Premonição 6: Laços de Sangue estreia nas plataformas digitais — celebre os 25 anos da franquia de terror que conquistou gerações!

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Se você é daqueles que vibra com susto na medida certa e ama reviver aquele clima nostálgico das franquias clássicas de terror, vai adorar essa: Premonição 6: Laços de Sangue já está disponível para assistir direto do seu sofá, no streaming ou no aluguel digital. E o melhor? Sem enrolação, anúncios ou precisar de assinatura. É só escolher, dar play e deixar o frio na espinha rolar à vontade — quantas vezes quiser, quando quiser.

A saga, que está completando 25 anos, voltou com tudo. Não é exagero dizer que este capítulo é o mais bombado de todos: já faturou mais de R$ 257 milhões no mundo e conquistou 92% de aprovação no Rotten Tomatoes — uma baita prova de que a franquia não perdeu a mão! Quem assina a direção são Zach Lipovsky e Adam B. Stein, que trouxeram uma história cheia de suspense e aquele mistério que a gente não consegue largar.

A protagonista Stefani (a ótima Kaitlyn Santa Juana) começa a ser atormentada por pesadelos sobre tragédias que ainda vão acontecer. Ela volta pra casa, busca a avó Iris (vivida por Gabrielle Rose e Brec Bassinger), que guarda um passado muito mais sombrio do que se imagina — e uma conexão perigosa com a própria Morte. A grande sacada do filme? A avó descobriu um jeito de burlar a Morte, ganhando tempo extra de vida — mas o preço disso é alto, envolve outras vidas. Agora, Stefani precisa entender essa maldição e tentar quebrar esse ciclo cruel antes que tudo desabe. Dá aquele frio na barriga só de pensar, né?

E tem mais um momento bem especial pra quem acompanha a franquia: essa é a última aparição do Bludworth, o personagem que virou símbolo da série — e que sempre apareceu para dar aquelas dicas macabras sobre o destino dos personagens. O ator Tony Todd, que deu vida a Bludworth, enfrentava uma doença grave durante as filmagens e infelizmente faleceu em 2024. Essa última participação dele é uma homenagem emocionante para quem é fã de carteirinha.

Pra quem curte conteúdo exclusivo, a Amazon Prime Video preparou uma surpresa que é um prato cheio: a Explore Page, uma mini página só do filme, com curiosidades, detalhes dos personagens, depoimentos dos atores e até 10 minutos de preview pra deixar aquele gostinho de “quero mais”.

Ou seja, se você já era fã, essa é a hora de se jogar. Se nunca viu nenhum dos filmes, agora não tem desculpa para perder: assista onde quiser, como quiser, e sem frescura. Pode ser no Prime Video, Claro TV+, YouTube, Apple TV, Vivo Play ou Microsoft, pagando só uma vez, sem aquela burocracia de assinatura mensal. E pra quem escolher a Claro TV+, tem ainda o bônus O Legado de Bludworth — um conteúdo extra lindo que celebra a carreira do ator Tony Todd.

Então, bora preparar a pipoca, apagar as luzes e se preparar para uma maratona que vai mexer com sua mente e seu coração? Premonição 6: Laços de Sangue tá aí, pronta pra deixar sua noite mais intensa — só depende de você dar play.

“Emmanuelle” estreia nos cinemas com nova pele, nova voz — e o mesmo desejo de liberdade

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Há personagens que atravessam décadas sem pedir licença. Emmanuelle é uma delas. Mas, se um dia foi símbolo do desejo moldado pelo olhar masculino, agora ela volta para contar a própria história — com voz firme, corpo livre e olhos bem abertos.

Sob direção da premiada Audrey Diwan (O Acontecimento), o novo “Emmanuelle” não é um remake. É um reposicionamento. Uma reconstrução. Uma mulher em trânsito — entre países, vontades e fronteiras — que decide que o prazer não é mais um lugar para onde ela é levada, mas um território que ela mesma ocupa.

Um novo olhar, um corpo em movimento

Interpretada com intensidade por Noémie Merlant (Retrato de Uma Jovem em Chamas), Emmanuelle aterrissa em Hong Kong para uma missão de negócios, mas o roteiro logo se desfaz. No lugar de metas e contratos, ela encontra Kei — um homem que a intriga, escapa e provoca. O que se desenha a partir daí é menos uma história de amor e mais uma travessia íntima: entre o controle e o abandono, o poder e o prazer, o desejo e a descoberta de si.

Com Naomi Watts, Will Sharpe e Jamie Campbell Bower no elenco, o filme não se apressa. Ele observa. Escuta o silêncio, o suor, o olhar. Cada cena carrega tensão, mistério e uma sensualidade que não grita — apenas arde.

O desejo não é mais o mesmo. Emmanuelle também não.

Audrey Diwan transforma o erotismo em linguagem política. Ao invés de corpos disponíveis, corpos conscientes. Ao invés de cenas decorativas, experiências sensoriais. O que Emmanuelle propõe é um erotismo que pertence — e não que se exibe. Um jogo em que só entra quem entende que o prazer é também narrativa, autoria, presença.

🎬 Já em cartaz nos cinemas. E se você procura o inesperado, a sessão certa já começou:

🔥 Brasília
Cine Cultura Liberty Mall | Cinesystem Brasília

🔥 Belo Horizonte
Cineart Ponteio | Minas Tênis Clube

🔥 Curitiba
Cineplex Batel

🔥 Niterói
Reserva Cultural Niterói

🔥 Porto Alegre
Cinemateca Paulo Amorim | GNC Moinhos

🔥 Recife
Cinema da Fundação – Museu

🔥 Rio de Janeiro
Cinemark Downtown | Cinesystem Botafogo | Estação NET Gávea | Estação NET Rio

🔥 Salvador
Cine Metha Glauber Rocha | Saladearte Cine Paseo

🔥 Santos
Cineflix Santos

🔥 São José dos Campos
Cinemark Colinas

🔥 São Paulo
Cinesystem Frei Caneca | Espaço Petrobras de Cinema | REAG Belas Artes | Reserva Cultural

Caso Henry Borel, A Marca da Maldade | Nova série da Veja dá voz à dor e busca por justiça

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Estreou neste domingo (14), no canal Veja+, a série documental “Caso Henry Borel, A Marca da Maldade”, uma produção original da revista VEJA que lança um olhar firme, sensível e detalhado sobre uma das tragédias mais marcantes da história recente do Brasil. A cada semana, um novo episódio será exibido, sempre às segundas-feiras, oferecendo ao público uma jornada emocional e investigativa em torno da morte do menino Henry Borel, ocorrida em março de 2021.

