Vale a pena assistir Os Roses – Até que a Morte os Separe? Um remake moderno que decepciona

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O cinema tem uma tendência recorrente de revisitar clássicos, na esperança de trazer às novas gerações histórias consagradas. Os Roses: Até que a Morte os Separe, remake do icônico The War of The Roses (1989), surge nesse contexto. Com Benedict Cumberbatch e Olivia Colman nos papéis principais, o filme promete atualizar o relato da guerra conjugal, mas entrega, ao longo de suas quase duas horas de duração, uma experiência que oscila entre o curioso e o frustrante.

A trama gira em torno de Theo e Ivy Rose, casal moderno cujas vidas aparentemente perfeitas desmoronam de forma quase caricata. Diferente do original, que explorava de maneira afiada a guerra de egos e possessões, esta versão tenta atualizar o conflito para os tempos atuais, abordando temas como masculinidade frágil, sucesso profissional e papéis de gênero invertidos.

Theo, interpretado por Cumberbatch, é um homem que assume as tarefas domésticas e participa ativamente da criação dos filhos, enquanto Ivy, brilhantemente vivida por Colman, foca em sua carreira e conquista uma independência financeira e social sólida. A proposta de desconstruir papéis tradicionais é, sem dúvida, um ponto interessante, mas a execução deixa a desejar.

O filme cumpre o que promete?

O roteiro de Tony McNamara tenta explorar contrastes entre o casal e as mudanças abruptas em suas vidas – o desabamento do museu projetado por Theo e o sucesso repentino do restaurante de Ivy. A premissa poderia render insights sobre resiliência e redefinição de papéis, mas as situações soam muitas vezes forçadas ou superficiais. A “troca de vidas” que não envolve troca de corpos é tratada com leveza exagerada, tornando difícil se importar com os desafios enfrentados pelos protagonistas.

O humor, embora presente, depende muito de exageros e estereótipos. Algumas piadas funcionam, mas muitas soam deslocadas ou sem relevância narrativa. É como se o filme tentasse ser uma sátira moderna do casamento, mas com medo de arriscar no tom.

O elenco salva o filme?

O elenco é, sem dúvida, um dos pontos fortes. Benedict Cumberbatch traz seu magnetismo habitual, mas seu Theo carece da acidez necessária para equilibrar a sátira. Olivia Colman, por outro lado, consegue brilhar em momentos isolados, mostrando a ambição e a determinação de Ivy. Andy Samberg e Kate McKinnon aparecem como alívio cômico, mas seus personagens secundários são pouco aproveitados.

Allison Janney, Belinda Bromilow e o restante do elenco desempenham seus papéis de forma competente, mas enfrentam limitações de roteiro. O resultado é um conjunto de atuações sólidas que, no entanto, não conseguem transformar uma narrativa irregular em algo memorável.

Como o filme se compara ao original?

É impossível não comparar esta versão com The War of The Roses de 1989. O original possuía uma tensão constante e um humor negro que explorava a rivalidade conjugal de forma visceral. Nesta adaptação, a comédia é mais “leve” e raramente provoca reflexões mais profundas. O diretor Jay Roach aposta em uma comédia de estilo televisivo, sem a intensidade dramática ou a mordacidade crítica que o filme clássico entregava.

A tentativa de atualizar a narrativa com temas contemporâneos, como masculinidade frágil e independência feminina, não é suficiente para substituir o humor ácido e a tensão narrativa que fizeram do original um clássico.

A inversão de vidas funciona?

Um dos aspectos mais curiosos do filme é a inversão de vida entre Theo e Ivy: enquanto ele enfrenta fracassos pessoais e profissionais, ela alcança sucesso inesperado. Essa premissa poderia render momentos reflexivos sobre identidade, sucesso e poder, mas é explorada de forma superficial, quase como uma comédia leve de fim de semana.

O público percebe rapidamente que o filme não se compromete a explorar as consequências profundas dessa troca. A tensão e o impacto emocional do desabamento do museu ou do sucesso inesperado do restaurante são minimizados em prol de gags e cenas rápidas que não geram conexão real com o espectador.

Vale a pena assistir nos cinemas?

A resposta depende do que você espera do filme. Para quem busca entretenimento leve, com momentos de humor e um elenco de peso, Os Roses pode ser uma experiência razoável. No entanto, para quem esperava uma sátira afiada, uma análise crítica do casamento moderno ou uma atualização que realmente dialogue com a sociedade contemporânea, o filme deixa a desejar.

O humor, por vezes deslocado, e a narrativa que oscila entre o drama e a comédia, sem decidir-se por nenhum dos dois, tornam a experiência irregular. Ainda assim, fãs de Benedict Cumberbatch e Olivia Colman podem se divertir com as pequenas fagulhas de química entre os protagonistas.

Quais são os acertos do filme?

Apesar das críticas, o filme não é totalmente falho. A inversão de papéis de gênero oferece momentos de reflexão, ainda que superficiais, e algumas sequências cômicas arrancam risadas genuínas. A fotografia é bonita e funcional, captando tanto a vida urbana quanto os cenários mais isolados de Devon. A produção é limpa, moderna, e a trilha sonora acompanha bem o tom da história, mesmo sem se destacar.

Além disso, o filme provoca pequenas reflexões sobre ambição, fracasso e dinâmica conjugal moderna. Para quem gosta de analisar papéis de gênero no cinema contemporâneo, há algumas cenas que merecem atenção.

Motorheads – Velozes e Apaixonados é cancelada após primeira temporada, mas fãs ainda podem ter esperança

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Quando Motorheads: Velozes e Apaixonados estreou na Amazon Prime Video em maio de 2025, trouxe com ela a promessa de adrenalina, emoção e uma narrativa centrada na amizade e nos desafios da adolescência. A série, criada e escrita pelo showrunner John A. Norris, combinava corridas de carros, drama familiar e questões adolescentes em um pacote que parecia ideal para os fãs de histórias sobre jovens e suas descobertas. Com dez episódios, a produção conquistou espectadores que rapidamente se identificaram com os personagens, mas, surpreendentemente, teve sua jornada interrompida após apenas uma temporada. Em 29 de agosto de 2025, a Amazon anunciou oficialmente o cancelamento da série.

