Novo trailer de Chad Powers mostra Glen Powell em comédia esportiva repleta de humor e surpresas

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O novo trailer da série Chad Powers, estrelada por Glen Powell, acaba de ser lançado e promete conquistar fãs de comédia e esportes com sua mistura de risadas, emoção e momentos inesperados. O vídeo revela cenas inéditas da trama, mostrando Powell interpretando Russ Holliday, um quarterback universitário em desgraça que se disfarça como Chad Powers para integrar um time de futebol americano do sul do país que enfrenta dificuldades. A série chega ao Disney+ em 30 de setembro, e o trailer já deixa claro que os espectadores terão uma experiência divertida e envolvente. Abaixo, veja o vídeo:

O trailer de 30 segundos consegue transmitir o tom leve e irreverente da série. Desde o primeiro segundo, é possível perceber a tensão e a comédia surgindo das situações de disfarce de Russ. Vemos o quarterback enfrentando treinos desafiadores, interações engraçadas com colegas de time e momentos de puro improviso que tornam sua tentativa de voltar ao futebol americano ao mesmo tempo cômica e emocionante.

Uma história de recomeço e superação

A comédia americana se propõe a contar uma história sobre segundas chances. Russ Holliday não é apenas um atleta tentando reconquistar sua reputação; ele é um homem enfrentando seus erros, aprendendo a lidar com frustrações e tentando se reconectar com o que realmente ama: o futebol americano. A trama explora o equilíbrio entre talento, ego e vulnerabilidade, trazendo à tona uma narrativa humana que vai além do esporte.

Inspiração real

A série é baseada em um episódio real envolvendo Eli Manning, quarterback lendário do New York Giants. Durante uma intertemporada, Manning se disfarçou como Chad Powers e participou de um treino universitário, experiência que viralizou e inspirou a criação da série. Esse toque da vida real dá autenticidade à produção, mostrando que situações inusitadas e divertidas podem acontecer até nos ambientes mais sérios e competitivos.

Elenco e personagens

Glen lidera um elenco diversificado e talentoso, que inclui: Steve Zahn (Saving Grace, Riding in Cars with Boys), Toby Huss (King of the Hill, True Blood), Perry Mattfeld (Charmed, The Night Shift), Wynn Everett (Boardwalk Empire, For All Mankind), Frankie A. Rodriguez (High School Musical: The Musical: The Series), Clayne Crawford (Lethal Weapon, Rectify), Colton Ryan (Dear Evan Hansen, Mare of Easttown), Keese Wilson (Law & Order: SVU), Xavier Mills e Quentin Plair. Cada ator acrescenta camadas de complexidade e charme aos personagens, criando uma dinâmica rica entre colegas de time, treinadores e familiares. Essas interações prometem momentos de comédia, mas também cenas de emoção e reflexão sobre amizade, trabalho em equipe e crescimento pessoal.

A produção é assinada por Glen Powell (Set It Up) e Michael Waldron (Loki, Doctor Strange in the Multiverse of Madness), que também atuam como produtores executivos ao lado de Eli e Peyton Manning. Tony Yacenda (American Vandal, On My Block) dirige a produção, garantindo ritmo e fluidez entre cenas cômicas e momentos de tensão esportiva. A trilha sonora é de Natalie Holt (Loki, Obi-Wan Kenobi), e a edição de Patrick Tuck (WandaVision, American Vandal) mantém a narrativa envolvente. Cada detalhe do cenário e da ambientação foi cuidadosamente pensado para criar a atmosfera autêntica do futebol universitário americano.

Embora a série seja repleta de humor, o riso nunca é gratuito. As situações cômicas surgem do conflito entre identidade, expectativas e habilidades esportivas de Russ/Chad. É uma comédia que também fala sobre empatia, aprendizado e superação, permitindo que o público se identifique com personagens que erram, tentam se reinventar e enfrentam desafios de forma criativa.


Vale a pena assistir Invocação do Mal 4 – O Último Ritual? Um encerramento que falha em surpreender

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Foto: Reprodução/ Internet

Desde seu surgimento, a franquia Invocação do Mal conquistou um espaço sólido no cinema de terror contemporâneo, combinando investigações paranormais com histórias humanas que vão além do simples susto. Inspirada em casos reais, a série se tornou referência ao equilibrar fenômenos sobrenaturais com dramas emocionais, algo que diferenciou seus primeiros filmes de produções mais genéricas do gênero.

Dirigido por James Wan, o filme inaugural impressionou ao criar um universo de tensão constante, mantendo o público engajado não apenas pelo horror, mas também pelo impacto psicológico e pela construção de personagens críveis. Com o passar dos anos, no entanto, a franquia apresentou altos e baixos: enquanto algumas sequências conseguiram ampliar a complexidade e o terror da saga, outras pareciam depender apenas da reputação da marca, resultando em roteiros pouco inspirados e cenas previsíveis.