Dividida em quatro episódios, a série busca mais do que elucidar um crime — ela propõe um exercício de memória e justiça. Ao reconstruir os acontecimentos que abalaram o país, a produção oferece espaço para a escuta e o acolhimento, principalmente do pai de Henry, Leniel Borel, que compartilha os últimos momentos com o filho e o impacto profundo que essa perda teve em sua vida.

Mais do que uma investigação, um memorial

Com narração do ator Raul Gazolla, que também perdeu tragicamente sua esposa Daniella Perez em 1992, a série ganha um tom íntimo, empático e honesto. A escolha de Gazolla reforça o cuidado da produção em contar essa história com respeito às vítimas e suas famílias.

O documentário mostra como a revista VEJA acompanhou o caso desde o início, realizando uma apuração extensa, ouvindo 23 fontes e reunindo documentos inéditos do processo. Mas o que realmente dá corpo à narrativa são os depoimentos — não só de especialistas, mas também de figuras públicas que conhecem, na pele, o peso de perder um filho de forma brutal. Glória Perez e Ana Carolina Oliveira (mãe de Isabella Nardoni) compartilham suas memórias em conversas que jamais soam como entrevistas, mas como confidências entre feridas que se reconhecem.

Kleber Mendonça Filho estreia em Toronto com “O Agente Secreto”, thriller político que conquista o mundo

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O cinema brasileiro volta a ocupar lugar de destaque no cenário internacional com O Agente Secreto, novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, que segue colhendo os frutos de uma trajetória de sucesso em grandes festivais pelo mundo. Após uma estreia arrebatadora em Cannes, onde venceu prêmios de Melhor Direção, Melhor Ator, o FIPRESCI da crítica e o “Art et Essai” da AFCAE, o longa acaba de ter confirmada sua première no Festival Internacional de Cinema de Toronto, um dos eventos mais prestigiados da América do Norte.

O filme faz parte da cobiçada seleção Special Presentations, onde divide espaço com obras de mestres do cinema mundial, como Jafar Panahi, Guillermo del Toro e Richard Linklater. A 50ª edição do TIFF (Toronto International Film Festival) acontece entre 4 e 14 de setembro, e marca mais uma etapa da consagração internacional do novo projeto do diretor pernambucano.

“Estou muito contente. Já estive em Toronto com Aquarius, Bacurau e Retratos Fantasmas, e esse anúncio é apenas o primeiro de uma longa lista de festivais importantes na América do Norte”, declarou Kleber.

Thriller político ambientado no Recife de 1977

Ambientado em um Brasil mergulhado em vigilância, paranoia e contradições, O Agente Secreto transporta o público para o Recife de 1977, onde acompanhamos a jornada de Marcelo (interpretado por Wagner Moura), um especialista em tecnologia que tenta se esconder do próprio passado. Ao retornar à cidade natal em busca de paz, ele descobre que a capital pernambucana, em plena ditadura, está longe de ser um abrigo seguro.

O longa mergulha nas engrenagens da repressão política com uma tensão crescente e um cuidado estético já característico das obras de Mendonça Filho. O diretor — que também assina o roteiro — constrói um thriller com ecos de cinema de espionagem e cinema autoral latino-americano, com atmosfera densa, silenciosa e explosiva.

Estrelado por Wagner Moura e um elenco de peso

Além da atuação poderosa de Wagner Moura, premiada em Cannes, o elenco reúne alguns dos nomes mais respeitados do audiovisual brasileiro: Maria Fernanda Cândido, Gabriel Leone, Carlos Francisco, Hermila Guedes, Alice Carvalho, Roberto Diogenes, entre outros.

Cada um dos personagens funciona como peça fundamental de uma rede de segredos, conspirações e relações corrompidas entre tecnologia, política e sobrevivência pessoal. O trabalho de elenco é afinado e sensível, com destaque para a construção das tensões interpessoais que alimentam a atmosfera opressiva do filme.

Reconhecimento em Portugal, Polônia, Austrália e França

Antes mesmo de sua estreia no Brasil, O Agente Secreto já conquistou plateias em diferentes continentes. O longa teve sessões esgotadas em Portugal, onde as sete pré-estreias lotaram rapidamente. Também passou por eventos importantes como o Festival de Cinema de Sydney, na Austrália, e o New Horizons, na Polônia. Em Paris, o filme foi exibido ao ar livre nos jardins do Museu do Louvre, dentro da programação do Cinéma Paradiso Louvre — um feito raro para um filme latino-americano.

Esses eventos não só consolidam a reputação internacional de Kleber como um dos maiores autores do cinema contemporâneo, como também posicionam O Agente Secreto como uma das produções brasileiras mais comentadas e promissoras do ano.

Estreia no Brasil e distribuição global

Com lançamento comercial marcado para 6 de novembro nos cinemas brasileiros, O Agente Secreto terá também uma série de sessões especiais no país durante os meses de setembro e outubro. A expectativa é que essas pré-estreias estimulem o debate e consolidem o filme como um evento cinematográfico nacional.

Internacionalmente, o longa será lançado em 94 países de quatro continentes. A distribuição nos Estados Unidos e Canadá será feita pela NEON, mesma responsável por Parasita e Titane, enquanto a MUBI assume a exibição no Reino Unido, Irlanda, Índia e em países da América Latina (com exceção do Brasil). Entre os territórios já confirmados estão China, México, Coreia do Sul, Grécia, Nova Zelândia, Finlândia, Alemanha e Índia, consolidando uma presença global rara para uma produção brasileira.

Coprodução internacional e DNA brasileiro

Apesar do alcance global, O Agente Secreto mantém raízes profundas no Brasil. O filme é uma coprodução entre a CinemaScópio (Brasil), MK Productions (França), Lemming Film (Holanda) e One Two Films (Alemanha). A produção é assinada por Emilie Lesclaux, parceira criativa de longa data de Kleber, com distribuição nacional pela Vitrine Filmes — que também lançou Bacurau e Retratos Fantasmas no Brasil.

A junção entre expertise técnica internacional e sensibilidade brasileira dá ao filme uma força estética única. A direção de fotografia, os planos longos, os sons ambientes e os silêncios carregados são recursos usados de maneira estratégica para amplificar a tensão e a crítica social — marcas registradas do cineasta.