No entanto, nem tudo está perdido. O produtor executivo Jason Seagraves revelou que a equipe tem permissão para buscar um novo lar para a série, mantendo acesa a esperança dos fãs. “O entusiasmo dos fãs nos deu energia. Estamos otimistas de que encontraremos uma nova casa que acreditará e apoiará o programa”, disse Seagraves. Essa abertura para novas negociações oferece uma chance de continuação e mostra que, apesar do cancelamento, a série ainda possui potencial para florescer em outra plataforma.

Uma história sobre velocidade, amizade e crescimento

A série acompanha um grupo de jovens desajustados de Ironwood, uma cidade fictícia na Pensilvânia, que compartilham uma paixão inusitada: carros de corrida. Entre motores roncando e corridas improvisadas, eles aprendem lições de vida, enfrentam desafios familiares e constroem amizades que os ajudam a lidar com a complexidade da adolescência.

O ponto forte de Motorheads está justamente nesse equilíbrio: apesar de o ritmo acelerado das corridas dominar a tela, as questões humanas são o coração da história. Cada episódio explorava conflitos internos, dilemas de identidade, rivalidades e romances, criando um ambiente onde a adrenalina não substituía a profundidade emocional. Essa abordagem diferenciava a série de outros dramas adolescentes, tornando-a única em sua proposta de mesclar velocidade e emoção.

O elenco e suas contribuições

O sucesso da série também se deve ao elenco cuidadosamente escolhido. Ryan Phillippe, conhecido por trabalhos icônicos como Segundas Intenções, interpretava Logan Maddox, ex-piloto da NASCAR que administra uma oficina mecânica local. Maddox funcionava como mentor e figura paterna para os jovens, oferecendo orientação tanto no mundo dos carros quanto na vida pessoal de cada um deles.

Nathalie Kelley vivia Samantha, enfermeira que retorna à cidade natal com seus filhos adolescentes, Zac e Caitlyn. Michael Cimino interpretava Zac, um jovem que precisa se adaptar à mudança do Brooklyn para Ironwood, enquanto Melissa Collazo interpretava Caitlyn, sua irmã gêmea, talentosa e apaixonada por mecânica. Essa dupla de irmãos trouxe à série a dinâmica típica da adolescência, incluindo conflitos, cumplicidade e descobertas pessoais.

Uriah Shelton interpretava Curtis, jovem mecânico e interesse amoroso de Caitlyn, enquanto Nicolas Cantu dava vida a Marcel, vizinho nerd que rapidamente se integra ao grupo e adiciona humor e leveza às tensões típicas da vida adolescente. O elenco recorrente também incluía nomes como Drake Rodger, Johnna Dias-Watson e Mia Healey, complementando a trama com personagens secundários que enriqueciam a narrativa e permitiam explorar subtramas interessantes.

Os desafios nos bastidores

A produção da trama não ocorreu sem desafios. Inicialmente planejadas para julho de 2023, as filmagens foram adiadas devido à greve do sindicato SAG-AFTRA. A equipe, porém, retomou a produção em março de 2024, escolhendo Toronto, Canadá, como base principal. A cidade e seus arredores, incluindo Hamilton e Paris, forneceram cenários urbanos e rurais que simulavam perfeitamente a pequena Ironwood. Locais como o Motopark de Chatsworth, o Penman’s Dam Park e a histórica Blackfriars Street Bridge em London serviram como palcos para corridas, encontros e momentos dramáticos.

Ruben Fleischer dirigiu o piloto, estabelecendo o tom visual e narrativo da série. Posteriormente, Neil Burger assumiu como diretor e produtor executivo, garantindo consistência e evolução na estética e ritmo da narrativa. A trilha sonora, composta por Waz e Jamie Jackson, reforçava a emoção das cenas, alternando entre faixas eletrônicas para corridas e melodias mais suaves para momentos íntimos ou introspectivos.

Roteiro e criação

John A. Norris, além de showrunner, foi o responsável por escrever a série, desenvolvendo uma narrativa que equilibrava ação, emoção e drama adolescente. Sua escrita apostava na autenticidade das relações entre os personagens e na exploração dos desafios típicos da adolescência, como pressão social, mudanças familiares e descobertas pessoais. A produção, realizada em parceria entre Jax Media e Amazon MGM Studios, contou com diversos produtores executivos, incluindo Dana Brunetti, Keegan Rosenberger e Jake Fuller, garantindo suporte criativo e estratégico em todas as etapas.

O cancelamento e o futuro incerto

O anúncio do cancelamento deixou muitos fãs surpresos e desapontados. Embora a Amazon não tenha detalhado os motivos, é possível que fatores como audiência, custos de produção e estratégia de programação tenham influenciado a decisão. Ainda assim, a permissão para buscar um novo lar oferece uma luz no fim do túnel. Plataformas como Netflix, Hulu ou canais a cabo podem considerar a série para aquisição, especialmente considerando o público já estabelecido e o potencial para expansão do universo narrativo.

Jason Seagraves reforçou a esperança de continuidade: “A conexão que estabelecemos com o público é real, e isso nos dá esperança de que Motorheads ainda tem muito a oferecer”. A mensagem evidencia o compromisso da equipe criativa em não deixar que a história se encerre prematuramente e demonstra confiança na possibilidade de revitalização em outra plataforma.

Mortal Kombat 2 adiado para 2026: fãs terão que esperar por mais ação e adrenalina

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O universo dos games e do cinema de ação recebeu uma notícia que pegou muitos fãs de surpresa: Mortal Kombat 2, sequência do filme lançado em 2021, teve sua estreia adiada. Inicialmente previsto para 24 de outubro de 2025, o longa agora chega aos cinemas em 15 de maio de 2026. A informação foi confirmada pelo site Deadline, e, embora nenhum motivo oficial tenha sido divulgado, especialistas apontam razões estratégicas que fazem sentido tanto para o público quanto para o estúdio.

