Vale a pena assistir A Longa Marcha: Caminhe ou Morra? Distopia, violência e crítica social na adaptação do clássico de Stephen King

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Em um futuro alternativo dos Estados Unidos, onde a obediência e a produtividade são impostas a qualquer custo, parar significa a morte. Essa é a premissa central de A Longa Marcha: Caminhe ou Morra, adaptação cinematográfica do clássico homônimo de Stephen King, publicado em 1979 sob o pseudônimo Richard Bachman. Lançado nos cinemas brasileiros em 18 de setembro de 2025, o filme não apenas transporta o espectador para uma competição mortal, mas também transforma o horror em uma ferramenta de crítica social, expondo como regimes autoritários podem reduzir vidas humanas a meras peças de espetáculo.

A narrativa acompanha cinquenta adolescentes, um representante de cada estado, selecionados anualmente para participar da chamada Longa Marcha. O desafio é cruel em sua simplicidade: caminhar sem parar. Qualquer desaceleração ou interrupção é punida com a morte, monitorada por soldados armados e transmitida ao vivo para toda a nação. O prêmio para o último sobrevivente não é apenas a sobrevivência, mas a realização de um desejo pessoal, capaz de justificar a dor extrema e o desgaste físico quase insuportável que cada caminhante enfrenta. Entre eles está Ray Garraty (Cooper Hoffman), jovem que enfrenta não apenas a prova física, mas o impacto psicológico de testemunhar a morte de seus colegas, enquanto tenta manter sua humanidade intacta.

A brutalidade como metáfora social

O filme estabelece desde os primeiros minutos sua crítica central: a vida humana transformada em mercadoria e a dor transformada em espetáculo. Cada passo dado pelos jovens caminhantes simboliza não apenas esforço físico, mas também resistência a um sistema que legitima o sofrimento e a competição extrema como entretenimento. Diferentemente de narrativas que romantizam a violência, A Longa Marcha força o espectador a reconhecer o valor de cada vida perdida, subvertendo a lógica de consumo imediato do horror.

Ray Garraty funciona como ponto de identificação do público. Sua trajetória oferece uma visão emocional da competição, mostrando medo, dúvida e determinação. Entretanto, Peter McVries (David Jonsson) se destaca ao equilibrar momentos de alívio e reflexão moral. Suas falas e atitudes apresentam um otimismo que contrasta com a brutalidade da marcha, embora em alguns momentos soem deslocadas frente ao clima de desespero coletivo. Ainda assim, a atuação de Jonsson imprime profundidade ao personagem, que se torna um contraponto necessário à violência e à desesperança que permeiam o longa.

O roteiro, de JT Mollner, mantém a tensão constante, mas por vezes recorre a diálogos didáticos para reforçar a crítica social. Essa escolha narrativa poderia prejudicar o ritmo, mas o impacto visual e a intensidade das cenas de ação e sofrimento compensam qualquer fragilidade verbal, garantindo que o público permaneça envolvido do início ao fim.

Entre violência explícita e horror psicológico

No conto original de King, a brutalidade física é sugerida mais do que mostrada: o leitor acompanha dores, cãibras, pés em carne viva e exaustão extrema, sem a exploração gráfica detalhada típica de adaptações cinematográficas de horror. A intenção é que o sofrimento simbolize a obediência cega ao sistema e a pressão sobre os jovens participantes.

A adaptação cinematográfica, porém, opta por um retrato mais direto do horror físico. Tornozelos quebrados, desmaios, defecações involuntárias e execuções são mostrados de maneira intensa, mas estrategicamente fragmentada, evitando que o choque visual se torne gratuito. Essa abordagem cria um equilíbrio entre impacto sensorial e reflexão crítica, permitindo que o público perceba a dimensão social do sofrimento sem perder a imersão na história. Cada ferida, cada passo doloroso e cada morte carregam peso simbólico, lembrando que a violência da Longa Marcha é também uma alegoria do abuso de poder e da exploração da juventude.

Crítica social e atualidade

O que diferencia A Longa Marcha de outras distopias é seu foco no espetáculo da violência. A transmissão da competição ao vivo reflete a forma como a sociedade contemporânea consome tragédias e sofrimento alheio como entretenimento. Reality shows extremos, redes sociais e cobertura midiática de desastres funcionam como ecos modernos da Longa Marcha, onde dor e medo se tornam produtos para o consumo.

O filme critica não apenas o regime fictício que organiza a marcha, mas também a indiferença do público que assiste passivamente, consumindo vidas humanas como se fossem números ou atrações esportivas. Essa dimensão ética e social é reforçada pelas escolhas narrativas que humanizam cada caminhante, permitindo que o espectador sinta empatia por suas esperanças, medos e perdas.

Personagens e performances

Cooper Hoffman entrega uma performance sensível e realista como Ray Garraty. O jovem ator traduz de forma convincente o impacto da violência, a pressão psicológica da competição e a luta interna para manter valores éticos em meio ao caos. David Jonsson, como Peter McVries, traz carisma e complexidade, funcionando como alívio moral e emocional, ao mesmo tempo em que desafia Ray e o público a refletir sobre escolhas e consequências.

O elenco de apoio contribui significativamente para o equilíbrio da narrativa. Garrett Wareing, Tut Nyuot, Charlie Plummer, Roman Griffin Davis e outros oferecem diversidade de perfis, garantindo que a marcha não se torne uma sequência monótona de sofrimento, mas um microcosmo da juventude americana, com suas contradições, ambições e fragilidades. O vínculo entre os personagens — alianças temporárias, rivalidades e gestos de solidariedade — humaniza ainda mais a história e reforça o peso de cada perda.