Kleber Mendonça Filho: entre a crítica e o público

Com O Agente Secreto, Kleber Mendonça Filho consolida-se definitivamente como uma voz autoral com alcance global. De O Som ao Redor a Bacurau, passando por Aquarius e Retratos Fantasmas, sua filmografia sempre navegou entre o íntimo e o político, com atenção aguçada aos detalhes sociais e culturais do Brasil contemporâneo — e agora, histórico.

Seu novo filme mergulha mais profundamente na linguagem do suspense, explorando o passado ditatorial com a mesma coragem crítica e apuro técnico que o consagraram. Ao mesmo tempo, oferece uma experiência imersiva para o público, que não precisa conhecer o contexto histórico para se deixar levar pela tensão crescente e pelos dilemas éticos que o roteiro propõe.

Um novo marco do cinema brasileiro

O Agente Secreto é mais do que um filme: é um testemunho artístico sobre um tempo sombrio da história brasileira, narrado com potência cinematográfica, inteligência política e coragem estética. A estreia em Toronto e a recepção internacional consolidam a produção como um marco do cinema latino-americano em 2025.

Cinesystem oferece ingressos grátis para quadrigêmeos e descontos especiais para grupos inspirados no novo “Quarteto Fantástico”

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Na era das superproduções e experiências imersivas, a magia de ir ao cinema ganha contornos ainda mais surpreendentes quando a criatividade se une ao carinho por quem ama a sétima arte. E se depender da Cinesystem, um dos maiores circuitos de cinema do Brasil, o ato de assistir a um bom filme pode se transformar em uma ocasião inesquecível, divertida — e com aquele gostinho de economia que todo mundo adora.

Inspirada no aguardado “Quarteto Fantástico: Primeiros Passos”, que chega aos cinemas despertando nostalgia e expectativa nos fãs da Marvel, a rede preparou uma ação que une bom humor, afeto, família e, claro, pipoca. Durante os dias 24 a 30 de julho, quadrigêmeos que forem juntos ao cinema ganham ingressos totalmente gratuitos. E os benefícios não param por aí: grupos de quatro pessoas que forem aos cinemas vestindo ao menos uma peça de roupa igual — seja uma camiseta, um boné ou até meias combinando — garantem meia-entrada para todos os integrantes do quarteto.

A ideia é simples, mas poderosa: resgatar o prazer coletivo do cinema e reforçar que, quando estamos acompanhados de quem gostamos, a experiência fica ainda melhor. Seja com amigos, irmãos, casais ou aquele grupo que parece inseparável, a campanha valoriza a coletividade, o bom humor e o vínculo emocional com os heróis que marcaram gerações.

Promoção com identidade brasileira: da família à galera que se veste igual

É difícil não se encantar com a proposta da campanha. Em tempos em que a individualidade domina as relações e o consumo cultural muitas vezes acontece de forma isolada — via streaming, smartphones ou plataformas on demand —, uma ação que celebra o coletivo é, por si só, uma provocação poética.

“Nosso desejo é proporcionar momentos que realmente fiquem na memória dos nossos clientes”, comenta Samara Vilvert, gerente de Marketing da Cinesystem. “Mais do que apenas exibir filmes, queremos construir experiências que ultrapassem a tela. E, para isso, nada melhor do que envolver o público em ações que valorizam a convivência, a diversão e o lado lúdico do cinema.”

A ação contempla todos os multiplex da rede — com exceção das unidades Cinesystem Belas Artes Frei Caneca (SP) e Botafogo (RJ). Ou seja, quem está em cidades como São Luís, Maringá, Curitiba, São José dos Campos, Rio Branco e outros polos onde a rede atua, pode reunir o grupo e se jogar na aventura cinematográfica.

Pipoca, refrigerante e desconto: o combo perfeito da diversão

Quem for ao cinema entre os dias 24 e 30 de julho e participar da campanha ainda vai contar com uma vantagem extra. Além dos ingressos gratuitos (no caso dos quadrigêmeos) ou da meia-entrada (para quartetos vestidos com peças semelhantes), os grupos também ganham um desconto generoso de 40% no Combo Max Duplo — que inclui um balde de pipoca crocante e dois copões de refrigerante com 700ml cada.

O gesto, além de reforçar o senso de acolhimento, resgata a experiência completa de ir ao cinema: da chegada com cheirinho de pipoca até os minutos finais do filme, em que todo mundo sai comentando as cenas, teorias e surpresas. É uma forma de fazer com que o passeio ao cinema volte a ser um ritual coletivo, social, memorável.

Quarteto Fantástico: heróis, nostalgia e o poder do grupo

“Quarteto Fantástico: Primeiros Passos” marca um novo capítulo na trajetória dos icônicos personagens da Marvel — Reed Richards (Sr. Fantástico), Sue Storm (Mulher Invisível), Johnny Storm (Tocha Humana) e Ben Grimm (Coisa). A nova produção reimagina a origem da equipe com um olhar mais contemporâneo e emocional, enquanto presta homenagem às versões clássicas dos quadrinhos.

O filme resgata a essência da colaboração, da amizade e da superação conjunta — pilares que, curiosamente, também estão por trás da campanha promocional da Cinesystem. Afinal, os verdadeiros heróis do cotidiano também são aqueles amigos que topam combinar roupas para pagar menos, os irmãos que sempre dividem o refrigerante e os pais que não perdem uma estreia ao lado dos filhos.

Tradição em criatividade: o DNA irreverente da Cinesystem

Quem acompanha a trajetória da rede Cinesystem já sabe: campanhas criativas e ousadas fazem parte do repertório da empresa. Em 2024, por exemplo, a rede já havia surpreendido ao oferecer ingressos grátis para todas as mulheres chamadas Rebeca ou Beatriz, em comemoração às conquistas olímpicas de atletas com esses nomes.

Outra ação memorável ocorreu no Dia do Gaúcho, quando clientes que compareceram às sessões trajando pilcha ganharam entrada gratuita. No Halloween, o público foi incentivado a ir fantasiado, garantindo entrada em dobro. E a promoção C20, no G20, também se destacou: ingressos a R$ 20 para todos os clientes durante a semana da conferência internacional.

