Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta sexta (08/08)

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Era só mais uma família simples do interior. Ou pelo menos parecia.
Nove filhos, um pedaço de terra, um pai teimoso e uma mãe guerreira. Gente comum, do tipo que acorda cedo pra trabalhar, que reza pra ter saúde e comida na mesa. Mas naquela casa de chão batido, em Pirenópolis, Goiás, havia também algo raro: um sonho que insistia em sobreviver à seca, à pobreza e às tragédias da vida.

Essa é a grande essência de 2 Filhos de Francisco, filme que retorna à tela da TV Globo nesta sexta, 8 de agosto de 2025, na Sessão da Tarde. Não é só um longa-metragem. É um reencontro. Uma lembrança viva de como o afeto, a música e a esperança podem transformar destinos — e como as histórias mais extraordinárias são, muitas vezes, aquelas que brotam dos cantos mais humildes do Brasil.

Uma história de verdade, com a cara do Brasil

De acordo com informações do AdoroCinema, dirigido por Breno Silveira, que nos deixou em 2022, o filme estreou em 2005 e conquistou o país com uma simplicidade arrebatadora. Nada ali parece fabricado. Não há glamour. Há suor, dor, luto e um tipo de fé que não se explica — apenas se sente. O longa narra a vida real dos irmãos Zezé Di Camargo & Luciano, desde a infância na zona rural até a explosão no cenário sertanejo nacional.

Mas o protagonista mesmo é Francisco Camargo, pai da dupla. Interpretado magistralmente por Ângelo Antônio, ele é o tipo de homem que os brasileiros conhecem bem: fala pouco, trabalha muito, acredita nos filhos com força quase cega. Um caboclo com os pés no chão e a cabeça nas nuvens. E que, por mais improvável que pareça, nunca duvidou de que dois de seus filhos mudariam o rumo da história familiar — e da música nacional.

Amor que não se explica, só se vive

É fácil esquecer, diante do sucesso atual de Zezé e Luciano, que tudo começou com um acordeão velho e muita vontade de cantar. Mirosmar, o primogênito, e Emival, o irmão com quem formaria a primeira dupla, encantavam a vizinhança com suas apresentações em festas da vila. Com apoio do pai, chegaram a se apresentar em grandes palcos do interior, mas a vida, implacável, os separou cedo demais. Um acidente trágico levou Emival ainda adolescente. O filme nos leva a esse momento com delicadeza e firmeza. A dor da perda, o silêncio da mãe (Dira Paes, em uma performance sensível), o luto coletivo. E mesmo assim, Francisco não desiste. Ele sabe que o sonho não morreu com Emival. Ele apenas mudou de forma.

Um Brasil que chora, mas não se entrega

o longa toca fundo porque não romantiza a pobreza, mas também não transforma tudo em desgraça. Mostra o Brasil que chora no silêncio, que sofre sem fazer barulho, mas que se levanta todos os dias pra tentar de novo. É nesse espírito que Mirosmar — agora já pai de família, sem dinheiro, sem sucesso — volta a tentar a sorte na música. Fracassa uma, duas, três vezes. Vende o carro pra gravar um disco. Ouve que sua voz é “boa só pra cantar escondido”. E continua. Porque no fundo, sabe que o pai não sonhava à toa. Quando Luciano entra em cena, a mágica acontece. Dois irmãos, uma nova chance. Surge a dupla Zezé Di Camargo & Luciano, com a canção “É o Amor” abrindo os caminhos. O resto é história.

O filme que fez o Brasil se ver na tela

Ao estrear nos cinemas, o longa-metragem quebrou recordes. Mais de 4,7 milhões de pessoas assistiram ao longa. R$ 34 milhões arrecadados. Um fenômeno de bilheteria nacional, sem precisar de efeitos especiais nem de nomes internacionais. Apenas uma boa história, bem contada, com verdade no olhar.

Nos bastidores, nomes como Patrícia Andrade e Carolina Kotscho assinam o roteiro, e a produção envolveu estúdios como Globo Filmes, Conspiração Filmes e a gigante Columbia TriStar. Mas o segredo do sucesso não está nos bastidores. Está no coração da narrativa. Está em cenas como a de Francisco negociando um instrumento no fiado, ou da mãe tentando esconder o choro para não desmotivar os filhos.

Aliás, quantas mães brasileiras já não fizeram o mesmo?

Um elenco que sente, não só interpreta

O que dá vida à história são os rostos, os sotaques, os silêncios. Ângelo Antônio é um gigante discreto como Francisco. Dira Paes, de olhar sempre úmido, carrega no corpo a fadiga de uma mulher que aguenta tudo — e ama sem reservas. Márcio Kieling e Thiago Mendonça interpretam Zezé e Luciano com uma verdade que impressiona, ainda mais por se tratar de personagens vivos, conhecidos.

E há participações especiais que aquecem o coração: Lima Duarte como o avô Benedito, Paloma Duarte como Zilu, Natália Lage, José Dumont, Maria Flor. Todos entregam mais do que técnica: entregam alma.

Trilha sonora de um Brasil inteiro

O filme não seria o mesmo sem sua trilha. A canção “É o Amor”, que virou hino nacional nos anos 1990, surge como clímax emocional. Mas a trilha vai além da nostalgia: Maria Bethânia, Nando Reis, Chitãozinho & Xororó, Wanessa Camargo, Ney Matogrosso — todos contribuíram para fazer da música um personagem à parte.

Quem assiste sai cantarolando, com nó na garganta e sorriso nos lábios. Porque é impossível não se identificar. Quem nunca viu um parente desistir de um sonho? Quem nunca sonhou por alguém?

Francisco: um herói real

No centro de tudo está ele: Francisco Camargo, que faleceu em 2020, pouco antes de completar 84 anos. O homem que plantava sonhos em solo duro, e os regava com amor, fé e persistência. Ele não compôs nenhuma canção, mas foi o maestro invisível da trajetória de Zezé e Luciano. Um herói brasileiro, desses que não têm estátua nem feriado, mas que vivem no coração de cada filho que foi incentivado a seguir.

Por que rever esse filme agora?

Porque o Brasil precisa de histórias assim. Num país tantas vezes marcado por crises, desigualdades, lutos e desesperanças, filmes como “2 Filhos de Francisco” nos lembram de algo essencial: a beleza das histórias possíveis. Aquelas que começam pequenas e terminam enormes, que surgem em barracos e chegam aos palcos. Que nascem de dores reais, mas também de afetos que sobrevivem a tudo.

Onde posso assistir?