O lançamento de O Último Ritual em 2025 chegou com uma responsabilidade dupla: encerrar a trajetória dos Warrens com dignidade e, ao mesmo tempo, tentar recuperar o frescor que parecia ter se perdido após o terceiro filme, A Ordem do Demônio (2021). A expectativa era alta, e a crítica estava atenta a cada detalhe, ciente de que uma saga com mais de uma década precisava de um fechamento que justificasse sua longevidade.

Encerrando uma saga complexa

Finalizar uma franquia tão estabelecida é sempre um desafio. Os dois primeiros filmes não apenas consolidaram o tom sombrio da série, mas também construíram a importância emocional de Ed e Lorraine Warren, interpretados com consistência e empatia por Patrick Wilson e Vera Farmiga. O casal se tornou o eixo central da narrativa, oferecendo humanidade em meio ao caos sobrenatural e garantindo que o público se conectasse com mais do que apenas o medo.

Em O Último Ritual, essa relação continua sendo a âncora do filme. A dupla mantém a química natural que conquistou os espectadores, e sua presença ajuda a sustentar a narrativa mesmo quando o roteiro se perde em subtramas pouco desenvolvidas. Contudo, o longa evidencia que a fórmula da franquia começa a mostrar sinais claros de desgaste: sustos previsíveis, interrupções na tensão e o excesso de personagens secundários tornam a experiência menos envolvente do que nos primeiros filmes.

Os Warrens continuam firmes, mas o elenco secundário oscila

Patrick Wilson e Vera Farmiga continuam sendo o destaque, mas os coadjuvantes, incluindo Mia Tomlinson como Judy Warren e Ben Hardy como Tony Spera, não recebem espaço suficiente para cativar o público. Suas histórias adicionam novas camadas familiares à trama, mas são pouco exploradas e não geram a empatia necessária para fortalecer o drama. O efeito é que, embora os Warrens permaneçam sólidos e cativantes, as novas adições parecem mais funcionais do que realmente integradas à narrativa central.

O restante do elenco — Rebecca Calder, Elliot Cowan e Kíla Lord Cassidy, entre outros, interpretando os Smurl — cumpre seu papel, mas não consegue salvar as falhas do roteiro. Participações de personagens clássicos da franquia, como Carolyn Perron e Cindy Perron, funcionam mais como elementos nostálgicos para fãs do que como contribuições significativas à história. Um ponto interessante é a presença real de Tony Spera e Judy Warren, que acrescenta autenticidade à narrativa, ainda que de forma limitada.

Produção, roteiro e desafios narrativos

O roteiro de Ian Goldberg, Richard Naing e David Leslie Johnson-McGoldrick, coautorado por James Wan, tenta equilibrar a fidelidade aos casos reais com a necessidade de entregar um desfecho cinematográfico satisfatório. Inspirado em acontecimentos como a investigação da família Smurl, o filme oscila entre cenas de terror visualmente impactantes e momentos de drama que, infelizmente, não recebem o aprofundamento necessário. A direção de Michael Chaves, embora competente e capaz de gerar sequências tensas, não alcança o mesmo nível de criatividade e tensão que Wan estabeleceu nos primeiros filmes, deixando algumas passagens menos memoráveis do que o esperado.

Visualmente, o filme mantém a identidade da franquia. A fotografia cuidadosa, os contrastes marcantes e a iluminação estratégica ajudam a criar a atmosfera de medo, mantendo a continuidade estética da série. No entanto, técnica e estilo não bastam: o excesso de subtramas e a dependência de sustos já vistos limitam o impacto geral da produção.

O legado da franquia e o desafio do encerramento

Não há como negar a importância de Invocação do Mal para o cinema de terror moderno. A franquia redefiniu expectativas ao combinar horror psicológico, elementos sobrenaturais e personagens com profundidade emocional. O problema é que, em seu quarto capítulo, a série demonstra que nem mesmo nomes consolidados e cenários familiares conseguem compensar um roteiro que repete fórmulas e se apoia mais na nostalgia do que na inovação.

O Último Ritual entrega um fechamento coerente e respeitoso com o universo construído ao longo de mais de uma década, mas falha em oferecer algo realmente surpreendente. Para os fãs de longa data, a presença dos Warrens e a conclusão das histórias podem trazer satisfação e nostalgia. Para espectadores casuais, entretanto, a experiência pode parecer previsível, arrastada e pouco ousada.

Em análise, o filme cumpre o papel de fechar a saga, mas deixa claro que o verdadeiro legado da franquia está nos primeiros filmes, onde o equilíbrio entre horror e humanidade foi explorado com originalidade. O Último Ritual respira dentro do universo The Conjuring, mas não consegue elevar o padrão do gênero nem entregar o impacto que seu histórico prometia. É um encerramento funcional, mas sem brilho, que deixa a sensação de oportunidade perdida.

