Diamond Films divulga trailer de Terror em Shelby Oaks, estreia de Chris Stuckmann para o Halloween

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Foto: Reprodução/ Internet

O clima de Halloween começa a se intensificar com uma novidade que promete arrepiar até os fãs mais exigentes do gênero. A Diamond Films divulgou o trailer oficial de Terror em Shelby Oaks, longa escrito e dirigido por Chris Stuckmann que chega aos cinemas brasileiros em 30 de outubro, na véspera do Dia das Bruxas. A prévia, liberada nesta semana, já dá uma boa amostra do que esperar: tensão crescente, segredos sufocantes e uma atmosfera que mistura drama humano e horror sobrenatural.

Não se trata apenas de mais um título de terror no calendário. O filme marca a aguardada estreia de Stuckmann como cineasta, conhecido até então por sua trajetória como crítico de cinema e criador de conteúdo sobre a sétima arte. Agora, ele atravessa para o outro lado da tela, levando consigo anos de paixão declarada pelo gênero.

A prévia divulgada apresenta o tom da narrativa: Mia, interpretada por Camille Sullivan, aparece mergulhada em um estado de aflição após receber uma fita misteriosa. Nela, surgem pistas perturbadoras que podem estar relacionadas ao desaparecimento de sua irmã, Riley (Sarah Durn), uma youtuber de sucesso que investigava fenômenos sobrenaturais.

A trama: desaparecimento, obsessão e segredos

O enredo do filme acompanha Mia em sua busca por Riley, desaparecida há anos sem deixar qualquer vestígio. A protagonista nunca aceitou a ausência de respostas e, quando a fita enigmática chega às suas mãos, reacende a esperança de que a irmã ainda esteja viva.

O que se inicia como uma tentativa de reconciliação familiar logo se transforma em uma investigação sufocante, que arrasta Mia para cenários cada vez mais obscuros. À medida que avança, ela se vê confrontada com fenômenos que desafiam a lógica e revelações que podem abalar tudo em que acredita.

Mais do que um filme sobre fantasmas ou casas mal-assombradas, o longa-metragem fala sobre o impacto devastador de um desaparecimento não resolvido, a obsessão por respostas e o peso da perda.

Chris Stuckmann: da crítica ao cinema

Se o nome de Stuckmann soa familiar, é porque ele passou a última década analisando filmes no YouTube e em publicações digitais, conquistando uma base fiel de seguidores. Reconhecido por seu olhar analítico e sua paixão pela sétima arte, ele sempre deixou claro que o terror era seu gênero favorito.

Com “Shelby Oaks”, ele realiza o sonho de muitos anos: dirigir um longa. A mudança de cadeira não foi improvisada. O projeto nasceu de um roteiro que mistura experiências pessoais, fascínio por histórias paranormais e desejo de oferecer ao público algo que fosse ao mesmo tempo assustador e emocionalmente impactante.

Para quem acompanha sua trajetória, o trailer já revela marcas de seu estilo: atenção ao detalhe, atmosfera crescente e respeito pela inteligência do espectador.

O papel do found footage

Uma das escolhas criativas mais interessantes do filme é a utilização do found footage, técnica que simula registros amadores. Popularizado por títulos como “A Bruxa de Blair” e “Atividade Paranormal”, o recurso mantém sua força por aproximar a narrativa da realidade, como se o público estivesse diante de provas de algo realmente acontecido.

No caso de “Terror em Shelby Oaks”, esse artifício se conecta organicamente à trama, já que Riley era produtora de conteúdo digital. Suas gravações, recuperadas e fragmentadas, são peças-chave da investigação de Mia. O resultado é uma linguagem híbrida: parte drama psicológico, parte thriller investigativo e parte terror sobrenatural.

A presença feminina no centro da história

Outro ponto que se destaca já no trailer é a força feminina da narrativa. A relação entre Mia e Riley, embora marcada pela ausência, é o motor da trama. Mia não é apenas uma personagem em busca de respostas, mas uma mulher lutando contra o vazio deixado pela irmã e contra as próprias sombras internas.

A atuação de Camille Sullivan promete ser um dos pontos altos do longa. Reconhecida por trabalhos intensos, ela transmite no trailer uma vulnerabilidade crua, ao mesmo tempo em que carrega a determinação de quem não aceita desistir.

A benção de Mike Flanagan

O envolvimento de Mike Flanagan como produtor executivo também gera confiança no projeto. Flanagan é responsável por alguns dos títulos mais elogiados do terror contemporâneo, como “Ouija: A Origem do Mal” e a série “A Maldição da Residência Hill”. Sua assinatura é associada a obras que equilibram sustos e profundidade emocional — uma combinação que “Terror em Shelby Oaks” claramente busca reproduzir.