Você pode assistir ao filme em diferentes plataformas de streaming. O longa está disponível para assinantes da Amazon Prime Video e da HBO Max, oferecendo acesso completo por meio de suas respectivas assinaturas. Para quem prefere alugar, o título também pode ser encontrado na modalidade VOD (Vídeo sob Demanda) na própria Prime Video, com aluguel a partir de R$ 6,90. Essas opções tornam fácil reviver — ou descobrir pela primeira vez — a emocionante trajetória da dupla sertaneja em qualquer momento, no conforto de casa

Fernando Meirelles revela bastidores da minissérie Pssica em trailer exclusivo

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A Netflix revelou recentemente o trailer de bastidores da aguardada minissérie brasileira Pssica, uma produção que reúne alguns dos maiores nomes do cinema nacional, entre eles o aclamado diretor Fernando Meirelles, responsável por obras icônicas como Cidade de Deus (2002). Com estreia marcada para 20 de agosto de 2025, a série já causa expectativa por sua proposta ousada e narrativa envolvente, que une elementos de suspense, realismo social e mitologia amazônica.

A trama é uma minissérie original da Netflix que adapta o romance homônimo do escritor paraense Edyr Augusto, autor conhecido por retratar a riqueza e as tensões da Amazônia em suas obras. O projeto conta com direção de Fernando Meirelles, em parceria com Quico Meirelles, diretor experiente e filho do cineasta, que traz uma sensibilidade especial para a direção de cenas de tensão e ação na floresta.

O roteiro é assinado por Bráulio Mantovani — indicado ao Oscar pelo roteiro de Cidade de Deus — junto com Fernando Garrido e Stephanie Degreas, trazendo uma narrativa que equilibra poesia e violência, explorando temas como tráfico humano, conflitos territoriais e forças sobrenaturais.

A história gira em torno de Janalice (Domithila Cattete), uma jovem que é raptada por uma rede de tráfico humano na Amazônia e precisa lutar para sobreviver em meio aos perigos dos rios e da floresta. Paralelamente, o personagem Preá (Lucas Galvino) lidera uma gangue de “ratos d’água”, criminosos que controlam as rotas fluviais da região, enfrentando dilemas morais e os fantasmas de seu passado.

Outro núcleo importante é a busca de Mariangel (Marleyda Soto) por vingança após a morte de sua família. Ela enfrenta uma entidade misteriosa conhecida como “pssica” — uma espécie de maldição que persegue e destrói aqueles que cruzam seu caminho, misturando o sobrenatural com o cotidiano de violência.

Segundo o diretor Fernando Meirelles, “a série é um mergulho na alma da Amazônia, onde o real e o mítico se confundem e a luta pela sobrevivência ganha contornos poéticos e sombrios”. A produção promete explorar as nuances culturais e sociais da região, sem esquecer da tensão e do drama humano.

O peso do elenco na construção da narrativa

O elenco da minissérie é formado majoritariamente por atores brasileiros, muitos deles estreantes ou vindos do teatro regional, garantindo um frescor e autenticidade aos personagens. A protagonista Domithila Cattete, que interpreta Janalice, é uma jovem atriz que vem se destacando em produções independentes.

Além dela, Lucas Galvino vive Preá, trazendo intensidade para o papel do líder de gangue em conflito. Marleyda Soto, conhecida por seu trabalho em teatro e cinema periférico, dá vida à vingativa Mariangel, que encara a maldição “pssica” com coragem e dor.

Complementam o elenco nomes como Claudio Jaborandy, Wesley Guimarães, Ademara, Bruno Goya, Luca Dan, Ricardo Teodoro, Sandro Guerra, Welket Bungué, Felipe Rocha, Andrés Castañeda e Fátima Macedo, que enriquecem a trama com personagens que trazem diferentes perspectivas e histórias de vida na Amazônia.

A diversidade do elenco reforça o compromisso da produção com a representatividade regional e cultural, apresentando vozes e rostos pouco vistos nas produções nacionais de grande alcance.

Bastidores e produção: uma jornada desafiadora

A minissérie é uma produção da O2 Filmes, com Andrea Barata Ribeiro e Fernando Meirelles na produção executiva, além de Cristina Abi como co-produtora. A escolha de filmar em locações na própria Amazônia adiciona uma camada de desafio à realização, devido às condições climáticas e logísticas.

O trailer de bastidores divulgado pela Netflix revela parte do processo intenso de gravação em meio à floresta, com cenas em rios e áreas remotas que exigiram uma equipe técnica altamente especializada. O cuidado em preservar o ambiente natural, sem perder a qualidade cinematográfica, foi um dos compromissos da produção.

Fernando Meirelles comentou sobre a importância de retratar a Amazônia de forma realista, “não apenas como cenário, mas como personagem central, viva e pulsante, que influencia cada decisão dos personagens e o desenrolar da história”.

Além das dificuldades naturais, a equipe teve que lidar com questões sociais da região, buscando incluir no roteiro elementos que dialogassem com a realidade das comunidades ribeirinhas, indígenas e das populações vulneráveis afetadas pelo tráfico e pelo crime organizado.

O impacto cultural e social da minissérie

A série chega em um momento em que a produção audiovisual brasileira tem se fortalecido internacionalmente, com séries e filmes que conquistam espaço nas plataformas digitais. A aposta em um enredo que dialoga com questões amazônicas, tão pouco exploradas em produções de grande público, é um diferencial que pode ampliar a visibilidade dos problemas e da cultura da região.

A obra também propõe reflexões importantes sobre violência, desigualdade e a presença constante do mito na construção das identidades locais. Ao trazer a maldição “pssica” como elemento central, a série transita entre o suspense psicológico e o folclore regional, resgatando narrativas populares e dando-lhes novo significado.

Para a crítica de cinema e cultura, Helena Fonseca, “a minissérie tem potencial para romper com clichês sobre a Amazônia, mostrando uma faceta complexa, multifacetada, onde a brutalidade e a beleza coexistem, e onde o ser humano se confronta com forças além de sua compreensão.”

Expectativas do público e da crítica

A divulgação do trailer de bastidores da série gerou grande repercussão nas redes sociais, com fãs do diretor Fernando Meirelles, admiradores da literatura amazônica e entusiastas do audiovisual brasileiro manifestando ansiedade pela estreia.

Especialistas do setor audiovisual destacam que “Pssica” pode ser uma das grandes apostas nacionais da Netflix em 2025, capaz de trazer um novo olhar para a produção local e atrair público internacional com uma narrativa original e ambientação exótica.

O envolvimento de profissionais renomados como Bráulio Mantovani, diretor criativo de peso, também adiciona credibilidade e qualidade ao projeto, prometendo diálogos e roteiros que respeitam a profundidade dos personagens e das tramas.

Fernando Meirelles: um retorno ao universo brasileiro

Para o diretor Fernando Meirelles, “Pssica” representa um retorno ao seu universo de origem, depois de trabalhos internacionais de grande repercussão. Conhecido por sua sensibilidade para contar histórias brasileiras que dialogam com o mundo, Meirelles aposta na minissérie para ampliar a narrativa do país, mostrando suas contradições, beleza e tragédias.

Em entrevista recente, ele afirmou: “Este projeto é uma viagem de autoconhecimento, um desafio para traduzir em imagens o que está no livro de Edyr Augusto, que é a alma da floresta e das pessoas que vivem nela.”

