O calendário de grandes festas do Brasil já tem um marco no mês de dezembro: o Carnatal. Em 2025, o evento retorna ao circuito da Arena das Dunas, em Natal (RN), entre os dias 5 e 7 de dezembro, prometendo reunir milhares de foliões. E para dar início à contagem regressiva, a organização anunciou a primeira grande atração confirmada: Claudia Leitte, que comandará novamente o tradicional Bloco Largadinho.
Um anúncio que movimenta o público
A notícia da participação da cantora baiana foi recebida com entusiasmo nas redes sociais. Claudia, que possui uma das carreiras mais sólidas do axé e da música pop nacional, já é presença cativa no Carnatal. Seu bloco, o Largadinho, tornou-se um dos mais concorridos da festa, sempre esgotando abadás e arrastando multidões em um clima de pura celebração.
Para a artista, voltar a Natal é mais do que apenas um show: é reencontrar um público que acompanha sua trajetória há mais de duas décadas. “O Carnatal é parte da minha história e também da minha vida pessoal. Cada vez que subo no trio nesse circuito, sinto como se estivesse voltando para casa. É sempre mágico”, declarou Claudia.
Carnatal: tradição que ultrapassa gerações
Criado em 1991, o Carnatal surgiu como uma aposta ousada: levar o clima do carnaval baiano para fora de época, em pleno mês de dezembro, numa cidade que respira turismo e hospitalidade. De lá para cá, a festa cresceu e se consolidou como o maior carnaval fora de época do Brasil, atraindo foliões de todas as regiões.
Hoje, a estrutura do evento é referência em organização e grandiosidade. Com blocos puxados por trios elétricos, arquibancadas, camarotes temáticos e espaços exclusivos para quem busca mais conforto, o Carnatal consegue unir tradição e modernidade. Ao longo dos três dias de festa, a cidade de Natal se transforma em um polo de alegria, movimentando não apenas a cena cultural, mas também a economia local.
Segundo dados da produção, a cada edição o evento gera milhares de empregos temporários e injeta milhões de reais em setores como hotelaria, gastronomia, transporte e comércio. O Carnatal, portanto, não é apenas entretenimento: é um motor cultural e econômico que reafirma o potencial do turismo potiguar.
Claudia Leitte e o poder do Largadinho
Entre as dezenas de blocos que já passaram pelo circuito ao longo dos anos, o Largadinho conquistou um espaço especial. Criado em 2012, ele rapidamente se destacou por refletir a energia e o estilo irreverente de Claudia Leitte. As cores vibrantes, os figurinos ousados e o repertório que mescla sucessos do axé com hits atuais do pop fazem do bloco um dos mais disputados do evento.
Para muitos foliões, acompanhar o Largadinho é uma experiência que vai além da música: é compartilhar de uma comunidade de fãs que seguem Claudia por todo o Brasil e encontram no Carnatal um dos pontos altos dessa devoção.
O que esperar da edição 2025
Com Claudia já confirmada, a expectativa cresce em torno da divulgação dos demais artistas que comporão a grade oficial do Carnatal 2025. Tradicionalmente, a festa reúne grandes nomes da música nacional, do axé ao sertanejo, passando pelo forró, funk e pop, refletindo a diversidade do público que participa do evento.
Além da programação musical, a produção promete novidades na estrutura de camarotes e no circuito da Arena das Dunas, garantindo ainda mais conforto, segurança e acessibilidade. A meta é manter o equilíbrio entre a energia contagiante da avenida e a qualidade de serviços que fazem do Carnatal um evento único.
O mais novo filme do Universo Cinematográfico Marvel (MCU), Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, rapidamente se firmou como um sucesso global, ultrapassando US$ 506 milhões em bilheteria mundial. Combinando ação, drama familiar e humor equilibrado, o longa trouxe uma abordagem fresca para os heróis clássicos da Marvel, conquistando tanto fãs antigos quanto novos espectadores.
Nos Estados Unidos, o longa-metragem arrecadou US$ 265,8 milhões, enquanto o mercado internacional somou US$ 240,5 milhões, formando um total global de US$ 506,3 milhões. Isso faz do longa o segundo maior filme de super-heróis de 2025, atrás apenas de Superman (US$ 611,7 milhões).
A estreia norte-americana rendeu US$ 118 milhões, a quarta maior abertura doméstica do ano, atrás de produções como Um Filme Minecraft, Lilo & Stitch e Superman. Entre os países que mais contribuíram para o sucesso internacional estão Reino Unido, México, França, Brasil e Austrália.
Do fracasso ao renascimento
Após a frustração de Quarteto Fantástico (2015), a Marvel Studios assumiu o controle da franquia quando a Disney adquiriu a 20th Century Fox. O objetivo era criar uma narrativa totalmente nova, sem recorrer às origens já conhecidas dos personagens.
A direção ficou a cargo de Matt Shakman, com roteiro de uma equipe composta por Jeff Kaplan, Ian Springer, Josh Friedman, Cameron Squires, Eric Pearson e Peter Cameron. Inicialmente, Jon Watts foi anunciado como diretor, mas deixou o projeto em 2022. Shakman assumiu a produção com a missão de equilibrar ação, humor e drama, criando um universo que fosse ao mesmo tempo fiel aos quadrinhos e inovador para o público moderno.
Elenco de destaque
O filme apresenta Pedro Pascal (The Mandalorian, Narcos, O Último Duelo, Kingsman: O Círculo Dourado) como Reed Richards, Vanessa Kirby (The Crown, Pieces of a Woman, Missão: Impossível – Efeito Fallout, Hobbs & Shaw) como Sue Storm, Ebon Moss-Bachrach (The Bear, Girls, A Série Divergente: Convergente, A Incrível História de Adaline) como Ben Grimm e Joseph Quinn (Stranger Things, Game of Thrones, Overlord, The Girl in the Spider’s Web) como Johnny Storm.
O elenco conta ainda com Julia Garner (Ozark, A Assistente, Emily, Maniac), Sarah Niles (After Life, Enterprice, This Is Going to Hurt, Crashing), Mark Gatiss (Sherlock, Doctor Who, The League of Gentlemen, Dracula), Natasha Lyonne (Russian Doll, Orange Is the New Black, Poker Face, But I’m a Cheerleader), Paul Walter Hauser (Eu, Tonya, Black Bird, Cruella, I Wanna Dance with Somebody) e Ralph Ineson (A Bruxa, Harry Potter, The Green Knight, Boardwalk Empire).
Enredo envolvente
Em 1964, na Terra-828, o mundo comemora os quatro anos do Quarteto Fantástico. Reed Richards, Sue Storm, Ben Grimm e Johnny Storm conquistaram poderes extraordinários depois de serem expostos a raios cósmicos durante uma missão espacial. Desde então, a equipe se tornou referência em heroísmo e inspiração global. Reed usa sua inteligência para criar tecnologias revolucionárias, Sue lidera iniciativas de paz com a Fundação Futuro, enquanto Ben e Johnny equilibram força e carisma em suas missões. A expectativa aumenta ainda mais quando Reed e Sue anunciam que esperam um filho, deixando todos curiosos sobre se a criança herdará dons especiais.