Apesar de inicialmente causar frustração em alguns fãs ansiosos, o adiamento pode ser encarado como um movimento pensado para garantir que o filme seja um sucesso global. Segundo o site americano, fontes próximas à produção afirmam que as sessões teste da sequência superaram expectativas, deixando a equipe de produção otimista quanto ao potencial de bilheteria do longa. Além disso, a mudança de data coloca o filme em um período mais favorável para blockbusters, evitando concorrência com lançamentos fortes previstos para outubro.

Maio: o momento certo para o blockbuster

O novo calendário não foi definido aleatoriamente. Outubro, embora associado ao Halloween, é considerado um período de baixa performance para estreias nos Estados Unidos, especialmente para filmes de ação que dependem de grandes audiências. A estreia de Mortal Kombat 2 ocorreria apenas uma semana antes do feriado, o que poderia prejudicar a bilheteria. Em contrapartida, maio marca o início da temporada de blockbusters e é historicamente um mês de grande movimento nos cinemas, principalmente entre adolescentes e jovens adultos, que formam parte significativa do público da franquia.

Outro fator estratégico envolveu a concorrência direta de outros títulos previstos para outubro, como a cinebiografia de Bruce Springsteen, Deliver Me From Nowhere, e adaptações literárias populares da autora Colleen Hoover. A mudança para maio de 2026 permite ao estúdio colocar Mortal Kombat 2 em um período mais estratégico, garantindo que o filme tenha visibilidade e alcance máximos.

Sessões teste e a expectativa dos fãs

As sessões teste do novo filme tiveram resultados surpreendentemente positivos. O público reagiu com entusiasmo às cenas de luta, aos efeitos visuais e ao desenvolvimento dos personagens. Esse feedback não apenas aumentou a confiança da equipe, mas também reforçou que o longa tem potencial para superar o desempenho de seu antecessor, que já havia surpreendido em bilheteria ao equilibrar ação intensa com fidelidade ao universo dos jogos.

O primeiro longa-metragem ganhou elogios por trazer à tela personagens icônicos como Sub-Zero, Scorpion, Liu Kang e Sonya Blade, combinando coreografias de luta impactantes com efeitos visuais de última geração. A sequência promete elevar ainda mais a adrenalina, ampliando o universo da franquia e explorando rivalidades que os fãs acompanham há décadas.

Novo pôster e a estética da sequência

Junto ao anúncio do adiamento, o estúdio divulgou um novo pôster oficial, que rapidamente se espalhou pelas redes sociais e sites especializados. Com cores escuras e detalhes em vermelho e azul, a arte reforça o clima sombrio e intenso da franquia, trazendo os protagonistas em poses que sugerem ação e confronto.

O pôster não apenas representa a estética visual da sequência, mas também sinaliza que a narrativa continuará explorando a tensão entre heróis e vilões, enquanto mantém o estilo visual que tornou a adaptação cinematográfica de Mortal Kombat tão icônica. Cada detalhe, desde o cenário até a postura dos personagens, reflete a intenção de entregar aos fãs uma experiência que remeta diretamente aos jogos.

A expectativa do fandom

O adiamento, embora frustrante para quem aguardava outubro, aumentou a ansiedade e o engajamento dos fãs. Fóruns, redes sociais e grupos especializados se encheram de discussões sobre possíveis reviravoltas na trama, personagens que retornarão e novas lutas épicas. O público está ansioso não apenas por mais ação, mas também por desenvolvimento dos personagens e momentos de drama que aprofundem as relações dentro do universo Mortal Kombat.

O engajamento nas redes sociais é significativo. Hashtags relacionadas ao filme frequentemente alcançam tendências globais, mostrando que a espera, mesmo que prolongada, só aumenta a atenção e a expectativa. Para os fãs, cada teaser ou anúncio é um convite para mergulhar novamente em um universo cheio de adrenalina e rivalidades históricas.

O legado da franquia Mortal Kombat

Desde os anos 90, Mortal Kombat se tornou sinônimo de ação, combates intensos e fatalities memoráveis. O primeiro filme, lançado em 1995, já estabelecia essa tradição, mas foi a versão de 2021 que provou que uma adaptação de jogo para o cinema podia ser moderna e fiel ao material original.

Com Mortal Kombat 2, os produtores enfrentam o desafio de agradar fãs antigos e novos, equilibrando nostalgia e inovação. A narrativa promete explorar não apenas os torneios de combate, mas também os dramas pessoais dos personagens, aprofundando rivalidades e alianças que dão mais peso emocional às batalhas. O objetivo é criar uma experiência cinematográfica completa, que una ação, efeitos visuais impressionantes e enredo envolvente.

Novo trailer de Chad Powers mostra Glen Powell em comédia esportiva repleta de humor e surpresas

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O novo trailer da série Chad Powers, estrelada por Glen Powell, acaba de ser lançado e promete conquistar fãs de comédia e esportes com sua mistura de risadas, emoção e momentos inesperados. O vídeo revela cenas inéditas da trama, mostrando Powell interpretando Russ Holliday, um quarterback universitário em desgraça que se disfarça como Chad Powers para integrar um time de futebol americano do sul do país que enfrenta dificuldades. A série chega ao Disney+ em 30 de setembro, e o trailer já deixa claro que os espectadores terão uma experiência divertida e envolvente. Abaixo, veja o vídeo:

O trailer de 30 segundos consegue transmitir o tom leve e irreverente da série. Desde o primeiro segundo, é possível perceber a tensão e a comédia surgindo das situações de disfarce de Russ. Vemos o quarterback enfrentando treinos desafiadores, interações engraçadas com colegas de time e momentos de puro improviso que tornam sua tentativa de voltar ao futebol americano ao mesmo tempo cômica e emocionante.

Uma história de recomeço e superação

A comédia americana se propõe a contar uma história sobre segundas chances. Russ Holliday não é apenas um atleta tentando reconquistar sua reputação; ele é um homem enfrentando seus erros, aprendendo a lidar com frustrações e tentando se reconectar com o que realmente ama: o futebol americano. A trama explora o equilíbrio entre talento, ego e vulnerabilidade, trazendo à tona uma narrativa humana que vai além do esporte.