Produção e direção

Dirigido por Francis Lawrence e produzido pela Lionsgate Films, o longa é visualmente impactante e narrativamente coerente. A decisão de filmar a produção em ordem cronológica permitiu que os atores experimentassem o desgaste físico e emocional de seus personagens de forma progressiva, aumentando a verossimilhança das performances. A direção enfatiza planos longos, closes intensos e tomadas panorâmicas que ampliam a sensação de cansaço, claustrofobia e inevitabilidade.

A trilha sonora, composta por Jeremiah Fraites, reforça a tensão e a melancolia da narrativa. A canção country “Took a Walk”, interpretada por Shaboozey e Stephen Wilson Jr., contrapõe a brutalidade da marcha com uma sensibilidade sonora que remete às raízes culturais da América, criando uma camada adicional de interpretação e simbolismo. A cinematografia, cuidadosamente planejada, equilibra a exposição gráfica do horror com momentos de contemplação, permitindo ao público refletir sobre o significado mais profundo da narrativa.

O legado de Stephen King e a adaptação cinematográfica

O romance de 1979 já havia despertado interesse em Hollywood por décadas. George A. Romero foi considerado para dirigir em 1988, mas o projeto não avançou. Em 2007, Frank Darabont garantiu os direitos, planejando uma adaptação contida e introspectiva, mas sem concretização. Somente em 2023, a Lionsgate consolidou a produção com Francis Lawrence à frente, entregando uma versão que consegue traduzir para a tela a tensão psicológica, o horror físico e a crítica social presentes na obra original.

A adaptação respeita a essência do texto de King ao mostrar que o medo e a violência, mesmo em contextos extremos, são também construções sociais. Cada morte, cada passo forçado e cada gesto de solidariedade ou conflito entre os caminhantes reforçam a crítica à alienação, à espetacularização da dor e à pressão sobre os jovens. O filme amplia a narrativa original sem perder o simbolismo, conectando a história de 1979 a reflexões contemporâneas sobre poder, mídia e consumo da violência.

Trama e acontecimentos

Ao longo de cinco dias de marcha, os personagens enfrentam desafios físicos extremos e dilemas éticos complexos. Thomas Curley é o primeiro a morrer após cãibras incapacitantes. Barkovitch, responsável indireto pela morte de outro caminhante, sofre colapso mental e termina sua jornada tragicamente. Outros, como Collie e Art, enfrentam deterioração física e psicológica até suas mortes inevitáveis. Ray e Peter permanecem como protagonistas centrais, representando a luta entre sobrevivência, ética e desejo de justiça.

A jornada é também uma crítica ao autoritarismo e à guerra, ambientada em um Estados Unidos devastado por uma segunda guerra civil e governado por um regime militar totalitário. O Major, líder da competição, simboliza o controle absoluto, enquanto o público que assiste à marcha encarna a indiferença social diante da exploração da vida humana. A tensão cresce até o clímax, quando Peter executa o Major com o rifle concedido pelo prêmio, encerrando a marcha de forma simbólica e dramática.

Confira o resumo semanal da novela Dona de Mim (29 de outubro a 8 de novembro)

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Capítulo 157 da novela Dona de Mim de quarta, 29 de outubro – Filipa acalma Sofia, oferecendo conforto e fortalecendo o vínculo de amizade entre as duas. Jaques sofre com mais um pesadelo envolvendo Abel, aumentando sua angústia e insegurança. Davi se aproxima de Bárbara, e os dois se beijam, estreitando sua relação, enquanto Nina confessa a Filipa seu interesse por Danilo. Davi observa a sintonia entre Bárbara e Marlon, prometendo a Ivy que não desistirá de conquistá-la. Sofia acusa Jaques de prejudicar Abel, e ele recorre a Filipa pedindo ajuda para retornar à Boaz. Leo visita Sofia, e Filipa garante que não competirá pelo amor da menina. Ricardo anuncia que Jaques convocou uma reunião de acionistas, despertando suspeitas em Samuel. Pam e Danilo trocam gentilezas, e Filipa surpreende Jaques ao votar pela permanência de Samuel na presidência, resultando na demissão de Ricardo, que reage ameaçando Jaques e acionando Samuel.

Capítulo 158 – Quinta-feira, 30 de outubro
Samuel percebe movimentações suspeitas na conversa de Ricardo, despertando desconfiança sobre seus próximos passos. Jaques provoca um acidente com Ricardo e descobre que Patrícia possui uma cópia do vídeo que o incrimina pela morte de Abel. Danilo ajuda Jaques a despistar Patrícia, enquanto Bárbara convida Davi para sair, admitindo que está apenas se aproveitando da situação. Samuel acusa Jaques pelo atropelamento de Ricardo, e Sofia se assusta com a reação do pai, encontrando consolo em Leo. Kami demonstra orgulho de Ryan para Pam, e Sofia observa a proximidade de Filipa e Jaques, percebendo os conflitos e interesses que permeiam a família.

Capítulo 159 da novela Dona de Mim de sexta-feira, 31 de outubro
Rosa explica a Sofia os conflitos entre Filipa e Jaques, e a menina busca ajuda em Leo. Samir alerta Samuel sobre a reunião de acionistas convocada por Jaques, enquanto Filipa entrega uma procuração a ele para votar em seu nome na compra de ações da Boaz. Vespa e Durval informam Ryan sobre um carregamento durante a gravação de seu clipe com Azzy, e Alan avisa Marlon sobre a presença da polícia no evento da barreira. Filipa desmaia, e Nina alerta Jaques, enquanto Danilo suspeita de sua participação no ocorrido. Rosa passa por um novo episódio de confusão, e Sofia a convida para brincar na casa de Leo, reforçando o cuidado e a amizade entre elas.

