Noitão J-Horror leva o melhor do terror japonês às madrugadas do Reag Belas Artes

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Há medos que gritam. Outros sussurram. E há aqueles que se instalam lentamente — um olhar no escuro, um passo fora do lugar, uma presença invisível que jamais foi embora. É nesse território que habita o J-horror, vertente do cinema japonês de terror que será celebrada na edição especial do Noitão, no Reag Belas Artes, em São Paulo, na madrugada do dia 18 de julho, a partir das 23h30.

Mais que uma maratona, o evento é um ritual cinematográfico que convida o público a atravessar a madrugada ao lado de fantasmas vingativos, traumas não resolvidos e realidades distorcidas — tudo isso dividido entre duas salas com curadorias distintas, que misturam estreias, obras-primas e filmes-surpresa escolhidos a dedo.

O horror começa com uma nuvem

As duas salas dão início à jornada com a aguardada estreia de “Cloud – Nuvem de Vingança”, novo filme do mestre Kiyoshi Kurosawa, aclamado por sua maneira única de filmar o invisível — e de fazer o banal se tornar aterrorizante. A história acompanha Ryosuke, um homem comum que começa a despertar a raiva de todos ao seu redor — um pavor que cresce sem explicação, como uma nuvem densa que encobre o mundo.

Cloud, aqui, não é só o título: é atmosfera, é metáfora, é a incerteza que ronda os que caminham entre o passado e o sobrenatural.

Sala 1 – A elegância sombria de Kurosawa

Na Sala 1, o foco recai sobre o próprio Kurosawa, com a exibição do clássico “Pulse” (2001). Pioneiro ao refletir sobre a conexão entre o mundo digital e o espiritual, o longa investiga uma série de suicídios ligados à internet — uma espécie de luto coletivo digitalizado, onde os fantasmas navegam junto aos vivos. Encerrando a sessão, um filme-surpresa de 74 minutos guarda o último susto — ou talvez o mais poético.

🕒 Programação Sala 1 – Kiyoshi Kurosawa

  • 23h59 | Cloud – Nuvem de Vingança (2024)
  • 02h20 | Pulse (2001)
  • 04h35 | Filme surpresa (74 min)

Sala 2 – Onde o terror é íntimo e insuportável

Se a Sala 1 aposta no medo atmosférico, a Sala 2 mergulha na dor que vem de dentro. Após Cloud, o público assiste ao devastador “Audição” (1999), de Takashi Miike — um filme que começa como romance e termina em puro desespero, redefinindo os limites entre o amor, a obsessão e a vingança. O encerramento vem com outro filme-surpresa, de 106 minutos, escolhido para não deixar ninguém indiferente.

🕒 Programação Sala 2 – Intrigas e Pesadelos

  • 23h30 | Cloud – Nuvem de Vingança (2024)
  • 01h50 | Audição (1999)
  • 04h00 | Filme surpresa (106 min)

J-horror: quando o medo é memória

O que diferencia o J-horror não é apenas sua estética contida, sua fotografia opaca ou seus fantasmas de cabelos longos e olhos parados. É a forma como ele trata o medo como herança emocional, como eco de dores mal resolvidas — não apenas sustos, mas reflexões. E, por isso, talvez nos assuste tanto: porque ele não termina quando a luz do cinema se acende.

Noitão J-Horror: O Melhor do Terror Japonês

📅 Data: 18 de julho (quinta para sexta)
🕦 Horário: A partir das 23h30
📍 Local: Cine Reag Belas Artes – Rua da Consolação, 2423 – São Paulo (SP)
🎟️ Ingressos: R$ 60,00 (inteira) | R$ 30,00 (meia-entrada para estudantes e idosos)
💺 Salas acessíveis: Poltronas numeradas, cadeiras para obesos e espaço para cadeirantes em todas as salas
🎫 Vendas: Site oficial do cinema ou diretamente na bilheteria

Super Tela deste sábado (26/07): Record TV exibe o intrigante thriller “Nefarious”

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No meio de tantos blockbusters que apostam em efeitos especiais e grandes franquias, às vezes o cinema independente traz algo diferente — um filme que vai além do entretenimento para fazer a gente pensar. Nefarious, que vai passar na Super Tela da Record TV neste sábado, 26 de julho de 2025, é exatamente isso. Um thriller de terror com uma pegada espiritual, que mexe com a nossa cabeça e desafia as certezas.

Dirigido por Chuck Konzelman e Cary Solomon, o longa é baseado no livro A Nefarious Plot, de Steve Deace, e conta uma história que, apesar de simples, tem camadas profundas. É um filme que não foge de temas polêmicos e que pode dividir opiniões — mas que, com certeza, vai deixar marca.

Um enredo que mistura dúvida, fé e medo

A história gira em torno do psiquiatra Dr. James Martin (interpretado por Jordan Belfi), que é chamado para avaliar um preso no corredor da morte, Edward Wayne Brady (Sean Patrick Flanery). Edward foi condenado por uma série de assassinatos, mas ele diz que não é ele mesmo — na verdade, é um demônio chamado Nefarious que tomou seu corpo.

A missão de Martin é descobrir se Edward está realmente louco ou só tentando enganar o sistema para escapar da execução. Só que essa avaliação acaba mexendo com muito mais do que a vida do condenado: desafia as próprias crenças do psiquiatra e joga o espectador num jogo de sombras entre ciência, religião e psicologia.

Nefarious não tenta dar respostas fáceis, pelo contrário. Ele faz a gente questionar o que é real e o que não é, o que é maldade humana e o que pode ser algo maior — e deixa a dúvida pairando durante todo o filme.

Personagens vivos e intensos

Um dos pontos fortes do filme é o elenco, que dá vida a essa trama pesada de um jeito muito natural e convincente. Sean Patrick Flanery, que já fez vários papéis marcantes, está simplesmente brilhante como Edward/Nefarious. Ele consegue ser assustador, sedutor e cheio de nuances, o tipo de vilão que a gente não esquece fácil.

Jordan Belfi, no papel do psiquiatra Martin, segura muito bem o filme, mostrando um homem que tenta ser racional e firme, mas que vai se desmoronando à medida que o confronto com Edward avança. Ele traz humanidade para um personagem que poderia facilmente virar apenas um clichê do médico cético. O restante do elenco também dá um suporte sólido, ajudando a construir aquela atmosfera de tensão e confinamento que permeia toda a história.

Um filme que fala sobre fé e dúvida

O que mais chama atenção em Nefarious é a forma direta como ele aborda a fé, o sobrenatural e o mal. Não é só mais um filme de terror com fantasmas e monstros — aqui, o mal tem voz, opinião, e até crítica social.

Em vários momentos, o tal “Nefarious” fala sobre como o mundo está pior do que nunca, citando problemas reais como o aumento da escravidão moderna e o aborto, temas que aparecem no filme e mexem com o espectador de forma bastante direta.