Além disso, ele destaca a importância de valorizar talentos regionais e dar voz a histórias que muitas vezes ficam à margem das grandes produções comerciais

No Terra da Padroeira deste domingo (10/09), pais e filhos dividem o palco em especial de Dia dos Pais

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No próximo domingo, 10 de agosto de 2025, a TV Aparecida abre o coração e o palco do Terra da Padroeira para um encontro que vai além da música. A partir das 9h da manhã, sob o comando carismático de Kleber Oliveira, com a irreverência de Tonho Prado e o bom humor do Menino da Porteira, o especial de Dia dos Pais chega para celebrar histórias, memórias e melodias que atravessam o tempo.

Não será apenas um programa musical — será um mosaico de afetos. De um lado, pais que ensinaram seus filhos a dedilhar os primeiros acordes. Do outro, filhos que cresceram embalados por modões nas varandas de casa e hoje dividem o microfone com quem os inspirou. Entre risadas, lembranças e refrões que o Brasil inteiro sabe cantar, o Terra da Padroeira quer mostrar que o sertanejo é muito mais do que música: é herança, identidade e forma de viver.

Primeiros acordes da manhã: Ailson e Ailsinho

Abrindo o especial, sobem ao palco Ailson e Ailsinho, dupla que já carrega a sintonia no nome e no sangue. Unidos oficialmente nos palcos desde 2016, pai e filho transformaram a cumplicidade familiar em harmonia musical. Inspirados por lendas como o Trio Parada Dura, misturam respeito pela tradição com arranjos próprios e cheios de personalidade.

No YouTube, já são mais de 135 mil inscritos que acompanham de perto essa parceria. Para Ailson, cantar ao lado do filho não é apenas um ato profissional, mas uma extensão natural da vida: “Quando a música vem de dentro, de casa, tudo se torna mais verdadeiro. E com meu filho, cada canção é também uma lembrança nossa.”

De Minas para o Brasil: Paulo Sousa e Andressa

Direto de Elói Mendes (MG), Paulo Sousa e Andressa trazem ao especial uma história que começa bem antes da formação oficial da dupla, há cerca de oito anos. Andressa cresceu acompanhando o pai em ensaios e apresentações, absorvendo cada verso e cada história do sertanejo de raiz. Hoje, como parceira de palco, mantém viva a chama dessa tradição enquanto imprime seu próprio estilo.

Ela resume a sensação de cantar com o pai como um reencontro com o passado: “No palco, tudo volta. Lembro das vezes em que ensaiávamos na sala de casa e percebo que, de alguma forma, cada música conta um pedaço da nossa história.”

Homenagem de filho para pai: Barrerito Jr.

O momento mais nostálgico do programa ficará nas mãos de Barrerito Jr., que sobe ao palco para homenagear seu pai, o eterno Barrerito, integrante histórico do Trio Parada Dura. Sucessos como “As Andorinhas” se transformam, nas mãos do filho, em cartas abertas de gratidão e saudade.

Para Barrerito Jr., manter vivo o repertório do pai é uma missão de vida, não apenas um gesto artístico. A emoção de sua apresentação promete atravessar a tela e alcançar cada lar, especialmente aqueles onde a música também é um elo familiar.

Modão para todas as idades: Durval e Alladin

Outra atração imperdível será a dupla Durval e Alladin, que nasceu de experiências musicais distintas, mas encontrou no modão um ponto de encontro perfeito. Em 2021, eles já haviam pisado no palco do programa para lançar a parceria — desde então, seguem conquistando plateias Brasil afora.

O repertório inclui hinos como “Dois Passarinhos”, “Lembrança de Quem Eu Amo” e “Oração Pela Família”, entremeados por histórias de estrada e lembranças de bastidores que reforçam a essência afetiva do especial.

Encerramento em tom de afeto: Leyde e Laura

Para fechar com chave de ouro, o especial recebe as irmãs Leyde e Laura, vozes femininas que há mais de 25 anos dão brilho à música sertaneja. De Rondonópolis (MT) para o país inteiro, Lucineide (Leyde) e Marinilza (Laura) construíram uma carreira marcada pela harmonia impecável e por sucessos como “De Volta Pra Casa”, “História do Meu Avô” e “Amor da Minha Vida”.

Elas carregam o DNA da música de raiz e, no especial, prometem um reencontro emocionante com o público que as acompanha há décadas.

Terceira temporada de Percy Jackson e os Olimpianos inicia filmagens e divulga visual do protagonista

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Desde que chegou ao Disney+ em dezembro de 2023, a série Percy Jackson e os Olimpianos conquistou rapidamente uma base fiel de fãs — tanto os leitores antigos dos livros de Rick Riordan quanto quem descobriu a história agora. E a boa notícia é que as filmagens da terceira temporada já começaram, deixando a galera ainda mais animada para acompanhar as novas aventuras do semideus Percy Jackson e seus amigos nesse universo mitológico tão rico e envolvente.

Abaixo, confira o visual de Walker Scobbell, que interpreta Percy Jackson na série. Como a história se passa nos dias atuais, o ator aparece vestido como um adolescente comum — nada de túnicas ou armaduras, mas sim roupas casuais que combinam com o estilo do personagem. Com um novo corte de cabelo e agora aos 16 anos, Scobbell traz um ar mais maduro para Percy, sem perder a essência aventureira e irreverente que conquistou os fãs.

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A terceira temporada retoma a jornada de Percy (Walker Scobbell) um ano depois dos eventos da primeira temporada. A grande missão agora é encontrar Grover (Aryan Simhadri), o fiel sátiro e melhor amigo de Percy, que desapareceu misteriosamente. Para isso, o grupo vai encarar uma jornada até o lendário Mar de Monstros, em busca do Velocino de Ouro — um artefato poderoso que pode salvar vidas e proteger o Acampamento Meio-Sangue de ameaças cada vez maiores.

Embora essa aventura já tenha sido apresentada no segundo livro de Riordan e adaptada na segunda temporada, a nova fase promete expandir os desafios enfrentados pelos jovens heróis, aprofundar suas relações e revelar segredos que vão muito além do mundo mortal.

Produzida pela Disney+ com a participação direta de Rick Riordan e o roteiro de Jonathan E. Steinberg, a série vem se destacando não só pela fidelidade à obra original, mas também pela qualidade da produção e pelo carisma do elenco jovem. Walker Scobbell, Leah Sava Jeffries (Annabeth Chase) e Aryan Simhadri (Grover) formam um trio que tem encantado o público, trazendo vida e autenticidade para personagens tão queridos.

Com oito episódios, a primeira temporada estreou em dezembro de 2023 e logo chamou a atenção, acumulando 16 indicações ao Children’s & Family Emmy® Awards — incluindo a disputa de melhor série infantojuvenil. Isso mostra o quanto o público está conectado com a trama, que mistura aventura, humor, drama e temas importantes como amizade, coragem e crescimento.