Embora não esteja na direção, sua presença nos bastidores funciona como uma espécie de selo de qualidade e deve atrair fãs que acompanham sua carreira.

Lee Jung-jae e Lim Ji-yeon encantam em pôsteres de Nice to Not Meet You, k-drama original do Prime Video

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O universo dos k-dramas continua a surpreender fãs de todo o mundo, e 2025 promete um lançamento que já gera grande expectativa: Nice to Not Meet You. O drama reúne duas estrelas de peso: Lee Jung-jae, que conquistou fama internacional com Round 6, e Lim Ji-yeon, reconhecida por sua atuação em A Lição. Abaixo, confira os primeiros pôsteres oficiais divulgados pelo Prime Video.

Dirigido por Kim Ga-ram e roteirizado por Jung Yeo-rang, s série se apresenta como uma história contemporânea que mistura investigação, jornalismo e complexidades das relações humanas. A trama acompanha Lim Hyun-joon (Lee Jung-jae), um ator especializado em papéis de detetive que, apesar do sucesso, sente que perdeu o propósito que o levou à carreira artística. Ao seu lado, Wi Jeong-shin (Lim Ji-yeon) é uma repórter talentosa cuja trajetória foi interrompida após um escândalo de corrupção de grande repercussão. Juntos, eles embarcam em uma jornada inesperada de autodescoberta, reconciliação pessoal e dilemas éticos, enquanto lidam com os desafios do passado e do presente.

O elenco de apoio traz nomes renomados da indústria sul-coreana. Kim Ji-hoon (Cidade Invisível, Kingdom) interpreta Lee Jae-hyung, ex-jogador de beisebol e atual presidente da revista esportiva Sports Eunseong, adicionando camadas corporativas e mediáticas à história. Seo Ji-hye (Crash Landing on You, Gourmet) assume Yoon Hwa-young, jovem chefe do departamento de entretenimento da revista, prometendo tramas de ambição e estratégias nos bastidores.

Complementando o time, Choi Gwi-hwa (Signal, Kingdom 2), Na Young-hee (The World of the Married, Secret Boutique), Kim Hyun-jin (Move to Heaven, Sweet Home) e Jin Ho-eun (All of Us Are Dead, Love Alarm) dão corpo ao núcleo familiar e de apoio. Kim Hyun-jin interpreta Lim Seon-woo, irmão de Hyun-joon, enquanto Jin Ho-eun vive Wi Hong-shin, irmão mais novo de Jeong-shin. Esses personagens aprofundam a narrativa, mostrando como relações familiares e experiências passadas influenciam escolhas, conflitos e conexões emocionais.

O processo de produção do drama começou a se desenhar em março de 2024, com a leitura completa do roteiro, etapa essencial para a compreensão das personagens e avaliação da química entre os atores. As filmagens principais tiveram início ainda na primeira metade do ano, sob supervisão rigorosa de Kim Ga-ram. Lee Jung-jae decidiu assumir o papel após analisar a complexidade emocional do personagem, enquanto Lim Ji-yeon se mostrou entusiasmada com a oportunidade de explorar camadas de força e vulnerabilidade em Jeong-shin.

A imprensa especializada destacou o envolvimento de todos os integrantes do elenco. O anúncio da participação de Lee Jung-jae em novembro de 2024 causou grande repercussão, consolidando o drama como um dos mais esperados do ano. Nos meses seguintes, confirmações de Choi Gwi-hwa, Kim Hyun-jin, Jin Ho-eun e Na Young-hee mantiveram o interesse do público elevado, reforçando a expectativa por uma produção de alta qualidade, com elenco equilibrado entre experiência e química natural.

Programada para estrear na segunda metade de 2025, a série será exibida na tvN às segundas e terças-feiras, com episódios também disponíveis para streaming no Amazon Prime Video em territórios selecionados. A estratégia reflete a internacionalização crescente dos k-dramas, que conquistam audiência global graças às plataformas digitais. Para os fãs, é uma oportunidade de acompanhar performances intensas e nuances dramáticas, unindo o talento de Lee Jung-jae e Lim Ji-yeon em uma história que promete misturar tensão, emoção e humanidade.