Isso pode incomodar quem prefere um filme mais neutro ou que não toque nesses assuntos. Por outro lado, traz uma autenticidade que é rara, especialmente no gênero terror, e mostra um lado pouco explorado: o confronto entre crença e ceticismo.

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Uma produção modesta, mas eficiente

Gravado em Oklahoma City, o filme usa um cenário simples — quase todo dentro da prisão — para criar um clima claustrofóbico que ajuda a aumentar o suspense. Não tem efeitos especiais mirabolantes, mas a fotografia, os sons e a direção de arte funcionam juntos para deixar tudo tenso e envolvente.

Essa simplicidade acaba favorecendo a história, que não perde o foco nos personagens e na luta psicológica que está no centro do filme.

Como o público e a crítica reagiram

O longa-metragem não fez muito barulho nas bilheterias — arrecadou cerca de US$ 1,3 milhão, número modesto perto dos grandes lançamentos. A crítica especializada foi dividida, com alguns apontando que o filme exagera na mensagem religiosa e que falha em algumas partes do roteiro. Já o público, especialmente aqueles que gostam de histórias que mexem com a mente e o espírito, deu uma resposta bem mais positiva, com nota B+ no CinemaScore e 97% de avaliações positivas no Rotten Tomatoes.

Por que vale a pena assistir

Se você está cansado de filmes de terror que se resumem a sustos fáceis e efeitos visuais, o longa pode ser uma surpresa. Ele desafia o espectador a pensar sobre o que é maldade, sobre o que acreditamos e como lidamos com o desconhecido. Além disso, é uma história que toca no humano, nos medos que todo mundo tem, mesmo quando tenta esconder. E isso faz toda a diferença.

“Sessão da Tarde” exibe “Nunca Te Esquecerei” nesta terça (29) – Uma tocante viagem pela memória e pelo amor

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Nesta terça-feira, 29 de julho de 2025, a TV Globo reserva aos seus telespectadores uma história emocionante na tradicional Sessão da Tarde. O filme escolhido para esta edição é “Nunca Te Esquecerei” (título original: Head Full of Honey), um drama sensível que aborda com delicadeza a luta contra a doença de Alzheimer e a importância do amor e das memórias familiares.

Uma jornada que toca o coração

“Nunca Te Esquecerei” acompanha Amadeus (interpretado pelo veterano Nick Nolte), um homem viúvo que enfrenta o avanço da doença de Alzheimer, uma condição neurodegenerativa que provoca o esquecimento progressivo das lembranças e das pessoas amadas. Diante do desgaste mental e emocional causado pela doença, Amadeus decide embarcar numa última e especial viagem com sua neta Matilda (Sophie Lane Nolte), rumo a Veneza, na Itália — um lugar carregado de significados afetivos, pois é onde ele conheceu sua falecida esposa.

A trama, simples em sua essência, é rica em nuances e sensações. A relação entre avô e neta, o resgate das memórias afetivas e a luta para preservar a identidade diante do esquecimento fazem deste filme uma obra que provoca reflexão e emoção.

Uma refilmagem que respeita a originalidade

Dirigido pelo alemão Til Schweiger, que também foi responsável pelo filme original de 2014, Honig im Kopf (em português, “Mel na Cabeça”), “Nunca Te Esquecerei” é a versão americana desta história comovente. Schweiger repete a dose na direção, mantendo a sensibilidade e a verdade do roteiro que ele mesmo ajudou a criar para o filme alemão.

Enquanto o original tocou profundamente o público europeu, especialmente na Alemanha, o remake americano traz um elenco internacional de peso, liderado por Nick Nolte, que dá vida a Amadeus com uma interpretação comovente e sincera. Ao seu lado, Matt Dillon e Emily Mortimer interpretam seu filho e nora, figuras que representam o apoio e os desafios familiares diante da doença. A neta Matilda, papel assumido pela jovem Sophia Lane Nolte, é o elo de ternura e esperança, cuja relação com o avô se revela o verdadeiro motor da narrativa.

Elenco de destaque e personagens marcantes

Além de Nick Nolte, Matt Dillon e Emily Mortimer, o filme conta com nomes como Jacqueline Bisset, Eric Roberts e Greta Scacchi, que interpretam personagens secundários fundamentais para o desenvolvimento da trama, trazendo profundidade ao universo vivido por Amadeus. Til Schweiger ainda faz uma participação especial como garçom em um restaurante de Londres, adicionando um toque pessoal ao longa. Cada personagem traz consigo um papel simbólico, representando os diferentes aspectos da jornada de quem convive com o Alzheimer — desde o cuidado familiar até a busca por dignidade e compreensão.

Produção e curiosidades

A produção de “Nunca Te Esquecerei” teve início em 2018, com as filmagens acontecendo na Alemanha. O filme recebeu apoio do financiamento estatal alemão, o que mostra o interesse cultural e social que essa obra despertou no país de origem do diretor.

Curiosamente, a versão original de 2014 foi um dos maiores sucessos do cinema alemão daquele ano, com mais de sete milhões de espectadores. Já a refilmagem americana teve uma recepção mais tímida nas bilheterias, um contraste que demonstra as dificuldades naturais em transpor narrativas culturais e adaptá-las para públicos diferentes.

Apesar disso, o filme tem sido elogiado pela forma honesta e comovente com que aborda um tema delicado, que afeta milhões de famílias ao redor do mundo.

Alzheimer no cinema

Filmes como “Nunca Te Esquecerei” são importantes porque aproximam o público da realidade de quem enfrenta o Alzheimer, uma doença que ainda gera muitos tabus e desinformação. Ao mostrar o processo de perda progressiva das memórias e a maneira como o afeto pode resistir a essa erosão, o filme ajuda a humanizar o debate, convidando à empatia e ao cuidado. Além disso, a relação entre Amadeus e Matilda destaca a importância do vínculo familiar e do amor como forças que ajudam a enfrentar momentos difíceis.

Para assistir na Sessão da Tarde

Com direção de Til Schweiger, o filme tem uma duração que cabe perfeitamente no horário tradicional da Sessão da Tarde, oferecendo uma opção de entretenimento que é, ao mesmo tempo, leve e reflexiva. A transmissão no dia 29 de julho será uma oportunidade para que telespectadores de todas as idades possam se emocionar e, talvez, se identificar com as situações vividas pelos personagens

One Punch Man | Garou domina o novo pôster e JAM Project volta para o tema de abertura

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Se você é fã de animes e histórias que misturam ação com uma boa dose de humor e reflexão, pode preparar o coração: a terceira temporada de One Punch Man está chegando — e com ela, muitas surpresas que prometem agitar a comunidade. O novo pôster que acaba de ser divulgado traz Garou, um dos personagens mais carismáticos e complexos da série, em destaque, mostrando que ele terá um papel fundamental nessa nova fase. Abaixo, confira a imagem:

Além disso, uma notícia que deixou os fãs ainda mais animados foi a confirmação do retorno da banda JAM Project para o tema de abertura. A energia e a força que eles imprimem às músicas são praticamente parte da alma do anime, e saber que estarão de volta já é motivo para celebrar.