Conversa com Bial desta segunda (08/09) reexibe entrevista com a cantora Angela Ro Ro

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Na noite desta segunda-feira (8), o Conversa com Bial reapresenta uma entrevista marcante realizada em 2018 com Angela Ro Ro, um dos nomes mais emblemáticos da música brasileira. A cantora, compositora e pianista é reconhecida não apenas por sua voz inconfundível e suas canções que atravessaram gerações, mas também por sua postura autêntica, muitas vezes irreverente, e por nunca ter se esquivado de falar sobre os altos e baixos de sua trajetória.

A reexibição funciona como uma celebração da vida e da carreira de uma artista que completa mais de quatro décadas de dedicação à música e que, mesmo enfrentando perdas, preconceitos e momentos de turbulência pessoal, consolidou-se como um símbolo de resistência e sinceridade na cena cultural brasileira.

O início de uma trajetória marcada pela paixão pela música

Angela Ro Ro, nascida em 1949, começou a se destacar no cenário musical nos anos 1970, período em que a música popular brasileira era marcada por intensa efervescência criativa e resistência política. Compositoras mulheres ainda eram minoria em um ambiente dominado por vozes masculinas, mas Angela rapidamente conquistou espaço com sua mistura singular de MPB, blues e jazz, além de letras confessionais e intensas.

No Conversa com Bial, a artista relembrou que resistiu a se profissionalizar na música em seus primeiros anos, mas que a paixão pela arte sempre falou mais alto. “Continuei compulsiva com música e mulheres. Me concentrei nisso”, contou, com a espontaneidade e a ironia que a caracterizam.

Superando perdas e transformando dor em força

Um dos trechos mais emocionantes da entrevista foi quando Angela falou sobre a década de 1990, fase que classificou como uma das mais difíceis de sua vida. Nesse período, perdeu os pais e mergulhou em um processo de autodestruição que quase comprometeu sua carreira e saúde. Chegou a pesar 130 quilos e admitiu que estava “se perdendo”.

A virada, segundo ela, veio após a última conversa com sua mãe, pouco antes de sua morte. O conselho recebido foi determinante para que repensasse sua vida. “Segui o que ela tinha me lembrado: que lixo é reciclável. Peguei meu lixo e estou reciclando até hoje”, revelou. Essa decisão a ajudou a reencontrar forças para continuar sua caminhada, ainda que marcada por desafios.

Entre o mito e a realidade: o humor ácido de Angela

Fiel a seu estilo irreverente, a compositora também aproveitou a entrevista para rir de si mesma. Questionada sobre sua fama de conquistadora, tratou de desfazer o mito com humor. “Sou pura fama, não sou proveito. Inventava desculpas para não transar. Passei a vida inteira brochando”, brincou, arrancando risos da plateia.

Com a ironia que se tornou uma de suas marcas registradas, chegou a cogitar escrever um livro com título provocativo: As que eu não comi. Para a artista, rir de si mesma sempre foi uma forma de se manter firme diante das adversidades.

Coragem para assumir quem é

Angela Ro Ro nunca escondeu sua orientação sexual, mesmo em um Brasil que ainda apresentava — e continua apresentando — altos índices de homofobia. Ao longo da conversa com Pedro Bial, ela relatou episódios dolorosos de violência física. “Fui espancada cinco vezes por homofobia. Perdi a visão do olho esquerdo”, contou.

Apesar das marcas deixadas por essas agressões, a cantora seguiu firme, tornando-se uma das primeiras artistas brasileiras a falar abertamente sobre sua sexualidade. Essa postura, especialmente em décadas passadas, ajudou a abrir caminho para maior visibilidade e representatividade dentro da música nacional.

O legado de uma voz singular

Ao longo de sua carreira, a cantora lançou clássicos que permanecem vivos na memória coletiva, como Amor, Meu Grande Amor, Compasso e Escândalo. Sua voz rouca e intensa, combinada a um piano envolvente, cria uma atmosfera que mistura melancolia, paixão e força.

Mais do que uma intérprete, Angela se consolidou como uma compositora de rara sensibilidade, capaz de transformar experiências pessoais em canções universais. Suas letras falam de amor, desilusões, perdas e recomeços, sempre com a honestidade que marca sua vida pessoal.

Demolidor: Renascido | Marvel confirma terceira temporada de Born Again no Disney+

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Após anos de expectativas e rumores, os fãs do vigilante cego de Hell’s Kitchen finalmente têm motivos para celebrar: Daredevil: Born Again foi oficialmente renovada para a terceira temporada no Disney+. A confirmação veio de Brad Winderbaum, chefe de streaming da Marvel, durante entrevista ao portal IGN, anunciando que a produção das novas aventuras de Matt Murdock começará no próximo ano. “Falando de Demolidor, sim, já demos o sinal verde para a terceira temporada, e começaremos a filmar no próximo ano”, declarou Winderbaum, reforçando a confiança da Marvel na força da série e no interesse contínuo do público pelo personagem.

