em transmissões ao vivo permanece acesa. Especialistas em comunicação e comportamento digital apontam que celebridades e influenciadores precisam equilibrar autenticidade e responsabilidade, especialmente ao tratar de universos ficcionais que abordam relações sensíveis ou sexualidade. Para muitos, a situação de Oat serve como um alerta sobre como comentários em lives podem gerar repercussões inesperadas e intensas.

A carreira de Pasakorn, contudo, é marcada por uma trajetória consistente e diversificada. Ele se destacou em produções como Amaldiçoado (2024), Lutadores Zumbis (2017), Oh Meu Fantasma 4 (2015), Faça-me Estremecer 3 (2015), e As Damas de Ferro Rugem! (2014), transitando entre papéis principais, secundários e participações especiais. Seu talento para interpretar personagens complexos, somado à presença carismática, consolidou sua reputação como um dos atores mais versáteis da televisão tailandesa.

Invocação do Mal 4 ganha teaser e prepara despedida épica dos Warren em “Os Últimos Ritos”

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A contagem regressiva para o fim de uma era já começou. “Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos”, capítulo final da aclamada franquia de terror, acaba de ganhar destaque na capa da Entertainment Weekly, que divulgou uma imagem inédita em vídeo de Ed e Lorraine Warren — personagens que marcaram uma geração de fãs do sobrenatural. O vídeo não apenas revela o visual sombrio da nova produção, como também revisita ameaças clássicas que assombraram o casal, como Anabelle e A Freira, vilãs que ganharam vida própria em spin-offs de grande sucesso.

O novo longa não será apenas mais um capítulo aterrorizante. Ele representa o encerramento oficial da trajetória de Ed e Lorraine no cinema, com Patrick Wilson e Vera Farmiga se despedindo dos papéis que os transformaram em ícones modernos do gênero. Ao lado deles, nomes como Ben Hardy e Mia Tomlinson também integram o elenco, ampliando o time que promete encerrar a saga com intensidade, emoção e — claro — muitos sustos.

Um adeus aos mestres do oculto

Inspirada nas histórias reais de um casal de demonologistas que atuou nas décadas de 1960 e 1970, a saga “Invocação do Mal” redefiniu o terror contemporâneo com uma abordagem que misturava horror psicológico, possessões demoníacas e dramas humanos profundos. Agora, com “Os Últimos Ritos”, os criadores prometem uma despedida à altura do legado construído ao longo de mais de uma década.

Apesar de ainda manterem o enredo sob sigilo, os produtores indicam que o último filme deve mergulhar nas consequências espirituais e emocionais das investigações do casal, conectando elementos dos três longas anteriores e dos derivados que expandiram o universo.

Um ritual final com hora marcada

A estreia de “Invocação do Mal 4: Os Últimos Ritos” está agendada para 25 de setembro de 2025, nos cinemas. O filme não apenas encerrará a saga dos Warren, como também deixará as portas abertas para o futuro do universo de terror que começou com uma boneca empoeirada e chegou aos maiores altares do horror moderno.

Cris Vidal leva retrato de Taís Araújo à exposição Lino Villaventura no Museu da Fotografia Fortaleza

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Do Pará para o mundo — e agora de volta ao Brasil em uma homenagem que cruza moda, arte e identidade. O fotógrafo paraense Cris Vidal, radicado em Paris e dono de um portfólio que já clicou nomes como Anitta, Anne Hathaway, Kendall Jenner, Viola Davis e Alicia Keys, é um dos destaques da exposição Lino Villaventura, que estreia no Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) no dia 16 de julho.

A mostra celebra os 50 anos de carreira do estilista que moldou um imaginário visual único na moda brasileira, reunindo obras de 12 fotógrafos convidados — entre eles ícones como Bob Wolfenson, Miro e Tripolli. Entre os trabalhos em destaque está a foto de Taís Araújo assinada por Vidal, em uma leitura sofisticada e poderosa da estética inconfundível de Villaventura.

Um olhar que cruza oceanos

Aos 35 anos, Cris Vidal representa uma nova geração da fotografia de moda, com uma trajetória que dialoga entre o Brasil e a Europa. Com passagens por Cannes, Veneza e colaborações com marcas como Mercedes-Benz, L’Oréal Paris, Meta, Audemars Piguet e o Comitê Olímpico do Brasil, seu trabalho carrega não apenas excelência técnica, mas também camadas narrativas refinadas e um senso de beleza conectado ao tempo presente.