Netflix divulga trailer oficial do live-action Last Samurai Standing, combinando ação intensa e drama histórico

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A Netflix prepara uma das estreias mais aguardadas de 2025 com Last Samurai Standing, adaptação em live-action do aclamado anime e do romance homônimo de Shogo Imamura, ilustrado por Katsumi Tatsuzawa. Com estreia global marcada para 13 de novembro, a série já ganhou um trailer eletrizante, prometendo sequências de ação intensas, drama emocional e sutis críticas sociais ambientadas no turbulento período Meiji, no final do século XIX. A expectativa é alta, e não é à toa: a produção combina uma narrativa envolvente com visuais impactantes e um elenco de peso. Abaixo, confira o vídeo divulgado pela plaforma de streaming:

A trama gira em torno de 292 guerreiros reunidos no Templo Tenryūji, em Kyoto, após o pôr do sol, todos em busca de um prêmio monumental de ¥100 bilhões. O que parecia ser apenas um torneio de habilidades rapidamente se transforma em uma corrida mortal: cada competidor deve arrancar a etiqueta de madeira dos rivais e seguir até Tóquio para conquistar a recompensa. No centro dessa competição letal está Shujiro Saga, interpretado por Junichi Okada, um samurai movido por uma missão pessoal — salvar sua esposa e filho doentes. Essa combinação de drama familiar e ação extrema dá à série uma tensão imediata, onde cada confronto é carregado não só de risco físico, mas de emoção intensa.

O elenco é outro ponto forte da produção. Junichi Okada, além de protagonista, assina a produção e coreografia das cenas de ação, garantindo autenticidade e intensidade a cada duelo. Ao lado dele, Yumia Fujisaki vive Futaba Katsuki e Kaya Kiyohara interpreta Iroha Kinugasa, personagens que acrescentam camadas de emoção à narrativa. Nomes consagrados como Masahiro Higashide, Shota Sometani e Taichi Saotome completam o elenco, reforçando a imersão histórica e o peso dramático das competições. Cada guerreiro da série tem motivações próprias, criando uma dinâmica complexa de rivalidade, estratégia e dilemas éticos, elevando a história muito além das simples exibições de combate.

A produção, de fato, é monumental. Com quase 300 atores envolvidos, figurinos detalhados e cenários meticulosamente recriados, Last Samurai Standing exigiu esforço comparável ao de três longas-metragens. Dirigida por Michihito Fujii e Kento Yamaguchi, a série preserva os temas centrais do romance original — honra, sacrifício e sobrevivência — enquanto reforça o apelo visual e dramático da narrativa. Locais reais em Kyoto e recriações minuciosas de ambientes históricos transportam o público diretamente para o Japão do século XIX, com o Templo Tenryūji ganhando vida em cada plano, sombra e movimento.

Antes mesmo de chegar à Netflix, os dois primeiros episódios foram exibidos no 30º Festival Internacional de Cinema de Busan, na seção “Na Tela”, em 18 de setembro de 2025. O feedback inicial foi positivo, destacando a qualidade das coreografias, a profundidade emocional dos personagens e a estética geral da série. Alguns críticos alertaram que a complexidade de tantos personagens e motivações poderia ser desafiadora para quem não conhece o material original, mas a promessa de uma experiência intensa e visualmente impressionante parece ter convencido.

O grande diferencial de Last Samurai Standing é seu equilíbrio entre ação e drama. As lutas são mais do que espetáculos visuais; cada golpe e cada confronto revelam medos, passados e motivações profundas dos personagens. Shujiro, por exemplo, não combate apenas por glória, mas para proteger sua família, dando às cenas de ação uma carga emocional que transcende a coreografia. Paralelamente, a série explora o choque entre tradições e modernidade durante o período Meiji, incluindo tensões políticas, pressões sociais e conflitos internos dos guerreiros, evitando que a produção se limite a um simples show de espadas.

Festival de Cinema de Nova York realiza exibição surpresa de Marty Supreme, novo filme estrelado por Timothée Chalamet

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Nesta segunda-feira, 6 de outubro, o Festival de Cinema de Nova York surpreendeu o público com uma exibição secreta de Marty Supreme, o aguardado novo filme da A24 estrelado por Timothée Chalamet e dirigido por Josh Safdie. A escolha da cidade não poderia ser mais simbólica: Safdie, cineasta profundamente ligado à Big Apple, e Chalamet, nativo de Nova York, trouxeram à tela os cinco distritos da cidade que os moldaram. A estreia inesperada contou com a presença de ambos no palco, criando um momento memorável para os fãs e críticos presentes.

A exibição começou em clima de surpresa e expectativa. Após o público ocupar os assentos para a sessão secreta, Safdie subiu ao palco e quebrou o gelo com seu humor característico: “Eu também odeio surpresas”, disse, arrancando risos da plateia. O diretor, que finalizou o corte do filme na madrugada anterior, comentou: “Terminei às 2 da manhã de ontem… Vocês são o primeiro público a ver este filme.” Logo depois, Timothée Chalamet se juntou a Safdie, compartilhando sua conexão pessoal com o momento. O ator relembrou que estudou no ensino médio na mesma rua de Alice Tully, e descreveu como “incrível” estrear no NYFF em sua própria cidade natal.