Capítulo 160 – Sábado, 1º de novembro
Sofia planeja uma pequena aventura com Rosa e consegue escapar, iniciando uma fuga que preocupa Filipa. Filipa descobre a ausência das meninas e liga para Leo, que aciona Marlon para encontrá-las. Sofia consegue se comunicar com Leo, e Marlon vai ao encontro delas, enquanto Filipa repreende Sofia pela atitude e as leva de volta para casa com Rosa. Jaques ameaça retirar a autonomia da menina, e Filipa reclama dos efeitos dos remédios em sua saúde. Rosa recupera a consciência, e Leo solicita retomar seu cargo de babá de Sofia, provocando desaprovação em Samuel. Caco, Breno, Ayla e Gisele lamentam que Leo tenha interrompido sua coleção para cuidar da menina. O capítulo termina com Samuel surpreendendo a todos ao pedir Leo em casamento, encerrando a semana com emoção, reconciliação e novos começos.

Resumo da novela Dona de Mim de 3 de novembro a 7 de novembro

Capítulo 161 – Segunda-feira, 3 de novembro
Leo se decepciona com Samuel, mas reafirma que continuará como babá de Sofia, priorizando o bem-estar da menina acima de tudo. Marlon se emociona ao dizer a Leo que ela nasceu para ser mãe, enquanto Yara e Stephany lamentam a interrupção da coleção. Davi se envolve em uma briga com Bárbara, irritando a jovem, e Leo demonstra preocupação com Filipa. Começa a festa de Ryan e Azzy na barreira, acompanhada por Marlon e pela polícia, enquanto Durval orienta Vespa a cancelar uma entrega de mercadoria. Jaques sabota novamente os remédios de Filipa, e Samuel pede que a filha lhe passe a guarda de Sofia, sendo confrontado por Leo. A tensão atinge o ápice quando um tiro ecoa no meio da festa, deixando todos em alerta.

Capítulo 162 – Terça-feira, 4 de novembro
Marlon solicita reforço policial para controlar a confusão na barreira, enquanto Maxwell observa a chegada de Marlon carregando Castro desacordado até Pompeu e Castanho. Vespa ameaça Ryan, exigindo que ele se alie ao grupo, e Alan informa a Marlon que a polícia realizará um contra-ataque. Ryan se desculpa com Azzy pelo tumulto, e Filipa reclama com Jaques sobre os remédios sabotados. Samuel e Jaques trocam farpas acaloradas, e Marlon recebe apoio de Alan diante da situação tensa. Leo decide a Samuel que quer terminar o relacionamento, estabelecendo limites claros em sua vida pessoal e buscando proteger sua própria estabilidade emocional.

Capítulo 163 – Quarta-feira, 5 de novembro
Leo declara seu amor por Samuel, mas insiste em se afastar para priorizar os cuidados com Sofia. Samuel conversa com Vivian sobre a situação delicada de Filipa, que sonha com Abel. Rangel reconhece a coragem de Marlon durante o confronto na barreira. Leo confirma que Davi está envolvido com Bárbara, enquanto ele e Marlon ajudam em um parto realizado em um ônibus, sem perceber que estão sendo fotografados por um jornalista. Surpreendidos, recebem convite para dar entrevista em um programa de TV, e Samuel descobre que a situação está sendo interpretada erroneamente, confundindo-os com um casal. Jaques investiga Elias sobre uma possível interdição judicial de Ricardo, com Danilo escutando a conversa. Tânia reaparece disfarçada de enfermeira, monitorando Ricardo no hospital.

Capítulo 164 – Quinta-feira, 6 de novembro
Tânia informa a Vanderson que Ricardo está em coma e o orienta a localizar Patrícia. Danilo confronta Jaques sobre os remédios sabotados de Filipa, enquanto Walkíria comunica a Samuel que a investigação sobre a morte de Abel aponta Vanderson como responsável. Samuel desconfia de Danilo e visita Ricardo, e Jaques ameaça o rapaz. Tânia observa a movimentação de Jaques no hospital, e Danilo vai ao quarto de Filipa, sendo flagrado por Nina. Leo e Samuel têm um desentendimento, enquanto Bárbara convida Marlon para sair, fortalecendo o vínculo entre eles. Leo e Marlon se aproximam, e Danilo revela a Nina que Jaques está dopando Filipa, aumentando a tensão e a preocupação de todos.

Capítulo 165 – Sexta-feira, 7 de novembro
Nina não acredita em Danilo e exige que ele se afaste de Filipa, enquanto Marlon pensa em Leo. Danilo pede a Leo que administre novos remédios para Filipa, e Ryan solicita a Lucas que investigue a nova operação policial na barreira. Sofia torce pela reconciliação de Samuel e Leo, e, sem que Filipa perceba, Leo aplica o remédio comprado por Danilo, observando melhora no estado da menina. Leo conversa com Danilo sobre a situação, e Davi revela que viu Marlon com Bárbara, aumentando a curiosidade sobre o casal. Jaques descobre a iniciativa de Danilo e se irrita, enquanto Yara, Stephany e as costureiras surpreendem Leo, garantindo que a coleção continuará apesar de todos os imprevistos e adversidades.