Personagens que conquistam gerações

Um dos grandes acertos da série está no elenco, que incorpora com sensibilidade a complexidade dos personagens. Walker Scobbell traz à tona a bravura e também as dúvidas típicas da adolescência, especialmente ao lidar com a descoberta de ser filho de Poseidon. Leah Sava Jeffries destaca a inteligência e a força de Annabeth Chase, filha de Atena, cuja relação com Percy é marcada por respeito e cumplicidade. Aryan Simhadri, por sua vez, dá leveza e lealdade a Grover, o sátiro que protege os amigos em todas as aventuras.

Além deles, a série ganhou reforços importantes na segunda temporada, como Daniel Diemer no papel do ciclope Tyson e Tamara Smart como Thalia Grace, filha de Zeus — ampliando ainda mais o universo dos semideuses.

O que podemos esperar da terceira temporada?

Com a confirmação da terceira temporada, os fãs podem esperar muita ação, batalhas épicas contra monstros e deuses, além de um mergulho maior na relação entre os personagens. A busca pelo Velocino de Ouro será o fio condutor, mas a narrativa também vai explorar temas como lealdade, sacrifício e amadurecimento.

A produção segue investindo pesado em efeitos visuais impressionantes, cenários detalhados e uma direção que equilibra tensão e momentos mais leves — tudo para criar uma experiência ainda mais imersiva para quem assiste.

Fidelidade ao material original: o diferencial da série

Uma das principais reclamações das adaptações cinematográficas anteriores da saga era a falta de fidelidade aos livros de Rick Riordan. No Disney+, isso mudou. Com Riordan supervisionando de perto a produção, a série mantém a essência das histórias, respeitando mitologia, personagens e ritmo. Essa combinação tem sido fundamental para conquistar tanto os fãs antigos quanto uma nova geração que talvez nunca tenha lido os livros.

Impacto no entretenimento e na cultura pop

O sucesso da série na plataforma de streaming é parte de um movimento maior que valoriza adaptações cuidadosas e conteúdo original de qualidade para públicos variados. Os números falam por si: nos primeiros seis dias após o lançamento dos dois primeiros episódios, a série foi assistida mais de 13,3 milhões de vezes entre Disney+ e Hulu. Além do entretenimento, a série também tem um papel educativo, despertando interesse pela mitologia grega, história e literatura clássica — um legado importante que ultrapassa as telas.

O que o elenco diz sobre essa nova fase?

Em entrevistas recentes, Walker Scobbell falou sobre a empolgação de continuar vivendo Percy e crescer junto com o personagem. Leah Sava Jeffries ressaltou o orgulho de interpretar Annabeth, uma personagem forte e inspiradora. Aryan Simhadri destacou a importância de Grover, tanto como amigo leal quanto símbolo da conexão com a natureza.

A Hora do Mal registra recorde histórico de bilheteria para filme de terror

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O universo do cinema de terror ganhou um novo destaque nesta semana com a estreia de A Hora do Mal, que, segundo informações do site Deadline, arrecadou impressionantes US$ 5,2 milhões na última segunda-feira (11), estabelecendo um novo recorde para este dia da semana. Para comparação, o clássico O Sexto Sentido, de M. Night Shyamalan, detinha anteriormente a marca mais alta, com US$ 4,35 milhões em uma segunda-feira. O desempenho indica que o público está cada vez mais ávido por histórias de mistério bem construídas, e o longa dirigido, escrito e produzido por Zach Cregger não decepciona nesse quesito.

Lançado no Brasil em 7 de agosto de 2025 pela Warner Bros. Pictures e em Portugal pela Cinemundo, o filme mergulha em um terror psicológico que combina desaparecimentos inexplicáveis, conflitos sociais e traumas familiares, elementos que dão ao filme uma tensão contínua e envolvente do início ao fim.

Um enredo perturbador e cheio de mistérios

A trama gira em torno de uma noite que transforma a vida de uma pequena comunidade da Flórida. Todas as crianças de uma mesma sala de aula desaparecem misteriosamente, exceto uma, e o desaparecimento ocorre exatamente no mesmo horário. A única criança que permanece é Alex Lilly, interpretado por Cary Christopher, cuja presença solitária intensifica ainda mais o mistério.

À medida que a comunidade lida com o desaparecimento, começam a surgir suspeitas, teorias e acusações que exploram não apenas o mistério central, mas também os aspectos sombrios da vida na cidade. Corrupção policial, traumas geracionais, abuso religioso e práticas de bruxaria surgem como camadas de um enredo que vai além do terror convencional, oferecendo ao espectador um estudo sobre o medo, a culpa e a desconfiança.

Zach Cregger, em entrevistas recentes, afirmou que se inspirou em filmes de narrativa complexa, como Magnólia (1999), na construção das múltiplas histórias que se entrelaçam ao longo do filme. A intenção era criar uma sensação de desconforto constante, fazendo com que cada personagem carregue seu próprio mistério e suas motivações ocultas, deixando o público sempre em dúvida sobre quem está envolvido nos acontecimentos.

Elenco de peso e personagens marcantes

Um dos grandes destaques de A Hora do Mal é, sem dúvida, o elenco estelar. Josh Brolin assume o papel de Archer Graff, pai de Matthew, uma das crianças desaparecidas, e traz à tela a tensão de um pai desesperado, disposto a enfrentar qualquer obstáculo para encontrar o filho. Julia Garner interpreta Justine Gandy, professora da turma desaparecida, cuja luta para compreender o que aconteceu se torna o fio condutor do suspense.

O policial Paul Morgan, vivido por Alden Ehrenreich, apresenta uma relação complicada com Justine, trazendo à trama dilemas éticos e pessoais que refletem a dificuldade de lidar com uma situação que desafia a lógica. Outros personagens, como Anthony (Austin Abrams), um viciado e ladrão, e Andrew Marcus (Benedict Wong), diretor da escola, enriquecem o enredo com conflitos próprios, revelando que nem tudo é o que parece.

A atriz Amy Madigan interpreta Gladys Lilly, tia de Alex, e acrescenta camadas emocionais ao filme, mostrando como o desaparecimento das crianças impacta não apenas os pais, mas toda a rede familiar. A presença de June Diane Raphael, Toby Huss e outros talentos confirma a aposta da produção em um elenco que consegue equilibrar terror psicológico e drama humano, tornando a história ainda mais verossímil.

Produção e bastidores

O roteiro do filme chamou atenção ainda antes da produção. Em janeiro de 2023, Zach Cregger colocou seu projeto no mercado e rapidamente gerou uma guerra de lances envolvendo Universal Pictures, Netflix, TriStar Pictures e New Line Cinema. A disputa mostrou que a indústria estava interessada em histórias originais de terror com potencial de impacto. No final, a New Line Cinema garantiu os direitos, oferecendo a Cregger um contrato de oito dígitos para escrever e dirigir o longa, além de garantir sua participação no corte final do filme e um lançamento nos cinemas, condicionado às reações em exibições teste.