Na exposição, sua contribuição vai além do retrato. É uma afirmação estética. Um encontro entre gerações de criadores que transformam a imagem em linguagem e a moda em expressão artística.

Raízes amazônicas, discurso global

Apesar do cenário internacional, Cris Vidal nunca perdeu a conexão com suas origens. Natural do Pará, ele incorpora elementos da cultura amazônica e da identidade do Norte do Brasil em seus projetos autorais, criando uma ponte simbólica entre o regional e o cosmopolita.

“Estar nessa exposição é, para mim, uma forma de honrar tanto a sofisticação da moda quanto a força cultural das minhas raízes”, comenta o fotógrafo. “Villaventura sempre foi um criador que entendeu o corpo como território de arte. Fotografá-lo, mesmo indiretamente, é um ato de reverência.”

Uma exposição para ver — e sentir

Com entrada gratuita e curadoria dedicada à trajetória de um dos maiores estilistas do país, a exposição Lino Villaventura propõe um mergulho visual na fusão entre moda, performance e fotografia. Um convite à sensibilidade, ao olhar demorado e ao encontro entre criadores que não apenas registram imagens, mas moldam universos.

A mostra fica em cartaz até 19 de outubro, no Museu da Fotografia Fortaleza, e promete ser um dos destaques do circuito cultural nacional no segundo semestre.

“As Parteiras” é o drama francês que vai emocionar você na Sessão da Tarde desta quinta (17)

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Nesta quinta-feira, 17 de julho, a Sessão da Tarde aposta em uma história forte, sensível e cheia de humanidade: o drama francês “As Parteiras”, dirigido por Léa Fehner, mostra que nem todo nascimento é feito só de alegria — e que por trás de cada vida que começa, há profissionais exaustas, corajosas e cheias de coração.

De acordo com a sinopse do AdoroCinema, o filme acompanha Sofia e Louise, duas jovens que acabam de se formar como parteiras e mergulham de cabeça na rotina intensa de um hospital público. Interpretadas com delicadeza por Khadija Kouyaté e Héloïse Janjaud, elas descobrem rapidamente que o que aprenderam na teoria está longe da realidade frenética das maternidades lotadas.

Quando dar à luz se mistura com dar tudo de si

As Parteiras não é um conto de fadas sobre bebês chegando ao mundo. É um retrato realista (e por vezes dolorido) sobre como é estar do outro lado: o lado de quem segura a mão da mãe, de quem corre contra o tempo quando algo dá errado, de quem vê a vida e a morte caminhando lado a lado.

Além de lidar com plantões intermináveis e a pressão constante, Sofia e Louise precisam encontrar espaço para existir fora dos jalecos — algo cada vez mais difícil quando a rotina hospitalar consome tudo. O filme mostra como o sistema de saúde pode esmagar quem está na linha de frente, especialmente mulheres jovens tentando fazer a diferença.

Uma história sobre coragem — e também sobre cansaço

A grande sacada do longa é não transformar as protagonistas em heroínas inalcançáveis. Pelo contrário: elas choram, erram, questionam e, mesmo assim, voltam no dia seguinte para mais um turno. Porque no fim, o amor pela profissão e pelas vidas que ajudam a trazer ao mundo fala mais alto. Com elenco afiado e um olhar íntimo da diretora sobre os bastidores dos hospitais, o filme emociona justamente por ser honesto. Ele não grita — sussurra verdades que muita gente prefere não ouvir.

Por que você deveria assistir

Se você está procurando uma história com ação mirabolante ou romance açucarado, talvez esse não seja o seu filme do dia. Mas se quiser ser tocado por uma narrativa simples e potente, daquelas que fazem pensar mesmo depois dos créditos, então se prepare. As Parteiras entrega emoção de verdade, com doses generosas de empatia, humanidade e realidade.