Quem é Garou e por que ele merece tanto destaque?

Garou é um daqueles personagens que quebram qualquer ideia de vilão tradicional. Com uma filosofia própria, ele questiona o sistema de heróis e busca uma justiça que, para ele, faz sentido — mesmo que para a sociedade pareça fora da lei. O que o torna tão interessante não é só sua força impressionante, mas a humanidade que está por trás das suas escolhas. O novo pôster, que o coloca em evidência, dá um spoiler visual de que essa temporada vai mergulhar fundo nas motivações dele e no impacto que ele provoca na Associação dos Heróis. É uma oportunidade para a série explorar dilemas morais e emocionais que vão além das pancadarias.

A trilha sonora que a gente já ama vai continuar

Não tem como pensar em One Punch Man sem lembrar daquele tema de abertura que nos enche de energia para o que vem pela frente. O JAM Project tem um lugar especial no coração dos fãs por trazer exatamente isso: música poderosa, que combina perfeitamente com o clima épico das lutas. Embora ainda não tenha sido confirmado se Ricardo Cruz, o vocalista brasileiro que participou da segunda temporada, estará na terceira, a volta do JAM Project já é uma vitória. Eles sabem exatamente como dar o tom certo para acompanhar Saitama e seus desafios, e isso faz toda a diferença na experiência de assistir ao anime.

Uma história que conquistou o mundo de forma inesperada

One Punch Man começou de um jeito bem simples: uma webcomic criada por One, que logo chamou atenção pela sua proposta diferente. Ao invés do herói que enfrenta dificuldades para vencer seus inimigos, Saitama já começa invencível — e isso, ao invés de diminuir a história, abre espaço para explorar o lado humano por trás do “herói perfeito”. O que vemos é alguém que enfrenta o tédio da invencibilidade, a busca por propósito e o desejo de ser reconhecido, mesmo quando parece não precisar disso. Essa abordagem fez com que a série ganhasse fãs de todos os lugares, ultrapassando o nicho dos animes tradicionais.

Mangá e anime: duas faces que complementam a jornada

Com os traços incríveis de Yusuke Murata, a versão mangá de One Punch Man deu vida às cenas de ação e aos personagens de uma forma que impressiona até hoje. O anime, por sua vez, foi responsável por levar essa história para as telas do mundo, com produção de alta qualidade e sequências de tirar o fôlego. O sucesso das duas primeiras temporadas criou uma base sólida e fez crescer ainda mais a expectativa pelo que vem a seguir. E a terceira temporada promete não decepcionar, trazendo o mesmo estúdio do segundo ano, J.C. Staff, para manter a qualidade.

O que esperar da nova temporada?

Para os fãs, a terceira temporada é uma chance de ver a história se aprofundar, principalmente no que diz respeito a Garou e à Associação dos Heróis. Os conflitos vão ganhar mais intensidade, e Saitama, mesmo invencível, terá seus próprios desafios. Além das lutas espetaculares e do humor característico, é uma temporada que pode trazer questionamentos sobre justiça, poder e o que realmente significa ser um herói em um mundo cheio de complexidades.

Pequenas Empresas e Grandes Negócios deste domingo (09/08) destaca negócios familiares, mercado pet e confeitaria artesanal

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Em todo canto do Brasil, histórias de empreendedores que começam pequenos e sonham grande se repetem, mas cada uma carrega sua própria marca: um sotaque, um tempero, um jeito de atender, uma lembrança de infância. É nesse universo que o Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) mergulha mais uma vez neste sábado, 9 de agosto de 2025, com uma edição especial para celebrar o Dia dos Pais.

O programa, que há décadas é referência para quem busca inspiração no mundo dos negócios, aposta em histórias reais para mostrar que empreender não é apenas abrir uma empresa — é transformar vivências, afetos e talentos em oportunidades. Nesta semana, os repórteres percorrem diferentes regiões do país para conhecer famílias que mantêm viva a tradição ao mesmo tempo em que abraçam a inovação, empreendedores que apostam na tecnologia para se destacar, profissionais que fazem da cozinha de casa um ponto de partida e empresas que enxergaram no cuidado com os animais um nicho promissor.

O elo familiar como força empreendedora

Para abrir o programa, o repórter Max Tavares apresenta o especial “Giro Dia dos Pais”, dedicado a histórias onde o amor de pai e filho se transforma em combustível para o sucesso empresarial.

Em São Paulo e Curitiba, a câmera registra a rotina de uma pizzaria familiar que conseguiu, ao longo de gerações, manter a essência das receitas originais enquanto se adapta às mudanças de mercado. O forno a lenha continua sendo o coração do negócio, mas o cardápio ganhou novos sabores e a divulgação migrou para as redes sociais, com campanhas criativas que aproximam a marca de um público mais jovem.

O que impressiona é a forma como as decisões são tomadas: o pai, guardião das tradições, e o filho, atento às novas tendências, encontram um equilíbrio entre passado e futuro. É um retrato claro de como diferentes visões podem se complementar quando há respeito e objetivo em comum.

Mais ao norte do país, em Belém (PA), o programa apresenta uma família quilombola que decidiu transformar o orgulho de suas raízes em um restaurante de comida amazônica. O negócio vai muito além da gastronomia: é também uma forma de manter viva a história e a cultura herdadas dos antepassados. Cada prato servido é resultado de um saber que atravessou gerações, carregando temperos, aromas e memórias. Ali, o empreendedorismo é também uma forma de resistência cultural.

Quando tecnologia e estética andam juntas

O repórter Pedro Lins conta a história de Daniela Mustafci, dona de uma clínica estética em São Paulo que soube unir dois elementos fundamentais para quem quer crescer no setor de serviços: tecnologia e planejamento estratégico.

Daniela percebeu que, para se destacar, não bastava oferecer bons tratamentos. Era preciso criar experiências completas, que começassem no agendamento online e se estendessem ao atendimento personalizado. Investiu em equipamentos modernos, treinou a equipe para oferecer um serviço de excelência e apostou em promoções inteligentes.

Com a Black Friday se aproximando, ela preparou combos exclusivos de tratamentos para atrair novos clientes e fidelizar os antigos. Mas o mais interessante é que, para Daniela, as promoções não são apenas sobre preços menores: são uma estratégia para apresentar novos serviços ao público, aumentar o ticket médio e reforçar a relação de confiança com quem já frequenta a clínica.