Originalmente, Pedro Pascal e Renate Reinsve foram escalados como protagonistas, mas conflitos de agenda com a produção de The Fantastic Four levaram Pascal a deixar o projeto em fevereiro de 2024. Josh Brolin entrou em negociações logo em seguida e assumiu o papel principal, trazendo uma presença imponente à tela. Julia Garner e Alden Ehrenreich foram confirmados no elenco em abril de 2024, enquanto outros nomes importantes se juntaram ao projeto nos meses seguintes, garantindo uma mistura equilibrada de experiência e talento jovem.

Recepção do filme

Críticos destacam que, além do suspense, o filme oferece uma construção narrativa inteligente, personagens complexos e um ritmo que mantém a tensão sem recorrer a clichês do gênero. A combinação de terror psicológico, drama familiar e elementos sobrenaturais torna a experiência cinematográfica envolvente, capaz de provocar tanto medo quanto reflexão.

A Warner Bros. Pictures aposta que o boca a boca ajudará a consolidar o sucesso do longa, especialmente considerando que o público jovem, adulto e fãs de suspense estão cada vez mais interessados em histórias originais que misturam gêneros.

James Gunn revela primeiro roteiro da sequência de Superman

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Enquanto o novo Superman ainda chama atenção dos fãs nas salas do cinema, James Gunn já mira no futuro do herói. O diretor revelou recentemente que concluiu o tratamento – um esboço detalhado do roteiro – para a sequência da saga que dará continuidade à história iniciada com o novo filme do Homem de Aço. Embora o diretor ainda mantenha em segredo os detalhes específicos do próximo longa-metragem, ele garante que a narrativa será uma evolução direta da trama atual, aprofundando personagens, relações e desafios inéditos para Clark Kent e a Liga da Justiça.

Segundo Gunn, o tratamento está “muito bem estruturado”, com arcos claros para todos os personagens principais. Ele comentou que David Corenswet, que interpreta Superman, sabe que fará parte da sequência, mas ainda não conhece o conteúdo completo do roteiro. “Ele sabe que faz parte disso, mas não sabe exatamente o que é”, explicou Gunn em entrevista ao Omelete, mostrando como o planejamento da nova fase do DCU combina surpresa, estratégia narrativa e desenvolvimento gradual da mitologia do personagem.

David Zaslav, CEO da Warner Bros. Discovery, reforçou a visão do diretor ao confirmar que Gunn estará à frente do próximo capítulo da Super-Família, garantindo coesão e continuidade. O planejamento meticuloso busca criar um universo interligado, em que cada filme se conecta ao anterior, mas também pode ser apreciado isoladamente, algo que a Warner pretende consolidar como marca do novo DCU.

O anúncio da sequência chega pouco depois do sucesso de Superman, lançado em 11 de julho, e estrelado por David Corenswet, Rachel Brosnahan e Nicholas Hoult. O longa-metragem marca o início do Capítulo 1: Deuses e Monstros, encerrando a fase do Universo Estendido DC (DCEU) que perdurou entre 2013 e 2023, e abrindo uma nova era de narrativas conectadas, emocionantes e contemporâneas.

Um Superman jovem e humano

Diferente das versões anteriores, o filme apresenta Clark Kent com 25 anos, três anos após iniciar sua carreira como herói. O filme explora sua vida como repórter em Metrópolis e os desafios de manter sua identidade secreta enquanto protege a humanidade. David Corenswet entrega uma performance que combina força física e sensibilidade emocional, mostrando um herói jovem, porém confiante, e ao mesmo tempo vulnerável, diante das pressões de um mundo que espera perfeição dele.

A trama se inicia com Clark intervindo em um conflito internacional entre Borávia, aliada dos Estados Unidos, e seu país vizinho, Jarhanpur. O bilionário Lex Luthor manipula os acontecimentos nos bastidores, usando um clone chamado Ultraman para incriminar Superman, o que desencadeia uma série de eventos que colocam o herói em uma posição delicada diante da opinião pública. Ferido e emocionalmente abalado, Superman recua para a Fortaleza da Solidão, apenas para descobrir que Luthor roubou mensagens deixadas por seus pais kryptonianos e as distorceu para parecer que Kal-El planejava dominar a Terra.

Essa abordagem mostra uma versão do herói mais complexa do que muitas anteriores, explorando não apenas a força física de Superman, mas também sua ética, vulnerabilidade emocional e responsabilidade moral. Ao enfrentar a manipulação de Luthor e a hostilidade do público, Clark é forçado a se reinventar, reafirmando valores de coragem, altruísmo e integridade que definem o personagem.

Rachel Brosnahan assume o papel de Lois Lane com uma abordagem moderna e empoderada. Sua versão da jornalista não é apenas interesse amoroso ou espectadora da ação; Lois é protagonista, investigativa e parte fundamental na resolução da trama. Ela trabalha para expor os planos de Luthor, ajudando Superman a limpar seu nome e garantindo que a verdade venha à tona.

A parceria entre Clark e Lois é apresentada de forma profunda e colaborativa. Eles compartilham confiança mútua e um vínculo que vai além do romance, mostrando que a heroína tem papel ativo na narrativa, influenciando diretamente o desenrolar dos acontecimentos. Essa abordagem respeita a tradição das HQs, mas adiciona nuances contemporâneas, refletindo uma sociedade mais consciente sobre representatividade e protagonismo feminino.

Nicholas Hoult entrega uma interpretação de Lex Luthor intensa e sofisticada. O vilão do novo DCU é astuto, carismático e, ao mesmo tempo, ameaçador. Luthor não se limita a planos de dominação; ele manipula emoções, eventos globais e a opinião pública, tornando Superman alvo de desconfiança e questionamento ético.

A escolha de Hoult se mostrou acertada por Gunn, que buscava um antagonista com presença física e capacidade de criar tensão real, sem perder a complexidade emocional. Lex Luthor do DCU não é apenas rival físico do herói; ele representa um desafio moral e intelectual, questionando as decisões e princípios de Clark Kent, e tornando a narrativa mais densa e envolvente.

A Liga da Justiça e novos aliados

O filme apresenta vários novos membros da Liga da Justiça, expandindo o universo de forma orgânica e preparando o terreno para futuras produções. Entre eles estão Kendra Saunders / Mulher-Gavião (Isabela Merced), Guy Gardner / Lanterna Verde (Nathan Fillion), Michael Holt / Senhor Incrível (Edi Gathegi) e Rex Mason / Metamorfo (Anthony Carrigan). Essa diversidade de personagens cria oportunidades para explorar diferentes tipos de conflitos, alianças e dinâmicas de equipe, ao mesmo tempo em que fortalece o papel de Superman como líder moral da Liga.

A interação entre os heróis vai além da ação e do combate: há diálogos que exploram dilemas éticos, o valor da confiança e a importância de trabalhar em equipe. A narrativa consegue equilibrar momentos de leveza, tensão e heroísmo, proporcionando uma experiência completa para o público, tanto veterano dos quadrinhos quanto novos espectadores.