Sony Pictures divulga trailer de Depois da Caçada, estrelado por Julia Roberts, Ayo Edebiri e Andrew Garfield 

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A Sony Pictures divulgou na manhã desta quarta-feira, 16 de julho, o trailer oficial de “Depois da Caçada”, novo filme do aclamado diretor Luca Guadagnino, conhecido por obras como “Me Chame Pelo Seu Nome” e “Rivais”. O longa, produzido pela Amazon MGM Studios e distribuído no Brasil pela Sony, chega em breve às salas de cinema, prometendo um drama intenso sobre segredos, poder e dilemas morais. Abaixo, confira o vídeo:

No centro da narrativa está Julia Roberts (“Erin Brockovich”, “Closer – Perto Demais”, “Álbum de Família”), que interpreta uma professora universitária cuja história pessoal obscura corre o risco de ser exposta quando uma estudante faz uma acusação delicada contra outro docente. O roteiro, assinado por Nora Garrett, explora as tensões invisíveis que permeiam ambientes acadêmicos e as consequências profundas de decisões controversas.

O elenco também inclui Andrew Garfield, indicado ao Oscar por “Tick, Tick… Boom!” e reconhecido por trabalhos em “Silêncio” e “Até o Último Homem”, que vive o professor acusado, personagem central na trama de disputas e dúvidas. A jovem aluna que desencadeia os acontecimentos é interpretada por Ayo Edebiri, destaque na série “O Urso” e nas produções “Fingindo que Sou Amiga” e “Cães de Caça”. Complementando o elenco, Chloë Sevigny (“Zodíaco”, “Garotos Não Choram”, “Os Últimos Dias de Disco”) e Michael Stuhlbarg (“A Forma da Água”, “Boardwalk Empire”, “Trama Fantasma”) também têm papéis importantes. Stuhlbarg retoma sua parceria com Guadagnino, que rendeu grandes resultados no passado.

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De acordo com a sinopse divulgada oficialmente, a protagonista se encontra em uma encruzilhada emocional e moral quando uma estudante (Ayo Edebiri) acusa um professor (Andrew Garfield) de conduta questionável, desencadeando uma série de eventos que ameaçam expor um segredo obscuro do passado da própria professora. A trama, escrita por Nora Garrett, explora as tensões e ambiguidades que emergem nesse confronto, revelando como verdades ocultas podem transformar vidas e relações.

A trilha sonora é assinada pela premiada dupla Trent Reznor e Atticus Ross, vencedores do Oscar por “A Rede Social” e “Soul”, e responsáveis por criar atmosferas sonoras impactantes em trabalhos anteriores do diretor, como “Rivais” e “Queer”. O trailer destaca a estética cuidadosa e o tom sombrio característicos de Guadagnino, apresentando uma narrativa marcada por olhares carregados, diálogos tensos e um clima de suspense psicológico que convida à reflexão sobre os limites da verdade e da confiança.

Embora a data de estreia ainda não tenha sido confirmada, o longa já figura como uma das produções mais aguardadas da temporada, especialmente para o público que aprecia dramas complexos e atuações sólidas.

“Uma Batalha Após a Outra” | Paul Thomas Anderson e Leonardo DiCaprio entregam ação, sátira e estilo em novo épico pop

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Em tempos de grandes franquias, universos compartilhados e fórmulas repetidas, há algo quase reconfortante — e também provocador — em ver um cineasta como Paul Thomas Anderson lançar um filme que soa como uma viagem à contramão. “Uma Batalha Após a Outra” (One Battle After Another), que estreia nos cinemas no próximo dia 25 de setembro, parece brincar com o caos de uma América em transformação, colocando no centro da ação um improvável herói: um ex-hippie de meia-idade chamado Zoyd Wheeler, interpretado com vigor por Leonardo DiCaprio. As informações são do Omelete e AdoroCinema.

O longa, classificado como uma “comédia de ação”, é mais do que uma etiqueta de gênero. Ele transita entre sátira política, drama familiar e aventuras que beiram o absurdo — tudo isso embalado por uma estética visual ousada, filmada no clássico formato VistaVision, o mesmo usado recentemente em O Brutalista. É uma escolha que não apenas homenageia os filmes do passado, mas também reforça a grandiosidade de um projeto que, apesar do nome, é tão íntimo quanto épico.

Uma missão tão absurda quanto urgente

A história se passa em uma versão ficcional da Califórnia dos anos 1980, numa cidade costeira chamada Vineland. Zoyd Wheeler vive uma rotina peculiar: para manter um benefício do governo, ele precisa realizar um ato público de insanidade uma vez por ano. É exatamente esse começo inusitado que dá o tom de Uma Batalha Após a Outra. Um homem que se atira por uma vitrine apenas para agradar a burocracia já nos diz que estamos diante de algo fora do comum.