Capítulo 168 – Sábado, 8 de novembro
Nina não acredita em Danilo e exige que ele se afaste de Filipa, enquanto Marlon continua pensando em Leo. Danilo pede que Leo administre novos remédios para Filipa, e Ryan solicita a Lucas que investigue a nova operação policial na barreira. Sofia torce pela união de Samuel e Leo, e, sem que Filipa perceba, Leo aplica o remédio comprado por Danilo. Leo percebe a melhora de Filipa e conversa com Danilo sobre a situação. Davi revela a Leo que viu Marlon com Bárbara, e Jaques descobre a iniciativa de Danilo ao providenciar os remédios. Para animar Leo, Yara, Stephany e as costureiras fazem uma surpresa, garantindo que a coleção continuará apesar de todos os imprevistos e desafios.

Cinesystem lança balde temático de Mufasa: O Rei Leão

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Se você é fã de cinema e de itens colecionáveis, prepare-se para uma novidade que vai te levar direto para a savana! Com a estreia de “Mufasa: O Rei Leão“, a Cinesystem traz um lançamento exclusivo: o balde temático inspirado no filme, acompanhado de um combo que promete tornar sua experiência ainda mais completa.

O balde, que é um verdadeiro item de colecionador, está disponível junto com um delicioso combo de pipoca e dois refrigerantes de 700 ml. Com um design que remete à grandiosidade e à magia do clássico da Disney, ele é perfeito para levar para casa como lembrança desse lançamento cinematográfico tão aguardado.

Ei, você sabia?

“Mufasa: O Rei Leão” chegou aos cinemas 30 anos após o lançamento do desenho original, que se tornou um dos maiores clássicos da Disney. Agora, os espectadores podem reviver essa história emocionante e descobrir as origens de um dos reis mais icônicos da savana.

Onde encontrar?

O balde temático está disponível exclusivamente nos cinemas da rede Cinesystem em todo o país. Não perca a chance de adquirir esse item exclusivo que é a combinação perfeita de sabor e memórias cinematográficas.

Como garantir o seu?

Basta visitar uma das unidades da Cinesystem, comprar seu ingresso para “Mufasa: O Rei Leão” e aproveitar a oportunidade de levar para casa esse item imperdível. O combo com pipoca e dois refrigerantes de 700 ml está disponível enquanto durarem os estoques, então é melhor correr para garantir o seu!

Por que vale a pena?

O balde temático de “Mufasa: O Rei Leão” não é apenas um recipiente para pipoca – é um pedaço da magia da Disney que você pode levar para casa. Seja para os fãs nostálgicos do clássico de 1994 ou para quem está conhecendo a história pela primeira vez, essa novidade da Cinesystem é o presente perfeito para transformar sua ida ao cinema em uma experiência inesquecível.

Corra até a Cinesystem mais próxima, garanta seu combo temático e prepare-se para viver a magia de “Mufasa: O Rei Leão” nas telonas. É a diversão e o sabor que você merece – e com um toque de realeza!

Supercine 12/04/2025: Globo exibe a comédia Revelação em Família

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Se tem uma coisa que feriado em família garante, é confusão — e é exatamente isso que o Supercine da Globo vai entregar neste sábado, 12 de abril de 2025. A emissora exibe “Revelação em Família” (Lez Bomb, no original), uma comédia independente cheia de mal-entendidos, boas intenções que dão errado e um elenco afiado que já passou por grandes produções do cinema.

Um jantar de Ação de Graças nada convencional

A história gira em torno de Lauren, interpretada por Jenna Laurenzo (Girl Night Stand), uma jovem que ainda não se assumiu como lésbica para os pais. Ela decide que o tradicional jantar de Ação de Graças será o momento ideal para revelar a verdade, levando sua namorada, Hailey, para conhecer a família. Mas o plano vai por água abaixo quando seu colega de quarto, Austin, aparece de surpresa — e acaba sendo confundido como seu suposto namorado.

Com a chegada de outros parentes e a confusão se acumulando, Lauren tenta desesperadamente assumir quem realmente é, mas a série de mal-entendidos transforma o feriado em um verdadeiro circo emocional, repleto de situações embaraçosas e engraçadas.

Elenco de peso em clima de comédia

O longa conta com um elenco experiente e carismático que brilha no meio do caos familiar. Cloris Leachman (A Última Sessão de Cinema, Agente 86) interpreta a avó sem papas na língua, sempre pronta para soltar uma verdade inconveniente. Kevin Pollak (Os Suspeitos, Cassino) vive o pai de Lauren, perdido nas próprias suposições e cada vez mais confuso com a situação.

Deirdre O’Connell (Eternos, A Vida em Si) interpreta a mãe protetora, que quer o melhor para a filha, mesmo que isso signifique fingir que está tudo bem — mesmo quando claramente não está. Brandon Micheal Hall (God Friended Me, Search Party) dá vida a Austin, o amigo que, sem querer, rouba a cena e complica ainda mais a vida de Lauren. Caitlin Mehner (O Lobo de Wall Street) também aparece em um papel que adiciona mais camadas à confusão familiar.

Na versão dublada, o filme ganha o talento de Celina Beatriz, Beatriz Rodrigues, Hector Gomes, Sheila Dorfman, Philippe Maia e Mariangela Cantú, que ajudam a dar ainda mais vida aos personagens no idioma português.

Representatividade com leveza e bom humor

“Revelação em Família” consegue abordar um tema sensível — o processo de sair do armário — com leveza, empatia e muito humor. O longa mostra o quanto é difícil para muitas pessoas LGBTQIA+ enfrentar a expectativa familiar, especialmente em momentos tradicionalmente simbólicos, como as reuniões de feriado.