“Quando entendemos o que o cliente realmente valoriza, conseguimos oferecer algo que faça sentido para ele e também para o negócio”, diz Daniela, reforçando a importância de planejar antes de agir.

Da cozinha de casa para o próprio ateliê

Ainda com Pedro Lins, o programa viaja até Araraquara (SP) para conhecer Joana D’Arc Pereira, que começou produzindo doces artesanais na cozinha de casa e conquistou o público com seu cuidado quase artesanal em cada detalhe.

As maçãs do amor são o carro-chefe: lisas, brilhantes, com acabamento impecável e sabor marcante. Mas o sucesso não veio da noite para o dia. Joana precisou aprender sobre precificação, fornecedores e logística de entrega. A divulgação boca a boca deu lugar às redes sociais, onde fotos bem produzidas e depoimentos de clientes ajudaram a impulsionar as vendas.

Agora, diante de uma demanda crescente, ela se prepara para abrir seu próprio ateliê de confeitaria. Será o passo mais importante desde o início da jornada e, para ela, a realização de um sonho. “Quero um espaço onde as pessoas possam sentir o carinho que coloco em cada doce, desde a produção até o atendimento”, afirma.

Mercado pet: um setor em expansão e cheio de oportunidades

No quadro “Negócio de Estimação”, apresentado por Déborah Morato, o programa mostra como o mercado pet segue em alta no Brasil, impulsionado pelo crescente cuidado e atenção que os tutores dedicam aos animais.

A primeira história é de uma empresa especializada em transporte internacional de pets. Mais do que logística, a proposta é oferecer segurança, conforto e acompanhamento durante todo o processo, garantindo que cães e gatos cheguem ao destino com o menor estresse possível. A atenção aos detalhes vai desde a adaptação das caixas de transporte até o monitoramento em tempo real.

Já a segunda empresa aposta em algo relativamente novo no Brasil: planos de saúde para animais como benefício corporativo. Funcionários de empresas parceiras podem incluir seus pets no pacote, garantindo acesso a consultas, vacinas e exames. A iniciativa reforça uma tendência de mercado: tratar os animais como membros da família e, ao mesmo tempo, criar diferenciais para a retenção de talentos nas empresas.

A escolha das entregas: próprio sistema ou aplicativos?

Encerrando o programa, no quadro “Dica do Bacca”, o especialista Marcelo Baccarini aborda um dilema que afeta milhares de empreendedores que vendem online: vale mais a pena investir em um sistema próprio de entregas ou aderir aos aplicativos já existentes?

Baccarini apresenta os prós e contras de cada modelo. No sistema próprio, há maior controle sobre a experiência do cliente, mas os custos com equipe, treinamento e divulgação podem pesar no orçamento. Já nos aplicativos, o alcance é maior e a estrutura já está pronta, mas a concorrência é acirrada e as taxas podem reduzir a margem de lucro.

A recomendação é analisar fatores como volume de pedidos, área de atendimento e perfil do cliente antes de tomar a decisão. Não existe resposta única: o ideal é escolher o modelo que se encaixe melhor na realidade do negócio.

Terror Shaman estreia com clipe sinistro e promete desafiar a fé em confrontos sombrios

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O cinema de terror está prestes a ganhar um novo e inquietante capítulo com o lançamento de Shaman, um filme que mergulha fundo em um território pouco explorado pelo gênero: o embate entre fé, cultura e forças sobrenaturais ancestrais. Com uma trama que combina possessão demoníaca e um choque cultural intenso, a produção promete envolver o público não apenas pelo medo, mas também por provocações filosóficas sobre o que significa realmente enfrentar o desconhecido.

O longa-metragem acompanha a história de uma missionária, interpretada por Sara Canning (The Vampire Diaries), que se muda para uma comunidade indígena isolada no coração do Equador com seu marido, papel de Daniel Gillies (The Originals), e seu filho, vivido pelo jovem Jett Klyne (Sweet Tooth).

O objetivo inicial da família é levar sua fé cristã aos moradores locais, porém, o que deveria ser uma missão pacífica se transforma em um conflito tenso e assustador quando o filho começa a manifestar sinais de possessão por uma entidade ancestral, muito anterior às crenças ocidentais da família. É nesse momento que a narrativa se aprofunda em dilemas poderosos: até que ponto a missão religiosa pode se sobrepor ao respeito às tradições culturais? Como lidar com o sobrenatural quando ele escapa das categorias familiares?

A missão da mãe se torna uma luta desesperada para salvar seu filho — mas a salvação pode não vir das formas que ela conhece. O xamã da aldeia, interpretado por atores locais como Humberto Morales (La Casa Lobo) e Alejandro Fajardo (Monos), surge como uma figura enigmática que desafia suas convicções e oferece um caminho alternativo. Este choque entre o xamanismo e o cristianismo cria uma tensão palpável, carregada de simbolismos e questionamentos sobre poder, espiritualidade e colonialismo.

Direção sensível para um terror que vai além do susto

A direção de Antonio Negret, que traz no currículo trabalhos marcantes como a série Prodigal Son, imprime à produção uma atmosfera de suspense psicológico que se sobressai pela sensibilidade com que trata os temas culturais e humanos. A colaboração com o roteirista Daniel Negret, seu irmão, reforça o tom familiar e intimista do filme, que aposta mais em construir tensão e emoção do que em clichês do gênero.

Elenco e autenticidade cultural

Além do trio principal, o terror conta com um elenco que inclui nomes como Humberto Morales (La Casa Lobo) e Alejandro Fajardo (Monos), atores locais que ajudam a dar vida à comunidade indígena retratada. A escolha de atores da região confere autenticidade à trama, respeitando as raízes culturais e evitando estereótipos simplistas.

Clima de tensão no clipe oficial

O clipe recentemente divulgado, que você pode conferir logo abaixo, oferece um vislumbre do clima pesado e angustiante que Shaman constrói ao longo da narrativa. Com cenas que transitam entre uma calma inquietante e momentos de terror explícito, o teaser mostra a mãe tentando desesperadamente salvar seu filho, enquanto forças invisíveis se movem ao redor deles.

Quando o filme estreia?

O longa-metragem estará disponível a partir de 8 de agosto nas plataformas de vídeo sob demanda (VOD), oferecendo ao público a chance de experimentar o suspense e a tensão na segurança — e ao mesmo tempo no aconchego — de suas casas. O formato digital amplia o alcance da produção, ao mesmo tempo em que permite uma imersão que muitas vezes os cinemas não conseguem proporcionar, especialmente em obras que mexem com o psicológico.

Um terror que dialoga com espiritualidade e história

O que diferencia o filme de outros filmes de terror que lidam com possessão é sua atenção especial às raízes culturais indígenas e ao confronto com o colonialismo religioso. O embate entre a missão cristã e o xamanismo ancestral não é tratado como um simples conflito entre o bem e o mal, mas como uma complexa colisão de mundos e crenças.