Mais recentemente, a rede realizou a inusitada ação do “Cãosplay”, em que cães fantasiados como o Krypto, o cão do Superman, disputaram o prêmio de um ano de cinema grátis para seus donos. O vencedor foi escolhido nas redes sociais da Cinesystem, em uma campanha que viralizou pela ternura, criatividade e engajamento.

Cinema como ponto de encontro: um espaço para todos

No mundo frenético e, muitas vezes, solitário em que vivemos, o cinema permanece como um dos poucos lugares onde o coletivo ainda importa. Ver um filme ao lado de outras pessoas, dividir risadas, lágrimas e sustos, cria uma conexão poderosa — quase mágica. A campanha do “Quarteto Fantástico” da Cinesystem reforça justamente isso: que a sala escura é também um lugar de afeto, de reencontro, de partilha.

E, ao convidar o público a ir em grupo, a vestir roupas iguais e a se divertir com a ideia de ser “um quarteto fantástico da vida real”, a rede promove não apenas uma ação de marketing, mas um gesto de reencontro com a própria natureza do cinema: a de juntar as pessoas, emocionar e inspirar.

Como participar da campanha?

Para participar, basta seguir algumas orientações simples:

  • Quadrigêmeos precisam ir juntos à bilheteria de qualquer cinema Cinesystem participante e apresentar documentos de identificação que comprovem o parentesco. Cada um deles terá direito a ingresso gratuito.
  • Grupos de quatro pessoas, que podem ser amigos, parentes ou casais, precisam vestir ao menos uma peça de roupa igual (camiseta, boné, blusa, etc.). O grupo, então, receberá o benefício da meia-entrada para todos, mesmo que não possuam carteirinha de estudante ou outros documentos normalmente exigidos.
  • A promoção é válida para qualquer filme em cartaz, não apenas o “Quarteto Fantástico”, e está disponível entre os dias 24 e 30 de julho. O desconto de 40% no Combo Max Duplo também é automático, mediante a participação na campanha.

A programação completa dos filmes está disponível no site oficial da Cinesystem: www.cinesystem.com.br.

Quarteto Fantástico ganha linha Funko exclusiva no Brasil – Candide lança coleção oficial do novo filme da Marvel Studios

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O universo Marvel nunca para de se reinventar — e agora, com o lançamento mundial de Quarteto Fantástico: Primeiros Passos, a magia dos quadrinhos e do cinema se materializa também nas prateleiras brasileiras. A Candide, distribuidora oficial da Funko no país, acaba de lançar com exclusividade uma nova coleção de bonecos Pop! inspirada no mais novo filme da equipe icônica de super-heróis. E o Brasil é o primeiro país fora dos Estados Unidos a receber a linha completa nas lojas.

A coleção traz versões inéditas e extremamente detalhadas dos quatro integrantes do Quarteto — Sr. Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa — além de personagens que roubam a cena no novo longa, como a Surfista Prateada (em sua nova versão feminina, Shalla-Bal) e o imponente vilão Galactus. A linha é um deleite visual para fãs e colecionadores e reflete o estilo retrô-futurista do longa, que presta homenagem aos anos 1960 com uma estética moderna e sofisticada.

“Estamos muito empolgados com essa coleção. É a primeira vez que uma linha Funko de um lançamento da Marvel Studios chega com tamanha exclusividade ao Brasil”, afirma Igor Maia, gerente de marketing da Candide. “Sabemos da paixão dos brasileiros por colecionáveis e super-heróis, então trabalhamos para garantir essa distribuição exclusiva, antecipando tendências e ampliando o acesso a produtos de altíssima qualidade.”

Um novo capítulo para heróis consagrados

Lançado oficialmente nos cinemas em 25 de julho de 2025, Quarteto Fantástico: Primeiros Passos marca a estreia do supergrupo no Universo Cinematográfico Marvel (MCU) em sua versão definitiva. Dirigido por Matt Shakman (de WandaVision), o filme introduz o time em uma realidade alternativa da Marvel, conhecida como Terra-828, e traz um elenco estelar: Pedro Pascal como Reed Richards (Sr. Fantástico), Vanessa Kirby como Sue Storm (Mulher Invisível), Joseph Quinn como Johnny Storm (Tocha Humana) e Ebon Moss-Bachrach como Ben Grimm (o Coisa).

A trama é carregada de emoções, dilemas éticos e temas cósmicos. Com Sue Storm grávida e uma ameaça iminente pairando sobre a Terra, a equipe precisa enfrentar Galactus, o devorador de mundos, enquanto lida com decisões impossíveis. No centro do conflito está o recém-nascido Franklin Richards, cujo poder latente é cobiçado pelo próprio Galactus. Em meio a batalhas interplanetárias, sacrifícios e reviravoltas dramáticas, o filme se consolida como um dos lançamentos mais impactantes da Fase Seis do MCU.

Da telona para a estante

A linha de Funkos lançada pela Candide reflete cada nuance do visual dos personagens no longa. Cada boneco Pop! é produzido com atenção aos mínimos detalhes — desde o uniforme clássico retrabalhado com tecnologia e design futurista até as expressões e poses icônicas dos personagens.

Entre os destaques da coleção está o Funko Pop! da Surfista Prateada (Shalla-Bal), com acabamento metálico e pose dinâmica que remete diretamente à sua primeira aparição no filme. Outro item que vem chamando atenção é o Super Galactus, uma versão deluxe com 17 cm de altura, olhos translúcidos e base com efeito de energia. O produto já desponta como um dos mais desejados pelos colecionadores.

“Essa é a primeira vez que temos a personagem Shalla-Bal representada como Surfista Prateada em um colecionável oficial”, destaca Maia. “Ela se tornou uma das favoritas dos fãs logo após as pré-estreias do filme. É incrível como os personagens que ainda nem tinham tradição no imaginário popular já estão conquistando um espaço importante no mercado de colecionáveis.”

A linha principal conta ainda com:

Funko Pop! Surfista Prateada (Shalla-Bal)

Versão feminina da icônica entidade cósmica, com acabamento metálico e pose dinâmica que captura toda a elegância da Surfista Prateada no filme Quarteto Fantástico: Primeiros Passos. Um item indispensável para colecionadores que buscam exclusividade e detalhes incríveis.

Funko Pop! Super Galactus

Imponente e detalhado, este Funko Pop! Super Galactus mede 17 cm e traz a grandiosidade do devorador de planetas para a sua coleção. Com olhos translúcidos e design fiel aos quadrinhos, é a peça central para qualquer fã do universo Marvel.