A rotina dos heróis é abalada com a chegada da Surfista Prateada, que alerta sobre Galactus, um ser cósmico capaz de devorar planetas inteiros. Determinados a proteger a Terra, o Quarteto rastreia a energia da visitante e usa um motor mais rápido que a luz para alcançar um planeta distante, em busca de respostas. Lá, eles se deparam com a destruição causada pela nave de Galactus e acabam capturados. O vilão revela que o bebê de Reed e Sue possui um poder que poderia saciar sua fome cósmica e propõe poupar a Terra em troca da criança. Recusando a oferta, os heróis escapam, e Sue dá à luz Franklin enquanto retornam ao planeta, perseguidos pela Surfista Prateada.
Ao voltar à Terra, Reed compartilha os acontecimentos em uma coletiva de imprensa, gerando polêmica. A decisão de proteger apenas Franklin provoca protestos, dividindo a opinião pública. Johnny começa a estudar a linguagem da Surfista Prateada e descobre detalhes sobre os mundos que ela visitou e os planetas que Galactus já consumiu. Sue, por sua vez, enfrenta os manifestantes, explicando que não abrirá mão de seu filho nem da humanidade.
Para enfrentar a ameaça, Reed cria um plano audacioso: construir pontes de teletransporte gigantescas que permitam deslocar a Terra inteira para um sistema solar seguro, longe do alcance de Galactus. Enquanto as nações do mundo colaboram, a Surfista Prateada retorna, determinada a destruir as pontes. Johnny consegue detê-la e descobre que seu verdadeiro nome é Shalla-Bal, uma arauto de Galactus que protege seu próprio planeta, Zenn-La. Com a ameaça temporariamente contida, o Quarteto usa Franklin como isca para atrair Galactus até a última ponte.
A batalha final se desenrola em Nova York. Sue usa todo o seu poder para proteger Franklin, enquanto Reed coordena o resgate. Johnny se arrisca para empurrar Galactus para dentro do portal, mas Shalla-Bal intervém, garantindo que o vilão seja finalmente neutralizado. Exausta, Sue parece sucumbir, mas Franklin consegue trazê-la de volta à vida. Com a Terra salva, a equipe se prepara para novos desafios e celebra cinco anos de heroísmo.
Quais são as cenas pós-créditos?
O filme ainda apresenta cenas pós-créditos que conectam passado e futuro. Quatro anos depois, Sue lê para Franklin em casa e o encontra interagindo com um homem misterioso de capa verde e máscara metálica. Em outra cena, a televisão mostra o desenho animado clássico do Quarteto Fantástico, homenageando o legado dos heróis e sinalizando novas aventuras que ainda estão por vir.
Personagens e dilemas humanos
O filme explora cada personagem de maneira detalhada. Reed representa a mente estratégica, Sue encarna empatia e liderança, Ben une força física e coração, e Johnny equilibra leveza e coragem. O nascimento de Franklin, filho de Reed e Sue, intensifica o drama, pois Galactus vê na criança uma fonte de poder capaz de saciar sua fome cósmica. Além das batalhas, o longa aborda temas universais como responsabilidade, sacrifício e coragem, mostrando que heroísmo vai muito além de superpoderes. A equipe enfrenta desafios internos e externos, revelando a humanidade por trás dos heróis.
Produção e filmagens
As gravações começaram em julho de 2024 no Pinewood Studios, em Londres, com locações na Inglaterra e Espanha. A Marvel Studios investiu em tecnologia de ponta e efeitos visuais para criar um mundo retro-futurista, inspirado nos anos 1960, mas com elementos modernos e espetaculares.
Lançamento e recepção
O longa estreou mundialmente em 21 de julho de 2025, no Dorothy Chandler Pavilion, em Los Angeles, e chegou aos cinemas dos Estados Unidos em 25 de julho, marcando o início da Fase Seis do MCU. A recepção foi positiva, destacando o equilíbrio entre ação, narrativa e desenvolvimento emocional dos personagens. Com uma arrecadação global superior a US$ 491 milhões, o filme se tornou o mais lucrativo da franquia e um dos dez maiores sucessos de 2025 até o momento. A sequência já está confirmada, prometendo dar continuidade à história do Quarteto Fantástico no MCU.
Os fãs de Kill Blue têm motivos para comemorar. Pouco tempo após o fim do mangá, a obra de Tadatoshi Fujimaki ganhou uma adaptação em anime, produzida pelo estúdio Cue, e o primeiro teaser já foi divulgado, dando aos fãs um gostinho do que está por vir. A expectativa é grande, principalmente porque a história mistura ação, comédia e situações completamente inusitadas. Abaixo, confira o vídeo divulgado:
O criador da série não escondeu sua empolgação com a notícia. Fujimaki compartilhou sua alegria nas redes sociais, dizendo: “Ver a nova vida escolar esquisita de Juzo trazida à vida por meio de animação é um sonho realizado”. Essa declaração reforça que a essência do mangá será respeitada e que os fãs podem esperar uma adaptação fiel ao material original.
Equipe de produção e estreia
A direção do anime ficará a cargo de Hiro Kaburagi, que traz experiência em produções que equilibram ação e comédia, enquanto o design de personagens será assinado por Miho Daidoji, responsável por dar vida visual aos protagonistas e ao mundo escolar caótico de Juzo Ogami. O anime está previsto para estrear em 2026, prometendo conquistar tanto os fãs do mangá quanto novos espectadores.
A produção do estúdio Cue é uma aposta interessante, já que o estúdio é conhecido por projetos que valorizam a animação de qualidade e a fidelidade ao estilo dos mangás originais. Com a combinação de equipe experiente e material sólido, a obra tem tudo para se tornar um dos animes mais aguardados do próximo ano.
Do mangá para a televisão
Kill Blue é um mangá japonês escrito e ilustrado por Tadatoshi Fujimaki. A obra foi serializada na revista Weekly Shōnen Jump, da Shueisha, de abril de 2023 a setembro de 2025. Ao longo de sua publicação, conquistou leitores com um enredo inusitado e personagens carismáticos. Os dez volumes tankōbon, lançados em junho de 2025, reuniram toda a história, que agora terá sua versão animada.
A adaptação para anime permite que o público veja os personagens em movimento, com cores, trilha sonora e efeitos visuais, trazendo novas dimensões para cenas que no mangá já eram marcantes. Para quem acompanhou a obra original, será uma experiência nova e empolgante, enquanto novos fãs terão a oportunidade de descobrir o universo de Juzo Ogami de forma dinâmica e envolvente.
Conheça a sinopse do anime
A história da produção gira em torno de Juzo Ogami, um assassino de aluguel de 40 anos extremamente habilidoso, trabalhando para o sindicato de assassinos conhecido como ZOO. Durante uma missão envolvendo criminosos ligados à empresa de manipulação genética Mitsuoka Pharmaceuticals, Ogami sofre um acidente bizarro: ele é picado por uma vespa que altera seu DNA, fazendo com que sua idade volte à de 12 anos.