Um herói de volta ao centro do universo Marvel

Daredevil: Born Again é a décima terceira série de televisão do Universo Cinematográfico Marvel (UCM), produzida pela Marvel Studios em parceria com o selo Marvel Television. A série serve como uma continuação direta do clássico Daredevil (2015–2018), anteriormente produzido pela Netflix, e traz de volta o vigilante para as telinhas, agora dentro de uma narrativa mais conectada com o restante do UCM.

O projeto revive a história de Matt Murdock, o advogado cego que combate o crime de dia nos tribunais e se transforma no mascarado Demolidor à noite. A primeira temporada estreou em 4 de março de 2025, contando com nove episódios e inserindo a trama na Fase Cinco do UCM. A segunda temporada, também com nove episódios, está programada para estrear no início de 2026, integrando a Fase Seis, enquanto a terceira temporada promete expandir ainda mais o universo de Hell’s Kitchen.

Enredo: justiça, política e redenção

A narrativa de Born Again se passa vários anos após os eventos da série original da Netflix e um ano após Matt Murdock interromper suas atividades como vigilante. Na primeira temporada, ele retoma sua rotina como advogado, mas não consegue abandonar o senso de justiça que o caracteriza. Ao mesmo tempo, Wilson Fisk, ex-chefe do crime, retorna à vida pública e concorre à prefeitura de Nova York, colocando o herói e o vilão em rota de colisão inevitável.

A série vai além das típicas cenas de ação e confrontos físicos. Ela explora o dilema moral de Murdock, as consequências de suas escolhas e os desafios de equilibrar a vida pessoal com o combate ao crime. É um drama humano, tenso e envolvente, que mistura política, justiça e redenção em um enredo contínuo que mantém os espectadores atentos do primeiro ao último episódio.

Um elenco que equilibra nostalgia e novidades

O sucesso de Born Again também se deve ao seu elenco talentoso, que mistura veteranos do projeto original da Netflix com novos talentos. Charlie Cox retorna como Matt Murdock/Demolidor, trazendo a mesma intensidade e complexidade emocional que marcaram sua primeira interpretação. Ao seu lado, Vincent D’Onofrio retoma o papel icônico de Wilson Fisk, o “Rei do Crime”, cujo carisma e vilania continuam sendo um contraponto perfeito para Murdock.

Além dos protagonistas, a série conta com Deborah Ann Woll, Elden Henson, Wilson Bethel, Zabryna Guevara, Nikki M. James, Genneya Walton, Arty Froushan, Clark Johnson, Michael Gandolfini, Ayelet Zurer e Jon Bernthal. Essa combinação de atores veteranos e novos rostos permite explorar diferentes dinâmicas narrativas, aprofundar subtramas e manter a fidelidade ao legado da série original, enquanto introduz elementos inéditos que expandem o universo do herói.

Produção: bastidores e reformulação criativa

O desenvolvimento de Born Again passou por transformações significativas desde seu anúncio inicial. Em março de 2022, Matt Corman e Chris Ord foram contratados como roteiristas principais, planejando uma série episódica com um tom mais leve. Entretanto, após uma reformulação no final de setembro do mesmo ano, a Marvel Studios optou por adotar uma abordagem mais serializada, conectando diretamente a narrativa da Netflix à nova produção.

Dario Scardapane assumiu como showrunner, enquanto Justin Benson e Aaron Moorhead foram contratados como diretores principais, reestruturando a série para melhor explorar a continuidade com o universo anterior. Com isso, os 18 episódios planejados originalmente foram divididos em duas temporadas de nove episódios cada, filmadas em Nova York, cidade icônica que permanece como cenário principal das aventuras do Demolidor.

De Férias Com Você | Netflix divulga trailer da adaptação do best-seller de Emily Henry

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Foto: Reprodução/ Internet

A Netflix apresentou nesta terça-feira, 30 de setembro, o primeiro trailer de sua nova comédia romântica, De Férias Com Você, adaptação do aclamado livro da autora norte-americana Emily Henry. A produção promete envolver o público com uma mistura de humor, romance e uma boa dose de nostalgia, explorando amizade, amor e descobertas inesperadas. Abaixo, confira o vídeo:

O trailer já revela os elementos centrais da narrativa: viagens de verão, encontros inesperados, conversas sinceras e momentos de humor espontâneo. A química entre os protagonistas é evidente, assim como o conflito emocional que surge ao perceberem que poderiam ser algo mais do que amigos.