Funko Pop! Sr. Fantástico

Reed Richards em sua versão mais inteligente e heroica, com braços estendidos em pose de ação. Esse Funko destaca o visual retrô-futurista do personagem, inspirado no novo longa da Marvel Studios.

Funko Pop! Mulher Invisível

Sue Storm aparece com seu icônico escudo de força translúcido, em pose que representa sua força e determinação como membro vital do Quarteto Fantástico e mãe do pequeno Franklin Richards.

Funko Pop! Coisa

Com textura rochosa detalhada e expressão feroz, o Funko Pop! do Coisa traz toda a força e personalidade de Ben Grimm, perfeito para os fãs que valorizam o lado mais bruto, mas leal, do grupo.

Funko Pop! Tocha Humana

Johnny Storm em meio às chamas, com pose de voo e efeito de fogo ao redor, que captura o carisma e a energia do jovem herói em sua versão mais atual no MCU.

Colecionar é viver (e reviver) a experiência

Para fãs do universo Marvel, os Funkos funcionam como portais físicos para experiências emocionais. Cada personagem é uma memória, uma conexão afetiva com os quadrinhos, filmes e histórias vividas ao longo de décadas. Em tempos de nostalgia ativa, onde o passado e o presente convivem no entretenimento, essas miniaturas funcionam como símbolos culturais.

O lançamento da nova linha no Brasil reforça a relevância do público geek brasileiro para grandes franquias internacionais. De acordo com dados recentes do mercado, o Brasil é o terceiro maior consumidor de produtos licenciados da Marvel no mundo, atrás apenas dos EUA e do Reino Unido. “Colecionar vai muito além do consumo. É sobre identidade, paixão e comunidade”, resume Maia.

E a Candide tem investido nesse público com ações pensadas sob medida. Desde vitrines temáticas nas principais redes varejistas até ativações em eventos como a CCXP 2025 e o Festival do Orgulho Nerd, a marca vem se posicionando como uma ponte entre os lançamentos globais e os fãs brasileiros.

Presente de colecionador

Além de estarem disponíveis nas maiores redes de lojas de brinquedos e colecionáveis do país, os novos Funkos do Quarteto Fantástico também podem ser adquiridos no site oficial da Candide, com frete para todo o Brasil. Algumas unidades vêm com brindes exclusivos, como pôsteres, cards colecionáveis e base com iluminação LED para exibição.

Para os primeiros 1.000 compradores no e-commerce da Candide, a empresa oferece ainda uma embalagem de luxo comemorativa com arte oficial do filme. “É uma forma de agradecer aos colecionadores que sempre nos acompanham e valorizam cada detalhe. Queremos transformar a experiência de compra em algo tão especial quanto os personagens que estão levando para casa”, explica Maia.

“Profissão Repórter” desta terça (29/07) mostra como Belém está mudando para receber a COP-30: esperança, desafios e cicatrizes de uma transformação acelerada

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Nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, o programa Profissão Repórter estreia uma reportagem especial que vai além dos números e obras, para contar as histórias que estão sendo escritas nas ruas, nas comunidades e nos canteiros de obras de Belém. A cidade se prepara para receber a COP-30, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, marcada para novembro deste ano — um evento que colocará a capital do Pará no centro das atenções do planeta. As informações são da TV Globo.

Com a expectativa da chegada de cerca de 50 mil visitantes — entre autoridades, cientistas, ativistas e jornalistas —, Belém vive um momento de pressa, transformação e também de questionamentos. Quais os reais impactos dessa mudança acelerada? Para quem a cidade está sendo preparada?

Obras, promessas e um ritmo frenético

Se você andar pelas ruas de Belém hoje, vai perceber o quanto a cidade está sendo transformada. São dezenas de canteiros de obra espalhados pela capital, obras que envolvem bilhões de reais e que buscam preparar a infraestrutura para o grande evento.

O Parque da Cidade, que será o centro das negociações da COP-30, está passando por uma verdadeira revolução. Centenas de trabalhadores se revezam entre estruturas, equipamentos e instalações, tentando deixar tudo pronto para o mês de novembro. A revitalização da Nova Doca, antiga área portuária, também avança — com a ideia de criar um novo cartão-postal, que traga vida e turistas para a região.

Mas as obras não se limitam ao centro. Novas avenidas estão sendo abertas, ruas reformadas e o sistema de transporte passa por mudanças, numa tentativa de dar conta da demanda que virá com o evento e, de quebra, melhorar o cotidiano dos moradores.

O brilho das obras e o peso da transformação

Para muitos moradores, as obras representam a possibilidade de emprego, de renda e até de mudança de vida. Na construção civil, quem estava há meses desempregado agora encontra uma chance real de trabalhar, receber salário e ter uma rotina mais estável. No comércio e serviços, o movimento já começa a esquentar, com a expectativa da chegada dos visitantes.

Mas, junto com as oportunidades, vêm também as perdas. Em vários bairros, especialmente em áreas ribeirinhas e periféricas, famílias já foram obrigadas a sair de suas casas para que projetos considerados estratégicos sejam realizados. Muitas dessas pessoas vivem da pesca, do extrativismo ou do pequeno comércio e agora enfrentam a difícil tarefa de recomeçar em outro lugar, muitas vezes longe da comunidade e sem garantias sólidas.

Um exemplo emblemático é a construção da Avenida Liberdade, uma via expressa que atravessa reservas ambientais e áreas tradicionais, gerando o deslocamento de centenas de famílias. Esse é um dos pontos mais sensíveis da preparação para a COP-30, pois envolve equilíbrio delicado entre desenvolvimento e respeito à vida das pessoas.

O saneamento básico: um nó que ainda precisa ser desatado

Enquanto a cidade tenta se preparar para o mundo, parte da sua população ainda enfrenta problemas básicos, que a maioria considera direitos fundamentais.

Belém está entre as capitais brasileiras com pior cobertura de saneamento, um dado preocupante diante do discurso ambiental que será protagonista da COP-30. Em áreas como a Vila da Barca — uma das maiores comunidades de palafitas do país — as condições sanitárias são precárias, com esgoto a céu aberto e dificuldade no acesso à água limpa, colocando em risco a saúde e o bem-estar de milhares de pessoas.

Essa situação mostra que sustentabilidade não é só questão de investimento em obras sofisticadas, mas também de garantir qualidade de vida para todos.