O projeto, anunciado oficialmente em julho de 2024, marca o primeiro filme solo de Josh Safdie desde “The Pleasure of Being Robbed” (2008). Safdie escreveu o roteiro em parceria com Ronald Bronstein, tomando como inspiração o jogador profissional de tênis de mesa Marty Reisman. No entanto, fontes próximas à produção afirmam que o longa é uma história original e ficcional, e não um biopic tradicional, permitindo liberdade criativa ao diretor e ao elenco para explorar o universo do personagem de maneira inventiva.

Com um orçamento estimado em US$ 70 milhões, Marty Supreme se tornou a produção mais cara da A24 até hoje, superando inclusive “Guerra Civil” (2024). O filme chamou atenção não apenas pelo investimento, mas pelo cuidado artístico e técnico empregado em cada detalhe. A fotografia principal teve início em 23 de setembro de 2024, inteiramente em Nova York, e a produção capturou imagens icônicas em locações espalhadas pelos cinco distritos. As filmagens se estenderam até 5 de dezembro de 2024, com cenas adicionais gravadas no Japão em fevereiro de 2025.

A direção de fotografia ficou a cargo de Darius Khondji, utilizando filme de 35 mm para conferir ao longa uma estética visual clássica e sofisticada. O renomado designer de produção Jack Fisk também contribuiu para a ambientação do filme, criando cenários que reforçam a narrativa e a atmosfera autêntica da história. Safdie incluiu cerca de 140 não-atores no elenco, entre eles o artista francês Philippe Petit, acrescentando camadas de realismo e espontaneidade às cenas.

Timothée Chalamet passou por um treinamento intenso para dar vida ao protagonista. Para as cenas de pingue-pongue, o ator treinou por meses sob orientação de Diego Schaaf e do ex-atleta olímpico Wei Wang, garantindo que as partidas do filme fossem convincentes e dinâmicas. Além disso, Safdie desafiou Chalamet a realizar algumas acrobacias pessoalmente, aumentando a autenticidade das cenas de ação. Um detalhe curioso do processo de filmagem foi a utilização de óculos de grau com lentes de contato por baixo, técnica aplicada para que os olhos de Chalamet parecessem menores, o que temporariamente prejudicou sua visão, mas contribuiu para a caracterização precisa do personagem.

A exibição surpresa no NYFF não apenas apresentou o filme antes de sua estreia oficial, mas também reforçou o vínculo entre o elenco, a equipe e a cidade que serviu de cenário para grande parte da história. Chalamet e Safdie aproveitaram o momento para interagir com o público, compartilhar anedotas das filmagens e revelar curiosidades sobre o desenvolvimento do longa, criando uma experiência única e íntima para os espectadores.

Vale a pena assistir O Telefone Preto 2? Uma sequência sombria e psicologicamente intensa

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Quatro anos após escapar do cativeiro aterrorizante d’O Pegador, Finney tenta reconstruir sua vida, mas a sequência O Telefone Preto 2, dirigida por Scott Derrickson, deixa claro que fugir do mal não significa superá-lo. O filme se aprofunda no terror psicológico, misturando sustos clássicos com drama familiar, e oferece uma experiência que vai muito além do entretenimento leve, exigindo do espectador atenção, sensibilidade e nervos de aço.

A história acompanha Finney e sua irmã Gwen, que continua assombrada por pesadelos premonitórios e misteriosas chamadas do telefone preto. A trama os leva a Alpine Lake, um acampamento isolado, onde descobrem conexões perturbadoras entre a violência de The Grabber e segredos da própria família. Derrickson constrói um labirinto narrativo, alternando realidade e sonho, passado e presente, mantendo a tensão constante.

No entanto, essa densidade narrativa pode ser um desafio para alguns espectadores. Os saltos temporais e a interligação de múltiplos elementos exigem atenção máxima. Para quem busca apenas sustos imediatos e lineares, o filme pode parecer confuso ou até cansativo, mas para os fãs de horror psicológico, cada detalhe da construção da trama é recompensador.

Ethan Hawke: presença inquietante, mas com nuances controversas

Ethan Hawke retorna como The Grabber e continua sendo o grande destaque do filme. Sua interpretação combina obsessão, crueldade e uma aura quase sobrenatural, transformando o vilão em uma figura memorável cuja presença domina a tela, mesmo em silêncio.