Inspiração real

A série é baseada em um episódio real envolvendo Eli Manning, quarterback lendário do New York Giants. Durante uma intertemporada, Manning se disfarçou como Chad Powers e participou de um treino universitário, experiência que viralizou e inspirou a criação da série. Esse toque da vida real dá autenticidade à produção, mostrando que situações inusitadas e divertidas podem acontecer até nos ambientes mais sérios e competitivos.

Elenco e personagens

Glen lidera um elenco diversificado e talentoso, que inclui: Steve Zahn (Saving Grace, Riding in Cars with Boys), Toby Huss (King of the Hill, True Blood), Perry Mattfeld (Charmed, The Night Shift), Wynn Everett (Boardwalk Empire, For All Mankind), Frankie A. Rodriguez (High School Musical: The Musical: The Series), Clayne Crawford (Lethal Weapon, Rectify), Colton Ryan (Dear Evan Hansen, Mare of Easttown), Keese Wilson (Law & Order: SVU), Xavier Mills e Quentin Plair. Cada ator acrescenta camadas de complexidade e charme aos personagens, criando uma dinâmica rica entre colegas de time, treinadores e familiares. Essas interações prometem momentos de comédia, mas também cenas de emoção e reflexão sobre amizade, trabalho em equipe e crescimento pessoal.

A produção é assinada por Glen Powell (Set It Up) e Michael Waldron (Loki, Doctor Strange in the Multiverse of Madness), que também atuam como produtores executivos ao lado de Eli e Peyton Manning. Tony Yacenda (American Vandal, On My Block) dirige a produção, garantindo ritmo e fluidez entre cenas cômicas e momentos de tensão esportiva. A trilha sonora é de Natalie Holt (Loki, Obi-Wan Kenobi), e a edição de Patrick Tuck (WandaVision, American Vandal) mantém a narrativa envolvente. Cada detalhe do cenário e da ambientação foi cuidadosamente pensado para criar a atmosfera autêntica do futebol universitário americano.

Embora a série seja repleta de humor, o riso nunca é gratuito. As situações cômicas surgem do conflito entre identidade, expectativas e habilidades esportivas de Russ/Chad. É uma comédia que também fala sobre empatia, aprendizado e superação, permitindo que o público se identifique com personagens que erram, tentam se reinventar e enfrentam desafios de forma criativa.


Plaza Shopping promove Festival Ilustra Plaza com programação geek e K-pop

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Entre os dias 4 e 14 de setembro, o Plaza Shopping se transforma no ponto de encontro de fãs de cultura geek e K-pop com a primeira edição do Festival Ilustra Plaza. O evento, que tem entrada gratuita, será realizado no Jardim do piso L2 e promete oferecer uma experiência completa, reunindo arte, música, gastronomia e atividades para todas as idades.

O festival surge como evolução do projeto Ilustra Plaza, existente desde 2017, e pela primeira vez ganha corpo de evento completo, com estrutura pensada para acolher artistas e público. Mais de 20 artistas independentes de Recife, João Pessoa e Fortaleza estarão presentes, trazendo HQs, prints, action figures e artes originais, em um verdadeiro corredor de artistas.

De acordo com a produtora Bianca Branco, responsável pela curadoria do evento, “a proposta é criar um espaço de interação entre artistas e público, valorizando o talento local e proporcionando o contato direto com diferentes linguagens artísticas.” Bianca ainda assina a curadoria gastronômica do evento, em parceria com Pedro Figueiredo, idealizador de grandes eventos culturais como a Feira Japonesa e o Festival Orgulho Nerd.

Experiência para toda a família

Segundo a gerente de marketing do Plaza Shopping, Carol Seabra, o festival busca oferecer experiências memoráveis para todos. “Investimos na diversificação de eventos, e o Ilustra Plaza ganha agora uma dimensão maior, trazendo elementos geeks e asiáticos. Queremos encantar o público e valorizar a cultura pop local, oferecendo diversão para toda a família”, afirma.

Além do corredor de artistas, o festival contará com uma game zone repleta de fliperamas, karaokê, quizzes interativos sobre doramas e K-pop, momentos de Just Dance e exibições de AMVs de animes e MVs de K-pop. Tudo isso de forma gratuita, garantindo que fãs de diferentes idades e interesses possam aproveitar o evento.

Música e apresentações ao vivo

A programação musical também promete agitar o festival. Entre as atrações confirmadas estão Faster Z (BTS Cover), Banda Izanagi e Rentaiko – Percussão Japonesa. Com apresentações de quinta a domingo, das 15h às 22h, o palco será ponto de encontro para os fãs, criando um clima de celebração e troca cultural.

Além da música, o palco receberá bate-papos com os ilustradores, momentos de performance K-pop e outras atividades que reforçam a interação entre público e artistas.

Cosplays ganham destaque

O Festival Ilustra Plaza também homenageia a tradição dos cosplays. Os interessados poderão participar de um desfile especial no domingo (14), mas precisam se inscrever para uma triagem inicial no sábado (06), onde jurados avaliarão interpretação, poses e qualidade dos figurinos. Os aprovados terão a oportunidade de subir ao palco e mostrar seu talento.

“Os cosplays são uma maneira de os fãs expressarem sua paixão por personagens de animes, mangás e jogos, além de interagirem com outros entusiastas. É um momento de celebração da criatividade e da cultura pop”, explica Bianca Branco.

Gastronomia inspirada na Ásia

Nenhum festival está completo sem boa comida. O Ilustra Plaza trará opções inspiradas na culinária asiática em estilo street food. Entre os destaques estão Wassabi Sushi Store (onigiri), Hakata (lámen, yakisoba e guioza), Pandas (comida coreana), Tokoyaki Brothers (tokoyaki), Kokay (taiyaki, dango e mochi), Takayuki Sushi (donburi oishi e maguro oishi) e Doce Nuvem (algodão doce).

Essa variedade garante que o público tenha uma experiência completa, unindo arte, música, diversão e sabores típicos do universo asiático.

Lojas especializadas e cultura pop

O festival ainda contará com lojas dedicadas à cultura geek e K-pop, como Geek Mundo, Bakamoon, Korea Shop, Sebo do Anderson, Banca Zapp e Top Games, ampliando a experiência de quem deseja conhecer, comprar ou colecionar produtos relacionados a quadrinhos, games e música.