A movimentação do turismo e o impacto na cidade

Com a aproximação da COP, a expectativa de receber milhares de turistas movimenta a economia local. Muitos moradores, percebendo essa oportunidade, investem em melhorias em suas casas para oferecer hospedagem. Quartos reformados, imóveis anunciados em plataformas digitais, tudo para captar o movimento que deve chegar.

Esse boom pode significar um alívio financeiro para algumas famílias, mas também acende um alerta: a valorização imobiliária pode afastar moradores antigos das áreas centrais, aumentando a desigualdade e expulsando aqueles que construíram a cidade.

E depois da festa, o que fica?

Um dos grandes questionamentos que surgem é: qual será o legado da COP-30 para Belém? Será que as melhorias serão permanentes e beneficiarão a população mais vulnerável? Ou a cidade vai voltar à rotina de sempre, com os problemas estruturais ignorados depois que as luzes do evento se apagarem?

É comum que grandes eventos tragam avanços pontuais, mas nem sempre consigam transformar de forma duradoura as desigualdades e desafios que já existiam.

O desafio de fazer diferente

Para que a COP-30 deixe um impacto real, é necessário pensar no futuro da cidade de forma inclusiva. Isso significa escutar e atender às necessidades das comunidades ribeirinhas, indígenas e das populações periféricas, garantindo que o desenvolvimento aconteça de forma justa e sustentável.

É urgente que saneamento básico, moradia digna e proteção ambiental deixem de ser apenas promessas para se tornarem realidade palpável para todos.

Belém entre o ontem e o amanhã

A COP-30 pode ser um momento histórico para Belém, uma oportunidade para que a cidade se mostre para o mundo e para si mesma. Mas, para que isso aconteça de verdade, é preciso que as mudanças alcancem todos, não só as áreas nobres ou os setores econômicos mais poderosos.

A história que está sendo escrita agora é cheia de desafios, incertezas, mas também de esperança. A decisão que a cidade tomar poderá ser um exemplo de como unir desenvolvimento, justiça social e sustentabilidade, ou um alerta sobre o preço que pagamos quando deixamos muitos para trás.

“A Hora do Mal” | Novo terror de Zach Cregger estreia com 100% no Rotten Tomatoes e promete marcar uma geração

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Em uma época em que o terror parece caminhar entre o cansaço de fórmulas repetidas e a necessidade de se reinventar, surge uma nova obra que não apenas assusta, mas perturba profundamente. A Hora do Mal, novo longa do diretor Zach Cregger — o mesmo responsável pelo elogiado “Noites Brutais” — chega cercado de expectativas e já cumpre uma façanha rara: estrear com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes, o principal agregador de críticas do cinema atual. Os críticos destacam o roteiro inteligente, as atuações impecáveis e, principalmente, a coragem do longa em não oferecer todas as respostas.

Mas não se engane. Esta nova produção de terror psicológico não é um daqueles filmes recheados de “jump scares” fáceis ou monstros digitais à espreita no escuro. A proposta aqui é outra: inquietar com camadas, provocar reflexões e, principalmente, plantar dúvidas que o espectador levará para casa. Porque esta história perturbadora não fala apenas sobre o desaparecimento de crianças. Fala sobre o colapso de tudo aquilo que sustentava nossa noção de segurança — a fé, a autoridade, a escola, a família.

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Um silêncio às 2h17 da manhã

Imagine um dia comum. Quarta-feira. Alvorecer. Você entra no quarto do seu filho para acordá-lo, e a cama está vazia. O pijama ainda quente. A janela aberta. Nenhum sinal de violência. Nenhuma pegada. Nada. Agora, imagine isso acontecendo com todas as crianças da mesma turma escolar. Todas, menos uma.

Esse é o ponto de partida de A Hora do Mal. A cidadezinha fictícia de Withfield, na Flórida, amanhece com o sumiço inexplicável de uma classe inteira de crianças. O único aluno restante — um garoto visivelmente em estado de choque — é incapaz de explicar o que viu ou ouviu. Tudo o que se sabe é que, exatamente às 2h17 da manhã, cada uma delas levantou-se da cama, calçou os sapatos, saiu pelas portas da frente… e nunca mais foi vista.

Horror não como espetáculo, mas como desconforto

Desde o início, o filme deixa claro que não vai entregar respostas fáceis. O público é apresentado a uma teia de personagens cujas vidas se entrelaçam e se desfazem diante da tragédia. Não existe protagonista fixo. O horror, aqui, é coletivo — e, paradoxalmente, íntimo.

Há o detetive veterano vivido por Josh Brolin, um homem corroído por erros do passado e agora forçado a confrontar aquilo que tentou esquecer. Há a professora Srta. Gandy, interpretada com intensidade por Julia Garner, que se vê no centro do mistério: por que apenas seus alunos desapareceram? E será que ela mesma acredita no que está dizendo?

Temos ainda o jovem pastor interpretado por Alden Ehrenreich, que vê no acontecimento um sinal divino — ou uma chance de manipular os fiéis. E há Benedict Wong, no papel de um psiquiatra forense que chega para investigar o trauma coletivo da cidade, apenas para encontrar algo muito mais denso que qualquer prontuário médico poderia prever.

O elenco se completa com Austin Abrams, June Diane Raphael, Amy Madigan e Cary Christopher, este último no papel mais simbólico do filme: o garoto que ficou para trás. Sua presença é silenciosa, mas cortante. Seus olhos carregam a dor de quem viu o impossível — e a culpa de quem sobreviveu.

Uma produção que começou com disputa ferrenha

O interesse por Weapons — título original da obra — começou muito antes das câmeras começarem a rodar. Em janeiro de 2023, o roteiro de Zach Cregger virou ouro em Hollywood. Estúdios como Universal, TriStar, Netflix e New Line Cinema disputaram acirradamente os direitos de produção. A New Line venceu a batalha, garantindo a Cregger um contrato milionário e carta branca criativa, inclusive com privilégio de corte final (um luxo nos dias de hoje).

Diz-se que o diretor se inspirou no estilo entrelaçado de Magnólia (1999), de Paul Thomas Anderson, para montar a estrutura narrativa. Isso se traduz em uma história onde o terror não está apenas no acontecimento central, mas nas rachaduras emocionais que ele provoca em cada núcleo.