Mas, ao invés de recorrer ao drama, o filme aposta na comédia de erros, provando que até nas situações mais caóticas, pode haver espaço para afeto, compreensão e crescimento. O roteiro acerta ao mostrar que mesmo os maiores desencontros podem levar a uma conexão mais sincera — desde que todos estejam dispostos a ouvir, acolher e rir de si mesmos.

Uma ótima pedida para o fim de noite

Se você curte comédias leves, com uma pitada de crítica social e situações familiares no melhor estilo “eu já passei por isso”, vale ficar acordado e conferir essa história divertida e cheia de identidade. É o tipo de filme que mistura boas gargalhadas com momentos de reflexão, sem perder o tom descontraído.

📺 Supercine – Revelação em Família
🗓️ Sábado, 12 de abril de 2025
⏰ Após o Altas Horas, na Globo

Resumo da novela Tieta 22/04 a 25/04 (TV Globo)

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Capítulo 101 – terça-feira, 22 de abril

Tieta aconselha Tonha a refletir com calma sobre os últimos acontecimentos e a não tomar decisões precipitadas. Enquanto isso, Arturzinho deixa claro para seu pai que não tem intenção alguma de se casar com Tonha, frustrando as expectativas familiares. Milu revela a Tieta uma verdade chocante: Arturzinho é o verdadeiro responsável pela morte de Mirandinha.

Ascânio chega com uma notícia preocupante — pai e filho pretendem desapropriar Mangue Seco, mas ele conseguiu ganhar tempo e atrasar o processo. Em paralelo, Arturzinho tenta convencer Tonha de que Mangue Seco é insignificante diante do futuro promissor que ele promete para os dois. Ricardo assina uma procuração em favor de sua mãe, numa decisão que pode ter grandes consequências.

Tonha decide se afastar um pouco e vai passar uns dias na casa de Elisa, mas logo percebe que há algo estranho no ar. Em busca de esclarecimentos e talvez reconciliação, Tieta chama Osnar para uma conversa franca.

Tieta propõe a Osnar que reatem, mas ele a confronta, afirmando que ela só o procura por ter sido abandonada por Ricardo. Tonha se instala na casa de Elisa e Timóteo, que não conseguem impedir sua permanência. Enquanto isso, Silvana prepara o ambiente em sua casa para receber Dário.

Leonora conta a Tieta que mandou Ninete avisar Gladstone sobre a gravidez de Carmosina, causando alvoroço. Osnar surpreende Carol no trabalho e a leva para sua casa, em clima de sedução. Dário e Silvana se entregam ao desejo.

O clima esquenta quando Bafo de Bode insulta Tonha, e Arturzinho, em um impulso violento, o agride com um chicote. Mais tarde, Tieta flagra Osnar na cama com Carol, e a decepção é inevitável.


Capítulo 102 – quarta-feira, 23 de abril

Ascânio confronta Arturzinho e o chama de covarde por sua postura arrogante e violenta. Tonha, ainda abalada, começa a enxergar o lado obscuro do namorado após a agressão.

Tieta enfrenta Osnar, acusando-o de estar usando Carol apenas para deixá-la com ciúmes. A discussão vira um barraco entre as duas mulheres, que se unem para colocar Osnar contra a parede. Enquanto isso, Dário, apesar das expectativas, não consegue consumar a relação com Silvana.

Imaculada se declara para Ricardo, mas ao perceber que ele quer apenas usá-la, se afasta magoada. Perpétua entrega dinheiro a Cora para ajudá-la a comprar uma casa, mas impõe uma condição misteriosa.

Bebê leva Ricardo para o quarto, alimentando o clima de romance. Na calada da noite, a Mulher de Branco tenta atacar Arturzinho, mas ele consegue reagir a tempo e arranca o véu da figura enigmática, ficando cara a cara com o mistério.


Capítulo 103 – quinta-feira, 24 de abril

A cidade entra em polvorosa: várias mulheres voltam para casa mais tarde do que o habitual, despertando suspeitas. Tonha acolhe Bafo de Bode em sua casa, disposto a lhe dar abrigo e apoio. Ela promete ajudá-lo a largar o álcool e pergunta o que ele deseja de verdade. O mendigo faz uma confissão surpreendente.

Enquanto isso, Mirko se recorda de uma conversa intrigante que teve com a Mulher de Branco. Na casa de Elisa, Perpétua escuta escondida uma discussão entre ela e Timóteo sobre o motivo real de estarem morando juntos.

Amintas confidencia aos amigos que está apaixonado, mas ainda teme revelar para quem. Dário aparece em casa carregando um misterioso baú metálico, o que desperta curiosidade.

O momento mais tenso do capítulo vem quando Perpétua, tomada pela raiva e desespero, entra no quarto de Tieta e tenta sufocar quem acredita ser sua irmã com um travesseiro.


Capítulo 104 – sexta-feira, 25 de abril

Perpétua está prestes a cometer um crime quando escuta a voz de Tieta e percebe que, na verdade, está sufocando Araci. A confusão é desfeita quando Cora explica a Leonora e Araci como ela e Tieta conseguiram frustrar o plano sombrio da vilã.

Diante de tudo, Tieta decide que é hora de revisar seu testamento, dando um novo rumo ao futuro de seus bens. Tonha e Arturzinho se reconciliam após uma conversa sincera.

Aída revela a Modesto que Perpétua está impedindo Peto de ver Letícia e pede que ele intervenha. Enquanto isso, informações sigilosas sobre Tieta chegam às mãos de Mirko.