No entanto, o longa tenta explorar as motivações e o passado de The Grabber, humanizando o antagonista de forma mais explícita do que no primeiro filme. Esse esforço de aprofundamento psicológico é ambicioso, mas, em alguns momentos, dilui o terror puro, criando um equilíbrio instável entre horror e drama psicológico. Ainda assim, a performance de Hawke é intensa e oferece ao público momentos de pura tensão.

Criatividade visual e estética do terror

As sequências oníricas são, sem dúvida, o ponto alto visual do filme. Cada sonho é meticulosamente elaborado, evocando clássicos do gênero como A Hora do Pesadelo, mas com uma linguagem moderna e original. A alternância entre pesadelo e realidade é executada com precisão, deixando o espectador em constante dúvida sobre o que é real.

É nesse aspecto que O Telefone Preto 2 realmente se destaca: a estética é ousada, inventiva e, em muitas cenas, genuinamente aterrorizante. A cinematografia, os efeitos visuais e o design de produção criam um clima de constante inquietação, reforçando a sensação de perigo que paira sobre cada personagem.

Drama familiar: profundidade ou excesso?

Além do terror, o filme investe no drama familiar, explorando a relação entre Finney, Gwen e sua mãe. Essa humanização adiciona camadas emocionais à história, tornando os personagens mais próximos e realistas.

Porém, o foco no trauma e no sofrimento pode pesar em meio ao suspense, especialmente para espectadores que preferem uma experiência de terror mais direta. Sustos e tensão se entrelaçam com sofrimento e relações familiares complexas, exigindo que o público equilibre medo e empatia. Para quem aceita essa mistura, a experiência é enriquecedora; para outros, pode gerar sensação de ritmo lento ou sobrecarga emocional.

Vale a pena assistir?

Se a expectativa é apenas por sustos rápidos e diversão passageira, O Telefone Preto 2 pode decepcionar. Mas para aqueles que apreciam terror psicológico, antagonistas complexos e uma narrativa densa e intricada, o filme oferece uma experiência intensa e memorável. Ele não apenas expande o universo do primeiro longa, mas aprofunda os traumas, explora a psicologia dos personagens e mantém uma sensação constante de perigo que acompanha cada aparição de The Grabber.

Em resumo, O Telefone Preto 2 desafia o espectador: é sombrio, perturbador e emocionalmente carregado. Não é um filme de terror fácil, mas quem aceitar essa complexidade encontrará uma sequência que impressiona pelo suspense psicológico, criatividade visual e intensidade dramática. É uma obra que permanece na memória — e nos pesadelos — muito depois dos créditos finais.

Primeiras imagens do filme live-action de The Legend of Zelda redefinem as expectativas e inauguram uma nova era para a Nintendo nas telonas

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Foto: Reprodução/ Internet

As primeiras imagens oficiais do aguardado live-action de The Legend of Zelda finalmente foram reveladas — e, pela primeira vez desde o anúncio do projeto, o público consegue visualizar com clareza a direção artística escolhida para a adaptação. Até então, o debate era guiado por rumores, vídeos amadores de bastidores e muita especulação. Agora, com conteúdo autorizado e cuidadosamente produzido, o filme deixa o campo da suposição e passa a ocupar um espaço concreto no imaginário do público. As informações são do Caderno POP.

O momento da divulgação não é acidental. Ela chega logo após a confirmação do início das filmagens, marcando um ponto de virada na estratégia de marketing da Nintendo e da Sony. A liberação das imagens funciona como um gesto de confiança: mostra que as equipes estão seguras do que estão construindo e que desejam convidar os fãs a acompanhar o processo desde cedo — mas sem revelar mais do que o necessário.

Um elenco jovem diante de uma das histórias mais emblemáticas dos games

Marcado para estrear em 7 de maio de 2027, o longa apresenta Benjamin Evan Ainsworth como Link. O ator, que vem se destacando por performances sensíveis em personagens complexos, assume aqui talvez o papel mais desafiador de sua carreira. Link é, simultaneamente, um símbolo da bravura e um herói silencioso — características que exigem expressividade corporal e emocional mesmo com pouquíssimas falas.

Ao lado dele, Bo Bragason interpreta a Princesa Zelda, uma decisão de casting celebrada por muitos fãs. A personagem, frequentemente responsável pela carga mítica, política e espiritual das narrativas da franquia, parece assumir um papel de protagonismo amadurecido nas imagens iniciais. A postura firme, a expressão determinada e um figurino que combina elementos clássicos a tecidos mais contemporâneos sugerem uma abordagem que respeita a essência dos jogos, mas procura expandi-la para o cinema.