Mas o verdadeiro conflito começa quando Zoyd é procurado por um promotor misterioso que lhe propõe um acordo: ajudar a investigar um grupo de criminosos com conexões profundas no submundo local. Em troca, ele pode conseguir informações sobre o paradeiro de sua ex-companheira — e mãe de sua filha — desaparecida há mais de uma década. O dilema pessoal se transforma em uma jornada repleta de encontros improváveis, conspirações quase surreais e uma avalanche de críticas ao sistema político, jurídico e até cultural dos EUA.

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Leonardo DiCaprio em nova fase

Quem conhece a trajetória de Leonardo DiCaprio sabe o quanto ele escolhe seus projetos com cuidado. Depois de personagens densos como o de Não Olhe Para Cima e o agente infiltrado de Os Infiltrados, aqui ele se entrega a um tipo de papel que raramente assume: o do anti-herói caricato, vulnerável, quase cômico. Zoyd Wheeler é uma figura que poderia facilmente cair no estereótipo, mas nas mãos de DiCaprio ganha camadas emocionais inesperadas. É um homem que já esteve no centro de um movimento cultural (o hippismo) e agora sobrevive às margens, criando a filha sozinho, assistindo o mundo mudar à sua revelia.

DiCaprio, como de costume, se entrega com intensidade. Em uma das cenas do trailer recém-divulgado, seu personagem tenta escapar de uma emboscada em uma lavanderia, usando sabão em pó como distração. Em outra, tenta ensinar a filha a andar de skate enquanto discute política com um policial corrupto. São momentos que mesclam ação, comédia e uma pontada de melancolia, ingredientes típicos do cinema de Paul Thomas Anderson.

O toque autoral de Paul Thomas Anderson

Conhecido por filmes como Sangue Negro, O Mestre e Licorice Pizza, Paul Thomas Anderson já provou ser um dos cineastas mais inventivos da atualidade. Seus filmes têm um ritmo próprio, uma estética marcada e um olhar sempre curioso sobre as contradições humanas. Em Uma Batalha Após a Outra, ele revisita os anos 80 com uma lente crítica, mas também nostálgica. A trilha sonora carrega ecos de synthpop, o figurino mistura o desleixo dos hippies tardios com o brilho cafona da era Reagan, e a direção de fotografia — assinada por Robert Elswit — cria cenas que parecem tiradas de álbuns de família distorcidos por delírios ideológicos.

A escolha de adaptar o livro Vineland, de Thomas Pynchon, é também uma provocação. Pynchon é um autor notoriamente complexo, cujas obras raramente foram adaptadas para o cinema. Anderson já havia mergulhado nesse universo com Vício Inerente (2014), e volta agora com mais liberdade, mais humor e um senso de timing refinado. Ao contrário do clima mais sombrio e arrastado de seu filme anterior, aqui há ritmo, ação, piadas absurdas e até cenas que beiram o slapstick — tudo amarrado por diálogos afiados e uma estrutura narrativa engenhosa.

Destaques do elenco e da técnica

Além de DiCaprio, o filme conta com Teyana Taylor, que vive uma jornalista local envolvida em investigações paralelas, e Sean Penn, como o enigmático promotor que manipula Zoyd com promessas vazias e um carisma venenoso. O elenco ainda traz participações pontuais de nomes como Jesse Plemons, Maya Hawke e Benicio Del Toro — em papéis que, por enquanto, estão sendo mantidos em segredo.

Outro grande destaque é o uso do VistaVision, processo de filmagem com negativos em 35mm horizontalmente expostos, permitindo resolução altíssima e uma profundidade de campo impressionante. Essa escolha confere ao filme uma textura visual que remete aos clássicos de Hitchcock e aos épicos de David Lean, mas com uma pegada moderna e ousada. É cinema com C maiúsculo, mesmo quando está rindo de si mesmo.

Política, paternidade e paranoia

No fundo, Uma Batalha Após a Outra é um filme sobre como viver em meio à paranoia — e tentar manter alguma sanidade diante do absurdo. Zoyd Wheeler representa uma geração desiludida, que viu o idealismo dos anos 60 ruir diante da repressão, da ganância e da burocracia. Mas ele também é pai, e sua relação com Prairie — interpretada por uma jovem estreante ainda não anunciada — é o coração emocional do filme. Entre uma perseguição e outra, há espaço para conversas sobre abandono, perdão e sobre como se reinventar quando tudo parece perdido.