A visão de Gunn para o Homem de Aço

James assumiu o comando criativo após se tornar co-CEO da DC Studios em novembro de 2022. Desde então, ele se concentrou em criar uma versão de Superman que respeitasse o legado do personagem, mas que também refletisse a modernidade e os dilemas contemporâneos. Gunn enfatizou que a prioridade era desenvolver uma narrativa que fosse acessível, emocionalmente rica e que pudesse servir como base sólida para todo o DCU.

David Corenswet passou por uma rigorosa transformação física para interpretar Superman, sob orientação do especialista em fitness Paolo Masciti. A intenção era refletir um herói que fosse imponente, mas também jovem e em início de carreira, equilibrando força, agilidade e presença cênica.

A inspiração principal veio da HQ All-Star Superman (2005–2008) de Grant Morrison e Frank Quitely, mas Gunn também incorporou elementos de Superman for All Seasons (1998), criando um equilíbrio entre nostalgia e inovação. Assim, a narrativa consegue manter a essência clássica do personagem, enquanto adiciona elementos inéditos e complexos, que dialogam com o público moderno.

Filmagens e cenografia

As filmagens ocorreram entre março e julho de 2024, inicialmente no Trilith Studios em Atlanta, e depois em locações de Ohio. A direção de fotografia de Henry Braham trouxe estética vibrante, equilibrando cenas grandiosas de ação com momentos mais íntimos, como as interações de Clark com seus pais adotivos na fazenda Kent ou reflexões na Fortaleza da Solidão.

A cenografia combina elementos futuristas da tecnologia kryptoniana com a estética urbana de Metrópolis, criando contraste entre a origem alienígena do herói e sua vida terrestre. Essa fusão visual reforça a narrativa, mostrando tanto a grandiosidade quanto a humanidade do Superman.

Recepção crítica e pública

Desde a estreia no TCL Chinese Theater, o Homem de Aço recebeu elogios de críticos e público. A narrativa equilibrada, que combina ação, drama e humor, foi destacada, assim como o desenvolvimento de personagens complexos e relacionáveis. David Corenswet e Rachel Brosnahan foram particularmente elogiados pela profundidade emocional de suas performances, enquanto Nicholas Hoult conquistou reconhecimento pela interpretação de um vilão multifacetado e intimidador.

Críticos também destacaram a reinvenção do vilão Lex Luthor e a introdução de novos membros da Liga da Justiça, apontando que o filme consegue equilibrar nostalgia, inovação e construção de universos, preparando o terreno para futuras histórias do DCU.

O futuro do DCU

O tratamento de Gunn para a sequência indica que o DCU continuará com arcos conectados, desenvolvendo a Super-Família e seus aliados de maneira planejada. David Corenswet deve retornar como Superman, consolidando sua presença na franquia, enquanto novos personagens e vilões são aguardados para enriquecer o universo cinematográfico. Com o recente lançamento, James Gunn e Peter Safran estabelecem um novo padrão para os filmes da DC, mostrando que é possível atualizar personagens clássicos sem perder sua essência, equilibrando ação, emoção, representatividade e continuidade narrativa.

Trailer de Coração de Lutador – The Smashing Machine revela a intensa vida de Mark Kerr

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A Diamond Films divulgou o trailer oficial de Coração de Lutador – The Smashing Machine, aguardado longa estrelado por Dwayne “The Rock” Johnson e Emily Blunt, com estreia marcada para 2 de outubro em todos os cinemas do Brasil. Dirigido por Benny Safdie, vencedor do Leão de Prata no Festival de Veneza e conhecido por produções intensas como Joias Brutas e Bom Comportamento, o filme acompanha a trajetória do lendário lutador de MMA Mark Kerr, também conhecido como “The Smashing Machine”. A prévia já revela o tom visceral da produção, misturando cenas de combates extremos com momentos de tensão emocional e vulnerabilidade, mostrando não apenas o campeão invencível no octógono, mas o homem por trás do mito, lidando com vícios, crises e dilemas pessoais profundos.

O longa é resultado de uma parceria criativa entre Kerr e Safdie, que assinam o roteiro juntos, garantindo fidelidade às experiências reais vividas pelo lutador. A narrativa explora a dualidade do atleta: por um lado, vitórias históricas, troféus e reconhecimento; por outro, o desgaste físico e emocional, o vício em analgésicos e os conflitos em seus relacionamentos. O trailer enfatiza essa tensão, alternando momentos de conquista com sequências dramáticas que revelam a complexidade de sua vida, aproximando o público da experiência humana de Kerr, além de sua carreira esportiva.

Uma carreira marcada por glórias e desafios

Mark Kerr se destacou como um dos principais nomes do MMA nas décadas de 1990 e 2000, colecionando vitórias e construindo uma reputação de força e técnica incomparáveis. Apesar disso, sua trajetória pessoal foi marcada por altos e baixos intensos, que incluíram dependência química, conflitos familiares e pressão constante do esporte de alto impacto. Coração de Lutador – The Smashing Machine retrata essa dualidade, mostrando que os desafios enfrentados dentro do ringue são apenas parte da história. O trailer evidencia essas camadas, oferecendo ao público um retrato fiel da vida de um atleta que precisa lidar tanto com adversários quanto com os limites de seu próprio corpo e mente.

O filme se inspira diretamente no documentário da HBO The Smashing Machine: The Life and Times of Extreme Fighter Mark Kerr (2002), dirigido por John Hyams. A obra original chocou o público por sua honestidade brutal, mostrando Kerr vulnerável e lutando contra vícios em analgésicos enquanto mantinha a aparência de super-herói. Safdie traduziu esses elementos para a narrativa cinematográfica, equilibrando cenas de ação intensas com drama humano profundo. Momentos-chave do documentário, como o uso de opioides, a overdose no quarto de hotel e a relação conturbada com Dawn Staples, são refletidos no filme e aparecem de forma impactante no trailer, reforçando a dimensão emocional da história.

Elenco que une Hollywood e MMA

Além de Dwayne Johnson, que se transforma física e emocionalmente para interpretar Kerr, o filme conta com Emily Blunt como Dawn Staples, parceira do lutador, cuja relação intensa e conturbada é central para a narrativa. O longa também inclui nomes do MMA real, como Roberto “Cyborg” Abreu, Ryan Bader e Igor Vovchanchyn, interpretando adversários históricos do próprio Kerr. Essa combinação de atores e atletas profissionais garante autenticidade às cenas de luta, tornando cada confronto visualmente impressionante e emocionalmente crível.

O trailer apresenta essas interações de forma impactante: vemos Kerr enfrentando rivais, treinando exaustivamente e lidando com crises emocionais, ao mesmo tempo em que sua vida pessoal se desenrola de forma complexa. Essa abordagem permite que o público entenda a profundidade do desafio enfrentado pelo lutador, mostrando que o verdadeiro combate vai além do octógono.