Artistas confirmados

Entre os artistas que participarão do festival estão Mari Ilustra (@mari_ilustra), Sombras do Recife por Roberta Cirne (@sombrasdorecife), Lais Marques (@mm.lais), Draconnasti (@draconnasti), Ushi no Musume (@leticia_hms), Danielle Jaimes (@danielle.jaimes), Andressa Silva (@dessamore), Deborah Barbosa (@illustriere), Mari Petrovana (@mari_petrovana), Carlos Eduardo Cunha (@ceduardocunha), Mei (@meiru.png), André Santana (@andresantanailustra), Hanny (@hanny.cos), Rico Alencastro (@ricoalencastro), Melyssa Melo (@magrelissa), Ricardo Douglas (@necrogeek_oficial), Isekai Cosmaking (@isekaicosmaking), Corvoraz (@inkmadecorvoraz), Mimontero (@mimontero0) e Rafael Cavalcanti (@befoxl).

A diversidade de estilos e técnicas promete encantar tanto quem já acompanha o trabalho desses artistas quanto quem terá o primeiro contato com suas criações, transformando o festival em um verdadeiro espaço de celebração da arte independente.

Acessibilidade e conforto

O Plaza Shopping reforça o compromisso com a inclusão. Haverá abafadores de ruído disponíveis para empréstimo no Balcão de Informações (piso L3) e área exclusiva para pessoas com deficiência (PCDs) próxima ao palco, garantindo que todos os visitantes possam aproveitar o festival de forma segura e confortável.

Como faço para participar?

A entrada é gratuita, e toda a programação pode ser acompanhada no site oficial do shopping e nas redes sociais do festival. Para quem busca um encontro com arte, música e diversão em um só lugar, essa é uma oportunidade imperdível.

Toque Familiar | A sensível obra-prima sobre memória, velhice e dignidade chega ao Brasil

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O cinema tem o poder de nos conectar com nossas próprias experiências, nossos medos mais íntimos e nossas alegrias silenciosas. Em sua estreia brasileira marcada para 18 de setembro, “Toque Familiar”, longa-metragem de Sarah Friedland, promete exatamente isso: um mergulho visceral na fragilidade humana, nos laços familiares e na complexa relação entre memória e identidade. Vencedor de três prêmios no prestigiado Festival de Veneza em 2024 — Leão do Futuro (Melhor Filme de Estreia), Melhor Direção na seção Orizzonti e Melhor Atriz para Kathleen Chalfant — o filme chega às telas brasileiras com o selo da Imovision, trazendo uma experiência cinematográfica intensa e profundamente tocante.

A obra já havia conquistado público e crítica internacionais. Com 98% de aprovação no Rotten Tomatoes e 88/100 no Metacritic, “Toque Familiar” também foi destaque na 48ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, onde levou o prêmio de Melhor Filme de Ficção, consolidando-se como um dos filmes mais elogiados e comentados do último ano. Mas mais do que números e troféus, o que torna a experiência de assistir ao filme tão impactante é sua humanidade crua e honesta, que se infiltra em cada cena e cada silêncio.

Uma história que reflete nossa própria humanidade

No centro da história está Ruth, uma mulher que enfrenta os primeiros estágios do Alzheimer e é levada a se mudar para uma casa de repouso. A narrativa se desenrola de maneira sensível, quase poética, explorando não apenas os desafios da memória em declínio, mas também os laços que nos conectam à nossa história pessoal, à nossa família e à nossa própria dignidade.

O filme levanta questões fundamentais: o que resta quando a memória se dissolve? Quem somos quando nossas lembranças, que moldaram nossa identidade, começam a desaparecer? Sarah Friedland não oferece respostas fáceis; ela nos convida a refletir sobre a vulnerabilidade do corpo envelhecido, a complexidade das relações familiares e a beleza que ainda pode ser encontrada em uma vida que se transforma a cada momento.

A diretora que conheceu a realidade de perto

Sarah Friedland, nascida em 1994 nos Estados Unidos, não é apenas cineasta — ela é também coreógrafa e estudiosa de cultura moderna e mídia pela Brown University. Antes de dirigir “Toque Familiar”, trabalhou como assistente de grandes nomes do cinema, como Steve McQueen e Kelly Reichardt, experiências que influenciaram sua sensibilidade narrativa e sua atenção aos detalhes do movimento e da corporalidade.

O longa nasceu de uma experiência pessoal profundamente marcante. A diretora acompanhou sua avó durante os estágios de demência e observou como a família passou a tratá-la no verbo passado, como se já tivesse deixado de existir. Essa percepção sobre a linha tênue entre a pessoa que foi e a que ainda permanece em seu corpo físico tornou-se o ponto de partida para a construção do filme. Para aprofundar sua pesquisa e garantir autenticidade, Friedland trabalhou por três anos como cuidadora, convivendo com idosos em casas de repouso, aprendendo seus hábitos, seus medos e, principalmente, suas formas de comunicação não verbal.

Um dos aspectos mais impressionantes do processo criativo de Friedland foi a decisão de envolver residentes reais em oficinas de cinema, na Villa Gardens, em Pasadena. Esses participantes não apenas atuaram, mas tornaram-se co-criadores, contribuindo para uma narrativa genuína, sem estereótipos, e respeitando integralmente a ética e o consentimento.

Kathleen Chalfant: uma performance que transcende o cinema

Se Sarah Friedland construiu um universo sensível e delicado, Kathleen Chalfant foi a artista escolhida para dar vida à protagonista, Ruth. Com uma carreira icônica no teatro americano, especialmente na Broadway, Chalfant entrega aqui o que muitos críticos consideram sua melhor performance no cinema.

O LA Times descreveu sua atuação como “monumental e profundamente humana”, ressaltando a capacidade da atriz de encarnar múltiplas dimensões de Ruth — mãe, amante, profissional, criança e mulher. Cada gesto, cada olhar e até o silêncio da atriz carregam camadas de emoção que conectam o espectador diretamente com a experiência da personagem. A habilidade de Chalfant em humanizar a velhice e a vulnerabilidade de sua memória transforma a narrativa em um espelho que reflete nossas próprias memórias, perdas e relações familiares.