Essa transformação radical muda completamente sua rotina. Incapaz de continuar com seu trabalho como assassino devido à estatura juvenil, Ogami recebe uma nova missão de seu chefe no ZOO enquanto eles buscam um antídoto: frequentar uma escola de ensino fundamental para a qual a filha do chefe pretende se matricular e avaliar se o local é seguro.
Vida dupla e desafios escolares
O que poderia parecer apenas uma tarefa burocrática rapidamente se transforma em uma experiência inesperada para Ogami. Sem qualquer educação formal, ele acaba descobrindo o encanto do ensino fundamental, criando amizades, enfrentando desafios típicos da vida escolar e até encontrando momentos de diversão em meio à rotina perigosa.
Ao mesmo tempo, Ogami precisa equilibrar sua vida dupla: manter a fachada de estudante exemplar enquanto continua cumprindo missões como assassino de aluguel. Esse contraste entre o cotidiano escolar e o trabalho mortal cria situações cômicas e tensas, que são a marca registrada de Kill Blue.
Outro ponto importante é a relação de Ogami com Noren Mitsuoka, herdeira da Mitsuoka Pharmaceuticals. Ela pode ser a chave para que ele descubra como voltar à sua idade normal, adicionando uma camada de suspense e intriga à trama, enquanto Ogami navega por sua nova rotina.
Expectativas dos fãs
O anúncio do anime gerou enorme repercussão entre os fãs. Muitos estão curiosos para ver como o estúdio Cue vai animar as cenas de ação e os momentos cômicos que fizeram tanto sucesso no mangá. O teaser, ainda breve, já dá indícios de que a atmosfera original será preservada, com cores vibrantes e design que combina ação e humor de forma harmoniosa.
Além disso, há grande expectativa para a adaptação das situações absurdas de Ogami, equilibrando suas responsabilidades escolares com o trabalho de assassino. Essa dualidade é o grande charme da história e será um teste interessante para a animação, que terá que transmitir tanto a tensão quanto a leveza de forma convincente.
Por que Kill Blue se destacou
O mangá conquistou leitores rapidamente por seu conceito único. A ideia de um assassino de 40 anos regressando à infância e precisando lidar com tarefas escolares cria situações inusitadas e muito engraçadas. Ao mesmo tempo, o enredo mantém momentos de ação e suspense, garantindo que os leitores se mantenham engajados do começo ao fim.
A adaptação para anime amplia ainda mais esse universo, permitindo que os fãs acompanhem batalhas coreografadas, expressões faciais detalhadas e interações cômicas que podem se tornar ainda mais impactantes na animação. É a oportunidade perfeita para redescobrir a história sob uma nova perspectiva.
O que podemos esperar do anime?
Com estreia prevista para 2026, o anime vai cobrir a narrativa dos dez volumes do mangá, mantendo a fidelidade à história original. Cada episódio promete equilibrar humor, ação e momentos emocionantes, com destaque para a vida escolar de Ogami e a tensão constante de suas missões.
A direção de Hiro Kaburagi e o design de Miho Daidoji devem dar identidade visual própria à série, enquanto trilha sonora e efeitos sonoros reforçam a imersão no mundo de Kill Blue. Fãs podem esperar cenas intensas de ação, momentos hilários no ambiente escolar e uma narrativa que mistura drama, comédia e aventura de forma equilibrada.
Os fãs de Stranger Things têm motivos de sobra para comemorar. Ross Duffer, um dos criadores da série, compartilhou recentemente no Instagram que o Volume Um da quinta temporada está totalmente finalizado. Na publicação, ele mostrou imagens da mesa de edição dos dois últimos episódios da primeira parte da temporada e contou alguns detalhes interessantes sobre o que está por vir, deixando os seguidores ainda mais ansiosos.
A quinta e última temporada da série de sucesso da Netflix, que mistura drama, terror e ficção científica, promete encerrar de maneira épica a história de Hawkins. Conhecida como a fase final, a temporada terá estreia dividida em três partes: o Volume 1 chega no dia 26 de novembro de 2025, o Volume 2 será lançado em 25 de dezembro e o episódio final está marcado para 31 de dezembro. A produção continua nas mãos dos irmãos Duffer, em parceria com Shawn Levy e Dan Cohen, garantindo que a essência da série, tão amada pelos fãs, se mantenha intacta.
O que deixa qualquer fã animado é o retorno da maior parte do elenco que fez de Hawkins um lugar tão especial. Winona Ryder volta como Joyce Byers, sempre intensa e protetora, enquanto David Harbour retorna como Jim Hopper, o policial que se tornou figura paterna para Eleven. Millie Bobby Brown continua como Eleven, a garota com poderes extraordinários que conquistou gerações, e Finn Wolfhard, Gaten Matarazzo, Caleb McLaughlin, Noah Schnapp, Sadie Sink, Natalia Dyer, Charlie Heaton, Joe Keery, Maya Hawke, Priah Ferguson, Brett Gelman, Cara Buono e Jamie Campbell Bower também estão de volta.
Além do elenco conhecido, a temporada traz algumas novidades. Amybeth McNulty, que apareceu na temporada anterior como convidada, foi promovida a regular da série, enquanto Linda Hamilton se junta ao elenco principal, prometendo novas camadas à trama. Esses acréscimos são sinais claros de que a história vai ganhar ainda mais intensidade e complexidade.
Hawkins em alerta máximo
A ação desta temporada se passa no outono de 1987, e Hawkins nunca pareceu tão ameaçada. Com a abertura das Fendas, nossos heróis enfrentam a maior missão de suas vidas: encontrar e derrotar Vecna, a força maligna que já causou destruição e mortes na cidade. Mas Vecna desapareceu, deixando todos sem saber seus planos e localização.
Para complicar ainda mais, o governo coloca a cidade sob quarentena militar e intensifica a caça a Eleven, obrigando-a a se esconder mais uma vez. E com a aproximação do aniversário do desaparecimento de Will Byers, um clima de medo familiar volta a pairar sobre Hawkins. A temporada promete uma batalha final que reunirá todos os personagens em um confronto com uma escuridão mais intensa e perigosa do que qualquer coisa que já enfrentaram.
Personagens e suas missões na temporada final
Cada personagem traz uma peça essencial para essa fase final da história. Winona Ryder como Joyce Byers segue sendo a âncora emocional da série, enfrentando desafios familiares e sobrenaturais. David Harbour como Hopper continua sendo o protetor de Hawkins, enquanto Millie Bobby Brown como Eleven enfrenta dilemas que vão testar seus poderes e sua coragem.
Finn Wolfhard volta como Mike Wheeler, sempre leal e pronto para apoiar Eleven. Gaten Matarazzo e Caleb McLaughlin, como Dustin e Lucas, adicionam inteligência, humor e coragem ao grupo. Noah Schnapp retoma seu papel como Will Byers, cuja conexão com o mundo invertido é essencial para a história. Sadie Sink como Max Mayfield traz intensidade emocional, e Natalia Dyer, Charlie Heaton e Joe Keery continuam com seus arcos de investigação, lealdade e crescimento pessoal.