No Companhia Certa desta quarta (13/08), Gaby Spanic relembra o sucesso de A Usurpadora e anuncia novos projetos

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Gabriela Spanic é, sem dúvida, uma das artistas mais emblemáticas da teledramaturgia latina. Conhecida principalmente por interpretar as gêmeas Paola e Paulina na icônica novela mexicana A Usurpadora (1998), a atriz venezuelana conquistou fãs em todo o mundo e transformou seu talento em um fenômeno cultural que ultrapassou fronteiras. Quase três décadas após o grande sucesso, Gaby continua cativando plateias, não apenas com sua presença marcante na televisão, mas também com sua música e novos projetos artísticos.

Nesta quarta-feira, 13 de agosto, Gabriela será a convidada do programa Companhia Certa, apresentado por Ronnie Von, na RedeTV!, às 0h. A entrevista promete ser um mergulho na carreira multifacetada da atriz, com histórias inéditas e reflexões sobre fama, arte e vida pessoal. Entre os temas abordados, Gaby comenta rumores de participação em um reality rural brasileiro, algo que movimentou a imprensa recentemente. “Não me ligaram. São muitos murmurinhos e boatos, não entendo porquê”, desabafa, com a sinceridade que a tornou querida pelos fãs.

O possível convite para o reality, segundo especulações, estaria ligado ao impacto duradouro de A Usurpadora, que continua sendo reprisada constantemente na televisão brasileira e em outras partes do mundo. A atriz reflete sobre a dimensão internacional da trama e admite que jamais imaginou o alcance da história. “Nunca imaginei, de verdade. É a novela mais reprisada na TV brasileira. Na Europa, Singapura, Emirados Árabes, também foi impressionante. Na Indonésia fizeram uma estátua minha”, lembra, com orgulho e um sorriso que transmite gratidão.

O fenômeno Paola e Paulina

Interpretar duas personagens com personalidades tão distintas foi um desafio que Gabriela Spanic transformou em marco de sua carreira. Paola Bracho, a vilã elegante e manipuladora, e Paulina, a doce e ingênua, exigiam não apenas mudança de figurino e maquiagem, mas também nuances de expressão, gestos e entonações completamente diferentes. “Quando me pediam para interpretar as duas irmãs, eu pensava: ‘Como vou dar vida a duas pessoas que vivem em mundos tão distintos?’ Mas algo dentro de mim me dizia que era possível, e o resultado superou todas as minhas expectativas”, recorda.

O sucesso de Paola e Paulina foi tamanho que Gabriela se tornou referência em atuação para novelas de todo o continente latino-americano. Fãs de diferentes gerações ainda comentam, em redes sociais e encontros de admiradores, como a atriz conseguiu dar vida a duas figuras tão opostas sem perder autenticidade. “O carinho do público é maravilhoso. É incrível perceber que tantos anos depois as pessoas ainda assistem, se emocionam e se identificam com as irmãs. Isso não tem preço”, comenta, emocionada.

O impacto internacional também se reflete em curiosidades que Gaby coleciona ao longo de sua carreira. Desde fãs fazendo estátuas em sua homenagem na Indonésia até eventos dedicados exclusivamente a “A Usurpadora” em países da Europa, a atriz percebeu que sua arte ultrapassa idiomas e culturas. “A história das irmãs tocou pessoas de maneiras que eu nunca imaginei. Algumas me escrevem dizendo que se inspiraram em Paulina para enfrentar dificuldades ou que adoram odiar Paola por puro divertimento. Isso é incrível”, acrescenta.

Uma vida dedicada à arte

Apesar de ser mundialmente reconhecida por suas personagens na televisão, Gabriela Spanic é uma artista multifacetada. Ela começou sua trajetória ainda jovem, mostrando talento tanto para atuação quanto para música. A paixão pelo canto surgiu na infância, nos momentos em que se apresentava com a família na igreja. “Desde menina cantava com minha mãe e com a família na igreja. Aquela vivência foi determinante para eu desenvolver não apenas a voz, mas também a sensibilidade artística que levo até hoje”, recorda.

Ao longo dos anos, a atriz não abandonou a música. A atriz compôs canções para novelas em que participou e, com o tempo, passou a explorar diferentes estilos e ritmos. “Gosto muito de cantar e compor. Sou muito romântica, e isso se reflete nas letras e na forma como interpreto cada canção. Para mim, música e atuação caminham juntas; ambas me permitem contar histórias e conectar com as pessoas”, explica.

Turnê internacional e novas produções

Em sua passagem pelo Brasil, Spanic traz a World Tour 2025, uma turnê que revisita seus hits românticos, agora adaptados para versões eletrônicas e dançantes. Com arranjos modernos, batidas envolventes e uma performance energética, Gaby transforma clássicos da sua carreira musical em experiências únicas para o público. A artista conta que a ideia surgiu justamente para aproximar gerações diferentes: “Muitas pessoas conhecem meu trabalho pela televisão, mas quero que também se conectem com minha música. O remix de ‘Prisioneira’, por exemplo, faz com que quem já ama a canção a redescubra de uma forma divertida e atual”, explica.

Durante a entrevista no Companhia Certa, Gabriela também adianta novidades sobre seus próximos projetos. Ela trabalha com o produtor André Kostta em um novo disco, que promete mesclar romanticismo e sonoridades modernas. “Tenho uma música com ele, e estamos desenvolvendo um álbum completo. Estou muito animada, porque ele entende a minha linguagem artística e consegue trazer elementos novos que me desafiam e inspiram”, comenta, antes de soltar a voz em uma versão inédita do remix de “Prisioneira” para demonstrar a evolução do projeto.

Reflexões sobre fama e carreira

Ao longo de sua trajetória, Gabriela Spanic teve que lidar com os efeitos da fama intensa, especialmente por ter se tornado referência internacional em um papel específico. No entanto, ela encara o sucesso com maturidade e gratidão. “A fama traz responsabilidades, mas também oportunidades incríveis. Aprendi a equilibrar minha vida pessoal e profissional e a valorizar cada conquista”, reflete.

Gaby também compartilha sua visão sobre a importância de permanecer fiel à própria arte. “Quando você ama o que faz, isso transparece. Não é apenas atuar ou cantar; é transmitir sentimentos, tocar vidas. Se você se entrega de coração, o público percebe, e essa conexão é única”, afirma.

Além da atuação e da música, Gabriela dedica-se a projetos sociais e a causas que considera importantes, reforçando o papel de artista comprometida com a sociedade. “Sempre que posso, participo de iniciativas que ajudam crianças, adolescentes e mulheres em situação de vulnerabilidade. Acho que temos a responsabilidade de usar nossa voz para inspirar e transformar”, explica.