O filme acompanha a história de Poppy (Emily Bader) e Alex (Tom Blyth), dois melhores amigos com personalidades completamente diferentes, mas ligados por uma conexão que já dura mais de uma década. Poppy é divertida, espontânea e muitas vezes impulsiva, enquanto Alex é metódico, racional e reservado. Todos os verões, os dois aproveitavam para viajar juntos, fortalecendo a amizade que nasceu na adolescência.

A trama muda de ritmo quando, depois de alguns anos sem se ver, Poppy e Alex se reencontram em uma aventura que vai testar não apenas a amizade, mas também os sentimentos que ambos tentaram ignorar. É nesse reencontro que a história ganha profundidade: os protagonistas precisam lidar com vulnerabilidades, expectativas não ditas e a possibilidade de transformar uma relação de amizade em algo mais intenso.

O roteiro da adaptação é assinado por Yulin Kuang, conhecida por trabalhos como O Meu Amigo Dude, enquanto a direção fica por conta de Brett Haley, diretor de Fale-me de Um Dia Perfeito. Segundo Haley, a adaptação buscou capturar o espírito do livro, equilibrando momentos cômicos e emocionais. “Nosso objetivo foi criar uma narrativa fiel ao livro, mas que também explorasse a química natural entre os personagens e a sensação nostálgica dos verões. Queríamos que o público sentisse que está revivendo essas férias junto com Poppy e Alex”, afirmou o diretor.

Além de Bader e Blyth, o elenco conta com nomes como Sarah Catherine Hook (Pretty Little Liars: Original Sin), Jameela Jamil (The Good Place), Lucien Laviscount (Emily in Paris), Lukas Gage (Euphoria), Miles Heizer (13 Reasons Why), Alan Ruck (Succession) e Molly Shannon (Saturday Night Live). A escolha dos atores principais chamou atenção pelo cuidado em selecionar talentos capazes de transmitir tanto a amizade genuína quanto a tensão romântica que permeia a história. Emily Bader, conhecida por papéis dramáticos e cômicos (Everything I Know About Love), se encaixa perfeitamente como Poppy, enquanto Tom Blyth, conhecido por sua atuação em dramas intensos (The Gilded Age), traz a sensibilidade necessária para interpretar Alex.

Mais do que uma simples comédia romântica, De Férias Com Você aborda temas universais como amizade, amor, amadurecimento e a coragem de se arriscar em relações que podem mudar a vida. O filme também reflete sobre o tempo e suas transformações, mostrando como reencontros podem reacender memórias e abrir caminhos para novas decisões afetivas.

Com estreia marcada para o dia 9 de janeiro de 2026, exclusivamente na Netflix, o filme chega com potencial para se tornar um dos destaques do início do ano. A produção reforça a tendência do streaming em adaptar best-sellers para o audiovisual, atraindo tanto fãs da obra original quanto o público que aprecia histórias românticas inteligentes, divertidas e emocionantes.

Cine Aventura deste sábado (20) exibe “De Volta à Ilha da Imaginação Nim”, produção australiana cheia de emoção

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A Record TV aposta em emoção, aventura e consciência ambiental para a programação deste sábado, 20 de dezembro, ao exibir no Cine Aventura Especial o filme “De Volta à Ilha da Imaginação Nim”. A produção australiana de 2013 convida o público a revisitar um universo repleto de paisagens exuberantes, desafios intensos e uma protagonista determinada a proteger tudo aquilo que ama. Mais do que uma simples continuação, o longa apresenta uma Nim mais madura, consciente e pronta para enfrentar ameaças reais ao seu mundo particular.

Nesta nova fase da história, Nim, agora com 14 anos, não é mais apenas a menina curiosa que explorava a ilha guiada pela imaginação. Ela se tornou uma jovem firme, responsável e profundamente conectada ao ambiente em que vive. A ilha deixou de ser apenas um refúgio encantado e passou a representar um território ameaçado pela ganância humana. É nesse contexto que o filme constrói sua narrativa, equilibrando entretenimento e reflexão de forma acessível para toda a família. (Via AdoroCinema)

O conflito central surge quando empreendedores implacáveis e caçadores ambiciosos passam a enxergar a ilha como uma oportunidade de lucro. A exploração ilegal e a destruição iminente colocam em risco não apenas o ecossistema local, mas também os animais que Nim considera sua família. Diante desse cenário, a jovem percebe que sua coragem, embora essencial, não será suficiente para enfrentar sozinha forças tão poderosas e organizadas.

É nesse momento que entra em cena Edmund, um jovem que fugiu do continente buscando isolamento e uma nova chance de recomeçar. Diferente de Nim, Edmund carrega suas próprias dores e conflitos internos, o que inicialmente gera desconfiança entre os dois. No entanto, ao longo da trama, a relação se transforma em uma parceria baseada na confiança, no respeito e no objetivo comum de proteger a ilha. A união dos dois personagens reforça uma das principais mensagens do filme: grandes batalhas só podem ser vencidas quando há colaboração e empatia.