Um filme que se constrói nos detalhes

O filme não se apoia em efeitos grandiosos ou trilhas sonoras convencionais para emocionar o público. Ao contrário, Friedland optou por uma abordagem sensorial mais intimista, utilizando sons ambientes como a verdadeira trilha sonora. O barulho do ar-condicionado, murmúrios, passos e toques se tornam o score natural do filme, permitindo que o público experimente o universo mental de Ruth de forma imersiva.

Outro elemento que chama atenção é a exploração da sexualidade na velhice. Ao retratar flertes, desejos e relacionamentos afetivos entre idosos, o filme desafia estigmas e tabus. Cenas delicadas, que mesclam ciúme, prazer e vulnerabilidade, humanizam personagens que muitas vezes são invisibilizados na narrativa cinematográfica tradicional. É uma abordagem rara e necessária, que mostra que a vida emocional e sexual não se encerra com a idade ou com o declínio cognitivo.

Um percurso de reconhecimento internacional

Desde sua estreia em Veneza, o longa-metragem percorreu diversos festivais ao redor do mundo, incluindo o New York Film Festival e o AFI Fest, gerando debates significativos sobre a representação da velhice, memória e cuidados com idosos. Nos Estados Unidos, o filme ganhou espaço em veículos de prestígio como The New Yorker, onde discussões sobre ética, cinema e empatia foram amplamente destacadas. Além disso, exibições especiais com bate-papos e workshops tornaram a experiência ainda mais enriquecedora, reforçando a importância do filme como ferramenta de reflexão social.

No Brasil, a expectativa é igualmente alta. A Imovision aposta no longa como um dos destaques de 2025, oferecendo ao público brasileiro a oportunidade de vivenciar uma obra que não apenas entretém, mas provoca empatia e introspecção.

Um filme sobre nós, para nós

Mais do que um relato sobre Alzheimer ou velhice, o drama é uma história sobre humanidade, fragilidade e conexão. Cada cena, cada interação e cada silêncio lembram ao público que, por trás da memória, existe a dignidade de cada indivíduo e a necessidade de relações genuínas.

A abordagem de Friedland — ética, respeitosa e profundamente sensível — transforma o filme em uma experiência quase terapêutica. Ele nos força a pensar sobre como tratamos nossos idosos, como lidamos com perdas e como encontramos beleza e significado mesmo em meio à fragilidade humana.

Vitória Strada, Daniel Rocha e Beca Barreto estrelam Recife Assombrado 2, que chega aos cinemas em outubro

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O Recife se prepara para mais uma incursão pelo sobrenatural com a chegada de Recife Assombrado 2: A Maldição de Branca Dias aos cinemas no dia 23 de outubro de 2025. Dirigido por Adriano Portela, o longa promete misturar suspense, história e folclore local, trazendo de volta o protagonista Hermano, interpretado por Daniel Rocha, e apresentando ao público a influenciadora Beca Barreto, que estreia no cinema.

“Sempre sonhei em atuar, e o apoio dos meus seguidores foi fundamental para que isso acontecesse. Estou muito feliz por viver esse desafio”, declarou Beca, que assume um papel central na trama e se prepara para conquistar o público com sua primeira experiência no cinema.

Lendas urbanas ganham vida nas telas

Dando sequência ao sucesso de “Recife Assombrado” (2019), o segundo filme amplia o universo paranormal da primeira produção. Hermano convoca um grupo de jovens pesquisadores para investigar a maldição de uma joia ligada à Branca Dias, uma mulher histórica do século XVI perseguida pela Inquisição.

“Queríamos mergulhar ainda mais nas lendas urbanas do Recife, incluindo uma figura que o público pedia desde o primeiro filme: a Perna Cabeluda. Agora, ela finalmente aparece, e de forma impactante”, revela o diretor Adriano Portela. A produção não apenas revisita o folclore local, mas também conecta o espectador à história da cidade, mostrando que Recife é cenário de mistérios e histórias envolventes que vão muito além do turismo e das paisagens conhecidas.

Elenco diversificado e presença de talentos locais

Além de Daniel Rocha (Segundo Sol, Onde Nascem os Fortes), o filme traz Vitória Strada (Espelho da Vida, Além da Ilusão) no papel da líder da equipe de investigadores, e conta com participações de Aramis Trindade (Amor de Mãe, O Auto da Compadecida), Mônica Feijó (O Outro Lado do Paraíso, Boogie Oogie), Pally Siqueira (Todas as Flores, Malhação) e Gil Paz (Reis, Nos Tempos do Imperador). Combinando atores já consagrados com novos talentos, o longa valoriza o cenário artístico pernambucano, mostrando diversidade de experiências e expressões.

As gravações exploraram o Recife histórico e suas construções icônicas: do Teatro de Santa Isabel, que confere imponência às cenas, ao Arquivo Público Estadual e ao Forte das Cinco Pontas, reforçando a atmosfera de mistério e autenticidade. Em Vicência, na Zona da Mata, uma antiga residência centenária serviu de cenário para o universo de Branca Dias, permitindo que o público mergulhasse no passado da cidade e na construção da narrativa sobrenatural.

Efeitos visuais e tecnologia a serviço do suspense

Produzido pela Viu Cine, o longa apresenta mais de 80 cenas com efeitos visuais, incluindo personagens digitais que interagem com os atores. Parte da produção foi realizada no Estúdio Nahsom, conhecido por seu uso avançado de painéis de LED e cenários 3D, permitindo que cenas complexas fossem criadas com realismo e dinamismo.

“Nosso objetivo é que o público sinta cada emoção: medo, tensão, surpresa e até orgulho de ver Recife representado de forma tão rica no cinema. Cada detalhe, cada cenário e cada efeito foram pensados para transportar o espectador para dentro da história”, afirma o produtor e roteirista Ulisses Brandão.