Maya Hawke como Robin Buckley, Brett Gelman como Murray Bauman e Priah Ferguson como Erica Sinclair completam o grupo principal, trazendo inteligência, coragem e leveza nos momentos mais tensos. Jamie Campbell Bower retorna como Vecna, encarnando a maior ameaça já enfrentada, enquanto Linda Hamilton surge como Dra. Kay, prometendo adicionar tensão e conhecimento estratégico. Amybeth McNulty como Vickie e outros personagens secundários completam o elenco, enriquecendo o mundo de Hawkins.
Como será a divisão da temporada
A decisão de dividir a temporada final em três partes tem um objetivo claro: manter o suspense e explorar cada arco de forma detalhada. O Volume 1, com quatro episódios, estreia em 26 de novembro, introduzindo os conflitos e preparando o terreno para os confrontos. O Volume 2, com três episódios, chega em 25 de dezembro, aprofundando os conflitos e explorando o impacto das ações dos personagens. Por fim, o episódio final, em 31 de dezembro, promete encerrar a saga com emoção e tensão, revelando o destino de todos os protagonistas.
Essa estratégia de lançamento é perfeita para prolongar a expectativa dos fãs, permitindo que cada detalhe seja absorvido e analisado antes da conclusão da história. Além disso, mantém a série viva nas conversas e teorias dos fãs, criando uma experiência compartilhada entre quem acompanha a série no mundo todo.
Bastidores e curiosidades
Ross mostrou um pouco dos bastidores ao postar imagens da mesa de edição, revelando que os últimos episódios do Volume Um receberam atenção especial. Cada cena foi trabalhada com cuidado para equilibrar momentos de ação, suspense e emoção, mantendo o clima nostálgico e aterrorizante que marcou Stranger Things desde a primeira temporada.
Shawn Levy e Dan Cohen, produtores executivos, também estiveram envolvidos na criação de efeitos visuais, fotografia e trilha sonora. Cada elemento foi pensado para reforçar a imersão no universo dos anos 80, com luzes neon, figurinos autênticos e músicas que remetem à época. Essa atenção aos detalhes ajuda a reforçar o clima único da série, mantendo a magia e a tensão que os fãs esperam.
Além disso, Duffer compartilhou que pequenas referências e easter eggs foram inseridos nos episódios, conectando a temporada final às anteriores. Fãs atentos certamente vão notar essas pistas e relacioná-las a eventos passados, aumentando a diversão e a sensação de fechamento da saga.
Fãs e expectativas
Desde o anúncio da finalização do Volume Um, a comunidade de fãs está em polvorosa. Teorias sobre o destino de Eleven, os planos de Vecna e possíveis sacrifícios do grupo são debatidas nas redes sociais, fóruns e em grupos de discussão. A divisão da temporada em três partes só aumenta o suspense e gera ainda mais especulações sobre o que vai acontecer em Hawkins.
Os criadores têm sido estratégicos em manter mistérios sem revelar detalhes importantes. Cada teaser, cada imagem dos bastidores e cada comentário dos produtores vira um evento digital, alimentando a ansiedade do público. Esse jogo de expectativas é parte do charme da série e mantém Stranger Things relevante, mesmo depois de quase uma década de sucesso.
Uma despedida à altura
A quinta temporada da série promete encerrar a saga de forma épica, reunindo o elenco clássico, introduzindo novos personagens e colocando Hawkins frente a uma ameaça sem precedentes. A batalha contra Vecna, o confronto final e a união dos personagens principais vão criar momentos de tensão, emoção e nostalgia.
O universo de Solo Leveling pode ganhar um novo rosto nas telas. A atriz sul-coreana Han So Hee, conhecida por sua versatilidade e papéis de grande impacto, está em negociações para interpretar Cha Hae In na adaptação live-action da famosa web novel. A informação foi confirmada por sua própria agência, que ressaltou que o projeto está entre os mais promissores na carreira da artista.
Enquanto isso, o ator Byeon Woo Seok já foi confirmado como protagonista, assumindo o papel de Sung Jinwoo, o caçador que evolui de fraco a lendário. Os rumores sobre Han So Hee reforçam a expectativa dos fãs em ver a dinâmica entre os dois personagens se transformar em momentos memoráveis de ação e emoção.
Da web novel para o fenômeno global
Solo Leveling, também traduzido como Only I Level Up, começou como uma web novel escrita por Chugong. Publicada digitalmente pela plataforma KakaoPage em julho de 2016, a obra rapidamente conquistou leitores na Coreia do Sul e no mundo todo. Pouco depois, foi lançada em formato físico pela D&C Media, consolidando seu sucesso.
O fenômeno se ampliou com a adaptação em webtoon, ilustrada por Jang Sung-Rak (Dubu). A primeira temporada do webtoon estreou em março de 2018, sendo concluída em março de 2020, enquanto a segunda temporada começou em agosto de 2020 e finalizou em dezembro de 2021 com o 179º capítulo. O sucesso da obra se refletiu nos volumes físicos publicados e no licenciamento internacional, incluindo a versão em inglês pela Yen Press, tornando Solo Leveling um verdadeiro fenômeno de mídia.
Expansão multimídia: anime e jogos
O universo de Solo Leveling se expandiu além dos quadrinhos digitais. Em 2024, a A-1 Pictures produziu a primeira temporada do anime, com a segunda, intitulada Arise from the Shadow, estreando em janeiro de 2025. Paralelamente, um jogo de RPG desenvolvido pela Netmarble promete levar os fãs para dentro das masmorras e batalhas épicas da série.
Essa expansão multimídia reforça a popularidade da obra, que combina ação, fantasia e narrativa de superação, conquistando diferentes públicos e garantindo relevância internacional.
A trama que cativa milhões
A história se passa em um mundo onde caçadores, humanos com habilidades especiais, enfrentam monstros perigosos para proteger a humanidade. Sung Jinwoo, inicialmente considerado o mais fraco entre eles, sobrevive a uma masmorra dupla de poder avassalador que quase elimina seu grupo.
Após esse evento, ele é escolhido por um sistema misterioso que lhe concede a habilidade de evoluir de força e poder sem limites conhecidos. A partir daí, Jinwoo embarca em uma jornada perigosa, enfrentando criaturas e humanos poderosos enquanto busca compreender a origem de suas habilidades e os segredos por trás das masmorras.
Cha Hae In, possível personagem de Han So Hee, é uma caçadora de habilidades excepcionais que desenvolve uma relação complexa com Jinwoo. Sua presença adiciona camadas emocionais à narrativa, equilibrando ação intensa com momentos de estratégia, ética e interação pessoal.
Expectativas para a versão live-action
A escolha de Han So Hee empolga os fãs, que esperam uma interpretação que capture a força, inteligência e determinação de Cha Hae In. Com Byeon Woo Seok como Jinwoo, a química entre os protagonistas promete cenas memoráveis de combate e desenvolvimento de personagens.
A produção live-action deverá investir em efeitos visuais de alta qualidade, coreografias de luta precisas e cenários que transmitam a grandiosidade das masmorras e do mundo de Solo Leveling. A expectativa é que a série combine fidelidade ao material original com elementos inovadores, mantendo a tensão e a emoção que fizeram a web novel se tornar um fenômeno.