O encanto do Brasil e a conexão com o público

A relação de Gabriela com o Brasil é antiga e especial. Desde a estreia de “A Usurpadora” na televisão brasileira, a atriz recebeu reconhecimento caloroso e carinho genuíno dos fãs. “O público brasileiro é apaixonado, intenso e muito afetuoso. Sempre que venho, sinto essa energia, e isso me dá força e alegria para continuar criando”, comenta.

Na turnê de 2025, ela terá a oportunidade de sentir de perto esse contato com os admiradores, além de celebrar a trajetória que a levou a lugares tão distantes e a consolidar sua carreira como um verdadeiro ícone da cultura latina. “Cada apresentação é uma troca de energia. Eu canto, mas também recebo amor, gratidão e inspiração de volta. Isso é o que me motiva a seguir em frente”, diz, emocionada.

Se há algo que define Gabriela é sua capacidade de se reinventar. De protagonista de novelas mexicanas a artista internacional, passando pela música e por projetos audiovisuais inovadores, Gaby demonstra que a carreira artística não tem limites quando há dedicação e paixão. “Eu acredito na evolução constante. Não quero me acomodar; sempre busco aprender, experimentar e surpreender meu público”, afirma.

A entrevista no programa é uma oportunidade rara de acompanhar de perto essa trajetória multifacetada, ouvir histórias inéditas e perceber a humanidade por trás de uma artista que se tornou lenda viva da teledramaturgia. Gabriela Spanic prova que é possível conciliar talento, carisma e autenticidade, sem deixar que a fama obscureça o essencial: a arte e a conexão com o público.

Com mais de três décadas de carreira, Gabriela continua a encantar fãs, superar desafios e explorar novos caminhos artísticos. A história das irmãs Paola e Paulina permanece viva na memória afetiva de milhões, mas a artista segue escrevendo novos capítulos, seja na música, na televisão ou em projetos inovadores. Seu carisma, dedicação e autenticidade garantem que, independentemente do tempo e das tendências, Gabriela Spanic seguirá como um ícone da cultura latina, inspirando gerações e mostrando que a arte é, acima de tudo, um meio de tocar corações.

Doramas em agosto – Saiba quais são os lançamentos imperdíveis para você maratonar!

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O mês de agosto de 2025 está repleto de novos doramas que prometem conquistar os fãs de romance, drama, fantasia e histórias históricas. Alguns títulos já estão disponíveis para maratona, enquanto outros chegam nos próximos dias, oferecendo uma agenda cheia de emoções e aventuras para quem acompanha o universo asiático. Se você ama mergulhar em histórias cativantes, prepare-se: há produções para todos os gostos neste mês.

Séries já disponíveis

Minha Querida Jornada

Adaptado do romance “Welcome Back, Traveler”, este dorama acompanha Kang Yeo Reum (Gong Seung Yeon), que, após não conseguir sucesso como cantora, decide se reinventar como repórter de viagens na agência “One Day Travel”. A história mostra o poder da resiliência e da autodescoberta, enquanto Yeo Reum percorre diferentes destinos, vivenciando experiências que a transformam pessoal e profissionalmente.

O personagem Sang Sik (Yoo Joon San), CEO da Ogu Entertainment, se vê parcialmente responsável pelo passado da protagonista e tenta ajudá-la a encontrar seu caminho, criando uma dinâmica de cuidado, empatia e crescimento mútuo. Entre cenários deslumbrantes, encontros emocionantes e desafios inesperados, o dorama inspira o público a refletir sobre escolhas, sonhos e a importância de se reinventar. Já disponível no Viki, é ideal para quem gosta de aventuras leves, mas carregadas de emoção e aprendizado.

Além do Direito

Para quem prefere tramas mais sérias e cheias de tensão, Além do Direito explora o universo jurídico através da relação entre Yoon Seok-Hun (Lee Jin-Uk), um advogado brilhante e frio, e Kang Hyo-Min (Jung Chae-Yeon), uma jovem advogada em busca de seu espaço. A dinâmica entre a experiência prática de Seok-Hun e a determinação de Hyo-Min cria momentos de conflito, aprendizado e, claro, romance sutil.

O dorama aborda ética, justiça e desenvolvimento pessoal, mostrando como o ambiente de trabalho pode moldar relações e desafiar crenças. A química entre os personagens, aliada a casos instigantes, mantém a narrativa envolvente do início ao fim. Já disponível na Netflix, é perfeito para quem gosta de dramas maduros, com combinações de romance e tensão intelectual.

Amor, Tomada Dois

Este dorama mistura romance e drama familiar de maneira sensível. Lee Ji An (Yum Jung Ah), mãe solteira, sempre colocou a filha Hyo Ri (Choi Yoon Ji) em primeiro lugar, garantindo uma educação repleta de cuidados, amor e disciplina. Ao crescer, Hyo Ri decide viajar sozinha, conhecendo Bo Hyeon (Kim Min Kyu), um jovem cultivador de flores, e seu pai Ryu Jeong Seok (Park Hae Joon), que guarda um passado romântico com Ji An.

O dorama trabalha com coincidências do destino, mostrando como o amor e as segundas chances podem surgir de maneiras inesperadas. Além disso, explora a relação entre pais e filhos, as diferenças geracionais e a importância de seguir o coração mesmo diante de desafios. Já disponível no Viki, é indicado para quem busca histórias emocionantes, que fazem refletir sobre amor, família e recomeços.

Lançamentos de hoje

Minha Estrela Problemática – disponível 18 de agosto

Im Se Ra retorna à carreira após um hiato de 25 anos causado por um acidente, enfrentando os desafios de reconstruir sua vida e carreira. O encontro com Dokgo Cheol, um detetive solteiro que perdeu a paixão pela vida, cria uma narrativa sobre recomeços, amor e autodescoberta.

O dorama aborda a maturidade, o impacto do tempo nas relações humanas e a coragem necessária para retomar sonhos e projetos que foram interrompidos. Entre encontros inesperados, conflitos internos e momentos de ternura, a história mostra que nunca é tarde para recomeçar. Já disponível no Viki, é indicado para quem gosta de dramas realistas, sensíveis e inspiradores.

Moonlit Reunion – disponível 18 de agosto

Misturando fantasia, ação e romance, Moonlit Reunion apresenta Mei Zhuyu, caçadora de demônios, e Wu Zhen, meio-demônio protetor. A história se desenvolve em meio a batalhas sobrenaturais e dilemas morais, questionando o que significa lealdade e sacrifício.

Além da ação, o dorama foca no desenvolvimento emocional dos protagonistas, nas escolhas entre dever e desejo, e na tensão entre mundos diferentes. A química entre Mei Zhuyu e Wu Zhen, junto aos efeitos visuais impressionantes, torna a experiência cinematográfica intensa. Disponível no WeTV e Disney+, é perfeito para os fãs de fantasia e romances épicos.