Uma experiência cinematográfica completa

Combinando suspense, folclore e elementos históricos, o longa-metragem se apresenta como uma experiência cinematográfica única. O público não apenas acompanha uma história de terror, mas também se aproxima da cultura e das lendas pernambucanas, mergulhando em um universo que mistura realidade e sobrenatural.

A estreia, marcada para 23 de outubro, chega em um momento em que o cinema nacional busca destacar histórias regionais e oferecer novas perspectivas sobre a diversidade cultural do país. Para fãs de suspense e curiosos pela história do Recife, o filme promete ser uma viagem intensa e envolvente, capaz de emocionar, assustar e encantar.

aCenaCast | Videocast pernambucano dá voz a artistas e debates culturais locais

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Em Pernambuco, a produção cultural pulsa em cada esquina, nos palcos, nas ruas e nas pequenas casas de artistas independentes. Para dar visibilidade a essas histórias, nasceu o aCenaCast, videocast que estreou em julho de 2025 e já se tornou referência na valorização da arte local. Criado pelo portal aCena Recifense, o projeto reúne artistas, produtores e personalidades para discutir temas que refletem a identidade e a diversidade cultural do estado.

Com exibição quinzenal, o videocast é transmitido ao vivo no YouTube e também está disponível em áudio nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Deezer, Amazon Music e YouTube Music. A primeira temporada segue até dezembro, totalizando 12 episódios que exploram diferentes aspectos da cena cultural pernambucana: música, teatro, performances drag, arte queer, eventos independentes e espaços culturais locais. O foco do aCenaCast está em dar voz a artistas marginalizados, como pessoas negras, LGBTQIAPN+ e periféricas, mostrando não apenas suas produções artísticas, mas também suas histórias de vida, desafios e conquistas.

Apresentadores que conectam arte e público

O programa é apresentado por Rodrigo Luz, produtor cultural e fundador do aCena Recifense, e pelo multiartista Andrews Bezerra, que conduzem entrevistas e debates de forma próxima e acessível. Na estreia, o episódio “O Panorama da Arte Drag Pernambucana” trouxe as drag queens Safira Blue e Sayuri Heiwa, que falaram sobre a resistência, a criatividade e os desafios da cena drag em Pernambuco.

Episódios seguintes abordaram a projeção nacional da arte local com Ruby Nox, participante do Drag Race Brasil, a presença de travestis na cena artística com Fabiana Oliveira e Gaby Lima, e o impacto da arte queer no teatro e na televisão com Vagiene Coqueluche e Betty Xuca. Cada episódio reforça a diversidade e o protagonismo artístico da região.

Arte, inclusão e acessibilidade

O aCenaCast vai além de entrevistas: é um espaço seguro de diálogo e reflexão, onde artistas podem compartilhar suas experiências e perspectivas de forma autêntica. O projeto também se destaca pela acessibilidade, oferecendo tradução simultânea em LIBRAS, garantindo que todos os públicos possam acompanhar os debates.

Segundo Rodrigo Luz, “o aCenaCast nasceu da necessidade de criar um espaço onde artistas pudessem falar livremente sobre suas histórias, angústias, conquistas e inquietações. É uma forma de valorizar quem faz a cultura acontecer, muitas vezes à margem da mídia tradicional”.

Próximos episódios: música, eventos e espaços culturais

A programação futura promete explorar ainda mais a música pernambucana, os bastidores de eventos locais e os espaços culturais que fomentam a produção artística no estado. A ideia é mostrar como Pernambuco se mantém vivo, plural e criativo, conectando público e artistas e fortalecendo a cena local.

Como acompanhar

Para assistir aos episódios, basta acessar o canal oficial do aCena Recifense no YouTube. Quem prefere ouvir os programas pode encontrá-los nas plataformas de streaming mencionadas. Atualizações, bastidores e informações sobre episódios futuros estão disponíveis no Instagram do aCena Recifense.

Stefany Borba lança Um Jardim Onde Morrem as Flores e Nascem Segredos e mergulha em mistérios familiares

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Em Um Jardim Onde Morrem as Flores e Nascem Segredos, Stefany Borba oferece mais do que um simples romance de suspense: ela convida o leitor a explorar as complexas relações familiares, os segredos que se acumulam com o tempo e o peso das memórias não ditas. Publicado pela Trend Editora, o livro combina elementos de thriller psicológico com drama familiar, resultando em uma narrativa intensa e envolvente.

A história gira em torno de Maria Isabel, apelidada de Bel, uma jovem que retorna à casa de sua avó recentemente falecida. O que parecia ser uma visita corriqueira para organizar pertences rapidamente se transforma em uma jornada de descobertas e confrontos emocionais. Entre objetos esquecidos, fotografias antigas e lembranças soterradas, Bel começa a perceber que o passado da família guarda mistérios sombrios, capazes de abalar não apenas sua vida, mas também a comunidade ao redor.

O livro inicia com uma pergunta aparentemente simples, mas cheia de significado: “por que alguém que ama flores nunca cuidou do próprio jardim?” A interrogação funciona como fio condutor da narrativa, simbolizando a dualidade entre cuidado e abandono, afeto e silêncio, lembranças doces e traumas dolorosos. À medida que Bel investiga o passado de sua família, ela se depara com desaparecimentos antigos, histórias não contadas e crimes que ainda ecoam pela cidade de Itapetininga, no interior de São Paulo.

O thriller de Stefany Borba se destaca pela construção de personagens autênticos e complexos. Entre avó, mãe e neta, três gerações de mulheres compartilham não apenas laços sanguíneos, mas também dores e legados invisíveis. O livro explora como o silêncio pode ser aprendido como forma de sobrevivência, revelando as marcas deixadas por traumas antigos e decisões difíceis. A narrativa mostra que segredos enterrados tendem a florescer, mesmo nos lugares mais inesperados.

Um dos momentos mais impactantes ocorre quando Bel encontra uma fotografia de 1978: sua avó segura um bebê. Pela expressão e pelos detalhes da imagem, Bel reconhece imediatamente que se trata de Roberta, a irmã mais velha de sua mãe, desaparecida há décadas. A descoberta coloca em movimento uma série de reflexões e investigações que conectam passado e presente, revelando camadas de mistério e suspense psicológico.