Tieta viaja para Aracaju acompanhada de Carmosina, deixando Santana em suspense. Em um encontro com Tonha, Perpétua revela o verdadeiro motivo da separação de Timóteo e Elisa e acusa Tieta de ter promovido a reconciliação apenas para enganar a todos.

Mirko discute com Ascânio e, tomado pela fúria, jura que vai destruí-lo. Já Dário e Laura compartilham com Silvana uma revelação bombástica: o baú de metal contém nada menos que o diário de Adolf Hitler.

Tonha finalmente escuta de Elisa e Timóteo que eles realmente estão separados. Timóteo decide voltar para a pensão. Modesto confronta Perpétua e a obriga a pedir desculpas a Letícia — ou revelará o segredo sobre a enigmática caixa branca.

Enquanto Mirko analisa o dossiê sobre Tieta, declara para o pai que agora tem em mãos tudo o que precisa para destruí-la.

Resumo da novela Força de Mulher de quinta-feira, 15/05

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Foto: Record/ Divulgação

Confira o que vai rolar na novela Força de Mulher na próxima quinta-feira, 15 de maio de 2025:

O episódio promete fortes emoções, especialmente para Bahar, que mais uma vez coloca a amizade acima de seus medos, e para Ceyda, que se vê no meio de uma busca inesperada pela verdade.

Tudo começa ainda de madrugada, quando Bersan aparece na casa de Ceyda com uma notícia inesperada: ela e Bahar foram aceitas para continuar o serviço de entregas com Cem. A notícia não é exatamente animadora para Bahar, que está cada vez mais desconfiada dos negócios do chef. Mesmo assim, ao ver a amiga aflita com dívidas e sem saída, Bahar aceita seguir no trabalho — mais uma vez, colocando os outros antes de si.

Enquanto isso, Sirin se vê às voltas com uma decepção: ela flagra Emre em clima de romance com Kesmet. A jovem tenta esconder o incômodo, mas não consegue disfarçar o rancor que cresce em silêncio.

Mais adiante, um incidente com as crianças muda o clima do dia. Nisan, enciumada por causa de Arif, se desentende com o irmão e acaba machucando Doruk. Assustada com as consequências do próprio ato, a menina entra em pânico, e Bahar corre contra o tempo para levar o filho ao hospital.

Em um momento delicado, Ceyda faz uma revelação devastadora a Arif: Arda, o menino que ela acreditava ser seu filho, na verdade foi trocado na maternidade. Desesperada por respostas, ela implora que Arif converse com Kesmet, na esperança de conseguir encontrar seu verdadeiro filho.

Vem aí nos próximos capítulos de Força de Mulher

💔 Desculpas e emoções à flor da pele
Após o acidente com Doruk, Nisan se arrepende e pede desculpas a Arif, abraçando-o com carinho. Arif, tocado pela sinceridade da menina, se emociona — mas quem não reage bem é Sirin, que assiste à cena com um olhar carregado de inveja. Bahar, por sua vez, começa a estranhar o comportamento da irmã em relação a Arif.

🚨 Perigo à espreita
A tensão aumenta quando a polícia começa a investigar as movimentações suspeitas de Cem. Uma operação é montada para tentar capturar o bandido, o que pode colocar Bahar e Ceyda diretamente no olho do furacão.

📚 Um gesto de amor
Nisan fica encantada ao saber que a mãe está aprendendo inglês só para ajudá-la nos estudos. O carinho entre as duas renasce em meio ao caos, reforçando os laços que a vida insiste em testar.

🎭 Manipulação e chantagem
Sirin, movida pelo ciúme e pelo desejo de controle, chantageia Arif para forçá-lo a sair com ela. Ele, sem alternativas, acaba cedendo e a leva para jantar — o que promete gerar novas consequências emocionais.

👮‍♀️ Polícia à porta
Durante uma nova entrega, Bahar e Ceyda se veem em apuros. Ao chegarem no endereço, são surpreendidas por uma batida policial. Para tentar escapar, Ceyda improvisa uma história e entra no apartamento de uma senhora, buscando evitar o pior.

Crítica – Elio é uma aventura intergaláctica de tirar o fôlego e de tocar o coração

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Na vastidão do universo, a Pixar volta a provar que as maiores viagens são, na verdade, internas. Elio, nova animação do estúdio, estreia com ares de simplicidade, mas se revela uma obra emocionalmente poderosa, construída com a delicadeza típica de quem compreende a alma infantil — e o peso que ela pode carregar.

Um protagonista fora do eixo — e fora da Terra

A trama gira em torno de Elio, um garoto de 11 anos com imaginação borbulhante e um coração marcado pela perda. Vivendo com a tia, Olga, uma oficial militar dura e pragmática, ele encontra no espaço uma metáfora viva para o seu isolamento emocional. Enquanto ela lida com estratégias e protocolos, Elio busca abrigo nas estrelas — não apenas como fuga, mas como forma de sobreviver ao luto e à rejeição cotidiana.

Uma aventura intergaláctica com alma profundamente humana

É nessa chave sensível que o filme brilha: Elio não tem pressa em construir o vínculo com o espectador. Ele nos convida, quase em silêncio, a ocupar os sapatos do menino e ver o mundo com os olhos de quem não encontra lugar — nem na escola, nem na própria casa. Mas então, a mágica acontece: por um erro cósmico (ou talvez por destino), Elio é transportado a um conselho intergaláctico e confundido com o porta-voz da humanidade. É o início de uma jornada fantástica que parece saída de um conto, mas que guarda camadas profundas sobre identidade, empatia e escolha.