Lançamentos aguardados

Ligados pelo Pecado – 20 de agosto

Jiang Ying Xian enfrenta dilemas familiares e profissionais quando precisa lidar com consequências de um acidente envolvendo seu irmão. Ao contratar Fu Cheng como segurança, nasce uma atração complicada e intensa entre eles, marcada por obstáculos e escolhas difíceis.

A trama explora temas como responsabilidade, lealdade, perdão e o poder das segundas chances, mostrando que o amor muitas vezes precisa vencer barreiras do destino. Disponível no Viki, é ideal para quem gosta de romance dramático, cheio de tensão emocional.

Madame Aema – 22 de agosto

Situado na Coreia dos anos 1980, Madame Aema acompanha Hui-ran e Joo-ae, duas amigas que conquistam fama estrelando um filme polêmico, enfrentando censura e pressão da indústria cinematográfica. Entre rivalidades, amizades e dilemas pessoais, elas precisam equilibrar ambição e ética profissional.

O dorama oferece reflexões sobre poder, fama, perseverança e a complexidade das relações humanas, sendo ideal para quem gosta de histórias históricas e dramas de bastidores. Lançamento na Netflix.

Twelve – 23 de agosto

Com elementos de fantasia e ação, Twelve acompanha Taesan, um dos Doze Anjos do zodíaco coreano, que precisa impedir que O Gwi transforme o mundo em caos. Para isso, precisa encontrar Mir, reencarnação de uma entidade poderosa.

A história combina batalhas épicas, dilemas morais e decisões estratégicas, explorando amizade, coragem e responsabilidade. Disponível no Disney+, é indicado para fãs de fantasia, aventura e narrativas épicas.

Cauã Reymond encara novo desafio em Último Lance, série intensa do Globoplay que mistura futebol, poder e vulnerabilidade

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O universo do futebol é repleto de glórias, idolatrias e histórias de superação. Mas, por trás das quatro linhas, também existem sombras: corrupção, abuso de poder, exploração e dramas pessoais de jovens que tentam transformar um sonho em carreira. É exatamente nesse território de contradições que vai mergulhar a nova série original do Globoplay, inicialmente batizada de Mata-Mata e agora oficialmente intitulada Último Lance.

O projeto, protagonizado por Cauã Reymond, entrou em pré-produção no início de agosto de 2025 e já movimenta bastidores. A plataforma busca jogadores profissionais de futebol entre 18 e 35 anos, além de árbitros e estudantes de arbitragem, para compor o elenco e dar mais autenticidade às cenas. As gravações começam em novembro, no Rio de Janeiro, e a estreia está prevista para 2026.

Uma trama de reinvenção e bastidores sombrios

A narrativa acompanha um ex-jogador de futebol que, após encerrar a carreira precocemente, encontra no trabalho como agente de atletas uma forma de se reinventar. Longe da fama dos estádios, mas ainda ligado à bola, o protagonista vive o dilema de reconstruir a própria identidade, ao mesmo tempo em que se depara com um mercado cruel e competitivo.

Ao lado dele estará uma jovem advogada — personagem ainda mantida em sigilo — que se torna sua parceira de confiança. Ela não apenas o ajuda nos aspectos legais do novo ofício, mas também se torna um elo fundamental em sua tentativa de criar um espaço mais justo para jovens jogadores.

A série não pretende romantizar esse universo. Pelo contrário: trará à tona questões pesadas e pouco exploradas na ficção brasileira, como o assédio sexual sofrido por atletas em formação, o consumo de drogas nos bastidores do esporte, e a exploração emocional e financeira de jovens talentos. Com apenas oito episódios, Último Lance promete ritmo ágil e denso, abordando cada tema com realismo e intensidade.

O time criativo: Thiago Dottori e Lucas Paraizo

O roteiro está a cargo de Thiago Dottori, conhecido por seu trabalho em Psi e no longa Turma da Mônica – Laços. Dottori é responsável pela redação final e já declarou em entrevistas que vê em Último Lance uma oportunidade de unir sua paixão pelo futebol com uma crítica social contundente.

A supervisão de texto ficará sob a responsabilidade de Lucas Paraizo, roteirista de prestígio na Globo, aplaudido por produções como Sob Pressão e Os Outros. A presença de Paraizo é um indicativo claro de que a série buscará equilíbrio entre a dramaticidade intensa e a construção de personagens verossímeis, que refletem dilemas reais da sociedade.

Cauã Reymond: entre o craque e o agente

A escolha de Cauã como protagonista não é à toa. O ator, que construiu uma carreira sólida com papéis complexos e desafiadores, chega à nova série logo após concluir as gravações do aguardado remake de Vale Tudo, no qual interpreta César Ribeiro.

Em Último Lance, Cauã dará vida a um ex-jogador que precisa enfrentar não apenas a frustração do fim da carreira nos gramados, mas também os dilemas morais de seu novo trabalho. A linha narrativa deve explorar o lado humano desse personagem: um homem dividido entre sua paixão pelo futebol e a necessidade de sobreviver em um meio onde a ética muitas vezes é colocada em segundo plano.

Cauã já revelou em outras oportunidades que sempre teve uma relação próxima com o esporte. Na juventude, praticou surfe e jiu-jítsu, e nunca escondeu o fascínio pelo futebol. A preparação para viver esse novo papel deve incluir treinos técnicos, pesquisa de campo e conversas com ex-jogadores e agentes reais, numa busca por naturalidade nas atuações.

De modelo a protagonista: a trajetória de Cauã

Para entender o peso da presença de Reymond em Último Lance, é preciso revisitar sua trajetória. Nascido no Rio de Janeiro em 20 de maio de 1980, Cauã iniciou a carreira como modelo, ainda na adolescência, desfilando em cidades como Milão, Paris e Nova York. Chegou a trabalhar para grandes estilistas e fotógrafos renomados, mas sua paixão pela interpretação falou mais alto.

Estudou no lendário Actor’s Studio, em Nova York, com a coach Susan Batson — a mesma que preparou astros como Nicole Kidman e Tom Cruise. O salto para a televisão aconteceu em 2002, quando interpretou o vaidoso Mau-Mau em Malhação. Dois anos depois, estreava em novelas no sucesso Da Cor do Pecado.

Dali em diante, vieram personagens marcantes: o michê Mateus de Belíssima, o carismático Halley de A Favorita, o ciclista Danilo de Passione e o sertanejo Jesuíno de Cordel Encantado. Em Avenida Brasil, deu vida a Jorginho, filho da inesquecível Carminha (Adriana Esteves), consolidando-se como um dos grandes atores de sua geração.

No cinema, também brilhou em filmes como Divã, Se Nada Mais Der Certo e Tim Maia. Mais recentemente, conquistou público e crítica ao interpretar irmãos gêmeos em Um Lugar ao Sol, mostrando versatilidade e profundidade dramática.