“De Volta à Ilha da Imaginação Nim” se destaca por ir além da aventura tradicional. Embora traga cenas de ação, perseguições e momentos de tensão, o longa aposta fortemente em uma mensagem ambiental clara e necessária. A preservação da natureza, o respeito aos animais e a responsabilidade humana diante dos recursos naturais são temas abordados de forma direta, porém sensível, tornando o filme educativo sem ser didático demais.

A ambientação é um dos grandes trunfos da produção. Gravado na Austrália, país conhecido por sua biodiversidade única, o filme utiliza cenários naturais exuberantes que ajudam a construir uma atmosfera envolvente e autêntica. As paisagens não funcionam apenas como pano de fundo, mas como parte essencial da narrativa, reforçando a importância da ilha como personagem viva dentro da história.

Dirigido por Brendan Maher, o longa conta com roteiro assinado por Ray Boseley e Cathy Randall, que souberam adaptar a história para um público que cresceu junto com a personagem Nim. A transição da infância para a adolescência é retratada com sensibilidade, mostrando uma protagonista que aprende a lidar com responsabilidades maiores, escolhas difíceis e consequências reais.

O elenco contribui significativamente para a força do filme. Bindi Irwin, filha do lendário ambientalista Steve Irwin, entrega uma atuação natural e carismática, que ganha ainda mais força por sua ligação real com a causa ambiental. Sua presença confere autenticidade à personagem e reforça o discurso de preservação defendido pela narrativa. Ao seu lado, Matthew Lillard acrescenta experiência e versatilidade ao elenco, enquanto Toby Wallace, no papel de Edmund, traz profundidade emocional ao personagem. John Waters completa o time principal, ajudando a sustentar a trama com atuações consistentes.

Lançado oficialmente em 28 de março de 2013, na Austrália, o filme se consolidou como uma continuação que dialoga tanto com o público jovem quanto com adultos. Ele mantém o espírito aventureiro do primeiro longa, mas adiciona camadas mais complexas, tornando a experiência mais rica e reflexiva.

Para quem não conseguir acompanhar a exibição na TV ou desejar rever essa jornada emocionante, o filme também está disponível em Video On Demand. É possível assistir a “De Volta à Ilha da Imaginação Nim” no Prime Video, com opção de aluguel a partir de R$ 6,90, tornando o acesso fácil e acessível.

Supercine 15/03/2025: Globo exibe o drama biográfico Ford vs Ferrari

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Neste sábado, 15 de março, o Supercine da Globo traz uma exibição imperdível do aclamado Ford vs Ferrari, um drama biográfico que mergulha na verdadeira história de rivalidade, superação e paixão pelo automobilismo. Lançado nos cinemas em 14 de novembro de 2019, o longa tem 2h33min de duração e é dirigido por James Mangold, com roteiro de Jez Butterworth e John-Henry Butterworth. Com performances inesquecíveis de Matt Damon e Christian Bale, o filme também conta com um elenco talentoso, incluindo Caitriona Balfe, Josh Lucas, Jon Bernthal, Ian Harding e Noah Jupe.

Ambientado nos anos 1960, o filme narra a batalha da Ford para conquistar seu lugar no mundo das corridas e derrubar a Ferrari, que, até então, dominava as pistas internacionais. Para isso, a gigante automobilística contrata o experiente ex-piloto Carroll Shelby (Matt Damon), que assume a missão de montar uma equipe capaz de desafiar a Ferrari nas icônicas 24 Horas de Le Mans. Ao lado de Ken Miles (Christian Bale), um piloto e engenheiro visionário, Shelby enfrenta não apenas os desafios técnicos e emocionais das corridas, mas também a resistência interna da própria Ford, uma empresa mais focada nos negócios do que no esporte.

Com uma narrativa repleta de tensão, adrenalina e momentos de pura emoção, Ford vs Ferrari não é apenas uma história sobre carros velozes e corridas intensas, mas também um verdadeiro tributo à determinação e ao espírito de superação de dois homens dispostos a desafiar os limites do possível. O filme conquistou a crítica e foi amplamente reconhecido, com várias indicações ao Oscar, incluindo Melhor Filme e Melhor Edição.

Se você não puder acompanhar a exibição na Globo, Ford vs Ferrari também está disponível nos serviços de streaming. O filme pode ser assistido no Amazon Prime Video e no Disney+, ambos com assinatura.

Não perca a exibição de Ford vs Ferrari no Supercine, que começa às 23h00! Uma noite repleta de emoção, conquistas e superação espera por você!