Aqui, a Pixar não aposta em vilões caricatos ou reviravoltas grandiosas. O “conflito” do filme é mais interno do que externo. Mesmo envolto em cenários interplanetários de tirar o fôlego — com um design de produção riquíssimo, repleto de criaturas únicas e arquitetura futurista —, o que move a narrativa é o coração de Elio: um menino ferido que aprende, aos poucos, que coragem não é ausência de medo, mas a capacidade de se manter aberto mesmo quando tudo convida ao fechamento.

Domee Shi (Red: Crescer é uma Fera), Adrian Molina (Viva – A Vida é uma Festa) e Madeline Sharafian (roteirista de Luca) formam uma trindade criativa que conhece profundamente os dilemas da infância e os transforma em arte sensível, sem subestimar a inteligência emocional do público. A direção conjunta aposta em um ritmo contemplativo, mas recompensador — com pausas que fazem sentido, diálogos afiados e momentos de puro encantamento visual.

Uma lição doce sobre empatia e pertencimento

A frase que atravessa o filme — “Nos conflitos, não há vencedores” — não é apenas uma lição didática, mas um grito suave diante de um mundo que insiste em dividir para controlar. Elio fala sobre pertencimento, mas também sobre reconciliação. Sobre como, às vezes, os monstros que enfrentamos não estão lá fora, mas aqui dentro — e como só o afeto pode desarmá-los.

É, no fim das contas, um filme para adultos cansados e crianças esperançosas. Uma fábula moderna que nos convida a relembrar a força da imaginação, o valor da empatia e a beleza de se sentir aceito — mesmo (e principalmente) quando nos sentimos de outro planeta.

Para quem ainda carrega uma criança dentro do peito

Elio estreia nesta quarta-feira, 19 de junho, e é daqueles filmes que te pegam de surpresa: começa como um desenho espacial e termina como um abraço. E que bom que ainda existam filmes assim.

M3GAN 2.0 chega chegando! Novo trailer revela bastidores e promete ainda mais ação e terror tecnológico

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Se você curtiu o primeiro M3GAN e ficou grudado na cadeira com aquela boneca de inteligência artificial que não está pra brincadeira, prepare-se: a continuação está chegando com tudo — e já com um gostinho especial para os fãs! A Universal Pictures acabou de liberar um trailer de bastidores recheado de depoimentos do elenco e do próprio James Wan, o mestre do terror moderno, junto com cenas inéditas de tirar o fôlego.

O sucesso de M3GAN em 2023 foi estrondoso: mais de 180 milhões de dólares em bilheteria, com um orçamento humilde de menos de 12 milhões. Não é pouca coisa! A história original já mexia com nossos medos mais tecnológicos — uma boneca criada para proteger uma criança, mas que acaba usando métodos… digamos, pra lá de violentos para garantir essa proteção. Na sequência, a trama fica ainda mais tensa.

Agora, a criadora da M3GAN, Gemma, se vê numa encruzilhada quando a tecnologia que dá vida à boneca é roubada e transformada em uma arma militar letal chamada Amelia. Sem muitas opções, ela precisa trazer a M3GAN de volta — só que desta vez, turbinada, mais rápida, mais forte e, claro, mais perigosa. Dá pra imaginar o caos, né?

O elenco reúne nomes que já passaram por produções queridinhas do público. Allison Williams (a protagonista de Corra! e a estrela de Girls) volta para liderar o time. Violet McGraw, que você deve lembrar de Invocação do Mal 2 e Halloween Kills, também está de volta, trazendo toda a emoção do papel da criança sob tutela da boneca. Entre os novos nomes, Jenna Davis (Unpregnant), Amie Donald (Sweet Tooth), Ivanna Sakhno (Falcão Negro em Perigo), Brian Jordan Alvarez (Will & Grace), Jen Van Epps (Criminal Minds), Aristotle Athari (The Afterparty) e Timm Sharp (The Last Man on Earth) completam o elenco — uma turma afiada que promete dar conta do recado.

No comando, Gerard Johnstone assume a direção e também assina o roteiro, adaptando os personagens originais criados por Akela Cooper e o próprio James Wan. Ou seja: a receita para um filme cheio de tensão, surpresas e aquele mix perfeito de terror e ficção científica está garantida.

Anota aí na agenda: M3GAN 2.0 estreia nos cinemas dia 27 de junho de 2025 — ou seja, daqui a pouquinho! Prepare-se para ver até onde uma boneca pode ir para proteger… e aterrorizzar.

Estreia de Como Treinar o Seu Dragão ganha combo exclusivo na Cinesystem

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Foto: Reprodução/ Almanaque Geek

A ilha de Berk já pousou nas telonas — e com ela, toda a magia, emoção e aventura de Como Treinar o Seu Dragão, agora em versão live-action. Em cartaz nos cinemas desde o dia 12 de junho de 2025, o longa conquistou corações antigos e novos com sua releitura visualmente deslumbrante e fiel à essência da história original. E para tornar a experiência ainda mais imersiva, a Cinesystem preparou um combo especial que virou objeto de desejo entre fãs de todas as idades — especialmente os apaixonados por Banguela.

🎁 Um combo que é puro tesouro viking

Mais do que um simples lanche de cinema, o combo exclusivo da Cinesystem é praticamente um artefato digno dos salões de Valhala. O grande destaque é o balde de pipoca colecionável em duas partes, inspirado no adorável dragão Fúria da Noite. A parte inferior representa o corpinho ágil e simpático de Banguela, enquanto a tampa articulada traz sua cabeça detalhada, formando uma mini escultura do personagem — perfeita para colecionadores, fãs e, claro, para quem quer curtir o filme com estilo.