Anderson não tem pressa em resolver as tramas. Como em seus melhores trabalhos, ele prefere deixar os personagens respirarem, falharem, se contradizerem. O filme não oferece respostas fáceis, mas entrega momentos de beleza inesperada — como um jantar improvisado sob as estrelas, uma dança ao som de Prince ou uma fuga por entre árvores vermelhas de outono.

Um filme feito para ser visto no cinema

Em um momento em que muitos lançamentos importantes vão direto para o streaming, Uma Batalha Após a Outra faz questão de chegar primeiro às salas de cinema. Não apenas porque seu escopo visual merece a tela grande, mas também porque a experiência coletiva — rir, se surpreender e até se perder um pouco junto com a plateia — faz parte da proposta. É um filme que conversa com a história do cinema, com a cultura pop e com a bagunça política de qualquer época.

“Mega Sonho” deste sábado (26/07) promete muita música e emoção com MC Kekel e Jaque Ciocci

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Foto: Reprodução/ Internet

Neste sábado, 26 de julho de 2025, a RedeTV! convida o público para uma noite de pura energia, música boa e desafios que fazem o coração acelerar. O game show “Mega Sonho”, apresentado pelo carismático Marcelo de Carvalho, retorna com tudo para animar o fim de semana, reunindo gente comum, histórias inspiradoras e aquela dose certeira de adrenalina.

Para dar ainda mais brilho à noite, o programa recebe dois convidados especiais: o cantor MC Kekel, que chega com seu ritmo contagiante e o sucesso “Amor de Verdade” para colocar todo mundo para cantar junto, e a apresentadora e influenciadora Jaque Ciocci, que traz sua simpatia e alto astral para participar das provas e dividir a emoção com os competidores.

Uma mistura que conquista o público

O “Mega Sonho” é muito mais do que um simples jogo de perguntas e respostas. É uma celebração dos sonhos, uma oportunidade para pessoas que têm histórias reais, desafios e esperanças, mostrarem sua garra em busca de um prêmio que pode transformar suas vidas.

A cada sábado, seis participantes entram na disputa, enfrentando provas que testam não só o conhecimento, mas também a agilidade, a coragem e a criatividade. As eliminatórias são intensas, cheias de suspense e momentos de pura emoção, até que um único finalista emerge para encarar o tão sonhado “Desafio do Milhão”.

É ali, naquela reta final, que a emoção alcança o ápice. Com a chance de mudar sua história, o competidor luta com toda sua determinação para conquistar o prêmio que muitos desejam, mas poucos alcançam. É um momento de tensão, expectativa e, claro, muita torcida.

O fenômeno que saiu da periferia para conquistar o Brasil

Keldson William da Silva, ou simplesmente Kekel, tem uma trajetória de superação e talento que inspira. Nascido no bairro de Guaianases, na Zona Leste de São Paulo, ele começou a cantar funk em 2012, enfrentando as dificuldades que muitos jovens da periferia conhecem bem.

Mas foi em 2016 que Kekel estourou no cenário nacional com a música “Quer Andar de Meiota?” — um verdadeiro hit que falou diretamente para a juventude, com um ritmo vibrante e um clipe que conquistou milhões de views. Desde então, sua carreira só cresceu.

Com parcerias de peso, como com o produtor KondZilla, ele lançou sucessos que embalaram verões inteiros: “Partiu” e “Namorar pra que?” se tornaram hinos, presentes nas rádios, festas e playlists por todo o país.

E não é só festa: Kekel também mostrou seu lado solidário e respeitoso. Em 2016, lançou a “Homenagem à Chapecoense”, após a tragédia do acidente aéreo que comoveu o Brasil, emocionando fãs e familiares.

Hoje, além da música, Kekel é pai dedicado, companheiro da nutricionista Sabrina Lacerda, e compartilha a rotina de suas duas filhas, Helena e Heloisa, com seus seguidores, mostrando um lado humano e acessível.

Alegria e representatividade no palco

Jaque Ciocci não é só apresentadora e influenciadora; ela representa uma geração que valoriza a diversidade, o diálogo aberto e a autenticidade. Sua participação no “Mega Sonho” não é apenas para animar a plateia, mas para mostrar que todos têm espaço para brilhar, independente de suas diferenças.

Com seu sorriso fácil e uma energia contagiante, Jaque encara os desafios ao lado dos competidores, tornando o programa ainda mais leve, divertido e cheio de boas vibrações.

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