Homens Sem Lei | A&E estreia série que revisita o nascimento das milícias no Brasil com olhar jornalístico e humano

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Foto: Reprodução/ Internet

A partir do dia 14 de agosto, o canal A&E convida o público a mergulhar em uma das páginas mais sombrias — e ainda pouco confrontadas — da história brasileira. A nova produção documental em cinco episódios revisita os bastidores da Scuderie Le Cocq, grupo de extermínio criado nos anos 1960 no Rio de Janeiro e considerado por estudiosos como o embrião das milícias modernas.

Com um olhar sensível e ao mesmo tempo rigoroso, a trama de Homens Sem Lei investigativa reconstrói os anos em que a justiça era feita à margem da lei, sustentada por discursos de vingança e por um sistema que, em nome da “segurança pública”, tolerava (ou até incentivava) execuções sumárias. O pano de fundo: o assassinato do policial Milton Le Cocq, morto pelo criminoso conhecido como Cara de Cavalo, que desencadeou a formação do grupo que pretendia “limpar as ruas da cidade”.

A série aposta em um registro jornalístico contundente, entrelaçando reportagens da época com depoimentos inéditos e emocionantes de quem viveu — ou sobreviveu — àquele período. Entre os entrevistados estão o ex-delegado Sivuca, famoso pela frase “Bandido bom é bandido morto”, a escritora Nélida Piñon, o músico Jards Macalé, além de familiares de policiais lendários como Lúcio Flávio e Mariel Mariscot.

Uma história contada por quem esteve lá

Mais do que relatar os fatos, a produção se destaca pela maneira como escuta seus personagens. O jornalista Luarlindo Ernesto, por exemplo, revive o trauma de ter presenciado — e até participado — da execução de Cara de Cavalo. Em um dos relatos mais impactantes da obra, ele revela ter sido obrigado a disparar contra o corpo do criminoso, numa tentativa brutal de transformar jornalistas em cúmplices da barbárie.

Outro nome de peso que aparece nos episódios é o do autor Aguinaldo Silva, que, antes de se tornar referência na dramaturgia brasileira, atuou como repórter policial nos anos em que a violência urbana se misturava ao folclore midiático. Seu olhar crítico sobre a glorificação de justiceiros e os bastidores das delegacias cariocas ajuda a costurar o tecido social da época com rara profundidade.

Ecos do passado no presente

Ao abordar o surgimento de um grupo que, em plena ditadura militar, ganhou o apoio da população, da imprensa e até de celebridades — segundo os próprios fundadores, nomes como Pelé e Frank Sinatra chegaram a se associar à Scuderie — a série levanta uma pergunta urgente: quando foi que passamos a aceitar a violência como resposta legítima ao medo?

Mais do que um registro histórico, a programação busca compreender as raízes da estrutura paralela que, décadas depois, se consolidaria nas milícias que hoje comandam comunidades inteiras. Em vez de condenar de forma simplista, a narrativa convida à reflexão sobre os mecanismos que mantêm esse tipo de poder vivo e intocado até hoje.

O Clube do Pesadelo | Editora Rocco aposta no terror nacional com suspense nostálgico inspirado em Stranger Things

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Quando se pensa em terror, frequentemente vêm à mente florestas sombrias, mansões abandonadas ou cenários distantes e misteriosos. Porém, “O Clube do Pesadelo”, lançamento das autoras Bianca da Silva e Denise Flaibam, traz um frescor ao gênero ao ambientar seu suspense em uma pequena cidade litorânea brasileira, onde o medo se infiltra nas entrelinhas da vida cotidiana.

A narrativa acompanha Dominique, uma adolescente que, em outubro de 1999, chega a Enseada dos Anjos, no litoral catarinense, para recomeçar a vida em meio a novos desafios. A adaptação à nova escola e à rotina já seria difícil, mas logo ela percebe que há algo além do comum: uma maldição antiga paira sobre a cidade, mistérios não resolvidos se desdobram e um grupo de jovens carrega segredos profundos.

O diferencial de o livro reside na construção sensível dos personagens, que ultrapassam o estereótipo do terror tradicional. Dominique e seus amigos — Johnny, Angélica, Fábio e Mabê — são retratos fiéis das angústias, dúvidas e coragem da juventude, imersos em dramas pessoais que ecoam a realidade dos leitores. Eles não são apenas figuras que enfrentam o sobrenatural, mas jovens em busca de identidade, pertencimento e apoio mútuo.

À medida que os acontecimentos perturbadores se intensificam, o laço entre eles se fortalece, evidenciando a mensagem central do livro: no confronto com o medo, a amizade e o acolhimento são nossas maiores armas. A obra dialoga diretamente com jovens leitores, mostrando que a coragem muitas vezes nasce do apoio coletivo.