Acompanhado de pipoca quentinha e bebida, o combo transforma qualquer sessão em uma verdadeira jornada à ilha de Berk, onde dragões e vikings aprendem, entre batalhas e descobertas, a superar medos e preconceitos.

🎬 O filme: uma nova geração de voos

Dirigido por Dean DeBlois, o mesmo responsável pela trilogia animada de sucesso, o novo Como Treinar o Seu Dragão combina tecnologia de ponta, atuações cativantes e emoção de sobra. Na trama, Soluço (vivido por Mason Thames) é um jovem viking curioso e criativo que não se encaixa nas expectativas do pai, o Chefe Stoico (Gerard Butler). Tudo muda quando ele encontra Banguela, um temido Fúria da Noite, e opta por protegê-lo — dando início a uma amizade que desafia a lógica da aldeia e transforma o destino de todos.

Com Nico Parker também no elenco, o filme tem 2h05min de duração, classificação livre e já está encantando plateias com sua mistura perfeita de aventura, ternura e mensagens atemporais sobre empatia, coragem e liberdade.

🐲 Uma experiência de cinema que vai além da tela

Seja para quem cresceu ao lado de Soluço e Banguela ou para quem está conhecendo esse universo agora, a nova versão de Como Treinar o Seu Dragão é um presente cinematográfico. E com o combo temático da Cinesystem, assistir ao filme vira um ritual completo — com direito a pipoca, brindes incríveis e aquele frio na barriga de quem está prestes a voar sobre penhascos ao lado de um dragão.

Não perca essa aventura nas telonas. Prepare seu grito viking, agarre seu Banguela de balde na mão e embarque nessa jornada épica.

Crítica – F1 acelera forte, mistura ficção e realidade e entrega o melhor filme de corridas em anos

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Poucos filmes conseguem unir entretenimento de massa, virtuosismo técnico e paixão esportiva de forma tão eletrizante quanto F1. Um dos lançamentos mais esperados do ano, o longa estreia acelerando no máximo e não tira o pé do acelerador por dois intensos atos. A abertura, impactante e sensorial, já entra para a lista das melhores sequências de início dos últimos anos. E o que vem depois só confirma: F1 não é apenas sobre corridas — é sobre como fazer cinema com potência total.

Uma experiência de pista para dentro do cinema

A grande sacada de F1 está em sua forma. Ao mesclar cenas reais da Fórmula 1 com uma trama ficcional, o filme alcança um nível de realismo raramente visto em produções esportivas. E essa fusão é feita com um primor técnico impressionante. Os ângulos de câmera inovadores — muitos deles filmados diretamente dos carros, a centímetros do asfalto — colocam o espectador dentro do cockpit. No IMAX, o efeito é ainda mais avassalador: cada curva, frenagem e ultrapassagem é sentida como se você estivesse no volante.

A montagem é precisa como um pit stop cronometrado. O design de som traz cada ronco de motor com uma clareza quase tátil. E sim, você ouve até o guincho dos freios nas primeiras voltas — um detalhe minucioso que mostra o cuidado da produção.

Hans Zimmer no comando da trilha: emoção em cada nota

Compositor de trilhas icônicas, Hans Zimmer retorna aos holofotes com uma partitura pulsante, emocional e épica. A trilha de F1 é quase um personagem à parte: ela conduz o ritmo da narrativa, amplia a tensão das corridas e oferece respiros dramáticos nos momentos mais humanos. É Zimmer no auge de sua potência criativa. Facilmente, uma das melhores trilhas do ano — e talvez da carreira recente do compositor.

Javier Bardem rouba a cena (de novo)

Interpretando um dirigente carismático e controverso, Javier Bardem brilha com seu habitual magnetismo. Com um pé na ficção e outro na realidade do universo da F1, o ator entrega um personagem que transita entre o mentor, o estrategista e o showman — sempre com charme e uma pitada de ironia. Sua presença em cena é tão magnética que ele poderia estar apenas lendo os regulamentos da FIA e ainda assim prenderia nossa atenção.

Clichês? Sim. Mas são os melhores.

A trama de F1 abraça arquétipos clássicos do cinema esportivo: rivalidades acirradas, heróis improváveis, reviravoltas emocionais. Mas faz isso com tanto estilo e sinceridade que o clichê vira virtude. “Plano C significa caos” e “Ele vai tentar derrubar Verstappen!” são frases que já nascem antológicas — e que traduzem bem o espírito do filme: exagerado na medida certa, divertido quando precisa, e empolgante o tempo todo.

Sim, a ausência de um Grande Prêmio em Mônaco pode decepcionar os fãs mais puristas. Mas é uma ausência sentida apenas porque o restante do filme entrega tanto que você quer ver ainda mais.

Mais do que um filme de carros

F1 não é apenas sobre corridas. É uma celebração da velocidade, da competição, da emoção em alta rotação. É cinema para ser sentido no peito, como um motor V8 rugindo a mil por hora. Com seu visual arrebatador, sua trilha explosiva e uma entrega total à experiência, o longa estabelece um novo padrão para produções automobilísticas.

É, sem dúvida, o Top Gun: Maverick das pistas — só que sem a nostalgia. E talvez por isso vá dividir opiniões. Mas para quem ama o cinema grandioso, técnico, visualmente envolvente e emocionalmente direto, F1 é uma vitória incontestável.

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