A química entre os intérpretes é um dos pontos mais aguardados, já que Zelda não é apenas uma história de aventura: é também uma narrativa sobre alianças, confiança e sacrifícios compartilhados.

A direção de Wes Ball e o desafio de uma mitologia que atravessa gerações

A responsabilidade criativa está nas mãos de Wes Ball, diretor conhecido por construir mundos com ambição visual e profundidade atmosférica. Sua experiência em Maze Runner e, sobretudo, em Planeta dos Macacos: O Reinado reforça sua habilidade em equilibrar tecnologia, emoção e grandiosidade.

Em Zelda, o desafio é ainda maior. Hyrule não é um reino qualquer: é um universo com múltiplas eras, lendas, civilizações e símbolos que definem a própria identidade da franquia desde 1986. Transportar esse ecossistema para o cinema exige não apenas técnica, mas compreensão cultural.

As primeiras imagens reveladas mostram que o projeto parece estar trilhando um caminho coerente. A paleta de cores, as texturas dos figurinos e o uso de iluminação natural evocam a sensação de desbravamento presente em Breath of the Wild e Tears of the Kingdom. As orelhas pontudas dos Hylians, o traje de Link e o ambiente aberto — amplos campos, nuvens altas, grama realista — apontam para uma adaptação que não tem vergonha de ser fiel ao que os fãs conhecem.

O silêncio sobre a trama é parte da estratégia

Apesar de a produção ter se tornado mais transparente com a divulgação das imagens, o enredo continua sendo o aspecto mais bem guardado do filme. A franquia The Legend of Zelda possui dezenas de jogos, múltiplas linhas do tempo e interpretações variadas sobre a origem e a evolução dos personagens. Qual caminho o longa vai seguir permanece um mistério — e isso tem sido uma vantagem estratégica.

A herança de uma franquia monumental

The Legend of Zelda é uma das séries mais influentes da história dos videogames. Títulos como Ocarina of Time redefiniram padrões de jogabilidade e narrativa na década de 1990, enquanto Breath of the Wild revolucionou a forma como os jogadores interagem com mundos abertos no século XXI. Esse legado monumental significa que o filme não pode ser apenas mais uma adaptação — ele precisa dialogar com décadas de memórias, expectativas e afetos.

A presença de Shigeru Miyamoto na produção reforça essa responsabilidade. Criador de Zelda e um dos nomes mais importantes da Nintendo, Miyamoto atua como guardião criativo, assegurando que decisões fundamentais preservem a identidade da franquia. Seu envolvimento indica que não haverá concessões fáceis e que o foco está em construir um filme que converse tanto com fãs veteranos quanto com novos públicos.

Filme brasileiro “Narciso”, de Jeferson De, revela primeiro trailer e aposta em fábula sensível sobre identidade e pertencimento

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O cinema brasileiro acaba de ganhar um novo título promissor voltado ao público infantojuvenil. “Narciso”, novo filme do diretor Jeferson De (Doutor Gama), teve seu primeiro trailer divulgado pelo Omelete, apresentando ao público os elementos centrais de uma história que mistura fantasia, emoção e reflexões profundas sobre identidade, pertencimento e afeto. O longa tem estreia prevista nos cinemas brasileiros para 19 de março.

 
 
 
 
 
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A trama acompanha Narciso, um menino órfão e negro que vive em um lar temporário administrado pelos irmãos Carmem e Joaquim. Às vésperas de seu aniversário, o garoto enfrenta um dos momentos mais delicados de sua vida: ele acaba de ser devolvido por um casal que havia iniciado o processo de adoção, decisão que o deixa ainda mais fragilizado e inseguro sobre seu lugar no mundo.

É nesse contexto de dor e frustração que surge um elemento mágico capaz de transformar sua trajetória. Alexandre, uma das outras crianças que vivem na casa, decide animar o amigo ao presenteá-lo com uma bola especial, que carrega um poder extraordinário. Segundo a lenda, se Narciso acertar três cestas, um gênio surgirá para conceder o seu maior desejo.

Quando a magia acontece, Narciso não hesita: seu pedido é simples, mas carregado de significado — ter uma família. O gênio confirma que o desejo será realizado, mas impõe uma condição inquietante: Narciso jamais poderá ver sua própria imagem refletida. A partir desse pacto, o filme se desenvolve como uma fábula contemporânea, em que fantasia e realidade caminham lado a lado.

À medida que a nova vida começa a tomar forma, Narciso se vê dividido. Embora a promessa de uma família se concretize, algo o incomoda profundamente: a saudade dos amigos, da casa de Carmem e do ambiente onde sempre se sentiu acolhido. O conflito interno do personagem cresce quando ele precisa lidar com a adaptação a uma família branca, colocando em evidência questões raciais, afetivas e culturais que atravessam sua jornada.