O universo de super-heróis criado por Eric Kripke e Evan Goldberg se expande novamente, e os fãs já sentem a adrenalina subir. Na tarde deste domingo, 31 de agosto, o perfil oficial de Gen V no X (antigo Twitter) revelou o primeiro teaser da tão esperada segunda temporada da série. Apesar de curto, o vídeo é carregado de intensidade e indica que os novos episódios vão aprofundar tanto os desafios éticos quanto as habilidades extraordinárias dos jovens alunos da Universidade Godolkin. A estreia está marcada para 17 de setembro, exclusivamente no Amazon Prime Video, que mantém a série como parte do universo estendido de The Boys.
Gen V estreou oficialmente em 29 de setembro de 2023, trazendo uma narrativa paralela dentro do universo de The Boys. Desenvolvida por Craig Rosenberg, Evan Goldberg e Eric Kripke, a produção adapta o arco We Gotta Go Now das HQs de Garth Ennis e Darick Robertson. Como terceira vertente da franquia, ao lado da série original e da animação The Boys Presents: Diabolical, o programa se destaca por explorar o cotidiano de super-heróis em formação.
Enquanto a série-mãe acompanha heróis já consagrados e seus dilemas morais, Gen V se concentra em jovens talentosos que estão descobrindo os próprios poderes e lidando com rivalidades, traições e ambições em um mundo dominado pela Vought International. Pouco tempo após a estreia, a Amazon confirmou a produção de uma segunda temporada, reforçando a receptividade positiva do público e a força da narrativa.
Conflitos, ética e limites pessoais
A proposta central da série gira em torno de estudantes com habilidades extraordinárias submetidos a testes extremos de talento e caráter. A Universidade Godolkin, fictícia e administrada pela poderosa Vought, funciona como cenário para disputas acirradas, manipulação corporativa e desafios inesperados.
Entre os personagens principais, Marie Moreau (Jaz Sinclair) chama atenção por sua habilidade de controlar o próprio sangue, transformando-o em armas letais. Seu objetivo é alcançar os Sete, grupo de super-heróis mais influente do planeta. No entanto, para chegar lá, precisa enfrentar dilemas éticos, escândalos e a pressão de um ambiente universitário repleto de rivalidade e intriga.
O que torna a série tão impactante é a combinação de ação intensa, humor ácido e crítica social. A série questiona os limites da moralidade juvenil e mostra como a fama precoce e a exploração corporativa podem moldar, e até corromper, indivíduos com poderes especiais.
O teaser da segunda temporada
O novo material divulgado mantém o tom provocador que caracteriza a série. Com 30 segundos, o vídeo intercala cenas de ação, tensão entre os personagens e momentos de suspense, indicando que os desafios da segunda temporada serão ainda mais extremos. A edição rápida e a trilha sonora pulsante reforçam a sensação de urgência e perigo constante, consolidando Gen V como um destaque da franquia.
Conexão direta com The Boys
Para os fãs da série original, Gen V não é apenas um spin-off: é uma extensão que oferece novas perspectivas sobre a manipulação e treinamento de super-heróis. Em The Boys, a Vought International é uma gigante corporativa que transforma pessoas com habilidades especiais em celebridades midiáticas, muitas vezes ignorando os danos colaterais e abusos cometidos.
O programa original, lançado em 26 de julho de 2019, acompanha a equipe dos Rapazes, liderados por Billy Bruto, em sua missão de conter excessos e crimes dos Sete, comandados pelo instável Capitão Pátria. Gen V complementa essa narrativa, mostrando como a primeira geração de heróis mais jovens lida com a descoberta da verdade sobre suas origens e poderes, gerando conflitos internos e externos inéditos.
Personagens e relações complexas
Além de Marie, a série apresenta uma gama de personagens em processo de autodescoberta, cada um com talentos únicos e dilemas pessoais. As interações entre os alunos são marcadas por alianças temporárias, rivalidades inesperadas e traições, criando um ambiente onde amizade e competição coexistem de forma instável.
A série também aborda questões contemporâneas, como a pressão pelo sucesso, os impactos da fama precoce e a exploração de talentos para lucro corporativo. Esses elementos tornam o spin off não apenas emocionante, mas também reflexiva, incentivando o público a questionar o verdadeiro significado de heroísmo em um mundo dominado por interesses financeiros.
Expansão estratégica da franquia
A chegada de Gen V reforça a estratégia da Amazon de transformar The Boys em um universo multimídia robusto. Além da série principal e da animação Diabolical, o spin-off permite explorar histórias paralelas, introduzir novos personagens e aprofundar tramas que não teriam espaço na narrativa original.
Enquanto a obra original mantém o humor ácido e a violência explícita, Gen V combina drama juvenil, suspense e ação, preservando a crítica social característica da franquia. A confirmação precoce da segunda temporada indica que a estratégia de diversificação está funcionando, atraindo tanto fãs antigos quanto novos espectadores.
O que esperar da nova fase
Com lançamento previsto para 17 de setembro, os fãs aguardam ansiosos novas habilidades, conflitos intensificados e escândalos que podem abalar a Universidade Godolkin. O teaser sugere que a competição pelo reconhecimento e os obstáculos impostos pela Vought serão elementos centrais, moldando o destino de Marie e seus colegas.
O próximo domingo, 31 de agosto, será um daqueles dias especiais na televisão brasileira. O SBT vai resgatar um de seus maiores sucessos: o Topa Tudo por Dinheiro, que volta ao ar dentro do tradicional Programa Silvio Santos. A novidade, no entanto, vem com um detalhe que mistura emoção e responsabilidade: agora, quem assume o comando é Patricia Abravanel, filha de Silvio Santos, em uma homenagem que busca manter viva a essência do comunicador que mudou a forma de fazer TV no Brasil.
A estreia acontece em meio às comemorações dos 44 anos da emissora, em um ano que ainda carrega a saudade da recente partida de Silvio Santos (1930–2024). Para o público, será uma oportunidade única de reviver a nostalgia dos domingos dos anos 1990 e, ao mesmo tempo, conhecer a adaptação de um formato clássico para os tempos atuais.
O retorno de uma marca que atravessou gerações
Poucos programas conseguiram marcar tanto a televisão brasileira quanto o Topa Tudo por Dinheiro. Lançado em 1991, o formato nasceu da junção de duas atrações que Silvio havia apresentado anteriormente: o Topa Tudo (1982) e o Tudo por Dinheiro (1986–1989). A mistura de gincanas, pegadinhas, improviso e interação com o auditório resultou em um verdadeiro fenômeno.
Nos anos 1990, o programa era parada obrigatória nas tardes de domingo. As famílias se reuniam na frente da televisão para acompanhar os desafios, rir com as trapalhadas dos participantes e, claro, vibrar quando Silvio lançava os famosos aviõezinhos de dinheiro para a plateia. O bordão “Quem quer dinheiro?” se transformou em parte da cultura popular, atravessando décadas e sendo lembrado até hoje.