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Um filme moldado pelo trauma de quem o cria

Mais do que um filme de horror, a trama é um estudo sobre luto, repressão, histeria coletiva e a necessidade desesperada de encontrar sentido onde talvez não haja nenhum. O desaparecimento das crianças é apenas o gatilho. O verdadeiro terror está na reação da cidade: o pânico, as acusações infundadas, os rituais improvisados, a fé distorcida. É como se o medo não estivesse apenas em busca de culpados — mas de vítimas adicionais.

Zach Cregger se firma, aqui, como um diretor autoral do terror contemporâneo. Se Noites Brutais já havia causado burburinho ao subverter expectativas, este novo trabalho mostra maturidade. Ele entende que o horror não está nas sombras, mas no que as luzes revelam.

E há beleza nisso. A fotografia é opressiva, sim — com cenários áridos, casas precárias e igrejas decadentes. Mas também há uma estética quase melancólica, como se estivéssemos acompanhando o fim de uma era, o colapso de uma ideia de sociedade.

Trocas de elenco e rumos surpreendentes

Curiosamente, o papel que hoje é de Josh Brolin quase foi de Pedro Pascal. O astro chileno, a princípio, havia sido confirmado no projeto, mas precisou deixá-lo devido à agenda cheia com Quarteto Fantástico. A saída, que poderia ter sido um problema, acabou dando espaço para uma das atuações mais comentadas da temporada até agora: Brolin entrega um personagem dividido entre o policial e o homem comum, entre o pai e o falido emocional.

Outros nomes como Renate Reinsve também estiveram ligados ao projeto nos estágios iniciais, mas o resultado final encontrou um equilíbrio interessante entre veteranos de peso e rostos promissores. A direção de elenco é precisa: cada personagem, por menor que seja sua presença, carrega consigo um pedaço da tragédia — como se todos fossem culpados por omissão, silêncio ou desespero.

O mal que habita no coração da América

O que talvez torne esse terror tão impactante é sua crítica nada velada às estruturas morais da sociedade americana. A escola como lugar seguro falha. A polícia como protetora se revela corrupta. A igreja se transforma em palco de fanatismo. As mães e pais, perdidos, oscilam entre a culpa e a negação.

Há elementos sobrenaturais? Sim. Mas eles nunca são mais assustadores do que os humanos. Cregger nos obriga a olhar para dentro — e não para debaixo da cama. E o que encontramos ali é o verdadeiro terror.

Uma data marcada para o desconforto

Com estreia oficial marcada para 8 de agosto de 2025, nos Estados Unidos, o filme será distribuído pela Warner Bros. Pictures. O Brasil ainda aguarda confirmação de data, mas a expectativa é de que o longa ganhe sessões por aqui ainda no segundo semestre, com possibilidade de participação em festivais como o Fantaspoa ou o Mostra de SP.

MasterChef Brasil desta terça (05/08) exibe prova criativa com menu monocromático e recebe Paola Carosella como jurada convidada

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Nesta terça-feira, 5 de agosto de 2025, a cozinha mais famosa do país promete fortes emoções e muita criatividade culinária. No 11º episódio do MasterChef Brasil, os nove cozinheiros ainda na competição enfrentarão uma das provas mais desafiadoras da temporada: cozinhar em trios, elaborando pratos com menus monocromáticos, ou seja, que mantenham a mesma paleta de cor do início ao fim. E como se não bastasse a exigência estética e técnica, os participantes ainda terão que se revezar na cozinha, testando o entrosamento e a capacidade de trabalhar sob pressão.

Para tornar a noite ainda mais especial — e nostálgica —, o programa contará com a presença da querida Paola Carosella como jurada convidada. A chef argentina, que marcou época no MasterChef com seu olhar sensível e exigente, retorna ao balcão dos jurados ao lado de Helena Rizzo e Henrique Fogaça, emocionando os competidores e fãs do programa.

Desafio criativo: quando cor e sabor precisam andar juntos

Na prova principal do episódio, os participantes serão divididos em trios e sorteados para cozinhar pratos de uma única cor predominante — como branco, vermelho, verde, amarelo ou roxo. O objetivo não é apenas criar um prato saboroso, mas também harmonioso e visualmente coerente com a proposta cromática.

O desafio exige domínio técnico, paladar apurado e uma boa dose de inventividade. Afinal, limitar-se a ingredientes de uma mesma cor impõe barreiras, mas também abre caminho para combinações inusitadas e para o uso de ingredientes menos comuns.

E para deixar tudo ainda mais imprevisível, a dinâmica de revezamento entre os membros da equipe exigirá comunicação eficaz e confiança mútua. Cada trio terá que se organizar estrategicamente, pois apenas um cozinheiro poderá estar na bancada por vez, enquanto os outros observam da “caixinha do tempo”.

O retorno emocionante de Paola Carosella

A presença de Paola no episódio promete momentos de emoção para os competidores e para os fãs de longa data do MasterChef. Jurada original do programa por várias temporadas, Paola volta ao estúdio onde se consagrou como uma das figuras mais carismáticas e influentes da gastronomia na televisão brasileira.

Com seu olhar crítico, mas também humano, ela oferecerá comentários precisos e sugestões técnicas valiosas, além de compartilhar suas impressões com os colegas jurados Helena Rizzo e Henrique Fogaça, que têm conduzido a temporada com equilíbrio e exigência.

A interação entre os três promete ser um dos pontos altos do episódio, especialmente para os fãs nostálgicos que acompanham o programa desde suas primeiras edições.

Onde assistir

O 11º episódio do MasterChef Brasil vai ao ar nesta terça-feira (05), às 22h20, na Band, com transmissão simultânea pelo site oficial Band.com.br e pela plataforma Bandplay. Para quem perder a exibição inédita, haverá reprise no domingo, às 16h, também na tela da Band.

Saiba qual filme vai passar na Sessão da Tarde desta sexta (08/08)

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Era só mais uma família simples do interior. Ou pelo menos parecia.
Nove filhos, um pedaço de terra, um pai teimoso e uma mãe guerreira. Gente comum, do tipo que acorda cedo pra trabalhar, que reza pra ter saúde e comida na mesa. Mas naquela casa de chão batido, em Pirenópolis, Goiás, havia também algo raro: um sonho que insistia em sobreviver à seca, à pobreza e às tragédias da vida.