O trailer revela que o filme não se limita a uma narrativa mágica tradicional. Pelo contrário, “Narciso” utiliza o elemento fantástico como ferramenta para discutir temas complexos de forma acessível, especialmente para crianças e jovens. A proibição de ver o próprio reflexo funciona como metáfora para o apagamento, a construção da identidade e a busca por reconhecimento, tanto individual quanto coletivo.

Conhecido por abordar temas sociais e históricos com sensibilidade e força dramática, Jeferson De amplia aqui seu olhar para o universo infantil, sem abrir mão da profundidade que marca sua filmografia. Em Narciso, o diretor propõe uma reflexão sobre o que realmente define uma família, questionando se ela é formada apenas por laços legais ou se nasce, sobretudo, do afeto, da convivência e do sentimento de pertencimento.

Cinesystem apresenta promoção que vai levar clientes para Disney

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Se você precisava de um empurrãozinho para sair de casa e curtir um cineminha, aqui vai uma notícia: a Semana do Cinema tá rolando com ingressos a R$ 10 na Cinesystem até o dia 12 de fevereiro. E, como se isso já não fosse incrível, a rede decidiu deixar a brincadeira ainda mais interessante com a promoção “Destino dos Sonhos – Das salas do cinema para Orlando”.

Sim, você não leu errado! Um sortudo vai ganhar uma viagem com mais três acompanhantes para a Disney. Imagina sair da sala de cinema e já começar a planejar seu passeio na terra do Mickey? E se Orlando não for muito a sua vibe, sem crise: dá pra trocar o prêmio por nada menos que R$ 50 mil. Tá bom ou quer mais?

Como participar dessa aventura? 🎟️

Fácil, fácil: a cada R$ 30 em compras na Cinesystem, seja de ingressos ou na bomboniere (quem nunca gastou tudo na pipoca?), você ganha um número da sorte. A promoção vai de 06 de fevereiro a 18 de maio, então ainda dá tempo de garantir várias chances de ser o felizardo.

Segundo Samara Vilvert, Gerente de Marketing da Cinesystem, o objetivo é fazer parte das memórias do público: “Queremos juntar a magia das telonas com o lugar mais lúdico do planeta: a Disney! Vai ser incrível proporcionar essa experiência.”


Além disso, tem mais promoções irresistíveis:

🔥 Combo bomboniere: Pipoca grande + dois refrigerantes de 500ml por R$ 29,90.
🔥 Salas VIP, Imax e Cinepic: Preço especial de R$ 15,00.
🔥 Pontos turbinados para membros do Clube da Pipoca: Triplo de pontos para trocar por ingressos e produtos!

E claro, a programação tá cheia de filmes nacionais e internacionais pra agradar todo mundo — e tudo isso por só R$ 10.

Então já sabe: chama a galera, pega aquele balde de pipoca e bora viver essa Semana do Cinema em grande estilo. Quem sabe você ainda termina essa história em Orlando, hein? 🌟

Resenha – A Pérola no Mar da Alma é um romance que ecoa silêncios e revela sabedorias

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Matheus Moori Batista entrega ao leitor uma obra sensível, profunda e atemporal em A Pérola no Mar da Alma, um romance que transcende as páginas para se tornar um convite à introspecção. Ambientado no Japão do século XVII, o livro acompanha a trajetória de Genta, um garoto aparentemente comum, mas cuja jornada interior se transforma em uma poderosa metáfora sobre o amadurecimento, a espiritualidade e a eterna busca pelo sentido da existência.

Uma história sobre o tempo e o espírito

Genta é o fio condutor de uma narrativa que une a tradição cultural japonesa à universalidade dos dilemas humanos. Desde a infância em uma vila simples até os encontros que moldam sua visão de mundo, o personagem passa por transformações que refletem os desafios da alma humana em tempos de mudanças. A ambientação histórica não é apenas um pano de fundo, mas um componente essencial que dá textura e profundidade às vivências do protagonista.

Moori Batista demonstra domínio narrativo ao costurar o cotidiano com reflexões filosóficas sem jamais soar forçado ou excessivamente didático. Cada capítulo propõe uma camada de descoberta — sobre si, sobre o outro, sobre o invisível. A prosa flui com delicadeza, e o autor sabe exatamente quando silenciar para que a contemplação tome o lugar da ação.