Agora, mais de vinte anos depois de sua última exibição, o SBT aposta no revival do formato como forma de resgatar a memória afetiva do público e, ao mesmo tempo, apresentar às novas gerações um pouco daquilo que tornou a emissora única.
As brincadeiras clássicas estão de volta
Para quem acompanhou o programa nos anos 1990, a nostalgia será imediata. A nova versão vai resgatar provas que ficaram no imaginário coletivo, como a “Esteira Puxa-Puxa”, em que os participantes precisam se equilibrar enquanto objetos e obstáculos surgem para dificultar o desafio.
Outros quadros clássicos também voltam, entre eles o “Xampu de Ovo”, o divertido “Sim ou Não”, o “Jogo dos Dados” e o “Jogo do Dominó”. As provas sempre tiveram em comum a simplicidade e o humor, elementos que fizeram do programa uma experiência única: a plateia torce, os competidores se divertem e, no final, todos vibram pelo prêmio em dinheiro.
Para reforçar a identidade do programa, a nova versão promete manter a mesma linguagem popular e acessível, mas com roupagem adaptada para a televisão atual, que convive com redes sociais e uma plateia mais interativa.
O legado de Silvio Santos e os momentos inesquecíveis
Falar do Topa Tudo por Dinheiro é falar diretamente de Silvio Santos. Mais do que apresentador, ele era o coração da atração. Sua capacidade de improvisar, brincar com os participantes e transformar qualquer imprevisto em espetáculo fazia do programa algo único.
Quem não se lembra da famosa queda de Silvio no tanque de água durante uma das brincadeiras? Ou de quando ele escorregou na esteira e, ao invés de constrangimento, arrancou gargalhadas do público? Esses momentos, transmitidos ao vivo, se tornaram parte do DNA do programa, reforçando a espontaneidade que sempre caracterizou o apresentador.
A volta da atração, agora com Patricia, carrega esse peso histórico: mais do que apenas divertir, é um tributo a uma forma de fazer TV que colocou o público no centro e que valorizava a simplicidade como grande trunfo.
Um celeiro de quadros e pegadinhas memoráveis
Ao longo de sua trajetória, o Topa Tudo por Dinheiro também serviu de palco para a criação de diversos quadros que ficaram marcados na memória dos brasileiros. O “Você Me Conhece”, o “Painel do Tudo” e o “Jogo da Memória do SBT” eram algumas das atrações fixas que envolviam participantes, artistas convidados e, claro, o auditório animado.
Além disso, o programa consolidou as famosas “Câmeras Escondidas”, herdeiras da “Câmera Indiscreta”, dos anos 1980. Produzidas com elenco fixo, elas enganavam até os mais atentos e garantiam boas risadas. Nomes como Ivo Holanda, Carlinhos Aguiar e mais tarde Celso Portiolli se tornaram ícones desse estilo irreverente, que permanece até hoje como uma das marcas mais duradouras do SBT.
Na nova versão, o humor das pegadinhas continua presente. Já no episódio de estreia, o público poderá ver uma câmera escondida montada nos bastidores, que promete surpreender casais de maneira divertida e inesperada.
O fim em 2001 e o pedido constante do público
O Topa Tudo por Dinheiro deixou a grade do SBT em outubro de 2001, após uma década de sucesso. O espaço foi ocupado pela Casa dos Artistas, reality show que também entrou para a história da televisão brasileira. Mas, mesmo fora do ar, o programa nunca saiu da memória popular.
Durante anos, fãs pediram sua volta, sempre associada à imagem de Silvio Santos. A cada homenagem ou especial exibido pela emissora, a pergunta se repetia: quando o Topa Tudo voltaria? Agora, em 2025, essa resposta finalmente chega, em um momento que mistura celebração e saudade.
Nos últimos dias, o mundo do K-pop foi abalado por uma notícia inesperada: a confirmação oficial de que Jimin, integrante do grupo BTS, teve um relacionamento com a atriz Song Da Eun. A revelação, feita pela agência Big Hit Music, trouxe à tona debates sobre privacidade, pressão sobre ídolos e a forma como relacionamentos de artistas são tratados na indústria sul-coreana.
O anúncio reacendeu discussões entre fãs, mídia e especialistas sobre a vida pessoal dos ídolos, mostrando que mesmo figuras de projeção global enfrentam desafios para manter relações afetivas longe dos holofotes. A repercussão não se limitou à Coreia do Sul: fãs de todo o mundo comentaram, compartilharam informações e refletiram sobre o direito de Jimin de ter vivido um romance sem que isso comprometesse sua carreira.
O vídeo que acendeu os rumores
Tudo começou quando Song Da Eun publicou um vídeo antigo em seu perfil do TikTok, no dia 27 de agosto. Nele, a atriz aparece aguardando o cantor no elevador, registrando sua chegada ao apartamento que, aparentemente, eles compartilhavam. O conteúdo, aparentemente casual, provocou um frenesi imediato entre os fãs de BTS, que rapidamente espalharam o vídeo nas redes sociais e fóruns de discussão.
O impacto foi duplo: além da surpresa, muitos fãs se viram divididos entre o sentimento de apoio e o choque diante da quebra do “padrão de silêncio” sobre relacionamentos no K-pop. Historicamente, romances envolvendo ídolos eram tratados com extremo cuidado, muitas vezes sendo completamente omitidos para proteger a imagem pública do artista e manter a relação emocional com os fãs.
Big Hit Music e a confirmação oficial
Em resposta à repercussão, a Big Hit Music emitiu um comunicado oficial confirmando que o relacionamento entre Jimin e Song Da Eun realmente existiu, embora tenha ocorrido no passado. A declaração foi sucinta, mas significativa: “No momento, nossa empresa se absteve de fazer qualquer declaração, a fim de respeitar a vida privada de Jimin, bem como a pessoa mencionada em relação a ela.”
Este posicionamento é histórico. Pela primeira vez, a agência reconheceu publicamente o namoro de um integrante do BTS, um grupo de renome mundial. Especialistas em cultura pop apontam que essa atitude pode sinalizar uma mudança gradual na forma como relacionamentos de ídolos de K-pop são tratados, abrindo espaço para maior respeito à individualidade e à vida privada dos artistas.
Quem é Song Da Eun
Song Da Eun iniciou sua carreira em 2011, participando da série de televisão sul-coreana Can’t Live Without Losing. Sua estreia no cinema ocorreu em 2016, no filme A Criada, dirigido por Park Chan-wook, que recebeu elogios da crítica.
Em 2018, a atriz ganhou maior notoriedade ao participar da segunda temporada do reality show de relacionamentos Heart Signal, no qual seu romance com Jung Jae Ho foi acompanhado pelo público. Desde então, Song Da Eun consolidou sua carreira, trabalhando em produções como Once Again e Mother, ambas de 2020, exibidas por canais de grande audiência na Coreia do Sul.
Sua trajetória demonstra versatilidade, transitando entre televisão e cinema, e consolidando seu nome na indústria do entretenimento sul-coreano como uma atriz talentosa e reconhecida.