No The Noite com Danilo Gentili desta segunda (25/08), Dra. Anahy D’Amico fala sobre crianças precocemente adultizadas e o sucesso viral de Casos de Família

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Nesta segunda-feira, 25 de agosto, o The Noite com Danilo Gentili traz uma convidada que se tornou referência quando o assunto é comportamento humano, relações familiares e saúde mental: a psicóloga Dra. Anahy D’Amico. Reconhecida por sua experiência clínica e pelo jeito direto de abordar temas delicados, Dra. Anahy participou do programa para falar sobre questões que permeiam tanto o público infantil quanto os adultos, e também revisitar o impacto cultural do programa “Casos de Família”, que voltou ao ar em julho no SBT e rapidamente se tornou viral nas redes sociais.

Durante a entrevista, Anahy se destacou por sua postura firme e transparente, deixando claro que, no contexto do programa vespertino, sua função é atuar como conselheira. “Sou conselheira, não tenho nada de psicóloga no programa. Mas eu preciso ter uma postura. Eles podem falar de outra maneira, mas eu não”, explicou, ressaltando que a responsabilidade de mediar conflitos exige ética e cuidado, principalmente diante do público jovem e vulnerável que acompanha o programa.

O Retorno do Clássico Vespertino e sua Repercussão

O programa “Casos de Família” tem se destacado novamente, não apenas pelo formato que mescla dramas familiares com debates diretos, mas também pelo alcance digital que os episódios têm alcançado. Segundo Dra. Anahy, o segredo do sucesso está justamente na identificação do público com os conflitos apresentados. “O Casos viraliza porque as redes sociais também são um terreno para muitas desavenças familiares”, comentou.

Entre os episódios recentes mais comentados, a psicóloga citou a participação de Rico, ex-participante de reality show, que gerou repercussão imediata entre os internautas. Esse fenômeno, segundo Anahy, evidencia como os dramas familiares televisivos e a exposição online se entrelaçam, criando um ciclo de viralização que amplia tanto a discussão quanto o engajamento do público. Ela observou que, apesar da aparente “simplesza” do formato, há lições implícitas sobre comportamento, limites e conflitos interpessoais que podem ser extraídas pelos espectadores atentos.

Adultização Precoce: Um Alerta Necessário

Um dos pontos centrais da conversa foi a adultização precoce das crianças, tema que voltou à tona após a viralização de um vídeo do influenciador Felca. Dra. Anahy aproveitou para reforçar orientações sobre o uso de tecnologias por crianças pequenas. Segundo ela, até os dois anos de idade, crianças não devem ter contato com redes sociais, celulares ou tablets. Depois dessa fase, o uso deve ser limitado a uma hora por dia, sempre sob supervisão de um adulto.

“Criança não tem como filtrar o que está consumindo, e a gente não sabe quem está vendo aquele conteúdo”, alertou a psicóloga. Ela reforçou que a exposição precoce não apenas altera padrões de comportamento, mas também prejudica a formação emocional e cognitiva, contribuindo para a ansiedade, déficit de atenção e dificuldades na socialização.

Anahy explicou que, nos dias atuais, a internet e as redes sociais funcionam como um ambiente paralelo, onde crianças e adolescentes podem se deparar com conteúdos inadequados, além de estarem mais suscetíveis à comparação social e à pressão por aceitação. Essa combinação de fatores, segundo a especialista, pode acelerar o processo de adultização emocional, fazendo com que crianças assumam responsabilidades e preocupações que não deveriam ser de sua alçada.

Saúde Mental e a Exposição Digital

A discussão se ampliou para os efeitos das redes sociais sobre os adultos, com Anahy destacando que o excesso de exposição digital também impacta significativamente a saúde mental das pessoas. “Eu acredito que a saúde mental vem piorando nos últimos anos justamente por causa desse excesso de exposição. A vida das pessoas virou um reality show contínuo, e nem sempre estão preparadas para lidar com críticas, julgamentos ou comparações constantes”, analisou.

Para Dra. Anahy, a combinação de pressão social online, consumo de informações negativas e superexposição pessoal tem contribuído para aumento de quadros de ansiedade, depressão e estresse. Ela enfatizou a importância de buscar ajuda profissional quando necessário e de estabelecer limites claros para o uso de tecnologias, tanto para crianças quanto para adultos.

Experiência Pessoal e Superação

O programa também foi espaço para que Dra. Anahy compartilhasse uma história pessoal marcante, conectando sua experiência de vida à prática profissional. Ela revelou que começou a fumar aos 13 anos e, anos depois, enfrentou sérios problemas de saúde: “Tive um infarto e um AVC transitório. O cigarro contribuiu muito. Graças a Deus me recuperei, parei de fumar há um ano e meio, mas aí engordei”, contou.

Após os problemas de saúde, Anahy buscou apoio psicológico e realizou cirurgia bariátrica, destacando a importância de cuidar não apenas do corpo, mas também do lado psicológico. “Muita gente volta a engordar após a bariátrica por não cuidar do lado psicológico. Esse acompanhamento é fundamental”, reforçou, lembrando que a saúde mental deve caminhar lado a lado com a saúde física.

Essa narrativa pessoal não apenas humanizou a entrevista, mas também ressaltou a importância do autoconhecimento, da disciplina e do acompanhamento psicológico, temas centrais em seu trabalho profissional.

Educação Emocional e Conscientização

Além de comentar sobre “Casos de Família” e tecnologia, Dra. Anahy destacou a relevância de discussões abertas sobre educação emocional. Ela acredita que programas, canais de mídia e redes sociais podem ser usados como ferramentas educativas, desde que haja supervisão e reflexão crítica.

“É preciso que pais e educadores se envolvam ativamente na vida das crianças, mostrando limites e ensinando a lidar com frustrações, emoções e relacionamentos”, explicou. Segundo ela, essa orientação não apenas protege as crianças, mas também prepara o adulto do futuro, evitando que comportamentos problemáticos se perpetuem.

O Canal Papo com Anahy D’Amico

No palco do The Noite, Anahy também falou sobre seu canal no YouTube, Papo com Anahy D’Amico, que se tornou uma plataforma importante para debater temas relacionados à saúde mental, família e comportamento. A psicóloga reforçou que seu objetivo é criar um espaço seguro e educativo, incentivando reflexões sobre questões do dia a dia que muitas vezes são negligenciadas.

“O canal é um espaço para abrir discussões francas, sem medo de falar sobre problemas reais que todos enfrentamos, sejam eles familiares, emocionais ou sociais”, comentou. Essa iniciativa se soma ao trabalho clínico de Anahy, ampliando seu alcance e contribuindo para a conscientização sobre a importância do cuidado psicológico.

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