Direção, roteiro e autenticidade narrativa

Benny Safdie imprime ao longa um ritmo intenso e visceral, característico de seu trabalho, enquanto o roteiro, coescrito com Kerr, mantém a veracidade da história. O filme não é apenas uma narrativa biográfica sobre vitórias esportivas, mas uma exploração do preço da fama, do vício e das pressões de um atleta de elite. O trailer destaca esses elementos ao mostrar Kerr em momentos de triunfo e queda, revelando o peso emocional que acompanha uma carreira de sucesso no MMA.

Dwayne Johnson, cuja carreira já é marcada por personagens fortes, se entrega totalmente ao papel, equilibrando ação física com vulnerabilidade emocional. Emily Blunt também se destaca, trazendo intensidade e complexidade ao papel de Dawn Staples, retratando a co-dependência e os conflitos que moldam a vida de Kerr. A fidelidade aos eventos históricos e a presença de lutadores profissionais no elenco elevam ainda mais a autenticidade da narrativa, tornando o longa uma experiência imersiva tanto para fãs de MMA quanto para o público geral.

O Refúgio Atômico | Novo thriller dos criadores de La Casa de Papel ganha trailer e data de estreia na Netflix

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A Netflix acaba de levantar ainda mais expectativas entre os fãs de suspense e dramas sofisticados ao divulgar o primeiro trailer de O Refúgio Atômico, nova série criada por Álex Pina e Esther Martínez Lobato, nomes consagrados por trás de sucessos mundiais como La Casa de Papel, Berlim e Sky Rojo. Com uma premissa que mistura tensão, intrigas e luxo extremo, a produção promete transformar o conceito de isolamento em uma experiência eletrizante para os espectadores. Abaixo, confira o vídeo:

A trama se passa em um futuro próximo marcado por crises globais e um clima de constante instabilidade. Enquanto o mundo exterior enfrenta um colapso iminente, um grupo de bilionários decide se isolar em um bunker de luxo, projetado para oferecer conforto absoluto, segurança máxima e anonimato completo. Mas o que poderia ser um refúgio seguro rapidamente se transforma em uma armadilha emocional e psicológica.

A assinatura de Álex Pina e Esther Martínez Lobato

Álex Pina e Esther Martínez Lobato são nomes que carregam peso dentro do universo das séries espanholas e internacionais. Com La Casa de Papel, eles conquistaram uma audiência global, transformando uma história de assalto em um fenômeno cultural que misturava ação, estratégia e dramas humanos intensos. Já com Berlim e Sky Rojo, exploraram temas de sobrevivência, relações complexas e confrontos extremos entre personagens em situações-limite.

Agora, em O Refúgio Atômico, Pina e Martínez Lobato se propõem a explorar a natureza humana quando confrontada com medo, isolamento e poder. A dupla não apenas assina a criação da série, mas também atuará como showrunners, garantindo que sua visão e assinatura narrativa estejam presentes em cada detalhe da produção.

Um elenco talentoso e diversificado

O elenco reúne uma combinação de atores renomados e talentos em ascensão, capazes de dar vida a personagens multifacetados e emocionalmente complexos. Entre os nomes confirmados estão Miren Ibarguren, conhecida por sua versatilidade em papéis cômicos e dramáticos, trazendo profundidade e carisma à narrativa; Joaquín Furriel, ator argentino que se destaca pela intensidade e nuances em seus personagens; e Natalia Verbeke, cuja experiência em produções espanholas e argentinas promete adicionar camadas de sofisticação à trama.

Além deles, Carlos Santos, Montse Guallar, Pau Simon, Alicia Falcó, Agustina Bisio e Álex Villazán completam o elenco, cada um pronto para construir um universo de personagens onde confiança e traição caminham lado a lado. A escolha do elenco indica que a série vai além do espetáculo visual, priorizando a construção de personagens ricos, capazes de gerar empatia e tensão simultaneamente.

Entre suspense psicológico e intrigas de poder

O grande trunfo da série está na combinação de suspense psicológico com intrigas de poder. Diferente de produções que focam apenas na ação externa, o drama central se desenrola dentro de um espaço fechado – o bunker – onde as limitações físicas ampliam o conflito interno de cada personagem.

O trailer mostra momentos de tensão intensa: discussões acaloradas, segredos revelados, e a constante sensação de que ninguém está realmente seguro. Esse clima de paranoia, aliado a uma direção de fotografia sofisticada, cria um ambiente em que o luxo do isolamento contrasta com o terror emocional que habita os personagens. O resultado é um thriller moderno, que explora as profundezas da psicologia humana em situações extremas.

Quando chega na Netflix?

Para quem não vê a hora de conferir essa nova produção, a boa notícia é que a espera será curta. O Refúgio Atômico estreia em 19 de setembro, exclusivamente na Netflix. Com oito episódios planejados, a série promete entregar uma experiência completa de suspense e drama, mantendo a assinatura dos criadores que conquistaram o público mundial com suas obras anteriores.

Resumo da novela Terra Nostra de hoje (17) – Gumercindo impõe casamento e Juliana aceita se unir a Marco Antônio

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No capítulo de Terra Nostra que vai ao ar nesta quarta-feira, 17 de setembro, Matheu implora que Rosana diga a verdade sobre a noite em que passaram juntos, mas ela insiste em sustentar a versão de que os dois fizeram amor e, sem esconder os sentimentos, declara-se apaixonada. Diante da pressão, o rapaz fica sem saída quando Gumercindo o coloca contra a parede: ou se casa com a filha ou paga com a própria vida. Enquanto isso, Augusto e Angélica se conhecem e demonstram imediata simpatia um pelo outro, despertando um clima de afinidade inesperado. A situação se complica ainda mais quando Altino, ao saber que Gumercindo pretende casar as duas filhas no mesmo dia, reage indignado e afirma que não aceita dividir a festa de seu filho com a de um italiano.

Janete, ansiosa por unir Juliana ao verdadeiro amor, pede ao agenciador que leve a jovem ao encontro de Matheu, mas o marido é inflexível e só admite a possibilidade se o próprio rapaz vier buscá-la. Já Augusto, envolvido em sua paixão por Paola, promete que a levará consigo para a capital da província assim que os dois se casarem. No entanto, Anacleto flagra o casal trocando beijos e, tomado pela fúria, exige uma explicação imediata. Paola e Augusto, acuados, juram que nada houve e reforçam que o advogado já está comprometido com outra mulher, numa tentativa desesperada de abafar o escândalo.

Enquanto isso, Francesco conquista Marco Antônio e o convence a ingressar em sua casa bancária, dando início a uma nova parceria promissora. No mesmo instante, um agente enviado por ele chega à propriedade de Gumercindo, trazendo novidades que prometem abalar os rumos da família.