A trajetória do cantor e destaque mundial
Park Ji-min, mais conhecido como Jimin, nasceu em Busan, Coreia do Sul, em 13 de outubro de 1995. Desde jovem, demonstrou interesse pela dança, inicialmente no estilo popping, e posteriormente em grupos de dança de rua durante o ensino médio.
Após uma recomendação de seu professor de dança, Jimin passou por uma audição na Big Hit Entertainment em 2011, sendo aceito e transferindo-se para a Korea Arts High School. Em 2012, participou do videoclipe “Party (XXO)” do grupo GLAM, antes de fazer sua estreia oficial com o BTS em 12 de junho de 2013, com o álbum 2 Cool 4 Skool.
O sucesso do BTS foi progressivo e global. Com álbuns como The Most Beautiful Moment in Life, Face e singles como Like Crazy, Jimin se consolidou como um dos artistas mais influentes do mundo. Ele também recebeu a Ordem de Mérito Cultural Hwagwan da quinta classe, concedida pelo presidente Moon Jae-in, em reconhecimento à sua contribuição à cultura sul-coreana.
BTS e a pressão sobre os ídolos
O BTS, conhecido internacionalmente como Bangtan Boys, tornou-se símbolo do K-pop no mundo. Formado em 2013, o grupo conquistou o público com músicas que abordam temas como autoestima, saúde mental e juventude. Porém, uma característica marcante da indústria é a pressão para manter a vida pessoal discreta, especialmente relacionamentos amorosos, para preservar a imagem pública e a conexão emocional com os fãs.
Durante anos, rumores sobre romances eram rapidamente desmentidos, e revelações públicas eram raras. Nesse contexto, a confirmação do antigo namoro de Jimin representa uma mudança cultural significativa, sugerindo que os tempos de total sigilo estão gradualmente se tornando uma prática menos rígida.
O lado humano por trás do sucesso
O caso do cantor e da atriz evidencia um ponto frequentemente esquecido: os ídolos de K-pop são pessoas comuns, com desejos, sentimentos e relações afetivas. Apesar de suas carreiras meteóricas e agendas intensas, eles experimentam as mesmas emoções que qualquer pessoa.
A indústria do entretenimento, especialmente na Coreia do Sul, sempre exigiu disciplina extrema e restrições pessoais rigorosas. Entretanto, movimentos recentes e discussões sobre saúde mental têm mostrado a necessidade de equilíbrio, reforçando que artistas também têm direito a relações afetivas e vida privada sem julgamentos públicos.
O terror e o suspense continuam dominando as telas de cinema em 2025, e neste final de semana, A Hora do Mal reafirmou seu poder de atração ao retornar à liderança das bilheterias norte-americanas. O longa, dirigido por Zach Cregger, arrecadou impressionantes US$ 12,4 milhões apenas nos Estados Unidos, consolidando um total de US$ 134,6 milhões na bilheteria doméstica. Internacionalmente, o filme já soma cerca de US$ 250 milhões, um desempenho notável especialmente se considerarmos seu orçamento relativamente modesto de US$ 38 milhões. Esses números colocam o longa de terror entre os maiores sucessos de terror do ano e demonstram a força contínua do gênero no público global.
Foto: Reprodução/ Internet
Elenco de peso e atuações envolventes
Um dos pontos fortes do filme é, sem dúvida, seu elenco diversificado e talentoso. Josh Brolin, Julia Garner, Alden Ehrenreich, Cary Christopher, Benedict Wong, Amy Madigan e Austin Abrams se revezam em personagens que transitam entre o cotidiano e o sobrenatural, criando uma atmosfera de tensão constante. Cada ator contribui de forma significativa para a narrativa, tornando os sustos mais eficazes e a trama mais envolvente. A química entre Julia Garner, que interpreta a professora Justine Gandy, e Alden Ehrenreich, no papel de Archer Graff, é particularmente destacada, oferecendo momentos de drama e suspense que prendem o espectador à tela.
Além disso, a direção de Cregger combina elementos de terror psicológico e sobrenatural, construindo um ritmo que alterna tensão e alívio de maneira precisa, mantendo o público atento do começo ao fim. O equilíbrio entre medo, mistério e desenvolvimento de personagens é uma das razões pelas quais o filme tem sido tão bem recebido pela crítica e pelo público.
Um enredo que mistura suspense e sobrenatural
“A Hora do Mal” se passa em Maybrook, Pensilvânia, cidade pequena que se vê abalada pelo desaparecimento de dezessete crianças em uma única noite. O único sobrevivente é Alex Lilly, aluno da professora Justine Gandy, que rapidamente se torna o centro das atenções da investigação. Justine, afastada do cargo após ser suspeita de negligência, enfrenta não apenas a pressão da comunidade, mas também uma crise pessoal, lidando com recaídas no alcoolismo enquanto tenta compreender os eventos misteriosos que cercam os desaparecimentos.
Conforme a narrativa se desenrola, Justine se une a Archer Graff, pai de uma das crianças desaparecidas, para tentar desvendar o mistério. Eles enfrentam situações cada vez mais perigosas: moradores sob feitiços, sonhos perturbadores e a constante ameaça de Gladys, uma figura misteriosa que se apresenta com maquiagem de palhaço e habilidades sobrenaturais, capaz de manipular adultos e controlar o destino das crianças.
Gladys: a vilã que eleva o terror
O ponto alto do filme é a revelação de Gladys, tia de Alex, que se mostra uma bruxa poderosa. Ela utiliza feitiços para manter as crianças presas em seu porão, ao mesmo tempo em que exerce controle sobre os pais e outros habitantes da cidade, drenando suas energias vitais para aumentar seu poder. Cada aparição de Gladys provoca tensão imediata, e suas interações com Justine e Archer aumentam a adrenalina da trama.
As cenas de confronto direto entre os protagonistas e os seguidores enfeitiçados da vilã são cuidadosamente coreografadas, combinando ação, suspense e horror sobrenatural de forma coerente. A direção de Zach Cregger consegue equilibrar o terror explícito com elementos psicológicos, criando momentos em que o medo é tanto visual quanto emocional. Este equilíbrio é um dos fatores que diferencia o terror americano de outros filmes do gênero lançados recentemente.
Produção técnica e efeitos visuais de destaque
Outro elemento que contribui para o sucesso do longa é a produção técnica de alto nível. A fotografia sombria e cuidadosamente planejada intensifica o clima de suspense, enquanto a trilha sonora provoca arrepios nos momentos certos. Os efeitos especiais, apesar de sutis em algumas cenas, são fundamentais para a construção do terror sobrenatural, permitindo que o público sinta a presença ameaçadora de Gladys e a tensão crescente em Maybrook.
A direção de arte também merece destaque: os cenários reforçam o clima de mistério e perigo, desde a escola silenciosa e vazia até a casa de Alex, transformada em um espaço opressor pelo poder de Gladys. A atenção aos detalhes, como objetos aparentemente inofensivos que escondem pistas ou ameaças, contribui para a experiência imersiva e mantém os espectadores envolvidos na trama.