Editada pela Rocco, uma das mais respeitadas editoras no segmento de terror e fantasia, o lançamento chega em um momento propício para a literatura nacional, que busca se reinventar ao contar histórias que falam de nossas raízes, emoções e medos reais. Este não é apenas um livro para quem gosta de sustos, mas uma leitura que abraça, emociona e cria identificação profunda.

Para quem busca uma leitura envolvente, repleta de mistério, tensão e aquele clima nostálgico típico dos anos 90, O Clube do Pesadelo é uma escolha imperdível. Com uma atmosfera densa e inquietante, que remete ao universo de Stranger Things e Ordem Paranormal, o livro conduz o leitor por uma jornada onde o medo é real — mas a força dos laços afetivos mostra que, mesmo nos momentos mais sombrios, nunca estamos verdadeiramente sozinhos.

Última temporada de Stranger Things

A aguardada quinta temporada de Stranger Things, prevista para 2025, será o capítulo final da série criada pelos irmãos Duffer, encerrando uma narrativa que conquistou fãs ao redor do mundo com sua combinação de suspense, fantasia e retratos autênticos da amizade juvenil. Ao longo das temporadas, Hawkins se tornou um cenário icônico, e seus personagens, verdadeiros símbolos da cultura pop contemporânea.

Com um salto temporal significativo, a nova temporada traz o retorno dos protagonistas em um momento crucial. Eles se reencontram na aparentemente tranquila cidade de Hawkins para enfrentar, pela última vez, as ameaças provenientes do Mundo Invertido — uma dimensão sombria que tem atormentado a região desde o desaparecimento de Will Byers. Esse reencontro promete ser repleto de emoções intensas, revelações impactantes e o fortalecimento dos vínculos que sempre estiveram no centro da trama.

O confronto final entre os dois mundos, até agora envolto em mistério e terror, deverá ser resolvido de forma definitiva. A 5ª temporada tem como desafio fechar todas as pontas soltas, entregando aos espectadores uma conclusão que equilibre ação, suspense e o calor humano que caracteriza a série.

Em Fortaleza, Shopping Iguatemi Bosque recebe Bob Esponja – A Experiência pela primeira vez

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Um abacaxi no fundo do mar agora também tem endereço em Fortaleza. Pela primeira vez na capital cearense, Bob Esponja – A Experiência convida o público a mergulhar — literalmente — no mundo encantado da Fenda do Biquíni. A mostra interativa ocupa o piso L1 do Shopping Iguatemi Bosque até o dia 24 de agosto e transforma as férias em um passeio repleto de cor, memória afetiva e descoberta para toda a família.

Entre conchas, hambúrgueres de siri e muita nostalgia

Quem passar pelo espaço vai se deparar com ambientes cenográficos que parecem saídos diretamente da tela da televisão. Do restaurante Siri Cascudo à casa de Patrick Estrela, da autoescola da exigente Sra. Puff ao guarda-roupa excêntrico de Bob Esponja, a exposição transporta o visitante para dentro da série que marcou gerações.

Com mais de mil metros quadrados de área, a experiência vai além da contemplação. O público pode tocar, explorar e interagir com cada cenário. Há também figurinos originais usados em musicais e até peças desfiladas pela grife Moschino em Milão, além de roteiros autografados por Wendel Bezerra — voz oficial de Bob Esponja no Brasil.

A origem de tudo: do laboratório à TV

Entre as surpresas da exposição está a versão digital da HQ educativa “The Intertidal Zone”, criada por Stephen Hillenburg antes mesmo do nascimento oficial do personagem. O material, raramente visto pelo público, revela como o criador misturou sua formação em biologia marinha com sua paixão pela animação para dar vida a uma das esponjas mais famosas do mundo.

E sim, a famigerada fórmula secreta do hambúrguer de siri também está lá. Mas, como era de se esperar, continua envolta em mistério.

Sucesso nacional chega ao Ceará com estrutura inédita

Depois de passar por São Paulo e Recife, onde conquistou multidões, a maior mostra imersiva já feita sobre Bob Esponja estreia em Fortaleza com toda sua estrutura original. Desenvolvida pela YDreams Global em parceria com a Paramount, a exposição propõe uma leitura contemporânea e artística do universo do personagem, misturando humor, tecnologia e cultura pop.

Para os organizadores, trazer o projeto ao Nordeste é também uma forma de democratizar o acesso a grandes experiências interativas, tornando a arte e a diversão acessíveis a diferentes públicos.

Diversão para todas as idades — e sentidos

Com classificação livre e uma ambientação pensada para encantar crianças, jovens e adultos, “Bob Esponja – A Experiência” é mais do que uma simples homenagem a um ícone da TV. É uma celebração sensorial, onde o tato, a visão e a imaginação caminham juntos. É também um espaço de encontro entre pais e filhos, onde histórias se cruzam e lembranças ganham novas formas.

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