Lições que reverberam

O título da obra já sugere sua essência simbólica: a pérola, nascida da dor e da persistência, representa as preciosidades escondidas nas profundezas da alma. O mar, em constante movimento, espelha o fluxo da vida e das emoções. Ao unir esses elementos, o autor desenha um percurso de sabedoria, onde não há respostas fáceis, mas pistas deixadas com sensibilidade ao longo do caminho.

Ao acompanhar Genta, o leitor se depara com perguntas que ultrapassam o enredo: Como lidar com a solidão? Qual o valor do silêncio? Onde reside a verdadeira força de um ser humano? São questões que ressoam tanto no passado quanto no presente, o que faz do romance uma obra profundamente relevante.

Um romance para ser sentido

A Pérola no Mar da Alma é mais do que uma narrativa linear — é um mergulho no espírito humano. A linguagem poética e contemplativa de Matheus Moori Batista aproxima-se de autores como Kazuo Ishiguro e Hermann Hesse, combinando lirismo e reflexão com rara naturalidade. Embora se trate de um romance histórico, o que o move é a força universal dos sentimentos.

Ideal para leitores que apreciam literatura com densidade emocional e existencial, o livro não entrega um enredo frenético, mas oferece algo ainda mais valioso: tempo para sentir, pensar e, principalmente, transformar-se.

Matheus Moori Batista apresenta um romance marcante, que desponta como uma obra de rara beleza e profundidade no cenário literário nacional contemporâneo. A Pérola no Mar da Alma é, como o próprio título sugere, um tesouro a ser descoberto — uma leitura que ilumina e acalma, tal como a luz da lua sobre as águas. É um livro que se lê com os olhos, mas que permanece na memória como um eco suave, daqueles que sussurram respostas enquanto nos devolvem ao silêncio.

SuperPop 14/05/2025: Vanessa Cunha desabafa após agressão

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Na noite desta quarta-feira, 14 de maio de 2025, o SuperPop abre espaço para um desabafo corajoso e comovente. Luciana Gimenez recebe ao vivo a influenciadora Vanessa Cunha, que recentemente veio a público relatar um episódio traumático envolvendo sua ex-sogra e o ex-marido. A entrevista promete ser um dos momentos mais intensos da semana na televisão, colocando em pauta temas delicados como violência familiar, maternidade e os limites de relações que deveriam ter acabado com respeito.

Vanessa, que é seguida por milhares de pessoas nas redes sociais, decidiu não silenciar diante da agressão que afirma ter sofrido. Na última segunda-feira (12), ela compartilhou em seus stories um relato impactante: durante uma visita do pai e da avó paterna à filha do ex-casal — uma bebê de apenas três meses —, a situação fugiu completamente do controle. “Ela me agrediu, me arranhou, me bateu, e tudo isso na frente da minha filha. E o pior: eu estava sendo segurada pelo meu ex”, contou emocionada.

A cena que ela descreve é daquelas que ninguém gostaria de viver, muito menos com uma criança tão pequena por perto. “Minha filha estava no colo. Isso que mais me doeu”, escreveu em uma das postagens. A influenciadora, que tem usado suas redes para relatar os bastidores desse momento tão difícil, também revelou que está tomando providências legais.

No palco do SuperPop, Vanessa promete ir além do que já foi dito online. Com o apoio de Luciana Gimenez, que há anos conduz entrevistas fortes e sensíveis, ela vai detalhar como tudo aconteceu, como tem se sentido desde então, e o que espera daqui para frente — tanto como mulher quanto como mãe. “Não é fácil se expor. Mas eu precisava. Quantas mulheres passam por isso e não têm voz?”, afirmou ela em uma prévia da entrevista divulgada pela produção do programa.

Com um tom mais íntimo e sem fugir de perguntas difíceis, o programa desta quarta promete ser mais do que entretenimento: será uma roda de escuta, empatia e alerta. Vanessa vai falar não apenas da agressão, mas também das dores de uma maternidade solitária, da luta por respeito em meio a um relacionamento desfeito e dos medos de quem só quer criar uma filha em paz.

Exibido às quartas-feiras, às 22h45, na RedeTV!, o SuperPop tem apostado cada vez mais em temas relevantes e histórias que tocam o público. A presença de Vanessa Cunha é mais uma prova de que a atração continua conectada com os dilemas da vida real — e disposta a dar espaço para quem quer transformar dor em voz.

Por que essa conversa importa?
Casos como o de Vanessa não são isolados. Muitas mulheres enfrentam situações parecidas, mas têm medo de falar, não sabem a quem recorrer ou simplesmente se calam por já estarem emocionalmente esgotadas. Dar visibilidade a essas histórias é essencial para romper o ciclo de violência e incentivar a busca por justiça — e acolhimento.

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