Essa é a grande essência de 2 Filhos de Francisco, filme que retorna à tela da TV Globo nesta sexta, 8 de agosto de 2025, na Sessão da Tarde. Não é só um longa-metragem. É um reencontro. Uma lembrança viva de como o afeto, a música e a esperança podem transformar destinos — e como as histórias mais extraordinárias são, muitas vezes, aquelas que brotam dos cantos mais humildes do Brasil.

Uma história de verdade, com a cara do Brasil

De acordo com informações do AdoroCinema, dirigido por Breno Silveira, que nos deixou em 2022, o filme estreou em 2005 e conquistou o país com uma simplicidade arrebatadora. Nada ali parece fabricado. Não há glamour. Há suor, dor, luto e um tipo de fé que não se explica — apenas se sente. O longa narra a vida real dos irmãos Zezé Di Camargo & Luciano, desde a infância na zona rural até a explosão no cenário sertanejo nacional.

Mas o protagonista mesmo é Francisco Camargo, pai da dupla. Interpretado magistralmente por Ângelo Antônio, ele é o tipo de homem que os brasileiros conhecem bem: fala pouco, trabalha muito, acredita nos filhos com força quase cega. Um caboclo com os pés no chão e a cabeça nas nuvens. E que, por mais improvável que pareça, nunca duvidou de que dois de seus filhos mudariam o rumo da história familiar — e da música nacional.

Amor que não se explica, só se vive

É fácil esquecer, diante do sucesso atual de Zezé e Luciano, que tudo começou com um acordeão velho e muita vontade de cantar. Mirosmar, o primogênito, e Emival, o irmão com quem formaria a primeira dupla, encantavam a vizinhança com suas apresentações em festas da vila. Com apoio do pai, chegaram a se apresentar em grandes palcos do interior, mas a vida, implacável, os separou cedo demais. Um acidente trágico levou Emival ainda adolescente. O filme nos leva a esse momento com delicadeza e firmeza. A dor da perda, o silêncio da mãe (Dira Paes, em uma performance sensível), o luto coletivo. E mesmo assim, Francisco não desiste. Ele sabe que o sonho não morreu com Emival. Ele apenas mudou de forma.

Um Brasil que chora, mas não se entrega

o longa toca fundo porque não romantiza a pobreza, mas também não transforma tudo em desgraça. Mostra o Brasil que chora no silêncio, que sofre sem fazer barulho, mas que se levanta todos os dias pra tentar de novo. É nesse espírito que Mirosmar — agora já pai de família, sem dinheiro, sem sucesso — volta a tentar a sorte na música. Fracassa uma, duas, três vezes. Vende o carro pra gravar um disco. Ouve que sua voz é “boa só pra cantar escondido”. E continua. Porque no fundo, sabe que o pai não sonhava à toa. Quando Luciano entra em cena, a mágica acontece. Dois irmãos, uma nova chance. Surge a dupla Zezé Di Camargo & Luciano, com a canção “É o Amor” abrindo os caminhos. O resto é história.

O filme que fez o Brasil se ver na tela

Ao estrear nos cinemas, o longa-metragem quebrou recordes. Mais de 4,7 milhões de pessoas assistiram ao longa. R$ 34 milhões arrecadados. Um fenômeno de bilheteria nacional, sem precisar de efeitos especiais nem de nomes internacionais. Apenas uma boa história, bem contada, com verdade no olhar.

Nos bastidores, nomes como Patrícia Andrade e Carolina Kotscho assinam o roteiro, e a produção envolveu estúdios como Globo Filmes, Conspiração Filmes e a gigante Columbia TriStar. Mas o segredo do sucesso não está nos bastidores. Está no coração da narrativa. Está em cenas como a de Francisco negociando um instrumento no fiado, ou da mãe tentando esconder o choro para não desmotivar os filhos.

Aliás, quantas mães brasileiras já não fizeram o mesmo?

Um elenco que sente, não só interpreta

O que dá vida à história são os rostos, os sotaques, os silêncios. Ângelo Antônio é um gigante discreto como Francisco. Dira Paes, de olhar sempre úmido, carrega no corpo a fadiga de uma mulher que aguenta tudo — e ama sem reservas. Márcio Kieling e Thiago Mendonça interpretam Zezé e Luciano com uma verdade que impressiona, ainda mais por se tratar de personagens vivos, conhecidos.

E há participações especiais que aquecem o coração: Lima Duarte como o avô Benedito, Paloma Duarte como Zilu, Natália Lage, José Dumont, Maria Flor. Todos entregam mais do que técnica: entregam alma.

Trilha sonora de um Brasil inteiro

O filme não seria o mesmo sem sua trilha. A canção “É o Amor”, que virou hino nacional nos anos 1990, surge como clímax emocional. Mas a trilha vai além da nostalgia: Maria Bethânia, Nando Reis, Chitãozinho & Xororó, Wanessa Camargo, Ney Matogrosso — todos contribuíram para fazer da música um personagem à parte.

Quem assiste sai cantarolando, com nó na garganta e sorriso nos lábios. Porque é impossível não se identificar. Quem nunca viu um parente desistir de um sonho? Quem nunca sonhou por alguém?

Francisco: um herói real

No centro de tudo está ele: Francisco Camargo, que faleceu em 2020, pouco antes de completar 84 anos. O homem que plantava sonhos em solo duro, e os regava com amor, fé e persistência. Ele não compôs nenhuma canção, mas foi o maestro invisível da trajetória de Zezé e Luciano. Um herói brasileiro, desses que não têm estátua nem feriado, mas que vivem no coração de cada filho que foi incentivado a seguir.

Por que rever esse filme agora?

Porque o Brasil precisa de histórias assim. Num país tantas vezes marcado por crises, desigualdades, lutos e desesperanças, filmes como “2 Filhos de Francisco” nos lembram de algo essencial: a beleza das histórias possíveis. Aquelas que começam pequenas e terminam enormes, que surgem em barracos e chegam aos palcos. Que nascem de dores reais, mas também de afetos que sobrevivem a tudo.

Onde posso assistir?

Você pode assistir ao filme em diferentes plataformas de streaming. O longa está disponível para assinantes da Amazon Prime Video e da HBO Max, oferecendo acesso completo por meio de suas respectivas assinaturas. Para quem prefere alugar, o título também pode ser encontrado na modalidade VOD (Vídeo sob Demanda) na própria Prime Video, com aluguel a partir de R$ 6,90. Essas opções tornam fácil reviver — ou descobrir pela primeira vez — a emocionante trajetória da dupla sertaneja em qualquer momento, no conforto de casa

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