A tensão cresce quando o fazendeiro descobre que Juliana está grávida de Matheu. Sem piedade, ele afirma que o italiano não está mais na fazenda, pois fugiu. Rosana, abalada com a revelação, teme perder espaço e inventa que também espera um filho, tentando garantir sua posição. Marco Antônio, por sua vez, recebe com euforia a notícia de que Matheu embarcou para a Argentina, vendo o caminho livre para conquistar Juliana. Sem forças diante de tantas pressões e arrasada com a suposta partida do amado, a jovem acaba cedendo: decide aceitar o casamento com Marco Antônio, mas apenas após o nascimento de seu filho.

O que vai rolar nos próximos capítulos de Terra Nostra?

Janete não aceita a decisão de Marco Antônio em unir-se a Juliana e insiste em contestar o rumo dos acontecimentos. Leonora informa à patroa que os italianos planejam uma grande festa na colônia para celebrar os noivos no mesmo dia do casamento, aumentando ainda mais a tensão. Matheu, desesperado, pede novamente que Rosana conte a verdade aos pais, mas diante da recusa, deixa claro que jamais será capaz de amá-la. Enquanto isso, Marco Antônio entrega uma aliança a Juliana e a convence a usá-la como prova de que já vivem como marido e mulher.

Augusto surpreende Angélica ao propor que os dois construam vida nova em São Paulo, o que desperta em Rosana um sentimento profundo de inveja. Maria do Socorro, cansada de fingir que não vê, cria coragem e confronta o marido a respeito de suas traições com Naná e outras negras da fazenda. Altino, em seus planos de ascensão, revela ao filho o projeto de comprar as terras de Francesco. Inquieto e envergonhado, Anacleto decide cobrar explicações de Altino, mas Augusto não esconde a verdade: admite ter desvirginado Paola.

A situação leva Altino e Anacleto a firmarem um pacto para resolver o destino de Paola e Augusto. Ao mesmo tempo, Gumercindo muda de postura com Matheu: permite que o rapaz deixe a senzala e passe a visitar Rosana de vez em quando, numa clara preparação para consolidar o casamento forçado. Marco Antônio, por sua vez, tenta impressionar Juliana levando-a a um restaurante luxuoso, onde confessa sua fama de mulherengo e gastador.

Ambicioso, Altino oferece a Anacleto um terço da fazenda que pretende comprar, além do cargo de administrador. Em troca, pede autorização para que Paola se torne concubina de Augusto, em um acordo que mistura negócios e moralidade. Janete, decidida a marcar território, impede Juliana de ajudar nos serviços de casa, tratando-a como senhora. Ao mesmo tempo, Francesco revela a Marco Antônio sua intenção de vender as terras que pertenceram aos sogros. Matheu, em mais uma tentativa de escapar do destino imposto, implora que Rosana reconsidere antes de se arrepender. Mas Altino segue adiante e vai até a casa de Francesco acompanhado de Augusto.

A venda da fazenda se concretiza. Pensando no futuro da filha, Altino decide registrar em nome de Paola as terras que prometera a Anacleto, garantindo-lhe segurança. Gumercindo e Maria do Socorro ficam espantados ao saber que Juliana já é tratada como esposa de Marco Antônio, e a reação inesperada do casal não passa despercebida por Augusto.

Enquanto isso, Angélica resiste em corresponder às investidas do noivo, recusando-se até mesmo a beijá-lo, o que desperta nele um fascínio pela sua pureza e inocência. Arrasado com a notícia de que Juliana já o esqueceu, Matheu decide se transformar, tentando seguir em frente. Paola, firme em sua decisão, comunica aos pais que vai viver em São Paulo com Augusto. Por fim, sem chances de escapar, Matheu e Rosana se casam na fazenda em uma cerimônia marcada pela austeridade e uma comemoração fria, que reflete mais a imposição do destino do que a celebração do amor.

The Great Flood | Netflix divulga trailer do aguardado filme de desastre sul-coreano

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O cinema sul-coreano se prepara para causar impacto no público internacional com The Great Flood, novo filme apocalíptico da Netflix, cujo primeiro trailer foi divulgado nesta quarta-feira, 17 de setembro de 2025. A produção promete entregar uma experiência intensa e envolvente, mostrando a luta desesperada de moradores de um complexo de apartamentos diante de uma enchente devastadora, capaz de mudar suas vidas para sempre.

O filme é dirigido e roteirizado por Kim Byung-woo, cineasta renomado por trabalhos como Zona Desmilitarizada, e marca mais uma investida da Coreia do Sul no gênero de desastre com toques de ficção científica. No centro da trama estão Kim Da-mi, conhecida por Garota em Chamas e Itaewon Class, e Park Hae-soo, de Round 6 e Carma, que interpretam Anna e Hee-jo, personagens que enfrentam desafios quase impossíveis enquanto tentam sobreviver à força implacável da natureza.

Além dos protagonistas, o elenco conta com Kim Kyu-na, Kim Byung-nam, Lee Dong-chan e Kim Su-kyung, atores que dão vida a moradores do prédio que precisam confrontar seus medos, tomar decisões rápidas e, acima de tudo, lutar pela própria sobrevivência. A química entre eles cria momentos de tensão e emoção, explorando a solidariedade, o medo e a coragem humanas em situações extremas.

Lançamento exclusivo na Netflix

Diferente de grandes produções que estreiam nos cinemas antes de chegar às plataformas de streaming, The Great Flood será uma produção exclusiva da Netflix, disponível diretamente para os assinantes a partir de 19 de dezembro de 2025. Antes disso, o filme terá sua estreia mundial no 30º Festival Internacional de Cinema de Busan, na seção Korean Cinema Today – Special Premiere, em 18 de setembro. A exibição no festival coloca o longa sob os holofotes do público e da crítica internacional, mostrando a força do cinema sul-coreano em contar histórias de heroísmo, drama e sobrevivência em cenários extremos.

Trama intensa e emocionante

A narrativa acompanha um prédio de apartamentos que se torna o epicentro de uma catástrofe global. À medida que a água sobe, moradores enfrentam momentos de desespero, medo e decisões que podem ser a diferença entre a vida e a morte. Em meio ao caos, Anna se destaca ao lutar para salvar uma criança, simbolizando esperança e resiliência diante da destruição. A história mistura ação, drama humano e efeitos visuais de última geração, garantindo uma experiência imersiva que explora tanto o impacto psicológico quanto físico de um desastre natural.

Produção e bastidores

O projeto começou a ganhar forma em junho de 2022, quando a produtora Fantasy Light iniciou negociações com a Netflix para a realização do longa. A confirmação oficial veio em agosto do mesmo ano, com roteiro de Kim Byung-woo e Han Ji-su. As filmagens ocorreram entre 1º de julho de 2022 e 5 de janeiro de 2023, envolvendo cenários elaborados e efeitos especiais realistas que recriam a devastação provocada por enchentes de grandes proporções.

Em entrevistas, Kim Byung-woo destacou que o objetivo do filme vai além do suspense e da ação: “Queremos mostrar que, mesmo diante do desastre, o que mantém as pessoas unidas são suas relações e sua coragem. O filme explora a humanidade das pessoas diante do caos”, afirmou o diretor.

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