Além de suspense e drama, o livro levanta questões sobre papéis sociais, gênero e violência. Stefany Borba mostra, de forma sensível, como as mulheres carregam não apenas os segredos familiares, mas também as expectativas impostas pela sociedade. Entre medo e coragem, luto e perdão, a história evidencia que enfrentar memórias dolorosas é um processo necessário para o crescimento pessoal.

A narrativa também dialoga com o leitor, estimulando-o a refletir sobre sua própria vida. A metáfora do jardim — florescendo em meio a segredos e raízes profundas — simboliza que o crescimento exige coragem para encarar aquilo que está oculto. O livro demonstra que, muitas vezes, é preciso revolver a terra, mesmo sem saber o que será encontrado, para que a verdade venha à tona e as feridas possam ser curadas.

Um Jardim Onde Morrem as Flores e Nascem Segredos combina ritmo ágil com momentos de introspecção profunda, tornando-se um romance que prende do início ao fim. A tensão construída por Stefany Borba não depende apenas de eventos externos, como desaparecimentos ou crimes antigos, mas também do conflito interno dos personagens, que precisam confrontar suas memórias, traumas e medos mais profundos.

Ao longo da leitura, Bel se torna uma espécie de guia para o leitor, mostrando que investigar a própria história familiar exige coragem, paciência e sensibilidade. Cada capítulo revela não apenas segredos do passado, mas também aspectos universais das relações humanas: a dificuldade de perdoar, a necessidade de entender e a inevitável transformação que vem de olhar para dentro.

A obra reforça que segredos, embora enterrados, têm uma maneira de emergir. Stefany Borba não entrega respostas fáceis; ao contrário, convida à reflexão, mostrando que a vida, assim como um jardim, é feita de ciclos de crescimento, florescimento e, às vezes, de flores que não resistem. O thriller é, portanto, uma leitura que combina emoção, mistério e introspecção, lembrando que coragem e autoconhecimento caminham lado a lado.

Pacificador | 2º episódio da série chega à HBO Max e amplia a jornada do anti-herói

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Foto: Reprodução/ Internet

A segunda temporada de Pacificador, série da DC Studios e Warner Bros. Television, continua a conquistar fãs do Universo DC. O segundo episódio foi lançado nesta quinta-feira, 28 de agosto, e já está disponível na HBO Max. A produção mantém o equilíbrio entre ação, humor e drama psicológico, consolidando Christopher “Chris” Smith interpretado por John Cena, como um dos personagens mais complexos do universo de super-heróis da atualidade.

Desde a estreia da segunda temporada, em 21 de agosto, a série vem recebendo elogios da crítica. O lançamento do segundo episódio nesta quinta reforça o entusiasmo do público, que acompanha cada novo capítulo semanalmente. A crítica destaca a evolução da narrativa em relação à primeira temporada, a profundidade do personagem principal e a performance de John, que equilibra momentos cômicos e dramáticos com precisão.

Uma temporada que mergulha no personagem

Diferente de outras produções de super-heróis, a série combina elementos de ação intensa com uma análise profunda da psicologia de Chris Smith. Na segunda temporada, o personagem precisa enfrentar não apenas criminosos, mas também as consequências morais de suas próprias escolhas. A narrativa mostra sua tentativa de evoluir e redefinir sua noção de justiça, enquanto lida com traumas do passado e relações pessoais complicadas.

O segundo episódio exemplifica essa dualidade: ação desenfreada em cenários urbanos se mistura a momentos de vulnerabilidade emocional, permitindo que o público conheça diferentes camadas do protagonista. A escrita de James Gunn continua afiada, equilibrando cenas de comédia física com diálogos carregados de ironia e referências culturais.

Elenco diversificado e novos rostos

Além do retorno de John Cena, o elenco da temporada inclui Danielle Brooks, Jennifer Holland, Freddie Stroma, Steve Agee e Robert Patrick, atores que já conquistaram o público com suas performances na primeira temporada. Nesta nova fase, Frank Grillo, David Denman, Sol Rodríguez e Tim Meadows se juntam à produção, trazendo novos elementos dramáticos e cômicos à história.

A dinâmica entre os personagens principais ganha força graças à química natural do grupo. Enquanto Chris lida com seus dilemas, os colegas e antagonistas adicionam camadas de tensão, humor e emoção, tornando cada episódio imprevisível e envolvente.

Quem está por trás do roteiro?

A força da série vem do envolvimento intenso de James Gunn. Criador e produtor executivo, Gunn escreveu todos os oito episódios da temporada e dirigiu três, incluindo a estreia. Sua visão permite que Pacificador se destaque não apenas pela ação, mas também pelo desenvolvimento emocional do protagonista e pelo cuidado com detalhes que agradam aos fãs de quadrinhos e do público em geral.

Outros diretores da temporada, como Greg Mottola, Peter Sollett e Althea Jones, também contribuem para dar ritmo e estética únicos a cada episódio. A parceria entre Troll Court Entertainment, The Safran Company e Warner Bros. Television garante uma produção visualmente impressionante e narrativamente coesa.

Bastidores e conteúdo exclusivo

Para os fãs que desejam ir além dos episódios, o Pacificador: O Podcast Oficial com James Gunn, disponível no YouTube da HBO Max, oferece conteúdo exclusivo. A cada terça-feira, Gunn compartilha detalhes dos bastidores, curiosidades sobre os personagens e reflexões sobre a produção. O primeiro episódio do podcast já analisa os acontecimentos da estreia da segunda temporada, oferecendo insights sobre escolhas de roteiro e desenvolvimento de personagens.

Qual é a conexão com o universo da DC?

Pacificador nasceu como um spin-off do filme O Esquadrão Suicida (2021) e agora integra o DC Universe (DCU) após o soft reboot do DCEU. A segunda temporada mostra Chris Smith após os eventos de Superman (2025), com pequenas referências que conectam a narrativa da série ao restante do universo cinematográfico. Essa integração proporciona uma experiência mais rica para os fãs, que reconhecem easter eggs e participações especiais, mantendo o universo interligado e consistente.

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