Repercussão internacional e impacto cultural
Desde sua estreia em 7 de agosto no Brasil, com distribuição da Warner Bros. Pictures, o longa-metragem tem conquistado público e crítica. O longa também estreou em Portugal, distribuído pela Cinemundo, ampliando ainda mais seu alcance internacional. Críticos destacam não apenas os sustos inteligentes e a narrativa envolvente, mas também a profundidade emocional dos personagens, que adiciona camadas de drama ao terror.
Por que “A Hora do Mal” é imperdível
O longa-metragem considerado uma experiência cinematográfica completa, equilibrando suspense psicológico, mistério e elementos sobrenaturais. Sustos são entregues de maneira inteligente, evitando clichês do gênero e mantendo o público em constante expectativa. As atuações consistentes do elenco, combinadas com a direção segura de Cregger, resultam em um longa que é ao mesmo tempo aterrorizante e emocionalmente envolvente.
O roteiro bem estruturado permite que cada cena contribua para o desenvolvimento da história, seja revelando informações cruciais sobre o desaparecimento das crianças ou aumentando a tensão em confrontos diretos com Gladys. Esse cuidado narrativo transforma “A Hora do Mal” em uma obra que se destaca em um ano repleto de lançamentos de terror, consolidando-se como referência em qualidade e inovação.
O universo de Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba se prepara para um capítulo decisivo com o lançamento do filme Demon Slayer: Castelo Infinito, que chega aos cinemas no dia 11 de setembro. Recentemente, o perfil oficial da franquia no X (antigo Twitter) divulgou um novo trailer legendado em inglês, mostrando cenas inéditas do confronto entre Shinobu Kocho, a Hashira do Inseto, e o poderoso demônio Dōma. O material apresenta sequências de combate detalhadas, estratégias de ataque complexas e momentos de tensão, reacendendo a expectativa de fãs que acompanham a saga desde o início.
"It's something I have to do"
Experience this epic battle only on the big screen when Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba Infinity Castle arrives in movie theatres on September 12 in the United States and Canada! 🦋
— Demon Slayer: Kimetsu no Yaiba (English) (@DemonSlayerUSA) August 30, 2025
O trailer revela Shinobu em plena ação, demonstrando suas técnicas com veneno e espada curta. Cada golpe é calculado, cada esquiva é precisa, indicando que a batalha contra Dōma será tanto física quanto mental. O trailer mostra ainda breves interações entre os personagens, sugerindo que o conflito não será apenas entre força bruta, mas também entre inteligência, paciência e observação.
Shinobu Kocho: Estratégia e determinação
Shinobu Kocho é apresentada no trailer como uma combatente meticulosa. Diferente de outros Hashira, sua força não se baseia na potência física, mas na aplicação precisa de venenos e na análise cuidadosa de cada adversário. O filme parece explorar essa característica, mostrando que cada movimento de Shinobu é parte de um plano maior. Sua motivação não é apenas cumprir o dever de exterminadora de demônios, mas também buscar justiça por experiências pessoais dolorosas, o que acrescenta camadas emocionais à sua presença na narrativa.
Além da ação, o trailer sugere que Shinobu terá momentos de interação estratégica com os outros Hashira, incluindo Tengen Uzui e Kanao Tsuyuri, destacando sua habilidade em coordenar ataques e apoiar aliados mesmo sob pressão extrema.
Tanjiro Kamado: Liderança e crescimento
Tanjiro Kamado continua a ser o eixo central do Esquadrão de Exterminadores de Demônios. No trailer, ele é mostrado enfrentando inimigos poderosos com combinações de técnicas de respiração e movimentos de espada precisos. Cada luta evidencia sua evolução, desde os primeiros episódios do anime até a fase atual, em que Tanjiro se torna um estrategista em combate.
Sua preocupação constante com a irmã Nezuko, ainda demoníaca, e a responsabilidade de proteger o Esquadrão acrescentam camadas emocionais às suas decisões. No Castelo Infinito, Tanjiro enfrenta situações que exigem adaptação rápida, planejamento e colaboração estreita com os Hashira, reforçando seu papel de líder e herói. O trailer insinua momentos em que Tanjiro precisará tomar decisões arriscadas, equilibrando coragem e prudência para enfrentar inimigos superiores em número e força.
O Castelo Infinito: Reduto dos Demônios
O Castelo Infinito, cenário central do filme, funciona como território controlado pelos demônios. Suas passagens complexas e salas interconectadas criam desafios que vão além do combate físico. O trailer mostra corredores estreitos, escadarias e áreas com iluminação restrita, obrigando os personagens a usar técnicas de respiração avançadas e análise tática para avançar.
Cada espaço do Castelo Infinito serve como teste para os protagonistas, transformando cada batalha em um exercício de estratégia, observação e resistência. O filme, portanto, não se limita à violência direta; ele explora o raciocínio rápido dos combatentes, a interação entre aliados e a improvisação diante de adversidades inesperadas.
Vozes que transmitem intensidade
A dublagem original de Demon Slayer: Castelo Infinito se destaca por sua capacidade de intensificar cada cena, conferindo personalidade, emoção e tensão aos personagens. Os atores não apenas reproduzem falas, mas transmitem sutilezas de intenção e estratégia, tornando os confrontos mais envolventes e os momentos dramáticos mais impactantes. Entre os principais dubladores estão Natsuki Hanae (Tanjiro Kamado), cuja voz expressa coragem e empatia; Akari Kitō (Nezuko Kamado), que combina inocência e força contida; Hiro Shimono (Zenitsu Agatsuma), que alterna medo e bravura; Yoshitsugu Matsuoka (Inosuke Hashibira), trazendo energia e impulsividade; e Saori Hayami (Shinobu Kocho), cuja interpretação equilibra delicadeza e precisão letal. Outros nomes de destaque incluem Takahiro Sakurai (Giyu Tomioka), Katsuyuki Konishi (Tengen Uzui), Kengo Kawanishi (Muichiro Tokito), Kenichi Suzumura (Obanai Iguro), Tomokazu Seki (Sanemi Shinazugawa), Kana Hanazawa (Mitsuri Kanroji) e Tomokazu Sugita (Gyomei Himejima), todos contribuindo para uma experiência sonora que complementa a intensidade visual do filme.
Continuidade da franquia
Demon Slayer: Castelo Infinito dá sequência direta à quarta temporada do anime, adaptando fielmente o arco homônimo do mangá de Koyoharu Gotouge. Este é o quarto filme da franquia, sucedendo Mugen Ressha-hen (2020), To the Swordsmith Village (2023) e Hashira Training (2024). A direção de Haruo Sotozaki, combinada ao roteiro da equipe do estúdio Ufotable, mantém a coerência visual e narrativa, assegurando que os fãs encontrem consistência tanto no estilo quanto no desenvolvimento dos personagens.
Cada produção anterior aprofundou as relações entre os Hashira, Tanjiro e os demais membros do Esquadrão, estabelecendo um padrão de narrativa em que ação e emoção se complementam. Castelo Infinito segue essa linha, mas acrescenta desafios mais complexos, tanto físicos quanto estratégicos, criando expectativa por reviravoltas decisivas.